Latest / Café com Dungeon / Design gráfico e RPG #0039
Transcript
- 0:03Eu já trabalhei com direito. Eu estudei na Universidade
- 0:09Federal Fluminense, lá na UFF, e estajei 2 anos e meio no banco
- 0:13central. Mas antes que fosse tarde
- 0:16demais, eu larguei tudo. Fui fazer o curso de animador lá
- 0:21no animamundi e consegui um emprego como ilustrador e
- 0:25animador a partir disso no Senac.
- 0:29Eu sempre curti desenhar e eu brincava no corel draw na época
- 0:33que o meu pai tinha um estúdio de publicidade no Rio.
- 0:36E eu sempre curti tipografia, layout e tudo mais.
- 0:40Eu adorava ver o pessoal brincando com letra 7, usando o
- 0:43aerógrafo para pentar pôster. Eu vi isso tudo ali acontecendo
- 0:47e ficava fascinado. Eu era inclusive o ilustrador
- 0:51oficial ali da minha galera para fazer os personagens que a gente
- 0:55jogava no RPG. Eu fazia logo também.
- 0:59Fazia o nome dos personagens meio que brincando com o logo,
- 1:02fazia logo do time, fazia logo da campanha, fazia até capa da
- 1:08trilha sonora da campanha que a gente tava jogando.
- 1:11Quando a gente começou a fazer isso, até queimava CD virgem na
- 1:15época com a trilha sonora e botava pra ouvir durante o jogo,
- 1:19e eu e eu fazia capinha lá. Amarradão, desenhava os
- 1:22personagens, fazia uma cena, botava o logo e ficava lindo.
- 1:27Eu sei que hoje em dia, na internet, isso parece um lugar
- 1:29comum, né? Todo mundo já faz isso, faz
- 1:31animação, faz vídeo pra lançar a própria campanha, mas sei lá,
- 1:36início dos anos 2000, anos 90, isso era muito raro, né?
- 1:39Mas eu tinha esse barato e todo mundo ficava meio bolado quando
- 1:43eu falava assim, Ah, mas eu, eu faço direito.
- 1:46Na verdade, o pessoal falava, caraca, mas você não, por que
- 1:50que você foi pra direito? Porque você não foi estudar
- 1:51design, por que você não foi estudar arquitetura, belas
- 1:54artes, sei lá, alguma coisa assim.
- 1:57E é engraçado que nunca ninguém olhou e falou assim, pô, tu
- 2:01obviamente ama RPG. Você já pensou em trabalhar com
- 2:05isso? Claro, RPG estava longe de ser
- 2:08uma possibilidade de vida profissional naquela época,
- 2:12diferente de hoje em dia e já, já eu faço um episódio sobre
- 2:16isso. Mas o design e ilustração sempre
- 2:19foram uma, sempre foram coisas que a galera olhava para mim e
- 2:22falava, pô, mas tu desenha muito?
- 2:24Que Mané direito, larga isso. E eventualmente eu larguei.
- 2:29Hoje em dia eu olho pra trás e eu vejo que eu curtia estudar
- 2:34direito. Eu não gostava de trabalhar com
- 2:36direito, né? Isso era outra coisa.
- 2:39Tudo bem, algumas coisas eu até gostava, mas de forma geral o
- 2:42direito me transformava numa pessoa pior.
- 2:46É então eu não, eu não gostava de forma geral de trabalhar com
- 2:49direito, mas a disciplina me encantava, né?
- 2:52A filosofia do direito, os os debates por trás.
- 2:56É como é trabalhar com princípios e hierarquia entre
- 2:59normas e tudo mais. Isso isso me construiu de certa
- 3:03forma, até como pessoa, até mais do que como cidadão, que eu IA
- 3:07falar, me construiu como cidadão.
- 3:09Acho que me construiu como pessoa, né?
- 3:11Como pensar as coisas e tal. Passou muito pelo direito, mas
- 3:15eu já fiz um episódio na primeira temporada fazendo
- 3:19paralelos entre direito ERPGE. Eu gosto de fazer esses
- 3:26episódios em que eu traço paralelos, né?
- 3:29É EE. Vários paralelos que eu tracei
- 3:32entre direito ERPG me ajudaram a entender várias coisas, de como
- 3:37eu jogo, de como eu encaro jogos e de como eu penso e produzo
- 3:41RPGE. É curioso que eu nunca tenha
- 3:45feito o episódio em que eu traço paralelos entre RPG.
- 3:50E design e design, tô falando aqui design gráfico, não tô
- 3:53falando de design no sentido amplo, porque dentro do sentido
- 3:56amplo e design eu falo o tempo todo, né?
- 3:59A gente fala de game design. Game design é design também no
- 4:03sentido amplo da coisa. Então eu tô falando aqui
- 4:05especificamente traçar paralelos entre RPG e design gráfico.
- 4:10Eu sou lealteiro, pô. Hoje em dia eu chefio uma equipe
- 4:14de design na lura eu trabalho. É como charter líder dentro do
- 4:21do time de design em conteúdo ali na lura, né?
- 4:24Pra galera que produz conteúdo é, mas eu eu sou lealteiro, né?
- 4:31Essa coisa de de equipe, tudo mais.
- 4:33É legal trabalhar com equipes e tal, mas eu gosto de lealtar, eu
- 4:36gosto de botar a mão na massa, criar um logo, adoro isso.
- 4:39Então é sobre design gráfico, né?
