Latest / Surra de Lúpulo / Neurodivergentes e suas relações com o álcool. Papo com Érica Garisto da Rocha | Surra #194
Transcript
- 0:08Hipocondríaco apresenta. Surra de.
- 0:14Lúpulo. Oi, pessoal, bom dia, boa tarde,
- 0:17boa noite, eu sou Ludmilla mais conhecida no Instagram ih, no
- 0:23programa de hoje, meus primeiro programa do ano de 2024.
- 0:28Vocês estão preparados? Apertem os cintos que o piloto
- 0:31subiu, é verdade esse bilhete e aí a gente chega recebendo esse
- 0:37ano que a gente espera que seja um pouco menos confuso para
- 0:41falar de um assunto muito importante.
- 0:44A gente quer falar sobre. Pessoas que têm TDH, toque TOD
- 0:50autou. E outras condições
- 0:52neurodivergentes. E como é que elas se relacionam
- 0:55com objetos com situações, com coisas de consumo e que podem
- 1:02causar dependência? Para explicar esse assunto para
- 1:05a gente, que deve ser para lá e de espinhoso, a gente está com a
- 1:09Erica rocha, que é psicóloga, neuropsicóloga, mestra e
- 1:13doutoranda em psicobiologia. É, a gente já chega entregando
- 1:17aqui, ó pá. O currículo de peso.
- 1:20Cuidado com essa gravação não cair.
- 1:21Leandro segura. Antes de pedir que a nossa
- 1:27convidada dê um alô, a gente tem o prazer de informar que esse
- 1:30programa é oferecido pelos nossos mecenas empresariais.
- 1:34Cerveja da casa, ilha SPACE cervejaria ou Sá, prussia büer,
- 1:38viveiro, wanderberg e debieregenses.
- 1:44Agora sim, Erica dá um alô pra galera conhecer a sua voz.
- 1:47Boa noite, né? Bom dia, boa tarde galera.
- 1:50Obrigada pelo convite. Eu estou muito feliz de estar
- 1:52aqui com vocês. É uma honra e espero poder
- 1:55elucidar alguns causos aí que vocês têm algumas dúvidas que
- 1:59possam aparecer pelo programa legal.
- 2:01Bem-vinda, Érica. Muito feliz de você estar aqui e
- 2:04eu sou o Leandro, mas hoje vocês podem me chamar do t de
- 2:07transtorno da ludm. Hum, a lud sofre de tele-le
- 2:11transtorno do lele, sabe? Assim que aquela figura fica
- 2:14ali, assombrando ela mesmo que ela não quer.
- 2:17E a gente, Erica, bate o papo bebendo uma cerveja ou outras
- 2:21coisas, não é obrigado? O que é que você vai beber por
- 2:24aí? É?
- 2:24Ah, tá, eu tentei achar uma cerveja regional aqui, aí eu
- 2:27descobri que ela só abre quinta, sexta e sábado.
- 2:30Fiquei muito chateada porque na esquina da minha casa a gente
- 2:33cervejaria ir para o Paraná. Enfim, uhum.
- 2:35Ah. Eu estou com uma Baden Baden de
- 2:37pêssego, porque eu sou uma pessoa fresca que não gosta de
- 2:40hipa. Olha só.
- 2:41Olha só meus amigos, hiper. Mais no primeiro minuto do
- 2:46programa, tudo. Mas tudo bem, não tem problema.
- 2:50Tem mais cerveja boa para tomar, tem mais estilos.
- 2:54Mais, sim, sim. Isso que importa.
- 2:56Ilude você. O que que você vai beber?
- 2:58Eu estou bebendo uma coisa que é tipo quais cervejas, porque
- 3:01cerveja é 95% água, então estou de água.
- 3:05É sobre isso. Maravilhoso.
- 3:07É gente, eu. Eu estou a precisar.
- 3:08Eu acho que eu vou começar o drive genery, talvez o febre-ary
- 3:13e que está o Mark. E você, transtorno da minha
- 3:18vida, tá bebendo o que? Eu estou bebendo água porque
- 3:24assim precisa, né? Depois de fins de semanas depois
- 3:28de evento, você já sabe que eu faço essas coisas de tempo em
- 3:30tempo, eu. Se se ilude.
- 3:33Faça uma pausa dramática para o meu fígado, achar que a vida vai
- 3:36ser fácil AO meu fígado, fala lá, ele aprendeu.
- 3:38Aí depois ele apanha, ele volta a apanhar de.
- 3:40Novo então, se falando em fígado, tem um meme que está
- 3:43rolando na internet nesse final do ano, que é se avisando para o
- 3:46fígado. Olha fígado, se prepara que é
- 3:48dezembro aí o figo, porra, foi dezembro o ano inteiro para
- 3:51você, meu filho. Boa.
- 3:54Fica a dica, fica a dica. É um pouco sobre isso.
- 3:58Aí? Apoio, surra de lúpulo através
- 4:09do site apoia.se barra, surra de lúpulo ou comprando uma camiseta
- 4:14nossa na loja ponto surra de lupulo.com.br.
- 4:18Seu apoio ajuda a mantermos o projeto de pé e a casa arrumada.
- 4:23Outro jeito de ajudar é seguindo a gente na sua plataforma de
- 4:27streaming preferida e dando aquelas 5 estrelinhas nesta
- 4:30plataforma, principalmente no Spotify e a Apple podcast.
- 4:34Ah, aproveite. Ah, aproveitem.
- 4:35Compartilham o programa para todo o mundo que você acha que
- 4:38vai se encaixar, que se preocupa com esse tema que entende isso
- 4:41como ponto de atenção, porque vai ajudar e ajudar não só o
- 4:45coleguinha ou a coleguinha, mas também muita gente na
- 4:48distribuição desse episódio. Rua.
- 5:02Bom, a gente, sem enrolação. Hoje, o ano de 2024 é o ano da
- 5:05responsabilidade, é o ano do foco, né?
- 5:08É o ano da gente, ganha dinheiro com esse podcast, né?
- 5:10O Andrea Borges. É o ano do podcast 2024.
- 5:15AE tá nós, Érica, por favor, pra gente começar esse papo, eu já
- 5:19entreguei um pouquinho do seu currículo, mas eu acho que se
- 5:21apresenta pra galera com a sua própria voz e conta um pouquinho
- 5:25da onde veio esse interesse. Em estudar e tratar desses temas
- 5:29tão importantes. Bom, vamos lá, né?
- 5:31Primeiramente, eu nunca me vi fazendo outra coisa.
- 5:35Eu sempre me vi fazendo pesquisa e eu queria entender.
- 5:37O cérebro humano era um negócio que me fascinava.
- 5:40Por que que as pessoas se comportam do jeito que elas se
- 5:42comportam? Por que que elas fazem o que
- 5:44elas fazem? Então, a faculdade inteira, a
- 5:48graduação, né? Ela Foi muito fantástica pra
- 5:51mim, mas eu nunca me vi clinicando aham e eu paguei a
- 5:54minha língua em todos os pontos que eu falei que eu não IA
- 5:58fazer. Assim, a graduação.
- 6:01Eu falei, não quero clínica, começou clínica.
- 6:03Eu falei, meu Deus, eu amo a clínica, Bora pra, comecei a
- 6:06mestrado, falei, não quero dar aula, só comecei a dar aula,
- 6:09falei meu Deus, amo dar aula ai não, não quero fazer pesquisa,
- 6:13amo fazer pesquisa, então é isso aí, tudo que eu falo que eu não
- 6:16quero fazer, eu acabo fazendo, então eu fico imaginando o que
- 6:20mais que eu odeio fazer hoje que um dia eu vou amar, né?
