Latest / Helena, o podcast tá pronto / Talentos inúteis #81
Transcript
- 0:00Helena, o podcast está pronto. Dona
- 0:03Helena, eu não te dou esse tipo de intimidade. Me
- 0:07desculpe, dona Helena. A senhora vai querer mais
- 0:10alguma coisa? Ouça o episódio, depois se
- 0:14recolhe. Pobretona! Olá, ouvintes. Eu
- 0:29sou a Lana Zevedo. E eu sou a Aila Zevedo. Mais
- 0:33um episódio do Dona Helena Podcast começando. E
- 0:36hoje, gente, o tema deste talentos inúteis foi muito
- 0:41inspirado em quê? Olimpíadas.
- 0:45Porque eles são o quê? Talentos
- 0:47úteis. Uteis, bem úteis. E
- 0:50aí a gente fica assistindo e julgando. Jugando
- 0:54a ginástica lá sem saber virar uma estrelinha. Igual
- 0:57você falando, eu acho que a Simone Bios... Bios.
- 1:01Simone Bios, ela não... É porque... Eu
- 1:04acho que ela não crava dire... Eu
- 1:06acho que a Rebecca pisa. A Rebecca crava mais do que
- 1:09ela. A Rebecca crava. Ela
- 1:10é cravática. A Simone, ela faz umas coisas
- 1:13assim, fora da curva. Realmente.
- 1:16A gente conversando e falando como se a gente...
- 1:19A gente, enquanto especialista,
- 1:20os saltos dela têm um grau de dificuldade. Assim,
- 1:24avançadíssimos. Eu, a Lana, a pessoa física, o
- 1:28meu negócio é que eu acho a apresentação da Rebecca,
- 1:31por exemplo, mais bonita, mais artística. Mas
- 1:34é tema armolejo. É isso, Príncipe. Não
- 1:37tem. Ela tem mais um... Ela
- 1:39tem mais um borogador. Mais um borogador. Mas
- 1:41não estou anulando de maneira alguma, obviamente,
- 1:45até porque quem sou eu na fila do pão... Eu,
- 1:48então, que não tem talento para nada. Pra
- 1:51falar de Simone Bios, porque ela é foda. A
- 1:53menina... Você acredita que ela tem menos
- 1:55de 1 ,50m? Ela tem 1 ,42m. 1 ,42m, eu vi.
- 1:59Ela é muito piquetinha. Mas
- 2:01é curiva que tem coisas. E ela voa, né? Parece
- 2:04que tem uma mola no pé. Mas
- 2:06a Rebecca e o seu time, Rebecca. Eu
- 2:08também, Rebecca. Aí ela falou que gosta mais
- 2:10da Simone do que da Rebecca. Não,
- 2:11nunca falei isso. Não bota palavras na minha
- 2:13boca, sua falsa. Eu sou Rebecca. Como
- 2:16já dizia Inês Brasil, MC Rebecca. Gente,
- 2:20vamos fazer esse comentário aqui. Vamos,
- 2:22o vídeo dela foi muito bom. Inês
- 2:23Brasil. Não sei se todo mundo que está
- 2:25ouvindo conhece quem é Inês Brasil. Se
- 2:28não, vai ser específico pra quem manja, desculpa. Mas
- 2:31ela fez, gente, um story da Rebecca. E
- 2:35você não sabe onde aquele story vai parar. Porque
- 2:37ela começa de um jeito. Primeiro
- 2:38que ela começa falando MC Rebecca. Aí
- 2:40ela não é Rebecca, número 1. E
- 2:42ela marca acho que MC Rebecca. E
- 2:43ela marca errado. E aí ela fala que é Rebecca,
- 2:47número 1. E ela também foi número 1 na
- 2:50prostituição. Porque ela não tinha ninguém que
- 2:53ver que ela não ramos. E ela vai fazer umas
- 2:57comparações, umas analogias que fala, meu Deus. Isso
- 3:01só poderia ter vindo de uma história da Inês
- 3:04Brasil. Mas a gente está falando da
- 3:05Rebequinha. Porque eu tenho intimidade com
- 3:07ela. Assim, acho que a Rebecca tem um
- 3:10talento fora do comum. Sim. Mas ela não tem um talento
- 3:15que eu tenho. Que é qual? Ela
- 3:16pode usar o carpate duplo. E
- 3:19triplo e flip de flaque. E faz a estrelinha no ar.
- 3:22Mas será que ela consegue com
- 3:24o braço segurar um neném de 12 quilos e no outro e
- 3:29chovendo? Ela baixar assim, pegar a
- 3:33sombrinha, jogar a sombrinha pro ar. E
- 3:36cobrir você e o neném. Você
- 3:39consegue fazer isso? Sim, eu consigo fazer isso. E
- 3:41a minha sombrinha vem na frente da creche aqui,
- 3:44chovendo Eduardo, peguei ele com o braço. Tchá!
- 3:48Nota 10. Não é um talento inútil, Pri.
- 3:51É um talento útil. Porque
- 3:52é um talento útil. Porque eu me livrei da chuva com
- 3:56o meu puto urcho. Você está ali, tampando ele. O
- 4:00Eduardo, que também já está demonstrando seus talentos
- 4:03úteis de cambalhota, né? Nossa,
- 4:05e eu fico com nervoso, eu não deixo. Eu
- 4:08sou uma mãe muito medrosa, cara. Porque
- 4:10ele já faz... Eu já me imagino o pescoço
- 4:12virando. Não dá. Aí
- 4:14ele jamais já fica querendo dar cambalhota. Vai
- 4:17já investindo nisso. É igual a atleta de crossfit
- 4:20que fica fazendo flexão de cabeça pra baixo. Que
- 4:23força é aquilo ali no braço, gente? Que
- 4:25eu não tenho. Primeiro que você ouvir o de cabeça
- 4:27pra baixo, ela abrinte e te ataca na hora. O
- 4:30Eduardo se pendura na barra e se balança, né? Aí
- 4:33ele fala, mamãe, vamos! Eu vou, menina, me aizer. É
- 4:36uma força que eu faço. Você
- 4:38está no seu muque, tá aí, Pri? Você
- 4:39levantou, você está ficando mucoza. Aí,
- 4:42ali, ó. Você quer sombra? Não,
- 4:45não, não, não. Você sabe que tem um muque aí.
