Latest / Surra de Lúpulo / Cada cerveja, uma história - Spaten| Surra#270
Transcript
- 0:10Eites rapidinho aqui ó, você já conhece nosso irmão mais novo.
- 0:13O plantão cervejeiro é o primeiro podcast de notícias
- 0:16cervejeiras do Brasil, trazendo um formato dinâmico, direto ao
- 0:20ponto para te manter sempre por dentro do que rola no mundo da
- 0:22cerveja. Toda terça-feira tem episódio
- 0:24novo no seu agregador de áudio favorito ao play e fique
- 0:28atualizado. Hipacondríaca apresenta surra de
- 0:51lupulo. Oi pessoal, bom dia, boa tarde,
- 0:54boa noite. Eu sou Ludmila mais conhecida no
- 0:58Instagram. E hoje é o nono programa da
- 1:02nossa série. Cada cerveja é uma história e
- 1:05retornamos ao velho mundo, ao velho continente, para falar de
- 1:09uma cervejaria cheia de tradição, história e que carrega
- 1:12a difícil responsabilidade de fundar um estilo.
- 1:17Hello loyta Henrique Boaventura aqui.
- 1:19E não só fundar estilos como revolucionar a cena bábara do
- 1:24século 19. Talvez, nossa senhora, fui longe
- 1:27aqui. Alô, alô, salve, salve.
- 1:29Aqui é o Gabriel. E como a gente sempre vem
- 1:31sublinhando aqui, cada vez mais, inclusive muitas das latinhas
- 1:35que você, despretensiosamente, ignora na prateleira do
- 1:38supermercado. Tem muita história e hoje a
- 1:40gente vai conhecer mais uma delas.
- 1:51E a gente vai chegar começando a fazer aquela provocação básica,
- 1:54né? Então responde aí, mentalmente,
- 1:56toda quinta-feira você bate ponta aqui no seu agregador de
- 1:58áudio favorito para dar o play, faz contagem regressiva
- 2:01esperando o programa sair rir das nossas piadas, até das ruins
- 2:05do Henrique. Se as respostas foram sim, então
- 2:08pronto, você já foi completamente seduzida ou
- 2:10seduzida pelo surra de lúpulo. Agora, que tal chegar junto,
- 2:13fortalecer ainda mais esse projeto para garantir que ele
- 2:16continue no ar? Vamos virar o nosso mecenas.
- 2:18Você entra no nosso grupo exclusivo no WhatsApp, participa
- 2:20de clube de vantagens com descontos em curso, cervejas,
- 2:23eventos e ainda concorre a brindes e mimos especiais,
- 2:27embora fazia parte dessa comunidade cervejeira.
- 2:29Acesse e apoia ponta, se é a barra, surra de lúpulo e garanta
- 2:32seu lugar. Agora a jovenzinha ou
- 2:34jovenzinha, se o bolso está vazio, os caraminguáses.
- 2:36Curtos? Você ainda pode nos ajudar de
- 2:39outra maneira. Bora compartilhar o link desse
- 2:41episódio com alguém que também curta cerveja história e dá boas
- 2:44risadas? Durante esse percurso, eu não se
- 2:47esqueça de nos avaliar na sua plataforma de áudio preferida. 5
- 2:50estrelinhas no Spotify, Apple Podcasts, Deezer e outras
- 2:53plataformas fazem uma diferença enorme para gente.
- 2:55E o melhor para você é de grátis.
- 2:57Contamos com você para fazer o surro de luplo chegar cada vez
- 3:00mais longe. Ainda não garantiu essa vaga no
- 3:06lado BO clube de assinaturas da prússia está de volta.
- 3:09Com uma edição especial só de IPAs, todo mês você recebe uma
- 3:13IPA inédita, feita com base fixa e levedura diferente, e ainda
- 3:18participa de um encontro ao vivo para degustar, entender a
- 3:22receita e discutir a parte técnica com quem criou
- 3:25especialistas da graria maut e da lalement.
- 3:28Quer viver a experiência completa?
- 3:30As vagas estão abertas só até o dia 25 de julho.
- 3:33Corre no site da prússia e garanta o seu lugar.
- 3:51Meus amigos, então sim, agora sim e sem umas delongas, vamos
- 3:55começar essa jornada. Para conhecer um pouco mais da
- 3:59história da cerveja, spatem, que combina muito bem com a língua
- 4:03carioca, né? Spatem combina perfeitamente bem
- 4:07essa pronúncia. Gabriel, por favor, pegue em
- 4:09nossas mãos e nos leve até o Jardim da iluminação.
- 4:15Spatem combina também com a zona normatopeia cervejeiras, né?
- 4:18Você pega aí. Dá aquela é o som do Carnaval, o
- 4:21som da Alegria, o som que já deixa o corpinho leve.
- 4:24Que isso, Brasil, é uma malemolência.
- 4:26Outra malemolência que que jovem safadinho.
- 4:30Ele ele fez até 11 rebolation, porém com um tronco parecendo
- 4:34meio Ney Matogrosso baila. Um corujazinho?
- 4:38Não, não, não pode cantar muito não.
- 4:39Vem o ecad, vem o ecad. Exato.
- 4:43Pois bem, vamos novamente a Baviera.
- 4:47A Munique, mais especificamente, e ao período medieval.
- 4:50Vamos recuar assim bastante tempo.
- 4:52E aqui, conforme a gente for contando essa história, eu acho
- 4:55que vale a pena a gente trazer paralelos com as cervejarias que
- 4:57a gente já viu, porque vários acontecimentos são mutuamente
- 5:01influentes para essas várias trajetórias.
- 5:03E a gente também vai lembrando, vai articulando cada vez mais
- 5:06conforme essa série vai avançando.
- 5:08E o nosso repertório vai ficando mais gostoso, certo?
- 5:10Certo. É bons aluninhos aqui, bons
- 5:13aluninhos. AA lud não, porque ela está não
- 5:15está prestando atenção. Eu estou prestando a.
- 5:17Atenção, gente, que coisa chata. Está mascando chiclete e jogando
- 5:21baralho. Pois bem, é a sparten, ela vai
- 5:24ter uma história mais relevante para a gente, muito concentrada
- 5:27no século 19. Isso tem sido uma constante toda
- 5:29vez que a gente fala de cervejas, especificamente do do
- 5:32continente europeu, mas acho que todas têm 11 mudança
- 5:35paradigmática de alguma forma no século 19 ou começam sua
- 5:38história para valer no século 19.
- 5:39Mas aqui, no caso, inclusive, você pode consultar pequenos
- 5:42indícios dessa história ainda na identidade visual.
- 5:45Se você pegar uma latinha da sparten, você vai.
- 5:47E algo na linha de desde 1397, né?
- 5:49Uma história que é longuíssima para um cabojz, né?
- 5:52Mas não quer dizer que a sparten sempre foi a sparten que a gente
- 5:56conhece hoje, desde então, por registros vagos, registros
- 5:57inclusive que que lidam com a localização dessa cervejaria no
- 6:02mesmo lugar, a gente sabe que alguma coisa existiu ali desde
- 6:051397. Aliás, um lugar que eu vou, eu
- 6:08vou assassinar a língua alemã para falar, mas depois o
- 6:10Henrique me corrige ou não, que é o.
- 6:15New houser stravs stravs strass, que diabo é?
- 6:23Strass é em Munique, então, por essa localização e pelo registro
- 6:28de um estabelecimento que mais parecia um blue pub, digamos
- 6:31assim, não era uma cervejaria com um porte comercial de vender
- 6:33seu produto para fora. Mas existiu algo ali desde 1397
- 6:36e Ela Foi fundada naquele ano por Hans welzer.
- 6:38A gente tem até o nome do sujeito.
- 6:41Uma coisa interessante dessa época é do final do século 14 é
- 6:44que. E fazia cerca de 25 anos que o
- 6:49duque da Baviera de então, o Stefan segundo, tinha liberado
- 6:53para que qualquer cidadão pudesse requerer 11 permissão
- 6:56para produzir cerveja, né? Que até então era um ofício
- 6:58predominantemente monástico ou sob tutela da nobreza e sob
- 7:02tutela Na Na nobreza. Ele vai continuar em boa parte
- 7:05dessas cervejarias mais importantes, inclusive
- 7:07adentrando o século 19, onde a gente já vai chegar?
- 7:10Mas enfim, temos aí essa data de origem do começo da spa, né?
- 7:13Só que o nome não está lá desde o começo.
- 7:16Spartem que assim como spage no inglês, significa pá,
- 7:19literalmente aquela ferramenta, esse nome só vai aparecer
- 7:22vinculado a ela a partir de 1622, ou seja, aí quase 300 anos
- 7:25no futuro, quando ela é adquirida por um tal de Jorge
- 7:29patch. E aí a empresa diz inclusive a
- 7:32sua identidade visual indica isso que.
- 7:37Os patem vem da dapa, que era uma ferramenta importante no
- 7:41manuseio tradicional do malte, né?
- 7:43Isso, inclusive, é uma narrativa oficialmente adotada pela
- 7:46empresa, mas também pode ser que ela tenha algum tipo de relação
- 7:50com o nome desse George patt e havia mais de uma cervejaria sob
- 7:54a batuta desse sujeito, que carregavam alguma forma de
- 7:57spartem com algum prefixo em pontos diferentes.
- 8:01Mas, de novo, a gente está ancorado nessa mesma
- 8:02localização, lá em Munique, que vai permanecer ao longo do tempo
- 8:07até o século 19. Até meados do século 19, como
- 8:09cede do que viria a ser a Sparta em como a gente conhece hoje.
- 8:13E aí, né? O nome vem no século 17, mas a
- 8:17logo que adota de fato a par ela vai ser desenvolvida em 1884 por
- 8:20um designer que era muito requisitado na cena cervejeira
- 8:22de Munique, o Otto kup. Mas a gente tem essa
- 8:27continuidade um pouco quebrada dessa ideia, desse nome de novo,
- 8:31ancorado sempre nesse mesmo lugar.
- 8:33E era uma cervejaria miudinha. O que vai implicar com que a
- 8:36gente não tenha grandes é registros sobreviventes.
- 8:39Não vai ter muita gente falando sobre ela, pra gente ter essa
- 8:42opinião de terceiros e tal. Então, digamos que.
