Latest / Surra de Lúpulo / Qual cerveja o brasileiro bebe? Papo com Henrique Boaventura | Surra #137
Transcript
- 0:08IPA com Drica apresenta. Surra de lúpulo lá penalmente,
- 0:17chegou O Grande Dia de apresentar o relatório nacional
- 0:20gratuito da nossa pesquisa retrato dos consumidores de
- 0:24cervejas 20 e 22. Quer acessar o relatório corre
- 0:28no link da bio do surra de lúpulo no Instagram ou na
- 0:31descrição desse episódio, acesse, deguste e compartilhe a
- 0:37realização desse projeto só foi possível porque tivemos o apoio
- 0:41da Maitê Biel de lama sobre o chopp.
- 0:44Que fermenta a pessoa? Oi, pessoal, bom dia, boa tarde,
- 0:49boa noite, eu sou Ludmila, mais conhecida no Instagram, compara
- 0:53com Drica e no programa de hoje meu pai, lá vamos um pedido de
- 0:58pauta de um seguidor nosso lá do Ceará, pois é linda.
- 1:03E o dilema que ele trouxe é real e certamente aflige muita gente
- 1:07por aí. Vamos me hussar aqui.
- 1:10As cervejas de massa no Brasil, qual estilo milha, vilão e
- 1:13mocinho o marketing já foi longe demais?
- 1:17Sim, a gente vai tentar debulhar todos esses dilemas.
- 1:21Para nos ajudar nessa missão, a gente está aqui com o Henrique
- 1:24Boaventura, sim. Na sua quarta participação, e eu
- 1:28não sei se ele tá apertado, né? Amos um empate em empatado com
- 1:33Bia Amorim, agora a cabeça, a cabeça é o malhado e o cavalinho
- 1:38preto sobejando produzam luta nessa luta.
- 1:42Enfim, a gente não sabe se esse vai ser o último mito, né?
- 1:46Porque isso é um me Tasso, então vamos ver se esse vai ser o
- 1:48ultimate mito, vamos ver, vamos ver, um é o povo me de não.
- 1:55Mas antes de pedir que o nosso convidado de um alô, a gente tem
- 1:58o prazer de informar que esse programa é oferecido pelos
- 2:01nossos mecenas empresariais, cerveja da casa, cervejaria uçá
- 2:06e viver o van der Berg. Agora sim, Henrique dá um alô
- 2:13pra galera. Alô Henrique Boaventura aqui e
- 2:17obrigado mais uma vez. E Bia eu cheguei.
- 2:20Eu disse que eu chegar eu cheguei agora vamos ver quem,
- 2:23quem vai passar passou pelo Diego.
- 2:26O imperialismo passou pelo Diego, ele nem viu gente,
- 2:31obrigado mais uma vez pelo convite e vocês devem estar
- 2:33muito desesperados para me chamar para falar de mim.
- 2:38Bem-vindo mais uma vez, querido, e eu sou Leandro, e hoje vocês
- 2:42podem me chamar de apenas um rapaz latino-americano.
- 2:46Eu sou apenas um rapaz Latino americano, ser de ir no banco
- 2:53sem dinheiro no banco, sem dinheiro.
- 2:55Óbvio, né? Que país que a gente está
- 2:57vivendo, em que ano em que Quadra da história?
- 3:02Mas com parentes importantes e vindo do interior, não.
- 3:05Não sofre no interior sem parentes importantes.
- 3:10A gente está num dia especial gravando esse programa no
- 3:13horário fora do comum, mas a gente continua bebendo alguma
- 3:17coisa para acompanhar o papo e aí eu queria saber, Henrique,
- 3:20que que você está bebendo por aí?
- 3:22Eu sou uma antítese. Eu sou 11 confusão constante,
- 3:25né? E eu sempre fui defensor do café
- 3:27instantâneo, né? Aquele cafezal da massa para que
- 3:30pariu e agora estou eu aqui tomando um café da do de Bruyne.
- 3:33Olha ele dudikoff, na verdade não brim.
- 3:36Estou aqui tomando um café especial, aquele café que nem
- 3:38cor de café tem e sendo feliz. Então estou tomando um cafezinho
- 3:43especial gourmet e sendo feliz aqui boa.
- 3:46E você, lud, cara, eu acompanho o relator também.
- 3:49Estou tomando uma dose de Koff aqui, inclusive quando a galera
- 3:51for ouvir esse papo, não vai ser o do último mês, mas eu assino
- 3:54lá mensal, recebo cafezinho, café demais, OE, vou Koff por
- 3:59arrasou demais demais, é isso que eu tô tomando aí, ó, estamos
- 4:02tão bebendo a mesma coisa. Henrique, é uma conexão tremenda
- 4:05e você apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no
- 4:10banco, que que você está bebendo por aí?
- 4:12Eu estou bebendo um café, roupa de todo o dia, um café simples,
- 4:17um 1000, dão aquele que vem fechado a vácuo em pacotes de
- 4:21meio quilo, que tem uma torna extremamente presente isso,
- 4:26milhão de café desgraça, né? Nessa ideia, estou bebendo um
- 4:32pilão, é isso que eu estou fazendo.
- 4:35Mas Leandro, você está tomando, não em qualquer xícara, não é em
- 4:37qualquer copo a você está tomando naquele copo especial,
- 4:41né? Eu estou tomando um copo que os
- 4:43meus queridos familiares Mineiros chamam de Lagoinha.
- 4:47Que aqui no Rio e na maioria dos lugares é chamado de americano,
- 4:52copinho americano. É isso aí, é um copinho
- 4:54americano sem dinheiro no banco. Ichi, nem Deus do céu, já tomou
- 5:02muita dor de cópia, ela tinha feito.
- 5:19E você aí se você é fan do conteúdo que a gente produz por
- 5:24aqui, se você dar risada com as piadas que fazemos, se você se
- 5:29emociona nas tretas que debatemos, se você aprende
- 5:32alguma coisa aqui, vire um mecenas do surra de lúpulo.
- 5:36Como você faz isso? Por meio do site apoia.se barra,
- 5:41surra de lúpulo e escolha o apoio que cabe no seu bolso.
- 5:46Parte de 5 BRL só isso. Isso aí há não pode apoiar com
- 5:50grana agora. Sempre problemas meus amigos,
- 5:53ajude a gente a chegar mais longe.
- 5:54Basta enviar o link desse episódio para um amigo que gosta
- 5:57de cerveja artesanal ou não. No caso especificamente desse
- 6:00programa, se ele gosta das cervejas de massa, esse programa
- 6:03é para ele também ou compartilhar nas suas redes
- 6:05sociais, marcando a gente. Estamos em diversas plataformas
- 6:08de streaming, mas o coração é enche de amor quando rola 15
- 6:12estrelinhas no Spotify. Agora, se fechar o combo, 5
- 6:15estrelinhas mais comentários não, Apple podcast Leandro uma
- 6:18Tocha Humana. A gente pira de Alegria.
- 6:20Mais avaliações ajudam as plataformas a entenderem que o
- 6:23nosso conteúdo é relevante e melhoram muito a distribuição
- 6:26dos episódios. Bom, vamos lá, Henrique,
- 6:43querido, vamos começar com a lud gosta muito de dizer, trazendo
- 6:47luz para as diferenças de 2 nomes que os brasileiros lêem
- 6:51várias garrafas. Ele pega uma garrafa, tem ele,
- 6:55ele pega outra garrafa, tem léger como se ler fosse estilo,
- 6:58inclusive como se eu fosse estilo, o que que é isso?
- 7:01Como são produzidas, como é o produto, como são bebidas, digo,
- 7:06o que muda no sensorial do consumidor, traz para a gente
- 7:11uma visão de diferenciação. Entre isso, primeiramente,
- 7:15relator Leandro, eu vou dizer que eu duvido que boa parte da
- 7:20população leia o rótulo. Acho que a galera nem faz isso.
- 7:23Infelizmente, né? Olha a riscos culturalmente
- 7:26falando, é mais fácil simplesmente pegar o marketing
- 7:30manda forte à essa aqui e muitas vezes o preço manda, né?
- 7:33Mas olhando para ilse Lakers, a gente está falando de famílias
- 7:38cervejeiras distintas. A gente tem algumas principais
- 7:41diferenças entre eu se lags, começando pela produção, talvez
- 7:44seja um dos principais pontos de diferenciação, né?
- 7:48É a maneira que ela é fermentada, o rios e lagos tem
- 7:51fermentações diferentes, têm maneiras de fermentar cerveja, é
- 7:54uma bebida fermentada, afinal de contas, não é sim, em linhas
- 7:57gerais, a fermentação ela é igual, ocorre por vias
- 8:00metabólicas semelhantes. A grande diferença é que elas
- 8:03ocorrem temperaturas diferentes. Enquanto as veias, elas são
- 8:06fermentadas e na faixa dos 17 até limites superiores 20, 30°
- 8:12as lágrimas. Elas são fermentadas em
- 8:13temperaturas bem mais baixas, aí entre 7 e 15°.
- 8:16Isso tem uma explicação. Isso tem um motivo, né?
- 8:18Essas leveduras, elas são de espécies diferentes.
