Latest / MultiStudios / TECNOLOGIA QUE MUDOU O TATAME COM CAIO E FELIPE WOLGA, CEO E CMO DA TAURON COMPANY | BUSINESS BY CÁSSIO PACHECO #87
Transcript
- 0:04Sejam bem vindos a mais um multitude especial.
- 0:08Estamos com Felipe volga e Caio volga taurum company.
- 0:13Viemos falar um pouquinho de tatame, do esporte, alto
- 0:16rendimento, empresariado, dessa gestão que eles estão fazendo
- 0:21aí, inovação no mercado de tatame e contar um pouquinho da
- 0:25história deles aí do começo até chegar hoje aí.
- 0:28Num em algumas tecnologias e diferenças que eles trouxeram
- 0:32pro mercado de tatame e de luta, sejam bem vindos.
- 0:35Valeu Cássio, primeiramente obrigado aí pelo convite e pra
- 0:39gente vai ser um prazer trocar essa ideia aí, né?
- 0:42Sempre legal falar de Jiu Jitsu e o empreendedorismo.
- 0:45Então queria pegar esse gancho. É é disso que a gente.
- 0:49A gente tava falando um pouquinho off e contar um
- 0:52pouquinho. Vocês contaram um pouquinho de
- 0:53vocês como começou o. Até o processo de chegar hoje na
- 0:59tauro, com no mercado que vocês estão.
- 1:02E aí a gente vai falar um pouquinho dos diferenciais e dos
- 1:06características e tal. Mas vamos contar um pouquinho
- 1:07como começou a vida de vocês no mercado de empresa, se vocês
- 1:12tinham começaram em outros negócios, outros esportes ou
- 1:15coisas assim. Bora lá.
- 1:18Eu, eu falo, vamos começar, pode começar.
- 1:20Bom, acho que nasceu é com uma paixão pelo Jiu Jitsu, né?
- 1:23A gente começou bem cedinho com eu com 12, ele com acho que 16.
- 1:26A gente começou a treinar, principalmente por conta dele,
- 1:29né? Acho que eu não sei o que o que
- 1:32levou ele pro Jiu Jitsu, mas o que me levou foi ele, porque ele
- 1:35era um irmão mais velho, então eu fui lá pra pra imitar e a
- 1:37gente é muito competitivo, né? Então a gente começou logo a
- 1:39competir, lutar e querer treinar, melhorar e a taurum ela
- 1:47meio que surgiu. Vou falar aqui quase que por
- 1:50acidente, né? Foi um negócio secundário.
- 1:53A gente na faixa roxa, a gente já já tinha lutado muito, muitas
- 1:56competições, lutamos fora do Brasil, já, já tinha, a gente já
- 2:00tava ali, é numa caminhada longa no esporte como atleta, e a
- 2:06gente tinha uma certa cobrança até nossa mesmo, de ajudar em
- 2:08casa financeiramente, né? E o que a gente sabia fazer era
- 2:11Jiu Jitsu. Então a gente foi abrir 11
- 2:14escola de Gil, né? Pegamos um Barracão.
- 2:18Terceira sobre a loja, né? E pô, vamos montar uma escola de
- 2:22Gil tal e na época, recurso financeiro super.
- 2:27Escasso como a grande maioria dos atletas, apesar de terem
- 2:30melhorado esse cenário. Mas você, você demora muito pra
- 2:33ter um retorno financeiro, né? Pra pra se sentir instável, de
- 2:37ter uma estabilidade financeira, né?
- 2:39E a gente foi conversar com nosso professor, pô, a gente
- 2:41precisa de de ter um dinheiro. A gente não tá tendo condição de
- 2:44pegar um ônibus pra vir treinar. E a ideia foi dar aula, foi era
- 2:48o que a gente sabia, a gente já trabalhava com isso.
- 2:50A gente teve autorização do nosso professor EE, fomos pra
- 2:53cima, Na Na cara e na coragem EOO interessante que é AAA visão
- 2:59que a gente tinha era totalmente de professor, né?
- 3:01Não era de empresário. Então vamos montar uma escola e
- 3:03vamos dar aula. Mas com pouco tempo, nos
- 3:06primeiros dias, a gente já percebeu que a gente IA ter que
- 3:09evoluir bastante, porque. Quando a gente começou é orçar
- 3:13tentar imaginar a nossa o que que a gente queria para uma
- 3:15escola. A gente já viu que o mercado
- 3:18tinha, tinha brechas ali, né? A gente tava procurando um
- 3:20tatame que a gente não queria, aquelas Placas de GVAA gente via
- 3:24muitas academias lá de fora e a gente não encontrava um modelo
- 3:27de tatame para o nosso negócio, que a gente achava, pô, essa vai
- 3:30ser uma academia diferenciada, né?
- 3:32Foi mais ou menos isso a nossa, a nossa, a nossa busca na época,
- 3:34né? Então a gente resolveu.
- 3:36Vamos fazer nosso próprio, nós vamos fazer nosso tatame.
- 3:39Vamos dar um jeito de fazer um tatame que seja melhor do que o
- 3:42que tem aqui No No cenário nacional?
- 3:45Sim. Aí, mas isso foi direto.
- 3:47Vocês chegaram a ter o web, a normal e montar academia e ficar
- 3:50um tempo ou vocês já já entraram fazendo tatame direto na
- 3:56academia de vocês? Já.
- 3:57Sim, a gente na verdade dava aula já em outras academias, né?
- 4:01A gente começou a dar aula na azul assim, dar aula ajudar né,
- 4:03auxiliar em aula tal. Então o meu irmão dava aula numa
- 4:06academia que era thami, GVA, eu ajudava numa academia que era
- 4:09aquelas lonas antigas, né? Então a gente já conhecia de
- 4:11tatame, a gente já meio que tinha uma noção do que a gente
- 4:14queria, né? E é como ele falou, a gente de
- 4:17atleta, a gente teve que aprender ser professor, porque
- 4:20você você saber Jiu Jitsu não é saber ensinar Jiu Jitsu, né?
- 4:23Acho que sim. Ter o conhecimento não te
- 4:25garante que você saiba transmitir conhecimento.
- 4:28E daí? Depois a gente descobriu que
- 4:29saber dar aula de Jiu Jitsu também não te ensina tocar um
- 4:32negócio de Jiu Jitsu. Então é quando a gente foi abrir
- 4:36sim. A gente, pô, não queria o tatame
- 4:38de VA que meu irmão já conhecia. É interessante falar que meu
- 4:41irmão pegou uma bactéria no joelho, né?
- 4:43Quase perdeu a perna. 11 picada de inseto vira é uma bactéria
- 4:47que acontece muito por acontecia mais antigamente, por falta de
- 4:51higiene, desde quimono, tatame, ambiente.
- 4:54E eu quase perdi minha perna. Então eu eu meio que eu estava
- 4:56traumatizado com essa questão do EVAE da como é que vai limpar
- 5:00esse negócio? Eu não quero, pô.
- 5:01Minha perna era material de. É, sem a perna não dá, né?
- 5:06É, dá assim, dá para treinar. Não, sim, mas não seria igual,
- 5:08né eu? Queria perder minha perna.
- 5:09Né? Então aí a gente, pô, teve que
- 5:12usar criatividade. Meu pai é super habilidoso em
- 5:16questões de trabalho manual, né? Então a gente herdou bastante.
- 5:21E a gente desenhou esse projeto de tatame, que é uma versão
- 5:24muito rudimentar do que a gente tem hoje, né?
- 5:27Não se compara, mas é a semente do que a do que a tauro criou,
- 5:30que é OT 50, que é o nosso modelo atual.
- 5:32E foi ali, a gente fez, modéstia à parte, pra época.
- 5:36Ficou bom pra caramba, né? E daí, cara?
- 5:40Começamos a tocar academia, ir atrás de aluno.
- 5:43E nenhum momento a gente pensou nisso como um negócio, né?
- 5:46Inicialmente, o tatame. O tatame, só a escola que que
- 5:49estava Na Na linha do negócio. Né?
- 5:52Exatamente. Até começar a surgir a galera
- 5:54que visitava, tipo colegas que davam aula ou que eram donos de
- 5:59academia e falavam, pô, qual a empresa que fez o tatame?
- 6:02Quero, quero fazer um igual. E aí foi quando AAA lampadazinha
- 6:06da empresa começou a aparecer, né?
- 6:08Ah, tem. Tem negócio aí, né?
- 6:09Todo mundo fala que tá bonito, todo mundo quer um.
- 6:12A gente começou fazendo os primeiros para colega.
- 6:15Mesmo assim é ainda sem nem pensar muito como empresa, né?
- 6:18Tipo, a gente fazia para ajudar um colega nosso.
- 6:21Pô, vamos montar um negócio, me ajuda a montar o tatame.
- 6:23Eu acho que tem aquela história legal que você conta, né?
- 6:25Da primeira vez que a gente recebeu o dinheiro, eu acho
- 6:27legal. É, a gente era acostumado AA tá
- 6:30sempre duro, velho atleta. Hoje em dia tá melhor, graças a
- 6:33Deus, né? E espero que a gente tenha
- 6:35influenciado bastante para o esporte mudar nesse sentido.
- 6:38Mas na época a gente tava sempre duro e.
- 6:41E a gente começou a fazer esses tatames pra ajudar colegas, né,
- 6:43pô, compra isso, compra aquilo, fazia a listinha de material, a
- 6:46gente dava aula a semana inteira, de manhã até noitão, e
- 6:49de final de semana a gente IA fazer os tatames e eu não
- 6:52cobrava, e aí eu fiz uma vez pra uma academia que tinha aberto,
- 6:56né, foi uma indicação e aí terminamos tal, e o cara, o dono
- 7:00da academia chegou, né, obrigado, tal, pegou um dinheiro
- 7:03assim e colocou no meu bolso, né?
- 7:05Eu não, não precisa, tá? Ele colocou no meu bolso e
- 7:07beleza, eu. Nem olhou.
- 7:09É, eu peguei, coloquei no bolso da calça, fiquei ali e aí a
- 7:12gente ficou conversando numa roda assim, eu ficava com a mão
- 7:14no bolso tentando contar essa. Eu tinha visto que era nota de
- 7:1950, eu só queria saber quantas. E aí eu acho que eu senti um
- 7:22pouquinho do gostinho, né? De de você conseguir colher.
- 7:25Fruto de um trabalho que tinha sido muito bem feito, é claro,
- 7:28né? É porque até então a gente só
- 7:29visualizava o Jiu Jitsu, né? A gente?
- 7:30E aí quando você começa a dar aula e começa a empreender um
- 7:33pouquinho, você, você, você é obrigado a expandir seu sua sua
- 7:36linha de pensamento EE. Entender que as coisas é muito
- 7:39parecido com o Jiu Jitsu, né? Você encontra um problema como
- 7:42se fosse numa luta e você tem que achar uma solução para
- 7:44aquilo. E não demorou muito para a gente
- 7:47entender que o Jiu Jitsu e o empreendedorismo era a mesma
- 7:49coisa. Então a gente começou a perceber
- 7:51que tinha muitos problemas e que tinha muita gente precisando de
- 7:54uma solução. Como seria assim, ó, tem uma
- 7:55posição aqui e eu tenho um contragolpe, tem um problema
- 7:58aqui e eu tenho uma solução. E a gente percebeu que o tatame
- 8:01ele era ele, era uma variação ali, né, uma variação de um
- 8:04armlock no negócio, né? E então AA gente começou a
- 8:12desenhar e estruturar o que pouco quais são as necessidades
- 8:15de um tatame. Isso pode ser uma empresa,
- 8:17vamos, vamos fazer alguma coisa, não, não tão diretamente assim,
- 8:20né? Mas a gente começou a conversar
- 8:21mais sobre o assunto, começou a estudar, começou a ir atrás EEE
- 8:25perceber essa brecha no mercado, não tinha um tatame de qualidade
- 8:29no país, tinham improvisos como o nosso primeiro tatame.
- 8:34E tinha materiais que estavam ali porque estavam há muito
- 8:37tempo e que não eram melhorados há muito tempo.
- 8:40Como até hoje ainda existe materiais que são feitos há 40 a
- 8:4350 anos e não não foram melhorados, não receberam ali.
- 8:47É como se a Nike tivesse criado um tênis há 50 anos atrás e
- 8:51ainda se usasse o mesmo modelo de tênis.
- 8:53Tipo o air Jordan, por exemplo. Quase isso.
- 8:56Só que não. Só que é o que você falou.
- 8:58O air Jordan hoje é um tênis pra tu usar no dia a dia e na época.
- 9:03Você jogava basquete com ele, aí é o que você falou.
- 9:05Ele teve uma evolução. Hoje você tem um amortecimento e
- 9:07tal pra que foi a evolução da tecnologia.
- 9:11E você pode até usar que nem você deve ter algum lugar que
- 9:15você tem um tatame de 1950, mas você não vai continuar
- 9:18derrubando o pessoal lá por causa de impacto, por causa de
- 9:20milhões de coisas, né? Sim, com certeza, e foi um
- 9:23grande desafio, porque o mercado de tatame em si, principalmente
- 9:28quando a gente começou, não representava uma fatia
- 9:31considerável. Para os fornecedores que nos
- 9:34forneciam. Matéria prima, então, por
- 9:36exemplo, pô, eu queria uma superfície sintética, né, que é
- 9:39a famosa lona, e no começo todo mundo usava a lona adaptada, né?
- 9:42Lona de caminhão, lona de todo lona de tenda para botar no
- 9:45tatame, para ele ficar minimamente higiênico.
- 9:49E não tinha um material próprio para tatame, por exemplo, por
- 9:52muito tempo e por muito tempo a gente instalou essas lonas
- 9:55adaptadas, aquela lona brilhosa. Só que eu acho que 11 grande
- 9:59diferencial é que a gente já tinha passado por.
- 10:03Todas as fases, né? A gente foi aluno, foi atleta,
- 10:06foi professor e foi dono de academia, então a gente sabia o
- 10:09que que. Sabia as dores do de todo mundo.
- 10:12Né? Exatamente.
- 10:13A gente só não tinha tamanho nem voz para conseguir que a
- 10:17indústria desse atenção para isso, ó, vamos investir para
- 10:20desenvolver uma tecnologia de um material para tatame.
- 10:24Não tinha. Então, por muitos anos a gente
- 10:26teve que trabalhar com o que dava, né?
