Latest / SuperToast / Como liderar a transformação com AI
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- 0:00Supertos by Instint. Olá.
- 0:04Eu sou a Maria Inteligente. E eu sou o Manuel génio.
- 0:07Somos inteligências artificiais, parte do super toas tay.
- 0:11Vamos começar com um número que, francamente, devia fazer soar,
- 0:16alarmes em todas as salas de administração 70%. 70%.
- 0:22Exato 7 em cada 10 grandes projetos de transformação,
- 0:25incluindo os que envolvem AEAI. Falham simplesmente não atingem
- 0:29os objetivos. Um paradoxo incrível, não é?
- 0:32Temos esta tecnologia a evoluir a uma velocidade alucinante.
- 0:36E, mesmo assim, a maioria das empresas não consegue
- 0:39implementá-la com sucesso. É verdade, e é por isso que o
- 0:41material que vamos analisar Hoje é tão importante porque ignora e
- 0:45bem o ruído sobre algoritmos e foca-se na questão central.
- 0:53Driving forces, a fonte que temos, não é um manual de
- 0:56programação, é um guia de liderança.
- 0:58O argumento principal é que a barreira ao sucesso com AI
- 1:02pronto raramente é a tecnologia é a psicologia da organização
- 1:06exatamente. O que NOS leva à nossa missão
- 1:09aqui Hoje não vamos discutir se as empresas devem adotar AI essa
- 1:14questão. O mercado já respondeu.
- 1:16Já está mais que respondida. O que?
- 1:17Vamos dissecar é o como? Como é que um líder consegue
- 1:21navegar esta transição? No fundo, o material que temos é
- 1:24um plano de ação para CEOs. CTOSEA nossa tarefa é extrair as
- 1:29estratégias mais práticas e essa.
- 1:31Distinção é tudo porque se o problema é a gestão da mudança,
- 1:34as ferramentas são outras. Não falamos de engenheiros,
- 1:38falamos de comunicação de cultura.
- 1:40O fracasso não está NOS servidores, está NOS corredores.
- 1:44Precisamente está na mente das pessoas.
- 1:46OK, vamos então analisar ISTO em detalhe.
- 1:48A primeira grande ideia que o material sublinha é que temos de
- 1:51parar de ver a resistência à mudança como um problema.
- 1:55E começar a vê-la como um dado. Exato é uma reação humana, é
- 1:59natural. A preocupação de um colaborador
- 2:01com o seu emprego, com a sua relevância.
- 2:04Isso não é irracional, é expectável.
- 2:07O que é fascinante aqui é mesmo essa mudança de perspetiva?
- 2:10O documento argumenta que o maior erro da liderança é tratar
- 2:13a resistência como um obstáculo a ser, Sei Lá, esmagado.
- 2:17Ou contornado. Ou contornado sim, em vez disso,
- 2:20deve ser tratada como a principal variável a gerir o
- 2:24medo, a incerteza. Segundo a fonte, este é o
- 2:27verdadeiro bug do sistema a. Tecnologia funciona a.
- 2:30Tecnologia funciona? É a implementação humana que
- 2:34falha e para resolver esse bug humano, o material propõe uma
- 2:37estrutura muito clara, assenta em 3 pilares.
- 2:40O primeiro soa familiar, mas tem uma nuance importante, liderança
- 2:44visível e comprometida a palavra-chave aqui é visível,
- 2:48certo? E visível, não é só aprovar um
- 2:50orçamento e depois pronto delegar no Departamento de I.
- 2:54T eu estar na linha da frente. Exatamente, a fonte insiste que
- 2:57o líder tem que ser o Evangelista chefe.
- 3:01E isso manifesta-se de 2 formas. Primeiro tem de comunicar o
- 3:04porquê. Í incessantemente.
- 3:06Ou seja, como é que esta aposta em ai serve a missão da empresa?
- 3:11Isso mesmo, como é que NOS vai tornar melhores?
- 3:14Não é? Tecnologia pela tecnologia, é
- 3:16tecnologia ao serviço de um propósito.
- 3:18Essa ideia de líder visível soa bem, mas sejamos realistas.
- 3:23Um CEO tem 1000 prioridades. Não há o risco de ISTO ser visto
- 3:27como. Como teatro, uma encenação.
