Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / Dr. Stélio Bezerra de Lima: Farinha de Insetos: a Nova Proteína para Aves? | Ep. 112
Transcript
- 0:00Nós precisamos tornar essa farinha.
- 0:02É em volume e em qualidade, acessível para em algum momento
- 0:06fazer parte das das nações animais.
- 0:09Portanto, né? É a entomocultura, ou seja, a
- 0:13produção de inseto. Ela começa a ter o olhar, ela
- 0:17começa a ter a perceção de que nós precisamos é.
- 0:23É empregar sobre ela todos os nossos conhecimentos que a gente
- 0:28já faz com a produção animal de um modo geral.
- 0:33Bem vindos ao podcast o aviário as mentes mais brilhantes da
- 0:37avicultura no seu bolso o podcast o aviário só é possível
- 0:43através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 0:46educação continuada na avicultura brasileira.
- 0:49Aquece ambiência ideal para a sua produção.
- 0:54Alga Prime DH da corbium enriquecer ovos com Omega 3
- 0:58sustentável easy Institute transformação digital e
- 1:04inteligência artificial na produção agrícola.
- 1:08Pegas dos Science a solução inteligente e em tempo real para
- 1:11a interpretação de microtoxinas. Olá pessoal, bem vindos e bem
- 1:17vindas. Nós vamos dar início a mais um
- 1:19episódio do aviário podcast. Eu sou a Catarina stefanello e
- 1:22hoje eu converso com o professor estélio Bezerra de Lima, o
- 1:26doutor estélio. Ele é zootecnista, mestre,
- 1:29doutora enzotecnia, né? Tudo pela Universidade Federal
- 1:32Rural de Pernambuco. Atualmente ele é professor
- 1:35associado da Universidade Federal do Piauí.
- 1:38Professor estélio, é um prazer conversar com você, prazer te
- 1:42conhecer. Muito obrigada por aceitar o
- 1:44nosso convite, por estar disponível pra contribuir
- 1:47conosco. É bom dia a todos.
- 1:52Muito obrigado pela pelo convite, fiquei muito feliz.
- 1:56Prazer, catarino te conhecer. Estamos quase que nos opostos
- 2:00desse país lindo e gigantesco, né?
- 2:03Você aí no Rio Grande do Sul, eu aqui no Piauí.
- 2:06E estamos à disposição pra gente poder fazer esse bate-papo e
- 2:11crescermos, aprendermos juntos. Estamos muito feliz por por
- 2:15estar aqui com vocês hoje. Obrigada, professora.
- 2:18É a nossa realidade do Brasil, né?
- 2:20Com o tamanho que tem, às vezes tem essas conexões, né?
- 2:24De ponta a ponta praticamente, né?
- 2:27Pra aproveitar a sua presença. Professor esterio, nós vamos
- 2:32focar um pouco hoje, né, no tema que vocês têm trabalhado e que
- 2:36tem crescido em várias regiões do mundo, né?
- 2:38Que se refere à produção de insetos, com foco na produção de
- 2:42farinhas e na utilização alimentação de aves.
- 2:47É esse tema de insetos. Acho que ele evolui a cada ano,
- 2:50né? A cada ano que passa a gente tem
- 2:52novas informações. E eu queria começar pelo básico,
- 2:57Pra Ele a gente ir aprofundando depois, então assim, talvez
- 3:01inicialmente eu iria perguntar pra aquela pessoa que não está
- 3:05tão familiarizada com esse mundo todo que a gente tem, que seria
- 3:10uma primeira pergunta de quais são esses esses insetos com
- 3:14maior interesse de uso na alimentação de artes?
- 3:18É, vamos, vamos pensar um pouquinho, né?
- 3:20Sobre a os insetos de um modo geral, né?
- 3:24São, é o grupo de animais, é mais abundantes na natureza.
- 3:31É quando normalmente nós falamos, né?
- 3:34Na utilização de insetos é tanto para o consumo humano ou para o
- 3:39consumo animal. Muitas vezes é.
- 3:42Nós temos alguns preconceitos, alguns paradigmas, quanto, né, a
- 3:46utilização desses insetos. Mas quando nós olhamos para o
- 3:50retrovisor da nossa vida, né, da humanidade, a gente observa que
- 3:55muitos povos é no Globo terrestre e até hoje consomem,
- 4:00né? É uma variedade muito grande de
- 4:02insetos. Quando normalmente nós pensamos
- 4:05sobre isso, parece que vem muito no nosso imaginário.
- 4:09É os os países do Oriente, né? Principalmente a China.
- 4:14Mas mesmo é países do ocidente. E aí eu cito o México.
- 4:19O México é um país que o consumo de inseto pela população humana.
- 4:24É muito presente e aqui no Brasil nós temos várias regiões
- 4:28do país que existe, né? Um consumo é, é muito rotineiro,
- 4:35né? De enes, variedades de inseto.
- 4:38É aqui no nordeste, por exemplo, a gente tem nas épocas pré
- 4:43chuva, né? De trovoadas.