- 4:42E nesse episódio eu vou sacar então.
- 4:46Da gaveta empoeirada essa pauta que eu seguro comigo desde 2018.
- 4:51Eu peço desculpas, inclusive para o colega designer aí e um
- 4:55designer de mão cheia de de passagem ou tudo sirkize autor
- 4:58do cova rasa, porque a gente tava trocando ideia de banda e
- 5:02de influência de de design também.
- 5:05A gente tem muitos gostos, né? Que a gente a gente tem em
- 5:08comum. E num dos papos desse sobre
- 5:10design, eu falei que IA chamar o Túlio pra gravar comigo esse
- 5:14episódio aqui. Mas esse episódio é uma pauta
- 5:17que eu já tenho. Segura, já venho segurando há
- 5:20muito tempo e ele vai sair com menos planejamento do que eu
- 5:22gostaria. Mas segura aí, Túlio, a gente
- 5:26vai ter outras pautas que eu vou te chamar para gravar comigo,
- 5:28meu camarada, fica tranquilo, mas eu tô nesse momento no Rio
- 5:32de Janeiro, né? Tô na casa da minha mãe aqui eu
- 5:35sou eu moro em São Paulo, apesar de ser carioca, e eu vou fazer
- 5:39esse café com dângel aqui, como eu fazer no velho testamento.
- 5:42Vou ligar o microfone e sair falando.
- 5:45Ok, vou, vou assumir aqui. Eu estou fazendo uma certa
- 5:47pautinha aqui, porque eu tenho que deixar registrado no banco
- 5:51de dados de episódios que os assinantes têm acesso.
- 5:54E eu confesso então que eu estou aqui com uma certa patazinha,
- 5:58diferente do que eu fazia no velho testamento.
- 6:01Mas o espírito é o mesmo da primeira temporada, tá?
- 6:04É esses episódios de traçar paralelos entre RPGE alguma
- 6:09outra coisa. São os talvez os meus preferidos
- 6:12no café. Porque eles me permitem esse
- 6:15esses paralelos, né? Eles me me permitem acessar
- 6:18certos caminhos lógicos e certas ideias que acabam de alguma
- 6:22forma me levando a derivar do RPG, mas mantendo ali uma
- 6:27âncora, mantendo ORPG, como sabe, na minha, no meu Panorama
- 6:32ali, né? E aí me permite derivar do RPG
- 6:35enquanto matéria. E os caminhos acabam apontando
- 6:40pra pra outros que não sejam autorreferenciais, né?
- 6:43Eu eu falo de RPG, busco paralelos derivo da RPG, mas
- 6:48mantenho ele sempre ali. É em vista, mas sem ser
- 6:52autorreferencial, que é uma coisa que eu acho legal.
- 6:56Então eu gosto muito desses episódios e aqui vai mais um
- 7:01episódio desses RPGE design gráfico, vamos embora.
- 7:10Café com o quê? Café com dange.
- 7:23Bom dia amigos do café com danjo.
- 7:25Estamos aqui para mais um episódio do seu podcast material
- 7:27favorito, trazendo sempre muito RPG.
- 7:30Meu nome é Rafael balbi e hoje o meu café aqui é o café magenta
- 7:35da ovelha negra. Magenta que muita gente não sabe
- 7:38que cor que é, mas todo designer sabe, né?
- 7:41Esse rosa, esse pigmento rosa aí.
- 7:44E bom, Oo café, né? Da da ovelha negra sabor magenta
- 7:49é delicioso e eu indico para todo mundo, quem quer começar,
- 7:53inclusive. Nos cafés especiais, aí eu
- 7:55recomendo uma agenta que ele é uma boa porta de entrada e ele é
- 7:58um bom café pra você ter no dia a dia, como pode atestar o Igor
- 8:03Cruz aí do perdido no play, que é o novo adepto de uma agenta da
- 8:07ovelha negra. Então abraço o Igor e aproveite
- 8:10aí o café, o café, uma agenta da ovelha negra que eu recomendo.
- 8:14Se você quer entrar pro time da galera que curte uma agenta da
- 8:18ovelha negra, chega lá em ovelha negra, cafes.com.
- 8:24E lá você usa o cupom CCD, tudo minúsculo que você vai ter um
- 8:27abatimento se você for assinante do café com dânjon.
- 8:30Aí você pode ter cupons progressivos e além disso
- 8:34participar de sorteios, né? De café, porque a gente sorteia
- 8:37aí quase 2 kg de café por por mês pro pros nossos assinantes.
- 8:41Então cola com a gente. Chega aí e se torna um assinante
- 8:45em apoia.se barra café com dânjon escolhe o plano.
- 8:51Que te contempla melhor. E aí ajuda a gente ainda a
- 8:55voltar de repente a ter 5 episódios na semana.
- 8:58Vai ser muito legal. Fora isso, você recebe cupons de
- 9:02outros parceiros, outros sorteios e conteúdo extra, que é
- 9:06o principal. Então cola com a gente, apoia
- 9:08ponto Sia barra café com dânjon e amanhece ouvindo um café com
- 9:13dânjon aí com 11 café especial delicioso como o da ovelha
- 9:17negra, beleza? Vamos lá, vamos para o episódio
- 9:19de hoje. Mas antes eu queria dar uma
- 9:22passada aqui pela enquete do último episódio, né?
