Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / Melhores de 2025: BRASIL NO COMANDO: A FORÇA GLOBAL DA AVICULTURA - Dra. Sula Alves | Ep. 181
Transcript
- 0:00Dos primeiros reuniões que eu tive fora do Brasil e a gente
- 0:03sai com aquela sensação, né, de vou para fora do Brasil e vou
- 0:08discutir com outros países, a pessoa não olhou para mim e
- 0:11falou, Ah, é de Brasília a potência.
- 0:13Então o Brasil é a potência na avicultura.
- 0:16O Brasil tem que se enxergar dessa forma.
- 0:18A gente às vezes não se enxerga, né?
- 0:20A gente tem essa mania. Eu gosto muito de falar sobre
- 0:23essa síndrome de Vira Lata que a gente tem às vezes de achar que
- 0:27tudo lá fora é melhor. Não, a gente tem uma avicultura
- 0:29real. Mente de ponta, muito bem feita,
- 0:31né, com com 11, condição bem diferenciada, e a gente brinca
- 0:37muito, olha quem vem primeiro, o ovo ou a galinha, né?
- 0:39Existe já algumas teorias que falam, né, que foi o ovo, que
- 0:43foi a galinha, enfim, mas eu brinco sempre que para o Brasil,
- 0:45pelo menos a gente tem clareza para essa resposta que foi a
- 0:49galinha, e isso está registrado na carta e li, escrita por pero
- 0:53Vaz, quando relata o que encontrou aqui, né?
- 0:55Quando ele vem junto nas frotas de Cabral, então está lá na data
- 0:58de 1500 primeiro. De mais de 1500, o registro de
- 1:01quando os índios tiveram acesso a primeira vez.
- 1:04A galinha em que eles tinham medo, assim que eles perceberam
- 1:07que esse animal ali, esse animal não tinha ainda aqui no país,
- 1:11então, e aí de um animal que chegou aqui causando medo, hoje
- 1:15nós somos, né? O maior é exportador, o segundo
- 1:19ou às vezes o terceiro maior produtor mundial e nos
- 1:22destacamos nessa atividade. Analisando os dados do canal,
- 1:37percebemos que cerca de 97% de vocês que assistem aos nossos
- 1:41episódios com frequência ainda não estão inscritos.
- 1:45A sua inscrição é muito importante.
- 1:48Ela ajuda o canal a crescer e permite que a gente continue
- 1:51produzindo episódios cada vez mais relevantes e interessantes
- 1:55para você. Então, se você gosta do nosso
- 1:57conteúdo. Inscreva se agora no canal isso
- 2:00faz uma grande diferença para o nosso trabalho, muito obrigado
- 2:04pelo apoio e um ótimo episódio. O podcast o aviário só é
- 2:09possível através de empresas inovadoras e que apoiam a
- 2:12educação continuada na avicultura brasileira.
- 2:15Novos líder em soluções de nutrição inteligentes para o
- 2:19crescimento dos negócios na produção de proteína animal.
- 2:23PPG vet. O programa de pós graduações,
- 2:26que prepara você para ser um profissional disputado no
- 2:29mercado veterinário. Pegas o Science predição de
- 2:33micotoxinas via news em tempo real para decisões seguras na
- 2:38avicultura. All TEC soluções nutricionais,
- 2:42eficientes e sustentáveis para fortalecer a avicultura grupo BR
- 2:48render, fazemos juntos o produto para atender você cliente. 59ª
- 2:54reunião da sociedade brasileira de Zootecnia, de 27 a 31 de
- 2:58julho, na ufla, em Lavras. Inscreva se sbz.org.br.
- 3:03Quando olá pessoal, sejam todos muito bem vindos de volta.
- 3:07Mais um episódio do nosso podcast Boa Viagem, trazendo as
- 3:12mentes brilhantes da avicultura para conversar com a gente sobre
- 3:16esse universo avico. Meu nome é Marcos Caffé e hoje
- 3:19nós temos o prazer aqui de receber a doutora Sula Alves.
- 3:22Que é diretora técnica da associação brasileira de
- 3:25proteína animal. A nossa ABTAA gente vai
- 3:28conversar um pouquinho aqui sobre sustentabilidade, vamos
- 3:30falar um pouquinho sobre desafios regulatórios, vamos
- 3:34conversar um pouco sobre a evolução da agricultura.
- 3:36Doutora Sula, muito obrigado, certo, por você ter atendido o
- 3:39nosso convite de estar aqui disponível, pra estar aqui
- 3:43conversando com a comunidade agrícola do Brasil e às vezes
- 3:45até mesmo fora do Brasil. Muito legal.
- 3:47Eu sei que a sua agenda aí na bpa é muito, né?
- 3:50Muito, é cheia e legal. Você achou um pedacinho da sua
- 3:54agenda aí pra estar nos atendendo e conversar um
- 3:57pouquinho sobre a agricultura? Eu sei que já é, né, uma
- 3:59referência. É da agricultura brasileira.
- 4:02Pelo trabalho que vocês desenvolvem aí na BPA.
- 4:04Eu não canso de elogiar o que ABPA faz pela agricultura
- 4:07brasileira. Então, muitíssimo obrigado até
- 4:09por você ter aceito o nosso convite.
- 4:12Eu que agradeço, fico super feliz de ter a oportunidade da
- 4:16gente bater esse papo aqui, que é tão gostoso, né?
- 4:18A gente tem a agenda carregada, cheia de de compromissos, esse é
- 4:23mais um compromisso, mas é um compromisso que leva a gente a
- 4:26refletir sobre tudo isso que a gente tá fazendo, onde que a
- 4:29gente quer chegar é os desafios que a gente já passou, então não
- 4:33deixa de ser também até um momento de reflexão de maneira
- 4:37leve, né? Então é muito bom, agradeço a
- 4:39oportunidade, professor feliz. Sula, conta pra gente, eu eu não
- 4:45gosto de ficar lendo o currículo das pessoas, eu gosto de
- 4:47conhecer um pouco a lém, né? Então conta pra gente, como que
- 4:50você veio parar na avicultura, como que você veio parar aqui na
- 4:53bpa? Conta o conto da sua trajetória
- 4:55lá dentro, da sua formação profissional, onde você se
- 4:58formou, qual foi o seu caminho até chegar, né?
- 5:01No onde você está aqui hoje conversando com a gente, fala
- 5:04aí, conta um pouquinho da sua história pra gente.
- 5:06Olha, eu posso dizer que eu sou um caso pouco provável de dar
- 5:10certo. Eu digo isso porque, professor,
- 5:13eu sou do Rio de Janeiro, né? Formada em Zootecnia, então são
- 5:1722 pontos assim que às vezes não dá um match, né?
- 5:21De início, você pensar uma pessoa do Rio de Janeiro, que
- 5:23geralmente as pessoas relacionam um ambiente muito mais urbano,
- 5:27né, é com azotecnia, mas sim, existe a lia no interior do Rio
- 5:32de Janeiro. Existe muita influência, né?
- 5:34Tem influência familiar também. Interior e do próprio interior
- 5:37do Rio de Janeiro e me apaixonei Na Na Zootecnia.
- 5:42Me apaixonei pela avicultura, mas não foi inicialmente aquilo
- 5:46que eu sonhava. Eu pensava em trabalhar com
- 5:48cavalos e esse esse é uma paixão, é uma paixão.
