Latest / O Aviário Podcast · by PPGVET / Emanuele Goes: Enterite Necrótica em Frangos | Ep. 31
Transcript
- 0:00Tem outros fatores? É de pré-disposição que também
- 0:04estão relacionados à entre t necrótica.
- 0:06Eu citei a coccidiose porque é a principal, mas outras que podem
- 0:11causar disbiose intestinal, como por exemplo mudanças repentinas
- 0:15na dieta, alto teores de proteína, principalmente de
- 0:19origem animal, que elas têm baixa digestibilidade, então
- 0:23elas vão, não vão ser digeridas ali na parte superior do
- 0:26intestino e acabam sendo fermentadas lá no século.
- 0:30E isso é uma fermentação indesejável, né?
- 0:33Porque AAO produto dessa fermentação, vai ser a Minas,
- 0:38vai ser amônia, que vão acabar aumentando o ph intestinal e
- 0:43fazendo, né? Criando aquele ambiente ali para
- 0:46o posto de um per fim de se proliferar ou para outras outras
- 0:49bactérias patogênicas também. Bom, olá, pessoal, é, sejam
- 1:03todos muito bem-vindos aqui, a mais um episódio do nosso
- 1:07podcast boa viário para aproveitar aí para agradecer a
- 1:11gente que a gente. Ótimo.
- 1:13Se diz leitor de ência pessoal tem dado o tipo de Beck, muito
- 1:16legal, né? Pra gente a gente a gente está
- 1:20conseguindo aí atingir um público bastante diversificado.
- 1:23Então a gente está cumprindo os objetivos do nosso podcast.
- 1:27Queria continuar contando aí com a honra, né, da audiência de
- 1:30vocês. E hoje nós temos aqui uma
- 1:32convidada muito especial em tema super atual.
- 1:36Hoje nós vamos falar um pouquinho sobre a enterite
- 1:39necrótica, como que ela se relaciona com saúde intestinal.
- 1:43Os modelos experimentais para estudar essa doença e a gente
- 1:47está aí recebendo umas convidada, né?
- 1:502 exterior, embora ela seja Brasileira, ela está lá no
- 1:53Canadá, veio aqui gentilmente. Obrigado Emanuelle Góes, que
- 1:57está aqui com a gente. Obrigado por você ter
- 1:59disponibilizado um pouquinho de seu tempo para vir aqui, né?
- 2:03Conversar e dividir a sua experiência, o seu conhecimento
- 2:06conosco. Eu te deixo você fazer as suas
- 2:08considerações iniciais. Sabe, fico muito feliz de estar
- 2:11aqui com vocês. Eu acompanho o podcast aviário
- 2:14já faz um tempinho, então só isso.
- 2:17Faço parte da audiência também desse podcast e eu fico muito
- 2:20honrada de ter sido convidada entre vários nomes, né?
- 2:24Vários nomes renomados que tiveram por aqui já, então fico
- 2:27super feliz de estar aqui e contribuir um pouquinho, falar
- 2:30um pouquinho da minha expertise em enterite, necrótica EE, né?
- 2:36Compartilhar com o pessoal um pouquinho sobre o que eu sei até
- 2:39esse ponto. Bom de novo, então, muito
- 2:42obrigado pela sua presença. Presença, Emanuelle, Emanuelle
- 2:46Góes. Ela é graduada em Zootecnia pela
- 2:48Universidade Federal do Paraná. Ela teve a oportunidade de fazer
- 2:52e na graduação, aí um estágio fora, né?
- 2:56Do país. Ela trabalhou lá junto com o
- 2:57pessoal, a da universidade estadual do Carolina do Norte, a
- 3:02espeite norte Caroline University, a trabalhar lá com o
- 3:06doutor franchetti, que enfim interagir com aquele time de
- 3:09primeira aqui, né? Aquela universidade tem.
- 3:12É, depois fez o seu mestrado, também na federal do Paraná,
- 3:16concluindo e hoje está lá na universidade é de Alberta, no
- 3:20Canadá. Faz com terminar, né?
- 3:22A sua formação profissional no doutorado, né?
- 3:25Assim, muito legal ver uma menina nova, né?
- 3:28Já com uma carreira tão, tão densa, né?
- 3:30Uma experiência já Internacional de vários vários lugares.
- 3:33Isso mostra aí, né? Que avicultura Brasileira está
- 3:36presente aí internacionalmente é a manoeli ela, ela já tem uma
- 3:40certa experiência, né, com com nutrição, com frangos, com saúde
- 3:44intestinal, trabalhou. Com a?
- 3:48É em ovo, não é? É manoele com nutrição em ovo.
- 3:53Quer dizer que é uma tecnologia bem nova, né?
- 3:55Enfim, uma pessoa que embora seja bem novinha, a gente vê por
- 3:58aqui, né? Pela carinha dela a gente.
- 4:00Precisa falar. Super super legal, e ela está
- 4:04aqui com a gente justamente, né? Pra conversar um pouquinho e aí
- 4:08eu estou propondo Emanuelle da gente fazer assim 3 blocos aqui
- 4:12para conversar um pouco sobre enterite necrótica então no
- 4:16bloco eu acho que a gente podia contextualizar.
- 4:18Em termos do que é a doença conceitualmente, quais são os
- 4:21efeitos dela? Como que ela aparece?
- 4:22Os prejuízos que ela acarreta. Depois a gente fala um pouquinho
- 4:26dos modelos, né? De prevenção dessa doença e
- 4:28depois a gente faz, finaliza. Contextualizando, né?
- 4:32A enterite necrótica na saúde intestinal, né?
- 4:35Nesse super desafio que todos os técnicos de campo, todas as
- 4:38empresas aí estão procurando aí nessa nova que estar aí, né,
- 4:42discutindo tá logo na frente aí esse novo cenário de trabalhar
- 4:46sem, né? O auxílio ou sem a ferramenta?
