Latest / MultiStudios / A MARCA QUE VIROU MOVIMENTO COM LEO ZONENSCHEIN, SÓCIO E CMO DA DIMONA | BUSINESS BY CÁSSIO PACHECO #60
Transcript
- 0:12Fala pessoal, sejam bem vindos a mais uma multitude especial.
- 0:16É hoje a gente está com Leonardo zanencheen, um dos sócios da AD
- 0:20Mona. Ele veio falar um pouquinho do
- 0:22mercado aí de moda, de empreendedorismo.
- 0:26É contar um pouco da história da empresa que já tá um bom tempo
- 0:29aqui no Rio de Janeiro e o Brasil e dar algumas dicas aí
- 0:33pra quem tá começando agora, seja bem-vindo.
- 0:36Obrigado, obrigado pelo convite, obrigado pelo espaço.
- 0:39Então eu queria começar é que você falasse um pouquinho de
- 0:44como você eu sei que é uma empresa, é familiar, mas como
- 0:49que você começou a sua carreira e como você veio parar na de
- 0:52Mona? Aí você fazer um pouquinho e
- 0:54depois a gente vai fazendo algumas perguntas específicas aí
- 0:58e falando um pouquinho do geral. Legal, bom, agem.
- 1:01Manda uma empresa familiar, né? Eu sou da terceira geração da
- 1:04família. No negócio foi fundada pelo pai
- 1:08do meu padrasto, severin, que é um Imigrante polonês, né?
- 1:12Nós somos uma família de origem judaica e ele é uma daquelas
- 1:16histórias de da imigração brasileira que chega fugindo da
- 1:20Europa da segunda guerra. E é uma história de muita
- 1:24perseverança, né? De muita, muita Batalha.
- 1:27Ele sofreu muito lá durante a segunda guerra, de perseguições
- 1:29nazistas, et cetera. Ele chegou no Brasil em falar
- 1:32português e sozinho, né? Com muita dificuldade.
- 1:35E ele começou como comerciante, enfim, e 3 gerações depois,
- 1:40então eu aqui eu fui o primeiro da terceira geração da família a
- 1:43encarar o negócio e eu eu me formei em administração pela PUC
- 1:47EE, eu estava recém formado. Trabalhava numa multinacional de
- 1:51alimentos, a mondeleis um nome. Muito grande.
- 1:55O nome era Kraft na época, ainda, Kraft Foods é uma empresa
- 1:58que me ensinou muito na parte de vendas, enfim, eu acabei
- 2:02aprendendo muito a parte corporativa.
- 2:05E no meu almoço de formatura é o meu padrasto.
- 2:09O meu tio estavam lá em casa e meu tio, que é o meu padrasto,
- 2:13tem um irmão, que é o meu padrasto, é Eduardo, tem um
- 2:16irmão que é o irmão dele, é o Luiz, é que eu chamo de tia, né?
- 2:20É irmão dele, meu padrasto, ele, eu tenho uma relação.
- 2:23O meu pai é vivo. Eu tenho uma relação ótima com
- 2:25meu pai também. E meu padrasto.
- 2:27Ele casou com a minha mãe, eu tinha 5 anos de idade, então eu
- 2:30costumo dizer que eu. Tenho 2 pais, sou um.
- 2:32Privilegiado de ter 2 pais. Mas aí o no meu amor de
- 2:37formatura Oo Luiz, meu tio falou Ah, porque você não IA trabalhar
- 2:40com a gente? E eu nunca tinha pensado nisso.
- 2:41Eles tinham 2 lojas no Saara. Pra quem não conhece o Saara.
- 2:45É um mercado popular aqui no Rio muito emblemático, muito é muito
- 2:53emblemático para a cidade. E eu acho que é o mercado
- 2:55popular mais interessante que tem no Brasil.
- 2:57As pessoas comparam com a 25 de março de São Paulo, mas eu acho
- 2:59Sara muito mais charmoso, né? É diferente?
- 3:02É. É diferente porque lá hoje
- 3:04dominou o chinês. Tem, é, é meio que nosso, tem
- 3:07mais cultural do que só. Venda Sara tem aquela coisa, né,
- 3:10Laís? Do árabe, judeu, chinês,
- 3:13coreano. É uma mistura muito interessante
- 3:16e realmente é pessoal. Chama o Sara da ONU, a ONU do
- 3:21mundo, né, que é onde as pessoas conseguem conviver.
- 3:24Se bem que hoje em dia a ONU já não está mais tão em paz.
- 3:26Mas verdade é, o Sara é um lugar onde as coisas é funcionam, né?
- 3:31O relacionamento entre as diversidade funciona.
- 3:35E eram 2 lojas no Saara e cada uma tinha um nome, não era de
- 3:38Mona, uma chamava de Mona e outra chamava Beto confecções na
- 3:42época que era 11, nome que na época o meu padrasto comprou a
- 3:46loja, ficou daquele jeito mesmo, e eu não entendia muito bem, né?
- 3:49Aquela estratégia de ter 2 lojas de camisetas diferentes na mesma
- 3:54rua. E eu fui entender com eles, mas
- 3:57gente, por que que vocês têm uma loja de Mona na outra loja?
- 4:00Beto confecções, por que que não?
- 4:02A gente não que não constrói uma marca só, né?
- 4:05E era uma estratégia interessante, porque a
- 4:07estratégia era, olha, o cliente passa para numa loja, faz um
- 4:11orçamento. Depois vai em outra.
- 4:12Depois vai em outra loja, vai comparar uma com a outra, acaba
- 4:14comprando em uma das 2. Eu achei muito interessante, né?
- 4:17Aquela guerrilha deles ali e funcionava.
- 4:20Mas a gente acabou optando por construir um projeto de marca de
- 4:24mais longo prazo. E foi aí que eu entro no
- 4:27negócio. Eram de fato, 2 lojas, era um
- 4:29negócio bem menor. É, e hoje a de Mona é uma marca
- 4:34muito importante, é no segmento de personalização de camisetas e
- 4:38outros produtos também. Hoje com portfólio muito, muito
- 4:42amplo, de tipo de camisa, a gente tem desde a camisa mais
- 4:44promocional, que é de onde vem a nossa base.
- 4:47É nossa origem, né? A gente sempre, sempre fez muita
- 4:49camisa barata e rápida, mas hoje a gente tem um tem um portfólio
- 4:53também de muita qualidade, de produtos pima, estonados,
- 4:57oversize novos. Produtos além de outros
- 5:00acessórios que a gente personaliza caneca é copo
- 5:04térmico, pôster, ecobag, aventais, enfim, uma série de
- 5:07novos produtos que a gente disponibiliza para que os nossos
- 5:11clientes possam fazer com as suas próprias marcas e
- 5:13identidades. E eu tô na empresa, já vai fazer
- 5:1718 anos, né? E hoje a gente tá num momento
- 5:20muito interessante. A gente montou a nossa própria
- 5:23fábrica, né? A gente fabrica, inclusive aqui
- 5:26no estado do Rio a gente montou uma fábrica.
- 5:29É bem completa, com muita tecnologia, tem mais de 150
- 5:34pessoas trabalhando dentro da fábrica.
- 5:35A gente costura, corta, costura, estampa, faz tudo lá dentro.
- 5:39E nos últimos 4 anos, começamos também um processo de
- 5:43internacionalização e abrimos uma estamparia.
- 5:46É com tecnologia de ponta em Miami e 2 anos depois, em
- 5:50Chicago. Então a gente também começou a
- 5:52embarcar é e a se aventurar no mercado americano, além de fazer
- 5:57aqui. Um trabalho no mercado
- 5:59brasileiro. Pegando esse esse lado aí que
- 6:02você é, vou voltar um pouquinho da onde é?
- 6:08Vocês escolheram, claro, o nome entre de Mona e Beto confecções
- 6:13ficou de Mona, mas tem alguma história por trás desse nome ou.
- 6:17Então AAA empresa na década de 90, é, a gente tinha no mercado
- 6:242 marcas importantes, camiseta básica, né?
- 6:26Que ela era a Hering é. Que a Hering tinha um outro
- 6:29posicionamento de marca, era uma marca de camiseta aquela e tinha
- 6:3311 chamada sulfabril, que era uma marca muito grande.
- 6:36Isso você vai ser. Eu lembro, eu lembro dela.
- 6:38Era uma indústria gigante. É no mercado nacional,
- 6:43fabricavam milhões de camisetas e a gente era um grande
- 6:46revendedor dessas 2 marcas. A gente só fazia estamparia, né?
- 6:50E aí a Hering mudou de posicionamento.
- 6:53A gente chegou a ser, inclusive, até uma história que pouca gente
- 6:55sabe. Quando a Hering montou as suas
- 6:58primeiras lojas próprias, que era aquela Hering store, a nossa
- 7:03família montou a primeira loja Hering store no Rio, no shopping
- 7:06Tijuca, década de 90. Foi um investimento enorme.
- 7:10Como a gente era um grande, a gente chegou a ser o maior
- 7:12comprador de Hering do estado do Rio, nossa empresa, porque a
- 7:16gente comprava muita camiseta, né?
- 7:18A gente era o maior comprador de camiseta do estado do Rio.
- 7:21E por isso a Hering nos convidou pra pilotar a primeira loja
- 7:24deles aqui no Rio, só que foi um fiasco, foi assim, a gente quase
- 7:27quebrou, quase quebrou, não chegou a quebrar na época,
- 7:30década de 90, a gente abriu o shopping Tijuca, estava abrindo,
- 7:34era uma loja enorme, investimento gigante, a família
- 7:37botou lá os recursos que tinham pra abrir naquela época e a loja
- 7:40não dura 6 meses, é, a gente entendeu que quando eu digo a
- 7:45gente é a empresa, porque eu era criança ainda, né?
- 7:47Nasci em 84, então década de 90 ainda estava ali.
- 7:51Jogando bola ali, aprendendo, né?
- 7:52Aprendendo a brincar é, mas foi um momento de muito aprendizado,
- 7:57de enfim. E quando a Hering mudou o
- 8:00posicionamento, passou a ser uma empresa de moda e a surfabril
- 8:04quebrou. É, eu tenho a surfabril, abrindo
- 8:08parênteses, é a história que eu escuto do, né?
- 8:11Do meu padrasto, meu tio, falarem lá do a surfabril.
- 8:14Foi um case de aprendizado, né? A surfabril tinha uma indústria
- 8:17muito forte, acho que tinham mais de 2000 funcionários na
- 8:19época. Era uma cidade lá no sul, né?
- 8:22É, tinha um complexo industrial gigantesco.
- 8:25E eles tinham aqueles representantes que vinham nas
- 8:27lojas pegar o pedido, né? E eles junto, representantes
- 8:31junto com as camisetas, eles apresentavam, começaram a
- 8:33apresentar um catálogo de de roupinhas de moda, conjuntos,
- 8:38pijamas, et cetera. E aí, como a naquela época gente
- 8:43que comprava sul Fabrício, você tinha uma relação com.
- 8:46Com esses revendedores, quase dia o cara pagava o café.
- 8:49Era uma relação diferente de hoje em dia, que é tudo mais
- 8:51digital e tal. Era uma relação muito, muito
- 8:53interpessoal. O cara tava toda semana lá te
- 8:56oferecendo o produto. Ele falava, pô, tem uma meta
- 8:58aqui pra vender esses conjuntinhos aqui, esses
- 9:00pijamas, pô, compra um pouquinho aqui, põe, põe no teu portfólio,
- 9:03põe na loja, aí no cantinho da loja, e aí pra ajudar o cara.
- 9:06Ele fazia. Fazia aí alguém lá na sulfabril
- 9:09de novo, tá? Essa história que eu escuto da
- 9:11minha família é contando dessa desse case.
- 9:14Lá na sulfabril alguém falou, pô, vender conjuntinho e pijama
- 9:17tem uma margem muito melhor do que vender camiseta branca ali.
- 9:20Vamos. Focar nisso.
- 9:21Vamos focar nisso aí. Chega um dia lá OOO,
- 9:25representante da sulfabril lá na ala lá na empresa, um catálogo
- 9:30dele. A gente olha, cadê as camisetas?
- 9:32Não, a gente não tem mais camiseta não, agora são só
- 9:35agora. O nosso foco são pijamas e
- 9:36roupa. E ele falou, cara, eu não quero
- 9:38comprar nada disso. E aí a empresa quebrou uma
- 9:40empresa de? Não, a sulfabril quebrou, mas
- 9:42qual é essa empresa que ficou de de pijamas?
- 9:46Não ficou quebrou tudo, né? Porque a sulfabril queria,
- 9:48começou AA se posicionar. Entendi como roupa de criança e
- 9:52tal, e largou. Eles não entenderam naquela
- 9:54época que o pijama e as roupinhas ele, os representantes
- 9:57botavam no mix porque os lojistas ajudavam, mas o que
- 10:01vendia? Não dava para vender sozinho.
- 10:02A camiseta tinha margem menor, mas era o que era o que trazia
- 10:05o. O outro cliente?