- 10:28É com o que tinha disponível até a uns. 34 anos atrás a gente
- 10:33começar o projeto da hexafibra, né, que foi o primeiro material
- 10:36sintético desenvolvido para tatame no mundo.
- 10:40Só só pra pra quanto tempo tem a taurom?
- 10:44A gente começou a vai oficialmente OCNPJ.
- 10:47Vamos falar assim, né? Em 2016 é 16.
- 10:49Isso vai. Vamos completar 10 anos ano.
- 10:51Que vem e aí você vamos dizer que pelo menos os primeiros 5
- 10:55anos? Por aí você ficou usando 111
- 10:58adaptado e depois ele foi começando AA andar essa evolução
- 11:02de performance que seria aí para continuar aí do.
- 11:07A gente acho que esse 5 anos foi um aprimoramento do melhor que
- 11:10dava para fazer com que a gente tinha.
- 11:12Então, do primeiro tatame até o último tatame com material
- 11:16adaptado, ele tinha melhorado já muito em técnicas de de
- 11:19instalação, em como fazer, em conhecimento.
- 11:23A num geral da empresa, né? Em treinamento de de equipe, a
- 11:27gente explorou ao máximo até conseguir uma escala, a ponto da
- 11:31indústria dar uma atenção pra gente conseguir por metros.
- 11:34Vamos colocar em metros quadrados, né?
- 11:35Começar a entregar o suficiente pra conseguir alguém.
- 11:39Da gente fazer fazer volume pro pro cara na hora de de de
- 11:43comprar ou fazer alguma coisa, falar assim, não, ó, eu mudo
- 11:46alguma coisa aqui porque vocês estão comprando volumetria
- 11:49maneira. Sim, foi exatamente o que
- 11:51aconteceu. Porque já existia a tinha a
- 11:54palha de arroz, que é um material que é usado naquela
- 11:56placa, que é das olimpíadas. Mas é um material que, na nossa
- 12:00visão, ele foi feito para trazer para o sintético.
- 12:05O que era natural, né? O tratamento era feito de palha
- 12:07de arroz mesmo. Então quando a gente traz para o
- 12:10sintético, a gente tem essa questão de tradição.
- 12:12Então vamos fazer 111 textura que imita a palha de arroz.
- 12:16Só que essa textura, ela é a mesma textura de que você vê
- 12:19numa Lima, por exemplo, Lima material.
- 12:21São vários risquinhos paralelos. Então, em termos funcionais,
- 12:25junta a sujeira, queima pele, né?
- 12:29E só dá aderência na direção perpendicular ao desenho.
- 12:32Se você tá paralelo, você escorrega.
- 12:34Então a gente meio que teve que ter peito pra desenvolver o
- 12:40material e sair da do tradicional, porque o
- 12:42tradicional não tinha uma visão funcional.
- 12:46Então a hexa, Ela Foi um material assim, zero tradição.
- 12:48Vamos focar na tecnologia necessária por um tatame que não
- 12:52escorrega, não queima a pele, né, dá uma aderência adequada e
- 12:56aguenta o atrito de quimono, porque o grande lance do tatame
- 12:59é aguentar o quimono raspando ali.
- 13:01Você imagina um treino, tem lá 30 pessoas, uma vez no dia, a
- 13:05academia tem 56 treinos no dia, quantos treinos você tem em 1
- 13:08mês, em 1 ano? Então tudo isso tem que ser
- 13:12pensado para o material. Ser feito para isso.
- 13:15E a lona de caminhão? Não a lona de caminhão Ela Foi
- 13:17pensada, por exemplo. Pra aguentar, não?
- 13:19Aguentar sol, né? Pra ser leve, pra ser manuseado,
- 13:23inclusive a lona de caminhão. Ela é mais resistente no verso,
- 13:26que é onde tem atrito com a carga, e no tatame é
- 13:28completamente ao contrário, né? Só tem atrito no topo.
- 13:31Então esse essas foram considerações que a gente.
- 13:35Só teve porque a gente treinava. Na verdade, é essa.
- 13:37Se eu fosse um empresário de fora, tipo assim, ó, vamos,
- 13:40vamos abrir uma empresa de tatame aqui porque dá dinheiro.
- 13:42Seria mais fácil imitar o que já o que já tinha ali.
- 13:45Né? É tipo, dá um, vou, vou.
- 13:46Control c, control v. É.
- 13:48E foram 2 anos de teste pra pra lançar o material.
- 13:52Então a gente teve pesquisa de mercado, a gente conversou com
- 13:55professores, com atletas. Perguntamos porque a gente tinha
- 13:59nossa experiência de das nossas dores, mas a gente tinha 11.
- 14:03Cartela de clientes enorme. E de EE, de pessoas que já
- 14:06conheceu nosso produto, que a gente começou a entrar em
- 14:08contato pra pra entender qual que é o seu problema.
- 14:11Aí como empresário, como professor, como atleta.
- 14:14E na hora de passar tudo isso pro material era complexo, né?
- 14:18Então a gente teve que precisar de muita ajuda de segmentos, às
- 14:21vezes totalmente fora de do Jiu Jitsu, né, tipo segmento de
- 14:24calçados. Pra entender um pouquinho mais
- 14:26sobre a questão de de não escorregar, mas não queimar a
- 14:29pele, a gente teve. É uma ideia, lembrando da
- 14:32situação da bactéria do meu joelho.
- 14:34Como é que a gente poderia fazer 11 superfície onde as bactérias
- 14:38não se proliferassem com tanta facilidade?
- 14:40E aí a gente, uma da da das pessoas que a gente entrou em
- 14:44contato, pô, explicou para a gente tinha uma mata hospitalar,
- 14:46algumas superfícies, elas têm aditivos antimicrobianos.
- 14:50Eu falei, meu, isso é o que a gente precisa.
- 14:51A gente não precisa de uma proteção UVA, gente precisa de
- 14:54uma proteção para bactérias, tem suor, tem pelo tem resto de pele
- 14:58humana. Então, se essa superfície ela
- 15:00junto com a lógica, com a limpeza, ela for 11 lugar ali
- 15:03onde a bactéria não prolifera, a gente tem menos chance de uma
- 15:06pessoa ter uma lesão, perder uma perna ou até morrer ali por uma
- 15:09questão ali de de uma necessidade que nunca foi olhada
- 15:13pra porque muitas vezes o cara que faz o tatame, ele não usa o
- 15:16tatame, ele não treina, ele não tá no mercado, ele não vive o
- 15:19que a gente viveu. E muita gente não entende o
- 15:23quanto foi complexo e o quanto pra gente a hexa fibra ele é um
- 15:26material. Que eu tenho muito orgulho
- 15:28porque além dela ser um produto da minha, da minha empresa, que
- 15:32não tem como eu me apegar, ela é um produto que foi pensado na
- 15:35necessidade do público, na necessidade da minha comunidade,
- 15:38do atleta, do professor e do praticante, né?
- 15:43Então eu eu tenho muito orgulho de falar que a gente é não criou
- 15:47um produto só comercial, a gente criou um produto funcional para
- 15:50que a nossa comunidade é. Em continue nesse processo de
- 15:55evolução que a gente veio conversando aqui um pouquinho
- 15:57nos bastidores, né? Você acha?
- 15:58E como é que foi a adesão inicial desse, desse, desse
- 16:03tatame que vocês, como é ou como é que tá sendo?
- 16:07Cara, eu acho. Porque realmente, quando você
- 16:09quebra um paradigma, é pra alguns, é.
- 16:12É complexo, até a pessoa se sentir confortável ouvir que
- 16:16aquela coisa que tá fora da da escala, ela é melhor.
- 16:20Às vezes ele nem todo mundo quer dizer que é melhor, nem todo
- 16:24mundo quer falar assim, não vamos fazer por isso.
- 16:27Então, assim é, como é que está sendo esse esse movimento?
- 16:31Cara, eu acho que a evolução, ela sempre vai encontrar uma
- 16:34resistência, na medida que o próprio ser humano tem um
- 16:37sentimento um pouco egoísta de querer.
- 16:40Que a próxima geração passe pelos mesmos perrengues que eles
- 16:43passaram. Então a gente tem os nossos
- 16:46haters, né? Aqueles caras que falam, pô, o
- 16:48Jiu Jitsu virou, é, o pessoal chama a gente de tá tendo
- 16:51Nutella, né? O Jiu Jitsu virou Nutella
- 16:54gourmettizou, porque eles querem que a turma treina na no duro,
- 16:58no, no, no chão, no, enfim, na, na lona de caminhão.
- 17:03Mas quando a gente lançou a hexa taurum já tinha um peso, porque
- 17:06a gente já tinha atendido grandes atletas, então a gente
- 17:08já tinha. Né, dentre os nossos clientes?
- 17:10Pode falar o nome se quiser, não pode.
- 17:11Falar ciborgue, que é um cara que todo mundo conhece no Jiu
- 17:15Jitsu, preguiça, foi um grande nome que a gente a gente
- 17:17atendeu, né? Hoje a gente já tem atendido
- 17:20Wagner rocha, cobrinha, Ana Rodrigues, Isaac baiense, a
- 17:23galera, a maior parte dos grandes atletas do Jiu Jitsu já
- 17:27já conhecem o nosso produto e já validam.
- 17:30Então foi mais fácil né? Porque não é assim qualquer
- 17:32empresa que tá trazendo o produto, mas sim a gente ainda
- 17:36tem uma resistência. E a gente vem trabalhando
- 17:39inclusive é pra pra que essa resistência ela seja convencida.
- 17:46AA repensar inclusive No No No No quesito Jiu Jitsu mesmo, né?
- 17:51No No quesito o quanto o Jiu Jitsu evoluiu e vem convidando
- 17:55novos públicos a tauron, ela acabou se alinhando com um
- 18:00processo de evolução muito legal do Jiu Jitsu que tem acontecido,
- 18:03que é o seguinte, né? O Jiu Jitsu ele se popularizou
- 18:06de uma maneira que assim. De certa forma, foi bom porque
- 18:09validou a eficiência da modalidade, mas, por outro lado,
- 18:13acabou criando um certo receio nas pessoas.
- 18:17Aquele estereótipo, né? Da modalidade é qual que seria a
- 18:21palavra ali? Que machuca, talvez, né?
- 18:24Que é uma modalidade de casca grossa, só quem é guerreiro.
- 18:28Rosimar Toquinho. É então, pô, esse estereótipo
- 18:32acaba afastando Oo grande público?
- 18:36E aí a gente tem menos investimento no ecossistema
- 18:38todo. Se a academia, por exemplo, tem
- 18:40menos alunos, né? Menos pessoas procuram.
- 18:42É uma academia que fatura menos. Ah, mas pô, não, não influencia
- 18:47os atletas, influencia, porque o atleta, como que ele vive,
- 18:50depois que ele conquistou campeonatos, ele dá seminário.
- 18:53Quem que paga seminário? Aluno.
- 18:55Aluno de academia, quem que paga pay per view, então?
- 18:59AO ecossistema ele. Consome quimono para a marca
- 19:02crescer e patrocinar o atleta. Exatamente.
- 19:04Muita gente não entende o ecossistema, né?
- 19:06E aí é é como se ele tirasse 111 da cadeia alimentar, uma peça
- 19:11chave ali que vai causar um problema enorme.
- 19:13Quando ele reclama da evolução do tatame, ele não entende que.
- 19:16Às vezes você tem o próprio atleta, né?
- 19:18Que nem ele falou o próprio atleta, criticando Oo público
- 19:22comercial. Pô, o cara é Nutella, o cara não
- 19:24é anão entende o que é ser um atleta, mas ele.
- 19:28Se ele parar, para. Pensar é não é porque o atleta
- 19:30antigamente nem todo mundo tinha parte comercial.
- 19:32Só que você falou, todo mundo foi vendo que todo mundo quer
- 19:36viver do esporte. Para viver do esporte, você tem
- 19:38que virar. Você tem que ter o lado de
- 19:40atleta, tem que ter o lado comercial, porque pelo menos no
- 19:42Brasil, em muitos lugares é a parte de esporte.
- 19:47Ela não não consegue na maioria das modalidades que são fora
- 19:51futebol e outras coisas que são bem poucas.
- 19:55É, o cara não consegue viver só do esporte assim, ou ele vive é
- 19:59que nem se falou, ele vi, por exemplo, Ah, o cara do Jiu
- 20:02Jitsu, aí ele vai lá, dá aula, dá seminário, por quê?
- 20:05Porque só ele participar de campeonato se se ele não for um
- 20:10dos top 5, sei lá, eu acho que ele não consegue viver sim.
- 20:14Então o que você falou é, é uma, é uma, é um, vamos dizer assim,
- 20:18é uma transformação. A gente até tava falando fora e
- 20:21acho que a gente pode falar aqui um pouco.
- 20:23Que assim, dos anos 90 até 2000 e pouco a gente teve essa galera
- 20:30casca grossa e vocês é acabaram pegando um pouquinho já no
- 20:36início da outra. E houve essa evolução do do Jiu
- 20:40Jitsu entrando EE um papo que a gente tava falando.
- 20:43Ela começou a entrar tanto nos atletas, mas começou agora, a
- 20:47partir de 1617, de 20 para frente.
- 20:50Entrar com os empresários e o movimento da de pessoal da bolsa
- 20:55e todo mundo da alta performance tá dentro do esporte Jiu Jitsu
- 20:58hoje. Então isso acaba o que trazendo
- 21:00visibilidade, alcance de marca, é mais é pessoas com cabeça de
- 21:06dono, EE outras coisas e é o que você falou.
- 21:08Teve que suavizar porque o cara é o que a gente fala às vezes em
- 21:12treino, eu, eu por exemplo, eu tenho minha vida aqui fazendo as
- 21:16coisas. Eu não vou ir lá treinar para
- 21:18ser amassado do cara e sair sem poder mexer meu braço, porque eu
- 21:22eu trabalho, eu, eu não vivo de Jiu Jitsu, eu vivo do meu
- 21:25trabalho. O Jiu Jitsu é um esporte que eu
- 21:27você gostaria de fazer, eu gosto de fazer e mas eu quero sair de
- 21:30lá e fazer outra coisa. Então eu acho que essa
- 21:33movimentação e vocês aí, vocês podem falar um pouco, Ela Foi
- 21:37mudando e querendo ou não o Jiu Jitsu eu acho que furou uma
- 21:41bolha com a ajuda da família Gracie.
