Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / Dr. Clóvis Eliseu Gewehr: Desafios da Nutrição de Poedeiras | Ep. 25
Transcript
- 0:00A redução do nível de de energia da dieta café.
- 0:05Ela aumenta o consumo de ração. Obviamente, nós precisamos
- 0:09equilibrar os demais nutrientes da dieta, né?
- 0:13Então, com relação a peso de ovo, é AO peso de ovo, é, é
- 0:19relacionado com a questão. Do nível de proteína, né?
- 0:23É metionina e ácido linoleico, então são os 3 fatores
- 0:28fundamentais aí que que é, afetam a questão do peso do ovo.
- 0:33EE quando você tem um aumento do consumo pela redução da energia,
- 0:40a nós observamos que também há um aumento do consumo de
- 0:45proteína, né? E do de de de ácido linoleico,
- 0:49então é necessário equilibrar isso, porque você pode reduzir
- 0:52os níveis de proteína e reduzir a.
- 0:54Percentual de de de metionina na dieta para, né?
- 0:59Para que você ajuste a questão do custo?
- 1:11Olá, pessoal, estamos aqui de volta com mais um episódio do
- 1:15nosso podcast. O aviário.
- 1:18E hoje nós temos aqui o prazer e a honra de receber nosso colega
- 1:22professor na universidade estadual de Santa Catarina Udesc
- 1:26em Lages, o professor Clóvis Eliseu gv, o professor Clóvis,
- 1:31ele é professor na área de avicultura.
- 1:34Também ministra a disciplina de nutrição animal.
- 1:36Só que já tem uma experiência grande nessa área.
- 1:39Teve oportunidade, né, de ser gestor, né?
- 1:42Da Na Na área acadêmica do centro dele.
- 1:45Eu falo, né, né? Claro, é um desafio muito grande
- 1:48quando fazer gestão em universidades públicas é um
- 1:51desafio extra, então ele tem essa experiência aí no currículo
- 1:55dele que vai dividir aqui um pouco com a gente, é o doutor
- 1:58Clovis também tem mestrado, é na em em, no Rio Grande do Sul,
- 2:02doutorado na ufla, onde trabalhou lá com com poedeiras.
- 2:06E fez o seu pós doutorado na famosa universidade Politécnica,
- 2:10né? De Madrid, lá com o nosso
- 2:12famosíssimo Gustavo Matheus, que é um cara da avicultura, que eu
- 2:16acho que a maioria das pessoas que gostam de avicultura
- 2:19conhecem bem. O Gonzalo tem uma ficha aí de né
- 2:22eu ter sido o prazer de de ter convivido com os com, com
- 2:26Gonzalo deve ter sido muito legal aí pro pro, pro Clóvis,
- 2:30então Clóvis, eu vou te passar a palavra vocês fazerem as suas
- 2:33considerações iniciais e já te agradecendo também, né?
- 2:36É gentilmente. Você está aqui, participando do
- 2:39podcast, é sempre difícil arranjar uns pedacinhos na
- 2:42agenda aí, né, pra gente poder fazer, né?
- 2:45Fazer essa comunicação científica dessa forma do
- 2:47podcast que eu considero bem dinâmica, né?
- 2:50E a gente? E a proposta do do, do podcast
- 2:53nosso? É exatamente esse, levar a
- 2:55informação de uma forma mais descontraída, então obrigado
- 2:57muito pela sua presença. Eu deixei fazer suas
- 2:59considerações iniciais. Não, muito obrigado.
- 3:03Eu agradeço o convite de participar da.
- 3:06Descer desse bate-papo, né? Então, é sempre interessante.
- 3:11A gente tratar com profissionais da área, né, discutindo assuntos
- 3:16pertinentes na área de avicultura e nutrição, então.
- 3:21Ó, sou professora aqui do do, da Udesc, de Lages, do Cave há 19
- 3:28anos, né? Então, sempre nessa nessa linha
- 3:31de pesquisa de arte, cultura e nutrição, a gente sou professor
- 3:36dos cursos de graduação em agronomia e medicina veterinária
- 3:40e do mestrado e doutorado em ciência animal.
- 3:44Não. Tinha, ficou à vontade aí pra
- 3:49pra ser inquirida, tomou café? Então, ó, é, eu acho que assim
- 3:54aproveitar a sua experiência é Clóvis nar.
- 3:58Eu sei que você trabalhou muito, inclusive trabalhou com lá com
- 4:01com né no seu pós-doutorado, né? Em Madrid pensava um pouco, né?
- 4:06Nesse desafio da nutrição de poedeiras, né?
- 4:08Nossa poedeira hoje é extremamente produtiva, né?
- 4:12Nós temos que, enfim, propiciar. Em termos nutricionais, aí um
- 4:18caminhão de nutrientes, a gente sabe que ela tem um certo, né?
