Latest / SuinoCast · by PPGVET / Dr. José Vicente Peloso: Qualidade da Carne Suína | Ep. 226
Transcript
- 0:05Está no ar o primeiro podcast da suinocultura Brasileira possui
- 0:09no caste. A cada milímetro que eu
- 0:12acrescento na espessura de toucinho.
- 0:15De uma carcaça suína a cada milímetro, eu acrescento.
- 0:19Mais de 700 g de gordura. Dura nessa carcaça, estou
- 0:24falando só da gordura dura, não é?
- 0:26Não estou falando da gordura visceral, da gordura mole, da
- 0:28gordura, mais é é baixa na No No tossir, então a cada milímetro
- 0:34eu acrescento 740 g, algo assim de gordura dura na carcaça.
- 0:39As carcaças mais pesadas têm mais milímetros, espessura do
- 0:42toucinho. Então elas têm mais gordura
- 0:45dura, a gordura dura que ela é um excelente produto industrial,
- 0:48né? Pelo ponto de difusão que ela
- 0:51tem, que é um ponto de fusão mais alto.
- 0:53É pela estabilidade que ela causa, por exemplo, no bacon, em
- 0:57outros produtos também salame. Mas ela serve também como um
- 1:02excelente isolante térmico. Então você associa aí carcaça
- 1:07pesada, gordura dura de cobertura.
- 1:10OOOA, capacidade de frio da Câmara fria está a mesma que 5
- 1:16anos atrás. Você está promovendo pelo calor
- 1:20a desnaturação da proteína do músico e causando um.
- 1:25Um problema de qualidade de carne, Sério e irreversível.
- 1:28Siga nos nas redes sociais, YouTube e Spotify para ter
- 1:32acesso a conteúdo técnico atual de qualidade, irreverente e
- 1:36gratuito. Os Pinochet só é possível
- 1:41através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 1:44educação continuada na sua, na cultura Brasileira.
- 1:47MS schippers paixão pelo agro e pra construindo imunidade para
- 1:52um mundo mais saudável, a dsm nutrição e saúde animal está
- 1:56moldando o futuro dos cuidados com suínos.
- 2:01A dcm pode ajudá lo a, preparar, proteger e apoiar a resiliência
- 2:05dos seus leitões, fornecendo experiência local em suínos e
- 2:09soluções completas e personalizadas para ajudá-lo a
- 2:12concretizar a sua visão. A dsm nutrição e saúde animal
- 2:16está moldando o futuro dos cuidados com suínos.
- 2:22Boa, pessoal. Vamos para mais um episódio do
- 2:30suíno question. Meu nome é Vinícius cantareli.
- 2:32Estou como host. E hoje vou entrevistar um
- 2:36profissional que assume a cultura Brasileira, reconhece
- 2:39bastante. Um dos grandes, se não for o
- 2:42maior especialista em qualidade de carne e de carcaça, né?
- 2:46José Vicente peloso, mais conhecido como peloso.
- 2:49Aí na cadeia produtiva peloso. Muito obrigado por aceitar o
- 2:52convite, já joga a bola aí pra você?
- 2:55Gostaria que inicialmente você é falasse um pouco da sua jornada,
- 2:59como que você entrou na suinocultura, qual que foi a sua
- 3:01jornada na suinocultura e depois nós vamos para os, para nosso
- 3:03bate-papo técnico, Vinícius, muito obrigado pela oportunidade
- 3:07de dividir esse tempo com com você.
- 3:10E com todos aqueles que irão nos escutar, que vão, estão nos
- 3:15escutando. É bom a minha jornada, essa
- 3:18médica veterinária. Eu graduei em 1986, né?
- 3:22Sou do século passado ainda. E o meu contato, o meu gosto
- 3:28pela sua cultura. Se ele tem 11 ponto inicial, se
- 3:32ele tem um Marco inicial, talvez eu possa dizer.
- 3:35Que foi o Congresso da abraveses, no Rio de Janeiro,
- 3:39onde eu estudei em veterinária, na federal rural, em 1985.
- 3:45Eu me lembro que eu fomos no Congresso, né?
- 3:48Lá em Copacabana, eu e um grande amigo que eu encontrei
- 3:52recentemente, ele é de Carangola, Minas Gerais, mas
- 3:55eram os únicos da turma interessados em sono.
- 3:58Cultura numa turma de mais de 60 estudantes, né?
- 4:02Eram chamadas de quase de ETs. Como é que você vai estudar?
- 4:07É estudar EE trabalhar com você no cultura.
- 4:09Eu falei, não, não, o dia que você tiver comendo.
- 4:12Empresa continua pizza num restaurante bacana, você vai
- 4:14lembrar de mim. Então, daí em diante, eu formei
- 4:18sim em veterinária, comecei trabalhando.
- 4:23É como representante técnico comercial.
- 4:27A, mas eu tinha um desejo bastante grande de fazer um
- 4:31passar uma temporada fora do Brasil estudando, conseguir uma
- 4:34bolsa do cn PQ. Morei 4 anos na Austrália.
- 4:39Onde eu fiz meu mestrado em qualidade de carne e bioquímica
- 4:42do músculo. Depois voltei para o Brasil.
- 4:46E aí comecei. Né?
- 4:49Efetivamente, uma carreira ligada à produção de carne suína
- 4:53dentro da das empresas. Comecei.
- 4:58Lá em Concórdia. Fiquei muitos anos lá.
- 5:03Pois é, quando eu saí um pouquinho antes de sair, fui
- 5:07fazer o doutorado em Viçosa, em genética, para a qualidade de
- 5:12carne. E trabalhei depois com empresas
- 5:18da área de saúde animal e desde 2010.
- 5:21É, faço assessoria técnica às frigoríficos a empresas.
- 5:26Que porventura necessitem de desse apoio.
- 5:30A trabalhando sempre aí na. Entre AO final da produção a
- 5:35campo, né? A terminação e os frigoríficos.
- 5:39Então tenho aí 35 anos de estrada.
- 5:43Vendo suíno praticamente todo dia e gostando cada vez mais.
- 5:46Sensacional, sensacional. Ou pelos é de onde, cara?
- 5:52Eu sou carioca, eu nasci carioca, mas a minha família
- 5:55toda é mineira, minha família. É de Juiz de Fora?
- 5:59É de é de adjacências da zona da mata.
- 6:02Ali não é cataguazes Leopoldina são Júnior como seno, mas o.
- 6:07Pai e mães, 4 avós Mineiros da gema, eu, pô.
- 6:11Motivos? Familiares, nasci no Rio de
- 6:13Janeiro, mas depois de amanhã, em Juiz de Fora também.
- 6:17Sou quase um cidadão mineiro com muito orgulho.
- 6:19Isso é bom, eu também. Eu sou Paulista minerado, então
- 6:22é isso. Eu sou um carioca minerado.
- 6:24Boa essa essa terrinha aqui nos prêmios, muito Veloso, né,
- 6:30gente, cara, eu não sabia que você tinha ficado dessa
- 6:32temporada na Austrália. Eu já tive um, já participei de
- 6:34um evento na Austrália, um país fantástico, né, cara, que tem
- 6:38uma mistura, parece que de Europa, Estados Unidos e Brasil,
- 6:42mas é muito distante, né, cara, como é que você fazia você foi
- 6:45lá e ficou e não, não vinha. É, talvez eu tenha feito a coisa
- 6:50certa do modo errado. Sempre me pergunto, né?
