Latest / Surra de Lúpulo / Aprofundamento na Escola Americana. Papo com Rodrigo Sawamura | Surra #157
Transcript
- 0:08Hipocondríaca apresenta? Surra de lúpulo, oi pessoal, bom
- 0:16dia, boa tarde, boa noite, eu sou Ludmila, mais conhecida no
- 0:21Instagram come pra quadrilha, CA e no programa de hoje meus
- 0:25amigos, nós vamos arrematar e finalizar com chave de ouro essa
- 0:29série que é a queridinha do nosso público escolas
- 0:33cervejeiras. Hoje, com o último episódio, que
- 0:36é sobre o aprofundamento da escola Americana, essa é meio
- 0:41ano, eu odeio, né? Para nos ajudar nesse papo,
- 0:43estamos com Rodrigo samura, que já esteve conosco aqui falando
- 0:46sobre a experiência dele no Campeonato Brasileiro e mundial
- 0:49de sommelier. Mas antes de pedir que o nosso
- 0:53convidado deu um alô, a gente tem um prazer de informar que
- 0:55esse programa é oferecido pelos nossos mecenas empresariais.
- 0:59Hub r esperei, cervejaria uçá, viver o Vandenberg, prússia Bier
- 1:05e cerveja da casa. Agora sim, Rodrigo dá um alô pra
- 1:11galera conhecer sua voz. Boa noite galera.
- 1:14Boa noite, bom dia, boa tarde pra todos.
- 1:17Bem-vindo, Rodrigo e eu sou o Leandro, mas hoje vocês podem me
- 1:21chamar do bastardo arrogante. Pronto essa minha persona do
- 1:25dia, até porque Ela Foi inspirada numa cervejaria
- 1:29Americana chamada a arrogantes, consórcio que criou a cerveja
- 1:34arrogante bastante. Ai, o que o tema tem a ver com o
- 1:38que você falou? Lud.
- 1:39O slogan dela é rated by many love by feel, olha que escrota,
- 1:44cara. A tua carinha, então é ame.
- 1:50Eu deixa mesmo cara assim, sabe? É muito escroto.
- 1:54Tinha mesmo falando de cerveja, a gente bate esse papo tomando
- 1:58uma cerveja. Eu queria saber, Rodrigo, o que
- 1:59que você está bebendo por aí? Se estiver bebendo, se não
- 2:02estiver tudo bem ainda não deu tempo.
- 2:04Eu acabei de chegar da correria, tô de água com gás ainda
- 2:09perfeito, espero chegar na minha cervejinha logo após ou se não
- 2:13fica pra amanhã mesmo, é isso, tá ótimo, mas tá uniformizado de
- 2:16Estrela Galícia que eu vi tô, tô uniformizado aqui, confesso, vai
- 2:22um momento de parentes assim confesso, eu tenho uma pontinha
- 2:26de inveja assim da galera que consegue ainda manter aquela
- 2:29rotina. Né?
- 2:31De sair para descobrir coisas novas, experimentar novos
- 2:34sabores, novas cervejarias. Juro por Deus que eu sinto uma
- 2:38pontinha leve de ciúme dessa história toda aí porque.
- 2:43Acaba que a agenda mais curta do que a gente, se a cumprir esses
- 2:47rituais cervejeiros aí no dia a dia, putz, infelizmente, né?
- 2:51Você lute que você está bebendo aí então eu estou aqui com raiva
- 2:54do microfone, pra variar ã tá me ouvindo bem, tá?
- 2:57Tô te ouvindo super bem, eu mudei uma configuração aqui
- 3:00porque eu quero que tenha a porcaria do barulho da garrafa,
- 3:04que eu vou abrir agora. Nesse momento meus amigos, então
- 3:06vamos lá e mais uma tentativa, capítulo número 1000000 entre eu
- 3:11e o microfone microfone, eu, eu estou com a Mao, Teca, a Viena
- 3:15lagger da mal tech, a gente recebeu aqui uma quantidade
- 3:18enorme de cerveja da Mao Teca, muito obrigada.
- 3:23E eu vou abrir agora, vamos ver. Vamos ver se o microfone vai me
- 3:25ajudar. Foi pequenininho, mas foi puta
- 3:30que pariu, é? Eu também ouvia, que porra é eu
- 3:34ouvi? Foi pequeninho, vou te dar uma
- 3:36dica, porque agora eu percebi o que você fez?
- 3:38Você abre atrás do microfone, você tem que abrir na frente do
- 3:42microfone, não. Isso foi o que eu fiz dessa vez,
- 3:44Leandro, nesse neste capítulo, no capítulo da semana passada,
- 3:49eu já abri na frente, eu já botei aqui, eu já tipo, sei lá,
- 3:52cara, já já, não sei mais o que fazer, tenha paciência e você
- 3:56bastardo arrogante, amado por poucos, odiado por muitos, que
- 4:03que você está bebendo? Aí eu estou bebendo.
- 4:06A fusca azul da prússia Bier, American IPA, né?
- 4:11À garota? Isso aí, cara, tu tu pensa nessa
- 4:13porra, né, velho? É, conheci e te harmoniza com o
- 4:17tema. Pois é, rapaz, olha só, eu penso
- 4:21pois é, eu não às vezes eu esqueço.
- 4:32E vamos que vamos. Se você é desses que é fã do
- 4:35conteúdo que a gente produz por aqui, que dá risada com as
- 4:39piadas que fazemos que se emocionar nas tretas que
- 4:42debatemos, se você aprende alguma coisa que vire um mecenas
- 4:46do surra de lúpulo, né gente? Por meio do site apoia.se barra,
- 4:50surra de lúpulo, escolha o apoio que cabe no seu bolso.
- 4:54Parte de 5 BRL. E aí, tá de bobeira?
- 4:57Já passou na loja do surra de lúpulo?
- 5:00Vista, o que você ouve, tenho certeza que temos uma estampa
- 5:05que é a sua cara, acesse loja ponto surra de lupulo.com.br.
- 5:10E compre a sua, a gente envia para todo o Brasil e mais em a
- 5:15gente. Tem mania de ficar soltando
- 5:16estampas novas, então não vai uma vez só.
- 5:18Não fica retornando nossa toda hora.
- 5:21Não pode ajudar com grana agora não tem problema meus amigos,
- 5:25ajude a gente a chegar mais longe.
- 5:27Basta enviar o link desse episódio pro amigo que gosta de
- 5:30cerveja artesanal de ypacarai velho.
- 5:32Duvido que você não conhece uma pessoa que gosta de IPA ou
- 5:35compartilhar nas suas redes sociais marcando a gente.
- 5:37Estamos em diversas plataformas de streaming, mas o coração
- 5:40enche de amor quando rola 15, eu vou repetir 5 estrelinhas do
- 5:44Spotify, se você vai dar 4, nem vai agora, se fechar o combo 5
- 5:48estrelas. Mais comentários não é para
- 5:49podcast a gente pira de Alegria. As avaliações ajudam as
- 5:52plataformas a entenderem que o nosso conteúdo é relevante e
- 5:54melhoram muito a distribuição dos episódios.
- 6:09Vamo que vamo. Então, Rodrigo, vamos lá, Bora,
- 6:13vamos começar do começo, né? Vamos contar um pouquinho da
- 6:16história da escola Americana de cervejas e as principais
- 6:21características. Bom, Bora lá, né?
- 6:24E um ponto mega interessante aqui.
- 6:26Então, se esse é o último episódio, imagina que já
- 6:30passamos ali por Alemanha, Bélgica, Inglaterra e o que tem
- 6:34de diferença em relação à história da cerveja Americana?
- 6:38Né? Que tá super relacionada a
- 6:40origem do país, né? Diferente desses países europeus
- 6:44que a gente acabou de citar os Estados Unidos entre aspas, né?