- 5:53Mas a avicultura acabou tomando esse lugar, até pelo pelo espaço
- 5:57que eu enxergo, até que a mulher tem mais dentro dessa atividade,
- 6:01tá? Mas a avicultura me surpreendeu
- 6:04muito positivamente. E quando eu conheci o que era a
- 6:08vicultura, eu falei pra mim mesmo, eu quero estar no olho do
- 6:11furacão, muito cuidado porque a gente pede a Deus, tá?
- 6:14Porque hoje eu estou de fato no olho do furacão.
- 6:18Após fazer a minha graduação em isotecnia e já começar a
- 6:21direcionar meus estágios, é de final de curso pra pra
- 6:25vicultura. 11 outra coisa, de certo modo, surpreendente, foi
- 6:31eu ter Descoberto essa paixão pela avicultura.
- 6:34É tanto no Rio de Janeiro, no interior do Rio de Janeiro,
- 6:37quanto no Piauí. Outra coisa, pouquíssimo
- 6:41provável. Mas foi fazendo após fazer uma
- 6:44passagem em áreas que eu trabalhei em um período, né?
- 6:47EE, fiquei com quarto de milha, que eu gosto muito.
- 6:51Acho linda essa raça. Eu?
- 6:55Eu fui fazer uma parte obrigatória numa Granja e eu
- 6:58gostei muito da dinamicidade da avicultura EE, então fiz o
- 7:05mestrado na área de bioclematologia zootécnica, que
- 7:09é uma área também que me agrada muito.
- 7:12Parte de ambiência, né? E depois doutorado na área de
- 7:15bem-estar animal, um tema que eu achava que era uma onda e que IA
- 7:20fazer uma tese de prateleira. Mas mais uma outra surpresa que
- 7:24a gente sabe que o bem-estar animal é um tema muito relevante
- 7:26para nós, o setor ultimamente, né?
- 7:29E por conta desse dessa linha de pesquisa é teve uma boa
- 7:35projeção. E eu vim fazer aqui 11.
- 7:39Fui chamada para fazer contribuir com um protocolo de
- 7:42bem-estar animal da uba na união brasileira de agricultura, né?
- 7:46Que se fundiu com AABF, virou uba BFE, depois com a abpex, se
- 7:52tornou ABPA. É vim fazer esse trabalho aqui
- 7:57como como pesquisadora EE. Acabei depois sendo contratada
- 8:01coordenadora técnica e segui carreira por um tempo na
- 8:04sucessão. Depois fiz um.
- 8:06Passei por um período na abrf e lógico que o bom filho a casa
- 8:10torna apaixonada pelo trabalho de associativismo, né?
- 8:15Eu gosto muito do trabalho setorial.
- 8:17Voltei aqui para a bpa como diretora técnica, então maneira
- 8:22resumida assim, um pouco dessa trajetória.
- 8:27Empresa global de nutrição animal, a autech oferece
- 8:30soluções para enfrentar os principais desafios da
- 8:32avicultura. Junte se a nós para maximizar a
- 8:36imunidade, segurança do alimento e qualidade dos ovos.
- 8:40Com a alldek, você não precisa escolher entre desempenho,
- 8:43bem-estar e sustentabilidade. Ah, bem legal, muito legal.
- 8:49Gostei muito dessa dessa hora, né?
- 8:51Como as coisas vão, né, né? Sula, se encaixando, né, e como
- 8:54que às vezes uma experiência, né, você vê, você dedicou,
- 8:58inclusive, é uma referência, né? Aquele aquele publicação da da
- 9:01da uba da época, né? De bem-estar, né?
- 9:04Foi uma referência naquela época, até hoje.
- 9:07E aí depois deu certo, você estar aqui com a gente aí, como
- 9:09você falou, no olho do furacão aí sambando, aí tocando, né?
- 9:14Essa agricultura brasileira, que é um é um tem, é um tem de novo,
- 9:18vamos começar? E assim, eu gosto muito desse
- 9:20tema, falar sobre sustentabilidade, né?
- 9:24E eu sei que você tem uma visão legal de sustentabilidade
- 9:26amarrando com sanidade, que que, aliás, tem tudo a ver, né?
- 9:31E a gente sabe o Ricardo, né, o presidente da da bpa, ele ele
- 9:35fala muito. Isso é um tema muito caro para
- 9:37ele, a questão da sustentabilidade.
- 9:39E hoje nós sabemos que isso está na pauta, né?
- 9:41Inclusive da da exportação. Todo mundo cobra isso, né?
- 9:45Sustentabilidade e nós temos uma vida cultura altamente
- 9:47sustentável. Eu queria ver AA sua visão disso
- 9:51e como que você enxerga a sustentabilidade frente aos
- 9:54desafios da sanidade? Como é que um conversa com
- 9:56outro? Enfim, queria que você
- 9:57desenvolvesse aí essa questão da sustentabilidade com esse viés
- 10:01aí sanitário. Exato, professor, até porque a
- 10:04sustentabilidade, historicamente ela tem muito uma pegada da das
- 10:09questões ambientais, né? Então muitos pensam que
- 10:12sustentabilidade é meio ambiente, é pensar, é lógico, é
- 10:15um é um Pilar essencial, muito importante, mas não é o único,
- 10:20né? Nenhum equilíbrio pode se
- 10:22sustentar em um único Pilar. É então a para o nosso setor, a
- 10:28sanidade, ela é um ponto crucial.
- 10:32A sustentabilidade de negócio não tem como pensar em
- 10:34sustentabilidade sem pensar que a gente tem um patrimônio, né?
- 10:39Que é a sanidade. Avícula aqui falando da
- 10:41avicultura, da forma como a gente conduz a nossa atividade e
- 10:47tem até um certo modo 1111 relação com o próprio bem-estar
- 10:52animal que a gente, né? Começei anteriormente, mas
- 10:56trazendo para um contexto, né, da da da produção Moderna EE, do
- 11:00que hoje a gente vem sendo. Aclamado pelo público como
- 11:03sustentabilidade AA sanidade, ela ela é um ponto de partida,
- 11:08porque sem a manutenção da qualidade de vida dos animais e
- 11:13também, consequentemente, da qualidade dos produtos que a
- 11:16gente vai ter posteriormente, a gente não consegue manter a
- 11:20integridade de uma indústria, né?
- 11:22E o que que está dentro de toda essa indústria?
- 11:24Vincula robusta, que é a indústria vincula brasileira,
- 11:27que além de prover. Alimento, né?
- 11:30Seja aí a carne, ovos, é. E todos os subprodutos que a
- 11:34gente pode tirar da agricultura é tanto no Brasil, mas também
- 11:39sendo a base da alimentação de muitos países.
- 11:41Então, quando a gente pensa na agricultura e a contribuição
- 11:44dela para a sustentabilidade do ponto de vista econômico, é é
- 11:50indiscutível, né? Quantas regiões do Brasil
- 11:52dependem da agricultura? É quantos é, cidades sobrevivem
- 11:57e existem em. Função da agricultura local.
- 12:01Então, esse é um aspecto social muito importante.
- 12:04É do ponto de vista é, é social. Então essa economia que é a
- 12:10gerada, ela também fortalece, né?
- 12:12Essa base e dá condições de desenvolvimento.
- 12:15Tanto que o IDH de regiões produtoras ele é maior, é.
