Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / MICOTOXINAS EM TEMPO REAL - Dra. Denize Tyska | Ep. 177
Transcript
- 0:00É um equipamento que colocando amostra dentro de 1 minuto,
- 0:04talvez nem isso ele já te gera a informação espectral.
- 0:08Nós vimos um, digamos assim, um potencial na técnica uhum e
- 0:13também já havia uma lacuna que a gente poderia ajudar, né?
- 0:16Que nós poderíamos, através do do nosso conhecimento, do nosso
- 0:20do nosso know how, uhum, poder contribuir e trazer uma técnica
- 0:25que efetivamente a empresa olhasse para a informação e
- 0:29conseguisse ver. É os seus resultados ali na
- 0:31tela, sem precisar, por exemplo, baixar naquelas planilhas de
- 0:36Xbox ou difíceis exatamente. E no futuro, muito próximo, o
- 0:40produtor já vai ter essa informação, né?
- 0:43Hoje, hoje a gente ainda vê isso muito mais dentro dentro da
- 0:47fábrica de ração, o que já nossa, né?
- 0:50Uma grande evolução, né? Então Eu Acredito que.
- 0:54Em breve isso também vai estar já na com certeza também, né?
- 1:00Então porque? Daí eles também podem, né?
- 1:02Já na é, enfim, conhecer o seu produto.
- 1:05Exato, né? Não esperar receber uma
- 1:08reclamação do cliente. Com certeza.
- 1:10Com certeza, com certeza. Hoje nós estamos, né?
- 1:14Já com essa tecnologia muito disseminada, muito utilizada,
- 1:19né? E a gente realmente percebe que
- 1:20as empresas têm tomado decisões muito assertivas, né, em torno
- 1:25dessa, dessa metodologia. Analisando os dados do canal.
- 1:39Percebemos que cerca de 97% de vocês que assistem aos nossos
- 1:44episódios com frequência ainda não estão inscritos.
- 1:48A sua inscrição é muito importante, ela ajuda o canal a
- 1:51crescer e permite que a gente continue produzindo episódios
- 1:55cada vez mais relevantes e interessantes para você.
- 1:59Então, se você gosta do nosso conteúdo, inscreva.
- 2:01Se agora no canal isso faz uma grande diferença para o nosso
- 2:05trabalho, muito obrigado pelo apoio e um ótimo episódio.
- 2:09O podcast o aviário só é possível através de empresas
- 2:13inovadoras e que apoiam a educação continuada na
- 2:16avicultura brasileira. Pegas o Science predição de
- 2:20micotoxinas via news em tempo real para decisões seguras na
- 2:25avicultura. All tech soluções nutricionais
- 2:29eficientes e sustentáveis para fortalecer a avicultura.
- 2:34Grupo BR render fazemos juntos o produto para atender você
- 2:38cliente novos, líder em soluções de nutrição inteligentes para o
- 2:43crescimento dos negócios na produção de proteína animal.
- 2:47PPG vet o programa de pós graduações que prepara você para
- 2:52ser um profissional disputado no mercado veterinário.
- 2:55Oi pessoal, estamos aqui diretamente de Chapecó pra
- 2:59gravação de um episódio especial do podcast ou aviário com
- 3:03participantes do simpósio Brasil sul de avicultura e hoje a nossa
- 3:06convidada é a Denise tiska, diretora de pesquisa e
- 3:10desenvolvimento da pegasus Science e o assunto de hoje é
- 3:14sobre a utilização da tecnologia nirs na predição de microtoxinas
- 3:19em matéria prima. Denise, muito obrigada.
- 3:22É um prazer enorme a gente estar aqui conversando.
- 3:25A gente agradece dentro de mão o seu tempo.
- 3:27Eu sei que você chegou diretamente de casa e veio
- 3:30correndo para cá para gravar com a gente.
- 3:32Então muito, muito obrigada, é. E para começar, eu queria só que
- 3:36tu contasse um pouquinho da tua história, falasse sobre a tua
- 3:38formação e o porquê que você trabalha hoje com micotoxinas.
- 3:43Bom, primeiramente, muito obrigada.
- 3:46É, realmente fico. Fico muito feliz.
- 3:50Com com o convite e fico muito honrada em poder ir aqui falar
- 3:55um pouco. É pra vocês, né?
- 3:58Contar um pouco da da história, né?
- 4:00Da pégasus. Bom, a minha história com
- 4:04microtoxinas e com a tecnologia nirs.
- 4:08Ela começou há bastante tempo, né?
- 4:11Desde a época da da minha, da minha graduação.
- 4:14Então eu sou zootecnista formada pela Universidade Federal de
- 4:18Santa Maria. É, e durante o meu estágio
- 4:22extracurricular, eu eu tive interesse em buscar algo mais
- 4:31próximo da área de nutrição. EE me envolver em assuntos mais,
- 4:36digamos, aprofundados, né, Na Na minha área.