- 3:31Essa é a questão central e a fonte responde de forma muito
- 3:35direta, ações não apenas palavras e dá um exemplo
- 3:39marcante que é o. Líder deve ser o primeiro
- 3:42utilizador. Imagina o impacto de um CEO que
- 3:44começa uma reunião de Conselho a projetar um dashboard DAIA,
- 3:48explicar as suas decisões com base NOS insights daquela
- 3:51ferramenta é. Inequívoca diz a Toda A Gente.
- 3:55ISTO não é um projeto de IT é a forma como vamos trabalhar e eu
- 3:59sou o primeiro a dar o exemplo. Além disso, a presença física do
- 4:02líder em workshops, isso vale mais que 1000 e-mails.
- 4:06Certo, o exemplo do topo é poderoso, mas e o resto da
- 4:09organização? Imagino que haja muito ceticismo
- 4:12até medo nas equipas. Como é que se lida com isso sem
- 4:15que a iniciativa seja sabotada? Essa é a transição perfeita para
- 4:20o segundo pilar. A gestão proativa da resistência
- 4:24proativa não reativa. Exato.
- 4:27Em vez de apagar fogos, a fonte defende uma estratégia frontal e
- 4:30empática. A primeira ação é ser
- 4:33radicalmente transparente. As pessoas conseguem lidar.
- 4:36Com a mudança, o que as paralisa é a incerteza?
- 4:39Então, a liderança tem de comunicar abertamente como os
- 4:41papéis vão evoluir. Não só os benefícios, mas também
- 4:44isso. Como as funções vão mudar?
- 4:46Mas a transparência sem apoio pode até gerar mais ansiedade.
- 4:50Se um líder diz, o teu trabalho vai mudar a pergunta seguinte é,
- 4:54e o que é que a empresa vai fazer para me ajudar?
- 4:57Precisamente, e é por isso que a transparência tem de vir logo
- 5:00acompanhada de um investimento sério e visível.
- 5:04Em requalificação em appskeling. E não pode ser só um curso
- 5:07online obrigatório de todo. Muito clara, falamos de
- 5:11programas robustos, personalizados, que mostram um
- 5:14compromisso genuíno com o futuro das pessoas dentro da empresa.
- 5:17A Mensagem tem de ser o vosso papel pode mudar, mas nós
- 5:21estamos a investir em vocês. Valorizamos o vosso conhecimento
- 5:24e queremos combiná-lo com novas competências.
- 5:27Exato. Mesmo assim, uma Mensagem vinda
- 5:29do topo pode parecer distante. Como é que se faz a ponte para o
- 5:32dia a dia para o Departamento de Finanças ou de marketing?
- 5:36A fonte aborda isso e a solução é brilhante na sua simplicidade.
- 5:40É a terceira ação deste pilar. Identificar e capacitar
- 5:43Champions internos embaixadores de mudança.
- 5:47Isso em cada equipa, há sempre aquelas pessoas mais curiosas,
- 5:51mais entusiasmadas. A estratégia é identificá-las,
- 5:54dar-lhes formação avançada e transformá-las nesses
- 5:58embaixadores. Eles tornam-se a ponte?
- 6:00Tornam-se a ponte falam a linguagem dos colegas, traduzem
- 6:04o jargão e, mais importante, mostram na prática como aquela
- 6:08ferramenta da I lhes poupou 3 horas de trabalho repetitivo.
- 6:12São a prova viva. Faz tudo sentido, cria-se uma
- 6:15rede de influência de baixo para cima, o que NOS leva ao terceiro
- 6:18pilar. Muitas empresas ficam tão
- 6:21entusiasmadas que tentam fazer tudo ao mesmo tempo.
- 6:23O big Bang tecnológico. Exato, qual é a posição da fonte
- 6:27sobre isso? A fonte alerta que essa é uma
- 6:30das receitas mais seguras para o desastre.
- 6:33O terceiro pilar é o oposto, uma abordagem faseada e baseada em
- 6:38valor. Portanto, nada de big Bang nada.
- 6:42A tentação é enorme. Mas o risco e o custo são
- 6:44gigantes. A estratégia defendida é muito
- 6:48mais inteligente. Começar com quickwins projetos
- 6:51piloto mais pequenos, mais controlado.
- 6:54Exatamente, mas não os pilotos quaisquer têm de ser escolhidos
- 6:58estrategicamente para terem alta visibilidade e entregarem valor
- 7:02tangível depressa. O objetivo não é revolucionar a
- 7:06empresa em 3 meses. O objetivo é criar impulso.
- 7:10É isso mesmo, é como mudar a dieta de alguém.