- 12:22E do ponto de vista é ambiental também, porque em pensar que a
- 12:26gente tem que produzir alimentos e um impacto menor agricultura
- 12:30dentre todas as categorias. Aí de de de produção animal é
- 12:34uma de de menor impacto ambiental.
- 12:36Então a agricultura tem esse lado muito positivo que precisa
- 12:40ser explorado e. A avicultura brasileira, em
- 12:43especial, é como uma das raras, né?
- 12:47No mundo de do meio ambiente de produção, né, do meio de
- 12:50produção de países tipicamente produtores, é é uma das que que
- 12:55mais é se se estabelece, né? Melhor estabelece em termos de
- 13:00sanidade, né? A nossa competitividade.
- 13:03Ela vem é de várias, ela tem várias características, né, ela
- 13:07tem uma, é um reflexo de várias questões.
- 13:12Mas a sanidade é um dos pontos principais que colocou a
- 13:15avicultura No No, no, no cenário que hoje tá.
- 13:22O quanto que a avicultura brasileira no cenário mundial
- 13:25despontou tem a ver com AAA sua condição sanitária ímpar desde
- 13:312006, em que a gente 2004 até antes é quando começou a ter
- 13:37influenza viária na Ásia. É ali a gente começa a ver o.
- 13:41O Salto do milhão da da exportação brasileira, né, é de
- 13:46carne de aves. Então a nossa história é nossa
- 13:50evolução econômica e atrelada a exportação, ela tá.
- 13:55Está relacionada a nossa condição sanitária diferenciada.
- 13:58E se a gente pensa em todos os pilares da sustentabilidade e
- 14:03que o econômico e o social não podem ficar de fora nunca, a
- 14:08gente vê aí o quanto que a sanidade se vale.
- 14:11É a sustentabilidade, se vale desse aspecto sanitário para uma
- 14:16vicultura pujante, né? Com uma presença Internacional e
- 14:21também com a geração de emprego e renda, é no Brasil o.
- 14:26Sôla o episódio, né? Da da da influenza, né?
- 14:29A gente acompanhou a influenza, foi chegando, foi entrando ali,
- 14:32né, o América do sul ali por cima, né, pelas meninas,
- 14:36Venezuela, rebaixando e tal. Logo que começou esse movimento
- 14:41ali, a gente foi meio que pressionada a gente.
- 14:43Chegou acender algumas velas aí pra Pra Elas não entrar.
- 14:46ABPA, no meu modo de ver, assumiu um protagonismo mesmo,
- 14:50né? ABPA começou certo fazer
- 14:52campanhas, começou a fazer realmente chamar a atenção da
- 14:56importância, né? Da gente fazer o dever de casa
- 15:00pra que ela, pra que AAAA influência não entrasse, né?
- 15:04No Brasil, infelizmente ela entrou, mas entrou nas áreas
- 15:07migratórias, que era normal entrar, e até hoje a gente
- 15:09consegue. Né, estar livre dela na
- 15:12agricultura comercial, eu queria que você falasse um pouquinho,
- 15:14inclusive, tem um vídeo seu agora, né?
- 15:16Eu vi recentemente no Instagram você chamando a atenção das
- 15:19pessoas que estão indo agora para trânsito, né?
- 15:21Pelo jeito você não foi nem eu, né, com o pessoal lá e a gente
- 15:24fica para trás, né? Mas o pessoal que está indo para
- 15:27trânsito, que é a maior feira de agricultura do mundo, cuidado ao
- 15:29voltar, porque lá tem contaminação.
- 15:31Então muito legal você ver que ABPA não baixou a guarda em um
- 15:34momento, porque você vai falar um pouquinho disso, né, para
- 15:37para reforçar inclusive esses recados que ABPA.
- 15:40Assumiu esse protagonismo e falou, gente, pelo amor de Deus,
- 15:43é como você acabou de falar, é, é um dos patrimônios que a
- 15:46agricultura brasileira tem, é a bioseguridade e eu acho até
- 15:51fazendo, elogia as empresas, todo mundo se mexeu, todos os
- 15:54protocolos de bioseguridade foram reforçados, graças,
- 15:57inclusive, a ajuda do trabalho da bpa.
- 15:59Eu queria que você falasse um pouquinho disso, né, dessa
- 16:01importância da bpa nessa questão da influenza viária e mais
- 16:05ainda, né, não acabou esse jogo, né?
- 16:07Nós estamos jogando ele, né? Eu queria que você falasse um
- 16:09pouquinho disso. É, é é verdade que a gente vem
- 16:13trabalhando é já de longa data, porque 11 dos lemas, né, que eu
- 16:17trago para minha própria vida e da minha forma de atuação
- 16:21profissional e emprego, isso no trabalho que eu faço aqui é
- 16:24pensar. O inteligente aprende com os
- 16:27próprios erros, o sábio aprende com os erros dos outros.
- 16:31A gente não precisa esperar acontecer conosco para contornar
- 16:33as situações. A gente já observava o que
- 16:36estava acontecendo, onde que houve falhas, onde que as coisas
- 16:40vieram a dar brechas para disseminação da influenza viária
- 16:43nos outros países. E logicamente, né, há coisas que
- 16:46estão sob nosso controle e coisas que não.
- 16:49Como você mencionou, é a questão das aves migratórias, né?
- 16:52Mas a gente sabe que os países vizinhos que tiveram a entrada
- 16:56de aves migratórias EEA, identificação da influenza
- 16:59viária nessas aves, alguns deles com pouquíssimo tempo após AA
- 17:05chegada das aves migratórias contaminadas, elas tiveram a
- 17:08contaminação das aves comerciais.
- 17:11Então aí houve SIM 1 ponto de controle.
- 17:14Não existe risco zero, mas existe.
- 17:16Como você mitigar riscos? Então?
- 17:18Essa foi AAAO objetivo da bpa em em.
- 17:22Deslanchar campanhas, conscientização, estimular a
- 17:26atenção e o cuidado do setor com relação a questões que não eram
- 17:31novidades. E a seguridade não é novidade.
- 17:34Não é por causa da influenza viária que a gente tem que
- 17:38cuidar apenas. Mas foi ressaltar a importância
- 17:43é que algumas ações que são. Orientadas no dia a dia, elas
- 17:49têm pra pra nossa agricultura. Então o que nós fizemos é
- 17:53retomar o os grupos de trabalho que a gente já tinha, que é o
- 17:57gpia, que é o grupo especial de prevenção de influenza viária,
- 18:00um grupo já já montado, criado há mais tempo atrás, justamente
- 18:04pra fazer essas avaliações, é dos riscos EE dos cuidados e de
- 18:09ações futuras em caso de ocorrência.
- 18:12Então nós fizemos 11 plano pré ocorrência, um plano pós
- 18:16ocorrência. Pra que a gente ficasse
- 18:18preparado e analisando não só as questões de momento, né,
- 18:23sanitárias, os riscos e as e as consequências de uma entrada,
- 18:27né, mas também as nossas ações futuras em caso de ocorrência.
- 18:32Porque tínhamos que pensar em tudo, né?