- 4:45É, a gente tem a tanajura que é um inseto que a criançada vai
- 4:50muito, é, é fazer apanha a colheita, né?
- 4:54É, a gente tem outros estados do norte, o Brasil, né?
- 4:57Tem várias regiões que consomem alguns tipos de insetos.
- 5:02É a FAO, né? A ONU já reconhece.
- 5:06AAAA possibilidade, né, a importância.
- 5:11De tratarmos os insetos como uma estratégia alimentar para
- 5:16determinadas situações. E aí quando nós olhamos, né?
- 5:20Para nutrição animal, isso não é diferente, né?
- 5:25É, no Brasil nós temos a possibilidade de 5 espécies.
- 5:30É de insetos a serem utilizados na alimentação animal.
- 5:35Porém, as 2 né? Mais trabalhadas é em função,
- 5:40né? Da da dinâmica, do que já se
- 5:42sabe sobre a produção, sobre as características nutricionais.
- 5:48A gente tem a música soldado negro e os tenébrios, né?
- 5:52Então são os 2 insetos que hoje é ocupam um lugar de destaque.
- 5:58É quando nós pensamos na utilização desses insetos.
- 6:02Para a nutrição é animal. Quero fazer apenas um parêntese,
- 6:07né? Lembrando de que é esses
- 6:10insetos, naturalmente eles produzem farinhas e essas
- 6:13farinhas são farinhas de origem animal.
- 6:16Então, quando a gente aqui nesse bate-papo às vezes se referir a
- 6:20nutrição animal, a gente vai estar focado na nutrição.
- 6:24Obviamente os animais não ruminantes, né?
- 6:26Aves, suínos é peixes. Mas apesar de que o nosso
- 6:31bate-papo principal hoje. Aqui é dentro da avicultura.
- 6:37Alga Prime DH da codion o ômega 3 DHA base de algas para o
- 6:42enriquecimento de ovos com DH de maneira sustentável, adicioná lo
- 6:46às rações está mais fácil do que nunca.
- 6:48Acesse direto a fonte original de Omega 3 DHAE.
- 6:52Aproveite todos os benefícios, é melhor para o planeta, com
- 6:55impacto zero nos oceanos e baixa pegada de carbono, e é fácil de
- 6:59usar. Biomassa de algas altamente
- 7:02concentrada é adequada para múltiplas aplicações.
- 7:05Saiba mais, encorb1.com. Acho que é sempre bom perguntar
- 7:12isso, porque em determinados momentos uma espécie despontou,
- 7:16daí a outra a gente já se viu que tinha um potencial maior e
- 7:19essas coisas, elas ainda mudam, né?
- 7:21A cada ano a gente vai atualizando um pouco a
- 7:24informação e mesmo conhecimento sobre produção.
- 7:28Nós conversávamos antes de gravar, né?
- 7:31Que hoje em dia a gente uma das coisas que não se fala tanto,
- 7:34mas que é extremamente essencial, pensando naquele
- 7:37ingrediente que a gente vai utilizar a narração são é uma
- 7:41linha de pesquisa que vocês têm ali com trabalhos pra produção e
- 7:45nutrição das larvas, né? Que isso vai influenciar a
- 7:48composição delas. Então eu queria perguntar para
- 7:51você aproveitar sua experiência professora estélio pra.
- 7:54Das informações sobre a produção e nutrição dessas Lives.
- 7:59É, é. É bom a gente falar sobre esse
- 8:01assunto, Catarina, porque assim é normalmente quem tá, né, na
- 8:06fábrica de ração ou quem tá produzindo animal é, a nossa
- 8:10percepção é sempre de um ingrediente, de um insumo que
- 8:13vai fazer parte da alimentação animal, né?
- 8:16E, por exemplo, no caso dos grãos, a gente entrega isso, né,
- 8:20aos nossos colegas agrônomos, que produzem aí também, né?
- 8:23Vire soja no Brasil. Brasil é.
- 8:25E quando a gente pensa em certo, nós temos que pensar que para
- 8:30gerarmos volume de produção, né? Para gerarmos um ingrediente, um
- 8:34insumo que possa fazer parte das nossas ações, nós precisamos
- 8:38tornar essa farinha. É em volume e em qualidade,
- 8:42acessível pra em algum momento fazer parte das das ações da
- 8:46nas. E portanto, né?
- 8:48É a entomocultura, ou seja, a produção de inseto.
- 8:53Ela começa a ter o olhar, ela começa a ter a percepção de que
- 8:58nós precisamos é é empregar sobre ela todos os nossos
- 9:04conhecimentos que a gente já faz com a produção animal de um modo
- 9:08geral. Então, a gente hoje já olha para
- 9:11a criação de insetos, preocupado com as condições ambientais do
- 9:15inseto. Com as condições nutricionais do
- 9:19inseto, é claro que nós estamos num patamar muito inicial, então
- 9:24nós estamos engatinhando no que a gente sabe como produzir
- 9:28inseto. Algumas instituições, né, no
- 9:31Brasil e fora delas, hoje já trabalham muito com essa
- 9:34perspectiva de que, né? É a produção do inseto?