- 7:13Não se proíbe tudo de uma vez, começa-se com um batido saudável
- 7:16ao pequeno-almoço quando a pessoa se sente com mais
- 7:19energia, o quick Queen fica mais recetivo a outras mudanças.
- 7:24Um sucesso inicial mesmo pequeno, gera credibilidade.
- 7:28Imagino que parte fundamental disto seja medir os resultados
- 7:33constantemente. A fonte usa a expressão medir
- 7:36obsessivamente. Cada piloto tem de ter KPIs
- 7:40claros desde o dia um, o que é o sucesso?
- 7:43Redução de tempo, aumento de qualidade e os dados servem para
- 7:47provar o valor e para aprenderes o.
- 7:49Que funcionou, o que não funcionou.
- 7:50Claro para ajustar a estratégia em pequena escala antes de se
- 7:54investir milhões. Agora olhando para estes 3
- 7:57pilares, liderança visível, gestão de resistência e
- 8:01abordagem faseada. É fácil vê-los como uma lista de
- 8:05tarefas, mas o material sugere que a relação entre eles é mais
- 8:09profunda e. Aqui está o verdadeiro insight
- 8:11estratégico. Não são pilares isolados, é o
- 8:14motor, um ciclo, um ciclo virtuoso.
- 8:16Um ciclo que se autoalimenta a. Liderança visível do pilar, um
- 8:20gera a confiança para se abordar a resistência do pilar 2.
- 8:24OK faz sentido. Por sua vez, gerir bem essa
- 8:27resistência cria um ambiente onde os pilotos do pilar 3 podem
- 8:32ser testados de forma colaborativa.
- 8:34Em vez de serem sabotados. Exato e finalmente os resultados
- 8:37positivos desses quickens são o combustível que alimenta o
- 8:41motor. Provam que a Visão do líder
- 8:43estava certa, o que reforça a sua credibilidade e diminui a
- 8:46resistência futura. Se faltar uma peça um motor
- 8:49para. É uma óptima analogia e para pôr
- 8:52este motor a funcionar, o documento avança com um roteiro
- 8:55executivo em 6 fases. Não precisamos de as dissecar
- 8:58uma a uma, mas uma Visão geral ajuda a tornar ISTO mais
- 9:01concreto. Claro, o roteiro é a aplicação
- 9:04prática dos pilares. Começa logicamente com a fase um
- 9:08avaliação de maturidade, uma análise honesta de onde a
- 9:11empresa está, tecnologia, cultura, competências.
- 9:14Isso a fase 2 é a estratégia de comunicação.
- 9:18A 3 os. Programas de capacitação a 4 os
- 9:21projetos piloto. A 5 é o escalamento controlado
- 9:24expandir o que funcionou. E a fase 6.
- 9:27A última é a institucionalização.
- 9:30É o ponto em que AAI deixa de ser um projeto e passa a ser
- 9:34simplesmente a forma como trabalhamos.
- 9:37É um plano muito estruturado, mas para um executivo a ouvir a
- 9:41grande questão é sempre a mesma, como sei se está a funcionar,
- 9:44onde está o retorno? ISTO levanta uma questão
- 9:47importante que a fonte aborda como é que se mede o sucesso de
- 9:51uma transformação que é tão humana?
- 9:53E as métricas são reveladoras, a primeira e talvez a mais
- 9:57importante, é a taxa de adoção. Ou seja, quem está mesmo a usar
- 10:01as ferramentas? Exatamente que percentagem dos
- 10:04colaboradores está ativamente a usar as novas ferramentas no seu
- 10:07dia a dia. Se este número for baixo, tudo o
- 10:11resto falha. E uma métrica muito centrada nas
- 10:13pessoas. Outra deve ser a velocidade.
- 10:16Sim, o time to valu. Quanto tempo demora até se ver
- 10:20um impacto mensurável? Semanas, meses, mas há outra
- 10:24métrica que acho particularmente inteligente.
- 10:27O, ROI da formação. Essa parece-me difícil de medir
- 10:31como é que se liga um curso de formação a um aumento de receita
- 10:34e. A fonte reconhece que é difícil
- 10:36a sugestão não é procurar uma ligação direta de causa e
- 10:39efeito, mas sim correlações. Ah OK.
- 10:42As equipas que mais aderiram ao upskiling estão a apresentar
- 10:45melhores resultados de 6 meses depois.
- 10:48É esse o tipo de pergunta a fazer liga o investimento nas
- 10:51pessoas aos resultados de negócio interessante.