- 18:34Nós somos 111 grande player mundial e tudo que se passa com
- 18:39a nossa vicultura aqui vai estremecer a vicultura no mundo
- 18:42todo. Então, AAA prevenção é o ponto
- 18:46de partida, né? Trabalhar com com as
- 18:50preocupações relacionadas AAA biosseguridade que pro Brasil
- 18:54não é novidade. A gente tem uma norma que é Ain
- 18:5756 desde 2007, que traz obrigatoriedades, é relacionadas
- 19:02AAA estruturas, é da avicultura, na estrutura de granjas é e
- 19:08também obrigações operacionais. E nós exploramos bastante esses
- 19:13aspectos, né? De de prevenir circulação de
- 19:17pessoas, veículos, é de controle, de de uso de
- 19:22materiais, de equipamentos, de entrada, né?
- 19:25De qualquer é contaminante. E então esse trabalho de
- 19:30prevenção sempre foi muito forte.
- 19:32Outro. Dentro dessa linha também é
- 19:34pensar no mundo de de constantes mudanças, né?
- 19:38Como um player de de mundial de exportação, o que que o que que
- 19:42você passou nos demais países que tiveram influenza viária?
- 19:45Como foi a relação com os mercados?
- 19:47Então, para além de é trabalhar, o aspecto é de prevenção.
- 19:53Da do processo produtivo em si, outras questões em paralelo, né?
- 19:56Ele não para isso aí é 11 questão, por exemplo, da
- 19:58iniciativa privada, eu pensar na prevenção da entrada do meu, do
- 20:02meu desafio ali, do meu risco, da da do perigo da influenza
- 20:05viária. Outra coisa é eu pensar no que
- 20:08eu tenho para ações rápidas. Então é muito importante que
- 20:13numa entrada de aves Silvestre, eu tenha esse mapeamento feito
- 20:17pelo governo para poder verificar nos sítios de aves
- 20:21migratórias quais são as áreas de risco.
- 20:23Então? Nós fizemos 11, alerta EE
- 20:26subsidiamos. A estruturação do mapa em termos
- 20:29de capacidade laboratorial para essa vigilância é e também é.
- 20:35Trabalhamos em em prol de. Ter as capacidades laboratoriais
- 20:39para uma resposta também. E que isso poderia ser um ponto
- 20:42frágil, né? Se a gente não não identificar o
- 20:45perigo, não tomar uma ação imediata para uma resposta, né?
- 20:50Aí então, esse entra um papel da relação público privada que a
- 20:54bpa faz muito bem. E com relação aos mercados, que
- 20:58aí é uma questão de sustentabilidade do mercado em
- 21:01si. Se a gente tem uma agricultura
- 21:02estruturada para atender não só o mercado interno e externo, um
- 21:06problema que pudesse nos impedia de estar no mercado externo,
- 21:09podia quebrar nossa agricultura muito mais rápido, né?
- 21:12Em função de todos os investimentos e a preparação que
- 21:15a gente tem. Então também verificar com os
- 21:17mercados com os quais a gente tem negociações e tem acordos,
- 21:22como que ficaria? É em caso de ocorrência.
- 21:24Então, um trabalho forte que nós fizemos.
- 21:26Relacionada ao acesso ao mercado é verificar os nossos acordos
- 21:30sanitários, aqueles países que porventura possuem cláusulas de
- 21:34um certificado sanitário. É para exportação.
- 21:38A exigência, por exemplo, de país livre.
- 21:41Quando muito antigamente, em que poucos países tinham influenza
- 21:44viária, é fácil um outro país pedir que a carne seja
- 21:48proveniente de países livres. Mas uma vez que a gente estava
- 21:52com a avicultura se disseminando no mundo inteiro, quem que IA
- 21:56abastecer? Quem que vai abastecer esse
- 21:57mercado? E qual é o conceito que hoje a
- 22:00organização mundial de saúde animal trabalha?
- 22:02Eu preciso realmente estar com OOO norte do estado até o sul do
- 22:08do perdão, Oo norte do país é o sul do país totalmente livre.
- 22:12Qual é o risco que eu tenho? E aí AE as questões relacionadas
- 22:16ao controle de dessa doença. Então, o Brasil como um país
- 22:21continental, né? É o quinto maior país do mundo.
- 22:25Não faz sentido eu ter um bloqueio do país inteiro quando
- 22:28da ocorrência da doença numa localização isolada.
- 22:32Então nós começamos a trabalhar estimulando as negociações
- 22:36bilaterais do Ministério da agricultura para a gente ter
- 22:40alteração desses certificados e eles passarem a aceitar a
- 22:43regionalização. Então, a regionalização, ela
- 22:47ocorre quando vem a uma doença, no caso, para gente exótica, né?
- 22:51Em aves comerciais, uma doença que não tinha ocorrido ainda e
- 22:55não ocorreu em aves comerciais. Então, a nossa, nosso estado
- 22:58sanitário permanece o mesmo, ou seja, o Brasil é livre.
- 23:02Mas se ocorrer, o que a gente espera é que a reação dos países
- 23:07importadores seja de. É somente isolar a zona, né?
- 23:12A zona que foi definida. E essa zona não precisa
- 23:14necessariamente seu estado ou município, mas uma área de
- 23:18contenção definida pelo Ministério da agricultura em
- 23:21torno do foco. Então o trabalho de de revisar
- 23:25certificado sanitário, propor as priorizações das negociações do
- 23:30Brasil, né? Enquanto Ministério da
- 23:32agricultura junto aos países importadores também foi um
- 23:35trabalho é forte, feito aqui pela bpa pra justamente.
- 23:39De nos organizarmos quando, né? De 11, plano pós ocorrência para
- 23:44para a gente saber como que a gente se organizaria da
- 23:47logística e comércio. Eu queria explorar um pouquinho
- 23:52esse aspecto, doutora, realmente assim?
- 23:56Normalmente, a relação entre a iniciativa privada e o governo,
- 23:59às vezes natural, tem alguns ruídos.
- 24:02Isso no passado, né? A relação do mapa com o setor
- 24:05produtivo às vezes não tinha, vamos dizer.
- 24:08Uma parceria é que fosse adequada.
- 24:12E o grande trabalho que ABPA faz.
- 24:14E eu elogio vocês muito justamente dessa questão da
- 24:17aproximação, certo? Com o Ministério, inclusive, né,
- 24:21no sentido de ajudar um ao outro, né?
- 24:24Eu queria que você falasse, acabou de falar isso aí, né?
- 24:26Na sua fala, quer dizer, você já.
- 24:28Estão conversando com o Ministério para inclusive ajudar
- 24:32a todo o setor produtivo essa iniciativa, né?
- 24:34Público privado, é para justamente ter um.
- 24:38É um sistema que a gente possa ter mais, mais eficiência, né?
- 24:41Que se eu falasse um pouco, eu acho que ABPA foi teve um papel
- 24:44fundamental para sentar junto com o mapa e conversar como
- 24:49parceiros, né? E você acabou de dar o exemplo.
- 24:51Eu dou o exemplo do Japão, né? Quando o Japão fechou as
- 24:54exportações por causa daquele caso de influenza numa galinha
- 24:56caipira, voltou rapidamente graças ao trabalho da PPA, que,
- 25:01como você falou, vocês convenceram convencer o Japão e
- 25:03isso precisa de ter um canal oficial, né?
- 25:06Pra quem falou Japão, vocês não precisam fechar porque tá aqui,
- 25:08tá tudo isolado, e o próprio Japão, em 2 ou 3 semanas e não é
- 25:11mais, já voltou a importar a carne do Brasil.
- 25:14Como é que, como é que, como é que esse, como é que você
- 25:17enxerga exatamente esse trabalho da PPA junto?