- 4:49Certo? Nos promotores de crescimento,
- 4:51porque eu acho que todo mundo é unânime entender que não é se é
- 4:54quando essas ferramentas serão. Proibidas já nossa realidade,
- 4:58né? Exato.
- 4:59Bom, então Manuela, começando aqui a nossa parte técnica, eu
- 5:04queria que você contasse pra gente aí até pra, né?
- 5:07Nivelar aqui as pessoas que estão acompanhando o episódio de
- 5:10hoje, o que que é enterite necrótica?
- 5:13Como que ela se relaciona na indústria, né?
- 5:15De de carne de corte, certo? De uma maneira geral, no Brasil
- 5:19e no mundo. Tá, então vamos lá.
- 5:21A enterite necrótica não é uma doença entérica, ela não é uma
- 5:25doença nova, não é uma doença atual.
- 5:27Os primeiros relatos, né? Foram reportados em 1960, 1961
- 5:32em frangos de corte e teve uma baixa, né?
- 5:37Uma baixa incidência devido ao uso dos promotores de
- 5:40crescimento, então aos promotores de os antibióticos,
- 5:43promotores de crescimento, eles conseguiram dar uma controlada
- 5:46nessa doença. Porém, após 2006, mais ou menos
- 5:50após a. O banimento, né?
- 5:53Dos antibióticos promotores de crescimento pela união européia
- 5:57a essa doença vem ressurgindo com mais potência, né?
- 6:01Então é um tema atual agora, que tanto a indústria quanto os
- 6:05pesquisadores estão quando bastante investimento, bastante
- 6:08tempo para tentar achar uma solução para controlar essa
- 6:11doença, porque ela é uma doença que gera um impacto econômico
- 6:15muito grande na avicultura, então estima-se ali que
- 6:18anualmente ela causa um impacto de 6 bilhões de dólares
- 6:23americanos, então causam grande impacto e por isso que a gente
- 6:26precisa, né? Baixar aí, de forma meio que
- 6:29desesperada, um controle para essa doença, ela atinge
- 6:33principalmente os frangos de corte.
- 6:35Por ter 11 ciclo por os frangos de corte, né?
- 6:38Terem um ciclo mais curto é cerca de 40% dos lotes
- 6:42comerciais são acometidos por enterite necrótica.
- 6:45Então é um grande número. E ela, ela atinge, né?
- 6:50Principalmente os frangos de corte, mas não quer dizer que
- 6:52ela esteja presente também em poedeiras matrizes Perus, porém,
- 6:56é mais evidenciado em frangos de corte devido ao ciclo mais
- 7:00curto. É essa doença, ela tem é assa,
- 7:05uma forma clínica e subclínica de aparecer.
- 7:08Então assim, a forma clínica, geralmente ela tem a forma aguda
- 7:12e sub aguda, a forma aguda, geralmente ela já causa
- 7:16mortalidade repentina. Sem sinais prévios, sem sinais
- 7:20visuais clínicos que o produtor possa perceber e os sinais ainda
- 7:26na falando, né? Na forma clínica sub aguda é
- 7:28quando a gente consegue perceber alguns sinais, então a ave, ela
- 7:32entra em depressão profunda, diminui consumo é diminuir
- 7:37consumo de ração, água, movimento, fica movimento é na
- 7:41nas dentro do galpão fica reduzido e aí o produtor começa
- 7:46a notar esses esses episódios diarréia também é algo bem comum
- 7:50que acontece. E aí pode fazer, né?
- 7:53O repórter, um médico veterinário que faz ali o
- 7:56diagnóstico, provavelmente da enterite necrótica clínica e aí
- 8:00assim a gente entra com o tratamento com antibióticos.
- 8:04Porém, a forma subclínica dessa doença é aqui a mais, a que mais
- 8:09nos preocupa, porque ela não causa nenhum, nenhum, ela não
- 8:13tem, né nenhum. A gente não consegue perceber
- 8:16visualmente, não tem nenhum sinal clínico.
- 8:19Geralmente, o que acontece é redução de performance dessas
- 8:23aves. A redução de ganho de peso,
- 8:25aumento na conversão alimentar e geralmente o produtor.
- 8:28Ele só vai ver isso no final do lote, quando as aves falham lá,
- 8:32né? Ao atingir o peso esperado.
- 8:35Ou quando elas vão lá para o processamento, no abate que se é
- 8:39identificado, algumas lesões intestinais ou de fígado que a
- 8:44conseguem identificar que aquelas aves estavam com
- 8:47enterite necrótica subclínica. Então assim, tanto na forma
- 8:50clínica quanto subclínica ela a enterite necrótica causa um
- 8:55grande impacto econômico ou tratando usando antibióticos,
- 8:59aumentando o ciclo de produção para respeitar o período de
- 9:02carência dos antibióticos ou na forma, né?
- 9:05Subclínica que a gente vai ter perdas de performance agora
- 9:10falando um pouco? Tinha, sim, do agente
- 9:12etiológico, né? O que que causa a enterite
- 9:14necrótica é a enterite necrótica.
- 9:17Ela é causada pelo clostridium perfringens, que é uma bactéria
- 9:21gram positiva, é uma bactéria oportunista, então ela é
- 9:26onipresente, ela está em todos os lugares, inclusive Na Na
- 9:30microflora comensal das aves saudáveis.
- 9:34É o problema é que ela é oportunista, então ela fica ali
- 9:37na espreita, esperando, quando o ambiente estiver propício para
- 9:42ela se proliferar, né? Ter uma super proliferação dessa
- 9:45bactéria, ela vai agir, se proliferar e começar causar os
- 9:49estragos ali a no tecido intestinal.
- 9:53Porém, só a presença, né? Do clostridium perfringens, não
- 9:57vai ser o suficiente para causar enterite necrótica.
- 9:59Então a gente é vem estudado, né?
- 10:02Vários fatores de pré-disposição que estão relacionados a
- 10:06enterite, necrótica, e eles precisam estar presentes para
- 10:10que o clostridium perfringens depois é na nesse ambiente
- 10:15modificado, consiga se proliferar e esses fatores de
- 10:18predisposição geralmente são ligados a disbiose intestinal,
- 10:22então tudo o que causa uma disbiose?