- 6:47Conforme a gente aprende lá na escola, foi Descoberto, então
- 6:51cerveja. Podemos dizer que tem origem a
- 6:54partir do descobrimento dos Estados Unidos e reza a lenda,
- 6:58né, que uma das primeiras cervejas ou das primeiras
- 7:01tentativas que os colonos ingleses fizeram ali para
- 7:04produzir alguma coisa parecida com cerveja, foi uma bebida de
- 7:09fermentação, né? Com base naquele milho em ou com
- 7:12base em cereais nativos ali dos Estados Unidos, então a gente
- 7:17tem. O início da história dos Estados
- 7:19Unidos da cerveja dos Estados Unidos com esse ponto de partida
- 7:24a partir daí, com o desenrolar da colonização dos Estados
- 7:28Unidos, que que a gente começa a ter, a gente começa a ter
- 7:31cerveja muito mais concentrada nas localidades onde começaram a
- 7:36se desenvolver ali, as primeiras civilizações despovoados.
- 7:39Então a gente está falando que é ali na região que hoje a gente
- 7:43pode falar que é Nova Iorque, por exemplo.
- 7:45Ali, meio nordeste dos Estados Unidos.
- 7:47Aham, então, as primeiras cervejarias aí que surgem nos
- 7:51Estados Unidos, né? São relacionadas a essa região e
- 7:55que que tem nessa região aí no início de colonização dos
- 7:58Estados Unidos. Principalmente, é ingleses e
- 8:02holandeses, então, basicamente, o que a gente tem ali naquela
- 8:06primeira etapa do desenvolvimento de cervejeiro
- 8:08dos Estados Unidos são cervejas ou tentativas de se fabricar
- 8:11cervejas que são, né, que recebem uma leitura, uma
- 8:15interpretação das cervejas que eram produzidas nessa época, na
- 8:19Inglaterra e na Holanda, principalmente.
- 8:21Então a gente tem predominantemente cervejas, veio
- 8:25com aquelas características mais maltadas, que geralmente a gente
- 8:27encontra nessa mesma fase do ano ali da história.
- 8:32É nesses países europeus, com o avanço da colonização, né?
- 8:36Com os Estados Unidos ganhando essas proporções, a gente vai.
- 8:40Evoluindo ali na quantidade de cervejaria, cervejarias vão se
- 8:44espalhando ali por esses territórios e vão crescendo em
- 8:47número até, né? A guerra da Independência, onde
- 8:50a gente tem ali a primeira grande queda, declínio da
- 8:52indústria cervejeira dos Estados Unidos.
- 8:55Tá? Então, a gente tem esse primeiro
- 8:57momento ali, muito focado na região nordeste, até a guerra
- 9:02das independente da Independência e ali naquela
- 9:04região muito se desenvolveu a cerveja sem o principalmente,
- 9:08né? Com esse olhar, com esse
- 9:09espírito de produção mais dos ingleses acontece, né?
- 9:13Com a evolução da história e com o passar dos anos que a gente
- 9:17começa a ter uma segunda onda migratória.
- 9:19Nos Estados Unidos, onde essa segunda onda migratória tem
- 9:23predominantemente alemães. Hora, né?
- 9:26Qual que é a cerveja mais típica ali, de processo de produção ali
- 9:30dos alemães? Então, principalmente com essa
- 9:34vinda da cultura alemã para os Estados Unidos, a gente começa a
- 9:38ter um mercado mais excedente, pessoas mais expostas a consumir
- 9:43ali cervejas é do tipo lá Graham é e, graças a um carinha chamado
- 9:48ali tinha um Wagner, né, que ele que importa, não sei como, né, e
- 9:53começa a desenvolver uma levedura lager.
- 9:55Nos Estados Unidos a gente tem, né?
- 9:57Esse segundo grande momento da história cervejeira.
- 10:00Norte-americana numa região um pouquinho mais central dos
- 10:04Estados Unidos, é a produção mais focada para uma filosofia
- 10:08mais focada na produção de cervejas largas.
- 10:10Tá? Então basicamente, né, esse é o
- 10:13primeiro grande movimento dos Estados Unidos e isso continua
- 10:18ao longo da história norte-americana.
- 10:20Até a lei seca. Até ali, a proibição nos Estados
- 10:24Unidos, onde literalmente a gente tem ali, né?
- 10:27Praticamente a extinção do mercado cervejeiro
- 10:30norte-americano. OPA, OPA, OPA.
- 10:34A partir daí, é um processo de ressurgimento, né?
- 10:38Que a gente tem que a gente pode abordar um pouquinho mais
- 10:41detalhadamente aí agora mais pra frente.
- 10:43Mas resumo da ópera, né? Então, 2 momentos principais,
- 10:46início da colonização perfeito, mas no nordeste influência muito
- 10:51grande de ingleses holandeses, que eram as pessoas que estavam
- 10:54habitando lá depois, a partir de uma segunda onda migratória, com
- 10:58a chegada de principalmente alemães mais numa região central
- 11:02dos Estados Unidos e graças a John Wagner, que traz essa
- 11:05levedura que cultiva essa levedura larga dentro dos
- 11:07Estados Unidos. A gente tem um segundo segmento,
- 11:10digamos assim, de de tipo de cerveja nos Estados Unidos e, a
- 11:13partir daí, o mercado norte-americano de cervejas
- 11:16começa a crescer muito até a nossa famosa lei seca.
- 11:20Muito maneiro, é muito interessante.
- 11:23Nessa linha do tempo que você traça, falando desde a
- 11:26descoberta, né? Desde a colonização até chegar à
- 11:30proibição, que também não foi um negócio do tipo assim, ó, hoje
- 11:34tem proibição, né? Tipo começou num dia é, vem uma
- 11:37onda conservadora, né? E ela vai se formando e se
- 11:41configurando até chegar ao ápice de, de fato, começar a
- 11:45proibição. Mas já existia um estados
- 11:47anteriores a proibir, chama nacional que já não estavam mais
- 11:51consumindo bebida alcoólica e et cetera.
- 11:53Então eu acho que eu acho que AA próxima pergunta vai se
- 11:56desenhando a partir daí, né? Não é possível falar em escola
- 11:59Americana sem estar a proibição, né?
- 12:01Então acho que vamos falar. O que que a lei seca ocasionou
- 12:04no mercado cervejeiro americano? Até após essa derrubada?
- 12:08Mas eu acho que é legal trazer esse chip.
- 12:09Tem um pouquinho antes, né? Dessa onda conservadora EEO que
- 12:12que ele trouxe depois, assim que que foi essa avalanche, depois,
- 12:16sim, então até esse momento aí que a gente tem de ruptura desse
- 12:21processo de crescimento no mercado americano de cerveja,
- 12:24era um mercado muito rico, né? Então a gente tem esse primeiro
- 12:28polo ali, mais nordeste ali, região de Nova Iorque hoje, né,
- 12:32desenvolvendo raios e quando a gente tem ali o desenvolvimento
- 12:35das largas, principalmente e por conta de uma necessidade de
- 12:39expansão de mercado, né? Muito investimento ali em
- 12:43estradas de ferro. Para você conseguir levar
- 12:46cerveja em locais mais distantes, que que aconteceu com
- 12:49essa indústria meio que focada na cerveja larga, ela começou a
- 12:53se desenvolver brutalmente dentro dos Estados Unidos, com
- 12:56muita tecnologia para financiar essa cerveja, chegar a locais
- 13:01que antes ela não conseguia chegar.
- 13:02Então, basicamente, essa indústria ali do centro leste
- 13:05dos Estados Unidos começou ali a ter muito estudo a respeito de
- 13:10utilização de outras matérias-primas.
- 13:12Então, os principais cereais nos Estados Unidos não era uma ult
- 13:16de cevada como na Europa ou por um dos principais cereais
- 13:19nativos dos Estados Unidos, eram milho.
- 13:21Então vem daí essa história de começar a utilizar.
- 13:24Testar as possibilidades de produzir cerveja de uma forma um
- 13:27pouquinho mais barato com outras matérias que, por conta do
- 13:30desenvolvimento industrial que essa cerveja slags ali do centro
- 13:34leste dos Estados Unidos começaram AAA demandar.
- 13:37Então tem muito investimento tecnológico.
- 13:39Muita gente que ajudou o desenvolvimento da produção dos
- 13:42Estados Unidos para ganhar uma carinha já industrial, então
- 13:45tudo isso bem junto, caminhando ao longo da história, né?
- 13:49E como todo mundo sabe, é bebida, tem álcool todos os
- 13:54males da sociedade por falta de conhecimento das pessoas,
- 13:59acabavam sendo direcionados, né? Apontados para o consumo de
- 14:03bebida alcoólica. Então, sem dúvida nenhuma, né?
