Latest / SuinoCast · by PPGVET / Dra. Ana Maria Bridi: Excelência em Carne Suína | Ep. 240
Transcript
- 0:05Está no ar o primeiro podcast da suinicultura brasileira, o
- 0:09suinocast. Digamos que hoje em dia, os
- 0:12frigoríficos fazem essa asa. Mas não avaliou que aquela
- 0:16aquele período que está com OPSE mandou para a confecção ter?
- 0:22Vários problemas. Um deles é a fatiabilidade, a
- 0:26fatiabilidade desse presunto vai cair drasticamente.
- 0:29Então como que a gente compra presunto?
- 0:32Dificilmente, se comprar uma peça de presunto, né?
- 0:35EE levar para casa a gente já compra o presunto fatiado ou já
- 0:39fatiado no saquinho ou vai na padaria e pede a quero 100 g do
- 0:42presunto e daí você tem o presunto que esfarela e não
- 0:46fatia. Olha o prejuízo para a
- 0:49indústria. Olha só o prejuízo que teve que
- 0:52beneficiar esse produto para agregar valor e no final perder
- 0:57o valor, né? Nas redes sociais YouTube,
- 1:00Spotify para ter acesso a conteúdo técnico atual de
- 1:04qualidade, irreverente e gratuito.
- 1:09Os finocast só é possível através do apoio de empresas
- 1:12inovadoras e que apoiam a educação continuada na
- 1:15suinicultura brasileira altech soluções nutricionais para uma
- 1:19produção rentável e sustentável, MS shippers, paixão pelo agro
- 1:24dsm firminish, moldando o futuro dos cuidados com suínos.
- 1:28Giga alta performance sem esforço.
- 1:34A elenco é uma empresa global na área de saúde animal e se dedica
- 1:38a inovar e fornecer produtos e serviços para prevenir e tratar
- 1:42doenças em animais de produção e animais de companhia, agregando
- 1:46valor ao trabalho de produtores, tutores, médicos veterinários e
- 1:50da sociedade como um todo. Olá, sejam todos muito
- 2:01bem-vindos para mais uma edição nossa do fino test, esse que é
- 2:06um é um programa dinâmico, um programa democrático, aberto,
- 2:10leve e com meio gama imensa de profissionais que fazem o
- 2:15programa e que também a assistem.
- 2:17Meu nome é Guilherme Brant, eu sou do programa e hoje eu tenho
- 2:23uma convidada especial, a Ana Maria Bridge.
- 2:26Ela é professora. Ela é uma agrônoma formada pela
- 2:30Universidade Federal de Santa Catarina, um mestrado em
- 2:32tecnologia de alimentos pela pela federal de Santa Catarina.
- 2:36Também doutora em Zootecnia pela UFRGS no Rio Grande do Sul e
- 2:42atualmente é professora, pesquisadora e pensionista da
- 2:46UEL. Maria, a gente sempre fala que
- 2:49esse programa é a abordagem dele.
- 2:52Quem? Quem são os quem, quem vai nos
- 2:54escutar aqui você tem. Imagina que são os produtores e
- 2:57está tendo feedback de produtores, de profissionais
- 3:01diretos da área, agrônomos, veterinários, zootecnistas,
- 3:05pessoal que trabalha direto e também os futuros produtores, os
- 3:09filhos dos produtores, alunos, bastante alunos, professores que
- 3:14têm usado as suas aulas aí e também.
- 3:18A gente a gente quer é plantar aí algumas sementes em em
- 3:22futuros acadêmicos. EE que que estão nessa nossa
- 3:26Batalha aí? E, claro, é consumidores.
- 3:30E eu sempre falo, os não consumidores da nossa proteína.
- 3:33Proteína mais consumida no mundo.
- 3:35E é exatamente, e ainda mais desse tema aqui.
- 3:39Ana Maria já passa a palavra aqui pra ti que o tema hoje é um
- 3:43tema bastante bom que é lá no final da da cadeia, né?
- 3:47Sobre qualidade e tecnologia da. Da car, então eu fiz aqui AAA
- 3:52introdução formal da da Ana Maria e gostaria que tu fizesse
- 3:57a tua, a tua apresentação. Quem que é a Ana Maria pela Ana
- 4:01Maria? Da onde surgiu ela na produção,
- 4:05né? Na área, na área da da da
- 4:09produção de de. Proteína e especialmente a onda
- 4:13que que foi, da onde, que veio e aonde foi parar?
- 4:16Ferida? Maria, então tá contigo aí, fica
- 4:18muito bem, muito bem à vontade e vamos fazer um bate-papo.
- 4:21Bom, aqui vamos sim. Queria agradecer o convite.
- 4:24É um prazer estar aqui. Bom dia a todos, né?
- 4:27E essa é uma parte muito importante e boa e que a gente
- 4:32agradece a vocês por fazerem que é a parte de extensão, a gente
- 4:36pesquisa, pesquisa, pesquisa, mas muitas vezes a gente não tem
- 4:39acesso a toda a. Todas essas pessoas que você
- 4:42citou, produtores, filhos de produtores, estudantes,
- 4:47professores de outras universidades.
- 4:49E a gente fica muito nessa parte de publicar artigos científicos
- 4:53e nos falta essa comunicação realmente com o público que vai
- 4:57utilizar a pesquisa. Então eu agradeço muito essa
- 4:59oportunidade. Bom, quem eu sou?
- 5:02Eu sou uma. Gringa, né?
- 5:05Que a gente chamava de gringa numa italiana, numa colônia
- 5:08italiana do interior de Santa Catarina, ali de Salto, Veloso,
- 5:12meu pai era produtor rural, ele é criava suínos junto com os
- 5:18primos, eles formaram um frigorífico que chamava
- 5:21unifricorico. Em Salto, Veloso, que depois foi
- 5:25vendido, né? Hoje pertence a uma empresa, mas
- 5:29era uma cooperativa de produtores, então eu acompanhei
- 5:32durante a minha infância essa produção de suínos do meu pai,
- 5:36eu fui fazer agronomia porque eu sou de uma família de agrônomos,
- 5:40né? Tios, primos, sobrinhos, agora,
- 5:44veterinários, agrônomos, então uma família muito ligada ao meio
- 5:48rural e eu fiz agronomia e sempre trabalhei com produção
- 5:53animal. E quando eu terminei o meu
- 5:56mestrado em Santa Catarina, eu convidei meu pai, que a gente
- 5:59estava inaugurando o setor de produção na fazenda escola, né?
- 6:02E estava lá o reitor inaugurando o.
- 6:07Setor, os diretores de centros, todo mundo, né?
- 6:10E no final perguntei para lei daí, pai, gostou?
- 6:14Vim aqui ver e falou, nossa, você estudou tanto tanto para
- 6:18fazer o que meu pai fazia criar porco?
- 6:22Então essa meia história é uma tradição que veio da família,
- 6:26né? E eu sempre tive muita
- 6:28curiosidade pela produção animal, mas tinha algumas coisas
- 6:32que sempre me incomodavam também na produção animal, né?
- 6:36Algumas práticas de manejo que eu ensinava para os meus alunos,
- 6:40por exemplo, a castração. Mas eu sempre fazia com dor no
- 6:44coração, sabe? O meu pai me ajudou a criar
- 6:48algumas alguns equipamentos para facilitar a contenção dos
- 6:52animais durante a castração e outras práticas.
- 6:55Mas era algo assim que eu não era muito confortável e isso me
- 6:59causava uma certa inquietação, foi quando eu decidi que eu
- 7:04deveria estudar mais. Sobre bem-estar animal e como eu
- 7:07trabalho com qualidade da carne, então bem-estar.