- 4:47Eu estou pegando na remada
- 4:48cavalo, meu filho, eu pego 10 quilos. O
- 4:50que é isso? Remada cavalo. Como
- 4:52que é? Explica pros nossos ouvintes. Você
- 4:54sobe no aparelho, e você fica como se estivesse,
- 4:57tipo, montando num cavalo. Aí
- 4:59você puxa, assim. Ah, é? Aí
- 5:01esses dias eu cheguei pra fazer, tive que tirar todos
- 5:04os pesos que o homem estava pegando, acho que
- 5:07100 quilos lá. Deixa eu já abrir um parênteses.
- 5:09Vai. Eu já acho isso um abuso.
- 5:11Você terminou de fazer seu
- 5:12aparelho na academia, gente? Tira
- 5:14a porra do peso. Porque ninguém é obrigado a ficar
- 5:18tirando seu peso e botar o peso que a pessoa faz.
- 5:20Nossa, ela ficou brava, gente. Ela
- 5:22levantou o dedinho aqui, a Deus existe. A
- 5:24minha unha quebrou. A minha unha quebrou, porque
- 5:27eu tive que tirar o peso. Só
- 5:28unha de banho de gel. E eu perdi uma unha na
- 5:30academia. Como que ela quebrou? Que
- 5:32ela vai crescendo, vai soltando o gel. Não,
- 5:34tirando o peso. Ah, eu fui pegar, fui colocar
- 5:37ele na tiranilha, fui colocar no outro, aí ela
- 5:40virou, assim, ó. Nossa! Aí deu uma rachada. Só
- 5:44que aí depois eu perdi ela. Você
- 5:45devia cobrar daí. Aí eu falei na academia, se
- 5:48alguém achar uma unha, é minha. Tem
- 5:51como você pegar de volta pra colar? Não
- 5:53tem, né? Mas você falou mesmo, se alguém
- 5:55achar uma unha? Eu falei zoando, é que eu sou
- 5:57engraçada. Eu faço gracinha, eu gosto de
- 5:59brincar. Ah, mas você falou zoando,
- 6:00pessoal. Não, falei zoando. Algo
- 6:02pessoal. Falei zoando com a professora,
- 6:05que eu tenho intimidade. E com as suas amigas. Eu
- 6:08não tava sozinha nesse dia, meu amor. Porque
- 6:11eu sou, agora eu sou uma loba solitária. No
- 6:14horário de herdeira, né, Prie? No
- 6:16horário de herdeira. Vamos continuar, que a gente tem
- 6:18uma volta. Vamos, fecha parenteses. Você
- 6:20abriu parenteses? Abrir. Ah, tá. Então
- 6:23pode fechar o parenteses. Fechou.
- 6:24Tá. Eu queria só, antes de ir pro
- 6:26talento inútil totalmente, falar de um talento útil
- 6:30que eu tenho. Você falou da sombrinha. Aí
- 6:32eu fiquei também pensando, vou trazer o meu. Que
- 6:34é fazer sobresselha. Nossa. Eu não sou uma
- 6:38profissional, uma designer de sobresselha, mas eu faço
- 6:41muito bem, não faço. Mas você sabe do que você tá
- 6:43fazendo, você tem confiança no seu trabalho. E
- 6:45você sabe o que eu gosto de fazer? Eu
- 6:47acho que se você faz esse um curso, acho que não vai
- 6:50dar. Vou falar disso no meu momento.
- 6:52Não doça sobresselha, o motivo
- 6:53de não dar. Se eu fizesse um curso, você
- 6:56não acha que eu ia me desenvolver legal? Com
- 6:57certeza. Então é isso. Com
- 6:59certeza. Broulamination. Tantos talentos inúteis têm
- 7:03esse que eu considero um talento útil. Eu
- 7:05acho que você deveria focar e abrir o seu próprio
- 7:07negócio. Mas a gente tá aqui pra falar
- 7:09de talento inútil. E eu já vou começar com o
- 7:13talento do Pedro, meu conjo. Não.
- 7:16Que ele, gente, tem um talento pra arrotar numa
- 7:19altura, que às vezes eu levo susto de verdade.
- 7:22Alcança os nossos. É,
- 7:25tipo assim, eu acho que lá em São Paulo você escuta
- 7:28um estrondinho, deve falar, isso aqui é um avião. Você
- 7:31consegue forçar a rota, tipo, engolir o ar pra
- 7:33forçar? Não consigo. Ai,
- 7:35um talento que acabei de descobrir. Outro
- 7:36talento, eu não consigo. Tá vendo? Eu
- 7:39não tenho, gente, não tenho. Não,
- 7:41você tem sim que você aprendeu a subir ar. Ah,
- 7:45mas não era inútil, porque é assim que a gente se
- 7:47comunicava na rua? Lembra? Fiu, fiu. Era
- 7:52assim, né? Não. O nosso que a gente
- 7:55chamava, que a gente se comunicava, era assim, ó.
- 7:59Esse foi que você aprendeu. Não.
- 8:02Pera aí, gente, deixa eu fazer esse show. Pera
- 8:04aí. Não. E pior, que não tem uma
- 8:08câmera, não, você seria após de que ela fez, ela
- 8:11virou de lado. Não, deixa eu fazer aqui.
- 8:14Protoção até baixou pra ir. Me
- 8:16dá aqui, pera aí, que eu faço muito bem. Ó,
- 8:19ó. Não me faz rir. Pera
- 8:22aí. Mas em casa sai alto, menino.