- 4:40E aí eu eu fui. Dentro da universidade nós temos
- 4:45um laboratório, que é um laboratório referência pra pra
- 4:49análises de micotoxinas, que é o que é o lamic e quando eu entrei
- 4:57no laboratório, realmente eu eu me impressionei com com tudo que
- 5:01que o laboratório fazia, todos os tipos de análise.
- 5:05E eu e eu vi que que era um laboratório que que tinha uma
- 5:10presença muito forte dentro dentro da indústria, né?
- 5:13E isso realmente sempre me me encantou bastante, né?
- 5:17Então, estar mais próximo da indústria e trabalhar com alguma
- 5:20coisa aqui que agregasse era algo que eu sempre que eu sempre
- 5:26pensava assim, que seria algo interessante de de fazer.
- 5:30Bom, então iniciei, me iniciei dentro do do laboratório.
- 5:36Trabalhando na parte então de de micotoxinas como bolsista, é,
- 5:41mas em paralelo com isso é. Nós tínhamos também o
- 5:45equipamento nirs, né? Então é a técnica.
- 5:49Nós falamos, né? Popularmente a técnica nirs é,
- 5:52mas é a técnica de espectroscopia no infravermelho
- 5:56próximo. Né?
- 5:57Isso aí é legal. Eu IA pedir para te explicar
- 5:59porque a gente tava falando antes.
- 6:01É, eu conheço unirs de esse portátil que o pessoal leva, né?
- 6:06Isso vocês é uma outra tecnologia.
- 6:09Exatamente, né? Então nós trabalhamos com unirs,
- 6:12que a gente é chama de nirs de bancada, que são são
- 6:16equipamentos que que existem Na Na maioria hoje das indústrias,
- 6:20né? De de nutrição animal.
- 6:22É um equipamento amplamente utilizado em várias áreas.
- 6:27Mas dentro da nutrição, muito utilizado para é análises, né?
- 6:31Ou predições de matérias primas. A parte bromatológica é proteína
- 6:36bruta, níveis de umidade, extrato etéreo, né?
- 6:40Com altíssima, com altíssima precisão.
- 6:43Então, basicamente é esse equipamento.
- 6:46Ele trabalha com uma luz, uma luz infravermelha, né?
- 6:50E é uma interação, né? É 111 técnica que que mede
- 6:55justamente essa interação entre a luz e o material que você que
- 6:59você está analisando, né? Então, o que que acontece se
- 7:02gera um scanner, né? De da amostra, ela é escaneada,
- 7:06é uma luz infravermelha que incide sobre a amostra, né?
- 7:10E a partir da informação que é gerada, né, que são ligações
- 7:15químicas referentes. Aos componentes dessa amostra,
- 7:19como por exemplo, ligações de carbono, é hidrogênio,
- 7:23nitrogênio. Isso a gente pode correlacionar
- 7:26então com níveis de proteína, né?
- 7:30De de gordura, né? E as alterações que são
- 7:34causadas, por exemplo, pelos fungos nos grãos.
- 7:37E isso tudo a gente também pode captar nessa informação que esse
- 7:41equipamento nos gera e a partir disso a gente consegue então.
- 7:45É desenvolver os modelos de predição e quantificar então as
- 7:51as microtoxinas, né? É um equipamento, então, como eu
- 7:54comentei, né, amplamente utilizado quando eu iniciei na a
- 8:00minha graduação, que faz já há um tempo.
- 8:04Pra esses detalhes, mas assim já era amplamente utilizado, então
- 8:09hoje a grande maioria das empresas de de médio porte,
- 8:13vamos dizer assim, tem esse equipamento e as vantagens disso
- 8:19é que é um equipamento extremamente rápido.
- 8:21Ah, isso que eu IA te pedir, não é demorado pra fazer isso.
- 8:23Não. E além de pedir se ele é rápido
- 8:27ou não, eu queria pedir a quantidade de amostra, assim é
- 8:30preciso fazer. Grande quantidade ou com uma
- 8:33pequena amostra, tu já tem um resultado geral do lote de da
- 8:38matéria mínima, não sei como que funciona.
- 8:40É aí nesse caso, né? Nós a gente precisa entrar
- 8:44também um pouco na questão da amostragem, né?
- 8:47Então vamos pensar que a gente fez uma excelente amostragem da
- 8:52forma mais correta possível. Coletada da.
- 8:55Forma da forma ideal, exatamente então.
- 8:58Passado por todo o processo de homogeneização, né?
- 9:01Da amostra é, nós trabalhamos com amostras moídas, né?
- 9:06Então é a precisão. Ela acaba sendo muito, muito
- 9:10maior, né? E pensando em microtoxinas
- 9:12então. A gente realmente precisa ter
- 9:16essa homogeneidade de, né? No na tua amostra, quando ela
- 9:21vai para o equipamento em si, o volume de amostra, ele não é tão
- 9:25grande, né? Gira em torno de de 50 até 100
- 9:29g, dependendo do do tipo de de equipamento, né?
