Latest / SuinoCast · by PPGVET / Mônica Santi: Bastidores da Sanidade Suína | Ep. 214
Transcript
- 0:01Bom, está no ar o primeiro podcast da suinocultura
- 0:08Brasileira possui no casting. E eu acho que essa é a nossa, a
- 0:12nossa função dentro do sistema é, a gente tem que ter esse
- 0:16olhar é não só do do tratamento que a gente vai realizar.
- 0:21E qual medicamento a gente vai escolher?
- 0:24Porque isso envolve custo diretamente, né?
- 0:27EEA gente tem assim, claro, aqui na massa e também foi um grande
- 0:31aprendizado e a gente tem 11 cultura, um pouco introjetada já
- 0:36na nas pessoas, porque a gente olha muito para essa questão.
- 0:39De custo, né? E atualmente muito mais é, mas
- 0:43eu acho que é assim a nossa visão.
- 0:45Ela não pode ser, ela tem que ser abrangente, né?
- 0:48A gente não pode olhar só para os animais, para os animais que
- 0:52estão doentes, mas a gente tem que olhar para a empresa como um
- 0:54todo, afinal, a agente tá é a gente tá aqui na empresa para
- 0:59ajudar AA empresa evoluir e a crescer e a ter faturamento, né?
- 1:04É isso que a gente espera. Então AA gente sempre tem que
- 1:08ter o equilíbrio. Siga nos nas redes sociais,
- 1:11YouTube e Spotify para ter acesso ao conteúdo técnico
- 1:14atual. De qualidade, irreverente e
- 1:17gratuito. O senhor quer só é possível,
- 1:22através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 1:25educação continuada na sua, na cultura Brasileira, ao tech
- 1:29soluções nutricionais para potencializar uma produção
- 1:32rentável e mais sustentável. A dsm nutrição e saúde animal
- 1:36está moldando o futuro dos cuidados com suínos.
- 1:39MS schippers paixão pelo agro Giga alta performance sem
- 1:45esforço. As Eva é um dos principais
- 1:50players no mercado de saúde animal, atuando com inovação e
- 1:53responsabilidade, buscando soluções de saúde inovadoras
- 1:57para todos os animais, contribuindo para o futuro de
- 2:00nossos diversos planeta, moldando cada solução de acordo
- 2:04com as necessidades e desafios do mercado consumidor e
- 2:07compartilhando conhecimentos de alta qualidade.
- 2:10Para não perder nenhuma novidade, siga as Eva saúde
- 2:13animal no Instagram arroba ceva suínos Brasil.
- 2:20Bom, olá, pessoal, sejam muito bem-vindos a mais uma edição do
- 2:28nosso suíno kast e esse que é um programa bastante leve, é um
- 2:33programa dinâmico e democrático. O meu nome é Guilherme Brant,
- 2:37sou veterinário, rosto desse desse programa e hoje nós temos
- 2:41um episódio, é inédito. Hoje nós vamos falar sobre a
- 2:46rotina, o dia a dia de 1/01/1 sanitarista, né?
- 2:49Um veterinário sanitarista, como que é o dia a dia de um
- 2:53veterinário sanitarista? Eu tenho a honra aqui de de ter
- 2:58hoje como nossa entrevistada a Mônica Santi, ela quer
- 3:02veterinária. Ela.
- 3:04Ela se formou na universidade de Lages, fez um intercâmbio no
- 3:08Canadá. EE depois um mestrado na área de
- 3:13de sanidade animal, e hoje ela é sanitarista do da da empresa
- 3:18máxima 11 grande grupo independente de produção de
- 3:20suínos. E eu vou pedir crônica para que
- 3:25tu se apresente, mas antes da tua apresentação formal, eu só
- 3:28gostaria de ter dar muito boas vindas aqui ao nosso programa e
- 3:33deixe e fazer uma chamada de atenção pra pra nossa conversa,
- 3:38né? Esse esse programa eu sempre
- 3:40falo que é um programa pra quem já é da atividade também, que
- 3:44não é da atividade, né? Então a nossa abrangência são
- 3:48para produtores, são para futuros produtores, são para
- 3:52nós, veterinárias ou qualquer profissional da área, né?
- 3:56Quem tá dentro de granjas ou. Ou em qualquer uma das das
- 3:59atividades de da da da Siri cultura.
- 4:03É, é pra quem tá na academia, né?
- 4:06Dentro e fora das universidades. Para quem está se decidindo o
- 4:09que fazer, né? Então vamos ter oportunidade de
- 4:12ver uma veterinária falando na sua rotina.
- 4:15E para os consumidores da carne suína e também para os não
- 4:18consumidores, né? Oportunidade também é de a gente
- 4:21explicar a nossa atividade. Então Mônica, seja muito
- 4:25bem-vinda. Fiz uma breve apresentação, é
- 4:28formal tua, né? Eu gostaria que tu falasse no
- 4:32nos falasse, quem é a Mônica, né?
- 4:33No ZAP, se apresentasse e aí a gente conversa, começa a nossa
- 4:37conversa. Tá Jóia.
- 4:39Boa tarde, Guilherme. Boa tarde a todos que estão nos
- 4:42ouvindo e depois vão nos ouvir. E aí eu queria agradecer
- 4:47principalmente pelo pelo convite, né?
- 4:49Guilherme, também pela oportunidade aí de contar um
- 4:52pouquinho da nossa e da minha história, da nossa rotina.
- 4:55Como sanitarista, então você já fez aí uma breve apresentação EE
- 5:00talvez vou. Vou detalhar um pouquinho mais,
- 5:03né? Sim, me formei é em medicina
- 5:05veterinária na universidade estadual de Santa Catarina, em
- 5:08Lages, 2001 2006. É.
- 5:13É durante OOA graduação também fiz, trabalhei com com o pessoal
- 5:19da da área de suínos, né? Trabalhei no projeto de
- 5:22extensão, então auxiliava nas aulas práticas, né, da da da
- 5:25graduação. É em sequência, é é da minha
- 5:29graduação. Eu.
- 5:31Eu tive um pequeno período, mas eu optei por, por é intensificar
- 5:36um pouquinho mais OA nossa língua inglesa, né?
- 5:39E aí permaneci por 6 meses no Canadá.
- 5:42É, e aí Na Na, no meu retorno, eu já tinha a oportunidade, né?
- 5:48Eu recebi um convite para fazer, para fazer mestrado na área de
- 5:52sanidade na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde eu
- 5:57fiz no ano de 2007 a 2009. É na área de sanidade, com o
- 6:03Davi é e Na Na Na ao terminar né?
- 6:07No meu término do mestrado é eu já é ingress e tive a
- 6:11oportunidade, então de de ingressar Na Na empresa master
- 6:15agroindustrial. E iniciei.
- 6:19Na empresa em 2009, né? Início de de 2009 é na
- 6:24assistência técnica. É na época aí pra quem me
- 6:27conhece já eu sou daqui da região, do município de Videira
- 6:31e a gente é não tinha vaga, né? A mastery não tinha vaga de
- 6:35extensão aqui na cidade de Videira e aí eu fui lá pra nossa
- 6:38regional é de Papanduva, né, que a gente tem uma unidade lá, né,
- 6:44que que contempla aí basicamente o 40% da nossa produção e aí é,
- 6:49fiquei na assistência técnica por 1 ano e 8 meses.
- 6:54É na regional de lá, depois eu eu recebi um convite para vim
- 6:57para vir, para voltar para a Videira.