- 6:25Muito bom, e a linha de pesquisa que você tem feito hoje que você
- 6:29está no doutorando, né? Isso, isso.
- 6:31A linha de pesquisa é qual? É, não tem nada a ver com o tema
- 6:34do podcast de hoje, tá? Sem problema.
- 6:37O meu mestrado foi sobre autismo.
- 6:39Uhum, empatia e autismo. E o doutorado.
- 6:42Agora eu estou fazendo sobre a culturação e cognição social.
- 6:45Então como essa empatia, como essa percepção da emoção dos
- 6:49outros e a própria percepção das das emoções de si mesmo muda
- 6:54quando você muda de país? Então é isso que eu estou
- 6:56pesquisando atualmente. Não, espera.
- 6:58Calma, calma. Calma.
- 7:01Muda a percepção da gente. Quando a gente muda de país, a
- 7:05nossa percepção com a gente mesmo e com o outro.
- 7:07Muda exatamente de acordo com o tempo.
- 7:10Claro, né? Se você acabou de mudar de país,
- 7:13você vai você. Uma brasileira em x?
- 7:16Lugar. Tá, mas daqui a 20 anos você
- 7:18volta pro país e fala, caramba, onde é que eu estou?
- 7:21Quem são essas pessoas que está acontecendo aqui?
- 7:24Porque que vocês estão se tratando dessa forma?
- 7:27É muito comum a gente ouvir isso, por exemplo, com um toque,
- 7:29né? Brasileiro gosta muito de ser
- 7:31tocado, de tocar muito. A gente abraça, a gente pega.
- 7:35É comum a gente tocar em nossos amigos e tal, e as pessoas que
- 7:39passam bastante tempo fora chegam para o Brasil e fica
- 7:42assim. Ai, porque que você está
- 7:43encostando em mim? Tanto assim começa a ficar uma
- 7:46coisa um pouco, já é. Diferente, entendi gente, que
- 7:50coisa louca. Cara, isso é um assunto tão
- 7:52vasto que eu estou quase perdendo a pauta aqui.
- 7:55Tipo, joguei para cima, foda-se. Logo que a gente falou que era o
- 7:59ano do foco, era o ano. Do foco?
- 8:03Ah, mas a gente vai falar de PDH gente?
- 8:05Não tem como. Então aí, já que você puxou já
- 8:09pra gente ir trazendo de volta aqui pra nossa pauta, quando a
- 8:11gente fala de transtornos de neurodivergências tal, o que que
- 8:15a gente consegue colocar dentro desse?
- 8:18Grupo E como a gente meio que organiza isso assim.
- 8:21Bom, a gente pode chamar de neurotípico tudo aquilo que não
- 8:25é neurodiver. Basicamente assim, tá?
- 8:28Então a gente vai chamar de água tudo aquilo que não é outra
- 8:32bebida, vamos dizer assim, uhum. A gente vai ter água em tudo que
- 8:35é tudo. Todas as outras bebidas e uma
- 8:38certa concentração. Tá dando pra entender aonde eu
- 8:40tô querendo chegar. Sim, sim.
- 8:42Aham. Porém, com os outros
- 8:43transtornos, a gente vai ter certas características que vão
- 8:47ser próprias de cada um. E nesses que a gente vai falar
- 8:50especificamente hoje, né? São mais características usados
- 8:54por dificuldades com funções executivas que a gente vai falar
- 8:57um pouquinho. O que que é isso, né?
- 8:59Perfeito. E aí indo direto para o nosso
- 9:01tema, né? Agora, assim, a gente vê muito
- 9:04por aí que substância tóxicas, entorpecentes, como elas agem
- 9:08nas pessoas de modo geral, né? Sim, sim.
- 9:11E aí, como é que isso afeta pessoas de diferentes
- 9:14transtornos? Não é.
- 9:15Como é que isso atua em pessoas com algum transtorno EE em
- 9:19diferentes transtornos? Nós pergunta, maravilhosa é
- 9:22essa? Ser diferente para cada pessoa,
- 9:24né? Então, digamos, OOTDAH, uhum.
- 9:28Já pegamos o gancho do TDAH aqui, TDH ele já tem uma
- 9:32impulsividade maior. Ele já tem uma desinibição
- 9:35maior, ele já tem essa questão. Quando entra o álcool, o álcool
- 9:38faz exatamente o que ele desinibe uma pessoa, sim, então
- 9:42não precisa, né? Qualquer um que tenha tido
- 9:44experiência, quanto sabe que o álcool faz esse esse papel de
- 9:47desinibir um ser humano, uma pessoa que já é desinibida, ela
- 9:51vai ficar mais de. Comida ainda esse espírito de
- 9:55vamos lá fazer mesmo vai ficar muito exacerbado, então temos um
- 9:59livro que eu li para preparar o podcast de hoje.
- 10:02Samba vem sendo TDAH? Douto, do huxel bikley que ele
- 10:05fala exatamente isso. Ele era adolescente,
- 10:07adolescente, já não tem o cérebro preparado.
- 10:10Completamente completo, né? Já era TDH, bebia com os amigos,
- 10:15que, aliás, é muito, muito comum, todos os transtornos
- 10:19começarem o uso ou abuso de substâncias, inclusive e
- 10:23principalmente, álcool durante. Infância, acreditem.
- 10:27E adolescência, olha só, e aí, ele simplesmente.
- 10:30Ele enviou um carro que estava com a chave na ignição e falou,
- 10:32não dá uma volta. Aí ele pegou o carro, foi dar
- 10:35uma volta e obviamente isso deu muito errado para ele, né?
- 10:38Caraca, mas aí vem, né? Oo quanto o papel do TDAH?
- 10:43Talvez. Naquele ponto ali tivesse
- 10:47influenciado a vida dele. Não estou falando que foi só
- 10:49isso. Talvez se ele tivesse só sido um
- 10:51cara bêbado, aleatório, ele tivesse feito a mesma coisa.
- 10:53Uhum. Como nós sabemos que fazem, mas
- 10:56para ele era um pouco mais. Pessoas com transtorno bipolar
- 11:01que estão na mania, então eu faço tudo, eu sou incrível, eu
- 11:05consigo tudo. Eu posso fazer o que eu quiser,
- 11:08eu gasto todo o dinheiro que eu tenho, eu vou beber tudo, tá?
- 11:11Eu vou beber tudo, eu vou gastar tudo e no dia seguinte porque
- 11:14tudo tem consequência. Então vai afetar as pessoas de
- 11:18maneiras diferentes, tanto pela consequência, uhum, quanto pela
- 11:21forma como isso é processado no cérebro, porque a gente tende a
- 11:25imaginar o cérebro muito particionado, mas na verdade,
- 11:29ele é um todo, né? Sim, o álcool age de uma
- 11:31maneira. Íntegra no cérebro todo e o
- 11:35cérebro todo vai responder a isso.
- 11:37E se a gente tem transtornos que afetam o cérebro todo, ele vai
- 11:41agir no cérebro todo. Eu queria puxar um ponto que
- 11:44você falou da bipolaridade, até para entender um pouco desse
- 11:47efeito, como é que funciona? Por exemplo?
- 11:50Ah, bebi muito, estou de ressaca.
- 11:52No dia seguinte, uma pessoa que está No No momento da mania da
- 11:56bipolaridade, ela pode ser, eu não sei se isso seria bom.
- 12:00Eu vou perguntar porque eu não sei mesmo, nem é bom que eu
- 12:02afrendo. Claro.
