Latest / SuinoCast · by PPGVET / Dr. Cesar Garbossa: Nutrição no Periparto | Ep. 247
Transcript
- 0:05Está no ar o primeiro podcast da suinicultura brasileira, o
- 0:09suinocast. Aumentar o número do então
- 0:11nascido, mas que que está tudo lincado, né?
- 0:15Quais são as questões associadas, né?
- 0:17A isso daí, poxa, a gente vai ter um desafio da fêmea pensando
- 0:21em demanda de nutrientes, né? Então ela vai ter que ter uma
- 0:24grande quantidade de nutrientes para ter a possibilidade de
- 0:27expulsar esses fetos. Quando ela tem essa demanda de
- 0:31nutrientes, será que esses nutrientes talvez deveriam ser?
- 0:33É destinados à glândula a uma malha para produzir colostro
- 0:37para um leitão que é muito dependente disso.
- 0:40Talvez não vai ter essa disponibilidade.
- 0:42Siga-nos nas redes nas redes sociais.
- 0:44YouTube, Spotify para ter acesso a conteúdo técnico atual de
- 0:48qualidade, irreverente e gratuito.
- 0:53O sinocast só é possível através do apoio de empresas inovadoras
- 0:57e que apoiam a educação continuada na suinicultura
- 1:00brasileira DSM firminish, moldando o futuro dos cuidados
- 1:04com suínos seva sempre com você. Além da saúde animal.
- 1:15Olá, pessoal, vamos dar início a mais um sumno cast.
- 1:18Meu nome é ministro santarelli. Sou o host aqui dessa plataforma
- 1:21e hoje temos um convidado muito especial não só para o
- 1:25sonhocast, mas em especial para mim também é meu amigo grande
- 1:29profissional, César gerbosa César, muito bem-vindo ao fino
- 1:35cast. Queremos te ouvir aqui,
- 1:38certamente. Combater um papo bastante
- 1:40técnico às descontraído, né? Buscar aí a compartilhar suas
- 1:46experiências como pesquisador, como consultor, como professor
- 1:50mais acima de tudo, como um ser humano que está o tempo todo
- 1:54incomodado. Com com as coisas, tá
- 1:57principalmente da cadeia produtiva, né?
- 2:00O César, pra começar, eu quero é passar a bola pra você, pra você
- 2:04contar a sua jornada na cinicultura.
- 2:06Como é que você entrou na Cine cultura é qual foi o início, o
- 2:10que que te trouxe até aqui? Não maravilha, muito obrigado.
- 2:13Vinícius, é um conforme você falou, é um prazer muito grande
- 2:17estar aqui com você, né? Meu orientador aí do doutorado,
- 2:22formalmente, mas o mestrado também foi quem me orientou?
- 2:26Bom, muito, muito bom estar aí e além disso, né?
- 2:30É aí a parceria que nós temos Na Na empresa.
- 2:33Outras questões, então, é muito bom realmente poder estar junto.
- 2:37Bom é sobre o início aí da da onde eu iniciei, né?
- 2:42Com a suincultura é na verdade, eu sempre gostei de nutrição de
- 2:47monoblásticos, né? Dessa área eu tenho um tio que
- 2:50era professor da Universidade Federal do Paraná, ele atuava
- 2:53mais com frangos de corte, mas de vez em quando acompanhava ele
- 2:57montando experimentos, fazendo é coisas desse sentido.
- 3:00E meu pai é veterinário também, né?
- 3:02Então, ele também sempre contou algumas histórias, por exemplo,
- 3:05de é que eles tocavam porco, né? Soltava porco na lavoura de
- 3:10milho e colhia depois os porcos, né?
- 3:13Então era nesse sentido e tocava aí os animais por 30, 40 km para
- 3:19depois vender. Então era um sistema bem
- 3:21diferente, mas que sempre me chamou a atenção essas histórias
- 3:25e depois, né? Quando eu formei, quando eu
- 3:27estava para formar, na verdade, fiz o meu estágio curricular
- 3:29numa Granja de suíos, em Guarapuava.
- 3:32É, junto com o vinfrid, né? Então você foi bem legal ou essa
- 3:37história? Porque o winfred também tinha
- 3:39uma. AA parte administrativa, né?
- 3:43Então eu fiz na parte administrativa, fiz nas granjas,
- 3:45fiz estágio. Ele tinha 11, empresa de
- 3:49comercialização de carnes, né? Cortes, carnes, então também a
- 3:52gente fez estágio em todos os setores.
- 3:54Foi bem interessante. E posteriormente a isso, né?
- 3:58No quando estava finalizando, então a graduação, fiz a prova
- 4:02de mestrado na Universidade Federal de Lavras, ingressei aí
- 4:05na pós-graduação. Fiz um mestrado, um sobre a
- 4:08orientação do professor Raimundo.
- 4:10Formalmente, né? Mas ele foi fazer um pós-doc no
- 4:13inha, então grande parte da da orientação veio do Vinícius e
- 4:19depois eu fiz, então doutorado, né?
- 4:22Lá na ufa também. Aí isso já, na verdade, entrei
- 4:25sob orientação de outro professor, o fiag, mas ele era
- 4:29vice-reitor, então acabava porque ele não tinha muito tempo
- 4:32e logo ele se aposentou. Aí me tornei orientado do
- 4:35Vinícius, né? E desde então é na verdade, né?
- 4:39Essa paixão aí pela suinicultura querendo fazer um pouquinho
- 4:43diferente, pensando nas dificuldades e tentar trazer
- 4:46respostas, né? Pra que que acontece no nosso
- 4:48setor? A ceva é um dos principais
- 4:52players no mercado de saúde animal, atuando com inovação e
- 4:56responsabilidade, buscando soluções de saúde inovadoras
- 5:00para todos os animais, contribuindo para o futuro de
- 5:03nosso diverso planeta, moldando cada solução de acordo com as
- 5:07necessidades e desafios do mercado consumidor e
- 5:10compartilhando conhecimentos de alta qualidade para não.
- 5:13Nenhuma novidade. Siga seva saúde animal no
- 5:16Instagram arroba seba suínos Brasil.
- 5:22O senador é bacana você falando aqui, como é que é importante a
- 5:25gente a gente. É?
- 5:29Fazer 11, relembrar a nossa história e o que que influenciou
- 5:35você hoje como um dos pesquisadores, principais
- 5:37pesquisadores do Brasil de fato é é e professores, né?
- 5:43E se fazia essa memória, né, do teu pai, claro, mas não só como
- 5:47pai, como veterinário do seu tio do vinho.
- 5:50Eu lembro muito de você falar dele, que o cara que te
- 5:52influenciou bastante, né? Então essas pessoas têm, nós
- 5:57temos que honrar essas pessoas, né, cara?
- 5:59Que que realmente? Porque se a gente consegue gerar
- 6:02valor hoje no mercado, é porque é porque tem pessoas que nos
- 6:06influenciaram, né? Bem legal, com certeza, mas
- 6:09vamos lá, vamos pra tua, pra tua área, que eu tenho certeza que
- 6:13você fica bem confortável. Hoje nós temos a suínocultura,
- 6:19uma atividade pujante não só para o Brasil, mas para o mundo,
- 6:23um país exportador de carne suína.
- 6:27É mais. É, nós temos vários desafios na
- 6:31cadeia produtiva. Um dos principais nós estamos
- 6:35falando das fêmeas, as fêmeas cada vez mais são desafiadas
- 6:40cada vez mais. Nós temos indicadores que estão
- 6:45sendo comprometidos e a mortalidade de fêmea pro lapso a
- 6:49gente vê que essas fêmeas estão cada vez sendo mais.
- 6:51Desafiadas e desgastadas, principalmente no peripar.
- 6:56E essa é uma área que você tem trabalhado intensivamente,
- 6:59buscando soluções ou mitigar esses efeitos negativos.
- 7:03Dentro disso, o que eu desafio que eu te passo agora pra gente
- 7:06começar esse bate-papo técnico é o que é que você pensa?
- 7:10Como é que está na tua mente como pesquisador, como
- 7:12consultor, quais são os pontos mais importantes, quais são as
- 7:15principais dores e o que é que você está buscando para tentar
- 7:19pelo menos mitigar esses efeitos sobre AFM?
- 7:23Não maravilha, Vinícius. Bom, realmente a gente vê que
- 7:27esse momento per e parto ali é geralmente onde tem a maior
- 7:30concentração de mortalidade das fêmeas.
- 7:32É questões nesse sentido. E isso também.
- 7:36Eu Acredito que parte se deva a hiperproversidade nessa fémea,
- 7:41né? Essa grande exigência que a
- 7:43gente. Coloca essa grande
- 7:45responsabilidade que a gente coloca sobre as fêmeas suínas,
- 7:49isso é até um ponto de de crítica, meio às vezes as
- 7:52empresas. Genética, né?