- 9:24O último episódio que foi sobre timer de sessão no RPG, que foi
- 9:29bem polêmico lá no grupo de assinante.
- 9:32O providelo veio aqui com com várias ideias aqui dizendo, pô,
- 9:36de como pode ser nocivo e tudo mais.
- 9:38Mas a gente teve debate em cima disso.
- 9:40Foi legal que a gente veio analisando, né?
- 9:42A gente veio. É buscando prós e contras ali
- 9:45para além do próprio episódio. Então, pô, é muito legal ter um
- 9:48grupo de assinantes que debate as coisas com profundidade nesse
- 9:51nível, né? Então um abraço guia, abraço a
- 9:53galera que debateu aí e vamos lá, vamos lá.
- 9:56É a leitura da enquete do último episódio foi foi o seguinte,
- 10:00vocês curtem a ideia de jogar com timer de sessão em jogo e
- 10:0678,3%? Falaram que curtiram a ideia de
- 10:09jogar com timer, então acho que o episódio foi legal para
- 10:12vender. Essa essa ideia de experimentar
- 10:14um timer ali que vai durar durante, vai durar durante o
- 10:19tempo, né? Que a gente quer que que a seção
- 10:21dure. E aí quando chegar No No tempo
- 10:24ali, ele dispara, e aí os os jogadores, se não tiverem
- 10:27chegado nos seus objetivos, eles tiveram uma condição de derrota
- 10:30ali, né? É, é é polêmico mesmo, mas eu
- 10:33fiquei feliz que 78,3% das pessoas curtem essa ideia.
- 10:38E aí depois deixei uma pergunta qualitativa ali, que foi, e aí?
- 10:42É, dá uma recomendação aí pra gente, do de quem você gostaria
- 10:46de ver no café com dângeno, né? Então um espaço pra galera
- 10:49escrever a respeito. Acabou que muita gente nem
- 10:51trouxe indicação de nomes para participarem aqui, algumas
- 10:56pessoas trouxeram, mas a maioria comentou sobre coloque, né?
- 11:00Sobre usar o timer na sessão, então vou ler aqui primeiro a
- 11:05manifestação do bardal. Que ele falou que gostaria de
- 11:08ver uma mesa redonda com os mestres de mesa aberta, das
- 11:11campanhas que a gente tem por aí.
- 11:12E aí ele citou especificamente eu, COB, o Diego, cestito, o
- 11:18Dani, né? É lá da da galera do RPG do Jô,
- 11:22mas o Ícaro, o kirau e o Samuca que tem mesas abertas aí também.
- 11:27Legal, é legal, ô bardal, pode deixar que a gente, a gente vai
- 11:30ter aí um papo de mesa aberta de RPG, com certeza, com essa
- 11:33galera. Talvez individualmente, talvez
- 11:36em grupo. Enfim, é uma pauta muito
- 11:37interessante mesmo. E o bardal também recomendou
- 11:40aqui, ele gostaria de ver aqui no café com dânger um papo com o
- 11:44Gui Silveira, falando de tecnologia, inteligência
- 11:47artificial, ERPG. Gui Silveira é meu Boss, né?
- 11:52Meu chefe lá na lura, pô. Inclusive um cara que eu
- 11:55trabalhei durante muito tempo, lado a lado assim, praticamente.
- 11:58O Gui é um cara muito inteligente, mas eu tenho até
- 12:01uma pauta que eu acho que eu vou chamar o Gui Silveira que é
- 12:03ilusionismo. Gui Silveira pra quem não
- 12:05conhece, além de ser manda chuva aí na lura né?
- 12:08De ser Oo nome forte aí junto com o Paulo Silveira né?
- 12:11O irmão dele Na Na lura, ele é ilusionista e já foi até em em
- 12:16Las Vegas, aí participou de um programa de TV mostrando falando
- 12:20sobre ilusionismo, mostrando ilusão dele do penenteller
- 12:23tentando tentando descobrir qual o segredo por trás.
- 12:28Da ilusão do ilusionismo dele, então vai ser pode ser um tema
- 12:31bem legal falar de ilusionismo, não o ilusionismo dentro do RPG,
- 12:34mas falando de ilusionismo geral como um paralelo com RPG, vai
- 12:38ser legal, mas tem esses temas também interessantes aí bardao,
- 12:40tecnologia, RPG, esse tipo de coisa eu acho bem interessante.
- 12:43A gente está realmente no momento em que a user of the
- 12:47COEs está buscando soluções de ar.
- 12:49Acho que são debates interessantes, vou tentar essa
- 12:52pauta. O Gui é um cara muito ocupado.
- 12:54Mas seria interessante a gente debater a respeito dessas
- 12:57coisas. Sim, é?
- 12:59Murilo dada comentou aqui que ele já fez alguns jogos em
- 13:02evento com timer e com razão ficcional, ou seja, o timer
- 13:07sendo justificado dentro da ficção.
- 13:09Ele notou algumas coisas nesses jogos.
- 13:11Os jogadores passam a querer evitar mais o combate que
- 13:15jogadores que não se conhecem patinam mais para fazer esse o
- 13:19jogo rolar. Mas.
- 13:20Jogadores que se conhecem, eles estabelecem rápido uma
- 13:24estratégia e resolvem suas discordâncias.
- 13:27Mais rápido é conforme o tempo avança, a chance de fazer cagada
- 13:32aumenta e então encontrar saídas, saídas das dungeons fica
- 13:36mais importante até do que achar Tesouro.