- 8:22Enquanto as ales, elas são denominadas nessa Chrome servizi
- 8:27e elas são a climatizadas para temperaturas mais altas as
- 8:31lágrimas elas são não é família, mas espécies a cromex
- 8:35pastorianus. Que conseguem fermentar a
- 8:37temperaturas bem mais baixas que as veio so Ho em tão por isso
- 8:41que a gente geralmente chama cerveja Sales de cervejas de
- 8:43alta fermentação, que vem do alemão ô bergheim, que é uma má
- 8:48tradução na verdade, né, que é fermentação na parte de cima,
- 8:50tá? E as lágrimas vêm de baixa
- 8:52fermentação, que é um tag r que é a fermentação na parte de
- 8:55baixo do fermentador. Então, basicamente, é essa
- 8:59grande diferença, né, que tem do lado de produção e tem uma
- 9:02diferença no sensorial para o consumidor final, que eu acho
- 9:05que é o que manda é o copo, né? No final das contas, é isso?
- 9:07O Vander? Sim, as leveduras seios.
- 9:10Por mais que tenham muitas sa Chrome servizi, várias cepas que
- 9:14podem gerar cervejas muito neutras, a grande maioria gera
- 9:19ésteres e fenóis, que são os sabores diferentes que a gente
- 9:21faz sentido a nossa cerveja. Derivados e subprodutos de
- 9:24fermentação, né? Aí a gente tem uma gama
- 9:26gigantesca e de sabores, frutas vermelhas, frutas escuras,
- 9:29banana, maçã verde até cravo e pimenta que a gente pode ter
- 9:34como subprodutos de fermentação. Quando a gente olha para as
- 9:36Lakers. A gente já tem uma coisa
- 9:38diferente, quando a gente, pelo menos em boa parte das vagas, a
- 9:41gente está buscando um caráter limpo, caráter neutro de
- 9:44fermentação e deixar outras características da cerveja
- 9:47aparecer mais, como malte e até mesmo o próprio lúpulo em alguns
- 9:50estilos, né? Então, genericamente falando, a
- 9:53gente vai ter essa diferença, a gente vai ter uma diferença,
- 9:55porque as vagas vão ser neutras enquanto a gente vai ter AZ
- 9:59Hills com caráteres mais frutados, com mais aroma e com
- 10:02mais sabor também, derivado da levedura.
- 10:05Acho que essas são as grandes principais diferenças entre eu e
- 10:08lags. Como diria os meus filhos, aulas
- 10:11aulas. Sensacional, sensacional.
- 10:14O cara chegou aqui, ó, apresentou a carteira do que
- 10:17nesse carteirada de juiz federal, carteira juiz bjcp
- 10:22Paulo em cima da mesa. Meus amigos, que que é isso,
- 10:25rapaz? Vamos respeitar as ruas, bota
- 10:27aplauso pro homem, bota placa. Admirador acima de tudo, da
- 10:31bebida acima de tudo, é uma pessoa que respeita a bebida e
- 10:34quer conhecer mais sobre ela. Caralho.
- 10:36Incerteza está demais. Não?
- 10:38Eu acho que agora então, até a vale fazer uma conexão super
- 10:40rápida aqui que a gente teve um papo com o Glauco caon falando
- 10:43sobre cerveja, fazendo bem para a saúde, final do papo, cara, a
- 10:47sensação que eu tive, eu falei, cara, na boa, eu não gosto de
- 10:49cerveja não, não, você não gosta de cerveja?
- 10:50Não? Se eu me ama cerveja, essa
- 10:52pessoa uma cerveja de um jeito tal que ele foi estudar um jeito
- 10:55de mostrar pra gente que ela faz bem pra saúde, k exatamente
- 10:59nossa porra, entendeu? Porra, volta lá e ouvi o palco
- 11:02com o Glauco caon para poder entender de que maneira que você
- 11:05pode conseguir cerveja para fazer bem, porque esse cara que
- 11:07ama demais ele foi lá e descobrir isso é um cara que
- 11:09amava demais, é isso? Quer falar, esse cara ama
- 11:12naquele nível que ele fala assim, não vamos falar mal dela
- 11:15não. Que história é essa de falar que
- 11:17faz mal? É orra, eu em ninguém fala mal
- 11:20do que eu amo, virou não pode, quero deixar um abraço para o
- 11:24álcool. Ele foi um dos meus primeiros
- 11:26professores de cerveja, eu fiz um curso com ele e em São
- 11:29Leopoldo, No No longínquo remoto 2000 e.
- 11:32Something 1516, talvez, e o Glauco foi uma pessoa super
- 11:37atenciosa e o curso dele foi uma coisa muito, muito
- 11:40esclarecedora. De certa forma elucidativa sobre
- 11:43os processos e tudo isso eu já fazia cerveja, mas eu paro ou me
- 11:45aprofundar um pouquinho mais? Vamos fazer um curso e tal, e
- 11:48foi bem interessante. A gente fez dentro da faculdade,
- 11:51uni Sinos que era dentro da parte de sei lá, alimentação,
- 11:54rum, não sei como é que chama, é uma cadeira que faz essas
- 11:56comidas e foi uma parada mais industrial, assim foi bem bem
- 12:00interessante, um abraço com o álcool.
- 12:02Saudade da Maria degolada faz tipo 10 anos que eu não tomaria
- 12:06degolada show de bola, mas meu bom como a gente?
- 12:10A proposta, que era falar um bocado sobre a cerveja de massa
- 12:13para que as pessoas que consomem mais essas cervejas se
- 12:16aproximassem, né? Entendessem um pouco que elas
- 12:18estão bebendo, e aí tem esse conflito.
- 12:21Olha, eu tô fazendo apelos em zenha, não vou beber uma
- 12:23aguinha, vamos entender, vamos falar um pouquinho da pilsen
- 12:27quanto a história dela. Eu acho que vale contextualizar
- 12:29essa questão histórica, né? Onde nasceu a primeira e aí eu
- 12:32acho que você era legal trazer as diferenças da da tex, da
- 12:35germon, da reles. Fim daquele pai bola aquele tapa
- 12:39generalizado não é? Enfim, conta para gente tudo
- 12:41isso está falando de pilsen. Então, né?
- 12:44A gente sempre fala da primeira pilsen, mas antes de falar dela
- 12:47a gente precisa falar um pouquinho sobre lagares em
- 12:50geral, né? A gente precisa de um Panorama
- 12:52histórico de lagos, né? Então senta que lá vem história,
- 12:55que a gente vai voltar um pouquinho no passado aí para
- 12:58dentro das cavernas alemães, não é lá essas cavernas, tipo, já
- 13:01estava sendo os feitos cerveja, moda canalha, tipo há muito
- 13:04tempo, há muito, muito tempo, mas o que sabia é que nessas
- 13:08cavernas a temperatura mais baixa.
- 13:10Favorecia com que as coisas boas dessem certo, e as coisas ruins
- 13:13não funcionassem, ou seja, as leveduras que geravam resultados
- 13:17bons, elas conseguiam viver ali dentro ou pelo menos fermentar o
- 13:21mosto e as bactérias e outros contaminantes não conseguiam
- 13:26viver ali dentro daquela temperatura e conseguiram fazer
- 13:28cerveja. Mas, até certo momento a gente
- 13:31não tinha levedura lager. A gente tinha leveduras.
- 13:33É Hills que a gente acabou de falar antes, então a gente tinha
- 13:35cervejas com mais características, na verdade, de
- 13:38frutadas e tudo isso esse que então, de uma maneira que ainda
- 13:41não se sabe, não tem uma comprovação científica e muito
- 13:44possível. A gente não vai saber isso
- 13:46nunca, não é? Tem várias teorias, desde um
- 13:48tronco sendo levado por Correntes marítimas, até mesmo
- 13:51viagens dentro de um estômago do inseto.
- 13:53Uma levedura do norte da Patagônia conseguiu chegar na
- 13:56Europa. Isso que aconteceu, ela é uma
- 13:58levedura que ela tinha uma adaptação ao frio, ela conseguia
- 14:01comer açúcar, né? Ela conseguia consumir, sacaram?
- 14:04Misses, é consumidora de açúcar, essa caro aham e ela conseguia
- 14:08fazer isso com temperaturas muito baixas, afinal, a
- 14:10Patagônia é frio, é o frio, pelo menos boa parte do ano, então
- 14:14essa levedura conseguiu viajar. Do sul da América até a Europa e
- 14:18de alguma forma conseguiu chegar dentro da cervejaria.
- 14:22Sou das pessoas que fabricavam cerveja e daí, nesse momento
- 14:25surgem as vagas não necessariamente lags com células
- 14:29isoladas e tudo isso, mas entrou no rolê.
- 14:32As lagariça levedura estava presente nas fermentações, mas
- 14:35nesse período a gente tem as lágrimas.
- 14:37Era tudo cerveja, marrom. As rodovias que eram cervejas
- 14:40marrons na Alemanha, o rua Matias é um processo desgraçado,
- 14:44que não tinha muito o processo e gerava malte escuro.
- 14:46Que consequentemente gerava uma cerveja escura e, por não ter
- 14:49processos de fermentação bem conhecidos, cervejas
- 14:52ligeiramente mais doces também. Aí a gente corta a cena e pulo
- 14:56lá para 1838 a gente vai para a República Tcheca, que na época
- 15:01provavelmente não era República Tcheca, devia ser a boêmia
- 15:04região da boêmia, e daí tinha uma cidadezinha chamada pilsen,
- 15:07que basicamente era uma cidades, louca por cerveja, louca, louca,
- 15:10louca por cerveja dos habitantes, tomavam muita
- 15:12cerveja. Inclusive eu acho que a
- 15:14República Tcheca ainda é o país com maior consumo de cerveja per
- 15:18capita. E só que eles tinha um problema,
- 15:20que eram cervejas que estavam entregado.
- 15:22Isso a qualidade das cervejas era péssimo problema.
- 15:25Sério. Problema seríssimo.