- 7:53Até que ponto que nós vamos, né? Chegar com esse número de
- 7:56leitões nascidos é, né? Esse aumento exacerbado de de
- 8:00leitões, então. Isso é um ponto que a gente tem
- 8:03que ter atenção, entender até onde que realmente vale a pena,
- 8:07né? A gente continuar nisso daí, mas
- 8:10a gente entende que vai continuar aumentando pelo menos
- 8:13até o que as empresas de genética falam é que elas não
- 8:16pretendem diminuir esse incremento de de leitões
- 8:21nascidos. Hoje.
- 8:22A gente tem que tentar. É pular estratégias para
- 8:25minimizar os impactos negativos. É dessa questão.
- 8:29Eu acho que novamente nesse desafio é quando a gente vê, né?
- 8:33Ah, beleza, aumentar o número de leitões nascidos é a ponta do
- 8:35iceberg, né? Até ter alguns alunos meus que
- 8:38às vezes fazem apresentação e usam esse exemplo, então vou
- 8:41colar deles ali nos meus orientados é que realmente é
- 8:46esse, Ah, beleza, aumentar o número do então nascido, mas o
- 8:49que é que está tudo lincado, né? Quais são as questões
- 8:52associadas? A isso daí?
- 8:54Se a gente vai ter um desafio da fêmea pensando em demanda de
- 8:58nutrientes, né? Então ela vai ter que ter uma
- 9:00grande quantidade de nutrientes para ter a possibilidade de
- 9:04expulsar esses fetos. Quando ela tem essa demanda de
- 9:06nutrientes, será que esses nutrientes que talvez deveriam
- 9:09ser é destinados a glândula a uma malária para produzir
- 9:12colostro para um leitão que é muito dependente disso?
- 9:16Talvez não vai ter essa disponibilidade.
- 9:19Além disso, qual que é o desafio sobre a fêmea no sentido imune,
- 9:23no sentido? De oxidação dos tecidos dela?
- 9:27Então, todo esse prazo cumprido, né?
- 9:31Essa exacerbação é de exercício físico da fêmea.
- 9:34Nesse momento, vai trazer prejuízos subsequentes.
- 9:38Então a gente tem que talvez pensar um pouco em todos esses
- 9:41sentidos. Aí quando a gente fala, né?
- 9:44Pensando em todos esses pontos. 11 ponto, por exemplo, que a
- 9:50gente tem trabalhado bastante, é essa questão de duração de
- 9:53parto. Tentar entender, por exemplo,
- 9:55como que a glicemia vai estar afetando a duração do parto.
- 9:59Então esse é um dos nossos trabalhos aí foi desenvolvido
- 10:02recentemente a gente avaliou, né?
- 10:05Claro que isso, essa é a ideia derivou dos trabalhos
- 10:09dinamarqueses, né? Do sorteio é onde ele apontou
- 10:12que a concentração da glicemia é uterina.
- 10:17Acho que era Na Na veia uterina, não tenho certeza.
- 10:22Eles tinham determinado ou na artéria uterina tinham
- 10:25determinado que tinha uma correlação com a duração do
- 10:27parto. É, então nós fizemos também um
- 10:29estudo nesse sentido. É, mas buscando uma metodologia
- 10:32um pouco mais simples, né? Fizemos com aqueles
- 10:34glicosímetros manuais, né? De é a variação de quem tem
- 10:38diabetes geralmente. E fizemos, né?
- 10:40Só então, uma coleta de de sangue poderia ser na ponta da
- 10:43orelha ou na ponta do rabo da fêmea, dependendo aí da da
- 10:46situação, né, do que tivesse mais prático de ser coletado e
- 10:49também, né? Então fizemos essa conseguimos
- 10:52determinar essa correlação entre glicemia e duração de parto.
- 10:57E uma coisa que é interessante, né?
- 10:59Que a gente observou, por exemplo, de uma forma geral.
- 11:01Fêmeas com glicemias médias e baixas é, elas geralmente tendem
- 11:07a aumentar a glicemia ao final do parto, isso provavelmente por
- 11:11causa de uma liconeogênese alguma coisa nesse sentido, né?
- 11:14E fêmeas, que já tem uma glicemia mais elevada no início
- 11:17do parto, elas mantêm ou até reduzem um pouco essa glicemia e
- 11:21novamente, existe uma correlação entre é glicemia e duração de
- 11:26parto, ou seja, glicemias maiores, né?
- 11:28Ao início do parto vão promover partos mais curtos.
- 11:34Então é interessante a gente começar a entender essas
- 11:38questões, né? Até daí, quando a gente fala e
- 11:41Ah, é limitação de consumo, no dia do parto, né?
- 11:45O manejo antigo aí era recomendação de não dar ração
- 11:48para fêmea no dia que ela IA parir, pô, a fêmea vai correr
- 11:52uma maratona e você não vai dar nada de substrato para ela
- 11:54correr essa maratona. E aí, né, como que a gente vai
- 11:56fazer isso? Então é, a gente tem que
- 11:59realmente pensar em estratégias nesse sentido.
- 12:02É claro que um pouco dessa. Desse tipo de manejo era
- 12:07relacionado a diminuir problemas, né?
- 12:11De constipação coisas nesse sentido.
- 12:13Mas daí existem também estratégias para a gente burlar.
- 12:17Vamos dizer essa constipação ou pensar em outras questões nesse
- 12:21sentido? EE só ainda, né?
- 12:23Complementando, com relação à questão de durações de parto.
- 12:27Também a gente vê que durações de parto aí até 300 minutos pela
- 12:30literatura, são considerados normais e às vezes, o pessoal.
- 12:35É assim, né não? Ah, não, beleza, tá?
- 12:38O quarto está um pouco longo, já vou é fazer aqui uma ocitocina
- 12:42na fêmea. Vou dar um toque que é outro
- 12:44problema, né? Então, é maiores leitegadas
- 12:47maior chance dessa fêmea receber uma intervenção e essas
- 12:51intervenções muitas vezes não são.
- 12:55Adequadas, e aí não e novamente, eu não quero responsabilizar o
- 12:59colaborador que está lá na Granja, não é?
- 13:01A responsabilidade é nossa. Como técnico, sempre falo com os
- 13:04sócios, alunos. Quem está errado é a gente, é a
- 13:06gente que sabe a parte técnica de como fazer, então quem tem
- 13:10que explicar somos nós. Então, é se tá acontecendo algum
- 13:14problema na Granja, a responsabilidade é 100% nossa,
- 13:17porque até aí só pra comentar. O relato de casos, né?
- 13:20Uma vez a gente estava fazendo um experimento, uma Granja, e
- 13:22daí a fêmea, uma fêmea, tinha um sofrido um toque e num num dia,
- 13:29no segundo dia, né pós-parto, ela veio a óbito.
- 13:32Meus alunos foram fazer necrópsia que que os
- 13:34encontraram, encontraram alguns leitões na cavidade abdominal
- 13:38dessa fêmea, né? Ou seja, imagina como foi
- 13:40realizado esse toque? Mas, novamente, a
- 13:43responsabilidade é de quem? Nossa?
- 13:46Nós que temos que saber como é orientar e fazer, né?
- 13:49Essas adequações? 100 ministros.
- 13:53É, não sei se eu estou falando muito.
- 13:56Caro, está ótimo dentro disso. César, é, vamos lá, você se se
- 14:04se afirmou um ponto bem interessante, quanto maior a
- 14:07glicemia. Tende a ter 11 parto mais curto
- 14:12e isso pensando nas leite e gazes volumosas dessas fêmeas
- 14:15hiperpolíficas. Nós estamos mitigando efeitos,
- 14:19como na timoridade, enfim, é leitão que nasce baixa
- 14:23capacidade. De vigor para amamentar colosso
- 14:26e tal. Quando a gente pensa em programa
- 14:31nutricional para isso, o que que é que está na tua cabeça?
- 14:34Claro, se nós estamos pensando em si em níveis aminoácidos
- 14:38energéticos, mas tem algo a mais que isso, né?
- 14:42Como é que você tem pensado numa nutrição funcional, por exemplo?
- 14:45É bom, vou falar primeiro de um projeto que a gente desenvolveu
- 14:48que funcionou, então é algo que a gente já tem.
- 14:51É de certa forma estabelecido, né?
- 14:55Então, né, pensando nessa questão de maximização de
- 14:57glicemia, nós conduzimos primeiro, a gente avaliou
- 15:01realmente, Ah, tem fêmeas que tem baixa glicemia, glicemia,
- 15:03está correlacionada com a duração do parto, então vamos
- 15:06tentar aumentar essa glicemia. Uma forma é que a gente observou
- 15:10na que a gente desenhou um experimento, nós na verdade
- 15:14pegamos 9 ingredientes. Diferentes, fibra.
