Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / Dr. José Henrique Stringhini: Dados e Performance Avícola | Ep. 50
Transcript
- 0:00Esses tipos de medidas são importantes, então quanto
- 0:02daquele lote te rendeu? Em termos peso vivo?
- 0:06Em termos peso comercializados, comercializado em termos de
- 0:10cortes, né? Essa conversa entre a batedora e
- 0:13a produção e é extremamente importante, né?
- 0:17Taxas de condenação você trabalha e trabalhou com
- 0:20microtoxinas por muito tempo. Você sabe quantas microtoxinas
- 0:24por doses às vezes que não são absolutamente eu não vou chamar
- 0:28de toxas porque eu acho que seria até até meio meio estranho
- 0:31falar nossa? Muitas vezes causam problemas
- 0:36invisíveis, é ou mesmo aquelas que causam problemas invisíveis,
- 0:40né? A imunodepressão AO Leo uma,
- 0:44digamos, a resposta que impacta a vida inteira do frango.
- 0:47Ele vai até o final, ele vai até a batedouro, vai até o porte e
- 0:50lá, às vezes no corte você vai ver o aumento de contusões,
- 0:53aumento de redução de rendimento, de cortes.
- 0:59Bem-vindos ao podcast, o aviário, as mentes mais
- 1:02brilhantes da agricultura no seu bolso.
- 1:07O podcast o aviário só é possível através do apoio de
- 1:10empresas inovadoras e que apoiam a educação continuada na
- 1:13agricultura brasileira. American nutrientes, solução é o
- 1:17nosso compromisso. American nutrientes, entregando
- 1:22soluções tecnológicas para o bem-estar e segurança humana e
- 1:25animal desde 2007, alicerçados ao conceito one health dos
- 1:29produtos e a inovação da American, nutrientes contribuem
- 1:32para a saúde humana, o bem-estar animal e a preservação do meio
- 1:36ambiente. Bom, bom dia, Henrique.
- 1:44Boa tarde para quem está aí nos acompanhando hoje a gente está
- 1:47aqui com o professor Henrique string, da universidade de
- 1:51Goiás. Um prazer estar aqui contigo.
- 1:55Obrigada por seu tempo. Imagina.
- 1:58Eu que agradeço Beth, 111 satisfação estar aqui contigo e
- 2:01novamente. Falando aí com os seus ouvintes
- 2:05participantes, espero que a gente possa contribuir um
- 2:08pouquinho com eles, com algumas informações importantes.
- 2:11Pelo menos né? Que eles possam me conhecer e
- 2:14quem saber até entrar em contato.
- 2:16Por ambientes, se tiver alguma informação ou quiser uma
- 2:19informação mais precisa. Não, com certeza.
- 2:22Henrique, na verdade, eu acho que OA contribuição que você tem
- 2:26dado para agricultura brasileira é é extremamente importante.
- 2:30E eu lembro que eu te conheci há muitos anos lá em Jaboticabal,
- 2:33onde você trabalhava comigo. Comigo, toxina.
- 2:37E você falava muito em qualidade de grãos, né?
- 2:39O facto de você ter uma formação de engenheiro agrônomo traz uma
- 2:45visão diferente dentro do processo.
- 2:48E eu queria que você falasse um pouquinho, então da tua
- 2:50história, contasse um pouquinho pra gente aí como é que se
- 2:53chegou nesse nesse ponto? Bom, eu.
- 2:57Sou engenheiro agrônomo. Você falou?
- 2:58Formado na federal Paraná e Curitiba.
- 3:01Nesse estado é da federal de Viçosa, doutorado na Unesp, em
- 3:06jaboticaba, onde nós os encontramos aqui?
- 3:09Estou aqui com o professor desde 1991, na UFGE.
- 3:14Como professor de nutrição, hoje trabalho muito mais com Arcos do
- 3:18que construídos. Então pra mim é 11 Alegria estar
- 3:22aqui contribuindo com as pessoas no sentido de de colocar um
- 3:26pouco da minha experiência, né? Eu sou orientador de mestrado e
- 3:30doutorado desde 99, praticamente.
- 3:34Mais de 50 alunos aí já defendidos com pés, doutorado,
- 3:38mestrado e trabalhando muito com aditivos, trabalhando muito com
- 3:42ingredientes. Eu gosto bastante desse tempo,
- 3:45né? Até por conta da minha formação
- 3:47profissional acaba acaba sendo um fator importante, né?
- 3:51De de de a formação, me faz gostar muito disso.
- 3:56Eu acho que hoje, aqui da região centro Oeste, é um ponto
- 4:00importante para abastecer os nutricionistas acabaram.
- 4:02Isso acaba refletido no Brasil. Acho que é para mim uma
- 4:07satisfação. Poder como professor da minha
- 4:10colaboração. Hoje, a ideia era falar um pouco
- 4:13sobre qualidade de grãos, qualidade de matéria-prima, de
- 4:16maneira geral, e eu sempre aqui no podcast.
- 4:21Tento trazer a importância de avaliar os resultados, não é?
- 4:25E eu lembro que quando eu comecei, a gente fazia muita
- 4:29visita à fábrica com os meus alunos, né?
- 4:33Porque eu fazia 11. Correlação do que acontece na
- 4:36fábrica de ração com qualidade de campo, qualidade de saúde
- 4:41intestinal com. Com desempenho animal, e.
- 4:46E aí, nesse sentido, eu gostaria que você nos desse uma ideia
- 4:51assim de como que é avaliado a qualidade dos ingredientes nas
- 4:58diferentes estruturas de fábrica de ração que a gente tem hoje.
- 5:01Perfeito. Não acho que isso.
- 5:03Isso é um ponto, na minha opinião, é eu.
- 5:06Eu não gosto de estabelecer percentuais, mas eu diria para
- 5:10você que 80% dos problemas são muitas vezes detectados no
- 5:16processo de recepção. Dos ingredientes lembra onde
- 5:19você precisa tomar cuidado com os Pombos que você precisa
- 5:24abordar? Então, se é um grão, se é um
- 5:26farelo, se é um produto de origem animal, se é 11
- 5:29suplemento, céu aditivo, foi extremamente importante que você
- 5:33tenha um critério de um conhecimento básico sobre aquilo
- 5:38que você está recebendo. Então claro que milly farelo de
- 5:41soja são 90%, sei lá ou menos, né?