- 10:07Exato. E aí quando AA Hering foi pra um
- 10:09lado e a sua fabril quebrou, a gente ficou sem fornecedor.
- 10:11E aí a gente falou, bom, vamos. Começar do zero.
- 10:15Vamos criar uma marca nossa, né? E aí foi que surgiu a de Mona.
- 10:18Então as etiquetas, embora uma loja fosse um nome e outra loja
- 10:21fosse outro. Nome IA comer uma etiqueta.
- 10:23As etiquetas eram da de Mona, todas eram da de Mona.
- 10:25Então AA de Mona passou a ser a marca que as pessoas recebiam um
- 10:29produto. A camiseta pronta era sempre de
- 10:32Mona. E aí ficou.
- 10:33Quando eu cheguei na empresa, já era assim.
- 10:36E aí, como a marca já era uma marca que já tinha algum, né?
- 10:38Já já percorria, as pessoas já conheciam um pouco a gente.
- 10:43Então é até porque Beto confecções IA ser difícil de,
- 10:47né? De explorar esse nome, não.
- 10:49Como marca, acho difícil, como um terceirizado.
- 10:52Eu Acredito que até rolaria, mas não pra virar potência que vocês
- 10:56viraram com o passar do tempo, vocês vão ter que ter 11
- 10:59rebranding ou alguma coisa. Exato.
- 11:01E aí ficou de mora e a gente começou a trabalhar muito, muito
- 11:04dentro do nosso, do nosso portfólio, nosso produto.
- 11:08Fortalecer é as nossas relações com os nossos clientes e,
- 11:12principalmente, transformar de Mona numa marca de
- 11:14confiabilidade, não só de qualidade de de serviço, mas
- 11:18principalmente de entrega. A gente é muito conhecido como
- 11:21uma marca que entrega produtos personalizados num prazo que o
- 11:26mercado não costuma entregar, né?
- 11:27Tem uma é já escutei de muito produtor de evento que tem
- 11:31coisas que só de Mona faz. E o nosso desafio hoje é
- 11:34continuar crescendo sem perder isso, né?
- 11:36Sem perder essa, essa essência e sem perder.
- 11:40É esse DNA que a gente tem. Mas o que que você acha que foi
- 11:43a estratégia que fez você levar a marca a escalar de forma
- 11:47consistente? Porque é.
- 11:50Principalmente, várias no mercado, várias marcas,
- 11:54principalmente textil e fabril. Aí você pegar nos últimos 10
- 11:59anos é muita gente ficou pelo caminho, principalmente porque
- 12:03hoje o pessoal prefere comprar coisas da China, é desses
- 12:08shopping da vida e várias situações.
- 12:11Então, assim, vocês acabaram se passando por várias
- 12:13transformações, mantiveram um coro ali no meio, mas vieram
- 12:17crescendo constantemente. EE, inovando então, assim como é
- 12:21que como é que você, como é que você fala dessa caminhada é
- 12:26árdua, desses últimos, pelo menos uns 1015 anos aí?
- 12:31Eu acho que o nosso grande diferencial é a nossa prestação
- 12:33de serviço, a nossa estamparia rápida, né?
- 12:36E a gente trabalha com com muitos clientes.
- 12:39A gente trabalha b to BEB to c, mas muitos clientes que precisam
- 12:44ter uma necessidade de um produto pronto em pouco tempo.
- 12:48Né? Então a gente foi desenvolvendo
- 12:49primeiro tecnologia de impressão e nos permitissem ter essa
- 12:54entrega muito rápida. Então como é que o cara vai
- 12:56comprar lá da China se ele precisa da camisa pra amanhã,
- 12:59né? Não vai chegar, é.
- 13:01Então isso é um diferencial que a gente tem, é segundo
- 13:07tecnologia interna. A gente entendeu que pra gente
- 13:10conseguir crescer e manter velocidade ao mesmo tempo, é.
- 13:16Conseguir multiplicar o conhecimento das nossas equipes
- 13:18para atender o cliente. A gente precisava de software
- 13:20interno, então a gente é o Igor, que é meu sócio, né?
- 13:24É meu primo, é meu sócio, que é empresa familiar, ele é
- 13:27engenheiro de computação, ele que toca operação Americana hoje
- 13:31e trouxe um viés de tecnologia muito forte.
- 13:34A gente desenvolveu um software, um sistema interno dentro da
- 13:37empresa para que a gente pudesse de uma maneira muito rápida e
- 13:41fácil ter as informações e ter os pedidos descentralizados.
- 13:45Pra cada uma das estações de produção.
- 13:47Então, o nosso foco sempre foi como crescer sem perder
- 13:49velocidade. E a velocidade é uma coisa que,
- 13:53por mais que os mercados é internacionais, às vezes tenham
- 13:57produtos mais baratos, é não chega no prazo que o cliente
- 14:01precisa. EE no Brasil, principalmente na
- 14:04produção de eventos, a camiseta, os produtos, eles dificilmente
- 14:09têm muita antecedência, né? Um exemplo disso pro meu
- 14:11Carnaval. A de uma noite virou uma
- 14:13fornecedora muito importante, expressiva para o Carnaval em
- 14:16várias frentes, né? Desde o da Sapucaí até os blocos
- 14:21de rua E até as nossas linhas próprias que a gente desenvolve.
- 14:24É a gente cria estampas específicas para o Carnaval e é
- 14:28tudo muito em cima da hora, né? Tem uma coisa que, por exemplo,
- 14:31na Sapucaí, os patrocinadores, eles fecham na última hora, né?
- 14:36Você tem um camarote lá com 20000 camisetas.
- 14:39Eles ficam até a última hora negociando pra saber quem são as
- 14:42marcas que vão entrar como apoiadores e patrocinadoras,
- 14:45então não dá tempo. Mas como é que vocês se prepara?
- 14:47Se tu pensar, vamos, vamos pensar, são 1020 camarotes e
- 14:52realmente isso aí, como eu eu sou um pouquinho no mercado,
- 14:55você vê acontecer isso direto. Como é que você se prepara pra
- 14:59pra estar ali? E uma parte da tua produção está
- 15:02no talvez ou não, não que seja o talvez.
- 15:07Mas é é aquilo que você falou. Às vezes você tem que fechar e
- 15:10quem te entrega? Tem muito isso.
- 15:12Ah, pô, você olha para um Monte de lugar e tu fala assim, quem
- 15:15entrega é esse cara, entrega. Então isso.
- 15:18Está muito ligado na nossa infraestrutura.
- 15:20É, não tem mágica, né? Tem planejamento.
- 15:22Então a gente tem que correr um risco de ter malha, de ter
- 15:26matéria prima em estoque, sobressalente para as
- 15:29emergências. Então a gente já inclui no nosso
- 15:31fluxo. É perto do Carnaval esse volume.
- 15:35É que pode não vir e a gente pode ficar com o estoque lá, é
- 15:37um risco que existe, mas é é do negócio maquinário.
- 15:41A gente tem um maquinário de última, a gente foi a primeira
- 15:43empresa do Brasil a importar maquinário de estamparia
- 15:46digital, por exemplo, isso foi em 2011.
- 15:48A gente tem muita tecnologia de impressão que a maioria das
- 15:51empresas no Brasil não tem disponíveis pra pra atender com
- 15:54velocidade e principalmente é a cultura das pessoas.
- 15:59A gente tem uma cultura de velocidade, tem uma cultura onde
- 16:02as pessoas entendem que na demona às vezes a gente vai ter
- 16:04que se adaptar. E eventualmente é montar um
- 16:08turno a mais, eventualmente a gente vai precisar é fazer um
- 16:13turno à noite, enfim, a gente tem uma cultura muito forte de
- 16:16entrega, A Entrega é sagrada pra gente e parece que é uma coisa,
- 16:21uma bobagem, a cultura, mas é o contrário, é muito importante.
- 16:25Você tá numa empresa, numa empresa onde as pessoas sabem
- 16:27que prazo é uma coisa sagrada e que dizer não pra um pedido
- 16:32cara? É muito, muito raro na de Mona.
- 16:34É justamente porque a gente tenta sempre dar um jeito de
- 16:38entregar. Então tem que sim, tem o risco
- 16:41do negócio. Mas isso está muito, muito
- 16:45fortalecido. Não só o Carnaval, por exemplo,
- 16:48a gente faz muito os grandes festivais de música, né?
- 16:51A gente tem um grande cliente que chama lpo, que é loja de
- 16:54produtos oficiais, que são os melhores operadores de lojas de
- 16:58dentro de grandes eventos e a gente já parceira deles há muito
- 17:01tempo e. Eles operam hoje grandes eventos
- 17:07como Rock In Rio, the Town, UFC, lollapaloza, enfim, vários
- 17:13eventos que que eles operam e a gente está há muitos anos do
- 17:16lado deles. É como fornecedor importante da
- 17:19operação deles, porque a gente entendeu juntos que durante um
- 17:24festival ou durante um evento que tem 11 prazo de.
- 17:28Validade. De validade?
- 17:30Tá primeiro que a emoção do evento, ela tá ali dentro e
- 17:32depois que acabar. Diminui muito a venda.
- 17:36É, o cara tá lá dentro do Rock In Rio.
- 17:39É é um evento que que mexe com as emoções, dá vontade realmente
- 17:43de você ter uma camiseta do festival.
- 17:44Porque é um festival que tem um investimento e uma experiência
- 17:47muito única, né? Não só musical, mas uma
- 17:49experiência de formas de forma geral.
- 17:52Então a gente entendeu que a gente nunca vai adivinhar quais
- 17:55são as estampas que vendem. É um cara, chega lá, tem, sei
- 17:58lá, 30 tipos de estampas diferentes do do festival.
- 18:02A gente não sabe se uma vai esgotar no primeiro dia, se uma
- 18:06vai, se um tamanho vai acabar ou se uma cor vai terminar.
- 18:09Então a gente construiu uma operação e a gente vai fazendo
- 18:12essa reposição ao longo do festival.
- 18:15Então o cara vendeu bem no primeiro dia, a gente vai
- 18:17entregar a reposição no segundo e assim vai.
- 18:19Então a gente criou praticamente um conceito de on demand físico,
- 18:24né? Porque tem um conceito de on
- 18:25demand digital. Você vende no teu e Commerce
- 18:29produz entrega. E a gente trouxe esse conceito
- 18:32pro off line, né? Pro físico, que é como construir
- 18:36uma operação que você consegue abastecer de 1 dia pro outro
- 18:40produtos oficiais dentro do de um prazo muito curto.
- 18:45Os Jogos Olímpicos do Rio, por exemplo, nós fizemos também uma
- 18:48operação de guerra pra atender os Jogos Olímpicos.
- 18:51A gente é. 2016 foi um evento, um projeto gigante, onde a gente
- 18:57fabricou mais de 1000000 de camisetas, quase 1000000 de
- 18:59camisetas, desculpa para os jogos de Rio 2016.
- 19:03Então na torcida aí para onde os jogos voltarem para o Rio,
- 19:05porque foi um negócio de louco e muito bom para.
- 19:06Gente com o propósito de voltar a Copa do Mundo feminino agora
- 19:11no próximo ciclo deles. E o pan americano também, né?
- 19:14É Rio-Niterói, não é isso? É, eles estão.
- 19:16Estão voltando? Eu acho que vai.
- 19:18Acho que tem bastante probabilidade desses daí.
- 19:22Qual? Qual que você acha que é assim?
- 19:25Qual foi o primeiro que você passou sufoco?
- 19:29Que é porque com certeza você passou sufoco em alguns pra
- 19:33chegar No No ponto que hoje você já já tem um modus operante que
- 19:37ele que ele funciona. Porque se se você entrar nos nos
- 19:41festivais, você vê é o que você tá falando, tem muita
- 19:45diversidade, é gente pra caramba comprando, então é difícil você
- 19:50metrificar isso. Que cada festival deve ter um
- 19:53tipo de pessoa que compra estilo e tal e querendo ou não, você
- 19:58tem que ter 111, quase um ar de um vinho lá pra meio que deixar
- 20:04balanceado, então assim, qual seria o evento desses que que
- 20:08você primeiro teve esse esse choque de realidade?
- 20:12A gente, eu acho que o choque sempre existe.
- 20:15O sufoco ele, o sufoco. Ele continua acontecendo, né?
- 20:19É a gente. Várias vezes, olha assim e fala
- 20:24assim, caramba, vamos lá. Mas assim dá.
- 20:26Dá aquele frio na barriga sempre, porque de.
- 20:29Achar que vai passar um? De achar que a gente que assim a
- 20:33gente trabalha com gente, com máquina, com, né?
- 20:35A gente tem muita. Alternativa tem muita, tem
- 20:40muitas situações em camadas. Imprevisíveis.
- 20:42Que que não, só depende. De uma pessoa você tem um
- 20:45planejamento, né? De manutenção, onde?
- 20:47Claro, mas assim até as. Até as missões espaciais às
- 20:50vezes tem falha, né? É?
- 20:53E pode acontecer. E a gente fica sempre muito de
- 20:57sobreaviso e muito atento com relação a isso.
