Latest / História pros brother / A origem dos Zumbis
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- 0:00Eu já sei o que eu vou fazer com com a cabeça do ouvinte, agora
- 0:02que vai destruir a cabeça do ouvinte.
- 0:03Que que você vai? Fazer ô 20.
- 0:05Um exercício de visualização, fecha teu olho agora e visualiza
- 0:09o momento da conceção, onde teu pai e a tua mamãe conta essa
- 0:16história aí, Brother. A história do zumbis.
- 0:18Vamos lá? Alexsandro, é a história dos
- 0:29nossos queridos zumbis. É uma história muito trágica.
- 0:32Mano, preparando o roteiro eu já sabia mais ou menos, mas
- 0:35preparando o roteiro eu fui ficando bad assim.
- 0:38Eu falei, cara. Trágica para quem, se hoje a
- 0:41gente tem Walking Dead, se hoje a gente tem tanta coisa legal,
- 0:44tipo, às vezes é trágica no começo?
- 0:47Cara, a primeira temporada de Walking Dead é.
- 0:51Absurda, é muito boa, é muito boa.
- 0:53É isso é verdade pra caramba? É.
- 0:55Eu já falei isso várias vezes. A primeira é muito boa, a
- 0:59segunda é ainda é muito boa, ainda rola pra caramba.
- 1:02Mas o Shane? O Shane fica assim, ó.
- 1:03O Shane fica. Ah, é?
- 1:05Ele põe essa mão na cabeça. Tanto todo é verdade.
- 1:08E o ator se chama Shane até hoje.
- 1:09Ele é muito foda e. A terceira temporada também era
- 1:13muito boa com o governador, então eu tento lembrar o nome
- 1:16dele. Eu li os livros, cara, de tão
- 1:18vidrado que eu fiquei, que conta a história do governador.
- 1:21É muito maneiro assim, não com Toto e cara é, é só muito
- 1:25maneiro. Só que o alguma coisa aconteceu
- 1:26que na quarta temporada em diante.
- 1:28Cara que é muito, é muita. É 1 o volume muito grande, né?
- 1:31De de episódios e temporadas. EE tem tem, sei lá, muito spin
- 1:38off, o Fear The Walking Dead. É legal?
- 1:40Hum, eu, eu acho que eu não vi. Isso eu já, eu já tinha
- 1:43desistido já. Demorou, não é legal, é legal.
- 1:45Filho do oco daí é legal, mas eu não vi tudo.
- 1:48Eu não vi tudo, mas é uma boa série legal?
- 1:52É. Perfeito, muito bem, Alexandre,
- 1:54que legal, cara, que legal. A gente vai falar agora de um
- 1:56tema extremamente trágico e vamos nos arrepender dessa
- 1:59brincadeira que a gente fez aqui no começo.
- 2:01Uhum que é zumbi. Zumbi tem uma origem muito
- 2:04triste, cara, que basicamente, né, o zumbi, ele não nasceu no
- 2:07cinema, ele não nasceu, né, Na Na.
- 2:10Em livros e tal. Não é uma invenção da cultura
- 2:13pop, né? Ele é uma adaptação de uma
- 2:15parada religiosa mesmo, que é basicamente a origem através do
- 2:20vodu e o vodu. É muito importante a gente
- 2:23separar o que é o vodu e provavelmente a pronúncia.
- 2:28Não é assim, tá o vodu, que é uma religião, tá ligado uma
- 2:32religião? É, é, é.
- 2:35Sincretizada mesmo que veio da África e se misturou com o
- 2:39catolicismo nas Américas, lá no Haiti, especificamente, e o
- 2:42vodou, ele vai meio que ter uma versão não vou falar
- 2:46popularizada, mas uma versão meio que americanizada, que a
- 2:50gente conhece como vodu, que é VODOO.
- 2:53Que é o trocinho de eu pegar o teu bonequinho e ficar pá.
- 2:57É, não é sim, cravando. Eu faço isso eu faço.
- 3:00O vudu legal, o vudu ele é essa americanização ocidentalização,
- 3:06não sei como é que eu posso dizer de uma religião real e
- 3:10tal. É sincretizada que veio da
- 3:12África, que veio porque OOO, sincretismo religioso das
- 3:15pessoas que foram escravizadas aqui na América.
- 3:18Ele é uma misturona, né? E ele é meio que tipo assim,
- 3:21veio várias, porque muitas pessoas de diferentes regiões da
- 3:23África foram tudo é. Tudo é, não é?
- 3:27As coisas vão sendo. Não cultura, cultura?
- 3:30Não é Sério. Vai, vai né não.
- 3:32Cultura não, cara, é, é é lógico que tipo assim, cultura não é um
- 3:35negócio. Como é que eu posso dizer não?
- 3:38Não é tão legal assim quando as pessoas falam, mas OOOA
- 3:42realidade. O fato é que AA criação do vudu,
- 3:47do vudu, na verdade, né? E essa aí sim é um fato
- 3:51histórico e ela é traumática para caramba, porque essa
- 3:53religião nasceu por conta da escravidão, que, como eu estava
- 3:56falando, a galera sequestrava as pessoas da África de muitos
- 4:00lugares diferentes. Foi a África gigante.
- 4:02Uhum então vinha uma mistura de religião iorubá, banto chegou
- 4:07aqui Na Na América, no caso no Haiti, chegou aqui mistura com
- 4:11catolicismo, igual aqui no Brasil também, né?
- 4:14Candomblé, umbanda, é tudo uma mistura com traços católicos e
- 4:17tal. E também com traços indígenas,
- 4:19de religiões indígenas. E aí essa mistureba fez o vodou.
- 4:22E aí no vodou tem uma parada, que é o seguinte, o vodou, ele
- 4:27acredita, eu vou, eu vou pegar aqui a palavra exata para não
- 4:30falar besteira. Mas basicamente, a base
- 4:32religiosa do vodou acredita que as pessoas, o ser humano, tem 2
- 4:37elementos espirituais. Hum, o primeiro é o grosbonange.
- 4:42O grosbonange é uma energia vital que anima.
- 4:46O corpo que faz a gente se movimentar.
- 4:48Eu tenho grosbonej, eu tenho grossonej o meu é pela manhã meu
- 4:55grosso bonanj, ou quando tomo só 2 long neck, não muito mais que
- 5:03isso e tá calorzinho, sabe aí o grosso bonanj vem trica veio tá
- 5:08legal, tá vivo, sabe? Sim.
- 5:10Caraca, moleque, isso. Isso pegaria muito na em São
- 5:13Paulo, tá essa expressão aí, tá grosbonage grosbonage lá em
- 5:16cima, é? É verdade, cara.
- 5:18Então eu acho que é uma nossa função social popularizar esse
- 5:20tipo de coisa, né? Grosbonage, porque é parece uma
- 5:25palavra muito inventada, Do Nada, assim que que a gente
- 5:28criou. Não é existe, é Gross.
- 5:30Espaço Bon espaço Ang. É.
- 5:33Francês. Não é, mas é francês mesmo,
- 5:37porque o Haiti, ele foi colônia, né?
- 5:39Uma época é não necessariamente da França, mas ele foi.
- 5:42Ele tinha muitos franceses lá, então foi a na França.
- 5:46Porque o Haiti? É tão fodido, cara, cara.
- 5:50Tem várias explicações. Mas, tipo assim, ele, o Haiti
- 5:52parece um lugar muito fodido de economicamente e tudo assim,
- 5:56porque tá, tem vários lugares fodidos, mas assim o Haiti em
- 6:00particular parece. Mais fodido.
- 6:04Não sei se é a impressão que eu tenho por sempre ver as missões
- 6:07que o quando o Brasil vai ajudar alguém, sabe?
- 6:09É típico quando tu vê o mendigo ajudando outro mendigo, dando um
- 6:12plático mido. E é.
- 6:14Oo Haiti ele foi. Ele foi boicotado em peso por
- 6:18conta da revolução haitiana, né? Porque os haitianos se uniram.
- 6:22Os haitianos? Eles, porra, era mais de. 90 mas
- 6:25isso tipo, quando, quando isso? Século 18700 e falei da tesar
- 6:31que eu. 1791 no contexto da revolução francesa, porque os
- 6:36haitianos, eles ficaram vendo os franceses falando Liberdade,
- 6:40igualdade, fraternidade. E eles, beleza, mas eu sou
- 6:42escravizado. E aí, tá ligado?
- 6:44Como é que fica isso? Vai, é Liberdade, né?
- 6:46Pô, vai usar logo essa palavra, pô.
- 6:48E aí eles ficaram meio putos, e aí a ilha de San domingue, que
- 6:52vai ser o Haiti, depois, ela se revolta.
- 6:56E mete a porrada nos escravistas que tinham lá, né?
- 6:58Nos brancos que estavam escravizando a.
- 7:00Galera, e aí tomaram boicote de tudo, de tudo, que é coisa de.
- 7:03Tudo? Exatamente.
- 7:04Tomaram o boicote de tudo e por muito tempo o Haiti.
- 7:06Óbvio que, né? A gente está falando de uma ilha
- 7:08que vai ficar uma parte da ilha, né, que vai ficar muito.
- 7:12Como é que eu posso dizer instável politicamente, e as
- 7:15coisas vão sendo mais complexas do que isso.
- 7:18Mas não é absurdo afirmar que a origem da dos traumas haitianos.
- 7:24É, a gente tem na, na, na, na forma como a escravidão foi
- 7:27implantada lá. Porque, como eu falei, é papo no
- 7:29Brasil, tinham números muito altos de pessoas escravizadas
- 7:32convivendo com pessoas livres, tipo metade da população em
- 7:35alguns momentos, né? Século 19.
- 7:38E no caso do Haiti, a gente está falando de 90% da população.
- 7:43Pô. Muita gente escravizada, muita
- 7:46gente. Então, assim é, foram.
- 7:48Foram muitas. Como é que eu posso dizer?
