Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / Dr. Marcos Café: Pesquisa na Avicultura | Ep. 46
Transcript
- 0:00O desafio em termos de manejo em termos de climatização, né?
- 0:04Em termos de ambiência, é em termos sanitários, certo?
- 0:08É um de um galpão industrial e dentro dele nós temos o galpão é
- 0:13experimental. Bem-vindos ao podcast, o
- 0:20aviário, as mentes mais brilhantes da agricultura no seu
- 0:23bolso. O podcast o aviário só é
- 0:29possível através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam
- 0:33a educação continuada na avicultura brasileira.
- 0:36American nutrientes, solução é o nosso compromisso.
- 0:39Olá, pessoal, sejam todos novamente.
- 0:42Bem-vindos ao novo episódio do nosso podcast Boa Viagem.
- 0:46E hoje a gente vai fazer um formato diferente hoje, ao invés
- 0:49de eu estar entrevistando alguém aqui, um convidado, vou eu vou
- 0:54estar tendo a oportunidade de de eu falar um pouquinho sobre o
- 0:56meu trabalho aqui na faculdade e.
- 0:59Enfim, para que vocês me conheçam um pouquinho mais.
- 1:03O meu nome é Marcos cafel. Eu sou professor de agricultura,
- 1:06sou professor titular de agricultura aqui na Universidade
- 1:08Federal de Goiás, na escola de veterinária, Zootecnia.
- 1:11Eu sou, né? Sempre dei aula de agricultura,
- 1:14meu mestrado, meu doutorado é meu pós-doutorado.
- 1:17Sempre foi nessa área de agricultura, então toda a minha
- 1:20experiência profissional é dentro da área de agricultura,
- 1:22dentro da área de agricultura. Tanto corte quanto postura
- 1:25quanto incubação matrizes. Eu não tenho uma, vamos dizer
- 1:28uma subespecialidade dentro do agricultura, eu trafego em todas
- 1:31as capas com muita, assim com muita.
- 1:34Tranquilidade. Bom, é primeiro falar um
- 1:38pouquinho, né? Desse, desse projeto do do
- 1:41podcast. É um projeto aí que né é
- 1:44liderado aí pelo pessoal que tinha o podcast de suínos, né?
- 1:48E tem que fazer meu trabalho fantástico.
- 1:50A gente tá tendo a oportunidade de receber as mentes mais
- 1:53brilhantes da agricultura e. De uma forma bem descontraído,
- 1:57tanto para ver informação. Então, quando vem um convidado,
- 2:00a gente tem a chance de fazer uma conversa bem informal, mas
- 2:03ali vem o sumo, né? Ali vem assim, um a conhecimento
- 2:06concentrado, aquela pessoa vai conversando com a gente sobre a
- 2:10experiência dela, a desperdício dela.
- 2:13A vivência dela no campo vem tudo isso sendo trazido à tona
- 2:17uma conversa bem descontraída, informando aquelas pessoas que
- 2:20têm acompanhado o nosso podcast. Eu costumo dizer que é
- 2:23justamente a pessoa que vai ver o podcast.
- 2:25Normalmente ele está fazendo isso numa hora meio que de
- 2:27Descanso. Ele está dirigindo um carro, ele
- 2:30está esperando um voo, ele, ele está.
- 2:32Às vezes é num consultório médico, né?
- 2:34E tal de vez escutar a música ali ele tem curiosidade sobre
- 2:38determinado assunto, ligue o podcast e a ideia nossa é
- 2:41exatamente isso, levar essa informação de uma maneira bem
- 2:43leve. Mas não menos de qualidade, é
- 2:47embora não haja uma formalidade de uma palestra, aquela
- 2:50descontração, né? Que é uma conversa, ela vai
- 2:53trazendo à tona ali conhecimentos daquela pessoa que
- 2:56normalmente tem aquela experiência e estava disposta a
- 2:58dividir com as pessoas o conhecimento dela.
- 3:00Então esse projeto está sendo muito legal.
- 3:02Eu sou um desses entrevistadores.
- 3:04É um projeto que eu estou fazendo com muito gosto, EE
- 3:07muito gostoso fazer essa essa, essa conversa.
- 3:10Tenho aprendido muito, inclusive com vários entrevistados que são
- 3:14pessoas fantásticas, que vem bem dividir com a gente o
- 3:17conhecimento deles. Aqui na faculdade, eu faço um
- 3:20trabalho, né? Sou professor full time, dou
- 3:22aula, né? De agricultura para os cursos de
- 3:25agronomia, veterinária e Zootecnia, também ministro aulas
- 3:29na pós-graduação. Tenho vários orientados e tenho
- 3:32uma linha de pesquisa bem bem sólida, né?
- 3:34Tenho trabalhado em pesquisa, tem publicado em grandes.