- 6:59Eu fiquei aqui mais 11 meses, é assistindo as unidades de
- 7:03creche, e aí? No No final da minha Felicidade
- 7:09em Videira, eu recebi outro convite para é trabalhar na
- 7:13regional de novo, de de de Papanduva.
- 7:16É na gerência, na supervisão de equipe técnica, né?
- 7:20De campo, então, por lá, eu fiquei na por mais 4 anos.
- 7:25É Na Na supervisão de da equipe técnica.
- 7:28E é depois desse período eu retornei pra Videira.
- 7:33Fiquei aqui na Granja São Roque por aproximadamente um ano,
- 7:39fazendo algumas avaliações. A gente ainda não tinha 11 setor
- 7:42de PED é, e aí? Na época o Rafael aqui pediu pra
- 7:47gente fazer alguns trabalhos lá na São Roque, então eu fiquei
- 7:50por aproximadamente um ano, um ano e pouquinho.
- 7:53E aí na sequência eu recebi um convite para assumir a área de
- 7:58sanidade. A aqui.
- 8:01Por porque OOO Sunny, sanitarista que estava conosco,
- 8:05né? Ele?
- 8:05Ele teve outra oportunidade e aí é eu.
- 8:08Acabei assumindo a há 8 anos atrás.
- 8:11A área de sanidade, então, atualmente eu estou é nesse
- 8:17desafio aí. Há 8 anos aqui na master.
- 8:20Muito bem, muito legal, muito bom é ver.
- 8:25A tua história aqui, eu já notei 4 coisas aqui para a gente
- 8:29falar, vamos lá e mas OOO uma coisa que eu não anotei.
- 8:33Mas 11 curiosidade minha. É da onde é que tu falou que o
- 8:38pé de Videira, né? Da onde que veio esse interesse?
- 8:42É pela veterinária da onde veio o interesse específico pela pela
- 8:47sua cultura, né? EOO que ter fé, se tornar se
- 8:51tornar uma veterinária. É, é Guilherme, isso é.
- 8:54É bem curioso, porque eu, eu comentei esses dias até com
- 8:58alguns colegas que é eu, eu, até os meus 1415 anos, eu não sabia
- 9:05para que lado eu eu ia, mas eu sempre estive minha família, né?
- 9:11Sempre estive no meio de uma família que.
- 9:14É desde de quando eu era criança, sempre mexeu com
- 9:17produção, né? Eu tive, tive, tive tios, é que
- 9:22sempre trabalharam nessa área. É minha família, meus, meu pai,
- 9:26principalmente, né? Sempre trabalhou na área de
- 9:28destino, cultura também. EE eu acho que isso é quando
- 9:33você vivencia, é desde pequeno, dentro da tua família, você
- 9:37acaba é de uma forma indireta, se envolvendo, né, com com com
- 9:44com isso, né, com a com essa área, com o setor, então durante
- 9:48a graduação. Como a Videira sempre, por isso,
- 9:51proporcionou é estar perto de agro indústrias, né?
- 9:54É? E a área de agricultura?
- 9:56Isso em cultura, eram áreas que eu sempre trazia.
- 9:59É pra dentro da faculdade, porque naquela época a gente
- 10:04tinha um período. É é menor, é que a gente podia
- 10:09fazer os estágios extracurriculares.
- 10:11Naquela época não era tão é, não era era.
- 10:16Não era tão burocrático, é, digamos assim.
- 10:19E aí é férias de férias de início de ano, que era um pouco
- 10:23maior, férias mais curtas, de de de metade do do ano, hã, eu
- 10:27tentava. Conversar com o pessoal EE
- 10:30agendar é os meus estágios, então todo ano eu estava ou EEA.
- 10:35Gente estava ou em Granja é de aves ou de suínos e aí eu fui me
- 10:39envolvendo ao longo ao longo do é.
- 10:42Desse período e aí, claro, né? É, teve sim a participação.
- 10:46Acho que da família pra eu poder ingressar, né?
- 10:49Na Na faculdade de veterinária e também por estar aqui nessa
- 10:54região, sempre ter visto meus pais, meus tios, se envolvendo
- 10:58nisso. Então, com ser tenho certeza que
- 11:00que isso também me ajudou. É nessa minha escolha.
- 11:03Muito legal pra mim é uma satisfação por ter sido colega
- 11:07do teu pai e do teu tio também. EE conhecer toda a família EE
- 11:13isso eu acho que é um é um. É um fato importante, né?
- 11:16É Mônica está todos que nos escutam aqui, essa esse exemplo,
- 11:20né, que se passa para os filhos ou se ou que se passa para a
- 11:23família de coisas boas e certas que estão sendo feitas, que e
- 11:27que acabam, é sendo fundamentais na decisão e do uma Futura
- 11:31profissional. Mas quando tu fala aqui agora as
- 11:34questões que eu anotei, né? Eu gostaria que tu deixasse
- 11:37claro para quem não, não é especificamente da área.
- 11:41É Oo, que que é um sanitarista, né?
- 11:45Quando tu falas que tu é tu tu, tu é da?
- 11:47Da regional à regional b, Papanduva.
- 11:49Videira, nós estamos falando em quantas matrizes né?
- 11:53Ou enquanto, qual que é o abate, né?
- 11:56É tudo o que tá na tua mão, né? Quantos animais estão na tua mão
- 12:00e antes que tu responda? O que eu anotei aqui, que eu
- 12:03acho que foi muito bom tu já começar a se eu anotei 3 coisas
- 12:07muito importantes, né? A respeito do obter,
- 12:10independente de ser veterinário, independente da da da qual foram
- 12:13a posição do veterinário, né? A primeira coisa que tu falou
- 12:18que tudo acompanhava, outro era responsável por aulas práticas,
- 12:22né? Então da gente se interessar
- 12:24pela prática e interessar ensinar, né?
- 12:27Então a gente tem essa essa possibilidade.
- 12:30Durante a graduação, a graduação, de repassar
- 12:33ensinamentos às vezes pouco pouca coisa.
- 12:36A gente sabe no começo de carreira, mas pode repassar,
- 12:39então, a primeira coisa que puxa falou, eu achei importante isso.
- 12:42A segunda questão que tu foi para fora para perder a falar,
- 12:46né? E acredito que agora tu vai ter
- 12:48que dobrar a língua de novo para um espanhol, né?
- 12:52EEE são coisas importantes, né, que que?
- 12:55Eu fiz durante a tua graduação. A conformação e a terceira coisa
- 12:59a mobilidade, né? Água para papa do Galvão para
- 13:03para é para qualquer é, é local que AA disponibilidade pela
- 13:07mobilidade. E que ter trouxe e que que.
- 13:10Que, que trouxe, aonde é que está, né?
- 13:12Então eu gostaria que tu explica-se assim, porque às
- 13:14vezes nós, veterinários, falou, não, ele é sanitarista, mas para
- 13:17quem não é do do João pra entender, né?
- 13:19Exatamente o que que a gente tá falando?
- 13:22Sem dúvidas é Guilherme. Assim é.
- 13:24Eu acho que muito e eu fui assim muito, muito privilegiada nessa
- 13:29questão. É familiar EAA.
- 13:33Talvez a escolha né, pra, pra, pra área da veterinária, porque
- 13:37eu lembro, é eu sempre tive 11 primo que também fazia
- 13:41veterinária na época e a gente morou juntos, né?
- 13:44Então ele já estava da metade em diante.