- 7:12Associado ao bem AA qualidade da carne, né?
- 7:15Então é essa minha trajetória. Que legal.
- 7:18Tu vê aqui que como, como a vida aproxima as pessoas, né?
- 7:23Eu eu comecei, eu não comecei Na Na.
- 7:26Eu. Eu.
- 7:26Eu trabalhei na perdi, eu comecei na Perdigão, mas foi
- 7:30aonde eu eu desenvolvi a parte industrial da suinicultura e em
- 7:35Videira conhecia todo o pessoal ali dele.
- 7:38Provavelmente meus tios. Você conhecia o Adilson buzanel?
- 7:44É meu. Tio.
- 7:46Tio Adilson e trabalhei junto com com o Adilson EE tinha
- 7:52vários vários colaboradores lá nas igrejas, que eram os brides.
- 7:56Quem é que legal que isso, depois de tanto tempo, a gente a
- 8:00gente pode continuar falando? E hoje, tem bastante.
- 8:05Eu dei os meus primos que continuam lá, né?
- 8:07O Tiago, que é agrônomo, trabalha lá ainda.
- 8:11A Bárbara, que é a farmacêutica, trabalha lá.
- 8:14A Mariana, que é médica veterinária, então tem tenho
- 8:17vários primos que continuam e tem produtores também nets, que
- 8:20são produtores EE. E que legal essa tua história
- 8:24inicial que tu fala do teu pai. EEA minha introdução que eu
- 8:27falei, né? Do dos futuros futuros alunos ou
- 8:31futuros produtores que isso se perpetua, e essa observação
- 8:35dele, né, poxa. Tanto pra pra criar, porque e
- 8:38que bom que a gente evoluiu, né? E tá aqui com ferramentas
- 8:42diferentes, né? Estamos falando aí é AA uma
- 8:45distância grande, mas com com também com uma penetração grande
- 8:49pra quem vai nos escutar. A tecnologia mudou muito, muito
- 8:53muito, né? Que bom.
- 8:55Que a gente brinca que não é mais porco, agora é suíno, né?
- 8:58Mudou até o de nome, né? Sim, mas é um.
- 9:02Eu, eu, eu. Eu tenho uma pergunta aqui de a
- 9:05primeira pergunta que eu quero te fazer, que que tá quente aqui
- 9:10na minha cabeça. Porque semana passada, eu eu fiz
- 9:14uma palestra No No portmith, lá em Rio Verde, eles pediram para
- 9:19eu falar sobre a influência do sêmen no cevado.
- 9:26No na, na, no, cevado na indústria, certo?
- 9:30E aí é pegando. É uma.
- 9:33A primeira entrevista depois da minha palestra com qualidade de
- 9:37carne para mim, coroou. É exatamente isso.
- 9:41E eu falava que. Do da pessoa que está fazendo a
- 9:46inseminação agora, lá na grande hoje, dia 3 do do 10 que nós
- 9:53estamos gravando aqui. Pessoa que está insemilando
- 9:55agora até ela ir para o gancho, são mais ou −290 dias nós
- 10:03estamos falando lá em metade de julho de 2024.
- 10:08Certo? Eu.
- 10:09Eu trabalhei. Com toda a tecnologia dentro de
- 10:13uma central, trabalhei dentro da grande.
- 10:15A pessoa está nos escutando aqui fez tudo certo.
- 10:18Se passaram 290 dias e por 1 dia, mas 24 horas finais eu
- 10:25posso jogar tudo fora, eu. Eu já fui extensionista e eu
- 10:30falava em em natimorto que Era Eu sempre usava o futebol.
- 10:34A pessoa está chutando pênalti para fora, pênalti não é
- 10:36apervar. E a pessoa chegou lá no dia 290,
- 10:40fez tudo certo, assistiu pós falando aqui EE por um detalhe,
- 10:46gente, não é detalhe que é o teu estudo, né?
- 10:48A gente pode estar jogando toda 111 cadeia aí uma proteína fora.
- 10:54Eu dizia que o impacto do. Sêmen no cevado o primeiro
- 10:59impacto é o impacto nulo. A gente não tem no cevado ou não
- 11:03tem o que a gente imaginou ter. Então, que bom que eu posso te
- 11:07entrevistar. Eu gostaria de saber porquê
- 11:10isso, né? Como a gente pode pode chegar a
- 11:15uma qualidade perfeita? Eu acho que com essa pergunta
- 11:18aqui, tu vai ter. Um já dá pra conversar um Monte,
- 11:21né? Eu fico feliz que, na sua
- 11:23incultura, foi a primeira cultura que realmente começou a
- 11:27se importar com a qualidade da carne lá nos anos 60 já
- 11:31começaram a implantar as tecnologias de classificação e
- 11:34tipificação de carcaça, e isso teve um reflexo muito grande no
- 11:38sistema produtivo, desde a escolha do sennen e da genética
- 11:42da nutrição. Do manejo porque o produtor
- 11:45sabia que ele poderia ser remunerado ou penalizado pela
- 11:49qualidade da carcaça, então eu fico muito orgulhosa.
- 11:52De os nossos precedentes terem começado muito cedo, quando eu
- 11:58fiz faculdade na. Nós tínhamos a sensação que nós
- 12:03não estávamos criando os animais para consumir carne.
- 12:07A carne era um algum assunto muito distante.
- 12:10A gente estava produzindo animais só com o tempo que a
- 12:14gente foi começar a entender que não o nosso produto final é a
- 12:17produção de carne, então e a gente precisa saber qual é a
- 12:21qualidade desse produto, a carne, a gordura, como isso vai
- 12:24influenciar na produção de presunto, do bacon e graças a
- 12:30Deus, hoje isso está muito consolidado, né?
- 12:34Mas quando eu falei para vocês que lá atrás era o porco, e
- 12:39agora é o suíno, isso é verdade, eles não são mais os mesmos
- 12:43animais, é a seleção genética que nós colocamos nesses anos.
- 12:50Ela mudou as características desses indivíduos.
- 12:54Quando a gente faz seleção genética para melhorar o bem de
- 12:57peso. AA conversão alimentar a gente
- 13:01também está mudando as células que compõem o tecido muscular.
- 13:06Então, para você ter o melhor ganho de peso, as células que
- 13:09vão aumentar a frequência nas carcaças são as células que a
- 13:14gente chama de células brancas. Aquelas células que são
- 13:17glicolíticas, que produzem ATP. Uma baixa eficiência, porém
- 13:24anaeróbicamente. Isso já mudou completamente a
- 13:28qualidade da carne, porque nós temos agora uma carne mais
- 13:32pálida. Nós temos uma carne, um tecido,
- 13:35maior proporção de tecido muscular.
- 13:38São animais que estão indo pro abate, mais pesados, são mais
- 13:43suscetíveis ao estresse, à fadiga, porque todo esse
- 13:48crescimento dessa mudança de hipocomposição de células, o
- 13:51aumento do do tamanho do animal para o abate, hoje a gente está
- 13:55levando animais com 125, 130 kg, é 30% a mais do que a gente
- 14:00fazia há 20 anos atrás. E o tamanho do coração desse
- 14:04animal está o mesmo, e eu sempre gosto de brincar com meus alunos
- 14:08que o suíno é um animal obeso, sedentário e cardíaco e nós
- 14:14colocamos, é ele. Tem essa condição em 1 dia a
- 14:17gente faz que é o dia que antecede a morte.
- 14:21Ele fazia um Monte de exercícios físicos que ele não estava
- 14:25acostumado a passar por um Monte de novas experiências de relação
- 14:31dele com outros animais dele conosco.
