Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / Dra. Leilane Rocha: Insetos na Alimentação das Aves | Ep. 45
Transcript
- 0:00Quando a gente fala ingrediente da moda, a gente tem que
- 0:02entender o seguinte, é, é o lafarinha que seta é o principal
- 0:06justificativa dela é o que essa essa, esse funcionamento
- 0:10circular nesse reaproveitamento de resíduos que não seriam
- 0:14utilizados e que vão poder ser utilizados na alimentação de
- 0:17mão. Bem-vindos ao podcast, o
- 0:23aviário, as mentes mais brilhantes da agricultura no seu
- 0:26bolso. O podcast o aviário só é
- 0:32possível através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam
- 0:36a educação continuada na avicultura brasileira.
- 0:39American nutrientes, solução é o nosso compromisso.
- 0:42Olá, pessoal, sejam todos muito bem-vindos.
- 0:45Mais um episódio do nosso podcast, o aviário.
- 0:48E hoje nós vamos ter aqui o prazer de receber a professora
- 0:51Leilane rocha, da Universidade Federal do Piauí, vai ter uma
- 0:54conversa bem interessante com a gente aqui sobre é os.
- 0:58Insetos, a alimentação de aves. Vamos ver, vamos explorar esse
- 1:02assunto que né tá tão em voga ultimamente.
- 1:04E a professora Adriana vai dar umas dicas pra gente em relação
- 1:07a esse tópico. Primeiro Leila te agradecer pela
- 1:10presença muito legal te rever, né?
- 1:12Fomos, tivemos aí a mesma. Quer dizer, não fomos
- 1:16contemporâneos, né? Mas nós somos filhos da mesma
- 1:18universidade, é é na Unesp, né? De Jaboticabal, a quem eu já
- 1:23aproveito aqui a pra mandar um abraço pros meus amigos lá da
- 1:26Unesp, né? EEE também né elogiar o
- 1:30excelente trabalho, né? Na parte de ciência, né todo.
- 1:34Em todas as áreas, aí, Zootecnia na medicina veterinária que essa
- 1:37universidade presta pra pro Brasil?
- 1:40Bora, Elaine, vou deixar você fazer suas considerações.
- 1:42É iniciais pra depois eu te apresentar.
- 1:46Bem, eu estou muito satisfeita em estar aqui hoje, não é com
- 1:49você, café, como você falou, nós somos irmãos científicos, né?
- 1:53Filhos é a mesma mãe aí da da nilva, né?
- 1:56Uma grande cientista, uma grande pesquisadora que contribuiu
- 1:59tanto na formação de vários profissionais da agricultura,
- 2:03né? Ela tem muito a agradecer AA
- 2:06ela, né? Ela tem, ela tem contribuído
- 2:08bastante com a agricultura, né? E hoje está aqui para falar com
- 2:11você de um assunto que é tão como você falou que está tão em
- 2:15evidência, né, mas que ainda tem.
- 2:17De ser alguns preconceitos. É uma satisfação e uma Alegria
- 2:21muito grande, então só tenho agradecer o convite, não é?
- 2:24E espero que a gente possa estar tendo um bate-papo legal aí
- 2:27sobre o assunto. Bom dia, ditão.
- 2:29A professora Leilane rocha, ela é médica veterinária formada
- 2:32pela Universidade Federal do Piauí, fez o seu mestrado na
- 2:35Universidade Federal da Paraíba e depois o doutorado na Unesp
- 2:39Jaboticabal. Conforme ela já relatou aqui,
- 2:41né? Ela Foi orientada a professora
- 2:43nilva. Eu também fui orientada.
- 2:45Professora new, e a gente já prevê está aqui, nilva, para
- 2:47mandar um grande abraço pra você e você sabe que você é muito
- 2:50querida, ô, ô, leiliane, eu tô propondo a gente fazer a
- 2:52seguinte roteiro, vamos dividir o nosso?
- 2:54Nossa conversa aqui em 3 grandes blocos, o primeiro a gente pode
- 2:57falar, certo você contar essa história para a gente.
- 3:00Você é uma pesquisadora, não é com, né?
- 3:02Já conhece muita coisa de agricultura.
- 3:04Como que se foi levada para essa área?
- 3:06Como um inseto entrou na sua vida?
- 3:08Eu acho legal você você contar um pouco disso até pra gente
- 3:11tentar quebrar alguns preconceitos que tem esse tema.
- 3:15O segundo bloco a gente pode fazer uma coisa mais, de falar
- 3:17um pouco, né, dessa questão da moda, né?
- 3:21A gente sabe que a agricultura, tempos em tempos, tem algumas
- 3:23modas que entram e sai, vão tentar você.
- 3:26Que explicar pra gente que isso não é simplesmente mais uma moda
- 3:29e falar um pouco do conceito mesmo de como isso entra na
- 3:32nutrição? Como isso vai, né?
- 3:34Conversar? Em termos de entregar algum
- 3:37resultado para a melhoria do desempenho das aves, né?
- 3:40E no EEE, no final vou falar um pouquinho de legislação, falar
- 3:43um pouquinho dos detalhes da produção é de como que se
- 3:46comercializa. Isso que se se, se isso lá fora
- 3:50do do país, em outros outros países têm sido explorado,
- 3:54enfim, dá um pouco mais de de detalhes da produção, mesmo
- 3:57desse dessa, vamos dizer desse alimento, né?
- 4:01É então, vamos lá, já de de cara, aí eu te lanço.
- 4:04A pergunta é, como que o inseto, né?
- 4:07Entrou na sua vida? Então, certo, entrou na minha
- 4:10vida e já devia dar um na minha vida há um bom tempo, né?
- 4:13Ele entrou em 2017 através até de uma outra conterrânea ou
- 4:16contemporânea da Unesp, né? Que foi a Vanessa Carla, né?
