Latest / Café com Dungeon / Vibes vs Estética no RPG? #0139
Transcript
- 0:01É essa treta aí da estética das vibes, cara.
- 0:07Essa é uma discussão muito boa no fundo, né?
- 0:09Porque tudo isso aí a gente tá falando de conceitos que são
- 0:14arbitrários. A gente vive discutindo estética
- 0:18lá no cassecondangel e aí o pessoal fala, Ah, não, a gente
- 0:20não tá discutindo a estética dos gregos, a gente tá discutindo a
- 0:23estética do Hegel, a gente tá discutindo a estética de não sei
- 0:26quem, a estética de não sei o que lá.
- 0:28E aí vem o Dani e traz 11 definição estética que ele tá
- 0:31construindo ali a partir de algumas ideias que ele tá
- 0:34mencionando. E aí ele tá fazendo o stetick,
- 0:39não sei como é que é o nome lá, mas é, eu tô até aqui tramando
- 0:42esse material que eu não concordo muito.
- 0:44Mas ele tá trazendo ali a ideia de estética dele, de como isso
- 0:48se desdobra dentro do RPG, né? E Pra Ele, a RPG é uma
- 0:52experiência estética. Ele tá analisando a RPG como
- 0:54como experiência estética. E aí ele traz uma definição
- 0:58estética bem ampla, né? Bem ampla.
- 1:01Que cara. Pra mim eu acho interessante
- 1:04porque vai analisar ORPG, assim como ele pode analisar, sei lá,
- 1:08o fenômeno da das igrejas evangélicas do Rio de Janeiro ou
- 1:11das milícias, ou. É de Trump nos Estados Unidos.
- 1:14Ele pode avaliar de repente o surgimento de uma cultura jut
- 1:19self no RPG atual, e ele pode analisar isso em termo de
- 1:22estética e tudo mais dentro dessa noção bem ampla de
- 1:25estética. Mas acho que isso não vê muita
- 1:27mesa, isso não vê muita esfera prática da coisa.
- 1:30E a gente quando fala de estética em game designer, a
- 1:33gente vai muito pro que é pregado ali no MDA, modelo MDA
- 1:36que eu já falei aqui no café com dange em outras oportunidades,
- 1:39mas é o modelo mekanics. Dynamics histerix, né?
- 1:43Que compõe ali o espaço mecânico do jogo, que é o no onde o games
- 1:48l trabalha mais, né? Ele onde ele tem mais
- 1:50ferramentas pra propor uma experiência.
- 1:54E essa esse espaço mecânico ele pauta um espaço dinâmico, que é
- 1:58onde os jogadores vão exercer a agência e vão fazer.
- 2:01Vão tomar escolhas, né? Significativas.
- 2:04E nesse exercício de agência eles vão sentir algumas coisas.
- 2:09Detalhadas pela experiência do game designer e essas coisas,
- 2:12elas imprimem algumas estéticas. Esse é o modelo MDA.
- 2:15Ele coloca de um lado no a de histerick, né?
- 2:18Com a mudo, ele coloca o jogador, do outro lado, ele
- 2:20coloca o game designer, né, que é esse cara que vai, por meio
- 2:25das mecânicas, controlar o espaço em que o jogador engaja
- 2:28com jogo. Essas estéticas, né?
- 2:30Que ele trabalha, que ele fala. Ele invista no modelo MDA, né?
- 2:35Que é um artigo científico. E quais são?
- 2:38Essas estéticas o primeiro é a sensação, é o jogo, como, como,
- 2:42como prazer sensorial, né? É o jogador passando pros
- 2:47estímulos audiovisuais ali e guardando aquilo, né?
- 2:49Experienciando aquilo e guardando aquilo como prazer.
- 2:53A gente tem a estética da fantasia, é o jogador no mundo
- 2:57faz de conta, né? No mundo imaginário, a gente tem
- 3:01a estética da narrativa, que é o jogo como drama, uma história
- 3:04que guia o jogador e o jogador acaba querendo voltar.
- 3:07Pra concluir aquele significado no jogo, né?
- 3:10É, a gente tem o jogo contra o desafio como disputa, né?
- 3:14O jogador contra o obstáculo é o jogador querendo muito se tornar
- 3:19melhor naquele jogo, se se tornar melhor com as ferramentas
- 3:23que ele tem ali. Então é um jogo que tem muita
- 3:25rejogabilidade, porque o jogador quer jogar e jogar e jogar até
- 3:28melhorar. A gente tem aí o jogo enquanto.
- 3:33Enquanto amizade ou quanto o companheirismo, né, que é o
- 3:36modelo social do jogo e que os jogadores que passam por isso
- 3:40normalmente vão passar em jogos multiplayer.
- 3:42É o jogador fazendo parte daquela galera, né?
- 3:45A gente tem o jogo com Oo jogo, com a estética da descoberta,
- 3:49que é o jogador indo para um território ainda não conhecido,
- 3:52ainda não conquistado. É ele querendo explorar o mundo
- 3:55de jogo. A gente tem AA gente, tem também
- 3:58a estética da expressão. Que é o jogo como auto
- 4:01descoberta. É o jogador com a sua
- 4:04expressividade, com a sua criatividade e tentando
- 4:07explorar, explorar, de repente partes ali do seu, da sua
- 4:10personalidade. É da sua psique, né?
- 4:14Aí que é muito interessante. A gente tem também a estética da
- 4:16submissão ao jogo com passatempo, a você conectado no
- 4:20jogo, você fluindo dentro do jogo ali e dentro de suas
- 4:23amarras. É ainda, a gente tem 1/9, que
- 4:26seria o jogo como competição, que é você contra outros
- 4:29jogadores e tal. E cara, é interessante que não é
- 4:32uma lista essa taxonomia. Ela não é taxativa, né?
- 4:36Você não tem somente um jogo com uma estética, você tem os jogos
- 4:40ali com várias estéticas combinadas e também a ideia é
- 4:44que você possa ter outras estéticas, que isso não sejam
- 4:46somente essas. Tá, mas o fato é que.
- 4:51Ele coloca estética como isso, como essas estéticas, esses
- 4:54sentimentos específicos que você vai ter na outra ponta, né?
- 4:57Do do do game designer, do game designer.
- 4:59Uma ponta, o usuário na outra, sentiu as estéticas que o game
- 5:02designer impõe quando é via mecânica, quando ele constrói
- 5:06com uma experiência ideal, né? E aí tem uma coisa curiosa, né,
- 5:11que é justamente a gente falar, pô, mas então por que que não se
- 5:15usa estética nesse sentido? Quando se começou a falar de
- 5:20Vibe, será que Vibe estética é a mesma coisa, porque parece ser.
- 5:24E se for a mesma coisa, por que que começaram a falar em Vibe?
- 5:28Eu comecei a analisar os primeiros momentos em que eu
- 5:30ouvi falar de Vibe. Eu fui tentar resgatar isso, né?
- 5:34Quando começaram a falar de Vibe no RPG, tanto blogs quanto
- 5:39autores, será que eles estavam querendo falar de estética?
- 5:44Ou dessas estéticas, especificamente aí que a gente
- 5:46tem no modelo ideia e que é normalmente o jargão utilizado
- 5:49no game design quando fala de estética.