- 13:46Para da graduação e quando eu passei o acabei indo morar com
- 13:50ele. E ele assim foi AA pessoa que
- 13:54impulsionou talvez tudo, tudo isso que eu passei durante a
- 13:57faculdade, né? Mas que não sejam primo, mas que
- 14:00que tenham pessoas que te impulsionou, que te mostrem
- 14:03alguns caminhos. Eu acho que é.
- 14:05É nessas pessoas que a gente tem que é enganchar EE seguindo, né?
- 14:09Ou pelo menos assim ter alguém que tu espelho porque é a
- 14:14faculdade, você não entra lá, você não sabe nada.
- 14:17Você mal sabe se você quer veterinário ou não, né aquela
- 14:21aquela profissão que você está escolhendo, então isso assim
- 14:24favoreceu muito o meu caminho, porque.
- 14:27Além das aulas que eu fazia, esse meu primo também era.
- 14:31É também trabalhava com o professor nas aulas práticas e
- 14:36ele pediu se eu queria iniciar, então, desde o primeiro semestre
- 14:40eu já comecei a conhecer um pouquinho do setor.
- 14:43Como ele trabalhava, é o que se fazia lá e eu lembro, a gente
- 14:47tinha pouquíssimos animais pra mim, assim fazer 111 castração
- 14:52cirúrgica era o ápice para mim, era aquilo, era extraordinário,
- 14:57então era muito diferente e a gente se envolvia, então aí eu
- 15:01aceitei o desafio. E comecei a acompanhar, então
- 15:04eram 2 vezes por semana que a gente acompanhava as aulas
- 15:08práticas. E também acompanhava EE não
- 15:12sabia inicialmente como fazer, né?
- 15:14A gente aprendendo com o pessoal das aulas práticas de de
- 15:18períodos. É é posteriores, né?
- 15:21Os alunos mais experientes que a gente tinha lá, então isso eu
- 15:26tenho certeza que é, foi assim o meu guia para eu ter certeza da
- 15:31minha escolha, né? Da escolha é de, é posterior.
- 15:35Bom, eu vou finalizar, eu vou pra área de produção, não vou
- 15:37será que é isso que eu quero? Será que não?
- 15:39Não é porque a gente tem que provar, é é igual a alimentação
- 15:43é igual comida, né? Você tem que provar para saber
- 15:45se você te apetece. Não te apetece, então isso.
- 15:49É o saber, o saber, o que a gente não quer também é
- 15:52importante. Né?
- 15:53Exatamente exatamente então isso eu eu provava muito, eu ia pro
- 15:57setor de aves, de suínos, ia me envolvendo, porque as as é
- 16:01desculpa, a veterinária, a gente sabe que é.
- 16:05É uma gama gigantesca e é muito, muito difícil da gente saber
- 16:09aquilo que Oo que cada área pode te proporcionar.
- 16:13E não é dentro da faculdade, não é dentro da graduação que a
- 16:17gente vai aprender isso infelizmente, né, a gente não
- 16:20consegue aprender tudo isso, mas.
- 16:23É, eu acho que colocando a mão na massa, olhando e sentindo, a
- 16:27gente vai com certeza, ter um pouco mais de segurança, né, nas
- 16:31escolhas futuras. Aí, então acho que é esse
- 16:34envolvimento que eu tive. Foi sim, uma, foi, foi
- 16:37decisório, aí No No caminho da é no meu caminho profissional, né
- 16:41Guilherme, e aí? É outra escolha que eu tive que
- 16:46fazer, então eu já tinha proposta para fazer o mestrado.
- 16:49EE aí veio a grande dúvida, será que eu já vou pro mestrado ou se
- 16:54eu opto por é por uma língua estrangeira, né?
- 16:59EE aí foi isso que eu escolhi é hoje.
- 17:02Talvez eu me arrependo de não ter ficado um tempo maior é, e
- 17:07aí eu eu fiquei só 6 meses, mas já já já foi assim, uma grande
- 17:11experiência pra mim foi uma evolução da língua, eu já sabia
- 17:15o começo, né? Assim como tudo já tinha feito,
- 17:17escolas particulares de inglês, mas.
- 17:19É para minha evolução os 6 meses que eu permaneci lá.
- 17:23É entendendo e vivenciando essa cultura de fora.
- 17:27Foi foi assim muito importante para mim.
- 17:30E aí eu voltei. E já fui pro mestrado, né?
- 17:33Então, assim, no mestrado já me ajudou muito.
- 17:35Eu não precisei fazer a prova de proficiência também.
- 17:38Eu só entreguei o certificado. Então naquela época isso também
- 17:41fui, fui favorecida, né? Ou não, não precisei fazer a
- 17:44prova é, e aí, claro, depois dentro, assim do do campo
- 17:51profissional é, eu lembro que na época o Rafael falava, né?
- 17:55Bom Mônica, a gente vai ter que se dar as mãos aqui porque o
- 17:58Rafael ficou por muito tempo, né?
- 18:00Por 4 anos morando nos Estados Unidos e quando eu cheguei aqui
- 18:03era o Rafael, o Mário também falava, né, e eu então, e aí,
- 18:08depois eu tenho até uma história, né, que?
- 18:11Que eu fui envolvida justamente nesse fato, né?
- 18:14Eu, eu. Quando eu estava na regional, lá
- 18:15de Papanduva é, eu acabei me envolvendo com o pessoal é que
- 18:19veio montar uma politizadora e essa politizadora era chinesa.
- 18:24E eles ficaram lá por 3 meses e não tinha ninguém para se
- 18:29comunicar com eles, então Era Eu, acabei sendo a ponte entre
- 18:33os chineses que falavam inglês com sotaque absurdo.
- 18:38Eu morei no Canadá, inclusive com uma pessoa que era filipina,
- 18:42mas o sotaque para quem conhece o sotaque asiático é
- 18:45extremamente complicado. E aí eu eu passei meus
- 18:49perrengues lá, mas foi uma história assim que foi um
- 18:53divisor de águas também pra mim, porque é respondendo a tua
- 18:56terceira pergunta, Guilherme, é dentro da nossa rotina?
- 19:01Da master é e como sanitarista, né?
- 19:04Atender em torno aí quase de 40000 matrizes, desde o sítio um
- 19:09até hoje. Oo processamento que a gente
- 19:13tem, né? A marca solita é, a gente teve
- 19:16também que aumentar um pouquinho, agregar pessoas na
- 19:19área de sanidade, né? Então, hoje é a área de
- 19:22sanidade, contempla 2 pessoas. Eu e o Edgar baroncelli e a
- 19:27gente faz algumas divisões nesse trabalho, né?
- 19:30Então, justamente pela vinda da indústria é, a gente teve que
- 19:34que dividir, né? Um trabalho mais operacional de
- 19:38campo, que faz a conexão, meu contato, contato com o pessoal
- 19:42de Campos veterinários é, é, desde as granjas, né, das
- 19:45unidades próprias até. AOOO campo a terminação que o
- 19:52Edgar faz essa ponte e aí a parte um pouco mais estratégica
- 19:56da área de sanidade, é que também engloba aqui na master
- 20:00biosseguridade e bem-estar animal.
- 20:03A gente divide, né? Então a parte mais estratégica
- 20:07fica comigo. É acompanhamento de monitorias,
- 20:10indicadores da indústria, é atendimento de fornecedores, é,
- 20:16é programas de e protocolos. É da área de sanidade.