- 15:19A vida resistente, amido normal. Ao glicerol 9 ingredientes e
- 15:24testamos a curva glicêmica de cada ingrediente.
- 15:28É, a gente utilizou aqueles também medidores de glicemia que
- 15:32o pessoal que é tipo um adesivo, né, que fica colado na pele do
- 15:35animal. Daí a gente fez com leitão
- 15:36porque a gente tentou fazer com porca, mas não funcionou nas
- 15:39porcas. Fizemos com leitão, aí fizemos
- 15:421^(2) Latino, né? 19 por 9, rodamos os 9
- 15:45ingredientes e 9 leitões. Testamos aí as curvas glicemicas
- 15:49a partir das curvas glicêmicas desses ingredientes.
- 15:52Quem pegou um? Ingrediente que dava um.
- 15:55Bunda, glicemia, né? Então fornecia a ele a glicemia,
- 15:57IA rápido e um outro que te dava um outro pico e um outro que
- 16:02aumentava mais é lentamente fizemos um blend desses
- 16:07ingredientes aí, né? Pegamos 3.
- 16:11Foi extrato de malte, glicerol e um amido resistente.
- 16:16Fizemos um blend dele e fizemos. Eu chamo-me de bala, né?
- 16:19Fizemos uma balinha para dar na boca da porca na hora do parto,
- 16:24então beleza e o que é que a gente considerou como momento
- 16:27né? Inicial do parto ali, né?
- 16:28Quando a gente forneceu. No momento do nascimento do
- 16:31primeiro leitão, então fornecemos essa bala aí para na
- 16:35boca das porcas, né? No No ao nascimento do primeiro
- 16:37leitão e o que que a gente observou que a gente conseguiu
- 16:40reduzir em 10% a duração do parto e isso não foi tão
- 16:45eficiente, porque foi numa Granja que os partos já eram
- 16:48rápidos, né? Nessa Granja, particularmente
- 16:50onde a gente roubou 2 projetos, os partos eram de 220 minutos.
- 16:54São partos relativamente rápidos, a gente conseguiu
- 16:57reduzir para 200 minutos. Não observamos então diferença
- 17:02sobre natimortalidade, mas o que a gente observou foi uma melhora
- 17:07na vitalidade dos leitões. Então, provavelmente, quem é mãe
- 17:12deve conhecer o teste de apigar, que é assim que a criança nasce.
- 17:16Você avalia a vitalidade da da criança.
- 17:19Então a gente fez um átigar adaptado para a suíno, então a
- 17:23gente avalia a frequência é frequência respiratória,
- 17:25frequência cardíaca, manchas de mecânio, latência para iniciar,
- 17:30respiração. O tempo para ficar em pé, então,
- 17:33são alguns parâmetros e conforme o animal tem uma maior
- 17:37vitalidade, ele vai chegar mais próximo a 10, pontuação máxima é
- 17:4110. O que que nós observamos que
- 17:44leitões de fêmea suplementadas com esse aditivo, eles
- 17:49mantiveram um átigar até o final do parto.
- 17:52Então o 20º leitão a nascer, por exemplo, manteve o mesmo átigar
- 17:57do leitão inicial. Já leitões nascidos.
- 18:02De férias não suplementadas, a gente viu esse decaimento aí na
- 18:06vitalidade do leitão. Tá, mas e aí, o que que importa?
- 18:09Isso importa muito porque esse leitão que tem uma vitalidade
- 18:12maior, ele vai mamar mais. Então, o que que a gente
- 18:15observou uma maior ingestão de colostro por esses leitões é
- 18:20derivados de fêmeas. É suplementadas.
- 18:24A gente já tinha feito o trabalho um pouco mais antigo,
- 18:26até quando eu estava no Pará, a gente fez uma suplementação de
- 18:32açúcar na ração das fêmeas, no pré-parto, então a gente teve
- 18:35resultados interessantes no dia do parto.
- 18:37Experimentar 50% açúcar, 5050 por cento ração do que a fêmea
- 18:42consumiria naquele dia. É, mas assim era algo um pouco
- 18:46mais prático, né? A gente não não tinha
- 18:48desenvolvido, é essas curvas glicêmicas.
- 18:51Eu acho que hoje esse aditivo é aditivo promissor aí no sentido
- 18:55de fêmeas. Claro que não, não vai ser é
- 18:58para todas as fêmeas mais grandes, por exemplo, que têm
- 19:01durações de parto muito longas pro.
- 19:05Dos leitões com certeza isso daí vai ser uma estratégia
- 19:07interessante e a gente só forneceu uma vez, né?
- 19:10Talvez Ah, também é. Precisaria de mais estudar,
- 19:13fornecer uma vez no início do parto, fornecer talvez a partir
- 19:16do 2 horas de de parto, aí 120 minutos, 180, não sei, são
- 19:21estratégias que poderiam ser pensadas aí.
- 19:25Para melhorar, né essa? Duração de parto e claro, né?
- 19:29Aqui já está. Agora estou, estou focando no
- 19:30leitão, mas novamente, se a gente melhorar a duração do
- 19:34parto, minimizar não é melhorar a cinética do parto.
- 19:36Na verdade, a gente vai com certeza melhorar a saúde da
- 19:38feita, então acho que esse que é é um ganha-ganha aí, né?
- 19:43Muito bom ganhar assim, e eu para mim, isso aí que é inovação
- 19:46tecnológica, um problema latente.
- 19:48Hoje você fez um, trabalhou um conceito que é cinética de
- 19:54absorção para tentar trabalhar a curva glicêmica.
- 19:58Mais prolongada, porque para pensar num vigor do leitão.
- 20:02O vigor dele é totalmente dependente dos do suprimento de
- 20:05nutrientes que a porca tem, seja ele enquanto fede, seja ele
- 20:08enquanto neonato, né? E aí, o que acontece?
- 20:11Muitas vezes, a gente, por isso que eu te provoquei, eu acho que
- 20:13foi a resposta que você deu, né? E aonde você levou?
- 20:17A resposta foi fantástica, porque a gente fica ainda, eu
- 20:20não sei se concorda comigo, com uma nutrição ainda muito
- 20:23tradicional, o programas nutricionais, muito amarrado,
- 20:27assim à exigência nutricional e pronto, e a gente falava não sei
- 20:30se se lembra da cinética de digestão de amido.
- 20:33É, enquanto que isso impacta em poupar minorse o metabolismo
- 20:35intermediário e na síntese proteica.
- 20:38E a gente pensava em animal de terminação, e aqui você está
- 20:40falando da questão das porcas que beneficia elas e,
- 20:43principalmente, os leitões, né? Então, Vinícius, esse ponto que
- 20:46você tocou assim é o problema que a gente quer rodar muito
- 20:50experimento, né? Não.
- 20:52Não consegue fazer tudo? Mas essa questão de cinética de
- 20:55digestão pensa para uma porca. Desculpa a palavra, mas que
- 20:58desgraça que é isso? Se fornece ração uma vez para as
- 21:02fêmeas. Como que essa cinética de
- 21:06absorção de nutrientes, para ela é eu estou falando de gestação
- 21:10claramente mais de aproveitamento dos aminoácidos
- 21:14de energia. Você vai dar um Bum de nutriente
- 21:16e depois cai, como que o feto que está lá dentro vai?
- 21:21Entender essa absorção em frente qual que é o impacto sobre, né?
- 21:24Os fetos? Então assim é a gente.
- 21:27Tem muita coisa ainda para fazer, graças a Deus, né?
- 21:29É bom que é teve 11 vez um professor me deu 11 livro,
- 21:34chamava problemas. Oba, eu sempre falo, graças a
- 21:36Deus, a gente tem problema, Vinícius, a gente consegue aí
- 21:40resolver. Moça, não eu.
- 21:43Eu. Eu, sem dúvida nenhuma, acho que
- 21:45a gente tem que evoluir. Acho que estamos aos poucos, a
- 21:47exemplo da tua linha de pesquisa, né?
- 21:49Que envolve isso. Ou seja, para.
- 21:51Tentar mitigar esses efeitos, onde nós fomos para a nutrição e
- 21:54pensar numa nutrição e funcional só não, não só em ingredientes.
- 21:59Mas na cinética de digestão e absorção desses ingredientes,
- 22:03né? É, tem um outro ponto aqui.
- 22:06Bem, então eu estava falando assim, ou seja, a vitalidade do
- 22:08leitão, ele é dependente da matriz.
- 22:10Então nós temos que orquestrar melhor todo esse aporte
- 22:13nutricional. E aí quando você falou que você
- 22:17faz esse, esse, o uso desse, esse, esse conceito que você
- 22:23trabalhou, desse mix de 3 ingrediente que tem cinética de
- 22:27de de glicemia diferente. Levou ao a um a um átigar até o
- 22:34último leitão, ou seja, até o último leitão, você tinha mais
- 22:37chances de dar vigor para ele. Né?