- 5:52Ou será que a estética num sentido mais amplo ou talvez num
- 5:55sentido mais específico? Eu vou investigar isso até
- 5:59historicamente, né? Ou seja, analisar a origem
- 6:01desses termos, quem utilizou, como utilizou a partir dessa
- 6:05trajetória? Vou começar a contrastar com
- 6:07essa ideia de estética, principalmente essa ideia de
- 6:09estética particular do game design, porque a gente tá.
- 6:13Investigando no ramo rúdico mesmo que tem impacto na mesa de
- 6:16RPG. Acho que acaba sendo melhor a
- 6:18gente tentar construir essa minha definição a partir disso.
- 6:21E aí eu vou poder esboçar a nossa definição aqui.
- 6:24Como eu falei, a gente tá falando de de conceitos que são
- 6:27arbitrários, né? Estética, diversão, sei lá, a
- 6:32gente tá falando de coisas que não existem exatamente na
- 6:35natureza dessa, desse jeito. A gente tá prescrevendo aqui um
- 6:40jeito de encarar essas coisas. Então eu vou tentar delimitar
- 6:44aqui um esboço do que seriam as vibes EORPG, né?
- 6:49É, isso vai ser importante pra gente.
- 6:51Por quê? Porque eu venho investigando já
- 6:53mecânicas na RPG, né? Você deve ter visto aí uma
- 6:55definição de mecânica pra RPG que eu trouxe, e ela é uma
- 6:58definição arbitrária e a intencionalidade por trás dela,
- 7:01qual é? Eu quero desfazer o mecanicismo
- 7:04do RPGE, abrir espaço pra que a gente perceba outras influências
- 7:08no RPG pra além das mecânicas. Como sugere OMDA de todo o
- 7:13espaço dinâmico, ou pelo menos OOO espaço dinâmico ali que a
- 7:16gente tem visto ali. Na teoria ele é impactado por
- 7:19mecânicas que é uma parte formal do jogo, dos jogos e do MPG.
- 7:23Mas a gente sabe que tem muitas outras coisas que influenciam o
- 7:25espaço dinâmico e pra abrir espaço pra que essas coisas
- 7:28floreçam e a gente perceba melhor.
- 7:30Eu venho buscando definições, às vezes que passam por isso,
- 7:34talvez Vibe, ajudem a gente nisso, então vamos lá, Vibe ou
- 7:39estética? Café com o quê?
- 7:54Bom dia amigos do café com danjo.
- 7:56Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast matinal
- 7:59favorito, trazendo sempre muito RPG.
- 8:01Meu nome é Rafael bald e eu já to aqui na Vibe do meu último
- 8:06café, ovelha negra. Antes de ir para Espanha, para
- 8:09Barcelona, no jogo, vou passar um bom tempo.
- 8:12Vou lá, cara, trabalhar de lá, vou passar um tempo virando
- 8:16barcelonte mesmo, virando ali um Catalão.
- 8:21E é Sério, é, eu vou provavelmente passar o meu
- 8:25aniversário dia 27 de fevereiro sobrevoando o Atlântico, né?
- 8:28Do dia 27 para o dia 28, provavelmente sobrevivando do
- 8:31Atlântico e vou chegar lá para curtir no dia 28 aí uma
- 8:35Barcelona ali, então. Cara, vai ser duro.
- 8:38Eu vou levar 22 sacas de café ovelha negra, mas possivelmente
- 8:42eu vou passar algumas algumas penduras lá sem poder amanhecer
- 8:47e curti essa Vibe de beber um café especial, uma Torra média
- 8:52gostosa da ovelha negra. Então cara, você que tá no
- 8:55Brasil aí recomendo demais. Você compra e você curta essa
- 8:59Vibe, porque nada melhor realmente de acordar, ouvir um
- 9:02podcast RPG bebendo café. Ovelha negra, então vai lá em
- 9:05ovelha, ponto café. Utilizo o cupom CCD, que é o
- 9:08cupom para os ouvintes. Você vai ter um desconto, tá?
- 9:11Pode. Se você não conhece o café
- 9:13especial, está querendo entrar nessa.
- 9:15Vai lá para o café magenta, que é a minha, a minha seleção aqui
- 9:18você já conhece. Aí você pode pegar qualquer
- 9:20sabor lá. Que cara aí você tem tons mais
- 9:24mais abuçados ali, tem vibes mais mais Fortes ali pra você
- 9:27variar mas cara, pro dia a dia nada melhor do que uma agenda.
- 9:31Eu já estou sentindo falta inclusive quem for pra Barcelona
- 9:35aí quiser fazer um carregamento pra mim vou encher com a mala de
- 9:38café uma mulher negra, viu? É, mas fora assim, bom, fora de
- 9:42brincadeira, gente real estou indo pra Barcelona, mas vou, vou
- 9:47sempre lembrar. Café ovelha negra é delicioso,
- 9:50tá? E vale a pena demais você
- 9:52consumir aí lá em ovelha. Ponto café tá fora isso, tá?
- 9:56Se você quiser descontos ainda maiores, você pode ir lá em
- 9:58apoia ponto SI barra, café com danos, não se tornar assinante
- 10:01com podcast e aí, cara, você além de ganhar cupons
- 10:06progressivos de acordo com seu nível de apoio, tá?
- 10:09Você ainda participa de sorteios não só de ovelha negra, mas de
- 10:14material dos nossos parceiros, por exemplo.
- 10:16Shadow Dark, eu vou sortear ali uma cópia e uma cópia recheada
- 10:22de suporte, aí inclusive com a zines com ficha, com tudo, vou
- 10:26sortear pra galera, tá? Então fique de olho aí,
- 10:30assinantes participam de sorteios, não só disso, mas de
- 10:33outros parceiros também. Material da tri, editora da
- 10:36caramelo jogo então, cara, é muito material maneiro que a
- 10:39gente tá sorteando, tá? E aí você vai lá em apoio.
- 10:42Ponto esse apoio. A gente ainda ganha acesso ao
- 10:44grupo de Telegram, onde a galera troca muita ideia sobre RPG e
- 10:47você ainda recebe outros cupons dos nossos outros parceiros e
- 10:50também do conteúdo interno aqui, que eu faço de vez em quando,
- 10:55que é, por exemplo, o salvando senhor x krall, que é um curso
- 10:59que eu tô dando pro grande público, tá?
- 11:01Mas que internamente, se você for assinei o café com dano,
- 11:03você tem desconto, tá? É lembrando que até dia 28 desse
- 11:09mês. Lá de fevereiro você pode
- 11:12adquirir o curso salvando o seu hextrow com vários insights meus
- 11:15e várias lições que eu aprendi na busca do meu head scroll
- 11:18perfeito eu vou dividir com vocês.
- 11:20E é um grupo de estudos, cara, já tá na segunda turma, tá?
- 11:23Esse grupo de estudos se junta lá, vê os vídeos, é
- 11:26necessariamente síncrono, pode ser a síncrono mesmo, a galera
- 11:29vê, mas semanalmente né? Pra cada turma que se forma eu
- 11:32vou liberando ali alguns exercícios pra vocês fazerem
- 11:35juntos ou separados, vocês que sabem.
- 11:37Mas debater em cima, pensar em cima, então é muito maneiro, tá?
- 11:41É um conteúdo muito extenso. São mais de 20 aulas com vídeos,
- 11:45quer dizer, 20 vídeos longos, né?
