Latest / Os Agilistas / #311 - Bradesco: Maturidade tecnológica que virou eficiência
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- 0:08Bom dia, boa tarde, boa noite. Começamos mais um episódio dos
- 0:10agilistas, o podcast que é o seu radar de inovação, negócios e
- 0:14tecnologia. Eu sou o Samuel e nesse episódio
- 0:16a gente vai falar um pouco sobre como que aí a generativa.
- 0:19Ela está sendo utilizada para entregar soluções mais
- 0:22inteligentes, mais personalizadas e também mais
- 0:25inovadoras no setor financeiro. Quem me ajuda nessa conversa?
- 0:28Quem bate esse papo com? Amigo hoje é Cristiane Vargas,
- 0:31que ela é rede de agilidade organizacional no Bradesco, que
- 0:35é um banco que já vem trabalhando essa questão da de
- 0:38há há algum tempo e tem trazido cada vez mais inovação.
- 0:42Recentemente teve a criação de hub de inteligência generativa
- 0:45para trabalhar mais esse tema com os funcionários.
- 0:48Tudo bem, Cristiane? Tudo bem, obrigada.
- 0:51Obrigada pelo convite. Vai ser muito bacana aqui a
- 0:53troca. Legal quem participa também da
- 0:55conversa hoje é o Ramon, que é diretor de novos negócios na
- 0:58DTI, que vocês já escutaram? Aí algumas vezes no podcast
- 1:01também, beleza, Ramon? Beleza, bom dia, boa tarde, boa
- 1:04noite. É um prazer estar aqui hoje com
- 1:05vocês. Essa é uma conversa bem
- 1:06interessante. Então pra gente começar a
- 1:08conversa agora, de fato, falando de Ah, eu sei que o Bradesco,
- 1:11ele já está nessa jornada, nessa transformação, desde 2018.
- 1:15Lá atrás, começou com a Bia oferecendo soluções de arma para
- 1:19transformar a experiência do cliente do Bradesco.
- 1:21E mais recentemente, aí teve outras transformações que o
- 1:24Bradesco passou com as vilas e aí eu queria que você falasse um
- 1:27pouquinho como que o Bradesco hoje ela.
- 1:30Regra essas práticas de agilidade e de transformação
- 1:33digital com as áreas de negócio e juntando tecnologia também.
- 1:36Muito bom, Samuel. Então, o Bradesco começou a
- 1:38jornada ágio em 2018. Naquela época, foram criadas as
- 1:42primeiras vilas ali, com foco muito na experiência do cliente,
- 1:46em jornadas específicas. E elas estavam relacionados com
- 1:49produtos da ágora, com os produtos de alta renda, né?
- 1:52Em fevereiro do ano passado, o que a gente percebeu é que
- 1:55existia uma necessidade de evolução nessa visão de
- 1:58centralidade no cliente e. E aí foi quando a gente começou
- 2:01um review desse nosso modelo de agilidade com AJI wetscale, que
- 2:05é um dos grandes, talvez o maior projeto de agilidade que a gente
- 2:09tem hoje no sistema financeiro. Quando a gente fala dessa
- 2:11evolução do Enterprise, a gente está falando muito das tribos
- 2:15autônomas e tudo começa numa visão da jornada do cliente.
- 2:19Os times são multidisciplinares, né?
- 2:21Não é um projeto de tecnologia, trabalhando ali numa metodologia
- 2:25ágil, mas de fato a multidisciplinaridade de todas
- 2:28as necessidades que são. Necessárias ali para A Entrega
- 2:31da melhor solução para os nossos clientes e também dessa
- 2:34coparticipação de negócios e tecnologia, né?
- 2:37Então, não existe uma demanda que chega em tecnologia por uma
- 2:41área de negócios, mas as decisões, elas são feitas em
- 2:43conjunto. Tudo isso alinhado ao que de
- 2:46fato é a necessidade do nosso cliente e com visão de
- 2:49resultados estratégicos. Então, os times se organizam,
- 2:52né? Nesse novo modelo, os times se
- 2:54organizam através da centralidade, né?
- 2:56Na visão da da jornada do cliente com entregas.
- 3:00Principais ali, a cada 3 meses, focadas em indicadores.
- 3:04Então, assim, a gente está falando de orkars e tudo isso
- 3:07com assim conectado com a estratégia do negócio.
- 3:09Um ponto importante que a gente traz também é como que dentro
- 3:13desse ecossistema a gente consegue reutilizar serviços.
- 3:17E é aonde entra a inteligência artificial.
- 3:19Quando a gente fala desse novo modelo, novo modelo de tribos, a
- 3:23gente tem uma visão muito clara em toda A Entrega que a gente
- 3:26tem para o cliente, através dos segmentos com a melhor
- 3:29distribuição. São de canais, sejam físicos,
- 3:32sejam os canais digitais, no olhar da melhor experiência na
- 3:35utilização do produto. E a gente tem o tudo que a gente
- 3:38chama das tribos habilitadoras, AEA é uma delas, né?
- 3:41Então, quando a gente fala da utilização de uma tecnologia,
- 3:45né, como que eu posso melhor utilizar uma tecnologia para
- 3:48entregar um resultado para o cliente?
- 3:49A gente está falando muito de inteligência artificial aqui,
- 3:52então, quando a gente promove esse ecossistema, tanto as áreas
- 3:55de crédito, operações, áreas de produtos, as áreas de
- 3:59tecnologia. Todo mundo acaba se beneficiando
- 4:02dessa tecnologia, mas sempre pautado no cliente, né?
- 4:05Não é a utilização da tecnologia pela tecnologia, mas o quanto
- 4:08que essa tecnologia traz uma melhor experiência para o
- 4:11cliente, traz o melhor resultado, aquela necessidade do
- 4:13cliente, o que é legal também a gente falar, né?
- 4:16Todo esse movimento de transformação ele tem sido em
- 4:19ondas. Nossas ondas são de 3 meses,
- 4:21então a cada 3 meses a gente tem um grupo ali de times que são as
- 4:25novas tribos trabalhando nesse processo de transformação e a
- 4:29gente já consegue. Vê ali benefícios desse novo
- 4:31modelo de trabalho, né? Desse novo modelo operacional.
- 4:34Então a gente tem um aumento na quantidade de features entregues
- 4:38para os nossos clientes é que estão muito relacionadas ali com
- 4:41a necessidade do cliente. Eu não estou entregando uma
- 4:43feature pensando muito na visão do que o banco acredita que é a
- 4:46melhor feature, mas capturando esse feedback do mercado.