- 7:51Foi um trauma muito grande mesmo, né?
- 7:53Então é óbvio que essas coisas vão demorar pra pra ser
- 7:55superadas e tal. Não é como se o mundo olhasse
- 7:58pra escravidão depois e falasse, pô, vamos tentar reparar os
- 8:02danos que cometemos. Nunca aconteceu isso, nunca vai
- 8:04acontecer. Então tem muita explicação
- 8:06histórica pra tudo. De ruim que acontece com esses
- 8:0810% aí devia ser quando quando liberou a galera, né?
- 8:13Devia ter 11 olhada. Estranha, né?
- 8:15Tipo, por que que logo tudo? Não, né, Brother?
- 8:17Que que? O que que tu fez para não ser
- 8:20escravizado? Tipo assim, devia ter o cara que
- 8:22foi. O cara que foi escravizado?
- 8:24Devia, devia. Devia ficar ruim No No contexto.
- 8:29É, não era branco, né? Os 10% que eu tô falando é de
- 8:32pessoas brancas que estavam aqui, europeus que estavam na
- 8:35América. Então, mas aí tá dizendo que
- 8:36toda a população do Haiti era escrava, 90%, 90%?
- 8:42É esse é, pô. É isso que eu estava tentando
- 8:43falar. E aí posso ter me expressado
- 8:45bem, mas aí vai ser isso que vai.
- 8:47Enfim. Alimentar a revolução haitiana,
- 8:51que é a primeira grande revolta aí escravizada das Américas, que
- 8:54é um evento muito importante e enfim, né?
- 8:57Nesse contexto, existia uma religião que é o vodu.
- 9:01Aliás, é o vodu. E eu gosto de separar, cara,
- 9:04porque o vodu ele começou como uma brincadeira, uma forma.
- 9:10Não, não, não. Ele começou como uma forma
- 9:12pejorativa de se referir às crenças.
- 9:15Só que, pô, passou o tempo, foi se tornando um bagulho, meio de
- 9:18autoafirmação também, tá ligado? A galera foi meio que tipo
- 9:21assim, abraçando. E hoje em dia existem
- 9:22comunidades vudus, tá ligado por todo.
- 9:25Nos Estados Unidos tem pra caramba também.
- 9:27Tipo, vários gays usam a palavra bicha, né?
- 9:30É tipo isso, é. É só que não sei se é porque o
- 9:33bicha ele desde o começo. Ele é muito pejorativo.
- 9:37Então o gudu não era no começo? Ah.
- 9:40Tá. Então é, é.
- 9:42Mas é uma linha tênue mesmo. O cara é um pouco confuso.
- 9:45E mas o que importa é entender que o vodou, que vai dar origem
- 9:48a terminologia vodu, é uma religião séria, que ficou muito
- 9:53tempo no Haiti, sendo uma manifestação de resistência da
- 9:56galera que estava sendo escravizada.
- 9:58E que vai, né? Dentro do vodu vai ter essas
- 10:01crenças que eu falei, que o ser humano vai ter 2 espíritos
- 10:04diferentes. Falando um, qual o outro?
- 10:06Espírito é exatamente na verdade, 2 elementos espirituais
- 10:09diferentes, o primeiro é o grosso monange.
- 10:12Que é a energia vital que anima o seu corpo, né?
- 10:14Você falou que acorda com o seu grosmonange lá no talo e é
- 10:17verdade. Monster do é um Monster
- 10:20grosmonange. É um monsterzinho, né?
- 10:22E tem o tibonange, que também pode ser chamado de petibonange,
- 10:26né, que é pequenitinho. O petibonange é o tibonange, ele
- 10:30é a consciência, a personalidade, o livre arbítrio
- 10:34do ser humano. Então você já consegue imaginar
- 10:37para onde que vai, né? Essa história.
- 10:39É energia, basicamente escolhas, assim é isso.
- 10:42É meio que o que forma o espírito humano é a movimentação
- 10:47dele. É isso que faz a gente se
- 10:48movimentar. Agora, bonange essa essa
- 10:51vitalidade, né? Acho.
- 10:52Que é, tu perde na depressão, né?
- 10:55Perde na depressão, tu morre, tu não tem mais, né?
- 10:57Então, e o ti bonanji, que é 11 espécie de AAAA Liberdade.
- 11:05Eu acho que no final a gente sempre tem que lembrar, e é por
- 11:07isso que eu falei que o episódio é meio trágico.
- 11:09Tá que a escravidão? Ela é a origem do conceito de
- 11:15zumbi, porque o tibonange, ele é algo que remete ao oposto da
- 11:20escravidão, que é a Liberdade, o livre arbítrio.
- 11:23Então, quando a rapaziada tinha o tibonange, quer dizer que eles
- 11:26não eram escravizados? Uhum perfeito.
- 11:29Por que que você pode levantar embora você pode fazer tal
- 11:32coisa? Quando você é escravizado, você
- 11:34não pode. Então você vê como é que é
- 11:35importante para a sociedade haitiana e para a religião
- 11:38haitiana, o judô. É a escravidão.
- 11:40É um troço tão óbvio, né? Pô, tá sendo escravizado, uma
- 11:42galera em volta de vocês, sendo escravizada séculos e pessoas
- 11:45sendo escravizadas. E isso formou isso, ajudou a
- 11:47formar essa crença nessas nesses elementos espirituais.
- 11:52E tem um ponto crucial ainda para ficar ainda mais em
- 11:56paralelo com a escravidão que o tibonange.
- 11:59Ele poderia ser capturado? Hum.
- 12:03Se você e aí varia, né? Enfim, varia bastante.
- 12:07Mas existem algumas crianças que falavam se você envenenasse uma
- 12:09pessoa com determinadas plantas, e aí ela meio que morria, mas
- 12:13não morria, entrava em coma. Outras acreditam que todo mundo,
- 12:17quando morre, o espírito para sair do os 2 espíritos, né?
- 12:21Para sair do corpo, eles demoram um tempo.
- 12:23E aí nesse meio tempo, se chegar alguém.
- 12:26Que conheça, né? Da religião do rodou.
- 12:29E capturar com uma garrafa é com uma garrafa, inclusive uhum
- 12:32capturar o seu tibonange. Essa pessoa vai se tornar um
- 12:35zumbi e você vai ser a mestra dela.
- 12:38E aí tem umas garrafas cheia de espírito.
- 12:42Sim, 6 2 l, né? Então todo fácil.
- 12:45Eu? Acho que não tem.
- 12:46Eu acho que não tinha essa divisão por ml.
- 12:48Eu acho que tibonange não é. Acho que é outra.
- 12:50Medida é melhor capturar a garrafa é pequena então, né?
- 12:53E aí não ocupa muito espaço, pega vários espíritos, mas mesma
- 12:56caixinha assim. Perfeito.
- 12:59Então o zumbi, né? É no sentido original, não tem a
- 13:05ver com morto vivo, tá ligado? Ele tem a ver, pelo menos não no
- 13:09sentido biológico, né? Mas ele tem a ver com OA.
- 13:13Autonomia o zumbi é um ser sem autonomia.
- 13:18Que pode estar vivo ou morto. Pode estar vivo?
- 13:21Não, não, não. Teoricamente ele está morto, mas
- 13:23espiritualmente, entendeu? Porque ele perdeu parte do seu
- 13:28espírito. Ele ainda tem o outro.
- 13:31Como é que é o nome do outro que é para não.
- 13:33Falar besteira o. Crozbonange o crozmonogenio
- 13:35ainda tem, porque ele ainda se movimenta e tal, mas ele perdeu
- 13:39totalmente a sua autonomia, tá ligado?
- 13:41Sobre o seu livre arbítrio, sua Liberdade.
- 13:44E aí a questão é essa, né? Para você ver como é que é
- 13:45importante quando uma pessoa perde o seu livre arbítrio.
- 13:50Quando ela deixa de poder ir pra lá e pra cá com a sua própria
- 13:53vontade, né, não obedece mais alguma coisa.
- 13:55Ela decide ir pra lá, decide pra cá fazer tal coisa, não fazer
- 13:58tal coisa, ela deixa de ser 11, ser humano.
- 14:02Então olha como é que a escravidão é pesada pra galera,
- 14:05tá ligado? Porque eles enxergavam de certa
- 14:07forma, né, que uma pessoa escravizada deixava de ser uma.
- 14:11Pessoa tem tem um nome. Não sei se talvez eu não saiba,
- 14:14né? Mas o nome de quem captura.
- 14:17Essa individualidade da pessoa. É esse.
- 14:20Basicamente eram pessoas do do rodou que tinham, como é que eu
- 14:26posso dizer? Tinham conhecimento.
- 14:28E aí existem algumas terminologias que são meio
- 14:30pejorativas, como bocó. O bocó é uma espécie de
- 14:33feiticeiro que entende e consegue fazer ali, ou através
- 14:39de ervas, ou através de encantamentos, magias,
- 14:42inteligência artificial. O tibonange é.
- 14:46Inteligência artificial e aí ele consegue capturar, então assim é
- 14:50porque só para você entender claramente, aqui ele não tá
- 14:54falando que o branco escravista faz isso.
- 14:57Ele tá, é, é, é. Clica em cara.
- 15:02O haitiano hipotético que eu tô falando aqui, o haitiano
- 15:05hipotético, ele tá é é explicando espiritualmente a
- 15:10escravidão, tá ligado? Tá dando um sentido.
- 15:15Pra tudo aquilo que tá acontecendo, tipo assim, não.
- 15:17As pessoas são escravizadas porque a gente tem livre
- 15:20arbítrio. Quando a gente pede livre
- 15:21arbítrio, que é o pior destino que nós temos.
- 15:23E outra coisa, não menos importante, tem a parada que
- 15:26tipo? Assim o Alexandre de Moraes fez
- 15:28com o nosso Capitão exatamente assim ele tirou Oo crossmonage
- 15:36timonage do do do Capim monage não é monange não é monange que
- 15:41eu tô pensando não na minha cabeça, é.