- 15:27Não é um maior público consumidor de cerveja e cerveja
- 15:29ruim, não comigo, é exatamente. Que o rolê foi tão bizarro o
- 15:34rolê chegou a níveis tão mundo absurdos que chegou um ponto
- 15:37onde 36 barris de cerveja foram derramados na frente da
- 15:40prefeitura da cidade para provar que a cerveja está ruim, a gente
- 15:43não quer beber essa desgraça. A gente quer melhores condições
- 15:46de abraçar nossa cerveja. Olha aonde o Dudu pai, está, se
- 15:50amarrando com esse negócio de cervejeiro, caseiro,
- 15:52profissional, em órgão hoje do do parque, das água rasa e a
- 15:57questão era bem assim, nós queremos beber cervejas melhores
- 16:01e a gente quer produzir cervejas melhores.
- 16:02Do lado das cervejarias. Então prefeito, pensou assim, um
- 16:06é uma merda. Se estão estourando cerveja na
- 16:08frente da prefeitura, o rolê não está bom e construiu uma fábrica
- 16:12bar, a cooperativa para a produção de cerveja na cidade.
- 16:15E essa cerveja viria a ser a tão famosa e reconhecida que os
- 16:19Merkel urkel. Porque eu, enfim, alguma
- 16:21pronúncia que eu não meu checo não é muito bom e basicamente
- 16:25habilitou as pessoas a terem melhores condições de fabricar a
- 16:28sua cerveja, né? Porque eu vim de alemão, do
- 16:31alemão, fonte original para essa empreitada dele, pensou na
- 16:33beleza, já construiu uma cervejaria, já tem um lugar
- 16:36legal para fazer cerveja dele. Precisava de alguém para trazer
- 16:39técnica, trazer realmente o processo de produção de cerveja.
- 16:42Aí ele olhou para a Baviera, onde tinha muita gente
- 16:46produzindo cerveja e tinha um alemão bárbaro chamado Joseph
- 16:49grou. Esse jovem, que não era tão
- 16:51jovem na época, acho que tinha 28 anos com uma carinha de 70,
- 16:55convida. Ele era mestre cervejeiro lá na
- 16:57Baviera, e ele veio ensinar as técnicas alemães para a galera
- 17:01que ia produzir na República Tcheca, nessa nova fábrica.
- 17:04Então ele combinou novas técnicas de malte, ação que
- 17:06permitiram gerar maltes mais claros.
- 17:09Também é essa técnica foi aprendida lá com os ingleses.
- 17:11A gente pode entrar nesse Rodeio?
- 17:13Momento, mas aqui a gente vai fazer um break muito grande,
- 17:15então eu vou voltar para cá urun e só que essa maldição já estava
- 17:19difundida na Alemanha, né? E trouxe também o uso de uma
- 17:22levedura de trem tona que dizem as más línguas da época que foi
- 17:26trazida, contrabandeada por um monge 2 anos antes da chegada do
- 17:30Joseph grupo meu Deus. E tinham outros fatores que eram
- 17:33bem antes para essa época em que era tem um lúpulo muito famoso
- 17:36na região e muito abundante chamados as ele tem
- 17:39características muito. Boas para a produção de cerveja
- 17:42não é muito Nobres, para assim dizer, e também uma água muito
- 17:47leve e no sentido de conteúdo mineral que permitia produzir
- 17:50uma cerveja com amargor bem suave.
- 17:52Ao contrário, lá da Inglaterra, que produzia as cervejas muito
- 17:55mais amargas, não amargor mais pegado e junta tudo isso.
- 17:595/10/1842 foi aprovada a primeira pilsen da história,
- 18:04cerveja clara, cerveja com características de malte pilsen
- 18:09características. Bem que agente buscaria hoje em
- 18:13cervejas máximas a gente não encontre, e com um twist a mais,
- 18:16que é a expansão, né, dos Cristais boêmios.
- 18:21Quem nunca ouviu falar dos Cristais boêmios, né?
- 18:24Aqueles copos de Cristal rum com uma cerveja clara com uma
- 18:28cerveja límpida e os copos de Cristal que eram produzidos na
- 18:32região da boêmia? Era OA receita perfeita para a
- 18:35gente ter uma cerveja que ficou popular rapidamente.
- 18:38A galera queria tomar aquela cerveja límpida.
- 18:41Clara e num copo bonito e daí? O resto é história da pilsen.
- 18:45Fodem que maneiro. Alguns comentários mais Fortes.
- 18:50Primeiro é que a gente quase viu a tomada da Bastilha checa na
- 18:53República Tcheca, que foi a revolução causada pela cerveja
- 18:56ruim. Cortem as cabeças do prefeito,
- 18:59porque a cerveja está ruim, não brinca com isso.
- 19:01Não que a revolta civil e da ruim, segundo Pixar, por favor
- 19:07conta a história da levedura zenha, que saiu.
- 19:11Saiu da onde Henrique, das florestas ao norte da Patagônia,
- 19:15saiu do norte da Patagônia até chegar na região da boêmia.
- 19:19Por favor, conta, isso ia ser tão bonitinho.
- 19:21Ela viajando, entrando na barriga de inseto, depois indo
- 19:24para um tronco, fazendo esse caminho sem Pixar, tá?
- 19:26Ideia na minha mesa 5 horas, por favor, 5 horas.
- 19:31É, eu acho que a que vale por uma menção honrada para o
- 19:34Zezinho, né, cara, para o Joseph Zezinho, da grou.
- 19:37Orra, né? A raiva é o cara foi lá e fez,
- 19:41cara, chegou lá, foi lá e fez, né?
- 19:43Total, entregou, botou em cima da mesa e às 5:00 da tarde,
- 19:46apresentou lá pro chefe dele, entregou, fez, foi muito bom
- 19:50esse momento da história, é um ziggs muito legal assim, tio é
- 19:53um site, quem desiste é um espírito do seu tempo, não é?
- 19:58Que bom que bom, obrigada, porque na época tinha em um
- 20:02período de 100 anos, a gente teve muitos estilos surgindo um
- 20:05e muitos estilos. Semelhantes, mas diferentes ao
- 20:07mesmo tempo e em regiões muito próximas.
- 20:10Se a gente for pensar Viena, pilsen, bamber, Munique, tudo
- 20:15isso são cidades muito próximas. A gente não está falando de
- 20:17distancias transcontinentais e tem estilos, por exemplo, nós
- 20:20temos em Munique uma merd sendo feita e nós temos em Viena uma
- 20:24Viena lager sendo feita e nós temos em pilsen uma pilsen sendo
- 20:27feita então, sabe, e daqui a pouco surgem as German pils.
- 20:30Então, num período de 100 anos ou coisa que não aconteceria
- 20:32hoje, tá? Hoje a gente não teria isso
- 20:34acontecendo por causa da globalização.
- 20:36A primeira cervejaria que fez uma cerveja começou a vender
- 20:38todo ia fazer igual. Mas naquela época não era assim,
- 20:40é aí eles tinham que fazer, mesmo que fossem cervejas muito
- 20:43similares. Guardando as devidas proporções
- 20:46daquilo que se tinha bom naquele lugar.
- 20:48É isso, de ensinamento, de tecnologia, de exatamente
- 20:51entendi o público de consumidor, também levando em consideração o
- 20:54consumidor, é tem sentido? Tem sentia desse total, então
- 20:58você vai entregar para a gente agora é justamente essa as
- 21:01similaridades, distinções. Ao mesmo tempo, eu tinha me
- 21:05esquecido, obrigado por ter lembrado, é muita coisa para
- 21:07lembrar a gente, Claro, vamos lá, vamos diferenciar um
- 21:10pouquinho entre o que que seria. Quando a gente fala de pilsen,
- 21:13pilsen, a gente tem as German pils e nós temos as check-up.
- 21:16Eu sou Bohemian pilsner. Antigamente, hoje em dia chamam
- 21:19de check pills, enquanto os boêmios eles estavam fazendo
- 21:22cervejas mais claras possíveis para os maltes que tinham na
- 21:25época, né? Alemanha ainda era uma novidade,
- 21:28isso estava lutando loucamente contra a dominação, né, das
- 21:32cervejas claras, porque as cervejas marrons, as as dunkel,
- 21:36se outras cervejas eram cervejas locais e eram cervejas
- 21:40produzidas as muito tempo não queriam quebrar o status quo na.
- 21:43Então tinham estilos locais, Martins, Viena, NS e outros
- 21:47estilos que não conseguiam fazer frente a essa novidade que tava
- 21:50vindo lado de pilsen. Então, em 870, a galera ficou
- 21:54cansada da competição e pensou, beleza?
- 21:56Fomos vencidas aqui. A gente precisa tomar uma
- 21:59decisão e a gente precisa mudar o rolê.
- 22:00O que que a gente vai fazer? Basicamente, pegaram e adaptaram
- 22:04não necessariamente pegaram beleza.
- 22:05Vamos copiar isso aqui, vão matar, mas adaptaram as técnicas
- 22:09e adaptaram a produção para fazer alguma coisa semelhante a
- 22:12Bohemian pilsner. Mas com técnicas e insumos
- 22:15alemães, enquanto a Bohemian pilsner é uma cerveja com um
- 22:17corpo mais aveludado, ela tem um malte mais presente.
- 22:20Ela é menos amarga, ela tem mais aroma de lúpulo e ela também tem
- 22:24uma cor mais dourada, né? A gente do lado da Alemanha, a
- 22:27gente tem uma cerveja mais seca, uma cerveja mais amarga por
- 22:30causa do conteúdo mineral da água.