- 4:50E um outro ponto também é o leed time.
- 4:51A gente já tem uma melhoria ali no leed time.
- 4:53Então quando a gente olha para as primeiras tribos, que a gente
- 4:57chamou de Frank runners, então assim, no começo a gente teve 3.
- 5:00Tribos 2. Muito focadas em tecnologia, uma
- 5:02especial para a experiência do desenvolvedor.
- 5:05No final do dia, a gente tem que garantir, né?
- 5:07O quando chega o time de tecnologia, como que eu também
- 5:10forneço ali serviços reutilizados para que ele
- 5:13trabalhe em conjunto com o time de negócios, provendo a melhor
- 5:16solução para o cliente. E aí a gente já percebe essa
- 5:19redução do lead time, né? Então o quão importante é a
- 5:22gente olhar para modelo de trabalho?
- 5:25E aqui a gente está falando de agilidade, mas também de
- 5:28reutilização de tecnologia para. Que de fato a gente consiga
- 5:31atingir ali a necessidade do nosso cliente.
- 5:34Eu fiquei com 2 Curiosidades em relação às que você trouxe.
- 5:37É quando você está se falando dessas ondas.
- 5:39Essas ondas, elas são o que? Assim, a cada 3 meses vocês
- 5:42discutem novos OKRS, você falou de novas tribos.
- 5:45Tá entra tudo. Vamos tentar de quem está
- 5:47começando no modelo de tribo. Então lembrando que a gente
- 5:50tinha o modelo de vilas aham os modelos de vilas, eles estavam
- 5:53mais relacionados ali a uma visão de um projeto de
- 5:56tecnologia operando no modelo ágil.
- 5:58É. Essa era a minha outra pergunta,
- 5:59qual é? Era a diferença da Vila para a.
- 6:01Trícia isso, eu vou falar, essa é uma das perguntas é que
- 6:04acontece no meu dia a dia. Acho que o primeiro ponto é
- 6:06esse, né? Como que a gente traz uma visão
- 6:09da evolução da centralidade no cliente quando a gente fala de 3
- 6:12meses, né, capturando esses novos produtos, a gente tem o
- 6:16que a gente chama ali No No banco de mapa da floresta, que é
- 6:19a visão Futura de todas as tribos, considerando a
- 6:22necessidade do nosso cliente. Ele também não é algo escrito, a
- 6:25Pedra uhum, né? A gente sabe que a gente tem
- 6:28novos produtos sendo. Elaborados.
- 6:30E aí quando a gente fala de 3 meses, é isso, como que eu trago
- 6:33aquele time construo e reviso a operação desse time alinhado as
- 6:38a jornada do cliente? Aí eu defino as squads.
- 6:41Chego ali na especificidade de shapters, né?
- 6:44Que são as disciplinas necessárias para cada etapa da
- 6:47jornada do cliente. E aí a gente faz o lançamento
- 6:50das tribos. No lançamento das tribos, a
- 6:52gente também define quais são os oqiass que aquele time vai
- 6:55acompanhar durante o próximo tri.
- 6:57E aí começa todo um novo modelo operacional.
- 7:00Ó com ritos, cerimônias, governança, estratégia.
- 7:03Então se a cada 3 meses um conjunto de times ele é
- 7:07desdenhado para trabalhar nesse novo modelo, hoje a gente já tem
- 7:104000 pessoas nesse novo modelo. Foram é, a gente está na
- 7:15terceira onda. E aí quando a gente fala dos
- 7:18times que nasceram, né? Já no novo modelo, a cada 3
- 7:21meses existem as revisões de OK RS.
- 7:23E uma coisa também super importante, como parte desse
- 7:26novo desenho são os treinamentos, a gente também
- 7:29está. Evoluindo nesse modelo, né?
- 7:32Evolução da Vila para tribo traz uma visão muito mais clara de
- 7:35papéis e responsabilidades. No final do dia.
- 7:37O nosso time trouxe uma complexidade maior quando a
- 7:40gente fala do chatter, então qual que é o papel e
- 7:42responsabilidade de cada um? Qual que é a contribuição de
- 7:45cada um nessa entrega do melhor resultado para o cliente?
- 7:48Então, 3 meses é o desenho das novas tribos, mas dentro dos
- 7:52ritos de quem já está dentro desse novo modelo, a revisão de
- 7:56entregas, exato. Ô, ô, Cris, é bem interessante
- 7:59essa hoje a. História que você está contando,
- 8:01porque ela mostra, né? Que aos pouquinhos, né?
- 8:03A agilidade ela vai sendo inserida dentro do contexto do
- 8:06digital, de inovação de vocês e a partir disso, com todos os
- 8:09aprendizados, com tudo aquilo que era relevante para o banco e
- 8:11para os fluxos de valores, naturalmente isso vai ganhar
- 8:14numa outra escala. Quando se ganha escala, surgem
- 8:16novos desafios, surgem novos aprendizados.
- 8:19Que que você pode trazer pra gente aí com relação a trabalhar
- 8:21com 123 ximizagens e a complexidade que é trabalhar com
- 8:254000 pessoas hoje dentro de uma estrutura como essa?
- 8:27Muito bom, acho que a maior benefício.
- 8:30Isso, mas também a maior complexidade é que dentro de um
- 8:33ecossistema, por mais que a jornada seja a engt Wendy, e
- 8:36como a gente quer promover cada vez mais o reuso, essa visão de
- 8:40interdependência é a grande complexidade entre os times, né?
- 8:44No momento anterior, no momento de vilas, existia uma
- 8:47necessidade melhor mapear a interdependência entre os times.
- 8:51E quando a gente vai para a escala desse modelo, que é
- 8:54padronizado até para garantir a escala, então todos trabalham
- 8:58dentro da mesma visão de tá? Timing de Springs todos
- 9:01trabalham na mesma visão de timing de releases, mas como que
- 9:04eu garanto a negociação no dia a dia do que é importante para mim
- 9:08e do que é importante para um outro time?
- 9:10Então aqui é onde a gente está focando e aprendendo muito.
- 9:13Primeiro a transparência do que está sendo entregue dentro e
- 9:17fora de casa. Como que a gente comunica
- 9:19melhor, né? Essa visão de interdependência e
- 9:21o impacto no cliente. Mas, mais do que isso, como que
- 9:24a gente sincroniza as prioridades organizacionais para
- 9:28que de fato o modelo traga? É mais velocidade, né?