- 6:54É, não vim, não vim porque o dinheiro era curto, né?
- 6:58A bolsa no não me permitia nada além do que a sobreviver.
- 7:02As distancias eram grandes, né? Os os tempos eram não ainda são,
- 7:06né? Não mudou nada em agosto tem 37
- 7:08horas pra chegar lá, cara, isso sim, eu voltei na Austrália
- 7:12algumas vezes depois, né, minha filha foi estudar lata nem
- 7:15inglês. É exatamente isso.
- 7:17É 30 e tantas horas. É, então eu poderia ter voltado,
- 7:21mas voltei só no final mesmo e tem uns bastante carinho com
- 7:25aquele país, né? Sim, entrou se mudou minha vida.
- 7:30E lógico, né? A oportunidade que eu tive como
- 7:32bolsista do CNPq também me ajudou bastante.
- 7:35Agradeço eternamente OCNPQ por isso, pela confiança no meu
- 7:39trabalho. Estamos aí, estamos aí.
- 7:44De sempre, acha que consegue resolver todos os problemas, na
- 7:48verdade. Não, né?
- 7:50A gente tem aqui um espaço hoje, aí eu e você pra gente discutir
- 7:55algumas situações aí que eu. Considero ainda que podem ser
- 7:59melhoradas ou. Melhor, melhor resolvidas dentro
- 8:03do sistema de produção de suínos no Brasil.
- 8:06Diz o seguinte, concordo contigo, pessoal.
- 8:08Nós estávamos batendo um papo aqui antes de começar o podcast.
- 8:13Alinhando as falas, até porque sim, confesso que eu estava.
- 8:17Na expectativa de ouvir o peloso pela experiência que ele tem.
- 8:21Eu estava até conversando com isso, conheci ele no primeiro
- 8:24trabalho que eu fiz. Com o repto pamina, na época, na
- 8:27minha tese de doutorado, e ele me ensinou a fazer avaliações de
- 8:30barriga, né? Flexibilidade, barriga e tal e
- 8:33várias outras coisas, né? Copa lombo, enfim, e a gente
- 8:38listou muitos temas interessantes aqui.
- 8:40E aí a gente fez uma sequência, nós vamos tentar fazer da melhor
- 8:43forma possível, né? Pelos?
- 8:44Bem, a primeira, o primeiro ponto aqui é pelos que a gente
- 8:49listou, né? É, é, acho que é muito
- 8:53importante essa, essa, essa entrega, essa passagem de bastão
- 8:58da equipe de terminação, né, para depois ir para a indústria,
- 9:03né? Isso não tem como a gente pensar
- 9:06em qualidade de carcaça e carne sem antes olhar para trás.
- 9:08É a mesma coisa você olhar na creche e não olhar pra
- 9:10maternidade, né? A mesma coisa, ele por diante.
- 9:13Mas vamos começar ali então, dessa fase, o tal do jejum, né,
- 9:19que é a quanto tempo que a gente já fala nisso e eu queria saber
- 9:24da tua experiência que você está no dia a dia.
- 9:26Mesmo enfrentando os problemas do dia a dia, existe problema
- 9:30ainda pelo uso em relação a jejum?
- 9:32Sim, existe. E o maior causador do problema
- 9:36de jejum por incrível que pareça, é o pagamento pelo
- 9:39preso. Vi peso vivo, não é?
- 9:41É, você pode variar o peso do porco, variando o tempo que ele
- 9:45ficou em jejum. Né?
- 9:47Como monogástrico isso é perfeitamente possível.
- 9:51É o jejum além disso. Além dessa situação econômica
- 9:56que ele confere ao processo. Ele traz a questão de 2
- 10:00indicadores muito importantes para.
- 10:04A para o frigorífico, né? Para rentabilidade do
- 10:09frigorífico. O primeiro é o rendimento de
- 10:10carcaça. Né?
- 10:14O tempo em jejum, ele tem um efeito muito significativo ou
- 10:18significativo, digamos, a na, naquilo naquela conta entre
- 10:24pesar o animal vivo e pesar carcaça quente.
- 10:28E vê se foi 7573-7180 por cento do rendimento, ou seja, aquilo
- 10:33que eu a terminação, entregou para o frigorífico, quanto
- 10:38daquilo frigorífico realmente a é, aproveitou como carcaça e o
- 10:42jejum. Ele tem esse essa, essa
- 10:46possibilidade, né, de impactar. De forma muito importante no
- 10:52rendimento de carcaça, aumentando ou diminuindo de
- 10:55acordo com o tempo que o animal passou.
- 10:57Sem comer desde o último trato, né?
- 10:59Você desde que ele impõe o coxa lá na determinação até a sangria
- 11:03no frigorífico, esse é o tempo de jejum que hoje está
- 11:06regulamentado, que é uma boa coisa.
- 11:08É 11, boa situação. Uma norma, né?
- 11:14O que diz que tem que ser 18 horas de jejum?
- 11:16Ótimo, é um tempo. Bom, 18 a 20 horas.
- 11:21Só que ainda dependemos muito da da habilidade, né?
- 11:24Dos terminadores e da vontade deles de fazer isso, correto?
- 11:27E até mesmo do frigorífico em receber esse animal.
- 11:30A ele não ficar parado, esperando por qualquer motivo lá
- 11:34no. No No descarregamento da da
- 11:37fábrica. E a questão da qualidade da
- 11:40carne, né? O jejum, uma das consequências
- 11:43dele na fisiologia muscular é você você regular.
- 11:48A concentração de glicogênio, né?
- 11:52Que é a glicose que é a glicose, é armazenada no músculo.
- 11:57E esse clico gênio, dependendo das condições de pré abate,
- 12:02conhecidos geralmente como estresse pré abate, e ele pode
- 12:05ser consumido numa forma muito rápida.
- 12:08Informar astro lático, né? E daí pra frente a gente conhece
- 12:11as consequências, né? A certificação da carne com
- 12:13temperatura ainda alta rompimento, desnaturação de
- 12:16proteína que é um assunto que a gente vai voltar a falar daqui a
- 12:19pouco. Então o jejum a é difícil você
- 12:22botar, pô, abato 5000 cenas por dia ou 4100 por dia, como é que
- 12:26vou ter certeza que 4100 anos vão estar com 18 e 20 horas de
- 12:29jejum? Realmente é uma tarefa.
- 12:32Não é fácil. AA exploração, né?
- 12:35A verificação do conteúdo estomacal é 11 medida indireta.
- 12:40E a gente pode também fazer a nível da até experimental,
- 12:43aproveitando aqui toda a sua expertise, Vinícius.
- 12:47É dosagem de glicogênio muscular, né?
- 12:50Dosagem de glicogênio, glicogênio hepático para ver se
- 12:54o jejum realmente foi é de acordo com o que é a fisiologia
- 13:00e o sistema de produção dos fundos exige.
- 13:02Então chama atenção para esse ponto, né?
- 13:03Vamos prestar atenção no dia junto?
- 13:05Tanto o pessoal de frigorífico contra os terminadores, seja na
- 13:07produção integrada, seja na numa produção cooperada, ou seja,
- 13:11numa produção dita independente. A esse é um fator que precisa
- 13:17ser controlado. Bem correto, né?
- 13:21Realmente um controle. É ficar de olho.
- 13:25Para que consequências econômicas inesperadas não
- 13:29ocorram dentro do frigorífico interessante?
