Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / Dr. Tiago Goulart Petrolli: Como Diminuir a Incidência de Peito Amadeirado? | Ep. 110
Transcript
- 0:00A genética melhora o potencial dos animais e nós, como
- 0:04nutricionista, você precisa correr atrás e conseguir atender
- 0:07aquele potencial genético, então estamos sempre trabalhando,
- 0:09sempre correndo atrás da máquina com essas informações.
- 0:15Bem vindos ao podcast ou aviário as mentes mais brilhantes da
- 0:18avicultura no seu bolso. O podcast o aviário só é
- 0:24possível através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam
- 0:27a educação continuada na avicultura brasileira.
- 0:31Aquece ambiência ideal para a sua produção easy Institute
- 0:37transformação digital e inteligência artificial na
- 0:40produção avícola pegas do Science a solução inteligente e
- 0:45em tempo real para a interpretação de microtoxinas.
- 0:50Alga Prime DHA da corbium enriquecer alvos com Omega 3
- 0:54sustentável. Bem vindos e bem vindas.
- 0:58Nós vamos dar início a mais um episódio do aviário podcast.
- 1:02Eu sou Catarina e hoje eu converso com o professor doutor
- 1:05Tiago rolar petroli. Doutor Tiago é zootecnista,
- 1:09graduado na Universidade do Estado de Santa Catarina.
- 1:11Ele é mestre em Zootecnia pela UFB.
- 1:13Ele é doutor enzotecnia. Pela Unesp Jaboticabal e
- 1:17atualmente é docente pesquisador da Unesp Xanxerê.
- 1:21Prazer conversar contigo, professor Thiago, obrigado por
- 1:23aceitar nosso convite, por estar disponível também pra contribuir
- 1:27conosco hoje. Oi, imagina, Oo prazer é todo
- 1:32meu. Fico muito feliz pelo pelo
- 1:33convite, pela lembrança em meu nome e tomara que nós façamos 11
- 1:37conversa. Legal aqui que posso trazer
- 1:39algumas. É novidades, discussões para
- 1:42todos que estão nos ouvindo aqui.
- 1:44Te agradece também, é? É bom ter mais um, um jovem
- 1:48pesquisador também pra abrilhantar as nossas conversas.
- 1:52É pra aproveitar a sua presença. Professor Thiago, eu tenho
- 1:55alguns tópicos que eu penso que podem ser interessantes abordar
- 1:59e que fazem parte das suas linhas de trabalho, né?
- 2:03Acho que o primeiro deles talvez seria interessante trazer o
- 2:07assunto de digestibilidade, que é sempre muito necessário, que a
- 2:12gente sempre precisa muito. É talvez trazer mais, né?
- 2:17Para as nossas conversas, porque é está envolvido em em em
- 2:20diversas áreas do nosso conhecimento e às vezes
- 2:24diretamente. A gente não menciona ela.
- 2:25Então eu queria começar te perguntando, quais os principais
- 2:28fatores que afetam digestibilidade que a gente
- 2:31calcula, né? Isso tudo pensando em
- 2:33avicultura. Perfeito.
- 2:36Esse é um tema muito em em alta nos nos últimos anos é que temos
- 2:41visto Na Na nutrição animal, em especial na agricultura, né?
- 2:44É. E cada vez mais deve estar
- 2:46impactando a nossa vida produtiva, digamos assim, a
- 2:49nossa vida profissional, uma vez que os avanços genéticos estão
- 2:53muito acelerados. Então nós observamos hoje é
- 2:56frangos com potencial aí para comercial alimentar já abaixo de
- 3:001 e 50, 1 e 49 e 48 e 45 algumas vezes, né?
- 3:05Mesmo se nós extrapolarmos, por exemplo, para OA espécie do
- 3:09Peru, que é uma outra espécie também de interesse para a
- 3:12cadeia produtiva agrícola, que já também observaram se avanços
- 3:17em conversão, né? Conversão alimentar abaixo de 2
- 3:19e 30, 2 e 26, 2 e 25 para Perus, também já 11 conversão.
- 3:24Muito potencial produtivo, né? É, a gente sabe que a genética,
- 3:30ela atinge o potencial. Agora, o perfil dos alimentos,
- 3:34como nós encontramos hoje eles no campo, é, nós não temos
- 3:38possibilidade de atingir 100% do potencial genético dos animais
- 3:42se nós não tivermos algumas interferências.
- 3:45Sob o ponto de vista técnico e tecnológico, né?
- 3:49Por exemplo, com a utilização de enzimas, utilização de aditivos
- 3:53que melhora a ação intestinal e outras coisas mais, né?
- 3:57Nós temos percebido que. Os alimentos, em geral, todos
- 4:00eles têm 11 percentual de nutrientes que naturalmente é
- 4:06digestível, ligado, por exemplo, a carboidratos.
- 4:09O perfil do amido é frações protectas, que são naturalmente
- 4:14digestíveis. Nós pensarmos em minerais e
- 4:16vitaminas que são naturalmente absorvíveis também, né?