- 8:28Agora eu vou fazer o meu pra
- 8:30você ter inveja, ó. Nossa, retículo. Ó,
- 8:33é isso que você queria fazer, ó. Não,
- 8:37você começou a fracar aqui também, senhora. Mas
- 8:39você viu que ele foi evoluindo. Ai,
- 8:42que raiva, isso daí inveja a sua, que tá na minha
- 8:46urilho. Gente, pior que quando nós
- 8:48estávamos montando esse roteiro, a Raila vai falar
- 8:50assim, eu vou falar do meu assubio, que eu sei fazer
- 8:53agora, eu achei que viria uma coisa. Eu
- 8:55ouvi um equívoco, que tem alguma coisa errada. Acho
- 8:58que é o meu Glóis, tá me atrapalhando. Para
- 9:00a gravação. Para a gravação. Foi
- 9:03bem, Stefani, dessa parte. Eu
- 9:05tô assim, Kecabs Baixa agora. Um
- 9:06talento que eu tenho inútil e que vem de família é
- 9:10saber imitar gato. Filha de Miguel, né? O
- 9:12meu pai, o meu pai sabe imitar gato. Quer
- 9:16minha mãe não aguenta mais. Eu
- 9:18ouvi o barulhinho de gato delimitando. E
- 9:20quando eu faço, o vampirinho ia estar tudo
- 9:22bem, tá? É, até o rosto. Você
- 9:25fez aqui na rua, lembra que o homem achou que era
- 9:28gato? E eu fui daqui vergonha, que
- 9:29eu achei que tinha ninguém na rua e quando eu vi ele
- 9:31tava ali perto do carro. Ó,
- 9:33se você tem um gato aí perto da sua casa, eu
- 9:35quero saber qual foi a reação dele ao ouvir esse
- 9:38meado. Ah! Ah, a vera. Não,
- 9:49para, deixa eu fazer. Ai, o gato brigando. Não
- 9:58é igual? Nossa menina, não é igual. É
- 10:00igual, é o meu talento. É o talento oculto, passagem
- 10:04da bíblia. Gente, eu faço um gato, tipo
- 10:07assim, triste. Deixa eu tentar imitar. Vai.
- 10:17Não. Não. Parece um gato de
- 10:20inteligência artificial. Mas, Pri, a imitação não é um
- 10:24talento inútil. A nossa imitação é inútil. Só
- 10:28que tem gente... Não, fale por você, porque eu
- 10:31sei imitar. A minha mais nova aquisição é
- 10:35imitar a Xuxa. Ah! Não. Não,
- 10:38eu tô falando sério, eu treinei. Pode
- 10:40fazer? Vai. Oi, gente! Tá
- 10:44só! Ah! Como estar com você. Estar
- 10:49com você. Para. Doone, doone, doone, tê.
- 10:52Que isso, Lona? Para.
- 10:55Para. Sasha, vem cá, filha. Olha
- 10:58aqui. Não tá parecido? Não,
- 11:01horrível. Eu ia falar que a imitação
- 11:04útil, ela é útil. A Dani Calabresa, por exemplo.
- 11:08Ela imita muito bem. É,
- 11:10tipo assim, dentre as várias coisas que ela
- 11:13realiza, ela consegue, no humor, colocar a limitação
- 11:16entretenha as pessoas. Nossa,
- 11:17quando ela tava, acho que era no cat, bebê, que ela
- 11:20imitava o pessoal do Big Brother, ele era igualzinho.
- 11:25A dela não é um minuto, não
- 11:26é igual a sua da Xuxa, entendeu? A
- 11:27sua do... Põe o i, bacinha! A
- 11:30sua do Fábio Porchá. Cadê? Tô com saudade dela. A
- 11:33sua do Fábio Porchá? Lala! Eu sou o Fábio Porchá! Vem
- 11:38pra cá, porta dos fundos! Não,
- 11:41horrível, então, entendeu? Não,
- 11:43mas eu perdi. A Dani, eu tava preparando
- 11:45pra fazer a da Xuxa. Eu tenho uma amiga, Henrique,
- 11:49que te mandou um áudio imitando o Pablo Vittac,
- 11:51que foi perfeito, né? Nossa,
- 11:53igual! Igual. Idêntica. E
- 11:55ela sabe imitar, esses dias ela me mandou um outro.
- 11:58Olha, eu tô entrando no meu mais
- 11:59novo imitação, era de quem? Ai,
- 12:01não vou lembrar agora, Maria Betânia! Perfeita,
- 12:05perfeita. Então, aí eu acho que é uma
- 12:06pessoa desenvolvente, é diferente da gente. Eu
- 12:08fiquei um pouco assim, eu falei, gente, não. É
- 12:12porque vindo de você, eu não leva a sério. Mas,
- 12:16se fosse alguma outra pessoa falando assim, olha
- 12:18que, Raíla, conseguir um áudio da Pablo pra você,
- 12:21eu ia acreditar. É, mas não foi, foi Henrique.
- 12:24Henrique Campeão, que inclusive foi
- 12:26quem fez a arte, ilustração de capa do nosso podcast.
- 12:31Maravilhosa. O dedinho lá. Muito
- 12:32boa, né? Elogiada por muitos, a nossa capa,
- 12:36nossa arte. E aclamada por todos. E
- 12:37aclamada por todos. Pri, vamos puxar nossos ouvintes,
- 12:41pris aí, que nos acompanham pra esse papo? Bora,
- 12:45let's go! Hora do nosso... Cafézinho
- 12:49com a audiência. Vou ler o talento inútil do
- 12:58Vitor Hugo. Ex -Guixar, saliva, igual cobra.
- 13:02Gente, eu fico pensando, por que
- 13:03que a gente faz isso? O meu não é quando eu quero.
- 13:05Mas assim, voluntários, eu tô
- 13:08conversando com alguém. Vai, né? Dá
- 13:11até uma vergonha. Produção consegue fazer isso de
- 13:14propósito. Sério? Aham. Faz
- 13:17na raíla a produção? Não. Gente, mas eu não consigo.