- 9:32E eu acho que isso também é muito positivo quando a gente
- 9:33fala do reuso, porque o reuso ele traz essa complexidade no
- 9:37momento, aonde você tem autonomia geral e que você
- 9:40replica código e replica funcionalidades.
- 9:44Talvez nesta etapa o ano aqui No No no primeiro dia vai mais
- 9:48rápida, mas você percebe que você gera um Monte de serviço,
- 9:51que daqui a pouco vai ficar obsoleto, que você vai ter que
- 9:53ir lá e reconstruir. Quando a gente promove o reuso,
- 9:56aí a gente tem um outro desafio, como que eu alinho, né?
- 9:59Ali a. Minha capacidade de entrega, com
- 10:02o que é esperado entre todos. Então, na escala, eu vejo que
- 10:05esse é o momento que a gente está, né?
- 10:07A gente tem 13 times, né, 13 tribos operando nesse modelo,
- 10:11garantir que os 13 estão fazendo os os ritos de planning em
- 10:15conjunto. Aí a gente vai falar de espaço
- 10:18de modelo de trabalho, como que eu trabalho híbrido, 100%
- 10:21presencial. Então essa questão da escala é
- 10:23super importante e a gente está na terceira onda, né?
- 10:26Começando a terceira onda, quando eu olho para trás e eu
- 10:29vejo. As 2 ondas mais os primeiros
- 10:31times que a gente chamou de France runners.
- 10:33A gente está falando de 4000 pessoas.
- 10:35Como que a gente garante, então, a evolução desse modelo?
- 10:38E aí dentro desse modelo, a gente fala muito de como trazer
- 10:42a área de negócio para dentro disso, né?
- 10:44Porque assim, antigamente existia tecnologia, existia área
- 10:47de negócio e agora meio que tudo é uma coisa só.
- 10:50E como que foi isso? Para trazer e fazer com que eles
- 10:53entendessem agilidade. Ainda é uma é, a gente ainda
- 10:58está no momento de aprender. Aprendizado mas o que a gente
- 11:01tem falado muito em todo o processo de gestão da mudança,
- 11:05primeiro lugar é que a coexistência, a convivência
- 11:09entre os times, ela promove um aprendizado, sim.
- 11:12Então quem é de produtos conhece mais sobre tecnologia e quem é
- 11:15de tecnologia conhece mais de produtos e no final do dia, os 2
- 11:19juntos estão conhecendo mais sobre o nosso cliente.
- 11:21Então acho essa coexistência muito importante.
- 11:24Lá a gente tem falado muito do perfil produtec, então assim, eu
- 11:27não sou só um perfil de tecnologia ou tenho que entender
- 11:29também como. Como que eu aplico a melhor
- 11:31tecnologia para a necessidade do cliente, não a tecnologia pela
- 11:34tecnologia. E como que o time de negócios
- 11:37também consegue ajudar a tecnologia a entender o que é a
- 11:40necessidade do cliente para prover a melhor tecnologia?
- 11:42E aí eu acho que nesse espaço é um espaço de muito aprendizado e
- 11:46super importante. Quando a gente fala de carreira,
- 11:48a gente tem evoluído muito e já faz alguns anos essa visão mais
- 11:52horizontal, aonde a gente fala muito do perfil generalista e do
- 11:56perfil especialista, né? E Eu Acredito muito que nessa
- 11:58visão de times multi. Disciplinares é o que a gente
- 12:01tem promovido muito, é como que você conhece um pouquinho mais,
- 12:04né, da área que está aqui do seu lado, que agora faz parte do seu
- 12:08dia a dia, não existe mais um pedido, né, para uma área que
- 12:11está fora, mas a gente tem que buscar a melhor solução.
- 12:14Como que a gente reduz também essa esse espaço da comunicação,
- 12:18né? A cadeia de comunicação, ela é
- 12:20muito complexa. Alinhamento então acho que esse
- 12:22é um ponto importante que a gente tem promovido, é claro que
- 12:25no dia a dia, mas existe muita evolução do aprendizado quando a
- 12:29gente fala diferente. Ferramentas para quem já
- 12:31trabalha com tecnologia, é muito mais fácil a gente pensar no
- 12:33backlog e controlar o backlog. Mas poxa, e quem é de negócios?
- 12:37E aqui eu não estou falando nem só de produtos.
- 12:39E quem é de negócio que vai participar e vai conseguir
- 12:42sincronizar a campanha que está lá na área de marketing e quem
- 12:45está no CRM no meio de tudo isso?
- 12:47Sim. Então ainda é um aprendizado de
- 12:49construção também. Acredito que dentro desse
- 12:51aprendizado não existe o one size feedzol.
- 12:55A gente tem evoluído ali, então tem um.
- 12:57Agilidade é meio que isso, né? Exato, exato.
- 13:01A gente tem uma tribo que ela tem parte do time, né, que tem
- 13:05tecnologia, então é mais fácil de eu trabalhar ali.
- 13:08A questão do e já fazia parte do DNA com as vilas.
- 13:11E eu tenho um outro time que constrói modelos que não tem
- 13:13ninguém de tecnologia, nunca trabalhou numa visão de controle
- 13:17de backlog, talvez esteja muito mais próximo de um cambam do que
- 13:21de um scrum. Como que a gente leva para esse
- 13:23time aonde é necessário ele fazer parte dos ritos e
- 13:26cerimônias, aonde de repente você tem uma flexibilidade?
- 13:30Porque também ele estar lá não vai trazer o resultado que a
- 13:33gente quer, tampouco o impacto para o cliente.
- 13:35Então a gente tem evoluído. E cada tribo ela é muito
- 13:38específica, né? Cada time é muito específico.
- 13:40Quando a gente fala sobre essa junção, né, de habilidades,
- 13:44divisões, né? TI, negócios, produto, isso é
- 13:47extremamente relevante para o resultado que todos querem
- 13:49gerar, né? Mas também tem uma outra
- 13:51perspetiva que eu acho que é interessante a gente explorar
- 13:53com você que é a empresa de uma certa forma.
- 13:55Ela precisa enxergar toda essa mudança como sendo uma mudança
- 13:59habilitadora. Estratégica e até pouco tempo
- 14:01atrás a gente brincava que existe uma ignorância
- 14:04intencional, né? Em certas empresas existiu ali
- 14:07uma dificuldade de você usar alguns termos que hoje são até
- 14:10termos muito comuns com relação à tecnologia.