- 20:22Então, tudo isso que envolve. A tudo isso que envolve campo EE
- 20:28gestão de indicadores, a gente faz essa separação, mas sempre
- 20:33há um envolvimento é do do corporativo, que que são apenas
- 20:385 pessoas. Então para nós, assim é muito
- 20:40fácil a gente decidir alguma coisa, porque a gente senta com
- 20:43nutricionista, com o gestor do das unidades próprias e
- 20:47produção. A gente senta com o gestor, é
- 20:50das parcerias. EEA gente consegue é olhar as
- 20:55nossas demandas, os nossos problemas, alinhar de uma forma
- 20:58muito, muito simples e fácil, né?
- 21:00Então. É.
- 21:02É mais ou menos assim que que que a gente trabalha na área de
- 21:06sanidade. O traduzindo 40000 matrizes.
- 21:09Nós estamos falando aí de 1000000 de animais por ano, mais
- 21:12ou menos. Isso mesmo, Guilherme, a gente
- 21:15está. Na tua caneta, 1000000 de
- 21:17animais, aí a. Isso aí, exatamente.
- 21:21São números bastante significativos e eu acho que
- 21:24quando tu tu fala aí dessa, desse envolvimento e também a
- 21:29decisão, né? E a responsabilidade de de de
- 21:33uma decisão pro? Para financeiramente ou ou
- 21:37socialmente e ambientalmente, né?
- 21:39Para para todas as pessoas que empatou.
- 21:42Hoje, hoje são para a qual que é o número de integrados ou
- 21:46quantas famílias estão envolvidas nesses 40000 fêmeas?
- 21:49Nesse 1000000 de animais produzidos por ano?
- 21:52AA nossa parceria hoje, Guilherme, ela.
- 21:55Ela passa de 320. É produtores, né?
- 22:01Esse eu é. Me atualizei aí. 300, 320
- 22:04produtores, se se não me falha a memória, então eu o envolvimento
- 22:10de. Certo, aí com eles de uma de uma
- 22:12forma bastante intensa, né? Vezes te perguntado, eu eu
- 22:16depois, eu gostaria que tu explicasse um pouco das dessas
- 22:19palavras que tu falou, mas deixa eu te perguntar, é, é 2000 e
- 22:25quanto entrou? 2009.
- 22:27Tu ou quando tu assumiu a posição é de sanitarista.
- 22:31É, teve alguma expansão que participou de algum desenho de
- 22:34grande algum? Algum, algum projeto desses ou
- 22:39ou ou não, chegou a pegar. Não é a gente, não.
- 22:42Assim, a gente pegou o projeto aqui da indústria, então eu eu
- 22:45fui. É é assim, expansão.
- 22:48Eu peguei andando, né? Mas eu fui a primeira
- 22:51veterinária mulher na extensão, lá em Papanduva na época.
- 22:55Então assim a gente enfrentou alguns preconceitos, né?
- 22:58Porque o pessoal não tinha também muita cultura da produção
- 23:01de suínos lá, mas expansão mesmo e acompanhamento desde 2009 é
- 23:07desculpa 2019 2019 aqui com a nossa indústria.
- 23:11Então, esse aprendizado com gerente, gerenciar indicadores
- 23:16de de de produção, a gente acompanhou, né?
- 23:19Então aqui. Mas eu eu chamaria atenção
- 23:22assim, pro olhando pro dia a dia do sanitarista, né?
- 23:26Sim, AA. Olhando desde da da da
- 23:28implantação, por exemplo, desses temas aí n. 19, que trata de
- 23:33localização de Granja de de vizinhanças.
- 23:37Sim, né? Todo toda essa questão
- 23:38importante, né? Que tá na mão não só de quem
- 23:42decide, quem tem a ideia da da da expansão, mas aonde localizar
- 23:47as questões de biosseguridade. Envolvimento que tem com órgãos
- 23:51estaduais, é. Oficiais, né?
- 23:53E oficiais? E aí sim, a implantação da da
- 23:57grande. EE aí quando tu fala dessas
- 24:00responsabilidades, é se tu puder explicar, bom é Oo citarista,
- 24:06não é 111 tomador de decisão, de de medicar animais mais AA.
- 24:12Última questão que o sanitarista quer para estar com uma
- 24:15enfermidade, né? É exatamente eu, eu.
- 24:17Eu gostaria que tu falasse nessas questões de preventivas
- 24:20que falo tudo isto, tu chamou a atenção da biosseguridade?
- 24:24Se puder dar uma pincelada também nas monitorias, que falou
- 24:28da da indústria, né? Então, assim, o que, o que chega
- 24:32a segunda se tu chega segunda-feira, eu o teus dias
- 24:35não são iguais, né? Com certeza.
- 24:37Mas dentro de uma semana, o. A gente tá falando do dia, do
- 24:41dia, do do sanitarista. Mas o que que seria um os o os
- 24:47pontos não negociáveis aí da tua rotina, né, da tua assistência
- 24:50ao pessoal? Então, Guilherme, assim é.
- 24:55Dentro da da do nosso dia a dia, né?
- 24:58Como, como diz sanitarista, a gente é o que mais a gente tem
- 25:02que prezar é é pela prevenção, porque a gente pensa que tudo o
- 25:08que vem fora, que desvia, né, daquilo uma, qualquer doença que
- 25:12que desvie e durante a tua rotina Ela Foi.
- 25:16Ela teve um motivo ou teve alguma falha durante é durante
- 25:20Oo caminho, né? E área de sanidade, ela, ela
- 25:25foca muito Na Na biosseguridade, então é um trabalho constante
- 25:30que nós temos que fazer, né? Com a equipe técnica,
- 25:32principalmente quando a gente sai para uma visita.
- 25:34De de a gente ter um pouco esse olhar na biosseguridade ou
- 25:38aquilo que a gente pode impactar no dia a dia do produtor, para
- 25:42que a gente possa prevenir que a gente não precise estar lá
- 25:45amanhã por um problema em ter e com problema respiratório, né?
- 25:48Então isso também é faz parte do nosso trabalho como como
- 25:53sanitaristas. É porque é, é claro, AA rotina
- 25:57do do extensionista. É um pouco diferente, ele está,
- 26:01ela está voltada muito mais ao desempenho do lote a evitar
- 26:05doenças, mas ao mesmo tempo é é, a gente acaba entrando na rotina
- 26:10e deixando de ter esse olhar. Né?
- 26:12Da da prevenção. Então, esse assim, é um dos
- 26:14pontos que nós, na área de sanidade, e o Edgar,
- 26:17principalmente quando faz esse link, é da operação, né?
- 26:22Assistência técnica e sanidade é a gente precisa sempre estar é
- 26:27olhando para esses pontos, né? A gente no passado é na unidade
- 26:33de Papanduva. A gente, a master já foi, É Ela,
- 26:38e ela já foi multiplicadora, né? De de leitos, então a gente
- 26:42passou por um período que a regional praticamente is 4050
- 26:47por cento da produção que a gente tinha lá, era um granjas
- 26:49grsc, então as granjas de RS. Você que são as granjas
- 26:53certificadas, né? Pra são reprodutoras
- 26:56certificadas, a gente tem que ter um olhar muito mais voltado
- 27:00para essa questão de biosseguridade, né?
- 27:02A gente segue um checklist porque existe um envolvimento
- 27:05muito grande dos órgãos oficiais, né?
- 27:07Principalmente cidasc Ministério é que fazem o acompanhamento da
- 27:12saúde desses plantéis, até porque essa reprodutora, mais
- 27:16cedo ou mais tarde, ela não vai mais estar no nosso plantel.