- 14:35Dele com equipamentos novos, caminhão que ele não tinha até
- 14:39então experimentado. E isso vai refletir na qualidade
- 14:43da carcaça. Então nós aumentamos a
- 14:46frequência de carcaças de carnes pálidas, exudativas.
- 14:51Aumentamos a frequência de mortalidade.
- 14:54É claro que tudo isso a gente vai trabalhando para reverter,
- 14:57né? Durante?
- 14:59Durante o transporte AO número de animais que a gente chama de
- 15:02que chegam, que chegam ao frigoríficos, fadigados que eles
- 15:07não conseguem andar. Então tudo isso reflete na
- 15:10qualidade da da carne. Então, de um lado a gente está
- 15:14trabalhando para ter um animal. O melhor ganho de peso, com
- 15:19melhor conformação de carcaça, mais carne magra, menos gordura.
- 15:23Só que isso também vai refletir na qualidade da carne, né?
- 15:27Sem contar essas as novas tecnologias que a gente
- 15:30implementou. No começo dos desse século, a
- 15:33gente começou a usar muito raquipamina que mudou também.
- 15:38A fisiologia desses animais, depois nós viemos cá,
- 15:42imunocastração e agora o mundo, né?
- 15:46Mas o Brasil também vai chegar é não castrar mais também, então
- 15:50são novos animais que a gente precisa trabalhar com essa nova.
- 15:55O que nos apresento, né? Esse novo cenário que nos
- 15:58apresenta? Interromper aqui só pra pra
- 16:01gente se não vai ficar complexo aqui o negócio que eu eu tô que
- 16:06eu acho que é é importantíssimo algumas coisas que que tu
- 16:09comentou aqui é. É a respeito da tipificação da
- 16:13carcaça lá atrás que que foi a primeira?
- 16:17Eu gostei que tu falou que dessa questão da profissionalização
- 16:21de. A gente pegava produtores que
- 16:23davam excesso de inflação, excesso de água.
- 16:25É no momento do do carregamento isso, se essa
- 16:30profissionalização, sem dúvida. O valor é da carne.
- 16:33Ele, ele foi um grande diferencial sim.
- 16:36Depois a questão da da, da integração ou da cadeia toda e
- 16:40eu gostei demais que tu falou. Eu não sou o produtor dos
- 16:43filhos, eu sou um produtor de carne, é, é, é essa.
- 16:46Essa é a cultura, né? Que a gente tem que passar.
- 16:49E é, eu lembro de de de, de ter estudado EEE quando eu vejo tu
- 16:55falar aqui, me me voltou lá AA história traz, eu gostaria de a
- 17:01gente entrar antes da da família, do Edmundo castração.
- 17:04No que tu cometasse aí do do DFDE do PS, que é o me corrija,
- 17:09é o do é o é o drive firm e Dark.
- 17:14É ODFD firme. E o Daily soft e excessos
- 17:17ativos. Isso.
- 17:18Vieram as grandes. Os grandes desafios da da
- 17:23suítura a gente evoluiu bastante.
- 17:25Isso. Mas ainda a gente EE.
- 17:28Foi 11 questão que tocou? Tô muito bem, né?
- 17:31OOOO animal estressado, fadigado.
- 17:34Ele vai dar. A gente não precisa nem nem se
- 17:37é, quer dizer, tem que se preocupar porque ele vai dar
- 17:40problema como, como eu EEO animal bem maior, como eu faço
- 17:46pontos não negociáveis, do embarque ou do ou do do último
- 17:52dia para evitar esse tipo de de problema.
- 17:55E se tu quiser dar 111, explicação um pouco melhor aí do
- 17:59das 2 siglas, aí é que que que nos assolavam bastante, né?
- 18:04E ainda ainda pode dar problema. É o que que eu vou falar assim
- 18:08para você que nós, antes de falar das siglas, os grandes
- 18:11problemas que nós temos. De qualidade de carne, no
- 18:15momento que. É reflexo do manejo de préabate.
- 18:20Nós temos lesões nas carcaças, nós temos primeiro a morte do
- 18:25animal, né? Daí a gente nem ter a carne que
- 18:27acho que é o pior deles, né? É quando o animal morre durante
- 18:31a semana, os físicos, né? Daí nós temos a os as lesões e
- 18:36carcaças e lesões podem ser pequenas, mas pode ser até
- 18:42lesões mais graves, né? E nós temos 3 anomalias de
- 18:46carnes, 3 principais anomalias, que é essa AOPSE que é uma carne
- 18:51que tem uma cor muito Clara, que ela perde muita água, então ela
- 18:56diminui o rendimento tecnológico pra você fazer, por exemplo, vai
- 18:59fazer um presunto cozido, perde muita água, então você diminuiu
- 19:03o rendimento tecnológico sem. Contar que tem problemas Na Na
- 19:08absorção dos sais de cura, no sabor.
- 19:11Tem outros problemas, né? E que a gente fala que ela tem
- 19:14uma textura mole, pegajosa, mas não necessariamente.
- 19:18É uma carne macia. EE ao contrário, esse essa carne
- 19:24é resultado de um estresse que eu falo assim, no momento
- 19:28realmente do abate é da tirada dos animais, das baias ou das
- 19:34possígas de Descanso no frigorífico até à
- 19:38insensibilização, porque aquele stress agube depois, nós temos
- 19:43um. Ou ou DFD?
- 19:45Que, ao contrário, a carne é escura, ela é.
- 19:49Ela é pouco exudativa, então ela retém muita água, ela tem PH
- 19:55muito básico, que faz diminuir o tempo de o prazo de validade
- 19:59dessa carne, porque bactérias gostam desse PH básico, né?
- 20:03E ela tem uma textura firme, porque a água está dentro dela,
- 20:06então ela fica com aquela textura firme, mas geralmente
- 20:09ela é mais macia no após o cozimento também tem algumas
- 20:13limitações tecnológicas para usar essa carne.
- 20:16Essa carne é devido ao stress prolongado.
- 20:23Ao causada por brigas, mistura de animais, jejum prolongado,
- 20:29qualquer coisa que faça gastar. A reserva de glicogênio muscular
- 20:33sem esse glicogênio muscular. A gente não tem o substrato
- 20:37suficiente para acidificar a carne porque o glicogênio, ele é
- 20:42a base para os processos de transformação.
- 20:46Músculo em carne ele vai ser transformado em ácido lático
- 20:49para baixar o para produzir ATP energia, né?
- 20:53E vai baixar OPH da carne, você tem pouco glicogênio, produz
- 20:57pouco ácido lático, PH não baixa e por último, nós temos as
- 21:01carnes ácidas. As carnes ácidas estão ligadas
- 21:04mais ao gênio. Ao gene e rendimento natoy,
- 21:09então, são animais que acumulam muito glicogéneo muscular,
- 21:13acumulando muito glicogéneo. Produz muito ácido lático, EOPH
- 21:16fica mais ácido. Acho que essa não seria as
- 21:19principais anomalias que ocorrem na carne.
- 21:23Bom, o que é que a gente pode fazer no manejo pré-abate para
- 21:27evitar? Dfd, nós temos que evitar que o
- 21:31animal fique fadigado, que ele gasta essa energia, esse
- 21:34glicogênio antes do abate, existem algumas técnicas que não
- 21:39são simples para nós, porque a gente teria que mudar as baias,
- 21:44por exemplo, baias maiores, determinação.
- 21:48Porquê, se a Baia maior, o animal se exercita mais e ele
- 21:53vai ter uma resistência maior para o manejo préabate?
- 21:58Outra coisa, baias de carregamento.
- 22:01Os animais caminham no corredor porque eles fadiga muito rápido,
- 22:06então você traz ele das baias e coloca nessa Baia de espera para
- 22:10que ele tenha um Descanso antes da segunda etapa, que é o
- 22:14carregamento. Bom, daí é o básico, né não?
