Latest / E se...? / E se redirecionássemos a nossa agência?
Transcript
- Pedro Figueiredo: Olá, bem-vindo aqui a mais episódio do podcast. E se meu nome é Pedro Figueiredo, obrigado a quem vai acompanhando e quem vai deixando feedback. Este podcast, como já repeti várias vezes, tenta mostrar aqui dois pilares para mim fundamentais, a saúde e a filosofia. Saúde, para mim é o mais importante. Se eu quiser experienciar minimamente com qualidade algo na minha vida, só se eu estiver bem de saúde é que eu posso usufruir disso. E depois a parte filosófica, que é exatamente pegar nas... questões importantes da nossa vida, refletir sobre elas, porque a maneira como nós pensamos, já vimos noutros episódios, vai condicionar as nossas decisões e comportamentos, logo a nossa saúde, a nossa experiência. Portanto, está sempre aqui tudo à mistura e estou a repetir isto só para dizer que exatamente este episódio provavelmente vai misturar muitos episódios, muitas ideias e conceitos abordados noutros episódios. Só que aqui sobre uma palavra que talvez não tenha abordado nenhum de forma mais focada ou concreta. E este episódio também vai surgir aqui num formato pouco freestyle, porque a verdade é que eu não pensei muito no guião ou nas ideias que eu queria abordar, portanto vamos ver o que que sai. Mas sai acima de porque é uma palavra que está ou que tem vindo a estar constantemente no meu pensamento. no meu cérebro e que de alguma forma, se calhar, eu vou só aqui partilhar pouco as minhas reflexões, as minhas preocupações, minhas questões sobre isto mesmo. E a palavra é agência. Agência no sentido de que eu acho, ainda, que tenho algum poder ou capacidade de controlar algumas coisas. da tal experiência que é a vida. Só que, só que, à medida que a vida vai acontecendo, que nós vamos experienciando coisas, que vamos lendo e estudando coisas, aprendendo coisas, ouvindo outras pessoas... Eu vou percebendo que esta agência é diminuta. Para aquilo que era a minha ideia, aqui há muitos anos atrás, e aquilo que é a minha ideia agora, houve uma redução drástica naquilo que eu acho que é essa capacidade. E porquê que eu digo isto? Porque a nossa vida, como nós sabemos, poderia ser aqui categorizada ou dividida várias áreas, área profissional, depois nós temos... as finanças, o trabalho, mas nós temos também a logística do dia dia, do que é preciso para eu conseguir, digamos, movimentar aquilo que é o planeta, as relações com os outros, fundamental, já abordámos várias vezes este tópico também, e então eu vou exatamente chegando à conclusão que esta capacidade tem que ser muito... Tem que ser pensada porque ela é uma capacidade que é, eu diria, muito importante, muito escassa e que implica energia. E por isso, se eu não pensar nela, eu vou acabar muitas vezes frustrado. Por quê? Porque eu achava que essa capacidade, ou eu teria agência determinadas coisas e eu começo a chegar à conclusão que não. Mas antes eu achava que sim, e portanto eu se calhar forçaria coisas, teria grandes expectativas sobre coisas ou pessoas, e passava talvez grande parte da vida a pensar, bólas, bólas, que pena, que chatice, estou frustrado, ansioso e por aí fora. E quando eu começo a pensar nas várias coisas que interferem minha vida, desde a maneira como nós estamos organizados sociedade e a gestão dessa sociedade, parte política, onde eu penso que já aqui há uns anos para atacar, como é óbvio, eu tenho exercido o meu direito de voto, quando há hipótese eu vou votar, muitas pessoas o fazem. na crença ou com a ideia de que de facto se não estamos satisfeitos com algo temos que tentar ao máximo exercer o nosso poder de influência, vamos chamar assim, para condicionar o que pode vir a acontecer daqui para a frente. A conclusão que eu vou chegando é esta. Primeiro quando não estamos satisfeitos com algo tendemos a duas coisas, ou ficar na mesma Ou seja, votar na mesma porque se calhar