Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / Dra. Bruna Luiza Belote: Ciência Aplicada na Avicultura | Ep. 56
Transcript
- 0:00A big data quando a gente fala dessa quantidade de dados que a
- 0:03gente tem, a gente está falando que hoje até 11 conceito que
- 0:07falam que é big data, é inteligência dos negócios.
- 0:11Se você não souber lidar com big data, eles só são dados, então
- 0:15quanto mais a gente conseguir lidar com essas informações,
- 0:19mais precisas a gente vai. A gente vai entregar essas
- 0:22informações. Bem-vindos ao podcast, o
- 0:28aviário, as mentes mais brilhantes da agricultura no seu
- 0:31bolso. O podcast o aviário só é
- 0:35possível através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam
- 0:39a educação continuada na avicultura brasileira.
- 0:41Pegas o Science, a solução inteligente e em tempo real para
- 0:45a interpretação de microtoxinas American nutrientes solução é o
- 0:49nosso compromisso. Olá a todos que seguem o nosso
- 0:56podcast aviário. A gente está aqui de novo para
- 1:00conversar com a Bruna bellotti, a Bruna, que é doutora em
- 1:07medicina veterinária e também é dona de uma startup, né?
- 1:13Que é. É uma empresária já, como é que
- 1:17você está, Bruna? Tudo bem, um prazer te ter aqui,
- 1:22você com a gente. Oi, Beth, boa tarde, muito
- 1:26obrigada. Primeiramente por ter me
- 1:28convidado aqui pro pro podcast. Eu estou realmente muito honrada
- 1:32e muito feliz em poder fazer parte aí de toda e todo esse
- 1:35projeto de vocês. É nesse projeto que ele é muito,
- 1:41é diverso público adverso. Tem gente de todo tipo e
- 1:47interesse escutando a gente, né? Não só pessoa da área.
- 1:51Às vezes as pessoas só querem conhecer um pouquinho mais de
- 1:53avicultura, estão a ir estudantes, então eu estou muito
- 1:57feliz de você estar aqui, Bruna, porque eu gostaria que você.
- 2:03Falasse, como é que essa é a nova geração de pesquisadores
- 2:07que vem para o mercado? Como é que é essa história?
- 2:11Porque, antigamente, assim, pesquisadora era o professor que
- 2:15fazia concurso público e você optou por uma coisa diferente,
- 2:19que foi abrir uma empresa. Se é uma empresária do
- 2:23agronegócio, me conte um pouquinho sobre a tua, a tua
- 2:27estrada e como é que foi esse esse caminho para chegar até
- 2:32aqui? Dá bom, Bete, é, na verdade, eu
- 2:35não tenho nem como começar e falar sobre a minha trajetória.
- 2:38Sem agradecer. Primeiramente, né?
- 2:41A pessoa que mais me inspirou e participou de toda essa minha
- 2:45trajetória profissional que é você, né?
- 2:47Então, desde a graduação, desde quando eu era criança, ali eu
- 2:52comecei a me interessar com a parte da pesquisa e desde e
- 2:56depois que formada como veterinária, toda a minha parte
- 2:59de pós-graduação com mestrado e o doutorado ali na UFPR, ele já
- 3:03foi muito focado na área da pesquisa e principalmente, no
- 3:07desenvolvimento de uma metodologia que fosse aplicável.
- 3:11Então não é? A gente saiu um pouco da parte
- 3:14teórica, que é muita parte teórica EE.
- 3:18Ativa também dentro da universidade, mas para ser uma
- 3:21patologia aplicada a campo. Então, toda a ideia de quando a
- 3:25gente começou a criar alguma coisa na universidade foi sempre
- 3:29pensando em como que a gente poderia utilizar todo o
- 3:32aprendizado em laboratório para ser utilizado a campo.
- 3:36Então, quando a gente criou a startup, né?
- 3:38Justamente foi pensando nisso, primeiro a gente viu como uma
- 3:42oportunidade de ver testes que aconteciam em laboratório e se
- 3:46ele se replicavam a campo e naquela época a gente já viu que
- 3:49não era bem complicado conseguir replicar esse tipo de de ação,
- 3:54de produtos, enfim, que a gente testava em laboratório a campo e
- 3:57hoje a gente se especializou nesse sentido.
- 4:00Né? E tentar entender e trazer
- 4:02resultados. Pra campo mesmo.
- 4:04Então quando a gente pensa, é na minha trajetória, bem como
- 4:10médica veterinária e indo na parte da pesquisa, hoje eu vejo
- 4:15muito que a cientista ainda tá lá, como a gente ainda gosta,
- 4:18né? De de trabalhar.
- 4:19Mas como empresária, eu ainda tenho que aprender muita coisa,
- 4:23porque primeiro os os palavreados em inglês, né
- 4:27Business. Toda a parte de de, de, de
- 4:30linguística que eles começam a falar em todas essas histórias
- 4:33com com a parte inglês, que eu acho que é super.
- 4:36É interessante aprender a lidar com esse tipo de mercado e
- 4:40justamente cada vez mais é um desafio.
- 4:43Uma startup é um desafio, né? Todo dia é um desafio.