- 21:44É crescendo nos Estados Unidos com a ajuda dos nossos campeões
- 21:47mundiais, com a ajuda do MMA, isso foi cada vez mais crescendo
- 21:51no mercado. E hoje a gente vê muita gente
- 21:54falar que entrou Na Na, nas top empresas e nos top CEOs da da
- 21:59faria Lima, aqui do Rio e do Brasil todo e ajudou esse
- 22:03movimento. Eu acho que assim, não tem como
- 22:05negar, isso que você falou faz parte da história, mas 11 das
- 22:10coisas que eu sinto muito orgulho é disso, não ter virado
- 22:12uma tradição. E esse ciclo ele está sendo
- 22:15quebrado faz algum tempo, por pessoas que viveram nessa época
- 22:19e entenderam que isso não era positivo e por uma nova geração
- 22:22que já cresceu entendendo que é que esse não não é mais o
- 22:25caminho. Beleza aconteceu, não tem como
- 22:28eu julgar, não tava lá na época, não tem como eu julgar AA forma
- 22:31que foi feita, mas beleza divulgou o Jiu Jitsu errado ou
- 22:34não, a gente vem consertando a linha da história e melhorando.
- 22:38E essa questão eu vejo muito positivo, essa questão da de
- 22:41pessoas, de empresários, de grandes empresas estarem se
- 22:43envolvendo com o Jiu Jitsu, porque assim como professor, e
- 22:46aí parte da vivência que a gente teve AO tatame, ele é uma escola
- 22:50e você vai. E quanto melhor o público que
- 22:53você tá trabalhando, mais inteligente do que você na vida,
- 22:55mais o professor, ele aprende e ele leva pro negócio dele.
- 22:58Então Eu Acredito que esse movimento que tá acontecendo,
- 23:02muita gente acha que é negativo. Pô, você tá fazendo um Jiu
- 23:05Jitsu, o mais fraco, só pra agradar um cara?
- 23:07O Jitsu foi feito pra isso, cara.
- 23:08O Jitsu foi feito pra um cara mais fraco se sentir melhor,
- 23:11então não faz sentido eu pegar esse cara que ele é um
- 23:14empresário e eu amassar ele pra provar que eu sou melhor do que
- 23:16ele. É totalmente contrário do que
- 23:18foi pra criado do Jiu Jitsu. O Jitsu foi feito pra dar
- 23:21autoestima, foi feito pra cuidado mais fraco, Pra Ele ter
- 23:24coragem de encarar o mais forte. Então eu vejo que como nunca o
- 23:28Jiu Jitsu tem servido ao servido ao propósito que ele foi criado
- 23:31e aí eu consigo dividir muito bem.
- 23:33Pô, quem é atleta? De quem é o hobista?
- 23:35Isso é é simples. Imaginem que se só pudesse fazer
- 23:38futebol, jogar futebol, quem fosse o jogador profissional que
- 23:41que IA ser o futebol não existiu, os salários que
- 23:44existem, não existiu o movimento que tem o financeiro em volta do
- 23:47futebol ali. Então a galera não entende muito
- 23:50o cenário do Jiu Jitsu e acaba é levando para um lado ali
- 23:53totalmente, não sei saudosista ou uma coisa tipo meio.
- 23:58Eu acho que é talvez seja um negócio família, porque ou ou
- 24:03alguma coisa assim. A galera tinha um grupo quis,
- 24:06vamos dizer assim, elitista quis, teria isso que é, querendo
- 24:11ou não, foi no começo e só se a galera tinha isso.
- 24:15O que que acontece, querendo ou não, você vai abrindo, você vai
- 24:18dando acesso pra todo mundo, mas é o que você falou, só que
- 24:21olhando pro outro lado, você vai dando acesso, todo mundo vai
- 24:23crescendo e vai trazendo mais influência, você vai melhorando
- 24:26todas as áreas, mas nem todo mundo olha com esse olhar que
- 24:29você está falando e outra evolução de tudo que você falou.
- 24:32Você não vai querer estar praticando não que não seja.
- 24:36Todo mundo é respeita a tradição em tudo que há sim, mas você não
- 24:41vai querer praticar o mesmo Jiu Jitsu de 1950 porque o homem não
- 24:45é o mesmo homem de 1950, ele vem evoluindo.
- 24:46Então tudo na nossa vida é pelo menos a gente quer fazer o quê?
- 24:51Evoluir que nem você falou, tratam, melhorou você, você deve
- 24:53ter mais. Golpes que foram evoluídos, tal
- 24:59você. Você tem saídas mais por quê?
- 25:01Porque vai mudando que você falou a cabeça do cara que vai
- 25:03terminar mais é um. Dos grandes segredos do Jiu
- 25:05Jitsu. Ele não está preso numa caixa em
- 25:07nenhuma das áreas, nem na área da do esporte.
- 25:10Ensino na área empresarial, ele está sempre.
- 25:12Em. Evolução, né?
- 25:14E aí eu AO ruim, quando você vai para os extremos, né?
- 25:16Você não precisa de fazer também totalmente.
- 25:18Vamos falar o termo que usa, né? No teto.
- 25:19E você também não precisa de ser totalmente agressivo.
- 25:21Você tem um cara que tem condições totais de pagar e você
- 25:24tem um menino totalmente. Numa situação precária.
- 25:27E aí existem projetos sociais, existem academias que cobrem e
- 25:30aí existe o que está acontecendo no meio do caminho, que são
- 25:32academias estruturadas, que tem uma condição financeira melhor e
- 25:35que consegue dar bolsa para meninos que não tem condições e
- 25:38dar uma estrutura de qualidade. Quimono, estudo de inglês,
- 25:42estudo de de profissionalização. Tipo uma preparação para um
- 25:46futuro atleta para alguns. Que seria a mistura de tudo.
- 25:48Então assim, eu eu vejo que é burrice quando você vai para os
- 25:50extremos assim, ó. A gente tem 11 esporte que está
- 25:53crescendo muito. E dinheiro não vai ser problema.
- 25:55O dinheiro é solução? É.
- 25:56É fato. Essa questão dos extremos de
- 25:59estudo, né? Porque a gente não pode
- 26:01confundir. Não é porque você tem uma
- 26:02estrutura de alto padrão de tatame, vestiário, que o Jiu
- 26:06Jitsu vai ser ruim? Não necessariamente.
- 26:09Eu entendo que tem sim, que existe uma preocupação de manter
- 26:12a qualidade do ensino Jiu Jitsu para não virar uma coisa fitness
- 26:15que não tem nada a ver com a arte marcial, mas essa
- 26:19resistência que vai totalmente para o lado oposto.
- 26:22E que se sente até de certa forma ameaçada, né?
- 26:24A gente a gente é um pouco polêmico, no Instagram, a gente
- 26:27fez um post esses tempos mostrando uma academia de alto
- 26:29padrão Jiu Jitsu, né? E a gente mostrou uma academia
- 26:32antiga é, pô, seria essa academia aqui, que inclusive é
- 26:34um cliente nosso, que reformou era uma, como era antes, né?
- 26:38E olha como que é um novo padrão.
- 26:39E a gente mostrou aí, cara, esse vídeo aí tem mais de 500
- 26:42comentários, muitos deles é, é são pessoas que se sentem de
- 26:46certa forma ameaçadas, né falando, pô, mas perdeu a
- 26:49tradição. E eu conheço a academia em
- 26:51particular e eu sei que eles têm um comprometimento muito grande
- 26:54com a qualidade do ensino de Jiu Jitsu.
- 26:56Então uma coisa não exclui necessariamente a outra, você
- 26:59consegue ter um Jiu Jitsu de qualidade em uma estrutura de
- 27:02qualidade, entendeu? Então AA evolução, ela não vem
- 27:06pra estragar, ela vem pra somar. E aí a gente tem que, como o
- 27:10caveira falou, saber se posicionar sem ir pra nenhum dos
- 27:142 extremos, né? E essa parada do Jiu Jitsu está.
- 27:18Aberto é interessante porque eu acho que foi uma das coisas que
- 27:20atrai o caveira pro Jiu Jitsu e depois eu, porque o caveira é um
- 27:24cara muito criativo, né? Tanto que é nosso diretor de
- 27:27marketing lá na tauro, ele que cuida dessa parte criativa.
- 27:31E o Jiu Jitsu, quando praticado da maneira que é pra ser
- 27:35praticado, é um esporte que ele abre muita criatividade.
- 27:38Por isso tá atraindo esse público que você citou de
- 27:41empresários? Sim, porque é uma modalidade
- 27:43pensante, é uma modalidade inteligente, você vê todo ano.
- 27:46É novos atletas criando posições, novas técnicas novas
- 27:50ou adaptações melhores de técnicas antigas.
- 27:53Então ele não está enlatado, certo?
- 27:57Então, dessa mesma forma, a gente tem que enxergar AA
- 28:02evolução do esporte como um todo, né?
- 28:05O Jiu Jitsu ele está sempre evoluindo e a evolução ela tira
- 28:09o que é ruim, mantém o que é bom e melhora o que dá para deixar
- 28:12melhor ainda. Acho que isso é perfeito.
- 28:13O que você falou? Porque tem muita gente que que
- 28:16está preso a tradições EE, tradições que não são positivas,
- 28:21tradições que beleza aconteceram e muita gente imita e faz e nem
- 28:24entende o porquê está fazendo aquilo ali.
- 28:27Mas o Jiu Jitsu ele tem essa sempre teve essa Liberdade de
- 28:30melhoria, não tá nada enlatado. Então é é isso que que faz a
- 28:34nossa modalidade continuar, furando bolha, furando bolha e
- 28:37crescendo. EEE é muito engraçado como como
- 28:40empresa, porque a gente. Encontra lá o cara que é faixa
- 28:44preta e às vezes o aluno dele quer faixa branca se apaixona
- 28:47pelo Jiu Jitsu e ele não é um cara que que tem um perfil?
- 28:51Pô, eu tô falando de um cara que já tá com a vida feita em outro
- 28:54segmento. Com seus 3540 anos, o cara se
- 28:56apaixona pelo Jiu Jitsu e ele vai junto com o professor, que é
- 28:59um cara que se especializou nisso, e ele monta um negócio,
- 29:01cara. Então, Oo.
- 29:03Ele aproxima. Ele aproximou 2 pontas que se a
- 29:06gente tivesse pensamento, chucro de que alguém que.
- 29:09Tem 35 anos, tem que ter um rendimento de um atleta
- 29:12competidor e tem que ser um guerreiro ali.
- 29:14Esse cara, ele não vai entrar. E esse talvez esse professor
- 29:17nunca teria 11. Oportunidade de ter um
- 29:18investidor na carreira dele, no negócio dele, então?
- 29:21É, na verdade, ele acabou unindo todo mundo.
- 29:23É o que a gente falou, é, é o empresário hoje é ter vários
- 29:27empresários e não somente atleta treinando, que é o que tem
- 29:30qualquer outro esporte. De de tudo que você imaginar que
- 29:33nem você falou. No futebol não é todo mundo, não
- 29:36é o cara. Foi jogador?
- 29:40Parou de ser jogador. Todo mundo joga pelada.
- 29:42É um basquete. Né?
- 29:43Futebol? Tem gente que só acompanha
- 29:44futebol. Muita gente.
- 29:46A grande maioria assiste jogo, mas não joga futebol.
- 29:48E o e a gente vê esse também é um dos resultantes dessa
- 29:52evolução, né? Por exemplo, a gente tem a Grace
- 29:54barra que vem fazendo, né? Esse trabalho de expandir o Jiu
- 29:59Jitsu há muito tempo, trazendo mais para perto, porque a gente
- 30:03pegou a nossa faixa preta na Alliance, que é uma equipe de
- 30:05Jiu Jitsu, né? O Fábio, por exemplo, é um cara
- 30:07que. Talvez por estar envolvido ali
- 30:09com grandes empresários no, no, no, no local onde ele está
- 30:13inserido, começou a trazer muita visão de empresa pro Jiu Jitsu.
- 30:17E assim, quando a gente fala que essa evolução ela tem feito bem
- 30:21pro esporte. Quando eu, quando a cavieira
- 30:23fala isso, é porque a gente vive isso no dia a dia.
- 30:26A gente tá desde 2008, né? Inserido nesse negócio e a gente
- 30:31pretende, até março atingir 3000 projetos instalados.
- 30:36Então. Eu falo com muito dono de
- 30:38academia. Todo dia eu tenho mais de quase
- 30:403000 clientes donos de academia de Jiu Jitsu e em 2008 2009 era
- 30:44muito comum. O cara que ele dava aula e tinha
- 30:46outro emprego. Ele ele trabalhava o dia inteiro
- 30:48e ele dava aula à noite. Era part time.
- 30:51É, hoje em dia a gente tem uma galera vivendo de Jiu Jitsu e
- 30:55ganhando bem como dono de academia.
- 30:58E muitas vezes nesse caminho que o caveira citou, né?
- 31:01Oo cliente, Oo professor, conhece o empresário, o
- 31:05empresário vê. No professor, uma carência de
- 31:08vários artifícios, né? Que um empresário tem que ter em
- 31:11termos de gestão financeira, marketing, né?
- 31:14Estruturação da academia. E ele vê o potencial do negócio
- 31:17do Jiu Jitsu. Se junta com esse professor que
- 31:19é o detentor do know how e cria o que de fato é uma empresa.
- 31:23E não mais porque antigamente a academia ela é nada mais era do
- 31:27que um serviço autônomo com endereço fixo.
- 31:29Então quando o empresário entra na jogada e fala não, pera lá,
- 31:32isso aqui é uma empresa. Você está dando todas as aulas.
- 31:35Você faz a limpeza, você faz o atendimento?
- 31:37Não você. Você é autônomo.
- 31:39Vamos criar uma empresa? É eu a empresa.
- 31:41Vamos fazer treinamento, vamos ter uma recepcionista, é, vamos
- 31:45transformar isso num negócio e isso dá uma diferença na vida do
- 31:49cara, né? Porque ele ele montou um negócio
- 31:51achando que ele IA ter uma Liberdade.
- 31:53Ele se torna prisioneiro do próprio negócio dele, porque
- 31:55agora ele é tudo ali, né? Ele é O Mestre, professor e a
- 31:59recepcionista atende o telefone, então a.
