Latest / Entre Chaves / Snippet #16 Como o Microsoft Entra ID resolve a autenticação distribuída
Transcript
- 0:08Meu nome é Karine Mendes, sou uma desenvolvedora na DTI.
- 0:13E vem aqui hoje falar um pouquinho para vocês sobre o
- 0:16Microsoft em Android. Bom, ele é anteriormente é
- 0:19conhecido como oeidier Active directory, né?
- 0:21A Microsoft fez um airbranding em 2023 e agora tá aí como o
- 0:26Android. Ele é um serviço responsável por
- 0:29autenticação, autorização e gestão de identidades dentro do
- 0:33ecossistema da Microsoft. A ideia era deixar de ser visto
- 0:36como um diretório do Ager e passar a ser uma plataforma de
- 0:39identidade. Se a gente parar pra pensar nas
- 0:41estratégias tradicionais de segurança, elas simplesmente não
- 0:44acompanham. Mas o cenário atual antigamente
- 0:47é existia um conceito muito claro, quem estava dentro da
- 0:50rede corporativa era confiável. Hoje o trabalho, por exemplo,
- 0:54home Office, seria cada vez mais comum.
- 0:56O trabalho remoto ele é mais comum, não necessariamente eu
- 0:59acesso somente na empresa, né? Os os, os meus serviços.
- 1:03Então você está dentro da rede, não significa mais estar seguro.
- 1:07Hoje é muito mais comum estar utilizando múltiplos provedores
- 1:11de nuvem e até mesmo diversas aplicações SAS.
- 1:14Então os sistemas, eles não estão dentro do trata center da
- 1:18empresa apenas, né? Então aí não faz sentido eu só
- 1:20proteger a minha infraestrutura interna.
- 1:23Nós temos também que as nossas arquiteturas hoje elas são
- 1:26fortemente baseadas em APIs. A gente tem diversas APIs que
- 1:30estão sempre comunicando entre si e aí a gente precisa depender
- 1:34de uma autenticação forte e que seja baseado na identidade.
- 1:37É importante a gente saber quem está chamando, não só de onde
- 1:40que está vindo a chamada. O que a gente tem em comum é a
- 1:44identidade do nosso usuário. Tendo em civista os ataques,
- 1:47eles também perceberam isso, né? Então, as credenciais, elas são
- 1:50um vetor de ataque muito forte. Então, se o nosso problema agora
- 1:54é identidade. A segurança, ela também precisa
- 1:57começar pela identidade. E aí é nesse ponto que o
- 1:59Microsoft entra. Ele, ele vem com uma ideia muito
- 2:02forte da gente estar controlando a nossa, a nossa identidade, de
- 2:06forma centralizada. Ele é responsável por estar
- 2:08controlando quem pode acessar, quais recursos, em quais
- 2:12condições e com qual nível de confiança.
- 2:15Ele vai funcionar com um ecossistema que cobre diferentes
- 2:18tipos de identidades. E aí quando eu tô falando desses
- 2:20tipos de identidade, tem as identidades de usuários, que são
- 2:24nossos funcionários, são parceiros.
- 2:26São clientes, mas além disso, a gente também tem as aplicações e
- 2:29serviços como identidades. Eles também precisam estar se
- 2:33autenticando de forma segura. E aí a gente tem 2 conceitos,
- 2:37né, que são os services principos, onde a gente tem
- 2:41aplicações que não necessariamente são da action,
- 2:44né? Onde a gente registra essa
- 2:45aplicação lá dentro do entra. Então ele vai estar integrando
- 2:48com o sistema externo e aí ele vai gerar credenciais pra gente
- 2:52pra que a gente possa estar autenticando nossas aplicações.
- 2:55E daí? Que a gente define quais são as
- 2:57permissões específicas que ele vai ter e quais são os acessos
- 3:00que ele vai ter, entre outros serviços, né?
- 3:02Então a gente passa a se autenticar usando a identidade
- 3:05dele, não uma senha. E a gente tem o menos ardente
- 3:08que vai um passo além disso, quando a gente está se referindo
- 3:11mais a recursos da Ager, né? A própria Ager gerenciando
- 3:15automaticamente a identidade da aplicação.
- 3:18Nesse caso, a gente não tem mais uma senha para estar
- 3:21armazenando. A gente não tem nenhuma, nenhum
- 3:24tipo de credencial fixo, né? Por ser um gerenciamento feito
- 3:27aí automaticamente pela EJA, o sistema, ele simplesmente vai
- 3:30solicita um token temporário pro entra e aí ele permite uma
- 3:33comunicação segura sem essas cadenciais fixas, né?
- 3:36Além disso, a gente tem que pensar também, e quando eu tenho
- 3:40mais de uma de um ambiente cloud, como é que funciona, né?
- 3:44O entra, ele vem com essa ideia da gente, tá?
- 3:47É centralizando nossos acessos, então a gente.
- 3:50Consegue gerenciar os acessos para esses ambientes caldos
- 3:52diferentes. Vamos supor que eu use a EJA e
- 3:54que eu use AWS, né? E além disso, a ideia também é
- 3:57eu estar podendo selecionar melhor como vai ter vai ser o
- 4:01meu acesso dentro desse ambiente, né?
- 4:03Porque não necessariamente eu acessar AW, significa que eu
- 4:06posso acessar qualquer recurso lá dentro, né?