- 4:22Dificuldade em comer ração pela melhoramento genético trouxe
- 4:26isso no bojo do melhoramento. Ela é uma ave que come pouco e
- 4:29nesse pouco a gente tem que providenciar todos os nutrientes
- 4:33para fazer face à exigência da produtividade, que é fantástica
- 4:37essa ave hoje, né? Chega a botar em 500 ovos aí, se
- 4:40a gente prolongar o ciclo de produção dela para além de 100
- 4:43semanas, né? Dentro desse aspecto ou classe,
- 4:48entrar ainda na entra-se em é na em questões mais específicas,
- 4:53qual que você, como é que você enxerga esse desafio de nutrição
- 4:56das poedeiras modernas? AOO que nós percebemos é café, é
- 5:02que a poedeira vem se modificando nesses últimos
- 5:05tempos com relação a produtividade, né?
- 5:09É EEA gente tem que ficar observando a questão nutricional
- 5:15dessas aves, que são melhoradas geneticamente, né?
- 5:18Então, é. É uma a primeira experiência que
- 5:23eu tive aqui com produtores aqui no estado de Santa Catarina, que
- 5:26eu quando eu passei no concurso aqui da nossa universidade, com
- 5:29uma universidade pública estadual.
- 5:32É frango de corte, está bem constituído pelas empresas
- 5:36integradoras, e eu fiz um trabalho de extensão para
- 5:39conhecer o nosso produtor de ovos, né?
- 5:42Então eu fiz um trabalho de extensão.
- 5:45E me chamou atenção, na época, café.
- 5:48Que eles não faziam uso de gordura, né?
- 5:51Ou de óleo nas dietas e. EE aí eu eu fiquei com aquela
- 5:59sensação de para mas isso não atinge a exigência nutricional
- 6:03da da poedeira, né? Então chegava aí a 2670
- 6:07quilocalorias. Com 17% de proteína, e eu fiz os
- 6:14cálculos. EE aí uma perguntava para os
- 6:18produtores, mas é, vocês não, não, não, não uso os níveis
- 6:22recomendados que os manuais das linhagens.
- 6:26E aí olha, a gente tem dificuldade em função do custo,
- 6:30né? E de introduzir a gordura na nas
- 6:33dietas. É, e aí eu vim aqui pro centro,
- 6:38eu fiz um trabalho, né? Com com, com com poedeiras
- 6:41leves. E aí, por uma análise de de de
- 6:46regressão, cheguei num nível de 2 550 kg calorias de energia
- 6:52metabolizável isso fazendo esse trabalho numa temperatura
- 6:58bastante baixa, né? Que aqui em Lages é é na região
- 7:01sul do país, né? É que as temperaturas são mais
- 7:06baixas e isso faz com que as aves tenham um maior consumo de
- 7:09de ação, né? É para, para, para manutenção.
- 7:14EE aí quando eu eu, eu fui, fui. Para Madri e fazer o
- 7:20pós-doutorado conversando com Gonzalo e diz, ele também tinha
- 7:24essa é. É a intenção de reduzir os
- 7:27níveis nutricionais? Fico Gonzalo tem muita ligação
- 7:30com as empresas de de de postura da Espanha, e a Espanha é o
- 7:34maior produtor de ovos da Europa, né?
- 7:37E então a gente fez uns alguns trabalhos lá.
- 7:43Também tentando reduzir de 2 750 kg calorias de energia
- 7:47metabolizável para 2 650 kg calorias.
- 7:50Então, isso é uma recomendação que a Fed Nike é.
- 7:54A tabela espanhola tinha de 2 750.
- 7:59E assim, AA. Na realidade, o que que
- 8:02influencia influencia que a redução da energia ela aumenta o
- 8:07consumo, né? EE aumentando o consumo,
- 8:10obviamente você pode reduzir alguns outros níveis, né?
- 8:15Na nas dietas. EE Madrid também tem uma
- 8:18temperatura, né? No inverno que chega.
- 8:23A negativa, né? Então, nessa situação também a
- 8:28gente sabe que a temperatura ambiental ela influencia no
- 8:32consumo, né? E aqui no Brasil, por exemplo,
- 8:35de São Paulo, a gente estava falando há pouco do tudo do
- 8:38colega Douglas, né? Um dia conversando com ele e ele
- 8:41me disse que as aves lá em São Paulo, na região que ele, que
- 8:45ele, que ele atua, elas têm problema de subconsumo e eu
- 8:49ainda falei para ele brincando, digo aqui, a gente tem um
- 8:52problema de super consumo. Em função da temperatura
- 8:56ambiental, né? Que influência diretamente o
- 8:59consumo? Mas, enfim, essa essa, essa
- 9:02situação de a gente reduzir os níveis nutricionais, né?
- 9:07É um. Muitas vezes a gente é
- 9:09questionado, tá, mas e aí? Por que que serve as tabelas de
- 9:13exigência nutricional se é possível reduzir ou se está
- 9:17indicando a redução dos níveis nutricionais?
- 9:20Então assim é uma é, é, na realidade, isso é uma
- 9:23ferramenta, né? Que os nutricionistas podem
- 9:27utilizar quando o custo dos insumos foram elevado, né?