- 27:18Ela vai estar em outro plantel, em outros, em outras empresas,
- 27:22em outros lugares, né? Então é olhando por esse ponto
- 27:25de vista, é. É assim, é um dos pontos mais
- 27:30importantes hoje, seja, sejam granjas grsc ou não, a gente ter
- 27:35esse olhar para a biosseguridade, né?
- 27:37Fazer. Se você não tem, mas buscar um
- 27:40cheque list que faça com que você consiga olhar esses pontos,
- 27:44né? É que são não negociáveis, que
- 27:47você precisa trabalhar no dia a dia, porque você sabe que se
- 27:50você não controlar aqueles pontos de biosseguridade, você
- 27:52pode ter impactos. É Na Na saúde dos animais de uma
- 27:57forma muito mais intensa. Aí, claro, a gente acaba
- 28:01agregando o custo em tudo isso, né?
- 28:03Porque você precisa lançar mão. É de medicamentos para poder
- 28:07controlar, é aquelas doenças e também minimizar o impacto no
- 28:11desempenho zootécnico, né? Então esse olhar a gente tem que
- 28:15tem que ter para que a gente é, melhore a biosseguridade, não
- 28:19tenha um impacto tão tão forte no custo, é do animal produzido,
- 28:24né? Então hoje a gente sabe aí da
- 28:26importância do custo de de de produção de um animal,
- 28:29principalmente se falando aí 7080 por cento do custo do
- 28:33animal é nutrição, então a gente precisa estar muito atento nessa
- 28:37questão aí, né, Guilherme? Interessante, o.
- 28:43Tu tu. Tu tava comentando das questões
- 28:45de de de doenças EE controles. É na semana passada, é a gente.
- 28:52A gente teve num Congresso aqui em Porto Alegre, né?
- 28:56No sensui EE teve uma palestra 20 anos de circo, virose no
- 29:01Brasil enquanto tava falando da de de doenças, eu lembro que no
- 29:06começo das 5 velozes a gente não sabia o que que era, né?
- 29:09Então a gente não. A gente estava tateando e
- 29:13tentando descobrir porque não era uma doença.
- 29:16A gente achava que era que era um outras doenças, até ter a
- 29:20certeza é, eu gostaria que tu falasse, se tu teve Oo que tu
- 29:24teve de um desafio assim. Que te que ter, tirou o sono?
- 29:31O que, com um pouco mais de de de de.
- 29:35De força aí, não esse. É a gente, Oo nosso Oo desafio
- 29:40só muda de lugar aqui, né? Eu digo de uma maneira geral, no
- 29:44campo os desafios é na minha, na minha visão.
- 29:49Guilherme assim, se a gente não buscar estabilizar realmente
- 29:54essa questão dos pontos, é pontos de madec que foi falado
- 29:59lá também. A gente não não colocar isso
- 30:02realmente no radar em prática, de verdade, não achar que isso é
- 30:05besteira. A gente vai enfrentar cada vez
- 30:08mais desafio, isso é inevitável, uma é 11 dos motivos é pela
- 30:12escala. Pelo volume de produção, né?
- 30:16Que que se vê na nas agro indústrias?
- 30:18Então a gente ao mesmo tempo que a gente sabe que tem que
- 30:23evoluir, escala em volume, a gente tem que ter.
- 30:25O olhar é pro pros. Elementos básicos a gente não
- 30:29pode andar mais na velocidade de escala e não conseguir
- 30:34acompanhar na mesma velocidade nos pontos básicos, né?
- 30:37Então a gente passou sim. Guilherme, eu eu me lembro
- 30:41assim, tão 2006, eu. Eu estava saindo da graduação,
- 30:44já ouvia falar, né, no circo vírus, né, EE, claro, quando eu
- 30:48entrei na master, que a gente passou por alguns eventos, mas
- 30:51aí já tinha vacina, já tinham as vacinas comerciais já.
- 30:53Então, já tinha uma estabilidade muito maior para ser co vírus,
- 30:57né? E aí, depois vieram outros.
- 30:59EE não novos, não novas doenças, né?
- 31:03É patógenos que convivem com conosco aí no dia a dia é como a
- 31:09Salmonella, como a influenza, como muitos patógenos
- 31:14secundários que eu nem vou perder muito tempo aqui, mas eu
- 31:17lembro de um evento em 2015. Para quem conheceu as a Granja
- 31:21São Roque aqui que a humanidade, nossa, uma das maiores unidades
- 31:24nossas, com aproximadamente aí é 10000 matrizes.
- 31:29Na época, tinha umas 12000 matrizes.
- 31:31A gente começou a ter muito problema respiratório, muito
- 31:36problema respiratório. EE eventual problema entérico e
- 31:41aí a gente começou AA fazer uma monitoria, avaliar os animais,
- 31:46coletar material, é e a gente fez um primeiro tratamento pra
- 31:51pra parte respiratória. Mas a gente via que fazia os
- 31:56protocolos terapêuticos e a gente não tinha resposta.
- 31:58A gente não tinha sucesso, a mortalidade aumentava, mas era
- 32:01uma mortalidade que saía muito fora do da nossa média.
- 32:06Hã? E aí a gente definiu, é fazer
- 32:0911111 intensivo na Granja São Roque.
- 32:13Eu lembro que nós fomos em várias pessoas.
- 32:16É, e aí nós começamos AA necropsia, muitos animais porque
- 32:21só pela sintomatologia e pelo tratamento que a gente estava
- 32:24utilizando, não, não estava adiantando e eu lembro que nesse
- 32:27dia a gente abriu mais de 30 animais, eram muitos animais e
- 32:32aí é nesse momento com que a gente foi com mais calma que a
- 32:35gente a olhava muito os pulmões EE nem nem todos os pulmões
- 32:41representavam um problema respiratório.
- 32:44A gente começou a avaliar melhor o sistema digestório, né?
- 32:47Principalmente os intestinos. E aí quando a gente começou a
- 32:51abrir os intestinos e a gente começou a ver, é desde lesões
- 32:55mais aguda de lesões crônicas típicas de Salmonella, né?
- 32:59A gente via animais aí com os terás de botão, que eu só via
- 33:02visto nas aulas de de sanidade do Davi Barcelos e nunca havia
- 33:07me deparado, né? Com o nível de lesão, é da
- 33:11daquele tipo e aí a gente coletou material, mandou para
- 33:15para laboratório, para confirmar e realmente a gente teve muita
- 33:18dificuldade, porque. Eu lembro que mesmo fazendo o
- 33:22tratamento direcionado para salmonela com com princípios
- 33:25ativos, né? Com antimicrobianos é melhores,
- 33:28a gente não tinha muita resposta a viajar muita, muito problema
- 33:32com resistência, né, antimicrobiana e até por saber
- 33:36que ela não responde muito bem. Enfim.
- 33:38Então assim foi 11 dos problemas maiores.
- 33:41A gente passou, é umas 10 ou 12 semanas de instabilidade de
- 33:45mortalidade alta é na creche e a gente também tinha.
- 33:50É nas primeiras 2 semanas de terminação no alojamento desses
- 33:53animais, a gente tinha mais, aí um ou 2 pontos percentuais acima
- 33:56da nossa média de mortalidade de terminação.