- 5:44Dependendo da da, da importância, do tamanho da
- 5:47fábrica, do fluxo, né, de ingredientes na fábrica, mas o
- 5:52milho, o mínimo que a gente precisa fazer é uma
- 5:55classificação, uma tenticidade, à medida de humildade.
- 5:59Ah, se você não fizer isso, você está colaborando muito
- 6:01negativamente para ter muitas vezes 1° de baixa qualidade
- 6:06dentro da sua fábrica, então é quando quando se pensa isso, né?
- 6:11Nessa classificação do Ministério, né, que é o uma
- 6:15análise de acepção e precisamos de importar.
- 6:16Pode falar. Eu estava.
- 6:18Eu estava imaginando aqui quando o pessoal analisa a qualidade de
- 6:23grãos e fala assim, não, eu é AO custo.
- 6:28O maior custo de produção é a. Os ingredientes, né?
- 6:33A dieta? Então, assim, na hora de fazer a
- 6:36compra das matérias-primas, o pessoal às vezes que faz a
- 6:40compra, ele se direciona muito. Assim, para o preço da
- 6:43matéria-prima, não. Eu vou comprar um milho tipo 2,
- 6:46tipo 31, soja de menos qualidade, porque ela tem um
- 6:50valor. Mais baixo e com isso eu consigo
- 6:54diminuir o custo da ração, mas eu como veterinária, daí vou lá
- 6:58para o campo e consigo imaginar que aquele grão que ele vem com
- 7:02mais sujidade, com mais impurezas, com mais fatores,
- 7:06anti-nutricionais microtoxinas, ele começa a causar mais
- 7:10diarreia. Idade, eventualmente até a
- 7:13mortalidade, né? Mas uma perda de desempenho
- 7:16bastante evidente que chega até na qualidade da carcaça lá no
- 7:21abatedouro e às vezes é não existe essa essa interpretação
- 7:27de que o que você está comprando ali como ingrediente, ele não
- 7:31tem só aquele custo, eu não sei qual que é a tua visão sobre
- 7:35isso, mas gostaria de você nos dar algumas algum algumas da sua
- 7:41experiência. Em cima dessa dessa temática.
- 7:45Perfeito, é lembrando que é hoje uma fábrica de ração.
- 7:51Fala, você entra numa casa e entra na cozinha, né?
- 7:55Se a cozinha estiver suja ou mal, cuidado, você vai ter muito
- 7:58cuidado pra tomar água, tomar outra FIFA, alguma coisa.
- 8:01Então, a fábrica de reação precisa, né?
- 8:03Você trabalhou muito, sabe melhor do que eu.
- 8:06Fabricação precisa ser um ambiente limpo, higiênico, ter
- 8:10biossegurança, né? Então são vários fatores, não só
- 8:14para o animal, mas para as pessoas que estão ali
- 8:16trabalhando. Uma fonte de pó, a fonte de
- 8:19contaminação, né? Fundos, né outros, sei lá.
- 8:23A possibilidade tem insetos pássaros, né?
- 8:25Então é, é todos esses cuidados que a gente precisa ter.
- 8:30É que são muitas vezes cuidados bastante onenosos ou bastante
- 8:34difíceis, mas garantem uma qualidade de que isso é
- 8:37extremamente importante de se pensar.
- 8:39Outra coisa é AA fábrica. Sozinha ela não faz, é claro, é
- 8:45a principal fonte de custos. Faz essa conversa entre
- 8:49nutricionista, patologista ou sanitarista, né?
- 8:53O manejista, né? Aquele que está no dia a dia de
- 8:56campo. O Granjeiro não é que está vendo
- 8:59todos os dias as árvores, sentido o peso da produção ali
- 9:04no ambiente de produção, né? Ou seja, os controlos de
- 9:07temperatura, vamos ver o mesmo período de onda de calor,
- 9:10previsão. É de 40° para Goiânia essa
- 9:12semana. Então isto causa perdas e são
- 9:16somas, né? Somos sim isso.
- 9:18O frango não é só nutrição ou só sanidade ou só produção.
- 9:22Ele é tudo, né? Então a gente precisa realmente
- 9:25essa conversa precisa existir, né?
- 9:27E eu acho que assim, no sentido de colaborativo eu tenho, eu
- 9:31enxergo muito isso, sabe Beth, eu acho que a gente tem tem um
- 9:35papel de de, sabe, de juntar, juntar as informações.
- 9:40EE tornar isso mais factível no processo firniótico.
- 9:44Opção, Henrique Henrique. Nesse sentido, a gente está
- 9:48falando muito assim, a gente tem que conversar, mas a gente sabe
- 9:51assim que não é bem conversa, né?
- 9:53A gente está falando em análise de dados, é você pegar, por
- 9:56exemplo, a informação do pessoal lá do campo que está fazendo as
- 10:01necropsias e fazendo os seus seus resultados lá com o que
- 10:06está vindo da fábrica de ração e juntar essas informações.
- 10:11Esses resultados, né? De análises para que eles possam
- 10:15ser avaliados em conjunto. Como que você vê hoje que a
- 10:20indústria tem feito isso? Porque eu sinto uma certa.
- 10:26Dificuldade ainda de fazer essa? De fazer essa correlação, como
- 10:33que qual que é a tua experiência em relação a isso?
- 10:37Até se você tem experiência em termos de é de experimentos que
- 10:41foram feitos que ajudem o pessoal a entender essa
- 10:43importância também. É, eu acho. 11 pergunta sempre
- 10:48puxa a outra, né? Então existem programas, já que
- 10:52foram estabelecidos aí de estimativas de ganhos com base
- 10:55em diferentes fatores diferentes.
- 10:57É histórias sanitárias que você usa para sidiose para outras
- 11:01doenças, como? E várias vezes tem até
- 11:04dificuldade de discutir com detalhes isso, mas na fábrica de
- 11:08ração não é a classificação do vídeo.