- 22:32É mais próximo num perfil mineral que se tinha, por
- 22:35exemplo, na região de Burton, Trump, mas não tão absurdamente
- 22:37como lá. E essa cerveja era ligeiramente
- 22:39mais clara também, então não era tão Dourado, ela era 111,
- 22:42espalha tão. O foco deixou de ser no aroma do
- 22:45lúpulo nobre que tudo isso que a gente via nas cheque laga suas
- 22:49cheque. LS no caso e o foco virou mais
- 22:51para o amargor e para o malte. O caráter do malte alemão então,
- 22:55nascia de arman pills. Assim, ela só se popularizou
- 22:58mesmo depois da Segunda Guerra Mundial.
- 23:00Até lá, era uma competição que ainda muito fraca, mas depois
- 23:03ela se popularizou e hoje em dia se eu não tô enganado, 50% da
- 23:07cerveja produzida na Alemanha, ou melhor, consumida na Alemanha
- 23:10é de German pils. Se eu não tô enganado, eu tirei
- 23:13do instituto da tacões. É não, mas é engraçado.
- 23:15Que cara, você falou que você não tem certeza desse número e
- 23:19et cetera, mas a gente nota que quando a gente conversa com a
- 23:22cervejaria, no duetos, né? Quando a gente traz essa
- 23:25comparação, cervejarias em lugares distantes do Brasil, com
- 23:29muita gente fala 60% da minha produção é da laginha, ou é da
- 23:33princesinha? Porque ele precisa atrair novos
- 23:36bebedores que estão acostumados a beber umas cervejas com o
- 23:39paladar mais próximo dessas que eles estão tentando fere ser
- 23:43para depois poder apresentar outras coisas.
- 23:45Então eu acho que você é todo mundo faz isso, né?
- 23:48Não é não é totalmente, concordo totalmente.
- 23:51A gente olha para a história e acha que tudo era amor, não é
- 23:55tudo. Era na base do amor.
- 23:57Tudo era na base, não. Nós estamos levantando a
- 23:59Bandeira de um estilo não, não era, talvez o capitalismo
- 24:03naquela época, eu fosse tão selvagem como hoje em dia e o se
- 24:06olhava para produções se olhava para lucros e olhava para
- 24:09público que vai consumir essa cerveja.
- 24:11Não adianta de nada gerar um estilo novo que ninguém vai
- 24:14consumir e se tem uma galera querendo consumir os estilos.
- 24:17Que estão vindo da República Checa, os alemães se adaptaram a
- 24:19isso em algum momento eles influenciaram a República Tcheca
- 24:23e depois disso virou e faz parte do jogo.
- 24:25É isso aí, você para fechar nesse assunto da pilsen, a gente
- 24:30tá falando de uma cerveja que chegou pra explodir a cabeça das
- 24:33pessoas, né? Você sair de uma reclamação do
- 24:36do consumidor e aí, sem querer puxar a sardinha pra pesquisa,
- 24:39retrato dos consumidores de cerveja ou são seus
- 24:42consumidores, eles querem beber cerveja é boa ou ruim?
- 24:45Veio dessa reclamação? Nasce uma cerveja que é de
- 24:49qualidade, mas é simples, é um paladar acessível, digamos
- 24:53assim, mas ao mesmo tempo é uma cerveja refinada, digamos, só
- 24:58que aí ela evoluiu entre aspas. Para chegar nesse lugar da
- 25:01cerveja de massa que é menos nobre.
- 25:03Como é que você acha que que a gente pode traçar esse caminho?
- 25:06É bem interessante isso porque primeiro eu acho que não é um
- 25:10foco de pesquisa. Eu sei que tem um livro sendo
- 25:13produzido sobre isso. Eu não sei se já está pronto.
- 25:16Um norte-americano está produzindo.
- 25:17Mas a verdade é que a pilsen, a cerveja pilsen fez sucesso e ela
- 25:22virou uma chave em qualquer país do mundo onde a cerveja
- 25:26chegasse. Isso é um fato, isso a aquele
- 25:29tipo de cerveja. Ele tomou conta do planeta de
- 25:33uma forma. É uma época de expansão de
- 25:35ferrovias. É uma época de expansão marítima
- 25:38bem depois das colonizações, mas ainda assim expansão marítima
- 25:41estão. A cerveja chegava nos países e
- 25:44as pessoas queriam aquilo, mas o que realmente forjou essa
- 25:46transição de assisti-lo mais nobre por um estilo menos nobre,
- 25:49né? Esse estilo elegante?
- 25:51Para um produto mais simples e mais massificado foi a chegada
- 25:55nos Estados Unidos e a lei seca, assim como no Brasil, nos
- 25:58Estados Unidos e Canadá, eles receberam muitos, muitos
- 26:00imigrantes alemães, suíços, austríacos, checos e dentre
- 26:05outros, né? Essa chegada aconteceu durante o
- 26:07século 19. Ali, 1800 até 1800 e pouco teve
- 26:12chegadas. Assim como no Brasil, e com eles
- 26:14também vieram a vontade de beber cerveja e a cultura, né?
- 26:18Cervejeira Cristiano, seus países com os ingredientes que
- 26:21existiam disponíveis. Esses imigrantes que foram
- 26:23chegando os eles tentaram adaptar e forjar, né?
- 26:27Os alicerces de uma nova cerveja com o que tinha localmente,
- 26:30porque trazer da Europa, malte e isso acontecia era importado.
- 26:34Malte hurum era caro, caríssimo, na verdade, para os padrões para
- 26:38a quantidade de cerveja que queria ser consumido, então eles
- 26:40tinham cevada, sendo produzida uma cevada diferente, uma cevada
- 26:44que era com o conteúdo proteico maior, uma cevada que ela é um
- 26:48pouco mais rústica, menos límpida, né?
- 26:50No sabor mais rústico, eles precisavam adaptar aquilo ali.
- 26:53Para fazer a cerveja que eles estavam bebendo na Europa, como
- 26:56essa cevada era mais rústica, eles começaram a usar outra
- 26:59coisa que tinha amplamente, principalmente no sul dos
- 27:02Estados Unidos, que era o milho. A produção de milho foi uma das
- 27:05coisas também que ajudou muito a colonização nos Estados Unidos e
- 27:09o milho ajudava a diminuir o conteúdo proteico da cerveja.
- 27:13Desculpa o technic, mas o milho fazia junto com a cevada, malte,
- 27:17Ada local fazia com que o caráter ficasse mais parecido
- 27:21com o caráter que eles tinham na Alemanha da cevada.
- 27:24Produzir lá isso conquistou o paladar dos consumidores porque
- 27:27estava acostumado com estilos ingleses importados, que nem
- 27:29sempre chegavam no auge da sua vida, né?
- 27:32O ruim e foi um caminho sem volta.
- 27:34Essa que foi a grande verdade, né?
- 27:35Mas o que realmente o moldou? A American lager como uma
- 27:38cerveja, eu vou ser polêmico e dizer com sem sabor, ou com
- 27:42sabores muito neutros. Foi a lei seca por 13 anos, as
- 27:46pessoas nos Estados Unidos, pelo menos as pessoas que não eram
- 27:48ricas e que não eram abastadas e que não tinham acessos escusos a
- 27:52bebidas, elas não consumiam cerveja, elas não consumiam
- 27:56nada. E isso destruiu o mercado.
- 27:58Essa que é a grande verdade e, principalmente, destruiu o
- 28:00paladar dos consumidores. E, para piorar ainda mais depois
- 28:04da lei seca, veio a grande depressão.
- 28:06Depois, na grande depressão, teve controle de uso de cereais.
- 28:11Foi muito limitado o acesso aos grows e tudo isso resultou numa
- 28:15cerveja que era mais leve, mais fraca, com menos sabor e menos
- 28:19caráter do que a suas ancestrais tchecas, cheia de carácter cheio
- 28:25de lucro, cheia de malte, e aí se cria American lager.
- 28:29De massa nos Estados Unidos é meus amigos.
- 28:32A gente fica achando que não, mas está tudo, está tudo
- 28:35costurado, tudo absolutamente conectado, né?
- 28:38Então é, é muito maluco isso, cara.
- 28:40É muito louco, história linda, gente.
- 28:43A história é linda, a gente precisa conhecer a história,
- 28:45principalmente para não repetir algumas coisas.
- 28:47É exatamente, olha aí, olha só, não é?
- 28:49Pois é. Bom, acho que é legal que a
- 29:01gente já chegou na América do norte.
- 29:03A gente já fez essa viagem aonde teve ali um momento de
- 29:08simplificação desse estilo, né, de simplificação do processo e
- 29:13do resultado final desse estilo tal.
- 29:15Vamos chamar? Não sei se temos simplificação
- 29:17melhor, mas acredito que encaixe e aí eu quero saber assim e aqui
- 29:21nas terras brasileiras. O que que a gente bebe?
- 29:25No final das contas, porque é bem distante ou não é tão
- 29:30distante assim daquela pilsen que a gente falou lá de trás,
- 29:34né, daquela coisinha ali? Então, quais são as
- 29:37características sensoriais das cervejas que a gente bebe aqui,
- 29:40principalmente das de massas? Não é só um estilo, acho que é a
- 29:43primeira coisa que a gente precisa, um o um, primeiro, que
- 29:47estilos são uma coisa que vem depois da cerveja, não é não?
- 29:51Antes, apesar de as pessoas estarem loucamente, querendo
- 29:54criar estilos. Que não vamos entrar nessa
- 29:56discussão hoje, mas o estilo vem depois.