- 13:21Você fez? Não,
- 13:22né? Não, eu não consigo. Tipo
- 13:24assim, só que o meu é mais quando eu tô sozinho,
- 13:27do nada, sai aquele negócio. Qual
- 13:29que é? Esses dias eu também fiquei
- 13:30tentando. Aí o André até falou, coloca
- 13:32a língua de não sei que, e embaixo, falei, ah, ficou
- 13:35muito difícil. Já não consegui. Mas
- 13:37a gente tá falando de língua, eu vou ter que
- 13:38comentar. Vocês viram, gente, a língua da
- 13:41André Suraque, ela fez uma bifurcação, mas o que
- 13:45nervoso que eu fiquei aqui no vídeo? Não,
- 13:47e aí tá meio que se catrizando. Tá,
- 13:50porque ainda tá bem recebido. Parece
- 13:52que tá roxo, né? Nossa, que nervoso. Eu
- 13:55fiquei muito nervoso, eu tive que mostrar pra Lana
- 13:57porque eu fiquei com nervoso e falei, olha pra
- 13:59você também pra passar nervoso. Prie,
- 14:01eu vou falar a palavra honestamente, me deu nojo,
- 14:03desculpa. Ah, também, fiquei com nojo.
- 14:05Ela me perdoou. Eu
- 14:08acho que aquela língua, daquele jeito que tava e
- 14:11ela mostrando... Que tá inchada, né? Tá
- 14:12inchada, não sei se tá inflamada ou se tá
- 14:14cicatrizando, mas me deu muito nervoso. E
- 14:17ela ainda tentou tomar sorvete, aí ficou meio...
- 14:19Você faria isso? Já
- 14:21não mais. 10 mil reais? 50?
- 14:23Não. 1 milhão? Nem por 1 milhão, nem por 5
- 14:25milhões, nem por 10 milhões. Nem
- 14:27por 5 milhões? Não faria. Com
- 14:29a chance de você costurar depois de novo? Não,
- 14:31não faria. Eu também não, Prie. Acho
- 14:33que algumas coisas pra mim tem alguns limites. Não
- 14:35é tudo que me compra, tá bom? Tudo
- 14:38posso, né? Não é todo dinheiro que me
- 14:39compra. Nem tudo me convém. Vamos
- 14:41pra próxima do Júlio. Ele consegue lamber o cotovelo.
- 14:45Eu... Eu testava isso quando era
- 14:46criança. Pior que as pessoas mandam, e
- 14:48aí eu fico testando pra ver se eu também tenho
- 14:50esse talento inútil. O do cotovelo eu não tenho.
- 14:53Eu não tenho também, e assim,
- 14:55quando eu era criança, eu conseguia comer muito bem a
- 14:57minha unha do pé. Ai, que nojo! Eu
- 14:59era criança. Mas você comia a unha do pé?
- 15:01Não, eu arrancava e jogava fora.
- 15:03Eu nunca tive esse costume. Eu
- 15:04tinha... Aqui, ó, todo eu parecendo o
- 15:07Rebeca Andrade. Todo contorcionista fazendo... Eu
- 15:11nunca tive o costume de comer unha do pé. Adama
- 15:13ou roua, se bobear até hoje, né? Às
- 15:15vezes eu fico tentando parar de coer. Não,
- 15:16adama ou roua, não é uma coisa. Mas
- 15:18a do pé, eu tinha essa mania. Minha
- 15:20mãe falava, para com isso, menina! Se
- 15:22eu tá lendo, tu era roua, é só a própria unha do
- 15:24pé. Eu tinha uma facilidade, meu
- 15:26amor, que eu era contorcionista, agora hoje
- 15:28em dia, tudo travado. Você contou uma vez, um
- 15:31conhecido, não sei se falou diretamente com você, chegou
- 15:35aos seus ouvidos, que ele tinha, ele conseguia chupar
- 15:39o próprio pênis. Eu fiquei assim, um pacitado,
- 15:42é uma coisa... Mas você viu? Não,
- 15:44não vi, não. Ah, achei que você... Vai
- 15:47sair um momento, né, de intimidade da pessoa. Vou
- 15:49lá, estar vendo um negócio desse. Mas
- 15:51ele falou que conseguia mesmo. Será
- 15:53que não era caua, não? Pra impressionar? Eu
- 15:55acho que não, não sei. Não foi impressionar o quê? Ah,
- 15:58para você jogar uma mentira, você gostou de
- 16:00jogar uma mentira de vez em quando? Mas
- 16:01essa mentira é muito... acima
- 16:04do normal, se fosse uma mentira, né? Vamos
- 16:08continuar, então, com a da Larissa pro dente. Aqui
- 16:11em casa, temos um filtro de barro e eu sempre encho
- 16:14sem deixar transbordar, sem nenhum medidor, só no
- 16:18olhômetro. Admiro. Deixa só fazer um
- 16:20comentário. Sim. Até mandei pra Larissa,
- 16:23Larissa, aqui de volta redonda, né? E,
- 16:24minha filha, eu reconheci a Larissa, meu talento, eu
- 16:28tenho talento, e se eu ver a pessoa lá, eu posso ver
- 16:30uma fotinha, eu reconheço na rua, eu estava passando
- 16:34de carro, eu, Pedro, o Pedro estava dirigindo,
- 16:37estava com o Eduardo, e eu reconheci Larissa
- 16:39atravessando a rua. Você mexeu com ela? Estava
- 16:41longe, mas eu ia até pensar, até engritar, mas
- 16:43eu falei assim, ela vai falar assim, quem que é
- 16:45isso? Quem é essa? Essa
- 16:46maluco, ela só tá me gritando. Tá
- 16:48me gritando. Mas é você reconheceu? Reconhece
- 16:50Larissa, agora a sua foto, ela fala, não era eu,
- 16:53então é uma gemia, porque era idêntica. Idêntica.