- 9:39A gente tem algumas características.
- 9:42Então, por exemplo, quando nós enxergamos a produção do inseto,
- 9:45nós estamos enxergando uma perspetiva de tornar uma cadeia
- 9:51circular, ou seja, que esse inseto possa utilizar
- 9:54subprodutos, possam utilizar determinados.
- 9:58É insumos, né? Que outras cadeias é de
- 10:01produção. Eventualmente já não, já não
- 10:04utilizariam mais, né? A exemplo, a gente já fez
- 10:07trabalhos aqui. Conseguimos, né, resultados bons
- 10:11é de desenvolvimento da Lava com a palhada do milho.
- 10:17É que é é, é processado, né, pela colheitadeira na hora.
- 10:21A gente aqui em Bom Jesus, no Piauí, estamos numa região de
- 10:25produção de grãos, então nós coletamos, né, o material que a
- 10:29colheitadeira é, é lança, né? No solo.
- 10:35E esse material nós conseguimos é utilizar e produzir larvas.
- 10:40Então toda essa perspectiva está voltada para que a gente possa.
- 10:46Produzir, né, uma farinha de qualidade.
- 10:49O que é uma farinha de qualidade, né?
- 10:51Uma farinha de qualidade passa pelas perspectivas
- 10:54microbiológicas. Você tem que ter um alimento,
- 10:56né? Sanitário é seguro, né, na
- 11:00perspectiva sanitária. E obviamente a gente também quer
- 11:04ter 11 alimento que tenha uma boa composição química, né?
- 11:08Né? Quando nós pensamos e olhamos
- 11:11pra farinha de insetos, a gente vem logo a cabeça.
- 11:15Teor de proteína, né? Esse é o principal nutriente que
- 11:19nos nos chama atenção quando nós estamos falando de farinha de de
- 11:24insetos. E aí, o que é que os trabalhos
- 11:27nos mostram? Que existe uma relação, né?
- 11:29Muito próxima entre a proteína da farinha e o insumo que esse
- 11:35inseto se alimentou. Então, quando nós buscamos
- 11:40alimentar os insetos para que eles possam crescer, né, numa
- 11:43velocidade razoável, que a gente possa produzir 1 o volume de
- 11:47farinha satisfatória, nós também estamos buscando associar o que
- 11:53é que essa larva está consumindo e o que é que ela pode entregar
- 11:56de nutriente para fazer parte dos nossos, das nossas formas,
- 12:01né? Então, hoje nós temos trabalhado
- 12:03com diversos insumos. Para alimentar, né?
- 12:08E aqui aqui na USP nós temos trabalhado particularmente com
- 12:11tenébio. Então nós temos trabalhado, né,
- 12:14com subprodutos do agronegócio, testamos a palhadas do milho,
- 12:18testamos a palhadas da soja. É até é o ano passado, né?
- 12:25Nós estávamos testando também. É algumas resíduos, é
- 12:30provenientes, é de poucos que são aqui da região e do Maranhão
- 12:35também. Então nós temos feito vários
- 12:38trabalhos dessa natureza. Uma outra linha dentro da
- 12:42criação de insetos é sobre os níveis nutricionais para
- 12:47alimentar os insetos, né? Então, na literatura existe uma,
- 12:51né? Uma diversidade muito grande.
- 12:53É claro que a gente é. Não tem a pretensão de imaginar
- 12:57que vamos bater o martelo sobre isso, mas é tentar contribuir
- 13:00com esse conhecimento científico.
- 13:02Porque os níveis, né? De nutrientes para alimentar
- 13:06esse inseto variam bastante, né? A Lava.
- 13:09Ela tem uma capacidade muito grande de se adaptar.
- 13:12Então nós temos feito esses trabalhos, né?
- 13:15Para otimizar a produção do inseto e naturalmente, gerar uma
- 13:20farinha é, do ponto de vista de custo, mais acessível para fazer
- 13:25parte das ações animais. É uma das coisas que se escuta
- 13:30bastante as pessoas falarem, né, que você comentava.
- 13:33É que que às vezes não adianta nada também utilizar insumos que
- 13:38que poderiam eles mesmo serem utilizados, né?
- 13:40Na nutrição das aves, então, realmente precisa ser.
- 13:44É algo que que é um resíduo que vai estar, é disponível em
- 13:50quantidade na natureza, que inclusive pode se tornar um
- 13:53problema, né? Nós estarmos gerando.
- 13:55E as outras coisas que eu acho que o pessoal comenta bastante,
- 14:00não tem como não, né? Estão relacionadas bastante AA
- 14:03padronização, a quantidade e a custo também que você acabou de
- 14:09mencionar. Como é que estão essas
- 14:12discussões hoje em dia? É então eu é na nas palestras
- 14:18que nós participamos nos eventos, né?
- 14:20É essas perguntas. Elas são naturais e obviamente
- 14:23fazem parte. Quando a gente pensa em formular
- 14:25ação e não pode é pensar em em ração sem pensar em custo e
- 14:29disponibilidade, né? É a produção de insetos?