eu até já me habituei a não estar satisfeito e de pensar que isto poderia ser algo completamente contrário, mas que eu não conheço, ou que eu não acredito e que não há aqui o meio termo. Portanto, eu prefiro aquilo que eu já conheço. Não estou satisfeito, mas já conheço. Portanto, eu prefiro isso. Eu estou aqui numa versão de... de acima de tudo poupar energia e tentar não ser frustrado com coisas que eu não sei. Ou então, muitas vezes as pessoas tendem exatamente a ir para o oposto. Porquê? Não gosto disto. Isto só mesmo se virar a 180 graus é que vai ter algum impacto. Mas... Eu posso estar errado. Isto é apenas a minha opinião e portanto vale o que vale. Mas aquilo que eu vejo é que de lado ou do outro... por aqui ou por ali, o impacto é quase nulo. É quase nulo, ou seja, podem-se ver algumas coisinhas, muito poucas, coisas muito superficiais e que têm pouco impacto na vida das pessoas. Porque a verdade é esta, que eu percebo bocadinho mais da estrutura, da hierarquia, e entendo que, bom, mesmo que vá este indivíduo, ou este partido, ou aquela ideia, é aquela que ganhou, no final esta ideia vai ter grande filtro, é quem está acima. Nós achamos que calhar quem manda é determinada pessoa ou lugar na nossa estrutura política Portugal, mas acima desse está outra estrutura. E provavelmente acima dessa estrutura estará ainda uma estrutura mais global. Portanto, eu entendo que no final, e isto vai sendo assim uma escadinha, até quase ao município, à Junta de Vareseia. Portanto, o poder é mínimo. O impacto é mínimo. Mínimo, mínimo, mínimo. Por isso, eu começo a sentir é que, independentemente de eu manifestar, isso não gera qualquer... não se traduz qualquer alteração significativa. As coisas continuam mais ou menos da mesma, para não dizer muitas vezes piores. Depois, eu vejo de facto que não concordo e não pode ser. Os preços dos combustíveis estão cada vez mais altos. Algumas pessoas manifestam-se, impacto nenhum. Porquê? Porque me incentivo para, se calhar, os combustíveis estarem mais altos. É grande e depois nós todos vamos, como é óbvio, pensar de uma forma sustentável que é mais interessante então. Ou não só interessante, como possível. é ter carro elétrico, exemplo, porque a eletricidade é mais barata, porque há incentivos para comprar carros elétricos, porque na verdade isto tudo está muito conduzido para aquilo que se pretende. Portanto, vamos todos fazer mais ou menos isso. Mais tarde ou mais cedo toda a gente, se calhar, irá fazer isso até chegarmos ao ponto que é tudo assim. E portanto, estamos a falar de uma questão de... Ok, eu preciso se calhar de transporte para mexer, existe a política porque existe, porque eu vivo... numa sociedade e portanto, vivo sobre determinadas regras, determinadas orientações e isso tem muito impacto. Tem impacto nas empresas, tem impacto a nível individual nas famílias, nas pessoas, portanto isso tem impacto. Depois vamos para uma área, por exemplo, das relações e eu percebo que o impacto que eu tenho no outro é mínimo. Aliás, está diretamente proporcional ao outro permitir que eu tenha impacto ou não. Se o outro se permitir ou ouvir, pode ter impacto. pode ter realmente mudar até vinas. Mas a maioria das pessoas prefere não permitir que os outros tenham impacto si. Porquê? Ou só a nível superficial, ok? Dizes coisas, eu rio-me, etc. Estamos aqui interagindo, mas pronto, ponto final parágrafo. Porquê? Porque eu permiti-lhe o outro, que a opinião do outro tenha impacto mim, implicaria eu, pois, mudar. E eu mudar para uma coisa que eu, se calhar, nunca fui, ou nunca pensei, ou nunca agi... É desafiante porque isso vai gastar muita energia. Estamos aqui novamente, lá está a tocar outros episódios. E por isso eu só me permito ser influenciado a ter certo ponto. Portanto, eu também sinto que muitas vezes, por mais que queiramos ajudar os outros, cheios de boa intenção, isso nem sequer está a ser