- 15:44Bom, né? Ah, porque eu tô pensando porque
- 15:47pra eu lembrar das palavras eu penso na cachorro grande, na
- 15:50banda que tem o que tem o gros que tá a guitarra gros e eu
- 15:54penso na Xuxa, cachorro grande com a Xuxa que é a monange
- 15:57Gross, monage, mas agora agora tu me complicou.
- 16:01Mas tudo bem pensar série b, Grêmio.
- 16:07Batalhas da Xuxa na série b é, imagina a Xuxa na série?
- 16:11B é cachorro grande e a Xuxa na série b?
- 16:14Gross, bonanji, tá, beleza, assim como coisa legal funciona
- 16:18aqui dentro, tá? Bom, tá bom, tá bom, que legal,
- 16:22Alexandre. Mas muito bem, como tá falando
- 16:24isso tudo é para falar de escravidão, né?
- 16:27Um destino tão ruim e existia um medo haitiano e, aliás, do vodô
- 16:33em geral, né? Porque o vodô ele não vai ser só
- 16:35praticado no Haiti, é, mas é claramente a origem.
- 16:39Que que depois que você morresse, existia um destino
- 16:42pior do que a morte? Hum.
- 16:44Que é você continuar sendo escravizado.
- 16:48Olha que doideira. Que tipo assim, a galera tava
- 16:50sendo escravizada e aí falava, já pensou se a gente morre?
- 16:53A gente continua escravizado, Mano, e aí, vai criar esse
- 16:56grande medo de se tornar um zumbi, tá ligado?
- 17:00E essa criatura aí é assustadora, que fala de
- 17:03escravidão no pós vida porque. Aí é sacanagem, aí é sacanagem.
- 17:08Aí é. Sim, por isso que é um é um.
- 17:10É um destino tão enfadonho, né? É um destino tão desagradável
- 17:14mesmo para essa rapaziada. Então é louco, né?
- 17:16Agora está vendo como é que é bad o assunto, como é que muda?
- 17:19OOO tema, você começa a ver o Walking Dead, os cara brincando,
- 17:22mata zumbi, tipo a origem mal pesada, tá?
- 17:24Ligado, Ah, as coisas não, não dá, as coisas mudam, a vida é
- 17:28mutável. Olha o beija flor, né, cara?
- 17:31É mutável. Beija flor, vira uma lagartixa
- 17:34depois de um tempo, não entende nada de biologia.
- 17:36E vira um dragão, né, depois lagartixa.
- 17:40Tá, então beleza, o gudu a gente entendeu pelo Alexandre de
- 17:44Moraes e o nosso Capitão, o nosso Capitão tu vai na pós
- 17:49vida, tu pior lugar acorda No No na setor de verduras do do dia
- 17:54tu acorda da pior forma possível e que segue sendo escravo, né?
- 17:58É isso e segue sendo escravo, que é a coisa mais assustadora
- 18:01para a rapaziada, né? É importante só para
- 18:03contextualizar que a ilha de São Domingos, que é o Haiti
- 18:08colonial, ele basicamente era a colônia mais lucrativa do mundo
- 18:14naquela época. Ou que produzia café, tabaco,
- 18:18açúcar e esses produtos, nesse contexto, estavam sendo muito
- 18:22pedidos nos Estados Unidos. E aí por conta disso, né?
- 18:25As pessoas que estavam sendo escravizadas, tratadas como
- 18:28objetos, como propriedade, elas eram muito lucrativas pra
- 18:32galera, né? Por isso que eu ficava
- 18:33aumentando, aumentando cada vez mais o número de pessoas
- 18:35escravizadas. Chegou no ponto que entrou em
- 18:37ebulição, né? Tipo, botou gente demais, a
- 18:40situação ficou tão pesada, cara, inclusive pra quem gosta, pra
- 18:45quem é mais nerdola que nem eu tenho a melhor representação do
- 18:48vudu, melhor, enfim, né? Mas precisa?
- 18:53Não digo mais precisa, mas o que eu achei mais foda tá que é a do
- 18:57Castlevania. Castlevania é locketurne é 11
- 19:00desenho que tá na Netflix e tem uma personagem que se eu não me
- 19:04engano ela é é ogum, defende ela é muito foda assim a personagem
- 19:09e ela mata vampiro cara, é muito maneiro e tem uma representação
- 19:13do vudu haitiano e é muito foda, pode ver, tá na Netflix,
- 19:17Castlevania é nock Turner, eu adoro Castlevania, eu sou muito
- 19:19paga pau. Mas aí, Alexandre Henrique, o
- 19:22que acontece? Os zumbis, eles então são uma
- 19:25metáfora pra escravidão africana nas Américas, né?
- 19:29Como a gente tava comentando aqui, o zumbi representa a perda
- 19:32de identidade, de autonomia, ele representa, enfim, o ser humano
- 19:38sem Liberdade. O zumbi, ele traz o medo de você
- 19:42não ter Liberdade até depois que você morrer, tá ligado?
- 19:45De tão Sério, podemos assim dizer que é a parada.
- 19:48E aí, beleza, né? Alguns.
- 19:51Acadêmicos eu trouxe um estudo que é do mito haitiano.
- 19:55Espera aí, deixa eu pegar o nome do estudo certinho, o mito
- 19:58haitiano e a identidade Moderna. Cadê ele aqui, ó?
- 20:02Eu baixei várias vezes, que é da universidade tecnológica de
- 20:06Michigan, o cat Thomas. Eu acho que é assim que
- 20:09pronuncia o nome dele. Ele fala que o zumbi é a
- 20:11manifestação cultural do trauma coletivo da escravidão haitiana.
- 20:17Então a origem do do zumbi é. Uma é trauma.
- 20:23Tá. Ligado, criar um zumbi pra
- 20:25explicar um trauma? A isso aí parece muito algo que
- 20:28vai ser trama do filme da a 24 assim que é que é sempre pra
- 20:32explicar um trauma que usa muito terror pra explicar trauma
- 20:35assim, né? Tipo os filmes.
- 20:38Por exemplo, hereditário é sobre a hereditariedade das doenças
- 20:42mentais da de pasta de família, tipo de EE.
- 20:46Eles tem muito essa parada assim.
- 20:48É em mais de um filme, né? O ariast lá, que é o que é o
- 20:51Brother que fez aristar e fez outros filmes por lá, faz isso
- 20:54bastante assim. Mas como isso deu Salto pra é
- 21:01pra pra comer, cérebro. Aliás, é zumbi come cérebro,
- 21:05mais cérebro tem uma dieta. Mais específica?
- 21:08Depende, né? Da criação do zumbi, né?
- 21:11Tipo, você vai ver que vai mudar muito, né?
- 21:13O tal do Salto que você falou pra gente, aí ele é justamente.
- 21:18Como é que eu posso dizer? Muita Liberdade criativa, né?
- 21:21Do Jorge Romero, né? Belo gozi depois, né?
- 21:25Enfim, vai ser uma parada muito importante entender que no final
- 21:29de todo esse trauma, tinha lá na ponta uma águia dos Estados
- 21:33Unidos falando dá para ganhar dinheiro aí.
- 21:36Então o imperialismo norte americano chegou em 1915 e
- 21:39basicamente o Haiti vai ser invadido pelos Estados Unidos, e
- 21:42o argumento dos Estados Unidos é um argumento muito bom, cara,
- 21:45argumento muito. É, é como é que eu posso dizer?
- 21:50Levar a democracia? Incompreensível é?
- 21:52Não, não. Basicamente, eu anotei aqui o
- 21:54presidente woodral Wilson. Ele falou que eles invadiram o
- 21:59Haiti em 1915 para proteger os interesses norte americanos e
- 22:01estrangeiros. Pô, ele não meteu nenhum nenhuma
- 22:05desculpa, né? Pelo menos então isso no começo,
- 22:08não, isso foi no começo. Só que aí AA opinião pública foi
- 22:11tipo assim, cara, porra, para Mano, por que que você tá
- 22:14fazendo isso? Tá ligado aí?
- 22:15Não, não, não foi exatamente isso que eu quis dizer, não.
- 22:17O que eu quis dizer foi, eu fui lá fazer uma missão de pais e
- 22:20restabelecimento da ordem e que não tem nada a ver com quais,
- 22:24com quaisquer negociações diplomáticas do passado ou do
- 22:28futuro. Basicamente, o Haiti ele estava,
- 22:32tinha uma elite alemã inclusive lá.
- 22:35Que era pouca gente. Algumas centenas de pessoas que
- 22:37estavam negociando, que estavam fazendo acordos com com os
- 22:42haitianos em si, né? Os nativos e eles estavam meio
- 22:46que cada vez mais ganhando grana.
- 22:47Estava cada vez mais se envolvendo com a política local,
- 22:50financiando um lado que tinha muitas.
- 22:52É, é tretas políticas do próprio Haiti nessa época, né?
- 22:55Depois da Independência. E os Estados Unidos chegaram lá,
- 22:58falaram assim, cara, a nossa empresa, sugar company.
- 23:01Ela está ameaçada de ser estatizada de ser, enfim, está
- 23:04ameaçada, né, segundo o Woody Wilson?
- 23:06E para isso eles foram lá e invadiram o Haiti.
- 23:09E essa é mais uma parte da sua pergunta no começo, né?
- 23:12Por que que o Haiti é tão pobre, né?
- 23:141915 Estados Unidos estava lá garantindo que a sugar company,
- 23:16a empresa do a companhia do açúcar, garantisse os seus,
- 23:20tivesse os seus lucros garantidos.
- 23:23Cara, eu vi 11 vídeo. Tu já deve saber de 99% desse
- 23:28vídeo, mas do John Johnny Harris, que é um cara que eu
- 23:31gosto muito, inclusive a gente já já indiquei ele aqui.
- 23:34Ele faz vídeos muito interessantes de história
- 23:37política Internacional, EE, coisas mais casuais também.
