
A pessoa evitativa não foge de você. Foge do que sente.
A pessoa evitativa não foge de você. Foge do que sente.
Nem todo evitativo veio de uma família desestruturada.
Elsa cresceu sendo amada.
Protegida.
Segura.
Mas um dia, sendo quem ela era, machucou quem amava.
O cérebro gravou isso como um alerta.
“Se eu me aproximar demais, posso ferir quem eu amo.”
Isso virou proteção.
Não indeferença.
Ela se afasta porque sente demais.
E acha que é perigosa.
Do outro lado, temos Anna.
Ela sente medo de perder.
Corre atrás.
Insiste.
Tenta salvar a relação sozinha.
Neurociência explica.
Quando o sistema de apego ativa, o corpo entra em alerta.
Um foge.
Outro…
The skinny
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