- 16:57E sabe o que eu vou fazer um comentário em cima do
- 16:58seu comentário? Pode. Porque às vezes, não sei
- 17:00se você já percebeu, a gente muda a entonação da
- 17:03nossa voz. É, porque a gente começa
- 17:05assim, no natural, né, a gente... Você
- 17:07viu que de vez em quando a gente resolve mudar, né,
- 17:09pra fazer uma gracinha. E pior que atrás das câmeras,
- 17:13gente, atrás dos microfones, a gente também faz essa
- 17:15bobeira, né? Essa boba jada tá presente no
- 17:18nosso vida. Mas em relação ao talento e no
- 17:20te da Larissa, eu também tenho um que é saber
- 17:23exatamente, tipo, sabe quando você tá almoçando,
- 17:26aí tem lá o arroz, na pravesa, e sobrou, você vai
- 17:29guardar no potinho. Eu sei exatamente o potinho
- 17:32que vai dar ali, ó, a quantidade pra não sobrar.
- 17:35Eu não sou muito boniço, mas
- 17:36teve esses dias que eu botei do feijão, e assim,
- 17:39não caiu uma gota, e eu falei, caraca, eu sou raca.
- 17:42É um talento. A
- 17:43gente já admira, né, engenheira de potes. Eu
- 17:47sou muito, você sabe. Não, você é. Você
- 17:49sabe, né, Prie? A Lana, e é uma organização
- 17:52também, né, essa organização do direitinho. Organizar.
- 17:55Muito bem. É isso. Vamos
- 17:57agora pra dar Ana Luisa. Eu
- 17:59sei praticamente a maioria dos nomes de atores,
- 18:03atrizes e cantores. Tipo, coloca uma coisa pra
- 18:06assistir ou vir, eu vou saber pelo menos três
- 18:08pessoas do elenco, e ainda dou referência de outros
- 18:11filmes que já fizeram. E se não sei exatamente o
- 18:14nome, eu sei de algum babado que a pessoa se
- 18:16envolveu. Meu namorado me chama de
- 18:18enciclopédia do audiovisual. Eu
- 18:24achei que você é uma engenheira de atores e
- 18:26avises. Vamos chamar agora todo mundo de
- 18:28engenheiro, né. Engenheiro de potes, engenheiro de
- 18:31nomes. E o engraçado é que eu sou
- 18:34exatamente o contrário. Muito
- 18:36ruim de gravar nome, principalmente de diretor.
- 18:38Ah, você viu filme do diretor,
- 18:40Tana Ana? Se embortam. Eu
- 18:41falei, eu falei assim, gente, mas me diz aí que
- 18:44filme que ele fez, porque só pelo nome eu sou muito
- 18:47péssima. Eu sou mais ruim. Sou
- 18:48muito ruim. Agora, quem volta redonda, tinha
- 18:51um cara, volta redondenses e sufluminenses que nos
- 18:54acompanham. Se vocês forem aí na nossa
- 18:57faxatário mais velho, talvez se lembrem também. Ele
- 19:01ficava, gente, nos pontos de ônibus. Eu
- 19:05nunca sabia o que ele fazia, porque ele tinha um
- 19:07caderninho e ele usava um tampão em um tapa -olho, em
- 19:12uma das vistas. E ele com o caderninho dele.
- 19:14Eu sempre ficava curiosa, que
- 19:16ele tanto anota? O que ele tanto anota? Aí
- 19:18descobri, naquela época, mil anos atrás, que ele anotava
- 19:22o número de todas as linhas de ônibus que
- 19:25passavam. E ele sabia tudo, né? E
- 19:28ele sabia de cor todas as linhas de ônibus de volta
- 19:32redonda. Eu sei alguma isso, ó. Eu
- 19:34sei. Tem um ponto que eu não vejo.
- 19:36Ó, um 5 -5, circular 15, 320,
- 19:40Dom Bosco, que é onde a gente já pegava. Acho
- 19:44que eu não lembro. Qual que é lá do... Santo
- 19:47Agustinho, acho que seu nome engano, 530. 530. Eu
- 19:51acho, não tenho certeza. 160, circular 16, 150,
- 19:56aterrado. Eu não entraria numa batalha
- 19:59com esse homem de volta redonda, mas alguns eu sei.
- 20:01Você tem aquele que ainda viu,
- 20:02não vejo ele, né? Não vejo ele, nunca mais vi.
- 20:05Porque ele ficava na... todos
- 20:07os pontos de ônibus. Todos os pontos de ônibus. Agora
- 20:10vamos para dar, falando em saber, né, linhas de
- 20:13ônibus, a mensagem que a Sabrina e o Weber mandou.
- 20:16A minha mãe sabe o DDD de
- 20:18todos os lugares do Brasil. Ela
- 20:20era telefonista, habilidade inútil. Não
- 20:23achei tão inútil. Porque, gente, às vezes alguém me
- 20:26liga com o DDD diferente, eu fico... que
- 20:29DDD, da onde que é? É, eu acho assim, um
- 20:32conhecimento que talvez não use. Não
- 20:34use, mas acho que inútil é uma palavra forte. Inútil
- 20:37é uma palavra forte. Sá, eu acho que sim. E
- 20:40aí... Uma palavra forte para esse...
- 20:41Quais DDDs você sabe do Brasil?
- 20:44Eu sei Rio, 21. Eu
- 20:46sei... Volta a redonda e... Região
- 20:50São Fluminense, né? São Paulo, 11. Campinas,
- 20:5612. Cearáscoa, T1. É?
- 21:01Não sei. Tá inventando, né, Prit? Tá
- 21:03inventando. Eu sei que de fora é mais
- 21:05381, né? Não, tem... Tem
- 21:0971 também. Mas 71 é Brasil, né? Dois
- 21:12dígitos é Brasil, não é? É.
