Latest / Surra de Lúpulo / Insumos locais e orgânicos visando cervejas selvagens. Com Allan Maple, Cristiano "Pintado" Lanza e Fabrício Almeida | Encontros Selvagens #005
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- 0:08Encontra o seu vagens, fermentando a brasilidade
- 0:12através dos líquidos. Fala este por tudo tranquilo,
- 0:29né? Eu sei, eu sei, sou eu aqui
- 0:30novamente. Diego Simão torcedor manezinho
- 0:33apaixonado pelo Figueirense, o time mais amado de Florianópolis
- 0:37é o Guga, não sabe nada. Aquele torcedor do Avaí, e,
- 0:40claro, também sou fundador. Daí cervejeiro, na cervejaria
- 0:43coisa linda, mas o que importa aqui?
- 0:45É que, junto com a minha amiga Bia Amorim, que é Beer,
- 0:48sommelier, publisher e rock Star do mundo cervejeiro, criamos o
- 0:53primeiro encontro do mundo das cervejas selvagens brasileiras,
- 0:56que ocorreu paralelamente à feira naturebas, em junho de
- 0:592022, deste primeiro encontro. Os debates que vocês escutam nos
- 1:04episódios aqui na primeira temporada deste animalesco
- 1:07podcast, os encontros selvagens, vale lembrar, as gravações foram
- 1:12com Som ambiente que não é o melhor dos mundos, mas é o que
- 1:15temos. Importante é poder trazer aqui
- 1:19as discussões sensacionais, como a que vem a seguir, o uso de
- 1:23insumos locais orgânicos na produção de cervejas selvagens.
- 1:26Para essa discussão chamamos o Fabrício Almeida, que é fundador
- 1:30da cervejaria salas e proprietário da fazenda orgânica
- 1:34alais, onde, além de estar a cervejaria, ela e ele produz lá
- 1:38também produz ingredientes orgânicos que ele usa nessas
- 1:41cervejas. O segundo componente da mesa é
- 1:44Alan mapa Oliveira, ph d em química, que já participou do
- 1:48segundo episódio. Lá na primeira discussão.
- 1:50Ele é pesquisador na área, mas voltou para o Brasil para fundar
- 1:53a sua cervejaria fermentaria, local, cervejaria especializada
- 1:57em cervejas selvagens, em janeiro.
- 1:59São Paulo, que usa insumos locais de brasileiros para a
- 2:02produção de cervejas selvagens, e o terceiro é o Cristiano
- 2:05lanza. O Grêmio de pintado, engenheiro
- 2:07Florestal e que trabalha com água, Floresta para conseguir
- 2:11produzir insumos que ele vai usar na produção de suas
- 2:14cervejas selvagens. Obviamente ele é um produtor
- 2:17ainda caseiro, mas tem muito a ensinar para a gente bem, espero
- 2:20que vocês gostem desse primeiro episódio.
- 2:22Deixem suas dúvidas. Que mandem mensagens para a
- 2:25gente em nossas redes sociais. Aproveitem o episódio.
- 2:29Encontros selvagens tem o apoio de oca, caburé, um empório
- 2:33natureba com produtos orgânicos, vinhos naturebas e cerveja
- 2:37selvagem, em Pinheiros, São Paulo.
- 2:39Obrigado ao AK. Bom, eu só queria começar
- 2:47definindo um pouco do que que eu chamo de orgânico, né?
- 2:50Então, pra quem não sabe, nós somos uma fazenda certificada,
- 2:54orgânica e a gente foi um dos pioneiros desse movimento.
- 2:56A gente foi certificado nos anos 2000, quando ainda não era tão
- 3:00moda, né? Você produziu orgânico e o nosso
- 3:02processo de certificação foi muito rápido.
- 3:04Ele foi um ano ali pra gente conseguir os certificados onde
- 3:06se tem normalmente um período de 3 anos de transição.
- 3:09Nós somos certificados durante 21 anos.
- 3:12Esse ano a gente háptico da certificação de orgânico por não
- 3:16acreditar mais que só um selo, representa tudo o que a gente
- 3:18quer passar no nosso manejo, no nosso método de plantio, né?
- 3:22Então, só pra deixar bem claro o que que eu estou considerando o
- 3:25orgânico que eu vou chamar de orgânico aqui não é mais somente
- 3:28a questão do seno e aí explicando só o fato, o que que
- 3:32a gente abdicou disso. Até vou contar a história para
- 3:34vocês, então a gente, desde os anos 80, a gente planta café num
- 3:37ambiente, abra Florestal no meio da mata e as áreas novas que a
- 3:41gente tinha plantado, expandido a plantação.
- 3:43Eram áreas que não eram sombreadas.
- 3:45E aí o meu pai faleceu, assumiu a fazenda.
- 3:48Um dos pontos que eu fiquei 2 anos estudando assim eu tomo que
- 3:50eu posso dar um passo além. Já No No método do contigo que a
- 3:53gente tem aqui hoje, sendo uma fazenda certificada orgânica, já
- 3:56tinha sido eleito o melhor café do Brasil.
- 3:58Era um café todo reconhecido exportado.
- 4:00Como que eu consigo mudar isso? Melhorar isso.
- 4:02Estou olhando nessas áreas que a gente não tinha sombreamento,
- 4:05estudando, biodinâmica, estudando.
- 4:06Agrofloresta assim, Trópico para definir o método que a gente
- 4:09queria e aí a gente definiu que a gente queria trazer um sistema
- 4:12com o ciclo completo, que é você.
- 4:14Reproduzir a sua própria biomassa, seu próprio adubo para
- 4:17cultivar ali os pés de café. A gente decidiu, então, plantar
- 4:20várias árvores nativas no meio deste cafezal que não era sobre
- 4:24água e a gente passou isso para certificadora e a certificadora
- 4:27nos finalizou. Em 3 anos de suspensão.
- 4:29Nessas áreas a gente plantou a árvore e a partir desse momento
- 4:32a gente abdicou do seno. Falei, então não é o método que
- 4:34Eu Acredito mais, porque a gente tem que pensar muito mais no
- 4:36futuro. Eu entendo o lado certificadora,
- 4:38porque OA muda não era certificado.
- 4:40Se você achar uma muda certificada de orgânica nativa,
- 4:43é muito difícil, ainda mais quando a gente tá longe.
- 4:45Eu vou pagar de frete para trazer uma multa, sei lá, uma
- 4:47multa, sei lá da onde. Então a gente abdicou do selo
- 4:49por esse motivo tá que eu só explicando o que que a gente
- 4:51chama de orgânico? Hoje estou orgânico, é muito
- 4:53mais. O conceito é sim Trópico mesmo,
- 4:55de ser orgânico isso casa muito com o que a gente define também
- 4:59de cerveja, a gente lançou cervejaria produzindo diversos
- 5:02rótulos que não condiziam com o que a gente faz hoje, né?
- 5:05Então a gente lançou a cervejaria porque gostava de
- 5:07fazer cerveja, gostava de tomar cerveja e chegou um momento que
- 5:10a gente teve uma reflexão, falou, por que que a gente
- 5:12montou a cervejaria na fazenda, né?
- 5:14E foi aí que a gente uniu todos os pilotos, falou, eu montei
- 5:16essa, elegeria na fazenda. Justamente para expressar o
- 5:19terroir da fazenda e, a partir de então, nossa cerveja cessaram
- 5:22de ser produzidas. Todos que não tem nenhum outro
- 5:24insumo da fazenda que não seja só água.