- 14:12Hoje acredito que todo executivo todo se leva de uma organização,
- 14:16sabe o que é uma generativa e a uhum.
- 14:18Mas até pouco tempo atrás, falar sobre Cláudio, sobre DevOps,
- 14:21sobre alguns termos desses, era uma situação até um pouco
- 14:23constrangedora, porque alguns executivos não tinham essa
- 14:26fluência que hoje existe toda essa visão de organização de
- 14:29novo modelo. Isso implica também, lá no
- 14:31Bradesco, uma visão diferente para uma camada mais estratégica
- 14:34de falar o quanto mais digital vocês estão ficando, quanto mais
- 14:37estratégico por uma ambição digital, algo nesse sentido
- 14:40também. Com certeza, né?
- 14:42Quando a gente traz ali os olkiares, né?
- 14:44E quando de fato a gente traz de uma forma quantitativa, não só
- 14:48qualitativa, aquilo que a gente entregar, vai e quer entregar,
- 14:52inevitavelmente a gente passa por essas discussões, né?
- 14:54Seja de Cláudio. Então, como que eu falo de
- 14:56escala? Qual que é a minha decisão
- 14:58técnica em relação às. Experiência qual que é a minha
- 15:01decisão técnica em relação à eficiência?
- 15:04Eu acho que tudo isso faz parte das discussões.
- 15:06Talvez um passado eu até e é muito Na Na minha perceção
- 15:10pouco. A gente falava de resultado, a
- 15:11gente queria falar de entrega. Quantos por cento do projeto?
- 15:14Falava de inovação, mas a inovação era tecnologia, né?
- 15:17Exato, eu acho que tem cada vez mais pra gente de fato conseguir
- 15:21evoluir numa visão de experiência num mercado tão
- 15:24competitivo que a gente tem fintechs, bancos, incumbentes,
- 15:28uma evolução tecnológica. Fica o legado.
- 15:31Inevitavelmente, a gente passa por essas discussões e isso
- 15:34aproxima muito a camada estratégica que ficava longe e
- 15:38que também agora faz parte. Quando a gente fala dessa cor,
- 15:41liderança, entre tecnologia e negócios, a gente traz isso para
- 15:44todas as camadas. Então, independente da
- 15:47hierarquia, é de fato ali vamos dar mãos e buscar a melhor a da
- 15:52melhor forma, a experiência que o nosso cliente quer, o melhor
- 15:55uso de tecnologia. A gente fala muito sobre
- 15:57Cláudio, que eu acho que era um tema que no passado.
- 16:00Pouco se falava, era quase uma migração para Cláudio, mas hoje
- 16:02o Cláudio faz parte do dia, do nosso dia a dia.
- 16:05A gente tem cada vez mais SAS, então assim, é muito difícil
- 16:08você ter 11 software ali que está no data center, até porque
- 16:12o data center tem um custo. Então a gente tem de fato essa
- 16:15construção em conjunto, o que ajuda, né?
- 16:17Acho que tanto de tecnologia, entender mais do negócio, poxa,
- 16:20qual que é o impacto que isso traz para o banco e de do, do do
- 16:23negócio, empreender de tecnologia, porque também vai
- 16:25impactar o resultado. Agora saindo um pouquinho da
- 16:28agilidade, mas que dentro da? A ver indo pro campo da IA, né?
- 16:32Que a gente até falou, e eu acho que tem muito a ver, porque hoje
- 16:35em dia AIA ela provavelmente ela vai mudar um pouco como a gente
- 16:39pensa, a legilidade dos papéis, porque é muita coisa nova, as
- 16:42coisas estão surgindo aí a gente está tentando acompanhar o que
- 16:45surge e no começo a gente falou um pouquinho sobre a Bia, que
- 16:48ela iniciou um pouco dessa transformação digital dentro do
- 16:51Bradesco. Hoje em dia é um dos 7 box que
- 16:53está super evoluído no mercado, que tem um super reconhecimento.
- 16:57E hoje a Bia ela também já evoluiu ao longo da.
- 17:00Esse tempo para usar AEA generativa, né?
- 17:02E aí eu queria só que você falasse um pouquinho como que
- 17:04AEA generativa ajudou nessa evolução da Bia aí?
- 17:07O que que ela tem feito de novo para o mercado?
- 17:10Bom, legal, Samuel, o Bradesco, ele tem uma estratégia de i
- 17:14first. Então a gente já tem a
- 17:15utilização da Bia há algum tempo.
- 17:17E quando a gente traz a Bia ali, com a geração de valor e falando
- 17:21de fato aqui do do que é essa nova visão da da Bia, o que a
- 17:25gente tem buscado é cada vez mais uma automação inteligente,
- 17:28como que eu garanto que. Que o meu cliente tem uma
- 17:31experiência como se fosse de fato um humano ali por trás, a
- 17:35integração de dados em tempo real e de fato, trazer ali um
- 17:39melhor time to marketing. E aí quando a gente traz a via
- 17:43corporativa, o que a gente tem percebido até no feedback do
- 17:46nosso cliente, é que muitas vezes ele não sabe se ele está
- 17:49falando com a inteligência artificial ou se é um
- 17:51atendimento humano. E aqui, de fato, a gente vê e
- 17:53está evoluindo. Aham o que a gente queria, que é
- 17:56a melhor experiência do nosso cliente no modelo digital,
- 17:58então? Experiências, mas conversas.
- 18:00Nacionais, né? Exato.
- 18:01E ainda assim, quando a gente pensa na Bia corporativa, a
- 18:05gente também criou a Bia para a tecnologia, a gente chama de
- 18:08biatech, então como que a gente também ajuda o nosso time no ela
- 18:12é uma Bia interna? Exato, ela é uma Bia interna,
- 18:15focada ali em agilidade, focada numa visão de evolução da
- 18:19infraestrutura de modernização no próprio dia a dia de
- 18:22produtos, né? Quando a gente fala assim, poxa,
- 18:24como que eu de fato trago a melhor visão ali de um
- 18:27requerimento de do cliente? Então a Bia até.
- 18:30Ela também nos ajuda nessa evolução também, super
- 18:32conversacional que a gente está tentando cada vez mais é evoluir
- 18:36a nossa maturidade interna na utilização da inteligência
- 18:39artificial, mas também ajudando aos nossos processos.
- 18:43E o que é bacana da agilidade é que a gente também está falando
- 18:47muito de uma iniciativa de modernização, com multiagentes,
- 18:50e aí a gente volta na visão de times, como que a gente olha.
