
Quando a rejeição dói mais do que deveria
Quando a rejeição dói mais do que deveria
Tem horas que a dor vem grande demais.
Rápida demais.
Confusa demais.
Uma mensagem não respondida.
Um afastamento pequeno.
Um “não” que parece o fim do mundo.
Isso não é fraqueza.
Isso não é drama.
Isso tem nome.
Quando a rejeição real ou imaginada gera uma dor desproporcional, quem assume o comando não é o seu adulto de hoje.
É uma parte antiga sua.
Um “você” do passado que aprendeu, lá atrás, que rejeição dói demais.
Na neurociência, chamamos isso de disforia sensível à rejeição.
No meu trabalho clínico, eu chamo de ápice do apego ansioso.
É quando…
The skinny
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