- 13:39Ou cumprir o objetivo? Muito interessante, dado essa
- 13:43coisa de evitar o combate. É uma coisa interessante, porque
- 13:46o combate costuma tomar tempo mesmo, né?
- 13:47Então os jogadores, eles ficam ali num modo mais sobrevivência,
- 13:51né? Então, de fato, o combate se
- 13:53torna menos interessante num timer, quando a gente está
- 13:55mestrando em evento boa, boa sacada.
- 13:58E essa diferença de grupo que já tem entrosamento e não tem, faz
- 14:01muita diferença mesmo, cara, é muito nítido.
- 14:04Inês aberto, a gente vê que jogadores que já estão mais
- 14:06acostumados a dialogar. Né?
- 14:09Entre si e com O Mestre especificamente, eles acabam
- 14:13rendendo mais mesmo, né? Eles acabam buscando com mais
- 14:17clareza e mais objetividade que eles querem aprontar dentro da
- 14:20sessão e muitas vezes eles já tem ali suas próprias rotas
- 14:24estabelecidas ou já sabem dialogar para sair da sessão
- 14:28mais rapidamente, né? Então, muito pertinente.
- 14:30Aí, valeu dada um grande abraço, o dada que pintou aí no último
- 14:34encontro que a gente teve na nossa nosso nerd Bear
- 14:37Association. A gente encontra em São Paulo,
- 14:39ali na aclimação para beber cerveja, então galera, fica
- 14:42ligado. O próximo NBA, eu acho que eu
- 14:44vou anunciar aqui para gerar o colar, os ouvintes do café com
- 14:48danjo, mas a gente se encontra ali na capone Beer é que é ali,
- 14:54ali Na Na aclimação, e costuma ser um papo muito legal.
- 14:58Galera junta ali e fica trocando ideia sobre RPG.
- 15:01É, mas é isso. Tem o Mateus chamat também Oo
- 15:05âncora aí do the dose cast, recomendo e fez um episódio
- 15:08inclusive muito legal sobre mecânicas de jogos OSR que que a
- 15:12gente pode levar pra fora desses jogos.
- 15:15Então recomendo aí o the dose cast.
- 15:17Colhem aí com o Mateus chamatt, grande grande nome.
- 15:21Então ele falou o seguinte, um bom jeito de fazer pressão é a
- 15:25mecânica da tocha do Shadow Dark, que cada uma dura 1 hora
- 15:31do mundo real. E os jogadores vão perdendo, vão
- 15:34percebendo que eles estão perdendo tempo, debatendo na
- 15:37mesa e tal. E o recurso da luz, o é tá
- 15:40acabando, né? Então eles têm que se apressar e
- 15:44ele botou. Mas funciona porque o jogo gira
- 15:46em torno do impacto da escuridão, né?
- 15:49No caso, o Shadow Dark, e não tem exatamente um time out
- 15:52definido. Não é um timer de sessão, é um
- 15:55timer pro recurso. Então talvez, talvez misturar os
- 15:592, o timer de sessão e o timer de recurso.
- 16:02Que se chegou no tempo limite da sessão, significa que as tochas
- 16:05e os recursos de luz terminaram e o grupo pereceu dentro da
- 16:08dangeo, dentro da escuridão, que é 11.
- 16:10Coisa muito dramática, né? De fato, de fato, o Cleiton, o
- 16:14Mamede, também citou o Shadow Dark EE, essa mecânica de uma
- 16:19tocha dura 1 hora de sessão também traz essa pressão, né?
- 16:23Então jogos old School. Que normalmente se inclinam pra
- 16:27focar no desafio. Eu acho que dialogam bem com
- 16:30esse tipo de clock, né, com esse tipo de timer, e você trazer o
- 16:35tempo real pra isso realça um pouco isso, né?
- 16:37Então acho que cai muito nesses casos que a gente analisou,
- 16:41tanto pros copos, pros pros pros, né e quanto tanto pros
- 16:43contra, né? De se usar timer em sessão
- 16:46maneira ou tia mati, um abração cara é o Cabral.
- 16:50Ele comentou sobre convidado que ele queria ver que é o.
- 16:53Convidado, Carlinhos tema malvadeza muito bom.
- 16:58Cabral, realmente, cara, eu tô devendo um episódio com
- 17:01Carlinhos malvadeza, que é porra, Oo cara que eu mais bati
- 17:04bola na primeira temporada do café com dange, um responsável
- 17:0811 dos grandes responsáveis aí pela primeira temporada do café.
- 17:12Então tem que vir mesmo, vou chamar ele com certeza já, já a
- 17:16gente tá jogando junto de novo e chamo ele pra pra participar
- 17:19aqui do café. O Carlos rentes e o Yuri
- 17:23Tavares, o Marcos Martins, Rafael barcelar, do tom e o
- 17:26Adriel participaram aqui do do café com d'angel com
- 17:30comentários. Agradeço pelos comentários, mas
- 17:32infelizmente não vou conseguir ler o de todo mundo.
- 17:35Vamos para o episódio. RPG e design gráfico por que que
- 17:48eu trouxe design gráfico, especificamente?
- 17:51Não design, né? Eu comentei ali na introdução
- 17:54que design acaba sendo bem amplo, né?
- 17:57Game design é design também, né? Design de interiores, de certa
- 18:00forma, é design. Design é a base meio que disso
- 18:03tudo e acaba sendo você lidar com projeto, com lidar com
- 18:07problemas, você lidar com escala.
