Latest / Surra de Lúpulo / Um balanço geral sobre o Encontro Selvagem de 2023. Com Diego Simão e Aline Smaniotto | Encontro Selvagem Temporada 2 Ep. 001
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- 0:08Encontros selvagem, fermentando a brasilidade através dos
- 0:13líquidos. Bem-vindos, apaixonados
- 0:26exploradores dos sabores brasileiros, iniciamos agora uma
- 0:31novíssima temporada dos encontros selvagens, essa série
- 0:36por temporadas que tem como objetivo trazer para vocês
- 0:40conteúdo sobre cerveja selvagens.
- 0:43Ela é apresentada por nós aqui do surra de lúpulo.
- 0:46Eu, Leandro, consumidor apaixonado, cerveja e
- 0:48apresentador do podcast à Lu. À hipacondrica, sommelier de
- 0:53cervejas e apresentadora do surra de look, Alinne smaniotto,
- 0:56antropóloga e sommelier de cervejas, e Diego Simão,
- 1:00economista, sommelier, cofundador, cervejeiro e blender
- 1:04da cosalinda. Aline e Diego, dei um alô pro
- 1:08pessoal. Boa noite, galera.
- 1:10E aí, gente, todo mundo selvagem aí.
- 1:15Olha, essa é uma pergunta bem dúbia, né?
- 1:16Assim que dá, cabe muito todo sentido, né?
- 1:20Vários trocadilhos. Muitos, muitos infinitos e Diego
- 1:24fala pra gente aí sobre como foi esse ano o apoio do conselho
- 1:29federal de química. Não com certeza esse ano a gente
- 1:33foi brindado né? Conseguindo ganhar né o edital
- 1:36do conselho federal de química, que foi um parceiro extremamente
- 1:40importante pra realização do segundo encontro.
- 1:43Selvagens, do jeito que aconteceu, a gente pode trazer
- 1:47cervejeiros da América Latina, da Europa?
- 1:51A gente pode promover workshop, né?
- 1:54Como? Trazendo cervejas de vários
- 1:56lugares. Foi um treinamento intensivo,
- 1:59né? Pra juízes.
- 2:01Que ficaram especializados em cervejas ácidas, complexas.
- 2:04Então, toda essa verba aqui entrou através do conselho
- 2:07federal de química, que se faz presente na vida das
- 2:10cervejarias, né, através de muitos químicos que trabalham
- 2:13nessa área, né, principalmente no na produção de cerveja
- 2:16diretamente. Mas é muito importante que a
- 2:19gente teve esse apoio do CFQ para produzir esse evento que
- 2:23foi marcante em 2023, né, que promoveu a cerveja selvagem
- 2:28nacional, levou EE ainda vai levar através tanto do podcast
- 2:33quanto da revista selvagem, que logo logo vai sair, né?
- 2:36Um pouco. Um pouco do que a gente fala
- 2:39sobre cerveja e selvagem no Brasil e na América Latina.
- 2:43Então fica um agradecimento para fraternal aqui, por todo o apoio
- 2:48e colaboração do CFQ, né? Que foi o nosso patrocinador
- 2:51principal no encontro selvagem de 2023.
- 2:55Maravilha e Aline, o que que você percebe que mudou do
- 2:59primeiro para o segundo ano do encontro selvagem?
- 3:01Ah, eu acho que esse apoio tanto OAO, apoio do SFK quanto a gente
- 3:06poder lançar Oo projeto manipoeira, que também ajudou
- 3:09muito a cervejaria a entrarem no projeto e olharem para a semana
- 3:12selvagem de uma outra forma, fez crescer, né?
- 3:15Da primeira semana que foram encontros super importantes, né,
- 3:19onde as ideias já começaram a fervilhar, né?
- 3:21Todo mundo começou a discutir temas que talvez estavam só
- 3:25isolados em cada cervejaria que estavam fazendo essa cerveja.
- 3:29E estavam pensando cada uma por se a gente conseguiu unir tudo
- 3:32isso, né? E acho que 2023 foi o primeiro
- 3:35passo para começar a trazer essas ideias em pauta, começar a
- 3:39discutir mais sobre e ainda poder, além das discussões,
- 3:43trazer um quarto dia que foi o dia do encontro da feira
- 3:47selvagem que aí foi, para poder brindar e poder realmente
- 3:50experimentar, né? No primeiro dia, fez algumas
- 3:52degustações, né? Mas, muito uhum timidamente ao
- 3:55final do dia. E aí poder ter um evento focado
- 3:58nisso para finalizar a feira foi muito legal, né, foi poder
- 4:02trazer em. Engoles tudo que a gente
- 4:04discutiu naqueles dias. Então acho que foi muito
- 4:06importante ver esse crescimento tão rápido, né?
- 4:09Porque de 1 ano para o outro, contar de 80 pessoas para 200 é
- 4:14um passo grande. É um Salto gigantesco.