- 30:00A gente faz a cerveja e a cerveja. 11 conglomerado de
- 30:03pessoas fazem aquele estilo de cerveja e num estilo de cerveja,
- 30:07na verdade, e depois vira-se um grid line, virasse um guia, né?
- 30:12Mas a gente tem 3 grandes estilos que são produzidos em
- 30:15massa no Brasil. A gente tem as American lager,
- 30:18que é o que a gente falou antes, que é uma cerveja que vai ser
- 30:20mais clara, bem carbonatada, com o corpo leve um sabor muito
- 30:23neutro e um baixo amargor. A gente vai ter as International
- 30:27PO lags, principalmente essas cervejas, quando a gente olha
- 30:29com cervejas importadas não é Heineken, miss estelas, coisas
- 30:34assim, ou vão ser Internacional, Paula Guedes ou cheque pai?
- 30:37Olá, Gus, que seriam versões mais leves das prêmio lags que
- 30:41vão ser lags que elas são claras.
- 30:44Elas não têm sabores Fortes, mas elas têm sabores.
- 30:46OC tem sabor, tem sabor de malte, tem sabor de lúpulo, mas
- 30:49esses sabores não são Fortes, não são marcantes, e ela busca
- 30:53um equilíbrio e ela tem uma carbonatação alta.
- 30:55E recentemente, isso já é uma. Se eu não, não estou
- 30:59redondamente enganado. O mercado norte-americano é
- 31:00dominado pelas American light. Lags e começaram a chegar aqui
- 31:04agora essas American light lager, também cervejas, baixo
- 31:07teor calórico, com baixo teor de álcool, que são cervejas que são
- 31:12altamente carbonatadas, um corpo muito leve, muito leve para ser
- 31:15bebido em muita quantidade e uma cerveja que praticamente não tem
- 31:18sabor. Esses são os grandes grupos
- 31:21cervejeiros ou estilos cervejeiros que a gente tem nas
- 31:24gôndolas do supermercado. Consumo em massa não é com um
- 31:27preço acessível, não é. São essas que a gente olha.
- 31:29Geralmente, lógico. A gente vai ter uma outra gente,
- 31:31vai ter, vamos pensar assim, nós temos a bex, por exemplo, que
- 31:34hoje em dia ela chega no supermercado sur, uma beck's.
- 31:37Ela é vendida como eu não lembro se ela é uma German pils ou se
- 31:40ela é uma German realiza esporte dia, não lembro agora, mas ela é
- 31:45uma cerveja que se encaixa aqui, mas ela também tem uma adaptação
- 31:48para o mercado que onde ela está sendo vendida, então tem isso
- 31:51também é não, isso é se é crucial, não tem jeito, né, eles
- 31:55tem que dar essa adaptada. Porque o paladar é completamente
- 31:58diferente, sim, a própria cultura, né?
- 32:00Aí você tem tanto o paladar quanto o hábito do consumo ali,
- 32:04como consome em qual temperatura, né?
- 32:07Aí tem que adaptar e esse conceito que o Henrique trouxe
- 32:10de cervejas é muito elegante, né?
- 32:12Ele falou sem sabor. Depois ele voltou atrás.
- 32:14Sabor neutro. Caralho, cara, eu me senti agora
- 32:19bebendo um limpol detergente é neutro, um mas enfim, aí você
- 32:26falou é pra beber em grande quantidade.
- 32:28E aí como a gente? No caso do Brasil, a gente vai
- 32:30repetir isso, mas a gente tem que entender que tem esses
- 32:34estilos de de massa em todos os países, né?
- 32:36A Portugal tem assim, super bock Estados Unidos tem, AAA, Band,
- 32:40wiser e outros outras marcas de cerveja que são nessa mesma
- 32:44pegada de cerveja leve para beber muito.
- 32:47Aí a gente fala aqui que a gente bebe muito, bebe muito gelada
- 32:49por causa do calor, mas é desculpa, né?
- 32:53Eu acho que é desculpa. É, eu acho que a cultura não é
- 32:55desculpa, foi estabelecido, entendeu?
- 32:57Começou-se a fazer, entendeu? Se algum grau de recompensa ali
- 33:01de refresh cancia pronto e é, instituiu o cu da foca e é isso
- 33:06aí, olha ela aí de novo, a foca de novo você não trazida para o
- 33:09nosso papo grande azeite, uma foca.
- 33:11Demorei muito tempo para esquecer essa imagem.
- 33:15E aí assim, eu acho que vem disso aí você falou, já tá?
- 33:20Adaptação que é feita no próprio produto para o mercado, né?
- 33:25Então estamos exportando algo para aquela Terra lá, aquela
- 33:28Terra abaixo da linha tropical, aquela Terra bom, aquela Terra
- 33:32nossa aqui, toda colorida, cheia de Araras, tal vamos adaptar o
- 33:36produto, aí adaptar os produtos. Isso nos diz que o departamento
- 33:41de marketing fala mais alto do que o estilo definitivamente,
- 33:44não só o departamento de marketing, mas.
- 33:46Pesquisas de mercado, tudo isso vai falar muito mais alto do que
- 33:50o estilo muito mais alto. Vou dar um exemplo, quem nunca
- 33:52ouviu falar da quer dizer eu não sei se isso era tão comum?
- 33:55Mas eu ouvia muito falar na época quando surgiram aqueles
- 33:58barris de 5 l da Heineken. Sabe aqueles barzinhos que vem
- 34:01prontinhos para ser um o mais próximo de uma choperia?
- 34:04É que a gente consegue comprar no supermercado.
- 34:05Quando chegaram esses primeiros barris, eles eram os importados
- 34:08e todo mundo dizia, não a melhor.
- 34:11Se a Heineken é a daquele barril de 5 l, até que começou a ser
- 34:14produzido aqui, no momento que começou a ser produzido aqui.
- 34:16Não era mais a cerveja que era produzido em outro país por um
- 34:19outro mercado. Ela começou a ser produzida aqui
- 34:21e ela é adaptada para o nosso mercado.
- 34:23Se tu tomar uma Heineken lá na Europa, se tomar uma, inclusive
- 34:26em diferentes países da Europa e tomar ela no Brasil, ela vai ser
- 34:29diferente. As big players, elas vão adaptar
- 34:32as receitas de acordo com o mercado, porque elas não estão
- 34:35se importando absolutamente com estilo.
- 34:38Elas estão se importando em vender quantidades obscenas de
- 34:41cerveja. Se o consumidor quiser beber
- 34:44cerveja lager com jabuticaba. Que eles vão fazer cerveja com
- 34:48jabuticaba, porque eles querem vender as pá tem que é um.
- 34:51Talvez seja um dos últimos estilos.
- 34:53Não é que que é o que é uma cerveja clássica, que é OA
- 34:55primeira reles. Foi produzida para spa, tem um
- 34:58spa, tem, chegou aqui no Brasil e ela não é a mesma spa, tem que
- 35:01é a bebida. Na Alemanha, ela é uma cerveja
- 35:03adaptada para um paladar do consumidor brasileiro.
- 35:06Essa é a grande verdade, ela está muito mais próxima de uma
- 35:09brama do que mais próxima de uma reles.
- 35:12Que padrão não é uma reles clássica, alemão, EE tem uma
- 35:16outra coisa que o Brasil, ele tem uma influência.
- 35:19A portuguesa não é francesa, inglesa, espanhola, Brasil é tem
- 35:23muita influência, mas majoritariamente por
- 35:25colonização. A gente tem uma influência
- 35:27portuguesa, o rum, o paladar das pessoas.
- 35:30De certa forma, foi se acostumando a doces muito doces,
- 35:34açucarados e sabores doces. Sabores mais adocicados são
- 35:38muito mais palatáveis para as pessoas do que sabores amargos
- 35:42do que lúpulo, do que azedume, por exemplo, ruim.
- 35:45Então isso também, né? Tem toda uma volta que a gente
- 35:48faz, é histórica, que influencia em como a gente bebe cerveja
- 35:51também. Então é o nosso paladar de
- 35:53daqueles doces portugueses, cheio de açúcar e ovo.
- 35:56Basicamente, eles também ajudam a moldar como o consumidor bebe
- 36:00cerveja, então, cervejas amargas, elas não são benquistas
- 36:03pelo público geral, público e o público geral.
- 36:06A grande massa que consome cervejas sem sem mim em massa.
- 36:10Inclusive se a gente for pensar, tipo Heineken é, eu ia falar.
- 36:13Da Heineken é Heineken? Stella, até mesmo a spa tem
- 36:16quando as pessoas bebem essa cerveja, elas dizem, é mais
- 36:19forte, meu pai era um que falava sempre há essa cerveja é mais
- 36:22forte. Se não for a brama, ela é mais
- 36:24forte. Essa característica amp, porque
- 36:26ela tem mais sabor, porque ela tem mais lúpulo, porque ela tem
- 36:30mais amargor. Ela é mais forte e sim o
- 36:33departamento de marketing está muito influenciando.
- 36:35Isso é, eu ia lembrar de quando a Heineken chegou, que era meio
- 36:40que o topo do amargor pro brasileiro do boteco.
- 36:43É tipo, não, eu não gosto de Heineken porque é muito amarga,
- 36:45exatamente, e hoje você tem esse movimento das IPAs, que traz um
- 36:50amargor mais presente, mais equilibrado, ali no estilo mais
- 36:53equilibrado no paladar, tal Pará que.
- 36:56Ultrapassa Heineken, mas foi uma construção mesmo, não é?
- 36:59As pessoas saírem ali das cervejas com amargor quase nulo,
- 37:04né? Bem embaixo, pouquíssimo
- 37:06presente para uma Heineken que já tenham ali 11 presença.