- 10:25Afete a homeostasia intestinal. São fatores que podem levar a
- 10:30enterite necrótica. É um dos fatores de
- 10:34pré-disposição, mais estudados e que a gente vê a campo também
- 10:38que mais acontece, né? É a incidência de coccidiose.
- 10:43Então a coccidiose também, né? É?
- 10:46É uma coisa comum, está nos aviários, então o que acontece é
- 10:50a ave. Ao ingerir o oocisto esporulado
- 10:54da Emery, aqui é a causadora, né, da coccidiose?
- 10:57Tem várias espécies de média, mas ave, ao ingerir Oo oocisto
- 11:02esporulado. Pela ingere os seus.
- 11:05Isto devido aos processos de digestão, as enzimas ácidos
- 11:09também a força mecânica na hora da digestão, ela degradada, esse
- 11:13ô cisto e os esporozoíto, que são liberados após a degradação
- 11:18deste ô cisto, eles invadem os enterócito lá No No epitélio
- 11:22intestinal, ele vai cima, vai ocorrer a maturação desses
- 11:26esporozoíto dentro dos enterócito das aves e quando
- 11:30eles atingem a maturação, eles explodem, né?
- 11:33Eles abrem, se abrem, explodindo o enterócito.
- 11:36E esse é o grande problema. Ele causa sem injúria, né, Mary?
- 11:40A causa sem jura. Ali no enterócito.
- 11:43A resposta do animal vai ser produzir mais muco e isso é tudo
- 11:47o que o clostridium perfringens gosta, né?
- 11:49Então, ele, eles têm uma falta, eles não conseguem sintetizar
- 11:53aminoácidos. Eles precisam desses
- 11:56aminoácidos, é do do hospedeiro, então, ali, liberando essas
- 12:02proteínas do plasma, principalmente que são ricas em
- 12:06proteínas. O clostridium, por fim, diz,
- 12:08consegue é obter, né? Consegue usar essas proteínas
- 12:12pra é, né, se alimentar e se proliferar.
- 12:16Eles também têm uma grande capacidade de se fixar,
- 12:19principalmente em muco, em matriz extra celular das
- 12:22proteínas. Então esse é o ambiente perfeito
- 12:25ali pro pro clostridium perfringens se fixar e
- 12:28aproveitar ali aquele alimento. A gente está falando isso, né?
- 12:32De um oocisto. Mas isso acontece.
- 12:34Vários ô cistos acontecendo simultaneamente simultaneamente
- 12:38em diversos interósseos. Então, o clostridium por fim,
- 12:42diz que estava ali, na espreita, esperando alguma coisa
- 12:44acontecer. Aconteceu ali que aconteceu essa
- 12:48disbiose intestinal, aumento de muco, que era o que ele
- 12:51precisava para começar a se proliferar.
- 12:55Não são todas as espécies, né? De custo de um.
- 12:57Por fim, diz, não são todas as secas de clostridium perfringens
- 13:00que vão causar enterite necrótica em aves é, a gente vem
- 13:05estudando o que elas são também espécies específicas, então as
- 13:08que causam, por exemplo, enterite necrótica em aves é,
- 13:11não são as mesmas que causam em ruminantes, por exemplo, ou em
- 13:15em gatos e. Em animais domésticos, por
- 13:18exemplo, então em aves, o que a gente tem visto é que algumas
- 13:23dessas cepas são patogênicas e podem causar enterite necrótica
- 13:27tem os tipos toxi no gene que a gente chama, que são as secas
- 13:32que conseguem produzir diferentes tipos de toxinas e
- 13:36aquelas cepa que conseguem produzir as toxinas do tipo alfa
- 13:41e net b são as que são as mais relacionadas com enterite
- 13:44necrótica em aves. É não que as outras não possam
- 13:48causar. Tem estudos que mostram, né?
- 13:51Controvérsia com em relação a isso.
- 13:53Algumas outras toxinas foram também capazes de causar
- 13:57enterite necrótica. Mas pelo que a gente tem visto
- 14:00em casos positivos em direito necrótica, a gente conseguiu,
- 14:03né? Os os pesquisadores e isolando
- 14:05essas cepas notaram que, principalmente, são aquelas que
- 14:09produzem toxinas do tipo alfa e do tipo net.
- 14:13É, então assim é uma doença super complexa, né?
- 14:18Tem outros fatores. É de predisposição que também
- 14:22estão relacionados à entre t necrótica.
- 14:25Eu citei a coccidiose porque é a principal, mas outras que podem
- 14:29causar disbiose intestinal, como por exemplo mudanças repentinas
- 14:33na dieta, alto teores de proteína, principalmente de
- 14:37origem animal, que elas têm baixa digestibilidade, então
- 14:41elas vão, não vão ser digeridas ali na parte superior do
- 14:44intestino e acabam sendo fermentada.
- 14:47Lá no seco, e isso é uma fermentação indesejável, né?
- 14:51Porque AAO produto dessa fermentação, vai ser a Minas,
- 14:56vai ser amônia, que vão acabar aumentando o ph intestinal e
- 15:01fazendo, né? Criando aquele ambiente ali para
- 15:04o posto de um. Por fim, de se proliferar ou
- 15:06para outras outras bactérias patogênicas também.
- 15:09Qualquer fator, né? Emanuelle, que levam a uma
- 15:13imunodepressão, eles o bem colocou, ele está ali, ele é
- 15:17flora, ele faz parte da microbiota normal ali, né?
- 15:20Qualquer tipo de de de de disrupção aí, dessa, dessa,
- 15:25dessa ô meu estável e nós vamos estar sujeitos a proliferação
- 15:29dele e a doença prosperar. Mas assim, pensando, pensando
- 15:33assim, no controle da coccidiose que com certeza é o fator mais
- 15:37importante, quando a gente pensa é interessante, né?