- 4:20Ela também estudou lá na Unesp. Ela me procurou porque ela deu
- 4:24uma com voz doutorado na Embrapa, em em panaíba né que eu
- 4:28sou aqui do Piauí? E aí ela queria alguém aqui do
- 4:31Piauí para poder trabalhar com ela, que ela estava com um
- 4:33grande projeto lá com a doutora Janaína, que para que também foi
- 4:38da honestina e eles estavam trabalhando com vários insetos
- 4:42na alimentação de peixes e. O responde, doutorado lá na
- 4:46parte de aves, mais a estrutura da Embrapa em parnaí para mais
- 4:50em termos de de de piscicultura, né?
- 4:54E aquicultura? E aí a gente entrou nessa
- 4:56parceria para a produção, né? Ela, eles produziam o CEP lá na
- 5:00Embrapa e a gente fazia os experimentos lá em Mogi.
- 5:04Jesus, na época, ainda estava em Bom Jesus.
- 5:06Hoje eu já estou em Teresina, né?
- 5:08O campus na sede, mas aí a gente começa a fazer esses
- 5:11experimentos na época, né? Elas elas me relatavam muito,
- 5:15né? Sobre a questão da produção,
- 5:16porque elas que produziu os insetos, né?
- 5:19Você perguntava assim que tinha muita dificuldade, que às vezes
- 5:22perdia, daí que demorava daí que não conseguia produzir uma
- 5:26quantidade suficiente. Eu pensei assim, eu digo, só vou
- 5:29fazer esse trabalho com ela mesmo, mas eu acho que não é uma
- 5:32área que vai que vai me interessar tanto assim, né?
- 5:36Porque? Como tem essa dificuldade toda
- 5:40na produção? Mas aí o que que acontece logo
- 5:43após a gente? Eu não tinha nem finalizado os
- 5:45projetos, né? Os trabalhos Por Ela com eles,
- 5:48com essa parceria com a Embrapa, aí veio AA professora Luciana
- 5:52Barbosa, né que é da da biologia, da doutora em
- 5:55entomologia, né? Formada pela pela UFVEO,
- 5:58professor estéreo da guiazotecnista, né?
- 6:01Formado pela pela rural de Pernambuco, né?
- 6:04Enviaram essa ideia porque que a gente não produz aqui, né?
- 6:07A gente tem toda essa estrutura pra gente produzir, pra gente
- 6:10testar. Várias, várias formas, não é o
- 6:14inseto os os produtos da inseto, não é?
- 6:17E ai ai eu digo, Ah, então está esse negócio está me
- 6:20perseguindo, não é? Então vamos que eu vou, que eu
- 6:22vou trabalhar com isso e aí? De lá para cá a gente já está,
- 6:27né? Há vários anos produzindo esses
- 6:29esses a nossa produção maior lá em com Jesus é do denébio, né?
- 6:34Mas a gente. Vê várias.
- 6:37A gente estuda vários outros insetos, tem o grupo da, da
- 6:39professora Luciana, que é OEP MIB.
- 6:44Da área de produção e nutrição de hábitos suínos.
- 6:48Então hoje a gente está, né? Tem gente daquela época, a gente
- 6:51está produzindo em sede, está fazendo experimento com com,
- 6:54especialmente com benédio, né? Mas a gente fez na época da
- 6:58Embrapa, a gente fez com Ah, ai a larva da mosca, soldado negro
- 7:02e com com grilo, né? Foi até publicado já esse
- 7:06trabalho. Pensando no tenério, né?
- 7:08Porque assim que a gente tem escutado falar muito dele, um
- 7:12pouco de um potencial grande de utilização.
- 7:15Outro dia, eu conversando com uma colega aqui e ela falou que
- 7:18o Dan abril ele crescia a partir de isopor.
- 7:21Eu falei, que diabo é isso? Como né?
- 7:25Um ser vivo pode transformar isopor em proteína, né?
- 7:28Conta um pouco pra gente exatamente dessas
- 7:30potencialidades que que é, que que é, como que assim, em termos
- 7:35nutricionais, como que isso vai entrar, né?
- 7:38Na nutrição de aves, vai ser como fonte de proteína, vai ser
- 7:42como aditivo, ou seja, algumas, né?
- 7:45Propriedades de algumas proteínas desse animal agindo em
- 7:51microbiota, agindo como anti-inflamatório, agindo como
- 7:54antioxidante, seja lá qual ação, né, que há possibilidade, né?
- 7:58Dessas proteínas poderem atuar a favor, né?
- 8:03De melhorar o desempenho de. Como que, como é que você
- 8:06enxerga esse caminho de de de né, dessa matéria-prima, vamos
- 8:11dizer assim, entrar na nutrição de água é.
- 8:13Muito interessante essa questão da da matéria-prima, né?
- 8:17Nós nutricionistas, né? Sempre pensamos o que a gente
- 8:19precisa de fonte, proteína, fonte de energia, né?
- 8:22Pra poder nutrir o animal e afagueia o inseto e entra
- 8:26basicamente como o que conforte de proteína.
- 8:28Então, quando nós, nutricionistas, né dessa área
- 8:31mais focada na produção animal, a gente sempre tende a comparar
- 8:36qualquer. Ingrediente proteico com o nosso
- 8:38ingrediente convencional, que é o fará de soja, né?
- 8:44A gente tem essa tendência. Como você.
- 8:46Você falou no início de achar que é um ingrediente passageiro.
- 8:49Por quê? Porque dificilmente a gente vai
- 8:51conseguir competir com a produção de parar de soja, né?
- 8:56Então, é a questão que a gente tem nessa composição nutricional
- 9:00é não entender como uma competição, né?
- 9:03São ingredientes que eles são são produzidos a partir de
- 9:07insetos. Temos vários insetos, né?
- 9:09Como denérico, a gente já citou tem AA.
- 9:13Lado da música soldado negro e apertem o grilo, né?
- 9:17Tem vários outros insetos que podem ser utilizados na
- 9:20alimentação animal que estão sendo testados, né?
- 9:23Como, como obtendo uma composição nutricional muito
- 9:27boa, né? E aí, o que é que varia?