- 12:03Nesse caso, poderia arrastá-la para depressão.
- 12:06Então, dificilmente porque quando ela está na mania, ela
- 12:09fica nessa mania por bastante tempo.
- 12:11Não vai ser o álcool que vai arrastar ela para depressão, mas
- 12:15quando ela deprimir, ela vai deprimir bastante.
- 12:17Entendi. E o álcool tem esse efeito
- 12:19depressor também, então ela vai dar uma pequena queda.
- 12:23Ela vai dar uma pequena queda, mas depois que passar o efeito
- 12:25do álcool, ela volta para vender de novo, então ela vai subir lá
- 12:28em cima de novo e vai voltar para aquilo.
- 12:31Empataram e a gente? O bipolar é interessante também
- 12:34porque ele pode usar para os 2 lados, né?
- 12:36Ele vai usar muita bebida, porque ele está muito feliz e
- 12:39festejando a mania dele, ou ele vai usar muita bebida, porque
- 12:43ele está muito deprimido e ele precisa esquecer as mágoas e
- 12:47afogar as mágoas e tudo isso também é 11.
- 12:51Relação complicada com o álcool. Entendi.
- 12:54E isso só para falar de CDH de polaridade.
- 12:57Né, pô, mas fica à vontade de falar das outras.
- 12:59Eu acho que é interessante a gente trazer esse esse espectro,
- 13:02né? Esse, essa visão mais global de
- 13:05tudo, porque eu costumo dizer que a gente está experimentando
- 13:09o mais recentemente, a identificação dos diagnósticos.
- 13:14Relativamente pouco tempo atrás e gente pouco tempo na história,
- 13:1850 anos é pouco tempo na história, na história, mas há
- 13:21relativamente pouco tempo atrás não havia um diagnóstico ou
- 13:25quando havia algum diagnóstico, a pessoa era isolada, a pessoa
- 13:28não era tratada ou pelo menos, não de forma apropriada.
- 13:30Era tudo muito experimental, exato, mas recentemente a gente
- 13:33está de repente vivendo. Daquilo que eu chamo também
- 13:37informações tiradas do meu sovaco, que é talvez AO
- 13:42overdiagnóstico, né, que todo mundo agora está sendo
- 13:46diagnosticado de alguma coisa. Não estou dizendo que não sejam
- 13:48dessa maneira e que não deveriam ser diagnosticados, mas é porque
- 13:51a gente faz esse lance do pêndulo, né?
- 13:54Ou você vai para aquele lugar que vão me ignorar que não
- 13:56existe isso, ou então vai ter um Monte de diagnóstico para a
- 13:59gente chegar no meio do caminho e falar, espera, aí, tem graus?
- 14:02Tem gente que vai precisar ser tratado assim, assado, isso.
- 14:05Né? É.
- 14:06A questão do espectro. Né?
- 14:08Exato, quem é o neurotípico padrão você?
- 14:10Conhece uma pessoa normal? Eu acho que não.
- 14:13Normal, eu não conheço ninguém. Eu acho que não.
- 14:16O normal de do normal, típico de esse é o padrão ouro.
- 14:19Eu não conheço. Ninguém é, eu acho que tá.
- 14:21Tem gente que tem passabilidade, trazendo termos de vários
- 14:24lugares. Exato pra usar aqui.
- 14:27Que é aquela que foi o fingido que pode ser o psicopata.
- 14:32Jogão aí. Jogando 3 mãozinhas nessa
- 14:34brincadeira. Adorei, é, é, não sei, mas é.
- 14:40É. É um assunto assim, se você
- 14:42quiser falar de você, você deu o exemplo do TDAH do do do
- 14:45bipolar? Sim, se quiser falar de de de
- 14:47outros transtornos. Ah, tá TDH, ele tem bastante
- 14:51comorbidade com transtorno opositor desafiador que é o
- 14:55toddy que a gente falou no começo, uhum.
- 14:57O toddy a gente é um diagnóstico dado para crianças que aquela
- 15:02criança que puxa a vida faz isso aqui vai fazer o oposto, tá?
- 15:06Olha, não é pra mexer nisso aqui, Ah, ele vai lá e mexe aí
- 15:09na adolescência. Se isso não é tratado de acordo
- 15:13na de na adolescência a gente vai chamar isso de transtorno de
- 15:16conduta. Mudou o nome já não é mais todi,
- 15:19tá? E se isso se de novo, se isso
- 15:22não é tratado, se isso permanece e aqui de novo, né?
- 15:25Essa criança com transtorno opositor desafiador e essa
- 15:28criança com transtorno de conduta são as.
- 15:31Que têm um altíssimo risco pra desenvolver Oo abuso de álcool e
- 15:36aí fica a dúvida do TDAH. Até tem um artigo que fala isso,
- 15:40OTDAH. Ele tem o maior uso do do álcool
- 15:44por conta da comorbidade ou por conta do toddy.
- 15:47Ficou essa. Dúvida?
- 15:49Pra vocês terem uma ideia, é entre um quarto a 3 quartos de
- 15:54TDAH, vão ter problemas com álcool ao longo da vida, caceta.
- 15:59De um quarto a 3 quartos? Das pessoas com?
- 16:02TVH isso que foi o que eu achei lá na literatura que eu vou
- 16:06deixar com pra você estar todos os artigos brincadinhos
- 16:09primitivos, uhum. Ah, que ótimo, amo.
- 16:13Mas aí fica a dúvida, mas será que é por conta desse duplo
- 16:17diagnóstico com pode, com transtões de conduta que quando
- 16:21fica adulto muda de nome de novo?
- 16:23Então a gente já tem 3 nomes pra mesma coisa, que era toddy na
- 16:26infância. Era transtorno.
- 16:28Na adolescência, quando vira adulto vocês já ouviram falar
- 16:31disso? É o antissocial, é o psicopata,
- 16:34porque não foi tratado lá atrás, Hum?
- 16:37Ai, a doença evoluiu porque a pessoa também.
- 16:40Ela começou a ter mais recursos de elaborar para o bem e para o
- 16:43mal, né? Exatamente.
- 16:44Exatamente, foi ignorado, foi ignorado, foi ignorado.
- 16:48Chegamos a esse ponto. Viu, Leandro?
- 16:50Você tinha a solução, cara. Mas, como diria o filósofo
- 16:57Washington, compadre pau, que nasce torto, nunca se endirei.
- 17:01Se endireita, endireita, vou ter que bater no papa no pau, vou
- 17:05ter que bater no palco. Eu vou ter que bater aqui que se
- 17:10endireita assim porque existem, né?
- 17:13Os tratamentos para o transtorno opositor desafiadornas na
- 17:15infância para o transtorno de conduta na adolescência.
- 17:19Então tudo isso é ecopreeminia. Esse adulto dificultoso que a
- 17:23gente vai ter problema social depois.
- 17:25E tudo isso tem a ver com álcool também, né?
- 17:27Sim, com muito abuso de álcool, sim, sim, vai ter isso muito
- 17:30isso, né? Do olha, não bebe.
- 17:33Aham. Vou beber.
- 17:44A gente falou das pessoas que podem ter diversos transtornos.
- 17:47Aí a gente está naquela de tentar descobrir se é possível
- 17:50confundir um comportamento do transtorno com a relação dela
- 17:54com a dependência, né? Então, tipo, como é que fica,
- 17:56tipo, o que que é a bebida e o que que é o transtorno?