- 4:17E sem contar também é importante mobilização que abra cérebro
- 4:20realizou em 2023, né? Exatamente e trouxe muita gente
- 4:25para ajudar no processo de construção desse projeto, né,
- 4:28não somente de apoio institucional, mas realmente de
- 4:32mão na obra, né? Então eu e Aline, a gente ficou
- 4:34no operacional, executivo, mas por trás teve gente que fez todo
- 4:38parte de financeiro, que foi o Jairo quem ajudou a organizar, e
- 4:41todo o diálogo com OCFK, que foi o Giba, né?
- 4:44A gente teve a Júlia ajudando na parte de comunicação junto com a
- 4:48Bia, né, e a gente através da braserva a gente teve uma
- 4:52amplitude muito maior, né, pra poder abraçar o mercado de uma
- 4:56forma mais completa. Então essas modificações de 1
- 4:59ano pro outro, que no primeiro ano a gente sim teve o apoio da
- 5:02abracev. Mas até naquela vez a gente em 1
- 5:06mês a gente fez tudo. Dessa vez a gente teve um pouco
- 5:09mais de tempo, a gente teve muito mais recurso e tanto que a
- 5:13gente conseguiu se planejar e pela primeira vez, vem um
- 5:16produtor de lambique no Brasil da aula, né?
- 5:19Ao mesmo tempo, veio também um produtor do Peru, falar sobre
- 5:22Teacher, então, são coisas que consolidaram alguns
- 5:27conhecimentos, fortaleceram a ideia de cerveja selvagem,
- 5:31cervejas ácidas, complexas como um todo.
- 5:34E a gente trouxe para baila a ideia da Tite, né, que agora já
- 5:37teve algumas produções que a gente está vendo que é viável.
- 5:41Então, de 1 ano para o outro, foi um crescimento absurdo, né?
- 5:45Sem falar No No treinamento de juízes que a gente fez, né?
- 5:48Que também foi. Interessantíssimo.
- 5:51Né, muito legal. Agora você sabe que o sarrafo
- 5:53que vocês estão trazendo está só subindo, né?
- 5:55Porque assim, no primeiro ano, que foi aquele dia de encontro,
- 5:59onde teve muita troca de ideia, a gente até falou isso no
- 6:01programa anterior, no episódio anterior ali, que o junca
- 6:04apelidou de papo angelical, né assim, o papo do dos astros, né,
- 6:09bem amplo, ali, logo depois eu não lembro, agora se foi, logo
- 6:11depois, um pouco antes já teve o lançamento do projeto Mano em
- 6:14poeira, agora vocês estão trazendo a tícia, eu já tô na
- 6:16expectativa de 2024, que que vai acontecer, entendeu?
- 6:19Mas isso tem que deixar lá pro final, porque.
- 6:22Na moral? Se tiver um tema desse por ano,
- 6:25ferrou. A gente vai ter muito tempo pra
- 6:26estudar e muito bom. E aí falando em estudo aqui, o
- 6:33que vocês trouxeram, né? Nesse segundo ano, parte das
- 6:36discussões foi com esse enfoque. Bem técnico, né?
- 6:39E ali foi até uma sugestão do cocurador do junca, do André
- 6:43Junqueira. Então fala pra gente um pouco
- 6:45mais sobre isso. Você falou até agora, dessa
- 6:48formação de juiz especializados, ter vindo também abraçar de
- 6:52coletiva. Falem um pouco mais sobre isso,
- 6:54por favor, Aline, que você puder já trazer.
- 6:57Não, eu acho que a gente conseguiu alcançar.
- 7:00Nível de discussões super importantes também do primeiro
- 7:04dia, começando com análise de leveduras a parte bem técnica,
- 7:08de produção. Até o segundo dia, a gente
- 7:10conseguiu falar sobre na história, sociologia, filosofia,
- 7:15bebidas ancestrais. A aqui já é gastronomia, então a
- 7:18gente conseguiu entrar mais profundo em alguns temas que só
- 7:23amplificaram a as conversas e o que foi acontecendo depois ao
- 7:26longo do ano, né? Uhum.
- 7:28E aí poder também. Depois trazer AA produção,
- 7:31Letícia, e o workshop que eu acho que também foi uma coisa
- 7:34inédita e que é algo que a gente tem que discutir ainda muito,
- 7:37né? Porque se a gente for pensar, a
- 7:40gente trouxe a mani poeira, né? EE mesmo as cervejas ácidas,
- 7:44complexas, pensando em Brasil e América Latina hoje, que a gente
- 7:48vai colocar isso num concurso, por exemplo, né?
- 7:50Como é que eu vou mostrar isso pra juízes internacionais e
- 7:53falar que que eu tô trazendo um sensorial totalmente diferente
- 7:57de uma cerveja belga ou. Do uma cerveja que que eu vou
- 8:00esperar dessa cerveja ácida, quando eu tô pensando numa
- 8:03cerveja. Estamos acostumados na breta
- 8:07tradicional e aí já gerou um Monte de discussão e como é que
- 8:10a gente vai levar tudo isso, né? Então, são várias discussões que
- 8:14foram surgindo depois, ou mesmo as bebidas tradicionais, né?