- 32:03É é essa essa mistura de conhecimentos e as e o Jiu Jitsu
- 32:06também leva para fora né? Para dizer que só o empresário
- 32:08está trazendo para o Jitsu. O Jiu Jitsu ele é, ele é a gente
- 32:12mesmo, não teve estudo na nossa escola, foi o Jiu Jitsu, a gente
- 32:14montou a nossa empresa, a nossa cultura empresarial, ela vem
- 32:17toda de dentro do Jiu Jitsu e o Jiu Jitsu ele traz confiança,
- 32:20traz autoestima, traz um sufoco de um treino, o cara que
- 32:25participou de uma competição uma vez ali por hobby ele passa por
- 32:27uma experiência que poucos empresários vão passar por uma
- 32:30Adriana tão grande que o esporte causaria aprender a.
- 32:33As as reações, né? Como se ficar calmo na situação
- 32:36do sufoco, reagir, sair. Como realidar com você mesmo,
- 32:39né, tipo? Com certeza.
- 32:41Aquela briga interna que a gente tem a.
- 32:43Vontade de desistir, de continuar, de melhorando um
- 32:45pouco a cada dia. Então assim acaba sendo 11 troca
- 32:48de conhecimento e eu acho que esse, esse, esses 2, essas 2
- 32:53personas do meio ambiente que está causando essa mudança, o
- 32:55empresário do lado do gigiteiro e o gigiteiro do lado do
- 32:58empresário tem causado esse movimento.
- 33:00É orgânico, de, de. Que está elevando o nível do Jiu
- 33:04Jitsu e está se espalhando de um jeito que acho que não tem como
- 33:07mais parar agora já virou, já já pegou ritmo, né?
- 33:10Sim, a gente resolveu comprar essa essa briga, digamos assim,
- 33:14né? Há mais ou menos um ano e meio
- 33:15atrás, quando a gente estava redesendo o propósito da taura,
- 33:18a gente definiu que o nosso propósito era influenciar no
- 33:21crescimento do esporte. Então a gente expandiu um pouco
- 33:23nosso escopo, né, além de tatame.
- 33:25Então a gente se tornou responsável por isso e começamos
- 33:28comprar essa briga e a gente tem visto.
- 33:31O que não dá certo e o que dá certo, né?
- 33:33A gente tem esse cliente padrão, eu tenho clientes que tem esse
- 33:36pensamento do casca grossa do pô, aluno não aguenta, é frouxo.
- 33:41E eu vejo o quanto ele não cresce.
- 33:43E eu vejo clientes, por exemplo, que tem um pensamento já pega.
- 33:46Por exemplo, a Rise é um cliente nosso, que é 11 dos sócios, tem
- 33:51um conhecimento muito grande na área pedagógica, porque
- 33:53trabalhou, né, com escolas, e o outro é um empresário já no ramo
- 33:57de construção e esses caras faixas pretas.
- 34:00Se uniram pra montar, né? Estão indo pra sexta unidade
- 34:03agora. A gente sempre abre as unidades
- 34:05juntas, né? Numa estrutura de empresa que já
- 34:08já é, tem 60 professores contratados e tratando o negócio
- 34:15do Jiu Jitsu como uma empresa, sem deixar cair a qualidade
- 34:18técnica. Então não tem essa, pô, mas só
- 34:21porque os caras estão estão comercializando a parada, então
- 34:24caiu qualidade? Não caiu qualidade.
- 34:26Então a gente está botando a cara lá na no Instagram para
- 34:29falar. É porque eu estou tentando
- 34:30avisar meu irmão, se você não esse caminho, se.
- 34:32Você não acompanhar, você vai ficar no meio do caminho.
- 34:34Não vai dar certo, você não vai viver ali realmente.
- 34:37A gente tem uma preocupação real, né?
- 34:38Porque é muito legal quando a gente vê um cliente da gente que
- 34:40faz o tatame e daqui 1 ano o cara liga e fala assim, Mano, eu
- 34:43estou montando a autoridade, né? Ou quando um cliente fala assim,
- 34:47cara, eu tenho uma. Eu tinha uma academia simples
- 34:49num bairro. Eu consegui estruturar ela, eu
- 34:52melhorei minha qualidade de aula e aqui olha, eu vou comprar meu
- 34:54tatame, eu quero reformar, eu quero melhorar meu ambiente.
- 34:57Então é realmente é muito gratificante ver essa evolução.
- 35:00Então a gente se sente na missão ali de de de levar essa voz,
- 35:06porque pra que o máximo de pessoas acordem pra essa
- 35:08realidade, porque AAA qualidade de vida dele, da família dele,
- 35:12depende dele entender o jeitos como um negócio e.
- 35:16Como a como a gente viveu em todas as pontas, a gente se
- 35:18sente responsável por por pegar essa luta, né?
- 35:21Pegar essa briga lá e falar assim, beleza, vamos encarar.
- 35:23Quem quiser prestar atenção e seguir, segue que sua vida vai
- 35:27melhorar. E quem quiser ficar batendo de
- 35:29frente faz aposta, porque é é inevitável que aquelas pessoas
- 35:36que procuram AAA melhoria No No. Como empresa, como Jiu Jitsu
- 35:41empresarial, e isso não impede de ela ter atletas e campeões na
- 35:45academia dela. Vai ter um futuro melhor
- 35:47financeiro, né? E aí eu não sei o que o cara tá
- 35:49buscando. Eu não sei como é que ele
- 35:50pretende pagar as contas dele no futuro, mas é.
- 35:53Eu acho que esse é o único caminho, é a profissionalização.
- 35:56Pegando esse lado de vocês, você falou aí um pouco, vamos falar
- 35:58um pouco de número, é, eu queria perguntar, como é que vocês
- 36:02viram o ano de 2025? É, se puder falar um, dá 11.
- 36:07Proporção, uma proporção de faturamento.
- 36:09E o que que vocês esperam para 26?
- 36:11E como é que tá esse crescimento de dos serviços da tauã?
- 36:17É o que que vocês? Quais são os serviços que vocês
- 36:20fazem? Explicar um pouquinho mais isso
- 36:22pro pessoal que tá acompanhando aí.
- 36:24Tá? É.
- 36:25O mercado de tatames em geral vem crescendo na mesma
- 36:28velocidade que vem crescendo o mercado do Jiu Jitsu.
- 36:32A gente vem crescendo 30% ao ano, né?
- 36:34Esse ano aqui a gente. Quase bateu 10000000 de
- 36:37faturamento, né? Chegamos ali em 9 e meio
- 36:39arredondando, então. Então tu já tá, já tá
- 36:42finalizando aqui dezembro, né? Já tá é, cortou já.
- 36:45Sim, então foi um excelente ano. A gente tem projetos para
- 36:48crescer muito mais ano que vem, né?
- 36:50Tanto em expansão horizontal quanto vertical.
- 36:54A gente vem agregando novos produtos na linha.
- 36:58E é incrível ver porque eu já fui surpreendido por essa
- 37:03empresa muitas vezes, né? Quando eu comecei, eu não tinha
- 37:05essa noção. É, tinha zero noção, né?
- 37:07Pra mim, nem eu não levava tão tanto a Sério.
- 37:10Se alguém lá atrás, em 2017, falasse, Caio, ó, em 2025 você
- 37:14vai instalar 45000 m² de tatame no ano.
- 37:18Eu IA falar, eu IA falar para o kuarg.
- 37:19Nem existe isso de tatame, né? A gente não tinha essa noção.
- 37:23É que daria para como a empresa de tatame, você ter 30 pessoas
- 37:26contratadas, né, como a gente tem hoje lá diretos, né,
- 37:29trabalhando desde administrativo, escritório,
- 37:33fábrica e instalação. Então é um mercado que ele tem
- 37:37nos surpreendido em tamanho e em prosperidade e pela pela, pelo
- 37:43histórico que vem vindo e olhando pra frente.
- 37:46A gente tá muito otimista, né? Eu não posso dar spoiler aqui
- 37:49ainda do lançamento, né, Fedor? Melhor, quem sabe até o final, a
- 37:52gente. A gente tá pra lançar, vou dar
- 37:54um spoiler rápido. Não, mas nosso, nosso episódio
- 37:57você vai sair em janeiro. Ah, é?
- 37:58Ah, então, beleza. Pode falar a?
- 38:00Gente, já vai ter ter saído aí a gente tá pra lançar um produto
- 38:04que vai dar uma Bela de uma revolucionada No No esporte e
- 38:07pretende ajudar bastante também na no crescimento.
- 38:09Porque é um é um modelo de tatame.
- 38:12É que que a gente queria. Eu queria um modelo de tatame
- 38:15que fosse higiênico, é claro. Durável, sem encaixes, né?
- 38:20Que não fossem Placas para não ter fresta.
- 38:23E aí, beleza, o nosso modelo tem tudo isso.
- 38:25Só que eu vou. A gente decidiu acrescentar um
- 38:27item que tornou a coisa muito mais difícil, que ele fosse tão
- 38:30prático de desmontar e carregar que uma criança conseguisse
- 38:33fazer isso. Então imagina que eu vou ter um
- 38:36tatame? Tipo um lego.
- 38:38Eu vou conseguir ter um tatame que ele preenche essa sala
- 38:40inteira sem nenhuma fresta, e eu consigo desmontar ele de uma
- 38:45maneira que eu consigo carregar. Botar no carro, mas quando monta
- 38:49ele fica igual o tatame, normal. Vai ficar igual ao nosso tatame,
- 38:51sem emenda. Então esse foi o desafio que a
- 38:54gente decidiu encarar mais ou menos um ano e meio atrás, e que
- 38:57a gente pretende, né? A gente hoje a fábrica da tauron
- 39:00tinha 1000 m², a gente expandiu para +1000.
- 39:03Onde vai ficar essa nova planta que vai ser só desse produto?
- 39:08E esse produto vai permitir você treinar, pô, na sua garagem, na
- 39:11praia, na no parque. Você acha que ele vai acabar?
- 39:16Não pra todo mundo, mas substituindo um pouco AEVA aqui,
- 39:19a galera compra e bota em casa. Com certeza, com certeza.
- 39:23Absoluta é um produto de ticket mais alto, inevitavelmente, pela
- 39:27qualidade que ele entrega, mas em termos de e durabilidade e
- 39:31durabilidade, ele se paga, né? Então?
- 39:34Uma pergunta que a gente tem que fazer é, me dá algum é pra nem
- 39:38todo mundo que tá vendo, a gente tem tanto conhecimento em
- 39:42tatame. Então é, vamos fazer 11
- 39:45comparação dos tatames e dessas partes técnicas que nem a gente
- 39:49tava conversando em off, falando um pouco do do que você falou,
- 39:53de bactéria, limpeza, é tudo isso.
- 39:56Porque querendo ou não, a gente tava falando um pouco em off pra
- 40:00vocês que estão acompanhando a gente que que acontece, nem todo
- 40:03mundo tem o conhecimento técnico.
- 40:04A gente vai lá e treina, vai lá e faz, mas você não tá ali,
- 40:07então você não repara muita, muitas situações.
- 40:10Eles como estão dentro do negócio e vivem pra isso.
- 40:13E um já quase perdeu a perna. Então é vamos comparar um
- 40:17pouquinho pra galera ter uma noção, principalmente a
- 40:20professor que acompanha a gente, é nem a galera entender, até as
- 40:25pessoas que às vezes querem ter. Tem gente que tem que estar por
- 40:28causa do filho, não só por luta, mas pro filho não cair, não se
- 40:32machucar. EE tá ali.
- 40:34É direto. Então como é que a gente pode é
- 40:37falar um pouquinho dessas comparações do tatame e dessas
- 40:40diferenças que fazem é diferença no final, principalmente
- 40:44segurança é qualidade, limpeza, EEO, resto dos.
- 40:48É, eu acho que a turma vai ficar com nojo de treinar na viagem.
- 40:52Vamos lá, a primeira pergunta, por que o tatame foi feito para
- 40:54desmontar e montar? Porque antigamente o professor
- 40:57não tinha o espaço dele. Então ele muitas vezes dava aula
- 41:00no espaço que ele dividia na academia ali e acabava o Jiu
- 41:03Jitsu. Ele tinha que desmontar porque,
- 41:04sei lá, entrar uma aula de dança, 11 aula de jump.
- 41:07Então ele era uma solução para um problema que cada vez menos
- 41:12existe mais hoje em dia, o cara monta a academia dele, ele
- 41:14primeiro quer passar anos ali, porque o negócio dele, ele quer
- 41:17se estabilizar, se enraizar num num lugar para ter uma
- 41:20clientela. Então, 11 das coisas da
- 41:23diferença do nosso tattoo é, pô, você não vai desmontar?
- 41:26E as festas causam muito problema, porque o suor entra
- 41:29por meio das festas, os pelos entram por meio das festas AO
- 41:34pele. Não tem como você limpar sem
- 41:36desmontar, vai? Ficando a galera não tem noção.
- 41:39A gente perde muita muito material de pele morta
- 41:42treinando, né? E isso é refeição é mais
- 41:45conhecido como refeição para bactéria.
- 41:47E aí na fresta você junta pelo de corpo.
- 41:50Pô, se eu se eu mostrar um vídeo de de de instalador desmontando
- 41:53tatame, é. Ali, naquela fresta, cria uma
- 41:57cria se uma camada de pele pelo e suor, pó, pó, sujeira, inseto
- 42:03e cara, é é nojento. E aí você pergunta, meu irmão,
- 42:06quantas vezes você desmontou esse tatame aqui no ano?
- 42:10Nenhuma. O cara não desmonta como o
- 42:13caveira falou, né? Hoje em dia a maioria das
- 42:15escolas tem um espaço fixo, então o fato do tatame sem
- 42:18Placas, sejam Placas retangulares, como é o tatame
- 42:21olímpico ou em de encaixe. É, não está servindo de nada,
- 42:26porque ele não desmonta, só está servindo para ter a fresta,
- 42:29juntando sujeira. E aí, dá para imaginar o quanto
- 42:31de suor tem no treino? E aí, vamos vamos falar do
- 42:34EVAOEVA. É um material esponjoso.
- 42:36Então imagina se você colocar aí?
- 42:38Não vamos colocar nem um ano, vamos colocar em 1 mês de
- 42:41treino. Quanto de suor caiu naquele
- 42:42datame e o quanto ele absorveu? Então, na proporção de várias,
- 42:47você nem consegue fazer isso. É o que a gente está falando.