- 18:53Então agora a partir de processos, para falar que a
- 18:56gente tem uma Squad e de repente só vai ter multi agentes, é uma.
- 19:00Mudança em como as pessoas trabalham entre si, uma mudança
- 19:03no próprio modelo operacional, no dia a dia, na evolução.
- 19:07O que que a gente vai buscar de benefício desse novo modelo de
- 19:11trabalho? Como que de fato a gente vai
- 19:13perceber o papel do humano e o papel dos agentes no dia a dia?
- 19:17Então, a gente também está nessa evolução de de agilidade aqui,
- 19:21pensando em inteligência artificial.
- 19:23Legal, Cris, tem tem um aspeto também que eu acho interessante
- 19:26e naturalmente, né? O setor financeiro é um setor
- 19:28que é super tecnológico. Né?
- 19:30Ele movimenta bastante grande parte das inovações aí do do
- 19:33país, do mercado de tecnologia como um todo.
- 19:35Mas quando a gente fala de Ah, em algumas conversas, a gente
- 19:38percebe que existe 11 aspeto muito olhando para os casos de
- 19:41uso e determinadas perspectivas, não olham tanto para uma camada
- 19:45fundacional. O quanto que vocês enxergam isso
- 19:47como sendo um habilitador? O quanto que vocês trabalham
- 19:50nisso também como sendo de fato? O que vai preparar o terreno
- 19:53para que uma estratégia air first seja de fato algo ainda
- 19:56mais relevante, mais estratégico, traga tanto
- 19:58resultado como, por exemplo, a? Bia, né?
- 20:00A gente fala da Bia aqui como se fosse uma amiga.
- 20:02É muito legal, até preocupados com isso.
- 20:06A gente tem a Bridge, né? Que é uma plataforma de
- 20:09inteligência artificial que nos ajuda ali, principalmente
- 20:13inteligência artificial generativa, desenvolvida para
- 20:16garantir a padronização. No final do dia, o que que a
- 20:18gente queria? Garantir que todas as áreas
- 20:20tivessem acesso ao melhor uso da tecnologia, mas de forma
- 20:24governada. Então foi dessa forma que surgiu
- 20:26a Bridge. Quando a gente olha para Bridge,
- 20:29a gente também. Tinha uma preocupação muito da
- 20:31escalabilidade, como que a gente garante, né?
- 20:33Assim, as iniciativas elas têm cada vez mais aumentado nos
- 20:37últimos anos, né? A necessidade de utilização de
- 20:40inteligência artificial, de novos casos de uso.
- 20:42Então, com a Bridge, até trouxe alguns números aqui, a gente já
- 20:45conseguiu viabilizar 200 iniciativas em diferentes áreas.
- 20:49E aí quando a gente fala de diferentes áreas, diferentes
- 20:51negócios dentro do banco, tecnologia como parte dos
- 20:54negócios, mais de 3000 clientes já receberam ali o benefício de
- 20:59uma iniciativa. Ativa.
- 21:00Quando você fala, o cliente é o cliente.
- 21:02O cliente final, o cliente final.
- 21:04Isso porque essas iniciativas também fazem parte da Bia, né?
- 21:07É? E o que queira perguntar?
- 21:09É exato como que a gente gera essa essa experiência para o
- 21:13nosso cliente? E 80000 colaboradores já também
- 21:17se utilizaram ali de alguma forma, seja na utilização da
- 21:20biatech ou na inclusão de novas iniciativas.
- 21:23A biatech, ela é parte. Ela também faz parte da brit?
- 21:27Exato. E a gente trouxe de forma
- 21:29diferente. Porque o foco dela é interno e a
- 21:32Bia corporativa, tem o face ali com com os nossos clientes.
- 21:36Quando a gente fala da da Bridge também, ela é uma estrutura
- 21:39multicloud também. Essa era uma preocupação.
- 21:41Como a gente garante escalabilidade de governança,
- 21:44mas considerando ali que ela seja multicloud.
- 21:46E hoje, quando a gente pensa em capacidade, ela está mais focada
- 21:50ali na geração de texto e código sumarização e classificação e
- 21:54criação de novos agentes e os novos agentes conectados à Bia.
- 21:57Então essa foi a forma que a gente buscou.
- 22:00Ele trouxe para garantir padronização, governança, mas
- 22:04também escalabilidade, considerando que todas as áreas
- 22:07pudessem utilizar. Quando a gente pensa em áreas
- 22:09assim, só para trazer um pouquinho mais de exemplo, a
- 22:12gente tem cases em tecnologia, em marketing, ouvidoria, na área
- 22:16de crédito, na área de operações.
- 22:18Então, todos esses todas essas áreas já se beneficiam da
- 22:21própria Bridge e desse nosso modelo de escala no uso da
- 22:24inteligência artificial. Só pra até pra esclarecer, aqui
- 22:28pra mim, na minha cabeça, e acho que pra quem tem.
- 22:30Tanto também a Bridge. Ela é tipo uma plataforma onde a
- 22:33pessoa chega lá e fica assim, Ah, eu preciso de criar um
- 22:37agente para poder fazer isso e isso, gerar um relatório, isso.
- 22:40E aí ela está conectada com todo o sistema interno da.
- 22:44Ela é uma plataforma conectada com todo o nosso ecossistema.
- 22:48Ela também já tem alguns modelos prontos, então ela também acaba
- 22:51reutilizando o seu próprio aprendizado.
- 22:54Mas é exatamente isso, esse amor.
- 22:55E aí, vocês oferecem essa plataforma para quem está ali
- 22:59na? A operação do dia a dia para os
- 23:01gerentes do banco e a partir disso, eles conseguem melhorar o
- 23:05dia a dia da agência, digamos assim, só para tentar.
- 23:09É, a gente pode também abrir pra agência.
- 23:11Hoje existem os times que pensam ali na melhor, nos melhores
- 23:15serviços que a gente também entrega dentro da do nossos, dos
- 23:18nossos canais físicos. Mas sim, é uma plataforma
- 23:21conectada ao nosso ecossistema, está aberta para utilização em
- 23:24iniciativas de diferentes áreas. Consequentemente, quando a gente
- 23:27tem uma iniciativa dentro das agências, a gente está.
- 23:30Também pode utilizar essa plataforma.
- 23:32E vocês já tiveram feedback dos times com relação à Bridge?