- 5:26A gente já tinha água da fazenda e todas as nossas cerejas
- 5:28passaram a ser sazonais. E de acordo com a safra que está
- 5:32sendo produzida na fazenda. Então isso para mim é um ser
- 5:34orgânico. Eu estar olhando na fazenda, eu
- 5:36vi um pé de tomate cereja e fala, o que que eu vou fazer com
- 5:38esse pé de tomate cereja aqui, vou fazer uma cerveja, eu vou
- 5:40fazer um molho e vou fazer um t passo e aí sim, assim nascem
- 5:44hoje as nossas receitas, né? Então o que a gente?
- 5:47Chama de orgânico, é isso e até a gente falando de fruta, maior
- 5:52parte das frutas são produzidas pela gente e quando não é o que
- 5:55a gente busca, é o conhecer quem está fazendo.
- 5:58Então assim, essa mora é da Hilda e do Osmar, são nossos
- 6:02vizinhos. Eles também não tem certificado
- 6:03orgânico, mas eu sei quem está produzindo.
- 6:05Eu sei o método que eles estão produzindo e isso para mim é
- 6:08muito mais importante do que eu comprar uma Bora que tem um selo
- 6:11que está vindo lá do sul que gastou milhões de energia pra
- 6:13chegar ali e eu não sei quem está produzindo, como que está
- 6:15sendo produzido, então isso só para contextualizar.
- 6:18É o que a gente chama de de orgânico.
- 6:20Eu acho que isso faz todo o sentido com o que a gente faz lá
- 6:23e o que a gente quer expressar na cerveja também, que acho que
- 6:26é uma parte também do que você faz na precisamente no sul,
- 6:29exatamente só complementando. É exatamente isso que o senhor
- 6:32falou quase sempre. É muito mais importante você
- 6:35conhecer o produtor e conhecer o método que ele faz, entender de
- 6:39fato se ele está se, digamos, um produtor, é óbvio, não é todo
- 6:43mundo que tem o celular engane e não é todo mundo, inclusive
- 6:46alguns os fornecedores que eu tenho.
- 6:49Lá da região é produção convencional, então faz uso de
- 6:52de fertilizante químico, faz uso de agrotóxicos e tal óbvio que
- 6:56eu preferia não usar, usar uma coisa completamente sem
- 6:59agrotóxico, mas eu sei que essa pessoa quando faz a aplicação do
- 7:03agrotóxico, a gente que sabe o que está fazendo e sabe os
- 7:07respeitos, períodos de carência e tal, sei que não é o mundo
- 7:10ideal, tá? É um tema polêmico também, mas
- 7:12eu acho que o tema do do insumo local orgânico melhor.
- 7:16Mas o insumo local vem muito. Com a questão do terror, que foi
- 7:20discutido, 8 né? É difícil.
- 7:23Você óbvio que é igual. Eu gostei que a que havia falou
- 7:27há, tem um pouquinho de cheiro de Blumenau, um pouquinho
- 7:30acontece, essas coisas também, mas óbvio que bom.
- 7:33Ninguém sabe onde Jarinu é ou poucas pessoas sabem, então quem
- 7:37cheirar não vai falar nossa, que cheiro de arino e sinceramente,
- 7:40eu não sei que cheiro que Jarinu TV assim, mas é difícil você
- 7:44falar no ter, ó, se você começa a trazer coisas de muito longe,
- 7:48pelo menos óbvio que quando eu tento procurar as coisas que.
- 7:52Um tem que dê qualidade, óbvio. 2 tem que fazer sentido, porque
- 7:56eu estou tentando fazer, mas também tem certas coisas do
- 8:00local que eu vejo que as vezes é conversando, mas que não faz
- 8:04muito sentido você pensar, por exemplo, tem um Monte de
- 8:08Barreiras geográficas que, obviamente, do uma coisa nunca
- 8:12crescer numa região, é e crescer em outra.
- 8:15E aí você vai lá e se você traz esse insumo de uma região que
- 8:18não cresce, o seu produto, óbvio que isso é, você está trazendo
- 8:21uma coisa exógena, não é? Chama no autóctone, é algo de
- 8:25fora. Agora já ouvi, tá?
- 8:28Exemplos de pessoas, falou não, eu só uso coisas do estado, o
- 8:32tal do município tal, mas o limite entre o município e outro
- 8:35é completamente. É o geopolítico, né?
- 8:38Alguém traz uma linha lá e falou, aqui é o município x na
- 8:42que é o município YE, então, significa que você não pode
- 8:45pegar a coisa do município do lado, aí não faz sentido nenhum
- 8:48ainda, é o mesmo, a mesma região, então o local não
- 8:51necessariamente tem a ver com. Instância tanto, mas tem um
- 8:57pouco, mas o desafio acho que é realmente tentar juntar a
- 9:02qualidade com uma coisa que represente que seja viável na
- 9:06região que você está de não, não, não trazer uma coisa de
- 9:08muito longe, uma coisa muito exótica pro produto.
- 9:12Eu não sei, sou contando da minha experiência, é isso aí.
- 9:14Até agora eu estou conseguindo trabalhar com fornecedores só do
- 9:18estado de São Paulo, de lucro no malte, as leveduras.
- 9:20Eu mesmo que coleta na região, a água é água que eu tenho acesso,
- 9:24então eu acho que vai muito também no que o Diego comentou
- 9:28também na palestra do. Agora que a gente tem que fazer
- 9:31o que dá no lugar que a gente está, né?
- 9:34Num óbvio que provavelmente existem regiões.
- 9:37O meu sonho é ser, vou falar do lado do cara aqui.
- 9:40Quando eu fiquei sabendo das aulas, eu falei, mas é isso que
- 9:43eu quero fazer. Eu quero fazer uma sala 2 assim,
- 9:47né? Mas eu pensei, poxa, é muito
- 9:49diferente assim pra mim, eu tô vindo de fora, eu estou vindo de
- 9:52outra área. AA salada não é só não é
- 9:54simplesmente aquele lugar. O Fabrício caiu lá, é uma coisa
- 9:58que tem, você tem uma conexão com aquela Terra.
- 10:00De gerações da sua família o entendimento do que acontece lá,
- 10:04dos sabores que você consegue fazer agora, pra mim é se eu
- 10:09começasse uma fazenda hoje, ela ia demorar no mínimo 100 anos
- 10:12Pra Ela ter 100 anos, né? Então é uma coisa que que não é
- 10:16recuperável, é isso que eu admiro muito da sala, óbvio, mas
- 10:20de buscar essa ancestralidade, mas ainda sendo autêntico e
- 10:24verdadeiro com a pessoa que eu sou e o meu histórico, sabe?
- 10:28Então é ir procurar os produtores, conversar, entender
- 10:31e conversar com eles do jeito que eu.
- 10:32Sei e tentar trabalhar o melhor possível que eu tenho na minha
- 10:36cerveja, por exemplo, OA pior coisa da minha cerveja, a minha
- 10:39água, que eu tô numa casa tem água de rua.
- 10:42Fornecimento da Sabesp é uma porcaria.
- 10:44Água, eu filtrou, tento limpar. Eu não faço correção de perfil
- 10:47de água. Eu usava o que tem porque eu sei
- 10:49que a fonte da água é ali de Jarinu, é do manancial
- 10:52superficial lá do Rio. Só que eles botam um Monte de
- 10:55cloro, bota um Monte de coisa pra pra entrar na norma, é o que
- 10:58que eu vou fazer, não é no espaço que eu tenho que eu
- 11:00estou, não consigo o carro ficou um posto para pegar água.