- 10:54E há mais 2 que são cruciais. O índice de satisfação dos
- 10:57colaboradores. E por fim aqui, agrega tudo o
- 11:00impacto no negócio, ganhos de eficiência, inovação, receita no
- 11:05final do dia. É ISTO que justifica o
- 11:07investimento. Então, o que é que ISTO tudo
- 11:09significa que é um caminho claro, mas também que ficar
- 11:12parado tem um custo cada vez maior.
- 11:14O que é que a fonte diz sobre os riscos da inação?
- 11:18O documento é muito explícito. O primeiro risco, o mais óbvio é
- 11:23a perda de competitividade. Os concorrentes que dominarem
- 11:27este ciclo vão ganhar uma vantagem que será muito difícil
- 11:30de acompanhar. O segundo é uma crise de
- 11:32talento, imagino. Sem dúvida os melhores
- 11:35profissionais querem trabalhar em ambientes inovadores.
- 11:38Uma empresa vista como estagnada vai ter cada vez mais
- 11:42dificuldade em atrair e reter talento.
- 11:44E é também um custo financeiro direto de esperar, certo?
- 11:47Claro o custo da transformação só aumenta com O Tempo.
- 11:51Quanto maior for o fosso, mais caro e mais arriscado, será
- 11:55fazer o ketchup e o risco final é.
- 11:59A simples erosão da relevância no mercado.
- 12:02O que NOS leva à conclusão central de todo o material, a
- 12:04verdadeira vantagem competitiva na era da I não virá da
- 12:08tecnologia em si. Que se está a tornar uma
- 12:10commodity? Exato acessível a todos.
- 12:13A vantagem real é que é difícil de copiar.
- 12:16Vem da capacidade da organização de a integrar de forma rápida e
- 12:20eficaz e essa capacidade não é tecnológica.
- 12:24Depende da liderança da gestão da mudança das pessoas.
- 12:28Inteiramente. É uma inversão total do
- 12:30pensamento comum. Não é sobre ter os melhores
- 12:32algoritmos. É sobre ter a melhor cultura de
- 12:35adaptação. Exatamente o papel do líder com
- 12:37uma fonte conclui, é criar as condições para que a não seja
- 12:41vista como uma ameaça, mas como uma ferramenta que potencia o
- 12:45talento humano. A criatividade, o pensamento
- 12:48crítico. As organizações que dominarem
- 12:50ISTO não vão apenas sobreviver, vão liderar fazendo um resumo
- 12:55final. A Mensagem principal é inegável.
- 12:58A transformação com ai é, acima de tudo, um desafio de
- 13:02liderança. Para quem NOS ouve e está a
- 13:04pensar por onde começar? O documento deixa 3 próximos
- 13:08passos muito práticos, que são, na verdade, os primeiros passos
- 13:12do Roteiro que falamos. Fazer uma avaliação honesta da
- 13:15maturidade da organização, onde é que estamos realmente sem um
- 13:18diagnóstico correto? Qualquer plano falha, claro,
- 13:21identificar um caso de uso piloto que tenha um alto
- 13:24potencial para ser um quiqueen, algo visível que gere entusiasmo
- 13:29e terceiro. Estabelecer uma task force
- 13:31multidisciplinar com um mandato executivo claro e apoio visível
- 13:35do topo. São passos muito concretos, mas
- 13:38se me permites, gostava de deixar um pensamento final, uma
- 13:41provocação que vem um pouco além do material, mas que ele
- 13:44inspira. Força.
- 13:45A fundo foca-se si e muito bem em como liderar a implementação
- 13:50de AI numa organização? Existente, certo?
- 13:54Como adaptar as empresas de Hoje?
- 13:56Exato, mas a pergunta que fica no ar é, e se a maior
- 14:00transformação de AI não for apenas mudar como as empresas
- 14:04atuais operam? Mas.
- 14:06Redefinir fundamental. O que é uma empresa?
- 14:09Hum as estruturas, organizações nativas de AI que já nascem com
- 14:14esta tecnologia no seu ADN, poderão ser estruturadas de
- 14:19forma tão diferente, mais ágeis, mais descentralizadas que os
- 14:24próprios modelos de liderança que discutimos Hoje, por muito
- 14:27bem aplicados, que sejam se tornem obsoletos.
- 14:30Essa é a questão a ponderar. Super tost é um projeto
- 14:38editorial da instinct. Distribui o futuro Hoje para
- 14:42preparar as empresas para o amanhã.