- 9:29Varia. É justamente essa questão do
- 9:31substrato que esses insetos vão utilizar, então muitos insetos
- 9:37eles têm uma alta capacidade de bioconversão, né?
- 9:40Nesse sentido, não é meio penébilo desse, comentou do
- 9:43tenéreo, mas nesse sentido. Soldado negro, ela é meio que a
- 9:49campeã nesse processo de biocomversão, né?
- 9:51Porque ela transforma, né? Ela tem um ciclo, é.
- 9:54Tem a questão do ciclo do inseto, dependendo do inseto,
- 9:57né? Ele vai ter um ciclo maior ou
- 10:00menor. Então, se eu penso em produtos
- 10:02animal, eu tenho que pensar o quê?
- 10:04Eu tenho que pensar no ingrediente ciclo rápido que a
- 10:07gente precisa de de de no cliente, né?
- 10:11E aí, o que que acontece? Assim, o que pensar na reunião
- 10:14no incerto que possa ser um simulado e a moça larga da moça
- 10:18que o seu gato negro como fonte de proteína ela é hoje, a que tá
- 10:21sendo mais utilizada, porque porque ela tem um círculo
- 10:24rápido. Ela consegue só para você ter
- 10:28uma ideia, uma mosca, ela consegue colocar aí de de 500 a
- 10:33900 ovos. É, né?
- 10:35E aí, essa fonte proteica, mais especificamente, a gente não vai
- 10:38ter como abordar todos os assuntos relacionados, mas essa
- 10:42fonte proteica, né? Ela pode o quê?
- 10:44Ela vai ter uma excelente perfil proteico, ela vai ter uma
- 10:47excelente perfil de gordura, de ácidos graxos, né?
- 10:52E aí eu tenho, eu tenho, eu vou ter o seu produto, né?
- 10:55Eu tenho é a. Cultura hoje, ela já é uma
- 10:59realidade. Por quê?
- 11:00Porque eu já tenho é produção dos produtos da gsex.
- 11:04Eu não tenho só mais, é é, não é só ao inseto.
- 11:08A farinha do inseto, a Lava, né? Desidratada, não, eu já tenho
- 11:11uma cadeia assim formada é originando, é originando da
- 11:17Edson, produtos ou coprodutos na verdade, né, dê-se desse inseto,
- 11:21né? Então outro substrato, né?
- 11:24Respondendo a mais especificamente a pergunta por
- 11:26substrato. Ele é muito variado, dependeu do
- 11:29incerto, né? Então o tenev, por exemplo, ele
- 11:33pode a égua e o inseto, ele pode consumir várias coisas e
- 11:36converter, né? Essa, essa produção só que eu
- 11:39tenebre, ele tem uma certa dificuldade, né?
- 11:41Porque porque ele precisa de um tempo maior, quando você fornece
- 11:47um substrato, geralmente o principal substrato do tenébrio
- 11:51é a ração de frão, é a ração de é de rabos de poebedeiras, né?
- 11:55E é ração é o que fornece o máximo desempenho do tenébio,
- 11:59certo? Então é meio que.
- 12:02Com frango, né? Se eu penso que o denep tem uma
- 12:05conversão parecida, eles têm uma conversa limitada.
- 12:07Até parecida, né? Sabe o que que acontece?
- 12:10Ele pode, né? Crescer em vários abstratos, né?
- 12:14Como você deu um exemplo aí? E aí, o que que a gente tem que
- 12:16avaliar nesses vários substratos é a qualidade, né?
- 12:21É o que é o tempo de de criação desse inseto, porque ele
- 12:24aumenta, ele vai aumentar, né? E também os resíduos que ficam
- 12:30no inseto, né? O caso da música soldado negro,
- 12:37né? Que é que a Lava?
- 12:38Ela tem, até tem relatos, né? Tem relatos, não tem
- 12:41experimentos, não é? Tem artigos científicos que
- 12:43mostram que ela se tivesse uma dela no substrato que ela está
- 12:48ingerindo, ela não se multiplica dentro do do trato
- 12:52gastrointestinal, do ta da da, da larva, né?
- 12:56Então tem muita coisa sobre sobre farinha, exceto muito
- 12:59valor agregado a esses produtos que podem ser utilizados na.
- 13:04Alimentação é desses animais. E pelo que você está falando, o
- 13:08subproduto que ela que ela produz ali na produção da larva,
- 13:12né? Que vai ser usada na alimentação
- 13:14animal? O próprio produto já tem também
- 13:17uma utilização. Quer dizer, é questão de
- 13:19sustentabilidade, né? Dessa desse tipo de abordagem é
- 13:23altíssima, né? Porque praticamente o subproduto
- 13:26que ele, jovem não é poluente, ele vai ter outra função, né?
- 13:29Dentro de de outras possibilidades de exploração,
- 13:32não é isso. Exato.
- 13:34De porque, AAA grande vantagem está porque que hoje é a gente
- 13:40hoje a gente sabe que no mundo já existem várias empresas, né?
- 13:44Que são chamadas de fazendas de inseto, mas já tem várias
- 13:46empresas com uma alta tecnologia produzindo Lava, né?
- 13:50Principalmente a Lava da mosca, o soldado negro da empresa da
- 13:53Holanda tem 1 MB empresa se instalando nos Estados Unidos.
- 13:57Tem na França, né? No Brasil nós temos várias
- 13:59empresas também com esse potencial já estabelecido, né,
- 14:03com alta produção, né? Da Holanda, por exemplo, da
- 14:05empresa que já produz 20000 t. Por é por ano, não é?
- 14:11Então dessa vítima, toneladas no Brasil, tem empresa que produz
- 14:14100 t por mês, né? Então já temos uma produção
- 14:18escalonada. Por quê?