- 20:59Mas acho que a gente acabou. Por exemplo, a gente Oo primeiro
- 21:052010, se eu não me engano, a gente fez o nosso primeiro
- 21:09pequeno projeto de de licenciamento, que foi com bloco
- 21:14de Carnaval do Rio cordão da bola preta.
- 21:17Que é gigante. Que é gigantesco.
- 21:20O bola preta tinha 90 e poucos anos de resistência.
- 21:22Eles já estão com 100 e poucos anos e nunca tinham recebido 1
- 21:26BRL de royalties de ninguém. Todo mundo vendia camisa do bola
- 21:29preta na época. E os caras lembram do do Pedro
- 21:33Ernesto, presente do bola preta, um apaixonado pelo Carnaval.
- 21:37O cara super, super bacana, super legal.
- 21:41É cheio de dificuldade financeira pra manter o bola
- 21:45preta vivo e todo mundo vendendo a marca dele.
- 21:47Ele não ganhava 1 BRL. E aí a gente foi, procurou ele e
- 21:51falou, cara, vamos, vamos criar um projetinho aqui de produto,
- 21:54que foi a primeira vez que a gente falou, vamos lançar um
- 21:56produto no mercado com uma marca de um terceiro e ver o que
- 21:59acontece. É o nosso sufoco.
- 22:03Não foi nem a produção, foi tentar adivinhar o que que IA
- 22:05acontecer, porque você lança a camisa daquele ano, o Carnaval
- 22:09acaba, e aí o que sobrar, amigo? Chora porque não, né?
- 22:13Não tem como você vender pro ano que vem, né?
- 22:15Fica muito datado. Então esses aprendizados de como
- 22:18você é ir fazendo uma reposição ao longo dos eventos, ele nos
- 22:23trouxe um diferencial e ao mesmo tempo é uma coisa que a gente
- 22:26conseguiu usar a nossa cultura de velocidade como um
- 22:29diferencial muito grande do mercado hoje.
- 22:31Por isso que a gente geralmente é escolhido por esses operadores
- 22:35pra atender pedidos importantes e festivais importantes, né?
- 22:39Hoje a gente. Com muito trabalho, tem feito os
- 22:42maiores eventos do Brasil, não só na parte de música.
- 22:45É, a gente está fazendo agora também é.
- 22:50É. A gente está entregando NFL, que
- 22:52é uma operação em São Paulo, que vai ter uma grande liga do
- 22:56futebol americano, que vai faz um jogo por ano aqui no Brasil e
- 23:00é um sucesso de venda e a gente fabrica os produtos oficiais e
- 23:04são vendidos dentro das lojas das lojas oficiais da venda.
- 23:06Por exemplo, de camisa, você tem uma noção mais ou menos de
- 23:09quantas camisas? Da NFL?
- 23:13Que disseram, vai, vai ser eu acho que no estádio do
- 23:15Corinthians. Eu posso estar enganado, eu acho
- 23:18que são algo em torno de 35000 camisas, algo assim pro pro, pra
- 23:24esse evento. Ou quase o estádio.
- 23:27É, mas assim, são camisas que a galera compra na lojinha, não?
- 23:30Não. Sim, sim, mas eu estou dizendo
- 23:31de você pensar que é. A gente discutiu isso outro dia,
- 23:36ANFL há uns 10 anos atrás. Eu trouxe 11 do um.
- 23:41Eu acho que é Leonardo, o nome dele também, que ele trabalha
- 23:44com o pessoal da NFLE tal. Agora não sei se está
- 23:46trabalhando mais. E há 10 anos atrás ANFL ela não
- 23:50tinha nem 100000 pessoas no Brasil e hoje parece ter um
- 23:53estudo só de gente que acompanha ANFLA gente tem mais de 3000000
- 23:57de pessoas. EANFL vem crescendo com uma.
- 23:59Velocidade de gigantesca. É um público muito, muito, muito
- 24:03fiel, muito apaixonado. Então assim, é uma coisa que a
- 24:07gente aprendeu também, às vezes os pequenos nichos.
- 24:11Eles têm um potencial de conversão muito forte.
- 24:13Às vezes você tem grupos menores.
- 24:15A NFL já soma uma coisa grande, né?
- 24:17No Brasil, mas assim, pessoas muito apaixonadas, então.
- 24:22Não é a gente que opera essas lojas, a gente a gente é
- 24:24fornecedor, mas o. É entrega uma camisa?
- 24:28Exato. E o e o material de
- 24:29personalizado para eles? Né?
- 24:30Mas o feedback a gente teve na NFL do do ano passado, que foi
- 24:34em São Paulo também, se eu não me engano, no Morumbi.
- 24:36Foi que no primeiro dia acabou assim as as as apostas.
- 24:41As melhores apostas foram insuficientes porque vendeu.
- 24:45Assim, a galera entrou na loja e comprava tudo.
- 24:48Mas aí quando acontece isso, vamos lá.
- 24:52Eles voltam para vocês, vocês entram No No, no modo guerra.
- 24:56Modo guerra. Produzir mais para levar ou às
- 24:59vezes é não, não, não vai, não vai dar ou.
- 25:01Não, não. Modo guerra, modo guerra, claro.
- 25:04Ah, preciso. Não, não.
- 25:06Eu sei que quando te dar eu não adianta.
- 25:07O cara vai falar assim, Ah, eu quero.
- 25:09Mas 35000 de novo, talvez você não vai conseguir, mas você vai
- 25:13conseguir ir dando vazão a uma quantidade onde eles vão fazendo
- 25:16a. Gente vai entregar.
- 25:17A gente dá suporte para dentro do cara, para ele continuar
- 25:19tendo mercadoria. É claro que às vezes a gente tem
- 25:21que adaptar, né? Às vezes você tem que fazer uma
- 25:23adaptação no produto para se ter mais velocidade, enfim, mas a
- 25:26gente acaba, a gente também faz. Por exemplo, existe uma loja da
- 25:32nasa, de produtos da nasa. Lá em Gramado.
- 25:36É que eles montaram um parque, né?
- 25:38Uma parte da nasa agora, exato. E outro tem pouquinho tempo,
- 25:41acho os. Produtos são fabricados pelo de
- 25:42Mona também. Pô, maneiro.
- 25:44Então assim, é engraçado, porque é a nossa história.
- 25:47Começa na portinha do Saara e vai até a nasa, né?
- 25:50E a gente pra gente é uma coisa muito gratificante de ver, a de
- 25:55ver o que que se tornou. EE, não estou dizendo nem só de
- 26:00volume de vendas, nem de dizendo de você olhar.
- 26:04A importância das marcas que a gente estampa, né?
- 26:06Então, quando a gente começou a fazer nasa, inclusive, como a
- 26:10gente abriu os Estados Unidos, a gente chegou a operacionalizar
- 26:12uma loja da nasa em Boston, na exposição da nasa dos 50 anos do
- 26:18homem na lua, em Boston. Então a gente montou uma
- 26:23operação lá e eu fui lá visitar. E quando eu vi os nossos
- 26:27produtos estampados na demona nos Estados Unidos com a marca
- 26:31da nasa. No mercado americano, eu lembrei
- 26:35da da origem lá, da da família lá, do do início, do do nosso e
- 26:40da minha chegada no Saara. É nas 2 lojinhas lá e pô, e ver
- 26:45o quanto que a gente conseguiu avançar e ter a confiança de
- 26:49marcas tão importantes não só no Brasil, mas no mundo, né?
- 26:52Aqui a gente citou algumas, mas é, eu acho que quem faz nasa faz
- 26:57qualquer coisa, né? Quem faz a Olimpíada faz
- 26:59qualquer evento. É, e são esses aprendizados.
- 27:02Eu acho que no nosso conceito EEA educação, de
- 27:07empreendedorismo, a gente, a minha família, Ela Foi muito
- 27:12corajosa, eu acho, né? E eu tive uma educação muito
- 27:15nesse sentido de pé no chão. Então a gente ainda não é uma
- 27:18empresa super alavancada, que faz loucura, é muito pelo
- 27:21contrário, é muito pé no chão. Acho que se se não fosse assim,
- 27:26a gente teria consequências pro bem e pro mal.
- 27:28Acho que se a gente fosse mais alavancado hoje, por exemplo.
- 27:30A gente teria muito mais lojas pelo Brasil, né?
- 27:33A gente tem lojas físicas, né? A gente teria.
- 27:35Quantas lojas vocês tem? Hoje, hoje são são 6 lojas, 66.
- 27:39Uma por estado. Ou não são todas no Rio?
- 27:42É, mas vocês atendem de qualquer maneira.
- 27:44Brasil inteiro, você. Falou, você entende?
- 27:46Atende o Brasil todo? É a gente hoje tem um, são 6
- 27:49lojas físicas onde os clientes trazem.
- 27:52Demanda. 2 artes demandas, né? Nosso slogan é você cria a
- 27:55gente, estampa, então vem de tudo que você pode imaginar.
- 27:59É pra estampar tudo mesmo. Você pode imaginar?
- 28:02É engraçado. A gente estava até fazendo uma
- 28:04série no nosso nosso Instagram, dos nossos vendedores, contando
- 28:09as as estampas engraçadas que eles já receberam.
- 28:11Enfim, é curioso. Falar de algumas diferentes?
- 28:14Você falou aí que que são pouco ortodoxas?
- 28:18Tem de tudo, né? Na Na loja de varejo, tem.
- 28:23A gente já viu o cliente trazendo camisa com QR Code do
- 28:26Pix pra mandar pra um amigo que estava devendo Pra Ele pagar uma
- 28:29dívida. É, teve namorado, namorada
- 28:34mandando foto do do namorado com outra, num enfim, preparando
- 28:39essas coisas assim, inacreditáveis assim.
- 28:41E tem as camisas emocionais, né? A gente a gente entendeu que a
- 28:47gente transforma ideias em produtos, o que nos traz uma
- 28:50responsabilidade enquanto ferramenta, né?
- 28:52Você tem uma ideia, você quer fazer?
- 28:54Você imagina a tua camiseta? Como é que ela vai?
- 28:57Ficar e aí você é, e o? Que que a gente precisa fazer?
- 29:00Entender o que que você tá querendo, a tua expectativa e
- 29:02transformar aquilo numa coisa que você vai ficar feliz, né?
- 29:05E você não tá comprando um produto que você tá vendo, você
- 29:08tá comprando e que você tá imaginando.
- 29:10É uma ideia? Então eu tenho que ter não só é
- 29:15o produto certo, mas a forma de estampar que.
- 29:20Represente de fato o que você está querendo, né?
- 29:24É, e transformar ideias em produtos traz pra gente uma
- 29:28responsabilidade de entender que a gente vende um produto
- 29:30emocional. A diferença é você comprar um
- 29:31produto pronto pra uma loja, né? Então a gente recebe, por
- 29:34exemplo, as vovós pra fazer as as camisetinhas ou as
- 29:37canequinhas das festas de seus netos de aniversário e vai dizer
- 29:43Pra Ela que aquilo ali tem que ser de um jeito, cara, ela quer
- 29:45do jeito que ela quer, né? Então assim, é sempre um, é
- 29:48sempre uma. Uma Batalha, uma Batalha tem.
- 29:51Outras coisas também tem eleição.
- 29:54Por exemplo, a gente tem história de 2 clientes saindo
- 29:57numa porrada no meio da loja e rolando na loja, um fazendo uma
- 30:00camisa do Lula, o outro do Bolsonaro, um do lado do outro
- 30:03dentro da loja, e assim, e o nosso papel é atender todo
- 30:07mundo, né? E o nosso posicionamento é esse,
- 30:09você cria e a gente estampa, a ideia é sua, então eu não tenho
- 30:11nada com isso. Mas tem 1 hora que as ideias se
- 30:14encontram na loja, né? E foi o que aconteceu Na Na Na
- 30:18eleição. Enfim, tem várias e tem tem
- 30:20várias coisas felizes, tristes. A gente fez agora, por exemplo,
- 30:24recentemente a gente recebeu um pedido super urgente pro pro
- 30:31velório enterro da Preta Gil, por exemplo.
- 30:35Então tem essas coisas, às vezes de momentos também muito
- 30:37delicados. É de alguém e que a pessoa
- 30:42transforma o nosso produto numa homenagem, né?
- 30:45É então quando a gente vê uma artista como ela, que o Brasil
- 30:49todo estava ali, né? É mobilizado, com a história
- 30:53acompanhando. É por acaso.
- 30:57Eu estava naquele show do Gilberto Gil em São Paulo, onde
- 30:59ela cantou com ele, que foi um momento muito bonito.
- 31:03E aí eu recebi logo depois do falecimento dela esse pedido.
- 31:07E cara, aí tinha que a gente recebeu o pedido das 10 da
- 31:09manhã, entregou 1 da tarde. Porque a galera IA começar a
- 31:13chegar e a gente precisava. Eles precisavam começar a
- 31:16distribuir. Era uma homenagem que todos
- 31:19queriam dar. Enfim, usar OA camiseta com a
- 31:22com a foto dela, enfim. Então tem essas coisas também,
- 31:28né? Desses desses momentos que AA
- 31:32camisa acaba ajudando a. A representar, né?