- 25:20Vamos ao mapa pra pra realmente de vez de ter conflitos.
- 25:24Pelo contrário, a gente tem uma parceria estratégica.
- 25:27AA parceria público privada, ela é altamente estimulada pela
- 25:32organização mundial de saúde animal AMSA.
- 25:35Então esse é um esse é um princípio reconhecido por uma
- 25:39organização intergovernamental que é a antiga OIE, né?
- 25:42OMSA? Então esse é o primeiro ponto,
- 25:45não dá pra. Pra um setor, especialmente
- 25:48setor pujante como a da avicultura brasileira, pensar
- 25:51que o governo sozinho vai tomar ações, né?
- 25:54Lógico, existem questões que são é únicas, do serviço veterinário
- 25:58oficial, mas temos de prevenção e ações para uma questão mais
- 26:04estratégica de de ação sanitária.
- 26:06Não tem como ser um trabalho realmente isolado, até porque a
- 26:09própria é o próprio diagnóstico ou ou a própria identificação da
- 26:14entrada de uma doença. Muitas vezes ela vai.
- 26:16Depender da notificação feita pelo setor privado junto às
- 26:20órgãos oficiais dessa relação de confiança, de saber o que que Oo
- 26:26órgão oficial vai fazer com relação àquela ocorrência, que
- 26:29logicamente tem impacto comercial imediato, né?
- 26:32Então, esse, essa, essa situação, essa relação
- 26:35harmônica, ela tem que existir para o sucesso é dessa, dessa,
- 26:41vamos dizer, esse gerenciamento dessa crise, então?
- 26:45AABPA buscou sempre andar, caminhar muito juntos e
- 26:50subsidiar as ações do Ministério.
- 26:52Logicamente entendendo o limite, né?
- 26:55Nessa relação existe, né, um limite na relação.
- 26:59Mas a relação de confiança que a gente tem é, hoje em dia Ela Foi
- 27:03conquistada. É.
- 27:05E isso tem realmente a ver com a postura da BPA, de saber até
- 27:10onde pode ir, até onde pode chegar e de um outro princípio.
- 27:14Que acho que também tem até a ver um pouco da minha forma de
- 27:17lidar, pelo meu histórico mesmo de trabalhar já com com a parte
- 27:21científica, né? Por um bom tempo eu busco sempre
- 27:25é trazer essa essa base científica sólida para o
- 27:31convencimento das coisas, né? Então, demonstrar as coisas para
- 27:36que o tomador de decisão possa fazer isso com segurança.
- 27:40Em favor daquilo que é seu interesse.
- 27:42Isso é um princípio que eu uso em várias situações, nas
- 27:45relações com o governo. Porque eu preciso desse, eu
- 27:50preciso. Que o convencimento seja, não é
- 27:53porque eu quero, mas porque ele é necessário.
- 27:54E eu posso provar porque, né? Então isso, isso é um ponto que
- 27:58traz essa solidez de nossa relação e, logicamente, e essa
- 28:02maturidade veio de de ambos os lados, né?
- 28:04Nós passamos, em um determinado momento, mais uma fase, mais,
- 28:09digamos assim, é, é. Escura, né?
- 28:13De, de de um momento de acertos após algumas crises, mas hoje a
- 28:18gente tem 111 outras cabeças, as pessoas mais bem preparadas e
- 28:23que tiveram certas experiências e que hoje fazem com que haja
- 28:27esse equilíbrio nessas relações. Tá, então?
- 28:31Mas a relação público privada ela tem, tem tem um caráter hoje
- 28:35muito amadurecido e inclusive é. Já tive vários feedbacks de
- 28:40pessoas de tanto de governo como da área de pesquisa de outros
- 28:44países, ressaltando isso. Falei, olha, é interessante a
- 28:47forma como essa relação público privada no Brasil se dá no
- 28:51aspecto aí da da sanidade, porque isso é essencial para as
- 28:55coisas funcionarem. Posso te dizer que, de certo
- 28:57modo, a gente tem sido até um benchmarking para mostrar como
- 29:01que de fato as coisas. Tem que funcionar nesse aspecto.
- 29:04Fizemos muito trabalho em conjunto.
- 29:06É e essa maturidade do próprio pessoal do Ministério da
- 29:09agricultura em absorver aquilo que é possível, sim, sem
- 29:13desconsiderar que o setor privado é parte importante
- 29:15disso, também ajuda muito. É, eu quero parabenizar e
- 29:19ressaltar a importância dessa Harmonia aí.
- 29:22É Oo próprio Ministério, conforme você falou, amadureceu
- 29:24muito nos últimos anos. Ele quer ouvir, mas por outro
- 29:27lado, do outro lado, ele precisa de credibilidade, ele quer, ele
- 29:30quer ajudar, né? Ele quer dar a mão pro setor
- 29:32produtivo, mas ter certeza, conforme você falou, que a base
- 29:34da decisão seja científica, que tem uma lógica organizacional e
- 29:39tudo isso. E acho que a gente conseguiu
- 29:41isso na avicultura, né? A gente conseguiu essa ótima
- 29:44relação. O governo gosta de ouvir opinião
- 29:47do sistema privado, o sistema privado gosta de dar a mão pro
- 29:50governo, e isso aí foi uma. É fundamental para crescimento
- 29:53da agricultura, né? É, não é à toa que o Brasil hoje
- 29:56exporta para mais de 150 países, né, porque quem faz essa
- 29:59captação é o governo, obrigatoriamente, mas quem
- 30:02aproxima e quem é o setor produtivo, quer dizer, a ABPA, é
- 30:06que vai lá e faz o acordo e, obviamente, para garantia
- 30:09sanitária, o governo entra, então muito legal.
- 30:12Sula, eu acho que isso aí é um fator que eu acho que na hora a
- 30:14gente tem que escrever isso sobre esse case aí, é um
- 30:17sucesso. A agricultura tem muito para
- 30:18ensinar para outros setores produtivos aí, inclusive na
- 30:21parte. Vegetal, né?
- 30:22De como essa boa relação traz frutos para os 2 lados, né?
- 30:27Muito legal, parabéns. Eu acho que a mudança dos 2
- 30:30lados, como você falou, foi um processo, foram amadurecendo os
- 30:322 lados e que bom que a agricultura tem você aí, o
- 30:36pessoal da BPA, que ganhou a confiança, né, do do do governo,
- 30:39porque era obviamente que antigamente não se estou falando
- 30:42passado lá de distante, era um desconfiando do outro, era um
- 30:45querendo passar o outro para o lado, para trás, né?
- 30:47E essa, esse ambiente já não existe mais.
- 30:49Muito legal. Aproveitando, né?
- 30:51O gancho aí que a gente tá falando aí de governo e tal, a
- 30:55gente. Outra pauta que a gente tem aqui
- 30:56é os desafios regulatórios, né? Para um país exportador, né?
- 31:01É, quer dizer, os desafios que o Brasil, né, assim enfrenta,
- 31:06certo, para colocar frango e 150 ou mais, né, 100 e sei lá, 100 e
- 31:10quantos países a gente tá exportando.
- 31:12Falar um pouquinho sobre isso é o dia a dia de vocês, né?
- 31:15O Ricardo sempre comemora, acaba mercado que é aberto, né?
- 31:19E às vezes pode ser pequeno, mas na soma de tudo, né?