- 8:17Então o que que a gente vai chamar de Cauê, que a gente vai
- 8:19chamar de manipueira, pajuru, cachiry, onde a gente vai trazer
- 8:23todas essas bebidas, a ficha, como é que nós vamos colocar
- 8:26isso até de forma comercial? Como é que eu vou trazer isso no
- 8:29rótulo, como é que eu vou trazer isso pro mapa, como é que eu vou
- 8:32trabalhar isso? Sem passar na frente dos povos
- 8:35que estão fazendo isso muito antes, né?
- 8:37Do Brasil ser Brasil. Então são várias conversas que
- 8:41foram se amplificando. Várias vozes que foram
- 8:43aparecendo ali. Então, desde os cervejeiros, os
- 8:46povos ancestrais do do dos juízes, dos sommeliers, várias
- 8:50vozes que apareceram ali, que a gente agora tem vários caminhos
- 8:53para percorrer, vários projetos para desenvolver.
- 8:56Não exatamente. EE também.
- 8:58Quando a gente trouxe o André, a gente queria uma visão apartada,
- 9:03né? De uma visão.
- 9:04Um pouco mais académica EE sociológica, que foi marcante na
- 9:10primeira edição, não é que foi mais essas discussões de
- 9:13definição do objeto do que necessariamente como executá lo,
- 9:18né? Então essa visão de execução que
- 9:21o André queria trazer e para a gente foi muito interessante,
- 9:24porque quando houve o evento, ele realmente como ele colocou,
- 9:28ele foi crítico ao que foi feito no primeiro ano.
- 9:31Então a gente trouxe essa visão a targônica exatamente pra
- 9:34reparar e dar espaço. AA, certos conhecimentos que
- 9:37ficaram de fora no primeiro ano, né?
- 9:39E foi muito interessante que ele abraçou ele e a Fernanda Lazari,
- 9:43né? Pra ser mais correto, a produção
- 9:46dos workshops que aconteceram em paralelo né, ao evento
- 9:50principal, né? Ou ao pacto principal, né?
- 9:53Que a gente estava tão xeique que teve até 2 palcos.
- 9:56Né? É ali onde a gente tinha, né,
- 9:58uma discussão um pouco mais focada na produção foi muito
- 10:02interessante que se trouxe para quem estava participando do
- 10:05workshop. E, né, e dentro dessas pessoas
- 10:08que participaram do workshop, foi muito interessante que a
- 10:10gente teve, desde Caseiros a donos de cervejarias, sommeliers
- 10:15e cerveja e sommeliers de vinho que atuam no mercado vendendo,
- 10:20né, vinhos orgânicos e selvagens.
- 10:22Mas foram para aprender sobre cerveja selvagens, né?
- 10:25Então essa questão de como se acabou formando o grupo que
- 10:29trabalhou dentro dos workshop que teve, aproximadamente, se eu
- 10:32não estou enganado, quase. 12 aulas específicas de formação,
- 10:37né? Que teve aula com o Goethe da
- 10:40né, que era produtor de lambic. Daí teve o pessoal da Victória
- 10:44Abreu e do Peru falando sobre, cictia, uhum.
- 10:47Ao mesmo tempo, teve aula técnica, sobre harmonização de
- 10:51ostra e cerveja para quem é juiz muito legal e ao mesmo tempo
- 10:55também teve lá Fernanda EOO André, falando sobre o que que é
- 11:00correto de esperar, uma cerveja ácida, complexa, o que que é
- 11:03off-play livre e o que que não é, porque às vezes a gente Ah,
- 11:06porque ela é selvagem, ela pode ser tudo e não pode.
- 11:09Uhum, então, essas visões técnicas.
- 11:11Sobre o produto e poder identificar o que é que é um
- 11:14produto melhor do que o outro, né?
- 11:18E entender o que está certo, o que está errado, traz uma
- 11:20formação tanto para quem está avaliando como para quem produz.
- 11:24Então, é muito interessante esse diálogo que ocorreu na forma
- 11:28sobre a execução de cervejas, né?
- 11:31Sobre diferentes aspectos que completou um pouco sobre o que
- 11:35aconteceu no primeiro ano, né? Então essa visão que o André
- 11:38trouxe foi assim. Muito legal, muito interessante
- 11:43e inclusive a gente quer que esse curso, né?
- 11:46Ele se repita mais vezes no Brasil, não só na semana
- 11:49selvagem, mas teve um curso já parecido em Curitiba.
- 11:53Uhum. Se pretende executar em outros
- 11:55locais. Mas tudo pra quê?
- 11:56Pra que o Brasil vire uma? Pensa na formação de produtores
- 12:00de cerveja selvagem, algo que não é distante, tá?