- 23:35Porque, assim, eu imagino que isso dá uma autonomia para quem
- 23:37está na ponta de criar os seus próprios agentes, de acelerar o
- 23:42seu trabalho ali do dia a dia, né?
- 23:44O. Feedback é positivo porque o que
- 23:46a gente fez foi federar a utilização da tecnologia,
- 23:50garantir a governança, mas deixar ela aberta para
- 23:52utilização de todos, então assim, hoje a gente não tem um
- 23:55modelo centralizado, onde só tecnologia pode usar, mas tendo
- 23:59um caso de uso. Uso, validando o caso de uso e
- 24:01utilizando a Bridge até como acelerador, lembrando da
- 24:05reutilização. Hoje a Bridge ela faz parte de
- 24:07uma das tribos que a gente tem habilitadoras, então aí traz um
- 24:11feedback super positivo. Eu não entro numa fila de
- 24:13priorização, mas de fato eu utilizo da melhor forma ali
- 24:17garanto o reuso da tecnologia. Além do aspeto de governança,
- 24:20também tem um aspeto aí de você também criar um ambiente mais
- 24:23favorável, né? A mudança, né?
- 24:25De certa forma, você está habilitando, como você mesmo
- 24:27disse, a todos usarem, experimentarem, contribuir.
- 24:30Irem com novas ideias. Acredito que o volume de ideias
- 24:32e de iniciativas seja enorme. Como que vocês trabalham hoje Na
- 24:36Na organização disso, né? Numa uma clareza de ambição
- 24:41sobre a porque é natural, né? Que pelo volume existe aí uma
- 24:45necessidade de priorização. Como é que vocês trabalham isso?
- 24:47Muito legal. Aí volto lá.
- 24:49A questão da nossa evolução, do modelo de agilidade.
- 24:52Primeiro, as iniciativas, elas têm que estar atendendo uma
- 24:55necessidade do cliente. Então, como que a gente garante
- 24:58o atendimento dessa necessidade do cliente?
- 25:00Cliente conectado à nossa estratégia organizacional, tudo
- 25:03isso através de jochiars. E aí quando eu estou trazendo
- 25:06aqui de forma muito simples, né? Quando eu dou um check, está
- 25:09atendendo uma necessidade do cliente e está conectado com a
- 25:12nossa estratégia. Aí sim a gente prioriza, por
- 25:15isso que eu digo que cada vez mais, né?
- 25:16Como que eu uso melhor uso da tecnologia para a melhor
- 25:20experiência do nosso cliente? Não só uso pelo uso.
- 25:23Acho que cada vez mais a gente tem sido incentivada a utilizar
- 25:26a inteligência artificial no dia a dia e sem dúvida tem uma.
- 25:30Monte de de ideias, de novas iniciativas.
- 25:32Mas a gente tem que garantir esse alinhamento, né?
- 25:34Alinhamento a melhor experiência do nosso cliente e a nossa
- 25:37estratégia. Corporativa.
- 25:38E você acha que lá, lá no banco, as pessoas já se acostumaram a
- 25:43utilizar aí a gerativa para o trabalho dela?
- 25:46Ou ainda existe um receio? Porque assim, acho que no
- 25:49passado tinha um receio muito grande, né?
- 25:51Do que que isso vai acontecer? Qual que é o meu papel nisso
- 25:54tudo aqui? E eu acho que hoje as pessoas já
- 25:56meio que entenderam que isso faz parte do dia a dia e que a.
- 26:00Elas precisam aprender a usar para tirar o melhor proveito,
- 26:03né? É, é.
- 26:04Difícil porta, né? Porque depende.
- 26:07Eu acho que ainda existe uma preocupação, e aí quando a gente
- 26:11olha não só o banco, sim, mas em geral, que é o futuro, o futuro
- 26:15das próprias carreiras, dos papéis, então não dá para
- 26:18garantir. Está todo mundo tranquilo, não
- 26:20consigo afirmar, mas eu acho que cada vez mais, o que a gente tem
- 26:24trabalhado, principalmente no banco, é como que você entrega
- 26:28para inteligência. Inicial, algo que não dependa do
- 26:31humano, né? A gente está falando muito aqui,
- 26:34processos repetitivos, como que eu reduzo burocracia, como que
- 26:37eu trabalho de forma mais limpa, utilizando a tecnologia para que
- 26:40de fato a gente tenha esse upsquiling e o skilling das
- 26:43nossas carreiras. Acho que isso ajuda muito a
- 26:46fomentar a utilização da tecnologia, mas assim,
- 26:49mundialmente é difícil, prazer, né?
- 26:52Tá todo mundo tranquilo, né? Ainda existe, acho que muita
- 26:55pergunta sobre o futuro da utilização da inteligência
- 26:59artificial. É.
- 27:00Não, ninguém sabe, no fim das contas, o que que vai dar.
- 27:02É, mas eu acho que é super importante assim ter um
- 27:05ambiente, né? O que eu acho bacana e trazendo
- 27:08aqui AO que a gente tem no banco, é que a gente tem um
- 27:10ambiente onde a gente pode promover a utilização da
- 27:13tecnologia, onde a gente pode testar a utilização da
- 27:15tecnologia, até mesmo pra gente tirar as nossas próprias
- 27:18conclusões, né? É bom ou ruim para o meu dia a
- 27:20dia, o que eu preciso aprender, né, na evolução da da utilização
- 27:24da tecnologia? Não.
- 27:25E o que eu acho legal de programas, tipo a Bridge, é
- 27:28justamente isso, assim você entregar.
- 27:30Pra pessoa, para mostrar para ela que aquilo ali é uma
- 27:32ferramenta de trabalho que ela usa para melhorar o seu dia a
- 27:35dia, para entregar mais valor lá na ponta e que não é
- 27:38necessariamente um substituto ou alguma coisa assim.
- 27:41É algo que aí é um pouco do que a gente falou é que muito
- 27:44provavelmente assim existe uma mudança grande de mercado até
- 27:47nos papéis que a gente vai ter, né?
- 27:49Tipo, vai ter daqui a pouco um operador de ar 1, criador de
- 27:52prompt, alguma coisa assim. Essa mudança, né, de de
- 27:56trabalho, tendo um insistente, eu acho que ela é a grande
- 27:59mudança para todo mundo. Então, né, eu acho que ninguém
- 28:00estava preparado para ela, mas AA partir do momento, né?