- 11:47Com com 6 aulas, 6 exercícios também combinando com as aulas,
- 11:52é, fora isso, +200 slides. Cara, é muita coisa, muito
- 11:57material 2 e books, tá? Então, cara, é muito material
- 12:00para vocês trocarem ideia lá e formarem um grupo de estudo, de
- 12:04rextro, que é muito maneiro. Até dia 28 está com promoção, um
- 12:08desconto, depois do dia 28 eu vou passar ali um tempinho com o
- 12:11preço cheio, tá? E depois eu encerro para poder
- 12:15ficar na sincronia com as turmas ali os exercícios, tá, cara, eu
- 12:19vou deixar o link no descritivo do episódio, você curte x Kroll?
- 12:22Não vale a pena você perder não, tá?
- 12:26É? Fora isso, sucesso, a lista, o
- 12:28café, obviamente, fala comigo que eu te passo um cupom para
- 12:31você usar para ter um desconto em a qualquer momento, beleza?
- 12:35É, vamos lá, vamos pro episódio. Mas antes de passar na enquete,
- 12:39a gente teve aqui o resultado do zerando a mesa aberta, né?
- 12:42Eu perguntei, você gostou do limite de 20 corpos na campanha?
- 12:45E 57,1% das pessoas disseram que sim.
- 12:49Gostaram desse limite de 20 corpos dessa condição de derrota
- 12:52da campanha do Daniel Haidar e 42,9% das pessoas disseram que
- 12:56não gostaram. Foram pessoas que provavelmente
- 12:58não gostam muito dessa verg do desafio, né?
- 13:01É bom e lê alguns comentários aqui, o tom.
- 13:05No episódio do investigando o tipo de evolução com o Slam
- 13:07bester, ele falou, meu cartão de crédito está dizendo estou
- 13:10cansado ou refe toda terça-feira agora.
- 13:14Puta que pariu. Gostaram do meu espanhol?
- 13:18Vocês ouviram o meu Catalão é, mas tom, obrigado pelo
- 13:22documentário e eu acho que é isso, cara.
- 13:23Estou cansadito refe, acho que é isso.
- 13:26A gente, a gente tem muito, muita provocação da editoratria,
- 13:31né, cara? Cada vez mais com essa nossa
- 13:33parceira, lançando material mais foda.
- 13:35E assim a gente não vai te dar uma colher de chá, porque está
- 13:38vindo aí um material muito bravo, solo.
- 13:42Acho que vocês já devem estar sabendo aí dos dos ventos, né,
- 13:46que que que vem para frente, mas é pesado, viu?
- 13:49Então se prepara, cara. É também dá um salve aí para o
- 13:53Gustavo monson que falou, valeu, balbi, obrigado por responder
- 13:56meus comentários, vamos lá. Um engajamento maior em mesas
- 14:00pagas é por experiência própria, argumento, já perdi muito tempo,
- 14:03trabalho em mesas gratuitas, que a beleza não comparecia e a
- 14:06sessão não acontecia em mesas pagas isso nunca aconteceu, pelo
- 14:10menos comigo. 2 sob sistemas acabei de lançar uma mesa de
- 14:13vintage no mesa Quest. Pode não dar em nada, pode, mas
- 14:16eu tô na luta aqui, shotesca aqui, abraços, viva o RPG
- 14:19artesanal. Depois mandou um PS.
- 14:22Apesar de lançar mesa paga, continua considerando um mestre
- 14:24amador. O dinheiro é somente para
- 14:26aumentar o engajamento, experiência própria e bancar
- 14:29OVTT pago. Não quero nem penso em ganhar
- 14:31dinheiro com isso. Bom, cara, é, eu te digo que
- 14:36basta você ter um caso, né? Pra legal o teu falar, cara, eu
- 14:39conheço um cara aí que pô, ganhou pra pra botar uma mesa e
- 14:43ele não compareceu. E assim não tô nem falando que
- 14:46ele é ruim por isso, né? Tudo bem meu como parecer se
- 14:48você tá num dia ruim ou tá afim, tá no momento ruim da do dia ali
- 14:53do mês, sei lá é. O fato é que o argumento todo é
- 14:59que você pode até ter como um dos fatores que pode trazer para
- 15:02algumas pessoas um estímulo você pagar para jogar.
- 15:07Mas o fato é que você não depende disso, né?
- 15:10E do mesmo jeito que você falou aí que já já teve muita mesa
- 15:13gratuita que a galera não parecia, possivelmente você pode
- 15:16ter isso também pra gente pagando, né?
- 15:18Assim como eu falei lá, né, o amor que é OOO fiel da balança e
- 15:24o cara que não vai na de mart fit, né?
- 15:27Mesmo pagando lá mensalidade. É, ele não vai, porque às vezes
- 15:31ele não tem amor. Se você tiver amor ali, sem um
- 15:33compromisso, você pode de repente se dedicar e
- 15:36independente da grana que você está recebendo.
- 15:38Mas tem muitas questões aí. Essa discussão aí é, é bem
- 15:41profunda, né? E eu acho que o principal é a
- 15:43gente entender que O Mestre amador, nesse caso, não
- 15:46necessariamente ele não vai ter compromisso por conta disso.
- 15:49Mas obviamente que, pessoalmente falando, você vai encontrar
- 15:53mestre amadores com muito compromisso.
- 15:55E mestre profissionais com muito compromisso também, né?
- 15:58Valeu e encontrar lá no mesa Quest.
- 16:01Tomara que vingue, né, cara? É sempre bom a gente ter o
- 16:03material do quiral aí sendo sendo jogado um Vila ORPG
- 16:08artesanal e no fim das contas, espero que o mesa Quest também
- 16:12traga essa variedade de mesas, aí já estamos na torcida, valeu?
- 16:16Um abraço, cara. Olá chorobel, saio com vida.
- 16:23Meus pés já estavam congelando, meus olhos já vão acostumando
- 16:28com a escuridão, finalmente as árvores, o Sol, o assunto do
- 16:34mar. Sobrevivíamos aí.
- 16:39Que calma, desordem. Esse silêncio olha para o chão.
- 16:45Está vendo as folhas? O que que tem é a mata, é as
- 16:51planta, é a vida. Não, não são folhas as ripas do
- 16:58Pier. Elas não são de de madeira.
- 17:01É tudo, tudo, tudo. Carta, são cartas a Dan.
- 17:06João continua, com licença, cavalheiros, pelos meus estudos
- 17:11e conhecimento. Trata se de um novo
- 17:14desdobramento do perigo depois de enfrentarmos a masmorra e o
- 17:19gelo. Recuperamos tesouros em segredos
- 17:23arcanos e tivemos de usar os portais para sairmos de lá nesse
- 17:28processo. As dangeons of cards, que são
- 17:32modulares, te expandiram em Docas e florestas, que é o que
- 17:36estamos vendo na nossa frente, e estão se recombinando em
- 17:42inúmeras possibilidades de configuração espacial para um
- 17:46novo desafio. E.
- 17:47Iscaderne até agora. A boa notícia é que vamos ter
- 17:52que chegar ao portal negro e derrotar outra monstruosidade,
- 17:56provavelmente. E o lado bom é que podemos
- 17:58encontrar mais tesouros equiparmos a nós mesmos, equipar
- 18:04melhor os nossos pets, além de tudo, conseguir mais riquezas no
- 18:09processo. O dobro do desafio, o dobro da
- 18:13recompensa. Pessoal todo mundo quieto.
- 18:19É uma armadilha pelos astros. Tem novos monstros também.
- 18:26E não estamos a sós com eles pelo gosto da sola de sapato.
- 18:35Tem novos heróis na jogada também.