- 4:19É e tudo mais, né? A gente consegue ter um
- 4:21determinado potencial. Agora, parte dos alimentos não
- 4:26há como ser digerido porque os animais não possuem enzimas
- 4:29endógenas para digeridos. Isso é normal, é natural das
- 4:33espécies, né? Então, de nada adianta nós
- 4:36termos o potencial genético avançado se o animal não
- 4:39produzir as enzimas digestivas dos quais eles conseguem
- 4:43digerir. É o milho é um dos alimentos que
- 4:46ele tem 111 dos maiores percentuais de digestibilidade
- 4:50pensando nos mais comumente utilizados, né?
- 4:53Ele quase não tem fatores reconstrucionais.
- 4:56É o seu alto nível de amido, inclusive nos traz uma
- 4:58preocupação pela outra ótica. Eu acho que das microtoxinas
- 5:01acaba sendo uma cultura muito susceptível a fungos.
- 5:05Agora, o milho é o que menos nos preocupa em termos de
- 5:09digestibilidade os demais alimentos.
- 5:12Todos eles possuem uma fração que é indigestível, que os
- 5:15animais não tem enzimas endógenas para aproveitá Los, e
- 5:19nós devemos é utilizar do fato das enzimas é exógenas para
- 5:25poder aproveitá Los. Então já existe conhecimento
- 5:28científico para perfis de enzimas para diferentes perfis
- 5:33de alimentos. Quando falamos, por exemplo, em
- 5:36possíveis substitutos ao milho, né?
- 5:38Então as greminas de inverno, trigo, centeio, cevada e
- 5:42diversos outros derivados, né? Nós nos preocupamos muito com os
- 5:46carboidratos, que geram viscosidade, os chilanos
- 5:49arabanos e beta glucanos. Então pra esses tem que se
- 5:53utilizar as enzimas chilanases, arabinases, beta glucanases e
- 5:59tudo aí mais também. Para onde soja ele acaba tendo?
- 6:03Apesar de nós utilizarmos ele como fonte de proteicas dietas,
- 6:06ele acaba tendo um perfil de carboidratos em sua composição,
- 6:10que é o carboidrato não digestível.
- 6:13E além disso, já existem várias pesquisas que comprovam que ele
- 6:17é um carboidrato, que ele gera efeitos negativos do perfil da
- 6:22microibras intestinal. Ele é um carboidrato que acaba
- 6:25sendo. Substrato para uma microbiota é
- 6:29extremamente fermentativa. É uma microbiota que gera lesão
- 6:33e mucosa. É uma microbiota que gera gases.
- 6:36É uma microbiota que É Ela utiliza os nutrientes ao invés
- 6:40de deixarmos disponíveis para os hospedeiros.
- 6:43Então se sabe que ao usar enzimas que digerem esses
- 6:47carboidratos do farelo de soja, nós temos melhoras não só no
- 6:51aparentemento energético, mas também no perfil é.
- 6:55Da das espécies de microanídeos presentes, né?
- 6:58Então tem benefícios muito interessantes nesse sentido, né?
- 7:03Hoje, as enzimas mais utilizadas para isso, né, são a beta
- 7:07maranasi e a alfa lactosidase, que elas geram esse perfil muito
- 7:12interessante no farelo de soja, sabe?
- 7:15Então nós temos 111 primeiro grande centro de informações
- 7:20para comentar que é esse aspecto.
- 7:22Porções digestíveis versus porções indigestíveis de cada um
- 7:27dos alimentos presentes, né? Então esse é um aspecto muito
- 7:30interessante. O segundo grande aspecto que nós
- 7:34poderíamos comentar é a possibilidade de processar os
- 7:37alimentos. É OOO fato da ração farelada
- 7:42versus aprendizada e versus a extruzada inclusive, né?
- 7:46Nós sabemos que há 11 grande ganho em digestibilidade por nós
- 7:51usarmos dos fatores. Esses físicos, né?
- 7:54Para melhorar a digestibilidade de nutrientes, né?
- 7:57Por exemplo, a temperatura, ela gera a gelatilização do amido,
- 8:02então essa porção do amido que nem 100% dela é digestível.
- 8:07Nós melhoramos muito a digestibilidade através da
- 8:10gelatilização. Então temperaturas de
- 8:12processamento acima de 60° já inicia uma certa gelatilização e
- 8:17hoje nas nos processos de pretização principalmente, o
- 8:20pessoal trabalha com temperaturas.
- 8:22Ao redor de 80 a 83° pra poder gerar essa essa boa
- 8:27giratilização do amido de modo geral também nós temos a
- 8:31desnaturação proteica que também é utilizada é como ferramenta
- 8:37para melhorar a digestibilidade é desnaturação.
- 8:40Sob a ótica de vista biológica, ela é ruim quando nós falamos
- 8:45que a proteína deve estar intacta para funcionar.
- 8:48Então, se nós pensarmos em em alguma outra situação que não é
- 8:52nutricional, o termo desnaturação, as pessoas vêm com
- 8:55ponto negativo, mas nutricionalmente, pensando em
- 8:58digestibilidade desnaturação, ela é muito boa.
- 9:02E a temperatura alta também permite isso, né?
- 9:05Claro, sem excessos, logicamente, né, mas ela permite
- 9:08melhorar a digestibilidade da fração.