- 9:31Então, muitas vezes AO óleo vegetal, está com 11 custo
- 9:35elevado, né? EE aí a gente, em tese, teria
- 9:41que a essa proposição de reduzir os os níveis das dietas, né?
- 9:48Então uma. EE se tratando de poedeira, é eu
- 9:55uma situação singular também, que que que a gente trabalhou
- 9:59lá, reduzindo 100 kg calorias de energia na nas dietas.
- 10:03Isso na Espanha, né? E eu vim fazer o mesmo trabalho
- 10:07aqui. Mas é, eu não tive muito sucesso
- 10:10aqui, café. É, e a tentando reduzir de 2 750
- 10:17para 2 650 quilocalorias, né? Sem?
- 10:21E aí eu cheguei. A conclusão é que, na realidade,
- 10:25o que influencia muito é a os ingredientes que você usa na
- 10:28dieta, né? Porque o que é usado lá é na
- 10:31Europa, é cevada. Girassol, né?
- 10:36Próprio, óleo de girassol. E nós aqui fazemos uso de farelo
- 10:40de soja. Emílio, né, que em 12 é uma
- 10:44energia líquida, mais é superior a que é os ingredientes que são
- 10:48utilizados lá na Europa, né? Então por isso que eu lá.
- 10:53Tá, a gente trabalhou com uma redução de 100 kg calorias de 2
- 10:56750 para 2 650 e aqui tranquilamente usando.
- 11:02Milho, farelo de soja nas dietas daria para reduzir mais ainda,
- 11:06né? Porque a energia líquida
- 11:09produzida pelo milho pelo farelo de soja é superior ao que os
- 11:13ingredientes que são utilizados nas dietas na Europa, que é a
- 11:16base de cevada, né? Né?
- 11:18Com certeza, né? Eu acho que essa eu acho que
- 11:21essa Encruzilhada eu acho que vários nutricionistas no campo,
- 11:25às vezes eles eles são, né? Submetidos, né?
- 11:29Às vezes você reduz os níveis nutricionais, mas você reduz
- 11:34também o custo da ração e se você fizer isso de uma forma,
- 11:38né, que você não perca tanta performance de repente, embora a
- 11:41galinha não esteja produzindo o máximo economicamente, ela está
- 11:44dando uma resposta muito positiva, né?
- 11:46Então você tem toda razão, eu acho que.
- 11:49Essas. Essa, esses conceitos
- 11:51nutricionais, né? Tem que ser aplicado localmente.
- 11:53De acordo com a sua realidade. Você acabou de dizer, né?
- 11:55É a questão da temperatura é fundamental aqui no Goiás,
- 11:58exatamente o contrário do que você diz que você é, que você é
- 12:03vive aí, né? Então aqui realmente eu.
- 12:06Eu reduzi nível de energia, eu muitas vezes vou ter perder
- 12:09performance de forma até às vezes é economicamente não
- 12:13interessante, né? Mas é isso.
- 12:15Eu acho que OA função do nutricionista é equilibrar, né,
- 12:18tudo isso que você falou, falando nisso, é ingredientes
- 12:21alternativos. É Clovis, é assim que
- 12:24experiência que você tem aí, usando alguma coisa diferente em
- 12:28áreas de postura, né? É claro que Mili soja nós temos
- 12:32aí, né? Uma disponibilidade o Brasil
- 12:34inteiro, todos os meses do ano, a preços bem competitivos, mas
- 12:39vez ou outra gente, né? Se vê, né?
- 12:41Nessa situação de ter a possibilidade de usar uma ao
- 12:44alimento alternativo para reduzir custos e também às
- 12:47vezes, né? Com o cuidado de não perder a
- 12:50performance, Esperança que você tem aí com vocês aí, localmente.
- 12:53Algum, algum ingrediente que você tem trabalhado e, enfim,
- 12:57que que deu resultados bons que você poderia dividir com a gente
- 13:00nesse aspecto. Então, eu.
- 13:01Eu. Eu tive a experiência de
- 13:04trabalhar com canola na alimentação de poedeiras e
- 13:07também de frango de corte, né? A canola, ela.
- 13:14É uma cultura de inverno, né? É, é um alimento energético que
- 13:18ele pode ser plantado No No inverno, né?
- 13:22É e o milho? Ele, ele já é de verão, então
- 13:26tem crescido muito o plantio, né?
- 13:30De de de canola aqui na região sul, então é um alimento.
- 13:36Alternativo, porque em se tratando de produtor, a questão
- 13:40da da rotação de cultura é Na Na propriedade, né?
- 13:46É algo que vem sendo incentivado.
- 13:49Então nós trabalhamos aí com com com.
- 13:54O uso de de de canola para alimentação de frango de corte,
- 13:59né? Utilizando também em si, mas.
- 14:03Para poedeira EE também para codornas, né?
- 14:07Então, sim, há um limite de substituição, né?
- 14:11Então, OEEA canola. Ela vem também sendo trabalhada
- 14:16com relação a aos fatores antes do nocionais que ela tem, né?
- 14:19Então, a questão do melhoramento genético da canola vem fazendo
- 14:24com que o ácido erúcico seja minimizado, né?