- 23:40Mas ele tem um principais invasões dos Estados Unidos nos
- 23:45últimos 200 anos assim. E aí, cara, primeiro que tem
- 23:49muito lugar assim, tipo, meio que invadiu tudo assim.
- 23:53E as EE, os motivos? É muito foda assim.
- 23:56E essa parada de produção de açúcar aí tem uma galera que
- 23:59invadiu produção de banana, aí tem que invadiu porque a
- 24:02produção de é tudo, só questões comerciais assim.
- 24:05Esse vídeo é muito legal porque ele explica todas as as questões
- 24:08comerciais e as motivações de de invasão da história assim e é
- 24:15muito louco, cara, é muito louco como?
- 24:18Enfim, não, não que. São muitos produtos específicos
- 24:22assim, é muito uma companhia de putz, a gente faz maçã, sei lá,
- 24:27e lá, pô, na Colômbia tá rolando um bagulho, vai de lá porque tem
- 24:31um concorrente, EEE. É isso que é.
- 24:36É muito o que rolou no do petróleo, sei lá, nos últimos 30
- 24:39anos. Só que pra trás era fruta ou,
- 24:43sei lá, alguma outra coisa assim.
- 24:45Mas o contexto do. Do do imperialismo norte
- 24:49americano que a gente. Estuda normalmente.
- 24:51É o contexto do da guerra fria, né?
- 24:54Que Ah não, porque a rapaziada vai transformar OOO, vai
- 24:59transformar OOA América em comunista.
- 25:02E a gente tem que, né? Enfim, fazer umas umas umas
- 25:05invasõezinhas aqui ou ali para garantir a democracia.
- 25:07Mas, cara, já aconteciam invasões dos Estados Unidos
- 25:12muito antes, cara. E aí no livro, no livro não
- 25:15desculpa, no jogo que eu que eu estou fazendo um jogo de
- 25:17Tabuleiro. O imperialismo América, que
- 25:18inclusive voltou agora está com o financiamento coletivo no ar
- 25:21de novo, uma pós campanha, tem alguns, é, é, é, tem algumas
- 25:27cartas aqui. O monopólio do açúcar, que
- 25:29remete a antes da guerra fria, República das bananas o conceito
- 25:33de República das bananas, que é uma expressão, né, hoje em dia é
- 25:35porque era uma República que a empresa.
- 25:39Que era frut company, que é uma empresa de frutas
- 25:41especificamente, né? Ela era muito forte, muito
- 25:44poderosa, muito importante dentro do contexto da da daquele
- 25:47país que Oo estado, o governo era irrelevante, o que importava
- 25:52mesmo era era era a empresa. Então a República das bananas é
- 25:55falar que era uma República muito frágil e que quem mandava
- 25:58era a frut company. São vários exemplos, cara,
- 26:01quando a gente fala de imperialismo norte americano,
- 26:03óbvio que a gente fala principalmente de guerra fria,
- 26:07mas não Mano. Muito anterior a Segunda Guerra
- 26:09Mundial, AA primeira guerra mundial já tinha imperialismo.
- 26:12Tá, mas é. É impressionante o número.
- 26:14O número é de invasões assim, porque não, não é 5 assim.
- 26:19Não é tipo não, não. É papo de centena.
- 26:22É e é muito bom assim, cara um. E é umas parada meio na cara
- 26:27dura assim não, porque assim quando rola Oo Iraque lá, eu dou
- 26:31uma respeitada e diz, pô, tem uma, estão fazendo uma bomba.
- 26:34Não achei, mas você estava fazendo uma.
- 26:35Tem uma bomba lá. Mas daí os caras nem tentam,
- 26:38velho. É tipo não.
- 26:39E assim, você sabe que, por exemplo, Oo não tinha bomba
- 26:42nenhuma, né? Só pra ficar claro que no Iraque
- 26:45tinha porra nenhuma, que nunca encontraram nada, arma de
- 26:47destruição em massa, essas parada é tudo.
- 26:49Desculpa, é que nem o. O.
- 26:52Maduro, pô, que o papo era não, ele está envolvido com o tráfico
- 26:55e aí já desistiram porque não encontraram nenhuma prova.
- 26:58Eles falaram que tem o cartel de Los sólis, que era o cartel que
- 27:01o Maduro estaria envolvido. Nem existe essa porra.
- 27:05Tá ligado? Era um negócio inventado, mas
- 27:07desculpa, muito mal feita, é. É então, mas é essa parada do do
- 27:13Maduro. Eu acho que eles voltaram a
- 27:15escancarar porque assim, né, na coletiva de imprensa já não.
- 27:18A gente foi pegar o petróleo dos cara velho, era, era, mas não
- 27:21rolou, tipo assim, o bagulho do Maduro na foi muito na cara,
- 27:25porque eu acho que, por exemplo, o Iraque, a galera ficava, não
- 27:28tem bomba lá, tem. Eu acho que do Maduro voltou,
- 27:31teve um resgate de não velho. Nós vamos pegar o petróleo,
- 27:34cara, sim, Estados Unidos. E é isso aí.
- 27:37E. Cara, mas é porque o que fica
- 27:40para memória oficial, não é isso não é um vídeo do Trump falando
- 27:45petróleo, petróleo e petróleo o tempo todo.
- 27:46O que fica para memória oficial é o que tá no documento da
- 27:49invasão. E o que tá no documento é o que
- 27:51não OOO, ele é um ditador que tá envolvido com tráfico de drogas,
- 27:56tá ligado? E nem tá falando que o cara é um
- 27:57democrata, tá ligado? Não, o que ajuda, o que ajuda é
- 28:00que o cara é um desgraçado, né? Isso ajuda discussão, o
- 28:03argumento. A discussão, e perfeitamente a
- 28:06discussão não é o Maduro é um bom líder, não é essa a
- 28:08discussão é 11 cara que que as eleições foram limpas, não é
- 28:12essa a discussão. Eleições foram questionadas pra
- 28:14caramba e é bem possível que elas tenham sido fraudadas, só
- 28:18que, né? Os Estados Unidos olhar para
- 28:21isso e falar, dá para ganhar petróleo aí isso aí é uma outra
- 28:24parada, né? Enfim, né, cara?
- 28:26A história do zumbi quem estava falando tem a ver com os Estados
- 28:29Unidos chegando e transformando a cultura africana naquilo que o
- 28:35Edward side, que é 11, historiador muito importante,
- 28:38ele fala no livro orientalismo, né?
- 28:40Que ele transforma aquilo toda aquela cultura em algo exótico,
- 28:45em algo místico, em algo esotérico.
- 28:48Está ligado. Gostou do dedinho, algo
- 28:50esotérico, esse exoterismo, obrigado, esse exoterismo.
- 28:55Ele é muito importante pra porque em 1929 vai ter um cara
- 28:58chamado William cibrook, que vai publicar um livro chamado the
- 29:01Magic Island. E nesse livro ele vai contar as
- 29:04próprias histórias dele dentro do Haiti, né, onde já era 111,
- 29:07colônia dos Estados Unidos. E ali ele vai falar sobre zumbi,
- 29:11né, sobre o conceito, e vai dar aquela americanizada, aquela
- 29:13lente, né, dos Estados Unidos, em cima da cultura do outro.
- 29:18E vai, ó, evidentemente, chamar tudo aquilo de demônio, daquelas
- 29:21coisas, né? Loucas, né?
- 29:22O zumbi. Chega ao público norte americano
- 29:27através desse cara e já totalmente distorcido.
- 29:30Não demorou muito tempo para que, em 1932, lance o primeiro
- 29:32filme de zumbi da história com o Belo Lugosi.
- 29:34Que eu falei com você que é o the White Zombie?
- 29:39Ó, e aí ele já era um era, era um zumbi só White.
- 29:46Zumbi não, eu não assisti. Eu não assisti o filme, mas
- 29:49basicamente o zumbi branco, né? Acho que já já está bem claro
- 29:53para onde que isso vai, né? Pô, é importante lembrar também
- 29:56que a década de 30 é a década do do da kq estourando nos Estados
- 30:01Unidos, né? Então assim os caras falam, pô,
- 30:02esse filme que é bom, né? Sem ideologia.
- 30:05Mas ó, mas aí botou o zumbi branco.
- 30:07Tu. Tu acha errado?
- 30:08Botou o zumbi branco, botou o vilão.
- 30:10Branco. Mas botou o vilão como um homem
- 30:13branco. Não é vilão, o zumbi não é o
- 30:16vilão. Não, cara, o zumbi é um.
- 30:18Cara, olha o Walking 10 torcendo pro zumbi, véi.
- 30:24É um zumbi branco, o filme zumbi branco.
- 30:27E ele fala pai de apelido, o zumbi.
- 30:32O zumbi branco, né, Alexandre? The White zumbi níquel tem um.
- 30:37Brother do do glúten no UFC, que é se aposentou, que eu lutou com
- 30:41Aldo, que é o corean zumbi. Que eu acho maneiro, muito foda,
- 30:45maneiro mesmo é. Faz sentido no contexto da luta,
- 30:48né? Porque o zumbi não sente dor.
- 30:49É, não. E ele realmente ele vai indo.
- 30:51Se é o bagulho de ir pra frente, meio lento, assim, meio tem.
- 30:55Tem alguns, uma galera que que luta assim, né?
- 30:58Maneiro, maneiro. Mas o lance do filme White
- 31:00Zombie é sobre primeiro que o zumbi é a primeira vez que vai
- 31:04pro filme, né? Vai pro cinema.
- 31:05E o zumbi, ele não é um zumbi que, né?
- 31:09Enfim, você transforma por conta de uma doença, por conta de um
- 31:13vírus, por conta de alguma coisa.
- 31:15O que faz a pessoa virar zumbi? A magia.