- 14:06Ao longo desse processo de crescimento, foi realmente um
- 14:09grande crescimento. Chutaria aqui falar que nessa
- 14:12época, nos Estados Unidos, antes, no pré proibicionismo, a
- 14:15gente tava falando de 1500 cervejarias nos Estados Unidos,
- 14:191500 era um número de cervejarias que a gente tinha no
- 14:21Brasil há 34 anos atrás, né? Então, era uma indústria muito
- 14:25forte, era um movimento muito forte, junto com qualquer coisa
- 14:28que se destacam. Tem uma turma que torce, conta.
- 14:31Tem sempre, né? Desde aquela época já tinha
- 14:33haters, então esses movimentos mais conservadores começaram e
- 14:38de certa forma, ali a tentar boicotar o processo, boicotar o
- 14:42consumo ou, pelo menos diminuir numa tentativa de diminuir o
- 14:45consumo de bebida alcoólica. Lá nos Estados Unidos, e é
- 14:48interessante você falar isso, porque se a gente puxar ali AA
- 14:51data, desde o começo a gente tá falando de 4 séculos antes da
- 14:56proibição de 4 séculos de formação de cultura, né?
- 14:59Exatamente para ser quebrada, para essa intolerância agora.
- 15:02Por isso que você fala assim, 1500 parece que entre a migração
- 15:06e a lei seca, foi pouco tempo. Não foram 4 séculos aí
- 15:10consolidar essa cultura e esse hábito foi feito nesse período,
- 15:14né? Exatamente e era uma indústria
- 15:16super rica, tanto que, né, pode ser tema para daqui a pouco, né?
- 15:20Existe o resgate desses estilos mais históricos americanos, né?
- 15:24Pré proibição aparecendo por aí agora, né?
- 15:27Então porque era uma indústria muito rica, era uma indústria
- 15:30ascensional. A gente falando, e aí voltei na
- 15:32primeira pergunta que eu tava quase esquecendo lá da
- 15:35caracterização da escola norte-americana.
- 15:37Era uma indústria, já era um era um, era um perfil de escola
- 15:41cervejeira, entre aspas, que trazia a questão da Riqueza
- 15:45sensorial para o contexto e hoje, né?
- 15:48Considerando o mercado atual dos Estados Unidos, com formador de
- 15:51de tendência, eu diria que aqui as principais características
- 15:55dessa escola cervejeira é a intensidade.
- 15:59Barra apoiada em tecnologia e ousadia, né?
- 16:02Eu acho que eles têm muito dessa história.
- 16:05A gente didaticamente, para ficar mais fácil, acaba falando
- 16:08que era a escola Americana escola do lúpulo.
- 16:10Dos exageros, né? Eu acho que vai um pouquinho
- 16:12além disso. Acho que os exageros a gente
- 16:15pode trocar por intensidade e eu acho que ousadia e tecnologia
- 16:19também é um grande suporte, um grande Pilar dessa escola
- 16:22cervejeira, né, que reflete principalmente quando a gente
- 16:25avalia a guia de estilos. Toda aquelas categorias de
- 16:28estilos híbridos que a gente vê desde cerveja com madeira com
- 16:33ervas, especialistas, de certa forma tá relacionada com essa
- 16:37criatividade, com essa ousadia da escola norte-americana de
- 16:39cerveja cara, que foi ótimo você falar sobre isso, falar sobre a
- 16:42intensidade, porque eu acho que no nosso primeiro papo sobre
- 16:46escola Americana que foi OOA escola Americana em si, a gente
- 16:49falou com Edu Pedro zone, que porra, pelo amor de Deus, né
- 16:52cara, o cara sabe pra cacete. Você até sabe demais.
- 16:56EE foi um programa muito divertido.
- 16:58Quem não ouviu ainda, volte muitas casas e ouça esse
- 17:01programa. Pedro, pelo som que além de
- 17:04tudo, ainda fiz uma brincadeira falando sobre os lúpulos, né?
- 17:08Personificando os lúpulos. Eu já não vou me lembrar de
- 17:11todos, mas o programa tá há, mas eu te ajudo a lembrar.
- 17:15Citri Mosaic era Batman e Robin, Batman e Robin muito bom.
- 17:20O estrada era o, não o naughty era o era OOO qual é o nome
- 17:25dele? Tinha que Norris, isso aqui,
- 17:26Norris do bigode lá, o bigodudo bigodudo EOO extrato aqui era o
- 17:31Bob Marley, eu estrada era o Bob Marley tinha mais um.
- 17:34Que era quem agora ferrou. Bom, aí você falou que ia me
- 17:37ajudar, mas enfim, mas eu te ajudei, eu lembrei. 4 de 5 é o
- 17:42que eu queria falar, é tipo, é justamente isso?
- 17:44Assim, a escola Americana pra mim, além de tudo, tem um quê
- 17:48de, assim como americano, de uma maneira geral, é chegar com o pé
- 17:51na porta. Como você falou, intensidade,
- 17:54quantidade, tecnologia e ousadia e como é um mercado muito
- 17:59pungente, muito cheio de interesses, eles vão, sabe,
- 18:04tipo, levando tudo, arrastando tudo, você acha que talvez uma
- 18:08das maiores características tem a ver com o uso de madeiras?
- 18:12Sabe, tipo eles é que de repente.
- 18:14Começaram aos a fazer essa essa brincadeira com madeira de uma
- 18:18maneira mais Moderna. Não sei.
- 18:20Você acha que tem alguma correlação?
- 18:21Exato? Eu acho que esse é o ponto, né?
- 18:23Porque se a gente for pensar desde a época ali, das cervejas
- 18:27ádega das da escola, é alemã, a gente tem madeira como
- 18:32recipiente, né? 2 equipamentos do processo de
- 18:34maturação. Mas o que que acontece de novo
- 18:37está o americano que ele percebeu que ele poderia
- 18:39explorar. Aí vem a história da ousadia,
- 18:42né? A utilização desses recursos de
- 18:45uma outra forma, de repente interpretar a forma que a galera
- 18:49faz lambic e é utilizar essa metodologia.
- 18:53Em outras frentes, com outras bases de usar madeira exatamente
- 18:58de outra forma para explorar outras características que não
- 19:01eram exploradas. Então, até então, que que se
- 19:04buscava, né? Quando se usava o recurso da
- 19:06madeira, é diminuir drasticamente AA influência do
- 19:10sabor da madeira no perfil da cerveja, né?
- 19:12E, de certa forma, torcer para que a contaminação pré existente
- 19:16na madeira não passasse tanto para a cerveja fica americano.
- 19:19Faz exatamente o contrário, ele cria um estilo, basicamente o da
- 19:22embalagem de né para o quê? Para que a cerveja adquira os
- 19:26sabores da madeira é ou da outra bebida que estava lá dentro,
- 19:29então é a maluquice dos caras ali a loucura, já que eles
- 19:33fazem. Com ousadia e com controle
- 19:35tecnológico para criar coisas novas, eu acho que é o grande
- 19:39resumo desse perfil. Usam a escola Americana não,
- 19:42total total, muito maneiro. Você concorda que assim pra mim
- 19:47é claro que não é possível falar de escola Americana sem falar de
- 19:50proibir shion sem falar de lei seca, eles tiveram que enfim,
- 19:54mudar tudo, dar 11 guinada de 270° por conta da proibição e
- 19:59depois para voltar a começar do zero, porque ficou tanto tempo
- 20:03sem poder produzir cerveja e que as cervejarias tiveram que
- 20:06produzir outras coisas, coisas doces, coisas.
- 20:09Também falamos um bocado sobre isso com Aline Araújo na no
- 20:12aprofundamento da escola belga, né?
- 20:14Eu tentei chamar de pasteurização do paladar.
- 20:16Ela falou, era melhor não e tal, mas dessa mudança, desse jovem
- 20:21que está fazendo 21 anos, 18 anos e nunca bebeu uma bebida
- 20:25alcoólica e precisa beber, quer dizer, precisa beber, pode
- 20:28começar a beber depois, é, pode é?
- 20:30Eu acho que a extensão da proibição foi muito longa, né?