- 14:19Porque já existe, né? No mercado é, principalmente
- 14:22falando do mercado, a vivo, né? Tem um mercado de vários
- 14:25trabalhos para esses animais, mas tem um mercado agrícola
- 14:28também, principalmente nessa questão da da da vida, é livre
- 14:32da Cave orgânica do do, do ovo, né que é cria, é sempre.
- 14:39Essa, essa, essas exigências. Mais específicas, então elas são
- 14:42utilizadas para para alimentação dessas aves.
- 14:45Só pra você ter uma ideia do Reino Unido, né?
- 14:47Essa essa pegada da sustentabilidade, da reciclagem
- 14:51dos nutrientes, ela é tão importante no Reino Unido, agora
- 14:53eles estão com um ovo chamado ovo carbono neutro, né?
- 14:57Que é o que? Que é um ovo de carne caipira
- 14:59onde não tem nenhuma fonte de de proteína de origem vegetal, só
- 15:03as larvas de de 20 insetos, né? Então, é uma pegada bem bem, bem
- 15:10de sustentabilidade mesmo, e aí você vai ter o quê?
- 15:12Todos esses quesitos sendo utilizados e no final da cadeia,
- 15:16sendo transformados em adubo? Então eu, eu resíduo que quer
- 15:23comercializado, então não tem resíduos sendo comercializado
- 15:25mais caro, mais barato, depende do que do foco ali, da da da
- 15:29comercialização. Ô Ivana, assim, só pra reforçar
- 15:33isso, que eu acho que tem uma importância adicional
- 15:35relativamente gigante. Quer dizer, a composição da
- 15:38larva depende muito do substrato que ela tá crescendo.
- 15:41Então assim, em alguns casos, né?
- 15:42Não é a larva, ela não pode ser, vamos dizer, ela tem que ser.
- 15:46Ela tem que ser tratada de acordo com a origem do substrato
- 15:49que ela está sendo criada, porque talvez a composição vamos
- 15:52dizer dessa proteína ou ou desse material, né?
- 15:56Vai diferenciar muito? De acordo com o que?
- 15:59E obviamente, que você já explicou.
- 16:01Obviamente que essas empresas que estão produzindo isso vão
- 16:03botar substratos onde tem uma, né?
- 16:05Uma onde é uma maior concentração de nutrientes por
- 16:07ciclo serrápico que eu tô produzindo ali proteína, né?
- 16:10Então, mas assim, essa variação ela chega a ser importante em
- 16:14relação AA composição, né, do produto e.
- 16:18Em relação ao substrato que ele que ele tá crescendo é muito.
- 16:21Interessante essa pergunta, porque assim a variação
- 16:24substrato vai variar, o perfil nutricional vai vai variar o
- 16:28perfil nutricional, mas ele tem 11.
- 16:30Impacto é maior na no perfil de outros compostos que a gente nem
- 16:36se tem. Comentava tanto, né?
- 16:37Porque o que que a gente sabe, né?
- 16:39Todas as Farias. Música, soldado negro, benéfico,
- 16:43grilo. Eles têm um alto derrotado.
- 16:45Então o que que eles são ingredientes, fotos de proteína,
- 16:48certo? Essa proteína tão alta que se
- 16:51menciona. Ela é uma proteína totalmente
- 16:54aproveitada pelo animal, depende, porque aí eu vou abrir
- 16:57um parêntese meio científico aqui eu sei que é um podcast
- 17:00mais, mas é importante a gente mencionar a proteína, ela é
- 17:04mensurada a partir de que é a parte da análise da nitrogênio.
- 17:07Então o que que a gente faz para estimar a proteína?
- 17:09A gente multiplica, 6,25, que é um fator de correção.
- 17:14Referente ao teor de nitrogênio que tem na maioria das
- 17:16proteínas. E a gente multiplica esses 25 +
- 17:1919 nitrogênio, o que que acontece com os insetos, os
- 17:22insetos? Eles têm quitina, né?
- 17:24E essa quitima ela não É Ela é um carboidrato que tem
- 17:28nitrogênio. Então, o que que a gente tem que
- 17:31também levar em consideração? A gente tem que fazer essa
- 17:34correção para aves, isso não é um problema muito grande.
- 17:38Por quê? Porque a gente não formula com
- 17:39base na proteína bruta, é a gente já tem trabalhos mostrando
- 17:43o valor dos aminoácidos, da credibilidade da dos
- 17:47aminoácidos, ela varia aí de 60 a 95%, dependendo do aminoácido.
- 17:52Idade muito boa e também, lógico, vai depender do tipo de
- 17:56do tipo de inseto, né? Mas para, para consumo, por
- 18:00exemplo, é importante a gente fazer essa correção, porque o
- 18:04fator de correção da do inseto, ele varia, é, por exemplo, na da
- 18:10Lava da música, sou dado negro, do tenebrio, em torno de 4 a 5,
- 18:14não é 6,25, então isso vai alterar o valor de proteína,
- 18:18porque aquela aquele nitrogênio que está na lactina ele não é
- 18:22proteico. Óbvio e bem importante é se
- 18:25você. Se o animal ingere é, é essa
- 18:27quitina é ave. Por exemplo, ela tigere 30%
- 18:31dessa quitina é o ser humano, ele conta, ele consegue, ele tem
- 18:35que tirar se no estômago, né? Esse negócio de ele vai ser útil
- 18:38para a síntese, diagnóstico não essenciais, mas a gente precisa
- 18:42é é corrigir em alguns momentos esse valor real de proteína,
- 18:46porque às vezes você acha é principalmente para agrido, você
- 18:49acha uma variação de 38 a 70% de proteína?
- 18:54Então tem que olhar qual foi a metodologia realmente que foi
- 18:57utilizada, né? Porque os insetos, eles vão ter
- 19:00aí de 76 até 18% de quitina dependente do inseto, então essa
- 19:06quantidade quidina afeda também a quantidade de nitrogênio.
- 19:09É importante a gente corrigir, então essa composição, ela
- 19:12varia-se em função substrato, mas o que a gente tem é como
- 19:16ingrediente proteico. Isso vai ser elevado em
- 19:19consideração no momento em que é comercializado o ingrediente,
- 19:23ele vai ter que sair com a composição nutricional e.