- 14:34É. Ela tem muitas possibilidades de
- 14:37serem trabalhadas, né? É, nós conhecemos, é, é.
- 14:42Aqui no nordeste tem 11 fábrica, né?
- 14:45De de de insetos, uma fazenda de porte médio em São Luís nós
- 14:50tivemos AO prazer de conhecer. É, eles conseguem trabalhar a
- 14:55comercialização desses insetos para criadores de pássaros, por
- 14:59exemplo, né? É, eles desidratam as larvas,
- 15:03né? E fazem. 1111 atende um nicho de
- 15:07mercado, né, pontual e tem 11 aceitação muito grande.
- 15:13Então essa perspectiva, né, não dá para a gente é desassociar
- 15:18das realidades que nós temos hoje, então.
- 15:21A gente está num país que é um dos maiores produtores de de
- 15:25soja do mundo e a gente sabe, né, da capacidade do potencial
- 15:29de soja é como fonte proteica das nações.
- 15:33É é claro que a disponibilidade e o custo dessa soja, né?
- 15:37Ela ela é, é oscila muito ao longo dos anos.
- 15:41Você pega uma época como nós estamos vivendo agora, o dólar
- 15:44na casa dos 6. Ela se torna ainda mais atrativa
- 15:48para exportação, né? E aí o preço interno também
- 15:52muda. Então, AAA relação do preço da
- 15:55farinha do inseto com o seu alimento comparativo, que é é o
- 15:59farinha de soja, porque. Todo alimento alternativo,
- 16:02proteico, ele sempre vai ser comparado ao farelo de soja.
- 16:07Então, essa relação ao longo dos anos, ela ela vai oscilar
- 16:11bastante, né? Hoje, o que nós temos de fato é
- 16:15a farinha de inseto para fazer parte, né?
- 16:19Da de uma produção em grande escala.
- 16:22Ela ainda não faz parte desse cenário.
- 16:25Por quê? Porque a gente.
- 16:26Porque nós não temos ainda volume de produção, né?
- 16:30É, imagine que nenhum nutricionista de uma grande
- 16:33fábrica de ação vai. Mudar a sua, a sua dinâmica de
- 16:37produção de ração porque tem uma 2 t de farinha de inseto
- 16:41disponível Pra Ele num mês ou 2 especificamente, né?
- 16:45Mas é esse cenário de gerar informação, né?
- 16:49Para médio e longo prazo e para atender determinadas é
- 16:55situações, né? Específicas nós acreditamos, né?
- 16:59Por exemplo. A produção de codornas, né?
- 17:03A gente sabe que a produção de codorna ela tem, né,
- 17:05concentrações de alguns estados, mas o Brasil todo em pequenas
- 17:11produções, né? Tem a presença da codorna, então
- 17:15AAO consumo de ração da codorna, né?
- 17:18É, é muito pequeno quando a gente compara uma produção de
- 17:21frango de corte. Então a gente vai criando
- 17:24cenários, né, perspectivas de utilização que nós enxergamos
- 17:29que é possível. A criação de pássaros, né?
- 17:32Como é? É, a utilização é da Lava
- 17:36desidratada, né? E aí é uma etapa anterior à
- 17:40geração da farinha. Também é uma perspectiva muito
- 17:44grande. E aí eu concordo plenamente com
- 17:47você. Carta não dá para a gente é
- 17:49pensar criar inseto usando alimentos que nós poderíamos
- 17:54usar. Já na alimentação é animal.
- 17:57Então o grande desafio nosso é buscar outros, é subprodutos,
- 18:03buscar outras alternativas para que a gente possa, né, produzir
- 18:07esses insetos. E aí nós temos 2 possibilidades,
- 18:11por exemplo, AA música soldado negro, né?
- 18:14Ela demanda de um substrato com maior umidade e são substratos
- 18:19que não competem com a nutrição de aves e de suínos, por
- 18:23exemplo, no tenébio a gente já tem um desafio um pouco maior,
- 18:27porque é uma Lava que gosta de um substrato um pouco mais seco,
- 18:31né? O que seria muito próximo.
- 18:33Em teor de umidade aí ao que ao que nós temos na alimentação de
- 18:39aves e suínos, né? E é claro que a gente é na
- 18:42criação de insetos, né? A gente tem que fornecer água
- 18:46para eles, tem que fornecer, né, umidade, então é é um ser vivo
- 18:50como outro qualquer. Então assim, para a gente poder,
- 18:54né, pegar essa, esses 3 pontos que você colocou, né?
- 18:58É, nós, claro, não temos ainda volume de produção é no país.
- 19:03Não temos custo dessa farinha que justifique.
- 19:07Hoje está numa ração de frango, de corte de suíno, é, não temos.
- 19:12Isso é fato, mas é o que se tem a nível mundial, né?
- 19:17E a nossa percepção é de que algo que precisa ser trabalhado,
- 19:22pesquisado, até para reduzir os custos e atender determinadas
- 19:27situações específicas, as quais eu citei anteriormente.
- 19:33Sim, já foi feita bastante coisa, né?
- 19:36Acho que tá caminhando bem e pegar exemplo do da codorna.