- 4:47A gente começou a startup quando a gente saiu da universidade.
- 4:50Em 2018? Então, hoje, 5 anos após a saída
- 4:55da universidade, que a gente tem o easy Institute, né, que é a
- 4:58nossa empresa, justamente é, somos outras pessoas, é outra
- 5:03ideia. Já já, já aprendemos muito ao
- 5:06longo desse caminho. Que nutrintes entregando
- 5:10soluções tecnológicas para o bem-estar e segurança humana e
- 5:14animal desde 2007, alicerçados ao conceito one health dos
- 5:18produtos e a inovação da American nutrientes, contribui
- 5:21para a saúde humana, o bem-estar animal e a preservação do meio
- 5:24ambiente. E você falou, então, assim dessa
- 5:31desse outro idioma, que é o idioma do Business, né?
- 5:34Que é o idioma do financeiro, chamando muito forte, conta um
- 5:40pouco dos teus desafios para quem está escutando você, as
- 5:45vantagens e desvantagens de você está nessa carreira aí de de
- 5:51empresária comparado a uma cientista, né?
- 5:56No No, no sentido passado, que era aquele cientista que entrava
- 6:00para um para uma instituição, né?
- 6:04De pesquisa fazia desenvolvia a sua pesquisa.
- 6:08Você traça um caminho de uma cientista que se arrisca em
- 6:13aplicar essa ciência em explicar também pro pros produtores, aí é
- 6:21como utilizar essa tua ciência. Então conta aí um pouco da dos
- 6:27pontos positivos e negativos dessa tua decisão.
- 6:30É, na verdade, um dos pontos mais interessantes é que eu não.
- 6:36Não é somente eu que aprendo. Com nova, com esse, com essa
- 6:40nova ideia de ser empresário, mas quem trabalha comigo, que
- 6:43não entende nada de veterinário, também tem que entender o que a
- 6:47gente faz. Porque a startup em si ela traz
- 6:50muito a ideia da pesquisa com uma visão.
- 6:54É bem veterinária da situação. Bem, é zootécnica de tudo que
- 6:59está acontecendo. Então um dos principais desafios
- 7:03é não somente com essa parte, né?
- 7:05De de ser uma das sócias da empresa, mas principalmente na
- 7:08questão de desenvolvimento, de sair de um laboratório e fazer
- 7:12algo aplicável é você ter habilidade de falar com outras
- 7:15pessoas e diferentes áreas. Então, de repente, eu me vi lá
- 7:20no começo do meu doutorado, né, que foi quando a gente lançou
- 7:24ali a parte do aplicativo falando.
- 7:26Falando com o pessoal de TI que eu não fazia a menor ideia do
- 7:29que eles estavam falando, e eles também não me entendiam.
- 7:32Então a gente tinha que criar uma linguagem em comum para que
- 7:35todo mundo conseguisse se ajudar.
- 7:37Então, realmente foi uma questão de ter diversas profissões
- 7:41trabalhando dentro da mesma área, tanto o pessoal da
- 7:43administrativo também, né? Toda a parte pessoal financeiro,
- 7:47nós, como pesquisadoras, é tentando traduzir para eles o
- 7:52que a gente estava querendo dizer, justamente a parte do do
- 7:55do método em si já era uma tradução de lesões no.
- 7:59Números e explicar para eles o que significava esses números
- 8:03foi algo bem desafiador para conseguir entender como que a
- 8:05gente entregaria o melhor produto.
- 8:07Então é 11 desafio que é Superinteressante, é lidar com
- 8:12diversas profissões ao mesmo tempo para conseguir entregar um
- 8:17produto no final da das contas. Então isso foi algo bem bem
- 8:21interessante. São vários desafios, né?
- 8:23Você não fica na zona de conforto do pesquisador lá, nem
- 8:27lá esses se arrisca, você modifica, agora conta pra nós
- 8:32aqui, pra todo mundo que tá nos ouvindo, o que que é o teu
- 8:35produto? Ah, sim, como é que ele chegou,
- 8:38como é que ele foi desenvolvido? O objetivo dele, o que que você
- 8:41tá trazendo de inovação pra avicultura?
- 8:46Então quando a gente começou a desenvolver lá Na Na federal,
- 8:50né? Toda essa metodologia, o nome da
- 8:52metodologia é ai sim, side, então do inglês eu vejo dentro.
- 8:57A ideia é que não somente veterinários discutissem sobre
- 9:01sanidade, sobre lesões, mas que a gente pudesse trazer essas
- 9:04informações. Para que inclusive, outros
- 9:07grupos entendessem o que a gente estava falando.
- 9:09Então, traduzir essas lesões em números e esses números sendo só
- 9:14números, não havia significado algum.
- 9:16Então, a partir que a gente disso, que a gente gerou
- 9:19números, a gente consegue agora trabalhar com correlações.
- 9:23Então a ideia da, da metodologia em si foi quando a gente
- 9:28desenvolveu um software aonde a gente pode colocar todas essas
- 9:32informações, essas lesões traduzidas em números dentro de.
- 9:36Um determinado lugar, que é um aplicativo hoje.