- 13:32E acho que sim. Não só esse tema, mas outros
- 13:35temas que nós vamos trabalhar aqui acaba tendo.
- 13:37Eu não vou dizer se talvez a palavra certa não seria embate,
- 13:41mas se você puxa uma corda para um lado, é melhor para a
- 13:44produção, você puxa a corda pro indústria, é verdade, é verdade.
- 13:48Nesse sentido, pelo o que que seria um ponto de que você falou
- 13:5218 e 20 horas. OK, né?
- 13:55Nós nós sabemos que não é só isso que irá afetar, por
- 13:58exemplo, a qualidade da carne, óbvio, são vários outros
- 14:01fatores, mas o que que seria? Aí talvez um ponto de
- 14:04equilíbrio, na tua visão, de modo geral, que cada caso é um
- 14:06caso, né? E quais seriam as bordas?
- 14:09Quais seriam os limites? Olha acima disso, abaixo disso.
- 14:13Na minha experiência, é crítico exatamente bom se a gente
- 14:16alargar um pouco esse prazo aí, porque realmente não é tão fácil
- 14:20numa produção nesses. Né?
- 14:22Volumes de. De pressão que nós temos hoje aí
- 14:26com terminações de 4 5000 animais.
- 14:29Frigorífico que recebiam aí 2345-1000 animais por dia.
- 14:33É você ser preciso em toda essa população, então eu diria que
- 14:37entre 16 e 24 horas, elas são limites assim toleráveis.
- 14:43É, mas vamos, vamos conceituar, né?
- 14:46Que que, que que é esse tempo? Esse tempo é desde o momento que
- 14:50o suíno. Ingeriu ração pela última vez na
- 14:54terminação, até ele ser sangrado no frigorífico.
- 14:57No porque nós. Vemos dessa forma.
- 15:02Porque quando ele é sangrado. Qual que é a principal principal
- 15:06alteração fisiológica? É a questão da respiração, era
- 15:11aeróbia e passa a ser anaeróbia, né?
- 15:14Porque ele não tem mais oxigênio e no.
- 15:17Para até o tecido muscular, porque ele foi sangrado.
- 15:21Então esse momento de transformação, de respiração
- 15:26aeróbia, perna aeróbia consome todas as reservas de glicogênio,
- 15:31ou quase todas ou consome boa parte das reservas energéticas.
- 15:37Pode ser glicogênio e até mesmo. Moléculas, né?
- 15:41De ricas em fosfato ATPADP. Isso causa um desequilíbrio na
- 15:49qualidade da carne, principalmente pela formação
- 15:51rápida do ácido lático. De forma que o jejum ele tem que
- 15:56ser olhado. Muito e tem que ser avaliado
- 16:03praticamente como um item de de controle dentro do frigorífico
- 16:06para que não ocorra desvio de qualidade de carne de carne
- 16:10nessa população. Porque o jejum tem errado
- 16:12estando errado no lote inteiro, ele vai afetar o lote inteiro.
- 16:15Todas as carcaças e o rendimento da carcaça, né?
- 16:18E além disso, bastando agora para o nosso segundo ponto, que
- 16:22é eu? Eu considero um gargalo
- 16:24operacional, não, não se trigo re ficou.
- 16:27Em qualquer frigorífico, de qualquer tamanho, é incrível, é
- 16:30o atordoamento. Então carinho.
- 16:32Hoje ainda se utiliza any maior parte.
- 16:34O sistema de ator do atordoamento elétrico nos
- 16:37frigoríficos brasileiros. Alguns, talvez aí 10 ou 12 em
- 16:41mais de 150 frigoríficos no Brasil.
- 16:43Talvez. Então vamos botar 10%, utilizam
- 16:45seu a 2 é um gargalo operacional e que também traz bastante dor
- 16:50de cabeça para o figurino. Se não for bem conduzido, é aí e
- 16:55dentro disso eu já IA puxar esse tema pensando em qualidade de
- 16:59carne. Um segundo tópico, pensando em
- 17:03qualidade de carne. A gente ouve, né, pô, nós
- 17:06estamos numa situação dessa e tal, e falando como é que está o
- 17:08atordoador? Como é que se regulou?
- 17:11Quais seriam os pontos importantes para avaliar a
- 17:16qualidade do atordoamento e lento Veloso?
- 17:19Bom, o mais importante é sempre lembrar o que o atordoamento.
- 17:24Ele é causado pela amperagem e não pela voltagem.
- 17:28Né? I.
- 17:32Ele obedece a uma antiga lei que é uma lei que não é da
- 17:36veterinária, é uma lei da física, é a lei de homem, né?
- 17:39Voltagem, resistência, amperagem.
- 17:43E o corpo do suíno é uma massa. De músculo, gordura, osso e.
- 17:49Tudo mais, né? Um modelo animal de alta
- 17:52complexidade. Que oferece resistência à
- 17:56passagem da corrente elétrica. Quando ele é atordoado.
- 18:00Quais são os erros mais comuns? Isso aí até 1 e 1 é um detalhe.
- 18:06Que tem a ver com a legislação? Que me parece confusa.
- 18:11É você? Todo alcino molhado.
- 18:15Você espalha eletricidade por todo o corpo dele.
- 18:20A água é um excelente condutor de eletricidade.
- 18:23Né? Se for água colorada, ainda com
- 18:25íons ali dentro, fica mais fácil espalhar eletricidade.
- 18:29Então, a prática comum nos frigoríficos e hoje é o sim no
- 18:32setor. Do lado molhado, eu, se tiver
- 18:34que tomar um choque, enfiar meu dedo na tomada, eu prefiro estar
- 18:37seco. Eu não quero estar molhado.
- 18:40O que que acontece? A eletricidade, que era apenas
- 18:43para passar de orelha a orelha, não é e para fazer.
- 18:47Com que o cérebro ficasse inativo, digamos assim, por
- 18:51alguns momentos, até de ser sangrado efetivamente abatido.
- 18:57Ela percorre o corpo inteiro, não só AA distância entre as
- 19:01têmporas, né? Onde são colocados eletrodos?
- 19:03Eles faz com que eles causam a. Uma.
- 19:08Contração muscular. Severa?
- 19:13Exacerbada? Vem daí.
- 19:16O quê vem daí? Rompimento de vasos.
- 19:19De capilares e ósseos, né? Você tem fraturas incompletas,
- 19:25fraturas completas, salpica, mento, hematomas, tudo isso que
- 19:30vai causar o quê? Perdas Na Na carcaça durante a
- 19:35inspeção higiênico sanitária na linha de abate.
- 19:38Esse é um ponto, né? Então, o que o?
- 19:42Essa questão de ator do alcino molhado, eu acho que ele precisa
- 19:45ser revista. Porque se você molha o suíno,
- 19:49você tá dando oportunidade para a eletricidade correr o corpo
- 19:53inteiro dele. E causar contrações extremas,
- 19:57principalmente nos fundos mais pesados, que levam a fraturas e
- 20:01todas as condições que eu já citei aqui de hematomas, salpica
- 20:04mento. E as eventuais perdas, né?
- 20:08Que essas carcaças terão? Por a mutilações completas ou
- 20:14mutilações espaciais pela inspecção.
- 20:15Dinheiro que sanitária. Então acho que é.
- 20:17É bom a gente rever isso. O outro ponto.
- 20:20É um ponto bastante comum, né? O frigorífico hoje abate 200 por
- 20:25dia, com um sistema de atordoamento x amanhã.