- 9:33Mas aí também eu volto a frisar que existe todo um trabalho, né,
- 9:37que a gente recomenda, né, para as empresas, que é toda parte
- 9:42de. De amostragem, como que essa
- 9:45amostra ela está sendo coletada, né?
- 9:47Mas claro que isso também não vale só para microtoxinas, vale
- 9:51vale para tudo, né? Mas enfim, é um equipamento que
- 9:55você colocando amostra. Dentro de 1 minuto talvez nem
- 10:01isso ele já te gera a informação espectral, né?
- 10:05Então a partir disso é o sistema, então ele faz a
- 10:10predição, ou seja, ele gera então o resultado, né?
- 10:14Quanto que você tem naquela mostra?
- 10:16Quanto que você tem de determinada microtoxina, né?
- 10:20Então basicamente é assim que que funciona.
- 10:24O uso inteligente de dados. É essencial para uma avicultura
- 10:28competitiva. A pegas, o Science combina
- 10:31predição niz em tempo real com interpretação personalizada de
- 10:35micotoxinas, transformando resultados analíticos em ações
- 10:39práticas. O resultado é melhor controle de
- 10:42risco, desempenhos ou técnico e decisões alinhadas à
- 10:46sustentabilidade do sistema produtivo.
- 10:51E essa análise desse resultado aí, o cliente, ele tem acesso na
- 10:56hora ou ele, ele ele vai fazer, né?
- 10:59Porque ele tá com com o aparelho.
- 11:00Geralmente as grandes empresas têm, né?
- 11:02E as empresas pequenas, elas podem, elas mandam pra vocês
- 11:07como? Pode acontecer.
- 11:08Claro que nesse caso aí a gente perde um pouco do nosso, do
- 11:13nosso conceito, que é justamente o cliente ter a agilidade, né?
- 11:17Em todo o processo. Mas sim, pode acontecer.
- 11:21De o cliente é encaminhar e a gente fazer fazer a leitura
- 11:26dessa amostra. Mas o processo, digamos, ideal,
- 11:31né? Para que a gente tenha é no
- 11:33final desse todo, tudo isso, né? Todo, toda, toda análise, toda a
- 11:40predição. A gente quer que no final a
- 11:43empresa tenha a gestão do risco nicotoxinas, né?
- 11:46Então. Após ele, ele fazer o scanner e
- 11:51dentro de alguns minutos ele já tem o resultado, o resultado
- 11:54dessa amostra e aí em tempo real ele já consegue acessar as
- 11:58informações e verificar através de gráficos como é que está,
- 12:04como é que está, o nível de risco dele, o grau de risco, se
- 12:07está um risco considerado baixo, médio ou.
- 12:11Uau o próprio sistema gera esse esse gráfico para o cliente.
- 12:15O próprio sistema? Exatamente, exatamente.
- 12:18Então é um sistema, um sistema muito, muito prático, né?
- 12:23EE, até assim, essa é uma das uma das vantagens, né?
- 12:29Porque e até comentando também um pouco, né, de porquê do uso,
- 12:34do porquê do uso do nias, né? Então, para micotoxinas.
- 12:38É, na verdade, existem muitos estudos na literatura falando
- 12:43sobre essa técnica, né? Então é muitos, muitos trabalhos
- 12:48investigando, estudando. É tanto qualitativamente quanto
- 12:53quantitativamente o uso do nirs para microtoxinas, né?
- 12:59Mas é, nós temos o grande, o grande Oo.
- 13:04Nosso grande diferencial é justamente essa.
- 13:07Agilidade, agilidade, né? Na Na resposta, os métodos que
- 13:13até então a gente a gente tinha disponível, né?
- 13:18Hoje a pegasus esse ano completa 10 anos no mercado, né?
- 13:22Então difundida pela América Latina toda é.
- 13:27Mas até então, até a pegasus entrar no mercado, os os métodos
- 13:33que a gente que a gente tinha disponível é.
- 13:37Eram metodologias muito precisas, como por exemplo, a
- 13:40cromatografia, né? Que eu trabalhei muito de perto,
- 13:44né? Então é a é a é o método que
- 13:47hoje é o mais sensível pra análise de microtoxinas, mas ele
- 13:52ele é uma técnica que ela. Tem um custo e também é mais
- 13:57demorada na resposta, né? A gente também tem outros
- 14:01métodos secundários, como é, enfim, os métodos Imuno,
- 14:06imunoensimáticos, que foram uma revolução, né?
- 14:09No mercado, porque trouxe mais agilidade na resposta.
- 14:14Mas ainda assim, né? A gente via um potencial na
- 14:19ferramenta do infravermelho próximo justamente pela
- 14:23possibilidade. Que a gente tem de analisar
- 14:25muito mais amostras do que em qualquer outra metodologia, né?