- 22:40Eu me lembrei aqui da do que a gente tem comentado e que a
- 22:44gente tem visto que a gente pensa que só os leitões mais
- 22:47leves não são. Não tem vigor para amamentar o
- 22:49colosso, mas leitões mais pesados muitas vezes são morrem
- 22:52esmagados. Você vai fazer um necropsia, não
- 22:54tem nada de leite, então é, é uma outro ponto que você acaba
- 22:59trabalhando também, não só oportunidade para todos, mas
- 23:02assim lembrando que não é uma curva normal e que todos os
- 23:05animais mais pesados vão consumir os mais leves não vão.
- 23:08Né? Depender muito ali de de como
- 23:10que foi o parto daquele leitão especificamente, né?
- 23:12De quanto tempo que ele passou por hipócrita e se passou ou
- 23:15não, né? Por hipóxia, então, com certeza,
- 23:17só mais um comentário, Vinícius, só pra é finalizar que eu acho
- 23:20que é importante que a gente rodou.
- 23:24Quase deixa eu ver, acho que não foi 8 novos experimentos.
- 23:27Já assim, com cinética de parto, uma coisa que a gente observa é
- 23:31que geralmente, AO maior intervalo de nascimento, entre
- 23:34eleições entre o primeiro e o segundo.
- 23:37Leitão é o que mais demora, e isso me preocupa porque, Ah,
- 23:41beleza está demorando lá, 3540 minutos a turma vai dar porta
- 23:47nessa Porsche EE é no primeiro entre o primeiro e o segundo.
- 23:51Então assim é geralmente quando a gente tem a maior assim, de
- 23:54uma forma geral, é quando a gente tem o maior intervalo
- 23:57entre o primeiro e o segundo leitão, né?
- 23:59Então, isso EE também na literatura e até 60 minutos de
- 24:04intervalo entre o nascimento de leitores pode ser considerado?
- 24:07Normal, normal. É, então é assim.
- 24:11É. É complexo essa questão assim,
- 24:13né? A gente tem que realmente é não
- 24:15usar só o pop lá. Ah, beleza.
- 24:17A porca demorou 20 minutos por para parir entre um leitão e
- 24:20outro, vou dar toque nela, vou no le fazer, não, a gente tem
- 24:24que conhecer muito bem ali entender o animal, né?
- 24:27Olhar para o animal e como. Ver como o que é que está
- 24:30acontecendo com ele. O Barbosa eu acho que é assim.
- 24:33Um ponto interessante, não é assim, a gente existe.
- 24:36Os povos em de Granja, mas o quanto que esses povos estão
- 24:39atualizados? Com as últimos resultados, com
- 24:42os resultados mais recentes, né? Por isso que é o que você falou
- 24:45no início da nossa fala e que você provoca os estudantes.
- 24:48Aí nós somos responsáveis por isso, né?
- 24:52Então o nível técnico, as informações técnicas, elas são
- 24:56necessárias para estar atualizar os protocolos, porque olha só
- 25:00quantas pessoas que estão todo dia fazendo parte, quantos
- 25:03partes nós temos por dia no Brasil e quantas pessoas estão
- 25:07informadas desses 2 pontos até tri?
- 25:11Até tantos minutos, é normal. Duração de parto até tantos
- 25:15minutos é normal o intervalo de parto são poucos, né?
- 25:19É e que Eu Acredito, vamos lá, deixa eu te fazer uma outra
- 25:23provocação aqui nesse, nesse experimento que vocês
- 25:26trabalharam 9 ingredientes. Então vocês tiveram um mix de 3.
- 25:29Claro que eu sei que pode ter. Confidencialidade nesse projeto,
- 25:35mas mas mas o que que teve? Teve fonte de fibra.
- 25:40O quanto que a fibra foi necessária nisso?
- 25:43E aí eu queria que sei porque nós já conversamos outras vezes,
- 25:46né? Nos bastidores, é sobre a
- 25:49questão de fermentabilidade e glicemia, né?
- 25:53É conta um pouco dessa experiência nesse experimento,
- 25:55se ela contribuiu, se alguma fonte feminina contribuiu e
- 25:58mesmo assim, o que que é a tua visão quanto a fibra, glicemia e
- 26:01duração de parte? Maravilha, não legal.
- 26:04Eu IA falar da fibra que a gente se empolga, né?
- 26:06Vai mudando os assuntos. Mas se.
- 26:10Nesse experimento inicial, a gente não acabou não.
- 26:14Avaliando esse glicemia, a gente não avaliou fibra.
- 26:17Porque o objetivo era um era. Ingredientes com maior nível.
- 26:23De? Suplementação é glicêmica
- 26:26realmente, né? Então, por isso que a gente não
- 26:27fez uma variação ali, né? Então, era realmente pra ser uma
- 26:30bala pra porca ali, né? Um aditivo energético?
- 26:36De bate pronto ali, né? Pra ser rápido, esse porque, né.
- 26:39OOO parto apesar de ser longos, eles são curtas, né?
- 26:44Acontecem rápido. Mas é com relação AA gente
- 26:49também, né? Teve até finalizamos
- 26:51recentemente nesse projeto nosso com fibra.
- 26:54Esse era um projeto financiado pela fapesp.
- 26:56É, nós testamos agora, eu acho que foram 13 fibras.
- 27:02Se eu não estou enganado, é 13 Fontes de fibra distintas.
- 27:06A fermentação, na verdade, não só fermentação in vitro.
- 27:09Nós fizemos toda. A avaliação, vamos dizer da
- 27:13fibra, porque a fibra a gente não conhece, né?
- 27:15A gente fala, Ah, fibra é fibra bruta.
- 27:17FDAFDN. Então a gente tentou, Ah, qual
- 27:20que é a solubilidade, a capacidade de retenção de água
- 27:24dessa fibra? É enturmecimento dela, né?
- 27:28Então avaliamos, fizemos várias avaliações.
- 27:32A somada a essas avaliações, o que que a gente fez?
- 27:35A gente também avaliou a fermentabilidade in vitro, né?
- 27:39Então pegamos as diferentes fibras, pegamos material de
- 27:43século, de fêmea, né? Que foi abatido no frigorífico.
- 27:47Trouxemos para para o laboratório e fizemos as
- 27:50avaliações de fermentação, in vidro, então a gente viu, Ah,
- 27:53beleza, qual que era a característica da fibra, quanto
- 27:56que ela. Fermentou quanto de ácido
- 27:59gráfico que ela produziu e o tipo de ácido gráfico que ela
- 28:02produziu. Crescente para nós, então a
- 28:04gente entender é o perfil de fermentação dessas fibras.
- 28:09Aí também, né? Então, depois a gente fez
- 28:10primeiro essa avaliação inicial. Pegamos várias fibras a partir
- 28:14dessas fermentações. É selecionamos.
- 28:17É 3 fibras. 34 fibras e fizemos um blend de fibra também, né?
- 28:26Então a gente pegou, vou magoar, é uma fibra dessas.
- 28:30O pessoal chama de sintética ou nessas fibras derivadas de
- 28:34árvore, farelo de trigo e ou pacífica, né?
- 28:38Porque também o que a gente levou em consideração é custo de
- 28:41aquisição também, né? Pensando em custo de aquisição
- 28:43aqui para uma realidade brasileira, porque às vezes a
- 28:45gente vê alguns experimentos com fibra, mas é, Ah, uma fibra de
- 28:49beterraba, que é bem mais complexo da gente conseguir
- 28:52aqui, então. A partir né?
- 28:54Ali do das experimentações, definimos um blend pensando.
- 28:58Na melhor fermentação, produziu bastante ácido butílico, por
- 29:03exemplo. A gente sabe da da questão dele
- 29:05associado a é resposta imune, entre outras questões.
- 29:09É, e fizeram esse blend e fornecemos, então, para fêmeas,
- 29:13para leitoas pré cobertura e para fêmea no pré-parto.
- 29:19É então eu vou falar do pré-parto aqui para a gente não
- 29:22fugir, mas depois a gente pode falar da da pré-cobertura para
- 29:25essas fêmeas no pré-parto é o que foi interessante, não é o.
- 29:30As fibras, elas foram esse blend de fibra, né?
- 29:33Ele foi currível em também diminuir duração de parto é, e
- 29:38isso provavelmente associado àquilo que a gente tá falando.
- 29:41A cinética de digestão. Por quê?
- 29:44Porque a gente observou que a glicemia das fêmeas que estavam
- 29:47suplementadas com a fibra se manteve mais estável durante o
- 29:52processo de parto, então ela conseguiu manter essa glicemia
- 29:57de uma, né? De uma forma mais estável, vamos
- 30:00dizer assim, então um dos achados aí, que eu acho que é.