- 22:18Gritar, evitar que o animal tenha distrações, fazer um
- 22:23manejo adequado, evitar rampas para subir no caminhão e as
- 22:28rampas dentro do caminhão são piores ainda, porque dentro do
- 22:32caminhão se você tem rampa, por exemplo, um caminhão de 3
- 22:35andares, a inclinação dessas rampas são maiores.
- 22:40Oo. O trajeto, né?
- 22:42A densidade a gente filmou do nós filmamos mais de 12
- 22:48carregamentos de. E transporte de suínos de
- 22:53Toledo, que é até aqui em Londrina, colocamos filmadoras
- 22:57dentro do caminhão e depois a gente fez uma análise do
- 23:00comportamento. Eram animais sendo transpor,
- 23:03cada em cada caminhão a gente colocava diferentes densidades
- 23:07em cada divisória do caminhão. E vendo como isso funcionava, os
- 23:12animais que eles estavam numa alta densidade, ou seja, um
- 23:15grande número de animais por metro quadrado, eles não
- 23:19conseguiam deitar. Então a gente olhava as
- 23:23filmagens para fazer análise o animal o tempo todo em pé aqui,
- 23:27ó. Ele tentava deitar, mas não
- 23:30tinha espaço. Como que você acha que esse
- 23:33animal vai chegar no frigorífico extremamente exausto?
- 23:38Ele não consegue tomar água e ele vai morrer desidratado.
- 23:43E essa desidratação, se ele já não deu orgânico, a gente chama
- 23:48que é aquele animal que está fadigado, mas não está
- 23:50lesionado, mas ele está incapacitado, ele não consegue
- 23:53caminhar. Ele vai chegar no abate com
- 23:56problemas de qualidade da carne. Um dos motivos é porque ele vai
- 24:01dar um DSD, por exemplo, e porque exauriu a energia e
- 24:08também porque ele está desidratado.
- 24:10Ele vai ficar 34 horas na Baia de espera e ele não consegue se
- 24:14reidratar. Então a gente tem que tomar
- 24:18conta de todas as etapas, né? O tempo de jejum que o animal
- 24:22tenha pelo menos algumas horas de jejum antes do embarque,
- 24:26porque o animal realmente vomita, ele passa mal, ele pode
- 24:30morrer. Por compressão cardíaca, se ele
- 24:33não tivesse pequeno jejum, né, pequeno?
- 24:35Vou falar 4 a 6 horas, então cada fase tem um cuidado que a
- 24:39gente tem que observar, que envolve instalações que envolvem
- 24:45manejo, que envolve treinamento dos colaboradores, muitas vezes
- 24:52está mais fácil do que a gente pensa, né?
- 24:55Muitas vezes um treinamento de colaboradores bem feito resolve
- 24:59até um problema de instalações, mas algumas vezes não tem jeito,
- 25:03você vai ter que mexer nas instalações para adequar.
- 25:07Por exemplo, tem o corredor que tem 11 maquina no corredor, né?
- 25:14Em 90°, faz uma curva em 90°. Os animais vão empacaem porque
- 25:20ele está vendo uma Barreira na frente dele, então ele vai
- 25:24parar. Você tem muitas distrações, ele
- 25:26vai parar, então algumas vezes a gente realmente vai ter que
- 25:29adequar as instalações. É.
- 25:31Mas é. É esse esse conjunto,
- 25:34instalações, equipamentos e treinamento, né?
- 25:39Legal OOA, gente sempre fala, é a as palavras da moda, né?
- 25:46A questão do propósito. EE às vezes, Oo essa tua
- 25:50explicação aqui estou vendo aqueles lá que eu citei,
- 25:55produtor ou extensionista, futuro, aluno, futuro, produto
- 26:00ou futuro produtor? Aqui é um prato cheio, né?
- 26:03Porque é como eu associar qual que é o meu propósito.
- 26:07Propósito é carregar os é naquele momento é carregar, mas
- 26:12eu tendo uma explicação. De que aquele, aquele gesto,
- 26:18aquele, aquela instalação ruim, aquele carregamento ruim vai
- 26:23impactar lá no presunto, que não vai ser feito ou vai ser perdido
- 26:27por por qualidade. É ou, ou o próprio animal que tu
- 26:30comentou EEE aqui tu tu colocou aqui o extensionista para ele
- 26:36explicar porque às vezes o produtor ele não tem essa, pô,
- 26:39eu. Eu produzi agora carregar, vamos
- 26:41carregar logo, porque é, é o último dia.
- 26:45Agora deixo ter o algum momento de folga, né?
- 26:48Então essa questão do excecionista do próprio
- 26:50produtor, do. Do motorista é a importância do
- 26:54motorista da cadeia. Fui, e lá a percepção do pessoal
- 26:57que está na indústria EE eu chamaria aqui também.
- 27:00Eu, eu anotei os pontos aqui, né?
- 27:02Não gritar como, como evoluiu também a nossa cadeia?
- 27:06Ah. Muito.
- 27:07A gente passou EEO Brasil tem produções e.
- 27:11Que bom que o Brasil tem produção e No No no Brasil
- 27:13inteiro, né? Brasil e eu tive a oportunidade
- 27:16de trabalhar em várias regiões e às vezes, o pessoal que era do
- 27:19gado antigo. Hoje o gado também.
- 27:21A gente não grita, a gente não grita com mais não.
- 27:24Não se irrita com os afirmais, né?
- 27:26Mas tinha que, pô, vamos, vamos tocar, não é tocar, é é
- 27:29conduzir. Então, a questão de rampa que tu
- 27:33colocou iluminação. Iluminação.
- 27:37Ele gosta de sempre sair do escuro pro claro, claro, né?
- 27:40EE eu lembro muito de uma de alguns carregamentos que eu que
- 27:44eu que eu acompanhei, é com o Expedito Tadeu fácil.
- 27:49Tá? Sim.
- 27:50Infelizmente, EEEA gente via Oo. AAA.
- 27:57A sutileza que ele via nos carregamentos, né?
- 28:00O carregamento noturno, uma poça dágua.
- 28:03Ele vai dar um brilho ali que o animal acha que aquilo ali é um
- 28:06predador, sei lá, ele letrava que tu falou em pra cá, vai pra
- 28:10cá numa Quina, vai pra cá num. Numa Barreira que às vezes pra
- 28:14nós, pô, mas é só uma, a pocinha dágua aí ele é?
- 28:16Curioso, né? O chumino é um indivíduo
- 28:18curioso. Ele quer ver.
- 28:20Ele quer saber o que que é, então, se tem alguma coisa
- 28:23diferente que chama atenção, pedacinho de metal que faz um
- 28:26reflexo, ou a poça dágua. Ele vai querer parar ali, ele
- 28:29vai querer cheirar. Ele vai querer olhar e isso vai
- 28:32fazer com que o carregamento não ande na velocidade que a gente
- 28:37espera, né? Então.
- 28:39EE é. E essa esse detalhe que tu fala
- 28:41aí é. Se.
- 28:43Se. Se alguém, se alguém for
- 28:45carregar ou se ele agora ele nos escutando, é, vai, vai.
- 28:50Para, vai para. Vai fazer AA via que o suino vai
- 28:55fazer, vai. Caminhar hoje à noite ou no
- 28:58próximo caso da galinha e sem dúvida vai achar 11 pedacinho de
- 29:03um de uma grade que está ali mal colocada que o suíno vai vai dar
- 29:08uma. Cheiradinha caída.
- 29:10Né? Achar uma corda, vai achar
- 29:11coisas que ou uma lâmpada que tá queimada, né?