- 15:39Krovi? Qual é a ação dos 12 ionóforos,
- 15:42que é OOAA, principal droga que a gente faz o controle da
- 15:46coccidiose No No clostridium quer dizer, ele por si só eu sei
- 15:50que tenho alguma ação, mas ele por si só segura, vamos dizer.
- 15:53AO clostridium ou precisa de um reforço do do promotor de
- 15:57crescimento? E é por isso que eu estou
- 15:58fazendo uma pergunta, porque a ideia, né?
- 16:01É que esse promotor passe anão fazer parte, vamos dizer do
- 16:04Arsenal ali do nutricionista, né?
- 16:07Como é que funcionaria o controle sem esse antibiótico?
- 16:10Só cunhou novo. Bom, é o que a maioria agora vem
- 16:14utilizando, né? Apenas os ionóforos.
- 16:17Mas o que a gente tem visto é que não depende das da
- 16:22virulência das cepas que. Que estão ali presentes, os
- 16:26ionóforos não conseguem controlar de maneira efetiva,
- 16:30então tem algum controle, mas é dependendo da virulência das
- 16:35cepas que estão ali. Não conseguem fazer o controle
- 16:38efetivo e longe de ser, né? Comparado com com os
- 16:41antibióticos. Então assim, OA melhor
- 16:45estratégia seria manter a homeostasia intestinal.
- 16:48A saúde intestinal como um todo e é claro, ao mesmo tempo, ao
- 16:53mesmo tempo, fazendo esse controle da coccidiose.
- 16:56E outros parâmetros também, né? Como de manejo, que que tudo o
- 17:00que possa causar igual você falou?
- 17:02Imunossupressão, outros aspectos que possam causar ali a de
- 17:07ruptura ali da homeostasia vão acabar sendo porta de entrada
- 17:11para o custo de um perfis, mas os ionóforos eles têm, claro,
- 17:16eles têm 11 ação, mas não conseguem suportar dependendo da
- 17:21virulência das cepas que estão ali presentes No No ambiente,
- 17:25né? No ambiente intestinal.
- 17:26Agora pensando um pouco, então Emanuelle no controle, né?
- 17:29A gente já entendeu, né? Que tem uma relação importante
- 17:32com a coccidiose. A gente já entendeu o cozy
- 17:34Onofre sozinhos, não segura essa doença.
- 17:37Nós a entendemos que os antibióticos que hoje a gente
- 17:39usa, né? No nosso dia a dia, como uma
- 17:41ferramenta, né? De melhorar a saúde intestinal
- 17:44ali, eles num futuro bem próximos, não estão não mais,
- 17:47né? Disponíveis, então, e você, que
- 17:50está na bancada, trabalhando com esses modelos experimentais, né?
- 17:55Enfim, de infecção, como é que você enxerga?
- 17:58E como é que que vão ser, né? Os protocolos, enfim, as medidas
- 18:02para controlar, né? É interessante na crônica, como
- 18:06é que quer, qual é que são as novas Fronteiras aí nessa, nessa
- 18:10questão, pensando nessa importante doença, aham.
- 18:13É como eu falei anteriormente, Marcos, eu acho que ela é com
- 18:17Por Ela ser uma doença muito complexa e multifatorial.
- 18:21A gente ainda não entende 100% da patogênese das da virulência
- 18:26das cepas e por isso que ainda a gente tem uma dificuldade de
- 18:30fazer esse controle. Por isso que a gente ainda não
- 18:32conseguiu, né? Desenvolver uma vacina efetiva
- 18:34para isso e tudo mais. Então o que a gente tem estudado
- 18:38até agora são os os aditivos, né?
- 18:42Para substituir os antibióticos, e alguns deles incluem os
- 18:46probióticos prebióticos. O que a gente tem visto agora
- 18:49que tem funcionado bem também são os bacteriófagos específicos
- 18:53para posto de um perf ind, assim como para Salmonella, né?
- 18:56Eles têm se mostrado eficientes para o posto de perf engessava a
- 19:00nível de pesquisa. Eles têm se mostrado também
- 19:04eficientes e mais. A gente ainda tem um o, né?
- 19:08A minha opinião, a gente ainda tem um caminho para tentar
- 19:11desvendar essas, essa grande complexidade que tenha enterite
- 19:16necrótica, porque ela pode variar tanto regionalmente
- 19:20quanto de fazenda para fazenda, porque de lote para lote, porque
- 19:23o que manda ali, principalmente aos fatores de pré-disposição e
- 19:28é cepas que estão presentes naquele ambiente.
- 19:30Então, até mesmo para fazer AA reprodução, né, experimental de
- 19:35algum desafio é difícil. Isso porque a gente não entende
- 19:39100% como ela funciona. Eu Acredito que Oo futuro
- 19:44próximo nosso, né? Em relação ao controle da da
- 19:48enterite necrótica vai ser bastante relacionada à
- 19:50tecnologia que a gente está experience experience.
- 19:53Ando hoje, então a gente tem as inteligências artificiais, estão
- 19:56estudando bastante. Os biomarcadores de saúde
- 20:00intestinal. Então, talvez o que Eu Acredito
- 20:03que possa acontecer é a gente conseguir entregar lá pro
- 20:07produtor um aplicativo ou uma máquina que eles possam coletar
- 20:11uma excreta e ter ali uma leitura do que que está
- 20:14acontecendo com o lote deles eles poderem tomar uma ação a
- 20:19tempo hábil, né? Que não precisa chegar lá até o
- 20:21final do lote para saber o que que está acontecendo, se tem
- 20:24alguma disbiose intestinal, se tem alguma outra coisa que a
- 20:28gente pode intervir a tempo de mudar essa situação.