- 18:00Eu acho que é mais ou menos esse sentido, e se a gente consegue
- 18:03notar pontos de atenção, a gente está falando bastante de álcool
- 18:07aqui, porque a gente é um podcast que fala sobre cerveja,
- 18:09mas eu acho que exato qualquer. Substância que vá causar
- 18:14dependência, né gente? Desde chocolate até uma droga
- 18:19mais intensa pode estar incluída nesse hall aqui cada um vai
- 18:22escolher a sua droga entre aspas, seja o cigarro, seja o
- 18:25chocolate, seja cerveja, seja sei lá o que.
- 18:27Pó branco que vicia. Exato.
- 18:29Qualquer coisa que vicie, sexo, açúcar, o açúcar, qualquer
- 18:33coisa, né? Enfim, sim.
- 18:34Então assim a gente confunde do tipo, Ah, não, isso aqui é só o
- 18:37comportamento TDAH ou ele tá exagerando na cerveja ou ele tá
- 18:41na estrada do alcoolismo, entende essa?
- 18:43Essa pergunta do tipo que que é só o comportamento natural da.
- 18:48Torne o que, que é o acréscimo e se tem esses alertas que a gente
- 18:52pode ficar vigilante para poder, sei lá, entender, repreender,
- 18:55apoiar e et cetera. Você lundice, sai com uma amiga
- 18:58sua que você conhece, tá? Você sabe como é o comportamento
- 19:01dela? Ela tomou 2 cervejas, tá?
- 19:03Você sabe como ela tá? Aham, ela tá altinha.
- 19:06Se ela tá normal. Aham, sim, sim, sim, mesma
- 19:08coisa, mesma coisa, a mesma coisa é porque às vezes a gente
- 19:11não sabe que a pessoa é DDH. Né?
- 19:14Aí, ó. Exatamente agora, a questão do
- 19:16TDAH, ela vai ser um pouquinho mais complicada.
- 19:19Aliás, de todos esses transtornos, tá?
- 19:21Uhum. Bom, se você conhece a pessoa,
- 19:23os alertas são. Se ela começou a ficar altinha,
- 19:26você vai notar o comportamento. Se você sabe que a pessoa é
- 19:28TDAH, se vai perceber isso a partir de uma alteração de
- 19:32comportamento ali, né? Que o problema é que tá todo
- 19:33mundo bebendo. Ah tá, você disse assim de
- 19:36alguém que não sabe que é TDH. Porque o que deve ter gente não
- 19:40diagnosticada ou diagnosticada errado, eu acho que.
- 19:45Sabe, tipo como é que você começa a perceber, por exemplo,
- 19:48comecei a namorar uma pessoa. Já sou casada, graças a Deus, tá
- 19:51tudo bem, ó. Comecei a namorar a pessoa, tô
- 19:53no começo ainda não sei de todos as informações relevantes, né?
- 19:56Claro, então como é que eu começo a notar coisas?
- 20:00Não sei se essa pessoa tem algum transtorno, se tem um transtorno
- 20:03e se ela se cuida para esse transtorno e aí se ela tá
- 20:07exagerando em alguma coisa ou se eu posso fazer alguma, sabe essa
- 20:10coisa do tipo, ó cara, começa a prestar atenção.
- 20:12Acho que independente de você pensar em eu algum transtorno ou
- 20:16não, é você pensar no uso que essa pessoa faz do álcool ou da
- 20:19substância x, tá? Pode ser paracetamol aqui?
- 20:23Uhum, que tem gente que toma paracetamol como se fosse uma
- 20:26linha, tá? Então é observar de novo.
- 20:29Observar, mas é claro, ai eu não sei como é que essa pessoa é.
- 20:33Ela tomou uma cerveja, ela está subindo em cima da mesa fazendo
- 20:37striptease. Alguma coisa tem, entendeu?
- 20:42Tá certa, bateu errado realmente aquela ali, atravessceu
- 20:47quadrado. Exatamente, então, assim, essa
- 20:52pessoa vai ter um comportamento mais intenso do que o esperado
- 20:57pro álcool, aham, mas de qualquer forma, eu acho que é
- 21:01bom a gente ficar sempre atenta para qualquer tipo de
- 21:03comportamento de abuso. É, e pode acontecer o contrário
- 21:07do tipo, por exemplo, eu sei que uma pessoa tem.
- 21:10Vamos manter aqui dentro do TDAH, né?
- 21:12Eu sei que essa pessoa vive com OTDAH, tem o tdh e aí ela entra
- 21:18num momento ali de se interessar absurdamente.
- 21:21Por cervejas artesanais e aí ela cria na rotina dela,
- 21:25diariamente, beber, catalogar. Ela faz aquela rotina do eu não
- 21:30vou falar, eu estou tentando não falar hiperfoco porque dizem que
- 21:32hiperfoco é um mito, né? Mas ela entra naquela rotina de
- 21:36total interesse por aquele tema e isso segura durante muito
- 21:40tempo. Aham, né?
- 21:42E aí, o ponto que eu estou pensando aqui é como quem está
- 21:46acompanhando isso assistindo um amigo, uma amiga, um familiar
- 21:50cônjuge, quem está acompanhando isso, consegue virar e fala
- 21:53assim, espera aí, aqui já não é mais uma relação do.
- 21:56Que é uma dependência, criou-se uma dependência.
- 21:58Aqui é possível confundir isso e até ajudar a pessoa a
- 22:03identificar quando deixa de ser uma coisa e vira outra pergunta
- 22:06espinhosa. É pergunta espinhosa.
- 22:09Existem, é escalas específicas para isso, tá?
- 22:13Uhum do governo, pá, é isso. Mas a gente pode pensar em na
- 22:17dose dependente, tá? Eu conheço a gente que todo dia
- 22:20toma uma dose de cachaça, sim, mas é uma dose, uhum.
- 22:24Não existe dose, figura de álcool, nós sabemos disso, OK,
- 22:27mas é uma dose sim, agora essa pessoa ela começou, com certeza.
- 22:31Artesanal tá bom? Todo dia ela toma uma taça, todo
- 22:35dia ela toma, aí ela começa a tomar 2.
- 22:38Aí depois ela começa a tomar 3, aí ela começa a comprar um
- 22:41barril pro final de semana fazer churrasco.
- 22:43Aí ela começa a inventar desculpas sociais pra ter
- 22:46bebida. Hum?
- 22:48Hum, isso é muito comum. Desculpas sociais para ter
- 22:51bebida. Bebo porque eu estou triste,
- 22:53bebo porque eu estou feliz, bebo porque choveu, bebo porque
- 22:57passarinho voa. Entendi.
- 22:58Exatamente aí de novo. Vale a pena as pessoas que estão
- 23:02ao redor prestarem atenção em quem se importam.
- 23:05Sim, assim, olha, você está exagerando um pouco.
- 23:09Eu acho que você passou do limite e aí a pessoa fala, não
- 23:12imagina, mas isso que é o churrasco, tá?
- 23:15É um churrasco, mas você já tomou 5 taças de cerveja.
- 23:18Acho que. Já deu, né?
- 23:20Vamos parar e aí você vai ver a reação da pessoa, porque também
- 23:24muda o humor. Hum, então ela pode ter um humor
- 23:27muito, uma reação muito ruim aqui no para de beber.
- 23:33Entendi. Mas eu acho que quem tem
- 23:35diagnosticado ou não vai reagir desse jeito, do tipo você está
- 23:39no meio da brisa. É?
- 23:41Alguém chega e fala assim, eu acho que você já bebeu demais,
- 23:43cara, eu acho que todo mundo vai falar.
- 23:45Espera aí, gente, na moral hoje eu estou curtindo.