- 11:03Então aquilo lá a gente tá trabalhando da melhor forma
- 11:06possível, com recurso que a gente tem e esperando que
- 11:10apareça, né? 11 terror Almeida, entidade com
- 11:13isso, e eu acho que todo mundo, quase todo mundo aqui da cerveja
- 11:19que está fazendo cerveja selvagem, ainda está na etapa de
- 11:22descoberta. O que que é o meu terror?
- 11:24O que que é a me da entidade? Eu não faço isso já 300 anos
- 11:27para saber a beleza interrogado aqui é isso ou o terror, da que
- 11:30daquilo. Há então ainda mais fazendo o
- 11:32selvagem espontânea num lugar que ninguém faz, né?
- 11:35Como não tenho Salazar uma fazenda, né?
- 11:38Pra eu estar colhendo ali o que é o plano?
- 11:41Eu tenho uma casa. É um quintal grande.
- 11:43Até tenho alguns pés de Cambuci de vai, me chama e não utilizo
- 11:49eles na minha cerveja. Eu prefiro comprar de pequenos
- 11:52produtores da região. Ali é só para pessoa que vai
- 11:54ali, conhece. Para conhecer também é uma casa
- 11:57que fica ali, num num centro urbano também é, eu prefiro
- 12:01comprar essas frutas mais pro meio do Mato, onde ele não tem
- 12:05poluição. Então é isso, esses frutos que
- 12:08eu pego, eles são de um de um arranjo produtivo local de
- 12:12pequenos produtores locais que, na verdade, Oo Jean, que falou
- 12:17da água da Floresta é agrofloresta.
- 12:20Você pode montar uma agro Floresta, né?
- 12:23Começar do zero e saber exatamente que você tem uma, não
- 12:27é esse o caso, né? Desses pequenos produtores que
- 12:30eu pego, então geralmente é um 2 pés de Cambuci que tem ali no
- 12:35quintal dele. Ou um outro fruto ali qualquer,
- 12:38mas aí eu vou até ele e explique um exemplo é a dona Maria ali,
- 12:43mora, perto da Prainha branca, ela tem 3 colheres de Cambuci,
- 12:48prejudicamos fim dela. Perdiam todos porque ela falava,
- 12:51ai não o faço suco e mais nada. E aí eu descobri isso.
- 12:55Daí falei um ponto todo seu combustível, senhora, só vai ter
- 12:58que escolher ele. Então num bustiê.
- 13:00É uma fruta que você não pode colher ela do pé se encolher ela
- 13:03no chão já, então ensinei ela colocar uma rede embaixo, então
- 13:07você e tal. A senhora vai lavar isso como se
- 13:10a senhora vai congelar ele me entregar?
- 13:12Eu prefiro até que a senhora não congele, me avisa que eu venho
- 13:15aqui correndo pra pegar pra porque também tenho interesse
- 13:19nas leveduras. Então estão nesses frutos.
- 13:22Por isso também a gente pega muito mais no meio do Mato, não
- 13:25tem meios urbanos, né? As cervejas que eu fazia no
- 13:29começo era só juntar o fruto ali na fervura e pegava aquele gosto
- 13:34do do fruto, mas depois eu comecei até por causa do Leo,
- 13:38da, da natureza, né, da da, da enoteca, ele falou pintado, a
- 13:42gente tem que vê. Esse lance da da levedura
- 13:45também, porque não é só se colocar um fruto ali e tal.
- 13:48E aí foi que eu me atentei e falei assim, caramba, né, meu
- 13:50amor? Vou começar a fermentar esses
- 13:53frutos, utilizar eles Na Na minha cerveja eu ainda não tenho
- 13:56grana pra mim, mandar pra Belford, Pra Ela separar pra
- 13:59mim, a levedura certa que eu quero ali da grumixama, por isso
- 14:04que eu eu ainda pego ela, seu fermento, a fruta e no meio da
- 14:09fermentação, faço mosto, coloco lá para fermentar, demora um
- 14:13pouco mais também. Mas eu também não sei o que vai
- 14:17sair, tá? É um negócio meio loteria.
- 14:20Graças a Deus. Perdi poucas cervejas, mas tem
- 14:24esse problema de poder perder, perder você não vai, né?
- 14:28No máximo você vai ter um bom vinagre.
- 14:31Você está utilizando em nas suas saladas aí, mas a gente faz
- 14:37parte também da rota do Cambuci, que são produtores de Cambuci,
- 14:42ou 5 da mata Atlântica. Também fazem vários produtos em
- 14:45cima disso. No começo do ano é AA rota do
- 14:48Cambuci sempre inicia no mercado e de São Paulo.
- 14:52E aquele pessoal que trabalha lá e puxa você pra comer aqui, tem
- 14:56fruta de eu eu estava lá, né? No início do ano e aí eu falei
- 15:01assim, você tem tudo mesmo que você tá falando, eu falei que
- 15:04tem tudo. Pois tem grumixama.
- 15:06Ele falou assim, porra, que que é isso?
- 15:08Ele Cambuci, ele falou assim, hã?
- 15:10Eu, eu vou tinha na cachaça, Jussara, à minha mãe, chama
- 15:15Jussara cara, então ninguém lá conhece um fruto nativo, né?
- 15:20A pessoa conhece tantos frutos, tantas coisas, mas ninguém
- 15:24conhece coisa nativa. Às vezes a pessoa pergunta pra
- 15:27mim, o que que é o mal vai, esse é uma uvinha pequena e quem
- 15:31conhece lembra da casa da avó, que tinha um pé levar, então.
- 15:35É geralmente assim, as pessoas não conhecem, não dão valor para
- 15:39esse tipo de fruta. O lucro, que é uma planta nova
- 15:42aqui no Brasil, acho que é mais estudos em cima dele do que
- 15:45estudo em cima de uma planta nativa, que já tem milhares de
- 15:49anos que ela levou, né, evoluiu para chegar naquilo aqui no
- 15:54Brasil. Então a gente não tem esse
- 15:56incentivo em cima, ainda mais da mata Atlântica.
- 15:59A gente tem bastante incentivo em frutos da Amazônia, né?
- 16:03Da mata Atlântica, pessoal, estava esquecendo, nós somos
- 16:05esses pouquinhos aí, né? Que?
- 16:08Estamos tentando mostrar pro pessoal que que é um fruto
- 16:11nativo, que que é 11, coisa assim dá o valor devido valor
- 16:15para isso, não só valor assim. Comercial, mas um valor
- 16:19ecológico para mim, porque aquele fruto Pra Ele virar
- 16:23aquele fruto. Ele antes foi uma flor e a flor
- 16:26ela teve que ser polemiza. Daí.
- 16:28Geralmente, quem poliniza esse tipo de planta são abelhas
- 16:31nativas, né? Também o pessoal, muita gente
- 16:34que não conhece, né? É pessoal, conhece a apes, mas
- 16:38não conhece os médios. O que o Alan de Alda, Isa, né a
- 16:43ser beijo e que dão um puta de um resultado?
- 16:47Na verdade eu fico. Hoje há daí, com tantas a lases
- 16:50ensinou e 3, né? 234 ali.
- 16:53Mas aí, só pra vocês entenderem, também é a zalas.
- 16:56Foi um projeto que a gente fez para poder viabilizar a nossa
- 17:00volta e a nossa continuidade na vida, no campo.
- 17:04Vida, na fazenda nunca foi algo instável.