- 14:29Nos nos permitia. Então nós vimos um, digamos
- 14:34assim, um potencial Na Na técnica e também uma o que havia
- 14:40uma lacuna que a gente poderia ajudar, né?
- 14:43Que nós poderíamos, através do do nosso conhecimento, do nosso
- 14:47do nosso know how, poder contribuir e trazer uma técnica
- 14:52que. Que efetivamente a empresa
- 14:55olhasse para a informação e conseguisse ver os seus
- 14:59resultados ali na tela, sem precisar, por exemplo, baixar
- 15:03naquelas planilhas de Extreme ou difíceis?
- 15:06Exatamente. Então hoje nós estamos, né, já
- 15:12com essa tecnologia muito, muito, muito disseminada, muito
- 15:17utilizada, né? E a gente realmente.
- 15:20Percebe que as empresas têm tomado decisões muito
- 15:24assertivas, né, em torno dessa, dessa metodologia?
- 15:28E para a empresa, assim é. Dentro de uma mesma empresa?
- 15:32Não sei. Pode ser que é uma pergunta boba
- 15:34tanto, eu não entendo, mas assim, né?
- 15:36Eu estou conhecendo a agora essa tecnologia dentro da mesma
- 15:40empresa. Tem muita variação de
- 15:42resultados, tipo de lotes, de matérias, de matéria prima,
- 15:45milho, basicamente, né? Tem muita variação do resultado
- 15:49que pode deixar porque deve. Ser complicado fazer é a tomar a
- 15:54decisão do que fazer, né? E também eu queria perguntar se
- 15:58essa se né, com o conhecimento que tu tem acompanhando todas
- 16:02essas análises, se realmente é mais sazonal a presença de
- 16:06microtoxinas ou não. Porque quando eu estava no campo
- 16:09a gente dizia muito isso, Ah, essa época do ano.
- 16:11O milho está ruim? Ração fica ruim, né?
- 16:14Então a gente tinha no campo essa visão de que era sazonal,
- 16:19né? Sim, é sim.
- 16:21A primeira pergunta existe, existe, né?
- 16:25Porque muitas vezes as empresas estão é, precisam, né, adquirir
- 16:30milhos de diferentes regiões, né?
- 16:32Então. É, é possível a gente segregar
- 16:36isso, né? Filtrar, digamos, por
- 16:38fornecedor, né? Então é isso que a gente tem
- 16:41feito, né, segregar por fornecedor e a partir daí é, por
- 16:46exemplo, chegou na empresa um caminhão, certo, uma carga, né?
- 16:51Então, de um determinado fornecedor, aproveita se que
- 16:55você já tá fazendo toda parte nutricional, né?
- 16:59Que que, né? Que as as empresas fazem as
- 17:02análises. É, é logo após, né?
- 17:05A chegada do dos caminhões. E também já pode fazer
- 17:09aproveitar essa mesma informação gerada através do niros para
- 17:13micotoxinas. Então é possível sim segregar,
- 17:16né? Essa é uma das maneiras.
- 17:18Né das vantagens também. Exatamente assim como você pode,
- 17:23digamos, organizar melhor as informações e ter um Panorama
- 17:26de. Determinadas regiões, né?
- 17:29Ah, essa essa esse milho proveniente de tal região está
- 17:32apresentando, por exemplo, um nível é mais alto de uma
- 17:37determinada, de uma determinada microtoxina sim, isso a gente a
- 17:41gente percebe e é justamente essa a ideia da ferramenta, né?
- 17:46E outro ponto também interessante é que aquele milho
- 17:52que já tá entrando, né, pra pra ração, pra produção de ração.
- 17:57Que que AA gente tem, né? Sistemas de de coletas.
- 18:01Então, dentro das fábricas de de ração, esse milho ele também,
- 18:07ele é, ele é analisado através do nirs e aí a empresa tem um
- 18:11Panorama do que efetivamente está entrando já na fábrica para
- 18:14justamente tomar a decisão quanto, por exemplo, ao uso de
- 18:19um determinado aditivo antimicrotoxinas, né?
- 18:22E se há ou não é naquele período a necessidade, né?
- 18:27ESIM, a gente, a gente observa essa tendência.
- 18:32O que o que a gente vê, né? Fazendo um exemplo, dando um
- 18:38exemplo antigamente, né. Há tempos atrás a gente tinha
- 18:42uma fotografia pontual do que que estava acontecendo.
- 18:45Hoje, em tempo real, como como é possível realizar mais, mais
- 18:50amostras? Porque é muito mais fácil.
- 18:53Você tem um filme passando, né? Em tempo real.
- 18:56Então você sabe efetivamente o que é que está acontecendo
- 18:59dentro. É naquela matéria prima, naquele
- 19:03naquele momento, né? Então.
- 19:05São muitas, muitas, muitas vantagens, né?
- 19:08Eu acho que o fato de ser antes também, né?