- 3:37Papers, né? Em grandes, em grandes jornais,
- 3:40em grandes revistas, e é o meu trabalho é esse, é a agricultura
- 3:43o tempo todo. Eu eu tenho uma interação muito
- 3:46grande com o campo, conheço praticamente todas as empresas,
- 3:48né, de frangos. E a maioria de poderes no estado
- 3:51de Goiás e todas elas. Enfim, sou uma pessoa que tem um
- 3:55trânsito aí No No campo de uma maneira bem bem fluída, né?
- 3:58Também atualmente, foi uma coisa que aconteceu meio que meio que
- 4:03pra minha surpresa, né? Fui convidado e aceitei de
- 4:07prontos pra tá comandando? A associação Goiânia de
- 4:10avicultura, que é uma instituição aí de mais de 50
- 4:13anos, vai fazer 50 anos, mas é uma pessoa bem bem, bem
- 4:17participativa em Goiás e sou atualmente presidente da nossa
- 4:20associação Goiânia de agricultura, que congrega as
- 4:22empresas de corte de postura do nosso estado.
- 4:25Aqui na aqui na faculdade é, nós temos, deixa eu falar também um
- 4:30pouco do meu currículo, né? Eu, eu, eu sou médico
- 4:33veterinário, formei aqui mesmo na UFG é, fiz uma especialização
- 4:37de Zootecnia. Depois eu fiz o mestrado na
- 4:40Unesp, jabuticaba, fiz o doutorado também na unesco, de
- 4:43jebo de cabal no mestrado, fui orientado pela professora nilva
- 4:46no doutorado, foi orientado pelo professor alta e tive a
- 4:48oportunidade de fazer, né, aquele intercâmbio Internacional
- 4:51que era OPDR, que é o programa de estágio no exterior da Capes,
- 4:54que a gente chama de bolsa sanduíche e fiquei no Arkansas
- 4:58sob orientação do Dr. Park, Aldo, trabalhando com nutrição
- 5:01de francos. Voltei, fiquei mais 2 anos.
- 5:03Logo depois fui pro meu pós-doutorado na universidade da
- 5:05Geórgia. Eu trabalhei lá com o doutor
- 5:07Nick deu. Foi uma experiência fantástica.
- 5:09Então volto a dizer, a minha vida é agricultura, minha praia
- 5:12é agricultura. Eu fico muito.
- 5:13É confortável falando sobre agricultura.
- 5:16Bom, é aqui e aqui na faculdade, né?
- 5:19Nós temos um trabalho bem legal, a gente tem um aviário, foi um
- 5:23sonho antigo nosso aqui da nossa equipe, que nós somos na
- 5:27verdade, integrados, temos um galpão industrial, formato
- 5:32pressão negativa. Enfim, no mesmo formato que tem
- 5:35várias integrações do Brasil afora.
- 5:37Não dá para comprar, né? Ele é 125 por 12, para 22000
- 5:40aves, é todo climatizado, pressão negativa ou coisas?
- 5:43Astor, nebulizador, placa evaporativa, né?
- 5:46Corredores automáticos, bebedouros, Nippon, então nós
- 5:50temos esse galpão e nós somos integrados de uma empresa Goiana
- 5:53aqui, né? São Salvador alimentos que,
- 5:54pertinho de Goiânia e somos na assim tem todos os direitos e
- 5:58deveres de integrar, mas como somos universidades, né?
- 6:01Nós então, dentro do nosso galpão é de.
- 6:05Produção a gente montou o nosso galpão instrumental, são box
- 6:07móveis. Que são montados é dentro do
- 6:11galpão e ali a gente consegue, né?
- 6:12Fazer as nossas pesquisas. Cada box tá, a gente trabalha
- 6:15até com 80 repetições cada box, né?
- 6:18É uma unidade experimental, onde a gente tem a chance de fazer as
- 6:21nossas pesquisas numa realidade bastante industrial, né?
- 6:24Embora sejam, né? 111 galpão experimental e
- 6:28industrial ao mesmo tempo e isso tem, tem, tem feito a gente, né?
- 6:32Fazer grandes grandes parcerias e eu eu queria ressaltar e
- 6:36aproveitar aqui esse momento pra agradecer.
- 6:40Né? As parceiras que que que
- 6:42acreditam na gente, aquelas empresas que nos dão a
- 6:45oportunidade de fazer a parceria, trabalhar junto, e aí
- 6:48já a lista eu não vou aqui. Evitar de citar nomes são
- 6:51grandes parceiros, mas a lista é muito longa.
- 6:54Várias, várias empresas que já já nos deram, né?
- 6:58A honra e o prazer de trabalhar junto com elas.
- 7:00Eu acho que é uma parceria dos 2 lados, ganha a empresa, vem com
- 7:04a sua expertise com o seu corpo técnico, que a universidade
- 7:07entra, né também com o seu corpo técnico, com a sua estrutura e.
- 7:11E gera trabalho de de de interesse acadêmico e também de
- 7:15interesse comercial e industrial.
- 7:17É importante ressaltar, né, que um trabalho só.
- 7:21Não é. Somos uma equipe aqui No No, no,
- 7:24no nosso aviário. Eu vou fazer questão aqui de
- 7:26citar o nome de todos eles, né? Começar aqui, citando o
- 7:28professor José Henrique string, né, que é da área de nutrição.