- 31:22Às vezes você consegue colocar 11 determinado corte que um
- 31:26entra num mercado, entra no outro, enfim.
- 31:29Como é que é essa questão aí de exportar a árvore para o mundo
- 31:32todo? Cada país com uma, com uma
- 31:35legislação, uma exigência de rótulo, uma exigência de de, de,
- 31:39de sei lá, de características de corte, de de de cor de pele,
- 31:43enfim, tudo, né? Tudo é levado em consideração
- 31:45para vender mundo, mundo afora, né?
- 31:48Como é que é esse conta um pouquinho dessa?
- 31:50Essa história pra gente, doutora.
- 31:52Exato, essa esse desafio que a gente tem mais mais de 150
- 31:56países, né? Eu chamo sempre que é um.
- 31:58É 11. Paradoxo entre às vezes eu tenho
- 32:03que exportar para tantos mercados, né?
- 32:05EE, às vezes. Mercados com requisitos
- 32:09conflitantes, né? É, a gente falou aqui já de
- 32:12bem-estar animal, de saúde animal.
- 32:15São temas que eles têm que ter uma base científica, mas nem
- 32:18sempre tem. Às vezes vem carregados de
- 32:20sentimentos, mas mais que tudo, como se refere ao Brasil, vem
- 32:24cercado às vezes de certas Barreiras.
- 32:27É comerciais disfarçadas de Barreiras sanitárias.
- 32:32É o caso, por exemplo, aí da da influenza viária, que.
- 32:37A gente sabe que acordo de alguns países, por exemplo, com
- 32:40os Estados Unidos, requer 111 restrição menor do que as vezes
- 32:46colocam para o Brasil, então não existe, né?
- 32:49A diferença, às vezes 11 tratamento diferenciado, né?
- 32:53Uma certa discriminação eventualmente e até mesmo a
- 32:57entrada do Brasil em determinados mercados, com essas
- 33:01escusas. O Brasil, né?
- 33:02Ele é temido, né? Eu lembro que um dos primeiros.
- 33:06Reuniões que eu tive fora do Brasil e a gente sai com aquela
- 33:11sensação, né, de Ah, vou para fora do Brasil e vou discutir
- 33:15com outros países. A pessoa me olhou para mim e
- 33:17falou, Ah, é de Brasília. A potência, então, é a própria
- 33:23no Brasil, é a potência na avicultura, o Brasil tem que se
- 33:26enxergar dessa forma. A gente às vezes não se enxerga,
- 33:29né? A gente tem essa mania.
- 33:31Eu gosto muito de falar sobre essa síndrome de Vira Lata que a
- 33:35gente tem às vezes já. Achar que tudo lá fora é melhor?
- 33:38Não. A gente tem uma avicultura
- 33:39realmente de ponta, muito bem feita, né?
- 33:42Com com 11, condição bem diferenciada.
- 33:47Então isso isso faz, né? Logicamente 11 desafio, porque a
- 33:53gente causa medo na avicultura dos outros países.
- 33:56Por isso que o Ricardo sempre trabalha muito essa falta de que
- 33:59nossa intenção é sempre ser 11. Uma avicultura complementar, uma
- 34:04atividade complementar para a segurança alimentar, no sentido
- 34:07de assegurar o acesso ao alimento nos outros países, e
- 34:10isso é fato. Acho que os países importadores
- 34:13tem que ver o Brasil dessa forma, porque a nossa
- 34:16competitividade é ímpar, né? É lógico, a gente tem perdido
- 34:19até competitividade por umas outras questões, mas ela ainda é
- 34:22diferenciada. Nossa competitividade é melhor,
- 34:24então nós somos mais competitivos, né?
- 34:28EE, temos condições de colocar um frango num.
- 34:31Muito mais acessível em outros países e com menor impacto
- 34:35também. Então por isso que a gente
- 34:36também pode amarrar até a questão da sustentabilidade, do
- 34:39aspecto ambiental. Aí nós temos muito mais recursos
- 34:42natural, ou seja, nossa vocação para produção, ela é muito maior
- 34:48do que em outros países. Então não preciso forçar muita
- 34:50condição para conseguir chegar no mesmo resultado.
- 34:53Na nossa aptidão para produção agrícola em geral, ela é muito
- 34:57boa e isso dá confere competitividade e
- 34:59sustentabilidade para nossa. Né?
- 35:02Mas é claro que isso tudo assusta e muitas vezes a gente
- 35:05tem dificuldades, é Barreiras, vamos falar assim, pra acesso
- 35:10aos mercados em função dessa nossa potência e da nossa
- 35:14competitividade. Então, os produtores locais de
- 35:17alguns países fazem sim lobby contra a vicultura brasileira.
- 35:20A gente vê isso em alguns países, por exemplo, a África do
- 35:22Sul, eventualmente existe algumas notícias em mídia, né?
- 35:25Não necessariamente que o governo local corrobore com
- 35:28isso, mas a gente vê campanhas de produtores locais.
- 35:31Assim, sempre que é possível lançar alguma falácia contra a
- 35:35agricultura brasileira, a gente vê isso acontecendo e, às vezes
- 35:39também normas que são quase que feitas sob medida para o Brasil,
- 35:44que é o caso, por exemplo, do do da união europeia, que gerou
- 35:49inclusive uma grande crise, né? Que a carne fraca tem um pouco
- 35:52de relação com essa questão, com o critério que a união europeia
- 35:56tem. Microbiológico para os produtos
- 36:00exportados pelo Brasil, que é o peito Salgado, que são as
- 36:02preparações cárneas. Então é um produto que
- 36:06basicamente só o Brasil faz para exportar para a união europeia.
- 36:10Ele tem um critério microbiológico muito mais
- 36:13restritivo do que o produto vendido no mercado interno.
- 36:17Que é um pouco diferente, mas não muito do produto que a gente
- 36:20tem. A gente vem de um frango com uma
- 36:22quantia mínima de sal, que é uma preparação carne, porque é um
- 36:27produto que vai ser utilizado para os produtores locais
- 36:29processarem e fazerem outros produtos cárneos.
- 36:33E é o frango in Natura Na Na Europa, que é comercializado ali
- 36:37internamente. Ele pode ter todas as sorovaras
- 36:42de salmonela. É enquanto que a carne
- 36:45brasileira não pode ter nenhuma maneira muito simplista é
- 36:48colocar isso. Isso tem a ver com restrições
- 36:53comerciais, com aspectos tarifários sobre a carne.
- 36:56Então, AA questão é, o imbróglio é muito maior do que às vezes
- 37:00parece e quando estoura uma crise, como aconteceu na carne
- 37:04fraca, o que a gente vê na mídia, a frango brasileiro
- 37:07vendido com essa Manuela não é eu, eu, frango com uma
- 37:09característica semelhante ao que tem lá, só que a regra feita sob
- 37:12medida. Por quê?
- 37:13Porque sabe se. E o Brasil entrar com tudo
- 37:15naquele mercado, vai tirar o produto do mercado nacional aí
- 37:19ou é uma competitividade que eles não vão suportar se manter
- 37:23no mercado? Então é esse é só um exemplo,
- 37:27né? São várias as situações em que a
- 37:28gente se esbarra, mas os desafios regulatórios são muito
- 37:32grandes, porque. Eu atender um mercado, por
- 37:35exemplo, como europeu, que hoje, Ah, tem uma restrição, uma
- 37:39exigência voltada ao bem-estar animal que eu tenho que fazer um
- 37:43abate humanitário. Eu tenho preferencialmente que
- 37:46matar o animal é no ato ali da insensibilização.