- 18:39Amigos, devemos tentar pro mar para o sul dos registros
- 18:44históricos naquela direção. Encontraremos o antigo Império
- 18:48Sukita e provavelmente tétum para descansarmos os pés.
- 18:52Vamos para lá. Vamos, vamos.
- 18:58Eu só queria pegar uma praia. Meu, que Vibe indescritível meu.
- 19:09Vamos lá, vamos para o episódio, vamos falar de Vibe, vamos falar
- 19:13de estética e para isso. Eu vou começar a falar aqui do
- 19:17MDA, né? Eu vou falar do framework MDA ou
- 19:20modelo MDA, que é esse modelo que eu já expliquei aqui no
- 19:23café, com nojo algumas vezes. Mas eu vou falar um pouquinho
- 19:25mais dele de novo, né? O modelo MDA, ele, eu acho que
- 19:30ele é importante porque ele como outros materiais de game design,
- 19:34outros outros textos de game design, como por exemplo a Terry
- 19:38of Fund, que eu vou deixar no escritivo do episódio.
- 19:42Eu acho que eles falam bastante da estética nessa.
- 19:44Ponta da dessa, dessa, dessa linha, né, de construção aí que
- 19:49você tem em mecânicas dinâmicas e estética.
- 19:52Então essa estética seria nessa ponta, dentro do jargão do
- 19:55gamesiner, seria essa ponta aí que que os jogadores sentem
- 19:58quando eles tomam decisões no, no, no, no campo, é dinâmico.
- 20:03E essa e essas decisões são provocadas pelas mecânicas que o
- 20:07gamesier trouxe, né? Então acaba que o MDA traz uma
- 20:11data formal ali. Do das influências, da desse
- 20:15espaço decisório que o jogador vai ter para decidir e que vai
- 20:18levar ele a sentir o jogo de uma forma ou de outra.
- 20:20O que seria estética, então? Só uma visão que me parece um
- 20:24pouco mais específica, um pouco mais funcional e centrada do que
- 20:29a definição mais ampla de estética que a gente pode pegar.
- 20:32Aí na filosofia falando, analisando as coisas, né?
- 20:36A partir do do sentimento que causam de uma maneira geral, ou
- 20:40num contexto histórico e etc, etc.
- 20:43Então é uma coisa mais palpável. Estética é o sentimento que a
- 20:47gente consegue causar com a experiência planejada pelo
- 20:50gamesiner. É o que o jogador sente quando
- 20:53ele ele é submetido a experiência do gamesiner.
- 20:57A gente pode trazer um pouco a ideia do tino Gen, né?
- 21:00Que é 11 filósofo aí do das teas de jogos.
- 21:05E ele trabalha bastante essa ideia aí do do cara que joga
- 21:08para fruir o jogo, né? É, ele é o cara que tá jogando
- 21:12para não para vencer necessariamente, mas ele tá
- 21:14jogando para se expor àquela experiência do jogo e jogos do
- 21:18tino Gen eles têm um caminho de agência e só essa noção já é
- 21:23muito interessante e dialoga, a meu ver, com ANDA.
- 21:26Porque ele tá falando aqui de uma é de caminhos que são
- 21:30habilitados ali pelo game design, né?
- 21:32O game design, ele vai criar registros, né, de decisão pros
- 21:37jogadores. É como se fosse um é como se
- 21:39fosse 11 quadro, né? De caminhos possíveis, de
- 21:43decisões que os jogadores podem tomar e que isso aí trariam essa
- 21:46estética, afinal de contas, ele tá trabalhando jogos como arte,
- 21:50como expressão e tudo bem. Eu acho uma visão muito válida,
- 21:54tá? O lance é que eu estou
- 21:56entendendo aqui que ele fala de caminhos de agência que são
- 22:01construídos ali. E de fato, isso me parece coisas
- 22:04que as mecânicas criam. Quando a mecânica fala que você
- 22:08no xadrez, por exemplo, você pode andar com seu piano pra
- 22:11frente ou comer na diagona nas diagonais, ele está habilitando
- 22:15a sua peça, fazer aquilo, porque se não houvesse essa mecânica,
- 22:18ficaria muito solto. O xadrez ali, você não saberia
- 22:20como o mover da peça. Então aquela aquele jogo, aquele
- 22:23tipo de jogo, ele precisa. Dessa ele precisa dessa
- 22:27mecânica, autorizando aquele movimento dentro do jogo, né?
- 22:31Isso acontece muito no videogame também, por isso isso é formal.
- 22:35Mas no RPG a gente não tendo esse espaço formal, existe uma
- 22:39coisa muito interessante na mídia do RPG, esse mundo
- 22:42imaginário coletivo, oriundo da nossa, do nosso diálogo
- 22:44ficcional e esse sentimento de mundo de verossimilhança de que
- 22:49ele existe ali, ele já dá bastante caminho pra gente agir.
- 22:54E não é uma habilitação, a gente não precisa que uma mecânica
- 22:58diga pra gente, ou a gente não precisa que nada formalmente
- 23:01diga pra gente o que a gente pode fazer.
- 23:03A gente sabe que a gente pode interagir com esse mundo, com
- 23:05esse espaço imaginário. Se alguém fala você tá numa
- 23:08lanchonete, eu falo, Ah, então eu vou pedir um Milk Shake.
- 23:10Você não precisa ali que tem uma mecânica dizendo que você vai
- 23:13fazer um movimento, que é pedir comida, né?
- 23:16Ou você vai utilizar uma mecânica que é é alimentar, se.
- 23:21E aí isso aí vai trazer uma rolagem específica, pode até ter
- 23:25isso, você não precisa disso, né?
- 23:27De de nenhum, de um esforço mecânico formal dessa forma para
- 23:32desse jeito para agir no RPG. Então acho que passa por um
- 23:37caminho um pouquinho diferente. Eu não sei como é que tinha,
- 23:39ninguém vê isso, provavelmente eu li, se eu li, tem alguma
- 23:42coisa que não vai nesse caminho, posso ter sequelado.
- 23:46Mas me parece que ele dialoga mais com OMDA, nesse ponto de
- 23:49que a gente vai entender os caminhos como se fossem, como se
- 23:52um tablete ali de cera e a gente pega 11 ferramenta e rasura
- 23:56aquilo, construindo esses caminhos da agência.
- 23:58Esses jogadores podem optar dentre aqueles ORPG.
- 24:01Não é bem assim no RPGA gente tem a mecânica, a gente tem a as
- 24:05regras e tal, e elas vão. É estimulando os jogadores a
- 24:09agir. A gente abordou isso, um café
- 24:11com danging recentemente. São mais estímulos do que
- 24:14limite, né? De forma geral, então acho que
- 24:18nada disso invalida OMDA, nem invalida o pensamento do new
- 24:21game. Eu concordo com ambos, ainda
- 24:23entendendo que OMDA, por exemplo, é limitado porque ele
- 24:26entende que o game designer ou ele coloca, né?
- 24:28No nesse aspecto formal que o game designer tem mecânicas para
- 24:31atuar dentro disso, mas a gente sabe que o espaço dinâmico onde
- 24:35os jogadores tomam suas decisões.
- 24:37Ele não é formado somente por mecânicas, ele é formado por
- 24:40muitos outros aspectos e dos jogos.
- 24:42O epg talvez seja um dos jogos que mais deixa claro isso, né?
- 24:46EE, quais são essas outras influências?
- 24:48A gente vem trabalhando para facundângio, a gente vem
- 24:50buscando essas outras influências, né?