- 20:34Praticamente uma geração inteira ali de pré-adolescentes, que
- 20:37entram na fase adulta que não foi estimulado pelo menos
- 20:41legalmente estimulado, né? Isso é outro papo pra outra
- 20:44história, né? Aham, pensar ali é o paralelo da
- 20:48da proibição, onde se desenvolveu principalmente a
- 20:50cultura dos coquetéis drinks, dos speaks, das bebidas
- 20:54clandestinas. Olha só, é, mas ali,
- 20:57oficialmente a gente tinha um tinha, né?
- 20:59Essa geração, tendo acesso formalmente, é a bebida
- 21:02alcoólica, então você perde o histórico e a geração que surge,
- 21:07não está acostumada ou não vai buscar culturalmente os desse
- 21:10tipo de bebida. Sensacional é as micro
- 21:14cervejarias que existiam até então ou fecham, né, ou começam
- 21:18a produzir extrato de malte para, entre aspas, abastecer o
- 21:22mercado de indústria alimentícia.
- 21:24Outra coisa que a gente pode citar aqui daí, talvez isso,
- 21:27reflita lá na frente é que a sobrevivência da cultura de
- 21:31beber cerveja nessa época se deu através dos cervejeiros
- 21:35Caseiros. Né?
- 21:36Então quem cria ali recordar com que se bebia cerveja ou como que
- 21:40era a bebida. Cerveja da época tinha que de
- 21:42alguma forma comprar esses extratos de malthus vendidos
- 21:45pela essas cervejarias, que é, ainda atuavam e fazer cerveja em
- 21:49casa. E isso eu acho que ajudou, né?
- 21:52Até essa cultura de certa forma, né?
- 21:55Impregnada dentro dos dos americanos para lá na frente, lá
- 21:59por volta de 1000, é 970975, né? Essa chama do cervejeiro caseiro
- 22:05se reacendei, transformar a cultura norte-americana de
- 22:08cerveja, então a gente tem de fato, uma grande geração de
- 22:13acostumada a beber cerveja. Na hora que volta os Estados
- 22:17Unidos está em colapso, né? Ele acaba de sair de uma baita
- 22:20de uma crise financeira, né? O crash de 29, sim.
- 22:24A retomada da bebida alcoólica é totalmente controlada.
- 22:28Salvo engano, é autorizada a produção de cerveja, porém numa
- 22:33faixa de percentual alcoólico em torno de 3 e meio pouquinho
- 22:37mais, um pouquinho para cima isso, lapso aqui da memória
- 22:40agora, ou seja, era uma necessidade de produzir o que
- 22:43estava legalmente possibilitado, era a produção de uma bebida,
- 22:47cerveja, com índice de ter alcoólico mais baixo.
- 22:50É um país com uma crise financeira aguda, ou seja, baixo
- 22:54poder aquisitivo, a população não tinha.
- 22:56Grana para comprar seus produtos sofisticados, junto com processo
- 23:01de massificação dos processos de fabricação de alimentos nos
- 23:05Estados Unidos. A industrialização é a super
- 23:08industrialização de alimentos, super processamento dos
- 23:11alimentos para os Estados Unidos, com milho.
- 23:13No quê? Vamos fazer uma bebida
- 23:15fermentada mais barata, mais acessível e que de certa forma
- 23:19não agrida ao paladar desses consumidores que não sabem, não
- 23:22tem essa informação do que quer uma cerveja anteriormente, né?
- 23:26Então tudo isso ajudou o quê a criar esse abismo sensorial,
- 23:31digamos assim, no mundo da cerveja nos Estados Unidos?
- 23:33Bela frase, né, que? Precedeu a revolução da
- 23:37cervejaria artesanal, da cerveja artesanal dos Estados Unidos.
- 23:40Então esse é o grande contexto, é?
- 23:42Essas são as grandes implicações ali que a gente tem ali é em
- 23:45relação à proibição e o pós proibição, né?
- 23:48Como que a indústria cervejeira teve que se virar, literalmente
- 23:52nos 30, para conseguir suportar e sobreviver e permitir um
- 23:58espaço de tempo pouquinho maior que viesse uma segunda onda e
- 24:01trouxesse luz a esse abismo sensorial que a gente tinha lá
- 24:05nos Estados Unidos? Perfeito, vou pegar esse gancho
- 24:08e já vou fazer uma provocação, porque é o seguinte, é esse
- 24:12abismo sensorial, adorei esse termo.
- 24:14Pousa, vou fazer uma camiseta e vou botar você.
- 24:17Bye Rodrigo, pronto, acabou, adorei.
- 24:20E aí assim é esse abismo sensorial que provoca o
- 24:23nascimento da American. Alega que é um estilo americano,
- 24:26consumido largamente no mundo inteiro, se espalha e assim
- 24:32nasceu depois que a lei seca acabou e aí vem, né?
- 24:35Porque você acredita que esse estilo se alastrou tanto pela
- 24:39cultura Americana e a mundial? Cara, os Estados Unidos, depois
- 24:43que eles conseguiram se reerguer, aí eu peço ajuda aos
- 24:46historiadores, a galera da economia que devem explicar
- 24:49melhor do que eu acho que depois dessa crise financeira que o
- 24:53país estava desbastado. Eles procuraram reerguer a
- 24:56economia é baseada muito no incentivo ao consumo, então a
- 25:00gente tem movimentos em outras áreas, como eu citei do
- 25:04movimento, da fabricação de alimentos nos Estados Unidos e
- 25:07de outros produtos que buscavam exatamente ganhar escala, né?
- 25:11E Estados Unidos como um mercado que depois começou a ressurgir.
- 25:16Era um mercado muito focado no consumismo, né?
- 25:19É a história da, da expressão, do exagero dos Estados Unidos,
- 25:22né? Dos americanos?
- 25:23Não tem six pack lá tem 35, é ter five pack, sei lá, é o
- 25:28negócio da absurdo formação dos caras, não é cumprir 2 e ganhe
- 25:32uma é cumpre 30 e leve 50, né? Mas gosto deles.
- 25:39Os caras são exagerados por natureza, assim então fomentado
- 25:43por essa cultura de consumo, que era justamente para a alavancar
- 25:48a indústria de uma maneira geral.
- 25:50E aí você o junta, né? Uma cultura de sabor que não era
- 25:54tão desenvolvida, uma necessidade de fazer um produto
- 25:58mais fraco, né? Menos intenso, menos complexo.
- 26:02Acaba de se mandou pelos Estados Unidos como um todo e os Estados
- 26:06Unidos depois que eles se recuperam.
- 26:07Eles são ditadores de tendência, né?
- 26:10E são influenciadores de consumo e qualquer a grande pilha dessa
- 26:14época cervejeira ou dessa época aí dos anos 70, dos Estados
- 26:18Unidos ou anos 80 até 90. Grande quilha, nós aqui do
- 26:23Brasil era o quê? Que alguém fosse para os Estados
- 26:25Unidos trouxesse uma latinha diferente, né?
- 26:27Se não fosse a diferença de cor da latinha, você não conseguir
- 26:31muito identificar o que que tinha dentro, porque era tudo
- 26:33igual, era tudo o mesmo perfil de sabor, né?
- 26:35Sim, com essa era grande cultura que surgiu pela necessidade, e
- 26:40como todo mundo adora criar nesse modelo, entre aspas, do
- 26:43American way of life, vamos fazer igual, né?
- 26:46Vamos fazer o passe, se lá vende pra caramba, se tá tudo legal
- 26:50lá, vamos fazer igualzinho dos caras lá, vamos reproduzir esse
- 26:53modelo rum de sucesso e aí eu acho que isso ganha muita
- 26:57popularidade aqui também no Brasil, como um reprodutor de
- 27:00cultura norte-americana. Entre aspas, tá?
- 27:02Não, total total. Você falou um pouco do milho, é
- 27:13bem no começo do nosso papo de que ainda tem a questão do arroz
- 27:16também, né? O uso de outros adjuntos super
- 27:19neutros que eram para agradar esse novo público ou esse é
- 27:23novo, velho esse público que não está acostumado a beber coisas
- 27:27com muito sabor ou com sabores mais amargos e et cetera.