- 9:39Que a gente utiliza muito a campo com os veterinários e é, e
- 9:44todos os técnicos a campo também utilizam e podem colocar outras
- 9:48informações para serem associadas.
- 9:51Então, a sanidade sozinha ela não se justifica, mas quando ela
- 9:55é integrada com performance, com manejo, é com estrutura de lote,
- 10:01a gente começa a criar história do que está acontecendo, então
- 10:05nada mais é do que um software. Principalmente um dos serviços,
- 10:09né? Na da startup é esse software.
- 10:12Que a gente desenvolveu para monitoramento sanitário, então a
- 10:16ideia principal do monitoramento sanitário, quando a gente pensa
- 10:20num, num monitoramento é porque não é algo novo, né?
- 10:24Betty é um conceito que todo mundo já conhece há muito tempo.
- 10:27Todas as pessoas têm essas informações e eles colocam essas
- 10:31informações. E registam, elas há muito tempo
- 10:36em folhas em Excel em alguém tem que compilar esses dados.
- 10:40Então, dados a quantidade de dados que a gente tem sem ter um
- 10:44uso para eles são só dados. Então a ideia do monitoramento e
- 10:49de uma de uma pesquisa aplicada para esse tipo de de análise é o
- 10:53que dá o diferencial é saber o que lidar com como lidar com
- 10:56esses dados. É então assim, o que o serviço
- 11:00que você presta é aquele veterano, aquele técnico?
- 11:04Ele vai lá pro campo. Ele às vezes ele abre um animal,
- 11:09ele sacrifica o animal, abre ele, vai olhar as lesões.
- 11:13Aí ele marcava num papelzinho, marcava no Excel e você está
- 11:17trazendo a. Oportunidade de ele fazer isso
- 11:23num app que ele tem no celular. Eu acho.
- 11:26Exatamente. EEA ideia da verdade do
- 11:29aplicativo é o seguinte, deixando muito claro, quando a
- 11:32gente vai no monitoramento de rotina, que os que os técnicos
- 11:36vão a campo eles é vão lá. Eles registram informações de
- 11:41necrópsia, eles registram informações de manejo e eles têm
- 11:45uma foto daquele momento. A nossa ideia do monitoramento é
- 11:51contando um filme do que está acontecendo naquela Granja e
- 11:54como todo o filme, até os filmes que são lançados hoje a gente já
- 11:57sabe o que é o futuro do filme, né?
- 11:59Tem alguns filmes que a gente vai assistir e a gente já sabe
- 12:01que que vai acontecer, porque as histórias elas acabam se
- 12:03repetindo, então quando? A gente tem um monitoramento
- 12:07contando uma história. A gente começa a pensar em
- 12:10predição de dados. Como aquilo se repete com uma
- 12:13certa frequência e você pontua, informa isso num aplicativo, ele
- 12:18vai te indicar o que que vai ser o final dessa história.
- 12:21Ele vai dizer se os lotes eles vão ser saudáveis ou não.
- 12:26Até mesmo agora a gente está trabalhando com uma outra linha,
- 12:29que já é até o pós. É desempenho que já é a questão
- 12:33do descarte e toda a questão de de.
- 12:37De lesões pós-abate, né? De como que a gente pode
- 12:40trabalhar com isso? Então, cada vez mais ela, a
- 12:43gente está criando essa plataforma.
- 12:44É interativa, colaborativa, que a gente consegue definir o que
- 12:48que esses resultados significam. Real, você então é, ele vai além
- 12:52só da necropsia ele vai mantendo essa informação, gerando é
- 12:58gráficos, permitindo comparações, correlações e
- 13:03chegando até o abate final lá, incluindo as condenações, né?
- 13:09Que? Exatamente, é trazer uma ideia
- 13:12de solução. Quanto mais a gente puder usar o
- 13:15monitoramento a favor de soluções seria essa.
- 13:20Essa lógica da do software. É outro dia.
- 13:23Eu estava aqui conversando com Ricardo rauber, né?
- 13:26E a gente, ele. Ele traz muito essa questão dos
- 13:29dados, é ele mesmo, chama muito a atenção para a importância das
- 13:34monitorias, da avaliação a longo prazo que também quem não
- 13:37assistiu o podcast pode lá rever.
- 13:41E assim, Bruna, você tem alguma experiência, alguma informação
- 13:45assim de um cliente, né? Tipo assim, uma história de um
- 13:48cliente que usa o seu aplicativo tomou uma decisão.
- 13:53E isso fez diferença, sei lá, no custo, assim ou ou no bem-estar
- 14:00hoje hoje a gente também estava conversando com com a Patrícia
- 14:04sóster sobre sobre bem-estar animal.
- 14:08É, sei lá, você tem alguma história aí para contar pra
- 14:11gente assim, de uma aplicação do teu produto que trouxe um
- 14:15retorno para o cliente? Na verdade, Beth, o que eu mais
- 14:19tenho é a história. Isso.
- 14:21Isso é o que a gente vê o tempo inteiro, então.
- 14:25Quando a gente trabalha com os dados, né?