posto aqui causa, isso já foi posto causa noutros episódios, mas aqui agora nem sequer estou a isso causa, estou só a dizer que eu também sinto que de facto... só vai até do outro deixar ir. Ok, nas relações? Quase nenhum. Na política? Quase nenhum. Nos preços de combustíveis? Quase nenhum. E é só exemplo, digamos assim, bocadinho parvo, para dizer que na verdade, o nosso comportamento, se nós formos haver, é altamente condicionado por aquilo que, digamos, os outros decidem... As coisas são decididas, são conduzidas, são planeadas, são pensadas e nós vamos aqui tipo... agora estão a dizer que é para ir para a direita? Pronto, vamos para a direita. Agora dizem que tem mesmo que ser para a esquerda, porque se não fomos para esquerda acontece não sei o que. Bom, aí lá vou eu para a esquerda. E pronto, e é isto. E por isso eu vou cada vez refletindo exatamente que é... onde é que eu quero gastar a minha energia? Vem até aqui bocadinho, vai puxar, por exemplo, lá está, uma filosofia mais estoica... que diz exatamente que devemos concentrar a nossa atenção nas coisas que nós controlamos. Mas mesmo as coisas que controlamos nós temos que pensar a sério e profundamente sobre elas, porque algumas que achamos que controlamos, não controlamos. E portanto eu tenho que pensar, até porque também já vimos, por exemplo, num episódio que abordámos aqui o livro arbítrio, vimos aquilo que a ciência vai cada vez mais demonstrando. a todos os níveis, não só o impacto que tem tudo o é o meu passado até ao momento, como também se consegue perceber, medindo a atividade cerebral, que ainda a pessoa não está consciente de uma determinada tomada de decisão e o corpo já manifestou essa tomada de decisão com pequenas alterações no seu estado. E isso é detetado. Quer dizer que, na verdade, o cérebro já decidiu o corpo já reagiu e eu só ainda não tive a noção. Portanto, livre-abrilito também se vai percebendo que é mínimo ou, quem sabe, até inexistente para alguns pensadores. Portanto, no final, o que é que sobra? Sobra exatamente eu pensar que, bom, então a energia, a minha atenção, que é aquilo que depois orienta o gasto de energia, tem que estar... muito bem definido, que é até que ponto é que eu posso ir. Eu posso ter controlo na minha saúde? Eu penso assim, sim. Sim, mas já é condicionado. Porquê? Porque, olha, o que que depende da minha saúde? Depende da minha alimentação grande parte. O que é que a minha alimentação? Na maioria das vezes, não faço ideia. Ainda vivemos numa... num sítio aqui, para quem está Portugal, na União Europeia, que vamos tendo aqui mais regras restritas sobre nós termos a informação do que é que nós estamos a comer. Já existem sítios que não é bem assim e eu não sei o que é vai acontecer no futuro. Só estou a dizer que muitas vezes nós não temos a certeza ou não podemos ter a certeza daquilo que realmente estamos a colocar para dentro do nosso corpo. Seja que... seja medicamentos, seja água, seja o que for. Já há muita incerteza sobre isso. dizer que há parte, há aqui uma parte daquilo que tem impacto na minha saúde que eu não tenho noção. Já não controlo tudo, quase de certeza. mas o que compressona é há aquele senhor que é ele que produz, ele produz tudo o que tu comes? Não. Então vamos dizer que... Se calhar, garantidamente, 100 % daquilo que pomos para dentro, nós não o controlamos. Ok? Depois, eu penso, e o que que contribui mais para a minha saúde? o ar que eu respiro. Controlo o ar que eu respiro. Difícil. Muito difícil. Porquê? Porque até as temperaturas influenciam se nós estamos mais expostos lá fora, mais dentro, se estamos expostos aos ars condicionados ou não. Se vamos para fora, se calhar há dia que está mais limpo e se calhar estamos menos exposto à poluição, mas no outro dia se calhar o céu está anulado de tudo aquilo que está cima de nós e nós estamos a respirar coisas que nem sabemos que estamos a respirar. E os