- 19:10Porque antiga, antiga, não vamos falar antigamente se não parece
- 19:14que a gente, né? Sei, mas há um tempo atrás é, a
- 19:17gente fazia análise depois que já se observava algum problema,
- 19:22né? Então você não tinha mais ação
- 19:24porque aquela ração já estava pronta, aquela ração já estava
- 19:26no campo, o animal já estava consumindo.
- 19:28Exato, EE. Hoje, com essa tecnologia, eu
- 19:31vejo que é possível até direcionar, né?
- 19:34Então você tem o. Uma noção melhor do que fazer,
- 19:37né? Ela é mais rápida.
- 19:38Ela é é é uma forma de prevenção de um problema.
- 19:41Agora, Gabriela, você entendeu perfeitamente a ideia.
- 19:46Agora eu captei o negócio. E exatamente isso as empresas,
- 19:50elas têm a. Elas já têm os silos oscilos e
- 19:55os armazéns delas monitorados. Então ele já existe, né?
- 19:59Esse sistema de de coleta que é feito nos silos e a empresa tem
- 20:04o mapeamento. Então ela já consegue dizer como
- 20:07é que está está o silo e o que vai fazer com aquele silo,
- 20:12dependendo é do grau de contaminação.
- 20:15Se vai é segregar, destinar para uma determinada espécie que é
- 20:21considerada, né? Mais mais resistente, né?
- 20:24Ou até mesmo, eventualmente, se vai tomar a decisão de de de de
- 20:29vender ou ela ela sabe daquela informação, então ela vai tratar
- 20:33aquele grão de forma de forma diferenciada, né?
- 20:37Então essa é justamente essa, é justamente a ideia da da
- 20:41tecnologia, é que. Você tenha em tempo real você
- 20:45saiba exatamente o que é que está acontecendo, seja dentro da
- 20:49fábrica, seja por fornecedor, seja você olhando as
- 20:55estatísticas de diferentes de diferentes regiões, né?
- 20:59Então é, é. São mudanças, né?
- 21:03De de conceitos. E eu entendo que o risco
- 21:06onicotoxinas é o caminho para você fazer o gerenciamento, a
- 21:10gestão, a ferramenta news é só é só uma maneira de a gente
- 21:15chegar, né? Nisso.
- 21:17Mas AA gestão do risco, a forma que a gente entende de você ter
- 21:21um histórico de contaminação, prevalência e o algoritmo do
- 21:26risco ele não leva, né? Só em consideração médias
- 21:30prevalências. Ele leva em consideração a
- 21:33espécie animal, a sinergia que pode estar, que pode estar
- 21:37acontecendo quando você tem a presença, né?
- 21:40De mais de uma micotoxina, né? Tudo isso é calculado dentro do
- 21:44algoritmo do do risson. Então, ao final do do processo,
- 21:48é o que AO que a empresa vê, é para cada espécie animal, cada
- 21:54fase. Pra cada toxina, como é que está
- 21:57o grau, o grau de risco? E aí tomar a melhor decisão?
- 22:01Essa é a ideia. E é utilizado também lá no
- 22:04fornecedor. Ou geralmente é um sei lá, um
- 22:08produto que dá uma ferramenta, né?
- 22:11Que o acesso seja mais na fábrica de ração ou na parte
- 22:15final já. Ou o produtor lá.
- 22:17Hoje a gente tem bastante Cerealistas, né?
- 22:21É, eles já poderiam estar usando essa tecnologia.
- 22:24Então a gente sempre fala isso, né, que que no futuro muito
- 22:31próximo, o produtor já vai ter essa informação, né?
- 22:36Hoje, hoje a gente ainda vê isso muito mais dentro dentro da
- 22:40fábrica de ração, é o que já nossa, né?
- 22:45Uma grande evolução, né? Então eu, mas Eu Acredito que em
- 22:50breve isso também vai estar. Já nas funções Cerealistas
- 22:55também, né, então? Deles também podem, né?
- 22:58Já enfim conhecer o seu produto exato, né?
- 23:03Não esperar receber uma reclamação do cliente?
- 23:06Ou com certeza, com certeza. E bom, nicotoxinas é algo que a
- 23:13gente AA gente não consegue, digamos assim.
- 23:18É eliminar por completo, né? Então a gente tem que monitorar
- 23:23elas. A gente sabe que em algum grau
- 23:26ou ou em nível mais baixo ou intermediário ou elevado, mas
- 23:31elas vão aparecer, né? Então, por exemplo, fumonizinas,
- 23:36né? Fumonizinas.
- 23:38É AA prevalência de fumo nizinas No No milho, né?
- 23:42No Brasil ela gira em torno de 80%, né?
- 23:47Então é quase que assim. É difícil de a gente encontrar
- 23:52resultados que a gente considera como negativos, né?
- 23:56Então o que a gente tem que é é avaliar.
- 24:00É justamente essa, essa gestão, essa gestão do do risco, né?