- 14:27A gente começa a ter a ter essas histórias e, principalmente, o
- 14:30que se faz com eles. Teve um cliente especificamente
- 14:35que ele conseguiu mudar um programa vacinal, por exemplo,
- 14:38porque ele viu especificamente na alteração de aerosacolite o
- 14:43que vinha acontecendo ao longo dos lotes.
- 14:46E ele sabia que aquilo já IA acontecendo o ano passado,
- 14:49porque ele era um cliente nosso que está aí.
- 14:50Um dos nossos primeiros co-desenvolvedores que a gente
- 14:52chama. Então ele já tem esse histórico
- 14:55há mais de ano e ele já sabia que IA se repetir, então ele
- 14:59conseguiu até mudar programas vacinais para melhorar.
- 15:02Aí os resultados desses lotes. Outras situações também é que no
- 15:07ano passado. Usado quando a gente começou a
- 15:10criar esses dados e entender o que que eles significavam era
- 15:14algo que quando eles viam que as informações já estavam sendo
- 15:19hoje, a gente trabalha com benchmark, então a gente já sabe
- 15:22que aqueles números que as lesões geram.
- 15:24Coleção correlacionadas com o desempenho correlacionada com o
- 15:27desempenho significa Bert que quanto maior aquela lesão que eu
- 15:31estou vendo, mais vai afetar o meu.
- 15:33O desempenho daquele animal, então ele é uma certa pressão de
- 15:37dados, né? A gente já consegue entender o
- 15:38que vai acontecendo no final daquele lote, já começaram a
- 15:42tomar a atitude, então eles viram a pontuação e já começaram
- 15:45a mudar programa e eles evitaram o final trágico do ano anterior.
- 15:50Eles mudaram toda a resposta porque até mesmo a própria
- 15:54sazonalidade pode trazer as informações que a gente
- 15:56gostaria, né? Então isso é.
- 15:59Porque tem uma coisa assim. Quando eu comecei a trabalhar,
- 16:02Bruna, assim eu ficar, ficava falando assim com pessoas que já
- 16:05estavam mais tempo que eu na área e aquele era um tipo assim,
- 16:10aquele. Nossa, o profissional que a
- 16:13gente adorava sair junto, porque ele sabia tudo.
- 16:15Pode ser até um pai de Santo, uma mãe de Santo, porque na
- 16:19verdade, o que que ele fazia? Ele fazia a experiência de
- 16:22muitos anos dele. IA falando assim, isso vai
- 16:25acontecer. E é.
- 16:27Fazia uma previsão na cabeça, né?
- 16:30Então você está falando assim, que digamos, até uma pessoa que
- 16:33saiu da faculdade mês passado não precisa ficar esperando
- 16:38ficar velho para saber. Para predizer, não é.
- 16:41Ele pode usar os teus dados EE começar.
- 16:46AA, ter o informações que erram menos.
- 16:50Poder, eu poderia falar isso. Basicamente, sim, Beth, porque é
- 16:55todo o embasamento de pesquisa que a gente traz junto com
- 16:59aplicativo. Já é uma.
- 17:00Já é uma metodologia validada cientificamente há muito tempo a
- 17:04gente tem mais de 15 artigos publicados que mostram o
- 17:07embasamento do poder desses dados, então é quando a gente
- 17:11trabalha com estatística. Você é mesmo quando era
- 17:13professora e até sempre fala muito que a gente não pode ser
- 17:16emocionado, então não dá para você achar as coisas na emoção.
- 17:20A estatística está aí para comprovar o quanto que aquilo
- 17:23pode se repetir. Então essa justamente é a ideia.
- 17:26As pessoas, até mesmo que não tenham 30 anos de de experiência
- 17:31e sabem o que vai acontecer porque sofreram, porque
- 17:34apanharam na época, aprenderam na dor.
- 17:36É hoje os dados, eles conseguem trazer essas informações de uma
- 17:40maneira muito mais tranquila para a gente entender o que é
- 17:43que está acontecendo, as histórias, elas se repetem.
- 17:46Então isso realmente é algo que a gente tem que aprender.
- 17:48Todos os dados do passado, eles não precisam ficar no passado.
- 17:52A gente pode aprender com eles e trazer essas informações para o
- 17:56futuro. E, principalmente, se ele está
- 17:58numa plataforma amigável, né, que você vai no computador que
- 18:02nem você vê o Instagram, você vai lá e vê o teu gráfico de g
- 18:05Matter seria exatamente. Naquele momento, por exemplo,
- 18:08que você vai a campo, coleta aquelas informações, o
- 18:11aplicativo, além dele ter 11 questão off-line aonde não
- 18:16precisa, a gente sabe como é que é a internet aqui, né?
- 18:19Quase ela não funciona muito bem, ele funciona.
- 18:21Fline, pode colocar todas as informações ali e no momento que
- 18:24entra em contacto com o Wi-Fi ou com o 4G, já consegue fazer.
- 18:29Essas, essa sincronização dos dados e o gestor tá vendo
- 18:32naquele determinado momento que ele recebeu os dados, ele já
- 18:36consegue ver qual é a Granja que está com uma pontuação maior,
- 18:40como que pode evitar isso se tem que mudar a estratégia, se o
- 18:44problema é regional, qual é a lesão que está maior, qual lesão
- 18:47que aponta o aplicativo aponta tudo isso.