- 7:32A professora Nádia, a Suzana Mojica, que é uma área de de
- 7:34manejo também de produção. Portanto, larick Nádia.
- 7:38Nós somos, né? Parceiros?
- 7:40Entramos na universidade juntos e desde lá a gente tem
- 7:42trabalhado junto. Nós temos é a professora Ana
- 7:46Maria, que é na área de patologia, que foi uma recém uma
- 7:49pessoa recém que entrou Na Na universidade, que na área de de
- 7:53patologia, né? A Vico de ornitor, de patologia
- 7:55de produções de, de sanidade de aves, a doutora Fabíola, a
- 8:00professora Fabíola, que é uma área de fábrica de ração, também
- 8:02nutrição, a professora Heloísa Helena, que é na área de
- 8:05metabolismo, também é uma pessoa que tem muita experiência com a
- 8:07agricultura, nos ajuda muito nos projetos de pesquisa, a
- 8:10professora. Alessandra.
- 8:13Que também era da nutrição, que também dá um apoio substancial
- 8:16aqui Na Na equipe, né? Aí tem também vários outros
- 8:20colegas, né? Em áreas de suporte, a
- 8:22professora Ana Paula, na parte de histologia, a doutora Carla,
- 8:26na praça de de qualidade de carne, a doutora Clarice, na
- 8:29parte de óculos, enfim, todo o corpo didático aqui da escola, o
- 8:33pessoal lá da dermatologia. Professora Daniele Bruno com
- 8:36seus alunos, né? O pessoal lá da patologia,
- 8:38professor Eugenio, também nos dá, nos dá apoio, enfim, vários
- 8:42professores da nossa instituição, que obviamente
- 8:45trabalham com a gente dentro desses esforço aí de fazer
- 8:48pesquisa de qualidade. Né?
- 8:49Num sistema público de de de pesquisa, voltando então, ao
- 8:53nosso galpão, né? Então, é com muito orgulho que a
- 8:56gente, a gente estruturou esse esse, esse, esse galpão, e a
- 9:01gente tem feito trabalhos bem legais lá, né?
- 9:04Então falar um pouquinho, né? Do do que a gente tem feito
- 9:07primeiro, assim, falar um pouquinho da estrutura, né?
- 9:09É um galpão normal pra ser negativo, mas nós temos um
- 9:12sistema de biosseguridade que foi inclusive assim construído
- 9:17AA Quatro Irmãos com a empresa, a ação salvadores de alimentos
- 9:20preza muito a questão de sanidade animal de
- 9:22bioseguridade, então. Como é um galpão de alta
- 9:26visitação, entenderam o que a gente tinha que ter um sistema
- 9:29de via segurado, então implantamos esse sistema.
- 9:32De fato, que hoje nós temos, né? 2 vestiários masculino e o
- 9:36feminino. Conforme a irmã das Vegas de
- 9:38bens de 3 câmeras, a primeira área surja depois da área de
- 9:41banho, depois uma área limpa, então os nossos alunos ao
- 9:44ingressar, né? No galpão eles passam, né?
- 9:46Por essas Barreiras, é de biosseguridade, tem o banho, tem
- 9:51a troca de roupa obrigatória, tem a proteção descartável na
- 9:54cabeça, é desculpa nos calçados e também uma touca na cabeça,
- 9:58enfim, álcool gel à vontade, né? Cal para si tempo todo, onde a
- 10:04gente está circulando, enfim, os cuidados de biosseguridade é são
- 10:09absolutamente seguidos dentro de um protocolo firmado entre a
- 10:13empresa e a faculdade. É OOA, gente monta esses esses
- 10:18boxes experimentais em cima da né são, basicamente 2 Zoo móveis
- 10:24que a gente encaixa ali na linha de nippro e ali então tem o
- 10:27bloco com bebedouros e comedouros, comedor manual
- 10:30tubular. Então a gente pode fazer
- 10:32qualquer manipulação na ração. Nós temos aqui também.
- 10:34Uma unidade fabril de fábrica de ração é pequena, é artesanal,
- 10:38mas funciona muito bem, de forma que a gente manipula.
- 10:41Então a nossa ração e fornece as aves e tem condições de fazer
- 10:45experimento com nutrição, com manejo.
- 10:47Obviamente que não tem como a gente fazer experimentos de
- 10:50sanidade com algum tipo de desafio microbiológico, mas na
- 10:54parte do sangue manejo, a gente tem feito coisas bastante legais
- 10:56aqui na universidade. Então AA pesquisa, então vem o
- 11:01lote, né? Natural da integração, a gente
- 11:03faz é esse arranjo EE quando chega os pintinhos, já vem as
- 11:07aves sextadas. Normalmente a gente de quase
- 11:09todos os ferimentos. A gente trabalha com lote
- 11:11sexado, a gente trabalha com aves, macho, né pintinho os
- 11:14machos e aí a gente instala o experimento e aí começa a, né?