- 20:29Ano que vem, 300 por dia. 400 por dia, 1000 por dia com o
- 20:33mesmo sistema de atormento, atordoamento x.
- 20:38Não, e é o ajuste mais. Necessário a velocidade da nora,
- 20:43né? Você atordoa eles não, não, não,
- 20:45não. Numa velocidade para que não
- 20:47haja falha, não fique gancho vazio, né?
- 20:50Enfim, EE tu ator, atordoamento, seja eficaz.
- 20:53Não é que o animal não sofra só uma questão muito delicada hoje
- 20:56em dia, com. Nós temos colegas aí trabalhando
- 20:59com isso, não é do bem-estar animal.
- 21:03É, então isso é uma questão muito delicada do ponto de vista
- 21:07de bem-estar animal e ao mesmo tempo delicadíssimo do ponto de
- 21:10vista econômico, por frigorificadas perdas associadas
- 21:13a uma maior alta do amento. Então, o ideal seria o quê?
- 21:16Você poder regular é a voltagem. De acordo com a resistência do
- 21:20suíno, né? Que é o corpo dele que traz a
- 21:21resistência, causando então uma determinada amperagem que vai
- 21:25efetivamente atordoar ele e acho e fica como um.
- 21:31Um dever de casa aqui para nós é que realmente nós precisamos
- 21:33olhar os filhos Na Na hora do doutor.
- 21:35A doutor do amento será que está certo?
- 21:37Eu acho que não. Então, o atordoamento hoje é um
- 21:40gargalo em frigorífico de qualquer tamanho.
- 21:43É incrível. Você pode bater de 200 por dia,
- 21:4620005-1000 por dia. O atordoamento vai te trazer
- 21:49problemas. Eu tenho visto isso bom, desde
- 21:53que entrei a primeira vez no frigorífico na minha vida e até
- 21:55hoje assim. O seu a 2 resolve o seu 2
- 21:58resolve em grande parte, porém, ele só tem 111.
- 22:02Retorno econômico, né? Vantajoso por causa do do custo
- 22:06operacional dele. Pra quem é bate em grandes
- 22:08escalas, né? Bate 5000 dias, 6000 dias.
- 22:12Aí o senhor 2, porque o custo por por cabeça, possuindo
- 22:15abatido só 2 acho que é 20 vezes superior ao custo do do do
- 22:20atordoamento elétrico, está gastando o que ali, que lovat
- 22:24hora eu, isso é 2 tem que comprar um tanque de senhor, 2
- 22:27líquido adaptar, enfim, mas ele é muito bom, só 2, né?
- 22:30Tem também seus. Só os seus gargalos de de de
- 22:35bem-estar animal, né? Pode pode provocar e depende da
- 22:39da concentração do seu 21, certo?
- 22:41Sufocamento temporário do suíno que.
- 22:45Para quem já viu isso, como eu não é nada agradável, né?
- 22:47Você veio sorrindo, sendo, sou sufocado dentro de uma Câmara de
- 22:51CO2, a poucos segundos antes, ele efetivamente de efetivamente
- 22:54ser atordoado. Então o atordoamento é um ponto
- 22:57crítico muito crítico, sempre foi e continua sendo dentro dos
- 23:02frigoríficos, no Brasil e fora do Brasil, diz flores que eu
- 23:05conheço aí mundo afora, seja ele elétrico ou seu 2 lógico
- 23:09elétrico, ele é mais. É problemático, é ele por si só,
- 23:14já já é crítico. E aí esse ponto de molhar a
- 23:18carcaça. É.
- 23:19É. É a mulher, o porco vivo.
- 23:23Desculpa. Ele.
- 23:24Ele passa a ser mais crítico ainda, né?
- 23:26Porque você acaba gerando outros problemas maiores ainda, quando
- 23:30não regulado. Nesse sentido, eu pensando aqui,
- 23:34cara. Será que tem espaço para
- 23:36inovação tecnológica? Motor do amento de suínos.
- 23:41De equipamento, enfim, ajuste, adequação, porque nós temos
- 23:46muda, o mercado começa a aumentar peso de carcaça.
- 23:50Meu peso demanda de peso de carcaça ou peso vivo de sonho,
- 23:53né? Você tem, você tem que fazer
- 23:55ajuste, né? Você tem que fazer uma série de
- 23:57ajustes, inclusive ali. No dentro do mesmo?
- 23:59Lote. Você acha que cabe isso e se
- 24:02cabe se tem visto alguma coisa, algum movimento nesse sentido?
- 24:06Sim, já existe equipamentos, né? A gente sabe, né?
- 24:10Quanto mais sofisticado, mais caro, não é maior a margem de
- 24:14contribuição para o fabricante desses equipamentos.
- 24:17Mas já existem equipamentos onde?
- 24:22A resistência do suíno é calculada.
- 24:25Vamos botar assim, entre aspas. De acordo com o peso dele, então
- 24:29ele. Ele tem 11.
- 24:30Regulação automática da voltagem que vai ser aplicada de acordo
- 24:35com o tamanho do do porco, que, por sua vez, é considera.
- 24:41A resistência do animal. Então o atordoamento elétrico
- 24:45ele é bom, desde que bem regulado.
- 24:48Ele funciona bem, desde que regulado, só que ele é muito
- 24:52mais propenso a problemas de bem-estar animal do que o seu. 2
- 24:56é mais barato, é, sem dúvida. Frigoríficos de.
- 25:00Pequeno ou médio é volume de produção.
- 25:04Conseguem investir num seu 2. Talvez hoje ainda não, mas isso
- 25:09não quer dizer. É concluindo a resposta da sua
- 25:13pergunta. Que os equipamentos elétricos,
- 25:16hoje mais sofisticados, não? Não tragam essas soluções.
- 25:21Eles trazem sim. Hoje tem equipamentos elétricos
- 25:24muito bons. Mas a equipe de manutenção do
- 25:27frango do frigorífico tem sempre ficar atenta, não é qualquer
- 25:30desregulagem ali, qualquer fuga de corrente pode atrapalhar
- 25:33muito a qualidade da carne. Sim, aí a gente vê com questões
- 25:37de repetindo, né? Salpica, mento, hematomas.
- 25:42E fundamentalmente, fato, fraturas completas ou
- 25:44incompletas do do osso do quadril ali da da ã q ta como é
- 25:49um apelido, então isso e isso é frequente, surgem outras, né?
- 25:53Teorias com relação a. AA maior ou menor frequência de
- 25:58quebras de de suínos? Mas, na verdade, na verdade,
- 26:02tudo está relacionado ao ajuste do outro documento elétrico.
- 26:06Grande parte tá ali, tá ali, sem dúvida, sem dúvida é a questão
- 26:11dos está molhado, isso é 11. Eu, eu levanto essa questão aí
- 26:14para. Para quem possa nos ajudar, né?
- 26:18Você pode molhar o suíno antes por uma questão higiênica lá,
- 26:21deixar ele lavado antes, lá na Baia.
- 26:23Mas no momento do atordoamento, eu creio que ele é melhor,
- 26:27atordoado, estando seco, porque não há fuga de corrente pelas
- 26:31partes do corpo. A corrente passa só entre as
- 26:34temperos, né? Ali, onde os garfos do.
- 26:37Os eletrodos do atordoamento elétrico é encosta.
- 26:40E isso aí nas suas consultorias, provavelmente seja sugeriu, né?