- 18:49Ele muda de cor conforme AAA, intensidade dos desafios estão
- 18:55acontecendo naquelas unidades de análise epidemiológica.
- 18:58Vai chamando atenção e é uma ferramenta fácil.
- 19:03E como é que o teu como é? Quais são AA assim o.
- 19:07Assim, AO retorno do teu cliente, o que que eles falam?
- 19:10Quem que é o teu cliente? Teu cliente é é o veterinário, é
- 19:14o técnico, assim, quem que mais curte esse sistema ou que não
- 19:19curte que você tem uma dificuldade de é de?
- 19:24De lidar ou de se fazer entender com esse sistema?
- 19:29É, na verdade, é um sistema que ele é muito mais útil para os
- 19:32gestores sanitarista que conseguem.
- 19:35Não é só uma ferramenta de necrópsia.
- 19:37Ferramenta interativa mas é uma ferramenta aonde ele consegue
- 19:41fazer gestão do próprio grupo, porque ele consegue ver os
- 19:45técnicos que estão colocando informação.
- 19:47As regiões, ajuda os técnicos a entender os próprios problemas
- 19:51das regiões e naquelas reuniões, sabe Beth.
- 19:54Aquelas reuniões mensais de sanidade, aonde tem que trazer
- 19:58as informações? A gente gera relatórios mensais
- 20:01para eles, aonde mostra exatamente aonde que estão os
- 20:04problemas. Então fica algo muito mais
- 20:06visual com gráficos e indicativos que pode ajudar aí a
- 20:10vida deles. Eles são as principais pessoas
- 20:13que hoje trabalham com a questão do monitoramento sanitário.
- 20:17Né? E o técnico?
- 20:18Ele está pronto, ele está aberto.
- 20:19Ele sabe usar essa ferramenta, como é que é?
- 20:22Tem questão de idade, como é que é a tua, a tua?
- 20:27A tua relação aí com quem? Com o usuário do do teu sistema.
- 20:31Isso é extremamente interessante porque, claro, como tecnologia,
- 20:35tecnologia, às vezes a gente se assusta dependendo da da geração
- 20:39que está pegando. A tecnologia primeira vez tem
- 20:42pessoas que. Certa facilidade e já aceitam a
- 20:45hora de de prontidão aquela ferramenta.
- 20:48E tem pessoas que relutam um pouco porque estão acostumadas a
- 20:5220 anos escrevendo um papelzinho.
- 20:54Uhum. Então quando eles entendem tanto
- 20:57qualquer geração entende a funcionalidade, ela consegue
- 21:02trabalhar de uma forma tranquila porque não tem erro.
- 21:05É algo muito tranquilo. A tecnologia está aí para ajudar
- 21:08a gente mesmo. Então, independente da idade,
- 21:11não, não tem, não tem problema nenhum.
- 21:13Sem falar que diferente. Os suportes que você fala só com
- 21:16uma máquina, a gente está lá ajudando a gente cria grupos de
- 21:19WhatsApp, a gente conversa com eles, os técnicos ligam pra
- 21:22gente toda, toda hora. Se eles tiverem algum problema,
- 21:25principalmente na implementação, né, que surge um pouco mais de
- 21:28dúvida, mas depois é algo muito tranquilo de ser ser lidado.
- 21:33Eles mesmos é vão ensinando as novas pessoas que estão
- 21:36entrando. A gente faz treinamentos, é
- 21:40anuais ali com eles trimestrais, dependendo da quantidade, do
- 21:43tamanho do grupo, então é algo muito tranquilo para qualquer
- 21:46idade mexer e qualquer experiência.
- 21:49Teve o como eu sou contadora de história, tem mais uma história
- 21:52para te contar. Que teve um pessoal a em uma dos
- 21:56um dos nossos clientes hoje, que é o técnico saiu de suínos,
- 22:01então ele não sabia muito bem lidar com frango de corte.
- 22:04A ferramenta toda ela é focada pro frango, né?
- 22:07A gente desenvolveu metodologia pro frango e hoje a gente tá
- 22:10fazendo alguns testes, inclusive construindo, mas enfim, é é,
- 22:12você sabe. Pesquisador, né pesquisador tem
- 22:14tudo que tipo de de ideia, mas com a parte do frango ele nunca
- 22:19tinha visto frango, basicamente ele era veterinário de suíno
- 22:23quando ele entrou na parte de frango e ele foi apresentado ao
- 22:27app, ele falou ai gente, que bom.
- 22:29Agora aqui, porque o app, o que que acontece?
- 22:31Ele tem fotos, Beth, que você pode selecionar qual é o score
- 22:35mais próximo da ave? Então ele tem um guia de todas
- 22:39as lesões que estão acontecendo, então você não precisa ser um
- 22:42expert patologista para saber que aquele fígado está
- 22:46amarelado, por exemplo, ou se aquilo é um mito.
- 22:48Pericárdio, né? Então qualquer coisa de mudança,
- 22:51qualquer tesão que. Tem?