- 37:09E eu queria fazer um comentário que eu acho que é uma confusão
- 37:11muito comum que as pessoas fazem, não é marketing, não é só
- 37:15a publicidade, né? Publicidade é uma das
- 37:17ferramentas do marketing o marketing fala sobre produto,
- 37:20marketing, fala sobre preço, marketing, fala sobre praça,
- 37:24lembrar daqueles pés do marketing, né?
- 37:26Em marketing, fala sobre propaganda, sobre publicidade,
- 37:29então quando você olha a praça, ou seja, onde é que eu vou
- 37:32vender essa Bodega aqui, lá no Brasil, como é que é o
- 37:35brasileiro? Porque da onde que eles vieram?
- 37:36Eles são descendentes de portugueses.
- 37:38Criado o açúcar e leite ninho, açaí com leite ninho cara, isso
- 37:42aí é de partir o coração de qualquer um, é, é você começa a
- 37:48olhar para o brasileiro, aí você fala, tá, então o que que eu vou
- 37:50vender? Ele não vai gostar da minha
- 37:51espada, tem aqui do jeito que ela é, eu preciso dar 11 tapinha
- 37:55nela, aí mexe no produto, há quanto é que ele paga, pô, ele
- 37:58paga 5 e pouco eu consigo fazer uma cerveja com esse grau de
- 38:00complexidade. Esse grau de ingredientes às 5 e
- 38:04pouco reais na lata. Um não consigo, então eu também
- 38:07preciso adequar aqui para poder ter competitividade e aí sim,
- 38:11agora a gente vende. Ela podia ficar bonita agora que
- 38:14ela passou por esses 3 primeiros país, vamos falar de propaganda,
- 38:18né? Porque aí sim eu vou criar a
- 38:20história dela. Vou trazer ali OOO valor dela.
- 38:24Mas tem uma coisa lendo que é bem interessante sobre isso.
- 38:26A gente vive numa bolha, sim, sim, total, é fato, quando a
- 38:30gente faz não porque as di PS, elas estão chegando e moldando,
- 38:34diferente o paladar das pessoas. Agora é uma bolha.
- 38:36Porque faça uma experiência um dia, num dia, bastante movimento
- 38:40no supermercado e fiquem no setor das cervejas e fiquem
- 38:43vendo o comportamento das pessoas para comprar cerveja.
- 38:45A grande maioria compra por preço?
- 38:47Sim, não compra, porque eu gosto dessa cerveja.
- 38:50Quem compra de fardo, quem vai dar muito dinheiro, compra por
- 38:54preço essa cerveja e 3 centavos mais barato do que aquela.
- 38:57Eu vou levar isso aqui porque eu só quero beber cerveja, é isso?
- 39:00Então, para uma espada, entrar no mercado, ela não vai dizer
- 39:04assim, não. Ela realiza original da
- 39:06Alemanha. Ela não vai fazer nem ferrando.
- 39:08Uma realiza original da Alemanha.
- 39:10Ela vai fazer uma cerveja diferente, talvez do mercado que
- 39:13ela está entrando, mas ela não vai seguir as mesmas
- 39:16características que ela vai conseguir vender.
- 39:17Basicamente isso ela não vai conseguir vender pelo preço que
- 39:19ela vende Na Na Alemanha é muito importante.
- 39:21Isso é, eu vou te falar que eu não discordo 100% que as pessoas
- 39:26compram pelo preço e eu acho que isso vai variar de camada de
- 39:29consumo também, entendeu? Eu acho que tem gente que vai
- 39:32tentar, bom, eu gosto de sei lá, Heineken, eu vou tentar comprar
- 39:36a Heineken mais barato que eu consegui, vou em mais de um
- 39:38lugar, sei lá, vou fazer uma pesquisa.
- 39:40Agora, se você está só comprando pelo preço, como todas elas são
- 39:44muito parecidas, então uma pessoa vai escolhendo ali
- 39:47realmente no ranking de valor, né?
- 39:49Mas sei lá, cara. Isso é um dilema.
- 39:52Meio louco assim, né, que a pessoa está preocupado só em
- 39:54comprar para a quantidade, mas é é que de novo a gente vive nessa
- 39:59bolha que a gente escolhe cerveja, que a gente quer.
- 40:01Mas existe uma parcela que não é pequena da população, que o
- 40:06preço importa e muito Claro, sem dúvida.
- 40:08E eu acho que não é por maldade, mas a gente costuma ignorar
- 40:11isso, que é essa população que a gente tem que.
- 40:14De certa forma, educar também para buscar cervejas diferentes
- 40:17e é a população mais difícil. Sim, porque a quem busca preço,
- 40:21tu não tem como competir com uma big player.
- 40:23A cervejaria não tem como competir com uma big player.
- 40:25Isso é um fato de o player produz milhões de litros de
- 40:27cerveja e tem uma cervejaria lá. Não sei.
- 40:29Uma cerveja no interior que produz 5000, como é que ela vai
- 40:32conseguir chegar no mesmo valor por litro que uma Ambev da vida
- 40:36não tem? É a ideia, nem eu acho que é
- 40:38essa na minha cabeça pelo menos, né?
- 40:40Tipo não é para competir, eu acho que é, eu não sei, eu não
- 40:44sei, eu acho que é uma coisa um pouco.
- 40:45Sonhadora, eu acho que não é pra competir, não tem como competir.
- 40:48Como você disse, não tem como chegar nesse preço, mas não tem,
- 40:50não é? É, não sei é.
- 40:52E aí, como diria o que tou, a gente tem que ter um cuidado
- 40:54para a gente não ouvir a pauta cair, né?
- 40:56Já foi porque que joguei a pauta pra cima.
- 41:04A gente fechar esse assunto do que que a gente bebe aqui no
- 41:06Brasil. Você já falou aí da entrada das
- 41:08American light lá. Gastão, você falou também das
- 41:11Américas, que a gente está bebendo.
- 41:13Vamos numerar? Quais são os principais estilos
- 41:16das cervejas de massa? Que que o povo tá bebendo?
- 41:19Assim, os mais fáceis de pontuar, como eu tinha falado
- 41:21antes, né? A gente tem basicamente American
- 41:24Lakers, American light lager, se Internacional.
- 41:26Paigc, esses são os grandes estilos a pelo menos a imensa
- 41:30maioria dos estilos que a gente encontra nas gôndolas do
- 41:32supermercado. A gente vai ter outras variações
- 41:34aí e muito menos quantidade. A gente vai ter International
- 41:37Dark Lakers, a gente vai ter American Dark lager, tudo isso,
- 41:41mas majoritariamente a gente está falando de American lager
- 41:45Internacional, Paula guers, American light lager, NS cheias
- 41:48de adjuntos, cheia de milho para agradar o paladar do público.
- 41:51Olha, já puxou o gancho, ilude, vai daí é é?
- 41:55Pois é, então é isso. Assim aí a gente vai até trazer
- 41:59mito, né? E pra saber um pouco do papel do
- 42:02milho na cerveja que você já deu uma empregadinha?
- 42:05A gente falou muito sobre isso no episódio de 65.
- 42:07Bom, o mau e o milho com a Bia Amorim e a Priscila vans para
- 42:13falar um pouco. Desmistificar de smile ficar é
- 42:18tanta piada boa para fazer com isso.
- 42:20Essa foi ótima. Desmistificar foi ótima.
- 42:22Essa foi boa, mesmo peita, né? Então vamos lá, vamos falar um
- 42:25pouquinho sobre o papel do milho, né, que a gente fica
- 42:27falando dele só como vilão, mas não necessariamente.
- 42:30Então assim, o papel dele, porque o sal, milho, porque não
- 42:34outro cereal? E aí daí você vai puxar um
- 42:36negócio que vai estourar a cabeça de todo mundo que eu já
- 42:39sei, deixa você responder essas 3 primeiras aí, né?
- 42:41Qual o papelzinho dele? Porque o milho e porque não
- 42:44outro cereal. O ministro tem uma função
- 42:46específica, não é para criar a cerveja leve, ele tem uma função
- 42:49bem específica, que é ele ajuda a diminuir o corpo da cerveja,
- 42:52basicamente é uma fonte de amido, né?
- 42:53Como vocês falaram no programa lá ele é uma fonte de amido, só
- 42:56que ele é uma fonte de amido que ele é mais fermentável do que
- 43:00outros amigos que tem no malte. Isso faz com que a gente consiga
- 43:05ter uma cerveja mais leve. E aumentar a Drica belles.
- 43:08Basicamente, a gente quer que as pessoas bebam bastante do lado
- 43:11de produção, né? Se a gente olhar,
- 43:12principalmente, historicamente falando, um Monte de 6 fileiras,
- 43:15ele é um malte que tem uma carga proteica, maior carga proteica
- 43:18significa o quê? Turbidez se eu quiser fazer uma
- 43:20cerveja mais límpida, eu preciso de alguma forma quebrar essa
- 43:25carga proteica. Aí entra o milho, o milho
- 43:27consegue quebrar essa carga proteica e ajudar a ter uma
- 43:30coisa feia chamada estabilidade coloidal.
- 43:33Mas em geral, ajuda a cerveja não fica Turvo, OOOK.
- 43:37E o milho entra exatamente aí ele tem um sabor neutro.
- 43:41Ele consegue diluir essas qualidades e bem, entre aspas
- 43:44ruins do malte, de 6 fileiras. E tu consegue ter uma cerveja do
- 43:48jeito que o mercado pede, né? Consegue usar um malte ali que
- 43:50tem um rendimento maior e porque o milho não de cereal.