- 31:37A ilustrar é, isso é um produto, isso que a gente vende, né?
- 31:41Uma representação visual de alguma coisa e pode ser um
- 31:44sentimento, uma ideia, uma opinião.
- 31:46É às vezes um negócio, né? Tem muito pequeno pequenos
- 31:50empreendedores que fazem. E aí?
- 31:53Cara a. Gente tá falando de nasa, mas
- 31:55tem lá o marceneiro que vai fazer a camisa da marcenaria
- 31:58dele, o eletricista. Que vai fazer a camisa dele com
- 32:012 auxiliares e o cara às vezes chora de emoção de ver a
- 32:05marquinha dele ali estampada, porque ele vê que virou, virou
- 32:08negócio. Ele vê que concretizou, né?
- 32:11Vichir a camisa é um termo muito forte, né?
- 32:14No nosso vocabulário, não à toa que você fala, pô, o cara veste
- 32:17a camisa, né? Tem essa coisa, né, de você
- 32:21entender que quando você veste a camisa que a coisa, a coisa de
- 32:25fato está acontecendo. Né, nesse, nesse lado de de.
- 32:30De pensar todo, de de camisa é, vocês pegam, é, é, vamos dizer,
- 32:35Datas comemorativas, essas coisas, e acabam inovando,
- 32:39fazendo alguma linha dessa, como é que funciona além da parte on
- 32:43demand, como é que funciona os outros, as outras linhas de
- 32:47produto de você pegar no Natal de repente e fazer como é que
- 32:50funciona isso na de Mona? Isso é uma coisa que a gente tá
- 32:52começando a ampliar. A gente aprendeu muito a fazer
- 32:56isso no Carnaval. O que aconteceu no Carnaval?
- 32:59As empresas faziam muito, muitos projetos em novembro de final de
- 33:03ano e chegava depois do dia 10 de dezembro.
- 33:08Como tem muito recesso, os nossos pedidos, b to b caiu
- 33:13muito. Então a gente ficava com a
- 33:15estamparia no final do ano bastante tranquila.
- 33:21Então, e por outro lado, como a gente.
- 33:24Sabia que o Carnaval sempre foi uma época muito forte, né?
- 33:27Porque se a gente transforma ideias em produtos, o Carnaval é
- 33:30o caldeirão de ideias, né? Então você tem blocos, festas,
- 33:34eventos, Sapucaí, é foliões, todo mundo querendo inventar uma
- 33:39ideia pra alguma coisa. Então a gente falou, olha, a
- 33:43gente tem uma estamparia ociosa. No final do ano a gente tem 1 MB
- 33:45evento vindo, vamos então aproveitar, vamos criar estampas
- 33:50legais pro Carnaval. E vamos aproveitar esse momento
- 33:53que a que a estamparia está ociosa pra produzir Carnaval.
- 33:59Então a gente contratou uma estilista, é que é a Ana, que
- 34:04tinha trabalhado na farm, enfim, tinha uma pegada muito
- 34:06interessante, é de criativa e começamos a desenvolver a linha
- 34:12da dimonas de Carnaval e virou um sucesso, né?
- 34:15No último Carnaval foi 1 MB, sucesso.
- 34:17A gente entendeu o que que o folhão queria usar.
- 34:22E começou a criar estampas específicas pra isso.
- 34:25Isso virou agora um aprendizado pra gente, né?
- 34:28Agora a gente tá começando a desenvolver, por exemplo, uma
- 34:32linha de souvenir do Rio com uma pegada mais interessante, que é
- 34:37um nicho de mercado que a gente acha que tá mal explorado.
- 34:40Então a gente começa a fazer projetos de estampas próprias
- 34:44pro mercado, mas às vezes cada projeto desse vai ter que ter um
- 34:47desdobramento diferente, um canal de venda diferente.
- 34:50É, nem tudo a gente vai colocar na nossa loja.
- 34:52Tem coisa que você vai usar, parceiros, representantes e
- 34:56Commerce e uma série de coisas. A dificuldade assim, OA coisa
- 35:01mais legal da de 1 ano ao mesmo tempo, a maior dificuldade que a
- 35:04gente tem um produto muito, muito, muito versátil.
- 35:07A gente tem um produto que todo mundo usa e que todo mundo
- 35:09precisa que é. Camisa EOE os outros.
- 35:13Todo mundo precisa. Eu costumo até dizer, cara, pra
- 35:17quem tu tá? Pra quem tá nos assistindo aqui?
- 35:20É, procure uma camisa da de Mona no seu armário que você vai
- 35:23achar. Ah, eu não conheço a de Mona,
- 35:25mas no teu armário tem uma camisa nossa, com certeza.
- 35:27Porque assim. E tanto que vocês já fizeram em
- 35:30vários projetos. Todo mundo precisa, então assim,
- 35:33é muito legal porque amplia muito nosso, nossas
- 35:36possibilidades, mas é muito difícil porque você vê uma
- 35:39infinidade de oportunidades e fala assim, cara, onde é que eu
- 35:42vou? Onde é que eu?
- 35:43Vou escolher qual que eu vou? Colocar a nossa energia.
- 35:45E como é que eu vou atuar nessas frentes todas ao mesmo tempo?
- 35:49E aí torna. A nossa vida bastante bastante
- 35:54ocupada. EE, né?
- 35:56Um ciclo sem fim aí de tentativas de de projetos que
- 35:59você está o tempo inteiro apostando e tentando, né?
- 36:04É cristalizar em negócios. Eu queria aproveitar que você
- 36:09fizesse um paralelo, que são 2 realidades muito diferentes, em
- 36:13falar como é que como é que tá esse movimento?
- 36:17É e comparar o movimento da de Mona no Brasil e assim, e você
- 36:21pegar esse momento do da de Mona no exterior, que é Miami,
- 36:25Chicago, por quê? Acaba que são 2 culturas muito
- 36:28diferentes. E os Estados Unidos, a gente
- 36:30sempre imagina que a gente vai ter uma dificuldade ou que
- 36:33talvez não vai conseguindo levar um produto desse pra fora.
- 36:37E querendo ou não, vocês já estão lá, já fizeram até uma
- 36:40linha ligada à nasa, então. É se você pudesse dar um
- 36:42comparativo, falar um pouquinho da da realidade da de Mona
- 36:46Americana ou com a de Mona nos Estados Unidos, no caso.
- 36:51É quando a gente resolveu abrir os Estados Unidos.
- 36:54Primeiro a gente estava no meio da pandemia.
- 36:58É o Igor que eu falei, meu sócio que é o cara do sistema.
- 37:03É, a gente. Tinha um sistema no Brasil que
- 37:07tinha? Não.
- 37:08A gente tem um sistema no Brasil que conecta.
- 37:11Oo as plataformas virtuais os e Commerce com as com a nossa
- 37:16operação de fabricação que a gente chama de dropshipping, né?
- 37:20Quando você é permite que uma pessoa venda online sem ter o
- 37:24produto. Sem ter produto, é por demanda,
- 37:26ele vende, depois produz e manda.
- 37:28Quando ele vende, a gente recebe o pedido, a gente fabrica
- 37:30estampa e entrega para o cliente dele.
- 37:32Então, isso abriu a possibilidade de muitas empresas
- 37:36internacionais venderem para o mercado brasileiro usando a de
- 37:40Mona. Né?
- 37:42O Brasil é um mercado muito burocrático.
- 37:44Na parte de importação, é caro importar no Brasil.
- 37:46A gente tinha um país bastante protecionista e é um país que lá
- 37:51fora as pessoas têm um certo receio, né?
- 37:53As empresas têm um pouco de medo de entrar no Brasil por várias,
- 37:57por várias razões. A gente é um país mais
- 37:58burocrático, é um país de fato. Um Monte de de caminhos.
- 38:05Não só não só a carga tributária, mas AA complexidade,
- 38:10que é o entendimento disso, né? É muito difícil você é explicar
- 38:16para um americano a complexidade da nossa carga tributária.
- 38:21E como é que às vezes uma coisa de um jeito e no dia seguinte é
- 38:24de outro jeito, né? Não tem lógica.
- 38:26Tem aquela frase que no Brasil até o passado é incerto, né?
- 38:28E é verdade, né? É.
- 38:30A gente vive num país que tem essas complexidades e não tem
- 38:33previsibilidade em muitas coisas, e o ambiente de negócios
- 38:37fica prejudicado por conta disso.
- 38:39Mas essas empresas conectavam com a admona daqui e vendiam,
- 38:44vendiam para o mercado brasileiro e usavam admona, o
- 38:46que eu acho que é um case muito interessante, porque você tem um
- 38:50operador lá fora que vende para o mercado brasileiro, mas
- 38:55diferente da chopia da vida, desses que vem o produto da
- 38:59China, entrega direto. A gente produz aqui, a gente
- 39:02produz no Brasil, a gente paga impostos no Brasil, a gente
- 39:05gera, gera empregos no Brasil e desenvolve o produto aqui, né?
- 39:12É. Então pra mim é um modelo que
- 39:13faz muito sentido, porque você tem a tecnologia lá fora e tem a
- 39:17criação lá. Tem a galera criativa que criava
- 39:21os produtos pro pra pra esse mercado, permitia que eles
- 39:24também competissem aqui, mas usando a de Mona como uma
- 39:28fabricação durante a pandemia. Como foi todo, foi todo mundo
- 39:32pro digital muito rápido. Essas esses nossos clientes
- 39:36internacionais e também operavam nos Estados Unidos e ligaram pra
- 39:40gente e falaram, olha, a gente está com muito problema aqui.
- 39:43Preciso de vocês, eu? Preciso de alguém que imprima
- 39:45aqui porque não tá AA as as filas de impressão estão e aí a
- 39:50gente foi pros Estados Unidos pra atender esses clientes e
- 39:55cara. Uma aventura colossal assim, na
- 39:59época tinha tinha é pra entrar nos Estados Unidos, tinha 11
- 40:04Barreira sanitária, né? Você tinha que ficar 15 dias no
- 40:06México. O Igor estava com o filho recém
- 40:09nascido, o Leo, que foi o primeiro filho dele.
- 40:11Ele estava com, sei lá, 67 meses de idade.
- 40:15Ele ficou 15 dias num hotel no México em quarentena,
- 40:19programando o sistema para o mercado americano no hotel.
- 40:22Ele foi a empresa foi sendo construída nesse caminho.
- 40:25De acordo com e entrando lá. E aí a gente abriu lá, montamos
- 40:29as primeiras máquinas, pegamos um espaço lá em Miami, é que ele
- 40:35conseguiu achar lá durante esse período e começamos, começamos
- 40:39um trabalho. Essa empresa depois que nos
- 40:42levou para lá, quebrou e a gente achou aqui o nosso negócio,
- 40:47nossa aventura. Lá IA se.
- 40:48Acabar. Mas a gente depois conseguiu
- 40:50clientes maiores ainda. E entrou numa trajetória
- 40:54interessante de crescimento. Ano passado a gente entrou com
- 40:58um é um investidor, um sócio investidor no mercado americano.
- 41:02E a empresa tem 4 anos de existência e foi avaliada no ano
- 41:09passado por 10000000 de dólares e entrou investidor com 15% da
- 41:13operação pra ajudar nesse crescimento.
- 41:16Então são empresas separadas, né?
- 41:19Mas. No mesmo ecossistema.
- 41:23Os desafios são muito, muito grandes.
- 41:25Lá a gente é uma empresa de dropshipping, a gente tá é 100%
- 41:29digital, não tem loja lá. Lá a gente é a fábrica de
- 41:33milhares e milhares de lojas de e Commerce.
- 41:36Mas lá funcionaria. Você acha que funcionaria esse
- 41:38modelo das pessoas produzirem na hora?
- 41:41Lá tem essa cultura. É uma coisa que que eu já que
- 41:45vocês estão vivendo. E porque assim lá parece que as
- 41:48coisas são planejadas. Então, se tu quer um negócio
- 41:50rápido. Você não tem onde fazer.
- 41:52Às vezes EE tem isso ou ou isso é um achismo nosso.
- 41:57Engraçado que o modelo de loja da de Mona, que nunca foi quem
- 42:01mora no Rio e quiser conhecer a gente.
- 42:02Tem loja, lojas no centro, loja em Copacabana e loja na barra.
- 42:06O nosso modelo é um modelo muito nosso, muito único.
- 42:10Você entra lá, tem as máquinas no meio da loja, fazendo na
- 42:12hora. Eu viajei o mundo todo, tive
- 42:16oportunidade na vida de, sei lá, mais de 30 países e eu nunca vi
- 42:19uma loja igual a nossa. E nem mesmo nos Estados Unidos
- 42:23não tem uma loja como a nossa. E eu acho, sim, que tem espaço
- 42:26lá pra gente abrir uma de Mona store.
- 42:30É com a pegada que a gente tem no Brasil.
- 42:32Mas é como eu falei, a gente hoje tá lá.