- 30:03Bem, bem interessante essa questão e quando a gente
- 30:06trabalha com fibra, aí a gente sabe que não vai ter.
- 30:08Talvez aquele problema de constipação, né?
- 30:10A gente consegue também é fornecer ali ração pra fêmea sem
- 30:16ter AO problema da constipação. Eu achei assim.
- 30:19Foi um resultado bem interessante nesse sentido de
- 30:22melhorar também ali a cinética de parto utilizando o figo.
- 30:26A gente também avaliou o microbiota, mas acabou.
- 30:29Ah, não. Na verdade, os resultados desse
- 30:30ainda não estão prontos, né? A gente vai pra pra uma
- 30:32avaliação, a gente não recebeu no laboratório ainda, mas a
- 30:35gente acredita que possa fazer uma modulação, né?
- 30:38E isso, claro, vai ser transferido aí para os leitões.
- 30:41A gente sabe que é a microbiota ali do ambiente da fêmea, né,
- 30:44vai ser aí mantido, às vezes até 6070 dias de idade, né?
- 30:48Até o leitão sair da creche ela tem uma correlação alta na
- 30:51microbiota que estava presente ali na fémur.
- 30:54E também, né? É a microbiota.
- 30:56Ela pode ser derivada, com certeza é derivada do leite e a
- 30:59gente pode influenciar a microbioma lácteo.
- 31:02Ali vamos dizer assim, a partir também do fornecimento de
- 31:05fibras. Então tudo tem correlações, né?
- 31:07Que são interessantes. É, é fantástico, né?
- 31:09Porque você acaba dando um tiro e saindo em vários pontos, né,
- 31:13cara, porque você vai trazer benefício pra fêmea, pra ir pro
- 31:16parto nessa, nessa, nessa transição entre o feto e o
- 31:21neonato, vai levar a um processo de colonização.
- 31:25Vai trazer mais vigor com o leitão, a colonização mais
- 31:27adequada fase subsequente dos leitões com mais vigor e maior
- 31:31potencial de vitalidade. E pra fêmea, mais saúde, né?
- 31:35Mas Oo CES é desse último ponto desse último estudo sobre
- 31:40fermentabilidade. É, na verdade, essa essa
- 31:47glicemia mais estável. Você acredita que foi mais pela
- 31:52própria cinética de digestão da dieta em si?
- 31:57Ou foi por uma produção de a GE? Vicky poupou mais glicose por
- 32:03metabolismo intermediário, ou os 2?
- 32:06E aí, claro que se for os 2, a gente tem que saber a proporção,
- 32:08né? Tentar entender.
- 32:10Então? É, eu.
- 32:11Eu Acredito mais nos 2. Na verdade.
- 32:14Assim, né? Eu acho que é vai ser uma
- 32:17associação positiva igual. Você falou, né?
- 32:19Levar esse graxa de cadeia curta sendo produzido numa forma
- 32:22maior, bem como essas cinética, sendo uma cinética mais.
- 32:27Pausado, né? Ela vai mais devagar, com
- 32:29certeza, aquilo que a gente estava falando eu acho que isso
- 32:32deve ser, imagino eu, que seja muito importante pra quando a
- 32:37gente tá lá na fase de gestação, pra construção do leitão, né,
- 32:40porque você vai fornecer nos nutrientes o aporte nutricional
- 32:43lentamente, bem como aí nessa fase.
- 32:47Do periparto, né? Onde que você vai ter um aporte
- 32:50mais estável dos nutrientes, né? Você não vai ter aquele boom.
- 32:53Consequentemente, a gente sabe que fêmea pré-parto, ela tem
- 32:58resistência em insulina, então se a gente conseguir fazer
- 33:02talvez liberações também que a gente não tenha Picos tão altos,
- 33:05fazer Picos, mais tablets a gente vai conseguir diminuir
- 33:08esse tipo de problema também. Eu.
- 33:11Eu, eu coloquei aqui alguns pontos dos vários que a gente
- 33:14pode se beneficiar. É desse programa dietético mais
- 33:20funcional para as ciências que a gente tem falado inclusive, né
- 33:24César? Eu até comentei nos fiin Talks,
- 33:26agora é de qual que seria estratégica para você trabalhar
- 33:31a nutrição para melhoria de saúde seria você ter uma visão
- 33:35de nutrólogo e a gente tem que conversar sobre isso.
- 33:38Perfeito, e você falando, eu assisti a sua palestra.
- 33:42Parabéns, inclusive foi. Muito boa, obrigado.
- 33:46Conrado. É, e aí dentro disso, dentro
- 33:49disso, só para nós falamos de parto, melhoria do parto,
- 33:53falando inclusive de quantidade, provavelmente qualidade de
- 33:55colosso. Você começou a falar de
- 33:58colonização? Eu queria que você comentasse um
- 34:00pouco mais e o quarto ponto é. Eu queria que também você
- 34:03comentasse depois sobre a saúde da porra.
- 34:05Né? Então, veja só, com um programa
- 34:08bem feito, você trabalhando aí como um nutrólogo nesse
- 34:12programa. Quanta coisa que você faz parto,
- 34:15OK, nós temos já, você já tem tido bons resultados.
- 34:18A produção de bolos e a colonização.
- 34:21E a colonização? Vamos pela colonização.
- 34:23Depois a gente vai para a saúde da feira.
- 34:25É maravilha, a gente sabe que, por exemplo, a colonização.
- 34:28Existem algumas linhas AR, né? De de discussões, é da gente que
- 34:33recentemente publicou um texto no na suíno Brasil, né?
- 34:37Falando sobre isso, sobre colonização de leitão e tudo
- 34:39mais. Mas a gente sabe que a gente
- 34:42consegue alterar o perfil da microbiota da fêmea.
- 34:47Quando eu falo o perfil da microbiota, não estou falando só
- 34:49da fecal. Claro que a gente consegue
- 34:51alterar da fecal, mas também consegue alterar, por exemplo,
- 34:55ali no canal do parto, talvez seja uma mais importante até do
- 34:59que a fecal, porque, teoricamente, é a primeira que
- 35:02ele tem contato. Apesar de ocorrerem divergências
- 35:05aí de alguns pesquisadores mencionarem, Ah, não, que já
- 35:08pode ter uma colonização lá ainda dentro do útero, então
- 35:12ainda há controvérsia sobre isso, mas vamos dizer que, caso
- 35:16não não ocorra, a gente consiga modular, né?
- 35:19De uma forma geral, qualquer ingrediente, né?
- 35:22Fibra. De certa forma, se for
- 35:24considerar assim como. Um aditivo é um prebiótico, né?
- 35:27Ela vai estar sendo é um ingrediente ali.
- 35:30Para microrganismos benéficos, geralmente, então, com certeza a
- 35:34gente vai conseguir fazer essa modulação ali é da microbiota,
- 35:38quando a gente, novamente no que a gente falou, é lá no intestino
- 35:42grosso, essa fermentação, essa produção é mais de aços graxos,
- 35:47vai modificar completamente o perfil da da microbiota e isso
- 35:51com certeza vai ser transferido para o leitão.
- 35:55Novamente muito importante, porque é a microbiota da fêmea,
- 35:59tem correlação com o do leitão e isso vai estar associado aí à
- 36:02saúde do animal. Além disso, né?
- 36:05Existem também divergências sobre essas questões, mas é
- 36:08fibra por essa se tratar aí de ser um.
- 36:11Um periódico, vamos dizer assim, a gente consegue aumentar a
- 36:14diversidade dos microrganismos, né?
- 36:16Então, isso também é importante, a gente conseguir fornecer um
- 36:22tipo a, falar um Mini maior, né? Então a gente vai ter ali, Ah,
- 36:25vamos dizer que algum microrganismo falta em algum
- 36:27momento, mas como eu tenho esse maior grupo de microrganismos,
- 36:30eles vão conseguir atacar, fazer essa atividade que os organismos
- 36:35antes não faziam. Então a gente consegue ter essa
- 36:37melhor resiliência de uma forma geral, né?
- 36:42Uhum. Ou seja, dentro disso, nesse
- 36:44terceiro ponto, que é a colonização passa
- 36:47necessariamente óbvio pela microbiota e que vai, entre
- 36:50outros fatores. É, é é ter relação com a saúde
- 36:54do animal, proporcionando então melhoria de nutrientes para algo
- 36:58tecido alvo. Mas foi o que você falou, você
- 37:00tem uma diversidade maior da microbiota, você tem uma
- 37:04microbiota mais resiliente e, consequentemente, o animal ou na
- 37:08verdade essa microbiota conversa melhor com hospedeiro, menos
- 37:11resposta imune, enfim, isso é que traz saúde.