- 12:03Porque a gente já tem cervejas muito interessantes e a gente
- 12:06está só engatinhando, enquanto o pessoal está fazendo há muito
- 12:08tempo. Só que a gente tem muito mais
- 12:09variedade entre a variação de clima.
- 12:11A gente pode ter produtos muito diferentes, só que a gente tem
- 12:14que entender. Daí que vem a importância dos
- 12:16papos de anjo do que que a gente é.
- 12:18Perfeito. Porque a gente não pode, né, ir
- 12:21para o executar sem saber o que é que a gente quer, né?
- 12:25Enquanto produto, né? Porque o papo de anjo no final,
- 12:28ele é um papo. Importantíssimo na questão de
- 12:31formatação de produto. Perfeito.
- 12:33Que que a gente quer? Como ser como produto e tudo
- 12:36mais? Então, assim, eu acho que se
- 12:37complementou as 2. Os sonhos, uhum, né que não eram
- 12:41de contômicas e na verdade eram complementares.
- 12:43E acho que foi bonito. É a experiência que o pessoal da
- 12:46Victória billings trouxe nesse sentido, porque acho que eles
- 12:49por trazeram essa tradição da Titi ao longo da história, né?
- 12:53Não ter esse descolamento dessa bebida.
- 12:56Eles trouxeram essa visão de quem trouxe historicamente a
- 13:00bebida e está usando hoje de forma contemporânea, sabe?
- 13:02Acho que é. Eles trouxeram uma visão muito
- 13:04bonita pra gente de de como fazer isso, sabe?
- 13:07Uhum. Então foi muito legal têlos
- 13:09também pra poder trazer esse contraste.
- 13:11E foi uma alma abraçagem aula, né?
- 13:14Exatamente. Então, tipo, foi um processo
- 13:17onde a gente trouxe pela primeira vez, um malte de milho
- 13:19para ser usado. A trilha abriu as portas para
- 13:22todo mundo. Está acompanhando esse processo
- 13:25e foi realmente uma aula, porque tipo.
- 13:27Está lá para ver qual que é o tamanho do grão, Como Ele É
- 13:30moído, qual que é o processo de de filtragem?
- 13:33Tira muitos medos do produtor, porque a gente não está tateando
- 13:37em algo que a gente não faz, né? E eu acho assim a minha ambição
- 13:41pessoal é que o Brasil, ele começa a dominar o papo sobre
- 13:45Tite, as contemporâneas, que a gente tem volume para isso.
- 13:48O Brasil é um país continental e assim, em termos de volume, ele
- 13:52é brutal. Em relação as cervejas
- 13:54artesanais sul-americanas, juntando todos os produtores
- 13:58artesanais de todos os países sul-americanos, não.
- 14:01Dando em São Paulo. Então a gente está muito grande,
- 14:04né? A gente é muito poderoso, então
- 14:07acho que é muito importante a gente marcar esse caminho, né?
- 14:09E eu acho legal que você trouxe Diego dessa questão de ser
- 14:12complementar, porque é isso, né? Pra poder fazer algo, tem que
- 14:15ter essa identificação, essa auto sabe.
- 14:18Então eu sei quem sou, sei quem nós somos, sei para onde
- 14:22queremos ir ou para onde queremos experimentar.
- 14:24Às vezes é mais importante do que para onde queremos ir, para
- 14:27onde queremos experimentar, né? Saber?
- 14:29Vamos, já que a gente está numa fase nesse borbulhar.
- 14:32Selvagem, né? Nessa coisa de fermentar
- 14:34selvagem é uma experimentação que aí começa-se a delimitar
- 14:38quais são os erros. O que é que a gente não pode
- 14:40entender para não ter aquilo que o junca falou no último programa
- 14:42do culto ao erro, né? De falar Ah, errou, mas pô é
- 14:46selvagem, tá podendo tá valendo, né, é exato, tá ruim e aí a
- 14:50gente começa a chegar e eu gostei que vocês trouxeram
- 14:52também essa visão que a Vitória trouxe, de ter continuado isso
- 14:56desde o começo, porque traz essa ênfase na cerveja sul-americana,
- 15:01né, nas bebidas sul-americanas em si, não só na cerveja, e traz
- 15:05toda uma discussão sobre mercado, como é que foi isso lá
- 15:09na parte de mercado, não só técnica e produção.
- 15:12É, acho que a mesa do do pessoal que trouxe também eles trouxeram
- 15:16bastante essa visão de como tá aqui é contemporânea, né?
- 15:20E o e o mercado, né? Eles têm o hábito de consumo
- 15:23dessas dessas bebidas, né ancestrais.
- 15:26Muito mais que a gente. Mas eu acho que o papo do
- 15:28pessoal da gastronomia e que trouxe um pouco a visão, é do
- 15:32mercado dos vinhos naturais, que tem enfrentado um pouco essa
- 15:35mesmas questões que a gente, né, de aproximar, porque acho que a
- 15:39gastronomia resolveu muito mais rápido essas questões também, de
- 15:42trazer para a mesa e para alta gastronomia e trazer para
- 15:46discussão de novo, do prato do brasileiro, dos alimentos, né?