- 23:47Para mim, o maior, para mais problemático para mim e eu não
- 23:50entendo nada de coisa alguma. É segunda a terça, quarta,
- 23:53quinta e sexta você chegar e elegeu aquele dia.
- 23:55Você pode ter bebido até a mesma quantidade.
- 23:57Você elegeu um dia, você fala cara, a gente vive nessa coisa
- 24:00do o álcool, que é um perigo, tá pelo amor de Deus, eu tô aqui
- 24:02defendendo não, mas o álcool virou recompensa do adulto, né,
- 24:05cara? Virou?
- 24:06Exatamente, virou a recompensa do adulto.
- 24:08Você, pô, teve um dia bosta ou teve um dia ótimo?
- 24:11Pô. O rapper com os amigos não sei o
- 24:13quê. Então eu acho que qualquer
- 24:15pessoa IA reagir com o humor. Né?
- 24:17Sim, meio complicado se fosse abordado.
- 24:20E aí que eu falo muito para os meus pacientes, qual que é o
- 24:23prazer do adulto? Quando que é adulto, brinca.
- 24:26Quando ele está bêbado e no sexo só?
- 24:31Nossa, silêncio cabuloso. Fiquei pensativo agora, caraca.
- 24:37Pois é, gente, é. Eu não vou nem falar o que eu
- 24:40pensei. Não é melhor, não é melhor, não
- 24:43é? Sabe que aquela coisa eu pensei
- 24:45aqui, vou guardar para mim, fica aqui no meu coração.
- 24:50É, não é confuso mesmo. É, mas é.
- 24:53É que aqui a gente está falando de pessoas que são
- 24:55diagnosticadas, está? Não estou falando da pessoa que
- 24:58está fazendo uso disso, mas uma pessoa que você sabe que tem um
- 25:01transtorno, que está abusando. E aí você vai lá avisar e aí a
- 25:05pessoa, e aí tudo bem, tá? Você viu o chilique no dia
- 25:08seguinte? Você olha, é, eu acho que é
- 25:11bacana sim. Eu vou aproveitar e vou pegar o
- 25:14gancho para puxar a próxima pergunta, porque foi um gancho
- 25:16maravilhoso. E aí eu não gosto de perder
- 25:18gancho não, que é sobre o processo de recuperação dessas
- 25:21pessoas. E aí?
- 25:23Entender assim, pessoas com transtorno podem viver o mesmo
- 25:26processo que é utilizado para pessoas que não têm, que não
- 25:29possuem, que não vivem em transtorno com transtorno.
- 25:32Uma a funcionaria do mesmo jeito?
- 25:34Um isolamento funcionaria do mesmo jeito.
- 25:37A abstinência funciona de uma forma diferente para essas
- 25:40pessoas. Eu fiquei pensando muito nisso
- 25:41por causa do o que seria, né? Agora que você me explicou, o
- 25:45toddy que vira depois comportamento e depois vira o
- 25:49antissocial, é quase que desafiar uma pessoa, falar, você
- 25:52não pode beber. E Ah, não postando.
- 25:55Aí, nossa. Bebê, quero ver se eu não posso
- 25:59beber, vou te provar aí que bebe tudo, entendeu?
- 26:02Aí eu tô em cima disso, que eu fiquei pensando, é diferente.
- 26:06Sim e não. Assim existem os protocolos que
- 26:10se seguidos à risca, né? Funcionam muito bem, uhum.
- 26:14Porém, quando você já sabe que você tem um transtorno, você vai
- 26:18ter um QA mar, por exemplo. As crianças que já sabem que têm
- 26:22transtorno de. TDAH desde a infância que estão
- 26:26tratadas com psico estimulante a tal da famosa retalina tá uhum.
- 26:31Elas têm 11. Ah, agora não vou me lembrar
- 26:33exatamente quantos por cento menos, mas é muito menos chance
- 26:37de desenvolver 11 dicção plural. Tá?
- 26:40Muito menos mesmo. Uhum.
- 26:42Então qualquer pessoa com qualquer transtorno ela precisa
- 26:46tratar o transtorno específico que ela tem, mas o transtorno do
- 26:51álcool e aí vai ser 2 por 2 separados, mas eles funcionam.
- 26:55Só que eles precisam andar em conjunto.
- 26:57Entendi. Não vai resolver só tratando a
- 26:59dependência. A edição com qualquer outro
- 27:01elemento ela precisa também, né? É não que o transtorno
- 27:05continuar, né? Posso pegar o seu gancho agora?
- 27:08Claro, pode pegar no seu gancho agora, né?
- 27:11Por exemplo. Que eu queria falar do
- 27:14transtorno de ansiedade social e o transtorno obsessivo
- 27:16compulsivo. Uhum, tá?
- 27:18O transtorno de ansiedade social é aquilo, né?
- 27:21A pessoa, ela não gosta de estar com pessoas, ela prefere não
- 27:25estar, então ela já chega muito tensa em um lugar.
- 27:28O álcool faz o quê? Nosso lindo lubrificante social
- 27:32perfeito. Uhum.
- 27:33Sim, pra dar média 2 palitos, sim.
- 27:36O transtorno obsessivo compulsivo também é visto como
- 27:39um transtorno de ansiedade. Hum, porque a pessoa tem esses
- 27:42pensamentos intrusivos e ela precisa fazer esse
- 27:44comportamento. Então, o álcool a num primeiro
- 27:47momento. Ele alivia esse sintomas?
- 27:50Uhum, então ele, ele funciona mais ou menos da mesma forma, só
- 27:54que pro toque ele vem pior depois e pode gerar questões
- 27:58ainda piores pro toque. Porque, por exemplo, Ah, é
- 28:01aquele dia que eu me senti tão bem.
- 28:03Eu tomei 3 doses de uísque, entendi então, todo, então todo
- 28:06dia eu tenho que tomar 3 doses de uísque.
- 28:07Caraca, que que ele é um repetidor de padrões, meus
- 28:11amigos. Ele repete padrões exatamente,
- 28:15então, no primeiro momento, ajuda ele a se livrar daqueles
- 28:18pensamentos intrusivos e do comportamento obsessivo da
- 28:22ansiedade que ele tem. Uhum, assim como a.
- 28:25Ajuda também a pessoa com ansiedade social dá uma
- 28:27abaixada. Só que quando o álcool passa,
- 28:30tudo isso volta à tona, né? O álcool não fica No No nosso
- 28:34organismo para sempre, então todos os nossos problemas voltam
- 28:37e é isso que as pessoas não se lembram.
- 28:38Aceita? E aí a pessoa com toque, ele
- 28:41cria um ritual ou a pessoa com transtorno social a essas
- 28:46pessoas criam um ritual para lidar com essas dificuldades, é
- 28:48isso? Não, que vão criar como uma
- 28:51obrigação, mas elas podem criar e é comum.
- 28:53A gente vê situações de pessoas com os seus.
- 28:57Social que. Que que lidam dessa forma?
- 29:00Ah, eu sei que vai ter uma festa, então antes de sair de
- 29:04casa eu já vou tomar 2 doses. Entendi, entendi que eu já achei
- 29:07calibrado lá. É, agora vou fazer uma pergunta,
- 29:10tem nada, não está na pauta essa não, Hein?
- 29:12Manda abraço. Vamos pensar na pessoa como se
- 29:14ela fosse um conjunto, né? Tipo quando a gente estava na
- 29:17escola e aprendeu o conjunto aí dentro da Ludmilla.
- 29:20O conjunto Ludimila, ela pode ter mais de um transtorno.
- 29:23É a primeira pergunta. Pode?