- 37:14Passando desse terceiro ponto agora para o quarto ponto, que
- 37:18tem a ver com saúde da fêmea. E é AEE.
- 37:21Também está relacionado a microbiota.
- 37:23Como é que você vê? Assim, ao quanto que a gente
- 37:26pode trabalhar essa estratégia nutricional, seja dos trabalhos
- 37:30que você está fazendo com glicemia, seja da fibra ou de
- 37:33outros nutrientes. Quanto a saúde dessas fêmeas
- 37:37diminuindo mortalidade, aumentando longevidade e
- 37:40bem-estar dessas fêmeas que irá ajudar consequentemente, leitão.
- 37:44A qualidade. Não é excelente, o início é, eu
- 37:46acho que assim, de uma forma geral, essa questão da cinética
- 37:49da né novamente, voltando ali pra cinética, cinética do parto,
- 37:53né? A gente diminuindo é essa
- 37:56demanda da fêmea. Nesse momento a gente com
- 37:58certeza vai melhorar a saúde dela, né?
- 38:00O processo inflamatório vai ser diminuído, então todas.
- 38:05Todas essas moléculas associadas à inflamação vão estar
- 38:08minimizadas na fêmea, o que é muito interessante e tu consegue
- 38:12ter uma saúde melhor dela, né? Se a gente tiver essa redução de
- 38:17desafios, de uma forma geral, pensando No No momento do parto.
- 38:20É EE, só até para comentar sobre um outro projeto que a gente
- 38:24estava executando recentemente, que eu até desacreditei um pouco
- 38:28dos dados que eu falei, não está muito bom isso daqui não é
- 38:30verdade, né? Vocês estão com é coletando
- 38:32direito esses dados lá tem uns alunos que estão desenvolvendo
- 38:36um material de ninho para a porta.
- 38:38É material de nitificação, não é?
- 38:40A gente sabe aí da IN 103 a obrigatoriedade dessa questão, a
- 38:44gente sabe da dificuldade do material, se a gente for
- 38:46fornecer um feno, por exemplo, por causa de entupir.
- 38:50O sistema do IDG. Então, se me orientados, eles
- 38:53estão desenvolvendo o material de construção de ninho para as
- 38:56férias, nós fizemos um trabalho piloto aqui Na Na Na Granja e
- 39:02assim a questão primeiro comportamental, do bem-estar que
- 39:05você mencionou, né? Não existe comparação assim.
- 39:08É assustador, muda muito. É realmente o perfil das filmes.
- 39:11Elas realmente ficam muito mais tranquilo que ela.
- 39:14Bateção de barra, né? Todo mundo que entra em
- 39:17maternidade sabe que fêmea que está perto de pari, ela pega ali
- 39:20aquela barragem esmagadora e fica pá.
- 39:23Ele passinho para mais. Diminui muito, né?
- 39:26Fica apertando chupeta, mastigação em falso.
- 39:29Foi foi assim, a questão comportamental foi muito melhor.
- 39:33Além disso, a cinética de parto foi muito melhor, mas aí é meio
- 39:37que óbvio, né? Pois por isso que eu falei, pô,
- 39:40mas tá verdade? Esses dados, como o animal está
- 39:43passando por muito menos estresse, né?
- 39:45Ele tem ali aquele material que ele precisa, é intrínseco dele
- 39:50fazer em mim, né, não é? Então ele realmente precisa
- 39:52daquilo. Estão me inventando isso, né?
- 39:55Não é por isso. Exato, exato.
- 39:58Então é assim. Ele, ele, AA gente observou
- 40:01realmente uma melhora grande ali na cinética do parto também, né?
- 40:06Dos leitões ali na cinética e nascimento reduziu tempo de
- 40:10nascimento, né? Tempo de parto aí das fêmeas,
- 40:13mas então só para mencionar essa questão, eu acho que todos os
- 40:16pontos que a gente consiga diminuir stress, por exemplo,
- 40:20ter um aporte nutricional conforme a gente já falou, mais
- 40:23estável. É diminuição de duração de
- 40:27parto, vai trazer benefício para fêmea?
- 40:29A gente vai ter processo inflamatório melhor, menor é a
- 40:33questão do bem-estar. Então a gente vai ter um animal
- 40:36que está sob menos estresse. A chance dele é adoecer.
- 40:40Vai ser menor. A gente sabe que o meu animal
- 40:42está sob estresse. O sistema imunifica é mais.
- 40:46Susceptível, não é? Então a gente tem benefícios de
- 40:48uma forma geral assim, eu acho que é.
- 40:51É basicamente assim, não é? Às vezes a gente quer inventar
- 40:54muita coisa, né? Também outra coisa que eu falo
- 40:56para os meus alunos é um arroz com feijão, né?
- 40:58É o básico, não tem não. Tem muita coisa, às vezes que
- 41:01inventar faz básico, bem feito que você já vai ter muito
- 41:04resultado, né? Organiza ali, planeja bem, não
- 41:07não superlotas sua sua Granja, né, põe mais fêmea do que tem
- 41:11capacidade, a gente sabe que isso daí como, né?
- 41:13Então às vezes daí não dá tempo de fazer uma lavagem de limpeza,
- 41:16desinfeção adequada, então as coisas.
- 41:20Podem ser mais bem atrapalhadas, né?
- 41:22E daí voltando, né? Só pra gente associar essa
- 41:25questão ali de saúde, né? E microbioma uma outra coisa que
- 41:31Eu Acredito bastante, mas que ainda a gente tem que trabalhar,
- 41:33ainda não existem. Acho que pelo menos eu não.
- 41:35Não vi projetos relacionados a isso.
- 41:38Não só via nutrição. A gente fazia, por exemplo, uma
- 41:40aplicação de prebiótico, probióticos na verdade, de uma
- 41:44forma ambiental, né? A gente fazia uma colonização do
- 41:48ambiente. Eu acho que isso talvez seria
- 41:50também algo interessante. A gente não só fazer, claro, se
- 41:53vai fazer a lavagem de limpeza e desinfeção, mas depois a gente
- 41:56vai fazer uma colonização. É com microrganismos ali
- 42:00benéficos. Acho que também seria 11 ponto a
- 42:02se pensar aí no futuro. Sem dúvida, sem dúvida, o
- 42:05negócio nossa. Então nós estamos, eu estou até
- 42:08como orientado que que é que o projeto de lei é com isso, né?
- 42:11A relação da microbiota ambiental com a intestinal.
- 42:16É o desafio para nós, para suínos, né?
- 42:20Eu não sei se você concorda, é porque nós não temos substrato.
- 42:23Talvez com o ninho da porca, talvez até não podemos pensar
- 42:26nisso, né? Porque para avicultura para
- 42:29bovino, cultura de leite que eu agora tenho muito composto de
- 42:32bar e tal, você tem substrato para poder inocular, né?
- 42:35Mas eu também acredito bastante nisso, porque a gente fica
- 42:37falando muito da saúde intestinal, saúde intestinal,
- 42:39mas ela é muito afetada pela saúde, pela microbiota
- 42:44ambiental, né? Então você tem que você tem que
- 42:47buscar essa relação. Eu estou lembrando aqui de um
- 42:51estudo que a gente fez recente na animal, muito inclusive no
- 42:54centro de pesquisa animal multi. É na verdade, não foi no centro
- 42:59de pesquisa animal, não foi pelo animal multa, mas foi animal,
- 43:01grande comercial. A gente trabalhou probiótico e
- 43:04diminuímos o estresse das matrizes, consequentemente
- 43:06produção de leite, consequentemente, leitão
- 43:08desmamar, e aí por diante não é, ou seja, a importância da gente
- 43:11conhecer que o que você falou é verdade.
- 43:14O arroz com feijão bem feito, mas trazia a inteligência e o
- 43:18conhecimento para construir programas nutricionais.
- 43:20Eu acho que nós estamos precisando de cada vez mais
- 43:23atualizar, fazer pesquisas aplicadas, como as que você tem
- 43:26feito, como exemplo, que nós estamos fazendo animal.
- 43:29Também, que é como você modula a microbiota para, por exemplo,
- 43:35aproveitar do benefício que elas nos dão que aumentar a produção
- 43:39de serotonina, por exemplo. Assim, e como a serotonina pode
- 43:44mitigar esse efeito de estresse de ativação do eixo bocado
- 43:46profissionário adrenal que, por exemplo, diminui o processo
- 43:50inflamatório oxidativo que sobra mais nutriente por feto pagando
- 43:54a mamária e, consequentemente, leitão.
- 43:56Quando a gente fala isso sim, se a gente explica claramente fica
- 44:00faz sentido para quem está na linha de frente, porque muitos
- 44:03sistemas de produção estão passando por esse desafio e a
- 44:05grande maioria está passando por esse desafio, né?