- 31:17O Belo gosi, inclusive o personagem dele, que vai lá e
- 31:20transforma a pessoa em zumbi. Ele que que que faz essa parada
- 31:25acontecer? Eu eu gosto do conceito de eu vi
- 31:28uma vez um cara falando sobre feitiços e magias, né?
- 31:31Que é meio que ele acredita nisso, só que de outra forma,
- 31:36uma forma do do tipo assim, pô, eu jogar um feitiço em ti que
- 31:40assim tu tu vendo um o Maguinho fala lá, me leva não, e aí minha
- 31:44mão? E aí a pessoa vira um jacaré.
- 31:47E isso é uma, sei lá, 11 explicação é pra pra falar, por
- 31:54exemplo, assim, eu vou jogar no feitio em ti, tá, Vitinho, eu
- 31:56falo, chego pra ti e digo, pô, sabia que todo mundo te odeia?
- 32:01Que tu é muito? Palha e feia.
- 32:03E aí na minha cabeça isso. Fica na tua cabeça e tu fica te
- 32:06sentindo dessa forma. É muito lance de psicologia
- 32:11assim e eu acho isso muito foda essa essa ideia, né?
- 32:13Que cara. Tem uns feitiço, né?
- 32:16A gente conhece umas pessoas que são uns feiticeiro de de
- 32:19diferentes formas. Assim que o cara falam uns
- 32:21troço, tu fica super. Tu não esquece daquele elogio
- 32:23por muito tempo e aquilo te faz super bem ou ou ofensa é e eu e
- 32:29eu fiquei pensando muito nisso, cara, é os cara, tá certo?
- 32:33Existe feitiço, né? E ainda mais quando a pessoa,
- 32:37ela tem uma espécie de autoridade espiritual.
- 32:41É, tá ligado? Tipo assim, eu sou o mago da da
- 32:43galera, que assim imagina a gente há 10000 anos atrás.
- 32:46E eu sou O Feiticeiro. Eu ouço vozes, eu sou em aí,
- 32:49posso ser só esquizofrênico, mas eu sou O Feiticeiro, eu ouço
- 32:52vozes. E aí eu falo, cara, você vai ser
- 32:55OOOO. Ninguém aqui do do nosso grupo
- 32:58vai querer você, porque você vai ser a partir de hoje, você na
- 33:00metade homem, metade bicho. Tá ligado?
- 33:02E você? Caraca, pô, se o cara da
- 33:04autoridade falou que eu sou metade, bicho, então posso
- 33:06metade. Bicho, cara, eu acho que essa e
- 33:08essa autoridade, a gente que cria os feiticeiros, né?
- 33:10Porque, por exemplo, tu criou. Nós isso.
- 33:14Não, a gente cria os feiticeiros também.
- 33:16Por exemplo, tu criou, já criou na tua cabeça O Feiticeiro Mano
- 33:20Brown, né? Porque se o Mano Brown chegar
- 33:23para ti e falar, eu, teu trabalho é muito importante,
- 33:26mudou a minha vida. Cara, como é como como tu vai te
- 33:30sentir a partir da como a tua vida vai mudar, né?
- 33:33A partir de de 10 palavras, sei lá, EE aí pensa, tem várias
- 33:38pessoas que tu criou como feiticeiros na tua volta, assim
- 33:41é pra coisas legais e pra coisas ruins.
- 33:45Enfim, eu acho interessante isso e eu vim disso.
- 33:49Eu espero ser um feiticeiro na vida de vocês.
- 33:52Vai dar tudo errado? Tá bom?
- 33:55Vamos jogar o feitiço, vamos jogar o feitiço ruim pelos pelos
- 33:58ouvintes. Não ruim, não vamos.
- 33:59Deixar eles triste? Vamos deixar eles.
- 34:01Eu já sei que eu vou fazer com a cabeça do ouvinte agora que vai
- 34:04destruir a cabeça do ouvinte, que isso vai fazer ouvinte.
- 34:07Um exercício de visualização fecha teu olho agora e visualiza
- 34:11o momento da concepção. Onde teu pai e a tua mamãe tava
- 34:19lá? Hã.
- 34:21Fica, visualiza, saiu do saquinho do papai?
- 34:24É. E aí visualiza.
- 34:26Visualiza a tua, a tua mamãe com o pé no rosto.
- 34:30Eu quero traumatizar, eu quero traumatizar o ouvinte.
- 34:33Para, cara, não precisa. Não precisa, tá?
- 34:35Vamos lá. Está sendo interrompido o seu
- 34:39podcast agora para falar de algo muito importante, o nosso apoia
- 34:43se. E eu sei que você está se
- 34:46encolhendo com esse dinheiro aí. Não quer dividir, não quer
- 34:49dividir. E aí o que que acontece?
- 34:51Já aconteceu na França, já teve episódio sobre isso, cabeças
- 34:54rolam, isso não distribui a renda, né?
- 34:57É, então vamos apoiar. Eu fiz a referência histórica.
- 35:00Gostou? Não gostei, gostei, gostei é,
- 35:03entendi muito bem, mas gostei. É, sei lá, apoia.se barra
- 35:08história para os Brothers. Vai lá e apoia esse podcast, faz
- 35:11esse podcast chegar aí mais gente.
- 35:13Faz a gente poder comer bife, faz a gente poder juntar
- 35:16dinheiro para ir para a Disney. Ajuda, ajuda.
- 35:18Esse podcast é lá a partir de 15 BRL, tu já recebe o chorinho,
- 35:23que é um conteúdo exclusivo depois do que a gente grava logo
- 35:26na sequência do episódio, que é um episódiozinho mais curto, de
- 35:2815 minutos, às vezes mais vezes menos.
- 35:31E depois tem um teer de 25 BRL que aí tu já tu já também faz
- 35:36parte do nosso grupo de WhatsApp que ZAP ZAP muitas vezes é chato
- 35:40pra caralho, mas às vezes é legal, né?
- 35:41Não, não é chato pra. Caralho, às vezes é que as.
- 35:43Crianças as crianças conversa muito, as crianças conversa
- 35:47muito. As crianças começaram.
- 35:48O Ezequiel não cala a boca, cara, então?
- 35:50Assim, tudo bem? E tenho também OA partir de 50
- 35:55BRL cara, 50 BRL que acontece. A gente lê teu nome no final, ó,
- 35:59muito legal, ó. Não, não é maneiro.
- 36:02Porque a gente tipo a pessoa, ela gosta do nosso trabalho.
- 36:04A gente fala o nome dela, faz piadinha do nome dela.
- 36:07Quem ajuda a gente é porque gosta, cara, é porque gosta do
- 36:09podcast, não é? Obrigado vai pelas que apoia a
- 36:12gente. É por amor, cara, é por amor.
- 36:14É, isso daí é brincadeira, né? Vocês se conhecem.
- 36:16Gente, a gente nunca vai trair vocês, apoia nunca.
- 36:19Nunca iremos para outro podcast sem abandonar isso aqui.
- 36:21Barra história para os brothersapoia.se barra história
- 36:24para os Brothers, vem com a gente.
- 36:28Vem. Um seguir o tema aqui.
- 36:31Um seguir o tema aqui, milha é muito chato.
- 36:33EX tá bom, em 1932, no wite zumbi é lançado, Belo Lugosi
- 36:36interpreta, eu tenho o nome aqui do cara é o Belo, agora
- 36:41interpreta o murder Legend re, acho que é assim que é, 11 mago,
- 36:45né? Uma espécie de mago aí que a
- 36:48gente estava comentando. Ele faz uma magia, transforma
- 36:49algumas pessoas em em zumbis e são pessoas brancas.
- 36:57Ele usa, é uma forma até de enfim vitimizar, OOOO,
- 37:05escravizado através da vitimização branca, tá ligado?
- 37:09Tipo assim, calma, calma aí. Tipo assim, não é vitimizar?
- 37:13Acho que não é a palavra certa, mas de é, porque denunciar
- 37:16também não é a palavra. Mas ele explica a escravidão
- 37:18dessa forma, quando ele transforma pessoas brancas em
- 37:22escravos e aí, e não em escravos em zumbis, mas faz paralelas com
- 37:25o escravo, enfim. Uma forma de você reentender a
- 37:29própria escravidão? Ó como é ruim, ó como é ruim
- 37:31quando é contigo, é. Isso isso é lembrando que os
- 37:34Estados Unidos nessa época já não tinha escravidão, 1932 era
- 37:36AO país da Liberdade. É, mas não.
- 37:40Mas não tanto assim, né? Devia ser meio ruim.
- 37:42Meio pouco era branco, né? Meio pouco, né?
- 37:44Ué, Liberdade. O cara negro não votava, pô, tá
- 37:47ligado? A jovem democracia estadunidense
- 37:49usa essa frase, vagabundo fica muito puto, tá jovem democracia,
- 37:53porque os negros começaram a votar na década de 60.
- 37:56Então tem pouco tempo de democracia plena, né?
- 37:59Muito bem, Alexandre. Mas eles não os negros não
- 38:04votavam para nada nos estados. Unidos é que existiam regras é
- 38:07que existiam regras de votação local que tá ligado tão
- 38:11específicas, e também as as regras de segregação racial nas
- 38:15leis jing Crow, que impediam na prática a grande maioria das
- 38:19pessoas negras de votarem. Tá ligado?
- 38:21Então foi é meio que claramente um joguete.
- 38:25É, é. É institucional para boicotar o
- 38:29voto das pessoas negras. É isso que acontecia até chegar
- 38:32a Martin Luther King, até chegar Malcolm X, aquela galera Rosa
- 38:35Parks e tocaria o terror com as leis.
- 38:38É, é dos direitos civis. Martin Luther King era bem
- 38:41baixinho, sabia? Baixinho.
- 38:43É, eu, eu vi, eu vi 11 cara falando sobre isso.
- 38:48Eu não, não sabia. Enfim, não tem nada a ver com o
- 38:52tema, mas só trazer informação, né?
- 38:55Muito obrigado. Bem, 1968 chegou Jorge Romero e
- 38:58ele mudou a história do cinema inteiro, né?