- 18:10Dessas soluções e acaba que game design eu trouxe, eu trago o
- 18:15tempo todo aqui, então a gente tá o tempo todo falando de
- 18:17design no café com dânjão, mas design gráfico não.
- 18:21Eu sou um cara que eu sou apaixonado por design gráfico,
- 18:24né? Eu amo o design gráfico EEE,
- 18:27esse paralelo eu acho que é mais com design gráfico em si.
- 18:32Claro que eu não quero trazer também.
- 18:34O assunto de diagramação de livro, diagramação do material
- 18:38de apoio para jogo, uso de cores, ilustrações, recursos
- 18:43gráficos. Na hora de fazer o manual, né?
- 18:45Esse tipo de coisa não é exatamente o que eu quero
- 18:48abordar, também eu quero abordar um pouco da base do design
- 18:51gráfico, né? Então acho que diagramação, esse
- 18:55tipo de coisa, merece um episódio específico.
- 18:57Mas eu quero falar do design gráfico.
- 18:59Como disciplina, né? Nas suas bases ali e nas bases
- 19:03do design gráfico, eu vou, eu vou conseguir puxar uns espaços
- 19:08de confluência com RPG também em suas bases.
- 19:15Mais de 1000 episódios na primeira temporada, um podcast
- 19:20premiado por suas reflexões sobre o jogo, entrevistas e
- 19:24convidados. Em uma nova temporada com muito
- 19:27ao oferecer a comunidade do RPG aventureiros numa busca por mais
- 19:37episódios na semana, te convidam a fazer parte do grupo de
- 19:41Telegram, participar de sorteios e enriquecer seu jogo.
- 19:48Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados.
- 19:55Apoia.se barra, café com Dancing, contamos com você.
- 20:16Vamos lá, vamos começar? É falar de design gráfico, né?
- 20:20E eu não estou falando. De design como um todo, né?
- 20:25Eu tô falando de design gráfico e o primeiro paralelo que eu vou
- 20:27traçar, vou traçar aqui, é quando a gente pega um grid, né?
- 20:32O que que eu quero dizer com um grid?
- 20:34Você que não é do design gráfico, muitas vezes já deve
- 20:37ter visto grid, né? 11 grade de construção quando
- 20:42você vê ali os bastidores do designer, se você é designer
- 20:47gráfico, o designer em algum nível, você já viu essas grades
- 20:51de construção, né? Sei lá, às vezes você deve é
- 20:56desenvolvedor, já viu também em web design, né?
- 21:00Quando você vai estar falando em design pra web front end e tal,
- 21:03você tem aquelas grades ali, Ah, 12 colunas.
- 21:07Ou é quando você está trabalhando com fotografia
- 21:10também, né? Você tem aquelas linhas
- 21:12verticais e horizontais que parece fazer uma grade, né?
- 21:15Essa grade é uma grade de composição, pra que que serve
- 21:19isso? Né?
- 21:20Você deve ter se perguntado, se você não conhece, você pode ter
- 21:23se perguntado com curiosidade, pra que que servem essas linhas,
- 21:26né? Essas esses guias visuais?
- 21:30Bom, são justamente isso. São guias visuais e eles
- 21:33funcionam em algum nível como regra, né?
- 21:36O que eu quero dizer como regra quando você vai desenhar?
- 21:41Num num pôster, por exemplo, e você divide esse espaço em
- 21:45algumas linhas, você tá tentando encontrar ali.
- 21:49É divisões de espaço que você vai seguir.
- 21:51Você tá meio que se colocando regras, né?
- 21:54Pra você seguir visualmente. E quando você segue essas
- 21:59regras, você começa a colocar os elementos gráficos dentro de um
- 22:03pôster ou dentro de uma composição com alguma
- 22:06consistência. Então a escolha do próprio grid.
- 22:10AA escolha dessa grade de composição, ela já é uma regra
- 22:15que você vai seguindo e isso vai dando consistência para suas
- 22:19escolhas. Quando você vai botando esses
- 22:21elementos gráficos do pôster ou da composição que você está
- 22:24fazendo ou da fotografia, né? E pra que que serve isso, né?
- 22:29Essa, essa essas grades e seguir essas constantes, seguir essas
- 22:36regras. Ajuda você a se comunicar, ajuda
- 22:41você a estabelecer um ELO, né? Num nível cognitivo, com quem tá
- 22:46vendo o seu poster, com quem tá vendo a sua fotografia, a
- 22:51natureza. Ela funciona com padrões.
- 22:53A gente, na verdade, percebe esses padrões da natureza.
- 22:56Não é que ela funcione necessariamente de acordo com
- 22:59esses padrões, mas esses padrões ajudam a gente a entender a
- 23:02natureza. Humanos que somos, né?
- 23:04Funcionamos na nossa mente funciona percebendo padrões.
- 23:08Então, quando você constrói as coisas seguindo padrões, você
- 23:12você começa a estabelecer elos com quem tá vendo a sua arte
- 23:17ali, a sua arte final, o seu layout, quem tá vendo ali, o seu
- 23:21logo, quando você tá construindo 11 logotipo, alguma coisa assim,
- 23:25você vai seguindo padrões e as pessoas vão entendendo esses
- 23:28padrões também num nível ali. Subliminar?