- 8:45Né? Do século 14 até o começo do
- 8:47século 19, é uma história muito fragmentada, que permite, no
- 8:51máximo, a gente só fazer essa inferência de que é a mesma
- 8:53cervejaria. É o mesmo estabelecimento que
- 8:55vai passando de mãos, vai sobrevivendo com essa função
- 8:58primária, né? Mas aí chegamos finalmente no
- 9:01século 19, em que muita coisa vai acontecer, muita coisa vai
- 9:05acontecer. Parece propaganda, né?
- 9:07De senhor. Aguarde, no século 19 a coisa
- 9:10vai mudar. Nos próximos capítulos, você vai
- 9:13ver como o mundo da cerveja foi revolucionado, com grande
- 9:17contribuição da cervejaria. Spac, ele não muda, ele capota.
- 9:21Depois dos nossos comerciais, é mentira.
- 9:26É mentira. É brincadeira.
- 9:27Fique conosco, não saia. Se vocês se lembram, a voin
- 9:30Stefan também passou por um processo de secularização no
- 9:34começo do século 19. O que que está acontecendo aqui?
- 9:36Você tem Napoleão Bonaparte esticando as Fronteiras do seu
- 9:40Império. Ele avança sobre o saco do
- 9:42Império Romano germânico, que tinha várias subdivisões
- 9:44administrativas que funcionavam sob esse grande guarda chuva.
- 9:48Só que. Nesse avanço, esse regime vai se
- 9:51diluindo e, dependendo do território, ele vai adquirindo
- 9:54uma administração própria, uma nova configuração, e, no caso, a
- 9:58Baviera se tornou um Reino independente com esse avanço em
- 10:011805, né? Foi daí também que você tem um
- 10:03impulso para a secularização de vários mosteiros e,
- 10:05consequentemente, de várias cervejarias que funcionavam
- 10:06sobre esses mosteiros. A vain Stefan, né, é uma delas.
- 10:10Acho que a paulani também sofreu esse mesmo processo.
- 10:13Sim, é a franciscanner deve ter sofrido o mesmo processo também,
- 10:16a franciscanner vai aparecer aqui.
- 10:19Já, já. E nesse processo de
- 10:21secularização também veio mudanças econômicas por
- 10:24inspiração francesa, que deram uma enfraquecida na organização.
- 10:27Em guildas, né? Esses ofícios, eles eram muito.
- 10:31Corporativistas, digamos assim, que estipulavam regras entre si
- 10:35é é coleta de impostos específicas para si, isso em
- 10:39acordo com a administração estatal do seu local específico
- 10:42e tal, tal, tal é. Mas esse enfraquecimento do
- 10:44poder das guedas, no começo do século 19 também permitiu que
- 10:48iniciativas cervejeiras descentralizadas, mais
- 10:50individualizadas, tomassem corpo.
- 10:52E foi aí, né? 2 anos depois dessa
- 10:55Independência do Reino da Baviera e dessa mudança de
- 10:58regras para o fazer cervejeiro e para outros ofícios também.
- 11:01Bem, em 1807 que o Gabriel sell Meyer e aqui é o pai, nós
- 11:05teremos outro charazinho, essa gente que adora repetir nome nas
- 11:08cria. Que puta que pariu.
- 11:09Criatividade 1000 o gabrielzinho o pai gabrielzão, né?
- 11:13Gabrielzinho Júnior vem depois o gabrielzão pai foi lá e comprou
- 11:17a Spartan Brown ehine. E é, ele vinha outro, né?
- 11:23Estamos falando que de linhagem ele vinha já de uma de uma
- 11:26linhagem de cervejeiros. Ele trabalhava numa numa
- 11:28cervejaria que era é pertencente à família real da da Baviera, a
- 11:33hoff Roy House, que existe até hoje, muito importante,
- 11:36inclusive, e também tem uma história longeva.
- 11:38Quem sabe nós falaremos dela aqui numa outra ocasião.
- 11:41Porque não? Porque não?
- 11:42E com essa experiência tanto de família quanto de ofício, ele
- 11:46decidiu se aventurar por conta própria e comprou essa espátria.
- 11:50Em 1807 e num momento muito peculiar, né?
- 11:52Porque a gente vai ver que ela vai ter uma relevância muito
- 11:56grande no decorrer do século. Mas nessa época, das 52
- 11:58cervejarias que existiam em Munique registradas, né?
- 12:01Pagando impostos, tudo funcionando direitinho, ela era
- 12:04a menor e a menos expressiva. Então, a gente vai ver que essa
- 12:10mudança de gestão vai ser muito impactante para a recolocação
- 12:13dela nessa cena, que já era tradicional e já era muito
- 12:17importante. E também é importante essa.
- 12:20Saltar também, que nessa época e antes disso e por um tempo
- 12:23depois também era muito comum o fato de tu ter cervejarias
- 12:27menores de bairro na Alemanha ainda em muitas cidades ainda é
- 12:30comum isso, ter cervejarias menores de bairro, que operam
- 12:33num raio muito curto. Então não era incomum ter
- 12:37cervejarias pequenas, apesar de que aqui estamos falando da
- 12:39menor de Munique. Mas esses grandes conglomerados
- 12:43ou esses grandes é conjuntos de cervejaria que hoje em dia a
- 12:47gente vê por aí vendendo aos milhões e milhares.
- 12:50De de ectolitros por mês é é uma realidade muito mais recente.
- 12:54Assim, é muito mais perto de nós do que olhando para o passado.
- 12:58Olhando passado, a gente vê mais cervejarias pequenas, produzindo
- 13:01volumes menores para atingir geralmente bairros ou um bairro
- 13:05ou bairros próximos à cervejaria.
- 13:07Então por isso que tem também. Se a gente for pensar que hoje
- 13:09em Munique não tem nem perto disso de cervejarias também é um
- 13:13reflexo, né? As os, as as cervejarias maiores
- 13:16tomam mais conta de mais regiões e, consequentemente.
- 13:20Gente, as menores têm menos espaço?
- 13:21Com certeza. Eu acho que o diante de desse
- 13:24traço que é bastante comum, eu acho que as peculiaridades da
- 13:26spatia, que são bastante notáveis, né?
- 13:28É o fato dela ter sobrevivido tanto tempo num porte tão
- 13:31diminuto e ainda assim você ter algum astro documental que dê
- 13:34para cravar que é, é é o mesmo empreendimento durando tanto
- 13:38tempo e que ela teve 111 metamorfose de porte, né?
- 13:42Em questão de décadas no século 19.
- 13:44A gente fala que né? A gente está sempre examinando
- 13:46cervejarias que sobreviveram a todas as agruras do tempo e tal,
- 13:49e. Por isso que a gente consegue
- 13:50falar delas e não outras que ficaram para trás.
- 13:53EE perderam registro, perderam Lastro.
- 13:55E aqui eu acho que a singularidade dela é justamente
- 13:58ter sobrevivido por tanto tempo, sendo tão pequena, e ter dado um
- 14:01Salto tão grande. Mas prossigamos, agora estamos
- 14:05aqui no hall do Sérgio Mayer, que são uma família da da porra,
- 14:09viu os os rapazes? Era, tinha a visão, tinha a
- 14:11visão. Serão nomes muito importantes.
- 14:15Tinha as manha. Tinha as manha.
- 14:17E se você, ouvinte, tem acompanhado essa série desde o
- 14:20começo, esse sobrenome aparece aqui com uma certa frequência,
- 14:24especialmente partindo da da boa memória do senhor Henrique
- 14:27Boaventura, que sempre lembra desses nomes relevantes da
- 14:30história da cerveja. Quando a gente está falando
- 14:32sobre questões. Técnicas.
- 14:33Sobretudo. E meramente isso, né?
- 14:35Tão somente isso. Porque, de resto, é contigo, meu
- 14:37jovem. Sobretudo, mas aqui é uma
- 14:41variedade de de contribuições. Uma miríade.
- 14:44Uma miríade isso aí. Pois bem, no comecinho do século
- 14:4719, o célo Maia pai. Teve 11 diligência de
- 14:50aprimoramento, tanto de aparatagem quanto de controle de
- 14:54qualidade do que se produzia naquela cervejaria, sem questão
- 14:57de 23 décadas. Foi isso foi bastante relevante,
- 15:00bastante marcante na trajetória da cervejaria.
- 15:03Então é, se não me engano, foi ele que começou a aplicação de
- 15:06termômetro para o controle de temperaturas um pouco mais
- 15:09direto, mais detido, mais deliberado ao longo dos
- 15:12processos de produção. Foi ele o que importou o
- 15:16primeiro forno Willer, né? De de secagem.
- 15:19Orra de malte vindo da Inglaterra em 1818, que foi um
- 15:21avanço no controle desse processo de manuseio do malte
- 15:24muito importante vai ser evidenciado com as contribuições
- 15:28da spartem. Mais por meio do século, ele
- 15:30também instalou um pequeno laboratório de testes, então
- 15:32você vê um cuidado deliberado com tudo que se produz com cada
- 15:35passo até o produto final. Então, em cerca de 10 anos de
- 15:39gestão, ele fez a cervejeira crescer em reputação e em porte,
- 15:43né? Inclusive, chegou até a expandir
- 15:46o raio de venda. Para o exterior, exportando
- 15:51inclusive barris para a Inglaterra.
- 15:52Se a gente se lembrar, por exemplo, da duvel, é a
- 15:55exportação. Ela é ainda para países
- 15:56vizinhos, né? AA própria wein Stephan não era
- 16:0011 cervejaria de de um amplo porte de exportação.
- 16:04Esse ganho Internacional, tirando as cervejarias inglesas
- 16:08dessa cervejaria da Europa continental, vai se dar mais no
- 16:11século 20. Mas aqui você já tem uma
- 16:13exportação que conta com o transporte naval, que conta com
- 16:16conexões no Reino Unido justamente para isso.
- 16:19E nesse período de 52ª, a sparten vai pro lá pra sexta
- 16:23posição de maior cervejaria de Munique, né?
- 16:26Enquanto isso, é claro, a cena, que era robusta, perdia
- 16:29cervejarias menores. Essa era a nova configuração que
- 16:32vinha se dando, de uma especialização focada em
- 16:35processos cada vez mais de feição industrial, que também
- 16:38pressupõe investimento, que também pressupõe uma
- 16:40concorrência em que o grande engole o pequeno, né?
- 16:43É pelos idos de 1850 das 52 que existiam no começo do século, a
- 16:46gente tem registro apenas de 30. 33.
- 16:49Mas ainda assim de 52ª para sexta.