- 29:14Que que ele não vai ser conduzido?
- 29:16Isso é é tão importante porque passou aí 4 meses Na Na produção
- 29:21ali dta e às vezes há no último dia.
- 29:23Pô, agora é só carregar. EE acabou o ciclo.
- 29:26Mas olha só a importância. Assim você pega um pernil que
- 29:30deu OPSE. Digamos que hoje em dia, os
- 29:33frigoríficos fazem essa essa, mas não avaliou que aquela
- 29:38aquele período que está com OPSEE mandou para a confecção.
- 29:43Vai ter vários problemas. Um deles é a fatiabilidade, a
- 29:47fatiabilidade desse presunto vai cair drasticamente.
- 29:51Então como que a gente compra presunto?
- 29:53Dificilmente você comprar uma peça de presunto, né?
- 29:56E levar para casa a gente já compra o presunto fatiado ou já
- 30:00fatiado no saquinho ou vai na padaria e pede, Ah, quero 100 g
- 30:03do presunto e daí você tem o presunto que esfarela e não
- 30:08fatia. Olha o prejuízo para a
- 30:10indústria. Olha só o prejuízo que teve que
- 30:14beneficiar esse produto para agregar valor e no final perder
- 30:18o valor, né? Então EEA grande e o nosso
- 30:22grande triunfo é que a cadeia de a suinicultura do Brasil ela é
- 30:26fechada. Ela é baseada em integrações,
- 30:29pode ser integrações com cooperativa, com empresas, então
- 30:33o feedback para você dar para o produtor sobre a qualidade dos
- 30:38animais que estão produzidos é relativamente fácil.
- 30:42Então você consiga, se a indústria ela parar, ó esse lote
- 30:45foi assim, ó produtor aqui e aqui.
- 30:48Teve problemas que que a gente pode fazer para melhorar.
- 30:51Vamos estudar, põe o técnico para acompanhar, para ver onde
- 30:54que está o problema. Treino pessoal, né?
- 30:58É, é mais fácil do que, por exemplo, a bovino cultura, a
- 31:01bovino cultura. Cada dia vai para um frigorífico
- 31:04diferente e não tem essa conversa entre a cadeia já um
- 31:07pouco mais torta, né? Mas a bovino, esses dias eu
- 31:11estava, eu sigo aqui, nós estamos numa região Londrina, é
- 31:16uma região de grandes produtores de bovinos também, né?
- 31:19Então, se a gente pensar o melório, a família Garcia, que
- 31:22trouxe os melóres um dos primeiros exemplares.
- 31:26Também começou aqui, então, apesar da soja estar tomando
- 31:30conta, aí colocando os bovinos cada vez para as regiões mais
- 31:34periféricas, é uma região tradicional.
- 31:37Então, óbvio que a gente acaba tendo vários amigos que são
- 31:40fazendeiros. E seguindo uma dessas pessoas no
- 31:44Instagram, o filho pequeno dos mais, talvez uns 9, 10 anos,
- 31:51estava ajudando o avô na lida, colocando os animais no tronco
- 31:55para pesar, vacinar alguma coisa e ele estava com o pau e ele
- 31:59batia o pau nos animais espetava não sei o quê, e eu mandei uma
- 32:04mensagem no particular, né? Olha, isso não é legal.
- 32:09Hoje a gente ter preza tanto para o bem-estar animal, na
- 32:12cadeia, você publica uma cena assim.
- 32:15A mãe falou assim, Ah, mas ele nem tem força para machucar?
- 32:19Eu falei, mas não é. A força é o simbolismo.
- 32:22Porque se aparecesse qualquer cena dessas com o cachorro com
- 32:27gato, IA parar o Brasil. Sim, e cada vez mais a gente tem
- 32:32que tomar cuidado com a cadeia. Nós somos responsáveis pela
- 32:35cadeia. Os nossos atos refletem.
- 32:39Depois aparece uma cena dessas ou que não é favorável, né?
- 32:45E daí? Os ativistas veganos começam a
- 32:49divulgar e a gente tem que sair na para.
- 32:53A defesa, né? Se é um fato isolado, não sei
- 32:56que então acho que a cadeia inteira ela tem que se
- 32:59preocupar, né? Eu sempre falo assim, que o
- 33:01bem-estar dos animais ele é uma premissa ética antes de
- 33:05qualidade da carne. É um dever que nós temos com os
- 33:08animais, já que o final vai ser a morte vai, mas até a morte nós
- 33:15não podemos proporcionar dor, medo, sofrimento a esses
- 33:20animais, porque é uma questão de ética e uma questão moral de
- 33:23você cuidar. Do indivíduo que você tá?
- 33:26Que no final vai te dar alimento, né?
- 33:28Então, tudo que antes de qualidade da carne eu acho que a
- 33:31gente tem que pensar é sabe aquele incômodo de você ver as
- 33:35coisas e fala assim não, isso não tá muito bem, que que a
- 33:39gente pode fazer pra melhorar, né?
- 33:42Acho que passa muito por aí. E?
- 33:45EEA gente, vê granjas é com com cenários bastante diferentes,
- 33:50né? A gente vê igrejas com no
- 33:53completo silêncio, e os animais é respondem muito bem a isso,
- 33:58né? Então é, é importante ter esse
- 34:00comentário de que é possível, sim, né.
- 34:03Possível tranquilamente conduzir animais é tratar animais com
- 34:08com. Muito respeito, né?
- 34:10Sem grito, né? EEA condução tranquila.
- 34:13Um fato bem fácil da gente ver se os animais estão sendo bem
- 34:16tratados, numa Granja. É você entrar, você entrar
- 34:19dentro da Baia e ver a reação dos animais.
- 34:22Se eles reagirem com tentativa de fuga ou com medo, é porque
- 34:27não está legal. Se eles não tá, não estão nem aí
- 34:31com você. É porque eles têm uma boa
- 34:33relação humano animal. Então é muito fáceis para um
- 34:37auditor, é ver como é que é a relação dentro de uma Granja,
- 34:41né? São, são.
- 34:43São os gestos que que para quem não conhece, são.
- 34:48Às vezes nem sabe o que a pessoa já tá auditando.
- 34:52Num simples caminhão, né? É importante isso, o.
- 34:55O uma coisa que que eu acho que é importante, um quando estava
- 34:59falando a questão do presunto, né?
- 35:02Hoje, hoje a gente vê presuntos desse eleito qualidade.
- 35:05Eu IA falar do do do outro ponto do do do farelado aí que estava
- 35:09comentando, mas no compromisso nosso, né?
- 35:13Se eu hoje de manhã comi um presunto.
- 35:15Em casa ou no hotel? Bem feitinho é porque a cadeia
- 35:19está funcionando bem. Sim, agora, se eu estiver com
- 35:22ele esfarelado ou antes de eu reclamar pro pro, pro dono da
- 35:28padaria que talvez está com a fatiadora estragada, pensasse
- 35:31num se. Se não foi uma parte minha falha
- 35:34na cadeia que de não ter falado ou de não ter dado esse recado
- 35:38aí pro filho do produto, a importância.
- 35:41Da de fechar toda a cadeia? Mas olha só, só como o estresse
- 35:45afeta o bacon, por exemplo, você já pensou?
- 35:49Bacon quase não tem carne, mas o estresse afeta até o bacon,
- 35:54porque o estresse ele é desencadeante de oxidação.