- 39:01Ele vai pegar o conceito de zumbi que já tinha em algumas
- 39:06décadas, que foi apresentado. E ele vai falar de noite dos
- 39:09mortos vivos, né? The Night Of the leve in dad e o
- 39:14filme. Ele não explica exatamente a
- 39:16origem do zumbi, mas ele sugere algo como uma radiação.
- 39:22Espacial, tá ligado? Que veio e transformou as
- 39:25pessoas em zumbis. E aí daí pra frente, cara, o
- 39:29zumbi, ele é completamente diferente do que a gente tá
- 39:32falando até agora no episódio. Ele é só essa parada que quer
- 39:35começar e fica indo atrás do da galera, tá ligado?
- 39:39E. Ele é lento.
- 39:39Ele é lento. Ele é um pouco mais inteligente
- 39:43do que os zumbis do The Walking Dead.
- 39:44E é isso, cara. Esse vai ser a origem do zumbi,
- 39:48como a gente conhece. Aí é o zumbi.
- 39:49Ele vai sendo adaptado, né? E aí é interessante perceber que
- 39:52os zumbis, de certa forma, eles vão significar um espelho da
- 39:57sociedade, porque a gente está falando de uma radiação na
- 40:00guerra fria. Olha aí, então o zumbi, ele é
- 40:05sempre algo como é que eu posso dizer?
- 40:09Ele é uma criação coletiva, adaptação, né?
- 40:11De um grande medo que as pessoas têm, saca?
- 40:15O destino de terminar como um zumbi.
- 40:17Ele é muitas vezes um destino de.
- 40:20Um grande medo da sua própria época, né?
- 40:22Evidentemente que na época da origem do zumbi, através dos
- 40:24rodolce, a gente tá falando de escravidão.
- 40:27No caso do do do Jorge Romero, a gente tá falando já de guerra
- 40:32nuclear. É tipo o Godzilla e a bomba
- 40:35atômica assim, né? Sim, de certa forma, sim.
- 40:38É algo bem comum. E aí depois, quando na década de
- 40:429080, acho que já começa que é esse zumbi por motivações.
- 40:48Biológicas, no sentido de vírus mesmo, a gente já está falando.
- 40:52Que é possível, né? Pandemia.
- 40:53Acho que é. Possível é, tem, não é?
- 40:55Possível, cara, que que tu acredita se se existir zumbi?
- 40:59Hum, qual seria a tua aposta de puts?
- 41:01Foi por isso? Cara, mas que que como é que o
- 41:04como é que se existir? Zumbi não, por exemplo.
- 41:06Assim ó, não começou a ter zumbi.
- 41:08Veio começou a ter zumbi e matar pessoas.
- 41:11Como que é zumbi? Eu acho que é importante.
- 41:13Como que é um zumbi? Ele tipo de Walking Dead.
- 41:16São todos ruivos? É, e eles são tipo do Walking
- 41:20Dead. E eles não correm tanto assim,
- 41:23não correm muito assim. Mas só ruivo vira zumbi.
- 41:27Não tem outro, não tem outro time.
- 41:30Ser só ruivo tem que ser genético, concorda?
- 41:33Não faço ideia porque pode ser um.
- 41:37Por exemplo, poderia ser uma invasão extraterrestre e eles
- 41:40descobriram que os ruivos se adaptam melhor.
- 41:43A genética extraterrestre, sabe? Pode ser muita coisa.
- 41:47Ou um lance espiritual pro pro pro ruivo não ter alma?
- 41:49Pode ser muita. Coisa velho, você tá
- 41:51familiarizado com o conceito de navalha de okan?
- 41:54Não, senhora. Navalha de okan é um conceito
- 41:58que a comunidade científica usa muito, que é o seguinte, na
- 42:01grande maioria das vezes, a explicação mais simples é a
- 42:05explicação correta, então, quanto mais simples for uma
- 42:10explicação e que funcione, tá? Tem, ela tem que funcionar.
- 42:15Mais provável. E é bem possível que você tenha
- 42:20a explicação correta. E se você aplicar na vale de
- 42:22oucam para todas as conclusões que você tirar na sua vida, no
- 42:25final da sua vida, você vai ter tirado muito mais conclusões
- 42:27certas do que erradas. Tá, e como isso aplica zumbis?
- 42:31Porque é muito improvável a existência dos zumbis já é muito
- 42:34improvável, né? Sim, só que aí a existência dos
- 42:36zumbis é muito improvável. E esse zumbi vi do espaço,
- 42:40porra, eu tripliquei a dificuldade.
- 42:42Mas como a gente está num cenário tão?
- 42:45É tipo assim, ó, todo mundo virou bala, bala, OK?
- 42:50Bala fini, fini. A explicação pra acontecimentos
- 42:57absurdos, eu acho que elas tendem ser menos casuais, talvez
- 43:02menos óbvias. Quando é algo muito é uma fada.
- 43:07Viramos bala. Sabe?
- 43:09Sabe que nada disso existe, né? Então, assim, não tem como a
- 43:12gente aplicar. Cara a balalização, a
- 43:15balalização é uma. Possibilidade a palavra não é
- 43:18criada à toa, né? Nessa palavra, a palavra
- 43:20banalização foi jogada aí. Né, nas rodas de as altas rodas
- 43:25de ciência que se discute, a balalização não é nada cara.
- 43:28Mas vem cá, qual bala fina a gente é?
- 43:30É o vampirinho, Dentinho? Eu não sou muito Baleiro, mas eu
- 43:35eu acho que né. Na real eu não gosto de nenhuma
- 43:37bala, da aquelas finas, acho tudo ruim, mas a fininha?
- 43:42Vermelhinha meio azedinha. Deve ser a de verdade, né?
- 43:45Fini, né, fininha? Olha aí.
- 43:46Deve ser essa aí, deve ser a. Eu acho que é a melhor, mas é
- 43:51ruim, cara. É bom de comer, mas é ruim,
- 43:53sabe? Tá bom.
- 43:56Muito bem, eu já não sei do que a gente tá falando, então eu tá
- 44:00bom, tá bom. Mas indo aqui, né, pra continuar
- 44:03o episódio, já indo pra pra pra parte final do da nossa
- 44:07conversa, eu acho que o que importa.
- 44:10É entender. Que é um amor, né, é?
- 44:13O que o que importa é entender que o zumbi ele é esse grande,
- 44:18essa grande representação de um grande medo coletivo, de um
- 44:21grande trauma coletivo, né? AA perda de autonomia, a perda
- 44:25de, enfim, de controle mesmo, que tem a ver com a escravidão.
- 44:30É uma parada que assusta muitas pessoas e isso explica em grande
- 44:33parte porque que os zumbis existem hoje em dia.
- 44:35E para terminar um episódio, quero saber como é que você?
- 44:38Eu IA perguntar pra ti uma coisa antes, tem algum filme de zumbi
- 44:40que tu gosta muito, alguma história de zumbi que tu gosta
- 44:44muito? Zumbis que eu gosto.
- 44:49Zumbis que eu gosto. Cara, com certeza tem.
- 44:51Eu não tô pensando em alguma coisa.
- 44:52Tipo esses Resident Evil 28 Dias, esse é.
- 44:56Não. Resident Evil, eu acho que eu eu
- 44:58joguei muito Resident Evil 12 e 3 de PlayStation um e eles foram
- 45:03fundamentais pra formação desse indivíduo que vos fala e joguei
- 45:06muito mesmo assim. E gosto bastante deles.
- 45:09Qual a explicação pra pra esses? Esses zumbis são científicos,
- 45:13né? O do Resident Evil.
- 45:15No Resident Evil é a explicação meio que foi mudando, foram
- 45:18fizeram várias headcoms, tá ligado?
- 45:20Que foram lançando jogos novos aí.
- 45:21Na verdade, a origem é essa, mas a origem é essa, a origem é
- 45:24essa. Mas da minha época, né?
- 45:27Horrível, nunca vem algo bom quando alguém falou isso.
- 45:29Na minha época, era uma empresa chamada unbrealla, que criou o.
- 45:34Vídeo, não é? Não a Bela caren.
- 45:38A Bela caren é meio do maluco lá do.
- 45:40Do é outro. Romance com Fábio?
- 45:42Barto é outra, é outra coisa, né?
- 45:44É nada a ver. Ela significa guarda chuva em
- 45:46inglês, então não é uma. É bem comum que a origem dos 2
- 45:49nomes venham de guarda chuva. Ó eu, eu botei aqui, ó, no na
- 45:55internet, Na Na rede mundial. Na rede mundial de computadores,
- 45:58sim. Tem alguns filmes de zumbi que
- 46:00eu não lembrava, cara, Oo esse extermínio.
- 46:03Que tem várias relícias, né? Esse eu vi no cinema, esses.
- 46:06Os 29 tem uma versão 2025. É o que é o 28 Dias?
- 46:11Que que cara é tão mau? É tão, porque Oo extermínio é
- 46:16feito. É com o celular, né?
- 46:17Com iPhone. É o extermínio.
- 46:18Acho que foi o primeiro grande filme de celular, né?
- 46:20Pra dar assim, não foi? Algo do tipo cara, e é legal
- 46:23assim? Tu olha, tu faz o cinema bem
- 46:25feito. Agora, o antigo, o 28 Dias.
- 46:28É horrendo assim, é muito ruim mesmo.
- 46:32Então eu te lembrei, aqui eu vi, aqui tem Guerra Mundial Z, que.
- 46:36É maneiro. Pô, que é um filme legal.
- 46:39Tem divertido. Cadê aqui aquele de comédia?
- 46:44Como é que é o nome? Ah, sim, tem alguns.
- 46:49Amigos desse cara? Tem alguns de comédia, tem os
- 46:51Zumbilândia, né? Não, esse já não gosto.
- 46:54Eu não Zumbilândia. Isso é meio ruim.
- 46:56Deixa eu conferir se é esse mesmo.