- 44:08Então aí a gente começa a trabalhar essa nutrição e saúde,
- 44:12porque na nutrição tradicional a gente não.
- 44:14Não, não, nós não aprendemos muito sobre isso, né?
- 44:17Então, esses últimos tempos que a gente tem associado à
- 44:20nutrição. E a saúde tem nos trazido aí
- 44:22bons resultados, é. Caindo assim já já um pouco ao
- 44:28final, né? Nós estamos falando de fibra, de
- 44:30ingredientes e tal é. E o mundo do dos probióticos
- 44:34nessa? Nesse cenário que você pensa,
- 44:37você acredita que nós já estamos num nível já?
- 44:42Próximo ao ao que deveria entregar, ou ainda tem muitas
- 44:45coisas para a gente descobrir? Tem muita coisa, graças a Deus
- 44:48novamente. Ainda bem, eu acho que tem
- 44:50muita, muita coisa. É assim, de uma forma geral, a
- 44:54gente geralmente vê os probióticos como probióticos
- 44:57únicos, né? Eu ainda acredito mais numa
- 45:00questão novamente de blends aí, né?
- 45:02A gente entender, Ah, quais que são, talvez fazer grupos de
- 45:05microrganismos, coisas nesse sentido pra gente ter conseguir
- 45:08fazer um probiótico? Mais funcional talvez, né?
- 45:12Pensando alguma coisa que realmente a beleza, esse
- 45:14probiótico, esse, esse microreísmo vai ter essa ação e
- 45:17se vai ser complementar a essa a gente conseguir então ter uma
- 45:21ação mais. Efetiva para o nosso objetivo
- 45:24fim ainda, então acredito mais que existe muita possibilidade,
- 45:29muita é capacidade de desenvolvimento de tecnologias
- 45:34nessa Areia ainda aí, uhum. Teve um ponto que você comentou
- 45:38lá no início da conversa. Contra demanda de nutrientes,
- 45:42né? Que as que que é uma coisa que a
- 45:44gente talvez não aborda tanto, mas é uma coisa óbvia, né?
- 45:47Assim, principalmente no 1/3 final da gestação.
- 45:51Você tem uma competição de nutrientes, profeta e glândula
- 45:54mamária e os 2 precisam, né? É ma.
- 46:00Eu acho que a tua linha de pesquisa, né?
- 46:02Claro que tem outros pesquisadores trabalhando com
- 46:04isso, mas você tem feito isso com bastante maestria.
- 46:07Ela vem justamente para tentar dar um direcionamento
- 46:12nutricional para essas 2 demandas, né?
- 46:16Óbvio, nós precisamos de pensar em outros nutrientes, né?
- 46:19Mas isso é uma coisa que me marcou, né?
- 46:21Assim, existe essa competição e aí, o que fazer?
- 46:25Será que é só qualitativo ou também quantitativo?
- 46:29Então, Vinícius, aí isso é um ponto interessante, né?
- 46:32O que eu estava até assim, né? Pensando na fisiologia da
- 46:35digestão da fêmea, é muito legal, né?
- 46:39Que tem alguns trabalhos que mostram que a capacidade de
- 46:43aproveitamento de nutrientes da fêmea.
- 46:46Não falo de aminoácido aqui, por exemplo, lisina, aproveitamento
- 46:48de dizina da fêmea no final da gestação aumenta.
- 46:53E assim você fala, pô, que coisa fantástica, né?
- 46:56É óbvio que tem que aumentar, né?
- 46:57Ela exige mais, daí talvez aqueles por isso que talvez
- 47:01alguns programas, por exemplo. Ah, buck feeding Ah, não tem 11
- 47:06efetividade tão grande, é porque realmente ela vai conseguir
- 47:10extrair mais nutrientes daquela dieta mais pobre inicialmente.
- 47:15E também acho que, né aquilo a questão não é também só a
- 47:19quantidade, mas sim perfil, perfis, por exemplo, de
- 47:22aminoácido, tem que ser completamente distintos, né?
- 47:24Eu acho que numa fase dessa a gente teria que realmente.
- 47:27Não pensar em quantidade, mas sim no perfil, o que no dia a
- 47:30dia é complicado porque a gente tende a ter uma linha só de
- 47:33alimentação, né? Então isso às vezes se torna
- 47:36complexo, né? De como aplicar?
- 47:38É coisas que a gente sabe que vai, que vão funcionar.
- 47:41Às vezes, não é viável na prática porque não tem a
- 47:44tecnologia ainda disponível para realmente fazer isso na prática.
- 47:51E só e só aproveitando que se comentou isso daí.
- 47:54Na verdade, a gente está escrevendo agora um projeto de
- 47:59final de gestação. Na verdade, mais um projeto de
- 48:02final de gestação, mas é que um que a gente estava lendo até uma
- 48:07é estudando sobre a questão do catabolismo no final da
- 48:11gestação. Então, o que a gente acredita é
- 48:15que a fêmea durante a lactação, ela tem que estar catabólica,
- 48:19né? É importante que ela se torne
- 48:20catabólica durante a gestação e o que a gente estava é
- 48:24observando, né? Algumas revisões que nós
- 48:26fizemos. A gente acredita que a fêmea,
- 48:28ela tem que se tornar catabólica, talvez um pouquinho
- 48:31antes da lactação, porque no momento que ela entrar na
- 48:33laptação ela já vai estar entendendo que o metabolismo
- 48:37dela pode extrair os nutrientes dela mesmo e isso pode tornar,
- 48:41por exemplo, mais efetivo a produção de leite, decolos de
- 48:43leite e assim por diante. Até no parto, né?
- 48:46Até no. Parto, exatamente se ela vai
- 48:48conseguir, ela vai entender que catabolismo é algo fisiológico e
- 48:53ela não precisa esperar o momento do parto para mudar Oo
- 48:59metabolismo dela. Talvez antes seja mais
- 49:01interessante, a gente está desenhando um projeto aí.
- 49:03Acredito que a. Partir pra fapesp até o final do
- 49:07ano que vem a gente deve começar a executar esse projeto.
- 49:10Mas olha só, ainda no nesse. Nesse mesmo ponto, nós vamos
- 49:14bater em cima de si, médica de digestão e absorção e
- 49:17metabolização e fermentação. Por quê?
- 49:20Porque como é que você equilibra, então a demanda
- 49:22maior? No 1/3 final junto com o
- 49:25catabolismo, né? Então?
- 49:27Se se você uma corda puxa a outra, então como você chegar no
- 49:31caminho do meio, né? É muito complexo, né?
- 49:34A gente até conseguir determinar o que que é o ideal naquele
- 49:37momento realmente é, e assim, na verdade, nesse projeto a gente
- 49:40vai fazer algo muito. É próximo ao parto ali,
- 49:43provavelmente 5 no máximo 10 dias.
- 49:45Pré-parto, né? Fazer o catabolismo bem
- 49:47estratégico ali, né? Mas ainda, a gente está está
- 49:50tentando desenhar? Primeiro, primeiro a gente
- 49:51também está. Tentando definir, né?
- 49:54A gente vai fazer um alguns pilotos para definir a validação
- 49:57do catabolismo, né? Como que a gente está garantindo
- 50:00que essa fêmea está entrando em catabolismo, né?
- 50:02Não só a partir de espessura de toucinho, profundidade de lombo,
- 50:06nível de creatina, ureia, né? Mas outras questões também,
- 50:11talvez tá pensando em deutério, né?
- 50:14O ideal era pôr uma fêmea num dexa, né?
- 50:16Mas não. Tem como a gente anestesiar a
- 50:19porca e acho que os dexys não nem suportam o peso de porca é,
- 50:23não tem, é? Interessante, interessante.
- 50:28Já pensou estar no top 1% das minocultura?
- 50:31Acesse academia suina.com.br e invista no seu conhecimento.
- 50:37O suinocast só é possível através do apoio de empresas
- 50:40inovadoras e que apoiam a educação continuada na Cine
- 50:44cultura brasileira. Giga alta performance sem
- 50:47esforço, MS shippers, paixão pelo agro, elenco, alimento e
- 50:52companheirismo enriquecendo vidas.
- 50:56A Giga fabrica o sistema de alimentação de suínos autônomo
- 50:59sem fio e original projetado por sonicultores para suinicultores.
- 51:04Nossos comedouros são simples, confiáveis e proporcionam
- 51:07tranquilidade 24 horas por dia. Dias por semana, 365 dias por
- 51:13ano, a Giga não é apenas uma empresa de equipamentos, mas uma
- 51:17empresa familiar de produção de suínos especializada em slat.
- 51:23Pensas, nós tínhamos. Nós tínhamos com certeza assunto
- 51:27aqui para fazer uns uns vários capítulos de podcast, mas.