- 29:25Pode, tá? Pode?
- 29:26É comum ter isso por. Si já é um negócio bizarro de.
- 29:30Complicado, né? Tipo assim, cara, deixa a pessoa
- 29:32se retoque, ser TDAH deixa ser deprimida?
- 29:35Não? Então ela pode ter mais de um
- 29:36transtorno. Por exemplo, isso que eu estava
- 29:38falando do TDAH, né? É muito comum TDAH com
- 29:41transtorno ou postor desafiador com a questão do álcool, que é
- 29:45outro transtorno de abuso de álcool.
- 29:48Então já juntou um Monte de coisa, né?
- 29:50Caceta, nossa senhora é. Aí você pode juntar uma
- 29:53depressão e vamos. É o six pack do transtorno.
- 29:58Exatamente caceta. Não é que.
- 30:01É. É muito louco isso porque no a
- 30:04primeira coisa que eu falei foi, eu acho que a gente está vivendo
- 30:07hiperdiagnóstico e ao mesmo tempo, certamente tem um Monte
- 30:11de diagnóstico sendo distribuído na farmácia.
- 30:13Grosso modo, tá gente de gente que está sendo diagnosticado
- 30:16através de vídeo do TikTok. Se você tem assim, esse, se, se
- 30:20se isso. É?
- 30:21Você pode ter TDH, entendeu? Então eu acho que a gente.
- 30:25Perigosíssimo. Não é?
- 30:27Eu acho que a gente tá vivendo essa era da da informação mínima
- 30:31da informação, que está em 1 minuto, 15 segundos.
- 30:34Eu só acho que se. Informou sobre isso, por
- 30:36exemplo, eu, para poder participar desse papo, fui
- 30:39assistir os vídeos no TikTok. Agora só parece parar de TDAH
- 30:41para mim. Já está muito melhor do que eu
- 30:45já sabe mais do que eu. Sobre TikTok, né não sobre TDAH.
- 30:49Não sobre TDH, com certeza. Não, jamais, jamais, jamais.
- 30:54Não, mas é. É.
- 30:54É muita maluquice isso porque as pessoas, elas não estão se
- 30:57informando nos lugares corretos. A gente está vivendo essa
- 30:59enxurrada de diagnósticos e uma enxurrada de desinformação.
- 31:03A informação pela metade, como Leandro, eu não sabia, eu, eu já
- 31:06tinha ouvido falar sobre o hiperfoco um Monte de vezes,
- 31:09inclusive de pessoas diagnosticadas com TDH.
- 31:11Será que a é uma época a escola ou é AA geração que chamava o
- 31:16hiperfoco de hiperfoco ou hiperfoco?
- 31:18Não existe, que que é isso que. Que isso, meu Deus, Socorro.
- 31:22Né? Ainda não se bateu martelo, mas
- 31:24ainda falando sobre isso. Entendi.
- 31:27O debate sobre hipertoco, por exemplo, é que o hiperfoco não é
- 31:31exatamente isso, né? Não é um super poder e não é um
- 31:34hiperfoco, né, né? Até Oo debate é sobre isso.
- 31:38Vira um foco disperso, é isso, é.
- 31:40Isso é um foco disperso e principalmente, TDH, né?
- 31:44Ele está focado, aquilo está trabalhando, mas ele está
- 31:47prestando atenção. Se ele está chovendo, Oo
- 31:49cachorro que acabou de passar atrás de mim.
- 31:52A minha cerveja acabou, e houve um barulho lá fora, e é tudo ao
- 31:56mesmo tempo, tudo processando ao mesmo tempo que tem uma
- 31:58dificuldade de processarento de o que que é mais importante eu
- 32:01processar aí. Processo é tudo junto e vira uma
- 32:04bagunça. E aí que vem a necessidade EAA
- 32:07indicação da medicação e a dificuldade da medicalização.
- 32:12Uhum, que é isso que a gente está falando, né?
- 32:14Todo mundo hoje é TDAH. Você vai em um psiquiatra e, com
- 32:19todo o respeito. Né?
- 32:20A claro? A todos os bons psiquiatras.
- 32:22Hum-hum, mas você consegue ganhar um psiquiatra que não é.
- 32:26Tão ético assim em uma sessão, você sai com uma receita pra
- 32:31ritalina? Sim, como uma medicação
- 32:34controlada extremamente perigosa.
- 32:37Assim, se tomada por uma pessoa que não precisa disso, uhum e
- 32:42que tem bastante interessação com álcool.
- 32:44Especificamente, é. Será que o médico falou?
- 32:47Não se deve beber enquanto está tomando ritalina.
- 32:49Que não se deve beber quando está tomando medalina ele é
- 32:52assim, ai meu Deus, tem CDH eu nunca mais vou tomar uma cerveja
- 32:56nunca, não, gente, não é assim também.
- 32:59O dia que você for beber, você não toma a sua vitamina, porque
- 33:02ela realmente, ela. Ela potencializa os efeitos
- 33:05adversos, né? Da medicação, uhum e todos esses
- 33:09outros transtornos que a gente falou também.
- 33:11Se você está sob medicação, a melhor pessoa que você pode
- 33:14falar sobre ou não. Possa ou não beber seu médico,
- 33:17não tenha vergonha de perguntar, eu acho isso que eu queria
- 33:20deixar mais claro possível. Não tenha vergonha de perguntar
- 33:23pro seu médico, olha, vai ter uma festa, eu posso beber quanto
- 33:26eu posso beber? Ah, eu sou uma pessoa que gosta
- 33:29de beber bastante, tudo bem, mas pergunta pro médico que aí ele
- 33:33fala, Ah, não, então hoje você não toma o seu remédio, deixa de
- 33:36tomar seu remédio 2 dias, ou então não, tudo bem, toma o seu
- 33:39remédio e toma o seu álcool aí, uhum, porque isso é muito
- 33:43perigoso mesmo. É, é, meus amigos, é um assunto
- 33:46espinhoso. Então a gente está falando que a
- 33:47gente vive. Diagnóstico, né?
- 33:50Que na minha visão de leigo foi uma evolução que a gente
- 33:53conseguiu, né? Dos anos 90 para cá, eu lembro
- 33:56da minha infância e minha adolescência.
- 33:58Infância nos anos 80, adolescência nos anos 90, não
- 34:01existia esse papo do colega com TDH.
- 34:04É aquela pessoa um pouco mais animada.
- 34:07Era o merdeiro, era o bagunceiro da turma.
- 34:09Era. Exato.
- 34:12É? Exatamente.
- 34:12É assim. Não tinha esse lance disso e ao
- 34:14mesmo tempo, uma banalização. Da medicação, né?
- 34:18Do receituário, né, da facilitação, acesso.
- 34:21Eu conheço muita gente que acha que tem e toma ritalina, tá
- 34:25muita, não é pouca e bebe. Acha que tem toma ritalina e
- 34:29pega pro coleguinha? E pega pro coleguinha
- 34:31exatamente. E acha que trabalha melhor, com
- 34:34estuda melhor com e aí cria uma nova relação de dependência
- 34:39aqui, né? E bebe, porque já aqui não tem
- 34:41nenhum tipo de apoio médico acompanhando essa pessoa acaba
- 34:45consumindo. Você falou que isso afeta os
- 34:48adversos, né? Os efeitos adversos.
- 34:51Sim, sim, que. Tipo de efeitos são esses.
- 34:53Ó, porque ele potencializa reações adversas, né?
- 34:56Entre elas, a insônia e ausência de fome, náusea, 2 abdominais, 2
- 35:02de cabeça, tontura, nervosismo, nervosismo.