- 11:11Avaliação do valor nutricional da soja é com as ferramentas que
- 11:16você tem, né? Então imagine o fluxo de uma
- 11:18fábrica. É de uma grande integração.
- 11:21O volume de material que entra todos os dias, né?
- 11:24Então, desde o processo de amostrar esse ingrediente para
- 11:28que você possa fazer análises desse ingrediente no
- 11:31laboratório, por mais simples que seja, eu falei aqui de
- 11:34densidade, classificação dos grãos, unidade, mas eu posso ter
- 11:38um equipamento nids. Bancar pelo laboratório o mits
- 11:42in line não é próximo a um misturador, então eu preciso
- 11:46saber exatamente o que está acontecendo.
- 11:48Então o primeiro passo eu acho que é você compreender primeiro
- 11:52os seus ingredientes que vão entrar na fábrica de ração.
- 11:55O segundo passo é alimentar esses dados de uma base e
- 11:58usarem-se. Eu sei que fala assim, poxa, o
- 12:01nutricionista tem, olha os dados, analisar é fazer,
- 12:05portanto, de qualidade, depois, formular a ação.
- 12:07Depois acompanha isso no campo, é um trabalho preso.
- 12:10Mas acho que quando você tem uma equipe onde essa equipe
- 12:13realmente colabora mutuamente, dá para você realmente construir
- 12:18essa base de dados e aí as grandes empresas que apoiam
- 12:22nutrição, que oferecem serviços ligados à nutrição, normalmente
- 12:26te dão bases de de de dados do Mirtes, principalmente.
- 12:30Muita paisa água, né? Então você tem que ter essas
- 12:32bases confiáveis, tem que ter sempre 11 interrelação de álogo,
- 12:38né? Com quem te fornece essas
- 12:39informações? Não só com os seus da empresa,
- 12:42mas com os fornecedores que te te apoiam e o campo é
- 12:46consequência disso tudo. O abatedouro é consequência
- 12:51disso tudo, né tá? Os o todo o acompanhamento
- 12:55sanitário é consequência disso tudo.
- 12:58Por isso que é extremamente importante que esses dados
- 13:00estejam ajustados, não só lá no final.
- 13:02A minha conversão foi tanto como é fator de produção, foi tanto,
- 13:05não é só isso, não é? Eu acho que assim o.
- 13:09Números, fármacos, então eu vejo que.
- 13:13Muitas vezes, a 12 pontos na conversão alimentar ou 10 20 g a
- 13:19menos, um a mais parece um desastre, mas às vezes eles
- 13:22podem ser reflexo de um erro lá atrás.
- 13:26Jogo na escolha do mi. EE às vezes você não percebeu,
- 13:31então é um trabalho de hercúleo, mas é um trabalho que precisa
- 13:35ser realmente integrado dentro de uma empresa, né?
- 13:38Essas bases, por isso que eu tenho visto empresas que já têm
- 13:41contratado pessoas para trabalhar as informações.
- 13:45Para devolver para o para o grupo da produção, para os
- 13:48profissionais da produção, quais foram os números desse mês,
- 13:51quais foram os índices desse mês que a gente conseguiu?
- 13:53O que a empresa conseguiu? Oo que que está acontecendo?
- 13:56Acho que é sucessivamente importante, né?
- 13:58A estatística. E me diz uma coisa, Henrique.
- 14:01Às vezes, às vezes demonstra. Não, mas hoje mais que a
- 14:04estatística, né? Esses esses números são
- 14:06fundamentais pra pra que a gente tenha sustentabilidade.
- 14:10EE falando nisso assim, você tem você tem alguns.
- 14:15Alguma experiência, obviamente, tem experiência, mas alguma
- 14:18alguns dados, falando o que é que a gente pode esperar hoje de
- 14:21variabilidade em termos de soja, milho, milho, as tuas análises?
- 14:26Você tem alguns números para trazer aqui que possam.
- 14:30É exemplificar o porquê que a gente tem que tomar muito
- 14:33cuidado com essas, com essa análise.
- 14:37É? Existem 2 trabalhos estão
- 14:40disponíveis e um trabalho que foi feito em Viçosa é do quine
- 14:45barbarini. Eu trabalho da Sandra Rodrigues
- 14:47feito aqui na UnB, em Brasília, da própria participay, onde faz,
- 14:51por exemplo, uma estimativa do da qualidade Do Me, não é?
- 14:57Por exemplo. Cada um tem o número de amostras
- 15:00diferentes, né? Mas o trabalho da Sandra, que eu
- 15:03fico mais confortável para falar onde está essa variabilidade é
- 15:08que ela conseguia. É o termos de qualidade do que
- 15:11não o senhor levasse. Impressionante, ela fez até
- 15:14algumas equações propondo algumas correções, né?
- 15:18Em termos de você usar diferentes qualidades do grão de
- 15:21milho e tentar estimular os valores energéticos desse milho
- 15:25em relação à tem lá os trabalhos, dá para ver o número
- 15:30de amostras é enorme. Né, que a utilizou e é muito
- 15:33interessante observar, tá? Então aquilo que a gente falava
- 15:36do milho quando eu comecei, né? A trabalhar com nutrição nos
- 15:40anos 90990, a gente falava em milho de 89 por cento.
- 15:45Hoje. Muitas vezes a gente não fala
- 15:47disso, né? E a Sandra mostra isso lá no
- 15:49trabalho dela, de uma forma muito interessante.
- 15:51O levantamento de mais de 10 anos que foi feito lá, então é
- 15:54bem interessante observar. Oo recente que a gente fez com o
- 15:59farelo de soja, não é? Eu saí eu mesmo, né?
- 16:02Com os os grãos para gente fazer 11 trabalho com digestibilidade
- 16:06farrado de sódio impressionante, está uma amostra a você tem uma
- 16:11diferença de 300 km, 300 kg calorias de uma amostra b, sabe,
- 16:16só dependendo da quantidade de de casca de soja que se adiciona
- 16:21ou dependendo da da o tempo de processamento dessa soja é que a
- 16:25gente cai, não. A soja tem um padrão industrial
- 16:28bastante bastante importante, tem.