- 43:53Na grande maioria das cervejarias, o adjunto que é
- 43:56usado para quebrar esse malte de 6 fileiras aí com cevada de 6
- 44:00fileiras, é o milho e o arroz. Esses são as 2 grandes Fontes de
- 44:04amido, né? Junto com o malte, logicamente
- 44:07hurum eu não. Encontrei uma fonte confiável
- 44:10para dizer quantos por cento das cervejarias usam milho, quantos
- 44:13por cento usam arroz? Mas vamos estimar o que é 50% e
- 44:17muito provavelmente o mais barato, o que for mais barato, a
- 44:19gente vai usar. O milho desponta nessa questão.
- 44:23Quando a gente fala do uso do milho, porque tem uma questão
- 44:25histórica nos Estados Unidos muito grande, com milho, o milho
- 44:28ele foi trazido da região lá do Novo México, que foi roubada.
- 44:31Barra conquistada não é do México e ali na região do
- 44:35México, o milho tem muitas variedades, dezenas de
- 44:38variedades e isso foi importado como uma fonte de alimentação
- 44:41muito fácil. A produção no Miriam é muito
- 44:43fácil, muito rica e isso virou uma fonte de nutrientes para a
- 44:46população. Jóia, nós temos milho sendo
- 44:49produzido e é tão fácil produzir milho e tem tanto milho nos
- 44:53Estados Unidos, o milho chegou num nível de produção que se
- 44:56criou um ciclo vicioso onde o milho ele custa 2 vezes mais
- 45:00para produzir ele do que para vender para produzir um grão de
- 45:03milho, tu paga o dobro do que tu vendia.
- 45:05Ele essa que é a grande verdade, caralho tem isso.
- 45:08Isso alimenta um ciclo vicioso gigantesco nos Estados Unidos,
- 45:12porque Oo agricultor que produz milho ele precisa produzir mais
- 45:15milho para ganhar mais dinheiro. Só que ao fazer isso, ele está
- 45:18em injetando mais milho no mercado e baixando ainda mais o
- 45:21preço do milho no mercado. Aí a gente poderia entrar num
- 45:24OLED sobre banco de grows e historicamente falando, tem toda
- 45:28uma tentativa de controlar o preço do milho nos Estados
- 45:30Unidos, mas eu vou recomendar para quem quiser saber um
- 45:33pouquinho mais sobre isso. Um livro chamado o dilema do
- 45:35onívoro, do Michael Pollan, esse cara é genial, esse escritor e
- 45:39ele fala muitos, dentre outras coisas.
- 45:40Nesse livro, ele fala nos primeiros capítulos sobre a
- 45:43cadeia produtiva do milho e o quanto o milho é o cereal mais
- 45:46importante e usado em 17000 produtos no supermercado, o
- 45:50milho. Vocês têm ideia?
- 45:51É bizarros e por isso, por essa abundância, por esse preço
- 45:55barato que o milho entra como um coadjuvante, né?
- 45:58Um adjunto para a cerveja, porque ele tem em abundância.
- 46:02Se os o gado não vai comer, Emílio, se as galinhas não vão
- 46:05comer milho, a gente precisa usar milho em alguma coisa
- 46:07também. Onde a gente vai usar também na
- 46:09cerveja. Então é uma coisa gigantesca que
- 46:12acontece que encaixa tudo para gerar essas cervejas também hoje
- 46:16em dia, com uma quantidade cada vez maior de adjuntos e cada vez
- 46:19mais tentando forçar o limite máximo de adjuntos para cima
- 46:23para gente gerar cervejas. Mais baratas e com menos
- 46:27caráter, menos sabor. Cara, você falou do Michael
- 46:30Pollan que eu ainda não li, mas agora ferrou com uma
- 46:32recomendação como essas, do cara que está na liderança e de
- 46:36participação do sul e de luta, ultrapassando o Diego, agora eu
- 46:39tenho que ler. Olha o recado do Diego, mas eu
- 46:42lembro de uma outra coisa que eu li sobre o milho, que eu acho
- 46:46que foi no sapiens, do Yuval harari, que ele fala que São
- 46:51Miguel, não foi ele me corrija se eu tiver errado, que a
- 46:53espécie que mais evoluiu e domina a Terra.
- 46:56É o milho, não é um homem, porque o homem tem necessidade
- 47:00de adaptação que o milho se adaptou com muito mais
- 47:02facilidade e se espalha por aí. Ocupa o maior espaço e tá aí
- 47:07produzindo. Quando 1 o volume bizarro, se
- 47:10não me engano, ele fala sobre o milho, depois eu vou até reler,
- 47:12isso é logo no começo. Então o Henrique Praga é uma
- 47:25pessoa Praga, é um ser humano, é uma Praga.
- 47:27Podia comer um milho, Henrique, porque ele pegou aí a gente
- 47:31batendo papo sobre a pauta, falou do livro comigo.
- 47:34Eu fui lá no quintal, comprei o livro, eu falei, pô, vou tentar
- 47:37dar uma evoluída no livro e tal, não sei o que, pô, olha 600 e
- 47:40vareta da página velho caralho. Aí não fica tranquilo a parte do
- 47:43milho está no começo, aí você começa a ler.
- 47:46Aí você descobre que você é um milho, porque tudo que você
- 47:51consome tem milho, tudo. Então, tipo, a vaca, a galinha,
- 47:57ela come milho. Ela comia pasta, só que agora
- 48:00ela come milho. A ração é a base de milho e aí
- 48:03você está comendo carne de vaca que come milho, então você tem
- 48:07um bocado de milho vindo da dessa proteína.
- 48:09Aí tem todo tipo da usabilidade do milho em diversos alimentos.
- 48:13Como o Henrique, falou aí 17000 produtos no supermercado contém
- 48:16algum traço de milho? Tem alguma caceta do milho
- 48:19velho, então você é um milho, então é o Show do Milhão.
- 48:25E o mais bizarro, para mim, mais bizarro nessa cadeia é que a
- 48:28vaca não come milho e a gente força a vaca come milho porque
- 48:32Emílio é barato, só que a vaca não tem o estomagozinho dela.
- 48:35Acostumada a comer milho e a gente tem que abater a vaca
- 48:38muito mais cedo, porque se passa ela adoece por causa do milho.
- 48:42Então é uma cadeia gigantesca que a gente criou por causa do
- 48:45milho e pra mim o pior é o milho que a gente consome hoje.
- 48:49Ele é um milho que ele é feito para gerar somente uma geração
- 48:53de milho bom. Porque o milho, ele é uma coisa
- 48:55que tu não precisa comprar semente.
- 48:57Se tu tiver uma espiga em casa, deveria ser assim.
- 48:59Não é um milho natural. O milho primitivo pega uma
- 49:01espiga antes no chão, que era um milho novo.
- 49:03Só que a cadeia produtiva norte-americana é tão desgraçada
- 49:06que ela produziu o milho que ele só consegue gerar o milho bom,
- 49:10na primeira produção. Se tu pegar a espiga do milho da
- 49:13segunda produção e plantar no chão, vai sair um milho ruim.
- 49:16Que isso, cara, puta que pariu, foi geneticamente modificado
- 49:20milho para ele só produzir milho bom quando for a semente
- 49:23comprada do lada. Cimentaria, da que gera, gera
- 49:26semente da Vitória, caralho Pizarro.
- 49:29O rolê é bizarro, por isso que hoje em dia a galera está
- 49:32voltando para os milhos primitivos do México e tudo isso
- 49:36porque esse milho ele não foi geneticamente modificado como os
- 49:38milhões que são vendidos para os agricultores nos Estados Unidos.
- 49:41E ainda tem uma história que, se não me engano, eu comentei no
- 49:43programa lá com a Bia e com a Priscila vans que foi sobre o
- 49:47Korn belt, aí eu tenho que também outra coisa que eu tenho
- 49:49que reler, que o quanto isso ditou o café da manhã dos
- 49:53americanos, né? Sim.
- 49:54Não foi estabelecido o Korn belt industrialmente.
- 49:58Eles ditaram o café da manhã, foi onde nasceu sucrilhos
- 50:01kellog's, nasceram essas coisas todas que não fazer
- 50:05necessariamente parte do café da manhã, mas é por isso que a
- 50:08gente falou aqui todo mundo, Emílio, porque você está comendo
- 50:11todo tipo de coisa que não teria nada a ver com ele, mas ele é
- 50:14inserido ali porque barateia porque ele é neutro e aí ele vai
- 50:19carregando todas essas características, mas ao mesmo
- 50:22tempo, eu acho que isso não está na pauta.
- 50:25Meus amigos, eu peguei. Agora vamos dar uma calça
- 50:27arriada. Henrique Boaventura, neste
- 50:29momento, na última pergunta apenas para quem não é mecenas,
- 50:32nesta Bodega toma essa hist. Quem é mecenas vai receber um
- 50:37conteúdo extra, tá? Mas enfim, esta pergunta não
- 50:40está na pauta e vamos fazê-la mesmo assim.
- 50:42A gente tá aqui no programa com a bico abrir.
- 50:45A gente falou sobre o milho e até trazendo uma, sei lá, uma
- 50:49protagonismo para ele, porque apesar dele ser neutro, a gente
- 50:52tem que valorizar o milho de alguma maneira, né?
- 50:54Nem ele que diz que a cerveja ruim são outros processos, etc.
- 50:58A gente está falando para ninguém usar milho aqui na
- 50:59cerveja. Meios agora existe bebidas à
- 51:03base de milho que são produzidas originalmente aqui na América do
- 51:08sul. Como é que é?