- 4:09Então é poder estar segmentando o meu acesso de acordo com o que
- 4:13o usuário de fato precisa e faz sentido estar acessando.
- 4:16E aí também não é apenas conceder acesso, é também.
- 4:20Controlar esse acesso ao longo do tempo, o entra, ele permite
- 4:23que a gente faça revisões periódicas e que a gente
- 4:26controle os privilégios administrativos também, né?
- 4:29Ao longo do tempo. Hoje em dia a gente faz revisões
- 4:31de acessos e a ideia é estar evitando permissões excessivas.
- 4:34Mas quais são as ferramentas, né?
- 4:36Como é que a gente garante que esse acesso ele continue seguro?
- 4:40Algumas das ferramentas que eles trazem são a autenticação de
- 4:43multifatores. Onde eu diria que diferia um
- 4:46primeiro nível aí de proteção a senha sozinha.
- 4:49Hoje ela não é considerada segura, ela não é.
- 4:52É suficiente, né? Então aí a gente bota camadas.
- 4:55É a mais de segurança no meu, no meu acesso.
- 4:58A gente tem um acesso condicional.
- 5:01Onde a gente pode estar aplicando políticas baseadas em
- 5:05contexto? Onde a gente passa a analisar em
- 5:07que contexto esse acesso está sendo realizado, qual que é a
- 5:10localização do meio do área, qual que é o dispositivo que
- 5:14está realizando esse acesso, qual que é o nível de risco que
- 5:18pode estar apresentando ou até mesmo qual que é o tipo de
- 5:20aplicação que eu estou tentando acessar, né?
- 5:22E daí a gente tem também a proteção de identidade, onde o
- 5:26entra e analisa sinais de risco automaticamente.
- 5:29Então ele faz essa análise de risco.
- 5:32E aí se vê que é uma coisa que não faz sentido.
- 5:35Ele pode estar exigindo um fator a mais de auto indicação ou até
- 5:39mesmo bloquear o meu acesso. Então a segurança ela passa a
- 5:42ser adaptativa. Além disso, a gente tem o PE,
- 5:45que é o privilegity, é dance mentement.
- 5:48Onde não é interessante todos os nossos acessos sejam sempre
- 5:51permanentes, né? Às vezes pode ser que eu precise
- 5:54de um acesso muito pontual, pode ser uma, por exemplo, uma
- 5:56demanda urgente que surgiu que eu preciso acessar um sistema
- 5:59novo, mas não necessariamente eu vou continuar atuando nisso, né?
- 6:01É uma coisa pontual. Então o PIN, ele permite que eu
- 6:05crie privilégios, que eles são ativados somente quando
- 6:08necessários, então pode ser que eu precise desse acesso e aí eu
- 6:10vou lá, e esse acesso ele fica ativo durante 24 horas e depois
- 6:13automaticamente ele é removido. Então ele evita que AA gente dê
- 6:17um acesso pontual. Esqueça.
- 6:18E aí, com o tempo, as pessoas vão acumulando acessos que eles
- 6:21não deveriam ter. E, além disso, é possível até
- 6:23mesmo automatizar acessos para estarem revisando.
- 6:28Se esses acessos fazem, fazem sentidos, né?
- 6:30E aí pode ser tanto um processo 100% automatizado, onde eu crio
- 6:34uma regra onde eu tenho um acesso determinado que ele não
- 6:39faz sentido, um usuário de uma determinada categoria TE daí
- 6:42automaticamente eu já tiro ou eu posso fazer essa análise e daí
- 6:46mandar um responsável, né? Ele recebe uma notificação onde
- 6:50ele vai analisar se de fato esse acesso faz sentido, então ele
- 6:53mantém. Ou se ele vai lá e retira, né?
- 6:55Então pode ser feito. Tem uma parte manual aí No No no
- 6:59final do processo, ou ser todo feito automaticamente.
- 7:02E o que que ele traz aí, então, para um negócio, no final, pode
- 7:06dizer que ele traz uma redução. De riscos de segurança, grande
- 7:10parte dos incidentes hoje ele está, eles estão relacionados
- 7:13com credenciais, comprometidos, né?
- 7:14Então, quando a gente traz aí camadas a mais segurança, ações
- 7:18para evitar que isso aconteça, a gente diminuiu constante de
- 7:21chamados, né? Quantidade de carga aí de
- 7:23trabalho para o nosso, nossa equipe de ti internamente,
- 7:26melhor experiência para o usuário, por exemplo, aí com o
- 7:28acesso unificado, né, a gente consegue ter uma melhor parte aí
- 7:32de segurança e conformidade, a gente consegue estar acessando o
- 7:35login de acesso, ter uma melhor aí rastreabilidade.
- 7:38A gente consegue estar fazendo essas revisões dos acessos.
- 7:41Além disso, a gente pode também criar automações de ciclo de
- 7:45vida, né? Que podem facilitar também o dia
- 7:47a dia. E aí o importante é que a base
- 7:49de tudo isso é a confiança zero. O conceito, né?
- 7:53Que o entra aí de trás, é nunca confiar implicitamente, sempre
- 7:57estar verificando. A ideia é que ele vem com uma
- 7:59solução de autenticação e também se torna um Pilar estratégico de
- 8:03segurança, governança e transformação digital, que é uma
- 8:06coisa muito importante aqui para a gente.
- 8:08Bom, me fala aí, o que que você achou, gostou?
- 8:11Espero que tenha gostado e até a próxima.