- 9:10Proteica dos alimentos. Então são algumas das situações
- 9:15que nós observamos que há como melhorar.
- 9:19Se nós pensarmos que o frango há um há um prazo, eu diria curto
- 9:24até vai chegar a conversões alimentares próximos a 1 e 35,
- 9:28talvez até 1 e 30. É o significa que o animal tem
- 9:32que digerir quase todo o alimento que ingere.
- 9:35Então como é que ele vai digerir?
- 9:37Nós temos que dar ajuda para ele, né?
- 9:38De modo natural, na sua fisiologia normal não se
- 9:42consegue. Então nós temos que cada vez
- 9:44mais é melhorar o uso das enzimas.
- 9:47Cada vez mais é pensar em modulação de microbiota, para
- 9:52que não haja uma microbiota fermentativa indesejável, que
- 9:56gere problemas deletérios também.
- 9:58Em absorção de nutrientes, principalmente, né?
- 10:01E a tecnologia também da politização, quem sabe algum
- 10:05processo de instrução que possa ser viável na cadeia produtiva
- 10:09agrícola, que até o momento ela ainda é 11 teologia cara, né?
- 10:14O seu custo versus o ganho ainda não não se paga Na Na conta
- 10:18final, né? Mas é sinal que existem
- 10:20Fronteiras que nós ainda temos que ultrapassar.
- 10:23O pessoal sempre brinca aqui. A genética melhora o potencial
- 10:28dos animais e nós como nutricionista, você precisa
- 10:31correr atrás e conseguir atender aquele potencial genético, então
- 10:34sempre trabalhando, sempre correndo atrás da máquina com
- 10:37essas informações. Imagine ter à disposição uma
- 10:41solução que combine rapidez e interpretação personalizada para
- 10:45gerenciar os riscos das micotoxinas em sua empresa, a
- 10:48pegasus Science é a resposta. Realizamos a quantificação em
- 10:52tempo real das principais micotoxinas.
- 10:55Promovendo decisões mais assertivas, resultando em um
- 10:58gerenciamento macroeconômico e sustentável.
- 11:05Sim, a gente está sempre buscando ser mais eficiente e
- 11:08sabendo que tem tem muitos avanços que foram alcançados e
- 11:12vários que ainda vão vir pela frente.
- 11:14Eu? Acho que é muito bom esse seu
- 11:16olhar, né? Principalmente pra composição
- 11:19dos dos principais ingredientes, né?
- 11:21Uso de aditivos digestibilidade, afinal de contas está tudo muito
- 11:24ligado, né? Agora hoje em dia, falando mais
- 11:27em microbiota, sem esquecer do do processamento, eu tenho uma
- 11:31pergunta que é muito, talvez pra saber um pouco da sua opinião
- 11:35também, pra você, qual que é o talvez o maior desafio
- 11:39enfrentado hoje? Então pra gente otimizar, por
- 11:42exemplo, saúde intestinal. É sabendo de tudo isso que está
- 11:47acontecendo, já que é uma linha que você também trabalha.
- 11:51Hoje eu vejo que o desafio de saúde intestinal maior, um dos
- 11:56mais impactantes é, ao meu ver, é a questão de modulação do
- 12:00perfil microbiano é, eu lembro que há muito tempo atrás sempre
- 12:05se falava em redução de carga microbiana.
- 12:08Vamos reduzir? Temos que reduzir, e a redução
- 12:11ela. Primeiro que ela só pode.
- 12:13Ela só é atingida com os antibióticos, que não é uma
- 12:17alternativa boa, né? Antibióticos e em doses
- 12:21terapêuticas ainda não em doses melhoradores de desempenho, né?
- 12:25Não é uma situação boa. E, além do mais, ao nós
- 12:28baixarmos, em um certo momento, a carga microbiana do intestino
- 12:32é, ele fica livre. Terra de ninguém, o primeiro que
- 12:36chegar recoloniza EEEE acaba aumentando toda a proliferação
- 12:42mais uma vez. E aí, quem é que vai chegar
- 12:44depois dessa redução? Será que é um agente microbiano
- 12:48benéfico? É um agente patrogênico e isso
- 12:50vai muito do do da sorte, do que tiver no ambiente, né?
- 12:54Então nós não conseguimos trabalhar mais com redução de
- 12:57carga microbiana. O que nós temos que trabalhar é
- 13:00com modulação do perfil, modulação das espécies.
- 13:04E aí é que se criou um todo, um amplo campo de atuação nisso.
- 13:09Então existem várias situações que podem favorecer ou
- 13:13desfavorecer isso, né? A gente sabe que existem
- 13:16substrato específicos que favorecem um determinado grupo,
- 13:19microbiano e desfavorecem outros.
- 13:22É o uso de pré bióticos pode ser um fator aliado a isso, o uso de
- 13:27probióticos, leveduras e tudo mais que são agentes que vão
- 13:31estar colonizando o intestino é com a própria espécie, com
- 13:35aquela cepa que nós desejamos que ela seja.
- 13:38É incorporada no perfil microbiano também pode ser uma
- 13:41alternativa. Existem alguns aditivos
- 13:44fitogênicos que também gera uma certa modulação intestinal,
- 13:48sabe? É e também tem algumas
- 13:51situações. E que a gente trabalha com a
- 13:54micro dota intestinal no campo, mas pensando no frigorífico.