- 22:53Ele tem um guia aonde você seleciona exatamente qual é a
- 22:57foto mais próxima. Daquela lesão que você está
- 23:00vendo? Além disso, é possível colocar
- 23:02fotos no aplicativo para discutir depois quais são as
- 23:06lesões e, além disso, qualquer informação que seja relevante
- 23:10para a empresa, por exemplo. Hoje nós não trabalhamos somente
- 23:13com o Brasil, mas também é com outros países, como o México.
- 23:17Que algumas lesões são diferentes para ele do que são
- 23:19pra gente, então a gente consegue adaptar a ferramenta de
- 23:22acordo com o que cada empresa necessita.
- 23:25Então isso é algo que é bem bem interessante, não é?
- 23:28Não é uma ferramenta, não é um software nacional.
- 23:31A gente já é. A gente é global, a gente
- 23:32consegue atender qualquer qualquer país.
- 23:35Qualquer país quer ver cultura global, né?
- 23:38Avicultura brasileira sempre faz um sucesso tão grande lá fora.
- 23:41Eu toda vez que eu faço o podcast aqui, eu digo, nossa, a
- 23:45gente é tão. Tão bem visto lá fora, é tão
- 23:48bom, tão, tão valorizado, né, Bruna?
- 23:52Você comentou aqui ao longo desse dessa nossa conversa e
- 23:56falou assim, uma plataforma. Colaborativa, como é que isso
- 23:59funciona? Como é que essa questão de
- 24:02colaboração aí que vocês têm No No sistema de vocês?
- 24:08Beth, esse é um. Esse é um sonho, na verdade,
- 24:12porque já é o que acontece com algumas empresas.
- 24:15Mas a questão da da da frase, né?
- 24:17De ser colaborativo é que vem muito da nossa parte cientista,
- 24:22né? Então é a parte do pesquisador
- 24:24que fala mais alto. Quanto mais informações a gente
- 24:27tiver dentro do sistema, mais a gente.
- 24:29Ajuda o nosso mercado, então quanto mais pessoas e diversos
- 24:33lugares colaborarem com esse tipo de informação, então,
- 24:37fazendo dados com a gente, estudando, com a gente,
- 24:40utilizando AAA, nossa plataforma, utilizando os nossos
- 24:43serviços para conseguir agregar, é mais resultado algum
- 24:48determinado fator, mas a gente consegue entregar, a gente vai
- 24:52criando esse tipo de de história, com diversas pessoas
- 24:56que não necessariamente são iguais, são cada um tem a sua
- 24:59história, cada um tem as suas informações e quanto mais a
- 25:03gente conseguir esse tipo de colaboração e trazer esses dados
- 25:07para a ciência, mais a gente consegue.
- 25:10Melhorar a nossa visão dentro do.
- 25:12Dentro do mercado e conseguir ajudar de qualquer maneira é a
- 25:16pesquisa e desenvolvimento de de produtos de maneira geral, né?
- 25:19Então essa, essa é a parte importante.
- 25:21Mas assim, ó, quando é algo colaborativo que você coloca
- 25:25teus dados a libra, assim, todo mundo fica com medo que que você
- 25:29vai fazer com os meus dados, né? Que como é que você, que que
- 25:32você, como é que você vai usar isso, e aí acaba que muita gente
- 25:36acaba ficando com medo, né? De de se expor, isso acontece
- 25:41até nas próprias redes sociais, né?
- 25:43Ah, não vou me expor o Instagram.
- 25:44Eu não vou me não vou me aparecer nessa rede social aqui,
- 25:49ainda mais. Dados de produção como é que
- 25:52vocês fazem para dar alguma garantia ou para trazer mais
- 25:57segurança para quem quer trabalhar de forma colaborativa,
- 26:01mas ao mesmo tempo não quer expor os seus dados?
- 26:04Não quer ter uma exposição, né? Nacional ou até Internacional.
- 26:08Aí, com os dados que possui. Beth, primeiro que eu não sei de
- 26:12quem são esses dados até hoje. Se você me perguntar como que a
- 26:15gente gera, a gente gera alguns relatórios, é globais.
- 26:19Eu não tenho acesso da onde eles vêm.
- 26:22Então, toda a plataforma ela é criptografada, a gente não tem
- 26:25isso. Cada empresa colaborativa, a
- 26:27gente tem um contrato de confidencialidade, então
- 26:29basicamente eu não tenho acesso a esses dados.
- 26:32Eu não posso usar esses dados, então quem é?
- 26:36Que trabalha com a gente, EEE coloca essas informações ali
- 26:41dentro. Eles estão em completa segurança
- 26:43porque não tem como. A gente é usar esses dados
- 26:47porque a gente não sabe de quem são.
- 26:48Basicamente, basicamente essa história a gente tem.
- 26:52Ocultado, não faz a menor ideia da onde.
- 26:55É num banco de dados que não é identificado e a partir daí,
- 27:00você pode gerar curvas para saber médias de ocorrência, mas
- 27:05não de quem que é essa média? Nem.
- 27:08Nem não consegue fazer nada. Ou seja, se o teu cliente não te
- 27:11permitir discutir com ele, você não.