- 51:09O nome é o calen. Nós temos algumas bebidas que
- 51:12são produzidas na América do sul, dentre elas nós temos o
- 51:15cauim, estou estudando o cauim, inclusive peguei um artigo sobre
- 51:18o calen, que também era produzido com ele, mas na
- 51:21América central a gente tem a titia cítea e a titia é
- 51:25produzida com o milho por um processo muito higiênico, muito
- 51:29interessante que é a mastigação. Do milho cozido, ele é
- 51:33mastigado. USP do numa Tina por várias
- 51:36pessoas ficam em volta dessa. Tina ficam mastigando o milho e
- 51:40cuspindo no Matina. Essa mastigação faz com que a
- 51:43gente coloque enzimas do mínimo e essas enzimas vão converter o
- 51:47amido em açúcar e as leveduras do ambiente vão consumir o
- 51:50açúcar em geral. Então nós temos a titia e nós
- 51:53temos o cauim, o cauim é mais comumente feito da mandioca, um
- 51:57tem a mandioca brava e a mandioca Mansa, né?
- 52:01Eu também não sabia da existência.
- 52:03Tem mandioca Mansa e mandioca brava por a mandioca brava é é
- 52:08pior ainda a brava, ô Mano, tá tudo bem, é tipo, tá tudo
- 52:13tranquilo, gente, não, isso aí passa, é a Mansa.
- 52:15Essa é uma idiota Mansa, imagina que goste, pois não pode
- 52:18mastigar, vai lá, continua, vai, vai, vai dar álcool, vou ter que
- 52:23pariu cara e o caminho é feito também, um processo bem
- 52:26semelhante e tem uma parada também que historicamente o
- 52:30calen e a titia. Só podia ser feito por mulheres.
- 52:33Só as mulheres que poderiam mastigar e cuspir a mandioca e o
- 52:38milho, porque dizia que os homens poderiam estragar a
- 52:42cerveja com espíritos maus, por assim dizer, eu acho que estraga
- 52:45mesmo. Quem isso, inclusive o Gordon
- 52:49strongly. Ele fala, não sei se foi um
- 52:50podcast que ele falou do Bears miss ou se ele falou num artigo,
- 52:54escreveu um artigo no el. Mas a titia voltou a ser um
- 52:58estilo de bebida que está entrando nos concursos de
- 53:02cerveja como uma bebida alternativa está sendo julgada
- 53:05inclusive no Peru. Se eu não tô enganado, no último
- 53:08concurso que ele julgou, tinha uma categoria para inserir
- 53:11titias artesanais, gente, mas é a titia tem que ser igual a
- 53:14linguiça, você não tem que saber como é que é feito não, gente?
- 53:18Então eu acho que não, não trás desse dado não, a gente nunca.
- 53:23Boa noite e eu acho que hoje em dia ela já nem deve ser, se for
- 53:26a nível industrial, muito provavelmente não estava usando.
- 53:29Esse saliva deve ser colocado em sí, mas por fora, né?
- 53:32Ok, a enzima direto no vamos acreditar nisso, vamos nos
- 53:36pegar, é isso que ia falar, é bom, é que assim, então muito
- 53:40provavelmente eu não sei como é que eu fiz na cervejaria tipo,
- 53:44eu assim a bebida é turbo, ela não é uma bebida bonita.
- 53:48De se ver assim, mas ela é uma bebida que, historicamente, aqui
- 53:51no Brasil, o cauim. Ele era responsável pelas
- 53:53beberagens, que eram os rituais que tinham.
- 53:56Os índios tinham que eles ficavam muito loucos por dias e
- 54:00praticavam nesses rituais. A antropofagia horror é um
- 54:04ficaram lo casso de cauim. Possibilitava eles também comer
- 54:07carne humana, coisa linda de mãe, pai, não, aí não é não, a
- 54:11antropofagia não é só a carne humana, né, não é a própria
- 54:15carne, não, não, antropofagia é. Da própria, não é da própria
- 54:20espécie. Eu acho que isso é só o
- 54:22canibalismo mesmo. Eu acho que antropofagia da
- 54:25própria carne, não sei. Enfim, eu não sou um grande
- 54:28conhecedor do português. Vamos lá, vamos perguntar no
- 54:31Google. Antropofagia é um ato ritual de
- 54:35comer uma ou várias partes de um ser humano.
- 54:38É isso aí, tá falando da própria pessoa, não os povos que
- 54:43praticam esse ritual faziam pensando que assim iriam ter a
- 54:46vingança do seu povo morto pelo bando do prisioneiro.
- 54:50Então é do alheio, é? É do alheio, não somente
- 54:52vingança. Eles também tinham o como uma
- 54:55maneira de homenagear a pessoa que estava sendo devorada.
- 54:58UPA Neguinho na estrada, obrigada, não me homenageia
- 55:00dessa maneira, tá? Manda senhor.
- 55:02Faz, postou uma foto comigo no meu aniversário, fala que eu sei
- 55:06gente, minha tela eles é meio comer para homenagear não e
- 55:10outra coisa importante para deixar aqui registrados, não meu
- 55:13mania quando eu morrer, cara, eu morri com a boa aproveita
- 55:15enquanto viva entendeu? Fala que gosta de mim, fala que
- 55:18me ama, me trata bem enquanto eu estou vivo e depois que eu morre
- 55:21não fala comigo que eu volto pra puxar teu pé.
- 55:23Pronto, mas dá para falar que te ama e que gosta de você, como eu
- 55:27gosto de você. Como eu te amo.
- 55:28Tomando um Belo que anti cortando ali aquela perna,
- 55:31aquela parte da Batatinha batata da sua perna.
- 55:35No caso, não, não, não, droga, eu.
- 55:38Se eu chegar em qualquer lugar, eles me servirem calen eu vou
- 55:41achar que alguma coisa ruim vai acontecer depois.
- 55:44Ai, gente, vou falar agora, falando de calen é que o
- 55:48programa está acabando. Meus amigos, é só pra vocês
- 55:50entenderem. Grau de maluquice a pessoa que
- 55:52está aqui tomando café e não cerveja nessa gravação.
- 55:54Pela manhã, o pai de Henrique Boaventura fala em call in,
- 55:58vivem Mara Maravilha na cabeça, já que a gente terminou o último
- 56:01programa falando de Djavan em call in quem tem?
- 56:04Ele tinha uma música, é um negócio meio cuius, é kurumi e
- 56:08nós fui eu sou Maraú, Maraú e. Vó, meus parabéns hoje você
- 56:22estragou a minha manhã porque eu acabei nossa, a gente começa com
- 56:26bel, que horas termina com caraca, velho?
- 56:30Não. O pior não é isso, não é o pior
- 56:31que depois que eu falei da porra do Djavan, virou uma maldição
- 56:35tremenda que toda vez que eu entro no carro e ligo o rádio
- 56:38está tocando Djavan, imagina chegar agora é ligar e tocar a
- 56:41Mara Maravilha, não. Aí eu vou achar que é uma
- 56:43perseguição literal assim, tipo a pessoa escuta os programas de
- 56:46cerveja e os podcasts. Escuta, o seu é de luto e pensa
- 56:49assim, eu vou ferrar com Henrique, ai Brasil Mara
- 56:52Maravilha, Mara Maravilha. É o que era da parabéns por essa
- 56:57memória que bate na vida com um chicote.
- 57:02Fiquei pensando no tamanho da apropriação cultural que foi a
- 57:05Mara Maravilha cantando essa música e a gente.
- 57:12Bom, isso que a gente encerra esse programa e eu gostaria
- 57:23muito de te agradecer, Henrique, estamos juntos.
- 57:26A gente por essa aula, mais uma vez que você trouxe aí pra
- 57:30gente, eu achei o papo maravilhoso.
- 57:32Obrigado, querido. Muito obrigado pelo convite,
- 57:35mais uma vez, obrigado por fazerem essa flexibilização de
- 57:38horário pra mim ajuda bastante e eu só queria dizer que Diego
- 57:42ibias cheguei. E eu vou passar.
- 57:45E não a Djavan abaixo, o javan agora é Mara Maravilha.
- 57:49Porra, por favor, não. E para encerrar o programa do
- 57:54jeitinho que a gente gosta, agradecendo aos mecenas que nos
- 57:58ajudam a manter a Independência criativa do sul, rand lúpulo
- 58:01gostaria hoje de agradecer a eu nunca sei dizer o seu nome.
- 58:05A taicher Santiago, de Jair Correia, Leandro de Mello, Ciro
- 58:11neto, Mateus faca, Alex Rodrigues e Fábio boçada.
- 58:16Obrigado, galera. É isso pessoal.
- 58:19Até semana que vem vem. Não o cauim.
- 58:33Ele também pode ser feito de mim.
- 58:35O só uma pergunta, o anakin tá latindo alto?
- 58:37Tá pegando muito ela te dele, eu vou, fecha a janela, é tá
- 58:41pegando o latido do weider, porque nesse momento ele não é
- 58:44mais a latinha. É janela e o cartão não deixe o
- 58:49cachorro, cara, não, não vou fechar a janela.
- 58:51Só rápido. Espera aí, bicho.
- 58:53O cara não fez nada, cara, um cachorro só light.
- 58:55O cachorro é bem cachorro light bom, mas os meus cachorros
- 58:58quando lá está aqui é porque aí até OE.
- 59:00Carlos, desculpa. Beba menos, beba melhor, beba
- 59:20com moderação. Esse post foi editado por play
- 59:24áudios.