- 14:27Então, hoje daria para trabalhar aí com com cerca de 15% de
- 14:33substituição, né? Da canola, né?
- 14:36Sem problema Na Na produção de de ovos e também na
- 14:41produtividade de Franco. É, seria o farelo, né, do
- 14:44camarão, depois OOO resíduo da extração do óleo, né?
- 14:48Eu trabalhei também com o grão integral.
- 14:51À integral? É.
- 14:52É uma situação que eu também trabalhava bastante aqui, com
- 14:57granulometria da ingredientes, né?
- 14:59E para poedeira, por exemplo, a moela.
- 15:03Ela é um estômago mecânico, né? E então eu, eu fiz alguns
- 15:09trabalhos aqui com granulometria de milho, né?
- 15:12Diferentes granulometrias de milho, então a ave adaptada, né?
- 15:18A uma grana no metria maior, ela consegue fazer o.
- 15:23A digestão do do milho, né? E eu trabalhei com com com, com
- 15:28canola em grão integral, né? E?
- 15:34Para frango de corte? E para poedeira com com com, com
- 15:38com o farelo, né? E porque assim?
- 15:41A canola, ela tem uma granulometria É Ela, ela 4 vezes
- 15:47menor que o tamanho do do milho, né?
- 15:50Então, é possível que o. A ave, ela ingira é.
- 15:57Diretamente, o grão da canola, né?
- 16:01E a canola? Ela tem uma dificuldade de fazer
- 16:04uma serração dela nos o moínhos, né?
- 16:06Então ela, ela empasta com muita facilidade, então eu eu fiz
- 16:11alguns testes aí com relação AA ao uso de de de canola inteira
- 16:18em grão, né? Integral.
- 16:21E também moída, né? E avaliando o valor da
- 16:25digestibilidade dos. Dela moída e ela integral, né?
- 16:30Com o uso de. De de enzimas?
- 16:35Para verificar se melhorava a absorção e a digestibilidade do
- 16:42do do da canola integral ou e, moída é, e sim, é, É Ela.
- 16:50Obviamente, é AA enzimas elas melhoram.
- 16:55Uma aproveitamento, né? E ela moída também tem um melhor
- 16:58aproveitamento do que integral. É interessante, né?
- 17:03Aliás, essa essa questão da enzima, né?
- 17:05Veio pra ficar. Eu acho que é as empresas e, né,
- 17:09estão desenvolvendo enzimas cada vez mais eficientes, né?
- 17:12Com custo às vezes bastante acessíveis, né?
- 17:16É uma tecnologia aí que o nutricionista tem que estar aí
- 17:18com, né? É com o radar ligado porque
- 17:22muitas vezes, como você falou, a utilização dessas enzimas
- 17:25viabiliza. Né?
- 17:26A utilização dessas matérias-primas alternativas,
- 17:30né? Sempre é sempre bem bom, né?
- 17:32Entender como elas funcionam nos seus respectivos substratos e
- 17:36usar elas, né? Nessa questão dos alimentos
- 17:39alternativos, Oo Clóvis em relação a voltando um pouco ao
- 17:43nível de energia, quando vocês abaixaram a energia lá, tinha
- 17:47algum algum vão dizer impacto em qualidade de ovo.
- 17:51Obviamente que AA performance em termos de quantidade vocês
- 17:54conseguiram medir, mas em relação à qualidade?
- 17:57Você chamaria atenção para algum aspecto?
- 17:59É reduzindo a energia em questão de qualidade do ovo.
- 18:03Não observamos nenhuma diferença com relação à qualidade de ovo.
- 18:08Né? Então, é a redução do nível de
- 18:12de de energia da dieta café. Ela aumenta o consumo de ração.
- 18:18Obviamente, nós precisamos equilibrar os demais nutrientes
- 18:22da dieta, né? Então, com relação a peso de
- 18:25ovo, é AO peso de ovo, é, é relacionado com a questão.
- 18:31Do nível de proteína, né? É metionina e ácido linoleico,
- 18:36então são os 3 fatores fundamentais aí que é afetam a
- 18:41questão do peso do ovo. EE quando você tem um aumento do
- 18:45consumo pela redução. Da energia a nós observamos que
- 18:52também há um aumento do consumo de proteína, né?
- 18:56E do e de de de ácido linoleico, então é necessário equilibrar
- 19:01isso, porque você pode reduzir os níveis de proteína e reduzir
- 19:04o percentual de de de metionina na dieta para, né?
- 19:09Para que você ajuste a questão do custo, né?
- 19:12Porque se aumenta o consumo pela redução da energia, você tem que
- 19:16equilibrar os demais ingredientes na dieta, né?
- 19:19E eu sou propicia com que a dieta fique mais econômica.
- 19:22Então, mas objetivamente, em se tratando da questão de qualidade
- 19:26de ovo, tanto percentual de gema alguma imprecisão, nada foi
- 19:32verificado. Que ótimo.
- 19:34O Gloss, vou pegar sua experiência um pouquinho aqui em
- 19:36codorna, né? As nossas codorna linhas aí, né?