- 19:26Qual substrato foi utilizado? Agora, o que varia mais vai ser
- 19:30o que vai ser em questão de dos potenciais.
- 19:34É, é funcionais desse alimento, né?
- 19:37Por que que eu não cantei tanto? E aí fiquei realmente é mais
- 19:42apaixonada ainda pela farinha de inseto, né?
- 19:44Porque ele, ele é um ingrediente proteico, ele não vai competir,
- 19:48né? É com com a com o Varela de
- 19:50soja, mas ele é uma, ele tem uma visão de sustentabilidade maior
- 19:54e de acordo com a Val, a gente precisa produzir muito alimento
- 19:58que a população, ela vai chegar. Mais de 9 bilhões até 2050.
- 20:02Então a gente tem que produzir alimento de todas as formas, não
- 20:05é porque vai para não faltar alimento para para a população e
- 20:10com isso, né? A gente tem o avalian incerto
- 20:13como fonte de proteína, mais os trabalhos que estão saindo
- 20:16agora. Recentemente, 2022, 2023.
- 20:19A gente está tendo ele como alimento funcional, né?
- 20:22Por exemplo, eu nunca viu nem imaginava que a farinha de
- 20:25inseto IA ter composto fenólico, né?
- 20:28Perfil antioxidante. Eles têm, né?
- 20:32Porque porque deveremos substrato que ele está
- 20:34ingerindo? Nós vamos ter alguns compostos
- 20:36menores, como qcetina até mesmo tanino.
- 20:39Eles ficam, tá certo, né? E esses compostos fenólicos,
- 20:42eles acabam tendo que um efeito, né?
- 20:45Um efeito agentivo, um efeito funcional, né?
- 20:47Um efeito no Brasil te compara o animal, né?
- 20:50E além disso, eles têm um mau perfil de ácido grátis e ácidos
- 20:55grátis. Eles são incorporados na carcaça
- 20:57do animal, né? Eles também têm, por exemplo, AA
- 21:00rosca salgada negra. Eu olho nela e quis minhas Lauro
- 21:05masto Lauro tem um potencial anti-necrobiano, né?
- 21:09Então ele é são. São composições, né, de dessas
- 21:14farinhas, desses insetos que não só trazem o benefício
- 21:19nutricional, mas como também o benefício funcional.
- 21:23EAE é isso que realmente encanta, né?
- 21:25É. É exatamente isso que eu IA
- 21:27perguntar se teria alguma função além de nutricional, alguma
- 21:30coisa de aditivo sobre microfone, microbiota, sobre e
- 21:34pelo que você está falando? Talvez a gente vai avançar um
- 21:36pouco mais nisso, porque é uma proteína totalmente diferente de
- 21:39uma proteína vegetal, né? Às vezes, conforme você já
- 21:42explicou muito bem, aí nós vamos identificar até outros elementos
- 21:45que até agora não foram identificados e que vão ter uma
- 21:48complementação, né? Em termos assim, é ali no.
- 21:52Né? No No, no.
- 21:54Na formulação, exatamente para dar algum tipo de de vantagem,
- 21:58né? Para usar como você falou, eu
- 22:00usar soja e uso uma percentagem menor dessa coisa que vai às
- 22:03vezes vai, né? Vai ter uma pegada ali de de,
- 22:06sei lá de aditivo, que vai dar algum tipo de melhoria No No
- 22:09trato digestório, aumentar a absorção de nutrientes, et
- 22:12cetera, sem falar também que a gente pode usar algumas enzimas,
- 22:16né? Desenvolver algumas enzimas para
- 22:17melhorar a utilização desse próprio produto.
- 22:20Quer dizer, eu acho muito legal esse depoimento seu, o leilão,
- 22:24porque. Assim, as modas vêm e às vezes,
- 22:28às vezes, principalmente, né? As pessoas que já estão há mais
- 22:31tempo na agricultura, às vezes ela, aquelas pessoas, elas
- 22:34fecham a porta pra aquela oportunidade.
- 22:36Ah, isso daí não vai dar em nada, né?
- 22:38E é importante, é. Eu acho que é muito legal essa
- 22:40contribuição que você está dando aqui para o nosso público, de
- 22:43mostrar gente. Vamos ver, vamos avaliar isso um
- 22:45pouco melhor que talvez aqui. Tem uma oportunidade
- 22:48interessante. Você acabou de falar, aí o ciclo
- 22:51é menor do que uma plantação de só eu.
- 22:53De repente eu vou ter fazendas de insetos que vão ter em termos
- 22:57de volume, competir, aí sim, competir na escala, no preço
- 23:00certo com a soja ou com outra fonte proteica, sem falar nessas
- 23:04possíveis vantagens que a ciência às vezes vai
- 23:06disponibilizar, né? Então, muito legal a gente
- 23:08abrir, né? Vamos dizer o nosso ambiente pra
- 23:11essas possibilidades. Isso dá isso, né?
- 23:15A função da academia é exatamente isso.
- 23:17Até te parabenizo você até puxado essa, né?
- 23:20Essa linha de pesquisa e vamos ver.
- 23:23Vamos de repente, a gente acha mais produtos, como sempre
- 23:26colocou aí alguns, né? Mais produtos que vão ter aí,
- 23:29fatores que vão melhorar, né? A digestibilidade que vão
- 23:32melhorar a condição intestinal, a saúde intestinal EE vai
- 23:36possibilitar às vezes, um ganho maior pra, né, para as aves,
- 23:39para as poedeiras, pros frangos, para as matrizes, et.