- 37:50Ao mesmo tempo eu tô exportando para mercados muçulmanos, né?
- 37:54Mercados islâmicos que eu não posso hipótese nenhuma matar o
- 37:58animal durante aquela mesma fase, que é insensibilização,
- 38:01sequer possa insensibilizar, então.
- 38:04Realmente no pen alguém a gente acaba tendo que ir, né?
- 38:06Atender diversos mercados e a gente entra nessas encruzilhadas
- 38:11mesmo, então esse é o preço que se paga por ser um gigante, né?
- 38:15É exatamente, né, não é fácil, né?
- 38:18A Sula, competir com um frango barato e de qualidade como é o
- 38:22nosso, eu até entendo, quer dizer, não concordo, né?
- 38:26Mas eles têm que inventar alguma coisa, porque se eles não
- 38:28inventarem, o nosso frango entra mesmo e destrói tudo que tiver
- 38:31de agricultura naquele país, a França.
- 38:32Não é à toa que eles estão lá com o cabelo em pé e o Macron
- 38:35fazendo de tudo, né? Para não, não, não aprovar o
- 38:38nosso acordo, porque sabe que não dá para competir a nossa
- 38:42qualidade. O nosso nossa qualidade é muito
- 38:45boa, mas. Não Era pra Ser só pra falar se
- 38:48a gente está falando especialmente de Europa, que diz
- 38:51tanto que quer ser sustentável e fica falando da.
- 38:54Pra comprar só produtos locais? O que há de sustentável nisso,
- 38:57né? É bem questionável.
- 38:59É exatamente, é como você falou, são as, né?
- 39:02Às vezes AA as as incoerências aí do próprio mercado, mas sôla
- 39:07pra gente terminar aqui é assim, eu quero que a gente faça uma
- 39:11retrospectiva aí, né, de onde viemos e para onde vamos, né?
- 39:15É eu olhar lá desde Cabral até hoje, né?
- 39:18O quanto que nós avançamos? Eu queria que você, né, fizesse
- 39:22aí uma mágica aí de fazer um timeline aí da da sua visão aí,
- 39:27como que a agricultura, né? Saiu de tão pouco tempo com, né,
- 39:31as galinhas que vieram lá nas primeiras Caravelas lá pra hoje,
- 39:35que é, como você falou, a maior. Né?
- 39:38Agricultura mundial não é não é em produção, mas é exportação.
- 39:42Sim, é, é, é bem interessante essa história, né, porque a
- 39:46gente brinca muito, olha quem vem primeiro, o ovo ou a
- 39:49galinha, né? Existe já algumas teorias que
- 39:52falam, né, que foi o ovo, que foi a galinha, enfim, mas eu
- 39:55brinco sempre que para o Brasil, pelo menos a gente tem clareza
- 39:58pra essa resposta que foi a galinha, e isso está registrado
- 40:02na carta e li, escrita por pero Vaz, quando relata o que
- 40:06encontrou aqui, né? Quando vem.
- 40:07Junto nas frotas de Cabral. Então tá lá na data de 1500,
- 40:10Primeiro de Maio de 1500, o registro de quando os índios
- 40:13tiveram acesso a primeira vez a galinha em que eles tinham medo.
- 40:17Foi assim que eles perceberam que esse animal ali, esse animal
- 40:20não tinha ainda aqui no país. Então a gente pra essa questão
- 40:25já tá elucidada, né? Foi primeiro a galinha e de um
- 40:29animal que chegou aqui causando medo, hoje nós somos, né, o
- 40:33maior é exportador, o segundo, ou às vezes.
- 40:37Ser o maior produtor mundial e nos destacamos nessa atividade,
- 40:42então é interessante ver essa trajetória, né, em que a gente
- 40:47demonstra mais uma vez a nossa vocação para realmente é
- 40:52produzir, né? 11 condição climática, condição
- 40:59é natural mesmo para produção de grãos, que é o nosso maior custo
- 41:04de produção. É condição sanitária também.
- 41:07Porque essa questão não é a gente falar, Ah, porque que o
- 41:10Brasil não teve? O pessoal muito pergunta, né?
- 41:12Ah, o Brasil não teve influenza viária e antes, quando não tinha
- 41:16tido é nem sequer registro em aves migratórias, porque queriam
- 41:20entender, achavam que a gente mente, mas tem a ver com a
- 41:23localização da nossa atividade. Das rotas das aves migratórias é
- 41:29e a localização das nossas granjas comerciais longe dessas
- 41:32áreas. A nossa nossa estrutura mesmo é
- 41:37das granjas fora de de regiões, de aquíferos, de regiões que tem
- 41:43ali pouso de aves silvestres. Então tem todo 11 série de
- 41:47elementos, né, que contribuem positivamente para isso, para
- 41:51nossa, para nossa vicultura. Isso tudo foi se modelando ao
- 41:54longo desses anos. Então é essa trajetória, ela
- 41:59começa, né? Então, de um animal desconhecido
- 42:02para um animal que vai ser conhecido no mundo todo por nós,
- 42:06né? Apresentado por nós.
- 42:07Então, muito, muitos países aí consomem a carne de frango,
- 42:11porque é a carne de frango brasileira com Acessibilidade,
- 42:14que é permitido em função da nossa competitividade.
- 42:16EE, essa carne, né? É uma das mais consumidas no
- 42:21mundo, porque. Não tem restrição alimentar
- 42:25alguma, né? É difícil ter alguém com algum
- 42:28problema com rejeição de carne de frango.
- 42:30Não tem restrição religiosa. E nós estamos hoje como maiores
- 42:34fornecedores pra esses mercados islâmicos, né?
- 42:39É, temos aí AAA uma. Vamos dizer assim, 1111, coisa
- 42:46que é muito do do Brasil, de saber fazer o produto
- 42:49personalizado, né? Estados Unidos é o maior
- 42:53produtor, mas não é o maior exportador.
- 42:55E acaba? Trabalhando com mercados de
- 42:58sobra, aqueles cortes que não são interessantes pra eles vão
- 43:01pros outros mercados. Aqui a gente personaliza, você
- 43:04vai no frigorífico que faz carne pro Japão, que abate pro Japão.
- 43:08Tem os cortes específicos pros hábitos culturais deles, feitos
- 43:12cortes de muitos, feito manualmente.
- 43:15É, temos os abatedores que vão fazer o rito halal no abate tal
- 43:20como é necessário. O que que é o europeu quer?
- 43:23O frangão que vai inteiro pra outro mercado, os cortes.
- 43:26Pra outros do sudeste asiático, então, o Brasil se especializou
- 43:30em atender as particularidades. Isso dá um trabalho do caramba,
- 43:33não é brincadeira, mas mostra aí a nossa maleabilidade para
- 43:38atender o gosto do cliente, né? Então essa, aliás, acho que é
- 43:42por isso que a gente trabalha tanto aqui, porque a gente vai
- 43:44arrumando esses problemas pra pra trabalhar e discutir,
- 43:47vencendo Barreiras. Isso que anime faz isso ser um
- 43:50furacão maravilhoso de estar nele, né?