- 19:40Em alguns lugares, né? É um mercado bem bem
- 19:43interessante, né? Algumas empresas conseguem
- 19:46colocar volumes relativamente grandes aí nos respectivos
- 19:48mercados. É, eu sei que você andou fazendo
- 19:51alguma coisa com codorna que você poderia contar pra gente em
- 19:54relação à nutrição de codorna, esse mercado aí localmente, qual
- 19:58é a experiência que vocês têm com com EE fazer pesquisas,
- 20:02encontrar não é bom, né? Porque é barato, ela come pouco,
- 20:05né? Produz muito, então, às vezes a
- 20:07gente. Né?
- 20:09É faz na codorna, né? E, claro, o mais importante é
- 20:13gerar os dados, né, para as cadeias produtivas, né?
- 20:16Que que você andou fazendo aí? Em relação à codorna, conta pra.
- 20:19Gente, é eu, eu, meu primeiro contato com o Codó não foi
- 20:22quando eu fiz minha tese de doutorado Na Na Na na ufla, né?
- 20:26Então. Já começando por uma questão de
- 20:30custo de pesquisa, né? Então eu tinha um lote de
- 20:34codornas lá que tinha. Sido utilizada para para fazer
- 20:39uma dissertação de mestrado e eu trabalhei com um programa de
- 20:43iluminação para codornas, né? Especificamente, o programa de
- 20:46iluminação intermitente para poedeiras.
- 20:49Então eu tenho uma série de artigos aí que a gente trabalhou
- 20:52com luz intermitente para produção de ovos, né?
- 20:55EE aí é uma ferramenta interessante para reduzir o
- 21:00custo de produção, né, né? Porque a tendência é esse,
- 21:07trabalhar em galpões fechados para poedeira, né?
- 21:10E aí, você tem que fazer, e isso principalmente na Europa e nos
- 21:14Estados Unidos, onde o clima é adverso, eles trabalham com
- 21:17galpões fechados. E fazer uso da iluminação
- 21:21intermitente, né? Ciclos de períodos de escuro
- 21:24dentro. É do período estimulatórios de
- 21:2816 horas. Isso faz com que você possa
- 21:31reduzir o custo de produção, né? Então, aqui no Brasil.
- 21:38Está começando, né? Até foi um eu.
- 21:42Eu fiz um levantamento muito recentemente.
- 21:46EE 60% da produção de ovos aqui no Brasil já está em em galpões
- 21:54automatizadas, né? EEE há uma tendência, assim como
- 21:59o frango de corte, diz. Trabalhar em galpões
- 22:03hermeticamente fechado, somente utilizando a luz artificial.
- 22:08E então? Um dos primeiros trabalhos que
- 22:12eu fiz aqui foi com codornas, foi com iluminação intermitente,
- 22:17né? Então essa é uma.
- 22:20Acho uma ferramenta interessante, muito pouco, muito
- 22:23pouco explorada ainda pelo produtor, né é e divulgada
- 22:28também para os produtores. É porque isso em, em tese, ele
- 22:33faz com que a ave ela fique fisiologicamente ativa em
- 22:37períodos de escuro. Dentro daquele período
- 22:39estimulatórios que a gente utiliza de 16 horas de
- 22:43iluminação e 8 horas de escuro, né?
- 22:47Então? EE com relação a codornas, eu
- 22:51vejo, principalmente com com pesquisa.
- 22:55Acho um caminho bastante interessante, porque pesquisa
- 23:00tem custo, né? Café, então aí e trabalhar com
- 23:05codornas. Consumo de ração de uma codorna,
- 23:10o custo de se trabalhar com com codornas é, é, é bem acessível,
- 23:17né? Então é fácil também de fazer o
- 23:20escoamento do produto. EE com relação à nutrição é.
- 23:27A gente também utilizou, aí o fez uso do do de.
- 23:32De Codó da da canola, né? Aí é do farelo de canola.
- 23:36Na nutrição de de de poedeiras, né?
- 23:40A da da da codorna, então. É sim.
- 23:47Há uma viabilidade. Eu, eu ainda preciso de The
- 23:51Cure, the clutch, melhor os resultados que eu que eu obtive
- 23:54do do do desse experimento, né? Então a saiu há pouco tempo.
- 24:00AA tese do do menino que trabalhou conosco aqui.
- 24:04Eu preciso de deglutir melhor esses esses resultados antes de
- 24:08fazer a divulgação, né? Tá certo, às vezes a gente tem
- 24:11que tentar mesmo entender os dados, né, né?
- 24:14Clóvis Clóvis eu queria mudar um pouco o rumo da nossa conversa
- 24:17aqui aproveitando, né? Essas experiências que eu acho
- 24:20muito interessante. É sobre gestão, né?
- 24:24Você foi diretor do seu centro aí durante 8 anos é as
- 24:28universidades brasileiras. E aí estou falando mais das
- 24:31públicas, né? Tem passado por algumas
- 24:34dificuldades de financiamento, que é o país de uma maneira
- 24:37geral, enfrenta o mesmo problema, né?