- 24:06Tu tem uma ferramenta, tu tem 11, equipamento que vai te dar
- 24:0911 resultado. Mas você precisa fazer a gestão,
- 24:12né? E o que fazer com esses
- 24:14resultados, né? Com essa, a gestão é super
- 24:16importante. É EEA.
- 24:18Gente, a gente já conhece, né? Quais são as as microtoxinas,
- 24:23vamos dizer assim, mais prevalentes aqui no Brasil, na
- 24:27América Latina, né? Mas.
- 24:30Eventualmente isso muda, né? Assim acontece. 11 mudança,
- 24:34alguma questão climática, né, dá 111 seca ou então chuvas, né,
- 24:41precipitações, enfim, isso, isso, oscilações, né, de, de, de
- 24:46temperatura. Isso tudo pode acarretar muitas
- 24:50vezes e uma maior incidência de micotoxinas, que até então a
- 24:55gente não costumava, não costumava ver, né?
- 24:58Então. Mais uma vez, tem que monitorar,
- 25:01né? Não tem como fazer diferente.
- 25:04E outros países utilizam já essa tecnologia, tipo, a gente tá
- 25:08atrasado ou a gente tá? Olha, nós estamos com essa
- 25:13tecnologia, é em praticamente toda toda a América Latina, é em
- 25:21expansão também pra pra Europa, né?
- 25:25O que, o que que acontece, né? Oo como eu comentei, né, o nosso
- 25:32banco de dados, ele tá muito estruturado, né?
- 25:35Pra América Latina, né? Nossos milhos, nosso nosso banco
- 25:40de dados é grandioso aqui. Quando você vai, por exemplo,
- 25:44começar isso no desenvolvimento em outro país, você precisa
- 25:47também conhecer como é que é o grão, né?
- 25:50Desse nessa outra região, né? É.
- 25:54E a hoje a nossa empresa então tá, está amplamente, né,
- 26:00disseminada é na América Latina e estamos avançando com os
- 26:04desenvolvimentos das calibrações pra Europa, por exemplo, né?
- 26:09Então lá a gente já percebe que há algumas é prevalências, né?
- 26:13Um pouco diferentes de contaminações, né?
- 26:17Aí já entra um pouco também já na parte dos desenvolvimentos
- 26:23das calibrações. É então, por trás de de todo
- 26:27esse trabalho, do, do, do, do risco, das quantificações de
- 26:31microtoxinas, a gente precisa desenvolver.
- 26:34É o que a gente chama de equações de predição ou
- 26:38calibrações, né? E esse e essas calibrações, elas
- 26:42são baseadas em 11 volume. De amostras, né, que devem ser
- 26:48amostras representativas, né? Então, unirs, ele é uma
- 26:51metodologia secundária. Sozinho o equipamento não faz
- 26:55absolutamente nada, né? Então a gente precisa, entre
- 26:59aspas, ensinar o equipamento, né?
- 27:02Então o desenvolvimento das das calibrações, muitas vezes ele
- 27:06leva tempo também, né, porque você precisa ter amostras que
- 27:11contemplem diferentes regiões. É diferentes contaminações, né?
- 27:17Para que a gente para que nós obtivéssemos, né?
- 27:23Sucesso nos desenvolvimentos das das calibrações.
- 27:26Foram muitos anos de de de validação, muito trabalho em
- 27:31cima de de busca, de seleção, de amostras, né?
- 27:33Até a gente encontrar o modelo ideal, sim.
- 27:37Então você precisa ter amostras muito representativas.
- 27:42Você precisa validar, né? Esse modelo, né?
- 27:46Um ponto importante sempre do método niros, né, que você
- 27:51precisa ter um método de referência, né?
- 27:54Então você precisa ensinar ele. Você precisa é para qualquer
- 28:00calibração, nicotoxinas ou a parte nutricional você precisa.
- 28:05Ter um método de referência e esse método de referência ele
- 28:09precisa ser o mais exato possível, né?
- 28:12Então tem vários, tem vários pontos cruciais, né, importantes
- 28:20EEO nosso, o nosso banco de dados.
- 28:23Ele se baseou em amostras de campo, né, para que funcionasse
- 28:28no campo, né? Então é um trabalho realmente
- 28:33bastante, né? Desafiador.
- 28:35Mas hoje nós temos 1 o volume muito grande de de amostras, um
- 28:40banco de dados, muito, muito representativo, né?
- 28:43E que nos permite aí estar, né, avançando aí também pra pra
- 28:48outros países. Que legal.
- 28:50E esses? A maioria dos clientes de vocês
- 28:53é é avis ou suínos? A maioria, a maioria dos nossos
- 28:58clientes ainda é a avicultura, né?
- 29:02Mas eu te diria que talvez 60%, né?
- 29:06É aos 60%. Agricultura suindo, a cultura
- 29:10também muito forte, né? Ouvindo a cultura também.