- 35:06Aqui, gente pode ser até interpretado como ataque de
- 35:10pânico em algumas vezes, tá? Ataque cardio e palpitações.
- 35:16E dependendo da pessoa, o dano pode ser mais grave, porque você
- 35:19não sabe se o coleguinha para quem você está dando essa
- 35:22medicação, você tem algum problema cardíaco?
- 35:24Entendi e se ele tem é gente. Cada cavocada nesse assunto é
- 35:28uma minhoca nova, gente, é. Não é fácil, não.
- 35:31Meu Deus, é isso tratando de coisas que estão muito no íntimo
- 35:35das pessoas e, enfim, né? Muito difícil eh tamanho.
- 35:50Bom, a gente vai fazer AA que seria a última pergunta aqui,
- 35:53porque o que já teve de gancho, coitada da Érica, ela já teve
- 35:56que depender de muito gancho aqui.
- 35:58Jesus já. Pô, chuva de gancho.
- 36:00Ah, eu me diverti muito. Ah, sim, que é bom, assim que a
- 36:03gente gosta, a gente já falou de um mito aqui agora que era do
- 36:07hiperfoco, né? Então a gente queria saber.
- 36:09Existem alguns mitos sobre os neurodivergentes que você acha
- 36:12que era legal a gente derrubar aproveitar que a gente está
- 36:14fazendo esse programa lá. Vamos dar essa roupa suja.
- 36:17João Kleber, dos neurodivergentes aqui.
- 36:20Né? Se se existem, quais ou quais
- 36:23são os mais graves pra gente poder desmistificar aqui?
- 36:27Ah, acho que tem vários, né? Acho que já tocamos em alguns.
- 36:31Muito importantes que são, né? Basicamente, ninguém é normal,
- 36:36não tem aquela frase de perto, ninguém normal, tem total,
- 36:40acredite nela. Nunca conheci uma pessoa normal
- 36:42na minha vida e eu espero nunca conhecer porque essa pessoa deve
- 36:45ser um saco. Sinceramente, nenhum desses.
- 36:50Nenhum desses transtornos e nenhum transtorno mental é
- 36:52contagioso. Não se preocupem com isso, não
- 36:55tenham preconceito com essas pessoas.
- 36:57Se vocês verem essas pessoas utilizando o álcool, né?
- 37:02Em si, não é um problema para essa pessoa, OK?
- 37:05Ela sabe o que ela está fazendo. Via de regra, tá, vamos
- 37:09observar, mas com cautela também já já ela chega assim, dando uma
- 37:13voadora na pessoa e fala, não, você não pode beber, calma com
- 37:17calma, aham. Hum, pessoas com transtornos
- 37:20podem ter vidas saudáveis. Vidas normais podem beber, podem
- 37:26se divertir, podem se relacionar com pessoas fora do transtorno e
- 37:30está tudo bem e somos todos neurodivergentes.
- 37:33Uhum. Eu queria trazer um mito que eu
- 37:35já ouvi que eu acho que é um mito, né?
- 37:37Existe faixa etária que se? Ah.
- 37:41Boa desenvolve ou fica nítido o desenvolvimento?
- 37:44Porque se eu fiquei com essa cabeça, porque você falou do
- 37:46todi, né? E aí eu agora fiquei com isso na
- 37:49cabeça. Eu falei, pô, espera aí, eu já,
- 37:50eu já ouvi que assim. A maioria dos transtornos
- 37:53deflagram na adolescência. Eu já ouvi essa frase, tá?
- 37:57Real? Olha, e aqui?
- 37:58Pergunta capciosa no final, Hein?
- 38:03Achou que é só em barata? Assim.
- 38:05Ah, nossa, assim é nos transtornos do
- 38:09neurodesenvolvimento. A gente está falando de
- 38:12desenvolvimento, então de criança a gente já pega o que é
- 38:14autismo, TDHA gente já vai olhar para essa criança e falar, Hum,
- 38:19tem alguma coisa diferente aqui. Toddy também entra ali.
- 38:22Algumas outras coisas vão aparecer mais na adolescência.
- 38:26Vai ser uma criança mais rebelde, vai ser uma criança
- 38:29mais com dificuldades, dificuldades específicas de
- 38:32aprendizagem pode mais aparecer na adolescência e tudo mais.
- 38:36E transtornos afetivos também, mas a maioria dos transtornos
- 38:42mentais a gente realmente só fecha o diagnóstico na vida
- 38:45adulta depois dos 18 anos. Entendi.
- 38:47Pode ser uma fase. Não diria uma fase, mas o nosso
- 38:50cérebro, ele é muito plástico, né?
- 38:52Então pode ser que ele tá se adaptando, os reajustesando
- 38:55alguma coisa ali é, eu diria, de que é uma fase em ultra de outra
- 39:00forma. É uma fase.
- 39:01Eu. Acho legal ela ter falado que o
- 39:04nosso cérebro é plástico e da gente ter falado bem lá no
- 39:08começo do nosso papo sobre pessoas com transtorno que
- 39:11começam a beber muito cedo, com 16 anos e tal.
- 39:14Aí a gente conecta com Altair de Souza, que inclusive, foi quem
- 39:18nos indicou a Erica pra tá aqui batendo tatuagem do naru rodot.
- 39:22E eu agradeço. Quando ele falou com a gente
- 39:24sobre a. Menezes alcoólica, eu já estava
- 39:27eu aqui me esquecendo. E aí ele falando justamente o
- 39:31cérebro não tá pronto ainda pra você beber.
- 39:34Idealmente, era pra começar a beber com 25, que é quando o
- 39:37teoricamente o teu cérebro tá formado.
- 39:39Exato, você bebe. Antes disso você vai sofrer
- 39:42influências e impactos negativos.
- 39:44Se você começa a beber mais cedo, ainda mais, e assim
- 39:47sucessivamente, aí você já deu exemplos de crianças que bebem
- 39:50na infância, né? E aí, outros transtornos vão
- 39:53acontecer. A gente falou com a Bárbara
- 39:55gancia para falar de alcoolismo e ela fala que o primeiro porra
- 39:57que ela tomou ela tinha 6 anos. Não sei se Nando vai lembrar
- 40:00esse programa antigo. Eu lembro, claro que lembro esse
- 40:02programa gravado no meu cérebro. Né?
- 40:06Daí ela fala justamente de uma festa em que, enfim, bebeu todos
- 40:10os copinhos de cerveja e ela achou aquilo ali sensacional de
- 40:13uísque de dengue que tinham na festa e tal.
- 40:16Enfim, é. É muito séria a questão da gente
- 40:18falar sobre a idade ideal, entre muitas aspas de você começar não
- 40:23oferecer, mas AA criança, o adolescente, o jovem tem acesso
- 40:27à bebida alcoólica e aí eu imagino que qualquer medicação,
- 40:30o que deve ser um sanhaço, também na hora de medicar?
- 40:32Necessariamente. É engraçado, né?
- 40:35Porque eu uso mesmo. Ah, desculpa, te cortei, não.
- 40:37Não, mas eu estava naquela do de uma pausa dramática, né, não é?
- 40:42Eu achei que fala assim, cara, espera aí.
- 40:43Então tá, então vou dar a Rita Eliana pra criança de 10 anos.
- 40:46Nem sei se é indicado, tá? Falei da minha cabeça, é.
- 40:49Aí. E aí, quem tá?
- 40:51Tem pais que dizem ai, não, não vou dar a ritalina pra minha
- 40:54criança de 10 anos, que estatisticamente diminui o uso
- 40:58de álcool e outras drogas na vida adulta.