- 24:52Mas, por exemplo, o espaço ferramental seria um espaço que
- 24:56é quase mecânico, ele traz algumas, alguns funcionamentos,
- 25:00só que esse funcionamento ele não é objetivo, ele não é claro,
- 25:03ele não se repete necessariamente daquela forma,
- 25:05mas ele ajuda você estruturar. Futurar um espaço decisório.
- 25:09Ele não é exatamente mecânica, né?
- 25:10Principalmente tomando aqui AAA definição não mecanicista que eu
- 25:17trouxe aqui no café com dange, onde que ele é mecânica, é
- 25:20formal, ela imprime em funcionamento necessário, se
- 25:23repete de maneira específica, né?
- 25:25Então é, eu estou trazendo muito isso.
- 25:28Outra coisa, negociação, né? 111, espaço negocial, muitas
- 25:33vezes ORPG. Ele vai ele, ele não vai passar
- 25:36por uma mecânica, mas ela vai passar por um pra uma, pra um
- 25:40resultado, né? Pro impacto da agência, dos
- 25:43jogadores que vai ser negociado entre os participantes, né?
- 25:48Enfim, há outras formas da gente trabalhar essas influências, do
- 25:52espaço dinâmico do jogo, que não passam pela mecânica.
- 25:55E eu acho importante a gente frisar isso.
- 25:58Por que? E isso de alguma forma, se
- 26:01comunica com a ideia das vibes. E eu vou te dizer porque
- 26:06historicamente, vamos lá. Bom, quando eu pensei em
- 26:12entender historicamente é porque eu lembro.
- 26:15Eu tenho algumas memórias de começar a ver esse papo de Vibe
- 26:19aparecer muito fortemente no na usr e na nsr, né?
- 26:23Que são. Os os jogos que se debruçam
- 26:27sobre o old School, ou seja, os jogos das antigas anos 70, né?
- 26:31Principalmente um pouco dos anos 80 ali, mas que são basicamente
- 26:35ali em torno do DED clássico, né?
- 26:37Principalmente. E eu entendo que esse papo de
- 26:42vibes começa a aparecer nesse cenário e de alguma forma se
- 26:47relaciona com essa falha do modelo MDA, né?
- 26:50Que é um ponto de crítica que você tem.
- 26:52De entender que todas essas influências da RPG passam pelo
- 26:55espectro mecânico. Por quê?
- 26:57Porque os jogos da NSRE da usr, eles flanam muito em cima de um
- 27:02espaço mecânico muito comum, como uma língua Franca, né?
- 27:06ODID básico e o ciclo de old School dos jogos antigos sendo
- 27:10praticamente uma língua Franca do RPG, né?
- 27:14A gente tem ali jogos que não vão fugir muito do que é ODID.
- 27:19Da ideia que ODID traz, do tipo de recorte que ODID traz, ainda
- 27:23que a gente possa ter, é variações como por exemplo,
- 27:25black hack a gente possa ter, é, White hack, a gente possa ter,
- 27:29enfim, vários outros tipos de de jogo que não seriamente usam.
- 27:33D20 é, enfim. Mas a lógica por trás do jogo
- 27:37acaba sendo muito, muito semelhante.
- 27:38As mecânicas acabam também parecendo muito entre si,
- 27:42principalmente se a gente vai mais pra trás.
- 27:43Eu começo a ver os retrotones, né?
- 27:45Que são cópias ali com poucas modificações do espaço mecânico
- 27:49do jogo. As, os OSEE, os NSE, eles meio
- 27:53que que se dão bem, né? Com essa, com essas influências
- 27:56mecânicas, mais é mais claros, eles, Ah, o meu jogo aqui muito
- 28:00de od, a gente não, não rola, não faz uma rolagem de ataque,
- 28:04beleza, a gente acerta direto, Ah, a gente trabalha a armadura
- 28:07de outra forma, a gente sabe, mas o ponto de partida é muito
- 28:10próximo um do outro. Mas se a gente olhar, por
- 28:12exemplo, o TCC, o lamentual of the freencreenses, se a gente
- 28:16olhar. É o markboard.
- 28:19Se a gente se a gente olhar esses esses jogos aí, né?
- 28:22É ou muito de odin comprado com o próprio markboard, que é um
- 28:27caso até mais parelho ali do espaço mecânico.
- 28:30A gente vai ver que eles imprimem sentimentos diferentes.
- 28:35Seriam esses sentimentos estética?
- 28:37No jargão do game design, a gente está acostumado a usar
- 28:40estética dentro desse conceito do MDA, muito derivado do espaço
- 28:44mecânico. Mas os NSRE os OSR por ter essa
- 28:48língua Franca do DED como origem, né?
- 28:52É essa mecânica básica, né? Do do do old School.
- 28:56Ele é quase um commodity pra esse, pra esse movimento de
- 29:00maneira geral, né? Essas edições antigas DD os
- 29:04sistemas light como negro e tal. Essa mecânica ela é estável e
- 29:07compartilhada entre as pessoas, né?
- 29:10O jeito de jogar é compartilhado também.
- 29:12Muitas vezes os jeitos, né, de jogar, porque são muito jeitos
- 29:15de jogar. Mas Oo design, ele acaba se
- 29:18deslocando do das regras ali, das mecânicas, né?
- 29:23Ele acaba buscando o diferencial de de cada produto e o
- 29:26sentimento que você vai ter, jogando cada um deles por outros
- 29:29canais que não as mecânicas, como coloca OMDAE.
- 29:35Aí a gente vê os os autores indo pra arte, pro layout, pra
- 29:38tipografia, pro tom da escrita, né?
- 29:41Pra como o jogo se imprime na mesa a partir disso, e não
- 29:44necessariamente por você ficar mexendo nas mecânicas, vendo que
- 29:47ODCC, por exemplo. Mexa tem, traga mecânicas pro
- 29:51Jô, né? Traga, é, é esse tipo de
- 29:54construção, você vai ver que ele se faz muito em volta disso.
- 29:57O próprio lamentation of fentistas é a mesma coisa,
- 30:01muitas vezes esses jogos eles vão trabalhar o diferencial nas
- 30:03aventuras, né? Não pela parte mecânica, mas
- 30:06pela aventura, muitas vezes eles vão pelo layout.
- 30:08O mork Borg, por exemplo, é muito pelo layout, é muito pelo
- 30:11design ali, que é um design Magazine que é super difícil de
- 30:14fazer, muita gente acha que é chutado, que é só sair colocando
- 30:17elementos diferentes. E você vai ver aí jogos que
- 30:20tentam fazer isso com gente que não é tão habilidosa no design e
- 30:24que muitas vezes você vai ver isso sendo trabalhado de uma
- 30:27forma, isso trabalhando de uma forma até meio que fica ruim de
- 30:31ler, né? É, eu tava vendo o Thiago
- 30:34mostrou um jogo que ele tem ali, o Thiago, o Augusto, né, meu
- 30:36camarada, estava mostrando ali OOE é assinante do café, né?
- 30:41Assinante café com balbi, estava mostrando Oo livro do dumbog.
- 30:48Específico, que é o baneboard e cara é assim, se se você já
- 30:53reclama do morkboard assim, eu te eu te digo que em termos de
- 30:56designer ele é muito bem feito esse baneboard ele não é bem
- 30:59feito e aí fica. Se você comparar, você vai
- 31:03entender o que eu tô falando. É muito mais difícil de ler AA
- 31:06legibilidade, ele é muito ruim. Ele troca a legibilidade por
- 31:10tentar emocionar você, trazer determinadas emoções quando você
- 31:13jogar, né? Mas me parece que.