- 11:18Enfim, os estudos que a gente tem feito a gente tem também 11
- 11:22abatedor artesanal que que é muito que facilita muito o nosso
- 11:26trabalho, então na hora de quando termina o experimento?
- 11:30A gente tem chance de fazer qualquer tipo de colheita de
- 11:32órgãos com muita calma, com muita precisão, então.
- 11:37Assim, qualquer tipo que seja o órgão com todas as, é as as os
- 11:40cuidados que requerem aquela tipo de colheita, seja de
- 11:43sangue, seja de órgãos. Às vezes a gente precisa de
- 11:45colher material pra pra analisar.
- 11:47Microbiota tem que ser uma colheita com muito cuidado para
- 11:50não contaminar amostra. Então nós temos o nosso abatedor
- 11:53do lado. Nós temos toda uma sala de de
- 11:56colheita de amostras que dá uma qualidade de de colheita de
- 12:01amostras muito segura pra gente fazer as análises que têm que
- 12:04ser feitas. É, antigamente a gente meio que
- 12:07fazia em parceria com pequenos abatedores, mas a gente entendeu
- 12:10que aquilo, pela velocidade que requer, né?
- 12:13Pela movimentação de gente que requer, a gente investiu nesse
- 12:16pequeno abatedor. É muito simples, mas tá dentro
- 12:19da faculdade, a gente consegue fazer, é dentro da velocidade
- 12:23necessária para ter não ter abrir mão da qualidade da
- 12:26colheita, dos materiais. É OA batedora, é todo completo
- 12:30com fábrica de gelo, atordoamento por eletronacose,
- 12:33que é importante, né? Na nos comitês de ética e de uso
- 12:37em animal. Pesquisa, então nós temos, é é,
- 12:41depois a escoldadeira, a depenadeira, enfim, um é todo
- 12:44azolejado tudo de inox é pequenininho, mas funciona muito
- 12:48bem exatamente para dar suporte, né?
- 12:51Aos aos nossos. Da faculdade mesmo, é claro que
- 12:55é um pouquinho distante do do do, do galpão, mas é, é.
- 12:58É dentro da faculdade. A gente, então no último dia do
- 13:01experimento, a gente pesa as aves e já traz pro ampadedor pra
- 13:04fazer a colheita dos órgãos e mais do que for necessário.
- 13:08É, nós temos também uma estrutura, mas eu estou focando
- 13:10aqui esse galpão de frango, mas temos todo uma estrutura de
- 13:13poedeiras de outras espécies de codorna, por exemplo.
- 13:16Já trabalhamos com África e piratas.
- 13:18Nós temos, é matrizes, tem um pequeno galpãozinho de matriz,
- 13:22dá pra gente fazer alguma coisa, não dá pra fazer repetição da
- 13:24matriz, mas fazendo ovo como repetição.
- 13:26Nós temos possibilidade de 4 tratamentos com matriz, a gente
- 13:29tem feito alguma coisa e fizemos esse ano.
- 13:31Agora o nosso primeiro trabalho com matriz, então a gente é é, é
- 13:35pequeno, é simples, mas responde muito bem, né?
- 13:38Às vezes, algumas necessidades a boas empresas e as nossas
- 13:41Curiosidades científicas a gente consegue também fazer.
- 13:44Essa experimentação gerando esse tipo de dado.
- 13:47Né? Eu vou falar um pouquinho sobre
- 13:50alguns resultados. Naturalmente, eu não vou citar
- 13:52nomes comerciais do que a gente, do que a gente tem.
- 13:55Tem visto aí no campo e fazer alguns comentários sobre esse
- 13:59tipo de de experimentação. Dentro do galpão de produção.
- 14:04É, então eu, eu, eu, eu. Eu costumo dizer que.
- 14:09É o desafio em termos de manejo em termos de climatização, né?
- 14:14Em termos de ambiência, é em termos sanitários, certo?
- 14:18É um de um galpão industrial e dentro dele nós temos o galpão é
- 14:23experimental e obviamente que uma coisa funciona junto com a
- 14:27outra. Então tem a vantagem desse
- 14:29desafio seu de campo, que é normal, mas tem a desvantagem de
- 14:33tudo o que está acontecendo no lote também está acontecendo na
- 14:36pesquisa, então eu vou dar um exemplo muito, muito, muito
- 14:38simples e até. Explicando que como é legal a
- 14:42questão de interpretar resultados, né?