- 23:41Cetera, interessante é que quando a gente fala ingrediente
- 23:44da moda pra gente. A farinha de seta é o principal
- 23:49justificativa dela é o que que é essa, essa, esse funcionamento,
- 23:53circular nesse reaproveitamento de resíduos que não seriam
- 23:57utilizados e que vão poder ser utilizados na alimentação
- 23:59animal, né? E aí, o que que acontece se a
- 24:02gente pensar em moda? A gente quebra essa teoria
- 24:06porque, porque a sustentabilidade não é moda, é
- 24:08uma necessidade, né? Então a gente tem que cumprir os
- 24:11objetivos da ordem dos 17 objetivos da UDSEA gente precisa
- 24:15trabalhar com os conceitos dos 3 r 5. 8 és na verdade que já
- 24:19existem, né? Então, é não vai ser moda porque
- 24:22esses outros fatores envolvidos na produção desse alimento eles
- 24:26não, eles são reais, né? Eles são necessários.
- 24:29Então é. É bem.
- 24:31É bem importante a gente frisar que eu eu tenho quase certeza,
- 24:34acredito que a mente que não é que não vai passar, que vai
- 24:37ficar realmente. Veio para ficar, né?
- 24:40Elano queria que você explorasse um pouquinho também, né?
- 24:43Acho que a maioria das pessoas desconhecem essa área, né?
- 24:46Em questão da legislação, que que o né, que que que o nosso
- 24:50Ministério tem feito? Regular um pouco da produção
- 24:53desses, né? Dessas farinhas e um pouquinho,
- 24:55os detalhes de produção, você acabou de falar aí das fazendas
- 24:58de insetos, não é como? Basicamente, isso funcionaria em
- 25:01termos de grande escala. Como que, enfim, você já falou
- 25:05aí que tem alguns insetos que já falou de 3 aí que são um
- 25:08potencial maior? É como é que assim dá um pouco
- 25:11de detalhes essa parte da produção, enfim, desse alimento,
- 25:14a segurança é, vamos dizer, a biosseguridade, né?
- 25:19A segurança sanitária desses produtos e passa por algum
- 25:22tratamento térmico ou se tem alguma possibilidade de
- 25:24contaminação, e a? Questão da legislação mesmo, né?
- 25:27Pra pra quem for adquirir esse produto ou começar a pensar em
- 25:30produzir isso, o que que ele tem que se ater?
- 25:33Nesse sentido, né? O Ministério da agricultura, ele
- 25:36lançou agora em junho, o observou número 33 do tipo a,
- 25:40onde ele estabelece o quê? Onde ele estabelece as normas,
- 25:43né? Pra registro EEE registro de
- 25:48fiscalização. Dos estabelecimentos que
- 25:51produzem, processam esses insetos para alimentação animal,
- 25:55né? Então, lá nessa, nessa, nesse
- 25:58ofício, né? Tem várias recomendações dessa.
- 26:02Se eu for falar, né? Pro dia até tem um professor de
- 26:05vou mencionar aqui o nome dele, que ele é o andar de referência
- 26:07na área de retomacultura, né? De divulgação do mensais ao
- 26:10professor Diego Costa, né lá da UFMG, né?
- 26:13EE ele só pra falar um pedacinho assim.
- 26:16Na legislação, eles passaram quase 2 horas falando sobre
- 26:19isso, então não vou mencionar todos os aspectos da legislação.
- 26:23Porque se não, a gente não tem, né?
- 26:25Novos podcasts ele é, ele é um pouquinho, senão a gente não
- 26:28termina, né? Mas o que que, o que que tem de
- 26:30interessante nessa resolução? É, é importante lembrar que
- 26:35todos os princípios para a produção de alimentos a tipo
- 26:38HPCC bops, né? Registo, tudo isso é necessário
- 26:44nessas nessas, nessas instalações, nessas, nessas
- 26:48fazendas, né? Nessas transformadores, né?
- 26:50Mas é o que chama mais atenção, é o que que a gente pode
- 26:53utilizar para criar esse inseto. Quais são os substratos, né?
- 26:57Então tem substrato. Resíduo da indústria alimentar é
- 27:02tanto, tanto o animal como vegetal, restos de frutas,
- 27:05verduras, né? Qual é o cuidado que se tem que
- 27:08ter? O mesmo cuidado sanitário
- 27:10microbiológico, né? A gente tem que ter essa
- 27:12inalcuidade dos ingredientes. Agora, o que que é proibido?
- 27:16Não é proibido, fezes não é proibido, chorume não é não é
- 27:20desculpa, não é permitido, né? Ele não é permitido, fez não é
- 27:25permitido chorum e não é permitido ingredientes Cruz, por
- 27:28exemplo, se os resíduos de abatedouro a gente não pode
- 27:31utilizar isso como alimento. Os insetos, né?
- 27:35Como alimento para os insetos, né?
- 27:36Eu tenho que processar, pode ser a farinha da farinha, do sangue,
- 27:40a farinha de de vísceras, isso aí eu posso, mas o resíduo cru
- 27:43eu não posso e o que chama mais atenção assim é porque, por
- 27:47exemplo, até a gente trabalhou com com cama de aviário
- 27:51nacionais. Até aprovamos um projeto aqui na
- 27:53fundação, quero que é reciclagem de nutrientes.
- 27:55O nome do projeto, então o que que a gente faz e a gente pegava
- 27:57a cama do aviário, da galinha, criava o denébio, né?
- 28:02E depois as bébrio voltava para alimentar.
- 28:04Do animal e depois até o recibo do denec também IA vai ser
- 28:09testado com com o adubo, né? Que já existe essa, essa
- 28:12comercialização, né? Litorar a reciclagem dos
- 28:15nutrientes. É isso que é importante Na Na
- 28:16economia circular. E aí, o que que acontece é na a
- 28:21resolução, que já também existia na resolução europeia.
- 28:25Ele fala que não pode fezes, mas do que é permitido, ele fala que
- 28:28é permitido resíduos orgânicos, né?
- 28:31É oriundos que não dominantes, então as a cama de frango, ela é
- 28:35um resíduo orgânico oriundo de não dominante, mas lá não.
- 28:39No proibido, as fés não são, não são permitidas.