- 16:30Mas cada fornecedor adota um critério e eu preciso entender
- 16:33esse critério. Sara, isso.
- 16:35Esse é um processo sistemático, metódico, precisando muitas
- 16:39vezes está dentro de uma. Fábrica é.
- 16:41Só usei bem baixo. É, mas, por exemplo, o Brasil,
- 16:44que produz uma quantidade enorme de soja, né?
- 16:46Por mais que você tenha um padrão.
- 16:49É da época da colheita para fazer toda a inativação da soja,
- 16:55todo o processamento necessário. Às vezes o tempo você tem que
- 16:59correr contra o tempo, né? De de colheita, e isso provoca
- 17:03bastante. Variação, né, professor?
- 17:07Nesse nesse critério. É recentemente, AA gente está
- 17:11montando um trabalho agora com DDGS.
- 17:15A ideia é conhecer um pouco dos desejos e Chico.
- 17:19Já estou ficando bem assustado, porque não é só com os números,
- 17:23né, que a gente tem acessado a gente.
- 17:25Eu tenho que ficar preocupado, então padrão industrial, né?
- 17:30O padrão de produção o objetivo que a indústria tem com ODDG que
- 17:34é o etanol. Para a exportação ou outros
- 17:38produtos? Eu acho que o método industrial
- 17:42determina o tipo de ingrediente que eu tenho.
- 17:45Então isso que é que passa a ser 11 fator dificultador, né?
- 17:50Estabelecer um padrão do fornecedor.
- 17:53Então, claro, as grandes empresas têm ferramentas para
- 17:57isso. Os menores às vezes vão ter
- 17:58pouco mais dificuldade. É para isso que a gente está
- 18:01aqui, para tentar dizer, olha, produtos, o valor nutricional
- 18:07dele está variando tantos por cento, eu estou, só estou
- 18:10esperando o ano que vem, a gente deve ter informações mais
- 18:12consistentes, mas realmente é meio preocupante.
- 18:15Às vezes você vê não porque Ah, porque está errado, porque o
- 18:18método industrial muda, a gente precisa considerar isso dentro.
- 18:21É ano que vem, então a gente vai, vai convidálo novamente
- 18:24aqui quando tiver os números do mais.
- 18:28AA é interessante, né? Porque cada vez mais, quando se
- 18:33fala em sustentabilidade, se fala muito em usar subprodutos,
- 18:36né? Você tentar reduzir o uso mesmo
- 18:39da soja para você colocar com outros produtos DDG mesmo é um
- 18:44subproduto, e o objetivo da indústria não é o álcool, né?
- 18:48Não é? Não é você ter DDG para
- 18:52alimentação animal. EE eu acho que é.
- 18:55É isso que que você estava comentando aí de de qualidade e
- 19:00de sistema de produção desse dessa matéria-prima, não?
- 19:04Eu lembro de um aproveitando aí o seu gancho que você trabalha
- 19:08com com saúde. Eu lembro que estive em uma
- 19:11fábrica de graça, no Chile. Tem um padrão de matérias-primas
- 19:16diferentes do nosso do Brasil. Eles usavam PPG.
- 19:19Sandro não é e eles sofriam muito com qualidade de
- 19:24ingrediente com contaminação. Falei com toxina, né?
- 19:28Certo que não era produzido. Eles compravam de outros países.
- 19:33Então isso traz uma série de dificuldades para eles, né?
- 19:37E assim, eu diria para vocês, é, é no Brasil.
- 19:40A gente realmente tem essas dificuldades, mas normalmente o
- 19:44produtor está relativamente próximo da gente, não vem de
- 19:47navio, não é? Vem de caminhão ou vem às vezes
- 19:51de 11, quantidade de quilômetros, que é absolutamente
- 19:54administrar. Então é cria.
- 19:58É uma dificuldade que outras pessoas vivem de uma forma mais
- 20:01atende só pra pra pra dizer que eu já ouço esse DDG que jamais
- 20:06de 1215 anos, né? Tem sensível me colocado nos
- 20:10Estados Unidos, aí ó, lá todo o processo de substituição da do
- 20:15dos combustíveis à base de petróleo.
- 20:17É EE. Ele, ele é usado, acho que.
- 20:20Essa informação é importante, então quer dizer que aqui no
- 20:22Brasil a gente tem como começar a utilizar essa matéria-prima,
- 20:27já tomando alguns cuidados para evitar os erros, né?
- 20:31O as dificuldades que outros países já enfrentaram
- 20:35anteriormente, né? É como, como você usa
- 20:39principalmente o amido da transformar em álcool, né?
- 20:43Ele acaba sendo produto rico em companhias nitrogenárias
- 20:46proteicos, fica em gordura e em fibra, então.
- 20:50Se acaba eliminando alguns fatores, claro, vai ter uma
- 20:53quantidade x de carboidrato solúveis, mas dentro do processo
- 20:57industrial, ele acaba tendo uma certa concentração.
- 21:01Então, e hoje a gente tem algumas vantagens, né?
- 21:06Que eu vejo inclusive, como eu chamei o ano que vem, eu já
- 21:09estou com alunos com programados projetos, incluindo DDGS, né?
- 21:14Regionais, com enzimas que eu acho que esse é um ponto
- 21:17importante para a gente ver como se viabiliza.
- 21:22Só que um trabalho a gente precisa ter um muro de amostras
- 21:26significativo. Eu, o meu aluno, estava com
- 21:29torno de 3000 amostras, estava analisando.
- 21:32Vamos ver quantos dessas amostras nos dão o padrão não é
- 21:36para a gente poder estabelecer algum critério de comparação.
- 21:39Pode ser que na estatística ele me chegue a um número aí, às
- 21:42vezes muito menor do que esses 3000, ou 10%, 20% disso.
- 21:48Pode ser que chegue sim, mas esse é um número importante,
- 21:51cobra que a gente está precisando muitas vezes tem
- 21:55informações mais contundentes em informações mais corretas do
- 21:58processo industrial da gente, utilizando um produto como esse.
- 22:02E confiar e acreditar em negociar com os fornecedores.