- 24:39E manter a qualidade dos cursos. Eu acho que principalmente eu
- 24:42também pertenço ao sistema público de ensino, né?
- 24:46É, e para nós, esse desafio de manter a qualidade, é claro, ela
- 24:50é. Ele é absolutamente prioritário,
- 24:53né? Não dá para a gente, é no
- 24:56sistema público abrir mão de qualidade, de formação, né?
- 25:01De veterinários agrônomo gozou tecnicistas os nossos
- 25:05pós-graduandos, nós estávamos mestrado, doutorado.
- 25:08E como você tem essa experiência, né?
- 25:10A nível aí Lages, que é uma grande universidade, muito bem
- 25:14reverência. Daí no país todo que você
- 25:17contasse, aí como é que você enxerga esses gargalos aí, né?
- 25:21É dentro da universidade, né? Para, né?
- 25:26A questão de melhorar cada vez a qualidade do ensino.
- 25:28Vou dar um exemplo bem rápido, o Clóvis outro dia me deram essa
- 25:31estatística, eu nem quero saber se ela tá certo, errado, mas diz
- 25:34que já tem mais de 400, cujo veterinário no país, muitos
- 25:38deles. Com qualidade, assim que deixa
- 25:41muito a desejar, quer dizer, é assim, isso pro país não tem
- 25:46valor. Eu eu só vou conseguir, né?
- 25:49É claro, a gente precisa de mão de obra bem informada.
- 25:52Precisamos de profissionais. Aí eu estou falando de qualquer
- 25:54profissão. Não adianta eu botar a mão, a
- 25:57dar na mão de 1/01/1 profissional um diploma.
- 26:00Eu preciso de formar ele com o mínimo de qualidade para, né, a
- 26:03gente conseguir fazer com que essa qualidade de formação muda
- 26:07o nosso país, né? Como é que você enxerga isso?
- 26:10Você, né? Faz gestão, você falou o curso
- 26:12de veterinária de agronomia. Mais 2 programas de
- 26:14pós-graduação. Como é que essa experiência, que
- 26:17qual que é a sua visão hoje, né? Dessa questão do ensino
- 26:20superior, tanto na graduação como na pós-graduação.
- 26:23Aí pensando nos, né, nos custos, né, de ciências Agrárias é qual
- 26:28que são esses desafios? É 11 situação interessante e
- 26:34preocupante. Tá?
- 26:37Então é o nosso centro, era bem referenciado aqui no estado,
- 26:42porque até bem pouco tempo atrás nós éramos a única instituição
- 26:47pública de que oferecia o curso de medicina veterinária no
- 26:51estado de Santa Catarina. Hoje são 25 cursos de medicina
- 26:56veterinária no estado. Tá e pública?
- 27:00As os institutos federais estão implementando cursos de medicina
- 27:05veterinária e Zootecnia. Então é café aqui.
- 27:10Eu tinha como lema EE. E discutindo com os nossos
- 27:15chefes, departamento. Eu.
- 27:19Eu tinha como regra lema. O ensino público?
- 27:24No Brasil? Ele só vai se manter se tiver
- 27:29qualidade. Nós precisamos trabalhar com
- 27:32muita qualidade naquilo que fizemos e essa qualidade.
- 27:36Ela vem desde a contratação de excelentes professores.
- 27:41Ela vem numa situação de uma ótima infra-estrutura para que
- 27:46os nossos professores possam. Ter a tranquilidade de
- 27:50trabalhar, né? Então, isso é um, é um desafio
- 27:54para o gestor, que vai ter que buscar recursos, né?
- 27:57EE saber muito bem, trabalhar com os recursos, a financeira.
- 28:02Que tem para disponibilizar 11 bom ambiente de trabalho.
- 28:06Aí é se tratando na geração de conhecimento.
- 28:10Eu vejo uma situação muito. Muito delicada a questão do
- 28:16custo que atualmente é. É, se tem pra publicar um artigo
- 28:22científico, então os programas de pós-graduação e os
- 28:25professores de pós graduação, eles estão sendo muito exigidos
- 28:30com relação à publicação. Nosso programa aqui é um
- 28:33programa 5, né, então. Nós temos que ter aí 5 a 7
- 28:39artigos publicados por ano. É uma média extremamente alta.
- 28:45E para você publicar numa revista de qualis a um com a
- 28:48lisa 2, o custo é um na poetry saí e um 150 USD a na página o
- 28:55que vai aí? A mais de 7000 BRL.
- 28:58O custo para publicar um artigo numa revista de qualidade.
- 29:01Eu vejo isso como um problema, né?
- 29:04Da onde a gente vai ter recurso? Para aí, é.
- 29:08Manter essa essa qualidade, em se tratando da geração de
- 29:12conhecimento, né? Então é essa também já é uma, é
- 29:16uma dificuldade. A essas revistas mais
- 29:21qualificadas elas estão. Eu vejo que estão com um preço
- 29:25muito elevado para publicar um artigo científico.
- 29:28Eu acho que a comunidade científica tinha que se reunir
- 29:31EE. Né?