- 42:49Se você botar que são 6 aulas por dia, num mês, você dá 180
- 42:53aulas. Então, quantos litros de suor
- 42:57tem ali absorvido, né? Então, se se você pensar nisso,
- 43:01imagina o cheiro do ambiente. Fica com cheiro de chulé de
- 43:04cheirar. Vamos nem falar das da questão
- 43:06de bactéria ainda. Vamos falar do cheiro.
- 43:08Chegou aí agora o esporte, pô. Criança pratica, a mulher
- 43:11pratica. AA chegou na receção da sua
- 43:13academia lá. Ó, eu queria fazer uma matrícula
- 43:16lá vem aqui, vou te mostrar o ambiente.
- 43:18Chega aí, Mano. Você acha que a mãe vai querer
- 43:20colocar uma filha, um filho, num lugar que está com um cheiro
- 43:23enorme de azedo? Então, já era difícil.
- 43:26Antes, quando não tinha, é comparativo, né?
- 43:28Porque assim você IA em 3 academias, as 3 iam estar
- 43:31cheirando chulé, porque é OA ser parte do pressuposto que sala de
- 43:35luta fere a chulé. Só que aí a tauro entrou para.
- 43:39Para estragar esse essa hegemonia, esse monopólio do do
- 43:43das bactérias, a gente, pô, criou um tatame que não cheira
- 43:46mal. Então, se eu instalar um tatame,
- 43:47por exemplo, na sua academia, ele nunca vai ficar com cheiro
- 43:50de chulé, nunca, porque a hexa fibra é impermeável.
- 43:53Então aí agora tem um comparativo.
- 43:56Então esse essa família que o caveira citou, ela vai visitar
- 43:59academia fedida e aí ela vai chegar na outra e falar, OPA,
- 44:03aqui é diferente, então tá aí. Ele já é um artifício de venda,
- 44:06né? Eu falo sempre, ó, o seu tatame
- 44:08é a única forma que você ganha um cliente antes dele treinar,
- 44:10porque o cliente vai na sua academia, aí você vai mostrar a
- 44:12academia e vai falar, meu jujitsu é bom, coloca seu filho
- 44:15aqui ou venha treinar aqui, ele vai no seu concorrente, ele vai
- 44:18falar as mesmas coisas, ó meu jujitsu é bom e aqui tá na
- 44:20estrutura também, então muitas vezes o cliente pode, nessas
- 44:25nesses 2 atendimentos, optar pelo ó.
- 44:27Os 2 falaram que é bom, isso daqui tem uma estrutura melhor,
- 44:30eu vou ficar. Então o tatame, ele é um
- 44:32artifício que às vezes, antes de você dar uma aula, você pode
- 44:34ganhar a matrícula contra o concorrente.
- 44:37Então a gente já pode falar aí, já falamos um pouco de gênero,
- 44:40já falamos na questão de necessidade.
- 44:42Os encaixes causam muitas lesões, torção de dedo, torção é
- 44:47de joelho, porque ela com o tempo de uso, aquele encaixa,
- 44:50ele vai ficando, os dentes vão quebrando, eles vão ficando
- 44:53irregulares. E é muito comum é pessoas
- 44:56faturarem os na hora que vai treinar lá, girou o dedo, entrou
- 44:59numa fresta daquela, torce, quebra.
- 45:01Então ele ele pode oferecer essa questão da lesão por uma
- 45:04necessidade que não, não existe mais.
- 45:06Eu não vou desmontar, para que tem que ter a fresta.
- 45:09Então uma das soluções é o tatame sem caixas.
- 45:11Ele é fixo, ele é feito para o seu ambiente, ele não vai
- 45:14absorver o suor, ele não vai ter as festas para os pelos e ele
- 45:17não vai ter a lesão é, ele vai reduzir muito e muito mesmo a
- 45:21chance de lesão, porque não tem onde seu dedo entrar para.
- 45:23Torcer, sim. E depois?
- 45:25A parte de absorção de impacto é um tema difícil porque.
- 45:29É difícil pro cliente, às vezes na hora de comprar saber isso,
- 45:32né? Mas como é que você é assim?
- 45:34Pensando nisso, a gente não pensava isso.
- 45:36Qual a média de tempo de um tatame?
- 45:38EE, essa parte do impacto, porque é a mesma coisa que você
- 45:42falou, ninguém pensa. Aliás, são, sei lá, 300 alunos
- 45:46por dia, vezes 30 dias, 9000 vezes, não sei quanto tempo,
- 45:51então assim, qual é a média disso?
- 45:53EEE, como isso isso hoje você tem um tempo, troca, como é que?
- 45:58Cara, aí aí vai depender muito da marca, né?
- 46:01Tem tatame que não dura um ano, né?
- 46:02Por exemplo, esses tatames é de VA, que é um Eva muito
- 46:06baratinho, ele começa a ressecar, quebrar craquear, tem
- 46:09Eva de melhor qualidade, que vai durar um ano e meio, 2 hoje a
- 46:12gente tem os nossos tatames, pelo menos a gente tem clientes
- 46:14que tenha 56 anos e tá em excelente estado, é claro que
- 46:18varia muito do cuidado do cliente também, mas o cliente
- 46:21mantém limpo, né? Que tipo de uso que ele faz?
- 46:23É igual um Calçado, né? Depende do uso, depende também.
- 46:28Por exemplo, vai a gente. A gente tem o tatame do
- 46:30preguiça, né? Já tem uns 7 anos que ele tem o
- 46:32nosso tatame lá e ele tem uma intensidade de treino muito
- 46:37grande lá. Assim, às vezes ele tem nenhum
- 46:38dia, o que a maioria das academias tem nenhum mês, porque
- 46:41é muita gente treinando, muitos horários por dia.
- 46:43Então essa durabilidade ela varia.
- 46:46Né? Mas tem manutenção?
- 46:47Existe. Eu estou perguntando porque eu
- 46:50não uma coisa existe uma manutenção, tem que ter uma
- 46:53manutenção. Ou então existe algum serviço de
- 46:55manutenção da taur? Em relação a pô, talvez eu
- 46:59precise melhorar isso aqui, eu não vou trocar tudo, mas se eu
- 47:02faço alguma coisa, melhor impacto ou alguma coisa nesse
- 47:05sentido. Você fez um tatame e a gente usa
- 47:08AO aglomerado de poliuretano como absorção de impacto.
- 47:11É o melhor material que tem para absorver impacto de longe,
- 47:14porque OEVA muitas vezes primeiro que tem muitas
- 47:18qualidades diferentes de Eva, né?
- 47:20Muitas vezes OEVA ele não. Não funciona bem para dissipar a
- 47:23carga, né? Ele devolve a carga para o seu
- 47:26corpo. Então, absorção de impacto é um
- 47:30tema bem interessante, né? Por exemplo, a gente usa
- 47:32absorção híbrida que a gente mesmo que desenvolveu, imagina
- 47:35que para absorver, por exemplo, uma queda de uma carga grande,
- 47:39né? Por exemplo, quantos quilos você
- 47:42pesa? Eu peso 150. 150 kg.
- 47:45Se eu pegar você e te der uma, eu talvez não vai conseguir.
- 47:48Vou pegar o caveiro que o caveiro faz mais força aqui.
- 47:50O caveiro te der uma queda se o material for muito macio.
- 47:55Vai parecer que você caiu no chão, porque ele vai perder
- 47:57volume até você sentir o chão, entendeu?
- 48:01Então pra você cair tem que ser 11, densidade maior, tem que ser
- 48:05um material mais duro, e é assim, quanto maior a carga,
- 48:07mais rígida tem que ser o material.
- 48:09Você pega, por exemplo, um amortecedor que segura ali o
- 48:11motor do carro, né? O cochim é uma borracha dura,
- 48:14então SIM, 1 tatame pra queda ele tem que ser mais duro, por
- 48:18isso que aquele tatame de judô das olimpíadas, ele é duro.
- 48:21Porque é para absorver queda de cara.
- 48:22Pesada é, até porque o cara faz uma alavanca e joga todo ali,
- 48:26todo. Mundo, carga enorme.
- 48:27Então a gente entendeu isso e muitas vezes o cara vem de um
- 48:31tatame molinho e aí a pessoa vai apoia o pé, apoia a mão, fala,
- 48:34nossa, esse aqui é bom de cair. Mas não é quando ela cair, vai
- 48:37doer. É que na verdade, você pisando,
- 48:40você está fazendo uma mínima força.
- 48:41Outra coisa é o não, outra coisa é eu tentando te derrubar.
- 48:45Você está fazendo uma força contra e aí fazendo a favor,
- 48:48você não, você não quer ser derrubado, então você vai.
- 48:50Quando for, vai ter uma alavanca de muito mais força e mais a
- 48:54gravidade, mas tudo é outro impacto.
- 48:56Exatamente. Então o que que a gente fez?
- 48:58A gente fez absorção híbrida, porque.
- 49:00O tatame duro já é ruim pros pequenos impactos que é.
- 49:03Imagina o cara que nunca treinou?
- 49:05Aí ele vai treinar Jiu Jitsu, aí eu boto ele pra ficar de joelho
- 49:07ali um tempão no outro. Dia ele tá quebrado.
- 49:10Então, o nosso tatame hoje, ele tem uma camada mais dura, que é
- 49:14uma base, e ele tem uma camada soft de topo que dá, ó o tatame
- 49:18Nutella que a gente tem, então eu tenho a.
- 49:21Não é. Na verdade, não é tatame,
- 49:22Nutella é o que os caras não entendem.
- 49:24É tatame. Você tinha que criar um selo da
- 49:27da, da tal run. Tipo o nasa, você já viu aquele?
- 49:32Tem o Travesseiro da nasa, sabe disso, né?
- 49:35Que é o Travesseiro feito com tecnologia nasa, sabe, está
- 49:38parado. Então você tem que é a mesma
- 49:40coisa. Mas sabe qual que é a gente?
- 49:43Pelo fato da gente ter passado. Então, o professor da aula o dia
- 49:45inteiro, às vezes ele vai explicar uma posição que fica de
- 49:47joelhos. Aí ele deu aula da várias aulas
- 49:50de manhã, deu aula à tarde, deu aula à noite.
- 49:51De noite, Mano. O joelho tá com o joelho.
- 49:53Doendo, Mano, a frescura. Não é porque o cara tá pensando.
- 49:58E é outra coisa. É aí vai, vamos lá pra pra
- 50:01gente. É deixar bem claro uma coisa é o
- 50:05cara que corre 1 km, vai ficar mais fácil o cara entender.
- 50:10Outra coisa é um maluco que corre 140 km por dia, igual o
- 50:12triatleta, o cara fala assim, esse tênis foi feito para
- 50:14triatleta, por quê o maluco, porra, ele pega 42 km, nada 3 e
- 50:18meio empurra, anda de bicicleta a 300 km, o outro cara que vai
- 50:23andar um, ele vai falar assim, não faz diferença nenhuma, claro
- 50:25que não, ele tá andando um, né? O outro maluco andou 300 km,
- 50:28então ele vai falar assim, pô, tá lá no finalzinho, ele já tá
- 50:31quase morto igual tu, falou o cara que deu aula o dia todo.
- 50:35Aí eu pensei, aqui eu odeio ficar de joelho, até por causa
- 50:37do meu peso. Então assim, imagina você, tu
- 50:41fica lá, realmente você vai chegar no.
- 50:43E ainda tem uma coisa, ele fica o dia todo.
- 50:45No dia seguinte ele começa tudo de novo.
- 50:46Exatamente. Outro cara for para casa, treina
- 50:48daqui 2 dias, né? É aí, pô, a gente é só é
- 50:51voltando para mim, não perdeu o fio do que você tinha me
- 50:53perguntado da da manutenção. São.
- 50:55Então, como a gente usa o material de absorção?
- 50:58Que é que é essa espuma que é muito durável às vezes a
- 51:00superfície, por exemplo, o cara quer trocar, pô, botei uma lona
- 51:03branca, a hexa tá tá encardido, não tá legal, quero trocar ele
- 51:07não precisa trocar a parte de absorção.
- 51:09Aí que entra a manutenção, só dá, só dá dessa película
- 51:13superior. Então a.
- 51:13Gente, mas isso vocês fazem? Faço, aí eu tiro, inclusive eu
- 51:17faço em cima do tratamento que o cara já tem.
- 51:19Pô, se ele tem um Eva legal, pô, absorve impacto, que é uma
- 51:22maravilha, beleza. Só que não é higiênico, tá
- 51:24cheirando mal. Eu vou lá e eu faço essa.
- 51:27Eu faço uma moldura em volta do tatame dele e eu estico a hexa
- 51:30fibra em cima do tatame dele. Então vai ficar quase tão bom
- 51:34quanto se eu fizesse do zero, entendeu?
- 51:36Então, sim, a gente tem esse trabalho de manutenção no que já
- 51:40tá lá pro cara poder aproveitar o máximo possível.
- 51:43Pegando esse outro lado, é, eu queria que você falasse, você
- 51:46falasse um pouquinho, é? A gente conversou muito e no
- 51:49mercado de vocês, mas ainda é difícil.
- 51:51Vocês têm esse lado da do Taylor made que é feito a mão e é é
- 51:56sobre demanda. E isso se aplica tanto a coisa
- 51:59do zero, como adaptar alguns EVASE outras coisas que tem.
- 52:04Você melhora aquilo pra poder transformar e não jogar fora o
- 52:08outro explica um pouco esse outro lado de de é quase uma
- 52:12personalização do tatame, é isso?
- 52:16É uma das coisas muito legais, né, porque a gente fala.
- 52:19Antigamente a gente ajudava muito nos comerciais e tal, no
- 52:21seu tatame sob medida. Cada cada cliente aluga um salão
- 52:26diferente e muitas vezes o material no ele não conseguiria
- 52:30deixar o material que que ele mesmo tinha que fazer ali,
- 52:34pronta pro espaço. Então, quando como é que
- 52:35funciona a Estrela da taura? O cliente, pô, foi lá, viu um
- 52:38vídeo no marketing, chegou nas vendas, pô, aprovou, vai fazer o
- 52:42vai fazer o tatame, ele vai por projetos nessa hora pro jetista,
- 52:46entra em contato e ela vai pegar a planta do lugar.
- 52:49Vai pegar, porque nem aqui a gente quer fazer um tatame.
- 52:51Aqui, ó, tem aquela, tem aquele formato ali no vidro, tem uma
- 52:54coluna, tem o jetista, desenha a planta, desce para a produção e
- 52:59a produção faz peça por peça para encaixar estatame no lugar.