- 28:03Que você habilita através de uma plataforma como essa cria um
- 28:06ambiente, de certa forma, é o mesmo caminho que a gente feita
- 28:09e que a gente tem acreditado hoje, que é o caminho para as
- 28:11pessoas de fato usarem. Oo melhor potencial da iate.
- 28:14E sabe o que eu lembrei agora tem mais um ponto além da
- 28:16Bridge. O que a gente fez no banco faz
- 28:18uns 6 meses foi abrir o compaylot, sim, para todos os
- 28:22funcionários aqui também. Eu acho que é um outro, uma
- 28:25outra visão de jogar sexologia. Vira e mexe alguém fala assim,
- 28:29nossa, eu não consigo. Tem mais viver, tem o copayle,
- 28:31mas tipo, até isso, como que você aproxima a tecnologia e
- 28:35você percebe que aquilo de fato traz um valor para o seu dia a
- 28:38dia? Você traz valor para o seu dia a
- 28:39dia, consequentemente você consegue trazer o valor em
- 28:42outras ações. Então o copaylote também é um
- 28:44exemplo muito bacana e está aberto para todo mundo, para
- 28:47todos os funcionários. E as pessoas sentem muitas.
- 28:49Quem começou a usar falou, poxa. Já é uma diferença gigante?
- 28:53É. Mas aí agora a gente falando um
- 28:54pouquinho desses aprendizados, dessa jornada inteira, né?
- 28:57De transformação digital das. Da Bridge da evolução, daí a
- 29:02gerativa tem alguma ação específica que o Bradesco adotou
- 29:06para fomentar essa cultura de aprendizado dentro do time de
- 29:10evolução de inovação? Sim, isso está conectado com o
- 29:13nosso processo, nosso projeto de transformação ali, a nossa
- 29:17iniciativa de transformação. Então, a gente tem todas as
- 29:19áreas conectadas, treinamentos, muita comunicação.
- 29:23Imagino que você, como head de agilidade organizacional, deve
- 29:26ter um papel importante. Com certeza, a gente tem vários
- 29:29agentes. Antes de transformação, a gente
- 29:31traz muito também a conexão disso com os nossos bolquiares.
- 29:35Tudo isso faz parte da nossa transformação e da transformação
- 29:38que o banco tem vivido, né? O que eu acho que é bem bacana
- 29:41trazer também é que a transformação, ela tem uma visão
- 29:45aqui de longo prazo, mas com muita adaptabilidade.
- 29:49A gente tem experimentado muita coisa, muito no modelo de
- 29:51agilidade, né? Como que a gente olha aonde a
- 29:54gente quer chegar? A gente consegue tangibilizar o
- 29:57agora e vai evoluindo em pequena.
- 30:00Nos passos, então, assim, tudo isso está dentro de um grande
- 30:02guarda chuva de transformação. E isso é importante também para
- 30:05a gente comunicar dentro do banco, porque como são
- 30:08iniciativas conectadas em um grande guarda chuva, como que a
- 30:12gente garante essa comunicação exato desse processo?
- 30:16Como um todo, assim, de coisas que você já vivenciou, de lição
- 30:19aprendida, né? Tem algo que às vezes não deu
- 30:21muito certo, vocês teve que é tipo.
- 30:23Né? Eu acho que a gente aprende a
- 30:25todo o trio, né? Não tem como dizer assim, Ah, do
- 30:29momento. Que a gente desenha um time.
- 30:31Eu dei esse exemplo, né? A gente desenhou um time, poxa,
- 30:34que legal. Colocamos todo mundo ali que tem
- 30:37conexão com a jornada do cliente junto.
- 30:39A gente trouxe o modelo de trabalho, de perceber puxa, não
- 30:42é desse jeito que vai funcionar na.
- 30:44Prática. É diferente.
- 30:46Só que eu acho que, assim como o aprendizado da inteligência
- 30:50artificial, é como que a gente identifica padrões.
- 30:53Aonde eu aprendo com esse padrão e eu consigo.
- 30:56No próximo time, que tem um padrão muito parecido, eu já
- 30:59tenho uma resposta. Então aqui eu acho que é muito
- 31:01sobre o nosso processo de aprendizado contínuo.
- 31:04Isso faz parte da transformação, né?
- 31:06É difícil dizer quais são todos os processos que a gente vai
- 31:09precisar adaptar no futuro, mas eu acho que é sempre legal a
- 31:12gente tentar trazer nessa visão de padrões, poxa, aqui eu já
- 31:16percebi que tem algo que não deu tão certo.
- 31:18Quais são os padrões desse time aqui que de repente, quando eu
- 31:21vou construir um outro, eu já trago ali como aprendizado.
- 31:24Além disso, eu acho que cada vez mais a gente fala de
- 31:26changemangem, que no passado era, né, a gestão de take.
- 31:30Olders, mas agora de forma Escalada.
- 31:33Eu acho que isso é muito importante no dia a dia.
- 31:36É tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que a gente precisa
- 31:39garantir essa visão de um ecossistema.
- 31:42O que o Samuel está fazendo é o que impacta o meu dia a dia, o
- 31:45que eu estou fazendo, o que impacta o seu dia a dia.
- 31:47E essa gestão de mudança para mim é algo super relevante de
- 31:51peças de transformação. É, Cris.
- 31:53É muito interessante escutar, porque tempo atrás, né,
- 31:55comunidade ágil estava se questionando muito assim, a
- 31:58gente não estava olhando muito para.
- 32:00Pés, ritos e perdendo um pouco da essência, né?
- 32:03Que vai muito mais ali para algumas reflexões e para
- 32:05analisar de fato o que está acontecendo, identificar
- 32:07padrões, né? Como você disse, se você puder,
- 32:10né, dar algum exemplo de reflexões, o que que vocês fazem
- 32:12hoje dentro do ambiente para criar a capacidade dos times
- 32:16refletirem sobre o que está dando certo, o que pode
- 32:18melhorar? Como é que a agilidade na
- 32:20essência, ela é embarcada, onde hoje se fala muito em ferramenta
- 32:23e muita agilidade, toda atividade, mas a essência ainda
- 32:26está com a gente. Né?
- 32:27E eu acho que quando a gente traz esse ponto do dos.