- 46:58É esse mesmo, né? Meio meio.
- 47:01Eu sou a lenda, né? Que é de de vampiro, né?
- 47:04No No livro, né? Eu sou a lenda vampiro.
- 47:07Ah, os caras são uns vampiro no filme também.
- 47:12Então não são zumbis, então é vampiro?
- 47:15Não, desculpa. E aí, é vampiro ou zumbi ou
- 47:18zumpiro? Zumpiro é um zumpiro, né?
- 47:22Mas tem um de comédia, cara, que eu acho legal, que tá aqui, que
- 47:25eu deixa eu achar que aquele é um britânico, que os caras estão
- 47:29presos dentro de um bar. Você tá ligado?
- 47:33Não. Porra, velho.
- 47:37Enfim, gosto de não sou obcecado por por zumbis, mas acho que
- 47:41acho que tem muita coisa legal, velho.
- 47:46Tem meu namorado, é um zumbi, uma série nova aí, inclusive,
- 47:49né? Que a galera.
- 47:50Gosta? O filme que eu falei é Todo
- 47:51mundo quase morto. Esse não é muito forte.
- 47:54Ah, maneira esse esse filme, cara, esse filme é legal muito
- 47:59bem. Alexandre, para terminarmos o
- 48:01episódio, eu quero que você faça um tour da sua da sua
- 48:06sobrevivência. Em caso de apocalipse zumbi,
- 48:09completamente estilo The Walking Dead, como que você sobreviveria
- 48:12para o ouvinte? Já está preparado, né?
- 48:14A gente não sabe o dia de manhã, a gente não sabe o que pode
- 48:16acontecer, então ele tem que estar preparado para o pior do
- 48:18mundo. Eu é um café, eu?
- 48:20Tenho certeza, cara, que eu IA morrer nas primeiras cenas
- 48:24assim, eu IA morrer muito rápido.
- 48:26Eu falei, mas tudo bem, mas pode ser cena se.
- 48:28Você se te ajudar aí a pensar a pensão assim aconteceu um.
- 48:31Um rolou zumbi hoje, né? Rolou zumbi hoje, que é o nome
- 48:37do do filme. Né, rolou zumbi hoje?
- 48:38Né, quando? É bem com Leandro Hassum assim,
- 48:40cara, é, é complicado porque eu não tenho arma, né?
- 48:45É, eu não tenho arma, eu acho que eu ligaria para os meus
- 48:52amigos que tem arma melhor, coisa que eu faria.
- 48:56É e acho. Que eu tentaria?
- 49:02Ir pra cá pensar que se eu tentasse morrer no caminho,
- 49:05provavelmente. Ah, eu IA me isso.
- 49:10Isso aqui é motivo, né? Liga eu.
- 49:12Tô vendo o site, eu tô pensando, eu não sei, eu não sei se eu IA
- 49:16querer viver. Num num mundo cheio de zumbi,
- 49:18cara. Ah, mas que isso, cara?
- 49:20Lifines away. Né?
- 49:21Você vai encontrar um jeito de encontrar Felicidade nesse mundo
- 49:24desgraçado do The Walking Dead. Eu acho que vale a pena você
- 49:28tentar dar uma chance e também invadir as casas e pegar coisas
- 49:31dos outros. Deve ser legal.
- 49:32É que tu tá aí, velho. Eu estou em São Paulo, né?
- 49:34Eu. Estou em São Paulo, velho.
- 49:36São Paulo é uma merda. Aqui, imagina o zumbi da Vila
- 49:39Madalena, que raiva que vai dar o zumbi hipster e o zumbi da
- 49:44Vila Madalena. É uma expressão foda também, tá
- 49:46esse aí, cara, tal do zumbi da Vila Madalena.
- 49:48E aí tudo morrendo. Beco do Batman, sei lá.
- 49:51Eu não queria. Isso pra mim é.
- 49:53E aí? Porque a primeira coisa que eu
- 49:56pensei, pô, não tenho arma. O que eu fazer?
- 49:58Pegar um espeto de churrasco, né, pra sair matando, caso venha
- 50:02os bichos. Mas eu também não tenho nem
- 50:03churrasqueira no meu prédio, cara.
- 50:05Então. Eu estou, eu estou.
- 50:07Sinto que eu estou de se preparar.
- 50:09A primeira coisa que eu pensei, não, isso eu tenho.
- 50:10Eu tenho bastante atum em casa, em lata, atum em lata, ok, para
- 50:15sobreviver, começo, porque eu pensei, pô, vou pegar
- 50:18suprimentos, mantimentos, suplementos.
- 50:23Também não posso? Deixar de bater minha meta
- 50:27diária de de, de, de vai é. Então eu acho que é pensar.
- 50:32Em pegar essas coisas, mas daí eu penso, pô.
- 50:33Eu estou com um carro lá, mas esse carro não.
- 50:36Não IA aguentar. Eu tenho que roubar um carro
- 50:37mais legal. Não IA ficar tudo, Oo não IA.
- 50:41Não IA ter como você dirigir, sair de carro, IA matar alguém.
- 50:44Menos de de. 24 horas para roubar o ser humano vivo é.
- 50:50É para roubar essa pessoa? Caralho, eu acho, falei de.
- 50:54Tudo é assim, vilão é para sobreviver.
- 50:58Se alguém tem uma arma, é, ô, deixa eu ver aqui.
- 51:03Eu acho que é o que eu IA fazer para sobreviver.
- 51:04Eu IA pegar a arma das eu IA ser as pessoas que saqueiam as
- 51:07outras nos nos filmes, ok? Não sei, cara, o que que tu IA?
- 51:12Fazer. IA para uma ilha, é o segredo,
- 51:15mas. É que Ah, tu, tu.
- 51:17Isso é muito foda. Né?
- 51:18Tu tem todo o privilégio de um de um homem branco, é com acesso
- 51:24AA ilhas e casas muito mais fácil que eu tenho, sobreviver
- 51:27muito mais que eu, tipo, tô, tô cara de Angra velho.
- 51:31Não é não vai ter zumbi em Angra.
- 51:33Tipo, acho que a tua preocupação IA ser mais tipo, o teus pais
- 51:37querem deixar, né, teus pais? Morrer, tu não é pegar?
- 51:39Eles, né? Tipo, não.
- 51:42Falando Sério, teus pais são velhos.
- 51:44Vem arriscar tua vida por 2. Olha que horror.
- 51:47Olha quem tá falando. Não falando Sério, tudo que tu
- 51:50IA deixar teus pais morrer, né? Óbvio que não, cara.
- 51:53Não, não, sinceramente, olha a mão que é você pegar teus pais,
- 51:57botar no carro. Pra pra eles aguentar mais 10
- 52:00anos, cara, sei lá quanto tempo não, mas quanto tempo teus teus
- 52:04pais tem? Quantos anos tem, sei lá, 60, tá
- 52:08então a. Expectativa de vida de um de um
- 52:10homem. Brasileiro é, sei lá, 7580, tá,
- 52:13e aí, 15 anos você? IA largar teu pai, seu seu pai
- 52:16já? Largava.
- 52:17Meu pai tem 72, meu pai tem. 3 aninhos, 3.
- 52:21Aninhos hoje? Hoje em dia ele já fala sobre
- 52:24isso. Para deve ficar triste, não
- 52:28fica, não fica. É não, meu pai.
- 52:30Eu não, cara, como é que eu vou fazer?
- 52:32Vou lá para o Rio Grande do Sul até eu pegar um avião, não tem
- 52:34como eu ir para salvar meu pai. Acho que ele está mais seguro
- 52:36longe de mim. Lá é, ele mora num prédio alto,
- 52:40então é mais tranquilo. E teu pai, eu eu tenho certeza
- 52:43que teus pais iam. Tu IA deixar, tu IA salvar a
- 52:46Marina, queria salvar teu cachorro.
- 52:49E tu IA pra deixar essa palavra de cachorro, mas porque é muito.
- 52:52É muito arriscado, cara, tu vai arriscar?
- 52:54Tu vai matar a Marina pra talvez salvar teus pais.
- 52:58Será que eu deixo vocês cachorros?
- 53:00Não. Foda se os.
- 53:01Cachorros, mas eu acho que tu vai levar.
- 53:03Cachorro é legal porque é isso, cara.
- 53:05Tu joga no zumbi e aí o zumbi vai atrás do cachorro.
- 53:09Meu maior medo nem é um apocalipse.
- 53:11Zumbi. Cara, meu maior medo é um
- 53:12apocalipse zumbi contigo. Cara, não, a gente tá aqui.
- 53:15Eu e tudo. Junto.
- 53:18E se eu tivesse em Angra, a gente sobrevive.
- 53:20Se a gente tiver em São Paulo, não sobrevive.
- 53:22Tá? Perfeito, então tá dito então.
- 53:25Gostou do episódio? Aprender alguma coisa?
- 53:27Aprendeu a origem dos zumbis? Se divertiu nesse processo?
- 53:30A brincadeira. Essa ideia do podcast é essa,
- 53:31mas eu queria que os ouvintes. Colocassem nos comentários AA
- 53:35estratégia ideal para um para um ataque de zumbi.
- 53:37O que que vocês fariam? É porque o Vitinho pegou meio
- 53:41desprevenido aqui. Eu sinto que eu.
- 53:43Tenho um assunto Sério, né? Falei de uma coisa séria.
- 53:45É realmente. Eu cito, eu cito, Ah, todo mundo
- 53:48sabe, não, eu iria. Pra pra um presídio.
- 53:50Mas, pô, como é que tu vai chegar lá com tu?
- 53:52Tem arma, tu tem comida? Tu tem, pô.
- 53:54Tem um presídio em Angra dos Reis, não numa.
- 53:57Ilha que é a ilha lá, aquele presídio que nasceu comando
- 54:00vermelho. Pô, que eu esqueci o nome dele.