- 27:31E aí, enfim, a questão é que esse estilo se difundiu tanto,
- 27:36tanto, tão absurdamente, e a gente hoje fala, ai, eu tenho
- 27:40aqui uma cerveja tipo pilsen é uma América lágrima é uma mera,
- 27:44um primo lá, guia EE às vezes light lagger, né?
- 27:47É, vira um Mara faz de gato. Você falou de latinha diferente
- 27:52na década de 80? Eu por volta 8889, eu devia ter
- 27:56uns 8 a 9 anos. Eu tinha um tio que adorava até
- 28:00hoje. Adora beber cerveja.
- 28:01Graças a Deus está vivo e ele estava assim, com a latinha
- 28:04diferente, ele colecionava lata, porra 89, gente muito mais Nero
- 28:09e eu não sei como é que essa porra dessas latas chegava na
- 28:11mão dele, porque ele morava na baixada Fluminense, que no Rio
- 28:15de Janeiro é um lugar de poder aquisitivo menor.
- 28:17Não sei como é que você relata, chegavam na mão dele, ele tomava
- 28:19muita Brahma, muita, qual o que bateu na mão dele?
- 28:21Ele bebia, não tinha problema, mas essas latinhas chegavam na
- 28:24mão dele e como ele colecionava, ele ainda tinha uma pira.
- 28:27Que era pegar, acabava lá que a gente, as crianças nos no chão
- 28:31de cimento queimado. Caraca, isso era muito maneiro.
- 28:36E eu que fica pra tirar aquela Tampinha e aquilo ali virava um
- 28:40copinho, né? Um copinho maneiroso pra caceta
- 28:44um porta, caneta, um copo eu fiz isso pro meu pai, aquilo ali Pra
- 28:48Ele só servia como copo e era maneiro pra caramba que ele
- 28:51fala, você que é bom que esse meu tio era maneiroso é
- 28:55maneiroso isso aqui é bom que não esquenta muito a servente
- 28:58não sei da onde ele tirou essa caralho.
- 29:00Ele tentou com a pistola e 89 meus amigos nacional se ele
- 29:06tivesse uma visão ali ele já estava lá milionário com a
- 29:09patente né porra, não olha só como que o cara assim 2 lata
- 29:14tinha uns 10 cm de diâmetro ali de espessura, né pra caralho.
- 29:20Olha como é que o cara tinha visão?
- 29:21Ele já sabia que na lata cerveja é melhor.
- 29:24Pronto, já começa aí. E ele já sabia que podia ter um
- 29:29copo, Stanley, em algum momento aí, qual o nome do teu tio?
- 29:31Vamos criar uma parada do teu tio aí, Ivan?
- 29:34Boa tio Ivan, o grande tio Ivan, o grande.
- 29:39O sábio é o que eu acho legal disso é o que você falou a as
- 29:42cervejas eram todas muito iguais, apesar das latas
- 29:46diferentes, e isso para ele era incrível.
- 29:48É como se ele tivesse tomando cerveja absolutamente diferente.
- 29:50Só porque a lata era diferente. Então, gente, a gente dá um
- 29:53pulinho rapidinho no marketing, né?
- 29:54Invistam na embalagem das suas bebidas, dos das suas cervejas
- 29:58nos rótulos, porque às vezes você tá entregando o mesmo
- 30:00produto, mas botou um rótulo diferente, tem consumidor que
- 30:03vai topar essa merda, tem consumidor que vai comprar a Lu,
- 30:07disse não não errar fazer coisa errada para com isso é feio,
- 30:11gente, é verdade. Agora a gente falou do do
- 30:15American lager, que é esse estilo, que porra mundo inteiro
- 30:17consome, sei lá, 95% da população mundial.
- 30:20Informações retiradas de imediatamente do meu sovaco
- 30:23consome o estilo, porra, talvez estilo mais consumido do mundo.
- 30:26Chutei, né? Sem dúvida, é.
- 30:27É nessa faixa de 9095, é a regrinha é de 10 cervejas
- 30:32abertas no mundo. 9 é variante do estilo Bohemian pilsen ou um
- 30:37estilo derivado de qualquer coisa que eles falam que tem. 1°
- 30:40de parentesco com a pilsen, né? Era foda, bom, mas Os Americanos
- 30:45também criaram o repaginaram, alguns estilos que eles levam a
- 30:49Sério esse negócio de nada se cria, tudo se copia, né?
- 30:51Bem, eles são muito bom e eu acho que era legal a gente falar
- 30:54das juice reis e new England West Coast.
- 30:59West Coast recentemente, até as could pass, então acho que a
- 31:03gente podia dar uma contextualizada nesses estilos
- 31:06todos aí pra então só pra gente fechar aqui, ó.
- 31:09A gente sai desse feudalismo sensorial aí essa época das
- 31:13trevas da cerveja Americana. Aí chega no iluminismo, né?
- 31:16Na Na época Áurea da da cerveja Americana, com a revolução da da
- 31:21das cervejas artesanais, lá muito estimulada ali pelo CPG
- 31:24Caseiros et cetera, et cetera, et cetera.
- 31:26E aí a gente vê o que o mercado se descolar, né?
- 31:29A gente vê os estados americanos a cervejarias norte-americanas
- 31:33produzindo coisas muito influenciadas por outras escolas
- 31:37cervejeiras, porém. Né?
- 31:39Com a interpretação de ter o ar e com a mentalidade deles, né?
- 31:43Então, a interpretação de ter o ar para utilização de
- 31:45matérias-primas mais locais, né? Então, vi de lucros
- 31:48norte-americanos como um principal protagonista, mas sim
- 31:52inspirado nesses estilos históricos, né?
- 31:55Então aí toda a questão da derivação e das derivações das
- 31:58IPAs das aí, PS, acho que e o mais legal dessa história é que
- 32:02eles conseguem, dentro desse olhar de estilo clássico, criar
- 32:07um Monte de coisa, pelo amor de Deus, né?
- 32:10O run só dessas derivações, no estilo tradicional que a gente
- 32:14tem, e citou o que 4 de o rei e Cody?
- 32:18New igla, de juice colt, EUS Coast, new English Brecht que
- 32:25mais brute você vai pegar um Monte de coisa maluca que eles
- 32:28colocam dentro da mesma temática que transforma em outra coisa.
- 32:32Então sensacional essa leitura. Ousadia dos norte-americanos de
- 32:36fé interpretarem e colocar em coisas novas no mercado, né?
- 32:39E aí os detalhezinhos técnicos e de processo é que vão dar ali a
- 32:43diferença entre cada uma delas. Aí é o aspecto sensorial, é
- 32:48predominando ou puxando para uma linha de de de tendência para a
- 32:52gente conseguir categorizar cada uma delas.
- 32:54Eu acho bom o que você está falando, até porque assim
- 32:56conecta com uma coisa que é atitude Americana, né?
- 33:00A lud falou disso no primeiro programa lá com eles onco e do
- 33:03que foi? Assim, o americano ele toma
- 33:05Posse da coisa, ele fala, então isso aqui é meu, né?
- 33:08Ele mete a mão e fala, agora isso aqui é meu.
- 33:10Dane-se. Ele fez isso com muitas coisas
- 33:13na vida, e aí quando você começa a olhar esse tipo de coisa e
- 33:16isso dá uma propriedade, uma ousadia pra eles, aí eu tô
- 33:20pegando de novo a tua ousadia de se sentir livre para mexer
- 33:23naquilo que é sagrado pelo outro.
- 33:26Então os ingleses lá que falavam que é entendiam a IPA como uma
- 33:30coisa sagrada, não vou mexer, Os Americanos vão lá e corrompem,
- 33:34fala, não deixa eu jogar uma coisa aqui, deixa eu ver como é
- 33:36que é, fazendo desse outro jeito, deixa eu misturar porque
- 33:39essa coisa da. Propriedade, né?
- 33:41Ele assume, ele falou, pô, agora é meu, meu, mas eu fiz, é meu, é
- 33:46ele que maluquice, né? Então a gente vai entrando no
- 33:49mérito dos tipos de IPA. Iria de IPA, gente vai e saída
- 33:53clássico na Americana, que já é uma interpretação, né?