- 33:59Então esse sim foi uma. Foi um momento que bem difícil
- 34:03aqui na master, porque a gente tentou fazer de tudo e eu lembro
- 34:07que foi o momento da gente. Olhou, é para muitas coisas
- 34:12internas e o nosso melhor, a nossa melhor resposta pro pro
- 34:18pro tratamento da Salmonella foi o vazio sanitário naquela época.
- 34:22Para quem conhece la Granja São Roque de novo, a gente tem 7
- 34:25galpões e a gente não conseguia. É tudo fluxo contínuo, então a
- 34:30gente não consegue fazer todos dentro, todos fora.
- 34:33Lá a gente não consegue fazer limpeza e desinfecção.
- 34:36É é sem todos os animais e o momento que a gente teve que
- 34:40abrir mão foi maio, junho, entrada de inverno e a gente
- 34:44teve que. É alojar granjas de terminação
- 34:48com animais de 8 9 kg para poder fazer o vazio dentro das nossas
- 34:53instalações e poder estabilizar aquela mortalidade.
- 34:56Então foi entrando nos galpões, fazendo o vazio sanitário
- 34:59lavando, abrindo canaleta, tudo o que a gente podia a gente
- 35:03fazia é 2 lavações, 2 infecções, o melhor desinfetante que a
- 35:09gente com uma maior concentração, pra gente poder
- 35:12minimizar. A pressão de infecção e depois
- 35:14disso, depois dessas 1012 semanas até hoje, até 2023, a
- 35:20gente nunca mais teve. Caso clínico ou mortalidades
- 35:24acima do da da nossa média por por Salmonella, né?
- 35:28Pelo pelo agente Salmonella. Muito legal, muito legal ouvir
- 35:32isso. EE também o.
- 35:36Que eu chamo atenção aqui que tu comentou aí de de fazer 30
- 35:39necrópsia EE quando está No No meu primeiro falou é ter o
- 35:44domínio dos números, né? Fale 12 no 12 por cento acima.
- 35:48Abaixo é ter esse domínio, essa segurança do que que é normal,
- 35:53né? Ou do que que é 11 normalidade
- 35:55de produção, o que que é aceitável, né?
- 35:57E a outra questão que eu acho interessante na tua fala é dito
- 36:01ter, acertar a certeza não dito e é sem sem direcionamento para
- 36:07fazer a necrópsia. Porque muitas vezes tem a
- 36:10pressão do, do, do funcionário. Tem a pressão do, do, da área,
- 36:15da técnica, do veterinário ou a pressão do próprio produtor, né?
- 36:20Isso aqui é respiratório, isso aqui a gente tem que ver.
- 36:23Então a isenção de fazer uma necrópsia bem feita, né?
- 36:27E hoje a gente tem, esse é, que bom que a gente tem isso, mas
- 36:31denovo, eu talvez eu lembre a tua fala, Pri primeira lá, né?
- 36:36De de ajudar as pessoas, ajudar os alunos e sem dúvida.
- 36:41Não, não precisa ser sanitarista, né?
- 36:43Mas todo o veterinário tem que saber é fazer esse tipo de
- 36:47abordagem clínica, tanto no animal vivo quanto.
- 36:51Numa eventual necrópsia, né? No No diagnóstico.
- 36:55Muito legal e também ver essas questões que tu fala do básico,
- 36:59né? Do do dos pontos de madec,
- 37:01colocou na prática aí, né? Do vazio sanitário, a limpeza ou
- 37:06ou tirar o pé, né? De uma de uma produção para
- 37:08poder ter 11 estabilidade na produção.
- 37:14EE quando tu fala também dessa dessas questões aí de tentarem
- 37:19fazer 30 necrópsia, um. 1 o volume bastante grande, mesmo
- 37:23numa Granja, 10000 matrizes, né? Mas quando tu fala nessa questão
- 37:28como, como que é feita a atualização técnica da Mônica
- 37:32sanitarista responsável? Mas também como que é feita a
- 37:35atualização técnica de um sistema que tem eu, eu não te
- 37:39perguntei, mas que tem OOO número aí de de de veterinária?
- 37:43Sou de técnicos que dão o suporte amplo, né?
- 37:46Como que é feita essa atualização?
- 37:49É do grupo. É entre nós, gestores.
- 37:54Guilherme, a gente sempre busca, né?
- 37:56A gente tem assim é a master. Ela proporciona uma autonomia e
- 38:01muita Liberdade nessa nessa questão é de qualificação, de
- 38:05atualização. Então, se a gente entre nós
- 38:08mesmos, né? Se um gestor é, tem um evento
- 38:13fora do Brasil que tem interesse, ou mesmo dentro do
- 38:16Brasil, ou seja, um dia ou 2 dias isso a gente tem autonomia.
- 38:20A gente conversa aqui com com o pessoal e a gente através disso
- 38:24a gente consegue fazer as nossas atualizações e claro, né,
- 38:27Guilherme, assim é, é, eu também tenho.
- 38:30É uma prática que, dentro da da empresa que a gente também tem
- 38:35um período dentro do nosso, da nossa rotina, que a gente busca,
- 38:39é a nossa própria atualização através de artigos, né?
- 38:43A gente tenta se envolver com com autoridades, com
- 38:46professores, então a gente tem esse envolvimento justamente
- 38:49pelo pelo campo, ser muito dinâmico a gente ter esse essa
- 38:51rede de Contatos, né, que para nós, assim, é muito importante
- 38:54também. E basta.
- 38:57Que complexo a gente sabe quando a gente tem 11, número de é de
- 39:02funcionários grandes, né? Principalmente quando engloba.
- 39:05E cite um também. A gente tenta sempre
- 39:08proporcionar e promover. É anualmente.
- 39:12É, principalmente quando se fala em assunto de atualização de
- 39:16necrópsia. A gente faz uma vez no ano com
- 39:19todas as equipes, mesmo que a gente tenha que equipes com
- 39:23funcionários, técnicos e veterinários com mais de 5 anos,
- 39:27com mais de 10 anos. E tem também a os funcionários
- 39:31que que são mais recentes, então a gente não deixa de.
- 39:34Se entrou hoje um veterinário novo no campo.
- 39:36A gente organiza, é pra fazer essa reciclagem, né?
- 39:40Então, como você comentou pra nós, ponto principal reciclagem
- 39:44de necropsia todos os anos é obrigatório, né?
- 39:47Pra pra as equipes técnicas, porque realmente é independente
- 39:52da maneira com que você abra um animal que você pratique a
- 39:56necrópsia Oo mais importante é que você abra o animal.
- 40:01Não adianta a gente chegar na Granja, olhar que que aquela
- 40:05Granja tem é sintomatologia nervosa, tem sintomatologia
- 40:09respiratória ou entérica e a gente simplesmente a gente não
- 40:12tem bola de Cristal, né? Então eu costumo falar para
- 40:14eles, mas vocês já abre, abriram os animais, vocês coletaram o
- 40:17material. Não adianta vocês trazer
- 40:19informação que tem tosse, que tem diarreia.
- 40:21A gente precisa, acima de tudo, ver o que tem, o que a gente
- 40:24encontra de lesão, porque eu falo diante de vários desafios
- 40:29que a gente tem hoje dizer que é.
- 40:32Que o principal problema é uma batedeira, que é uma é, é uma
- 40:36tosse, é uma diarreia. A gente não sabe.
- 40:38A gente precisa olhar as lesões, porque hoje a gente tem vários
- 40:42agentes envolvidos. A gente tem que cuidar um
- 40:44pouquinho com isso e ainda mais alguns agentes virais praticando
- 40:48lesões idênticas, agentes bacterianos.