- 14:44Muitos dos nossos experimentos a gente faz 11 controle negativo
- 14:49sem a utilização. De de promotores de crescimento,
- 14:52né? Ou de antibiótico melhoradores
- 14:54de desempenho. E nesse, nesse momento, nós
- 14:57temos um controle positivo, onde a gente usa alguma molécula,
- 15:00como o promotor de crescimento não é ramissine, não é uma
- 15:02vacinas, não uma virginina. Enfim, a gente usa algum tipo de
- 15:06antibiótico, né, pra fazer aquele efeito do controle
- 15:09positivo e nos outros tratamentos, naturalmente, nós
- 15:12estamos testando ali um astro orgânico, uma óleo essencial, um
- 15:15probiótico, né? Tá tudo ali mais ou menos junto
- 15:18e é muito comum pessoal que muitos dos nossos controles
- 15:22negativos, ou seja, aquele grupo onde não tem o antibiótico e que
- 15:26o desempenho não é muito ruim. Então assim eu falei, mas pô,
- 15:30tirou tirou, é OOO antibiótico. E o desempenho foi igual, como
- 15:35se tivesse antibiótico. Então talvez é uma limitação
- 15:38desse tipo de de de, de, de de galpão, uma vez que as aves que
- 15:44estão fora do experimento estão naturalmente, narração delas que
- 15:48vêm da empresa. Em muitos casos, elas estão
- 15:51ingerindo, né? O promotor de crescimento está
- 15:53ali 11 efeito protetivo, efeito de manada, né?
- 15:57De de de população protetiva naquela.
- 15:59Ave que está dentro do box e não está ganhando ou não, está
- 16:01ingerindo o promotor de crescimento, então, é, é.
- 16:04É muito comum dos nossos resultados, não é?
- 16:08Não é, não é regra. Eu digo que talvez 60% a 40% dos
- 16:13nossos controles negativos não são piores que os nossos
- 16:16controles positivos, inclusive, teve um instrumento interessante
- 16:19que a gente fez aqui. Há já há algum tempo que a gente
- 16:22fez um controle super positivo, né, botando assim, às vezes uma
- 16:26interação de antibiótico botando doses bem bem robustas de
- 16:29antibióticos. Mas mesmo assim, não tinha
- 16:32efeito maior do que às vezes o controle negativo, então, é, são
- 16:37são, né? Eu digo, particularidades é do
- 16:42nosso galpão que às vezes é induz.
- 16:46Vamos dizer, esse tipo de de resultado, obviamente que é
- 16:49muito AA vantagem de você trabalhar nesse tipo de galpão
- 16:53onde você tem todos os desafios, desafios de campo, ali junto,
- 16:57né? Na pesquisa EEE, no lote de de
- 17:00da integração é. Obviamente que isso é vantagem,
- 17:03porque você. Você consegue ver o efeito
- 17:05daquele produto, daquele manejo daquele protocolo que você está
- 17:09testando de uma maneira bem. Bem prática, bem de como
- 17:13acontece no Campo Bom, é uma das nossas linhas de pesquisas que a
- 17:18gente tem trabalhado muito aqui Na Na.
- 17:20Na UFMG é com as produtos que substituem os antibióticos, né?
- 17:26Há um probióticos, ácido orgânicos, óleos essenciais.
- 17:34É, enfim, todas essas essa, essa gama de de de produtos que visam
- 17:39substituir os antibióticos e assim, gostaria de ter tempo
- 17:43aqui pra gente poder discutir trabalho por trabalho e mostrar
- 17:46pra vocês os outros trabalhos que a gente tem alcançado.
- 17:50Mas de uma maneira geral. O que a gente percebe é que
- 17:55quase todos esses esses produtos que a gente tem testado quando a
- 17:59gente faz a comparação, né? Com o produto.
- 18:03Com Oo controle positivo, ou seja, com o uso do antibiótico,
- 18:07normalmente o desempenho é muito semelhante e, estatisticamente,
- 18:11não há diferença entre eles. É claro que muitas das empresas
- 18:15é, às vezes, gostaria que o produto fosse melhor, com
- 18:18antibiótico, em alguns casos, até isso acontece, embora não
- 18:21sejam muito comuns, mas de qualquer jeito, isso tem
- 18:25mostrado que todas essas ferramentas bem utilizadas,
- 18:28todos esses produtos bem utilizados, eles conseguem, né?
- 18:33Substituir de uma maneira ou de outra os antibióticos.
- 18:37Porque é uma linha bastante interessante.
- 18:39Eu acho que já é toda a Europa já não usa, não é?
- 18:41Já está banido. Aí os os, os a MDS, não é os
- 18:44antibióticos melhoradores do empenho, outros que a gente
- 18:46chama de promotores de crescimento e nos Estados Unidos
- 18:50cada vez mais restrito. Enfim, alguns países da Ásia
- 18:53também já proibiram, então a tendência é que esses essas
- 18:57moléculas saiam do Arsenal do nutricionista para para que para
- 19:03que? A gente tenha a gente, a gente
- 19:07caminhe para um banimento total do uso quotidiano dessas artes.
- 19:10Como não é como rotina? Nós vamos ficar com os
- 19:13antibióticos mais para tratamentos mesmo mais casos
- 19:16onde a gente precise realmente usar como uma droga para
- 19:20combater algum problema sanitário existente.
- 19:23De qualquer jeito, é, é. É essas alternativas.
- 19:29A gente tem percebido que funciona muito bem.