- 22:06É, eu estava aqui pensando, né, que você está fazendo ODDG?
- 22:12Como subproduto que o produto principal é o álcool e nós, na
- 22:16parte de produção de animal, né, a gente.
- 22:20A gente utiliza uma ferramenta ou um parâmetro muito importante
- 22:25que é a conversão alimentar, né? A gente faz conversão alimentar
- 22:28em cima de peso vivo e às vezes, quando você principalmente nos
- 22:33experimenta, né? Você coloca ali assim e não
- 22:37consegue pegar grandes diferenças estatísticas em
- 22:40conversão alimentar quando você utiliza, às vezes assim, sei lá,
- 22:44microtoxina algum fator antienutricico tem que colocar
- 22:47níveis muito mais altos do que o pessoal utiliza no campo, né?
- 22:51E que daí ele diz assim, Ah, mas o professor Henrique publicou
- 22:54isso, tem que estar a esse nível, mas lá no campo eles
- 22:57estão com o nível mais baixo e às vezes sofrendo consequências
- 23:00disso. Então eu queria que.
- 23:04Você comentasse um pouco sobre essa questão de o nosso
- 23:07parâmetro. Oo parâmetro que é que é onde a
- 23:11gente se baseia muito. Se a conversão alimentar em cima
- 23:14de um peso vivo, sendo que no final nosso produto final é é a
- 23:19carne, ou são os ovos que chegam na mesa, né, que é um pouco
- 23:23diferente do que como é visto, o custo, o custo de produção, né?
- 23:31Exato. É, eu diria que são.
- 23:34Eu vou classificar como professor, eu tenho que ser
- 23:36metótipo vou classificar em 2 conversas, seria que essa
- 23:39conversão aparente, que é o gasto de ração daquele galpão
- 23:44pelo peso total final dos animais e o corrigido que a
- 23:48gente faz aqui na universidade pelos projetos de pesquisa, onde
- 23:51eu considero o presidencial, considero a mortalidade,
- 23:54considera o desperdício. Tento chegar no mais próximo
- 23:58possível daqui do canal realmente consumiu e realmente
- 24:01transformou em produto. Né?
- 24:04Principalmente, tá, então é o meu.
- 24:07O trabalho de pesquisa. Eu preciso tentar ser mais
- 24:10preciso dessa resposta científica.
- 24:13Mas eu não ignoro a resposta prática, né?
- 24:16Então, sempre que a gente trabalha na universidade, a
- 24:20gente trabalha com uma perspectiva.
- 24:22Eu posso chegar a esse tipo de de, digamos, de inclusão.
- 24:26Você no na sua realidade de produção, você vai ter que
- 24:30analisar outros fatores que às vezes eu não posso te dar um
- 24:34trabalho. De pesquisa como é, por exemplo?
- 24:36Resposta econômica, né? Porque a resposta econômica
- 24:39varia de região para região, né? E ela é momentânea.
- 24:43Então hoje, o que vale hoje pode não valer na semana que vem, tá?
- 24:48Então é aqui um trabalho, trabalho onde a gente trabalha,
- 24:51o trabalho de o trabalho, pesquisa científica é exatamente
- 24:55para que você possa dar uma perspectiva técnica, não é?
- 24:59E até financeira, mas uma análise financeira dentro de um
- 25:02trabalho de pesquisa, ela é, é uma análise imensa que a gente
- 25:07precisa fazer. E como te disse, é precisa fazer
- 25:10um recordatório de vários anos de curso, produto, flutuações,
- 25:15então é, às vezes não é simples para um trabalho do estudante de
- 25:18Zootecnia, veterinária, agronomia, né que precisaria ter
- 25:21uma tese ligada à dissertação ligada à economia, mas eu?
- 25:27Pelo menos é um caminho, tá? Então eram os trabalhos
- 25:30científicos, são um bom caminho para a pessoa se basear no que é
- 25:33que pode acontecer. Você falou dos dos, né?
- 25:37Acho que isso é importante também.
- 25:38É a minha preocupação. É assim.
- 25:39Às vezes você pega uma qualidade de milho, uma qualidade de
- 25:43matéria-prima geral. Que o pessoal considera assim
- 25:47não muito preocupante, porque você tem aquela variação, né?
- 25:50Sei lá, 12%, até 12%, até 5% de alguma variação que você está
- 25:56está vendo, né? Mas sempre você tem um milho que
- 26:01tenha 12% de avariados. Eu vou falar em avariados porque
- 26:04eu não. Não vou falar muito em calorias
- 26:06ou as diferenças de calorias que você falou.
- 26:09É, você tem 111, variação bem grande que você pode usar, né?
- 26:14Desde zero 5%, 8% até você chegar no 2%.
- 26:19E aí você estabelece o 2 como limite acima de 2, já começa a
- 26:22ter problema. Mas avaliando conversão
- 26:25alimentar, peso vivo agora, assim, aquela matéria-prima, ela
- 26:29pode ter induzido um Monte de condenações no abatedouro que
- 26:33quando você analisa assim de forma muito limitada, em cima da
- 26:37conversão alimentar, independente de ser na
- 26:39universidade. Ou da universidade?
- 26:41Menos impacto, porque a gente sabe que tem outros fatores de
- 26:44manejo que a gente consegue controlar bem e no campo, muito
- 26:48menos. O quanto esse custo dessa
- 26:52matéria-prima de má qualidade impacta quando você analisa a
- 26:56conversão alimentar peso vivo e conversão alimentar carne, carne
- 27:01vendável, como a professora liris lá do Rio Grande do Sul,
- 27:05costuma dizer, né? Isso não perfeito.
- 27:10Esses tipos de medidas são importantes, então quanto
- 27:13daquele lote te rendeu? Em termos peso vivo?
- 27:17Em termos peso comercializados, comercializado em termos de
- 27:20cortes, né? Dessa conversa entre a
- 27:23batededora e a produção e é extremamente importante, né?
- 27:27Taxas de condenação você trabalha e trabalhou com
- 27:31microtoxinas por muito tempo. Você sabe quantas microtoxinas
- 27:35por doses às vezes que não são absolutamente é, eu não vou
- 27:39chamar de toxas porque acho que seria até até meio meio estranho
- 27:42falar nisso. Mas.