- 36:00E a oxidação, tanto oxidação, lipídica oxidação do ferro da
- 36:04mioglobina, oxidação da cor, né? Ferro oxida, muda a cor e
- 36:09oxidação de proteínas. Então, por exemplo, uma carne
- 36:13oxidada, ela mais dura porque ela oxida as proteínas que que é
- 36:17a calcaína, por exemplo, que faz a maciez da carne e quando
- 36:21começa um processo, então o animal se estressou no momento,
- 36:25pré-abate começa a desencadear as reações de oxidação.
- 36:29Que tem 3 fases, que é a iniciação, propagação, uma vez
- 36:34que começa é é uma progressão geométrica, um vai aumentando,
- 36:39que aumenta, aumenta, aumenta, né?
- 36:41E até ter a terminação, se você tem um estresse, préabate vai
- 36:46começar a oxidação na gordura. Vai diminuir o prazo de validade
- 36:50desse produto, porque já começa a oxidação mais cedo.
- 36:53Olha só, 11 estresse lá no bacon, né?
- 36:57Numa gordura que a gente nem nem pensa, né?
- 37:00Sim, eu. Antes eu.
- 37:03Eu dei Oo cortezinho aí. Nas evoluções que a produção
- 37:08teve, né? Que tu, tu.
- 37:10Tu tava citando, vamos pegar pelo menos 3 grandes aí, né?
- 37:14A elevação do peso que. Eu costumava com com o cara,
- 37:18com, com animais ANCE, eu que adoro, sei quilos 135, 8, 140
- 37:23kg, já é uma realidade em muitas indústrias, no uso de de de do
- 37:29dos. Das partidores?
- 37:33Aí? Beta abelha, né?
- 37:34E. E a e a imunocastração OOO
- 37:40dentro desse pacote, aí o animal maior.
- 37:43O que tu comentou lá é cardíaco, é obeso e.
- 37:46Sedentário? Não é grande, né?
- 37:48E sedentário EE com algumas associações é, vamos jogar mais
- 37:53aí nessa, nesse caldo aí. A questão da da densidade é a
- 37:58questão de vários. É produtores novos que às vezes
- 38:01não tem o, né? A expansão da silicultura traz
- 38:05um desconhecimento, não é de de de 11, falta de de, de, de
- 38:10regularidade, vamos dizer assim, na produção até que a pessoa
- 38:12aprenda. Oo.
- 38:15O que que a gente pode conduzir melhor aí pra pra ter todo tudo
- 38:19isso? EEA gente, não, não ter que eu,
- 38:22eu imagino que essa tua cadeira na universidade seja uma cadeira
- 38:25quente sempre, né? Porque sempre tem assunto pra
- 38:28pra falar. Sempre, sempre, sempre tem
- 38:29novidades que vão mudando, né? Eu?
- 38:32OOO. Que que fazer nesse pacotão aí?
- 38:35Eu acho assim, ó, a gente conseguiu aumentar muito o peso
- 38:38de abate genética, né? Conseguimos produzir animais
- 38:43mais pesados, com menos reposição.
- 38:46De gordura, mas eu acho que teve um impacto muito grande no
- 38:49começo desse século da ractupamina, né?
- 38:51O da racpamina entrou por ser um repartidor de nutrientes e ela
- 38:55aumentava a massa muscular e já diminuía a espessura de
- 38:59toucinho, né? Então, foi um grande.
- 39:02Revolucionário que hoje nós temos limitações de uso.
- 39:06Países que proíbem é um contaminante muito grande.
- 39:10Você consegue detectar partes por bilhão, então tem que cuidar
- 39:15muito da cadeia, porque se você, se uma indústria tá exportando
- 39:19para um país que não pode racpamina, então nós temos que
- 39:23lhe tirar a ractupamina daquele daquela cadeia, né?
- 39:28Mas em seguida, veio outra história, que eu acho que foi a
- 39:31grande revolução desse século da sonoltura que foi a imunocação,
- 39:37a imuncastração. Ela resolveu um grande problema
- 39:40de bem-estar, que era a castração cirúrgica.
- 39:43Castração quem já fez castração é.
- 39:48Sabe que provoca dor, só escutar.
- 39:53O Berro né? Dos suínos quando estão sendo
- 39:55castrados, o comportamento do animal após a castração, ele
- 39:59segue todo balançando. Ele demora para andar
- 40:03normalmente o risco de morte e o risco de infeções, et cetera e
- 40:08tal, né? Então eu acho que.
- 40:11No momento e no momento. Que tem vários partos
- 40:15acontecendo naquela semana, é além de tudo, concentrado.
- 40:19Né? Então, eu acho assim que Ela Foi
- 40:22uma grande revolução é, acabou com um dos maiores problemas de
- 40:26bem-estar animal. É claro que a gente tem outros
- 40:29canibalismo, que estamos tentando resolver com nutrição,
- 40:33com distração para os animais. Qual o outro dos dentes?
- 40:40Bom, tem, mas Eu Acredito que a castração era um dos piores.
- 40:45Foi. E fora isso, permitiu que o
- 40:47animal tivesse melhor conversão alimentar.
- 40:51Melhor desempenho, porque você está levando esse animal para
- 40:54testosterona, que é um hormônio anabolizante até.
- 41:00Quase 4 semanas antes do do abate, porque só na segunda dose
- 41:05que ele vai ficar realmente imunocastrado, né, que vai cair
- 41:09testosterona. Então você tem assim.
- 41:13Ajudou No No bem-estar dos animais, diminuiu os custos de
- 41:16produção com essa conversão aumentou.
- 41:19Você tem que colocar AA pagar a vacina, né?
- 41:23Mas compensa com a conversão alimentar com ganho de peso e
- 41:28por último, você consegue levar os animais mais pesados ainda,
- 41:30né? Então, uma mãe.
- 41:34Por parto, você conseguiu aumentar 30.
- 41:39Em 30 ×, 10 330, 360 kg. É uma carcaça de boi que você
- 41:45coloca aumentando despesas de abate, né?
- 41:48É um ganho muito grande que a gente tem.
- 41:52Bom, agora nós temos que ter os cuidados, né?
- 41:55Com esse animal ele é mais pesado.
- 41:57Ele é mais sensível ao estresse e é novamente muito treinamento
- 42:01e adequação. Adequação dos caminhões a
- 42:05caminhões não. Esses caminhões de 3 andares com
- 42:08rampa interna tem que ser revisto para esses animais
- 42:12pesados. Imagina assim, se um animal de
- 42:14100 kg já tinha dificuldade em subir, coloca agora com 130, 30%
- 42:20a mais. O peso é que nem a gente.
- 42:22Quanto mais obeso a gente tiver, os joelhos vão.
- 42:25Desgastando? A gente vai tentar fazer um
- 42:28exercício, a gente vai ficar fatilhado antes, eles são são
- 42:32seres, né? Como nós, então ele sente o que
- 42:36a gente sente também. Então a gente vai ter que
- 42:39começar a adaptar, vamos querer levar esses animais 140, 150,
- 42:43160 kg. A gente vai ter que tecnologia
- 42:45para isso, tanto que a Europa já tem abate de animais pesados,
- 42:49né? Eles consideram acima de 160 kg,
- 42:53mas nós temos que adaptar à cadeia, é isso, não.
- 42:57Dá para querer fazer como a gente fazia altura, por exemplo,
- 43:00entre OA. Um nível do caminhão e outro,
- 43:03qual é a altura que nós estamos? Tem espaço para o animal ficar
- 43:07em pé e circular ar também? Então a gente sempre sempre
- 43:11pensa na densidade, né? Quilos de animal por metro
- 43:16quadrado, mas é a altura desses caminhões estão adequados, não
- 43:19estão. Então não dá para a gente mudar
- 43:23um ponto da cadeia, que é o peso do abate, sem ver todo todo o
- 43:27resto. A nutrição corre rápido, né?