- 21:15Aí mais dígitos é para fora, né? Ah,
- 21:18não, eu tô confundindo, porque eu falei o mais
- 21:20800, não sei o que, para número de fora. No
- 21:23Brasil, a gente usa oficialmente, né? O
- 21:26código de Brasil é mais 55. Aí
- 21:29depois de 55, vem o DDD. Ah,
- 21:32tá. Mais 55, 24, e aí o número do
- 21:35telefone. Olha, mas assim, eu não sei. Eu
- 21:37sei que eu recebo muito DDD, 11, de São Paulo,
- 21:40muita ligação. Por que será, né, Prit? Por
- 21:42que será? Uma habilidade que eu tinha, eu
- 21:44perdi, porque a gente, hoje em dia, liga para muita
- 21:47pouca pessoa, era de saber o número de telefone das
- 21:51pessoas. Eu tinha também. Eu
- 21:53sabia, ó, o seu, da minha mãe, da vovó, das duas
- 21:57avós. Sabia da Juli, sabia de amigos.
- 22:00Eu decorava também todo mundo.
- 22:02Até assim, tipo, vó da ajuda,
- 22:04dona filhinha eu sabia, entendeu? Eu
- 22:05tinha uma facilidade em decorar hoje em dia, né,
- 22:07Prit? Eu, assim, tchavera... Desse
- 22:09negócio de decorar, o único que eu me senti, engenheira
- 22:12de nomes, foi quando trabalhei na Prefeitura e
- 22:16decorei o nome de quase todos os médicos, meu amor,
- 22:19da rede da Prefeitura. Porque
- 22:20você cuidava da folha de pagamento, né? Aí
- 22:22chegava e falava assim, ó, a doutora, fulando, de tal,
- 22:25fulando, de tal, fulando, de tal. Ela
- 22:27trabalha no cais, ela vai ter plantão, tal hora. Mas
- 22:29você sabia também a área de atuação deles? Não,
- 22:33era... era... Sabia, porque a maioria
- 22:36era... Clínico geral. Clínico
- 22:39geral. Mas aí eu sabia, filha. Nossa,
- 22:42Prit. É, oftalmologista, doutora,
- 22:44fulando, de tal, fulando, de tal. Hoje
- 22:45em dia, eu não lembro muito. Porque
- 22:48a RAC fez isso com a sua memória, né? É,
- 22:49acabou comigo. Vamos continuar com a da Gabriel
- 22:51Freitas. Eu sei imitar o Stitch, Pris.
- 22:55Aí ele mandou um áudio para a
- 22:56gente. Você não conseguiu achar, né?
- 22:59Posso tentar, produção? Oi,
- 23:02Orhan, acreditou a família. A
- 23:05família que eu dizer nunca mais esqueceu. Ou
- 23:09abandonar. Gente. Eu ouvi isso aqui, mas eu
- 23:13dei uma gargagem, galera. Um
- 23:154x4. Eu respondi ele, era 2 e 18
- 23:18da manhã. Ela estava eu indo disso aqui.
- 23:21Eu vi no mais de dez vezes.
- 23:22O Orhan quer dizer família. E
- 23:25o Falpa -Ilia. O Stitch parece que ele está
- 23:27meio gripado, não parece? Ele
- 23:29está meio assim, a voz embargada, né? Mas
- 23:31eu consegui ver a imagem. Muito
- 23:32bom, Gabriel. Gabi, muito bom. Agora
- 23:35você igual o Paulista. Ga? Muito bom. Ga.
- 23:38Ga. Esse dia, uma amiga de internet
- 23:42falou que o nome dela é Ellen. Aí
- 23:44eu estava vendo o tweet dela. Ela
- 23:46virou e falou assim, meu Deus, aconteceu. Me
- 23:48chamaram de El. É El. El.
- 23:52Qual o sentido? E ela retou, né? Ela
- 23:54já é curta. Ela já é curta. Não
- 23:56precisa chamar de El, entendeu? Vamos
- 23:59agora para dar Luana. Deixa eu só fazer um comentário.
- 24:04Eu sei metal Pikachu. Ele
- 24:07sabe metal Stitch? Eu sei metal Pikachu. Pikachu.
- 24:12Pikachu. Pikachu. Pikachu. Pikachu.
- 24:17Não, falando sério. Agora eu vou ter que roubar a
- 24:20tua frase. Você falando em voz alta, você
- 24:23achou engraçado? Não é pra ser engraçado, pra
- 24:25mostrar que eu sei. Não, você achou engraçado? Eu
- 24:28sei. Porque você está rindo, você está
- 24:29adorando. Eu não tenho nada a ver. Ele
- 24:32faz... Pikachu. Pikachu. Pikachu.
- 24:38Sério, você está... Eu estou ficando mais triste
- 24:40com as suas imitações. Você reparou que todas as que
- 24:43você trouxe foram péssimas? Porque
- 24:46eu não tenho talento, meu amor. Não
- 24:47precisa ser pra nada. Não, não fala assim. Não
- 24:51fala assim. Não gostei. Não
- 24:53gostei. Você é minha campeã. Vamos
- 24:55então agora para dar Luana. Vamos.
- 24:58Consigo deslocar o ombro esquerdo e voltar para o
- 25:01lugar com apenas um movimento. Adoro
- 25:03me exibir para causar gastura nas pessoas. Não
- 25:06faz isso não na frente, não. E
- 25:08ela mandou o vídeo. Como que é possível? Eu
- 25:10perguntei se ela sentia doelo e falou que não dói
- 25:12nada. Cuidado, hein. Vai
- 25:14fazer uma vez e vai dar de vento no volta. Vai
- 25:16ficar fazendo essas gracinhas aí. Aí
- 25:19no dia que você precisar fazer um esforço para pegar
- 25:21alguma coisa, desloca de vez, não vai estar
- 25:23fortalecido. Aí, avisei. Avisei.