- 20:32E eu acho que isso vai mudar muito de lote para lote muito de
- 20:35região geográfica para a região geográfica, a gente vai ter que
- 20:38ter uma solução específica, uma solução para cada, para cada
- 20:43lugar, uma estratégia diferente, mas de modo geral, parece que os
- 20:48bacteriófagos, os probióticos, tudo o que consiga manter ali,
- 20:52né? A saúde intestinal, eles são
- 20:55boas ferramentas que a gente pode considerar, e tudo isso
- 20:57também, né? Aliado com um bom manejo,
- 21:00controle é de ventilação, controle térmico, tudo que a
- 21:03gente possa evitar, imunossupressão também dos.
- 21:06Dos animais? Essa questão dos probióticos,
- 21:09né, Mano? Ela acho que a gente já avançou
- 21:11muito nos últimos anos. Todos a gente ainda tem muito
- 21:14para avançar. A partir do momento que a gente
- 21:15tiver uma certa segurança, que aquele probiótico vai funcionar
- 21:19naquela situação, assim como você falou, já tendo algum
- 21:21indicativo daquela Granja, daquele lote, enfim, daquela
- 21:24realidade ali do campo, e trabalhar um pouco mais
- 21:27customizado esses probióticos. Acho que a gente começa a
- 21:31segurar, né? É entender como essas doenças
- 21:34funcionar e começa AA, enfim, ter bons bons vídeos de saúde
- 21:39intestinal. Mas dentro dessa conta um pouco
- 21:42pra gente, como é que é? Esses modelos experimentais que
- 21:44vocês têm que trabalhar para entender um pouco desse processo
- 21:47da infecção, certo do clostridium que vocês têm feito
- 21:50em assim na bancada, nos experimentos, certo?
- 21:54Para dar mais luz para essa conforme você falou, ainda é.
- 21:57Ainda é uma doença que ainda não está totalmente esclarecida
- 22:00ainda tem, né? Algumas situações a gente ainda
- 22:03fica um pouco assim, sem sem AA direção, correta a ser tomada,
- 22:07como é que que vocês têm feito aí no experimento de vocês aí
- 22:10pra? Enfim, para para dividir com a
- 22:12gente aqui, pra gente entender como é que isso funciona melhor.
- 22:15O rumo bom a gente é pensou na rede.
- 22:19São vários modelos que já vem sido propostos, a na literatura,
- 22:23que já vem sendo seguidos, né? Pra tentar estudar um pouco
- 22:26melhor entre tem acrobática, porém, a gente tentou fazer algo
- 22:30que tentasse simular melhor a situação de campo, né?
- 22:34Então, a maioria dos modelos que a gente tem é utilizando fatores
- 22:39de pré-disposição ou é polissacarídeos?
- 22:41Não amiláceos. Ou coccidiose é linka das, né?
- 22:46Em conjunto com é fornecer a clostridium perf índice para os
- 22:52animais culturas de clostridium perfringens para os animais e
- 22:55tentar entender melhor essa doença ou tentar achar é
- 23:00produtos que possam prevenir a enterite necrótica.
- 23:04Nós aqui, né? Na universidade de Alberta,
- 23:06recentemente, a gente desenvolveu um desafio mais
- 23:10natural de infecção, então esse nosso desafio a gente é,
- 23:15publicou recentemente, né? Para validar esse desafio, é
- 23:20ele, consiste em usar os fatores de predição, pré-disposição.
- 23:25Então a gente usou é 15 vezes a dose recomendada da vacinação de
- 23:30coccidiose, né? Com os cistos, é vivos para
- 23:34causar. Ali, uma coccidiose para causar
- 23:36igual. Comentei anteriormente, nessa
- 23:38primeira. Ali diz disso.
- 23:40Disrupção pra causar primeiro essa essa primeira disbiose
- 23:47intestinal e facilitar a entrada do posto de um perfis.
- 23:51Então a gente usou AA coccidiose.
- 23:53Essas 15 doses da da vacina de coccidiose.
- 23:58Só que ao invés de fornecer as a cultura de clostridium
- 24:02perfringens, a gente identificou e cepas que a gente tinha no
- 24:06nosso. No nosso e no nosso ambiente,
- 24:09né? Tanto no na, no intestino dos
- 24:11animais quanto no ambiente ali do aviário.
- 24:14Para saber as cepas que a gente tinha e que essa essa infecção
- 24:19ocorresse de modo natural. Assim como ocorre a campo, né?
- 24:23Então, o que a gente pudesse entender um pouco melhor como
- 24:26essa infestação, como o clastídio?
- 24:28Por fim, diz, consegui atingir essa superpopulação de forma
- 24:32natural. São poucos os trabalhos, são
- 24:35poucos os os estudos, né? Que?
- 24:37Envolvem essa essa infecção de forma natural, porém os fatores
- 24:42de predisposição eles têm que estar presente, né, pra pra que
- 24:46o custo seja para o fim de se consiga se proliferar.
- 24:49É além dessa vou contar aqui, né?
- 24:52Um pouquinho de como funciona funcionou OOO modelo aos 12 dias
- 24:57de idade dos frangos de corte, a gente forneceu essas 15 doses de
- 25:02de vacina de coccidiose, com 18 dias a gente fez a retirada da
- 25:08ração por 24 horas pra também. Influenciar esse essa de
- 25:13ruptura, né? Da da homeostasia intestinal e a
- 25:17gente observou, como resultado que a gente conseguiu fazer bem
- 25:23próximo, né? A gente conseguiu reproduzir bem
- 25:26próximo a enterite necrótica, que comumente ocorre a campo em
- 25:31termos de de time line, né? Em tempo, em termos de quando a
- 25:36enterite necrótica ocorre das respostas imunológicas em
- 25:41questão das das lesões. Intestinais que a gente observa
- 25:45em que período, então, usando esse modelo natural de infecção,
- 25:49a gente conseguiu reproduzir próximo que ocorre a campo, né?
- 25:55Porque geralmente os modelos que tem já publicados são fornecendo
- 26:00essa são, fornecendo doses de clostridium perfringens.
- 26:04As claro vai depender muito do objetivo do experimento.