- 17:06A gente nunca foi uma fazenda financeiramente próspera e aí
- 17:09uma forma que a gente conseguiu de voltar pro campo e continuar
- 17:13no campo e fazer com que o meu filho tenha oportunidade também
- 17:15de continuar no campo. Se ele quiser, fui criar.
- 17:18Uma empresa que consiga industrializar e agregar valor
- 17:21naquilo que a gente está plantando, né?
- 17:22Então, foi aí que surgiu a sala, né?
- 17:25Foi Oo nosso meio de continuar perpetuando a nossa espécie lá
- 17:29naquela Terra que começou a ser cultivada pelo meu bisa.
- 17:31Vulto foi a forma que a gente conseguiu.
- 17:33Mas antes disso a gente veio, fez carreira em São Paulo e teve
- 17:37que arrecadar fundos para a gente voltar e montar isso.
- 17:39Então essa, essa não é um caminho fácil, né?
- 17:42Pra, hã, não é para chegar aqui não, não, não, não tô falando,
- 17:44mas é só uma questão assim, a zalas hoje viabiliza a nossa
- 17:47possibilidade de estar no campo de novo e tá fazendo com que a
- 17:50gente continue cultivando alimento.
- 17:52Por umas gerações, esse é o nosso objetivo e alimentos
- 17:55vivos? As alas foi fundada quando a
- 17:57fazenda completou 100 anos. Então a gente hoje está
- 17:59completando. Neste mês de junho 7 anos de
- 18:02exalar 107 de fazenda. Eu digo 107 que ele não tinha.
- 18:05Se estabeleceu. Lá estou, meu avô se estabeleceu
- 18:07lá, mas antes já era cultivado pelo meu bisavô, mas não como
- 18:11moradia, né? Bom, eu vou tentar juntar as
- 18:14outras palestras com o que acabou de ser falado aqui.
- 18:17Eu acho que a questão do ingrediente local, seja ele o
- 18:21que for, tá o malte, vincula a levedura.
- 18:23E também o ingrediente, a questão da madeira também,
- 18:26ingrediente que às vezes não se falasse se a cerveja passa por
- 18:28madeira, é um ingrediente também as frutas.
- 18:31Os Mary's é uma grande oportunidade, principalmente no
- 18:34mundo da da cerveja complexa, ácida ou cerveja selvagem, que é
- 18:39uma base que permite tantos agregados, né?
- 18:43Então, por exemplo, você fazer uma pilsen com x não é que não
- 18:47vá agregar. É muito diferente de você fazer,
- 18:50por exemplo, uma base, uma fermentação selvagem com uma
- 18:53base. X se você agregar a fruta nativa
- 18:56e como ele falou essa e exatamente o que o Fabrício faz
- 18:59lá, você trazer um valor em um conhecimento do público geral
- 19:04pra essas coisas que são desconhecidas, né?
- 19:06Por exemplo, as frutas nativas da Amazônia, as narrativas que
- 19:09sejam, e isso acaba puxando de volta para nós a questão da
- 19:12domesticação da primeira palestra, essa seleção, essa
- 19:15pressão seletiva que a gente está fazendo é certas espécies,
- 19:19vai causar com que essa espécie seja biologicamente bem-sucedida
- 19:23também, então. A gente um Cambuci, ele está
- 19:26sendo extinto por ação humana ou mais ruim.
- 19:29A gente pode, com a ação humana, revitalizar a reviver, trazer de
- 19:33volta a isso pro popular, isso volta para os fermentados
- 19:36ancestrais também. Um Monte de coisas que pode ser
- 19:39feita. Substituição poderia ser
- 19:41completa do malte por alguma outra fonte de amido.
- 19:44O ingrediente local permite a gente também fazer o que eu já
- 19:46fiz, isso em uma cerveja. A questão, diminuição de
- 19:49desperdício reaproveitamento. Então, tem, por exemplo, é, já
- 19:53fizeram. Porra, e usar o bagaço da
- 19:56prensagem da uva, que ainda tem um Monte de açúcar, tem um Monte
- 19:59de tanino, tem um Monte de cor lá naquele bagaço que iria no
- 20:02lixo. Compostagem você pode usar uma
- 20:03cerveja base ácida e criar uma coisa super legal que junte o
- 20:07mundo da uva e do vinho. Você pode ter, no caso, eu fiz
- 20:11uma cerveja com com pêssego, que já acabou, ficou super legal,
- 20:14mas que era o produtor local de pesquisa, que é um exportador é
- 20:17grande, tá bem cara, manda fruto lá pra pra nadar para não sei o
- 20:22quê e o fruto de exportação ele é muito padronizado, ele tem o
- 20:26tamanho certo que tem cabeça ex pêssego numa caixa.
- 20:29Que a caixa tem que pesar entre 800 g e 1 kg, então tem um Monte
- 20:34de peças que eu recolhido muito. Maduro não pode ser exportado
- 20:37porque não vai durar no supermercado depois da viagem e
- 20:40eu peguei, eu penso de graça, estou fazendo um favor pro cara,
- 20:43peguei um pêssego super Maduro, que era o melhor que tinha pra
- 20:46fazer, evitei desperdício e cria um produto legal, sabia?
- 20:50Ainda todo reutilizando o produto que iria pro lixo e acho
- 20:54que todo mundo deveria procurar essas coisas, porque ajuda é
- 20:58sustentável. Ajuda você criar um terror,
- 21:01porque no fim das contas, aquela era o lixo da sua casa que você
- 21:04mora, que você ia usar e sendo autocrítica também.
- 21:08Eu acho que tem coisa que faz diferença, tem coisas que não
- 21:10faz. Essa tem coisa que é só
- 21:11historinha, mas mas não vai resultar em nenhuma diferença no
- 21:15sabor. Por exemplo, se eu usar o malte
- 21:16daqui ou vizinho, mas tem coisas que sim, eu acho que o conjunto
- 21:20depende do ingrediente local. Eu estou empolgado, mas pra
- 21:24frente, em tentar fazer outras coisas que realmente são
- 21:27inovadoras usando esses insumos que a gente tem disponíveis que
- 21:30eu não conheço e que a gente não conhece.
- 21:32E para isso aí eu voltando ao comentário da cilene, é, e nós,
- 21:36conhecedores mesmo dos povos nativos e tal, e ver os
- 21:40processos como são feitos e utilizar, tentar trazer, pode
- 21:44ser no começo, uma cerveja estilo europeu, com ingrediente
- 21:48brasileiro, mas aos poucos a gente ir passando por uma coisa
- 21:51que é realmente nossa, né? Então, o projeto mani poeira e
- 21:54acho que é um bom começo isso que vai ter lá, que é com AA
- 21:57fermentação, com água de mani poeira do Brasil inteiro, tá
- 22:00esse que é isso que é legal do projeto?
- 22:02E mas depois a gente passando para outras coisas, coisas que
- 22:06realmente são experimentais, né? Porque é muito fácil de falarmos
- 22:09sobre experimental que você já sabe que vai dar certo, né?
- 22:11Experimentação quase exige que a maior parte das vezes não vai
- 22:15dar certo. Então a gente é isso aí.
- 22:17Lá em Bertioga a gente tem um projeto que chama quinta da mata
- 22:20Atlântica, é um projeto onde a gente incentiva as pessoas
- 22:23plantar em vez de uma laranja, né?
- 22:25Você compra no supermercado a 3 BRL.
- 22:28O que plantar um pé de Cambuci? O prédio vai falando em preços.