- 15:49Das frutas brasileiras, da mandioca e de coisas tão tão
- 15:52nossas. E as bebidas?
- 15:54O vinho já deu esse passo e acho que a gente agora está dando na
- 15:57cerveja, né? De poder saber o que são sabores
- 16:00nossos, o que que é o terror da? Brasileiro o que que é a escola
- 16:03brasileira de cerveja? Aham em última instância.
- 16:06Então o que que é nosso, né, Edu?
- 16:08O que nós somos feitos, porque é isso, toda a cultura é cheia de
- 16:11simbolismos que a fermentação faz, né?
- 16:14A gente pode, talvez a fermentação ler uma cultura
- 16:16inteira, então o que a gente falou, a gente olha para
- 16:18Alemanha e a gente sabe o que que eles querem dizer com as
- 16:20cervejadeiras a gente olha os belgas sabe o que eles querem
- 16:23dizer com a cerveja dele, né, e porque não olhar pro Brasil EE,
- 16:26saber o que que a gente quer dizer com a nossa bebida né,
- 16:28trazer isto para o dia a dia né, das pessoas não só para o nosso
- 16:32nicho, né, e acho que esse segundo, o encontro, você vai da
- 16:35cerveja selvagem, quebrou um pouco essa bolha de não só falar
- 16:38com os cervejeiros, mas também falar em alguma medida com as
- 16:41pessoas não é bom. Quer completar dinheiro?
- 16:44Olha, eu acho que em relação. Principalmente a questão do
- 16:47discurso e o e a, vamos dizer assim, a conversa com o mercado
- 16:51da gente ocupar um espaço, vamos dizer assim, em mídia, por
- 16:55exemplo, porque logo depois do evento a gente teve várias
- 16:58publicações que levaram AA cabo de falar um pouco sobre o
- 17:02evento. Então a gente ganha muita mídia
- 17:04espontânea que chega nos chefes e teve chefs que foram lá.
- 17:07A gente trouxe chefes, né? De restaurantes.
- 17:10É interessantes de São Paulo para estar lá falando sobre o
- 17:13mercado, porque é que eles não compram cervejinha selvagem.
- 17:16E o que que a gente tem que mudar, né?
- 17:19Uhum. Então a gente trazia a Patrícia.
- 17:20Trazer o pessoal da beverino para falar foi muito importante
- 17:24para a gente começar a ter contato e também a gente começar
- 17:27a, vamos dizer assim, se conscientizar.
- 17:31E a venda para restaurantes é muito diferente do que uma venda
- 17:35para um bar. A gente no bar, por exemplo,
- 17:37assim, num bar que seja, vamos dizer assim, ou num empório que
- 17:42vem da cerveja selvagem ou cerveja, né, vamos dizer assim,
- 17:45especializado nisso, ele vai saber quais são as marcas ou
- 17:49tipo, ele vai saber, por exemplo, vamos me pegar como
- 17:51exemplo, não vai saber o que que é a coisa linda?
- 17:53Hum. Então é fácil chegar e explicar
- 17:55o meu produto para ele. Mas é muito difícil eu chegar
- 17:57num restaurante tipo dom. E com quem que eu falo?
- 18:00Como é que eu mostro? Porque lá eles sabem de vinho,
- 18:02eles sabem de algumas outras coisas.
- 18:04Mas cerveja não está no cardápio dos grandes discussões da
- 18:08gastronomia. Tá, eventualmente quando a gente
- 18:10traz eles para algum evento. Então, tipo, essa conversa que a
- 18:13gente começa, ela não vai surtir efeito num ano ou no segundo
- 18:18ano. Isso é um trabalho que vai ter
- 18:19que ser década. E se a gente não começar a
- 18:22pensar em longo prazo e entender como é que a gente tem que
- 18:25chegar nesses pontos de venda, a gente não vai evoluir nunca, né?
- 18:28Então, por exemplo, uma das coisas que a gente entende
- 18:30olhando para o mercado de vinho é que o approach nos compradores
- 18:35no mundo da alta gastronomia é têteàtête.
- 18:39É tu ir lá, mostrar, é tu ir lá conversar, tu falar por. 2
- 18:43cerveja, ela é importante o bastante para estar no menu
- 18:46degustação. Uhum, Ah, mas ele quer o bitter
- 18:50não, cara, não é uma questão só de harmonizar é, qual que é a
- 18:54identidade dessa cerveja em relação à gastronomia que se
- 18:58desenvolve? Ou.
- 19:00Para a herança gastronômica brasileira, sim, que é cultural.
- 19:04Então esse formato de diálogo que a gente está começando a ter
- 19:08com a gastronomia, ela é importantíssima e a gente não
- 19:11sabe fazer. A gente é muito ignorante ainda
- 19:14nessa questão. E por isso que até hoje OA
- 19:16cerveja não entrou na gastronomia, porque a gente não
- 19:18conversa com ninguém, a gente não tá em lugar nenhum, a gente
- 19:21tá com cervejas que são eventualmente pra pessoa, tá lá
- 19:24e beber, mas não necessariamente ela tá envolvida, né?