- 23:31Quase, né? No nível cognitivo, quando a
- 23:34gente fala de de seguir um grid de composição, a gente vai
- 23:39seguindo essas regras e a gente vai ganhando numa coesão que é
- 23:43percebida também por quem vê, ainda que num nível
- 23:47inconsciente. Essa pessoa não sabe às vezes
- 23:50porque um pôster tá feio ou porque que ele tá bonito.
- 23:53E muitas vezes é porque ele tá. Não tá seguindo certas
- 23:57harmonias, ele não tá seguindo certas estruturas.
- 24:01Que se ele tivesse seguindo, de repente essa pessoa achava
- 24:05bonito, achava interessante. Tem alguma coisa ali que parece
- 24:09encaixar? É, eu trabalho muito com com não
- 24:13designers, né? É, eu falei, eu trabalho na
- 24:15lura, por exemplo, então é trabalho também com freelers e
- 24:20tal. Mas eu meu trabalho na lura é
- 24:22dar apoio. Didático, né?
- 24:24Com um design. Então, se você tem um professor,
- 24:29de de repente, sei lá de código, ele tá explicando por um deve
- 24:33como utilizar um código. Ele tá utilizando, ele tá
- 24:36explicando em gestão, sei lá, um conceito.
- 24:41Eu como designer, vou dar apoio visual para esse instrutor, né?
- 24:46A gente vai botar recursos visuais aparecendo no vídeo e
- 24:49tal. E quando a gente faz isso, a
- 24:53gente de certa forma, tá. Construindo certos padrões
- 24:56visuais pro nosso produto ali que vão ajudar a pessoa a
- 25:00aprender, então momentos didáticos com reforço, reforços
- 25:04visuais e tal. Isso vai ajudando as pessoas a
- 25:08entenderem a mensagem que aquele professor tá passando, né?
- 25:13Agora, como isso aplica no RPG, você deve estar se perguntando,
- 25:17onde é que de onde vem esse paralelo com a RPG, né?
- 25:19Do do grid de composição com o RPG.
- 25:23Bom, eu vou dar um exemplo bem prático.
- 25:26Você quando tá trabalhando um Rex krall, por exemplo, você tá
- 25:31trabalhando uma malha também, você tá trabalhando um grid,
- 25:34você tá pegando o espaço daquele mundo que você tá é desenhando,
- 25:38né? Que você tá investigando com
- 25:40jogadores daquele mundo no qual o jogo vai se passar.
- 25:44Quando você pega um mapa, né, e divide ele num grid hexagonal,
- 25:48você tá botando uma estrutura ali, você tá justamente
- 25:51construindo. Essa estrutura que vai ajudar o
- 25:55jogador a entender aquele mundo. Quando você coloca cada
- 26:01Hexágono, ele tem uma chave, né? Tipo, Ah, esse é o Hexágono 01
- 26:07ponto 12, ou é o Hexágono 20, sei lá, você pode é o Hexágono b
- 26:1220, sei lá, você pode dar o nome que você quiser, mas quando você
- 26:15divide o espaço e você vai dando nomes, e aquele nome daquele
- 26:19Hexágono. Ele vai levar uma descrição
- 26:22interna daquele espaço, você tá construindo uma estrutura.
- 26:25E por mais que o jogador não acesse esse mapa, né?
- 26:30Muitos jogos não dão acesso, às vezes dão, às vezes não dão, mas
- 26:34mesmo que o jogo não dê acesso a esse mapa hexagonal, o jogador
- 26:39vai, ele vai percebendo essas estruturas num nível cognitivo
- 26:44mesmo, né? Ele vai percebendo ali é ele vai
- 26:48percebendo essas estruturas conforme ele joga.
- 26:50Então, se a cada 6 mi, né, que o Hexágono tem, sei lá, 6 mi ou 12
- 26:57mi ou 24 mi, se você tá dizendo que a cada Hexágono você tem uma
- 27:02mudança do tema do jogo, né? A cada 24 mi ou a cada 6 mi você
- 27:06tá propondo uma estrutura. E o jogador, mesmo que
- 27:08inconscientemente, ele vai percebendo essas estruturas, né?
- 27:11Se a cada 6 mi tem um desafio novo ou tem um elemento.
- 27:18É do Mundo Novo ou tem um tema que muda?
- 27:21O jogador vai percebendo isso e ele vai assimilando essa
- 27:26estrutura de jogo. Então isso isso também leva a um
- 27:29reforço lúdico, assim como os game loops também são estruturas
- 27:33de jogo, né? E isso vai reforçando pro
- 27:36jogador a proposta lúdica. Então o jogo vai ficando mais
- 27:40gostoso, assim como quem vê um pôster.
- 27:43E gosta daquele pôster muitas vezes sem entender porquê, né?
- 27:47Os não designers, então eles também vão.
- 27:51É se aproveitando dessas estruturas cognitivas que a
- 27:55gente vai construindo com design, assim como um instrutor
- 27:58que às vezes não entende de design, ele, ele vai dando ali o
- 28:03seu, o seu, a sua aula. E a gente, como designer, vai
- 28:08dando apoio visual a isso e vai construindo certas estruturas.
- 28:13Onde ele vai aproveitar também para passar sua mensagem.
- 28:16Então essas estruturas ajudam a comunicar, né?