- 33:56Então vamos ser, vamos combinar que o West Coast seria a
- 33:59interpretação, né? Norte-americana de uma IPA
- 34:01inglesa. Tá aí que eles pegam, poxa, bom,
- 34:04o que que é gostoso aqui nesse estilo, pô, é o ar toma do
- 34:07lúpulo, né? E essa, refrescar, ânsia que
- 34:10incomoda a galera, acho que tem gente que ainda não é preparada
- 34:13para o amargor que a gente apresenta, pô, então vamos pegar
- 34:16deixar ela mais aromática, mais fácil de beber, vamos diminuir
- 34:20esse amargor e vamos dar um nome dela há, sei lá, em IPA.
- 34:25Lindo, né? E eles são bons de marketing
- 34:27também, né? Aí pra caramba, né?
- 34:30Inventa rei ZIP aí é uma delícia, né?
- 34:32Refrescante, aromática, estimulante, tem um amargor um
- 34:35pouquinho mais aceitável para quem não curte, tá tudo lindo,
- 34:39né? Então turva, né?
- 34:40Textura aí os cara fala, pô, se esse negócio deu certo, será que
- 34:44o contrário também não dá? Vamos inverter a lógica, né?
- 34:48Então vamos tirar a turbidez, vamos deixar ela bem
- 34:50transparente, vamos tirar esses aromas esterificados da junção
- 34:55da e da fermentação, com adição dos lucros de forma tardia, que
- 34:58é o que dá o Tchan do juiz e das reses, né?
- 35:01É diminuir a temperatura de fermentação para deixar a
- 35:04cerveja mais em 15 só vamos deixar aparecer o amargor mais
- 35:07rasgando e o aroma? Né?
- 35:08Aí é o antítese da raiz. Aí porque aí vira co dia IPI,
- 35:12né? Os caras vão lá emplaca mais um
- 35:14estilo, pô, os caras são pão nessa história.
- 35:17Daqui a pouco vai vim. Outro maluco falou assim, não,
- 35:19então agora o se o gostoso é isso, vou botar no sei o quê,
- 35:22não sei o quê não sei o quê que vai aparecendo é isso.
- 35:25Aq, onde não tinha a ver com fermentação, tem então a cold é
- 35:29o é o lance de temperatura mais baixa de fermentação para deixar
- 35:32a cerveja mais limpa, né? Aham, aí eu estava pesquisando
- 35:35porque infelizmente eu não consigo ir semana sim semana não
- 35:39para os Estados Unidos né? Há que pena Rodrigo, porra pra
- 35:44experimentar essas coisas in loco, então o que a gente
- 35:47aprende, digamos assim. Por conta de ser um aluno mais
- 35:50bem aplicado, determinado, né? Porque eu estava pesquisando lá.
- 35:53Uma das cervejarias que começaram a trazer esse estilo
- 35:57como uma oportunidade, eles mesmos descrevem ela como uma
- 36:00antítese ou ou a contra Haase, né?
- 36:03E aí é justamente isso. Eles trabalham não
- 36:07obrigatoriamente com levedura larga, então eles podem sim
- 36:09trabalhar com uma e umas, porém temperatura bem mais baixa.
- 36:12Para quê? Para não dar esta na cerveja,
- 36:14para que AAA percepção, fruta da minha única exclusivamente do
- 36:18lucro que eles fazem também, eles tentam filtrar cerveja pra
- 36:22deixar ela bem translúcida, contrário da reise, né?
- 36:25E aí eles tem o quê? O amargor sobressaindo, eles
- 36:28aumentam o amargor, coisa que que o razr diminuiu, né?
- 36:32Para que fique mais marcada, então, foi mais ou menos.
- 36:35Essa foi a interpretação aí do meu aprofundamento encode, ela
- 36:38parece uma ipl, né? Aham, mas ela tem esses
- 36:42detalhezinhos que não obrigatoriamente, pelo menos o
- 36:45que eles discutem lá em 3 precisa ser como a levedura, uma
- 36:48levedura lager pode ser, sim, uma levedura.
- 36:52É eu, desde que entregue pouco extra, entregue pouco é seu 2
- 36:57que ela tem um perfil muito neutro, né?
- 37:00Esse é o é o lance e aí pra conseguir essas características,
- 37:03baixar bem a temperatura de fermentação porra demais e os
- 37:06caras estão inventando essa porra toda hora, não?
- 37:09E eu fiquei curioso em qual que foi a sua interpretação, que
- 37:12que. Você tinha ouvido falar Oo que
- 37:14você já experimentou de co de quintal?
- 37:16Não dentro dessa coisa que eu pesquisei, então eu quero provar
- 37:20uma co de ir para lá logo. Menos se tudo correr bem,
- 37:24estarei lá e te aviso, como é que foi?
- 37:27Eu quero provar uma cozinha pra lá, mas o que eu tinha entendido
- 37:30era que eles estavam e aí tem essa discussão grande tanto lá
- 37:35quanto aqui. Quando alguém começou a falar,
- 37:36vamos fazer could e para que tal a gente?
- 37:39A gente já faz, teoricamente já faz, que é a ipl, né?
- 37:42Quer produzir essa cerveja com levedura laghi, então eu quero
- 37:46provar in loco para saber qual é, eu quero pegar uma cor de
- 37:49para muito bem recomendada lá para tentar.
- 37:52Sei lá, de repente pegar uma ipl da voz aqui e fazer essa.
- 37:55Aham, esse entendimento aí a diferenciação, né?
- 37:59Muito maneiro. Eu não tinha pensado nisso que
- 38:01você falou do diametralmente diferente, do distante da new
- 38:05England, num diametralmente oposto da razr é new England
- 38:10razr juicy são a mesma coisa, só um nome diferente, mas pegar o,
- 38:14falei uma besteira ou não? O new England Race juicy
- 38:16exatamente a mesma coisa, só que com nome diferente e é da cor de
- 38:22seu diametralmente oposto, tipo mais amarga, mais Clara, eu não
- 38:26tinha pensado nisso dessa maneira, é você falou pra mim,
- 38:29tá resolvido já e de novo né? A gente não vai ali a cada 2
- 38:34semanas pra lá eu vou a cada 4 semanas.
- 38:37Então brincadeira, se tiver alguém que tá morando lá e que
- 38:41curte que houve que assiste vocês aí.
- 38:45É, seguem vocês, não deixem de trazer a informação caso meu
- 38:50Google que falhou, está sempre aberto aí.
- 38:53AAA, as correções? Não tem problema algum, mas eu
- 38:57acho muito interessante essa questão, porque são as
- 38:59tendências. Acho que o mercado vai saturando
- 39:01de uma linha, né? E eles entram com alguma outra
- 39:04interpretação para não perder ali a brincadeira e o negócio
- 39:08vai andando, vai render feito, né, que quando você vai olhar
- 39:11what American gear festival order Cup até o BH para acomodar
- 39:16todas essas loucura, agências, essa criatividade em torno de
- 39:20Ipea, né? Eles criaram um experimento
- 39:23Ipea, né? Que ó qualquer coisa que não
- 39:25seja PA, você quer demonstrar o seu valor, você quer?
- 39:29Demonstra sua criatividade, pode mandar para o concurso, agente
- 39:32avalia, nessa categoria, só me explique que é, né?
- 39:35É realmente muito bizarro, muito bizarro como a gente está
- 39:39falando aqui. Só pra fechar esse tema aqui
- 39:41rapidinho e a gente já ir pra infelizmente, a última pergunta,
- 39:45mas antes de trazê-la, eu estou achando muito curioso, porque
- 39:48assim, desde o primeiro programa que a gente fez sobre as
- 39:51escolas, tal não dá para desvincular as características
- 39:55de um povo da escola. As características do povo
- 39:58determina isso. Então, quando a gente falou lá
- 40:00da escola alemã, de como é que eles bebiam nos Beer Garden, não
- 40:03sei o quê tal parará e que isso influencia no tipo de cerveja
- 40:06que eles faziam depois a gente foi sempre falando os ingleses,
- 40:10como é que eles produziam e como é que eles faziam?