- 19:32Por outro lado, uma coisa que eu gostaria de chamar a atenção que
- 19:35a gente tem visto muito é o sinergismo de drogas diferentes
- 19:41ao mesmo tempo. De experimento, então vamos aqui
- 19:45imaginar um master orgânico junto com óleo essencial ou um
- 19:49master orgânico junto com um probiótico.
- 19:52E aí a gente, na maioria dos casos que a gente testou com
- 19:55esses produtos, a gente não viu esse efeito sinérgico e, em
- 19:59alguns casos, ele chegou a ser antagônico, ou seja, prejudicou
- 20:04o desempenho do frango de corte. Então talvez essa essa essa
- 20:09mistura, né? Esse sinergismo de diferentes
- 20:12princípios, ativos com o mesmo de.
- 20:14De substituir antibiótico talvez a gente tenha que avançar mais
- 20:18nessa questão dos próximos anos. Eu Acredito que é a gente ainda
- 20:24não achou a fórmula para jogar junto.
- 20:28Essas moléculas diferentes, talvez o que a gente vai talvez
- 20:33estudar, né? O que a gente tenha que talvez
- 20:35estudar é como isso pode ser 11 dessas moléculas desses produtos
- 20:41sucedeu ao outro. Então são, né?
- 20:44Hoje, algumas empresas trabalham com 4 fases de ração, outras
- 20:47empresas trabalham com 5 fases de ração.
- 20:49Então você tem 4 ou 5 oportunidades, tá rodando essa
- 20:53base e tá pra tentar achar qual é a vamos dizer qual fase, se a
- 20:58qual, qual produto se adapta a melhor.
- 21:00Aquela fase de uma melhor maneira, que ajude melhor o
- 21:04desempenho, a melhorar o desempenho das artes, então
- 21:06talvez é seja uma linha de pesquisa bem interessante a
- 21:09gente começar a fazer uma rotatividade desses produtos
- 21:12dentro do mesmo lote, tentando achar aí uma customização. 11,
- 21:17talvez 11 não é um, vamos dizer uma fórmula aí ou ou uma
- 21:21sequência de uso desses produtos para melhorar o desempenho das
- 21:24aves. Então fica aí a dica, né?
- 21:26A gente ainda não fez nenhum desses experimentos, aliás, até
- 21:29que a gente fez sim, mas a gente foi infeliz, a gente fez um
- 21:32experimento aqui com fez 11 projeto, já já tem algum tempo
- 21:36que tinha 10 tratamentos. Com com, com, com 10 repetições,
- 21:41né? Foi talvez o nosso recorde e aí
- 21:43a gente misturou bem, né? Esses produtos é, nesse caso, o
- 21:48instrumento era o maior essencial, um probiótico, um
- 21:50ácido orgânico. A gente fez uma certa mistura
- 21:53aqui, mas infelizmente esse resultado, esse, esse projeto, a
- 21:57gente não viu resultado nenhum. Os 10 tratamentos, inclusive o
- 22:00produtor positivo e o controle é negativo, tiveram o mesmo
- 22:03desempenho. Estatisticamente, nós não
- 22:04achamos nenhuma, nenhum, nenhum resultado nesse projeto.
- 22:07Aliás, baseado nesse nesse resultado, eu acho que uma dica
- 22:11legal também pra gente, quando a gente pensa em em, né?
- 22:14Em desenhar um experimento, né? Desenhar 111, esquema, um design
- 22:20experimental. Esse negócio de botar muitos
- 22:23tratamentos às vezes acaba confundindo um pouco, né?
- 22:26Distância daquela velha guarda, que advoga poucos tratamentos
- 22:30bem balanceados, que a gente possa realmente achar um
- 22:34objetivo muito claro, muito bem definido, que a gente possa
- 22:37estudar aquele objetivo. Não dá pra às vezes ter 234
- 22:40objetivos no menos instrumentos, mas nós fazemos um instrumento
- 22:43bem desenhado com um único, né? Objetivo e depois você vai
- 22:46fazendo uma série de exprimentos, né?
- 22:49Bom, então assim, esse isso é essa é a nossa realidade, né?
- 22:54Quando a gente vai? Discutir com a empresa
- 22:57justamente AA questão dos tratamentos.
- 22:59A gente a gente tem assim, a gente aqui na universidade,
- 23:04professor Henrique, eu, professor honaro, a gente tem
- 23:06esse cuidado de ter um certo Balanço, lógico termos.
- 23:10A gente chama de académico, né? Experimento acadêmico.
- 23:13A loja acadêmica, mas, na realidade, uma lógica que seja
- 23:16em termos é, vamos dizer, teóricos.
- 23:20Guardo em algumas relações daqueles tratamentos que você
- 23:22está utilizando, então volto a dizer, no mesmo instrumento,
- 23:25você tem você para dar aquele exemplo que eu acabei de me
- 23:28referir, né? Você tem no mesmo instrumento um
- 23:30ácido orgânico. Você tem um óleo essencial, você
- 23:33tem um controle positivo, um controle negativo desse tem um
- 23:36probiótico? Você tem várias sequências.