- 26:45EE aí, como é que é? Como é que AA gestão da
- 26:49indústria entende? Não vamos fazer e se se quem já
- 26:53aceitou já viu o resultado interessante, como é que é?
- 26:57Hoje existe 11, lógico, né? 11 intenção, uma ocupação, a
- 27:02preocupação de todos dentro do frigorífico, de atender as
- 27:05normas higiênico sanitárias estabelecidas pelos oficiais
- 27:09nacionais e pra quem exporta pelos oficiais.
- 27:12É estrangeiros, né? E dentro essas normas.
- 27:17É, está lá que o senhor tem que estar limpo no momento do
- 27:19atordoamento, OK? Eu diria que ele tem que estar
- 27:22limpo desde que ele sai do caminhão lá.
- 27:25Para entrar no frigorífico, né? Em toda a fábrica de alimento,
- 27:28limpeza é fundamental, mas ele pode ficar limpo e não
- 27:31necessariamente molhado no momento da do atordoamento.
- 27:34Então, se você retirar a água. Existe uma melhora sim, na
- 27:38questão de fratura, na questão de do suíno ficar.
- 27:43Com a musculatura bastante. Afetada, né?
- 27:47Dele ficar pedalando, como se diz ali na mesa de sangria.
- 27:51Esse, esse excesso de corrente, esse excesso de eletricidade
- 27:55passando. A pelo todo corpo, né?
- 27:58Lembrar que o músculo suíno, ele é 75% água, não é?
- 28:01Sendo que 25%, quase água livre? Então?
- 28:05A água é um bom condutor de eletricidade.
- 28:09Se você espalha eletricidade por todo o corpo do animal, você
- 28:12pode estar contribuindo. Para um defeito de qualidade de
- 28:15carcaça que é irreversível, né? Lá na frente, lá na.
- 28:19Na inspeção higiênico sanitária, você vai encontrar fratura se
- 28:21aplica mento na desossa, né? Então o prejuízo está ali.
- 28:25Tá? Bem, juntando isso, então
- 28:27qualidade de carne essa conexão com a produção em si, né?
- 28:32Ou seja, a gente tem que é, é quando a gente passa da produção
- 28:36com a indústria, uma passagem de bastão dentro das integrações da
- 28:38cooperativa. Está claro, isso não existe, não
- 28:41sendo cultura independente, ficar um pouco vago ainda com um
- 28:44vaga, né? Mas existe essa negociação.
- 28:46E eu queria te perguntar. É quando a gente pensa qualidade
- 28:51de carne, oportunidade de produção e ao mesmo tempo tem
- 28:54sérias muitas tecnologias que impactarão a produção e a
- 28:58indústria, como por exemplo, AA tecnologia da Imuno castração,
- 29:03né? Que nos permitiu ter vantagens
- 29:05dentro da produção e no frigorífico.
- 29:08Pai, eu queria te perguntar, como é que está hoje, o que que
- 29:10você? O que que o.
- 29:11Que que você vê de as vantagens que a gente conhece?
- 29:14Mas o que que você vê de oportunidade de pontos de
- 29:17melhoria? Ainda quando a gente trata é.
- 29:20Machos malucas traduziu até mesmo macho inteiro, né?
- 29:23Antes da segunda da segunda vacinação e qualidade de carcaça
- 29:28e carne é, existem algumas lendas.
- 29:32Vou começar pelo pelo que não é verdade, para depois ir para o
- 29:36que o que aquilo que eu considero verdadeiro é.
- 29:41Grandes preconceitos aqui no Brasil com relação a machos
- 29:45inteiros, né? Se pensa, né?
- 29:49Talvez isso lá nos anos. Da do do pós-guerra, talvez
- 29:55tenha sido verdade, mas hoje em dia, nos últimos anos e
- 29:58inclusive por questões da nutrição, não é a minoria.
- 30:02A minoria dos machos inteiros. Não estou falando nem de Imuno
- 30:05castrados. Ainda estou falando de macho
- 30:07inteiro. É que causa a dor, né?
- 30:11Odor, aquele odor perceptível e que se pode se tornar
- 30:14repugnante. É no produto final, seja
- 30:17inclusive uma barriga no bacon numa.
- 30:20Numa salsicha, enfim, numa nós sobre paleta.
- 30:23Então, a grande minoria. A esmagadora minoria dos finos
- 30:29inteiros é proporciona um odor, né?
- 30:32Nos nas contas que eu faço aí nos contatos, nos frigoríficos
- 30:35fora do Brasil, que abate animal inteiro, talvez 10 a 12%.
- 30:40Os outros 90% são animais inteiros, sem problema nenhum
- 30:43com dor. Então, o primeiro ponto que eu
- 30:45queria deixar claro isso para. Quem está aí nos escutando é
- 30:48isso, né? O macho inteiro não é uma
- 30:50enxadada, é uma minhoca, não existe isso, o macho inteiro,
- 30:54ele é o animal majoritariamente sem odor.
- 30:56O problema dele? É que não está escrito na testa,
- 30:59no chanfro do pouco quanto de androsterona eu tenho aqui agora
- 31:02comigo que eu posso dar o dor ou não?
- 31:06Então você botar 11 pessoal de controle de qualidade a avaliar
- 31:10todas as carcaças de marcha inteiro dentro do frigorífico.
- 31:13Você vai arrumar inimigos ali. Você vai arrumar inimigos com
- 31:18com o pessoal do da garantia da qualidade, e aí a Imuno
- 31:20castração resolveu esse problema, né?
- 31:23Porque ela dê pleta, ela retira temporariamente de circulação e
- 31:30evita o depósito, né? Da androstenediona, né?
- 31:33Sintetizada nível testicular. A por determinados tempo, né?
- 31:38Até 10 semanas. E a gente tem que lembrar que o
- 31:43animal Imuno, castrado, ele só Imuno, castrado.
- 31:47Após a segunda dose da vacina anti gonadotrófica.
- 31:51Ou seja, qual que é a implicação prática disso?
- 31:55Ele passa 8085 por cento do tempo de vida dele como inteiro.
- 32:02Inteiro, a primeira dose da vacina anti gonadotrófica não
- 32:05modifica nada nele em termos de. De concentração de andros
- 32:09tenoné, enfim de esteróides, testiculares.
- 32:12Absolutamente nenhuma motivação. A modificação vem com a segunda
- 32:15dose. Então ele está inteiro, se ele é
- 32:18inteiro. Ele, você.
- 32:21Pode me ajudar aí? Já pedi auxílio de vários
- 32:24colegas, nutricionista, ele precisa se alimentado para ter
- 32:27uma resposta. Né?
- 32:30Adequada ao fato dele ser inteiro com a ração de macho
- 32:33inteiro, coisa que não acontece aqui no Brasil.
- 32:36Por vários motivos, várias desculpas, né?
- 32:39A fábrica não consegue fabricar ração diferente para entregar a
- 32:42ração. Para a fêmea e pro macho, tem
- 32:45que estar o macho num galpão, uma fêmea no outro, o silo na
- 32:48Granja, né? Terminação tem que estar
- 32:50diferente. Enfim, eu já escutei assim.
- 32:54É, eu gostaria. Eu ainda não vi, talvez até por
- 32:57deficiência minha, viu Vinícius, mas vou até te pedir auxílio
- 33:01nisso. Eu não ouvi nenhuma pesquisa no
- 33:03Brasil. Pesquisa fidedigna, né?