- 19:40Ao mesmo tempo camarão, piscicultura, né?
- 19:44Tem tido bastante uso, né? Pela pela questão proteica.
- 19:49É, eu acho que os avanços eles vão vindo, né?
- 19:51A medida que se vai também é gerando informação e estudando
- 19:58de fato elas, né? É uma das coisas que é
- 20:02interessante também perguntar e aproveitar a experiência de
- 20:06vocês seria em relação AA utilização da farinha, né?
- 20:11Na alimentação, função dos nutrientes ou de outras
- 20:13propriedades, né? Que resultados que vocês têm
- 20:17encontrado quando vocês utilizam na avicultura?
- 20:21Então é a composição da da farinha, né?
- 20:24É claro que nós temos. É uma variação muito grande.
- 20:28Quando quando a gente vai fazer, né?
- 20:30Os levantamentos bibliográficos AA variação da composição das
- 20:35farinhas, né? E isso eu, eu, se a gente
- 20:38comparar uma mesma espécie, né? Se a gente for pra espécies
- 20:42diferentes, essa variação vai ser ainda maior.
- 20:45Mas é no nosso caso, a gente trabalha aqui mais com tenébio.
- 20:49Quando a gente pega os trabalhos publicados no Brasil fora dele,
- 20:54a as variações de composição química são enormes, né?
- 20:57Nós vamos de composição de proteína bruta de 45% a 60,
- 21:04então isso é uma. Uma variação gigante, né?
- 21:07Teores de gordura também muito elevados.
- 21:10É isso se dá porque né, insum que a Lava foi produzida, né?
- 21:16Idade de abate nessa Lava, então, AAA idade, né?
- 21:21O estágio é laval, contribui bastante com essas diferenças de
- 21:27de composição. Então quando a gente olha, né,
- 21:31para esse cenário, é um cenário que diz que a gente ainda tem
- 21:34muita coisa, por favor. E é diferente de alimentos
- 21:40tradicionais, né? É, vai ser difícil a gente
- 21:44conseguir pensar a curto prazo. É uma situação que eu tenho uma
- 21:49padronização de composição, né? Na sua região ou na minha aqui,
- 21:55que a gente vai estar em situações muito, muito distintas
- 21:59de insumos, né? E naturalmente vai resultar isso
- 22:02em composição. Então, quando a gente pensa
- 22:05nisso, a gente vai pensar em que modo essa farinha pode fazer
- 22:09parte dessas ações animais, né? Particularmente aqui, no caso de
- 22:12aficultura essas variações, elas geram perspectivas de uso
- 22:17diferente. Então, quando eu pego uma
- 22:19farinha que tem 45% de proteína, né?
- 22:22Eu consigo formular uma ração experimental numa perspectiva de
- 22:27utilização que é diferente quando tem uma farinha de 65%.
- 22:32Porque, por exemplo, pra gente, né?
- 22:34Nos nos nossos trabalhos, a gente busca níveis de inclusão
- 22:37de farinha. É, mas a gente busca rações
- 22:41isoproteicas, né? Ou seja, ração que tem níveis de
- 22:44proteína muito semelhantes. Pra que eu possa comparar um
- 22:48grupo de animais que está consumindo uma ração sem farinha
- 22:52e outro grupo de animais que está consumindo uma ração com
- 22:54farinha. Então, quando eu pego uma
- 22:56farinha que já tem 65% de inclusão.
- 23:00É muito difícil a gente conseguir formular rações muito
- 23:03parecidas para elevar o nível de inclusão dessa farinha.
- 23:08Uma outra coisa, né, que a gente precisa avançar muito para
- 23:12conhecer melhor as farinhas, né? É o perfil aminoascítico dessas
- 23:16farinhas, que aí muda bastante em função do teor de proteína.
- 23:21E a digestibilidade desses aminoácidos, né?
- 23:25É, a gente ainda termina formulando ração.
- 23:29Ou proteína bruta. Mas a gente sabe que isso é
- 23:32coisa quase que do passado, né? Então a gente vai ter que pensar
- 23:36em formulação de ração a partir de proteína, né?
- 23:39Ideal de de aminoácidos. E aí quando eu venho com
- 23:42alimento que tem por propósito ser proteico, mas tem uma
- 23:47variação de proteína muito alta e, consequentemente, de
- 23:50aminoácido, isso por si só é um desafio muito grande.
- 23:54Dos nossos trabalhos, né? Como a gente não consegue ter 1
- 23:58o volume de produção muito grande é de insetos, porque
- 24:03quando a gente pega, por exemplo, para testar um ciclo
- 24:06completo de frango de corte, até 4042 dias, a gente demanda do
- 24:11volume relativamente grande de farinha, casas aí de 80 a 100
- 24:15kg. Produzir 80 a 100 kg de farinha
- 24:20de inseto não é tão fácil, né? Porque a gente trabalha com os
- 24:23estudantes, né, de maneira dentro da universidade.
- 24:27Então a gente tem algumas limitações.
- 24:29Então, o que é que nós temos? Focado, né?