- 23:39Misturando esses produtos acaba que acabou que a gente não viu
- 23:42nem nenhum resultado. Então vai trabalhar com a hora
- 23:45certidão, então vamos focar o horario essencial, né?
- 23:47Vamos fazer tratamento se, se a dose tem alguma, não usa dúvida
- 23:51na dose, coloca várias doses e aí vem, vem, vem trabalhando,
- 23:55certo? Especificamente aquele produto,
- 23:57um outro experimento que trabalha com outro produto
- 23:59assim, possivelmente eu acho que essa regra é em termos da gente,
- 24:04fazendo pausadamente, com objetivos mais claros, mais bem
- 24:06definidos. Acho que ela, embora seja mais
- 24:09lenta, né? Ela eu acho que rende melhor os
- 24:11resultados, seja as conclusões são mais, são mais.
- 24:14Mais precisas? Bom, então é isso que é assim,
- 24:19né? Acho que é para terminar aqui o
- 24:23nosso episódio. Eu gostaria aqui de de falar
- 24:25mais sobre os nossos resultados, né?
- 24:28É, mas assim, de uma maneira geral, volto a dizer, eu não
- 24:32tenho nenhuma coisa a ser destacada desses produtos que a
- 24:35gente tem trabalhado nos últimos 23 anos.
- 24:37A gente tem alguns experimentos, extremamente assim que os
- 24:42produtos foram muito bem, em outros foram praticamente igual.
- 24:46A ao controle negativo, então essa EEE nem tem EE assim já
- 24:51tivemos a oportunidade de repetir o mesmo experimento em
- 24:54em caso de repetição do experimento.
- 24:56Às vezes é obter resultados um pouco diferentes.
- 24:58Em outros casos, a gente obteve o mesmo resultado.
- 25:01Então é isso, é pesquisa, gente, isso é pesquisa.
- 25:03Eu acho que é. É o grande desafio.
- 25:06É, é a gente continuar a perseverar, continuar fazendo as
- 25:09pesquisas e nesse caso aí eu gostaria de novamente aí exaltar
- 25:14esse trabalho em parceria da universidade.
- 25:16Com as empresas particulares e aí já agradecemos mesmo os é e
- 25:21ao pessoal que que se dispõe a fazer esse tipo de investimento
- 25:25é eu, eu costumo dizer isso para eles, né?
- 25:27Que o investimento vai muito além, é do do do dinheiro ali,
- 25:32né? Investido na pesquisa e sugere
- 25:34que sim e sugere treinamento de mão de obra e sugere
- 25:38envolvimento dos alunos. Os nossos alunos da graduação na
- 25:41iniciação científica ali, meninos, entrando ainda no curso
- 25:44já tem oportunidade de conduzir um, né?
- 25:47Ajudar a condução de instrumentos científicos, ver
- 25:49como funciona o meu. A produção do conhecimento.
- 25:53Então, isso, isso. Isso está tudo embarcado quando
- 25:56uma empresa patrocina um experimento dentro da
- 25:58universidade, ela gera um movimento ao redor dela que vai
- 26:01muito além de simplesmente aquele contrato específico para
- 26:05estudar aquela determinada molécula.
- 26:07Testar aquele produto, aquela protocolo, aquele, aquele
- 26:11manejo, isso tudo, todo esse envolvimento é é vai além do que
- 26:17simplesmente o motivo, né? Oo objeto do contrato ali do né?
- 26:23Entre a universidade e a empresa, então eu aproveito a
- 26:27oportunidade. Gostaria muito de estar aqui
- 26:28citando os nomes, né? Da DC sem citar nomes, às vezes
- 26:32fica a coisa mais. Mais distante, mas obviamente
- 26:35que é o número de empresas é grande e às vezes a gente
- 26:40esquece uma ou outra, né? E aí, é ruim?
- 26:43Acaba tendo uma conotação comercial que a gente faz
- 26:45questão de de não entrar nessa Seara.
- 26:47O nosso lado da universidade aqui é dar apoio a todas as as
- 26:51empresas, sem distinção. É a gente do mesmo jeito que é
- 26:55parceira de uma, é parceira da concorrente da outra, então é
- 26:59tudo aquilo que nós somos, uma universidade, porque nós temos
- 27:01obrigação. Né?
- 27:03De manter, é esse de manter esse essa, vamos dizer essa total
- 27:09transparência e total imunidade em relação a qualquer interesse
- 27:12comercial. American nutrientes, entregando
- 27:15soluções tecnológicas para o bem-estar e segurança humana e
- 27:19animal desde 2007, alicerçados ao conceito one health dos
- 27:23produtos e a inovação da American nutrires, contribuem
- 27:26para a saúde humana. O bem-estar animal e a
- 27:29preservação do meio ambiente. Bom gente.