- 13:59Mas como assim? Muitos acabam não não não
- 14:02entendendo o que acontece é muito da carga microbiana da
- 14:07planta batedora. Ela é reflexo do que está no
- 14:10campo, o que está presente lá, se nós conseguirmos fazer com
- 14:14que os produtores entreguem em aves com menor carga microbiana
- 14:19para o carregamento. Em tese, a gente reduz a
- 14:22carnicrointestinal, então existem alguns protocolos que
- 14:26tem testado no campo que tem intestinado muito bem, com
- 14:28algumas doses altas de alguns aditivos muito ligado AA ácidos
- 14:34orgânicos, né? Algumas em formas micro
- 14:36encapsuladas e alguns não ou blendis que acabam modulando AA
- 14:42liberação conforme a porção intestino.
- 14:45Mas tudo isso com uma dose elevada na dieta só na fase
- 14:49final de produção, com o objetivo de dar uma reduzida
- 14:53naquele período. Pré abate, pensando em levar
- 14:57para o frigorífico aves com menor carga.
- 14:59Micrograma é, eu não vejo que isso em desempenho a gente vá
- 15:04observar ganhos. Ah, vai melhorar a conversão
- 15:07alimentar aí, porque dá essa essa carga maior de astros não é
- 15:12um objetivo puramente microbiológico pensando em
- 15:15sanidade, né? Então por isso que eu vejo que
- 15:18é, nós temos muito desafio nisso, né?
- 15:21Fazendo um fechamento essa sua pergunta, eu penso que é essa
- 15:24carga microbiana e o link campo e a batedouro é o um dos
- 15:30desafios atuais hoje que temos que observar.
- 15:34Depois eu vou querer explorar mais um pouco essa parte de de
- 15:37abatedouro e qualidade de carne. Mas e mais uma coisa que eu
- 15:41pensei que seria interessante aproveitar a tua presença, que
- 15:44acho que a gente tenta muito isso dentro das especialidades,
- 15:47né? Até é pegar informações de de
- 15:51pesquisas atuais, né? Quando a gente tá principalmente
- 15:54conversando com pesquisadores, é nessas uma linha de trabalho que
- 15:58você tem é de nutrição e sistema imune, né?
- 16:03Queria pedir para você nos contar quais são as novidades
- 16:07das pesquisas, como que vocês têm feito essas avaliações nesse
- 16:11nesse tópico que você trabalha? Perfeito.
- 16:15Essa é uma linha muito legal e nós temos mudado um pouco o
- 16:19olhar nos últimos anos. E através dos últimos 2 anos é
- 16:23do que nós pensávamos como objetivo da nutrição do sistema
- 16:26imune ou detalhar melhor um pouco essa situação é há muito
- 16:31tempo atrás. Nós sempre.
- 16:33Era um consenso geral dos pesquisadores, né?
- 16:36Que é o animal ativar o sistema imune seria prejudicial para
- 16:41desempenho porque ele acaba redirecionando os nutrientes
- 16:44para produção de macrófagos para produção de outras células
- 16:49ligadas a linha. A linha branca dos dos glóbulos
- 16:52sanguíneos é de citocinas, é proteínas de fase aguda e vai
- 16:56nos outros mecanismos ligados ao sistema imune.
- 16:59Isso reduziria o aporta nutricional para depósito
- 17:03muscular, para aquecimento e tudo mais.
- 17:06E aí se observaria redução no desempenho em ganho de peso e,
- 17:10pior, em conversão alimentar, né?
- 17:12Muito por é assim palavras do ditado da nutrição, né?
- 17:17O animal gasta aminoácidos, energia e tempo em algo que não
- 17:22se inverteria em ganho de peso. É esta informação, esse cenário
- 17:27em um primeiro momento, ele é correto?
- 17:29Em uma situação em que, claro, sempre que pudermos evitar
- 17:33ativação do sistema imune, isto é melhor para ganho de peso,
- 17:37isso é mais economicamente viável nos sistemas produtivos e
- 17:40tudo mais é. No entanto, nós temos observado
- 17:44que em situações onde ocorre alta mortalidade nos lotes, nós
- 17:49temos que fazer um viés de visão um pouquinho diferente se está
- 17:52havendo mortalidade. É, não, já já saímos de grande
- 17:57peso e vamos para mortalidade. É, nós temos que observar que a
- 18:01alta mortalidade também é um problema que gera prejuízo no
- 18:05campo e muitas vezes só com adição das moléculas
- 18:09terapêuticas e tudo mais resolve ou retarda muito problema.
- 18:13E aí nós temos feito algumas pesquisas com alguns
- 18:16moduladores. É de cerimônia.
- 18:19Que em situações de alta mortalidade, se nós ativarmos de
- 18:22uma forma melhor o sistema imune, nós reduzimos a
- 18:26mortalidade e aí o sistema acaba sendo lucrativo.
- 18:31Em especial, nós observamos algumas situações em modulação
- 18:35de perfil de citocinas. Atuando em mucose intestinal,
- 18:40nós observamos que existem citocinas.