- 16:52É um Salto qualitativo bastante notável que a gente não pode
- 16:56deixar de ignorar. Eu acho que vale também a gente
- 16:58dizer que essa produção, ela ainda lidava com que falar
- 17:05inglês, mas tenho certeza que existe a tecnologia em alemão,
- 17:08né? Lidava com as chamadas Brown
- 17:10lagers, essas lagers um pouco mais escuras, mas não essa
- 17:13cerveja totalmente escura do malte torrado, que a gente
- 17:16imagina quando está falando de uma Porter.
- 17:19E apesar desses maltes mais escuros, a gente já está
- 17:22falando, sim, de cervejas produzidas em baixa fermentação,
- 17:27em cavas que são mantidas. É até então com recursos
- 17:31naturais, com gelo, com neve em em em épocas em que o clima não
- 17:35está favorável para essas fermentações com leveduras.
- 17:37Laga, né? Gabriel, o nome é um pouquinho
- 17:39diferente em alemão é Brown. Beer, Brown Beer.
- 17:43É uma de marrom, Brown Beer uhum, cerveja do marrom.
- 17:48E Beer, que vem de fato da da Europa continental e que quer
- 17:51dizer, né? Comparada com as zaes,
- 17:53literalmente cerveja lupulada, enquanto as zaes historicamente
- 17:57não levavam lupa. Mas é isso.
- 17:58Quer dizer, coisa boa em alemão? Quer dizer, coisa boa em alemão?
- 18:01Um outro ponto interessante dessa época também, né?
- 18:04Conforme a gente vai avançando para a metade do século 19, é
- 18:08que o bebê cerveja, ele se tornou um costume urbano e que
- 18:11vai alcançar todas as classes da sociedade, né?
- 18:15Antes, como como eu cheguei a comentar com o ofício cerveja?
- 18:18Dinheiro sendo predominantemente monástico e sob a tutela da da
- 18:21nobreza, ele vai se expandir no fazer e no consumir e vai
- 18:26alcançar tanto os trabalhadores como os chamados patrícios.
- 18:29Assim, ele vai ser imbuído de um capital simbólico, quase
- 18:33comunitário, vai juntar essas pessoas nesse tipo de de
- 18:36costume, vai agregar as pessoas nesses locais de consumo e
- 18:39também por conta dessa progressiva industrialização,
- 18:42ele vai ganhar até ares higiênicos, né?
- 18:44Isso é uma coisa que a gente inclusive vê é em documentos no
- 18:46Brasil falando e. Escrevendo cerveja como algo que
- 18:50é preferível, na verdade é em contraparte a outras bebidas
- 18:54para a saúde, né? Dito isso, e já feito aqui uns
- 18:57pequenos, dado o alguns louros para o zelo Maia pai, é preciso
- 19:02dizer que ele não seria o principal de sua família,
- 19:06envolvido na ascensão da sparten no século 19.
- 19:10Eis que entra o Gabriel zaidel Maia, segundo gabrielzinho
- 19:15gabinho. Gabi, o filho, o Júnior que se
- 19:18tornou, no final das contas, para a cervejaria.
- 19:20A pessoa que fez a mudança, né? Que fez, digamos, é, foi a
- 19:23pessoa a mola propulsora para terminar de catapultar o que
- 19:27precisava ser catapultado na cervejaria que já vinha
- 19:30crescendo, né? Esse jovem formado cervejeiro,
- 19:32mas que também era versado na engenharia.
- 19:34Muito importante. Na sua Juventude. 11 jovem cheio
- 19:38de ideias sabe? Sabe aquele negócio, Oo rolê do
- 19:40jovem hoje? Pegar sua mochilinha e viver o
- 19:42mundo. Cheio de ideias e sonhos, né?
- 19:44Até que o mundo pisa nesse sonho.
- 19:46Exatamente fedendo, provavelmente.
- 19:48Inclusive, gabizinho pegou sua mochila e foi viajar pela
- 19:52Europa. Muito porque seu pai disse, vá.
- 19:55E porque provavelmente seu pai disse que tem dinheiro, né?
- 19:57E ele foi ali, entre a década de 1820 e 1830, ele foi viajar para
- 20:00se aprimorar no ofício de fazer cerveja em vários pontos da
- 20:04Europa. E quem estava junto com esse
- 20:06jovem era um austríaco que a gente já mencionou.
- 20:09Se eu não estou enganado, ele em algum outro programa e talvez
- 20:13vamos mencionar em outro programa esse nome muito
- 20:15importante que é o Anton dreher. Que é um sujeito
- 20:19importantíssimo, porque ele foi o responsável pelo
- 20:22desenvolvimento do estilo Viena lager lá na Áustria, mais lá pra
- 20:27pro outro lado do porque mais para as direita lá do mundo
- 20:30estava ele lá desenvolvendo um novo estilo de cerveja.
- 20:33Mas isso aqui é para outra história, outra cerveja.
- 20:35Então é quase que é. Como Oo?
- 20:39Caso lá que a gente estava falando lá no episódio da
- 20:42calzberg, né? Do do jacob do jacobinho, o
- 20:44Christian Jacobsen, filho de jacob, que tinha 11 relação
- 20:48harmoniosa, assim, AA treta intergeracional que existia.
- 20:52Essa dupla estava lá basicamente, né?
- 20:55Já compartilhando os saberes, o eu já tinha um conhecimento
- 20:58sobre o uso da levedura lager e eles foram viajar e.
- 21:02E praticar coisas muito me falta a palavra, mas é coisas de cunho
- 21:08duvidoso, por assim dizer, para não dizer coisas piores, mas
- 21:11fazer uma espionar industrial na cara dura mesmo.
- 21:14Eles foram visitar várias cervejarias no Reino Unido,
- 21:16principalmente na Escócia e na Inglaterra, e eles faziam de
- 21:20tudo, perguntas, anotações para os cervejeiros.
- 21:22Estavam lá loucamente, fazendo 1000 perguntas, e as pessoas
- 21:26respondiam sem nenhum problema, porque talvez não.
- 21:29Não tinham ideia que poderiam virar competidores, inclusive,
- 21:32talvez acabar. Acabar com o seu mercado de
- 21:33eles, né? Mas eles iam lá pegavam.
- 21:35Eles tinham também uma carta de recomendação de um doutor
- 21:38londrino assim falou assim, ô, vai lá, recebe, esses moleques
- 21:41são gente boa. Era do bes.
- 21:42Agora que eu não me lembro. Ele era Oo do do cervejeiro da
- 21:45bes. Eu não me lembro se não era ele.
- 21:47Eu não me lembro, não me lembro. Uma carta de recomendação de um
- 21:50senhor londrino é ótimo. Tipo do Sherlock Holmes?
- 21:53Não era um doutor. Ele assina como doutor.
- 21:56É isso que eu lembro dessa informação.
- 21:57E aí você chega com as portas abertas por conta dessa
- 22:00credibilidade e faz uma sacanagem da boa.
- 22:03Não. E eles fizeram totalmente
- 22:05sacanagem. Desde roubar amostras com
- 22:08dispositivos totalmente Inspetor Bugiganga, tipo uma bengala oca
- 22:12para pegar mosto e fazer análises depois.
- 22:15Até mesmo a roubar alguns documentos, né?
- 22:18Alguns poucos documentos que foram copiados surropiados?
- 22:21Talvez não. Não sabemos chegar a esse ponto
- 22:23exatamente e não somente fizeram isso, como relataram em cartas
- 22:27para os seus pais, para o pai gabrielzão, no caso gabrielão.
- 22:30Não sei como é que se chega a meus esse esse jovem, mas
- 22:34relatou o quanto eles estavam. Feliz de ter saído ilesos dessa
- 22:38mutreta que eles fizeram no Reino Unido.
- 22:40E essa viagem? Ela também gerou um intercâmbio
- 22:43tecnológico, ou melhor dizendo, uma transferência de tecnologia,
- 22:46porque basicamente eles levaram a levedura láger para lá, também
- 22:50tiveram acesso, compartilharam a levedura láger e eles absorveram
- 22:53muitas informações que estavam sendo desenvolvidas naquele
- 22:56período no Reino Unido, que são muito importantes para o futuro
- 23:00da sparten. E aí a gente precisa entender
- 23:03antes de se aprofundar mais na história, a gente precisa
- 23:06entender o que que era fazer cerveja na Baviera naquele
- 23:09período que a gente está falando aqui, 820, 830.
- 23:11Até os os anos 1840, provavelmente grande parte das
- 23:13cervejas eram cervejas marrons, eram cervejas mais escuras por
- 23:16causa de processo de malteação processo de secagem, levava
- 23:20fogo, tinha pouca padronização da produção do malte justamente
- 23:24por causa do da da falta de equipamentos para mídia, de
- 23:28temperatura e tudo isso. E.
- 23:32A cerveja seria mais próxima do que a gente conhece hoje como
- 23:36uma Munique dunkel e tem 11. Outra coisa que é, a gente acha
- 23:40que Ah não, porque tudo era marrom.
- 23:42Não é bem assim. É um parênteses.
- 23:44Importante é que tinham métodos para gerar maltes mais claros.
- 23:48Essa que é a grande verdade. Desde talvez do século 16 ou 17,
- 23:52já eram feitos cervejas claras na Alemanha.
- 23:56Só que o grande problema é que esse método de produção era
- 23:59muito lento, muito caro. E não escalava.
- 24:03Então adotavam fazer cervejas mais escuras, porque o processo
- 24:07de malteação ele era mais rápido, mais barato, mais
- 24:09simples, facilitava tudo. Outra coisa importante é que a
- 24:12gente tinha um método de produção que ainda é usado hoje
- 24:16em dia, algumas cervejarias, mas que era decocção, que é um
- 24:18método antigo, longo, complexo e principalmente ele é caro,
- 24:22porque ele requer muito material, muita, muita queima,
- 24:25muito gasto para aquecimento do mosto, que é basicamente, em
- 24:29linhas gerais, uma decocção. É uma maneira que a.
- 24:32Os cervejeiros alemães encontraram de fazer a cerveja é
- 24:35o mosto, né? Que é produzido subir de
- 24:37temperatura mais ou menos controladamente.
- 24:40Então se eles eles descobriram ou chegaram depois de muitos
- 24:44testes, empiricos que se eles aquecessem ou fervessem 1/3 do
- 24:48mosto, eles conseguiam fazer a faixa de temperatura subir para
- 24:52a próxima faixa ideal, num processo de mostura a.