- 29:34É. Ter 11 balizamento melhor dessa
- 29:39situação, né? É porque não é.
- 29:43É difícil você ter um programa de pós graduação com 1415
- 29:47professores, todos eles precisando publicar, da onde vai
- 29:51sair o recurso do próprio, né? Então fica difícil isso, né?
- 29:55Então a dificuldade é. Né?
- 29:59É muito grande, nós saímos aí. O café.
- 30:04De uma situação de pandemia? Onde a questão do conhecimento
- 30:09científico começou a ser bastante questionado, né?
- 30:12Então, é de certa forma, nós tivemos uma.
- 30:17Né? Um processo?
- 30:20Que tese vinha desqualificando a questão da ciência, né?
- 30:26Então acho que nós temos que. Que que partir para 11 retomada
- 30:32desse caminho, da valorização da ciência, da valorização do do
- 30:36conhecimento científico. E eu acho que o meio acadêmico
- 30:41também. Café é, se afastou um pouco.
- 30:45Da da da ponta, né? Do do, do, daquele que que se
- 30:50beneficia com o conhecimento que nós temos que gerar.
- 30:53Então eu acho que assim, a parceria com empresas privadas
- 30:58para que a gente possa realmente fazer um trabalho que seja
- 31:02aplicado, né, que gere resultados a.
- 31:07Para, para, para, para as empresas, né?
- 31:09Para os produtores, é especificamente se tratando na
- 31:14nossa área, né? Então?
- 31:16Essa questão de parcerias é um caminho sem volta, né?
- 31:20É e a gente tem que explorar muito esse esse caminho, né?
- 31:27EE essa quantificação dos cursos É Ela também leva a uma situação
- 31:33da da desqualificação do próprio.
- 31:36É matéria prima que é o estudante que nós temos entrando
- 31:40nas universidades, né? Então nós tínhamos isso.
- 31:44Não, não, não é 11 questão de de desqualificar o estudante.
- 31:49Mas nós tínhamos um estudante mais preparado, né?
- 31:54Na Na escola pública, né? Nós tínhamos aqui uma seleção de
- 31:59vestibular que dava 40 candidatos por vaga no curso de
- 32:02medicina veterinária, né? Hoje 7. 10 candidatos por vaga
- 32:08em nessa situação de o aumento dos cursos, né?
- 32:11Então, é uma situação que que as pessoas preferem não sair de
- 32:17perto da sua casa, preferem pagar uma universidade
- 32:20particular do que na se deslocar para uma cidade distante da
- 32:26onde? Ele citou e mesmo para tentar
- 32:31buscar a qualidade, né, do do, do, do em se tratando de
- 32:35conhecimento, então especificamente, a universidade
- 32:40pública, o caminho que eu vejo. Tem que trabalhar com qualidade.
- 32:44Né? Tem que buscar a qualidade, tem
- 32:46que buscar excelência naquilo que faz.
- 32:49É eu. Eu sempre comento isso, sabe
- 32:51Clóvis, eu concordo plenamente com o que você está falando, né?
- 32:54AO sistema público, nesse universo de tantas
- 32:57universidades, e aí a gente sabe que particular tem umas de
- 33:01excelente qualidade, mas infelizmente tem outras de
- 33:04péssima qualidade. Acho que o sistema público tem
- 33:06que ser a referência, né? E quando o sistema público não
- 33:09tem a qualidade, você pode ter certeza todo o outro sistema
- 33:12particular também vai abaixar a qualidade, então.
- 33:15Acho que você tem razão. A nossa área tem alguma
- 33:17facilidade de fazer essas parceria, outras áreas menos,
- 33:20mas eu acho que eu acho que, de uma maneira geral, a gente tem
- 33:24que cuidar muito do sistema público, que é ele que vai
- 33:26balizar a qualidade do mercado, né?
- 33:28Então eu concordo plenamente com com o que você está dizendo.
- 33:32Bom, caminhando aqui pro fim, então a gente termina aqui com
- 33:35sempre o nosso podcast com 3 perguntas, é uma tradição aqui
- 33:39do nosso podcast, né? E a primeira pergunta é a
- 33:42seguinte, qual é o seu livro favorito relacionado à
- 33:45agricultura ou à nutrição animal?
- 33:48Você tem algum livro aí que seja, vamos ter uma referência.
- 33:50É claro que eu sei que livro hoje em dia é não é mais uma um
- 33:55material, como tinha aí, como como, né, como no passado eu
- 33:59tinha importância, né? Os grandes livros textos do
- 34:02passado. Hoje a gente trabalha com uma
- 34:05miscelânea de várias, a informação buscada vindo, né, de
- 34:08várias Fontes, mas você teria algum livro aí que enfim, que
- 34:11você gostaria de destacar? É a referência, é comércio
- 34:15poetry Nutrition, durres aos summers.
- 34:18É o clássico é diferença, né? Grande lição em grandes summers,
- 34:22né? Os canadenses lá realmente é uma
- 34:24referência ótima para a nutrição, né?
- 34:27Nutrição de aves realmente a referência.