- 42:36Lá tem uma dificuldade que é mão de obra, né?
- 42:37A mão de obra lá é muito mais cara.
- 42:40É, é uma mão de obra difícil e o que torna?
- 42:46Tem um lado fácil, que é ganhar em hora.
- 42:49E tem um lado difícil que é ganhar, é pagar em hora pra,
- 42:52pra, pra esse negócio. No caso tem outros negócios que
- 42:56funciona, é que o teu tem que ter uma escalabilidade que se
- 42:59você botar talvez não fizer 1 o volume grande.
- 43:03Você pagar em hora fica ruim. Então assim, é mesmo lado que
- 43:07tem uma facilidade, tem uma dificuldade, né?
- 43:09É, e a gente ainda está crescendo nesse segmento
- 43:12digital, que a gente acha que ele é mais saudável nesse
- 43:15primeiro momento. É porque as pessoas falam assim,
- 43:18pô, que que beleza. Receita em dólar?
- 43:20É, é receita em dólar, mas a despesa também, né?
- 43:22É, tem isso. Você acha que esse lado de
- 43:26festival lá é uma? Ainda tem como vocês estarem,
- 43:30abre um. Um peracha, inclusive, uma coisa
- 43:33que uma coisa que que eu sempre falo é, a gente foi pros Estados
- 43:38Unidos achando que a gente IA chegar lá pequenininho e que a
- 43:41gente IA jogar a terceira divisão.
- 43:45E, ao contrário, o brasileiro. Justamente por essa complexidade
- 43:49que a gente tem no Brasil e o empreendedor No No Brasil, ele
- 43:52precisa ter uma força de vontade, um jogo de cintura,
- 43:56precisa lidar com uma série de imprevisibilidades.
- 43:59Eu acho que a gente acaba se tornando um empreendedor mais
- 44:02preparado até do que o empreendedor americano.
- 44:05É claro que estou falando em linhas gerais aqui, né?
- 44:08Mas quando a gente chegou lá, a gente percebeu que.
- 44:13A nossa forma de fazer o negócio, a nossa velocidade, a
- 44:16nossa maneira de lidar com as pessoas, de lidar com o cliente,
- 44:20de lidar com o fornecedor e principalmente, de se adaptar ao
- 44:24cliente é foi um diferencial muito grande.
- 44:27A gente falou, cara, a gente tem espaço aqui pra gente brigar com
- 44:30os grandes, mesmo que a gente não tenha o capital que eles
- 44:33tenham, mas a gente consegue oferecer um diferencial de
- 44:36atendimento. É de da forma de enxergar o
- 44:40negócio que nos permite sonhar grande.
- 44:43Estamos lá, estamos lá remando. É atendendo hoje várias marcas
- 44:50de e Commerce pequenas, né? Menores.
- 44:52Tem milhares de marcas integradas com a gente e também
- 44:55fornecendo pra marcas de camisetas de design, de de
- 44:59marcas já Americanas, que estão usando de Mana hoje como
- 45:02estamparia. Olhando olhando pro pro
- 45:05crescimento desse ano, como é que você vê Oo mercado pra pra
- 45:09esse ano, o resto de 2025? E 26 pra de Mona no Brasil.
- 45:14Agora vamos voltar pro? A nossa realidade.
- 45:16Pra realidade do Brasil, como é que você vê esse mercado?
- 45:19EE, quais expectativas aí pra final de 25 e começo de 26?
- 45:25Aqui no Brasil a gente tá com uma pegada muito forte de
- 45:28ampliar os nossos canais de atendimento remotos, né?
- 45:30Que a gente chama? Então a gente tá é prestes a
- 45:34lançar um produto novo. É uma ferramenta chamada cria.
- 45:40É o cria. Vai ser uma ferramenta muito
- 45:43importante. O cria vai ser uma ferramenta
- 45:46muito importante pra gente, porque ele pode ampliar o acesso
- 45:52ao nosso produto de uma maneira muito, muito, muito agressiva.
- 45:56Porque hoje no nosso site você tem um estúdio de personalização
- 46:01e você escolhe a camiseta que você quer ou acessório que você
- 46:04quer. Você faz o upload da sua
- 46:06estampa, você consegue no estúdio?
- 46:09Finalizar o seu pedido e comprar um produto personalizado.
- 46:14Só que muita gente não. Tem designer, não tem nada não.
- 46:17Tem designer? Não se sente seguro com designer
- 46:19ou não quer só um texto? Quer uma imagem legal?
- 46:21Aí vai no Google, mas não acha a imagem que quer, enfim, acaba
- 46:24restringindo um pouco o público. E aí vem essa coisinha chamada
- 46:28IA, né? Que tá movimentando aí, Oo
- 46:31planeta. Onde você pode dizer para IA o
- 46:35que que você gostaria de ter na tua estampa?
- 46:37Pedir para ela criar uma estampa para você em alta resolução,
- 46:39dizer as cores que você quer que essa estampa tenha e ela cria
- 46:43para você. E é isso pra gente.
- 46:46Vai ser uma virada de chave fenomenal para o nosso digital,
- 46:50né? O cria é uma ferramenta que a
- 46:52gente vai lançar nas próximas semanas, integrado ao ChatGPT
- 46:57que o nosso cliente dentro do nosso site isso.
- 46:59Vai ser uma ferramenta de vocês, né?
- 47:01Vai estar ligada ao site vocês não liberada assim, no caso, é
- 47:05quem for fazer com vocês dentro do do mundo da admona.
- 47:09A gente já vendeu um pacote de, de de possibilidade de criação,
- 47:13então é a tecnologia, é do ChatGPT, então a gente, mas.
- 47:18Adaptada pra pro mundo da admona.
- 47:20Né? Isso a gente dá, por exemplo,
- 47:22por exemplo, a possibilidade de você fazer 3 estampas gratuitas
- 47:26e, a partir disso, você pode comprar pacotes de criação.
- 47:30É. E aí você coloca lá o prompt do
- 47:33que que você quer? O cria, gera para você as tuas
- 47:37estampas. E a gente já vai mostrar para o
- 47:41nosso cliente a estampa que ele criou em vários produtos
- 47:45aplicados, né? Então, sei lá, você quer criar
- 47:48uma estampa? Deixa eu só.
- 47:53EB mal que eu tô com um. Pegar.
- 47:55Pegarrinho aqui que não, que não sai, mas vamos lá, vamos voltar
- 47:58aqui, por exemplo. Você fala uma coisa que você uma
- 48:03camisa que você gostaria de usar?
- 48:05Eu gostaria de fazer uma camisa com logotipo ligada a rock, por
- 48:09exemplo. Então tá.
- 48:10Então você vai escrever o seu prompt que você quer uma
- 48:13camiseta com uma guitarra estilizada.
- 48:16É uma guitarra dourada, é em altíssima resolução.
- 48:20Uma guitarra que tenha é, sei lá, 11.
- 48:26Estética parecida com a guitarra dos anos 70.
- 48:30É num tamanho grande, numa estampa em PNG, 300 DPI, fundo
- 48:36transparente. Você vai botar o teu prompt lá,
- 48:39vai contar o que você quiser sobre a tua relação com a
- 48:41guitarra e ele vai gerar a imagem.
- 48:43É puriado, o que que você quer? E essa imagem, a de Mona, já
- 48:47aplica pra você, uma camisa, uma camiseta branca, uma camisa
- 48:50preta, uma camisa prima, uma camisa estourada, uma camisa
- 48:52prima numa caneca, numa caneca, numa éco bag, num pôster.
- 48:56Transforma tua guitarra em vários produtos.
- 49:00Que você escolhe o que você quer e compra na hora vocês conta pro
- 49:03pro pra ir o que que você quer? A gente oferece pra você os
- 49:06produtos é já finalizado, você clica e compra.
- 49:10Isso vai ter essa onda, vai ser praticamente on demand.
- 49:14Totalmente, totalmente. A gente estampa com tecnologia
- 49:17digital, mas produtos da nossa linha, né?
- 49:20Camisetas dos mais variados tipos da nossa.
- 49:23Eu digo assim, você cria, aí você vai mandar pra loja e
- 49:25retira na loja ou ela? Ou ela só entrega em casa?
- 49:29Vai pra tua casa, vai poder ter um armário?
- 49:33Personalizado. Totalmente personalizado, sem
- 49:35ser sem saber abrir um Photoshop, é.
- 49:39Então eu acho que isso vai ser muito importante e vai
- 49:43democratizar de fato o acesso à personalização de itens para uso
- 49:47pessoal, né? O cria é uma ferramenta para as
- 49:51pessoas poderem criar. É as suas.
- 49:57A sua própria forma de vestir, a sua própria forma de se
- 49:59expressar sem necessariamente precisar saber exatamente como
- 50:05configurar uma estampa. Então, acho que isso é muito
- 50:07disruptivo. Eu acho que isso vai abrir
- 50:10caminho para o nosso digital crescer de uma maneira bastante
- 50:15interessante. Hoje, como é que você
- 50:17classificaria? É a divisão entre digital e
- 50:21físico de de venda de? É 5050-6040 hoje que que mais
- 50:28gira para vocês? Hoje o nosso canal remoto
- 50:30representa 6060 por cento da venda.
- 50:32Estou falando de Brasil, tá? Estados Unidos é, Estados Unidos
- 50:35é 100%, hoje é 60% remoto, que é central de vendas.
- 50:41Barra site, né? Nossa central de vendas.
- 50:44A gente tem uma central que a galera vai ficar lá.
- 50:48Atendendo por WhatsApp e-mail, telefone, você manda arte faz,
- 50:51diz que você precisa, a gente te indica os melhores produtos você
- 50:55compra, pode retirar na loja se você for do Rio ou a gente manda
- 50:58pra tua casa ou pra tua empresa onde você tiver pelo Brasil
- 51:02inteiro. E a gente estava, a gente acabou
- 51:04de lançar agora uma nova vertente, né?
- 51:06O que a gente manda para a empresa?
- 51:07A gente acabou de lançar, a gente acabou de lançar um site
- 51:12onde a gente está, inclusive nesse momento é fazendo uma
- 51:16promoção. É de 15% de desconto para as
- 51:20empresas comprarem no CNPJ pedidos acima de 30 peças.
- 51:24Então a gente lançou. Uma campanha?
- 51:26Uma campanha com um portal específico para as empresas do
- 51:29Brasil e aí pode ser a empresa de todos os tamanhos.
- 51:33Pode deixar aí se quiser deixar Oo link EOEOEO cupom o pessoal.
- 51:39É de Mona. Pode entrar no site da de Mona
- 51:41de mona.com.br e lá você pode ir na parte.
- 51:45Tem um banner lá do. De Mona para empresas ou você
- 51:49pode entrar no de mona.com.br barra empresas e o cupom é na
- 51:54hora de fechar o pedido pelo site é de Mona empresas.
- 51:56Ou você pode falar com a gente aqui na tipo a propaganda, né?
- 52:00Ou a gente pode ou você pode falar com a gente por WhatsApp
- 52:02que nossa nossa central de vendas vai te responder dando
- 52:06todo o suporte que você precisar para poder personalizar os seus
- 52:09produtos. Depois a gente vai pegar o botar
- 52:11o link na descrição e bota o cupom aí que ele vai deixar para
- 52:14todo mundo que estiver acompanhando a gente.
- 52:16Poder fazer essa. Coisa aí, 15% pra atacar da
- 52:19coisa pra. Caramba, Hein, pessoal?
- 52:2215% aí ó, fazendo diretamente no CNPJ.
- 52:26Exato. Vou aproveitar aqui que eu dei
- 52:28uma informação aqui. Parece que no COVID vocês
- 52:31fizeram um projeto chamado convida 20.
- 52:33Sim, queria que você falasse um pouquinho, é disso e de como
- 52:38isso impactou e quantas pessoas mais ou menos como é que
- 52:41funcionou isso? É o convida 20.
- 52:43Foi um projeto, foi um presente, né?
- 52:45É quando a pandemia começou. Eu achei que a gente IA quebrar
- 52:50assim, não sabia que que é. Enfim, acho que todo mundo
- 52:53achou, né? Nem quebrar o pessoal achou que
- 52:57não, que IA acabar o mundo. É, mas a gente se viu, a gente
- 53:02estava com uma fábrica recém inaugurada, com mais de 50
- 53:06costureiras, é? A gente estava com toda a
- 53:10estrutura fechada, os eventos, sem nenhuma previsão nem norte,
- 53:14nada de voltar a acontecer, foi. Legal sempre.
- 53:16Aquele daqui 1 mês vai, daqui 1 mês vai abrir, daqui uns tantos
- 53:20dias vai abrir e ir andando. E aí, na época, eu recebi um
- 53:23desenho, é um cara chamado Roberto Roberto todor.
- 53:29Ele me ligou por indicação da minha mãe.
- 53:32Ele conhecia minha mãe, sei lá. Ele me ligou com desenho de uma
- 53:35criança que era um vírus, que ela chamou de convida 20.