- 18:44É anti inflamatórias e algumas pré inflamatórias, isso é normal
- 18:48o organismo ele produz dos 2 grupos para que ele haja um
- 18:51certo equilíbrio. Quando o animal tem que ativar a
- 18:53reação inflamatória, chega o momento que ele tem que fazer o
- 18:57autocontrole e uma inibição para haver 11 reação que não seja
- 19:01exacerbada. Existe uma interleucina em
- 19:04especial que a interleucina desce que ela tem nos chamado
- 19:08atenção nessa nessas situações aí.
- 19:11Naturalmente a interdestina dessa ela é 11 citocina é anti
- 19:17inflamatória, ela acaba inibindo ação inflamatória a nível,
- 19:22falando em especial o intestino aqui no cositestinal, e chega um
- 19:26ponto da reação inflamatória que o organismo a produz e ela inibe
- 19:31todo o efeito em situações com alto desafio, com alta
- 19:35mortalidade, por exemplo, por psidiose, por escrita acolhe,
- 19:39por postidio. Ou algum outro agente desses?
- 19:42Se nós utilizarmos algumas situações em que nós bloqueamos
- 19:47a produção da interloxina 10 pela mucose intestinal, o
- 19:50organismo mantém a reação inflamatória por um pouquinho
- 19:54mais tempo e o resultado final é redução da mortalidade dos
- 19:58lotes. Nós temos visto que alguns
- 20:01alguns aditivos, alguns suplementos na dieta que tem
- 20:04esse efeito em reduzir a interloxina 10.
- 20:09Acabam manipulando de forma positiva, acaba sendo um efeito
- 20:14pró inflamatório e isso é benéfico quando nós temos é alta
- 20:18mortalidade em lotes, então é uma é uma forma nova.
- 20:22É uma forma recente de se ver a nutrição, sistema imune, que até
- 20:26então nós sempre pensávamos, bom, vamos evitar reação
- 20:30inflamatória. Se caso evitaram e se caso não
- 20:33der para evitar, Ah, vamos manipular nutrientes para que a
- 20:37resposta imune degrada o mínimo possível.
- 20:40AA proteína muscular, então se corrige aminoácidos, se corrige
- 20:45nível de vitaminas e umas coisas mais.
- 20:47Agora é um viés diferente. Nós queremos que nessa situação
- 20:51específica que a reação inflamatória ela postergue um
- 20:55pouquinho mais se nós temos o comparativo com a medicina
- 20:59humana. Existem países que existem
- 21:03formas diferentes de tratar as pessoas.
- 21:05Vamos vamos dar um exemplo com crianças, por exemplo, quando
- 21:08vão no hospital com algum quadro febril, alguns países já entro
- 21:12com a medicação pra pra corrigir o problema que induziu a febre e
- 21:17já também fornecem antitérmicos já pra baixar o estado febril da
- 21:21da criança. Existem países que não
- 21:24recomendam de forma alguma medicações para reduzir o estado
- 21:28febril, porque eles entendem que a febre é uma reação normal do
- 21:32organismo e que ela estaria presente para ajudar no combate.
- 21:35EE é e é um viés um pouquinho dessa forma.
- 21:38Talvez nós temos que deixar o organismo trabalhar sozinho um
- 21:42pouquinho mais. E aí nós temos possibilidades
- 21:45para fazer isso aí. Então, via nutrição, já existem
- 21:48alguns componentes que conseguem fazer o bloqueio da
- 21:51internodicina 10 na mucose intestinal por um certo tempo,
- 21:55né? E aí a reação pró flamatória se
- 21:57estende um pouquinho mais. É bom?
- 22:00É, é importante. A gente é sempre aproveitar hoje
- 22:04em dia também que nós temos muito mais ferramentas, né?
- 22:06Para fazer avaliações mais rápidas, né, comparando com o
- 22:09que a gente tinha antes. É, mas eu eu gostei, porque eu
- 22:12achei bastante prático. EE, didático também.
- 22:15Acho que ajuda bastante para quem nos acompanha.
- 22:18Tem uma grande parcela, talvez que se interesse por esse
- 22:21assunto. É muito interessante trazer isso
- 22:24para nós. É, eu tava pensando, né?
- 22:27Dentre os temas que você trabalha, é, tem um que eu achei
- 22:32bem interessante, talvez trazer para nossa conversa, já que você
- 22:35falava lá também das avaliações em abatedouro, a própria
- 22:39qualidade de carne, que é relacionado ao uso de
- 22:42antioxidantes. Você vê que você trabalha
- 22:44bastante com isso. Ainda não foi amplamente
- 22:47trabalhado aqui por no nosso podcast.
- 22:50Acho que a gente tem espaço, bastante espaço, né, para falar
- 22:53sobre esse tema. É relacionando antioxidante e
- 22:56qualidade de carne de aves, né? O que que se tem estudado
- 22:59atualmente sobre antioxidantes, professor Tiago?
- 23:03Certo, é hoje Oo talvez o maior desafio da agroindústria.