- 26:08Se você quer estudar a patogênese, a virulência de uma
- 26:11cepa específica, você precisa controlar qual a cepa você está
- 26:15fornecendo. Dos animais nesse desafio,
- 26:18porém, nesse caso em que a gente queria estudar é, é aditivos
- 26:24para prevenir, para mitigar aos a é enterite necrótica,
- 26:29principalmente quando a gente fala da subclínica que é que
- 26:32mais afeta o campo. A gente achou esse modelo
- 26:35experimental bem útil. É bem relevante que a gente pode
- 26:39testar aí ferramentas para prevenir enterite necrótica
- 26:43usando esse modelo. Então, a gente recentemente
- 26:45validou esse, esse estudo, tá? Está publicado.
- 26:49É, parece que o caminho não é Emanuelle.
- 26:51É exatamente essa questão da gente modular de alguma forma, a
- 26:55microbiota de forma não dá oportunidade para o clostrídios
- 26:59se manifestar, né? É tentar manter com esses
- 27:01aditivos, né? Seja probióticos, ácidos
- 27:04orgânicos, prebióticos óleos essenciais.
- 27:07Toda essa gama de aditivos para manter, né?
- 27:09Como você falou, tudo na maior perfeita ordem para ele, não não
- 27:14sobrepõe a cometer a doença, mas você vê no Horizonte aí a
- 27:19questão da vacina, existe essa possibilidade?
- 27:22Para para Nick, né? É enterite necrótica isso.
- 27:26Isso está não sei lá no Horizonte das possibilidades de
- 27:28uma das possibilidades é de vamos dizer, de resolver esse
- 27:32problema. AA vacina tem alguma chance de
- 27:34prosperar aí em algum futuro? Sim, tem vários grupos de
- 27:39pesquisa que estão estudando os, né?
- 27:41Possibilidade dessa vacina, alguns focando na toxina.
- 27:44Então em prevenir né? Como clostridium por fim de
- 27:47estar ali, ele é onipresente, não tem como a gente controlar.
- 27:51Mas talvez a toxina a gente consiga fazer esse controle.
- 27:54Então, a partir do momento que tenha superpopulação.
- 27:57Então eles começam a liberar essa toxina para causar mais
- 28:00necrose, é intestinal, ter mais alimentos, né?
- 28:03Pra Ele, se proliferarem e essas toxinas específicas é o grande
- 28:08foco do pessoal que está estudando a vacinação.
- 28:10Então eu comentei lá no começo, né, que tem 2 grandes toxinas
- 28:15que que estão envolvidas com a enterite necrótica em aves, que
- 28:19é a alfa e a net b então tem grupos de pesquisa que estão
- 28:23estudando. Vacinas pra pra, né?
- 28:26Focando nessas toxinas. Então há uma possibilidade sim,
- 28:30ainda é difícil falar por conta, né?
- 28:33Dessa dificuldade que a gente tem de entender a doença.
- 28:36Alguns estudos até relatam que elas podem passar os genes, as
- 28:41as bactérias patogênicas. Elas podem transmitir, né?
- 28:44De via horizontal, esses genes que elas têm para produzir essa
- 28:47toxina patogênica pra outras bactérias que antes não
- 28:51produziu, então é difícil da da gente controlar.
- 28:55Igual falei antes, ela é, é multi multifatorial e bastante
- 29:00complexa, mas tem sim a possibilidade da vacina.
- 29:04Porém, o que a gente tem agora, né?
- 29:06As ferramentas que nós podemos usar agora, essas outras, esse
- 29:10tipo de controle para ajustar ali a saúde intestinal é para
- 29:15prevenir essa superpopulação, né?
- 29:18De coxinha perfeita. Então, para a gente fechar aqui,
- 29:22né? Vamos para lá, isso aí partir de
- 29:25acabou de falar saúde intestinal, né?
- 29:27Como que a enterite necrótica certo conversa com a saúde
- 29:32intestinal? É claro que nós estamos falando
- 29:34do mesmo meio ambiente, né? Saúde intestinal hoje virou um
- 29:38assunto, acho que praticamente de todas as áreas todo mundo
- 29:41quer entender como é que é exatamente isso.
- 29:43Funciona, né? A gente quer saber quando tá em
- 29:48saúde intestinal, quando não está, e eu brinco assim,
- 29:51Emanuelle, que os desafios ali pro frango são tão grande
- 29:54quantidade. De nutrientes a complexidade da
- 29:57ração, que às vezes estando tudo certo, ele já está num grau
- 30:00máximo de desafio. Ali ele está ali no limite a os
- 30:04próprios nutrientes, sem nem ter um, né?
- 30:06Nada patogênico ali eles já têm 1° de inflamação, que já
- 30:10naturalmente já, né, né? Faz com que, né?
- 30:13Toda a absorção de de de nutrientes, às vezes seja
- 30:17comprometido, né? Então quer dizer saúde
- 30:19intestinal é um assunto super apaixonante e quanto mais a
- 30:23gente tentar entender isso, né, mais chances da gente tem de
- 30:26acertar. Como é que você enxerga nessa
- 30:28relação entre saúde intestinal? Enterite necrótica?
- 30:32É. É um tema que hoje todo mundo
- 30:34vem buscando, né? Principalmente após a retirada
- 30:37dos antibióticos e estudar a entender um pouquinho melhor AA
- 30:41saúde intestinal. Eu gosto bastante das pesquisas
- 30:44do Kogut, né? Que é um pesquisador que estuda
- 30:47bastante saúde intestinal e ele fala que é super complexo.
- 30:51A gente descreveu que é saúde intestinal, mas eu gosto muito
- 30:54das da definição, né? Que ele dá.
- 30:57Que é OA saúde intestinal, seria o quando o intestino, quando o
- 31:02animal ele consegue ali realizar as as atividades fisiológicas
- 31:08que ele precisa ser feito. E quando a gente fala de
- 31:11intestino, não é só digestão e absorção, né?
- 31:13A gente está falando de é imunidade, é um grande órgão,
- 31:17imune. A gente está falando de controle
- 31:19hormonal, várias coisas relacionadas que estão ali Na Na
- 31:24que o intestino consegue controlar ou conectar, né?