- 53:39Que era um vírus do bem, era um vírus, era um era um desenho
- 53:42muito bonito assim, era um era um planetinha com as árvores,
- 53:45era como se fosse um vírus sustentável, era como se fosse
- 53:48uma coisa positiva, uma energia positiva, meio que pra combater
- 53:54toda aquela loucura que estava acontecendo.
- 53:55E o nome era com vida, né? É, convida 20.
- 54:00E a gente achei legal aquele desenho.
- 54:01Eu falei, cara, vou fazer um trabalho espiritual aqui, eu vou
- 54:05dedicar o meu tempo para parte social, que acho que.
- 54:08E Deus existe, o universo vai me ajudar e vai conspirar pra me
- 54:11proteger e pra proteger o nosso negócio.
- 54:14E deu certo, porque eu convido a gente o que que a gente fez?
- 54:16A gente criou primeiro que a gente foi uma das primeiras
- 54:19empresas a fabricar máscara, não tinha máscara no mercado na
- 54:24época, e aí a gente transformou a nossa fábrica numa fábrica de
- 54:29máscaras, o que foi uma virada importante, né?
- 54:32Aliás, acho que a gente sobreviveu por causa disso
- 54:34naquela época. E aí?
- 54:37A gente fez uma campanha que você comprava online, uma camisa
- 54:42com uma máscara com a login do convida 20, que foi desenhada
- 54:45por pela Manu, que era uma criança de 11 anos na época.
- 54:49Só que ao invés de você comprar esse produto para você usar,
- 54:52você mandava para alguém. E aí uma cartinha dizendo olha,
- 54:57é o fulano comprou para você aqui esse kit.
- 55:00Se você comprar para mais alguém, você vai completar uma
- 55:03cesta básica. E a pessoa, pô?
- 55:06Recebeu aquilo lá, ela não pode parar com a corrente, né?
- 55:09Sim, comprava pra outra pessoa, cara, e foi um sucesso assim,
- 55:12foi um negócio, a gente conseguiu arrecadar cerca de 25
- 55:17t de alimento e ajudamos 2500 famílias.
- 55:22Na época, a gente montou uma equipe de voluntários, fomos,
- 55:26fomos nas comunidades entregar em várias entregas diferentes,
- 55:29porque era 1 o volume muito grande e foi um aprendizado de
- 55:33vida, né? Foi um momento que a gente.
- 55:36Entendeu a força que a gente tinha ali pra ajudar.
- 55:39E muita gente, muita gente legal, muitos artistas acabaram
- 55:42encampando postando, né? Porque era era uma campanha
- 55:46criada por uma criança no meio de uma pandemia, né, com tudo
- 55:50aquilo acontecendo, e era uma coisa assim que dava uma
- 55:53Esperança mesmo assim, de ver. Aí quando a gente vê as pessoas
- 55:57recebendo, né, naquele momento tão delicado, foi, foi
- 55:59interessante assim, eu cresci muito como pessoa.
- 56:03E acabei. Cresci no Rio, mas assim é.
- 56:07Cresci na zona sul do Rio. Então tinha.
- 56:09Não tinha muita muito conhecimento das comunidades em
- 56:14si, né? Me senti até um pouco.
- 56:18Por fora. Falei, cara, como é que pode?
- 56:19A minha cidade é tão, né? É uma cidade tão.
- 56:22Comecei a. Foi um momento que eu que eu
- 56:24entrei nas comunidades no meio da, da, da, da, da COVID e que
- 56:28eu me deparei com uma com. Com a nossa força
- 56:32transformacional, né? E nosso papel é importante de de
- 56:35contribuir. Então pra mim como pessoa foi
- 56:37muito importante de ter vivido isso, ter tido acesso e contato
- 56:41com isso. Eu acho que pra empresa também
- 56:44foi legal. Eu acho que acabou trazendo aí
- 56:4611 onda positiva pra nossa marca, enfim, que depois muita
- 56:51gente por muito tempo ficou lembrando disso de uma maneira
- 56:54positiva. Pegando isso como como exemplo,
- 56:57como é que é, como é que você vê pra equilibrar?
- 57:00Essa escala empresarial com responsabilidade social, sem
- 57:03perder muito foco no negócio, como é que você?
- 57:07É, eu acho que a gente acaba contribuindo muito com muitos
- 57:12projetos sociais. Como a gente faz camiseta e
- 57:14todos os projetos sociais precisam de camiseta, eu recebo
- 57:18dezenas de pedidos por dia de apoios, né?
- 57:21Ah, me dá um apoio, me dá um apoio, me dá um apoio.
- 57:23E é difícil pra gente, porque aquela coisa, não me peça aquilo
- 57:27que eu tenho pra vender, né? É.
- 57:30Mas de certa maneira, a gente acabou criando ali um mecanismo
- 57:34de tentar contribuir de alguma maneira com os projetos que a
- 57:37gente avalia que seja um projeto de alto impacto.
- 57:40Como a nossa estrutura administrativa.
- 57:42É uma estrutura ainda pequena frente ao que a gente quer ser,
- 57:46a gente tenta contribuir com esses projetos da forma que a
- 57:49gente consegue. É muitas vezes fazendo permutas
- 57:53ou ou fazendo grandes descontos pra esses projetos.
- 57:57Ou dependendo da visibilidade, né?
- 57:59E da da da entrega. A gente até às vezes apoia os
- 58:01projetos, é de uma maneira, de uma maneira positiva, onde eles
- 58:06transformam as camisetas muitas vezes em recursos, né?
- 58:09Então, às muitas vezes a gente não dá dinheiro, mas a gente dá
- 58:12produto e esse produto acaba sendo transformado em receita,
- 58:17em em apoio pra esses projetos. É, mas acho que o convida foi o
- 58:21projeto mais estruturado que a gente fez num momento muito
- 58:24delicado, onde. É, a gente acabou ajudando muita
- 58:27gente num momento muito sensível.
- 58:30Pegando isso pro lado empresarial, como é que, como é
- 58:33que você acha que, como como lidar com ciclo de mercado,
- 58:37crise e reinvenções? Como é que você vê isso?
- 58:39É pegando esse, esse esse Panorama que você teve aí com
- 58:44tanto com a COVID quanto com essas subidas e descidas.
- 58:49Eu acho que isso faz parte de empreender, né?
- 58:53Empreender é uma. É uma coisa muito, muito louca,
- 59:01porque você lida com imprevisibilidade da hora que
- 59:05você acorda, da hora que você vai dormir, né?
- 59:08Você tem questões, cara, que acontecem todo dia, o dia todo.
- 59:14E se você não souber se se flexibilizar ou se reinventar,
- 59:19não adianta ainda. A gente tá, a gente vive um
- 59:21mundo. Hoje a gente tava falando de a,
- 59:25né? A ruptura ela não é só uma
- 59:27ruptura do teu negócio, ela é uma ruptura do teu universo, né?
- 59:31A gente vive num mundo hoje onde as coisas estão se transformando
- 59:34numa velocidade que se você não se não se reinventar como
- 59:38empreendedor e como pessoa, você fica pra trás muito rápido.
- 59:42E é muito louco isso. Isso gera 11 onda de não é à toa
- 59:48que as pessoas estão mais ansiosas, que as pessoas estão
- 59:50mais. É muita informação e muito.
- 59:53Tempo. Muita transformação ao mesmo
- 59:55tempo e você pegar essas mudanças e você também.
- 59:59Hoje você existem milhares de cursos de a, mas você não tem
- 1:00:02hoje ainda uma ciência onde você antigamente você IA pra
- 1:00:06faculdade ser formado. Você sabia o que era
- 1:00:08publicidade. Hoje em dia, como é que você vai
- 1:00:11ter hoje num curso de publicidade?
- 1:00:13É cases transformacionais de ACA.
- 1:00:16Tá acontecendo agora. A gente tá meio que vivendo o
- 1:00:19que a gente fala aqui no Brasil faz muito, acho que pro Brasil é
- 1:00:22bom. Que é, a gente faz as coisas
- 1:00:25enquanto tá trocando o pneu, o brasileiro é meio que isso, ele
- 1:00:28vive trocando o pneu, enquanto ele tá dirigindo, ele vai
- 1:00:32dirigindo trocando o pneu. Nos outros países, como a gente
- 1:00:35mesmo sabe, eles já estão meio que estabilizados em algumas
- 1:00:38coisas, só que na IA todo mundo tá vivendo isso, não só a IA,
- 1:00:42tem algumas coisas de tecnologia que a gente tá passando, esse
- 1:00:45momento de de transição, então é o que você falou, pegando
- 1:00:48faculdade e tal, tudo isso é, a gente acaba vivendo isso.
- 1:00:53Por isso que a gente acaba perguntando, mas é vocês?
- 1:00:56Até o momento, EEE tem mostrado, vocês souberam lidar com isso
- 1:01:00porque vocês passaram EE foram adaptando o negócio.
- 1:01:04Nem todo o negócio a gente passa, traz muitas empresas
- 1:01:08aqui, nem todo mundo em todos os negócios tem essa maleabilidade
- 1:01:12e nem essa cabeça, porque tem gente que fala assim não
- 1:01:14direito, tem a galera nova do direito, que que tá pegando e
- 1:01:18usando, AIAE outras coisas novas e tem um cara lá que ele quer
- 1:01:21ficar. É por não, não.
- 1:01:23O direito é assim. Eu tenho EE.
- 1:01:25Só que a tecnologia querendo ou não, ela acaba.
- 1:01:30Hoje em dia ela está engolindo exato certas empresas.
- 1:01:33Quem não se modificar, ela meio que.
- 1:01:36A minha geração foi uma geração que viveu o analógico e o
- 1:01:40digital, e eu lembro da transição, eu lembro é que muita
- 1:01:47gente não queria ter e-mail não queria.
- 1:01:51Pessoas não queriam para o digital, queriam ficar no
- 1:01:53físico. Isso foi uma coisa que durou
- 1:01:55muitos anos, essa transição e claramente.
- 1:01:58Não, eu ainda vou te dizer, eu acho que ainda dura.
- 1:02:00Ainda dura porque? Tem gente que você encontra dono
- 1:02:03de empresa que é, seria a geração do seu pai ou padrasto?
- 1:02:08Que você fala, o cara fala, não, eu não tenho. e-mail, ou então
- 1:02:12OE mail vai para alguém que passa para ele, porque ele ele
- 1:02:15não tem um e-mail, alguém recebe e fala assim, pô, chegou um
- 1:02:18e-mail hoje com isso? O que que eu faço no caso para
- 1:02:22ele? Isso você ainda vê muito, sim,
- 1:02:24tá terminando porque chegou num ponto.
- 1:02:26Só que eu acho que AEA. Eu acho que AEA primeiro, que eu
- 1:02:28acho que AEA é uma transformação tão importante quanto a
- 1:02:30internet. Quanto a gente viveu nesse
- 1:02:33analógico digital, mas eu acho que a velocidade hoje ela vai
- 1:02:37ser ainda mais rápida. Eu acho que o que está
- 1:02:40acontecendo é 1 o volume tão forte de transformações e de
- 1:02:45inteligência que está sendo gerada, que as pessoas têm
- 1:02:49dificuldade de acompanhar. E as profissões?
- 1:02:51Elas estão sendo modificadas num lugar que a gente ainda não
- 1:02:55entendeu exatamente. Né?
- 1:02:57O que que vai? Como é que a gente vai se
- 1:02:59adaptar para continuar sendo relevante e importante para
- 1:03:02determinadas coisas? Acho que, por exemplo, a parte
- 1:03:04criativa, eu dentro da dentro da adimônio, eu cuido muito da
- 1:03:07parte de comunicação, né? Eu AA minha pasta é a parte, é a
- 1:03:11pasta comercial e marketing é. Então eu tento entender como que
- 1:03:16a criatividade para a gente é contar uma história, pode ser
- 1:03:22amplificada com com AEA. Né?
- 1:03:25Outro dia eu fiz uma entrevista com uma com uma pessoa que foi
- 1:03:29fazer uma entrevista pra assim nossa social media EOO exercício
- 1:03:34que ela tinha que a gente tinha dado Pra Ela, era criar uma cena
- 1:03:38de um café da manhã onde a pessoa usava uma caneca
- 1:03:40personalizada e ela veio pra entrevista final comigo é fez
- 1:03:45essa entrevista comigo, mostrou a cena que ela criou e eu sentei
- 1:03:50com ela e falei assim, vamos fazer o seguinte, vamos pegar a
- 1:03:52mesma cena que você criou, agora vamos fazer em ya.
- 1:03:55E ela falou assim, será que a gente consegue?
- 1:03:57Eu falei, vamos fazer uma entrevista assim de de trabalho?
- 1:03:59A gente entrou lá, fez o promo, construímos a cena e comparamos
- 1:04:04a cena que ela criou com a cena da da da IA.
- 1:04:08É inclusive, essa pessoa tá aqui me filmando porque Ela Foi
- 1:04:10contratada e ela tá aqui é, mas assim, você trazer o que ela
- 1:04:17criou, que foi uma ideia legal, foi uma cena bonita e ao mesmo
- 1:04:21tempo, como é que a gente, como é que a gente?