- 28:20E quando a gente comunica, a gente está estabelecendo um ELO,
- 28:22né? Entre 2 lados, os jogadores e o
- 28:26game designer, o jogador e O Mestre, né, que construiu ali
- 28:30aquele Rex krall. Então a gente buscar essas
- 28:33estruturas ajudam na relação lúdica.
- 28:38O jogo vai ficando. Mais azeitado, às vezes as
- 28:41pessoas não entendem muito por quê, mas é justamente porque a
- 28:44gente tá buscando certos padrões.
- 28:47E, como eu falei, o ser humano, ele percebe padrões na natureza
- 28:50e assim ele a entende. A mesma coisa vale para jogos e
- 28:54a mesma coisa vale para design gráfico, né?
- 28:56Olha que curioso. Então sei lá, se você pegar uma
- 29:00estrutura narrativa, né, a gente tá.
- 29:03Eu, eu gosto de falar em Royal fantasy, em.
- 29:07Mimesis, eu falo, Ah, o healthentes é um jogo de
- 29:10natureza mimética, e ele é um jogo de natureza mimética,
- 29:13porque ele não se volta a contar uma história.
- 29:16Eu já falei isso aqui no café com danjo.
- 29:18Vou até deixar lincado aí no descritivo do episódio 11,
- 29:21quando eu falo que nem todo jogo é um jogo de contar história,
- 29:25né? Nem tudo RPG é um jogo de contar
- 29:27história, e alguns jogos, por exemplo, são sobre desafios.
- 29:31EOA healfentes é sobre isso, mas os jogos que são sobre contar
- 29:35história. Eles ganham.
- 29:37E isso é uma defesa que o que você vai ver a forj fazendo
- 29:41quando ele ludifica, né? Quando ele transforma em jogo
- 29:46justamente as estruturas de narrativa, de construção
- 29:50narrativa que a gente pode dizer que é adjegesis no sentido
- 29:55grego, em oposição a mimésiis. Por isso que eu falo que eu e o
- 29:57fantasy é natureza mimética e jogos.
- 30:01Como jogos, sei lá, como fiasco, o jogos que na verdade se
- 30:05importam com estrutura narrativa.
- 30:09Eles são de natureza diegética, né?
- 30:11Diegética no sentido grego mesmo.
- 30:14E é legal a gente ver quando o jogo ele traz as as estruturas
- 30:19diegéticas, né? As estruturas de narrativa, de
- 30:22construção narrativa para o jogo e ludifica ela.
- 30:25Por quê? Porque ele tá facilitando a
- 30:27comunicação daquele daquelas pessoas que tão.
- 30:31É confluindo em contar uma história naquele jogo.
- 30:34Então, se você pegar o fiasco, ele tem ali.
- 30:36O ponto de virada ele tem é, né? O início do jogo, em que você
- 30:41estabelece os elementos diagéticos que vão aparecer
- 30:45naquela, naquela narrativa. Você tem um ponto de virada.
- 30:49Você tem um ponto de conclusão ali em que se encerra a
- 30:52história. Né?
- 30:53E você resolve tudo. Então você OAA construção
- 30:56narrativa, vai passando por essas estruturas que são
- 30:59colocadas no jogo e isso faz com que a gente conflua mais fácil,
- 31:03a gente se comunique mais fácil em cima dessa estrutura.
- 31:06Então esse paralelo também vale, né?
- 31:09É não somente para uma estrutura de desafio, como eu falei ali do
- 31:13Rex Kroll, em que você coloca um desafio em cada Hexágono de 6 mi
- 31:16e isso dá uma densidade é menor em comparação a um.
- 31:22Rex Kroll, de, em que você tem um ponto de interesse com um
- 31:26desafio a cada 24 mi. A gente tá falando de densidade
- 31:30de estrutura. Isso também vale para jogos de
- 31:32narrativa, né? Você também pode ter estruturas
- 31:36de jogo que vão controlar o ritmo, et cetera.
- 31:39E é muito legal você ver que isso ajuda a gente a se
- 31:43comunicar enquanto participante daquele jogo, daquela relação
- 31:47lúdica, assim como. Um designer faz com seu público,
- 31:51assim como eu, na luta, faço para ajudar um instrutor a
- 31:55passar uma mensagem, a ensinar alguma coisa.
- 31:58Quando eu trabalho o material de um curso, é muito legal a gente
- 32:02ver isso acontecendo, porque funciona.
- 32:04E você vê que que de fato funciona, né?
- 32:07Se você não é designer, eu te convido até a conhecer um pouco
- 32:11mais do designer gráfico nesse ponto do grid, porque pode te
- 32:15ajudar no RPG. Eu vou até deixar Oo canal do
- 32:17Walter Matos que é um designer. Muito maneiro.
- 32:20E ele analisa pôsteres com os grids, né?
- 32:24E com as lógicas gráficas ali por trás daquilo.
- 32:26E é muito legal pra gente ver isso.
- 32:29Quando eu era instrutor de design, também na luta, eu
- 32:31falava dos elementos básicos de linguagem visual e era um tema
- 32:36que eu gostava muito. Então vou até passar pra um
- 32:39segundo tema que não é mais grid, exatamente, mas que
- 32:44dialoga com com esses elementos básicos de linguagem visual
- 32:48também. Que é o contraste e que vai
- 32:51impactar no seu jogo. O que que é contraste bom, nesse
- 33:00ponto, o contraste não é necessariamente uma coisa que
- 33:03você vê em linguagem gráfica, né?