- 23:07Quando se fala em quadrado de carne, talvez está No No peito
- 23:10amadeirado, né? O peito madeira é uma das
- 23:13maiores ocorrências, né? Também existem as estrias
- 23:17brancas, o peito espaguete, alguns outros, mas talvez AO
- 23:20peito madeira é a maior preocupação que o que a
- 23:24indústria. Por soluções melhores e tudo
- 23:27mais, né? É se observa que a ocorrência do
- 23:30peito madeira ela ocorre muito em linhagens de alto
- 23:34crescimento, de altas taxas, né? Em em situações de criações de
- 23:39de linhagens mais lentas ou ou de crescimento mais lento, como
- 23:43linhagens natalinas, por exemplo, é, não aparecem essa
- 23:48esses problemas, mesmo sendo aves com grau genético muito
- 23:52parecido, muito semelhante. Então nós temos percebido que
- 23:55não é muito pela a culpa da genética nem tanto.
- 24:01É culpa do crescimento acelerado e crescimento acelerado.
- 24:05A gente sempre pensa em estresse oxidativo.
- 24:08Então o estresse oxidativo hoje acaba sendo, se não for o
- 24:13principal causador. Ele está sem dúvida, aí dentro
- 24:16do grupo dos principais causadores desses problemas de
- 24:20qualidade de carne e tudo mais, né?
- 24:23É com isso se abre muito esse leque dessa linha de pesquisa
- 24:26com antioxidantes, porque acaba sendo muito lucrativo para
- 24:30indústria poder se reduzir. Há um tempo atrás se tinha um
- 24:33certo preconceito, porque AO antioxidante funcionaria muito
- 24:38bem reduzir o estresse. Mas o que que eu viria em ganho
- 24:42em benefício no campo? Hoje nós estamos vendo que além
- 24:45de termos esses ganhos. A indústria está ansiosa por
- 24:48soluções dessa forma. Então eu vejo que o uso de
- 24:52antioxidantes pensando em qualidade de carne, é uma das
- 24:56novas Fronteiras que nós vamos estar explorando nos próximos
- 24:59anos. Quando se falava de
- 25:01antioxidantes, antes se pensava apenas em qualidade de rações e
- 25:05matérias primas, então se utilizava.
- 25:08BHABHT, por exemplo, e talxi Kim pra evitar recidez do alimento
- 25:13que chegaria até a ave e nós não pensávamos no metabolismo e no
- 25:18antioxidante, pensando na carne e no organismo da ave.
- 25:21E hoje, como se abriu esse leque?
- 25:24Nós percebemos que que para poder atingir esses benefícios,
- 25:28temos que utilizar algumas moléculas que são naturalmente
- 25:32mais absorvíveis, que possuem uma dinâmica sistêmica na
- 25:36corrente, tudo mais de gerar uma difusão entre os tecidos e uma
- 25:42difusão que não haja problema para a saúde do ser humano, do
- 25:46consumidor e tudo mais, né? Se pensarmos em usar BH e bht
- 25:50que tivesse um grande resíduo na carne, é isso.
- 25:53Para a saúde do ser humano, não seria interessante?
- 25:56Então tem que ser pensado, né? Em empregar antioxidantes mais
- 26:02naturais, digamos assim, então alguns nutricionais e que possam
- 26:06ser seguramente consumidos pelos seres humanos ao consumir os
- 26:09derivados de origem animal. Então nós temos algumas
- 26:12vitaminas. E pode ser empregadas nisso, né?
- 26:16Claro que hoje já existem vitaminas via Premix, tudo mais,
- 26:20mas tem que se trabalhar com o conceito de superdosagem, com
- 26:23doses mais altas, pensando o efeito antioxidante dessas.
- 26:28Aí é o que mais tem potencial de efeito antioxidante, são as
- 26:32vitaminas ACEE. Então temos que pensar em
- 26:36subdosagens, vitamina AEE. Normalmente já são utilizadas
- 26:41nas dietas, mas estão níveis mais altos.
- 26:44Vitamina C não é uma prática comum em se usar em dietas de
- 26:48animais. Apenas em peixes é usado porque
- 26:51peixes é compreendam o grupo de animais que não produzem
- 26:55vitamina C pro fígado. Ah dizer, outras espécies
- 26:58produzem, né? Só que produzem em níveis
- 27:01basais. Então, se nós tirarmos
- 27:04suplementação para atender esse estresse oxidativo, nós
- 27:08conseguimos ver melhoras nesse processo.
- 27:11Em aves, inclusive, você sabe que período de estresse térmico,
- 27:15o metabolismo, ele síntese da vitamina C no fígado, ele é um
- 27:20pouco suprimido. Então o período que o estresse é
- 27:23maior, a gente tem uma quantia menor que termina ser
- 27:25metabolismo. Então há uma oportunidade de se
- 27:28trabalhar com esta com esse nutriente, né?
- 27:32E ao mesmo tempo, existem outros antioxidantes.
- 27:35Então é do grupo dos fitogênicos, assim, várias
- 27:39moléculas, né? É, por exemplo, o esferatrol, é
- 27:43o genol, o carvacroll. O maldives tem vários agentes de
- 27:48várias, várias plantas, né? Que eles têm esse efeito
- 27:51antioxidante e que nós estamos em uma.