- 33:07Pesquisa. Como de qualidade, como as que
- 33:10você faz. Para mostrar isso?
- 33:14Alimentar um animal imundo, castrado, com ração de macho
- 33:16inteiro. Qual o tamanho dessa diferença
- 33:20com relação a ração? Aqueles com a dieta que eles
- 33:22consomem hoje, que é de fêmea, no máximo, ou de um de ou de, de
- 33:26macho castrado, cirúrgico. Eu não vi nenhuma, eu já vi.
- 33:31Estados Unidos, Canadá produzirem esse tipo de
- 33:33resposta, mas aqui na nossa. No nosso mercado, ainda não vi.
- 33:38Então fica aí também uma. 11. Sugestão.
- 33:43Para você, para sua equipe, para mostrar isso, não é para botar
- 33:46na essa teoria. Mostrar na prática a gente
- 33:50alimenta o animal imundo, castrado, com ração de martino,
- 33:52por exemplo. A Espanha, sempre.
- 33:54A mattel, animais inteiros na Inglaterra, a própria Austrália,
- 33:57onde eu vivi. E alimentação lá do macho
- 33:59inteiro é para suíno inteiro, não é para fêmea nem pra
- 34:03castrar. Então, se você quer desempenho
- 34:06em situações onde até você precisa retirar, aqui topa,
- 34:09mina. Vamos entrar no top da rádio
- 34:12dopamina depois. Por questões de mercado externo,
- 34:16eu chego a. Acreditar.
- 34:22Que uma dieta é uma ração formulada para animal inteiro,
- 34:26você tem um desempenho igual ou superior a esse mesmo animal?
- 34:32Sem Acta para minha. Porque é uma ração, é uma
- 34:37gasolina que ele não consome, né?
- 34:39Sim, sim, eu concordo, eu concordo contigo.
- 34:42Essa provocação tu é bem importante pelos porque.
- 34:46Quando a gente independente de March inteiro, né?
- 34:51É? Quando a gente tem tinha ali,
- 34:53antes da da da Imuno castração, o macho e o castrado
- 34:57cirurgicamente, a fêmea. Você já tinha indivíduos
- 35:00completamente diferente. Que até então nós pensávamos que
- 35:06era consumo, espessura de toucinho e conversão e qualidade
- 35:10de carne, mas agora, na nossa linha de pesquisa com saúde
- 35:13intestinal, aqui a gente tem estudado dimorfismo sexual e a
- 35:17diferença começa enquanto feto. São várias as diferenças na
- 35:23microbiota na resposta imune, na função de Barreira intestinal,
- 35:27mortalidade, mas é de fatores. E a gente parece que nunca
- 35:30encontrou uma oportunidade dentro da indústria da produção.
- 35:35Para poder, para poder viabilizar sistemas específicos.
- 35:41Produção específica, né? Veloso pra gente finalizar.
- 35:45Eu queria te perguntar. Do que tudo o que você viveu e
- 35:49tenho e, principalmente, o que tem vivido agora.
- 35:52Qual que é o maior gargalo hoje dos frigoríficos?
- 35:55O que tem que qual o teu ZAP? ZAP o teu ligações, o teu e-mail
- 36:00tenha sido, tem sido acionado por quais motivos?
- 36:03Ou qual? O principal motivo neste último
- 36:07ano, por exemplo? Olha, vê nisso.
- 36:08Excelente pergunta e acho que é um ponto de de discussão muito
- 36:12bom para quem está nos ouvindo aí, pessoal da indústria.
- 36:15O maior gargalo operacional hoje dentro do frigorífico é o
- 36:20resfriamento das carcaças. É o resfriamento das carcaças.
- 36:27Ele hoje. Eu não vou dizer em todos os
- 36:31frigoríficos que eu conheço, mas em quase todos, ele está aquém
- 36:34daquilo que deveria ser, porque. Por uma questão operacional,
- 36:39hoje eu coloco 400 carcaças nessa Câmara.
- 36:43Amanhã vou colocar 430 ou mesmo vou colocar menos carcaças.
- 36:47Porém, carcaças mais pesadas, então, a densidade, densidade
- 36:51nas câmeras, basicamente, a densidade, densidade, né?
- 36:54E a quantidade de frio, né? É assim.
- 36:58A quantidade de frio porque. Porque na primeira hora, na
- 37:01primeira hora. De resfriamento os primeiros 60
- 37:06a 90 minutos, você tem que retirar o calor mais rápido
- 37:09possível dessa carcaça. Caso isso não ocorra, se a
- 37:13retirada de calor eu prefiro chamar a retirada de calor do
- 37:16que resfriamento. Porque ela vem de dentro pra
- 37:18fora, né? O resfriamento vem de fora pra
- 37:20dentro, então a retirada de calor.
- 37:23Se ela. Não acontece na velocidade
- 37:26desejada, essa carcaça, a musculatura não esfria Na Na
- 37:30velocidade desejada. Você tem grandes possibilidades,
- 37:35tá? Promovendo a desnaturação das
- 37:36proteínas do músculo. Principalmente a miosina, a
- 37:41mioglobina, suas isoformas. Elas, que não dão sustentação.
- 37:47A capacidade de retenção de água dessa dessa musculatura.
- 37:50Assim, então, se você rompe as proteínas pelo calor, pela uma
- 37:54falha no resfriamento das carcaças, você está promovendo a
- 37:57carne. PSE a carne pálida mole que
- 37:58sedativa que não tem nada a ver nesse caso.
- 38:03Com estresse para abate com genética, com nutrição, tem a
- 38:06ver com a falha operacional no último momento da produção.
- 38:11Que seria ali, da da produção do dia, da produção, que seria o
- 38:14resfriamento das carcaças. Vamos lembrar.
- 38:18Fizemos alguns trabalhos aí para responder essa pergunta a cada
- 38:21milímetro que eu acrescento na espessura de toucinho.
- 38:25De uma carcaça suína a cada milímetro eu acrescento mais de
- 38:29700 g de gordura dura nessa carcaça.
- 38:34Estou falando só da gordura dura, né?
- 38:36Não estou falando da gordura visceral, da gordura mole, da
- 38:38gordura, mais é é baixa na No No tô sim, então a cada milímetro
- 38:44eu acrescento 740 g, algo assim de gordura dura na carcaça.
- 38:49As carcaças mais pesadas têm mais milímetros, espessura do
- 38:52toucinho. Então elas têm mais gordura
- 38:55dura, a gordura dura, ela é um excelente produto industrial,
- 38:58né? Pelo ponto de de fusão que ela
- 39:01tem, que é um ponto de fusão mais alto.
- 39:03É pela estabilidade que ela causa, por exemplo, no bacon, em
- 39:07em outros produtos também salame.
- 39:11Mas ela serve também como um excelente isolante térmico, né?
- 39:14Então você associa aí carcaça pesada, gordura dura de
- 39:19cobertura. OOA capacidade de frio da Câmara
- 39:23fria tá a mesma que de 5 anos atrás.
- 39:28Você está promovendo pelo calor a desnaturação da proteína do
- 39:32músculo e causando um. Um problema de qualidade de
- 39:36carne, Sério e irreversível. Nesses cortes lá que você vai
- 39:40produzir Na Na desgraça no dia seguinte.
- 39:42Então eu tenho confrontado aí Oo meu e-mail esse ano e grande
- 39:47parte do ano passado. Teve muitos assuntos
- 39:50relacionados a. A resfriamento porque não é
- 39:54olhado, não é os primeiro que tem um custo para acionar um
- 39:57pouco maior, é difícil de acrescentar mais frio nos
- 40:02frigoríficos. Amônia, espaço, enfim.