- 27:44Culpantes muitas vezes causam problemas invisíveis, é ou mesmo
- 27:48aquelas que causam problemas invisíveis, né?
- 27:51A imunodepressão AO Leo uma, digamos, a resposta que impacta
- 27:57a vida inteira do frango. Ele vai até o final, ele vai até
- 27:59o abatedouro, vai até o porte e lá, às vezes no corte, você vai
- 28:02ver o aumento de contusões, aumento de redução de
- 28:05rendimento, de cortes, né? A qualidade de óssea, né?
- 28:11Que é bastante importante para microtoxina ela, ela afeta todo
- 28:15o processo de absorção de gestão de o metabolismo animal.
- 28:20Então, lá no final você vai ver os orgânicos das leis, né?
- 28:24Então é essas que essa coordenação entre o ingrediente,
- 28:29a fábrica de ação, a produção e o abatedouro é extremamente
- 28:33importante. Passando isso, obviamente, pelo
- 28:35sanitarista que é o nosso, vamos dizer assim, aquele que a gente
- 28:39tem que tá tá tudo bem, tem que sempre perguntar Pra Ele, tá
- 28:41tudo certo, os esportes estão bons, como é que tá você tem
- 28:45avaliado nisso? Então acho que é uma eu.
- 28:48Eu acho que a empresa, quando ela conversa nos diferentes
- 28:51extratos, ela é realmente ela vai ter.
- 28:53Mais facilidade em encontrar soluções.
- 28:55E essa conversa, ela tem que se basear em números, né Henrique,
- 29:00porque eu acho que quando você só conversa e não traz aqueles
- 29:04dados de os gráficos e combina essas informações, fica bem bem
- 29:11complexo de você buscar solução, porque eu acho que.
- 29:16As pessoas sempre buscam os culpados, mas eu acho que a
- 29:20grande. O.
- 29:23O grande ponto é como que a gente vai buscar as soluções
- 29:27para os nossos problemas, né? É, eu.
- 29:30Eu tenho visto as empresas buscarem analistas de dados, né?
- 29:33Eu acho que isso realmente já é bem interessante, então as
- 29:36pessoas trabalharem os números que elas produzem, né?
- 29:40Interagir, né? Trabalhar esses números, voltar
- 29:44a esses números pro pessoal da produção.
- 29:47O abatedor, né, sanitarista? Olha, né?
- 29:50Tem que lembrar também. Para verificar o contexto, né?
- 29:55De produção? Acho que isso, isso é é
- 29:58extremamente importante e porque é trabalhoso, né?
- 30:03Pensa bem, são muitas informações que você tem durante
- 30:06a vida. Se você fizer, apesar de
- 30:08semanais, no frango da do do no campo, trabalhar depois com com
- 30:14o abatedouro e não tiver como utilizar esses números, meu Deus
- 30:18do céu, às vezes você está perdendo minha informação,
- 30:20preciosíssima. Não é só a farmácia de ação, já
- 30:24é 111 oceano. Um oceano de números aí que você
- 30:29tem em termos de qualidade de ingredientes para nutricionista
- 30:31se basear, né? Então deu.
- 30:34Vejo Oo analista de dados como uma pessoa muito importante na
- 30:38produção da produção Moderna. Hoje a pessoa tem que tem que
- 30:42ser um subsidiador para todos os técnicos que estão no campo para
- 30:46poder conversar. Como se falou, com base em dados
- 30:49reais. E como que você vê AA
- 30:53inteligência artificial sendo aplicada com esse intuito de de
- 30:59ligar ou de de colocar essas informações em conjunto, né?
- 31:04Porque às vezes, quando a gente fala em inteligência artificial,
- 31:06parece que uma coisa é super longe, né?
- 31:09Que vai demorar ou que não, não pode ser aplicada.
- 31:13Como que você vê isso? Do ponto de vista de educação
- 31:19também, como que os nossos profissionais estão saindo aí
- 31:23com essa capacidade? É a gente.
- 31:26Eu como professora, não tenho medo da inteligência artificial.
- 31:29Não acho que a inteligência artificial ela tem.
- 31:31Depende muito da inteligência natural, né?
- 31:34Da parte que isso são fatores importantes, mas já existe
- 31:39aplicações práticas, né? Já para você fazer, por exemplo,
- 31:45a avaliações do dia ABS a campo não é.
- 31:48Já tem programas aí que estão, estão estimando peso a campo.
- 31:52Estão coletanos dados de balanços colocados
- 31:56automaticamente em grande, já transformando esses números em
- 31:59algo mais realista. E a inteligência artificial, ela
- 32:03te economiza. Passo, não é?
- 32:04Então, quando se faz esse tipo de programação.
- 32:08Hoje você o museing line, o miring line.
- 32:12Eu não sei, confesso que eu sou não analfabeto digital completo,
- 32:18mas eu diria que é isso. Já é 11 princípio de uma
- 32:22correção que você pode fazer na formulação de ração dentro de um
- 32:26limite estabelecido pelo núcleo. Já é um primeiro passo para você
- 32:30começar a trabalhar da automação em uma fábrica de ração, por
- 32:34exemplo. Então é medidas.
- 32:38Várias medidas, né? De aspectos visuais às vezes de
- 32:42óbitos, de de carcaça, de frangos OBC é tomados com um
- 32:48diagnóstico de margens e o computador consegue fazer de uma
- 32:52forma muito eficiente. Acho que a gente está, a gente
- 32:55vai ter que aprender muito ainda, né?
- 32:58Tanto nós, professores quanto o pessoal que está a campo vai ter
- 33:01que aprender muito sobre isso, né?
- 33:03Mas acho que o universo fascinante é o universo que
- 33:06facilitação de? Tornar a informação em tempo
- 33:11real invisível prática eu sou, sou um entusiasta, eu não fico.
- 33:18Não tenho medo da inteligência artificial, não.
- 33:20Eu tenho medo da inteligência. Natural da da falta de
- 33:23inteligência natural, né? Eu acho eu, eu?