- 40:12Aonde que nasceu? Tudo ali tem muito a ver com a
- 40:15característica do povo. E aí é engraçado como a
- 40:18característica do americano é do produto, é do produto ti zar, é
- 40:22de inventar. Então a gente falou assim, há
- 40:24até a brincadeira que assim a gente está falando aqui, a luz
- 40:26já acabou de fazer nessa acabou de de de sacramentar, não por
- 40:29rede, Nil Ingles é tudo mesma, coisa tal é, mas é isso e só que
- 40:33com outros nomes para poder multiplicar o produto para
- 40:35defender mais tal. E eles sempre fizeram isso, eles
- 40:38fizeram isso no cinema, com eles criaram western spaghetti, eles
- 40:41pegaram muita coisa do Japão, muita coisa lá do porra do
- 40:45colossal, aí eles olhavam, falou, olhe só botasse em vez de
- 40:48uma espada, botar 11 pistola aqui na mão desse cara, sabe?
- 40:51Eles fizeram muito isso, tanto que.
- 40:53Tem filme que tem o mesmo nome praticamente, né?
- 40:56Essa é só só 7 samurais parte os 7 samurais.
- 40:59Vai ver o mesmo nome depois do melhor, sabe?
- 41:02Eles sempre fizeram isso, quer pegar e ler aquilo frodo, ti
- 41:06zar, ou seja, colocado uma forma mais palatável e aí vem pro
- 41:09abismo sensorial que é colocar no nível mais médio e trazer o
- 41:13produto cara. Eu tô chocado.
- 41:16Te agradeço muito, Rodrigo. Estou chocado Leandro, epifania
- 41:21ara, pô, vamos trocar agora é a gente faz aprofundamento
- 41:26filosófico em escolas cervejeiras, imagine prazer,
- 41:30nossa preço acional. Ele tem que chamar a Bia, tem
- 41:34que chamar a Bia Amorim, porque filosofia com ela.
- 41:39Mas aqui, fechando a nossa última pergunta, para quem não
- 41:42fornecer as, porque, se você for mecenas, igual a ele que está
- 41:46aqui assistindo a gravação, você escuta o conteúdo extra.
- 41:49Então cabe aí a sua decisão. Se você quer o conteúdo extra,
- 41:51esse papo ou não tá? Então vamos lá, Rodrigo, vamos
- 41:55resgatar assim esse resgate das largas clássicas pelo mundo
- 41:59americano. Vamos falar desse movimento que
- 42:02tá uma coqueluche, que está se espalhando pelo mundo, cara.
- 42:06Coqueluche na moral, ele deflagrou a tua idade,
- 42:09referência de velho, e aí tem também quem fala errado co, que
- 42:13luxo, há que fofo, muito melhor é, é muito bom, ó.
- 42:18Eu consegui ir para lá pré pandemia e já naquela época
- 42:23estamos falando entre 18 e 19. Eu acho que foi o final.
- 42:27Foi outubro 19 que eu fui aproveitar American Beer
- 42:29festival lá e já nessa época era impressionante.
- 42:33Assim óbvio que a IP EE suas variantes era obrigatório em
- 42:37qualquer micro cervejaria em qualquer tempo.
- 42:40Um, né? Mas uma enxurrada gigante
- 42:44gigante gigante é não só de largas, tá?
- 42:48Mas é principalmente de cervejas com uma carga sensorial menor e
- 42:52aí, tirando do meu dado estatístico do suvaco aqui, que
- 42:55eu imagino que essa grande tendência nos Estados Unidos
- 42:59deve se dar. Por conta que, de uma certa
- 43:02forma, o mercado lá deles é que vinha crescendo a 2 dígitos ano
- 43:07após anos, né? E a gente está falando tanto de
- 43:09número de cervejarias como de de de chefe de mercado para cerveja
- 43:12artesanal nos últimos 5 anos e tira esses 232 anos de covide aí
- 43:17que que deu uma bagunçada. Ele estava começando a
- 43:20neutralizar essa curva, ele estava diminuindo o nível de
- 43:24crescimento e caindo não caindo, mas diminuindo essa curva em
- 43:28torno de 45 por cento. Que que eu ouvi falar e que que
- 43:32eu vi em alguns artigos lá do bruxas o seja que muito
- 43:35provavelmente né? A galera que já conhecia a
- 43:38cerveja artesanal. Antes tava dentro, estava dentro
- 43:42do barco. Você não precisava mais cativar
- 43:43esse cara. E aí, para você conseguir
- 43:46crescer o mercado de cerveja artesanal lá nos Estados Unidos
- 43:49que você precisava, precisava cativar o cara que curte cours
- 43:52light. Você precisa cativar o cara que
- 43:55curte Bud light. E aí, como que a gente cativa
- 43:58esse cara e traz esse cara pro mundo artesanal?
- 44:02Vai quando eu trago cervejas com uma carga sensorial, uma
- 44:05complexidade sensorial menor. Então, com esse entendimento e
- 44:09com a necessidade de continuar crescendo, o mercado de cerveja
- 44:12artesanal, a grande maioria das cervejas, pô, vamos lá, vamos
- 44:16começar a entender e começar a fazer cervejas?
- 44:19Desse estilo de cargos sensorial mais leve, então por isso que as
- 44:23largas ganharam evidência, mas colocaria junto aí com as
- 44:26largas, sei lá. As possíveis híbridas da vida,
- 44:29crush alt e cervejas que flerta mais ou menos com essa
- 44:34simplicidade sensorial é, ao contrário, uma resido, blá.
- 44:38Ipea, né? Então, acho que que foi por aí.
- 44:41É mais legal que olha só eu fiz aqui rapidinho.
- 44:45Eu fiz uma pesquisa é de como que foi as entradas, como que
- 44:49foi? As inscrições do great American
- 44:51Beer festival do último ano do do ano passado, se eu não me
- 44:54engano, aham, e claro, né, primeiro lugar, AEBA.
- 44:58A tradicional zoa, você não tem o número inteiro aqui, mas tem
- 45:02423 inscrições nessa categoria. Caralho, aí olha que bacana,
- 45:08juice reis, e aí, PA 375, sabe qual que foi a terceira em
- 45:13número de entradas, hã? German pilsner, gás olha só,
- 45:19cara, que animal, né? Cara, é muito legal, isso é
- 45:23muito importante esse dado que justamente consolida essa como a
- 45:28gente não mora lá e não vai a cada 15 dias essa impressão que
- 45:31sim, o mercado está direcionando para lá e aí a outra, a quarta
- 45:36categoria é a German. O que é um estilo relativamente
- 45:40leve e depois vem Germán merz em aham.
- 45:44Sensacional, né? Estamos falando aqui que é meu.
- 45:47Estou resgatando aqui 209 entradas em German OIQUE. 207 em
- 45:54Mersin. Caraca, eu acho que isso é muito
- 45:56interessante. Vou trazer uma informação de um
- 45:59cervejeiro carioca aqui que é bem conhecido.
- 46:02Eu não vou citar o nome dele que uma vez encontramos esse
- 46:05cervejeiro no bar e aí ele estava sentado lá, tomando uma
- 46:08lágrima e aí falaram Pra Ele, porra, fulano, você tá bebendo
- 46:11isso aí, porra server. Cheio de cerveja boa no tep.
- 46:14Não sei o que ele falou, pô, eu já rodei o mundo, eu já bebi o
- 46:17que eu queria beber, rodei o mundo não só de visitar lugares,
- 46:20mas eu já bebi sabores, estilos e os cacete a 4.
- 46:24Agora eu quero tomar uma boa lagger, bem executada, leve que
- 46:29eu consiga tomar e não é a história que a gente falou lá
- 46:33atrás da quebra. American lager, que foi
- 46:35inventada sem gosto, sem cheiro, sem nada, não é alguma coisa que
- 46:41que tá aqui e me entrega o que ela me promete nessa aqui.
- 46:45Espera aí, estou cheirando aqui, ela tem cor de suco de maracujá
- 46:49com melão, com melancia com pera é fruta de caroço, não sabe
- 46:56aquela coisa meio mais objetiva do tipo assim?
- 46:58Eu vim aqui para encontrar isso aqui, ó, tá aqui aí.
- 47:01A questão é que o americano ele pega ele faz isso e como você
- 47:04também citou bem no começo do nosso papo, ele é um virador de
- 47:08tendência, né? Ele espalha essa caceta dessa
- 47:12tendência. E que bom que isso chegou aqui
- 47:15esse ano, por exemplo, eu fui a Blumenau, tomei excelentes
- 47:19cervejas de cervejarias do interior de Santa Catarina, do
- 47:23interior do Rio Grande do Sul. Tipo porra, cerveja de leve,
- 47:27cervejas deliciosas e diferentes.