- 22:32Às vezes a pessoa fala, mas pra que que eu vou plantar um
- 22:34Cambuci? Mas você falar que o quilo do
- 22:36Cambuci custa 20 BRL, talvez a pessoa começa a preocupar.
- 22:40Acho que dá para é a mesma coisa da Jussara.
- 22:43A Jussara é pessoal, conhece aí, né?
- 22:45É é a diferença, né? A Jussara é o é o açaí da mata
- 22:49Atlântica. A diferença dos 2 são primos nas
- 22:522 Palmeiras, o açaí ele perfilha, então ele solta várias
- 22:56hastes e ali você consegue tirar 11 palmito, que é outra haste
- 23:00vai sair já o Jussara, mesmo se você cortar, tá bom palmito, né,
- 23:04que a? Na medula da planta, você vai
- 23:06matar a planta, então, para você escolher um palmito tamanho
- 23:09legal do Jussara é 15 anos esperando a Jussara crescer é a
- 23:13Jussara. Todo ano ela dá de 3 a 5 caixa
- 23:17os frutos e esses frutos aí é é caixas de 20 kg.
- 23:22Se você for tirar a polpa, né? De de um caixa e você consegue
- 23:2610 kg de polpa, a polpa, você bem de 30 BRL o quilo, então o
- 23:30cara matou uma Jussara, né, que podia render bastante vários
- 23:35anos assim. Ele matou para pegar um palmito
- 23:38legal da Jussara também que você não cole tudo, você colhe
- 23:42metade. A outra metade fica para
- 23:44avifauna local e essa metade que você colheu e você tira material
- 23:49para fazer a roupa, vai sobrar um pouquinho.
- 23:52Você pode voltar na mata e jogar ele ali que ele vai rebrotar
- 23:55também, tá? Então tá dando certo.
- 23:59Tem bastante gente empolgada nesse projeto junto com esse
- 24:02projeto também tem um projeto de abelhas nativas também, pessoal,
- 24:06tá? Também aderindo bastante, mas
- 24:09sempre falando no dinheiro, né? Não?
- 24:11Não adianta você falar, puta, você vai ter essa planta ou é
- 24:15saber que você vai estar livrando dessa expert entrar em
- 24:18extinção? Acho que isso é difícil de
- 24:21entrar na cabeça, mas na hora que você fala em dinheiro fica
- 24:24mais fácil só para falar mais uma coisinha que eu falei que
- 24:27não existe muito estudo em cima dessas frutas.
- 24:30A USP, ela tá estudando o Cambuci No No sítio de um amigo
- 24:34meu, ele tem só 8 variedades de Cambuci.
- 24:37Coisas que a gente nem imaginava, né?
- 24:39Pessoal nem conhece. Cambuci vai saber que tem
- 24:41variedades de Cambuci igual uva, né?
- 24:43Então tem os mais doces, têm os maiores, tem os mais carnudos,
- 24:47tem os que mais têm mais suco. E a USP, pô, se a USP está
- 24:51estudando, né? Porque tá vindo um importância
- 24:54em cima disso aí, né? Então, acho que dá mais valor
- 24:57para essas coisas nossas, né? Aí só complementando, a gente
- 25:01está falando muito de fruta, né? Sempre tá falando igreja gente
- 25:03que não é obrigatório pela lei e que a gente joga pra conferir
- 25:06uma outra. Características, cerveja, mas
- 25:09acho que é importante também a gente falar sobre os
- 25:11ingredientes obrigatórios. Não é um deles que é muito
- 25:14difícil, é a cevada. Então a gente teve uma luta
- 25:17tremenda para conseguir sementes, para plantar, tentar
- 25:20ter uma cevada 100% local. Então a gente chegou uma ideia,
- 25:23falou, vamos fazer 11 cerveja com todos os insumos sendo
- 25:26produzidos aqui na fazenda e a gente pegou Embrapa, olhamos lá,
- 25:31quem eles referência vão para a completitude semente e todo
- 25:34mundo que a gente chegava já tinha contrato com a grande
- 25:37empresa. Lá a gente não conseguia
- 25:38comprar, então assim, é uma luta tremenda para gente tentar.
- 25:40A gente tá falando aqui da. A menor parte da cerveja, que
- 25:42são basicamente as frutas, né? Sim, mas a gente também tem que
- 25:44avançar nessa outra parte, que é o insumo principal, que é a
- 25:48cevada e lúpulo. Já se está produzindo no Brasil,
- 25:51mas a gente precisa trazer fomentar esse mercado de cevada
- 25:55nacional, de cevada diferenciada, e isso tem sido
- 25:59uma luta. O Bernardo, por fim, acabou nos
- 26:02ajudando bastante. Do ateliê do malte de São Paulo,
- 26:04então um foi um grande Salvador nosso ali para a gente avançar
- 26:09com esse projeto que por fim a gente acabou até mudando os
- 26:12rumos dele, porque a gente viu que.
- 26:13É muito difícil a gente plantar cevada, a gente teve sorte de
- 26:15principiante. No primeiro ano, conseguimos
- 26:17escolher uma cevada. Apesar dela apresentar um
- 26:20potencial de germinação muito baixo, que não possibilitou a
- 26:23sua motivação. E nos anos seguintes a gente
- 26:26acabou nem conseguindo acolher toda a questão climática.
- 26:29Nesse ano, a gente até fez uma reunião com agrária.
- 26:31Eles falaram, olha para você plantar, aí tem que ser plantio,
- 26:33irrigado, variedade específicas e aí foge muito do que a gente
- 26:37acredita, como como agricultura, mas tem outras áreas que têm
- 26:41potencial disso e a gente tem que.
- 26:44Desenvolver e fomentar os movimentos desse outro lado
- 26:46também. Agora a gente está buscando o
- 26:48trigo. Acho que o trigo a gente
- 26:49consegue arroz, arroz dentro, já tinha onde a salada hoje,
- 26:51inclusive, era nosso antigo arrozal.
- 26:53A gente tinha um arroz ali, uma plantação de arroz muito grande.
- 26:55É agora a gente deve mudar para um arroz de sequeiro, né?
- 26:57Para um arroz de área seca e vamos tentar agora com trigo,
- 27:00pelo menos um trigo norte no milho a gente tem milho, a gente
- 27:03falou no ano passado, eu falando com o Bernard, quando a gente
- 27:05escolheu a nossa primeira safra de Emílio Criolo, para ele ver
- 27:08se ele tinha, se ele conseguia mal, tear.
- 27:10Esse ano a gente correu de novo, só que hoje a gente tem um
- 27:13grande problema que é uma briga interna lá, né, que que você
- 27:16comia a cozinha vem lá, eu quero esse milho.
- 27:18E aí vem anão, eu quero deste lado vem, não vamos fazer um
- 27:21burgo, então fica uma briga interna onde a gente vai alocar
- 27:23e como a gente ainda tá nessa parte de propagação de sementes,
- 27:27né? A gente não colheu tanto milho
- 27:28assim pra gente poder fazer uma alteração, tem, sei lá, 1 t e
- 27:31meia de milho que não é nada para motivar, tem que ser 5000
- 27:34kg mais ou menos, né Bernardo? E a gente sofre também o milho
- 27:37pra gente é uma grande dificuldade de plantio pelo
- 27:39javaporco, então a gente mesmo secando com choque a gente boa
- 27:44parte desse milho é fica com isso.