- 24:55Aí então eles faziam 12 ou até menos 13 vezes, e eles
- 24:59conseguiam passar por várias faixas de mostura que geravam a
- 25:01cerveja do jeito que eles queriam.
- 25:03Outra coisa também importante é que aferir a quantidade de
- 25:07açúcar na no mosto, que é o que depois vai gerar a quantidade de
- 25:10álcool na nossa cerveja, ainda era muito precária e também não
- 25:14tinha outros processos que auxiliassem a ter uma
- 25:16padronização. Ou seja, com a mesma quantidade
- 25:19de malte, às vezes não era gerado a mesma quantidade de
- 25:22cerveja ou a mesma quantidade de álcool na cerveja.
- 25:25E também. Como o Gabriel brilhantemente
- 25:27trouxe, existia uma dependência enorme de gelo natural, porque o
- 25:31tanto o resfriamento quanto o lagrin, que é o processo de
- 25:34armazenagem e de longa maturação das cervejas, precisava de frio.
- 25:38E eles usavam basicamente cavernas como depósitos de gelo
- 25:42para a gente conseguir fazer a cerveja do jeito que a gente
- 25:45espera. E isso era uma dependência total
- 25:47do clima, não tinha um controle também.
- 25:49Basicamente coloca gelo, coloca cerveja.
- 25:51O que aconteceu, aconteceu e o. Por fim, Gabriel também trouxe
- 25:55que estávamos no momento do surgimento de equipamentos de
- 25:59indústria a vapor, barcos, trens e o próprio a industrialização
- 26:05das fábricas, usando o vapor como meio de locomoção, meio de
- 26:10motor, meio de propulsor dos processos.
- 26:14Isso também, além de ter proporcionado a viagem de zygel
- 26:17Maia, também proporcionou a industrialização do fabrico de
- 26:21cerveja. Isso é mega importante para os
- 26:22próximos passos. Boa.
- 26:27Se tem uma coisa gente que a gente valoriza além de história
- 26:31e tudo isso é quem faz o universo cervejeiro crescer.
- 26:34E a cervejaria stanis é um desses grandes aliados.
- 26:37Como nossa mescla empresarial, eles acreditam e investem no
- 26:40nosso conteúdo, ajudando a manter o surra de lúpulo no ar.
- 26:44Mas não é só isso. Além de criarem cervejas
- 26:46incríveis e de altíssima qualidade, a stanis proporcionam
- 26:49experiências completas. Seja nos próprios bares ou pelo
- 26:52e Commerce que entrega cervejas para o Brasil inteirinho.
- 26:56Agora chegou a tua vez de apoiar quem apoia a gente?
- 26:59Use o cupom SDL 12 no site www.stanis.com stanis com 2 NSE
- 27:05garanta 12% de desconto em qualquer produto.
- 27:08Assim, você enche a geladeira de cervejas sensacionais e ainda
- 27:12consome de quem ajuda a manter o surra de lúpulo no ar.
- 27:23Muito bem, muito bem. A gente está aqui passando por
- 27:26toda a história das patem, desde o seu início lá em 1397, até a
- 27:30aquisição que de fato começou a mudar a vida das patem com o
- 27:34Gabriel pai. Mas agora a gente vai entender
- 27:37que esse espião de meia tigela, né?
- 27:39Esse jovem que ficou vagando pelo mundo, esse nepo baby.
- 27:43Aliás, muitos nepo baby na. Só nepo.
- 27:47Baby na história da cerveja dessa época, né?
- 27:49Né? Então vamos falar um pouco,
- 27:51Gabriel, da da história do seu xará do Juninho, que não é o
- 27:54pernambucano gabinho. Esse é o demais.
- 27:58Segundo Na Na história da spatiam.
- 28:00O que que ele fez de fato, né? Que que que ele, que que ele
- 28:03agregou nesse camarote com a bebida que pisca?
- 28:07AA, que pisca spatten o. Gabi Júnior não bate falta, mas
- 28:11meteu várias bolas no ângulo, né?
- 28:13É? Pois bem, a gente vai aqui.
- 28:16É, de fato, chegar na pessoa que foi uma grande responsável por
- 28:21terminar OOO, trabalho que o pai fez para reerguer spatin, mas,
- 28:25mais do que isso, uma pessoa que influenciou, além da própria
- 28:29marca, o ecossistema cervejeiro. Do que a gente hoje conheceria
- 28:32como escola alemã e que, de certa forma impactou.
- 28:36É a cena cervejeira global, com repercussões até o dia até os
- 28:40dias de hoje, né? Então, o zero Maia, segundo o
- 28:43Gaby Júnior, o gabrielzinho 2 ele, depois de fazer a sua tour
- 28:49de aprendizagem, a sua espionagem industrial.
- 28:52Rapaz malicioso, né? Coisa feia, coisa feia, mas
- 28:56agora a gente vai bater pau para ele.
- 28:57Ele vai assumir AA espatem ao lado do irmão, o Youssef, na
- 29:03ocasião de falecimento do pai big Gaby, em 1839, né?
- 29:05O Youssef guardemos esse nome não vai ser tão importante aqui,
- 29:09mas a. Assim como sempre tem.
- 29:12Aliás, coisas que se repetem, né?
- 29:14Famílias de Pais e filhos e netos que têm mesmo nome, mesma
- 29:19profissão, mesma inclinação na vida e treta interfamiliar.
- 29:24Eles não tinham redes sociais, né, Gabriel?
- 29:25Por isso que eles faziam isso. Não tinha rede social, é
- 29:28verdade. Ô Luís, imagina se tivesse
- 29:29TikTok, não tinha cerveja? Só dando shade na empresa do
- 29:33irmão assim, né? Falando mal?
- 29:35É, imagina fazendo o perfil falso fazendo?
- 29:38O perfil falso. Xingando muito no Twitter.
- 29:41Gabizinho segundo o nome do do perfil.
- 29:44O little Gaby, inicialmente com o irmão, o Youssef, que 3 anos
- 29:48depois vai zarpari e vai se tornar um rival, trabalhando com
- 29:51outra cervejaria, inclusive assumindo a dianteira dessa
- 29:53cervejaria. Eles assumem a spata em 1839,
- 29:55por conta do falecimento do gabepae.
- 29:57E aqui a gente já começa a ver de uma forma mais expressiva,
- 30:01tanto a continuidade das reformas, pequenas reformas que
- 30:04o gabepae fez, quanto novas implementações que?
- 30:10Vieram na bagagem do Gabe Júnior depois da sua viagem, por
- 30:14exemplo, além de da da das dos testes com da das amostras
- 30:18roubadas na Escócia, houve uma continuidade de um trabalho de
- 30:22controle maior sobre o manejo do malte que já vinha do gabepay,
- 30:26mas que foi de fato implementado numa receita com total é
- 30:30deliberação desde 1835 pelo gabinho, né?
- 30:32Então ele começa a pôr em prática essas técnicas de manejo
- 30:36para é obter um malte com uma Torres.
- 30:40Específica, seco, por 111. Metodologia que não vai fazer
- 30:44com que ele tenha outras características sensoriais,
- 30:46como, por exemplo, uma defumação, né?
- 30:48Coisas que você não quer para o resultado final da sua cerveja e
- 30:52depois de 6 anos de teste, ele vai apresentar na Oktoberfest de
- 30:551841 a marsen, a marsen, que hoje reconhece como a cerveja da
- 30:59Oktoberfest. Mas aqui foi 11.
- 31:01Primeira apresentação feita com malte espeio, né?
- 31:04Inspirados por essas influências inglesas.
- 31:10Com as quais ele e o Anton dreher entraram em contato na
- 31:13viagenzinha de aprendizado e sendo uma cerveja pioneira no
- 31:17alargamento de possibilidades dessas cervejas germânicas,
- 31:19nesse sentido, com 11 manipulação mais Moderna dos
- 31:24maltes, pensando na obtenção do perfil que você quer lá na
- 31:26frente. Excelente e a merthen ela está
- 31:29muito mais próxima de uma Viena. Merthen está vendo no hablen, no
- 31:32hablen alemão? Estou me tomando no cu, né?
- 31:35Mas tu fala uns 18 idiomas, cara, deixa me dar bem num.
- 31:39A merthen ela. Ela está muito mais próxima de
- 31:42uma Viena do que numa Munique reles mega importante isso.
- 31:46EE nesse momento a gente ainda tem maltes.
- 31:49Eles são maltes mais claros. Mas eles ainda não são, na sua
- 31:53totalidade, claros, como a gente está acostumado hoje em dia.
- 31:56Então é uma parte de uma evolução de processo de
- 31:59malteação que IA culminar lá na frente, numa outra cerveja, mas
- 32:03que aqui ainda era a meticen. E importante que a meticen foi a
- 32:07cerveja da Oktoberfest por muitos anos, até que surgiu o
- 32:11estilo Oktoberfest Bear, que é basicamente 111 cerveja mais
- 32:15clara que a meticen e mais alcoólica.
- 32:18Então, por muitos anos, eu diria, século foi a.
- 32:21Mertzen a cerveja oficial da Oktoberfest e depois virou a
- 32:25Oktoberfest Bia, que daí é a cerveja mais alcoólica e mais
- 32:28clara, que é bebida e consumida loucamente hoje nas nos dias de
- 32:32evento. Muito bem.
- 32:34Uma coisa é é legal pensar nesse lance do malte pale, porque aqui
- 32:38no Brasil, quando você tem é esse começo de importações de
- 32:41cerveja gringa e um consumo de cerveja mais sistemático, você
- 32:44tem a listagem de cervejas brancas e pretas e faz todo o
- 32:47sentido você simplesmente só se apropriar desse linguajar.
- 32:50O que para hoje nos. Parecer estranho, mas você
- 32:53pensar na diferença entre uma porta e uma de qualquer estilo
- 32:57que ela seja. Existe uma diferença cromática
- 32:59que você pode é apartar entre claro e escuro, mas não é o
- 33:03claro claro, né? É claro em comparação ao ponto
- 33:05mais distante da escala cromática e comparado também nos
- 33:09resultados que você tem de 1/01/1 manejo mais deliberado do
- 33:12malte, desse malte que chega nesse ponto que você quer sem
- 33:15passar o malte mais pálido do que o malte torrado que vai para
- 33:19essas outras cervejas pouco mais antigas.