- 27:55E de uma corrida de pesquisas pra achar moléculas ideais e
- 27:59doses ideais. Hoje ainda nós não temos 11
- 28:03pacote tecnológico que diz ó esta molécula.
- 28:06Com este nível diminui o udenprest, o peito.
- 28:09Madeira ainda não existe, mas eu vejo que.
- 28:12E em um futuro próximo, já haverá um concerto nas
- 28:15pesquisas, né? E que vamos conseguir é
- 28:18verificar como esses antioxidantes naturais,
- 28:21nitrogênicos, vitaminas e tudo mais poderão contribuir com
- 28:24isso, mas é muito ligado a estresse oxidativo, precisamos
- 28:28reduzir o estresse oxidativo e no metabolismo dos animais.
- 28:33O professor Thiago pensando enfim, no produto final, talvez
- 28:37ligando um pouco com tudo isso que você já trouxe, assim como
- 28:40que são feitas as avaliações para determinar o efeito
- 28:44antioxidante em qualidade de carne, você falava de redução de
- 28:48estresse, o próprio ambiente intestinal, eu sei que é um, é
- 28:51um assunto complexo, óbvio, né? Teria seria assunto para um
- 28:55podcast inteiro, né? Mas talvez aproveitando esses
- 28:57últimos minutos que nós temos para falar um pouco desses
- 29:01parâmetros, né, que são avaliados quando a gente.
- 29:03Quer testar um antioxidante natural, digamos assim, mais
- 29:06natural? Isso a nível de laboratório, a
- 29:11nível de pesquisa, universidades e tudo mais.
- 29:14Hoje existe uma série de análises laboratoriais que
- 29:17avaliam esse perfil do estresse oxidativo.
- 29:21É na palavra da carne que ela pode ser extrapolada, até pra
- 29:24órgãos, pra secreções, pra é vísceras, sangue, por exemplo e
- 29:29tudo mais, né? Quando se fala em peroxidação
- 29:33lipídica, né? Oxidação das gorduras nos
- 29:35tecidos uma das análises mais utilizadas é análise do tebars,
- 29:39né? Que é a reação das espécies ao
- 29:42ácido tio bário biturico. Então, essa é uma reação é, ou
- 29:45melhor, uma análise muito utilizada quando se pensa em
- 29:49peroxização, principalmente os compostos lipídicos dos tecidos.
- 29:53Pode ser usado desde para ovos, para carne, para gorduras em
- 29:57geral, para tudo. Existem análises, por exemplo,
- 30:01que medem a oxidação da proteína.
- 30:05Também se há 11 preteólise muscular, se há um efeito de
- 30:08oxidação da massa proteica, também é utilizado muito.
- 30:12Com análise de tiões, ela também pode ser feita.
- 30:15Existe uma outra análise que é, eu particularmente gosto muito,
- 30:19né, que é análise do do frap frap FREP é uma sigla em inglês
- 30:25é, mas traduzindo para o português.
- 30:28Ela é 11 componente que ele mede todos os agentes antioxidantes
- 30:34do organismo, é a capacidade total antioxidante do organismo,
- 30:37é o conjunto de cooperação de todas as as variáveis que podem
- 30:42ser é utilizadas para reduzir o estresse oxidativo.
- 30:46Então ele engloba todos esses componentes, né?
- 30:49É a análise DPPH. Ela também é utilizada para
- 30:53medir o total de radicais livres presentes.
- 30:57Tem tecidos, células e tudo mais, então dependendo qual é
- 31:01OOO, agente, qual é o nutriente que nós queremos avaliar se está
- 31:05sendo oxidado ou não, tem uma análise específica e ao mesmo
- 31:09tempo tem análises que avaliam de uma forma conjuntural, né?
- 31:13Então são essas análises muito é, são muito aprofundadas muito
- 31:17em laboratório, né? Eu, eu, eu sempre gosto de
- 31:20comentar laboratório, universidade de campo, eu sempre
- 31:23faço uma mescra, mesmo no campo, às vezes.
- 31:26É difícil é fazer isso porque é caro, porque é demorado, né?
- 31:30Muitas vezes uma análise dessas demora uma semana, 15 dias para
- 31:34fazer num lote de frango, muitas vezes não dá tempo, né?
- 31:37Você precisava dessa análise mais cedo para poder tomar
- 31:41decisão enquanto o lote ainda estava a campo, né?
- 31:44Mas são análises que permitirão com que a gente consiga criar
- 31:49produtos, consiga criar moléculas e soluções para que as
- 31:53próximas. Etapas que ele é produtiva.
- 31:56Posso ter ferramentas? Que mimimi.
- 31:58Sim, muito bom, professor. Acho que nós falamos de várias
- 32:02coisas diferentes, mas que no fim das contas todas se
- 32:05relacionam, né? É, eu quero te fazer uma
- 32:08pergunta para finalizar que é comum nós fazermos, né, o final
- 32:11dos nossos episódios, que seria para o ser professor Thiago, que
- 32:15características que tem? 11 profissional de sucesso na
- 32:17aquicultura? Olha, 11 profissional ele, ele
- 32:22precisa ser ser completo, dentro da sua simplicidade, entre a sua
- 32:26humildade, né? Mas ele tem que ser uma pessoa
- 32:30autodidata. Ele tem que saber procurar as
- 32:32informações. Hoje não há nenhum.