- 19:27No menu degustação, por exemplo, ou tá no cardápio, se pensando
- 19:31em relação a comida, né? Ou no posicionamento mesmo.
- 19:35Do restaurante, né? Você tá falando ou tá me
- 19:37trazendo? A ideia muito Clara de puxe, eu
- 19:40sou um restaurante de comida regional, sei lá, vamos pegar
- 19:42aqui comida paraense e eu não tenho nada de povo de cerveja ou
- 19:47bebida que se conecte com os povos originários, sabe?
- 19:51E eu tenho vários pratos que são vindos de povos originários, mas
- 19:55eu não tenho uma cerveja ou uma bebida que seja conectada a
- 19:59isso, é aqui no Rio de Janeiro, tá bombando servir cherias, né?
- 20:03Tá, tá em tudo quanto é lugar, não e eu não tenho nenhuma Tite
- 20:06a ser vendida. Exatamente, vendi, Oh.
- 20:10Meu Deus do céu. Não eu.
- 20:12Assim, eu tenho contato com um deles. 11 dos donos de de
- 20:15serviços eu vou. Falar por favor, pelo amor de
- 20:18Deus, vamos lançar essa ideia para o cara, né?
- 20:21Eu tipo, pô, pelo amor de Deus, né?
- 20:22Porra, vende isso por favor? Não, e é, e é absurdo assim, a
- 20:28gente fez essa cerveja, né, tipo na coisa linda depois de já ter
- 20:32feito essa primeira cerveja lá na trilha e depois de ter tomado
- 20:36os exemplares peruanos que vieram com os professores, né?
- 20:39E foi muito interessante que a gente adotou uma produção muito
- 20:43mais simples e o resultado foi muito parecido, então a gente
- 20:46tem na mão um potencial produto de massa para chegar nesses
- 20:50restaurantes e funcionar muito melhor do que qualquer cerveja,
- 20:54sabe? Porque a titia ela é, eu e a
- 20:56Aline. A gente estava conversando outro
- 20:58dia, uma definição que ela parece meio bizarra, mas ela
- 21:01funciona para Tite é contemporâneo, é que ela parece
- 21:04uma lag com um corpo de vice, tipo.
- 21:08Nossa. Difícil de escrever?
- 21:11Só que sem lembrar fermentação de nenhuma delas, né?
- 21:14É muito interessante assim e ela tem o acho que tem o alcance
- 21:17para além de não só gastar, mas ela está tipo assim do dia a dia
- 21:20assim, porque AA, Tite é muito refrescante.
- 21:23Você você toma assim? Teor alcoólico, gostoso, é um
- 21:26teor alcoólico, precisa tomar no dia a dia.
- 21:28Era Para Ser para a gente chegar no bar e chegar EE, tomar o
- 21:32primeiro país do dia de Teacher, sabe?
- 21:34É. Me desse uma torre de Tite.
- 21:40Nunca falei mal de torre de show.
- 21:43Nunca critiquei, né? Nunca critiquei.
- 21:47Muito bom. Para a gente ir para o final a
- 22:01gente quer palhinha, vamos dar uma palhinha para os ouvintes.
- 22:04Então vamos lá, gente, o terceiro encontro selvagem ou a
- 22:07próxima semana selvagem, que seria a segunda semana selvagem
- 22:11vem aí. Imagine que vocês já estejam
- 22:13trabalhando nisso. O que é que vocês podem nos
- 22:17contar sobre o que é que está sendo trabalhado?
- 22:20Bom, acho que a gente está trabalhando as 2 frentes
- 22:22importantes, né? Tentando pensar os.
- 22:25Desdobramentos da parte dos encontros mesmo, né, e acho que
- 22:29a ideia é que esse ano a gente consiga abraçar mais essa ideia
- 22:33da cervejaria sul-americana, então trazer um pouco mais essa
- 22:36cara, né, o Brasil enquanto América Latina.
- 22:39E o que que isso traz pra gente? A gente viu o quanto foi
- 22:41importante ouvir os cervejeiros do Peru, né?
- 22:44Da Victoria Bering foi uhum, muito produtivo, então acho que
- 22:47esse é uma coisa muito legal e a feira né, poder apresentar mais
- 22:51da gastronomia, poder trazer esses produtos que são tão
- 22:54nossos, porque a gasolina estão trabalhando tão bem da
- 22:56gastronomia né, queijos e afins, né?
- 22:58A Glória que fermita tanta coisa tão bem com leveduras nossas,
- 23:03né? EE, poder aproximar esse diálogo
- 23:05acho que é super importante, então acho que esses são pilares
- 23:08bem pra gente, tá pensando pra trazer pra feira?
- 23:11É vale dizer que, mais ou menos pelo meio, entre AO final da
- 23:14primeira quinzena e a segunda quinzena de fevereiro, a gente
- 23:18deve deixar público as Datas do novo evento.