- 33:28Eu Acredito assim, que é é essa limitação que às vezes a gente
- 33:31vê, dá até dá. Até assim um cansaço.
- 33:34Quando você pensa assim, não, eu tenho que pegar todos os
- 33:36gráficos do nirs, aí eu tenho que pegar todos os gráficos que
- 33:40o sanitarista faz lá no campo, aí eu tenho que pegar toda a
- 33:43informação do como que eu vou colocar tudo isso junto?
- 33:47E a inteligência artificial? Ela te permite chegar a isso
- 33:50porque você não vai usar o teu cérebro, né?
- 33:53Você vai ter realmente uma inteligência artificial que vai
- 33:57ajustar tudo isso, imagina. A que ponto nós vamos chegar,
- 34:02né? Em termos de precisão, nessa
- 34:05nesse processo todo? Produção de precisão, né?
- 34:09Nem nutrição, choque. Não é só nutrição.
- 34:14Mas quem que vai tomar as decisões é o computador make
- 34:18não. Né?
- 34:18Não exatamente por isso, não. Se não se perde a necessidade de
- 34:23de um bom profissional ali na pra poder avaliar a inteligência
- 34:28artificial, ela vai só trazer é que nem Oo Charles Jeep, né?
- 34:32Eu imagino que vai ser como professor, deve ter tomado esse
- 34:36impacto de forma muito. Até violenta, né?
- 34:41Porque de 1 dia para noite você pediu 11 trabalho e sabia que um
- 34:45computador vai vai fazer. Se tem alguma, alguma
- 34:48experiência assim nesse sentido, podendo utilizar até outras
- 34:52outras outros exemplos que ajude o pessoal a ter menos medo dessa
- 34:59dessa situação de da inteligência artificial para a
- 35:02gente. É, eu estou, eu estou com alguns
- 35:06uns projetos aqui, com algumas empresas de.
- 35:10Das empresas de tecnologia, né? A gente tentar é é estabelecer
- 35:14aí curvas de crescimento, francos, qualidade de ovos
- 35:18comerciais incubados com base em dados é não só números, né?
- 35:24Como dados visuais também. Meio parece 11 viagem meio uma
- 35:30luta, mas os programas de computador já consegue fazer
- 35:33estimativas diária, por exemplo, né?
- 35:36A área que o frango ocupa dentro do galpão.
- 35:39Áreas vazias, áreas cheias, né? É isso, já se faz um bovino, já
- 35:44se faz em suínos, onde você pelos aspectos visuais se faz
- 35:48estimativas de peso, faz estimativas de desenvolvimento,
- 35:51é diária que esse animal ocupa, então já existe tecnologia
- 35:56disponível para isso. Às vezes, a viabilização dessa
- 36:00tecnologia que ainda não é Clara, e aí a universidade entra
- 36:06com um facilitador para ajudar nisso nesse aspecto.
- 36:10AUFG, não sei se é a primeira, mas é uma das primeiras
- 36:12universidades do Brasil a ter um curso superior de inteligência
- 36:15artificial, né? Inclusive, eu vou ter uma
- 36:18reunião com os professores na próxima nessa semana ainda para
- 36:22discutir alguns projetos na linha de aplicação é dos nossos
- 36:26informações de Zootecnia não só numéricas, como visuais.
- 36:29E daí, quais os instrumentos de inteligência artificial que a
- 36:32gente pode aplicar nos projetos? Quanto ao ChatGPT, né?
- 36:37Por mais que as pessoas digam, Ah, mas o aluno chega, faz a
- 36:41dissertação no seu TCC, né? O trabalho de conclusão de curso
- 36:45com o chat de PT. Antes, já existem programas que
- 36:48detectam se ele foi feito ou não pelo chat, né?
- 36:51Então, o chat realmente é um chato, né?
- 36:55Ele é incrível. Faz textos incríveis, né?
- 37:00Só que não dispensa a inteligência natural, isso aí.
- 37:07Consegue detectar isso não só às vezes, num programa de
- 37:10computador que mostra que foi feito pelo ChatGPT, mas também
- 37:14porque a gente precisa, o aluno não simplesmente apresenta o
- 37:16material. Ótimo.
- 37:17A gente precisa avaliar, né? E aí, na avaliação olho no olho,
- 37:21né? A gente muitas vezes discorre,
- 37:24se ele aprendeu, não é hoje que são.
- 37:26É um tipo importante também não tem medo de chatice, é?
- 37:28Eu também acho que é uma ferramenta.
- 37:30Ferramenta é assim quando quando você vê a inteligência
- 37:34artificial como ferramenta e não como, né?
- 37:38É, fica. Fica mais fácil de não demonizar
- 37:43a inteligência artificial. É, e a gente já chegando a.
- 37:47Ser humano tem medo. É, acho que.
- 37:50É ser humano, tem muito medo do desconhecido, né?
- 37:53EE quando a gente pensa é que legal essa, essa, essa
- 37:58informação que a universidade de Goiás tem, um curso de um curso
- 38:02superior de inteligência artificial.
- 38:04Acho que pra mim é uma super novidade.
- 38:06Talvez você que tá escutando aí, pode ver aí uma oportunidade,
- 38:11né? De de aprender.
- 38:13Acho que isso é muito legal, muito.
- 38:16Uma inovação mesmo que a universidade traz.
- 38:19O meu filho é engenheiro de computação, ele já trabalhou com
- 38:22avaliação de imagens, né? É o curso dele lá em em da
- 38:27Unicamp. E existem projetos da Embrapa,
- 38:30da Embrapa tecnologia que usam essa cidade, por exemplo, já de
- 38:33forma muito útil, mais de satélite.
- 38:35Imagens de drones, né? Pra fazer a avaliação de
- 38:39lavouras, né? Então você faz 11.
- 38:42Avaliação de coloração de folhas, tipo a variação de de
- 38:46áreas de chamadas. Reboleiras, né, onde você tem AA
- 38:49ataque de doenças no campo? Provavelmente já já, mas estamos
- 38:53utilizando isso. Na verdade, já já não está sendo
- 38:56utilizado, já tem companhias que trabalham nesse sentido aí.