- 40:07Então isso é quase que negligenciado e a quantidade de
- 40:10calor que está entrando lá é sempre crescente, né?
- 40:13Está botando mais carcaças ou até a mesma quantidade de
- 40:16carcaças, porém mais pesadas. As carcaças se encostam, o frio,
- 40:21o vento frio gelado que devia. É facilitar o resfriamento
- 40:25passar, passando por entre as carcaças, isso fica quase que
- 40:28impedido. Então, AAA.
- 40:30Retirada de calor, o músculo fica quente na primeira hora.
- 40:33Nos primeiros 90 minutos, a temperatura do muscular que
- 40:36devia estar já quase perto dos 30° ou abaixo disso, está em 35,
- 40:4136° ainda. A desnaturação irreversível da
- 40:44proteína muscular e a causa número 1.
- 40:47Hoje, carne PSE. Não é genética.
- 40:51Isso que a gente perguntar, então, hoje seria a causa número
- 40:531 de PSA, não é? Eu falei resfriamento, sem
- 40:55dúvida, associado ao manejo pré abate, né?
- 40:58Mas genética, nutrição, isso é isso aí.
- 41:01Está bem resolvido para PC. Hoje, o gargalo operacional é o
- 41:06resfriamento, por isso que o choque térmico aquela.
- 41:10Aquela frio forçada nas primeiras horas da carcaça, que
- 41:14é muito utilizado, ele é bastante positivo para isso.
- 41:18Para retirar o calor o mais rápido possível e as carcaças?
- 41:21Tá ficando mais gorda? Não, porque elas estão ficando
- 41:24mais gorda para depreciar. Está mais gorda porque estão
- 41:27ficando mais pesadas, carcaça mais pesada, é mais gorda.
- 41:31Isso tamanho de Cássio exatamente isso todo o
- 41:34frigorífico quer o grande maioria dos flores querem mesmo
- 41:37que não querem as mais, as mais pesadas, vem das granjas.
- 41:41Se fizer 11. Uma curva de dispersão bem
- 41:46simples, né? Carcaça por carcaça, que é o
- 41:48único momento desse numa cultura onde o sono é pesado,
- 41:50individual, né? É no frigorífico, carcaça para a
- 41:53carcaça. Antes ele não é pesado,
- 41:54individual, só experimentalmente, mas
- 41:57comercialmente não. E isso?
- 42:01Afeta bastante. A integridade das proteínas e,
- 42:05consequentemente, a qualidade da carne.
- 42:06No dia seguinte, lá na desastre. Então isso é algo que eu estou
- 42:09chamando atenção aí das empresas que eu, que eu trabalho com eles
- 42:12pra olhar bastante OA questão do resfriamento.
- 42:16Das carcaças, porque é a solução tem sido fácil?
- 42:20Não, não. Não, a solução não é fácil para
- 42:23uma questão operacional como você ter.
- 42:26É capacidade de gerar mais frio. O custo disso é grande, né?
- 42:31É o custo desse equipamento de gerar mais fria.
- 42:34É grande a você pode, enquanto você não consegue o frio ideal,
- 42:38você manipular as carcaças ali de forma que elas não se
- 42:41encostem. Dividir é entre câmeras, né?
- 42:44Porque fica mais leve lá. As medianas, nas outras câmeras
- 42:47mais pesadas, dá mais frios. Onde estão as mais pesadas.
- 42:51Mas hoje quase que 20% a gente vê uma curva de dispersão, de
- 42:55peso de carcaça. São de carcaças pesadas.
- 42:59Eu estou falando de carcaça acima de 100 kg, né, sem cabeça.
- 43:02E aí são gorda, gorda, no sentido não de gorda, de excesso
- 43:05de gordura. Elas têm mais gordura porque são
- 43:07mais. O animal é mais pesado, não
- 43:08querem mais cobertura, tem mais cobertura, cobertura exato para
- 43:12cada sentido, para cada milímetro de toucinho.
- 43:15Nós temos nenhuma agregação de 700 g por carcaça de gordura
- 43:19dura, então se agrega 4 mm em 4 vezes, é você tem 2 kg e 800 de
- 43:24gordura dura há mais, essa carcaça que é um isolante
- 43:28térmico, o que também atrapalha no resfriamento.
- 43:31Então eu eu tenho aconselhado muitos frigorífico olhar esse
- 43:34ponto. Excelente, excelente ponto de
- 43:36observação e não adianta nada a gente evoluir na produção, em
- 43:40nutrição, no macho Imuno castrado, mas no durock e aí
- 43:45você desperdiçar isso daí, né? Então, seria uma boa gestão de
- 43:49resfriamento, seria isso? Isso é um resfriamento.
- 43:54Porque às vezes nem qual o seu resfriamento a sua quantidade de
- 43:57calor que está colocando aí na Câmara fria é porque sempre nem
- 44:01sempre você vai conseguir pela gestão dos equipamentos.
- 44:04Aí você tem que fazer a gestão de um das carcaças e um carcaça
- 44:08do de um tratamento enquanto você não consegue colocar o frio
- 44:11ideal, principalmente nos primeiros 90 minutos.
- 44:16Já pensou estar no top 1% das mina cultura?
- 44:19Acesse academia suina.com.br, invista no seu conhecimento.
- 44:26USP Nokia só é possível através do apoio de empresas inovadoras
- 44:30e que apoiam a educação continuada na sua, na cultura
- 44:32Brasileira, ao tech soluções nutricionais para potencializar
- 44:37uma produção rentável e mais sustentável.
- 44:40Giga alta performance sem esforço e lanco, alimento e
- 44:45companheirismo enriquecendo vidas seva sempre com você.
- 44:49Além da saúde animal, a MS schippers é especialista em
- 44:54biosseguridade na produção animal e oferece soluções para
- 44:57você, produtor, obter melhores resultados através da higiene.
- 45:02Acesse www.schippers.com.br e conheça a linha MS Gold.
- 45:08O sucesso na produção animal começa com uma boa gestão de
- 45:11higiene. Peloso, nosso tempo aqui
- 45:17infelizmente está se esgotando. A vontade é de continuar porque.
- 45:22Oo. O bate-papo técnico tá excelente
- 45:25aqui, com muitas informações riquíssimas que eu acho que de
- 45:28grande valor para a cadeia, eu. Eu não tinha dúvida disso.
- 45:32Mas eu tenho um restante agora de tempo para te fazer algumas
- 45:36perguntas mais pessoais, e aí eu tenho 2 perguntas.
- 45:42Primeiro. Bem, eu sei que a tua rotina,
- 45:44toda a demanda é muito grande, né?
- 45:46Você é um dos poucos profissionais que estão ali na
- 45:48linha de frente resolvendo o problema da indústria.
- 45:50Como esse relator aqui, então imagino que a tua agenda não
- 45:53deve ser nada tranquila. Sou uma pessoa que sempre gostei
- 45:58de aliar aí o ar livre, a condição física, né?
- 46:02Não que eu seja nenhum atleta. É não conseguir correr atrás da
- 46:06bola jogando futebol. Tentei o surf também.
- 46:09Não, não deu. Então eu falei, vou pedalar,
- 46:12acho que é mais fácil, menos risco.
- 46:15E com a grande contribuição, aí a minha saúde.