- 27:57Assim mesmo, em plano laboratorial, você já tem
- 28:00experiência. Time êxito, malte ação desses
- 28:04outros foram os que não a cevada, sabidamente a cevada, é
- 28:07dos graus. Mais potencialmente, volte à
- 28:11vez, né? Germinava esmalte aves tem uma
- 28:14capacidade de germinação, mas outros grãos são possíveis
- 28:17também. Quais experiências?
- 28:20Mesmo que nível laboratório. Aí eu vou chamar o Bernard para
- 28:23ajudar a gente aqui na resposta que a gente chamou ele para nos
- 28:27ajudar nessa questão do milho, a gente falou com ele, olha quem
- 28:29que dá para a gente fazer para mal tirar o milho e aí a gente
- 28:33tava conversando agora justamente simo geminação de
- 28:35grão de bico, que eu fiquei sabendo é na verdade a gente tem
- 28:38uma pequena produção artesanal, é os equipamentos desenvolvidos
- 28:43pelo Bernard e eu faço processo mestre cervejeira, mas assim até
- 28:48eu comentei, né? Juliana Castro tem mais, a gente
- 28:51tá aí pra. Ratear o que tiver.
- 28:54Então nessa ideia do terroir, a gente se chama terroir Paulista,
- 28:58porque a gente comprasse vaga em São Paulo, mas a gente ainda
- 29:02está fazendo o mesmo. Então a gente tem condições, né?
- 29:06A gente tentou fazer um trabalho junto com a sala, mas
- 29:10infelizmente o grão, né, não estava tão legal, mas o milho a
- 29:14gente já malte o grande bi, OA ervilha, ou trigo sarraceno ou
- 29:20todos com bastante sucesso. Felizmente, assim as informações
- 29:25de malte ação hoje são fáceis. Você vai no jornal, você
- 29:29descobre todo mundo já fez, né? Então assim a gente não precisa
- 29:33descobrir muita coisa, precisa ter para meio.
- 29:36A gente está disposição de vocês para a criatividade do Inter lá.
- 29:41E até lembrando uma coisa que a gente pode incentivar isso é
- 29:44fazendo uma compra coletiva, né? Porque a gente estava comentando
- 29:48sim e eles não voltem mais arroz hoje, porque não tem demanda.
- 29:52Então a gente olha pro nosso lado da cadeia, a gente não pede
- 29:55isso para eles, então eles esmaltei eu ficar parado.
- 29:57Perde. Então a gente pode se unir nesse
- 30:00sentido para fechar o ciclo e aí a gente tem 11 malte específico,
- 30:05até por um projeto many poeira, por exemplo, poderia ser parte
- 30:08disso, só um comentário, 15 time histórico, bebê interessante
- 30:12recente entre os produtores da Espanha.
- 30:15Bom voltinha são de arroz. Existem algumas opções já de
- 30:18cerveja sem sem com arroz, malte de arroz.
- 30:21É sem bem exitoso lermos e se alguém te você tiver uma ideia
- 30:25de fazer malte de feijão, estou com bastante feijão lá para
- 30:27acolher. Fez só para comentar, na
- 30:31verdade, a gente começou o nosso trabalho também fazendo arroz e
- 30:35a gente fez um arroz branco, fez o arroz preto, algumas
- 30:39cervejarias, né? A cervejaria nacional fez uma
- 30:42cerveja muito bacana com arroz preto.
- 30:45E o sabor super único, diferenciado é um pouquinho mais
- 30:49caro assim, mas assim, muito bacana.
- 30:52Então assim a gente vai descobrir o feijão.
- 30:55Eu não sei, a gente precisaria testar.
- 30:57Eu sai uma voz de cerveja. A verdade é que saiu muito
- 31:00pouco. A venda foi muito pequena, do
- 31:02arroz mesmo preto e não sei se souber fazer uma boa cerveja,
- 31:08mas muita gente procurou com a ideia do sem glúten, né?
- 31:11Para as pessoas que não podem consumir glúten, então assim.
- 31:15Mas não foi sucesso ainda, precisa de mais criatividade?
- 31:19Aí é com vocês. Bom, só usar esses 2 pontos
- 31:23sobre essa coisa do insumo base que eu lembro de não sei quem
- 31:27daqui já leu, leu aquele livro, lado enchente histórico.
- 31:31Binz EK, Nix do lar, Mário gancho, lado Oo cervejeiro
- 31:35caseiro que foi atrás das que vai, que as cervejas de fazenda
- 31:39lá da escandinávia. E assim acho que dos livros que
- 31:43eu li recentemente. Foi um dos que mais me mudou a
- 31:46cabeça, assim, principalmente falando nessa questão do do
- 31:49insumo básico do do malte que a malte ação era uma plantação do
- 31:54pelo pelo próprio cara e a motivação pelo próprio cara
- 31:57também, aí ele. Eram as coisas mais bizarras que
- 32:00que se faziam o do jeito em que se dava pra fazer, né?
- 32:03É, mas o que é interessante é um dos pontos que ele que ele
- 32:06coloca aqui de novo. A nossa visão, ainda, o nosso
- 32:09aprendizado sobre cerveja e o jeito que a gente tem que fazer
- 32:12cerveja é de um ponto de vista industrial.
- 32:15Assim a gente a gente procura o malte, que tem a germinação x,
- 32:19porque ele vai ter um rendimento x, porque a gente vai colocar e
- 32:22vai sacrificar em tanto tempo e que vai dar tanto e vai atenuar
- 32:26a levedura, vai pra mim dar tanto em tanto tempo.
- 32:29Muito técnico, é muito preciso, rigoroso.
- 32:32E aí uma coisa que ele fala é que não tem nenhuma associação
- 32:37necessária entre a qualidade do malte, como a gente compra a
- 32:41gente, tipo germinação, o potencial de a sádico e tudo e o
- 32:45sabor que ele vai dar na cerveja.
- 32:47Portanto, que lambe que é feito com 40%, às vezes até mais de de
- 32:52grão não malte a daqui ainda abre 11 possibilidade de a gente
- 32:55começar a substituir, cortar esse malte de cevada, que é caro
- 32:59e que é super difícil conseguir. Por outras Fontes de amido, que
- 33:03no termo agora No No no ramo de cerveja complexa ou cerveja de
- 33:07fermentação selvagem, você tem uma coleção de microrganismos
- 33:10que, aí sim, consegue consumir essas outras coisas, essas,
- 33:13essas associações entre microorganismos e conseguem
- 33:16fermentar 11 negócio aqui por uma saccharomyces.
- 33:20Usando o jargão uma saccharomyces Nutella, né?
- 33:23Que você ela não sabe, ela não sabe o que fazer com aquilo.
- 33:26Ela está pronta para fermentar sua maltose.
- 33:29O máximo é uma moto triose ali lá, sabe agora?
- 33:32A gente pode descobrir muita coisa ainda.
- 33:35EEA questão do dos cervejeiros e colocar lá e arriscar.
- 33:40Eu acho que não tem nenhum outro estilo.
- 33:43Desculpa usar a palavra mais estilo de cerveja que se encaixa
- 33:46melhor nessa experimentação do que cerveja selvagem complexa.
- 33:50E é isso. Eu acho que buscar o local tendo
- 33:53em vista toda essa outra gama que a gente tem essa
- 33:56Acessibilidade, outras coisas, outros ingredientes, outros
- 33:59insumos, outros tipos de carboidrato e procurar esse
- 34:02conhecimento ancestral de gente. E tem.
- 34:04Contar o verdadeiro, né? Oo que só queria contar uma
- 34:08historinha rápida, mas antes de vir aqui para o Brasil, eu morei
- 34:122 anos no Peru e eu estava trabalhando área técnica, tudo,
- 34:15não tinha nada a ver com cerveja.