- 31:16É no mesmo momento que os jogos começam a cada vez mais buscar
- 31:20seus diferenciais na esfera não mecânica, que a gente vai ver
- 31:26ali, o morkboard, o cair, o intuito de oDI.
- 31:29A gente vai começar a ver esses jogos e os blogs e as pessoas
- 31:32falando sobre esses jogos e os autores falando, tentando
- 31:36entender como trazer, né? Esses sentimentos.
- 31:40EE, esse game play diferente, com essas referências, né?
- 31:44Do do jogo. Por essas outras vias, e aí me
- 31:49parece que surgem as vibes como diferencial.
- 31:52Se a gente olhar ali o art punk, né, que é o acho que é o talvez
- 31:56o um Marco disso no nos RPGs ou School, né?
- 32:00É ou pelo menos OSR, né? A gente vai ver o autor ali
- 32:03trazendo o diferencial dele justamente no design.
- 32:05A gente vai ver o Patrick Stewart, por exemplo, com o
- 32:08texto trazendo trazendo 11 impacto é um impacto.
- 32:13Muito grande na experiência. O jeito dele descrever as coisas
- 32:16do Patrick Stuart no vence of the Earth muda tudo.
- 32:20Tem um monstro ali, né? Que ele descreve que é o
- 32:22Homem-Aranha com muitas e muitas patas ali ele descreve que você
- 32:26só ouve o som dela como se fossem 1000 velhinhos cegos
- 32:29batendo com as suas bengalas no chão.
- 32:31Então ele traz ali 11 pelo cop, né?
- 32:34Pelo texto, ele traz bastante, bastante, ele imprime bastante.
- 32:39É sentimento, né? É o Luca rejack também no ultra
- 32:42view out gresslands, né? Usa uma crose ali pra pra não
- 32:46descrever regras exatamente, mas pra evocar estados mentais, né?
- 32:50AA Vibe. Ela acaba funcionando como um
- 32:53atalho cognitivo para você jogar aquele jogo em vez de você ler
- 32:5650 páginas de lore. Você lê o ultra, o ultra, vire
- 33:00at gresselands, ele te entrega ali uma de repente uma
- 33:03ilustração psicodélica, uma playlist, umas tabelas e tudo e
- 33:08você imprime aquilo na tua mesa Plug play direto e você já
- 33:12entendeu mais ou menos como que é.
- 33:14O jogo deve ser jogado nesse aspecto do sentimento que ele
- 33:18quer invocar, né? O artpunk é, é isso aí, acho que
- 33:23colocado ali como um. Como um statement mesmo, né?
- 33:27Como ó, é isso aqui que a gente faz, a gente cria, vai dessa
- 33:31forma a opção por esses canais. Ele é praticamente uma
- 33:33manifestação disso, né? O arte punk com o Marco, o
- 33:37grande Marco, que é o Marco Borg, né, o Marco Borges.
- 33:41Então a gente vai ver que a estética, né, de acordo com com
- 33:45o jargão do game design, vindo do do MDA clássico, a gente vê
- 33:49que a estética ela surge das dinâmicas.
- 33:52Do sistema como impactadas pela, pelas pelas mecânicas, né?
- 33:57Já as vibes no nesse nesse RPG é OSRENSR, ela vai emergir essas
- 34:04vibes. Elas emergem da apresentação
- 34:05visual textual do jogo, do daquilo como produto é do que se
- 34:09constrói em torno daquilo, né? Como, como cultura e etcetera.
- 34:14O papel do jogador, né? No na estética do nda, o
- 34:19jogador, o papel do jogador é sentido ali.
- 34:21A estética é sentida pro jogador depois da interação com a regra.
- 34:25Já nas vibes No No do dos OSRSRO, cara, abre o livro, ele
- 34:31já tá sentindo essas vibes, né? Ele já tá sentindo esse, esse,
- 34:36essa. Ele já tá entrando em contato
- 34:39com o sentimento que se espera que ele que ele tenha quando ele
- 34:42joga aqui, pô, um vampiro de 1000 anos.
- 34:46Aqueles jogos da freelig, eles trazem bastante isso também.
- 34:50AA gente precisa de mecânicas muito bem azeitadas para
- 34:52imprimir a estética do MDA, o game design.
- 34:55Ele vai precisar ficar testando bastante, né?
- 34:58As mecânicas para ver o que que vai imprimir de sentimento a
- 35:01partir daquilo. Ao passo que as vibes, né?
- 35:04Vindas aí desse desses pactos não mecânico.
- 35:07Ela pode existir independente da mecânica.
- 35:09Você pode imprimir experiência na mesa a partir dessas
- 35:12referências que você traz, a partir dessas tipografias que
- 35:15você escolhe do seu livro a partir do cop e do texto que
- 35:18você faz lá, né? É, eu acho que isso é uma coisa
- 35:22muito interessante, né? É, você pode trazer, por
- 35:25exemplo, atenção, né? E o desconforto.
- 35:29Você impresso por mecânica, quando você fica numa gestão de
- 35:32recursos ali e tá que estão acabando seus recursos, você
- 35:35fica tenso. Você tem ali um desconforto no
- 35:37jogo. Mas por outro lado, você também
- 35:40pode alcançar de certa forma, isso com uma página de do do do
- 35:44livro, ali com umas frustrações bizarras, bad vibes.
- 35:48Com uma coisa assim, isso pode comunicar para o jogo.
- 35:50O mesmo sentimento, né? Ainda que de formas diferentes,
- 35:53ainda que imprimindo de repente em quilates diferentes em sei lá
- 35:58a gente. Eu acho que é comparável, né?
- 36:01E, de certa forma, isso tudo vai compreendendo o produto como um
- 36:04todo e a e a experiência que se planeja trazer.
- 36:08A gente, inclusive, não tem que ficar separando, dando, porque
- 36:11idealmente, essas 2 coisas conversam entre si, né?
- 36:15E quando não conversam é digno de nota, porque a gente vai
- 36:18falar, pô, isso aqui tá mal feito.
- 36:20A gente vai ver dos Borges do Chris macdonall, né?
- 36:22Do do do best on lands, a gente vai ver aí o pessoal do
- 36:24electron, a kive também falando sobre isso, falando de flavor,
- 36:29as too, né? Oo sabor como uma ferramenta
- 36:32para o que o jogo se imprima. Isso é vide, né?
- 36:35A vide lá na cidade de best on. Ela não é um detalhe geográfico,
- 36:39mas né, ela acaba sendo uma outra coisa.
- 36:42Ela acaba sendo ali 11 ferramenta para O Mestre tomar
- 36:46decisões rápidas ali para ele fazer os Jules dele.
- 36:49Né? Ainda mantendo coerência com
- 36:52esse tom geral, enfim, eu acho que esse esses diferenciais não
- 36:58mecânicos eles acabaram sendo. Eu acho que é isso que foi
- 37:01chamado de Vibe, não é que os autores estavam querendo chamar
- 37:05tudo, né? Ah, não, Vibe é estética em
- 37:07estética é Vibe. A gente só tá mudando o nome, eu
- 37:10acho que não é por aí. Eu acho que esse esse histórico
- 37:12traz isso, essas, essas essas evidências, né?