- 40:51Então, é se a gente fica na dúvida.
- 40:53Quando a gente abre um animal, né?
- 40:55Imagina quando a gente não abre um animal?
- 40:57Então essas atualizações se enviem parte da área de
- 41:00sanidade, né, mas quando é, estão é ligados, né?
- 41:05Algum treinamento ligado a área da vida, da sanidade, a gente
- 41:08proporciona, como por exemplo, a cada 6 meses.
- 41:11Também a atualização e reciclagem, como os vacinadores,
- 41:15né? Que a gente é aprendeu ao longo
- 41:18do tempo, que que a gente não pode esquecer do vacinador, um
- 41:22vacinador, ele faz um grande papel dentro da das nossas
- 41:26propriedades. EE se a gente não acompanhar,
- 41:29não monitorar e não é enxergar o que eles estão fazendo ou
- 41:33entender as dificuldades deles, a gente vai ter um reflexo, mais
- 41:36cedo ou mais tarde em alguma doença dentro do nosso sistema
- 41:39produtivo, então a gente precisa sempre estar acompanhando, está
- 41:43reciclando e auxiliando eles nessas nessa, nesses nesses
- 41:47treinamentos, né? Nesse sentido, o.
- 41:50Objetivamente, o que que é Oo esse acompanhar OOO vacinador.
- 41:56Há esse acompanhamento. Guilherme até é.
- 41:59A gente tem vários. As empresas fornecedoras de
- 42:02biológicos e elas te proporcionam um cheque list?
- 42:04Esse checklist é realizado tem 10 1520 pontos, né?
- 42:09É os principais, digamos assim, a gente faz o cheque, a aplica o
- 42:12cheque, liste no. No vacinador, na prática, a
- 42:15gente faz 111 conversa teórica ali de 20 e 30 minutos e aí vai
- 42:20pra prática, executa primeiramente, enxerga o que ele
- 42:23está fazendo, ele faz da forma que ele sabe.
- 42:26E aí, depois aplica no checklist e aí identifica os pontos de é
- 42:31de revisão, né? Que precisam ser revisados.
- 42:33Importante, eu, eu pergunto isso, porque é 11 das, é quando?
- 42:39Quando começaram os trabalhos com vacinadores a campo, uma
- 42:42das. As conversas dos vacinadores era
- 42:46e quantos leitores do vacina por ver por minuto ou por hora?
- 42:51Sim, né? EE, que são coisas que que tem
- 42:54que ser Escada, né? Não, não, não é, quanto mais
- 42:56qualquer qualidade desse produto é qualidade, agulha, qualidade e
- 43:01muitas vezes AS faziam reclamações de produtos.
- 43:05Mas a velha palestra, vacina e vacinação ela sempre é atual.
- 43:11Exatamente, Guilherme aí e você falou assim, o segredo?
- 43:14Acho que o segredo é é olhar para a qualidade.
- 43:17É a gente também tem que. É, tem que tem que demonstrar
- 43:22isso para o vacinador, que a gente não quer velocidade, a
- 43:26gente não quer. Número de leitões vacinador no
- 43:28dia. Se ele tiver que ficar 3 dias
- 43:30vacinando com mais calma, a gente vai ficar, então isso a
- 43:34gente e esse suporte e esse entendimento é é de nós, né?
- 43:39Nós temos que passar esse entendimento para o vacinador,
- 43:41porque eles não têm o conhecimento técnico que a gente
- 43:45tem, né? E qual é realmente o conceito de
- 43:47uma vacina? Por que tem que se fazer uma
- 43:49vacina e de que forma tem que fazer uma vacina e então eles
- 43:52têm que entender o conceito, né? Porque para eles eles estão lá
- 43:56aplicando na prática. E aí tá tudo certo, né?
- 43:59E não é bem assim. A gente tá tá se encaminhando
- 44:02para o final aqui, Mônica, mas eu gostaria de uma breve, um
- 44:07breve comentário teu, do ponto que foi falado.
- 44:10No Congresso, aqui em Porto Alegre, na lá em Porto Alegre,
- 44:14Na Na semana passada. A respeito do impacto emocional
- 44:19sobre as t de sobre AOO funcionário ou sobre o produtor
- 44:23de algumas vacinas, né? De algumas doenças, a gente tá
- 44:26falando de vacina de algumas doenças.
- 44:28É o circo vírus. Quando quando veio, ele
- 44:33aumentou, eu digo assim, o Brasil teve 11 certa vantagem
- 44:38que o circo o vírus começou na maternidade.
- 44:40Que o impacto de de quem precisava fazer os pontos de
- 44:44madec estava dentro das da sua Granja, né?
- 44:47EE depois foi para migrou para para a creche para terminação.
- 44:51Mas a gente teve um impacto bastante grande, né?
- 44:54De mortalidades, hoje a gente tem um impacto bastante grande
- 44:57com com prolapsos, seja quais forem.
- 45:02Aí é que que são cenas é ruim de se ver e também mortalidade de
- 45:08fêmeas. É os Estados Unidos ou a
- 45:12América? A hemisfério norte trabalha com
- 45:15pé de com Pierce, com com doenças mais agressivas, né
- 45:18virais. Mas a gente já per si já viu
- 45:21isso dentro de granjas, o. O impacto de no prejuízo ou
- 45:27impacto de ver animais numa situação ruim.
- 45:31E isso está começando a se falar um pouco mais agora.
- 45:34Eu gostaria que tu der só um comentário a esse respeito aí
- 45:38sobre AA função também do sanitarista e em em.
- 45:43E explicar e falar e deixar essas questões mais claras, né?
- 45:47Tanto para quem produz quanto quem?
- 45:50Quem é responsável por sistemas? É, você tocou num ponto bastante
- 45:54importante, Guilherme. E dentro da nossa gestão, né?
- 45:58Não só como sanitaristas, mas do ponto de vista sanitário, é.
- 46:04Infelizmente, né? As doenças de uma maneira geral,
- 46:07elas têm sempre um impacto muito grande, é tanto no desempenho
- 46:13quanto No No, no custo de produção, né?
- 46:16E como você falou, independente da doença, pode ser.
- 46:20Podem ser os prolapsos. Pode ser.
- 46:23É um problema reprodutivo que que não seja, é de fato, de fato
- 46:29infeccioso. É EE.
- 46:31Eu acho que as AA. Nossa, a nossa função dentro do
- 46:34sistema é a gente tem que ter esse olhar, é, não só.
- 46:40Do do tratamento que a gente vai realizar.
- 46:42E qual medicamento a gente vai escolher?
- 46:45Porque isso envolve custo diretamente, né?
- 46:48EEA gente tem assim, claro, aqui na massa e também foi um grande
- 46:52aprendizado e a gente tem 11 cultura, um pouco introjetada já
- 46:57na nas pessoas, porque a gente olha muito pra essa questão de
- 47:00custo, né? E atualmente muito mais é, mas
- 47:04eu acho que é assim a nossa visão, ela não pode ser, ela tem
- 47:08que ser abrangente, né? A gente não pode olhar só para
- 47:11os animais, para os animais que estão doentes, mas a gente tem
- 47:14que olhar para a empresa como um todo.
- 47:15Afinal, a agente está é, a gente está aqui na empresa para ajudar
- 47:21AA empresa evoluir e a crescer e a ter faturamento, né?