nossos alimentos estão também, digamos, a respirar esse ar. E portanto, o que está a entrar para dentro de nós... tem impacto na nossa saúde, nós não o controlamos muito. Eu posso controlar aquilo que eu faço com o meu corpo? De certa maneira, sim. Ainda que, se calhar, eu possa ter algumas limitações ou condicionantes, mas eu posso tentar mexer-me, etc. Sim, mas veja só o impacto que tem coisas do nosso dia. As comodidades de todo o desenvolvimento tecnológico, eu não ter que mexer para ter comida, de eu não ter que mexer para os toros subirem ao descer, de eu não ter que mexer para pôr uma determinada música e falo com não sei o quê e ele põe a música a tocar, de eu não ter que me deslocar quase a pé e chamo o Uber. Portanto, a roupa, determinadas profissões, só para dar-se exemplo até engraçado, que eu tenho que investir de determinada maneira. no meu local de trabalho, eu vou me movimentando e essa roupa me restringe os movimentos, eu nem sequer controlo os meus movimentos, eu tenho ideia que sim, mas não, porque eu não consigo esticar o braço, porque subir os dois braços, retirar a camisa dentro das calças, depois é uma chatice, então eu começo a limitar esses movimentos. Até mesmo a maneira como eu me mexo eu não controlo e veja-se, se calhar muitas vezes eu preciso estar movimento, preciso desperdiçar. apreciamos dançar, apreciamos mexer de uma forma muito diferente, vamos dizer assim, mas não. Porquê? Por causa dos olhares dos outros. agora estou aqui na rua, ainda no outro dia vi vídeo que eram pessoas que tinham fones, aparecia no meio da rua, começava a dançar e toda a gente começa a rir-se, uns a pontar os dedos, os outros a filmar, tipo, quem é aquele maluco? Porque ninguém está a ouvir a música que ele está a ouvir. E ele, de repente, no meio da rua, começa a dançar. Depois vem outro, portanto aquilo era tudo combinado. Mas para mostrar que de facto... não é tão normal assim nós movimentarmos e manifestarmos fisicamente aquilo que nós quisermos. Sei que isso tenha como é óbvio impacto do jeito, não vou bater ninguém, é? Mas por que é que eu não faço agachamentos e lães no meio da rua? Por que é que eu não danço no meio da rua se me abdice? Por que é que eu não me estico? Por que é que eu não faço alongamentos no meio da rua? Ok? Portanto, não fica bem. Portanto, a saúde que depende do meu movimento também já é condicionada por tudo aquilo que está à minha volta, pela roupa, pelas pessoas, pelas comodidades, por tudo isso. E, portanto, o meu descanso? Controlo? Primeiro, quase não controlo muitas vezes os meus pensamentos e vou para a cama a ruminar sobre ideias e não consigo descansar. Depois estou exposto a acrãs e a notícias e etc. e algoritmos que me fazem ficar preso ao telemóvel e fica ali mais não sei quanto tempo e isso prejudica o meu descanso. Depois a alimentação prejudica o meu descanso. São os horários porque eu tenho que ficar a trabalhar mais tarde, etc. e eu não descanso, é o stress. Então vamos ver se realmente a nossa saúde está sob o nosso controlo. Estão pequeninas partes, pequeninas partes dela. Está uma pequenina parte daquilo que eu posso fazer ao outro nas relações. A maneira com o meu reajudo, com o meu falo, com o meu questiono, com o meu... Ajudo o outro, me mostro disponível. Mas, portanto, isto tudo para mostrar, por camadas, que de facto, no final, como são poucas as oportunidades, é pequeno impacto. Mas ainda assim, eu continuo a acreditar que o impacto dessas pequeninas coisas pode realmente resultar eu estar melhor e aproveitar mais a minha vida? Então, eu continuo a investir nelas. Aquilo que eu tenho de fazer é este trabalho de reflexão, de pensar. A minha atenção está canalizada com a sua energia, com a devida energia, para aquilo que realmente tem impacto ou está canalizada para tanta coisa que no final não se traduz nada ou muitas vezes até se traduz mal-estar, emoções