- 33:21Bem. Mecânicas, né, é?
- 33:22O malte não tinha padrão, na verdade o malte menos
- 33:24padronizado. O nível de palidez do malte
- 33:27também está relacionado ao processo e ao quanto o processo
- 33:31estava aderente com os parâmetros finais desejados.
- 33:35É igual aquele pó de café vagabundo que você passa e dá um
- 33:37suco de cinzeiro, né? Aquele extra forte, meritão
- 33:41extra forte. Nem meritão, né?
- 33:44Qualquer tulha velha aí da vida. Mas voltando já já dispersamos
- 33:48demais. Pois bem, continuando nesse
- 33:50processo, é. É, além de de investir em
- 33:54processos e maquinário para esse manejo do malte, tem aqui o que
- 33:58o Henrique já comentou, que a instauração de um maquinário a
- 34:00vapor, né, em em vários pontos da cadeia, em vários pontos da
- 34:03distribuição, inspirado por esse aporte industrial britânico.
- 34:06Lembrando que aqui a gente está no auge de de né, de sei lá,
- 34:10segunda revolução industrial, sei lá, agora eu eu vou me fazer
- 34:14o professor de história fajuto, porque essa, essa separação de
- 34:18data das primeiras e das segundas do escambau, eu falei,
- 34:20não me lembro. Mas você tem 111 vigor
- 34:22industrial bastante potente na Inglaterra que está
- 34:25influenciando esse processo aqui também é, então dentro de 5
- 34:28anos, então já 1851 estão é adentrando na segunda metade do
- 34:31século 19. É com uma produção anual de
- 34:32cerca de 43000 hectorlitros, né? Eu, assim como a Ludmila, não
- 34:35entra na minha cabeça a mensuração do hectorlitro, mas
- 34:38eu sei que para quem entende fica muito claro, então vamos
- 34:42usar aqui as medidas. Que o querido ouvinte vai
- 34:47entender. Ele já havia superado a
- 34:49capacidade da antiga sede, a sede que ficava naquele lugar
- 34:52antiguinho da fundação da cervejaria, lá em 1397, e
- 34:56precisou construir uma nova fábrica com um maquinário todo
- 34:58dedicado. Um maquinário, inclusive,
- 35:00alfaiatado para aquela nova estrutura que ele IA, IA
- 35:04construir, né? E também é dessa época.
- 35:08É uma coisinha aqui que eu acho que o Henrique pode pode até
- 35:10rememorar melhor, que rola o intercâmbio.
- 35:15Entre Oo Zé do Maia Júnior com o iacob raceten iacobson lá da
- 35:21causber causber que nós vimos é foi responsabilíssima por uma
- 35:25série de avanços em microbiologia cervejeira no seu
- 35:28laboratório e. Que abriu novas Fronteiras para
- 35:31o que significava produzir uma lag do século 19 para o século
- 35:3420. E tudo isso começou nesse
- 35:36intercâmbio, nessa generosidade industrial, apesar de ter
- 35:40partido de uma pessoa um tanto quanto sacana nesse
- 35:42departamento. Partiu daí, dessa, dessa
- 35:45partilha. Mas olha só, será que ele foi
- 35:47sacana mesmo porque ele roubou? Tá, mas ele retornou.
- 35:51Digamos que no processo de de de fusão industrial e de de métodos
- 35:57industriais, ele também teve a sua colaboração.
- 35:59Então ele é. Absorveu, mas ele também
- 36:01compartilhou a levedura. Então eu não quero ser
- 36:04repetitivo aqui. Até a gente falou sobre isso
- 36:06bastante no episódio da calzberg.
- 36:08Mas ao contrário dos dias atuais, onde AO segredo
- 36:12industrial é uma coisa muito forte e muitas vezes Oo segredo
- 36:16industrial é detentor da diferença de mercado, aqui a
- 36:19gente vê pessoas, fábricas de países diferentes trocando
- 36:23abertamente levedura, que hoje em dia é segredo total de de
- 36:27muitas cervejarias. A minha levedura é a minha
- 36:29leveza. Dura de ninguém mais.
- 36:31Então é uma parada bem interessante que realmente
- 36:33existiu isso por algum momento na face da Terra antes do
- 36:36capitalismo assumir. Eu concordo, eu só acho que
- 36:38consenso entre as 2 partes é importante, ciência de tudo que
- 36:41está acontecendo. Ah, sim, é, mas é, enfim, enfim,
- 36:45né? Gente, as pessoas não têm noção
- 36:48de consenso e de ciência e de como é que é o nome de
- 36:52consentimento até hoje em relação a um Monte de coisa que
- 36:55dirá nessa época, então, pô. Eu nem acho assim, sinceramente.
- 36:59Eu acho que pelo que a gente já apresentou de história até
- 37:02agora, teve muito mais essa colaboração, às vezes não tão
- 37:07sabida de uma das partes, mas a karlzberg foi um exemplo que
- 37:10chegou. Olha só o que eu descobri.
- 37:12Que legal, coleguinha. Faz aí também.
- 37:14Mas, gente, todo mundo fica rico ao mesmo tempo.
- 37:16Eu acho que, enfim, eu. Inclusive lud.
- 37:18Acho que os bilionários deveriam fazer isso com a gente mais
- 37:20vezes. Tipo assim, olha só o que eu
- 37:22descobri, vamos fazer todo mundo ficar.
- 37:23Rico, não, mas eles fazem entre si, Hein, Rick?
- 37:25É isso que você não está entendendo.
- 37:26Você não faz parte do clube. Pô, ué, eu Hein, estou dizendo.
- 37:29Eu nem quero, nem quero fazer parte.
- 37:31Desse clube. Ah, pronto.
- 37:32Aí aí ficou ressentido, vai? Todo mundo bicudo aí, né?
- 37:35É pai? Enfim, voltando para cá, é nessa
- 37:39nova iniciativa de construção de uma nova sede.
- 37:42A fábrica ficou pronta em 1854, né?
- 37:44Uma adaptação assim. Cravado inauguração, Pá Pá Pá em
- 37:48Max worstad, que é um local onde a spartem permanece até hoje.
- 37:52Então, geograficamente, as raízes são antigas e elas
- 37:56abrangem o mais ou menos o mesmo lugar há bastante tempo, o que
- 38:00dá uma solidez tanto na ativa quanto é de perceção dessa
- 38:04cervejaria pelos seus arredores na história que ela tem é
- 38:08comunique com as com OA tradição cervejeira daquele local e
- 38:12depois um pouco mais alargada dentro do que você entende como
- 38:16pro. Tradução cervejeira história
- 38:17cervejeira tradição cervejeira alemã.
- 38:19Voltando ainda para a questão dos negócios, depois disso, a
- 38:22gente tem uma expansão, é de exportação da empresa que já
- 38:26tinha sido iniciada com o game pai, mas aqui a gente vê isso de
- 38:29uma forma um pouco mais sistematizada.
- 38:30Até porque o Zé dele, Mayer Júnior, meteu uma estrutura de
- 38:34engarrafamento que até então não era uma coisa muito comum na
- 38:37Baviera. E inclusive, né?
- 38:39Nessa treta de produtor independente guilda taberneiro,
- 38:43o pessoal dos taberneiros preferia a cerveja em.
- 38:46Paris enquanto esse tipo de comercialização estava meio que
- 38:51dando um Bypass nessa gente e forçando com que você mudasse um
- 38:55pouco o seu modelo de negócio de serviço, né?
- 38:57Mas ele teve essa iniciativa e isso foi bastante pioneiro na
- 39:01Baviera na década de 1860, mais ou menos no início dos anos 70.
- 39:05A gente sabe que a esparta, a gente tinha 200 funcionários e
- 39:07que se. Em 46 eles produziam 43000
- 39:10ectolitros. No começo da década de 70 eles
- 39:13estavam produzindo 300000 ectolitros anuais.
- 39:14Então AO crescimento vem vindo com o vigor, com uma pulsação,
- 39:19com a musculatura notável, a galera vem vindo forte.
- 39:22Gabe Júnior ainda está lá no páreo, ele dá um passeio para
- 39:28trás em 1874, ele ainda não falece, mas ele dá a dianteira,
- 39:30dá spatim para para os 3 filhos. Ele teve uma filharada do
- 39:34cacete, isso vai aparecer já, já.
- 39:39Mas ele teve 3 filhos homens e esses 3, o Yohan, o Carl e o
- 39:43Anton, vão assumir é as operações da Sparta em 1874 e
- 39:47vão continuar esse esse processo de expansão, esse processo de
- 39:51modernização e esse processo de impacto que também vai
- 39:54extrapolar a própria marca. Né?
- 39:58Desculpa, é só fazer uma interrupção.
- 40:00Meio nada a ver. Mas você viu como é que o cara
- 40:02quis homenagear os Brothers dele?
- 40:04Você percebeu? Ele quis homenagear, vê o Carl
- 40:07ali, tu não me deu essa levedura, toma o nome de um
- 40:09filho meu aí pra tua roda, se teve o Anton lá, tu não foi lá
- 40:12fazer é investigação comigo, fazer roubar coisa, não é?
- 40:17Toma o nome de mais um filho, meu pai, o companheiro de.
- 40:19Crime. Hein.
- 40:21Entendeu? Só o primeiro que ele falou,
- 40:23não, esse aqui eu vou ter que batizar com o nome do sei lá, do
- 40:26pai, da minha esposa. Não vai ter jeito.
- 40:29É o Johann bapt, né? Não sei se é bapt, mas meteu o
- 40:31nome do Santo Santo do coração da família.
- 40:33Não, mas podia. Podia ser pior, né?
- 40:35Podia ser Gabi e terceiro. Podia ser Gabi e terceiro?
- 40:38Me admira que não. Não tem havido um Gabi e
- 40:41terceiro. É?
- 40:42Pois é. Pois é.
- 40:43Vamos lá. Mas boa, boa, eu tanta coisa eu
- 40:47deixei passar essa aí. Uma ótima conexão.
- 40:50É. É, é tributo, né?
- 40:51Será que eles foram apadrinhados por alguém dessa galera também?
- 40:55Foi. Já pensou?
- 40:55Que maravilha, cara, você ser o call afilhado do do cara da
- 41:00callsberg? Pô, tu pode ainda falar, tá
- 41:02vendo minha cervejaria callsberg?
- 41:03Eu sou callsberg, porra. Tá louco.