- 47:25É isso que a gente espera. Então AA gente sempre tem que
- 47:29ter o equilíbrio, o equilíbrio entre o custo de produção e o
- 47:33equilíbrio, da onde que a gente, o que que a gente pode gastar
- 47:36para ter esse equilíbrio, né? Às vezes você não precisa, é é
- 47:41escolher o produto mais caro e nem também o mais barato, né?
- 47:45A gente precisa ter esse equilíbrio, mas a visão é de que
- 47:49a gente precisa resolver um problema.
- 47:51Mas quando a gente precisa é ajudar a empresa, por exemplo,
- 47:54como 11 crise, né? Ondas de crise que a gente que a
- 47:57gente é sempre enfrenta. A gente precisa ter esse olhar
- 48:01também no custo. E o que que a gente, o que que
- 48:03eu como sanitarista, posso fazer?
- 48:05No sítio, no sítio 2, no sítio 3, para minimizar o impacto
- 48:09negativo no desempenho, mas, ao mesmo tempo também ajudar a
- 48:12empresa a reduzir. É a reduzir custo, né?
- 48:15Então esse eu acho que é o é o principal ponto aí também.
- 48:18Para viabilizar, é viabilizar a nossa atividade, né, Guilherme?
- 48:23Legal. Já pensou estar no top 1% da
- 48:28Sônia cultura? Acesse academia suina.com.br,
- 48:32invista no seu conhecimento. O sinuca só é possível através
- 48:37do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a educação
- 48:41continuada na sua, na cultura Brasileira.
- 48:43Seva sempre com você. Além da saúde animal, bio deva
- 48:47resiliência por natureza e pra construindo imunidade para um
- 48:52mundo mais saudável. Encerrando aqui.
- 48:55Obrigado por pela tua, por por essa última ponto, para nos
- 49:00fazer pensar, não é? Encerrando aqui um ponto mais
- 49:03leve, Mônica. A Mônica, fora da da da, da
- 49:08sanidade ou alimentando OA alma aí para para poder enfrentar
- 49:14melhor a sanidade, o que o qual que é o teu momento de lazer?
- 49:18Qual que é o teu momento? Mas em aí, mone.
- 49:23É, eu gosto muito pra quem me conhece, né?
- 49:26Guilherme? Meu, meu hobby principal aí eu
- 49:29não sou é amadora e nem devoradora de livros.
- 49:33Eu gosto de ler, mas eu sou amador e devoradora de esportes.
- 49:37Eu acho que é esse esse fora da master, é o meu grande
- 49:42equilíbrio, né? E hoje as pessoas precisam cada
- 49:45vez mais é pensar, é nesse nesse momento de equilíbrio físico
- 49:53mental, né? Separar a vida pessoal da
- 49:55profissional tem um tempinho aí pra pra praticar esportes, ter
- 49:58um momento de. De lazer para pra ler OOO seu
- 50:02bom livro, mas eu gosto muito porque quando eu estou
- 50:06praticando esportes, eu realmente é um momento que eu
- 50:09desligo meu celular é, deixo ele em casa, eu perco ele de vista e
- 50:16esqueço assim é o momento que eu tenho para dissipar as minhas
- 50:19energias. É do dia, né?
- 50:21As as as boas, as ruins e é um momento que eu tenho sim pra pra
- 50:26poder é descansar um pouco, é mentalmente, né?
- 50:30Então eu gosto muito de praticar esportes.
- 50:33Muito legal. Eu também gosto de esportes e
- 50:37ia-se, e agora o pessoal aqui em casa não pergunta mais, mas eles
- 50:41perguntavam, ganhou aqui, ó, tem uma fase que.
- 50:45Que que a gente não ganha mais, a gente ganha com a saúde.
- 50:49Ganhar e perder é o é? OD menos é mais importante aí é
- 50:53ter ter ido ao jogo. Mônica, muito obrigado pela tua
- 50:58e pela tua, pelo teu dia a dia aqui do do sanitarista.
- 51:02E foi. Foi muito legal a nossa conversa
- 51:05e esse avanço aqui eu eu deixo para uma para uma consideração
- 51:10final aqui para uma palavra tua é a respeito aí da do nosso
- 51:14bate-papo. Guilherme é obrigada, eu que
- 51:17agradeço também. É sempre muito bom a gente poder
- 51:20compartilhar, né? Um pouquinho da da nossa
- 51:22experiência é e dizer pra, pra, pra algumas pessoas, né?
- 51:27Que talvez não sejam da área ou que estão iniciando sua vida
- 51:30profissional agora pra pra não terem não ter impresso, não ter
- 51:35impressa de iniciar a vida. Na vida profissional EE querer
- 51:40saber tudo, né? Então acho que esse é o é o
- 51:43grande primeiro passo, saber saber se realmente é aquilo é o
- 51:48caminho que você quer tomar e se espelhar em algumas pessoas.
- 51:52Procurar é entender quando você está numa empresa, né?
- 51:57Entender o sistema, fazer perguntas, é ter o teu teu senso
- 52:02crítico aí um pouco mais acima da da média, porque aquele
- 52:06ditado, né, quem é? Quem tem boca, vai a Roma.
- 52:10Realmente. Hoje eu vejo com mais maturidade
- 52:13e mais experiência que. É nos proporciona, aí é muito
- 52:19mais caminhos, né? EEA gente sempre tem coisa pra
- 52:23aprender. Eu acho que esse é o é o ponto,
- 52:25né? A gente está numa empresa, a
- 52:26gente precisa é se envolver. Perguntar, buscar e sempre
- 52:33sempre, sempre ser é crítico. EE usar a criatividade também
- 52:39quando a gente, quando a gente precisa, né?
- 52:43É Guilherme. Então, assim é, acima de tudo, é
- 52:47não ter pressa, né? A gente ter que buscar aí o
- 52:50conhecimento é se informar, conversar com as pessoas,
- 52:54entender e aí sim, eu acho que o caminho trilha é de uma maneira
- 52:59muito mais suave e muito mais automática.
- 53:02Muito legal com nós, estamos encerrando aqui o nosso
- 53:06programa, nossos filhos. Conhece, né?
- 53:08Entrevistando a Mônica, que nos que é responsável por um sistema
- 53:13de 40000 matrizes, produz é tem na sua mão.
- 53:17Aí aproximadamente 1000000 de animais por ano.
- 53:20E falou da da, do, do dos nãos que a gente tem.
- 53:26Durante a graduação das das escolhas que a gente faz da
- 53:30graduação, ela que nasceu dentro de um sistema de de produção,
- 53:33tem na família. Aí é um histórico de produção,
- 53:36mas foi buscar na parte prática da da universidade, aqui em que
- 53:40ela queria e aquilo que ela não queria fazer.
- 53:43EE teve momentos de dúvida, né? Foi pro exterior.
- 53:46É EE também. Divide aí com com com a equipe
- 53:51as decisões. A gente falou muito sobre a
- 53:54biosseguridade e falando com os com os sanitaristas de
- 53:58carteirinha, a gente falou também do recado de fazer o
- 54:01básico, né? Pra quem não conhece, fica aqui
- 54:05uma dica das 10 das 20 regras de madec, né?
- 54:08o S20 pontos de madeira e é basicamente a gente voltar ao
- 54:12básico EE isso auxilia muito na cidade.
- 54:15Mônica, muito obrigado, obrigado a todos aqui e tenho certeza que
- 54:19vai ser 11 episódio pra gente ouvir e ouvir várias vezes um
- 54:23grande abraço para todos. Um abraço, Guilherme.
- 54:26Até logo.