- 29:15Que legal isso isso exatamente, mas sim, o forte mesmo, né?
- 29:20Assim. É, é avicultura?
- 29:22Exatamente, exatamente. E tu?
- 29:24Contou um pouquinho da tua história, daí deixa eu pedir,
- 29:27né? É o que te fez gostar tanto de
- 29:30microtoxinas, porque não é um assunto tão fácil, né?
- 29:35E ainda mais falando em tecnologia e.
- 29:37Curva e. Com certeza.
- 29:39Tem que é gráfico AA parte de gestão.
- 29:42Pra gente que é mais da área do agro.
- 29:45Ela é complicada, né? Então assim, a gente não tem
- 29:48muito aquele dom de. É de cara sair da faculdade, por
- 29:52exemplo. Eu vou trabalhar com isso, né?
- 29:54E o que que levou a trabalhar com nicotoxinas e com a gestão
- 29:57desses resultados? Eu, eu sempre.
- 30:00Eu sempre gostei, né? Eu sempre.
- 30:03Então, desde a graduação sempre gostei, sempre li bastante sobre
- 30:09o assunto. Me sempre me me interessou
- 30:12muito. E eu sempre tive um pé no
- 30:15laboratório, sempre tive um pé no laboratório.
- 30:19Então é unir, né? Eu, eu tive oportunidade também
- 30:24de de de de ter pessoas que tinham conhecimento muito
- 30:28aprofundado sobre os sobre os temas e que com certeza, né, me
- 30:34fizeram. Também me impulsionaram a querer
- 30:38mais EE assim pensando, pensando justamente No No porque, né?
- 30:45Eu, eu gosto da indústria, né? E eu, eu eu gostaria de sair da
- 30:49da academia, eu gostaria de trabalhar.
- 30:51Eu sempre tive essa vontade de trabalhar.
- 30:54É buscando alguma coisa que eu ajudasse algo que que eu
- 31:00realmente visse, ok? Eu, eu consegui, né, fazer algo
- 31:05importante, né? Pós, né?
- 31:09Depois da da da da graduação, né?
- 31:12Então eu eu me sinto de alguma forma, talvez retribuindo, né?
- 31:16Ou ou contribuindo, né, por tudo que pelo por todos esses anos,
- 31:21né? De de estudo, então micotoxina
- 31:24sempre sempre fez parte. É mirs me aprofundando, né?
- 31:30Então eu fiz ao longo né da. Da minha carreira, fiz vários,
- 31:37vários cursos, né? É como você falou, realmente são
- 31:41temas, são temas complexos, né? Mas eu acho que eu sempre eu, eu
- 31:47sempre gostei muito assim, que legal.
- 31:49EE realmente é algo que é muito. É muito bom quando você vê que
- 31:54algo que você fez está dando resultado, né?
- 31:57Que aquilo realmente. Está funcionando?
- 32:00Exatamente. Então eu acho que é também 11.
- 32:03Questão pessoal também. Legal.
- 32:05Bom, eu acho super legal quando a gente trabalha com aquilo que
- 32:08a gente gosta, né? E assim, algo que tu aprendeu,
- 32:12que tu ajudou a desenvolver dentro da empresa, né?
- 32:14Então, já trabalhando a tempo nesse projeto é, né, não é uma
- 32:18coisa da 8 pro. Dia e a gente sempre vai.
- 32:21A gente sempre está aprendendo, né?
- 32:23A gente sempre está aprendendo. A gente sempre.
- 32:28É, está recebendo feedbacks? Então isso faz a gente, a gente
- 32:33crescer muito. EE querer cada vez mais, né?
- 32:37É melhorar. EE ampliar.
- 32:39Eu acho que legal que é isso, assim, AI que.
- 32:41Legal bem, bem contente aí com seu depoimento e deixa eu pedir
- 32:45mais uma coisa que agora eu estava passando aqui pela minha
- 32:48cabeça sobre o custo disso. É um é não um equipamento, mas é
- 32:53uma tecnologia, cara, pensando assim, como tu falou, tu falou
- 32:57né, AI. Daqui a pouco o produtor já vai
- 32:59poder fazer isso assim, é algo muito fora da nossa realidade ou
- 33:03algo normal que as empresas. Não, não.
- 33:06Eu Acredito assim. É talvez em um primeiro momento.
- 33:11Em um primeiro momento, pode parecer caro o equipamento, mas
- 33:17por todos os benefícios que ele gera em pouquíssimo tempo.
- 33:22Já. O impacto do resultado
- 33:25exatamente nisso, né? Você prevenir algum problema,
- 33:29você saber do de um possível problema.
- 33:32É a questão de você conseguir direcionar, né?
- 33:34Você organizar. Eu acho que isso não tem preço
- 33:37que pague, né? E assim o niros ele, ele nunca
- 33:41vai substituir o laboratório. Porque as calibrações, elas são
- 33:47constantes. Estamos em constantes melhorias,
- 33:52constantes desenvolvimentos e precisamos dos laboratórios de
- 33:55referência, né? Pra pra fazer isso né?