- 27:34Então assim é de novo, né? É fazer aí para finalizar minha
- 27:40minha, minha, minha fala e acreditar na ciência, essa,
- 27:44esses resultados produzidos dentro da universidade são
- 27:47publicados em grandes revistas. Tudo isso dá transparência para
- 27:51a forma com que a agricultura faz ciência nesse país que eu
- 27:54costumo dizer que com muita competência, com muito
- 27:57envolvimento, com muita, com muita dedicação, o Brasil hoje a
- 28:02nossa agricultura não é grande, não é por acaso, todos os elos
- 28:05da cadeia e inclusive a universidade, é um desses erros,
- 28:09dando esse apoio científico. Dando esse apoio.
- 28:12É de ciência buscando novos produtos, ajudando as empresas a
- 28:17desenvolver produtos. Então é assim essa interação
- 28:20entre universidade e iniciativa privada aqui na agricultura é
- 28:23uma receita de sucesso, é, a gente tem que estender exclusivo
- 28:26para as outras áreas, porque assim ciência se faz assim.
- 28:30A ciência, sempre multidisciplinar.
- 28:32A ciência é sempre equipe, sempre muita gente envolvida,
- 28:35sempre, às vezes até diferentes interesses envolvidos.
- 28:39É assim que AA ciência cresce nesse, nesse, né, nesse caldo,
- 28:42né? Onde várias?
- 28:45É, vários fatores estão envolvidos na área das
- 28:47instituições. Estão envolvidas.
- 28:48Várias pessoas estão envolvidas. Isso.
- 28:51Isso dá, né? Dá uma força pra gente ter esse
- 28:54crescimento científico que o Brasil tem.
- 28:57Tem tido, né? A nossa agricultura tem, tem
- 28:59tido aí uma força muito grande pra pra desenvolver é a nossa
- 29:03agricultura, é colocar, me colocar à disposição aqui, né?
- 29:07Dos colegas de campo, dos colegas, dos alunos, dos colegas
- 29:11das empresas, enfim, de fornecedores, para inclusive,
- 29:15vim fazer uma visita aqui na universidade, conversar com a
- 29:17gente aqui, trazer ideias de pesquisa AA nossa, a nossa, a
- 29:21nossa. A nossa parceria.
- 29:24Vamos dizer a nossa facilidade com parceria.
- 29:26Isso faz parte da nossa equipe desde sempre.
- 29:29Nós precisa ter uma ideia, o nosso galpão em experimental
- 29:31está dentro de uma de uma integração, que é uma parceria.
- 29:35Então, exatamente nesse, nessa esteira da parceria, a gente
- 29:38consideraria aí de de convidar, né?
- 29:40As pessoas a conhecer melhor o nosso trabalho, enfim quiser
- 29:44interagir com a gente, será um prazer muito grande a gente
- 29:47receber vocês aqui e por último aqui fazer o agradecimento muito
- 29:50especial ao pessoal rodoviário aí, né, do podcast no nosso
- 29:54podcast eu tô. Tendo a honra de ser um dos
- 29:56entrevistadores. Tem aprendido muito com o
- 29:59projeto. É muito legal, a gente tá
- 30:01podendo, né? E aí, presta um serviço enorme,
- 30:04né? De trazer uma mente brilhante
- 30:06ali. Em 40 minutos, 30 minutos, 50
- 30:09minutos, interagir com aquela pessoa e trazer, né?
- 30:11Toda a experiência que ela tem de ambos, né?
- 30:14De anos em anos de estudo, anos de vivência EE ali consubstancia
- 30:19ali, naquela informação ali prontinha pra pessoa que quer
- 30:22aprender ou que dá que quer dar primeiros passos naquele assunto
- 30:25que ele tá acompanhando ali. É muito legal, realmente é um
- 30:28trabalho super. Muito, muito precioso nesse
- 30:32aspecto de levar informação prontinha para as pessoas que
- 30:36têm interesse. Então eu convido aí as pessoas
- 30:38que ainda não conhecem o nosso, o nosso podcast, que que navegue
- 30:42e tem entrevista fantásticas e algumas eu já considero
- 30:45antológicas, foram realmente entrevistas que assim que, que
- 30:49que marcam, né? Inclusive, dá esse testemunho de
- 30:53grandes mentes de mentes brilhantes aí que vão eternizar
- 30:57aí aqueles 50 minutos de conversa ali, no sentido da da
- 31:01dela, mostrando a experiência que ela tem e ajudando, né?
- 31:04A gente vencer os obstáculos do dia a dia da agricultura.
- 31:06Então era isso, gente, muito obrigado é esse.
- 31:09Nosso episódio aqui é um pouco diferente, né?
- 31:11Pra vocês conhecerem um pouco os nossos entrevistadores, eu sou
- 31:14um deles e certo, em nome aí da equipe, agradecer aí a sua
- 31:18audiência que a gente está tendo de vocês e multipliquem isso,
- 31:21né? Deus, likes aí.
- 31:24Enfim, divulgue nosso nosso nosso podcast, que é justamente
- 31:28o interesse coletivo. Obrigado gente.
- 31:30Até o próximo episódio. Tchau, tchau.