- 1:04:23Facilita essa captação usando IA é muito interessante.
- 1:04:28Como é que você mistura os 2 mundos?
- 1:04:29É por isso que eu estou muito empolgado com o cria, porque eu
- 1:04:32acho que o cria ele vai dar para as pessoas a possibilidade de
- 1:04:36tornar obsoleto o fato de você entrar numa loja e comprar uma
- 1:04:40coleção de que alguém inventou para você.
- 1:04:42Por quê? Você tem ferramentas tão rápidas
- 1:04:46que você pode ter a tua própria maneira de se vestir as pessoas,
- 1:04:50elas hoje. Elas têm a mídia social, elas
- 1:04:54querem ter um diferencial nas mídias sociais, elas criam seus
- 1:04:57próprios conteúdos, elas mostram as suas vidas e por que que elas
- 1:05:02usam a roupa que tá todo mundo usando, né?
- 1:05:05Então a gente acredito muito que a gente vai entrar no movimento,
- 1:05:10onde inclusive a forma de se vestir, ela vai ser
- 1:05:12personalizada. Não só para os eventos, para as
- 1:05:15marcas, para os para os uniformes, mas para o estilo de
- 1:05:17vida mesmo, né? Eu acho que é.
- 1:05:21Eu acho que isso é uma realidade que AIA traz pra gente, que é um
- 1:05:24ponto positivo da IA. As pessoas têm muito medo da IA.
- 1:05:26Eu tento olhar sobre o ponto de vista, as pessoas também tinham
- 1:05:29medo da internet, as pessoas também tinham medo da
- 1:05:32conectividade, e de fato, a conectividade traz efeitos
- 1:05:35negativos muitas vezes, mas traz 1 o volume de efeitos positivos
- 1:05:39gigantesco, né? Hoje você tem um conforto quando
- 1:05:42você pega o celular, você não precisa de mais nada, né?
- 1:05:44Você tá no banco, tá na pede a sua comida, você tem acesso a
- 1:05:49seus aplicativos. Seus relatórios empresariais?
- 1:05:53Você cria seu conteúdo, edita seus vídeos.
- 1:05:55Cara, você faz absolutamente tudo, né?
- 1:05:58É, arruma namorada no celular, nos aplicativos, em tudo, né?
- 1:06:00Então. Qualquer coisa, Mundo Novo.
- 1:06:03Exato. Eu acho que AIA vai
- 1:06:04potencializar isso. E acho que AIA vai potencializar
- 1:06:06muito. Vai democratizar muita coisa,
- 1:06:08né? Inclusive é nos ajudar a ganhar
- 1:06:11tempo e talvez viver melhor, porque eu acho, por exemplo,
- 1:06:16coisas atividades que eu tinha antes, que eu perdia muito
- 1:06:20tempo. Hoje, AYA me encurta horas do
- 1:06:23dia que eu posso não necessariamente trabalhar mais,
- 1:06:27mas eu posso viver melhor, né? Hoje eu consigo equilibrar
- 1:06:31melhor a minha vida pessoal com a vida de trabalho de uma
- 1:06:34maneira onde eu não entrego mais com menos, porque eu consigo
- 1:06:37usar ferramentas hoje pra amplificar minha entrega.
- 1:06:40E é o que eu tenho tentado fazer com a minha equipe, fazer com
- 1:06:42que todo mundo entenda EAYA pode sim ajudar.
- 1:06:48Claro que tem muitas ressalvas e muitos receios de todo mundo,
- 1:06:51mas eu acho que não adianta um caminho sem volta.
- 1:06:55Não adianta combater isso, tem que surfar.
- 1:07:00Lembrando um pouco o que a gente falou, você também parece que
- 1:07:02vocês estavam entrando no mundo da gastronomia com a de Mona, eu
- 1:07:06queria que você falasse um pouquinho disso.
- 1:07:08Tem bom a gastronomia é dentro desse contexto da de Mona, com
- 1:07:17muito foco nas empresas. Atendendo personalização para as
- 1:07:20empresas, a gente começou a trabalhar com segmentação do dos
- 1:07:24negócios, né? E o mercado de bares e
- 1:07:27restaurantes é um mercado que precisa muito dos nossos
- 1:07:30produtos, né? E é um é um mercado que não só
- 1:07:34precisa muito, mas precisa com frequência.
- 1:07:37Tem muita troca de pessoal, tem uma constância.
- 1:07:39Às vezes OA equipe da daquele restaurante tem uma troca, um
- 1:07:43turnover muito alto, então eles estão o tempo todo precisando.
- 1:07:48De reposição de um parceiro que atenda rápido, tenha qualidade,
- 1:07:52tenha durabilidade, consiga ter um relacionamento e o cara peça
- 1:07:56chegue rápido. Então a gente começou, começou a
- 1:08:00desenvolver alguns projetos focados nos bares e
- 1:08:03restaurantes. Hoje a de Mona tá atendendo
- 1:08:08grandes nomes da gastronomia aqui do Rio, vários nomes
- 1:08:12interessantes. É, acabou também que no meu
- 1:08:15momento pessoal de vida acabei fazendo muitas amizades nesse
- 1:08:18mercado e a gente tá é hoje representando muitos bares e
- 1:08:25restaurantes como fornecedor desse dia a dia deles e tentando
- 1:08:29aprimorar cada vez mais o nosso portfólio pra atender essa
- 1:08:32galera e até criando produtos novos pra atender
- 1:08:35especificamente esse mercado. Entendi.
- 1:08:40Pegando esse esse lado, você falou muito de transformar.
- 1:08:45É que a de Mona é transformar a ideia em produto.
- 1:08:48E eu queria que você falasse assim um pouquinho também a
- 1:08:52importância do propósito para sustentar o crescimento a longo
- 1:08:55prazo. Você falou que o pessoal acaba
- 1:09:00sempre comprando muito. A ideia da de Mona EE sempre
- 1:09:04levou isso. Então assim é para mostrar até
- 1:09:07para quem está começando uma empresa agora.
- 1:09:10Como que ele vai levando o pessoal a acreditar?
- 1:09:13E cada vez mais é comprar a de Mona.
- 1:09:15Como não trocar? Porque que nem você deu exemplo?
- 1:09:18Tem a parte de comida e algumas outras áreas.
- 1:09:22Ela tem um turnover muito grande, até Na Na área que você
- 1:09:26falou tem porque a é. A gente passa no Brasil por 111.
- 1:09:30Fluxo é de geração. Que tá se transformando.
- 1:09:36Então às vezes o pessoal vai lá, fica 3 meses, viu que não gosta,
- 1:09:40troca EE, às vezes eles querem comprar 111.
- 1:09:44Propósito, uma ideia maior do que apenas do trabalho.
- 1:09:49Eu acho que o modo diferencial que perpétua de Mona é que o
- 1:09:51nosso propósito ele não tá o propósito principal do meu
- 1:09:55produto é meu slogan começa como você cria, não é?
- 1:09:59Geralmente as empresas começam falando de si.
- 1:10:03Né? A gente começa falando de você.
- 1:10:06Eu gosto muito da do nosso slogan, por isso é um slogan que
- 1:10:08ele traz pra você. É o protagonismo, né?
- 1:10:14As nossas lojas, elas são feitas de uma maneira que parte mais
- 1:10:18importante da loja é o lugar onde as estampas dos clientes
- 1:10:21são produzidas, porque a gente entende que o grande diferencial
- 1:10:25do nosso negócio é AA pluralidade e o volume de ideias
- 1:10:30diferentes que os nossos clientes.
- 1:10:33Que os que os nossos clientes oferecem.
- 1:10:35Eu estou falando de clientes que podem ser pequenas empresas,
- 1:10:38pequenos empreendedores, grandes negócios, grandes eventos.
- 1:10:42É pessoas que só querem é falar de uma opinião, pessoas que
- 1:10:46querem homenagear alguém, pessoas que querem dar um
- 1:10:48presente pra alguém, pessoas que querem mandar no Dia dos Pais a
- 1:10:51foto dela com o pai ou quer dar do Dia dos Namorados. 11 momento
- 1:10:55importante que viveu com o namorado não importa.
- 1:10:58É então quando. Quando o propósito principal do
- 1:11:02meu produto tá na tá na cabeça dos nossos clientes, é, eu acho
- 1:11:08que torna o nosso negócio muito, torna o nosso negócio infinito.
- 1:11:14Porque eu não tô vendendo uma onda, uma moda, um conceito que
- 1:11:18pode ficar velho, né? Eu vejo muitas marcas que já
- 1:11:20foram muito grande, marcas de moda, muito conhecidas, que a
- 1:11:24galera usava, comprava e de repente, aquilo ali deixa de ser
- 1:11:28moda, né? Moda é uma coisa momentânea,
- 1:11:30moda. O nome já diz isso, né?
- 1:11:33Inventar moda é isso, é pontual, é.
- 1:11:36Tem marcas que duram mais, marcas que duram menos.
- 1:11:38E a de Mona, Ela Foi fundada em 1967.
- 1:11:40A gente vai fazer em 2027, 60 anos.
- 1:11:41E por mais que a gente tenha se reinventado muito nas
- 1:11:47ferramentas, no na forma de enxergar a empresa, na
- 1:11:49tecnologia, nos canais de venda, na marca, na experiência, o
- 1:11:52protagonismo está com nosso cliente.
- 1:11:59E eu acho isso incrível ao mesmo tempo, um diferencial muito
- 1:12:03forte pra gente, né? E quando o cliente entende que a
- 1:12:06ideia dele é é o protagonista do negócio, ele fala, cara, é aqui
- 1:12:11que eu vou fazer, é aqui que eu vou personalizar os caras,
- 1:12:13entregam. Os caras vão buscar o melhor,
- 1:12:16eles vão ter as as tecnologias certas pra imprimir o que eu
- 1:12:18quero e vão ter as camisetas, né?
- 1:12:21É no preço que eu preciso, então.
- 1:12:25É, eu posso hoje precisar fazer 100 camisetas pra um evento da
- 1:12:29mais barata possível e posso amanhã querer fazer uma camisa
- 1:12:33com a melhor qualidade possível pra alguma coisa que eu precise
- 1:12:36pra mim ou pra minha família ou pra um amigo de presente.
- 1:12:39A gente tem todas as possibilidades, então acho que a
- 1:12:42manutenção do propósito é continuar mantendo o nosso
- 1:12:46cliente como o foco, a ideia do nosso cliente como foco
- 1:12:50principal, como protagonista do nosso produto.
- 1:12:53Perpetuar isso, né? Perpetuar e fazer com que as
- 1:12:56pessoas que estão chegando lá de Mona pra trabalhar com a gente
- 1:12:58entendam isso, né? E é um desafio, né?
- 1:13:02Um desafio você sentar com a equipe e falar, gente, olha só,
- 1:13:04a gente tá contratando agora uma galera, por exemplo, pra nossa
- 1:13:07área de vendas. A gente acabou de investir numa
- 1:13:10plataforma de treinamento digital, né, que tem vários
- 1:13:13capítulos. Pessoal tem que ir passando por
- 1:13:15fases. É como se fosse uma gamificação
- 1:13:19de treinamento. E a gente, durante todas as
- 1:13:22fases, a gente tenta falar sobre isso, né?
- 1:13:24Sobre a importância de você não só vender um produto pro
- 1:13:26cliente, mas entender o que que tá por trás da ideia dele, qual
- 1:13:30propósito, onde que ele vai usar, o que que ele quer.
- 1:13:32A gente não vende só algodão e estampa, a gente vende a
- 1:13:37materialização daquilo que ele tá imaginando e pensando.
- 1:13:39E isso é um desafio pra perpetuar dentro da nossa
- 1:13:43cultura. A gente tá chegando no
- 1:13:45finalzinho, eu queria que você falasse.
- 1:13:50É desse um conselho pros jovens empreendedores querem criar
- 1:13:54empresas, o impacto real com com com isso que a gente tá falando
- 1:13:58aqui. Qual o conselho que você daria?
- 1:14:00Você acabou que teve uma experiência lá na mão, deleis e
- 1:14:04tal no início e depois entrou numa empresa familiar e mas eu
- 1:14:08queria que você, você acabou vivendo um pouco disso no
- 1:14:11início. Então é que você deixasse um
- 1:14:15conselho para o pessoal que tá começando agora, principalmente
- 1:14:18hoje, que nem você deu exemplo. Muita gente começa ou fazendo um
- 1:14:22produto para vender ali e ali. EE vai virando empresas ou como
- 1:14:27qualquer outro aí. Mas você acabou vivendo na pele
- 1:14:30o que muita gente. É assim, a minha, a minha escola
- 1:14:33é uma escola muito de barriga no balcão, né?
- 1:14:36Eu acho que eu acho que no mercado hoje, digital
- 1:14:40principalmente, dá uma certa ansiedade, você vê o volume de
- 1:14:45receitas? Passeis e prontas que se
- 1:14:47apresentam pra você o tempo inteiro, né?