- 54:02Cândido mende, um presídio 11. Prelúdio pra uma história muito
- 54:07foda pra tua. Pra tua gangue, pra tua
- 54:10comunidade, pra tua facção, que No No lá pela quinta temporada.
- 54:17Tu e esse da conta que eu estou invadindo e matei todo mundo.
- 54:19E eu era o vilão que estava todo ataca a tua ilha no final da
- 54:22quarta temporada, né? Termina com.
- 54:24Você saindo da sombra é você, tá ligado?
- 54:27Pode crer, termina comigo. Com uma faca no olho da Marina.
- 54:32Assim o cara tentou pegar minha arma.
- 54:36E a Marina? Se bem que é a foda que eu
- 54:38conheço a Marina. É, tinha que ser.
- 54:43Tá bom, cara, tá bom. Eu, eu, eu matando teu melhor
- 54:46amigo. Podia ser isso.
- 54:48Tchau. Tá bom?
- 54:50Então tá bom. Então tá dito então, né, então
- 54:52tá dito. Enfim, deixa nos comentários, o
- 54:55que que vocês fariam? Durante um ataque zumbi.
- 54:58E se vocês salvariam os pais de vocês?
- 55:01Mas eu não quero, eu não quero hipocrisia porque vamos lá, se
- 55:05teu pai tá mais velhinho, já deixa, né?
- 55:08Se ele, se ele tá da onde? Que lógica maldita é essa?
- 55:11Cara que? Num ataque zumbi, cara?
- 55:16Os nunca. Tu viu o Walking Dead junto?
- 55:18Tu viu o Walking Dead? Os velhos vão se jogando, os
- 55:21velhos vão se deixando, não eu. Eu que vou jogar o carro no meio
- 55:23desse zumbi. Eles vão se sacrificando pelo
- 55:25bem maior, ao invés de uma criança, sei lá, alguém de 12
- 55:30BRL de gasto do do, do, do casting.
- 55:32Cara, isso é. Ator eles botam um ator, um ator
- 55:34velho, pra fazer referência a filme antigo de zumbi, e aí tem
- 55:38que contar o cara a fundo. Navio é salvar as crianças
- 55:41primeiro. E as.
- 55:41Mulher. Não é, não é?
- 55:43Ninguém fala assim, nossa, vamos, a gente foi criado numa
- 55:46cultura a. Gente foi a gente foi criado
- 55:48numa cultura judaico cristã que extremamente, porque a gente é
- 55:53humano, cara o. Humano tem que perpetuar.
- 55:56A espécie tem mais chance de perpetuar com acho que ninguém
- 55:59pensa nisso, Alexandre. Ninguém.
- 56:01Pensou nisso? No Titanic, por exemplo,
- 56:03precisamos perpetuar a espécie não do cara.
- 56:06Passou essa sinapse, o instinto de de de salvar.
- 56:10Os de proteção tem o instinto de.
- 56:12Como é acreditar por último o instinto de sobrevivência?
- 56:15Mas se dá um tempo pra pensar, tu vai, pô, vou ajudar a galera,
- 56:18salvar quem tá mais fodido, se der pra salvar o velho vou pra
- 56:21caralho agora se o veio tiver medo de cara feia, que eu não
- 56:24gosto de ver de cara feia, velho namorado e segundo, se o veio
- 56:28tiver muito já, pô, tô na saída aqui, tô fim de festa daí deixa
- 56:34né, cara, já fica, economiza, economiza no enterro, vai pro
- 56:37mar. Beleza, então tá bom, então tá
- 56:40dito. Aí mais uma atrocidade.
- 56:42Anota aí, galera. Atrocidade do ano?
- 56:44Eu tenho certeza que primeiro os ouvintes concordam.
- 56:46Cara, os ouvintes concordam, tá bom porque é.
- 56:48Eu estou sendo prático e eu estou sendo sincero e humano.
- 56:52E tu está sendo hipócrita. E tu IA morrer em 33 dias
- 56:56abraçado na tua família tudo, tudo carcomido assim, ó.
- 57:00Sou doido. Ah, lembrei de.
- 57:01Lembrei de um jogo de. Zumbi muito bom que é o The
- 57:03Walking Dead da tell Tale games. É um The Walking Dead meio de
- 57:07decisões assim é muito bom assim, a narrativa impecável
- 57:10assim a história é muito boa. Acho que você vai gostar.
- 57:12Na verdade, acho que tem pra meio o seu estilinho PlayStation
- 57:14tem. Tem, tem.
- 57:16Tem vários. É muito.
- 57:17Foda, muito foda. Isso é narrativo, né?
- 57:19Pouca ação, mas é muito historinha assim.
- 57:21É muito bonita. Mas se a gente conversa em outro
- 57:24momento, Alexandre, agora a gente vai gravar.
- 57:26O chorinho, né? Oo ouvinte que não sabe se ele é
- 57:29apoiador do história de meia hora, OPA, história pros
- 57:33Brother, se ele é apoiador do histórico pros Brother, se ele
- 57:36assinou, apoia, ponto TSE barra história pros Brother, ele vai
- 57:38ter acesso a esses episódios que a gente já gravou e toda semana
- 57:42vai ter um episódio novo lá, um chorinho novo, então históricos,
- 57:45Brother em dose dupla, se você é apoiador, então como apoiar?
- 57:48Considera esse seu apoiador e apoio acontecer a bastante
- 57:50Brother show, já somos 119 anjinhos.
- 57:53Sem asa cara 118. Então é isso, Alexandre, essa.
- 57:57História dos zumbis tchau, tchau e.
- 58:02Muito obrigado, nossos anjinhos. Ceasa com fuzil e piloto de
- 58:05empilhadeira. Já tem uma galera aqui.
- 58:07Tem bem mais apoiadores do que do que quando a gente tava no
- 58:10mal anual do desespero. Eu vou ler o nome de todos,
- 58:15todos, todo pessoal aqui. Brendon, Felipe Vieira, rosa
- 58:19grande, Brendon, Ana Virgínia. Polipo.
- 58:24Polipo, Ana Virgínia. H polipo, ô h olha aí o
- 58:29sobrenome h da família. H eu não sei falar Fernandes,
- 58:32talvez, né? O Hernandes, Maurício Carlos
- 58:35kuke, grande fuck esse aí das antigas.
- 58:38Fernandes, Jacinto Lopes. Olha o famoso já cinto?
- 58:44Olha só o problema da infância, pô, que pergunta, obrigado já
- 58:49cinto? Quem?
- 58:49O que? Perguntar para os caras de quem
- 58:51é o Lopes? Deve.
- 58:52Deve ser horrível. Matou muito chato.
- 58:56Tadinho. Não, isso é muito chato, cara.
- 58:59Luiz Ferrari. É o homem do carro.
- 59:02Débora Austen. Valeu.
- 59:05Débora ohana thomazini. Grande ohana tomasini.
- 59:10Muito obrigado, Fagner chaves de Albuquerque.
- 59:14Fagner muito obrigado, meu querido.
- 59:16Tamo junto, Rafael Felipe Araújo.
- 59:19Gonçalves, esse aqui a gente tem que cobrar mais.
- 59:21O cara tem 4 nomes velho. Ah, é Rafa, não.
- 59:25E na sequência? Tem o outro também.
- 59:26Rodrigo Pereira Lima chiodi chiodi.
- 59:30É, eu acho que eles colocam no. Nome a mais para.
- 59:33Aproveitar, cara, não tem outra provessia, é Mauro malha shiodi.
- 59:37Mauro Miller esse daí das das. Antigas, também grande.
- 59:41Maro Mirror muito obrigado. Ele, ele, ele, Maurício.
- 59:45Você goste, é ele a lenda, né? The man him selfie.
- 59:49Bruno Calixto Calixto. Bruno Calixto Calixto, muito
- 59:54obrigado, professor arjunarama. Grande esse aí tem, tem, tem
- 59:59até. História já até a Laura é longa.
- 1:00:01Muito obrigado ao professor Patrícia Menezes, tom borelli.
- 1:00:05Muito obrigado, Patrícia tom borelli.
- 1:00:08Marcos feronato. Mezomo.
- 1:00:11Feronato várias italianas aqui hoje, muito obrigado eu sou.
- 1:00:13Ouvinte estrangeira, a Ellen Oliveira.
- 1:00:16Verdade estrangeira belga, né verdade ela mora.
- 1:00:19Na belga, eu acho que ela estava na Suíça, eu sei que eu já vi.
- 1:00:22Ela é. Eu acho que é Suíça sim.
- 1:00:23Eu acho que é Suíça sim. Eu já vi.
- 1:00:24Muito obrigado, ela era sim. É Felipe Aparecido Vieira,
- 1:00:28salvati grande, salvati, Fábio Ernani Ferreira.
- 1:00:34Valeu, Fábio Hugo paixão, passion newgal Hugo paixão que.
- 1:00:39Pediu o link, então ele deve ter.
- 1:00:41Entrado no grupo lá do do WhatsApp Thiago Almeida Santos.
- 1:00:46Valeu, Thiago Mariana Lins. Sartori.
- 1:00:50Mariana, muito obrigado, minha querida, muito tempo.
- 1:00:52Também com a gente, Luna de Andrade Lima.
- 1:00:57Valeu goo Jorge shimao. Valeu.
- 1:01:00Jorge, estamos junto, meu querido.
- 1:01:02Elson filho valeu, Elson Renan no.
- 1:01:06Baile. Renan.
- 1:01:08No baile do selfho man, muito. Obrigado, Angelo prestes.
- 1:01:13Valeu, Angelo Nogueira. Valeu, Iuri.
- 1:01:17Johana liora dos Santos Hanna liura.
- 1:01:21Muito obrigado, Guilherme no Victor.
- 1:01:22De Oliveira. Guilherme no Victor.
- 1:01:26E Felipe Guilherme Assis, muito obrigado.
- 1:01:28Pessoal, valeu muito. Obrigado rapaziada.
- 1:01:30Beijo.