- 24:31Focado no nas pesquisas de utilização da farinha nas fases
- 24:36iniciais do frango, porque é onde eu tenho, né?
- 24:40É rações com teores proteicos maiores do que as fases finais e
- 24:45o consumo de ração é menor. Então nós já fizemos aqui, né?
- 24:49Trabalhos é incluindo a farinha do tenébio na fase pré inicial
- 24:54de 1 a 7 dias, e depois criamos o frango do oitavo até o abate
- 24:59sem é farinha de insetos né? Pra gente observar se tinha
- 25:04algum efeito residual. E também fizemos né?
- 25:08É de 1 a 21 dias, ou seja, né pré inicial, EE fase inicial de
- 25:15de de ação dos francos de cota. Em ambos os experimentos, né,
- 25:20nós não tivemos efeito. É da farinha do inseto, ou seja,
- 25:25né, nós incluímos é até 7% de farinha, né?
- 25:30Em níveis crescentes e os resultados de ganho de peso, de
- 25:35consumo, de ração, de conversão alimentar, eles se deram
- 25:38semelhantes as ações referência a ração com farela de soja, né?
- 25:43Então o que é que isso, né? De maneira é, é bastante
- 25:46resumida, né? Nos tem possibilitado de pensar
- 25:51é de que apesar da fase pré inicial, né, que a gente sabe
- 25:55que a demanda dos melhores insumos, né, da melhor ração,
- 25:59porque é onde a gente vai ter é o desenvolvimento do trato
- 26:02digestivo, né? A gente vai ter aquela fase do
- 26:05mundo. É, as aves responderam bem.
- 26:10Então a gente tem a possibilidade de incluir essa
- 26:14farinha em rações em que a ave demanda, né?
- 26:18Um teor proteico proteico maior é.
- 26:22Então é esses trabalhos, né? Tem demonstrado para gente que é
- 26:27possível, sim, pensar na farinha fazendo parte das ações.
- 26:32Quando, né? Nós vamos olhar os resultados da
- 26:34literatura aí No No mundo e aqui no Brasil, os resultados.
- 26:39Eles são muito semelhantes, né? Alguns trabalhos os
- 26:43pesquisadores tentam arriscar um pouco mais.
- 26:45Vão para níveis aí de 15% de inclusão de 20, e aí você às
- 26:50vezes tem um resultado ali. É desfavorável, né?
- 26:54Mas quando você já vai para níveis de inclusão de 1520 por
- 26:57cento e você pensa que uma ração.
- 27:00Base aí, né? Você vai ter algo em torno de 20
- 27:03e pouco 30 e poucos por cento de farelo e soja.
- 27:06Quando você vai para 15, é 20% de uma farinha de inseto.
- 27:10Você já mudou muito a composição dessa ração, né?
- 27:13Então é natural que você tenha resultados que não são tão.
- 27:18Tão satisfatórios. E aí eu sempre penso, né, que
- 27:21assim, o objetivo de trabalhar com a farinha de inseto não é
- 27:25imaginar que ela um dia vai substituir farela de soja.
- 27:29É, não é esse o propósito, né? É nós termos mais uma
- 27:33alternativa para usar em situações é específicas.
- 27:38Outra linha de trabalho que nós ainda não fizemos, né?
- 27:42Mas a literatura traz muito, são níveis de inclusão muito baixa.
- 27:48Dessa farinha de inseto, principalmente quando a Lava é
- 27:52mais jovem que eu tenho, uma maior proporção é de quitina,
- 27:57né? É em relação à composição da
- 28:00farinha para em subdosagens zero 5%, né?
- 28:0602. Avaliar o efeito pré biótico
- 28:10dessa farinha na microbiota intestinal.
- 28:13Então tem vários trabalhos mostrando, né, que os resultados
- 28:17são favoráveis nessa perspectiva.
- 28:20É talvez uma das coisas que eu penso assim é extrair compostos,
- 28:25né? Que isso aconteceu com vários
- 28:28outros ingredientes, digamos assim.
- 28:31Pegar esses esses potenciais em, já que a quantidade ela vai ser
- 28:36muito grande exigida, talvez a gente extrair e conhecer essas
- 28:40outras potencialidades, né, que de fato se tem observado, né?
- 28:44Inclusive função antibacteriana, né?
- 28:46EE, é o mundo todo, né? Que a gente ainda precisa de
- 28:50muitas avaliações é, eu gosto sempre de algum momento também
- 28:54pedir algumas opiniões, professor, eu sei que você já.
- 28:57Mencionou várias assim, mas em relação a esses desafios, né,
- 29:01que vem pela frente, né? É quais são os desafios que a
- 29:06gente ainda vai enfrentar pela frente relacionado a tudo isso
- 29:12de de produção e de utilização também?
- 29:16É, é assim. Eu acho que o cenário da
- 29:19produção de insetos, né? Ele é.
- 29:22Ele é muito favorável na perspectiva de que se nós
- 29:26entendermos qual OOO espaço que a produção de insetos pode
- 29:31ocupar, né? É a acreditamos muito que ela
- 29:35pode né? Ser 111 ELO importante, né?