- 33:59Então é talvez, né No No passado, logo que que o
- 34:06equipamento começou, né? A ser mais, ser mais utilizado.
- 34:11Tinha um pouco essa questão, mas Eu Acredito que hoje isso tá já
- 34:16muito mais disseminado, né? É realmente assim.
- 34:20É você aproveitar muitas vezes até os próprios funcionários,
- 34:25né, que às vezes estavam ali fazendo determinadas análises.
- 34:29Você pode investir em outras estruturas, né?
- 34:32Dentro da empresa, outros investimentos, né?
- 34:35Porque realmente é muito prático.
- 34:37Não tem retrabalho daí, né? Exatamente.
- 34:40E assim é o fato de você poder analisar quantas amostras você
- 34:49você quis. Você tiver, vamos dizer assim,
- 34:51né? Unir, te dar essa possibilidade
- 34:54que às vezes numa via úmida, numa numa, numa tecnologia
- 34:58convencional, isso isso seria muito mais trabalhoso, né?
- 35:01Então. Só vantagens?
- 35:04Não muito legal. E essa calibração?
- 35:06Ela é feita em um determinado tempo ou não tem assim um prazo
- 35:11certo, né? De fazer a calibração?
- 35:14Assim, a gente trabalha com atualizações depois das
- 35:18calibrações desenvolvidas, né? Então a gente.
- 35:22Trabalha com aquelas atualizações, que podem ser a
- 35:26cada 3 meses, a cada 6 meses ou quando ou quando necessário, né?
- 35:32Então hoje o nosso banco de dados, a nossa calibração tem
- 35:35milhares de amostras, né? Então amostras de diferentes
- 35:39lugares, né, diferentes regiões, justamente para a gente ter
- 35:42essa, essa variabilidade, né? Então é, é é um trabalho
- 35:49praticamente assim. É constante.
- 35:51Por isso a questão de que a gente sempre precisa, sempre vai
- 35:55precisar do laboratório, não naquela naquela quantidade total
- 36:00de amostras, mas eventualmente a gente vai sim precisar ou para
- 36:04verificar resultado, né? Resultados confirmatórios, né,
- 36:08que é o que acontece bastante, né?
- 36:10Então, por exemplo, 11 determinada microtoxina
- 36:15apresentou um resultado mais elevado.
- 36:18Ok, vamos, vamos. Vamos para uma análise, vamos
- 36:21para uma técnica. Diferente.
- 36:23Que seria a técnica, é a técnica mais sensível, né?
- 36:28Que é a cromatografia. Vamos para essa análise
- 36:30confirmatória, então, nesse sentido sensu?
- 36:33Também o cliente pode? Claro, claro que legal é esse, é
- 36:38um trabalho assim. Também, né?
- 36:40Interno nosso, né. Constante, né?
- 36:43Então é, é, faz parte, né, de todo o processo de de
- 36:48desenvolvimento, né? Legal.
- 36:50E Denise, tem mais alguma coisa que seja interessante a gente
- 36:54saber, a gente, os nossos ouvintes aí saberem e conhecerem
- 36:58sobre unirs ou sobre microtoxinas.
- 37:00O que tu acha relevante que o pessoal que está nos ouvindo ou
- 37:04assistindo? Nem o conhecimento.
- 37:07Ah, eu acho que é eu. Eu gostaria mesmo de de frisar,
- 37:11né? Que que a ideia, né?
- 37:13O nirs ele é ele é só 11 das ferramentas, né?
- 37:16Disponíveis para a gente fazer a gestão do risco.
- 37:21Mas você ter o gerenciamento do risco em tempo real, né, de uma
- 37:28forma assertiva, onde você pode muitas vezes economizar, né,
- 37:33dentro da empresa, eu acho que isso.
- 37:37É algo assim que que cada vez mais a gente vai vai ver isso
- 37:44acontecer, né? Então é a gestão do risco
- 37:50micotoxinas, porque esse sim, essa é a forma mais correta.
- 37:55Essa é a forma ideal de você fazer Oo gerenciamento das das
- 37:59microtoxinas. Eu acho que seria mais ou menos,
- 38:03mais ou menos essa, que bom. Denise, eu agradeço, né?
- 38:08AA, sua presença, a sua participação é, a gente fica
- 38:11muito feliz que você veio até aqui no nosso estúdio hoje, um
- 38:14estúdio improvisado aqui em Chapecó.
- 38:17Legal, né? E a gente se encontra logo mais
- 38:20o simpósio com pessoal. Obrigada por terem ficado aqui
- 38:23conosco. Um grande abraço para vocês.
- 38:25Fiquem ligados que vai. Ter mais episódios diretamente
- 38:28de Chapecó e do Brasil, sul de avicultura.
- 38:31Muito obrigada.