- 43:30Aumentou a nutrição já está adequando uma nova dieta para
- 43:34aquela fase? Agora, o manejo, as instalações
- 43:37precisam também acompanhar. Sempre a Amazon, se ter problema
- 43:42já temos, né? Mas.
- 43:44Sim, mas eu queria se adaptar. Iá, eu, eu, eu, eu.
- 43:49Iria te perguntar aqui de de alternativas, né?
- 43:54Alternativas que estão surgindo, mas.
- 43:58Mas eu acho que a grande antes de a gente pensar em
- 44:02alternativas, bom ou está aumentando, vou usar tal.
- 44:06Existem existem. Alternativas mesmo mesmo para
- 44:12fazer, mas eu acho que OA grande questão de treinamento, de, de
- 44:16se dar de ambiente, né? A gente tem desafios aí.
- 44:20Sazonais, né? O calor, embarcar o animal aí
- 44:24com com, com o calor no centro-oeste, No No Mato Grosso
- 44:28é. Aqui de aqui pra nós em Londrina
- 44:31já é mesmo em Porto Alegre eu fiz meu doutorado em Porto
- 44:34Alegre, né? Nós temos os extremos.
- 44:37Eu subi já com o caminhão lá da fazenda escola lá que fica em
- 44:43apoio dos ratos, subir com o caminhão pra pra Serra, pra
- 44:46bater os animais com neve, mas já levei pra Lajeado com quase
- 44:5240°, porque os extremos de temperatura que ocorre ali é, é,
- 44:58é quando é frio, é frio, mas quando é calor é muito quente e
- 45:02abafado. A humidade e essa é uma nova
- 45:05realidade, então. AO aquecimento global essa
- 45:09mudança de de de do clima tá acontecendo?
- 45:14Se é causa humana ou é uma situação normal?
- 45:19Normal que de ciclos da Terra a gente, não eu.
- 45:22Eu Acredito que seja mais humano, mas não importa qual é a
- 45:26teoria, ela está acontecendo. EEA gente não vai mudar, vai
- 45:33mudar muito assim. Por exemplo, inverno e verão
- 45:37essas estações tão definidas, talvez a gente não tenha.
- 45:40E nós temos que lidar com essa nova situação.
- 45:42O calor é uma bomba para os suíços.
- 45:46O suíno, ele não é adaptado a um clima quente, ele não.
- 45:50Ele, a termorregulação dele é muito ineficiente, porque ele
- 45:56tem uma camada de gordura que não deixa ele perder peso por
- 45:59condução convecção, porque tem uma gordura enorme.
- 46:03Quanto mais velho o animal, e mais pesado, pior é, né?
- 46:07Então, aumentando o peso, a gente vai aumentar esse problema
- 46:10dele, perder calor. Ele não tem glândulas
- 46:13sudoríparas, as poucas que ele tem são atrofiadas, então também
- 46:17não pode suar pra perder calor. Qual é a única alternativa que
- 46:23esse indivíduo tem para perder calor é a respiração e a gente
- 46:27sabe que quando ele aumenta a frequência respiratória, provoca
- 46:30alcalose sanguínea, e isso desencadeia um Monte de
- 46:35problemas, né? Sem nunca outros fatores, né?
- 46:41Então a gente tem soluções a curto prazo, mas a gente tem que
- 46:46pensar a longo prazo. Porquê?
- 46:49Ah, vamos transportar nos horários mais frescos do dia à
- 46:52noite? Vamos, mas tem noites que está
- 46:55insuportável. O calor também, né?
- 46:58Sim, são, é. É como.
- 47:00Como, como amenizar, né? Alternativas para amenizar.
- 47:04EEE toda a cadeia tem que estar, tem que estar ciente, né?
- 47:08Dos porquês que estão estão sendo feitas as.
- 47:11E eu acho que também estudar, né?
- 47:14AAO Brasil, ele, a cadeia. Ela precisa.
- 47:20Entender, eu acho que ela entende já bastante.
- 47:23Eu acho que já foi pior, mas que a pesquisa é fundamental.
- 47:28Pesquisa pode ser a pesquisa da própria empresa, que tem seu
- 47:31grupo que está lá estudando ou fazer parcerias com as
- 47:35universidades, com a Embrapa suínos.
- 47:38Estou falando da suinicultura, né?
- 47:40Mas a pesquisa ela é fundamental porque é um processo dinâmico.
- 47:45Todos os dias nós temos novos desafios e para vencer esses
- 47:49novos desafios é a pesquisa que vai nos dizer para onde, então?
- 47:56Essas parcerias são fundamentais para a gente entender aonde
- 47:59estão os problemas. A qual é o tamanho do problema e
- 48:05possíveis soluções, né? Eu vejo assim, que cada vez
- 48:08mais, pelo menos aqui Na Na nossa universidade, tantas
- 48:12empresas que trabalham com nutrição, as empresas que estão
- 48:16preocupados com manejo. Com transporte, tem-nos
- 48:20procurado para resolver casos pontuais.
- 48:23EE é isso que tem que ser feito, porque nós vamos ter muitos
- 48:27desafios sempre. Tivemos, né?
- 48:30Nunca foi fácil, né? Mas eu acho que essa parte
- 48:33climática, pelo não só pelo aumento das temperaturas, mas
- 48:38também pelo aumento do peso dos animais e a dificuldade que ele
- 48:41tem em dissipar o calor. Vai trazer grandes desafios que
- 48:45a gente precisa saber como resolver.
- 48:47E que bom, né? A gente conseguiu é passar por
- 48:50tantas mudanças, né? E é a prolipicidade o peso, o
- 48:56tamanho, né? EEEA expansão das sonicultura
- 48:59que eu vinha falando de de pessoas novas entrando sim, bom
- 49:03que que são desafios que a gente vem, vem superando.
- 49:06Né? Eu gosto de uma frase que o
- 49:08professor Caio trabalha comigo é que ele fala assim.
- 49:11A suinicultura para quem gosta de emoção, é para quem gosta de
- 49:16estar sempre sendo desafiado, estudar porque nunca acaba.
- 49:20É sempre um dia para outro. São novos desafios que que
- 49:25aparecem. Tanto na nutrição, por exemplo,
- 49:30a animais imunocastrados não pode ser a mesma nutrição
- 49:35animais. Agora, se a gente for começar a
- 49:37utilizar animais não castrados, é outra nutrição é outro manejo.
- 49:42Então, sempre nós estamos assim, lidando com desafios e que é bom
- 49:46para quem gosta de emoção. Quem gosta de de de de desafios,
- 49:51né? Sim.
- 49:54Já pensou em estar no top 1% das monocultura?
- 49:57Acesse academia suina.com.br e invista no seu conhecimento.
- 50:04O sinocast só é possível através do apoio de empresas inovadoras
- 50:07e que apoiam a educação continuada na suinicultura
- 50:10brasileira ipra, construindo imunidade para um mundo mais
- 50:14saudável. Elenco, alimento e
- 50:16companheirismo enriquecendo vidas seva sempre com você.
- 50:20Além da saúde animal. Ele é um prazer falar contigo,
- 50:23aquilo. Nosso tempo está está se
- 50:25esgotando o. Oo lado mais leve agora da da
- 50:32nossa, do nosso bate-papo. Oo.
- 50:35Teu pai ainda tá em Salto, Veloso e.
- 50:36Daí não, meu pai já faleceu, infelizmente.
- 50:39É, mas, mas. Mas tá, tá nos acompanhando
- 50:42aqui, com certeza. Orgulhoso com.
- 50:43Certeza? O prazer ver que que Oo.