- 34:29A outra pergunta seria, agora esquece avicultura, né?
- 34:34É? Qual seu livro favorito?
- 34:35É um livro que te marcou, ou do passado ou do presente?
- 34:38Enfim, a uma dica vão dizer aí de um livro aí que você que
- 34:43marcou aí a sua trajetória, que que você gostaria de destacar?
- 34:47Olha, eu o primeiro a gente nunca esquece, mas fazem tantos
- 34:53anos que, se eu for, refletia meu pé de laranja, laranja Lima.
- 34:57Ou então eu li esse livro. Então, uma seroso, um livro que
- 35:02me marcou posteriormente foi feliz.
- 35:04Ano velho Marcelo Rubens Paiva. Assim, Rubens Palio muito legal
- 35:09e pra terminar a, na sua opinião, o que diferencia um
- 35:13profissional de sucesso na agricultura?
- 35:16Olha, é. Eu tive uma experiência
- 35:20profissional trabalhando em empresas de avicultura.
- 35:26Principalmente No No nordeste do Brasil, né?
- 35:30EE essa experiência, ela me foi muito gratificante.
- 35:34Depois, quando eu entrei pro, pro, pro, pro, pro.
- 35:38Para para a partir de didática, né e.
- 35:43É o que eu falo pros meus orientares café que a gente tem
- 35:46que matar um leão a cada dia. Né?
- 35:49E o Sol nasce para todos, mas a sombra, cada um faz a sua, o
- 35:55tamanho da sombra, cada um que faz a sua.
- 35:59Então, é. Para trabalhar na área da
- 36:03avicultura. A necessidade de ter uma
- 36:07adrenalina um pouco elevada. Porque a atividade é bem
- 36:11dinâmica, né? É é, né?
- 36:13Exige do profissional 11 raciocínio muito rápido, uma
- 36:17tomada de decisão muito rápida, né?
- 36:20Então? A princípio, é.
- 36:22É isso que eu que eu diria, matar um leão a cada dia, ter
- 36:27uma adrenalina elevada, né? EE saber que assombra cada um
- 36:32que faz a sua. Então é isso?
- 36:34Clóvis, muitíssimo obrigado. Aí pela sua participação no
- 36:37nosso aqui no, nesse episódio do nosso podcast.
- 36:40É cada, né? Cada pesquisador, cada pessoa
- 36:44que vem participar aqui contribui de alguma forma, né?
- 36:47E assim, e é muito legal a gente ouvir a experiência de cada um
- 36:51de pessoas que, né, já estão há algum tempo na área que tem
- 36:54muito a nos trazer a compartilhar com a gente.
- 36:57Então eu te agradeço aí por né? Por essa pouco mais de meia hora
- 37:01de conversa aí é, é. Parabenizando o teu trabalho aí
- 37:06Na Na Udesc, né? E levando aí o nome dessa
- 37:10universidade que já é uma referência aí para o Brasil
- 37:12todo, né? Então, muito obrigado, eu deixo
- 37:16pra você aí, fazer as suas considerações finais.
- 37:18Obrigado. É, eu agradeço pela.
- 37:23Participação, né? É sempre interessante a gente.
- 37:27Divulgar o que faz, né? EE ter contato com outras
- 37:31instituições, então. A gente está em na.
- 37:36Na Na Batalha por por melhorar as condições de produção e
- 37:40produtividade da da avicultura Brasileira, né?
- 37:44EE assim eu. A oportunidade quando eu tive de
- 37:49fazer o pós DOC, é. Eu.
- 37:53Eu. Eu tive.
- 37:54Relação com pessoas do mundo todo, né?
- 37:58E aí eu vi que assim a gente, do ponto de vista de conhecimento
- 38:02científico, nós não ficamos devendo nada, né?
- 38:06E a nossa avicultura é extremamente competitiva, né?
- 38:10E? EEO que nós temos de
- 38:14conhecimento na área de avicultura, então assim nós
- 38:17temos nutricionistas fantásticos, né?
- 38:20Que viajam o mundo aí dando consultoria e repassando
- 38:24conhecimento pra pro, para as pessoas de de de outros países,
- 38:28né? Então, acho que.
- 38:31E aí nós estamos nesse nesse nesse muro colocando um
- 38:35tijolinho aí tentando contribuir para para a formação de pessoas
- 38:39que que vão ser melhor que a gente, né?
- 38:42Com certeza. É isso, gente.
- 38:44Muito obrigado despedindo aqui aguardando vocês para o próximo
- 38:48episódio, nosso volta a dizer o objetivo nosso do do do nosso
- 38:52podcast, é fazer exatamente o que a gente acabou de fazer aqui
- 38:55com o doutor Clovis, numa conversa descontraída, trazendo
- 38:58informação de uma forma que a gente possa aí melhorar a nossa
- 39:01agricultura Brasileira. E como disse o Clóvis, né?
- 39:04Fazer ela competir cada vez mais competitiva aí mundo afora.
- 39:08Obrigado, gente, aguardando vocês no próximo episódio.
- 39:10Tchau, tchau.