- 32:35Nenhum curso, nenhuma empresa, nenhuma, nenhum mestrado, nenhum
- 32:39doutorado que que prepare por completo, nenhum profissional,
- 32:44nenhuma das áreas. Ele dá todas essas instituições
- 32:48da unorte e abre portas. Basicamente serve para isso, né?
- 32:51Então, o profissional, ele tem que ter capacidade e de adquirir
- 32:55autoconhecimento, seja prático, seja teórico, tem que saber ler,
- 32:59tem que saber ler em inglês, porque hoje a quase totalidade
- 33:03das informações. Principalmente as mais novas
- 33:05estão no idioma inglês, então precisa ter essa habilidade em
- 33:09em acompanhar Oo esse conhecimento.
- 33:12Eu brinco muito até aqui com os meus alunos.
- 33:14A gente tem 2 ouvidos e uma boca, porque a essa biologia
- 33:19também é matemática. É para ouvir mais e falar menos,
- 33:23né? Então ouvir muito é.
- 33:27Sempre raciocinar antes de falar, antes de fazer as coisas,
- 33:30né? Pegar o conhecimento é e se
- 33:33preparar para o melhor do trabalho.
- 33:35Se alguém vai para se forma na graduação, por exemplo, vai
- 33:39trabalhar na agricultura e acha que nunca mais vai estudar ele,
- 33:43ele se enganou e estava a produção errada, né?
- 33:45Porque aí que vai ter que estudar Liberdade, né?
- 33:48Então nós somos eternos estudantes o tempo todo nos
- 33:52preparando. O próprio mercado, a tecnologia,
- 33:56a genética, tudo vai se atualizando, vai, vai havendo
- 34:00saltos de tecnologias e gerações e nós precisamos acompanhar isso
- 34:04e sem estudar a gente não consegue acompanhar nada disso,
- 34:07né? Muito bom, bom professor.
- 34:10Obrigada por encontrar um tempo para conversar conosco por todas
- 34:13essas informações. Foi um prazer.
- 34:15É conhecer, te conhecer um pouquinho melhor e
- 34:18principalmente. É saber um pouco daquele do teu
- 34:21trabalho, das coisas que vocês têm pesquisado.
- 34:24Eu queria deixar um espaço final pra uma mensagem sua pra quem
- 34:27nos acompanhou. Mas eu que agradeço, fico muito
- 34:30feliz. Sabe que eu estava essa poucos
- 34:33dias acompanhando as últimas edições de vocês.
- 34:36É que estavam completando os 100 episódios que até vocês fizeram
- 34:40entrevistas entre os hosts, que também muito bem merecido, né?
- 34:44É, e eu estava vendo que eu participei do do da edição
- 34:48número 7, salvo engano, bem no começo do projeto, e agora eu vi
- 34:53que essa aqui já estão em em passando de 100 episódios.
- 34:57Eu fiquei muito feliz, muito contente, né?
- 34:59Eu sempre acompanho vocês, aí é sinal que estão com com bom
- 35:03trabalho. A missão de vocês é uma missão
- 35:05muito nova em trazer conhecimento, é gratuito e
- 35:09facilitado para todo mundo. É Combinado à vivo aqui.
- 35:12A minha mensagem é de de parabenização EE admiração por
- 35:18vocês, emprestar. O que vocês têm é o parabéns que
- 35:21eu deixo, parabéns, obrigado, que eu deixo pra todo equipe de
- 35:23vocês aí. Obrigada.
- 35:25A gente fica feliz de contar com vocês de novo.
- 35:28É aquilo que não pegar foi. Sétimo episódio já faz bastante
- 35:33tempo, né? Acho que se a gente fizesse até
- 35:35as mesmas perguntas e falasse sobre os mesmos assuntos e a
- 35:38gente já teria. Talvez novidades para falar
- 35:41sobre os mesmos temas, né? Então é tem várias coisas,
- 35:44inclusive, que dá para perguntar de novo e várias coisas que
- 35:47ainda ficaram para a gente conversar.
- 35:49Um terceiro episódio que provavelmente vai ver pela
- 35:52frente. A gente agradece muito por
- 35:53participar de novo conosco. Nós gostaríamos de reforçar um
- 35:56convite a todos vocês que tem nos acompanhado, que se
- 35:59interessam pelos temas do enviário podcast, para que nos
- 36:03envie sugestões de convidados para participar dos nossos
- 36:06episódios. Que indiquem pessoas que tenham
- 36:08relação com qualquer área da agricultura.
- 36:11E uma das formas que nós temos de receber essas indicações e
- 36:14através do e-mail OE mail vai passar na tela para vocês se
- 36:19chama hello@wisenerix.com.br. Fiquem à vontade para indicar
- 36:24profissionais que vocês gostariam de ver por aqui, para
- 36:27que nós possamos ampliar o nosso material e também a nossa rede
- 36:31de Contatos. Nós ficaremos muito felizes com
- 36:34as indicações de vocês. Muito obrigada.