- 53:02A gente confecciona a lonaxa, fibra, materiais de proteção de
- 53:05parede, colunas e isso é mandado para o cliente, onde depois a
- 53:10equipe de instalação viaja até o local e monta para ficar
- 53:14encaixado. Perfeito ali é igual um terno
- 53:16sob medida. Então isso exige 11 capacidade
- 53:21de de de atenção muito grande, porque desde logística para
- 53:26enviar tudo certinho, a produção e o cliente, ele espera que ele
- 53:29vai colocar. Quando ele compra um terno sob
- 53:31medida, ele quer que o treino, quando ele veste, fica como?
- 53:34Certinho, certinho. E para isso, acho que o Caio
- 53:37fala até melhor do que eu, que ele é responsável pelo
- 53:40treinamento das equipes de instalação, né?
- 53:43Fazer algo sob medida é um desafio que poucas pessoas
- 53:46querem encarar. Falei, cara.
- 53:47Sim, acho que assim, a empresa de prestação de serviço por si
- 53:51só é um grande desafio. Quem tem empresa de prestação de
- 53:54serviço sabe disso. Então lá atrás eu sabia já
- 53:58disso, né? Então a eu acho que o que
- 54:00diferencia bastante o empresário do autônomo é ele saber
- 54:05desenvolver e passar o bastão pra pessoas melhores do que ele
- 54:08em todos os setores. Então eu comecei instalando, né?
- 54:11Então muito do que. É todas as técnicas,
- 54:15ferramentas, muitas coisas. Fui eu que criei e aí eu tive
- 54:19que colocar gente e treinar esse pessoal.
- 54:21E aí eu comecei vender e tive que colocar gente, né?
- 54:24Então hoje eu tenho vendedores que vendem muito melhor do que
- 54:26eu, projetistas que projetam muito melhor do que eu e
- 54:29inclusive instaladores, que instalam absolutamente melhor,
- 54:33melhor do que eu. Eu acho que o grande diferencial
- 54:35para você entregar um serviço na ponta de qualidade é você
- 54:39entender que se você quer que o seu instalador.
- 54:43Entrega o melhor e trata bem o cliente, você tem que fazer a
- 54:46mesma coisa com ele. Então hoje na nossa empresa, o
- 54:49instalador, ele é tido como o coração da empresa, porque é ele
- 54:52que está lá na ponta, apertando a mão do cliente, olhando no
- 54:55olho do cliente. Então por que que as empresas
- 54:58querem pagar mal? O instalador quer pagar salário
- 55:01mínimo, entendeu? O instalador, ele tem que ser
- 55:03bem pago, ele tem que estar bem uniformizado, ele tem que estar
- 55:06com veículo adequado, ele tem que estar com equipamentos
- 55:08adequados, então hoje a nossa maior folha.
- 55:12Hoje a gente está com acho que 150, um pouco mais de 150000 de
- 55:16folha mensal, e a maior parte é equipe de instalação.
- 55:20Por quê? Porque eu preciso que os
- 55:22instaladores estejam motivados para entregar o melhor, né?
- 55:26Agora, sábado, a gente vai ter a premiação semestral de
- 55:28instaladores, então a gente aluga um auditório e a gente
- 55:32tem, né? O os equipe IS em instalação,
- 55:35então a gente tem os indicadores, a instalação ela
- 55:37funciona numa numa ordem de comando que tem o coordenador.
- 55:41Aí tem os líderes de rua, né? Cada, cada líder lidera uma
- 55:44equipe, e aí tem os instaladores e os ajudantes.
- 55:47Então a gente tem tanto a as os indicadores do coordenador, que
- 55:52são macro, quanto os indicadores individuais de cada líder, né?
- 55:55Que que seria de, por exemplo, de cada equipe.
- 55:57Inclusive a equipe aqui do Rio tá indo lá pra São Paulo na
- 56:01sexta-feira pra participar dessa premiação, e aí a gente pega nos
- 56:04indicadores lá. Por exemplo, qual o indicador
- 56:07com a melhor avaliação? Então a gente tem lá todo o
- 56:10cliente, avalia os instaladores. Aí, OOO, instalador com maior
- 56:13avaliação, vai ganhar a premiação.
- 56:15Aí tem primeiro, segundo, terceiro lugar, qual instalador
- 56:18instalou mais, qual instalador viajou mais?
- 56:21Então, sim, é um desafio, mas eu gosto, cara, porque você lida
- 56:25com pessoas e você consegue, sabe, extrair o melhor dessas
- 56:29pessoas e enxergar como isso traz resultado lá na ponta do
- 56:34cliente. Nessa semana mesmo, a gente
- 56:37recebeu muito feedback. Assim que você lê, você fala
- 56:39assim, pô, te dá uma motivação do do que você faz, né?
- 56:43Fala aí os textos que a gente recebe dos clientes.
- 56:45EE como alguém que já deu aula, treinar pessoas para serem
- 56:49melhor é um. É uma coisa muito satisfatória.
- 56:51Então a gente já veio com a bagagem de fora do da, da área
- 56:55empresarial, que a gente já ensinava Jiu Jitsu.
- 56:57E aí foi fácil pegar pra pra ensinar pessoas pra serem
- 57:00melhor. Né?
- 57:01Sim, exatamente. Mas o que que você assim pegando
- 57:03esse lado vocês hoje a gente fala muito de alta performance.
- 57:07Vocês acham que qual é a parte mais complexa nesse formar e
- 57:11manter time de alta performance assim, que é o que vocês hoje
- 57:15tem que buscar? Eu acho que o começa pela
- 57:19cultura, né? A gente trabalha muito a questão
- 57:21cultural, porque eu acho que a cultura é a base da corporação.
- 57:25Então o Jiu Jitsu ele está inserido na nossa cultura, né?
- 57:28AAA galera que trabalha Natal no treino é Jiu Jitsu, a gente tem
- 57:32tatame dentro da fábrica, a gente tem aulas de Jiu Jitsu
- 57:36dentro da empresa, porque a gente entende que o Jiu Jitsu é
- 57:39um Pilar cultural, né? Então eu acho que começa pela
- 57:43cultura e depois pelo reconhecimento, né?
- 57:46O reconhecimento, ele vem em várias camadas, tem Oo
- 57:49reconhecimento financeiro, que é o mais óbvio, mas você tem o
- 57:51reconhecimento de autonomia que você dá para o profissional,
- 57:54você tem. O reconhecimento que você dá
- 57:58publicamente para ele, né? De de demonstrar para outras
- 58:01pessoas o quanto esse cara é importante e por aí vai.
- 58:04Então eu colocaria ali em ordem a cultura da empresa.
- 58:07Depois o reconhecimento e o propósito, que é você mostrar
- 58:11para aquele profissional como o serviço dele influencia lá na
- 58:14ponta, né? Essa semana um instalador nosso
- 58:16mandou lá no grupo de instalação é.
- 58:19Contando que pô, terminou o tatame, o senhor, que era Oo
- 58:22responsável pelo espaço, entrou, ajoelhou e começou a orar em voz
- 58:25alta, agradecendo a Deus tal EEO.
- 58:27Quanto isso impactou ele, né? Porque ele, eles conseguem ver
- 58:30na ponta que eles estão lidando com o sonho das pessoas, é, é um
- 58:34produto que a pessoa às vezes almeja ali por 34 anos, e aí ela
- 58:38consegue conquistar. Você não pode tratar o sonho
- 58:41dessa pessoa como se fosse por mais um tatame.
- 58:43Eu falo isso pra eles, pra você é mais um você instalar tatame
- 58:47de segunda a sexta. Pro cara é o único, mas.
- 58:51Você acha que isso você tem, que isso é uma cultura?
- 58:53Você acha que ela é criada no discurso ou ela vai sendo criada
- 58:56no dia a dia da relação de vocês com eles?
- 58:58Dia a dia, cara, cultura na parede é só, só junta.
- 59:02Poeira o quadro ali e falar que é a cultura, mas fazer com que
- 59:07as pessoas acreditem e vivam. Ela é dia a dia, é dia a dia.
- 59:10Por isso que o jujitsu é muito importante lá dentro.
- 59:12Porque quando o cara veste o quimono.
- 59:14Ele é, e ele dá um treino, uma vez que seja que ele, ele, ele
- 59:20entende o que ele está fazendo lá na ponta, né?
- 59:22E em situações como essa, né? É como um cara chorar, Oo
- 59:25cliente, ele chorar quando recebe, quando termina o tatame,
- 59:28ele chega ali. EE, pra gente é muito fácil
- 59:31sentir isso, porque a gente já teve nosso primeiro tatame, a
- 59:33gente depois já teve um tatame melhor do que o nosso primeiro
- 59:37tatame. A gente tem na nossa empresa um
- 59:39tatame que era um sonho da gente há muitos anos atrás.
- 59:42Então a gente tenta Oo máximo possível mostrar para as pessoas
- 59:47o que que é essa sensação, o que que elas estão entregando, o que
- 59:50isso vai influenciar, o quanto de vida vai mudar naquele
- 59:53ambiente daquele tatame ali, né? O poder que o esporte tem
- 59:56através do que a gente tá fazendo.
- 59:57Aquele ambiente ali vai pegar crianças, é sem confiança e
- 1:00:00transformando a criança confiante, vai pessoas com
- 1:00:03depressão e vai tirar a pessoa dessa situação.
- 1:00:06Vai pensar, pegar pessoas ansiosas e vão deixá las mais.
- 1:00:09É mais calmas, tranquila, vai pegar o moleque que vai se que
- 1:00:12IA ser violento, IA ser um problema e vai fazer ele ser uma
- 1:00:14pessoa mais tranquila. Então, o tatame ele é uma
- 1:00:17ferramenta. A gente tá entregando uma
- 1:00:20ferramenta muito poderosa na mão de uma pessoa.
- 1:00:21E quando eu acho que a galera começa a entender o propósito
- 1:00:24por trás de um tatame, faz mais sentido o cara manter a
- 1:00:27qualidade, fazer o melhor dele. EEE ter um zelo pela profissão
- 1:00:31ali. E agora, Oo grande desafio é
- 1:00:34manter isso com a escala, né? Porque, por exemplo, era muito
- 1:00:37fácil pra mim tudo isso, quando eu instalava, eu tinha isso.
- 1:00:41Eu é, pô, eu já fui dono da academia, então eu tava ali pra
- 1:00:44entregar o meu melhor pra, sabe? E aí você fala, beleza, mas
- 1:00:48agora não consigo instalar, vender, atender, fabricar.
- 1:00:52Aí você começa a ter que sair de cena.
- 1:00:54E aí, quanto maior o seu cargo de liderança isso é, é uma
- 1:00:58carreira profissional, vai ser padrão, não importa qual empresa
- 1:01:01você trabalha, quanto mais você quer subir na corporação.
- 1:01:05Mas você começa a responder pelo trabalho dos outros, né?
- 1:01:08Quando você está ali no operacional, você responde por
- 1:01:10si, é o que você faz, é, de certa forma, é, é um ambiente
- 1:01:13mais controlado. Aí você, pô, sai dali de um
- 1:01:17vendedor para um supervisor ou para um gerente de vendas.
- 1:01:20A partir desse momento, meu amigo, você começa a ter que
- 1:01:23responder pelo que os outros fazem.
- 1:01:26Então você começa a ter que aprender como conseguir, que
- 1:01:29outra pessoa faz sem tomar da mão dela para fazer, sem
- 1:01:32microgerenciar. E esse desafio vai ficando cada
- 1:01:35vez mais difícil na medida que o organograma vai crescendo, que é
- 1:01:38o que tem acontecido hoje, né? Então eu não vou falar que a tal
- 1:01:42não é perfeita. Eventualmente a gente erra, só
- 1:01:46que quando a gente erra, o cliente que, digamos assim,
- 1:01:49pagou por isso, né? O projeto dele foi um instalador
- 1:01:52mal treinado ali, que, pô, não, não entregou a experiência que
- 1:01:55deveria, não estava de uniforme, fez mal feito.
- 1:01:58Eu estraguei a experiência do cara, que é única, então isso
- 1:02:01tem um peso. Né?
- 1:02:02Por isso a gente tem. Quando a gente trabalha com
- 1:02:04serviço, a gente tem essa responsabilidade de conseguir
- 1:02:08criar um padrão de qualidade, né?
- 1:02:10Que que permanece mesmo com a escala aí tem sido, acho que o
- 1:02:14nosso maior desafio. E aí eu volto para o Jiu Jitsu,
- 1:02:16né? Eu falo eu.
- 1:02:17Eu sempre puxo para o Jiu Jitsu. Porque para mim?
- 1:02:20Tudo tem um pouco de tudo. Tem um pouco de Jiu Jitsu.
- 1:02:22A gente quando está treinando e você erra o movimento e é
- 1:02:25finalizado. Você tem 2 opções, continuar
- 1:02:28errando e sendo finalizado você vai, corrige, melhora.
- 1:02:31Esse esse é a vida de um atleta dia a dia, você melhora pra não
- 1:02:34cair nos mesmos erros, e aí você vai pra empresa, você descobre
- 1:02:38que é a vida de um empresário, pô, deu errado, alguém deu uma
- 1:02:41mancada, alguém, beleza, aconteceu, volta a corrigir e
- 1:02:45não vai acontecer isso de novo. Você não erra 2 vezes a mesma
- 1:02:48coisa. Então esse é uma das coisas, né,
- 1:02:52que a gente tem um quadro na empresa, que é o quadro de
- 1:02:54melhorias contínua, isso culturalmente é muito forte lá.
- 1:02:57A gente erra não, não. Falar a gente fala, ninguém tem,
- 1:03:00tem que ter vergonha de errar, tem que ter vergonha de
- 1:03:03continuar errando. Então, pô, você deu uma mancada,
- 1:03:05descobriu, ouviu alguma coisa que está difícil, reporta, a
- 1:03:07gente vai melhorar, vai melhorar, e isso é um é algo
- 1:03:10contínuo, é infinito. A tauro, não, eu não quero
- 1:03:12chegar um dia e falar a tal. O dia que eu falar que a tauro
- 1:03:14está perfeita, é o dia que alguém vai passar a gente, então
- 1:03:16não vai chegar esse dia. A tauro está em constante
- 1:03:19evolução. Vou aproveitar esse momento aí
- 1:03:22de 11 parceiro nosso a évora. Aí sim, Hein?