- 25:27Não fala que a gente não avisou. Você
- 25:29lembra daquelas pessoas que ficavam dobrando a pau,
- 25:32para ficar com aquela lado vermelha e vinha assim. Aí
- 25:35falava que você vai ter um vento frito. Que
- 25:36nervoso, que nervoso. Não gosto. Entendo
- 25:40o talento oculto, talento inútil, na verdade. Mas
- 25:44assim, pode dar um problema. Pode
- 25:46dar uma merdinha. Pode dar uma merdinha. Eu
- 25:48vou para do Miguel agora. Sei
- 25:50fazer um avião de papel com um quarto do papelzinho
- 25:54de bala. Aquela bala -house ou flugel.
- 25:56Gente, como? Um
- 25:58avião. Você com uma foda à quarta,
- 26:00você não consegue, né? O Miguel faz e me manda uma
- 26:02foto, porque agora eu quero o tipo. Não
- 26:05consigo. Gente, eu pego em carte de
- 26:07jornal. Vou fazer um avião para o
- 26:09Eduardo. Nada que eu jogo o negócio, se
- 26:11desfaz, ele fica chorando. Eu
- 26:12nunca soube também para ir fazer avião. Aquele
- 26:15avião que... Aí, do barquinho, eu sei fazer.
- 26:17Barquinho, eu também sei. Agora
- 26:18o avião, agora imagina com um quarto. Um
- 26:22quarto. Na verdade, eu sei fazer o
- 26:24barquinho, e eu vou além. Porque
- 26:27o barquinho é uma das etapas dessa dobradura. Eu
- 26:30consigo fazer com um papelzinho de balinha, house
- 26:32e frigel. Fazer uma caixinha. Você
- 26:35já viu fazendo uma caixinha? Nunca
- 26:36vi. Você tá falando, mas em 32 anos
- 26:39eu nunca vi você fazer uma caixinha. Meu
- 26:41amor, não seja mentirosa. Producção,
- 26:44você já viu fazer uma caixinha? Gente,
- 26:46para! Então você faz e mostra presente.
- 26:49A gente vai fazer. Você
- 26:50vai passar na padaria, vai comprar pão mortadela e
- 26:53bala -house para gente ver como a gente faz. Juro,
- 26:56eu consigo fazer essa caixinha, aprendi no Getúlio
- 26:58Vargas naquela época. Eu nunca vi. Ah,
- 27:01então você... Eu não sou mentirosa. Vamos
- 27:04agora para dar monique Souzares. Eu
- 27:07sei onde ficam as ruas aleatórias aqui em VR.
- 27:10Tipo, aonde fica a rua fulano de
- 27:12tal? Eu sei o bairro e não tenho
- 27:14ideia de como essas informações fixaram na minha
- 27:17cabeça. Eu não sei, gente. Inclusive,
- 27:20eu estou querendo falar assim, ai, tem uma saída
- 27:22muito bom na 318. Eu não sei onde que é 318.
- 27:26Você sabe se olhar a mapa, tipo
- 27:29Google Maps, você consegue... Não,
- 27:31não. Eu também acho, às vezes eu
- 27:34fico confusa, porque eu não sou uma boa pessoa de
- 27:38localização. Eu fico vendo o taburra
- 27:39natural, né? Aí que eles falam assim, quais
- 27:41coordenadas? Eu não sei achar. Cordenadas.
- 27:44Bússola. Se colocasse uma bússola na
- 27:46sua mão, no meio do mato. Ficaria
- 27:49ali. Não, mas aí é... Eu
- 27:50e agi com meu coração. É, este norte -sul. Você
- 27:53sabe onde o sol nasce? Ele nasce aonde que ele quiser.
- 27:57O sol nasce a qual posição?
- 27:59E eu não sei, menina.
- 28:00Esqueci. O sol nasce leste e se
- 28:03cõe oeste. Então, eu iria na direção do sol,
- 28:06do leste. Mas como é que você ia na
- 28:08direção do sol? Porque, meu amor, aí é a bússola.
- 28:12Eu estou segurando a bússola.
- 28:13Aí a bússola eu coloco ela
- 28:15assim, recta... Mas aí na direção do sol ia
- 28:17ter o quê? Ela ia te levar aonde? Pro
- 28:19sol. Onde tem a sol é pra lá que
- 28:22eu vou pôr. E se quiser saber aonde eu
- 28:28vou... Você sabe essa música? Eu
- 28:30sei. Aonde tem a sol... Eu
- 28:32estou deixando você dar o seu show. É,
- 28:34pra lá que eu vou... Eu gostei de haver sacada. Eu
- 28:36achei uma sacada genial, né? Você
- 28:38falou, tipo... Por que você vai pra lá? Eu
- 28:40vou falar pra onde tem a sol. E
- 28:42nem tava no roteiro, foi que eu ia começar. Você
- 28:44é inteligente demais. Ficou no estalo. Você
- 28:47é muito inteligente. Que linda, meu amor. Você
- 28:50é muito criativo. Neste dia eu falei que você
- 28:52falou... Você falou pro Eduardo? O
- 28:55que ele veio te mostrar? Ele
- 28:55veio e falou, sua mamãe, mamãe. O
- 28:57que lindo, meu amor. Só faltou falar, você é muito
- 28:59criativo. Vamos, Pri. Vamos.
- 29:02A Nina fica vesga de um olho só. Eu
- 29:05não consigo ficar vesga, não consigo. Nem
- 29:07dos dois olhos. Eu vou ficar pra você ver.
- 29:09Nossa. Não, pera aí. Nossa.
- 29:12Nada a ver. Você tá mexendo o olho. E
- 29:14agora ficou. Agora... O Eduardo que fica. Mamãe,
- 29:17mamãe, olha aqui. Agora eu tô. Tá.
- 29:20Tá. Ai, que nervoso. Ele
- 29:21fica fazendo isso. Me dá um nervoso. Eu
- 29:23falo, para, menino. Tudo eu fico pensando. Vai
- 29:24bater um vento. Vai ficar desse jeito. Minha
- 29:26mãe instalava isso. Vamos encerrar, Pri, o nosso
- 29:29cafezinho, com a do Thainar. É
- 29:32da Thainar? É, Thainar. Ah,
- 29:34tá. Então tá bom. Ela
- 29:35colocou que sabe escrever com as duas moias. Ela
- 29:39é um de 10. Ou pons? Ela
- 29:42sabe escrever com as duas moias. Eu
- 29:43achei. Eu acho isso legal. É.