- 34:17Foi um hiato aí de 2 anos sem encostar em cerveja e tudo, mas
- 34:22estando lá eu senti, foi o que me inspirou em parte a voltar a
- 34:27fazer isso. Vê essa conexão que eles têm com
- 34:30o local e com o ancestral muito, muito, muito maior do que a
- 34:33gente de ir lá os ingredientes incas, as titias e tal.
- 34:37E é diferente. Quem tem isso como a sua
- 34:40história e alguém que chegou aí, tipo à beleza, eu vou aprender.
- 34:43Eu vou ler uns livros. Bom, vamos, falei, Oh, eu só
- 34:46tenho uma vida pra viver, né? Agora, essas pessoas que já
- 34:49estão nesse meio tiveram muitas vidas chegando nesse ponto e aí
- 34:53é deles que a gente precisa aprender e se inspirar.
- 34:56E aí eu ia falar dos maltes também?
- 34:59Uma das cervejarias que o Diego mencionou que estava nesse
- 35:01Congresso da titia, eu, eu os conheci em pessoa lá no Peru,
- 35:05minha última viagem que eu fiz e eles plantam.
- 35:08Mal tenham os próprios graus. Primeiro era só uma titia de
- 35:13milho, né? O milho peruano que eles mal
- 35:15Tiago germinavam e faziam a titia, mas eles querem ser uma
- 35:18cervejaria, então faltava certa parte das enzimas.
- 35:21Isso tudo para transformar isso numa cerveja e transformar isso
- 35:24num produto que é elegante também do ponto de vista de
- 35:28vender em outros lugares, como cerveja, e aí no caso agora eles
- 35:31fazem uma cerveja que ela é 50% milho e 50% trigo, tudo plantado
- 35:35e malte ado por eles e é outra coisa, é outro produto.
- 35:39E aí é isso que começa. Aparecer o ter OA do ingrediente
- 35:42local que eles têm disponível lá e a técnica é isso aí.
- 35:48Perguntas por mim, pode começar boa noite.
- 35:51Sou Augusto, tem uma microcervejaria.
- 35:53Na verdade, é mais um laboratório de desenvolvimento
- 35:55de vendas malucos que eu fui criando levedura, criando saquê,
- 35:59hidromel, se ver seu Bang. Eu morei no campo no tempo, né?
- 36:02Morei uns 7 anos no campo, né? Vai, gritei esse assunto me
- 36:05virasse muito, né? Plantar o próprio alimento, né?
- 36:09E eu contei muitas cevada, plantei, centeio, milho, né
- 36:12geography, isso ISO malte, fiz alguns experimentos ser vejam
- 36:15Saeb, só que fica muito isolado, não tinha conteúdo.
- 36:19Para acessar o poder, dias tático para acessar como fazer
- 36:23uma cerveja adequada que eu tava falando com um amigo que estava
- 36:26aquele sangue que pra fazer uma cerveja de milho, por exemplo,
- 36:29por milho, eu tenho que fazer várias ações de malte, eu não
- 36:33queria mascar, não queria fazer uma tintinha, não queria fazer
- 36:35uma cerveja e aí fica com muito amido residual, né?
- 36:38E aí fica uma cerveja, é meio pesada assim, né?
- 36:40Eu gosto, é agradável, até para pagar alguma situação.
- 36:43Eu queria uma cerveja por Umirim, então eu queria saber se
- 36:45existe alguma algum database, alguma, uma referência de
- 36:48estudo, esse poder de estático, de alguma coisa que a gente
- 36:51consiga ter alguma referência mais.
- 36:54É acadêmica, assim com mais embasamento, existem 2 livros,
- 36:59base de ciência e tecnologia, TV geral que remontam 50 anos, no
- 37:05mínimo, 2 autores que escrevem esses 2 livros.
- 37:09Todos eles apresentam em tabelas de referência para todos os
- 37:15grãos. Serão nos dias temperaturas de
- 37:18la de matização que boa parte são dados muito interessantes.
- 37:23É poder dias asi ou dias particular dizerem.
- 37:26Chamar esses 2 autorizam, né? 20 digna desses, eu não tinha
- 37:3411. Procure a lá boa tarde.
- 37:37Sim, eu me ajudou estrangeiro. Eu tenho um PDF ingrato.
- 37:42Boa noite, sou Beto, sou cervejeiro da filha cervejaria.
- 37:46Eu estava pensando aqui, estamos falando sobre ingredientes
- 37:49locais, falaram sobre muito insumo, mas já que a gente tá
- 37:53fazendo um encontro de cerveja selvagem Brasileira, eu senti
- 37:57falta da gente falar sobre madeira Brasileira, que acho que
- 38:00é talvez o que a gente tem de mais especial e diferente do
- 38:05resto do mundo, como insumo e matéria-prima.
- 38:07Claro que existem muitas frutas e tal, mas acho que nenhum país
- 38:10do mundo tem o acesso à barris de madeira de Fontes
- 38:14completamente. Inusitadas que a gente tem aqui
- 38:17a gente vem fazendo pesquisa ao Diego, né?
- 38:20Eu sei também a gente troca muita figurinha, mas eu queria
- 38:23acrescentar isso na conversa e pedir para vocês falarem um
- 38:26pouco a respeito também. Obrigado pela pergunta.
- 38:28Eu tenho um ponto que até comentou muito sobre a madeira
- 38:32Brasileira, que aí me preocupa, que é a procedência das
- 38:35madeiras, né? Então a gente tem que tomar
- 38:37muito cuidado, principalmente numa época que a gente tem muito
- 38:40desmatamento, de onde está vindo essa madeira que a gente está
- 38:42usando para fazer os barris? Então, muitas vezes eu prefiro
- 38:45usar um Carvalho. Não sei de onde está vindo.
- 38:47Ele tem procedência. Ele foi plantado com aquela
- 38:49finalidade. É o plantio do que usar uma
- 38:51madeira que a gente não sabe a procedência de onde veio esse
- 38:54plantio dessa árvore, como Ela Foi cortada, se ela tem
- 38:57permissão, não tem permissão. Então isso é uma preocupação
- 38:59grande, eu acho. Eu concordo com o Beto, acho que
- 39:02a madeira a gente tem uma infinidade de usos e
- 39:05possibilidades para agregar valor para cerveja, vamos
- 39:08específicos, a gente tem burana que é clássicas a frase de que
- 39:12te bate, acho que são as mais clássicas ali é, mas eu volto a
- 39:15esse ponto do receio da origem da madeira, né?
- 39:17A gente eu uso muitos chips porque como a gente está?
- 39:21Quem mata a gente faz poda de árvore, não é poda permitida,
- 39:23poder legal, onde acaba aprendendo chinês para
- 39:25funcionar. Para ter essa madeira, então a
- 39:27gente SP passar para as bálsamo. É umburana que a gente acaba
- 39:31tendo na fazenda. Como cheats estava comentando
- 39:34aqui também que a gente comprou do mesmo fornecedor, né?
- 39:37E a briga nossa foi ó, cadê o certificado de origem?
- 39:40Cadê o certificado de origem? Vem, demorou, mas foi aquela
- 39:44situação de de folha de dizer não a essa.
- 39:46São árvores foram apreendidas e em cima ta meio ilegal, porém.
- 39:51Foi a leilão, então aconteceu isso.