- 38:59Companhias asiáticas que estão chegando ao Brasil, trabalhando
- 39:02com essa tecnologia. Imagina Henrique vai ser vai ser
- 39:06pega. A informação da lavoura, você
- 39:09pega informação lá dentro do aviário, né?
- 39:12Do news lá dentro do aviário e no final vai ser consegue
- 39:16predizer tranquilamente se daquela lavoura ali você vai
- 39:21esperar mais ou menos. Rendimento, isso pensando assim,
- 39:28pode estar longe, mas ele está bem mais perto do que a gente
- 39:31imagina, não? É Beth.
- 39:33A gente vê, eu já estou há 32 anos na universidade
- 39:37praticamente completa, falou. Em dezembro, 32 anos.
- 39:40É, eu quebrei muitos paradigmas desse, viu?
- 39:43A gente quer para paradigma. É inteligência.
- 39:45Descrição é, nós precisamos quebrar nosso paradigmas, sabe?
- 39:49Coração aberto e receber a tecnologia como ela deve ser
- 39:52recebida, sabe utilizar isso com inteligência natural, mas.
- 39:58Entender que isso é um caminho que a gente precisa chegar a
- 40:01ele, né? Eu acho que os profissionais que
- 40:04entenderem que isso é um processo de colaboração e não de
- 40:09é, digamos assim, para você, sem um inimigo, não é?
- 40:13Não, acho que é um processo que vem para ficar e a gente vai ter
- 40:17que entender ele como como importante.
- 40:19Me disseram quando eu entrei na faculdade, que eu deveria
- 40:21estudar inglês, né? Em 81, quando entrei na
- 40:25faculdade, eu deveria entender um pouquinho de programação
- 40:29linear na época, né? Computador não era pra qualquer
- 40:32um, né? Isso é 81.
- 40:34Quando eu entrei na faculdade em 2023, percebo que essa pessoa
- 40:38que me falou ela, eu tenho que aplaudir ela todos os dias, né?
- 40:42É uma pessoa muito querida hoje, meu grande amigo pessoal que eu
- 40:45gosto muito, acho que a gente tem que quebrar essas paradas e.
- 40:49Ah, o ser humano é é fazer as coisas para o bem.
- 40:53A gente consegue fazer muita coisa para o bem, não é por isso
- 40:56que não é só usando, né? Segundo a gente, foi muito
- 41:00colaborativo nessa nossa jornada de trabalho, né?
- 41:03Eu acho que eu estou aqui exatamente para tentar colaborar
- 41:06um pouquinho com as pessoas. Sim, com certeza.
- 41:08Acho que essa, essa tua jornada e ao longo ao longo desses anos
- 41:13como professor, como profissional, trouxe muita
- 41:16diferença na agricultura, né? Na produção animal e com isso,
- 41:22eu queria deixar esse espaço aí para ver qual é a mensagem que
- 41:27você quer deixar. Para os nossos seguidores, para
- 41:30quem está nos escutando hoje é em relação AA, ao futuro, né?
- 41:39Acho que a nossa mente. Ela precisa estar aberta para o
- 41:43que vem pelo futuro, né? Eu acho que todos nós temos.
- 41:49Grande chance os profissionais, todos nós temos espaços no
- 41:52mercado, não é? E a universidade precisa do
- 41:56caminho colaborativo com as empresas, claro, com os agentes
- 42:00financiadores governamentais. Mas acho que as empresas.
- 42:04Também, nós somos parceiros nesse processo.
- 42:06Eu os meus alunos saem para o mercado, não é os meus alunos,
- 42:11eles vão trabalhar no mercado, eles vão colaborar com as
- 42:14empresas, vão ser clientes, fornecedores, consultores,
- 42:18assessores. É isso que eu penso aí eu falo
- 42:21para eles, falei, olha primeiro. Busquem, né?
- 42:26Busquem o máximo. A gente acha que saiu da
- 42:29universidade para de estudar. Falei, não.
- 42:31Vocês estudem muito mais depois, porque o mercado exige pessoas
- 42:36que estejam realmente antenadas. Como é que está acontecendo?
- 42:39E nós vamos quebrar paradigmas a vida inteira.
- 42:41Puta que Eu Acredito que não vai dar certo pro mês que vem já
- 42:44falou, não deu certo. Acho que a gente tem que ter
- 42:46esse coração aberto para o que está vindo por aí, né?
- 42:49Eu acho que é educação, dedicação, né?
- 42:54E coração aberto é sempre importante a gente ter a maçã.
- 42:58Perseverança, né? Saber que tem que tem que sempre
- 43:02tentar. Se as novas alternativas e que
- 43:05legal, eu vejo um futuro maravilhoso aí, pra pra quem?
- 43:11Conseguir fazer essas correlações de de toda a
- 43:13qualidade, gramas, qualidade de matéria-prima, qualidade de
- 43:17saúde intestinal, ou seja, tudo o que a gente conseguir mensurar
- 43:22é juntar. É, é 11 diferencial para que a
- 43:27gente faça decisões mais corretas e possa produzir com
- 43:31mais. Com mais sabedoria, né?
- 43:35Vamos tirar um pouco a inteligência, mas com sabedoria,
- 43:38né? A sabedoria que que rege tudo
- 43:41isso. Henrique, foi um prazer
- 43:43conversar com você é muito obrigada por seu tempo, obrigada
- 43:48pelo pelo teu, pela tua disposição, o teu carinho aí,
- 43:52sempre e sempre um prazer. Fazer comigo nas próximas vezes
- 44:00e chamando, diria, se de esmagar o Michel.
- 44:04Vou fazer isso aqui. Fazer política, poder conversar,
- 44:09a gente poder falar de agricultura de esse ano que eu
- 44:12realmente puder colaborar. Fiquei vontade de chamar, tá?
- 44:15Obrigado, uma ótima satisfação estar aqui contigo.
- 44:18Obrigada a vocês. Obrigada a vocês que estão em
- 44:20casa, continuem seguindo os nossos podcasts aí no aviário e
- 44:25a gente se encontra na próxima. Um abraço.