- 23:21Perfeito. A gente já tem uma ideia das
- 23:24Datas, né, a gente já tem. Um préplanejamento acontecendo
- 23:28nesse momento, né? Eu e a Aline em mais um grupo de
- 23:31pessoas, está correndo atrás de local, vê onde é que vai ser a
- 23:35feira, onde é que vai ser. É e tudo isso, né, pra gente
- 23:40poder entrar ali por fevereiro, já antecipando vendas de
- 23:44ingressos e tudo mais, pra todo mundo poder se planejar.
- 23:46Aí, né, esse ano não é 1 ano que a gente pode, né, celebrar com
- 23:52um grande feriado, então a gente vai fazendo um final de semana
- 23:55em São Paulo, provavelmente, então.
- 23:57É que para quem vai para a feira que quer ir só beber, ele vai
- 24:01acabar fazendo só uma viagem curta.
- 24:03Mas para o profissional que quer se especializar nisso, a nossa
- 24:08ideia neste ano é ampliar para 3 dias de Congresso uhum.
- 24:12Com a entrada de várias coisas assim, a gente fazer vários
- 24:16workshops, outras palestras, a gente já tem alguns parceiros
- 24:20sondados, e o que a gente quer, como Aline falou, né, dá né?
- 24:25Consequência nessas conversas sul-americanas que apareceram
- 24:29falar ainda mais sobre o movimento de uso de milho na
- 24:32produção das cervejas sul-americanas, que é algo que
- 24:35está acontecendo e está passando desapercebido no radar do
- 24:38brasileiro. Porque a gente olha muito para a
- 24:41Europa, para os Estados Unidos e a gente consegue.
- 24:44Consegue olhar para a América do sul e é ali que está uma boa
- 24:47possibilidade de novos produtos. E no nosso sonhos é trazer
- 24:52alguém da África para falar sobre as cervejas africanas, né?
- 24:56As cervejas que são originárias de lá também.
- 24:59O que a gente quer, por exemplo? De maneiro.
- 25:01Se tudo der certo, trazer alguém para fazer uma cerveja de soro,
- 25:04por exemplo. É?
- 25:05Ó, sabia que IA ter uma novidade, não sabia.
- 25:10Mas eu vou te dizer que eu acho que o próximo ano, talvez a
- 25:13ideia, talvez a gente possa aprofundar um pouco mais no papo
- 25:18sobre o Calvin, tá? Uhum.
- 25:20Do ano passado pra cá, eu e a linha, a gente participou de um
- 25:24grupo de trabalho do Ministério da agricultura em nível federal
- 25:28pra se fazer junto ao mapa, através da braserva, a parte de
- 25:34legislação em cima de cawim. De maneiro.
- 25:37Por conta do próprio encontro selvagem.
- 25:41O mapa procurou a abrasserva pra gente abrir essas conversas,
- 25:45teve um grupo de trabalho que foi aberto com pessoas que
- 25:48participaram do evento e se fez uma reunião com o mapa,
- 25:52mostrando que que a gente deveria começar a fazer toda a
- 25:56parte de registro de cal, Win, mas como?
- 25:58Aline até falou no começo, que foi a preocupação de respeitar a
- 26:03cultura dos povos originários, o modo de produzir e toda a
- 26:08propriedade intelectual que lhes pertence.
- 26:10E disso aí. AA proteção ao que é, né, dos
- 26:14povos originários, mas da abertura para releituras
- 26:18contemporâneas, né? Disso que é seria, por exemplo,
- 26:22a gente teve a titia contemporânea sendo falado,
- 26:24então porque não ter, OK, um i contemporâneo?
- 26:26Perfeito. Que não é uma lager, né?
- 26:28A gente tá falando de de repente 11 bebida alcoólica feita
- 26:32somente de mandioca, mas olhando pra utilização de insumo e
- 26:36cervejeiros, né? E aí a gente poder chamar isso
- 26:39de Calvin contemporâneo. Então tudo isso caminha em
- 26:42paralelo pra gente conseguir pensar.
- 26:46Pensar em tipo, produtos que são realmente brasileiros, né?
- 26:49Então, e disso tudo ainda tem outras conversas, né?
- 26:52Hoje a gente tem OA, nossa própria criação do encontro
- 26:57selvagens levou a muita gente do meio conversa sobre bebidas, a
- 27:01olhar para o nosso evento, né? Tipo o pessoal do comer, a
- 27:04história, né Aline? Comer a história.
- 27:06Uhum, né, tipo, a gente abriu conversas com eles.
- 27:08Provavelmente eles podem participar com a gente e são
- 27:11pessoas extraordinárias, no conhecimento absurdo.
- 27:14E eu acho que Oo encontro selvagem ele.
- 27:17Tende a aplicar cada vez mais aberto.