- 29:45Não é um talento, é Inútil. Inútil.
- 29:48Ah, mas pra que? Vai ser útil pra quê também,
- 29:50pensa. Ah, porque, por exemplo, eu,
- 29:53quando você vai escrever na folha de caderno, eu sou
- 29:55canhota. Ah, te ajude a alirir. Então
- 29:57eu me sujo todinha. Eu sempre tô sujando a mão,
- 30:00porque eu vou escrevendo e vou passando com a sua
- 30:02caneta. É, não é noite não, porque
- 30:03ela pode estar segurando alguma coisa, e aí tem que
- 30:06fazer uma anotação, e aí pra não ter que trocar de
- 30:08braço. Faz uma rúbrica. Faz
- 30:09uma outra. Muito boa. Eu
- 30:11achei muito útil. Pri, fechamos o nosso cafezinho.
- 30:14Fechamos. Chegou a hora dele. O
- 30:17nosso... ...momento refletindo enquanto ouviu
- 30:21Tony Ramos tocar sax numa livraria do Leblon. Posso
- 30:30começar? Pode. Gente, viemos pra VR City.
- 30:35Volta redonda. E
- 30:36aí, o que aconteceu? Normalmente,
- 30:38a gente veio sexta e tava planejando pra voltar na
- 30:41segunda -feira. E lá em casa, lá em São
- 30:44Paulo, tem uma camerazinha que a gente deixa pra
- 30:47ficar olhando os gatinhos. O
- 30:49que aconteceu? Não sei o que eles arrumaram a
- 30:52noite, de dia, aliás, de manhã, se arrumaram algum
- 30:55pega pra capar, eles fecharam a porta do quarto.
- 30:58Tão preso. E
- 30:59tão dentro do quarto. Aí você vê, a gente vai ter
- 31:01que terminar de gravar. E se ele... Não
- 31:04sei se a porta bateu, ou se só, tipo... Sabe,
- 31:07quando encosta bem coxadinha? Se
- 31:09um dos dois não conseguir abrir a porta, a gente tá
- 31:12monitorando. Vamos ter que voltar. Voltar.
- 31:16Depois de um dia que chegou em Volta Redonda,
- 31:18vai ter que colocar um peso. É
- 31:21lição que fica, né, porque agora, quando a gente vai
- 31:23pra Volta Redonda, além de colocar o peso, vamos ter
- 31:26que deixar uma chave com alguma amiga que mora
- 31:28perto. Se acontecer alguma emergência,
- 31:30né? Caralho tá lá perto e tal, a
- 31:32gente deixa na portaria, porque se acontecer algo
- 31:34disso, pede pra ela lá ver. Ai,
- 31:36tadinho. Mas aí é isso, por enquanto.
- 31:37Mas eu acho que eles devem
- 31:38estar trancados, porque senão eles já teriam saído.
- 31:40Já tem. Se
- 31:41bem que eles dormem, né, gato dorme o dia inteiro,
- 31:43aí a gente tá esperando pra ver se ele vai dar
- 31:45uma saidinha, senão vamos ter que voltar na pressa.
- 31:48Vai pro seu momento. O
- 31:49meu momento é que você não vai conseguir fazer minha
- 31:52sobrenacelha, né? Não vou. Eu
- 31:54tava esperando por isso. Não
- 31:55vou. Não vou conseguir fazer...
- 31:57Gente, primeiramente, eu não
- 31:58consigo já fazer nada em Volta Redonda. Agora
- 32:00eu não sei que... Não vou, porque não vai dar
- 32:02pra esperar. Mas tem um pouco pra ter que
- 32:04ver aqui. Mas aquela não tá tão, assim,
- 32:06não? De verdade. Porque
- 32:07você não tá olhando de longe e tá meio escuro. Se
- 32:10chegar de perto, você vai ver. Não,
- 32:11não tá. Não tá aquela, tipo, desenha
- 32:14ainda dá pra ver. Já teve momentos piores, né?
- 32:16Piores, Prie. Eu
- 32:17acho. Finalizamos? Finalizamos, Prie. Então
- 32:20é isso. Se você gostou desse episódio,
- 32:22não esqueça de comentar, compartilhar, falar o que
- 32:25achou, né, digita lá nas suas redes sociais, enfim,
- 32:29comenta utilizando a hashtag... Dona
- 32:31Helena Podcast. Já sabe, além dos episódios às
- 32:34quintas, também temos episódios terça -feira, duas
- 32:37vezes por semana, Dona Helena Podcast. Só
- 32:40assinar, né, apoiar as suas pris na orelo. O
- 32:43link tá na descrição desse episódio. A
- 32:45partir de quanto? Dez reais. Mençalmente,
- 32:49né? Você tem acesso aos conteúdos
- 32:50exclusivos todos que já saíram até aqui. Tem
- 32:53muita coisa. Mais de 60 episódios. Não,
- 32:54já tá chegando a 80, tá, meu amor? Quase
- 32:5780 episódios. Mais um brau FM. Com
- 33:00hits aveludados na voz de quem? Rayla
- 33:03Azavit. Então é isso. Um
- 33:05beijo e até a próxima. Um beijo, um queijo e uma
- 33:09mantiga. Música Você não falou que eu
- 33:19pararia de falar? Não, porque assim, é quando meu
- 33:21coração pede. Você sabe que as pessoas estão
- 33:24sentindo falta da sua cantoria, né? Faz
- 33:26tempo que você não canta. Só
- 33:27deixando você aqui no ar. Tchau,
- 33:29tchau. Tá anotado, qualquer coisa eu
- 33:31te falo.