- 50:49Uma família, né? Que que começa lá do do interior
- 50:52de de Santa Catarina, está nos dando uma aula aqui para o
- 50:56mundo, né? De de como produzir isso,
- 50:58estudar orgulho. Obrigada.
- 51:01Sem dúvida, tu tu deve ter acompanhado em toda a tua
- 51:05família. É pessoas que se espelharam em
- 51:08alguém ali Na Na. Na região tinha as
- 51:11agroindústrias, tinha as as integrações, as Mini
- 51:13integrações, enfim, tudo o que AA potência que virou cidades
- 51:17pequenas, daí como Salto Veloso. Mas é um.
- 51:21É um orgulho. Eu até estava me preparando para
- 51:24agora em 12, feriado, 12 de outubro, voltar para assalto.
- 51:27Veloso a gente tem sítio lá e tem meus tios que moram lá tudo,
- 51:31né? Infelizmente não, não deu certo
- 51:33essa viagem. Outros motivos, mas eu sempre
- 51:38tive muito orgulho da das nossas origens.
- 51:41O orgulho, assim de ser pequeno produtor de conseguir mesmo
- 51:45assim, dar educação para os filhos, meu pai, meus pais
- 51:49sempre priorizaram. Nós fomos indo 8, né?
- 51:51Não foi fácil criar 8 filhos, né?
- 51:54Mas eles sempre deram muita prioridade, tanto que quando nós
- 51:58éramos pequeno, ele se mudou para Caçador, porque latia o
- 52:01colégio dos irmãos maristas eram uma cidade um pouquinho maior,
- 52:04que oferecia um estudo melhor, né?
- 52:07Pra gente poder estudar, porque ele acreditava que ele sabia
- 52:09também que 8 filhos em uma única propriedade rural pequena não IA
- 52:16sustentá lo. É todo mundo, né?
- 52:18Então o que ele tinha que dar? Novas novos horizontes pra
- 52:21gente, mas sempre que eu vou lá, eu tenho meu tio, que é
- 52:25agrônomo. Em Salto, Veloso é agrônomo da
- 52:27prefeitura e meus primos que trabalham ali na região é uma
- 52:32qualidade de vida que a gente tem ali de comunidade.
- 52:35Cuidado com o próximo, o lazer, porque a gente acha que só na
- 52:41cidade grande tem o lazer, não lá tem banho de Cachoeira, lá
- 52:44tem Montanha, tem Motocross, tem um Monte de coisa.
- 52:48Pra ser feito, então assim é um é muito, tem muito orgulho da
- 52:52onde eu vi. Eu.
- 52:53Eu IA ter perguntado o teu hobby, né?
- 52:55Mas deve tá muito envolvido com isso aí, né?
- 52:58Coisas coisas pra fazer fora da universidade ou fora do
- 53:02trabalho, pra nos alimentar de uma maneira.
- 53:04Diferente. Eu sou skatista, meu grande
- 53:06hobby era andar de skate. Mas também eu gosto muito de
- 53:10tudo que é esporte, né? Gosto de andar de bicicleta,
- 53:15luto muay thai. Então assim, sempre que eu tenho
- 53:18um tempinho, acordo sempre muito cedo para poder fazer alguma
- 53:21coisa, né? Mas a minha paixão mesmo, desde
- 53:24pequena, é o skate e eu sigo com ele.
- 53:28Que legal. São surpresas que a gente vai
- 53:31tendo aqui com com cada pessoa que a gente entrevista é o é o
- 53:34crescimento. EE também, né?
- 53:36Não é? A gente não, não.
- 53:39Não precisa seguir modas. Né?
- 53:40Não, não. Quero ser skatista, eu vou ser
- 53:42skatista, quero tocar violão. Eu quero que legal alguma,
- 53:46alguma recomendação que tu nos dá aqui pra no, nos finalmentes
- 53:51aqui de algum livro que tu tá acompanhando uma série ou ou tu
- 53:56já deu um baita arrecado aqui do esporte, né?
- 53:58Tem. Tem um filme que eu gostaria de
- 54:01indicar. Ele não é novo, já está no está
- 54:04no Netflix há algum tempo que se chama Coreia e um prato.
- 54:11É sobre como a Coreia, com a. Carne suína as várias formas de
- 54:17preparo e a importância que tem para aquele país, a carne suína
- 54:23é lindo, lindo, lindo filme, AA fotografia do filme é lindo, os
- 54:28pratos são lindos, dá vontade de você ir correndo para a Coreia
- 54:31só para aproveitar a gastronomia local e tem formas inusitadas de
- 54:36preparar a carne suína. Então eu recomendo muito
- 54:39assistir a Coreia e um prato. Muito legal.
- 54:42Vou pedir para o pessoal sugerir aqui e eu tive a oportunidade de
- 54:46ir para a Coreia e quando eu fui para lá, eu voltei dizendo que
- 54:48Oo outro lado do mundo é aqui, é?
- 54:53Porque é impressionante OA qualidade de vida.
- 54:56AA Felicidade das pessoas e como como vivem, né?
- 55:01Muito legal. Nós estamos encerrando aqui.
- 55:03Eu até agradeço. Coração aqui, OAA troca de
- 55:07experiências, não é? É uma aula de de fisiologia, uma
- 55:12aula de de da onde vai o nosso produto, né?
- 55:15É a primeira entrevista minha em relação à qualidade de carnes,
- 55:19né? A gente sempre traz para as
- 55:21pessoas. AO primeiro foi o Leandro que
- 55:23falou lá do bem-estar e depois toda a produção que que vem
- 55:27vindo, né? Mas a primeira vez que a gente
- 55:29fala especificamente do do produto final.
- 55:31Que bom, o cleandro parceiro aqui está sempre.
- 55:35Ele fez doutorado aqui na web. Conosco é, foi orientado o
- 55:38professor Caio e eu tive a oportunidade de conhecer o
- 55:41cleandro. Quando eu fiz meu não, eu fazia
- 55:44doutorado em no Rio Grande do Sul, ele fazia mestrado e a
- 55:48gente estudava para as provas de estatística juntos.
- 55:51Então é nosso parceiro. Aqui é nosso, é meu vizinho
- 55:54também aqui em Londrina, né? Então.
- 55:56É. Foi uma safra boa essa, essa
- 55:58idade. Foi, foi, mas eu que agradeço
- 56:01por estar aqui. Guilherme foi muito prazeroso.
- 56:04É, me fez lembrar muito assim, minha infância e minha
- 56:07Juventude, né? E as coisas boas da vida e
- 56:10também para poder falar um pouco do que a gente pesquisa.
- 56:13Como eu falei, a gente fica muito na academia e se preocupa
- 56:17muito em publicar artigos com os resultados, mas pouco falar com
- 56:21o diretamente para o produtor, né?
- 56:23Ou extensionista que está lá na conta.
- 56:25Então agradeço muito essa oportunidade.
- 56:28Que legal. Muito obrigado.
- 56:30Então, e a gente se vê por aí de uma, numa uma curva aí da
- 56:34silicultura. Então, tá, é uma.
- 56:36Acho Vasco de acho. Que de uma carne bem produzida
- 56:39EE qualidade. Grande abraço, obrigado.
- 56:42Com certeza um abraço. Tchau.
- 56:50A jornada de todo herói. Tem desafios?
- 56:56Batalhas. E vilões?
- 57:03Mas depois que a Batalha é vencida.
- 57:06Novos caminhos são construídos e é hora de recuperar o fôlego e
- 57:11seguir em frente. Mais forte e super do que nunca.
- 57:16E você, herói da suinocultura, já preparou sua capa para novos
- 57:21voos? Swing Talks 2023 5 e 6 de
- 57:28dezembro. Juntos somos mais super do que
- 57:32qualquer obstáculo.