- 29:38Nas cadeias circulares de de de produção, na redução de pegada
- 29:42de carbono. Então, é, ela vai ter um papel
- 29:46muito importante nisso na perspectiva de produção, né?
- 29:50É na sua utilização de rações, né?
- 29:54Elas vão existir muitas possibilidades, né?
- 29:58É normalmente quando a gente fala em avicultura, né, a
- 30:00primeira coisa que vem na nossa cabeça são a produção de carne e
- 30:04ovos, né? Os modelos que nós temos atuais
- 30:07é, é claro que. Já é fazer parte de rações, né?
- 30:13Na no volume que nós produzimos em ração, isso não vai acontecer
- 30:18é no curto espaço ou no médio espaço de tempo.
- 30:22Mas atender determinados nichos, né?
- 30:24Eu Acredito muito. Então, por exemplo, na produção
- 30:27caipira, né? Na produção de árvores caipiras,
- 30:30a gente tem é um ofício do mapa, né, que proíbe a utilização da
- 30:36Lava viva. É, mas ele não amarra na
- 30:40utilização da farinha. Então a gente pode desidratar
- 30:44essa Lava, né? E utilizar na alimentação é do
- 30:48caipira. Então imagine, né, um pequeno
- 30:51produtor que ele possa produzir sua própria Lava, né?
- 30:55Ele possa reduzir a compra de um farelo de soja pra pra usar um
- 31:01núcleo e um milho ou um sogro e produzir sua própria ração.
- 31:06Usando a alava até como 11. Questão de bem-estar para as
- 31:10aves, né? Existe um trabalho muito
- 31:13interessante, acho que é do do nascimento 2020, em que ele é.
- 31:19Ele fez um trabalho, né? No sistema cafeteria, em que ele
- 31:23possibilitou a alava, consumiu os insumos, aí, desculpa, as
- 31:27aves consumiram os insumos separados, né?
- 31:30E ela mesmo balancear a sua dieta.
- 31:33Então, os dados mostram muito claramente ele.
- 31:36Quanto ficou esse consumo? Um dia após dia é que as as aves
- 31:41adoravam as lavas, né? Eles, eles.
- 31:43Nos primeiros dias o consumo subiu, é é muito rápido e elas
- 31:50mantiveram muito, muito alto o consumo da das lavas, né?
- 31:55Então esses, esses. Essas situações pontuais, né?
- 32:00De uma produção caipira, é de uma produção de codorna, é a
- 32:06utilização de de de insetos pra petiscos de cão e gato, por
- 32:12exemplo, né? É pra escultura.
- 32:16Então a gente vai ter um Horizonte aí muito grande de de
- 32:20possibilidades de utilização. É dessa, desses insetos, né?
- 32:25Aqui no Brasil, por exemplo, nós temos o professor Diego, da
- 32:29UFMG, que tem feito muitos trabalhos com a Lava, soldado
- 32:33negro, tanto na escultura quanto na avicultura.
- 32:36Aqui nós temos trabalhado, né? Mais com o tenéb.
- 32:39Nossa região aqui é muito seca, várias épocas do ano.
- 32:43A umidade é muito baixa, então. Nós priorizamos, nesse primeiro
- 32:47momento trabalhar com tenneb, então a geração desse
- 32:51conhecimento vai possibilitando com que nós possamos ir usando,
- 32:57né? Essas é essas larvas em
- 33:00diferentes situações, né? Porque é reforçando a minha fala
- 33:04anterior, não dá para a gente imaginar que uma fábrica que
- 33:08produz é 200 t de ração por dia, 150 t de ração por dia.
- 33:15É no intervalo aí de 5 anos, vai usar farinha na sua comporção?
- 33:20Mas quando a gente pensa, né? E hoje nós já temos algumas
- 33:23startups que trabalham nisso, né?
- 33:26É na utilização é de de algumas larvas para petisco, né?
- 33:33De animais, pets. Aí sim, aí nós estamos falando
- 33:36de algo que nos próximos 5 anos. É, vai estar aí nas é nas nas
- 33:43lojas agropecuárias, vai estar nos nos pet shops de maneira
- 33:48muito, muito presente. É bem isso mesmo.
- 33:52Muito boas as explanações e acho que a gente sempre vai lembrar
- 33:56que a gente está falando de um de um inseto que é um
- 33:58transformador, né? Ele está transformando algo em
- 34:02em outra coisa, né? É pra finalizar, professor, eu
- 34:06quero te fazer uma pergunta, né, que é comum nós fazermos ao
- 34:09final dos episódios, que seria sobre as características que
- 34:14você acredita que tem um profissional de sucesso na
- 34:17avicultura. Quais seriam pra você?
- 34:21Ah, muito boa essa pergunta, Catarina.
- 34:23Eu sempre a gente quando professor, né?
- 34:25Tenta trabalhar sempre isso nos nossos discentes, nossos alunos,
- 34:30né? É eu.
- 34:32Eu Acredito muito que é claro, né?