negativas? discussões, frustração e por aí fora. Portanto, a urgência para estar aqui, sempre que, por exemplo, acaso, me apareceu aqui há uns tempos uma petição pública, porque há uma, digamos, uma proposta para... que vai, na visão de algumas pessoas, destruir uma parte grande do Parque Natural de Sintra. Portanto, há muita gente a manifestar-se contra isso, empreendedorismo, as casas a destruir aquilo que é a natureza e etc. E claro, há outras visões. De acordo com a minha visão e de acordo com aquilo que eu acho, eu fui lá e manifistei a acreditar que talvez aquilo tenha impacto. Vejo mais pessoas a acreditar, mas ao mesmo tempo sem acreditar e a pensar... Isto no final... mesmo que sejam dois mil, dez mil, não sei quantas pessoas a manifestar-se, será que realmente isso vai fazer com que aquilo, esse projeto, desapareça? Quando os incentivos são muito grandes e os argumentos e etc. são tantos, supostamente, positivos? Não sei, não é? Vamos fazendo exatamente as pequeninas ações no dia dia, estando atentos a encontrar essas... oportunidades para, de repente, só porque sim, ajudar alguém, abrir a porta alguém, falar bem com alguém, perguntar alguém como está. Ok, agora até tenho hipótese de mexer o meu corpo. Vou mexer, vou me absterir bocadinho mais das opiniões dos outros e se me apetece andar de tronco nua a apanhar solo, vou apanhar porque isso me faz bem e isso não tem impacto nenhum na saúde dos outros e no bem-estar dos outros. Portanto, vamos relaxar bocadinho, se calhar, sobre isso. E vamos fazendo então, sempre assim, o que é que é preciso para eu estar bem. Tentando perceber que facto muitas vezes olhamos para o outro lado do mundo a acontecer coisas e pensamos o que é que eu posso fazer. Ainda nem olhei para o lado e ver que, se calhar hoje, o meu vizinho precisa de algum apoio, porque teve alguma chatice casa ou está com algum problema. Portanto, se calhar não querer muito, porque na verdade eu não tenho impacto quase nenhum nisso. E olhar mais perto. Não numa perspetiva de ser egoísta, mas perceber que, se calhar, esticar o braço até o outro lado da rua, estender uma perna ou qualquer coisa, ou a minha ação, mais dentro da minha comunidade, vamos dizer assim, dentro do meu negócio, dentro da minha cidade, onde quer que eu me desloque, ir com essa atenção para onde quer que eu vá, se calhar eu posso, com as pessoas com que eu interaja, ter algum cuidado, mas manifestar bem-estar, bem querer, pequeninas coisas, onde nós talvez ainda vamos conseguir usufruir dessa agência. Por tudo o resto, é mesmo depois a nossa capacidade, diria, de sermos flexíveis, também até o nome do nosso projeto, forte e flexível, porque a verdade é que o contexto muda. muitas vezes muda do dia para a noite, muda muitas vezes de forma catastrófica, como nós já tivemos situações dessas, e que vemos que o facto das pessoas não serem flexíveis faz com que se entrem discussões que as pessoas sejam egoístas, sejam umas para as outras, vez de continuar a defender bem comum. Portanto, para aquilo tudo que não controlamos, que é... grande parte, eu diria, noventa e tal por cento do contexto. Então eu vou tentar ser o mais flexível possível para lidar da melhor forma possível exatamente com essa, entre aspas, realidade. Fica aqui esta pequena reflexão sobre isto tudo que para mim tem mesmo muito impacto. Se calhar eu não consegui expor da melhor forma essa reflexão. mas deixa a palavra para sentar bocadinho, perceber onde é tem estado a canalizada a sua atenção, a sua energia, o que é isso tem gerado de retorno, se tem estado bem, se não tem estado bem, se tem gasto mais tempo, se calhar, que aquele que poderia gastar realmente no que é importante e isto poder ajudar, muitas vezes, a tomar decisões conforme aquilo que é irrealmente importante, outras que são urgentes ou prioritárias. e assim fazermos melhores escolhas. Até a próximo episódio. Até lá. Cuide de si!