- 28:42Então é. Está um pouquinho confuso,
- 28:44porque tem muito trabalho falando de cama de aviário.
- 28:47Muitos produtores usavam a cama de aviário como fonte de
- 28:51reciclagem dos nutrientes para para os insetos, né?
- 28:54E aí, na desolução, não, não traz isso, né?
- 28:57Um aspecto importante da resolução é não pode, né?
- 29:01Não pode ser fornecido o inseto vivo, né?
- 29:05Você dorme viva me perguntando sobre a questão do
- 29:07processamento, né? Então esse inseto, ele precisa
- 29:10ser processado termicamente, ele precisa, assim como qualquer
- 29:14outro ingrediente de origem animal, ele precisa ter todo.
- 29:18Cumprir todos aqueles requisitos de inocuidade, sanidade,
- 29:21sanidade, né? E uma farinha de carne precisa
- 29:23que uma farinha de mísceras precisa?
- 29:25Então, todos esses critérios eles são necessários, né?
- 29:28Que sejam cumpridos e nesse sentido a gente não pode
- 29:31fornecer. Alimentação do animal tem vários
- 29:37outros aspectos nessa nesse ofício, mas mas eu nem é.
- 29:42São muitas coisas que a gente não.
- 29:46Não, não tem tempo para abordar tudo.
- 29:48É, eu acho muito legal, Leona. Eu acho que é.
- 29:52É. Você traz um recado aí para, né?
- 29:54Para abrir uma oportunidade para as pessoas começarem a enxergar
- 29:57isso que você falou muito certo. Sustentabilidade veio para
- 30:00ficar, é isso, já não é mais, né?
- 30:03Uma questão de vantagem competitiva é uma obrigação.
- 30:06Acho que isso vai para fazer parte de todas as cadeias
- 30:10produtivas, os animais, as vegetais e tudo mais.
- 30:13É como vivemos num outro mundo, a nossa responsabilidade aqui.
- 30:18Né? Passou a ser muito, é maior
- 30:21nesse de entregar para as futuras gerações, né?
- 30:24É um planeta certo, melhor do que a gente está recebendo,
- 30:28então é, é, eu concordo plenamente com você e a gente
- 30:31tem que estar aberto a todas as oportunidades, falou que é uma
- 30:34economia circular, é a oportunidade de reciclar
- 30:37nutrientes. A gente tem obrigação de prestar
- 30:40atenção nessas tecnologias, porque isso não é faz parte do
- 30:44dos processos. American nutrientes, entregando
- 30:48soluções tecnológicas para o bem-estar e segurança humana e
- 30:51animal desde 2007, alicerçados ao conceito one health, os
- 30:55produtos e a inovação da American nutrientes contribuem
- 30:59para a saúde humana, o bem-estar animal e a preservação do meio
- 31:02ambiente. Realmente muito legal, a gente
- 31:07caminhando para o fim aqui do nosso episódio.
- 31:11A gente tem uma tradição, Leila, no nosso episódio, terminar as
- 31:14nossas entrevistas com 3 perguntas, tá, então eu já vou
- 31:17mandar a primeira aqui. Qual é o seu livro favorito
- 31:21relacionado à agricultura? Eu sei que.
- 31:23Normalmente livro, né? É uma coisa que hoje é, não é
- 31:27uma coisa tão é a realidade como era, né?
- 31:29No passado? Mas assim, de qualquer jeito,
- 31:31você tem algum livro na agricultura que assim que você
- 31:35gosta de indicar que você gosta, enfim, que é uma referência pra
- 31:37você? Para mim, é nutrição de
- 31:40nãominantes, não é? Então é é o.
- 31:43É o meu livro de maior deferência.
- 31:45Eu tenho ele aqui. Ele fica geralmente do lado eu
- 31:47nem boto no armário, né? Porque a hoje as pessoas nem
- 31:51usam tanto mais livro, mas eu boto meus aulas aqui para usar,
- 31:54porque AA leitura engrandece muito.
- 31:57Quando a gente pega para o computador, a gente tem a
- 31:58tendência a fazer aquela leitura dinâmica, daí muito rápido e aí,
- 32:03mas assim é lá com o meu livro, o mesmo de de cabeceira, é o
- 32:06nutrição de nãominantes, agora se envolve com o livro que me
- 32:08encantou se eu puder falar doido né?
- 32:11O livro assim que me encantou, que eu fiquei apaixonada quando
- 32:14eu ligo Davi cultura foi o fisiologia da incubação da
- 32:18Vanessa Mitchell. A Universidade Federal da Bahia,
- 32:21né? Acho que Mandela foi daí também,
- 32:23não? Não me lembro se Ela Foi daí,
- 32:25né? Mas não, não.
- 32:26Vanessa esteve aqui só em palestra, né?
- 32:28Queridíssima durante a gosta muito dela.
- 32:30Tem uma vinculação ótima com a gente.
- 32:32A gente aproveita para mandar um abraço para Vanessa.
- 32:35Essa parte de incubação, ela se tornou uma referência, né?
- 32:37No Brasil e no mundo, né? Legal.
- 32:40Quando eu vi, eu fiquei assim encantada, né?
- 32:43Foi o livro. Assim, o livro que que eu me
- 32:45apaixonei, né? Mas o meu livro, que é, não é
- 32:48minha área, né? Mas o livro que eu me apaixonei
- 32:49foi a que minha vida. Pela naúda pergunta, agora
- 32:52esquece a agricultura, qual o seu livro favorito?
- 32:54Um livro que você leu no passado ou tá lendo no presente?
- 32:57Isso é uma coisa que venha na sua cabeça, faz uma indicação
- 33:00literária aí para os nossos, a que acompanha os nossos colegas
- 33:03que nos acompanha aí nos nossos episódios.
- 33:05Café é muito interessante essa questão de livro favorito, né?
- 33:08Não é a questão do favorito depois que você tem filho,
- 33:12algumas leituras, elas acabam sendo obrigatórias, né?