- 47:28Apesar de serem do mesmo estilo, sabe, tipo aham, coisas
- 47:33incríveis, incríveis, incríveis, incríveis?
- 47:35Eu estou assim, apaixonadíssima, nem sei o que dizer, estou
- 47:40emocionado, inclusive não é muito legal.
- 47:42Eu fiquei surpreendido na hora que eu vi esses dados, sim,
- 47:45bingo né? Muito legal, que bom que
- 47:47apareceram aqui, que dá pra entender essa linha de
- 47:51raciocínio, talvez uma outra, né?
- 47:52Linha de raciocínio assim. Indo para essa linha filosófica
- 47:56é igual o adolescente, né adolescente que é tudo no
- 47:59extremo que é tudo, né? Tá se descobrindo ainda uns sim,
- 48:03né? Então acho que a escola
- 48:05Americana, que é a mais novinha de todo mundo, estava ali
- 48:07naquele momento de poxa adolescente.
- 48:09Isso infirmar eu preciso mostrar o que eu sou e na hora que ele
- 48:14se encontra entende que as pessoas olham pra eles, né?
- 48:17Eles começam, olha a irá igual nós, assim, mais experientes,
- 48:22né? É mais rodados.
- 48:24Aham, e aí nem sempre, né? Obrigatoriamente vai agradar
- 48:27aquilo que é aquela pancada sempre, né?
- 48:30Sim, acho que o equilíbrio começa a fazer muito mais
- 48:33sentido a partir dessa maturidade.
- 48:36Né? Que a gente vê na escola
- 48:37Americana e que bom, né? Que legal, sim, muito legal.
- 48:41Eu não sei se é o caso, mas assim, no mercado de consumo em
- 48:44geral, eu não tô falando de produção, tá?
- 48:46Eu tô falando de consumo como o americano.
- 48:48Ele seguia muito por produtos que serão consumidos, então
- 48:52talvez um afete o outro. Existe a questão do vintage, né?
- 48:55O que que é o vintage é aquilo que construiu a sua infância, as
- 49:00suas referências ali no início da sua vida, quando você tem
- 49:04poder aquisitivo e idade de tomador de decisão, você remete
- 49:08a isso a coisa boa, por isso que agora no ano de 2023, o final
- 49:13dos anos 90 está voltando à moda.
- 49:16O final ali, o início dos anos 2000, está voltando à moda.
- 49:19Será que isso está acontecendo da gente ter vivido um Bum
- 49:23sensorial aí que veio dos anos mais ou menos 8090 ali que foi o
- 49:28boom do mercado americano? Se eu não me engano, me corrija
- 49:30se eu tiver errado, por favor, só o muro é dos anos 8090 e
- 49:34agora a galera fala assim, pô, tá bom, mas vamos back to
- 49:36basics, vamos voltar lá no começo, aquilo que a gente
- 49:39olhava que os nossos mestres consumiam e produziam, aham e
- 49:43vamos ver como era legal aquilo. Acho que sim, é muito isso, né?
- 49:46De realmente dar essa porra me agrada, né?
- 49:50Não obrigatoriamente precisa se essa bomba eu posso fazer coisas
- 49:53mais simples, mas com muita qualidade.
- 49:55Também, né? Isso vai agradar o meu Palácio e
- 49:57tá tudo certo, né? É muito bacana, mas simples, mas
- 50:01com sabor, com sabor exatamente é.
- 50:04A gente associou que não ia ter sabor porque tem adjuntos que
- 50:08são neutros, porque milho, porque né, não, não, não, não,
- 50:13não. Final é é simples, com sabor, é
- 50:15simples e é diferente, é simples e é interessante isso é muito
- 50:19legal e eu acho que aí tem tudo a ver com a maturidade mesmo
- 50:22adolescência e maturidade, a gente, a maturidade é tão
- 50:24maravilhoso, perfeito nossa senhora, muito, muito bom.
- 50:28Eu queria ter sido um adolescente Maduro, torque, não,
- 50:31claro que não. Não ia ter graça nenhuma,
- 50:35nenhuma, nenhuma. Eu acho que assim a gente tinha
- 50:41que começar a agradecer ao Rodrigo, que foi sensacional.
- 50:44Escola Americana é muito divertido.
- 50:45É porque porque ela não tem regra nenhuma escola Americana,
- 50:48cara, é tipo porra soco, porra de bomba.
- 50:51É um beyblade da cerveja, dedo no cu e gritaria, meus amigos,
- 50:55entendeu? Caraca, eu tava no beyblade,
- 50:58amiga, eu tava no beyblade à porra, você é um cara educado,
- 51:01eu não. Enfim, então queria agradecer
- 51:03demais ao Rodrigo, foi sensacional mais uma vez, não
- 51:06sei se a gente ensinou alguma coisa as pessoas, mas que eu me
- 51:08divertia, me divertir, me divertir também muito.
- 51:11E então Rodrigo, muito obrigada pela sua segunda participação
- 51:14aqui no sul. A gente espera recebê-lo aqui em
- 51:16outras ocasiões e muito obrigado.
- 51:19Foi emocionado, imagina? Estamos sempre por aqui
- 51:22precisando. É uma dica ou um desafio?
- 51:27OPA, e o por que não? Um dia desses não tentar fazer
- 51:31uns surrar ao vivo e presencial, assim, sabe?
- 51:35Conheci dia festival de algum lugar e que todo mundo tiver e
- 51:38de repente a gente encontra quentinho para fazer 11 surra
- 51:42com plateia e ao vivo e todo mundo junto, e aí sim com
- 51:46cerveja e não água com gás AO com certeza, se surgir esse
- 51:50momento eu adoraria participar. Pronto é, olha só, a gente vai
- 51:56marcar com você que a gente já fez no fique de BH.
- 52:01A gente fez e constasse com STF e foi muito legal que o papo foi
- 52:05sobre marketing. É uma coisa que eu curto muito e
- 52:08a gente foi muito bacana, mas é outra pegada.
- 52:10Quando tem plateia, é outra pegada.
- 52:13É outro jogo, mas a gente também pode marcar Rodrigo, tipo
- 52:16chegando em São Paulo, que você tá baseado em São Paulo,
- 52:18chegamos em São Paulo. A gente manda mensagem, Rodrigo,
- 52:20estamos aqui, a gente bota o iPhone para gravar, vem aqui
- 52:24agora sair da caverna. E aí grava o papo ali traz as
- 52:29crianças, vamos num lugar que tem play kits co das entendeu?
- 52:34E vamos tomar uma cerveja e bater papo, filosofar e quem
- 52:37sabe isso vira um programa. Acho que é a provocação, é ao
- 52:39contrário, caralho, essa é muito maneiro.
- 52:43Legal é gravar sem distinção e quem sabe isso?
- 52:48Viu num programa, fica dica muito bom, gostei da ideia, tem
- 52:51nem abertura em ousado, ousado, igual Os Americanos, ousado e
- 52:55tem a seu top. Rodrigo obriga dasso, valeu,
- 53:00valeu pela aula. Valeu pela troca, pela epifania.
- 53:03Tanta coisa pra te agradecer. Muito obrigado.
- 53:06E eu não. E eu gostaria de agradecer não
- 53:08só o Rodrigo, mas também aos mecenas que nos ajudam a manter
- 53:12a Independência criativa do surra de lúpulo.
- 53:15Hoje, especificamente, eu gostaria de agradecer ao Diego
- 53:18haskins ou também conhecido popularmente, porque ninguém
- 53:21consegue dizer seu sobrenome. Diego, sinto muito que é Diego
- 53:23Simão, por isso que seu irmão pega a fêmea e, bom, o Flávio
- 53:27yoko, Gio, Luiz Heraldo e o Maurício Grillo.
- 53:31Obrigado querido, obrigado mídia e o que que a gente fala,
- 53:34Leandro, até a próxima até semana que vem.
- 53:46Beba menos, beba melhor, beba com moderação.
- 53:57Este podcast foi editado por play áudio.