- 27:20E eu acho que mais algumas edições a gente não vai ser só
- 27:24um evento de cerveja. A gente vai ser 11 evento, de
- 27:26fermentados selvagens. E se a gente caminhar para isso,
- 27:30vai ser muito interessante, porque daí a gente começa a
- 27:32dialogar com todo o mercado, incluindo aí a gastronomia no
- 27:37meio, porque é uma das piores coisas que a gente tem.
- 27:40É estar isolada, sim, a gente está isolado da gastronomia.
- 27:44De certa forma, a gente é tão grande quanto o mercado da
- 27:48gastronomia. A gente tem uma gastronomia
- 27:50própria, que é a ideia das comidinhas de Buteco uhum, mas a
- 27:54gente não dialoga com a gastronomia.
- 27:57Então, tu vê, a gente está apartado disso tudo, e talvez
- 28:00esse seja um caminho para a gente entrar nessa conversa, né?
- 28:03Muito bom, e aí uma coisa é que as manipeira lá.
- 28:07Próximo lote já estão também fermentando, né?
- 28:10Então? Essa é a grande poder comparar
- 28:12os lotes, poder saber o que vem desse segundo ano, né?
- 28:16O que vem de aprendizado, cervejarias novas e que vem.
- 28:21Então, acho que isso também é uma ansiedade pro pro próximo.
- 28:23E tomar a cerveja com 1 ano de garrafa, né?
- 28:26Exato. Eu acho que isso daí vai ser
- 28:28outro ponto que vai dar muita diferença.
- 28:30As cervejas novos já estavam muito interessantes, mas acho
- 28:34que foi muito importante já beber algumas cervejas com 68
- 28:39meses que a gente acabou tomando, que arredondou muito.
- 28:42Tomando uma agora. Você vê?
- 28:46Hoje? No Rice Wine, tá coisa louca,
- 28:50olha só, enfim, é 11 vinho de arroz que eu acabei ganhando de
- 28:54um camarada que trouxe lá do de Nova Iorque, mas é muito
- 28:57interessante, porque não pelo tipo a gente vai fazer isso, mas
- 29:00pra saber que dá pra ser feito, né?
- 29:01Então a gente quando a gente se abre inclusive pra ideia do
- 29:04sorgo né, nossa tipo, imagina, que lindo a gente começar a
- 29:09dialogar com isso, né? E quem sabe na quarta edição, a
- 29:11gente começar a pensar em trazer alguém da Ásia demais.
- 29:15Eu acho que a gente tem que se comunicar com o sul global, a
- 29:17gente não tem que olhar só pro norte, né?
- 29:20Enquanto a gente fizer isso, a gente não vai ser independente e
- 29:23a gente nunca vai ter uma escola brasileira, né?
- 29:25Até porque, como a gente tava falando, como é que a gente vai
- 29:27se definir enquanto escola se a gente acha que a gente tem que
- 29:30fazer cerveja lupulada que nem americano né não é isso né então
- 29:34tipo hoje o brasileiro por ser uma miscigenação gigante a gente
- 29:38tem dificuldade pra se definir enquanto cultura, mas ao mesmo
- 29:42tempo a gente tem uma cultura muito única que blenda.
- 29:45Tudo, né? Exatamente aí, assume essa
- 29:47miscigenação e busca a conversa. Com o Globo, né?
- 29:51Sim, a gente já fala com a Europa pelas cervejas mais
- 29:55antigas que a gente já produz. Aqui a gente já fala com Estados
- 29:58Unidos, agora, começar a falar com a África, começar a falar
- 30:02com a Ásia. A gente tá só cumprindo o nosso
- 30:04papel misturado, né? De brasileiro que é assim, se eu
- 30:08olhar a minha árvore, eu tenho que ser com origens diferentes,
- 30:11sabe? É alemão, é italiano, é
- 30:13indígena, é português, vai pipocando gente, só a minha tá
- 30:18que tem sobrenome teoricamente alemão.
- 30:22É uma misturada, né? Assim nós somos essa mistura.
- 30:29Gente, adorei. E eu quero agradecer muito vocês
- 30:32por essa troca aqui, por esse papo que a gente teve e informar
- 30:36o pessoal que, assim como a primeira temporada, a nossa
- 30:39segunda temporada dos encontros selvagens será publicada a cada
- 30:4315 dias, todas as terças-feiras, a partir de agora.
- 30:47Você está ouvindo essa já? Saiba que daqui a 15 dias tem a
- 30:51segunda, depois a terceira e assim vale muito obrigado mais
- 30:54uma vez. Aline, muito obrigado Diego e
- 30:57até. O próximo?
- 30:58Valeu, um abraço. Obrigada, saúde até.
- 31:01Saúde. Encontre o selvagem é um
- 31:11programa realizado pelo canal surra de lúpulo abraserva e com
- 31:16apoio nesta temporada do conselho federal de química CFQ
- 31:20sigam arroba encontra selvagem no Instagram e não percam nenhum
- 31:25conteúdo. Este podcast foi editado por.
- 31:36Play áudios.