- 37:17Ainda que eu acho que vai ter gente que talvez vá trazer
- 37:19críticas a isso, né? Falando cara?
- 37:22Mas é perigoso falar isso, porque a gente tá falando aqui
- 37:25de estilo acima, acima da matéria da coisa, né?
- 37:28O style over substance. Se a Vibe não tiver ancorada em
- 37:32alguma dinâmica de jogo que é impressa pelas mecânicas, né?
- 37:36Por exemplo, um jogo de com uma Vibe de horror, onde o
- 37:39personagem nunca morre. Não adianta você ter Vibe
- 37:42construída ali por milhões de canais.
- 37:44Se a mecânica não entregar isso, eu concordo.
- 37:46Eu concordo, eu não estou criando aqui uma dicotomia, né?
- 37:50É óbvio que essas 2 coisas conversam entre si, mas ao mesmo
- 37:54tempo é legal da gente poder entender que tem certas coisas
- 37:56que são construídas por canais diferentes No No, no RPG, né?
- 38:01Também tem essa questão da Vibe, do do marketing, né?
- 38:04E a gente vai ver aí nos reddits no blogs aí, como o próprio
- 38:07Alexsandra. É que eu que eu amo, né?
- 38:09Falando de de alguém, jogos como se eles fossem é jogos da
- 38:13mesinha de centro, né? São livros que você são bons pra
- 38:17gente deixar na mesa ali pra gente botar pra consultar e são
- 38:20lindos. Cheiram bem, tem uma são cheios
- 38:23de Vibe, mas mecanicamente eles não entregam tanto, então eles
- 38:27acabam sendo mais pra ler do que pra jogar.
- 38:29Eu entendo essa crise que acompanha aí, o RPG dele, pô, o
- 38:33vace of theth, que é um livro excelente, é o melhor bestiário
- 38:36que eu já vi. Ele, a gente pode fazer essa
- 38:38crítica a ele, mas a gente não invalida ele.
- 38:40Você ainda pode mexer com ele. Ele tem um espaço grande, é
- 38:44artesanal em cima dele. Então acho que isso nem nem joga
- 38:47contra nesse alemente, tá? Mas eu entendo a crítica, eu
- 38:49concordo. De forma geral, as coisas têm
- 38:51que andar juntas, né? E aí, cara?
- 38:54Eu, eu, eu volto. Aqui pra para as pros indícios
- 38:57positivos de que eu tô falando, de que o que eu tô falando é
- 38:59real. De um tempo pra cá a gente tem
- 39:02tem visto aí. ORPGO é os jogos, né?
- 39:05E alguns RPG surgindo como artefatos de dentro da ficção, e
- 39:11eu acho que você já deve ter sacado aí se você conhece, tá,
- 39:15eu tô falando aqui de vermes ou the ressurrection of great
- 39:19lords, né? Que são são são macrias aí da da
- 39:23hollow press que eles são. Eles são quase como objetos
- 39:27encontrados dentro do mundo ficcional.
- 39:31O manual mesmo, o manual de jogo, né?
- 39:34A Vibe dele é como se fosse uma arqueologia, você ali, você não
- 39:37tá aprendendo regras, né? Você tá meio que explorando o
- 39:40resto de um mundo. Então aqui a Vibe ela não é.
- 39:44Ela não é exatamente um suporte pro jogo, ela é o jogo em si.
- 39:48Você lê esse guia, esse manual, né?
- 39:52É, ele faz com que você deixe completamente de lado mecânica,
- 39:55porque ele não traz mecânica, ele só traz um conteúdo interno
- 39:59daquele ambiente, daquele mundo. E aquilo ali também tem uma
- 40:03normatividade, tanto que você vai jogar.
- 40:06Se você pegar Oo vermes e você e você for jogar, você vai trazer
- 40:10aquela Vibe pro jogo. Isso aí é o que se a gente for
- 40:15ler OMDA é OA, é estética em teoria, só que não impressa por
- 40:20mecânicas, é através das dinâmicas de cria.
- 40:24A gente não tem ali números, et cetera, et cetera fazendo isso,
- 40:28né? E funcionamento específico.
- 40:31Então esse material da hello press, né?
- 40:33Que é uma editora italiana, muito maneira, por sinal, É Ela.
- 40:37Se ela, ela vem, se ela vem trabalhando muito no cima dessa
- 40:39estética que foge do que que foge um pouco até, né?
- 40:43Tematicamente dos RPG de mainstream.
- 40:45Ela é bem alternativona, né? É bem underground, né?
- 40:49Uma coisa bem, bem grotesca, né? Analógica, né?
- 40:53VHS, sei lá atrás, uma Vibe meio assim, meio revista Pulp, era
- 40:58como se fosse 11 lo fiberbg assim né?
- 41:01E ela não cara muitos muitos pontos ali.
- 41:04Esse material vai vai cagar pra pra mecânica né?
- 41:07É acaba que Oo design ele é meio que um ele faz uma curadoria
- 41:12ali, né, dessa, dessas vibes negativas ali, né?
- 41:17Ele não tá construindo equilíbrio de encontro, ele não
- 41:20tá construindo, enfim, é como se combate, como se morre, como se
- 41:26não ele tá. Ele tá só trabalhando na Vibe,
- 41:30né? E o verners, ele tem um pouco
- 41:33dessa. Ele evoca um pouco 11, esse
- 41:36conceito de, sei lá, uma coisa de mecânicas fantasmas, sabe
- 41:41porque? Você pode pegar, por exemplo, o
- 41:44cainer ou o mockboard e jogar vermes, né?
- 41:49E acaba que essa, essa essa Vibe que ele traz, ela vai conectar
- 41:54os jogadores ali numa coisa que não é mecânica, né?
- 41:57E que os jogadores vão se sentir em comum.
- 42:00A gente vai pegar essa Vibe ali, né?
- 42:02Independente das mecânicas, da mecânica que a gente tá usando.
- 42:05E a gente vai jogar mais ou menos aquilo ali.
- 42:07Como se você tivesse jogando uma coisa 11 coisa que, sei lá,
- 42:11transcende ali ou AA proposta que o jogo trouxe no sistema,
- 42:16né? No na parte formal dele é ele
- 42:19está trazendo por outras influências.
- 42:20E aí nesse ponto a gente contrasta uma experiência de
- 42:23pegar 11 vermes e jogar com carne contra OMDA clássico ali
- 42:27em que você? Se você tira a mecânica, né,
- 42:30você não tem ali. Você não vai perceber o game
- 42:33design tendo nada pra mexer, né? Na, na, na, no espaço dinâmico e
- 42:37por isso AA estética desmorona, né?
- 42:40O vermes. Ele traz a estética de uma forma
- 42:43autossuficiente ali, só que é uma estética que não passa pro
- 42:46canal mecânico. E como no game design a gente
- 42:48chama a estética que passa pelo canal mecânico de estética, me
- 42:52parece que é interessante a gente trazer.
- 42:56Né? A gente adotar o termo Vibe
- 42:58justamente pra o que é, o que seria a estética, mas que é o
- 43:03que é? É o sentimento que a gente
- 43:05provoca, né? Quando a gente constrói aquele
- 43:08jogo, quando a gente propõe aquele jogo, é o sentimento que
- 43:10a gente provoca por outros canais que não mecânicos, que é
- 43:14justamente o espaço de games design que eu tava querendo
- 43:18permitir aflorar e ser visto com a minha definição
- 43:24antimecanicista. De mecânica.