- 1:03:27Pessoal que. Apoia o programa aí o pessoal da
- 1:03:30o água é o kitzinho. OPA.
- 1:03:34Para vocês e vou aproveitar e fazer uma pergunta aqui, eu?
- 1:03:40Tenho um bonezinho da tauro aí pra mim.
- 1:03:43Trouxe aí aqui, ó? Lá de São Paulo.
- 1:03:47Vou abrir aqui, ó. É padrão isso aí também, a gente
- 1:03:50da. Hora, ó uma caneta, vou até vou
- 1:03:53até fazer o resto do programa com bonezinho aqui, ó.
- 1:04:06Aí sim, ó, ficou bom. Vou fazer, vou fazer com ele
- 1:04:09aqui. Aproveitando isso, qual o erro
- 1:04:12mais caro da trajetória de vocês?
- 1:04:14Vocês depois da tauro assim? Tem alguns, Hein?
- 1:04:19É? É como o cavira falou, velho.
- 1:04:21O erro ele sempre é uma oportunidade.
- 1:04:24Ele traz pra margem algo que precisa ser melhorado, né?
- 1:04:28Às vezes o erro ele até te previne de um erro maior, né?
- 1:04:31Você percebe um pequeno erro que.
- 1:04:33Te dá a chance de melhorar na base antes de se tornar um erro
- 1:04:36maior, tá? Vamos lá, mais caro.
- 1:04:41Eu acho que AA hexa. A primeira vez que a gente
- 1:04:43tentou ela, a gente errou feio, ficou um material áspero.
- 1:04:46A gente queria imprimir aderência no material, mas isso
- 1:04:48é muito difícil quando você coloca, quando você deixa ele
- 1:04:51muito liso, ele escorrega, se você coloca muito relevo, ele
- 1:04:57machuca a pele. E a gente tava num processo
- 1:05:00industrial de desenvolvimento que não tem muita prototipagem.
- 1:05:03Então você bota ali 150, 200000 de investimentos numa coisa que
- 1:05:07você não consegue prototipar e. Não é erro de evolução, né, é?
- 1:05:12E a gente, com todo o esforço pra tentar acertar, fizemos a
- 1:05:16parada e, pô, rodamos o primeiro lote, instalamos numa academia,
- 1:05:21é de teste propositalmente. Botamos um treino lá com 40
- 1:05:26pessoas e pô, aí passou lá. Quando pra quem treina, Ju que
- 1:05:30tem, a gente faz uns fundamentos, né?
- 1:05:31Cambalhota, fuga de quadril. Crescimento, fundamento?
- 1:05:35Eu já comecei a olhar o pé de um pé de outro, a as bolhas já
- 1:05:39Queimadas do pé, eu olhei pela cara da caveira, falei, deu
- 1:05:41ruim. Pode parar o treino já?
- 1:05:43E assim aí a gente, pô, a gente teve que investir o mesmo valor
- 1:05:46pra praticamente de novo, né? Pra.
- 1:05:48Conseguir é o que você tá falando, é uma evolução.
- 1:05:50Você tá fazendo um produto totalmente diferente.
- 1:05:54É, é, não tem, essa é teste, melhora, é igual atleta, você
- 1:05:58faz treinamento, vai e volta. AAO negócio é você continuar até
- 1:06:03chegar no modelo que você quer, é esse que é o negócio?
- 1:06:06Aproveitando isso, que decisão vocês tomariam diferente hoje?
- 1:06:13Ah, eu acho que eu teria por muito tempo.
- 1:06:16A gente foi bem low profile assim, né?
- 1:06:18A gente não não botava as caras pra pra falar como a gente tá
- 1:06:23aqui hoje, é? E eu acho que isso foi um grande
- 1:06:27erro por muitos anos. É, você acha que isso em termos
- 1:06:30de posicionamento de marca EEE na parte de publicidade,
- 1:06:33propaganda, isso hoje é uma coisa essencial para poder
- 1:06:38crescer? É, não tem como.
- 1:06:40Não existe, né? As pessoas.
- 1:06:42Elas se apegam a pessoas. E quando a gente se esconde da
- 1:06:47nossa marca, primeiro por por uma questão pessoal, você dá a
- 1:06:51vida para uma coisa que você não quer falar dela não.
- 1:06:56Um primeiro net, você não se. Envolve.
- 1:06:57Com os problemas que envolvem todo o ecossistema que você
- 1:07:00trabalha para abastecer, então? Eu vou vender tatame, mas eu não
- 1:07:04vou. Tipo, é conversar com as pessoas
- 1:07:07que fazem tatame. Eu não vou ajudar.
- 1:07:09Então é nesses últimos 2 anos para mim ter sido uma
- 1:07:12experiência incrível, onde que a gente erra muito?
- 1:07:14Porque quando você coloca a cara, você está exposto, mas de
- 1:07:18muita evolução. Volto a dizer, o atleta que quer
- 1:07:20melhorar, ele tem que treinar difícil, errar e perder bastante
- 1:07:23no treino para ganhar na luta. E aprender, falar da nossa
- 1:07:25marca, aprender mais sobre os problemas dos nossos clientes,
- 1:07:29da de, de todas, de todos os níveis, né?
- 1:07:31A gente tem o tem o cliente lá na ponta, que é o cliente do
- 1:07:33nosso cliente, tem o cliente que comprou o tatame e tem o cliente
- 1:07:35que é atleta, que tá tendo a nossa tatame, entender, se
- 1:07:38envolver, tem feito a gente levar a nossa marca muito mais
- 1:07:42longe, ter 11 apelo emocional muito mais forte que o nosso
- 1:07:46produto, porque a gente cada vez se envolve mais com ele e quer
- 1:07:48melhorar mais ele. E se eu pudesse, eu teria feito
- 1:07:51isso desde o início, eu teria colocado.
- 1:07:54AA cara a tapa ali pra a pra galera ver assim ó, eu tô aqui,
- 1:07:59olha, sou eu igual você eu visto um kimono, eu tenho a minha
- 1:08:01faixinha preta e eu tô lutando pela melhoria da nossa
- 1:08:05comunidade, tá aqui olha, é errando ou acertando, eu tô aqui
- 1:08:09com a tauron querendo participar você quer correr junto comigo?
- 1:08:12Você quer contribuir com isso? Eu teria feito isso antes.
- 1:08:17Como como que vocês lidam com pressão, risco, incerteza hoje
- 1:08:21em dia? Eu acho que.
- 1:08:24O Jiu Jitsu tornou mais fácil, né?
- 1:08:27Como o caveira falou um pouco antes, a gente competiu muito,
- 1:08:30né? Então comecei a competir com 12
- 1:08:33anos. Eu acho que foi uma das coisas
- 1:08:35que me prendeu na modalidade, né?
- 1:08:37E na competição eu lembro quando eu fui lutar a primeira vez, Oo
- 1:08:41pan, que foi para os Estados Unidos a primeira vez, sem saber
- 1:08:44falar inglês, né? A seletiva, né?
- 1:08:46E aí a federação paga para você ir lá lutar.
- 1:08:50E cara, você tá num outro país, você não fala esse idioma.
- 1:08:54Você tem ali uma chance de mostrar que você merece.
- 1:08:59E a maior luta, cara, é, na época era luta pra caramba na
- 1:09:02faixa azul, né? Eu fiz, acho que 7 lutas No No
- 1:09:05total, mas a maior luta, cara, é com você mesmo.
- 1:09:08É muito louco. Quem nunca fez isso não vai
- 1:09:10saber o que eu tô falando, mas é o tempo todo você numa Batalha
- 1:09:13ali pra se convencer que você merece, né?
- 1:09:15Você batalhar contra o medo que todo mundo tem.
- 1:09:18De perder e até contra a vontade de perder, que quando o medo ele
- 1:09:23se torna tão grande, você quer só se livrar daquela situação
- 1:09:27que te tira da zona de conforto. Não importa como perder é uma
- 1:09:30alternativa, então perder vai me colocar fora desse desconforto,
- 1:09:34então eu quero perder logo. E isso é uma conversa que você
- 1:09:37tem consigo mesmo, que você tem que lutar contra?
- 1:09:39Não, pô, eu não quero perder, eu vou sair daqui com a medalha,
- 1:09:42então eu acho que assim a experiência do Jiu Jitsu.
- 1:09:46Tornou qualquer outro desafio um pouco mais simples, sabe?
- 1:09:50Às às vezes, financeiramente falando, às vezes a gente tem
- 1:09:53alguns desafios que eu falo assim, eu falo para eles, né?
- 1:09:57Briga até a gente tem. Nós somos em 4 sócios, né?
- 1:10:00Tem a Karen, que é minha irmã também, que não pôde vir EE.
- 1:10:04Ela é mais tensa em relação a essas coisas e ela fala assim,
- 1:10:08Karen. Se der errado, a gente quebra,
- 1:10:10velho, a gente faz outra coisa, vamos abrir outra, abrir uma
- 1:10:14empresa de outra coisa. Pô, se der errado, deu errado,
- 1:10:16né? Então, quando você pensa no pior
- 1:10:18que pode, pelo menos pra mim, quando você pensa no pior que
- 1:10:21pode acontecer, te conforta porque, pô, minha família tá
- 1:10:24bem, minhas filhas estão com saúde, certo?
- 1:10:27O resto, meu irmão, se a gente quebrar.
- 1:10:29E acho que é é simples, toda a experiência que você adquiriu
- 1:10:33até aqui, você não perde, então. A você não precisa a gente ter
- 1:10:36medo, porque Oo caminho não é não é tão difícil de novo, né?
- 1:10:40Você, você adquiriu todo esse conhecimento e erros, eles vão,
- 1:10:43é lógico. Não quero que chegue num erro
- 1:10:44tão grande, assim como o Caio falou, mas eu tenho.
- 1:10:47É o conhecimento e a experiência adquirida até aqui é o
- 1:10:50diferencial. Não, você vai cortar caminho.
- 1:10:51Se você começar de novo é porque você não vai ter aquilo que você
- 1:10:54falou, de bater a camisa. Porque quantas?
- 1:10:57Porque tem muito disso, né? A gente fala esse Monte de
- 1:11:00coisa, mas. Quanto de pessoas boas que você
- 1:11:04conhece, que você não conhecia na época, você não conhecia?
- 1:11:06Por exemplo, OOO Leon, que você conhece hoje na marca de
- 1:11:11quimono, né? O que é o patrocinador dele?
- 1:11:13Esse tipo de network de pessoas, se você tiver que começar do
- 1:11:16zero, é muito mais. Fácil?
- 1:11:19Muito mais fácil. E eu acho que é 11, coisa que a
- 1:11:21gente passou um tempo com o cobrinha, que é um.
- 1:11:23Foi um cara que eu era ídolo e a gente teve oportunidade de
- 1:11:25passar quase um mês lá. É só aproveitar o processo.
- 1:11:30A melhor coisa para você é não sofrer com o risco.
- 1:11:33É você estar satisfeito com o processo do momento, que às
- 1:11:36vezes é difícil. Mas se você está entendendo que
- 1:11:39faz parte do processo, você tem menos medo da falha e do risco,
- 1:11:42porque você está. Você está curtindo o momento bom
- 1:11:44e o ruim não está só esperando. Oo.
- 1:11:47A medalha do porno fica preso só com alguma coisa lá no final,
- 1:11:50que na verdade é uma fração de 1% do processo todo, né?
- 1:11:54É como eu. Eu falei pro meu pai esses dias,
- 1:11:56toda vez que eu converso com um cara, vai como que nem um
- 1:11:58cobrinha que foi campeão e ganhou tudo?
- 1:12:00Ele não fala da medalha do dia do campeonato.
- 1:12:02Então ele começa a me contar a jornada, pô, foi difícil,
- 1:12:06treinei para caramba. Aquela época era isso, isso,
- 1:12:08isso, isso. E aí você percebe que a medalha
- 1:12:10em si não, não foi o mais importante.
- 1:12:12Foi OOO processo todo que ele passou para conquistar a
- 1:12:15medalha. A medalha foi um momento, um dia
- 1:12:16ali que não, que quando ele volta e olha para trás, ele não
- 1:12:19lembra. Nossa, foi legal subir no pódio.
- 1:12:22Geralmente ele conta com todo o processo.
- 1:12:24Até porque, senão você até cria uma certa frustração.
- 1:12:27Porque a gente é a gente como ser humano, é meio insatisfeito,
- 1:12:29né? Então, se você colocar toda a
- 1:12:31sua Esperança ali No No momento da Conquista.
- 1:12:34Você Conquista, passou 1 hora, você já tá pô, e agora que eu?
- 1:12:38Que que eu vou fazer agora, né? Chegou no topo, vamos descer.
- 1:12:42O que vocês aprenderam sobre posicionamento que poucos falam?
- 1:12:48Posicionamento de marca seria? É, eu acho que até o
- 1:12:51posicionamento de vocês EE da marca em si, porque é é o que
- 1:12:54você está falando. O negócio de vocês é um pouco
- 1:12:57novo para o mercado, sim. EEE.
- 1:12:59Assim, o marketing ele tem que vir, ele tem que ajudar, porque
- 1:13:02você tem que. É, é o que você falou.
- 1:13:05Não é igual a pô, uma academia. Vocês querendo ou não, vocês
- 1:13:09introduziram algumas coisas e num num novo é serviço, um novo
- 1:13:13produto no mercado. Então é, eu acho que muita gente
- 1:13:17pode usar isso. Como é um ensinamento ou coisas
- 1:13:21nesse sentido. Sim, eu, eu, eu admiro muito a
- 1:13:25visão que o caveira teve em Natal, né?
- 1:13:27A gente tinha 11 marketing, muito mais institucional e muito
- 1:13:30mais frio. E aí ele entrou.
- 1:13:34É com essa versão mais humana, né?
- 1:13:36Começou botar a cara, né? Eu era muito mais low profile do
- 1:13:40que ele, né? Ou até 11 meses atrás eu não
- 1:13:42tinha Instagram e porra. EE, aí ele veio me mostrando o
- 1:13:46quanto isso é importante e aí abri o Instagram, hoje estou
- 1:13:50batendo já 7000 seguidores, estou, estou feliz porque EE, na
- 1:13:55verdade eu pensei né, que que eu consigo agregar?
- 1:13:57E eu acho que no final das contas, o posicionamento e o
- 1:14:00marketing em si. Ele se resume A Entrega, né?