- 31:27Com as outras partes do organismo do animal.
- 31:30Então, é. É como a gente, né, falou
- 31:33anteriormente. É isso?
- 31:36Manter essa o meu stasi é o principal com relação à à
- 31:41enterite necrótica, né? Então a enterite necrótica, ela
- 31:43só vai acontecer com a superpopulação do do clostridium
- 31:47perfringens. Então, desde o animal, quando
- 31:50ele chega, né? No aviário, é importante que a
- 31:53gente esteja estimulando a saúde intestinal desde aquele momento
- 31:57que vai ser o período de maior desafio a você falou, né?
- 32:00O período é super curto. O ciclo de do frango de corte,
- 32:03mas quando ele chega ali no aviário, após a eclosão, é um
- 32:07momento de maior delicadeza que ele tem.
- 32:09Ele vai ter o intestino, vai ser colonizado pelas bactérias que
- 32:13ele vai estar tendo ali naquele ambiente.
- 32:15Então é super importante a gente pensar em vários aspectos que
- 32:19podem contribuir pra essa, pra essa saúde intestinal, desde
- 32:22qualidade de cama, ambiência, tudo isso vai influenciar as
- 32:25bactérias que estão ali presente nos protozoários que estão ali
- 32:29presente. Vão influenciar nessa saúde
- 32:32intestinal? Então qualquer medida de
- 32:34controle que a gente pense é legal a gente pensar desde essa
- 32:38fase que vai ser a fase mais delicada e que a gente precisa
- 32:42construir desde ali, né? Que vai ser aonde a gente vai
- 32:45conseguir segurar o que vai acontecer lá pra frente.
- 32:48E você falou desse todos esses aspectos que estão envolvidos do
- 32:52rápido crescimento, tudo que envolve, né?
- 32:55Aliás, as dificuldades, as que as Barreiras que estão ali, que
- 32:59ele já está, é superando. Então é a.
- 33:05Saúde intestinal, ela precisa ser pensada desde esse momento
- 33:08que tem a primeira. A população, né?
- 33:11Que a gente consegue povoar ali, AO intestino do do frango de
- 33:16corte, não somente falando, né? De de microbiota, mas outros
- 33:21aspectos que também estão relacionados, como imunidade,
- 33:24controle, controle de ventilação, é o controle térmico
- 33:28também. Tudo o que possa causar
- 33:30imunossupressão. Então é como o Kogut fala, nessa
- 33:34saúde intestinal, ela não é somente é, é?
- 33:38Só tem vários. Ele até brinca falando que é a
- 33:41menagem, outro a, né? Que ele sempre fala que é ligado
- 33:44a nutrição com imunidade é, esqueci o outro ponto que ele
- 33:49falou e acredito que é manejo. Então são esses 3 pontos que
- 33:53está que a gente tem que levar em consideração.
- 33:55Não é só a microbiota, né? A gente sempre fala de
- 33:57probióticos prebióticos, mas não é só AA microbiota, claro.
- 34:01Ela faz grande parte, mas tem outros aspectos que a gente é
- 34:05deve levar em consideração também.
- 34:08Bom, vamos então aqui caminhando já para o fim a que Manuela,
- 34:12gente termina os nossos EP. Ódios, certo?
- 34:15Com 3 perguntas assim, que já são tradicionais no nosso
- 34:18podcast e a primeira é em relação a um livro, certo?
- 34:23Uma referência aí, bibliográfica que da área de avicultura, né?
- 34:27Seja certo dessa área específica de sanidade, seja um livro
- 34:31técnico ou qualquer, enfim uma referência que você pudesse aqui
- 34:35dividir conosco aqui, que que vem aí, né?
- 34:38Enfim, que que você teve uma experiência boa com esse livro,
- 34:41que você enfim é, tem ele como referência.
- 34:45Então é bom no final do doutorado é difícil a gente
- 34:49parar para ler livros. A maioria do do que eu leio são
- 34:51artigos científicos, mas tem 2 livros que eu gosto bastante da
- 34:55área. Um deles é a nutrição de aves
- 34:57comerciais de lição em summers. Provavelmente o pessoal, aí os
- 35:01nutricionistas já se depararam com esse livro em algum momento
- 35:05da vida? É, eu gosto também de fisiologia
- 35:07das aves, do maccari, do mayorca.
- 35:10É. São esses 2 e 2 livros assim,
- 35:14que é que eu gosto bastante de ter de às vezes ter alguma
- 35:17dúvida e ali dar uma olhada que são livros também.
- 35:20Simples também de entender. É a cena em baixo, são
- 35:23excelentes livros e agora esquecendo avicultura, né?
- 35:27Mas ainda ficando no terreno dos livros, aí fora da área técnica.
- 35:32Assim a gente normalmente pergunta para o nosso
- 35:34entrevistado exatamente assim, um livro que tiver a cabeça, um
- 35:38livro que fez parte aí é, é, enfim, do seu.
- 35:41Da sua trajetória, um livro que você gosta que você leu às vezes
- 35:46várias vezes, enfim, um livro fora da área técnica que marcou
- 35:49aí a sua trajetória. Tem um livro que eu ganhei de
- 35:52uma amiga que marcou bastante, por mais não ter tanto tempo de
- 35:56ler livros, mas esse é o que mais me marcou, que é a coragem
- 35:59de ser imperfeito, que é da Brenner Brown, a autora, ela é
- 36:03uma palestrante Americana. Ela é famosa por esses Ted
- 36:06Talks. Ela é professora na universidade
- 36:08de Houston também, e ela fala sobre a gente aceitar as nossas
- 36:13vulnerabilidades, né? Não ter essa busca incessante
- 36:16por ser p. Prefeito, aceitar nossas falhas
- 36:19e com isso a gente conseguir ter relacionamentos mais duradouros,
- 36:23tanto na nossa vida pessoal quanto na nossa vida
- 36:26profissional também, né? Porque pessoas se conectam com
- 36:28emoções e ela fala justamente sobre isso.