- 34:35Não dá para fugir do conhecimento técnico, mas eu
- 34:39sempre digo para eles, né, que o conhecimento técnico, ele está
- 34:43muito mais acessível do que na minha época de estudante de
- 34:46graduação, né? Eu lembro que quando eu era
- 34:49estudante de graduação, a gente queria uma informação,
- 34:52normalmente, nem tinha o livro na biblioteca da universidade.
- 34:55Tínhamos que ir na sala do professor pedir aquele livro
- 34:58emprestado, né? Para ter acesso.
- 35:00E quando a gente IA no Congresso, voltava com a mala
- 35:03cheia de livro, né? E aquela dificuldade toda?
- 35:06Hoje, esse conhecimento técnico, ele é extremamente acessível,
- 35:10não quer dizer que acessível esteja sendo adequadamente
- 35:14trabalhado, né? E eu eu tento conversar bastante
- 35:17isso com eles. Mas é pra mim, o que é claro é
- 35:20de que é ser um profissional da arte, cultura é ser um gestor de
- 35:26pessoas, né? É, a gente precisa compreender
- 35:31de que o profissional, né, de nível superior, ele ele é 11,
- 35:36gestor de equipe, ele é um líder de equipe e ele precisa
- 35:40compreender o seu papel dentro dessa dessa equipe.
- 35:44E aí eu, eu, por exemplo, na aula de biosseguridade, né?
- 35:48Pra mim, o papel do profissional é dentro dessa dinâmica de
- 35:54biosseguridade. É importantíssimo, né?
- 35:56Porque ele precisa ser é OOO que constrói a ideia na sua equipe,
- 36:03mas ele precisa ser acima de tudo.
- 36:05Exemplo, né? Se ele estabelece uma regra que
- 36:09não pode entrar visitas. Ele não pode ser aquele que vai
- 36:13quebrar a regra que ele estabeleceu levando visita, seja
- 36:17ela qual for o setor, né? Então eu tento dialogar bastante
- 36:21isso com os nossos alunos, porque eu acho que é ser um
- 36:25profissional de aquicultura, né? É ser um profissional claro, né?
- 36:29Na perspectiva técnica, não dá pra gente abrir mão.
- 36:32E eu digo também que a aquicultura é o segmento que tem
- 36:36AAA, maior tecnologia empregada dentre as cadeias de produção
- 36:40animal, né? Mas é AA lidar.
- 36:43EE, fazer gestão de pessoas, eu acho que é o grande desafio.
- 36:48EE, eu tento estimular bastante isso neles, né?
- 36:51Mas é claro que são desafios, né, que que fazem parte do nosso
- 36:57cotidiano e torcemos nós que nossos profissionais continuem,
- 37:02né? Sendo muito bons para que o
- 37:04Brasil continue sendo esse grande produtor de carne de
- 37:09ovos, né? Sinto, sem dúvida.
- 37:12Bom, professor Célio, foi uma satisfação conversar com você,
- 37:16te conhecer e trocar essas ideias, né?
- 37:18Desse mundo todo, que que a gente precisa conhecer mais
- 37:21também. Obrigada por esse tempo que você
- 37:24dedicou a conversar conosco, por todas essas informações.
- 37:28A gente fica contente com a sua participação, professor.
- 37:32Eu que agradeço o convite, fiquei muito feliz, né?
- 37:35Conheci mais uma pessoa, aí um bate-papo extremamente
- 37:38interessante. Estamos aqui, né?
- 37:39Como falamos anteriormente, os extremos do país, então a
- 37:43tecnologia nos possibilitou isso e ficamos à disposição, né?
- 37:47Eu acho que é um tema que. Talvez daqui a 5 anos a gente
- 37:51possa ou menos, né, rediscutir porque vai ter tanta coisa,
- 37:55coisa nova. Então muito obrigado pelo
- 37:57convite. Sucesso, né?
- 37:59Tem nos acompanhado e assistido aí cada bate-papo um melhor do
- 38:03que o outro. Espero que o nosso aí possa
- 38:05contribuir de alguma forma aí com o crescimento do podcast.
- 38:10Um abraço e tudo de bom para todos.
- 38:13Com certeza, com certeza. Quero agradecer o pessoal que
- 38:16continuamos acompanhando até agora.
- 38:18Espero que tenham aproveitado e a gente se vê em breve.
- 38:21Nós gostaríamos de reforçar um convite a todos vocês que tenham
- 38:24nos acompanhado, que se interessam pelos temas do
- 38:27aviário podcast para que nos enviem sugestões de convidados
- 38:31para participar dos nossos episódios, indiquem pessoas que
- 38:34tenham relação com qualquer área da arquitetura e uma das formas
- 38:39que nós temos de receber essas indicações e através do e-mail.
- 38:43OE mail vai passar na tela para vocês se chama
- 38:46hello@wisenerix.com.br. Fiquem à vontade para indicar
- 38:51profissionais que vocês gostariam de ver por aqui para
- 38:54que nós possamos ampliar o nosso material e também a nossa rede
- 38:57de Contatos. Nós ficaremos muito felizes com
- 39:00as indicações de vocês. Muito obrigada.