- 46:19Então eu, quando eu tenho essa oportunidade aqui em Itajaí, eu
- 46:22pedalo até a praia, né? A praia brava aqui em Itajaí Ho
- 46:25e volto e me sinto muito bem. Vejo que não sou nenhum atleta,
- 46:30mas ainda consigo subir, descer morro.
- 46:32E me causam bem-estar muito bom, né, né?
- 46:36Dor finas, enfim. EE me traz assim, uma sensação
- 46:40bastante legal e aumenta a minha produtividade.
- 46:44Com certeza, seja em casa ou seja, fora de casa, trabalhando
- 46:47aí na no campo. É, então eu tenho esse hobby.
- 46:50Eu gosto bastante de pedalar e uma leitura também é bom, né?
- 46:55Pra gente não se sentir tanto aculturado, então eu gosto de
- 46:59ler livros aí de. É ciência política.
- 47:03A ciência econômica não é isso que a gente fazia.
- 47:05Uma pergunta, qual que qual é o livro que você recomenda para
- 47:08nós? Seria por segunda?
- 47:09Pergunta. Eu estou lendo um assim hoje,
- 47:13bastante, é. É interessante para o nosso
- 47:16momento político econômico aqui no Brasil, que é não existe
- 47:19governo de graça. É um livro de escritor, de
- 47:23economistas, né? Dando exemplo de outros países,
- 47:25não é? Que saíram dessa ilusão de que o
- 47:28governo resolve tudo e partiram, lógico, o governo, o estado, ele
- 47:31é importante. Mas ele não pode ser onipresente
- 47:35nem substituir AA iniciativa privada em vários aspectos.
- 47:40Então, ele traz exemplos de vários países.
- 47:43Canadá, Suécia, né? Que atingiram aí um nível, ahn?
- 47:48Econômico ainda superior ao brasileiro trilhando por esse
- 47:52caminho, né? É onde as pessoas, né?
- 47:55A população foi é. Digamos assim, educada e
- 47:59convencida. É de algo, por exemplo, que eu
- 48:03que eu, que eu aprendi na Austrália, né, que eu do with
- 48:05your self, né? Nós não espere nem o estado, nem
- 48:08a igreja, resolveu teus problemas, você resolve o teu
- 48:10problema. Se você não conseguir.
- 48:12Depois da 18ª tentativa, aí você apela para Deus ou para o
- 48:17vereador, pro presidente, mas antes disso você consegue do
- 48:19with your self, você tem todas as capacidades físicas e
- 48:24emocionais para resolver grande parte dos problemas pessoais e
- 48:27avançar na vida como ser humano. Então esse é OEA, economia, né?
- 48:32É tem grande responsabilidade nisso aí.
- 48:36Acho que o momento que nós estamos vivendo, né?
- 48:38Não um momento nesse ano o ano passado, mas nas décadas que nós
- 48:42temos vivido aí, acho que a cultura do brasileiro ou mais de
- 48:477 do brasileiro, eu acho que tem.
- 48:48Está na hora de mudar. Realmente, cara.
- 48:50É, infelizmente, isso é uma cultura Latino Americana, né?
- 48:54Eu não sou nenhum estudioso de história, né, mas gosta de dar
- 48:57minhas. É.
- 48:59A em ser fazer inserções aí nessa nessas ciências, né?
- 49:02Além da da ciência veterinária da ciência do animal Science,
- 49:06que nós tanto praticamos. Mas é uma cultura
- 49:09latino-americana, né? Acreditar que é o é o governo,
- 49:12é, são as outras pessoas que tem que resolver o teu problema.
- 49:15É exatamente, a gente vai para outras pinturas e ver isso.
- 49:19Veloso, excelente, mas está mudando lentamente.
- 49:22Mais tá, tá? Eu também aqui também é e outra
- 49:26não é o governo que tem que mudar, é nós que temos que
- 49:27mudar, Ponto Final, exatamente alidade mudando, a gente começa
- 49:31a expandir isso daí e eu Eu Acredito até porque nós vivemos
- 49:36num país com potencial enorme, né?
- 49:38Fantástico porque não basta ver onde nós trabalhamos, né,
- 49:41Vinícius, você tocou num aspecto, assume cultura
- 49:44Brasileira, é a quarta maior do mundo, nós estamos fazendo,
- 49:46produzindo 60000000 indo por ano EE.
- 49:49Só para um dado para terminar a nossa conversa, que eu acho que
- 49:51é muito interessante a gente pegar 60000000 de suínos por
- 49:54ano. É dividir por horas, dias e
- 49:58horas trabalhadas de frigorífico.
- 49:59Dividir por 260, vamos dizer 260 dias úteis no ano, 8 horas e
- 50:04meia de destino de de, de, de, de abate, de suíno essa conta.
- 50:08Ela é espantosa, ela te dá quase 400 anos por minuto.
- 50:11Não tinha feito esse cálculo. Adoro essas regras de 3.
- 50:15Dos homens, 400 cada minuto por minuto, em hora trabalhada de
- 50:20frigorífico aqui no Brasil. Claro, né?
- 50:23E outra coisa, quando eu olho para o terceiro, que é o Canadá,
- 50:27em exportação, né? Pelos nós estamos aproximando,
- 50:29né, cara, porque há há 5 anos atrás a gente olhar fala, aí vai
- 50:33ser difícil. 7 anos atrás nós estamos aproximando, né?
- 50:37E que tenhamos também a visão da qualidade dessa indústria
- 50:40canadense, que é fantástica também muito importante.
- 50:43Nós nós estamos chegando lá, né? Eu acho que é.
- 50:48Nossa contribuição tem sido bastante válida.
- 50:50Aí a minha, a sua, para que os as empresas brasileiras atingiu
- 50:55esse nível de de qualidade no produto que eles exportam, ou
- 50:59mesmo que é consumido aqui dentro em seguinte?
- 51:03Comprou os ouvintes, eu acho que é.
- 51:05Valeu muito a pena esse bate-papo.
- 51:07Conversamos aqui sobre basicamente.
- 51:10É a experiência, a grande experiência pelos tem.
- 51:14É? Em relação a qualidade de
- 51:16carcaça e carne, quais são os fatores envolvidos no pré e pós
- 51:21abate, né? Falando de jejum incorreta,
- 51:23atordoamento, que são do macho inteiro, né?
- 51:26Como a gente tem que adequar até mesmo antes de chegar no
- 51:28frigorífico? O durock, né?
- 51:31Rever um pouco os programas de rápido para mina interessante
- 51:34isso daí. Por último, essa mensagem que
- 51:37que ele nos trouxe, não vou dizer fresca.
- 51:39Muito importante. A questão do resfriamento,
- 51:41principalmente nessa sazonalidade, às vezes de peso
- 51:43de abate. Então bate-papo.
- 51:45Foi muito legal. Espero que vocês gostem.
- 51:47Peloso, muito obrigado cara pelo seu, pelo seu conhecimento, por
- 51:51compartilhar o seu conhecimento e sua experiência com a gente.
- 51:55Início a satisfação é toda minha.
- 51:56Foi um prazer enorme dividir se essa hora aqui com você, um
- 52:01ilustre colega, um amigo que estamos junto aí, hora que eu
- 52:04precisar só ligar, manda um ZAP que a gente tenta resolver, com
- 52:08certeza vou te incomodar com o segundo episódio, obra já valeu
- 52:12obrigado tudo de bom.