- 36:32Então foi um livro, é de auto-ajuda e desenvolvimento
- 36:34pessoal que me marcou bastante. A legal, muito bom, então fica
- 36:38aí a dica, né? Da nossa colega Emanuelle Góes,
- 36:42aí em relação ao livro. E para terminar no ela gente faz
- 36:46a seguinte pergunta, né, que eu acho que até um recado legal pra
- 36:49gente dar pra essa moçada que está começando e tal.
- 36:52Mas mesmo aqueles profissionais que já estão do meio para o fim,
- 36:55mas que querem se reinventar, enfim, querem se repensar.
- 36:59A gente normalmente pergunta, né, pro nosso convidado?
- 37:02Como será que você enxerga um profissional de sucesso na
- 37:06agricultura? É claro que, né, na avicultura,
- 37:09tem umas caracteres. Diferente de outras áreas, por
- 37:11isso que a gente pergunta, na avicultura, como é que você
- 37:13enxerga esse profissional de sucesso, que que ele tem que
- 37:15ter, o que que ele tem que fazer, o que que ele tem que ir,
- 37:18né? Esse?
- 37:19Eu acho que os outros convidados têm muito mais experiência, né?
- 37:22Os outros convidados que já passaram por aqui tem muito mais
- 37:24experiência do que eu para falar sobre isso.
- 37:26Mas o que tem me ajudado bastante até aqui na minha
- 37:30trajetória. Persistência, né?
- 37:32Ser bastante persistente, ter um, ter aquele objetivo e não
- 37:35existir e até o final no começo é com.
- 37:38Ficado para todo mundo mesmo. Acredito que para você no começo
- 37:40foi super complicado e é normal e Eu Acredito que o mais
- 37:45importante é você dar o seu melhor em tudo que você for
- 37:48fazer, mesmo que seja algo pequeno.
- 37:50Deu seu melhor de né? Tudo que você tem ali para fazer
- 37:54aquilo que os outros vão começar a reconhecer o seu potencial,
- 37:58vão ter confiança eu te entregar um trabalho, porque também vão
- 38:01saber que você vai dar o teu melhor para fazer aquilo.
- 38:03Então eu acho que se eu fosse deixar dicas, seriam essas 2.
- 38:07Então fica aí a dica, né das outras.
- 38:09Lista Emanuelle Góes que tem, né, que está lá no Canadá
- 38:13trabalhando em prol da ciência para produzir dados, gerar
- 38:16dados, para que a gente possa entender e melhorar a nossa
- 38:19agricultura. Muito obrigado aí pela sua
- 38:21conversa, né? Muito obrigado, você tem
- 38:23disponibilizado aí um tempinho na sua agenda e para participar
- 38:27a gente aqui No No podcast que o objetivo nosso é esse mesmo é
- 38:31conhecer mais as pessoas, trazer um pouquinho da experiência de
- 38:34cada um e a exatamente um pouquinho da experiência de cada
- 38:37um que vai somando pra gente fazer o crescimento da nossa
- 38:40agricultura. Acho que a gente tem muito que
- 38:42orgulhar e cultura Brasileira. Ela tem esse pé na ciência.
- 38:46Ela acredita Na Na, na, na, na tecnologia, né?
- 38:49No método científico, muita dos produtos, serviços, enfim, é.
- 38:56Várias coisas calcadas na né? Procedimentos para quer dizer,
- 39:01calcados na ciência, né, então? Só dando um último.
- 39:04Um última opinião aqui, isso que você falou é muito legal, porque
- 39:07o pessoal acha, né? As as vezes a gente tá pra fora.
- 39:10Canadá, Estados Unidos, que são países de primeiro mundo.
- 39:13O pessoal pensa, mas eu me orgulho muito da nossa
- 39:16agricultura no Brasil e vendo outra realidade aqui.
- 39:19Eu sei que o Brasil não perde nada em bem, pelo contrário, a
- 39:23gente está ainda à frente deles em vários aspectos, então só pra
- 39:26deixar esse recado, né? Tendo uma experiência
- 39:29Internacional quanto me orgulho ainda da nossa cultura Brasil.
- 39:32É exatamente em se tratando, né? De avicultura o Brasil fala, né?
- 39:36Fala alto o fato com convicção. Bom Emanuelle, eu vou deixar
- 39:40aqui então para você fazer as suas considerações finais, né?
- 39:44Mas, de novo, te agradecer pela presença aqui.
- 39:46Muito legal a conversa contigo. Muito legal mesmo, muito feliz
- 39:49aí de ver a menina tão jovem. Já estão, né, envolvida aí aí,
- 39:54fazendo os o doutorado, né? Num país, NEC que nessa área e
- 39:58canta a cronologia bem avançada, trazendo um pouco dessas
- 40:01novidades. Tomara que você volte, né?
- 40:04Mas se você ficar por aí, não tem problema.
- 40:06Agricultura do mundo ganha, né? Com a sua competência, mas
- 40:09assim, obrigado mesmo, muito legal a nossa conversa.
- 40:11Acho que é muito esclarecedora, trouxe uma opção de coisas novas
- 40:14aí para os, para as pessoas que acompanham o podcast, e eu deixo
- 40:17então a palavra, os sinais com você.
- 40:19Tá, eu fico muito agradecida pelo convite novamente pelo seu
- 40:23tempo também de estar aqui comigo, dessa conversa super
- 40:25legal que a gente teve. Fico disponível aí também para o
- 40:29pessoal que tem outras dúvidas ou queira falar um pouco mais.
- 40:32Sobre enterite necrótica 8 intestinal ficou à disposição
- 40:35também. Para falar um pouquinho mais com
- 40:37o pessoal sobre isso e muito obrigado pelo convite novamente.
- 40:40Valeu, gente, obrigado, tchau, tchau.
- 40:42Até o próximo episódio. Valeu, tchau, tchau.