- 41:05Imagina o aniversário dessas crianças?
- 41:07Porra, uma festa danada, né? Cerveja de tudo que era tipo de
- 41:11tudo que é país. Gente bêbada?
- 41:13Os barriozinhos só maravilhoso ali pra você escolher o filho do
- 41:17fino que você quisesse. Isso aí.
- 41:19Já com os 3 filhos. Na dianteira, mas ainda com o
- 41:22Gabe Júnior ali nos bastidores, tem uma questão interessante,
- 41:26que acho que dialoga também com a com a vale Stefan, né?
- 41:29Que é essa iniciativa do da produção deliberada e da
- 41:32produção transmitida, né? Das boas práticas transmitidas
- 41:35adiante de um ponto de vista educacional, né?
- 41:37Então, em 1876 e junto de outros cervejeiros da Baviera, né?
- 41:40Nessa organização é que também tinha uma forma meio de guilda,
- 41:44como o Henrique, diz o cédulo Maia Júnior.
- 41:45Ele apoiou, é um instrutor que era da.
- 41:50Wine Stefan, o Carl litner na abertura de uma escola
- 41:53cervejeira, né? Uma instituição de ensino mesmo
- 41:56em Munique, é isso. Se a gente lembrar da história
- 41:58da Wine Stefan, eram passos que também vinham sendo dados ali,
- 42:03inclusive na aglutinação da da faculdade, é que misturava é
- 42:08faculdade agrícola com técnico em cervejaria e depois IA dar.
- 42:11É a envergadura para a instituição que a gente encontra
- 42:14lá hoje, né? E por fim, é acho que é um bom
- 42:17Ponto Final nessa contribuição dos filhos.
- 42:20De netos do do primeiro Zé do Mayer.
- 42:22É pouco mais de 5 décadas depois da introdução da merthen naquela
- 42:26Oktoberfest 1841, né? Felizmente ou infelizmente, só
- 42:28para dar o Marco cronológico aqui, um pouco depois da morte
- 42:31do Zé do Mayer, segundo que aconteceu em 1891.
- 42:36A gente vai ver a criação do milnick reles, esse estilo
- 42:39glorioso, que inclusive é o estilo que você encontra nas
- 42:42latinhas de spartem hoje no supermercado, num ponto que a
- 42:45spartem já era a maior cervejaria de Munique.
- 42:48Um fato importante que eu estava tentando Catar onde enfiar ele e
- 42:52eu acabei de achar, é que tu falaste sobre a nova fábrica que
- 42:56foi erguida, né? Dentro de Munique?
- 42:58Permaneceu dentro de Munique. E existe um motivo bem forte
- 43:01para as cervejarias, principalmente essas grandes
- 43:04cervejarias, se manterem na região de Munique.
- 43:06Que é o fato de que somente 6 cervejarias são aptas a vender
- 43:11na octoberfest. São elas, a augustina, a
- 43:14racrepshore, a Ruth Brown, a luven Brown, a paulanner e a
- 43:18spatin. Mas tem um parênteses nessa
- 43:20história. Tu só pode vender caso tu
- 43:23fabrique a cerveja dentro dos limites da cidade de Munique.
- 43:27Então Alemanha sendo Alemanha como sempre, né?
- 43:30É um fato bem interessante isso. Bom, vocês estão percebendo que
- 43:33o Henrique está numa satisfação. Ele está aqui parecendo, como
- 43:36dizia o Leandro em outras ocasiões, Oo urso do Pica-Pau,
- 43:40né? Esse circo talaco?
- 43:41Tá rebolando? Não sei o quê.
- 43:44Aí pesquisa no Google puxa informação da pauta.
- 43:46Não sei o quê. Por quê?
- 43:47Porque estamos falando de Alemanha.
- 43:49Estamos falando de estilo alemão.
- 43:51Teve 1 hora que o Gabriel falou de um defumado ou não desejado,
- 43:53que eu tenho certeza que ele pegou uma Pedra para atacar em
- 43:56você, Gabriel, tá? É que ele desistiu.
- 43:58Não se justifica, é pior. Se for assim, toda a cerveja
- 44:03alemã é. Defumada, ué, então pra pro
- 44:05Henrique, poderia ser que ele poderia ser aí, ó.
- 44:09Poderia muito ter. É Brasil?
- 44:12Inveja defumada é vida, gente. Você e quem não gosta?
- 44:15Está errado, é isso. É isso?
- 44:18Enfim. Então aí a gente vai entrar
- 44:19naquela parte que que é pra Henrique hoje dorme sorrindo e a
- 44:24Carol fala, pô, nem fiz nada hoje, é isso?
- 44:26É é falar de Alemanha agora é tecnologia, Brasil é muito tech.
- 44:30Ele já agora pegou AA Bandeira da Alemanha dele.
- 44:34Meu Deus, eu tenho uma, isso é o mouse.
- 44:36PAD, não, isso é uma sacola. Primeiro eu achei que era um
- 44:40gorrinho, depois eu vi que era uma sacola.
- 44:41Eu tenho uma Bandeira da Alemanha, mas ela está no
- 44:43roupeiro. Entendi, tá bom?
- 44:45Conta pra gente, vai. Fala tudo da tecnologia que eles
- 44:48fizeram, maravilhoso, melhor que todo mundo e tal, vai?
- 44:51Como inicialmente esse sim, eles fizeram tudo maravilhoso, porque
- 44:54cerveja alemã é o que há e de novo, quem não sabe, não, não
- 44:57entende isso está errado. Brincadeira, gente ou não.
- 45:00A gente desenhou um cenário inicial nessa transição que a
- 45:04gente falou, né? Cervejas marrons, a gente tinha
- 45:07pouca padronização. Tinha cervejas não usando Oo
- 45:11melhor que poderia da levedura lager, seja o caráter neutro,
- 45:15seja maltes mais claros. Isso mudou depois dessa viagem
- 45:18de depois de toda essa transição para o gabizinho, para o
- 45:21gabizinho, o nosso gabizinho segundo que chegou cuminou, né?
- 45:25Depois de todas as mudanças cuminou na criação da Monique
- 45:27reles. Por quê?
- 45:29Primeiramente. O jovem zaider Maia ele foi
- 45:32apresentado ao sacarímetro sacarímetro é basicamente um
- 45:36instrumento que permitiu que ele fizesse medições do processo do
- 45:40de fabricação da cerveja, né? Especificamente do mosto e
- 45:44posterior, né? Depois da fermentação, conseguir
- 45:46aferir tanto a quantidade de açúcar que tinha inicialmente,
- 45:49quanto a quantidade de açúcar que ficou na cerveja, para
- 45:52garantir o percentual, o teor alcoólico daquela cerveja, outra
- 45:57coisa que aconteceu nesse período.
- 45:59É que 1842 entra um outro personagem icônico muito
- 46:01importante chamado Joseph girl. Joseph girl.
- 46:04Pensem nisso. Ele foi o responsável lá na
- 46:08República Tcheca, lá em pilsen, por criar a primeira.
- 46:15A primeira cerveja pilsen, que é a Bohemian pils, que a gente
- 46:18conhece hoje em dia. Por que que ele conseguiu isso?
- 46:20Primeiro, porque ele teve acesso ao malte diferente, com maior
- 46:25teor de proteínas e principalmente pelo método de
- 46:28secagem, que era feito com o calor indireto, que gerava
- 46:31maltes muito mais claros do que os alemães tinham acesso, ou
- 46:35pelo menos o processo usado na época gerava na Baviera.
- 46:40Novamente esse conhecimento se espalhou, né?
- 46:42Não sabe se como que foi feito é essa passagem de conhecimento
- 46:46sobre esse processo de malteação ou se foi uma coisa natural de
- 46:49processo. Mas essa palidez do malte chegou
- 46:53em Munique. Conseguiram fazer maltes tão
- 46:56pálidos quanto os maltes pilsen, quiçá mais claros porque os
- 47:00maltes usados na chec, na Bohemian pils, que hoje em dia
- 47:03cheire uma check pils. Eles são claros, mas o processo,
- 47:06principalmente a decocção, faz com que a cerveja fique mais
- 47:09escura. E aqui, principalmente na munic
- 47:12Harris, a gente não vai ter um processo tão violento, seja de
- 47:16mostura, ou seja de fervura, que vai permitir que a cerveja seja
- 47:20mais clara. E somado a isso, entre 70870 e
- 47:2571. A gente tem uma outra pessoa que
- 47:28a gente falou lá no episódio da callsberg que se eu não estou
- 47:30enganado, que é o call von linden.
- 47:32Que foi o desse período. Ele publicou os seus primeiros
- 47:35trabalhos referente a resfriamento, resfriamento
- 47:39industrial, por assim dizer, usando uma máquina para
- 47:42resfriar, que era basicamente uma máquina a base.
- 47:45Se eu não tô enganado, acho que era fluidos de éter, alguma
- 47:47coisa assim, inicialmente na década de 70 e 71, e depois ele
- 47:51aperfeiçoou esse projeto para usar amônia, que é foi
- 47:55amplamente largamente utilizado nos projetos de resfriação e
- 47:59resfriamento. Talvez resfriação resfriamento.
- 48:01Existe essas 2 palavras. Esfriamento.
- 48:03Resfriamento, olha só, eu sou 11 aliterado resfriamento no
- 48:07processo de resfriamento, isso possibilitou várias coisas
- 48:11dentro da spatin e na verdade, porque a spatin, porque foi no
- 48:15primeiro a primeira implantação e em escala industrial de um
- 48:19processo de resfriamento, uma máquina de resfriamento.
- 48:22Foi na fábrica da sparting. Além disso, o processo de
- 48:26expansão para outros países foi habilitado por isso, pelo
- 48:29resfriamento, manter gelo, fabricar gelo e não somente
- 48:33depender da natureza para isso. Junto com isso, também o Gabriel
- 48:36trouxe os fatos, o fato da expansão do vapor aí os trens,
- 48:40transporte refrigerado a cerveja chegando para outros países,
- 48:44expansão para tanto para leste quanto para Oeste, dentro da
- 48:47Europa. Então aí o céu foi o limite.
- 48:49Mas a grande questão é que do momento que ele foi pra Europa.
- 48:53Até aí, a década, quando quando é que foi a exatamente a criação
- 48:56da relis 76? A gente tem várias, várias,
- 48:59vários processos que foram sendo habilitadores dessa cerveja.