- 51:33Eu acho que atendeu a demanda do nosso tema, pelo menos para a
- 51:37gente passar. O que é que você tem feito nos
- 51:40seus trabalhos, né? O que que tem na mente aí do
- 51:43César garbosa enquanto pesquisador?
- 51:45Enfim. Nós falamos aqui sobre o parto,
- 51:50né? Na verdade, o uso de de de
- 51:53estratégias nutricionais, de programas nutricionais para
- 51:55mitigar esse efeito tão complicado que é o peripart,
- 51:59então melhoria do parto, da produção de colosso de leite
- 52:02relacionado a microbiota, colonização e também.
- 52:06A saúde da fêmea, né? Que é um assunto hoje do ponto
- 52:09de vista global da cadeia produtiva, bastante complicada.
- 52:13É bom, se eu tenho agora pra gente fechar 2 perguntas mais de
- 52:17cunho pessoal. Né?
- 52:19Eu te conheço e sei o tanto que você.
- 52:22Os resultados que você gera aí pela sua competência, mas também
- 52:25pela tua capacidade de trabalho, é uma máquina de trabalhar, de
- 52:29pensar, de gerar resultados e. Quando você tem tempo, o que é
- 52:35que você gosta de fazer? Não vale, não vai valer
- 52:39trabalhar, viu? Workaholic.
- 52:41Não, não sou tranquilo. Tem bastante coisa.
- 52:46Eu sei que eu gosto de fazer, eu gosto de fazer um pouco de nada,
- 52:49né, do que sentar, fazer nada. É, é verdade, assim, né?
- 52:53O pessoal fala, é, mas, por exemplo, tomar o Martin, né?
- 52:57Tomar o chimarrão é uma coisa, é bom e ficar olhando aí, né, pro
- 53:01pro além, vamos dizer assim, né, pro ali é.
- 53:05Eu gosto de ir pra praia, né, pescar e ficar sentado na praia
- 53:10é navegar. Eu gosto de estar com a minha
- 53:13esposa, eu gosto é assim, são várias coisas quando é até isso
- 53:18é uma coisa importante estar com a esposa é importante, né,
- 53:20porque como a gente trabalha. Bastante, às vezes ela é cobre e
- 53:23realmente tem que fazer minha culpa aqui, né?
- 53:25Que às vezes a gente fica longe aí e mas é.
- 53:28É uma coisa que realmente me faz feliz.
- 53:30É, até vi os guris, até vi os guri.
- 53:33Eu até vi raciais, exatamente. Aí, aí não.
- 53:35Aí, logo os panfletos, rainhas. Aí não vai ser mais a voz da
- 53:39Poliana vai ser a voz da Poliana, falando pelos guri.
- 53:42Exato. Beleza, eu sei que você gosta de
- 53:44Marte, sei que você gosta de ir para a praia, pescar, enfim,
- 53:48você tem que me levar pra uma pescaria lá.
- 53:49Você tá me? Devendo?
- 53:52Tem uma outra coisa que eu gosto aqui, e isso é uma vantagem de
- 53:55eu morar em Pirassununga. Meu irmão aqui no interior de
- 53:58São Paulo, eu gosto muito. Eu gosto muito de aviação e aqui
- 54:01fica a academia da força aérea, não é?
- 54:02E eu moro relativamente perto, agora aqui da da África, da
- 54:05academia, então direto, eu fico vendo o show de graça aqui da da
- 54:09esquadria da fumaça, né? E o pessoal treinando também com
- 54:12os aviões é uma coisa que que me agrada bastante.
- 54:14Então, tomando um mate, eu vi e vindo e ouvindo.
- 54:17Exatamente. Agora vou uma mesma pergunta,
- 54:20mais ou menos nesse sentido, mas acho que é interessante também o
- 54:24que que você tem vontade de fazer e que ainda você não fez?
- 54:30Qualquer área. Isso daí é complexo, né?
- 54:32Assim tem algumas coisas. Eu acho que.
- 54:37Não sei, eu. Eu ainda acho que eu não fiz
- 54:39nenhuma mudança significativa na sua inocultura eu.
- 54:42Isso é uma coisa que eu quero é, não sou muito sincero.
- 54:45Eu acho que a gente eu quero realmente falar, pô, consegui
- 54:48fazer um, gerar um valor grande para a sua inicultura ou para o
- 54:53nosso, para o nosso incultor. Não é que pô ou turma que sofre,
- 54:57às vezes é o sono, cultura não é?
- 54:59Então assim, realmente fazer a diferença, eu acho que é isso,
- 55:01assim a gente tenta, não é? Mas eu acho que tentar impactar
- 55:04com mais. Com assim, né?
- 55:07Até trazer mais resultados. Eu acho que é isso que é, mas
- 55:11tem outras coisas também assim, né?
- 55:13Tipo, Ah, é formar os alunos. Eu acho que sabe, é uma coisa
- 55:18que assim a gente tem tem feito, mas é uma coisa.
- 55:22Acho que sempre a gente pode melhorar, né?
- 55:24Essa gestão das pessoas é sempre importante, estar tentando
- 55:28melhorar, eu acho. Sem dúvida, sem e por isso que
- 55:33eu falei que o César é incomodado, viu?
- 55:34Gente? Está vendo?
- 55:36Não fez. Diz que não fez nada ainda, não
- 55:38gerou valor, está fazendo muita coisa, mas eu entendo, César é.
- 55:41É um encontro que a gente tem de gerar valor, de você criar algo
- 55:44que assim, para deixar. Pra deixar um legado, não pro
- 55:47teu ego, né? Mas assim, pra pra você é, não é
- 55:51nem ficar em paz, mas se sentir satisfeito no sentido, não.
- 55:54Esse foi uma contribuição que eu fiz.
- 55:56Eu acho que o nosso papel de pesquisador e professor, a
- 55:59gente, todos nós deveríamos estar bem incomodado com isso,
- 56:02né? Porque é o desenvolvimento de
- 56:05uma cadeia produtiva, o desenvolvimento de um país
- 56:07depende de talento e tecnologia, né?
- 56:09A gente sempre fala isso e a responsabilidade é muito grande.
- 56:13Muito bom, muito bom. É como eu falei, nós teríamos
- 56:16aqui, certamente é muita coisa para falar, mas o tempo nos
- 56:22limita. Depois eles vão me puxar a
- 56:24orelha aqui, já deixa oportunidades para uma próxima
- 56:28vez? Bem, com certeza.
- 56:29Como eu falei no início pessoal eu tive, tenho e sempre vou ter
- 56:33um prazer de conversar com o César.
- 56:35A gente sempre está em conversa direto, né?
- 56:37Nós somos parceiros, é de longa data, à qual uma pessoa que eu
- 56:41admiro muito, não só do ponto de vista pessoal como profissional.
- 56:45E tenho certeza que os o sonho do César vai se realizar
- 56:50enquanto esse incômodo que ele diz, por último, que é de gerar
- 56:53valor, que a quantidade volume de trabalhos que tem feito é
- 56:56bastante significativo e nessa área que a gente discutiu hoje,
- 56:59né? A gente tratou aqui do mais
- 57:03focado no Perry part, né, assunto que é tão importante
- 57:06para a sua ainda cultura global, né?
- 57:08E qual como é importante a gente tirar resultados para trazer
- 57:12saúde para essa FM se a gente cuidasse essa fêmea, a fêmea vai
- 57:16cuidar do leitão. Obviamente que os leitões
- 57:17precisam do nosso apoio. E dá a vida.
- 57:20Essa fêmea não é seja no na gestação, no periparto, na
- 57:24lactação. Essa fêmea vai ter condições de
- 57:27cuidar melhor desses leitões, que são os frutos das
- 57:29suinicultura que vão nos trazer resultado.
- 57:32Ô César, muito obrigado na minha.
- 57:34É, fiquei bastante honrado, satisfeito e feliz por ter é
- 57:39batido esse papo aqui contigo e espero que a gente se encontre
- 57:43aqui mais vezes. Muito obrigado, Vinícius.
- 57:45Sempre um prazer falar com você é, às vezes até a gente às vezes
- 57:48não tem tanto tempo de conversar assim, né?
- 57:51Parar e tal. Então, pô, é fantástico, muito,
- 57:53muito obrigado. E temos que fazer mais vezes,
- 57:56nem que não seja um podcast, né? Mas pra gente conversar mais aí,
- 57:59jogar ideias EE gerar, tentar gerar novas possibilidades e
- 58:04ideia, né? De de pesquisas e coisas nesse
- 58:06sentido, muito obrigado mesmo. É sempre um enorme prazer, você
- 58:10sabe também da minha admiração por por você, com certeza.
- 58:13Sem dúvida. Agradeço, pessoal.
- 58:14Espero que goste e até a próxima um abraço.
- 58:17Sérgio abraço.