- 32:30Ritos é muito a nossa preocupação com a governança,
- 32:32né? Como que eu garanto a
- 32:33escalabilidade, mas como que eu trago a flexibilidade para
- 32:36garantir a escalabilidade? Bom, No No nosso dia a dia ali a
- 32:40gente tem reuniões mensais, a gente tem um rito específico,
- 32:44que é olhar para o resultado. Então eu não vou fazer um PDCA
- 32:47do ponto de vista do PDCA, mas olhando que eu tinha uma ambição
- 32:51de atingir esse resultado. Mensalmente a gente reúne os
- 32:56times, todo mundo em conjunto. Se eu atingir o que foi bacana,
- 32:59o que eu. Eu aprendi nessa jornada, se eu
- 33:01não atingi aonde, que a gente tem a oportunidade de melhoria e
- 33:05é isso que a gente tem feito de forma Escalada, né?
- 33:07Como que eu garanto? Às vezes o time até fala, poxa,
- 33:09Cris, mas um mês é muito curto, até para eu corrigir, não, mas a
- 33:12gente tem ali. Acho que é muito a disciplina de
- 33:15gente num num Turbilhão de coisas que a gente tem de
- 33:18garantir que a gente tá olhando, poxa, que deu certo, vamos
- 33:21continuar fazendo dessa forma até, né dar certo.
- 33:24Pode ser que daqui a pouco, no futuro, não dê tão certo assim,
- 33:26mas como é que a gente identifica coletivamente as
- 33:29nossas oportunidades? Unidades de melhoria.
- 33:31Isso não depende só de agilidade, isso não é só um
- 33:33aprendizado de agilidade, mas de todos esses times que trabalham
- 33:37em conjunto. E que, no fim das contas, assim,
- 33:39a agilidade, ela é meio que isso, né?
- 33:40Você olhar, ver o que que precisa melhorar, o que que deu
- 33:43certo, o que não deu e ajustando o valor que foi entregue.
- 33:46Então, assim, se a gente não está fazendo isso, a gente não
- 33:48está sendo ágil. No fim das contas, olhando a
- 33:50gente, né? Falou pra trás dos aprendizados,
- 33:53olhando para frente, você falou, aí está vindo novas ondas e tal
- 33:56qual que é o próximo passo da transformação do Brasil.
- 34:00A gente tem 11 plano de 2 anos de transformação, quando eu falo
- 34:04do mapa da floresta. Eu gostei do mapa, por que que
- 34:07chama mapa da floresta? Imagina que o mapa da floresta é
- 34:10a visão Futura de todos os times, então é muito conectado
- 34:14ao ecossistema legal. Então a gente tem esse processo
- 34:17de transformação dos times até 2027.
- 34:20Mas eu acho que o que está por trás de tudo isso é fortalecer a
- 34:23cultura de inovação, fortalecer a cultura de
- 34:26intraempreendedorismo cada vez mais, trazer o aunership ali.
- 34:30Para o dia a dia das áreas e trabalhar colaboração com a
- 34:33unership. Então, no final do dia, quando a
- 34:35gente fala desse novo modelo operacional, ele é mais um
- 34:38habilitador que faz com que isso de fato seja fomentado.
- 34:42Então a gente tem essa evolução. A maior integração entre
- 34:45negócios e tecnologia, a maior uso da tecnologia também é algo
- 34:49que a gente tem trazido de forma insistente aqui no nosso dia a
- 34:53dia. E também a modernização.
- 34:55A gente acredita cada vez mais a tecnologia, ela faz parte do
- 34:59Business e a. A gente também, em paralelo, tem
- 35:01tido ali uma frente de modernização de todo o nosso
- 35:04legado. E aí então, Cris, pra gente ir
- 35:06pro finalzinho aqui do episódio, tem uma coisa que eu sempre
- 35:08gosto de perguntar todo mundo, que é se tem algum livro, algum
- 35:11artigo ou algum podcast para indicar para para os nossos
- 35:15ouvintes. Aí, legal, tem um livro aqui eu
- 35:17tô lendo que se chama uma pergunta mais bonita.
- 35:20E eu acho que ele está muito conectado com essas nossas
- 35:23discussões de inteligência artificial, mas no dia a dia, do
- 35:26mesmo jeito que a gente tem sido incentivado, inspirado.
- 35:30Para buscar soluções com EAA, gente também sempre foi muito
- 35:34incentivada a ter respostas, né? Respostas rápidas ali.
- 35:38Ah, tem um problema, como que eu já trago uma solução.
- 35:40E eu acho que no meio do caminho a gente perde muito Oo benefício
- 35:44da pergunta que as consultorias fazem isso de forma tão natural.
- 35:48Isso fazer para você falar assim, nossa, mas por que que eu
- 35:50não me fiz essa pergunta antes? A gente é traivado tanto pelo
- 35:52resultado que a gente às vezes esquece.
- 35:55E é sempre uma resposta, tem que ter uma resposta de bate pronto
- 35:58e a gente esquece do nosso aprende.
- 36:00Exatamente isso. Então, esse livro, para mim, ele
- 36:03é super relevante. Além disso conectado, né?
- 36:06Com inteligência artificial. A gente está falando dos
- 36:08prompts. Como que eu garanto, né?
- 36:09Que eu vou ter uma resposta super adequada àquela busca que
- 36:13eu estou fazendo, considerando o melhor prompt de utilizar.
- 36:16Tudo começando a pergunta no? Exato.
- 36:19Mas então, Cris, muito obrigado pela conversa.
- 36:21Eu acho super legal quando a gente traz essas pessoas mais do
- 36:24setor financeiro, porque existe tanta legislação, coisas
- 36:28restritivas, LGPD é super forte e tal.
- 36:31Mas eu acho que isso faz com que vocês pensem muito em inovação
- 36:34para entender como inovar e como crescer e como trazer coisas
- 36:37novas dentro desse universo, talvez um pouco mais burocrático
- 36:40que a gente tem, né? Então, muito obrigado pela
- 36:42participação. Muito bom.
- 36:43Obrigada pelo convite, Samuel. Obrigada pelo convite, Ramon, e
- 36:47sigo à disposição. Vamos?
- 36:48Trocar mais? Vamos, estamos aprendendo.
- 36:51E obrigado também, Ramon, por ter obrigado, aí foi um prazer
- 36:53pra quem escutou. A gente tem aqui, avalia lá na
- 36:56plataforma de streaming preferida, dá pra deixar o
- 36:59comentário lá no Spotify, então pode ir lá deixar a pergunta pra
- 37:02Cris, a gente manda Pra Ela Pra Ela responder e acompanha o
- 37:05nosso perfil lá no LinkedIn a gente tem o canal público no
- 37:08WhatsApp e a gente tem a nossa newsletter também.
- 37:11Muito obrigado até o próximo episódio.