- 39:53Agora, o que tem de legal também para a gente observar nessa
- 39:56situação é que, por exemplo, a Castanheira já é uma madeira
- 40:01Brasileira que é de reflorestamento para plantio
- 40:04para a extração, para madeira, para madeira mesmo.
- 40:07Também já, então a gente começa a ter, né?
- 40:10Infelizmente, eu não sei até quando.
- 40:12Beijo acima deles demoram mais tempo tal, se a nossa geração a
- 40:17gente vai conseguir usar todas elas de reflorestamento, acho
- 40:20mais difícil sim, mas a Castanheira, por exemplo.
- 40:23Hoje, até a gente tem aqui no sul do com a Office, né?
- 40:26Que a universidade lá de Santa Catarina e uma das madeiras
- 40:29estudadas, sonha Castanheira. Obviamente, por conta delas ter
- 40:33uma origem comprovada de ser de reflorestamento, mas o ponto que
- 40:38eu levanto é muito importante, porque e até uma das coisas que
- 40:41às vezes o pessoal me vê lá remendando os barris, dá
- 40:45problema. Eu digo à joga fora disso, cara,
- 40:48sabe quanto difícil é para ter uma maneira dessa quanto tempo
- 40:51ela demorou para crescer. Né?
- 40:53Então a gente tem que ter respeito também nessa situação,
- 40:57né? Se o ponto é muito povoado só
- 40:59pra dizer da dificuldade de tudo, plantei mudas de Jequitibá
- 41:02e muda de eucalipto. Passaram-se 2 anos, o Jequitibá
- 41:06estava menor que o celular e. O meu carinho.
- 41:09Eu tinha passado no tamanho já. Então assim, quantos anos isso?
- 41:12Aquele Jequitibá que a gente está usando quantos anos ele
- 41:14tinha até a mesma questão do Carvalho, eu fico pensando, as
- 41:18florestas certificadas na França, você pegar e cortar uma
- 41:21árvore de 200 anos, não importa que foi um homem que plantou lá
- 41:25mesma forma. Aquela árvore estava lá e deixou
- 41:28lá e transforma em Barrica. Eu acho que a gente não falou da
- 41:32madeira, eu até comentei que era um ingrediente, né?
- 41:34E aí a questão aí entra, acho que entra um pouco no é aprender
- 41:38a trabalhar com uma coisa nova, né?
- 41:40Porque o Carvalho já tem muito mais histórico, já tem muito
- 41:43mais. É, a gente pode falando.
- 41:45Sim, e outras coisas que não são madeira não tem que ter madeira,
- 41:49mas eu acho que a madeira Brasileira tem um perfil muito
- 41:51legal, inclusive as 2 cervejas que eu trouxe para a degustação
- 41:54são de amburana, então ela tem aquela outra madeira que não é
- 41:58Carvalho. Mas o que é legal e só comentado
- 42:02que a gente tem que explorar isso é porque enquanto você tem
- 42:05uísque e conhaque, mais um Monte de destilados, que basicamente é
- 42:09só o Carvalho, a madeira, a cachaça é uma das bebidas que
- 42:13tem. Acho que é a bebida que mais usa
- 42:14madeiras diferentes no mundo, né?
- 42:16Ele tem. Jaqueira, bálsamo, Jequitibá,
- 42:19amburana, grápia ou ruim também. Mas a dificuldade que pelo menos
- 42:24eu vejo é que as pessoal que faz cachaça não vende os barris, né?
- 42:29Porque é uma fonte. Quanto o americano tem o barba
- 42:32leite, porque o Carvalho, envelhecido com Bourbon, é super
- 42:35facilmente disponível, porque eles estão sempre trocando aqui.
- 42:38É mais difícil, pelo menos não sei pra vocês vir pegar barril
- 42:40de cachaça, eu tenho de amburana, mas tem 3 e é isso
- 42:45como que é? Eu vou jogar a pergunta de volta
- 42:47pro Beto. É difícil, mas é, sem dúvida.
- 42:50A gente pode começar a usar chips às vezes para começar a
- 42:52ter uma ideia do perfil das madeiras, inclusive, a gente
- 42:55consegue comprar os chips muito mais facilmente do mamadeira que
- 42:59era de demolição, né? Que do ou uma madeira aqui para
- 43:01reutilizar a madeira e dar uma outra vida Pra Ela, inclusive
- 43:04muito melhor do que uma madeira nova que às vezes vai
- 43:06sobrecarregar cerveja, né, de sabores.
- 43:09E o chip, você não precisa cortar árvore, né?
- 43:11Corta exatamente ela exatamente, mas acho que vai linha de um dos
- 43:15temas que a gente tinha previamente falado e discutido,
- 43:17que agrofloresta. Na agrofloresta você planta
- 43:19árvore? Que árvore é um componente ali
- 43:21do meio, que algum momento você vai cortar ela para ela ceder
- 43:24lugar para uma outra árvore que seja uma árvore de clima que,
- 43:26por exemplo, que a árvore que vai se perpetuar ali na
- 43:28Floresta, então a gente pode usar voltando até um dos temas
- 43:31que a gente é falado é usar agrofloresta como meio de
- 43:33fornecimento de madeira para isso que a gente quer.
- 43:36Então a gente planta ali, é árvores que são secundárias ou
- 43:39terciárias, que elas vão ceder depois do lugar para uma árvore
- 43:42que vai ser a clímax. Aquele e-mail é um sassafrás,
- 43:46por exemplo, o uso de Castro, então uma canela, né?
- 43:49É que lembrando que, por exemplo, das árvores.
- 43:52Não, não, seriamente. A gente precisa fazer chips ou
- 43:54não, pois é que foi uma das cervejas foi tomada aqui, que é
- 43:57com a semente de amburana, ou né, usar a casca dos dos as a
- 44:01praça. Então agrofloresta e por isso
- 44:04que eu acho tão importante a tua, a ANTT e local e a tua fala
- 44:07aqui porque é uma forma mais inteligente, mais ecológica,
- 44:13mais sustentável, né? Muitas vezes, para a gente
- 44:16conseguir a desmontou, os ingredientes que vão ser tão
- 44:20importantes quanto para criar o estilo sensorial dessa cerveja,
- 44:24mas também para. Trazer a questão da própria
- 44:27identidade da cerveja, que é em busca de emprego.
- 44:30Aqui a gente está falando tanto, mas aí também entra no outro
- 44:32detalhe importante que você comentou das frutas.
- 44:35Mas isso vale também para as madeiras, é o estudo que se
- 44:38tenha da academia para as madeiras brasileiras, né?
- 44:40Se tem muito pouco, então eu tenho a Angico na fazenda
- 44:43Angicos e usa a Cássia para fazer medicinal é, já cheguei a
- 44:46pensar e usar o Angico para cerveja, nesse ficou tóxico.
- 44:49Eu posso estar fazendo um negócio ali tem um Cipó, canela,
- 44:52pega um Cipó canela e funciona para ver, mas tudo isso assim,
- 44:54qual que é o limiar? Eu sei que várias madeiras tem
- 44:56uma toxidade muito grande, então a gente tem que também tomar
- 44:59muito cuidado, Hein? Está aí, só vou p.
- 45:00Dessa maneira Brasileira que é Brasileira e vou em funcionar
- 45:03uma cerveja nela, porque tem várias maneiras e tem um
- 45:05potencial tóxico grande, podem ser irreversíveis.
- 45:08Vai provar uma vez, obrigado, gente.
- 45:23Encontre o seu vagens, é o programa realizado pelo canal
- 45:27surra de lúpulo Bia Amorim e Diego Simão e conta com apoio
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