- 1:14:50Ganhe dinheiro, faça, fique rico, é seja um empreendedor de
- 1:14:54sucesso. Você vê isso o tempo inteiro
- 1:14:57aparecendo, pelo menos no meu. Feed.
- 1:15:00É como empreendedor, aparece muito pra mim soluções mágicas,
- 1:15:03né? E tem gente que de fato consegue
- 1:15:06soluções mágicas. Eu só não sei como, né?
- 1:15:08Eu não. Eu sou uma pessoa que de novo,
- 1:15:11eu comecei no Saara. Barriga no balcão, atendendo o
- 1:15:14cliente pra entender como é que funcionava, né?
- 1:15:17No lojinha, né? Como o pessoal fala, né?
- 1:15:19É, tive uma escola muito tradicional nesse sentido e
- 1:15:23tentei é entender que o esforço desse negócio, somado a
- 1:15:31inovação, daria um resultado de longo prazo.
- 1:15:35E uma coisa que eu aprendi com a minha família é, a gente tem uma
- 1:15:39cultura dentro dentro da empresa de deixar a empresa bem.
- 1:15:43Em detrimento até da nossa? Pessoa física.
- 1:15:46Da nossa, da pessoa física. Então a gente sempre teve 11
- 1:15:50pensamento dentro da empresa, de continuidade.
- 1:15:54E eu acho que as pessoas hoje, elas querem muito curtíssimo
- 1:15:57prazo, né? O empreendedor, ele, ele, até
- 1:16:00com essa dinâmica do digital e do da desses desses exemplos
- 1:16:06arrebatadores de pessoas que se dizem gato, dinheiro muito
- 1:16:08rápido. As pessoas, elas primeiro
- 1:16:10desistem muito fácil, porque elas.
- 1:16:13Começam, vem que não, não tá dando certo o que eventualmente
- 1:16:16não não conseguiu ganhar aquilo que ela imaginou e fantasiou
- 1:16:20ganhar. Elas vão lá e desistem.
- 1:16:22Eu acho que se eu fosse dar um conselho pra essa turma, é
- 1:16:26baseado na minha experiência. Empreender é um ato que requer
- 1:16:32primeiro vontade, segundo, resiliência.
- 1:16:35Muita resiliência é muito importante.
- 1:16:39É e terceiro. Assim, não vá atrás das soluções
- 1:16:42mágicas, porque eu acho que as empresas e os negócios que
- 1:16:48perseveram de fato, né? Eu estou falando aqui de uma
- 1:16:50empresa de 60 anos. É de Mona.
- 1:16:53Vai passar por altos e baixos, vai ter a necessidade muitas
- 1:16:56vezes de você abdicar não só do seu tempo, mas muitas vezes dos
- 1:17:02dos seus recursos pra você poder perpetuar essa empresa, por
- 1:17:08outro lado. Vejo também que muitas vezes os
- 1:17:13empreendedores, eles criaram uma cultura de que se você é
- 1:17:16empreendedor, você tem que ter uma cultura de trabalho
- 1:17:21enlouquecido e você tem que a tua vida vira aquilo, né?
- 1:17:24Pra. Acelerar até o talo?
- 1:17:26Ih, cara, eu discordo. É, eu acho que pelo menos nos
- 1:17:31meus últimos anos de vida, eu já fui muito assim nos meus
- 1:17:35primeiros anos da empresa. Mas eu também comecei a perceber
- 1:17:39que se você não consegue se organizar para ter um pouco de
- 1:17:42tempo de ócio, né? Para fazer hobbies, para fazer
- 1:17:46coisas que você é que te alimentam, né?
- 1:17:50No, na como pessoa, na tua estrutura energética, vamos
- 1:17:54chamar assim, você não consegue abrir a cabeça, abrir espaço
- 1:17:58para as coisas novas, para criatividade, para as boas
- 1:18:00ideias. As boas ideias, na maioria das
- 1:18:03vezes, não vem sentado depois de 9 horas de reunião dentro do
- 1:18:07escritório. As boas ideias vem em momentos
- 1:18:09em site que você precisa ter de tempo com de reflexão, de tempo
- 1:18:14com experiência de tempo com você lidando desbravando outras
- 1:18:18coisas além do seu negócio. Então, parece um pouco
- 1:18:22contraditório, mas talvez não seja.
- 1:18:24É uma resiliência de de não querer soluções mágicas.
- 1:18:28E se dedicar e querer e ao mesmo tempo não achar que pra dar
- 1:18:32certo você precisa vender a sua alma.
- 1:18:34Como criou se essa cultura do empreendedorismo onde você
- 1:18:37precisa fazer só aquilo da sua vida?
- 1:18:39Porque eu acho o contrário, acho que justamente que é no
- 1:18:42equilíbrio. E isso é que não é fácil, né?
- 1:18:45Muita gente não tem é esse equilíbrio, até por necessidade,
- 1:18:50e eu entendo e que a complexidade disso, mas muitas
- 1:18:53vezes é no próprio equilíbrio, no ócio, no tempo criativo que
- 1:18:57você consegue ter. As melhores ideias é as ideias
- 1:19:00que vão te gerar novos negócios, que vão te gerar dinheiro, que
- 1:19:02vão gerar novos recursos e que vão te gerar inovação.
- 1:19:06Então, gostaria de agradecer você mais uma vez por ter vindo
- 1:19:10aqui, por ter contado. É dado os insights para o
- 1:19:14pessoal que está acompanhando, contado um pouco da história de
- 1:19:17uma marca que está aqui na nossa vivência aqui do Rio, é, a gente
- 1:19:23vai colocar o link se você quiser deixar um arroba.
- 1:19:28E algumas informações, pessoal, tá, você pode falar aí?
- 1:19:31Bom, a de Mona nosso arroba é arroba de Mona.
- 1:19:35Sugiro em quem quiser seguir a gente.
- 1:19:38A gente tá sempre contando histórias dos nossos clientes,
- 1:19:40um pouco do que a gente faz, mostrando os bastidores da
- 1:19:43produção. É, eu sou suspeito para falar,
- 1:19:46mas o processo de fabricação de uma camiseta de estampa, eu acho
- 1:19:49um processo muito rico, muito interessante.
- 1:19:51Então a gente tá sempre mostrando um pouco disso, da
- 1:19:53fábrica, dos cases, das histórias, dos clientes.
- 1:19:58Dicas também que a gente traz muitas vezes, como a gente faz
- 1:20:00muita camiseta, eu falei de bares e restaurantes, por
- 1:20:02exemplo, a gente está trazendo também nas nossas redes.
- 1:20:05Sociais, se quiser, o nome do deles também se quiser.
- 1:20:08E hoje em dia, aqui no Rio, tem muitos legais que a gente está
- 1:20:10atendendo. Enfim, é, é, estamos fazendo
- 1:20:15diner, estamos fazendo fatia, estamos fazendo, é, está com a
- 1:20:20lista aí é laçay, que é um Michelin super legal, é pura
- 1:20:27brasa. Que é também um lugar, é chopp,
- 1:20:30conhece para brasa. Ou não conheço?
- 1:20:34Pura brasa tem várias. Casas também a gente já trouxe,
- 1:20:36é na parte de de de gastronomia, a gente está trazendo aos
- 1:20:40poucos. A gente faz o solo café, que é
- 1:20:41um lugar que eu adoro, eu já. Fui, só não estou lembrando,
- 1:20:44não. Onde o solo café tem no Leblon
- 1:20:46tem, Ipanema tem, Copacabana é não sei se tem na barra.
- 1:20:49O solo do Leblon é aonde tem OI 12, não é isso?
- 1:20:52Isso é por isso acho que mesmo do i 12 a gente faz também, é?
- 1:20:58É, tem vários. Assim é tanto que esquece.
- 1:21:02Não é? Falei alguns importantes aqui,
- 1:21:04mas tem. Depois vê pra gente ali.
- 1:21:07A gente coloca aí no mas tem uns 40 ou 50 bares de restaurantes.
- 1:21:13É? Ah, tem agora o dejavu, que é um
- 1:21:15bar que abriu super legal, quebrou na Glória.
- 1:21:18Esse eu não conheço. Bar bem maneiro, cara quebrou Na
- 1:21:20Na Glória, agora novo, recém recém inaugurado.
- 1:21:24Que tem um conceito muito interessante.
- 1:21:25A gente fez uma camisa Street pra eles, uma camisa super
- 1:21:28especial, uma modelagem especial pra se adequar a ao estilo
- 1:21:34deles, né? Um bar agora tá virando um
- 1:21:37Reduto ali no Rio, né? 11 bairro que tá voltando a ser
- 1:21:40um bairro boêmio. Eu tinha ido muito para
- 1:21:43Botafogo, mas. Botafogo super, né?
- 1:21:45A gente atende também. Ah, tem um quartinho.
- 1:21:47O Botafogo que a gente atende com esse quartinho, não.
- 1:21:51Tem o Botafogo, eu tô indo um pouco.
- 1:21:52Eu sou tão época da matriz. Tem o tom perto da matriz e
- 1:21:55Botafogo eu sou dessa época, mas.
- 1:21:57Matriz do covis, que. Então aí eu depois tenho uma
- 1:22:00parada. Tem o tom perto.
- 1:22:02Tão longe que é um bar de vinhos.
- 1:22:03Legal é. Os nomes que são os é muita
- 1:22:09criatividade. É, tem o suga aqui, que eu acho
- 1:22:13que são Conrado com esse suga, não na praia de são Conrado.
- 1:22:19Enfim, tem vários. Que.
- 1:22:22Que também a gente faz camisa pra eles, pro que que é?
- 1:22:26Eu tenho uma mania muito louca. Quando eu saio pra jantar, eu eu
- 1:22:32fico olhando pro garçom pra ver, né, pra alguém que trabalha,
- 1:22:35enfim, pra ver a camiseta. E eu não me aguento, né?
- 1:22:39Quando o cara fico na dúvida, eu falo, cara, eu preciso saber, eu
- 1:22:42preciso. Saber se vocês fizeram ou não.
- 1:22:45Aí eu falo, amigo, deixa eu fazer um.
- 1:22:47Dá licença, eu faço sempre isso. Uma vez eu estava, uma vez eu
- 1:22:53estava indo viajar de carro, parei na no pedágio da, aí eu vi
- 1:23:00o cara do pedágio de camiseta, o carro parado, o cara buzinando.
- 1:23:03Eu falei, pergunta, eu não pergunto, falei, moça, desculpa,
- 1:23:07paguei o pedágio. Na época não tinha nem.
- 1:23:09Sem parar? É, não tinha sem parar ainda, eu
- 1:23:11acho. Eu, eu não tinha, talvez.
- 1:23:14Falei, moça, desculpa, posso ver o.
- 1:23:16Foi a etiqueta da? Esquerda da tua camisa.
- 1:23:18Ela que eu ficava buzinando, eu falei, etiqueta da tua camisa.
- 1:23:20Ela, hã? Falei, me mostra a etiqueta da
- 1:23:22sua camisa, ela mostrou. Aí eu falei.
- 1:23:24Eram vocês? De Mona, tá bom, quando não é de
- 1:23:27Mona, eu anoto. Pra fazer o approach comercial?
- 1:23:31Aham é um trabalho de Formiga, mas funciona de.
- 1:23:35É porque às vezes a empresa é muito grande, né?
- 1:23:38Realmente você você acerta um e faz várias camisas.
- 1:23:42Vamos que vamos, eu fico sempre. Eu tô na rua, eu tô olhando, eu
- 1:23:46tô reparando e eu tento passar. Eu tento passar muito isso pros
- 1:23:49meus vendedores. Às vezes o cara vai, acorda de
- 1:23:51manhã, vai na padaria do lado de casa e não repara, galera,
- 1:23:54repara. Às vezes são 20 aqui, são 15
- 1:23:57ali, são 5 ali. Quando você vai ver, vai
- 1:23:59multiplicando isso. Você criou uma rede de clientes
- 1:24:02só no só, no teu cotidiano, ali, só na tua, na tua presença.
- 1:24:05É claro que não é só isso, mas assim.
- 1:24:07Isso é um começo. É, eu acho que é uma.
- 1:24:10É uma cultura interessante de você disseminar dentro de uma
- 1:24:13organização como a nossa. Mas obrigado, obrigado pelo
- 1:24:16espaço, obrigado pela por deixar a gente contar a nossa história
- 1:24:20aqui. Sempre importante a gente trazer
- 1:24:23o pessoal do Rio mais uma vez. Eu gostaria de agradecer,
- 1:24:27agradecer o pessoal do do leão aqui, que é leão alimentos,
- 1:24:30nosso parceiro, o pessoal da água, falar para o pessoal
- 1:24:34curtir e compartilhar lá o meu multitudes OOA gente vai estar
- 1:24:40passando no YouTube, Spotify, Apple Music.
- 1:24:44E agradecer vocês por estar acompanhando a gente sempre.
- 1:24:49Em breve estaremos de volta com mais um aí até logo, pessoal.
- 1:24:54Obrigado.