- 49:03Então, não foi uma coisa mágica, não foi uma coisa do dia para a
- 49:05noite. Foi centenas e dezenas em
- 49:08centenas de novo de testes retestes, aplicação de método,
- 49:13criação de de tecnologia para habilitar a criação dessa
- 49:17cerveja linda que é a Munique reles.
- 49:19Perfeito. Depois desse momento
- 49:30importantíssimo sobre toda a Escalada industrial que a spatem
- 49:33fez e et cetera, essa exaltação com a bolsinha alemã, a gente
- 49:38vai chegar agora no que é. Como foi a vida da spatem no
- 49:42século 20? E aí, Gabriel, mais uma vez, vai
- 49:45nos guiar pelas veredas da do conhecimento.
- 49:47Aqui eu tenho que mobilizar uma fofoca, né, porque?
- 49:50O século 20, digamos ele, não é tão favorável para a esparta.
- 49:54E como foi o 19? Ah, mas também não pode ser só
- 49:57sucesso, né, Mano, porra? Mano, ô meu.
- 50:00Pô, cara, é porque eles não fizeram pacto com o Satanás, né?
- 50:03A dúvida, você vê, é só a seicion, é só a seicion.
- 50:06É mais ou menos, mais ou menos, mais ou menos.
- 50:10Mais ou menos, mais ou menos. Essa semana estava lá, porra
- 50:14meu. Bati o pezinho na Quina da cama.
- 50:16Xinguei, Satanás. Deus já veio.
- 50:19Fecha a boca, menino. Eu não sei de onde é isso.
- 50:22Muitos anos televisivos fazendo nada muito.
- 50:24Enfim, voltando aqui. Já rolou spoiler aqui de uma
- 50:27treta, Inter irmãos. Mas na finalização do século 19
- 50:31e não adentrar do século 20, a gente tem outra treta, que não é
- 50:34bem uma briga, mas é uma consequência de uma decisão, é
- 50:37mal calculada. E aí, né?
- 50:40Demos todos os louros possíveis para o Zé do Maia Júnior, mas
- 50:43aqui na, no seu leito de morte, nas suas horas de erradeiras,
- 50:47ele fez um puta cálculo errado da gota.
- 50:50É, aparentemente ele, ele fez um testamento.
- 50:53E aí eu falei, ele tinha uma filharada da gota, né?
- 50:55Parece que tinha 3 filhos homens e 5 filhas.
- 50:59Mulheres, né? E por questão de dote, né?
- 51:02Deixou as meio que a cervejaria para os rapazes e queria dar uns
- 51:05caraminguá. Bom pra deixar as moças
- 51:07tranquilas na vida, né, pô, quase um século aí trabalhando
- 51:10por essa, por essa empresa. Vamos aí deixar a família
- 51:13confortável, diz que ele preveu uma quantia assim de 1000000 de
- 51:17florins para cada uma, isso tirados do patrimônio da
- 51:20cervejaria. E esse cálculo foi literalmente
- 51:23uma minada fortíssima. É na autonomia financeira da
- 51:27espátria e. 111 minada que aparentemente reverbera até os
- 51:31dias de hoje, porque, desde então, ela não conseguiu mais
- 51:35ser uma cerveja plenamente autônoma.
- 51:36Não é uma cerveja. É dona de si, uma cerveja que
- 51:40guiou seus destinos, uma cervejeira que porventura
- 51:42cresceu e foi comprando outras marcas.
- 51:44Não, não foi isso que aconteceu por conta dessa decisão.
- 51:47Ela teve sempre que não se rebaixar, mas se irmanar com
- 51:51outras cervejarias, com outro, formando grupos, formando
- 51:54conglomerados que não tinham essa envergadura.
- 51:56Porque a gente vê, por exemplo, de um conglomerado
- 51:58contemporâneo, como AEB in bev ou a de ágil, por exemplo.
- 52:02Mas foi aí se sustentando por meio de parcerias, né?
- 52:06Então, a primeira delas, a mais impactante nesse século 20.
- 52:11E aqui vem de novo, entra a baila yoser, o irmão do do zero,
- 52:14Maia Júnior. É, foi uma fusão com a light.
- 52:17Sparraw light sparray light sparraw como você fala?
- 52:20Broy seria broy, mas acho que broy seria mais velho, broy.
- 52:24Light Sport, que estava sob a batuta do titio yoser, né?
- 52:28E aí dali a gente tem AA configuração da Sparta em
- 52:31franciscanner light. Spary isso em 1922.
- 52:33A partir daí, essa é a continuidade da história da
- 52:35Sparta em ao longo do século 20, passando pelas mesmas agruras
- 52:37que a gente vai ver que assolaram no geral, as cervejas
- 52:41em guerras mundiais, os impactos específicos das dessas
- 52:43cervejarias. Na Alemanha, obviamente.
- 52:49E aqui tem um caso, né? É a martsen que a metsen perdão
- 52:53que foi é associada com a Oktoberfest e que eu acho que
- 52:57depois meio que deu a blue print, o modelo, a planta, a
- 53:01receita, porque depois acabou sendo desenvolvido como
- 53:03Oktoberfest gear. É a metsen do Joseph e não a
- 53:07metsen do Gabriel. Por quê?
- 53:09O jovenzinho com muito recalque do seu irmão e do seu pai,
- 53:13quando já estava na franciscanner, ele foi lá em
- 53:161872 a. Apresentou a sua metsen metsen,
- 53:20não é que é aquela cerveja de março, é uma cerveja produzida.
- 53:23É. Acho que na no comecinho da
- 53:25primavera, vai lá e depois você consome em outro momento do ano,
- 53:29né? É isso, é isso.
- 53:31E. Para dar um recalquezinho, né?
- 53:33Está usando o mesmo nome, mas para se posicionar, para se
- 53:36diferenciar da sparten. Ele vai vender a cerveja dele
- 53:39como feita a moda de Viena, a moda do que de como os dreyer
- 53:43faziam. Então ele vai lá e apresenta
- 53:45como se quase como se fosse uma alternativa de outros zero, o
- 53:48Maia para essa cerveja que vinha ganhando esse espaço numa festa
- 53:51que já estava tradicional em Munique.
- 53:54Deu um duro, né? Tomou uma cerva do dreyer.
- 53:56Tomou a cerva do dreyer, casos de família gostoso rolando aqui,
- 53:59mas a sparten vai aí minguando aos poucos.
- 54:02Tal me disse que alguém pegou a referência da da publicidade do
- 54:06de um duro tom dreyer. Né?
- 54:08Eu estava aqui tentando lembrar lembrar de qual era o além do eu
- 54:12queria lembrar do deoduro, que, aliás, é isso, né, cara?
- 54:15Nada como esses conhacão aí, né? Enfim, dessa mesma época a gente
- 54:21tem AA cunhagem de um dizer marqueteiro bastante marcante,
- 54:25que inclusive estampa rótulos da spa tem até hoje.
- 54:29Que é o Henrique. Por favor, não vou nem me
- 54:31arriscar se você pudesse fazer essa gentileza para nós.
- 54:33Não é. Não é tão diferente.
- 54:35Last dearraten drink sparten. Basicamente um conselho, beba
- 54:40sparten. Coisa bem assim, uma prescrição,
- 54:43uma. Prescrição impositiva,
- 54:45basicamente, diz sparten. Não, não é um conselho.
- 54:51Ou eu te aconselho, beba sparten é um conselho impositivo.
- 54:55É quase coercitiva. Se fosse aqui no Rio é porra,
- 54:59pega a visão, bebe sparten. Pega a visão.
- 55:03Mira Tico. Mira.
- 55:05Ê, beba lesparten. Olá, onde é que está?
- 55:11Meu Deus, lá na Bombonera isso? Enfim, essa essa frase foi
- 55:14cunhada em 1924 e, pelo menos No No portfólio disponível na
- 55:16Alemanha, ela ainda está estampando rótulos.
- 55:19Eu não sei se isso foi trazido aqui no Brasil, até porque AA
- 55:23identidade visual da cerveja aqui ela é um pouco diferente,
- 55:26né? Mas, enfim, caminhando ao longo
- 55:30desse século, as guerras mundiais, elas vão dar aquela
- 55:33comprometida na economia alemã? Alemanha sofre sanções
- 55:36fortíssimas depois da primeira guerra mundial, inclusive ter
- 55:39que pagar uma dívida de de uma dívida compensatória para países
- 55:42invadidos, né? Tem o tratado adversários.
- 55:44Você tem uma grandes impactos no mercado doméstico e que vão
- 55:48impactar essa cena também. E especialmente depois da
- 55:51Segunda Guerra Mundial, você tem basicamente um bloqueio em
- 55:54aspirações internacionais das principais cervejarias alemãs,
- 55:58sobretudo a. Casos de Munique que são AAA,
- 56:00essa regiãozinha que a gente está se atentando aqui e aí a
- 56:03gente cita como exemplo é a spa em franciscana e a loan Roy, e
- 56:07isso vai meio que ditar Oo andar da carruagem ao longo do século
- 56:1120, né? Você não vai ter uma expressão
- 56:13muito grande, você vai ter essa frequente emanação com outras
- 56:17cervejas que estão meio na pindaíba.
- 56:18Então, por exemplo, 97 nem mal, nem tão bem essas 2, a sparten
- 56:23franciscanner e a loan Roy, elas vão se fundir também.
- 56:26Elas vão formar um novo grupo sparten loan Roy.
- 56:29Corrupto estão aqui de novo, dando as mãos antes que o bairro
- 56:31naufrague. E só é importante dizer que,
- 56:33mesmo sendo um grupo em Munique, são cervejarias diferentes.
- 56:37Aí henriqueza, a gente demorou maior tempão para decidir o nome
- 56:40da empresa. Quando a gente foi fundir, podia
- 56:42ter sido braçagem forte. Surra de lupo grupo.
- 56:45Bral é? Pois é.
- 56:47Groupe Groupe puta não só pra dar um chance.
- 56:50Grupo sorra de braçagem. Tem o sorra forte Groupe.
- 56:53Surra. Forte Groupe seria muito bom,
- 56:55né? Surra forte que que isso?
- 56:57É um clube da luta oculto, né? Pode uma surra?
- 56:59Vai saber do que é lúpulo? Forte, foda se vai vai, Brasil.
- 57:04Enfim, e aí essa tendência ela vai desembocar em 2003, né?
- 57:09Quando o spatempoe group vai ser adquirido pela belga interbrue?