- 43:53Gostei, viu? Sula, eu vou falar isso na minha
- 43:55aula, quem veio primeiro, o ovo ou a galinha No No Brasil, a
- 43:59resposta é sem polêmica, a galinha é brilheiros, trazido
- 44:05pelos conterrâneos aí, português muito legal, gostei.
- 44:09Bom, já caminhando aqui pro final.
- 44:11Sula, a gente gosta de fazer uma pergunta, né?
- 44:13Finalizadora, tirando a parte técnica aí, a gente sempre gosta
- 44:17de opinião da pessoa, né? Acho que a gente, né, vive.
- 44:21Né, em comunidades a gente sempre se ajudando, né?
- 44:24Aí eu gosto de fazer a pergunta de você é uma pessoa que é uma
- 44:27referência no mercado, super conhecida, né?
- 44:29Contou aqui um pouquinho pra com a né?
- 44:32Como que é o seu trabalho no dia a dia, da importância de tudo
- 44:34que vocês fazem aí na BPA? Eu queria que você falasse pra
- 44:37gente como que a Sula enxerga, certo, um profissional de
- 44:40sucesso. É legal pra né?
- 44:42As pessoas que estão começando a agricultura, aquelas pessoas que
- 44:45estão se reposicionando. A opinião, né?
- 44:47De uma colega, né, que sem dúvida nenhuma cansou, atingiu o
- 44:51sucesso. E como você enxerga isso que se
- 44:54tem que ter? Quais são, né?
- 44:56As características de um profissional de sucesso.
- 45:00É, eu penso é que o sucesso ele não deve ser o objetivo, sabe?
- 45:08Mas fazer bem feito o que você tem que fazer.
- 45:15Pelo seu ou pela sua forma de ver EE querer realizar, eu eu
- 45:18penso que o sucesso ele é uma consequência.
- 45:21Quantas vezes eu vejo as pessoas buscando o sucesso, mas ela esse
- 45:24caminho do meio aí fica perdido. Pra mim, um profissional de
- 45:27sucesso é aquele que vai fazer sem olhar lá na frente o que que
- 45:31ele quer alcançar, mas o que ele ele quer fazer pelo fazer bem
- 45:35feito, aquilo que ele tem é, ele vai ser visto.
- 45:41Né? Eu sempre falo pro meu time aqui
- 45:42é servir para ser visto. Às vezes a gente quer ser visto
- 45:48pelo simples fato de ser, né? De evidente ser evidenciado.
- 45:53Mas pra isso, esse reconhecimento, ele vem de fazer
- 45:56bem feito alguma coisa despretensiosamente.
- 46:01Não digo totalmente pretensiosamente porque eu quero
- 46:03fazer bem feito, porque eu quero ver, eu quero realizar, eu sou
- 46:06eu, sou movida ao realizar e realizar bem feito.
- 46:09E isso acaba consequentemente sendo notado, sendo visto, né?
- 46:13Então isso é é um pouco do que eu penso.
- 46:17Do meu modelo, né? Do que Eu Acredito.
- 46:20Então o sucesso não é estar em evidência, mas é se sentir
- 46:25satisfeito com o que você mesmo faz, né?
- 46:28Logicamente, eu trabalho com público.
- 46:29Eu não posso fazer uma coisa só para mim, mas se eu entender que
- 46:32eu estou fazendo uma entrega que é necessária, que é esperada,
- 46:37que vai trazer o resultado. O sucesso para mim é o resultado
- 46:41entregue em si, não só necessariamente o
- 46:43reconhecimento. Isso é consequência, né?
- 46:46Então também depende um pouco da definição de que é sucesso para
- 46:50cada um, né? Sula, muitíssimo obrigado por
- 46:54essa nossa conversa. Muito legal conhecer um, né?
- 46:57O trabalho que você faz aí no ABPA, eu volto a dizer isso, já
- 47:01falei isso várias vezes publicamente, né?
- 47:03Portanto, que a agricultura brasileira, né?
- 47:05Deve a ABPA, por isso que você acabou de falar aí.
- 47:08É um trabalho despretensioso, mas que é entregar certo.
- 47:11Um trabalho que tem uma responsabilidade enorme, né?
- 47:13Que fala em nome dessa indústria fantástica que é a agricultura
- 47:16brasileira. Então é muito legal conhecer,
- 47:19né? De conhecer um pouco mais,
- 47:20conhecer o seu trabalho. Eu acho que é muito inspirador
- 47:23para todas as pessoas aí da agricultura e muito obrigado
- 47:26mesmo por essa conversa. E eu deixo então você fazer as
- 47:28suas considerações finais, te agradecemos de novo.
- 47:31Eu sei que a sua agenda é lotada e que legal que você conseguiu
- 47:34encaixar aí essa conversa que traz aí pra agricultura
- 47:38brasileira. Uma opção de né, de dicas, uma
- 47:40opção de de exemplos e uma opção de informações, né?
- 47:43Do que que AABPA faz pra gente ter alcançado, aí sim tanto
- 47:48sucesso, né? É verdade, é, acho que pegando a
- 47:52palavra sucesso aqui como mote, né, a agricultura brasileira é
- 47:55bem sucedida e isso foi graças AA muito esforço, trabalho, né,
- 48:00de cada um, que é a parte, aí de de um todo, né?
- 48:04É, mas a gente não pode relaxar, né, não pode descansar, né?
- 48:08Nós começamos a nossa conversa aqui falando dos colegas que
- 48:12foram para Atlanta, das recomendações que a gente faz
- 48:15para o retorno dessas pessoas. A gente vê o mundo num desafio
- 48:19muito grande. Grande, né?
- 48:20Um desafio aí pra pra manter a sanidade é, não digo que o que
- 48:25se passa em outros países foi pro relapso, mas algumas
- 48:28questões ao acaso, mas também digo que a gente tem que ver
- 48:31onde que os flancos foram abertos e o problema aconteceu.
- 48:35Então pra nós nos mantermos competitivos, nós temos que
- 48:38estar o tempo inteiro reciclando essas ideias, pensando aí é é no
- 48:43que que a gente ainda não não faz ou está deixando de fazer.
- 48:48É o. Passar demais ou se acomodar
- 48:51demais é perigoso. Então a gente tem que sempre
- 48:54fazer 11 retrospectiva e analisar onde que a gente saiu,
- 49:01onde que a gente quer ir e se a trajetória que a gente está
- 49:04fazendo até lá, ela está correta.
- 49:06Se eu não tenho que fazer algum desvio aí do curso para poder
- 49:10acertar nesse caminho, né? Me preocupa bastante as questões
- 49:13sanitárias, me preocupa bastante as questões de competitividade
- 49:17que a gente tem que estar sempre analisando.
- 49:19O quanto que a gente cresceu e o quanto que a gente precisa se
- 49:22organizar para continuar crescendo ou se manter é
- 49:27minimamente naquilo que a gente alcançou.
- 49:30Obrigado Sula. Pessoal, a gente se despede de
- 49:33mais um episódio do nosso podcast e a gente é um pedido
- 49:37para fazer das pessoas que estão nos acompanhando no YouTube.
- 49:40Quando vocês verem os episódios, por favor, se inscrevam no nosso
- 49:43canal. Isso ajuda muito com o nosso
- 49:45projeto. E agradecer as pessoas que tem
- 49:47nos né? Acompanhado.
- 49:49Obrigado de novo. Sula pessoal, esperamos rever
- 49:51Los nos nossos próximos episódios.
- 49:53Tchau, tchau, até mais.