- 1:14:03Aquela é aquela lei muito antiga, né, de você dar pra
- 1:14:06receber OOO, vai funcionar. Se você tá entregando o valor,
- 1:14:11se você tá entregando coisa rasa, não importa o quanto você
- 1:14:14é bom de gancho, quanto você é bom do que for, não, não vai
- 1:14:18funcionar, você tem que entregar valor, né?
- 1:14:20É claro que, por exemplo, tem pessoas que entregam o
- 1:14:22entretenimento, o valor da pessoa é entretenimento, é um
- 1:14:25vídeo engraçado e que que ela tá agregando, ela tá agregando.
- 1:14:28Né? O entretenimento, no caso da da
- 1:14:31empresa, a gente tenta agregar com, por exemplo, a informação.
- 1:14:35Então, por exemplo, o meu perfil é um perfil que eu trabalho
- 1:14:37muito, tentando ajudar o dono de academia.
- 1:14:40Então, toda semana eu faço uma pesquisa nova de algum tema e eu
- 1:14:44aprendo e eu solto lá. Por exemplo, eu fiz um falando,
- 1:14:49eu tenho um preparado, agora falando sobre modos de remunerar
- 1:14:52professor, então eu ligo para 1516, donos de academia, que eu
- 1:14:55sei que são de muito sucesso. Entendo como que eles fazem
- 1:14:59formato e solto um vídeo, né? Então esses vídeos ele eu faço
- 1:15:04pra tentar ajudar. Eu fiz um vídeo, por exemplo,
- 1:15:06ensinando a galera calcular quantos metros, quantas pessoas
- 1:15:09cabem por metro quadrado de tatame.
- 1:15:11Parece uma besteira, mas vezes o cara vai projetar a academia
- 1:15:13dele e não sabe, ou ele quer saber a capacidade de
- 1:15:16faturamento dele. Ele não sabe, porque, pô,
- 1:15:18quantos clientes eu consigo botar aqui?
- 1:15:20Então eu achei 11 maneira de entregar valor e o perfil que
- 1:15:24está crescendo rápido. O caveira vem fazendo isso há
- 1:15:27mais tempo do que eu. Já está com 40000 seguidores,
- 1:15:29mas entregando o valor, entregando agora que que ele fez
- 1:15:33isso aqui é legal de falar? É.
- 1:15:35Ele criou uma jornada na qual ele pegou uma academia de bairro
- 1:15:38lá no bairro que a gente mora. Quando a gente começou a
- 1:15:40treinar, não tinha Jiu Jitsu na região, a gente.
- 1:15:43Tinha a região. A gente está no extremo leste.
- 1:15:45Eu estou em São Mateus, tipo já quase na divisa com Santo André,
- 1:15:49e a gente tinha que ir lá para Mooca para treinar no casquinha,
- 1:15:51porque não tinha um Jiu Jitsu. É de qualidade.
- 1:15:54Ali No No bairro. 1 hora e meia de ônibus todo dia?
- 1:15:58Todo dia aí foi assim, até a faixa preta, e aí ele pegou uma
- 1:16:02academia de bairro lá que tava para parar o Jiu Jitsu.
- 1:16:04Não IA ter mais Jiu Jitsu, né? E aí que que ele tá fazendo?
- 1:16:07Ele vai criar episódio por episódio, ele vai quer
- 1:16:10transformar essa academia numa academia referência.
- 1:16:12Então ele pegou lá, acho que com 8 alunos, né, um tempo atrás.
- 1:16:16Eu peguei com 8 alunos. E já quase que uma dona
- 1:16:19desistindo de de ter o Jiu Jitsu no ambiente.
- 1:16:21E aí ele vai fazer essa sequência de vídeos levando essa
- 1:16:24academia até atingir 150. Então assim, ele tá entregando,
- 1:16:29tá agregando valor. Pô, não tem como o negócio não,
- 1:16:32não. Não funciona não?
- 1:16:33Funciona é sobre o. Posicionamento da tauro é isso?
- 1:16:35Exatamente o que você IA falar é, tem muita marca que que é
- 1:16:40insiste em ser a melhor AA campeã, a rei a taurum.
- 1:16:45Ela tá para servir. Então eu quero servir com o
- 1:16:48melhor produto, com o melhor conteúdo.
- 1:16:50Se eu tiver servindo o meu cliente, eu tenho certeza que eu
- 1:16:53vou ter 11 espaço na cabeça dele.
- 1:16:55Quando ele pensar numa marca de tatame, ele vai pensar na tauro,
- 1:16:58porque a taurom ajudou ele na gestão, ajudou ele AA entender o
- 1:17:02negócio dele. A tauro tem o melhor tatame, que
- 1:17:05se preocupa com a necessidade dele.
- 1:17:06Então a tauro é uma empresa que está para servir o cliente, não
- 1:17:08para ser ela vai ser a melhor, porque ela está servindo melhor.
- 1:17:13Para vocês, o então marketing é custo ou investimento?
- 1:17:16Investimento total. A gente está chegando No No
- 1:17:21finalmente é? Eu queria saber o que que
- 1:17:25significa sucesso pra vocês nos dias de hoje?
- 1:17:30Olha eu, eu vou pro bem. Simples sucesso é você estar em
- 1:17:33paz, cara. Você chegar no momento ali que
- 1:17:38você consegue estar feliz, Na Na Alegria ou na tristeza, no
- 1:17:42momento difícil ou no momento fácil.
- 1:17:46A paz ali, da onde que você consegue viver O Presente ali?
- 1:17:50Porque negócio nenhum, sucesso nenhum tá tá acima de você, tá?
- 1:17:56É com a cabeça no lugar, com saúde, com a sua família e eu
- 1:18:02acho que você tá em você. Geralmente quando tá em paz,
- 1:18:04você tem sucesso em tudo que você resolve colocar a mão e
- 1:18:07fazer. Então o sucesso pra mim é, você
- 1:18:11tá em paz com o que você resolveu fazer curtindo o
- 1:18:13processo. E eu acho que isso é um é um
- 1:18:16sucesso, eu diria isso atualmente.
- 1:18:19É, eu assino embaixo o que o caveira falou, me veio uma
- 1:18:23resposta na hora que seria a resposta do meu pai, né?
- 1:18:26Meu pai é um cara, eu não vou nem usar a palavra religioso
- 1:18:29porque ele não gosta dessa palavra, mas meu pai é um cara
- 1:18:31muito ligado com Deus, nem sempre foi, na verdade, sempre
- 1:18:34foi o oposto, né? Quando a gente era bem criança,
- 1:18:37ele, meu pai se converteu e eu acho que foi foi uma das coisas
- 1:18:41que trouxe a gente para a vida que a gente tem hoje.
- 1:18:45E Eu Acredito em Deus, acredito que alguém criou a gente, né?
- 1:18:51E Eu Acredito que a gente tem que estar na nossa melhor
- 1:18:56versão, né? Tanto financeira também
- 1:18:59acredito, mas também é de mente e de espírito.
- 1:19:05Então, o sucesso ele pode ser relativo, né?
- 1:19:07Para cada pessoa, eu acho que é um é 11 trabalho.
- 1:19:12Pessoal de estar na melhor versão, né?
- 1:19:15Porque pensa comigo, se alguém te criou AO que a gente tem como
- 1:19:20noção de criação, é o que a gente consegue entender como ser
- 1:19:23humano, que é uma visão totalmente limitada.
- 1:19:28É quando você cria algo, você quer ver isso funcionando, não
- 1:19:30é? Você cria uma coisa, você que eu
- 1:19:31criei, você quer ver funcionando bem, você não quer ver
- 1:19:34funcionando mal, você não quer ver capengando.
- 1:19:36Então, a partir do momento que a gente entende que que algo nos
- 1:19:40criou. Nos criou para nos ver, na nossa
- 1:19:43melhor versão, funcionando bem e por isso que a gente tem que
- 1:19:47estar buscando. Tá funcionando bem em termos de
- 1:19:50saúde, saúde física, saúde mental e saúde espiritual.
- 1:19:53Então eu acho que, pelo menos para mim, a visão de sucesso é
- 1:19:57essa, é, você tá ali no seu 100%.
- 1:20:00Para finalizar, qual conselho vocês dariam para quem está
- 1:20:03começando agora, quem tava lá igual vocês no começo, lá do do
- 1:20:08ônibus ou qual a ideia quando você tava querendo?
- 1:20:11É mudar o do tatame e tudo. Cara, eu vou dar o meu conselho
- 1:20:15primeiro, cara, acho que é é clássico, é, faz a lição de
- 1:20:19casa, irmão, corre atrás, é, você não precisa ser o mais
- 1:20:23inteligente, você não precisa ser o mais inteligente.
- 1:20:25Se você for, se você fizer a sua lição de casa, sabe, tiver a
- 1:20:29disciplina de fazer o que tem que ser feito, é o que a gente
- 1:20:32sempre fez. Eu não acho que a gente é o
- 1:20:35somos os mais capacitados, os mais inteligentes, mas.
- 1:20:39É o casquinha, até falava que a gente pecava pelo excesso, né?
- 1:20:41A gente sempre foi esforçado, então quando tem que fazer a
- 1:20:44coisa, pô, tem que fazer, tem que treinar, vamos treinar, tem
- 1:20:47que fazer preparação física, vamos fazer preparação física e
- 1:20:50em qualquer projeto que você vai começar é górmon, é já parte do
- 1:20:54pressuposto que você não é o mais esperto.
- 1:20:55Assim é mais fácil, porque aí você já vai se esforçar mais do
- 1:20:58que o resto é acho que é bem parecido.
- 1:21:01Eu diria pra você não ficar esperando o melhor momento, pra
- 1:21:04pra fazer primeiro você começar a fazer.
- 1:21:08E que a prática vai te levar à perfeição.
- 1:21:10Como é que fala a frase que que você fala?
- 1:21:12É você vai ter que primeiro é, você faz um alvo na parede ou se
- 1:21:17é primeiro, atira a flecha e se desenha o alvo em volta.
- 1:21:20Eu vi, eu vi esses dias, eu vi esses dias o cara falar que fez
- 1:21:24um teste. Aí ele foi, soltou várias
- 1:21:26coisas. Aí ele desenhando assim, ô,
- 1:21:28cara, porra. Aceitei 80% do do tiro.
- 1:21:32É porque tem muita gente que tem medo de errar.
- 1:21:34E acha que vai? Tem que ser perfeita.
- 1:21:37A história, tipo assim, é a história da tal não é perfeita,
- 1:21:40a história de nenhuma empresa é perfeita.
- 1:21:42O cara que tá contando isso é mentiroso, é um processo de
- 1:21:45acerto e erro e correção de rota.
- 1:21:47Então não vai achando que tá dando errado só pra você, é a
- 1:21:51única pessoa que tá tentando fazer alguma coisa e tá dando
- 1:21:53errado. Foi assim pra todo mundo, é você
- 1:21:56só não pode desistir. E a gente até se complementa,
- 1:21:59porque eu sou um pouco mais. Da parte de organizar, né?
- 1:22:03Mais racional. E o caveira, você você deu a
- 1:22:06ideia. Se você der uma distraída, ele
- 1:22:08já está ali postando, já fez, deu certo.
- 1:22:12Então, e é bom, porque tem hora que se você pensar demais,
- 1:22:16irmão, você não faz. Então tem que, pô, tem que botar
- 1:22:19as. Caras, aproveitando isso, eu
- 1:22:20queria que vocês deixassem A Rede Social de vocês, deixassem
- 1:22:23aonde? Se alguém quiser fazer um
- 1:22:25orçamento, se quiser procurar onde procura nas redes sociais,
- 1:22:29onde encontra? Aqui no Rio, São Paulo e no
- 1:22:32Brasil. Tá o Instagram da taurum arroba
- 1:22:36taurum company, a nossa o maior canal ali de contato.
- 1:22:39Pode entrar, pode chamar lá no direct que algum consultor puxa
- 1:22:42pro WhatsApp o Instagram eu vou falar o meu caveira puxo dele o
- 1:22:45meu é arroba Caio voga é meu nome mesmo.
- 1:22:48Então quem quiser alguns insides lá relacionados com gestão de
- 1:22:52academia de Jiu Jitsu, empreendedorismo no geral, meu
- 1:22:55perfil vai falar bastante sobre isso.
- 1:22:57Meu perfil é professor caveira, né?
- 1:23:00Lá vai, você vai encontrar bastante coisas ali.
- 1:23:01No geral, você vai encontrar esse projeto da academia que eu
- 1:23:04tô postando aí, o passo a passo de como transformar uma academia
- 1:23:07de bairro numa academia de sucesso.
- 1:23:09Que é o underline, né? É?
- 1:23:11Professor underline, caveira é verdade e tem conteúdo de Jiu
- 1:23:16Jitsu, tem conteúdo das empresas.
- 1:23:17O meu é é, é bem life style mesmo.
- 1:23:20Tem bastante coisa legal. Lá, e o da taurum?
- 1:23:22É arroba taurum company. Lá a gente coloca os projetos,
- 1:23:25né? Principalmente os projetos que a
- 1:23:27gente entrega todo mês, né? Então.
- 1:23:30Então que se quiser ter ideias também sobre cor, tipo de de
- 1:23:34academia, lá a gente posta pelo menos a gente tem feito uma
- 1:23:37média de 35 a 40 projetos por mês, então.
- 1:23:39É, é. É um perfil empresarial, mas que
- 1:23:41entrega muito conteúdo de valor. Então é mesmo que você não vai
- 1:23:44montar uma academia. Agora, vale a pena você seguir,
- 1:23:47porque você vai aprender muito e errar menos.
- 1:23:50Pessoal queria que vocês continuassem acompanhando a
- 1:23:52gente. Vai botar o link deles na
- 1:23:55descrição? Curta compartilhe.
- 1:23:57Nós estamos no YouTube, Spotify. E no Apple Music.
- 1:24:01E em breve estaremos aqui de novo.
- 1:24:04Agradeço a presença, a parceria de todo mundo e a vinda de
- 1:24:07vocês. Eu agradeço vocês ter vindo,
- 1:24:09eles vieram de São Paulo, a gente tá no Rio e agradecer
- 1:24:12vocês e deixar aqui um em breve a gente vai fazer uma visita na
- 1:24:16fábrica e na academia e fazer um mostrando o dia com eles, certo?