- 41:00Tá? Mas chega numa festa final de
- 41:03semana e fala assim, ai, toma aqui uma cervejinha pra você
- 41:06experimentar. Que bonitinho, meu filho,
- 41:08bebendo que que sentei na cabeça, gente.
- 41:12Merda. Merda, né?
- 41:14E é assim. É muito preocupante porque essa
- 41:17pesquisa que OTDAH específico com com pessoas que realmente na
- 41:21vida adulta tiveram problemas com álcool.
- 41:23Eles falaram que começaram a beber com regularidade entre 9 a
- 41:2814 anos. É muito cedo e o que que
- 41:31acontece com o cérebro dessa criança, né?
- 41:33Ela não vai se desenvolver da maneira esperada.
- 41:36Aproveitando e falando de pessoas que sofrem de
- 41:39dependências, a gente tem aí o Matthew Perry Friends.
- 41:43Que faleceu agora no final de outubro.
- 41:45Sim, né, que eu li a biografia dele recentemente.
- 41:49Ele falou, né, primeira vez que eu tomei cerveja na minha vida,
- 41:52eu tinha 14 anos e começou. Começou com a cerveja, não foi a
- 41:56cerveja ou mas a porta de entrada foi essa.
- 41:58Ele tinha 1000000 de outros traumas, outras situações,
- 42:01outras condições que certamente o levaram a ao abuso dessas
- 42:05substâncias. Mas existe uma porta que está
- 42:08entreaberta e que tem gente que tem coragem de abrir e eu nem
- 42:12julgo ninguém, porque tem gente que acaba encontrando algum
- 42:15conforto, mesmo que seja momentâneo, que vive 11
- 42:18existência tão bizarra que sei lá, é porque é difícil a gente
- 42:22julgar isso muito difícil nossa, eita, mãe.
- 42:25Não existem drogas porque a gente sente prazer usando.
- 42:28Exato, né? Porque é ruim, né?
- 42:31Exato. Exatamente.
- 42:32É, não é o proeding falando, não é porque é horroroso que vai
- 42:36fazer e você não usar verdade. Exatamente, mas tem um ponto que
- 42:40eu acho que era bom pra gente dar uma amarrada, que a gente
- 42:43meio que voltou pra esse tempo. E talvez isso seja um mito legal
- 42:46da gente bater, que é o seguinte, a gente está falando
- 42:50aqui dessas crianças, desses adolescentes, começam o uso
- 42:54muito cedo, né? Eu comecei o uso com 16 anos, o
- 42:58que é cedo hoje sendo pai, eu sei que é cedo e eu falo para os
- 43:02meus filhos que para eles beberem a partir dos 18 por lei,
- 43:05mas a minha recomendação seria a partir dos 21.
- 43:07Seria ótimo para eles beberem com total ciência, consciência
- 43:11do que estão fazendo e tal. E não minto.
- 43:12Fala que beber é legal tal para beleza, mas.
- 43:15O que eu fiquei pensando é, eu vivi num ambiente em que meus
- 43:19pais ofereciam a espuminha da cerveja para eu beber.
- 43:22Eu também. O padrinho do meu filho mais
- 43:24velho, ele foi ensonado com chupeta molhada no licor dado
- 43:29para ele no colo. Para ele poder ninar, sabe?
- 43:32Ah, mas dormia bem, né? É, dormia.
- 43:34Muito bem. E aí está me fazendo pensar
- 43:37assim? A gente está vendo esses casos
- 43:39hoje. Olha só a pergunta Futura, Hein,
- 43:41olha, você tem que viajar no tempo para responder, meu Deus,
- 43:44a gente está vendo esses casos hoje porque a gente está
- 43:47diagnosticando e vendo essas pessoas que cresceram nos anos
- 43:5180 e 90, aonde a cultura do álcool era muito irresponsável.
- 43:55Talvez o mais do que hoje, ou é uma coisa da característica de
- 43:59alguns transtornos, de experimentar, de desafiar, de
- 44:03querer fazer, é do indivíduo ou é da sociedade?
- 44:06Acho que a pergunta fica mais simples.
- 44:08Dessa maneira, é a sociedade que estimula as pessoas a consumirem
- 44:11mais cedo ou é o indivíduo que tem o transtorno e fala assim,
- 44:15quer saber? Claro.
- 44:16Que pergunta de 1000000 de dólares.
- 44:19Foi chines, vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho
- 44:21porque vende mais? Assim, para os transtornos, eu
- 44:24diria que os transtornos eles têm uma tendência a querer usar
- 44:29alguma substância, tá, tá? A gente está falando de álcool
- 44:32por causa do do programa e tudo mais.
- 44:34Mas existem outras substâncias que também estão procuradas
- 44:37porque é um sofrimento. Existe um sofrimento dentro do
- 44:40transtorno, então eles vão procurar algum tipo de Alívio,
- 44:43tá OK? Tá, mas eu eu com a sua fala, me
- 44:47lembrei de uma pesquisa feita há muito tempo.
- 44:50Que eu não vou saber se tá exatamente quem fez que dizia
- 44:53exatamente isso de álcool oferecido a crianças muito
- 44:58pequenas, aumentava muito a chance de alcoolismo na vida
- 45:01adulta. Uhum.
- 45:02Que essa chupetinha, esse TT com alguma coisa.
- 45:07Sim. Então, o que que acontece, né?
- 45:10Sim, sim, que aí vai pra plasticidade.
- 45:12É o cérebro plástico, exatamente.
- 45:15Que o cérebro plástico? Bom, eu queria agradecer demais
- 45:21a Érica por ter vindo aqui bater esse papo com a gente.
- 45:23Foi um prazer tremendo ter você aqui e saber um pouco mais sobre
- 45:27um assunto tão espinhoso, gente que a gente precisa encarar de
- 45:31frente, porque tem um Monte de gente não diagnosticada aí que a
- 45:34gente de repente pode, enfim, perceber, ajudar um amigo, um
- 45:37parente, né? Então Érika, muito obrigada por
- 45:39ter estado aqui conosco. Foi sensacional, muito.
- 45:41Obrigado. Imagina eu que agradeço me
- 45:43divertir pra caramba, conseguir beber e trabalhar ao mesmo
- 45:47tempo. Isso nunca tinha que me
- 45:47acontecer na vida. Olha só.
- 45:51Muito obrigada. Obrigado, Erica.
- 45:53Obrigado mesmo. Obrigado por ter aceitado e ter
- 45:56falado aqui com a gente sobre esse tema, que, como a lud
- 45:59falou, é espinhoso e importante, né?
- 46:02Sim, muito importante. Tá aí?
- 46:04Encerrando o programa e agradecendo aos nossos mecenas
- 46:08que nos ajudam a manter a casa arrumada e o nosso conteúdo
- 46:11incrível. Toda semana, Leandro Almeida,
- 46:14Jairo neto, Vágner Dantas, Ana patros, Douglas spec e Eric
- 46:20domiciano. Agora sim, meus amigos.
- 46:23Leandro, o que é que a gente fala?
- 46:25Tá? Semana que vem?
- 46:26Feliz de 2024. Caraca.
- 46:30Sacanagem você. Está cheio de pegadinha, cheio
- 46:32de pegadinha. Cheio de pegadinha, pegadinha da
- 46:35malandra, gente, muito obrigada, foi ótimo e até a próxima.
- 46:40Até. Beba menos, beba melhor, beba
- 46:48com moderação. Este podcast foi editado por
- 46:58play áudios.