- 27:15Cessa nada exatamente hoje, a grande maioria permite que a
- 27:20gente é discuta os dados de de necropsia, né?
- 27:23Porque é uma visão nossa, de de lesões, e ajudar a entender o
- 27:28sistema. Alguns alguns gostam da nossa
- 27:32participação nesse momento. Nessas reuniões, eles têm essas
- 27:34reuniões internas e depois vão tirar dúvidas com com a gente,
- 27:38sem problema nenhum. Mas tem toda essa questão aí de
- 27:41de confidencialidade que a gente não pode publicar esses dados de
- 27:44maneira alguma. Os dados que a gente pega pra
- 27:47estudo a gente não sabe de quem é.
- 27:50Então eles sabem que esses dados podem ser usados para
- 27:53aprimoramento da ferramenta que vai ajudar eles no futuro.
- 27:56Mas é hoje. A gente tem um n de 80000000 de
- 27:59aves, é amostradas, então é. É muita coisa, a gente não tem
- 28:03como saber de quem que são essas aves, essa que essa.
- 28:07Informação geral, você consegue gerar dados epidemiológicos
- 28:10interessantes, né? Exato.
- 28:12Eu sei, por exemplo, que esse mês aumentou muito.
- 28:17Lesões de coxsidiose. Mas quem que está aumentando?
- 28:20Eu não sei, então é por isso que isso é realmente algo que a
- 28:24gente começa a ter. Essas informações em nível
- 28:27Brasil ou em nível de cada um dos outros países.
- 28:30Os outros países não entram hoje no nosso, no nosso relatório,
- 28:33porque é muito individual, né? Cada um deles.
- 28:35Vai começar a gerar relatórios individuais falando deles, mas é
- 28:40realmente hoje a gente só tem. Qual é a lesão agora?
- 28:44Quem que está puxando esses números para cima ou para baixo?
- 28:46É uma informação que a gente não consegue ter acesso, é todo.
- 28:49Mundo acaba fazendo isso, epidemiológicamente, né?
- 28:52Tipo a ONU, Organização Mundial da Saúde.
- 28:55Ela recebe esses dados de forma que?
- 28:59Não tem nenhuma identificação, mas elas são capazes de gerar
- 29:02tendências, né? Informações importantes e se se,
- 29:06por exemplo, você usar o mesmo sistema, quer dizer, eu uso
- 29:10easy, eu entro ali na plataforma e digo assim, Ah, está acima ou
- 29:14está abaixo da média geral? Se eu estou melhor ou estou
- 29:17pior? Você falou que já existe um
- 29:20número, né, Bruna? Assim, então, Oo easy.
- 29:24Para quem não conhece, é um número que é gerado, né?
- 29:28Não sei se pode explicar um pouquinho pra gente e dizer qual
- 29:30que seria o número que eu digo assim é bom, é ruim ou ou vocês
- 29:35ainda não têm esse número? Como é que?
- 29:37É fraud, corte bette. Esse número é muito bem
- 29:39estabelecido, já a gente já fez vários testes, é com diversas
- 29:44aves pra saber EE testes a campo, então são dados reais que
- 29:48a gente consegue identificar o quanto que isso impacta no
- 29:51desempenho final do animal. Então significa que eu.
- 29:56Quando eu tenho uma média de 14, estou no intervalo ali de. 14
- 30:02quanto a quanto assim só pra gente ter uma ideia do que que
- 30:05você está falando? Em termos de variação?
- 30:08Na verdade, se a gente for considerar todos os números do
- 30:10easy, o easy, o easy vai até ser anos 70, então é muita coisa,
- 30:13mas isso teria que ser todas as pontuações em nível máximo,
- 30:17então isso não acontece. Então o que é que a gente
- 30:20observou que até e o que é que essa pontuação a gente tem o
- 30:24check-litt dele, acrópsia, aonde tem todas essas lesões
- 30:28pontuadas? Ali.
- 30:29Essas lesões, elas vão receber, escolhes e cada uma delas recebe
- 30:33um peso e esse peso é o quanto impacta No No desempenho do
- 30:38animal, sempre focando no que é que é o que se paga, né, que é o
- 30:42que paga a conta, que é o desempenho animal ali sim, e a
- 30:45gente consegue focar nesse sentido.
- 30:47É quando a gente fez esses testes.
- 30:49A gente viu que quando a gente tem uma média, até 14 ou um
- 30:55pouquinho acima ali de 14, a gente ainda tem respostas muito
- 30:58positivas. Com o desempenho, com conversão
- 31:01alimentar, com ganho de peso. É de 14, chegando ali acima de
- 31:0520. A gente já começa a ter uma
- 31:08perda tanto em mortalidade quanto conversão alimentar.
- 31:12Mais importante é e isso indica no aplicativo, ele fica verdinho
- 31:17quando as aves elas estão é, ainda estão saudáveis.
- 31:21Ainda não está impactando o desempenho final.
- 31:24E ele começa a ficar amarelo quando cria esse alerta,
- 31:27mostrando que a ave ela realmente já está ficando doente
- 31:30e isso tudo que o embasamento científico Betty, e depois
- 31:34disso, quando ele chega ali em torno de uns 30 da faixa de 30
- 31:39para cima, ele já cria o alerta em vermelho, que a gente não
- 31:43quer que isso aconteça. A Lily de facto está perdendo
- 31:46muito na questão de produção. A gente já está doente, né esse?