- 57:14A interbruque é um tanto familiar a nosso, porque no ano
- 57:18seguinte, ela vai se tornar a habean bev, que.
- 57:21Obviamente, incorporou a gloriosa bebe sob seu guarda
- 57:24chuva e hoje é o maior conglomerado cervejeiro do
- 57:27mundo. E é por isso que a gente tem a
- 57:29esparta indisponível aqui no Brasil também por conta desse.
- 57:34Dessa linkagem com esse grande grupo, né?
- 57:36É isso aí. Então a gente vê também uma
- 57:38abertura de uma avenida Internacional para a
- 57:40distribuição sistemática de produtos da marca que, de tão
- 57:43relevante no século 19, acabou se tornando, né?
- 57:46Uma cerveja predominantemente regional, com uma história, mas
- 57:50com um porte um pouco mais tímido.
- 57:52Sem a cagada do Gabi Júnior, não tinha espac no Brasil, é isso
- 57:55que tá querendo dizer? É sem colocar ela um pouco no
- 57:57buraco. Ela não desembocaria nesse
- 58:00grande conglomerado. Talvez ela fosse uma cervejaria
- 58:02com uma autoria meia maior, que teria.
- 58:04Comprado outra cervejaria, se expandido, é feito mercado em
- 58:07outros cantos, seria talvez como a couseberg, que não chega aqui
- 58:11porque fez o seu, o seu quinhão de mercado.
- 58:13E em outros cantos, né? Outro tivesse um nome bem maior
- 58:15do que tem, né? Do do que tinha é sparten loven
- 58:19Brown bairr stefanner tipo Cooper.
- 58:26É isso, e o Gabriel entrega pra mim nesse momento em que.
- 58:30A belezura chega aqui no Brasil, né?
- 58:33Mais especificamente no ano de 20 e 21, e deu uma balançada,
- 58:38podemos dizer assim, no eixo cervejeiro nacional.
- 58:42Status quo brasileiro? Sim, sim.
- 58:44Por quê? Porque ela chega aqui, né?
- 58:46Pelas mãos já da citada na dona Ambev, que vai apostar nessa
- 58:50marca junto com a bex. Que também não fez esse brilho
- 58:54todo para brigar nesse mercado que ainda é a Heineken.
- 58:59Reina soberana, né? Então ela vem essas garrafinha
- 59:02verde aí para competir entre si, parecendo os Cavalinhos do bozo,
- 59:05né? Vai malhado vai, Branquinho, é.
- 59:08Malhado, referência de velho. Totalmente.
- 59:12Então assim é a spa tem tenta se destacar pelo marketing, né?
- 59:17Batendo forte nesse nessa tecla do puro malte, né?
- 59:21É informação que infelizmente caiu no gosto do brasileiro e
- 59:25que gera discussões acaloradas em mesas de bar nessa defensão
- 59:29de puro malte, puro puro milho, suco de milho, não sei o quê.
- 59:32Mas assim, é importante a gente deixar que quem ouve o surra de
- 59:35lúpulo e acompanha para condria que já sabe que se não tem sinal
- 59:37de qualidade, é realmente puro marketing total.
- 59:40E aí a gente precisa prestar atenção numa coisa que o Gabriel
- 59:44citou, que é na identidade visual dessa cerveja, né?
- 59:48É a gente olhar lá no rótulo, os toques verdes da embalagem, é,
- 59:53ele não é tão comum na versão alemã da marca, né?
- 59:56Então a provocação que fica, será que isso foi mais uma forma
- 1:00:00de se alinhar visualmente essas outras premium lagers, né?
- 1:00:04Que eles estavam aqui já tentando.
- 1:00:07Quase que enganar o consumidor do tipo, se eu estou pegando
- 1:00:10esta ou aquela, é assim, assado. Então acho que era.
- 1:00:13Era uma forma de é se aproximar com aquilo que o consumidor já
- 1:00:17conhecia aqui, né? E aí, MUI recentemente, eles
- 1:00:21lançaram um slogan novo que eu, apesar de achar ruim, considero
- 1:00:25melhor do que o conselho que eles estavam dando lá atrás, que
- 1:00:27perdura até hoje. Mais força, menos amargot, né?
- 1:00:33Que seria um jeito de se posicionar como uma lag, com uma
- 1:00:36personalidade, porém mais fácil de beber, mais simples e tal.
- 1:00:40Enfim, é o curioso. O curioso dessa história toda é
- 1:00:43que, apesar dela ter ganho esse destaque por aqui, as patem não
- 1:00:46tem o mesmo prestígio em outros países, né?
- 1:00:49Na verdade, ela virou uma marca regional dentro da grande
- 1:00:53imponente, a AB embev. Em segundo o site oficial da
- 1:00:57Oktoberfest de Munique, a multinacional meio que não sabe
- 1:01:01muito bem o que que faz com essa marca.
- 1:01:03Agora, sabe, tipo assim, que que eu faço com essa porra, Tô Com
- 1:01:06Ela na minha mão, e agora? Vou vender, vou enfiar onde essa
- 1:01:09pagaça? Exato, vou botar no Brasil?
- 1:01:11Vou. Botar.
- 1:01:11Jogo de tupiniquinho. Exato.
- 1:01:14Ah, as más línguas espalham por aí numa coisa, numa fofoquinha
- 1:01:17que a Oktoberfest é a única razão pela qual a cervejaria
- 1:01:21ainda existe. Assim, aí eu não sei quanto tem
- 1:01:24a qual é a dose de maldade que a gente tem nessa frase, qual é a
- 1:01:27dose de verdade que a gente tem por aí?
- 1:01:29Mas, enfim, por aqui ela encontrou um novo fôlego.
- 1:01:32O brasileiro abraça essas coisas, né?
- 1:01:34E eu acho até bom porque, afinal, a gente está falando de
- 1:01:37uma marca histórica, que já foi uma das cervejarias mais
- 1:01:40influentes da bavieri e do mundo, então ela tem que levar
- 1:01:43os. Seu crédito por ter criado a
- 1:01:44Munique reles e ter passado por tantas inovações tecnológicas
- 1:01:48como a Rick aqui dos iluminou também esse clássico da escola
- 1:01:52alemã. Então a gente é obrigado a
- 1:01:54concordar que ela caiu como a luva para o paladar do
- 1:01:57brasileiro, né? E agora o Henrique está.
- 1:02:01A gente é que vocês não veem a gravação.
- 1:02:02Eu às vezes eu fico pensando, graças a Deus.
- 1:02:05Ainda bem. Que botou é o Henrique, botou a
- 1:02:11bolsa na cabeça. Tente gravar agora, lud, olhando
- 1:02:16para mim, nos meus olhos aqui, ó.
- 1:02:17É, eu estou olhando para você, cara.
- 1:02:19Eu estou tentando pensar, é, é uma coisa meio judeu.
- 1:02:22Tipo um quipá. É com esse caixinho lateral.
- 1:02:25É Brasil? É, podia ser a maior sacola, daí
- 1:02:28daria 1° melhor. Cada uma que a gente IA obrigar.
- 1:02:30Ah, eu ganho muito pouco para ver isso aqui, essa hora
- 1:02:33verdade. Bom, pra gente chegando naquela
- 1:02:41parte de falar de portfólio, né? Aqui no Brasil a gente tem a
- 1:02:45Munique reles na Alemanha. Henrique, você quer falar?
- 1:02:48É isso? É isso?
- 1:02:53É a mesma coisa. A aktoberfest tem a terminação
- 1:02:57ator. É isso que é a doppl bock.
- 1:02:59Exato, tem a determinação. Ator optimator tem a pils e a
- 1:03:03álcool frey, que pra mim é o álcool freado.
- 1:03:05Essa é a melhor tradução, mas é assim, alto e.
- 1:03:08No final das contas, é o processo que eles usam, né, de
- 1:03:11parar a fermentação. Exatamente, aí dá um cavalinho
- 1:03:14de pau na fermenta para o dá bom.
- 1:03:17Existe também os produtos da franciscanner, mas eles estão
- 1:03:20diluídos. No grande portfólio da bnbev
- 1:03:23desmambrados dentro das patem, isso é mais ou menos o que a
- 1:03:26gente tem de portfólio. Tem também o portfólio da luven
- 1:03:29Brown, mas eu não me lembro de ter visto para vender lá.
- 1:03:32Não me lembro. Talvez seja 11, marca mais de de
- 1:03:35bares e tal, mas talvez tenha também os da luven Brown.
- 1:03:38Legal, meus amigos, entregamos mais um programa.
- 1:03:41Pô, eu, eu gostei, eu gostei. Sem instigante, sem instigante.
- 1:03:44Eu gosto dessa coisa de pensar no que está acessível para
- 1:03:48gente. O que está acessível nesta minha
- 1:03:49querida pequena Batatais? Eu passar na gol do
- 1:03:52supermercado, olhar o latim e falar assim, quanta coisa foi
- 1:03:54para esse negócio chegar até aqui?
- 1:03:55É, e o namoramin? Bom, gente, é isso, mais um
- 1:04:01episódio de dessa série maravilhosa.
- 1:04:03Cada cerveja é uma história entregue com o primor e um pouco
- 1:04:06de bom humor. E a gente está aqui.
- 1:04:08Se vocês quiserem começar a dar sugestões de de de não, não tem
- 1:04:12ideia, não dê sugestão de nada, não.
- 1:04:13A gente decide a próxima cerveja no final do programa, então
- 1:04:16beije de luz e quer? Continuar, dê sugestões pra
- 1:04:19gente ignorar. Se você ouviu a gente até aqui,
- 1:04:21lembre se de participar conosco nas nossas redes sociais.
- 1:04:24Arroba surra de lupo no Instagram e no TikTok.
- 1:04:26Tem alguma sugestão de pauta e convidados?
- 1:04:28Manda e-mail para contato, arroba surra de lupo.com.br, é
- 1:04:31isso? Beba local, beba com moderação.
- 1:04:43Este podcast é produzido pela bac produções e comunicação e.
- 1:04:47Está disponível no Spotify, YouTube ou na sua plataforma de
- 1:04:50áudio preferida. Na nossa equipe, contamos com a
- 1:04:53colaboração de Henrique Boaventura, Ludmila Almeida,
- 1:04:56Gabriel Gurian, apresentação, redação blog e Rubem reis na
- 1:05:01edição. Este podcast foi editado por
- 1:05:10play áudios.