- 43:28Olha que curioso, né? E aí por isso eu acho que a
- 43:31gente pode começar a trabalhar, né?
- 43:33Essa ideia, essa ideia do da Vibe como uma coisa que
- 43:38acontece, né? Um jeito da gente reproduzir 11
- 43:42jogabilidade, um sentimento de jogo.
- 43:44Uma coisa assim, vindo de design, vindo de de tantas
- 43:49influências possíveis pro espaço de jogo que não das mecânicas,
- 43:53né? Que eu acho que no RPG brilha
- 43:55tanto. É bom, enfim, é.
- 43:58Eu acho que aqui a gente tá é falando aqui dessa, dessa coisa
- 44:03do que seria 11 mecânica fantasma, né?
- 44:06Que eu acho que é um conceito que a gente pode até deixar
- 44:09gerado, porque eu acho que não acho interessante.
- 44:10Não se trata de uma mecânica fantasma, da gente falar que Ah,
- 44:14esses jogos aqui, o vermes, ele é um jogo que tem mecânicas
- 44:16fantasmas. Eu não gosto disso.
- 44:18A mecânica tem que ser formal. Mecânica pra mim ela tem que se
- 44:21formar 11 coisa conhecida, um conhecimento que vai se repetir
- 44:26necessariamente. Acho que isso tudo faz com que a
- 44:28gente ganhe, né? É particularidades ali, quando a
- 44:31gente olha para as nossas ferramentas que a gente tem
- 44:33enquanto game design é pra imprimir experiência.
- 44:36Então é isso, pessoal, é hoje vamos chegando finalmente isso
- 44:40aqui a gente pode, de repente eu levo pro blog, então checa aí o
- 44:43nosso wordpress. Né?
- 44:45Eu vou trazê lo blog. De repente essa definição aí,
- 44:47trabalhar um pouco melhor. Definição de vide dentro dessa
- 44:51intencionalidade e a partir dessa análise histórica do
- 44:55termo. Beleza, vamos lá, vamos pro
- 44:58encerramento. Mas que Bela ideia, Hein?
- 45:07Caderneta? Aí nesse grimoriozinho
- 45:09mequetrefe não tem anotado que o Império Sukita não existe mais e
- 45:13que ele foi consumido por fogo e deserto não.
- 45:18Bela jogada. Bruxo.
- 45:22Pessoal, pessoal, silêncio. Silêncio, bombas.
- 45:46Sem ser chato, mas já sendo as dunas e o fogo estão vendo se
- 45:54tirar a Areia pro lado, ó ó cartas de deserto e fogo.
- 46:08É isso mesmo, pessoal, as danças.
- 46:09Of cards se desdobraram se com a edição masmorra e gelo você já
- 46:14tinha uma rejogabilidade imensa. Com muita modularidade e
- 46:18Liberdade de modo de jogo, seja arena cope ou solo, agora a
- 46:23gente tem mais 2 expansões, Docas e florestas e deserto e
- 46:27fogo decopaga e tirou do forno agorinha para enriquecer a sua
- 46:31mesa. Você pode expandir a masmorra e
- 46:34gelo, se você a gente tiver ou qualquer uma das expansões
- 46:37também podem ser jogadas de maneira autônoma, mas o legal é
- 46:40mesmo a gente combinar elas. Cada caixa vem com 2 baralhos de
- 46:4455 cartas contendo novos monstros, heróis, tesouros,
- 46:48armadilhas e tudo mais dentro do tema, além de miniaturas, 2
- 46:52dados, 2 cenários completos por caixa e o manual de regras,
- 46:56feito com muito carinho pelo Eduardo Santini.
- 47:00Quer garantir o seu? É só chegar no descritivo do
- 47:02episódio e apoiar quem apoia café com d'anjo.
- 47:14Cartas de deserto e fogo. Meu que vai indescritível meu.
- 47:30Galera, então é isso, vamos? Encerrando por aqui, eu vou
- 47:33deixar a pergunta pra vocês responderem na enquete, e aí,
- 47:36vibes? Elas podem ser diferenciadas de
- 47:39estética, um game design ou não? Comenta aí e.
- 47:43Dá a sua. Resposta na enquete, sim ou não?
- 47:46Bom, fora isso quero agradecer você que fica ouvindo a gente
- 47:49até agora e lembrar que eu vou deixar os links mencionados no
- 47:53episódio aqui no discritivo, então o salvando seu Rex krall
- 47:57turma, turma 2. Promo até o dia 28 do 2 deixar o
- 48:01link pro tangeus of cards tocas e florestas pro tangeus of cards
- 48:05deserto e fogo e o link pro café ovelha negra com cupom ccd.
- 48:10Eu vou deixar também o link mencionado aqui com as mecânicas
- 48:14também são vibes, que foi um episódio que a gente falou sobre
- 48:19um tema parecido aqui, o construindo vibes com Heroes of
- 48:23seruler, o modelo MDAO teary of Fund.
- 48:26A hello press e o vermes, todos esses linkados aqui.
- 48:33E aí, por fim, lembrar que você? Pode ajudar a gente a voltar a
- 48:36ter 5 episódios semanais aqui. Considera apoiar o projeto e a
- 48:40sua expansão. Não apoia, se apoia.
- 48:42Ponto c barra café com danjo se você gostou especialmente do
- 48:46café de hoje, deixa pra gente uma gorjeta e manda seu Pix em
- 48:49qualquer valor pra cafecomdanjo@gmail.com, a gente
- 48:52conta com você. Você tem uma empresa, uma marca,
- 48:55que é ter um dia na semana no café com danjo.
- 48:56Mas você pode financiar um episódio semanal aqui no podcast
- 49:00e fazer Alegria da massa herpegista consultar gente em
- 49:03café com danjo arroba gmailcom e a gente tem uma proposta
- 49:06especial para você. Você pode também consultar gente
- 49:09sobre parceiros e anúncios da gente.
- 49:11Trabalha com marcas de RPG, mas também de outros ramos como
- 49:13cafés, jogos, tecnologia, mídia, etc.
- 49:17Se você é um produtor de conteúdo, game designer, é
- 49:19independente, acadêmico ou fã e quer participar do nosso
- 49:21projeto, conta isso sobre você e fala, como a gente pode
- 49:24cooperar? Beleza, por fim.
- 49:27Agradecer os nossos assinantes, a galera que torna possível essa
- 49:30aventura. Então obrigado ao pessoal que
- 49:32apoia com o nível de incentivo e incluindo o Enéas José por
- 49:35Suzuki. Valeu demais o pessoal do nível
- 49:37de apoio à comunidade, incluindo aí o Yuri saier, a rocha
- 49:40Miranda, o Daniel billil gata Mota e o Márcio Loureiro Júnior.
- 49:45Um salvo especial para os assinantes do nível repetejo do
- 49:47ojo, dentre eles Rudolf Helmut, o André dote, pegasu benatti, o
- 49:51Mateus coleto Vieira Silva, o Denis Santos e o Thiago da luz
- 49:55Gabriel. Um abraço aos membros do
- 49:59detramento, ao eufentes. Eles são o Cleiton, o Daniel
- 50:02Haidar, o Léo gasparuto menini, o Marcos Gonçalves e o Vinícius
- 50:05Lourenço. E por fim, imenso agradecimento
- 50:08aos membros. Café com balbi, então o Thiago
- 50:11Augusto e o João Meira. Galera, muitíssimo obrigado.
- 50:14Um abraço e até a próxima.