- 31:49Com certeza já é um. É um lote que.
- 31:52AA gente pega 5 aves do galpão todo.
- 31:56CR 5 teve uma média acima de 30. É porque teve muita pontuação
- 32:01alta e na teoria elas deveriam ser a média do galpão.
- 32:05Então é significa que o galpão inteiro pode estar.
- 32:08Pode estar prejudicado. Então assim é, mas tem que
- 32:12cuidar, né? Porque se eu pegar só as aves
- 32:13ruins lá, os refuguinhos. Aí vai parecer que o galpão está
- 32:17ruim, né? E eu vou.
- 32:18Tomar a gente você pegar só as boas também.
- 32:20Por isso que a amostragem no nossos treinamentos é uma coisa
- 32:23que a gente. Bate muito na tecla, porque não
- 32:26adianta pegar as aves, que são mais fáceis de pegar porque
- 32:29provavelmente elas já são quase um refugo.
- 32:31Alguma coisa já está acontecendo ali com elas, então tem que
- 32:35pegar AAA, média do galpão em si.
- 32:38Tem que entender como que está AA viabilidade daquele daquele
- 32:43galpão para daí conseguir encontrar.
- 32:47Qual que é a quais são as aves. E também não adianta eu pegar
- 32:51todas as aves do começo do galpão, tem que andar, tem que
- 32:54fazer uma amostragem de verdade, assim entre todas elas.
- 32:58As aves, elas são muito semelhantes entre si, então a
- 33:01chance de vocês pegarem 5 aves que representem o galpão é muito
- 33:05alto. De acordo com como está.
- 33:07Essa é como está todo esse lote. Isso é bem legal.
- 33:10Acho que como tudo na vida, né? Se não está, não faz uma boa
- 33:13mostragem você não consegue saber como é que a população
- 33:17está andando. Exatamente.
- 33:21Imagine ter à disposição uma solução que combine rapidez e
- 33:25interpretação personalizada para gerenciar os riscos das
- 33:28microtoxinas em sua empresa? Pegas o Science é a resposta.
- 33:33Realizamos a quantificação em tempo real das principais
- 33:36microtoxinas, promovendo decisões mais assertivas,
- 33:39resultando em um gerenciamento macroeconômico e sustentável.
- 33:46Bom, Bruna, está tão legal. A gente conversou sobre muita
- 33:49coisa sobre a tua vida, sobre como ser empresária, falou
- 33:52bastante do teu produto, dessa análise dos dados e a gente está
- 33:58chegando aqui no final e sempre no final a gente deixa aquele
- 34:02tempo, né para o nosso convidado convidado a trazer a.
- 34:07Mensagem qual que é a mensagem final?
- 34:09O que é que você quer falar? Para quem está nos ouvindo e o
- 34:11público é super diverso, sabe? Bruno, então você tem que mandar
- 34:15uma mensagem assim, talvez mais abrangente, ou separar.
- 34:18Qual a mensagem da Bruna aqui para o nosso podcast?
- 34:24Nós estamos hoje em dezembro de 2023.
- 34:28Legal, Beth, porque até quando? Quando a gente pensa nisso, em
- 34:32em mensagem, a Bruna de dezembro de 2023, ela já é 11.
- 34:37Bruna, que pensa muito no. Na qualidade das informações que
- 34:41a gente está coletando hoje, então hoje eu vou trazer uma
- 34:44mensagem, principalmente pensando no big data, então a
- 34:47big data, quando a gente fala dessa quantidade de dados que a
- 34:51gente tem, a gente está falando que hoje até 11 conceito que
- 34:55falam que é big data, é inteligência dos negócios.
- 34:58Se você não souber lhe dar com big data, eles só são dados,
- 35:02então quanto mais a gente conseguir lidar com essas
- 35:05informações, mais precisas a gente vai.
- 35:08A gente vai entregar essas informações.
- 35:11Então eu acho que. AA ideia é saber lidar com essas
- 35:15informações que estão chegando e são muitas informações que estão
- 35:18chegando e como que várias profissões juntos conseguem
- 35:23entregar algo no final que de fato, vá ajudar a ciência?
- 35:27Não, isso é excelente. Obrigada pela tua mensagem.
- 35:31Obrigada pelo teu tempo, Bruna, que eu sei que é que o final de
- 35:33ano está todo mundo na correria se tirou um tempinho para falar
- 35:36com a gente e desejo. E desejo para você aí tudo de
- 35:41bom para você, para o teus objetivos pessoais e para os
- 35:46teus objetivos profissionais é muito sucesso.
- 35:50Continue trazendo mais inovação para agricultura.
- 35:54Muito obrigada. E para vocês que ficam aí nos
- 35:58assistindo, aproveitem para assistir esse podcast.
- 36:02Os outros aí que são bastante interligados nessa parte de
- 36:05dados e a gente vai conversando ao longo de 2024 também.
- 36:10Um abraço para todos vocês.