- 33:16Então assim, meu meu livro favorito hoje é comunicação não
- 33:20violenta de Marte ou Rosenberg. Daí ele não serve só pra.
- 33:25Pra o que eu pra o meu objetivo inicial, quando eu procurei o
- 33:28livro, né? Que seria ajudar na criação dos
- 33:30meus filhos, mas ele serve para nossa convivência realmente
- 33:32diária, né? Nós estamos muito acelerados, a
- 33:35gente está muito é, é afoito, né?
- 33:38E a gente muitas vezes tem, tem presta atenção aqui, as nossas
- 33:41palavras, elas, a gente não é, é, é.
- 33:45Homem magoando alguém e a gente nem percebe, nem então a
- 33:48comunicação violenta são várias formas de você se expressa,
- 33:52expressa a mesma coisa, né? De uma forma diferente.
- 33:55Essa área é muito legal mesmo. Essa área é muito legal, eles
- 33:59ajudam a gente entender como é que esse mundo complicado que a
- 34:01gente vive pode ser melhorado. Aí através, né?
- 34:04De comunicar é importante, né? Fazemos isso que acabou de dar
- 34:07um exemplo melhor, né? É você criando você.
- 34:10Eles. Você tem que ter essa
- 34:11preocupação de como, né? Você vai explicar pra essa
- 34:14moçada de hoje aí como tudo funciona, né?
- 34:17É um super desafio e a última pergunta, Leila, é que, na sua
- 34:21opinião, o que diferencia um profissional da agricultura de
- 34:24sucesso, né? Que que o profissional tem que
- 34:26ter certo Pra Ele alcançar o sucesso, né?
- 34:28É assim que, como é que você enxerga esse profissional de
- 34:31sucesso? Olha, eu acho que essas são
- 34:35perfis, né? Até a gente são coisas bem
- 34:39comuns mesmo, né? Eu acho que resiliência.
- 34:41Determinação, vontade de aprender, né?
- 34:45Tem que ter um inglês hoje em dia.
- 34:46Ninguém sobrevive sem o inglês hoje, né?
- 34:49Mas assim, eu acho que determinação EEE.
- 34:54Dedicação, né? Dedicação, comprometimento,
- 34:57realmente com aquilo que você está fazendo, porque eu eu fico
- 35:00preocupada, né? Até ontem eu estava comentando
- 35:02com meus alunos da agronomia. Eu estava comentando com os
- 35:07alunos da da. Eu estava na agronomia que
- 35:09também eu estava falando como nós somos responsáveis pela pela
- 35:14nossa segurança, né? Pela segurança alimentar, nós
- 35:17produzimos o alimento, né? E a gente tem toda essa essa
- 35:21responsabilidade. Então a gente tem que ter esse
- 35:23comprometimento em tudo que a gente faz, né?
- 35:26O nosso assunto hoje foi sobre sustentabilidade e nós estamos
- 35:29trabalhando sempre pra promover o que pra que o Google?
- 35:34A população receba na mesa um alimento seguro, então é esse
- 35:38comprometimento pensar que nós nós somos responsáveis por todo
- 35:41o índice. Eu acho que é que é um grande
- 35:44caminho para para o sucesso, sim, na avançar.
- 35:47Elane, de novo, muito obrigado, muito legal te rever.
- 35:50Fazia tempo que a gente, né? Não tinha oportunidade de
- 35:53conversar um pouquinho muito, muito bom te ver que você está
- 35:56entusiasmada e né? Agora mudou para Teresina e está
- 36:00aí trabalhando, sempre aberta e é importante, muito importante a
- 36:04gente ter profissionais que abraçam as causas, né?
- 36:07E você aí fazendo o seu trabalho com seus alunos, né?
- 36:11Fazendo pesquisa, buscando recurso que a nossa vida que a
- 36:14gente acaba gostando de fazer isso e como você acabou de falar
- 36:18e né que o recado que você deu por seus alunos, né?
- 36:20A importância do nosso trabalho, né, no contexto mundial, né?
- 36:24Somos responsáveis por produzir alimentos, né?
- 36:27E no seu caso e no meu também, somos também responsáveis por,
- 36:30né, produzir assim, produzir não, mas levar.
- 36:33Conhecimento, né? Fazer a formação de gente que é
- 36:35tão importante pra esse país. Muito obrigado.
- 36:38Adorei o papo aqui. Tem certeza que o nosso, o nosso
- 36:41episódio vai ser, né? Vai ser acompanhado por várias
- 36:44pessoas que têm interesse nesse assunto.
- 36:46Muito obrigado mesmo e eu deixo aí AA palavra pra você fazer as
- 36:51suas considerações finais e despedi lembrando pessoal, que
- 36:55vocês continuem nos seguindo-nos praticamente toda a semana.
- 36:58Nós temos novos episódios. Deem sugestões de episódios que
- 37:02vocês gostariam, né? Da gente explorar e agradecer a
- 37:06audiência. A gente tem visto vários
- 37:08comentários positivos desse projeto.
- 37:11Podcast e vão continuar levando informação para todos vocês.
- 37:14Obrigado e até o próximo episódio, Leilane.
- 37:16As palavras finais são suas. Café, foi um prazer enorme estar
- 37:20aqui com você hoje, né? Conversando sobre um assunto que
- 37:22eu estou que eu gosto tanto e que eu acho tão importante, né?
- 37:26E saber que as pessoas também estão interessadas, né?
- 37:30E que eu vi e esse canal, né? Podcast uma viário, ele é muito
- 37:34bom, eu te derrubo e alguns podcasts também e ele é muito
- 37:38interessante, então eu só tenho a agradecer, né?
- 37:40E me colocar à disposição. Nessa área, quem quiser entrar
- 37:45em contato também pessoalmente, né?
- 37:46O que é bem fácil por e-mail, né?
- 37:49Então, muito obrigada e estou a disposição, viu?
- 37:53Tchau, tchau gente. Até o próximo episódio.
- 37:55Tchau, tchau.