- 33:05Mas graficamente fica bem simples a gente pensar, o que
- 33:09que é contraste? Então, se você pega um papel e
- 33:13você coloca ali uma tinta preta e joga em cima desse papel
- 33:17branco. Você vai ver que obviamente você
- 33:20vai ter um contraste do preto e do branco, né?
- 33:23Ali é um contraste de valores, né, de iluminação.
- 33:26A gente tem uma cor muito luminosa, que é o branco ali ele
- 33:29é ele, ele brilha, né, no seu olho e tem o preto, que é que é
- 33:35o é ali, no caso ele tá, é uma ausência de brilho completo,
- 33:39então a gente tem um contraste de iluminação ali, né?
- 33:43Se você pega no escuro, você tá no seu quarto escuro.
- 33:46E de repente alguém acende uma lanterna, essa lanterna, ela faz
- 33:50o mesmo efeito, né? Ela brilha No No, no escuro, né?
- 33:54A gente tem ali uma relação de contraste se estabelecendo é e
- 34:00contraste também é um fundamento não somente do do design
- 34:04gráfico, mas é um, é, é um. O contraste é um fundamento
- 34:09também de narrativa, é um contraste também.
- 34:12De de ficção, né? De de você você pegar a ficção
- 34:16ali No No, no teatro, no ritmo de um filme, de alguma coisa
- 34:20assim, você tem ali contraste como um fundamento e você tem
- 34:24também em jogos, né? Contraste como fundamento é no
- 34:28design gráfico, o contraste. Ele não precisa vir só do preto
- 34:31e do branco, né? Da iluminação, do valor de
- 34:34iluminação que a gente percebe, ele pode ser cromático também.
- 34:37Então se você pega ali 2 cores. Que dentro do não sei se vocês
- 34:41já devem ter visto o círculo cromático, né?
- 34:43Mas o círculo cromático, ele tem ali cores que às vezes elas são
- 34:49complementares ou elas são opostas no círculo cromático,
- 34:53né? E a gente diz isso porque se
- 34:55você somar é é se você misturar essas cores, elas tendem a um
- 34:59neutro, a um cinza, então elas são opostas, então elas elas tem
- 35:03ali entre si. Né?
- 35:06Uma relação de Harmonia específica. 2 cores vizinhas
- 35:11elas já não vibram tanto em contraste, né?
- 35:14Elas são mais próximas uma das uma da outra e você enxerga
- 35:19menos. Contraste você trabalhar o
- 35:21contraste nesses níveis de contraste cromático no design
- 35:25gráfico permite que você controle a atenção das pessoas.
- 35:29Então, se você quer, por exemplo, que.
- 35:33Os elementos que você está colocando ali não, não
- 35:36contrastem muito e não chamem tanta atenção.
- 35:39No seu poster, por exemplo, você vai botar 2 cores que não
- 35:43conflitem tanto, né, que não conflitem não, né, que não são
- 35:47tão opostas no ciclo cromático. Elas são mais próximas, elas são
- 35:50ali, elas fazem um degradê, né? Elas fazem ali uma escala
- 35:54cromática ali, né? Então a gente vai ver 2 cores
- 35:57que são muito próximas. Sei lá, né, você pega ali o.
- 36:01O amarelo indo pro verde, elas são muito próximas entre si.
- 36:06Cromaticamente falando é, então você não vai ter grandes choques
- 36:10visuais e não vai chamar tanta atenção.
- 36:13Mas se você pegar de repente um vermelho e um azul, né?
- 36:17É, elas podem conflitar bastante visualmente e aquilo pode trazer
- 36:24uma atenção, né? Um contraste que vai chamar
- 36:27atenção. Então, menos contraste chama
- 36:30menos atenção. Já o contraste chama muita
- 36:32atenção. Quando você tá é jogando um jogo
- 36:35e você tá controlando o ritmo. Se você é é mestre, ele tá numa
- 36:38stream de jogo, né? Numa stream de de RPG você tá
- 36:42jogando pra um público e você quer chamar atenção pra alguma
- 36:46coisa. Vale a pena você.
- 36:47Primeiro ali você controlar o ritmo e deixar o ritmo ficar.
- 36:51Eu tô falando de quarta agenda aqui, né?
- 36:53Uma agenda. Tem um episódio do café com
- 36:55d'anjo nessa temporada que eu falo da quarta agenda, que é
- 36:58jogar para o público. E se você tá jogando para o
- 37:00público e você tá querendo controlar o ritmo da sessão,
- 37:03vale a pena você deixar o jogo ficar meio morno para depois de
- 37:07você puxar o ritmo ali, né? E você deixa botar alguma coisa
- 37:11que gere contraste claro. Você, no caso, não vai fazer
- 37:15necessariamente isso com cores. Mas você vai fazer isso de outra
- 37:18forma, você vai de repente falar mais rápido, né?
- 37:21Você vai de repente puxar vários jogadores e aí, o que que você
- 37:25vai fazer? E você, o que que você vai
- 37:26fazer? Você vai aumentar o ritmo do
- 37:28jogo ali naquele momento. Isso pode também ficar claro
- 37:32quando você usa o timer, né? O episódio passado aqui no café
- 37:34com dângel, eu falei sobre timer no jogo, esse timer, quando ele
- 37:38vai chegando No No no fim. Quando Oo timer está se
- 37:41esgotando, os jogadores vão ficando mais nervosos, né?
- 37:45E isso vai fazendo com que o jogo fique é com o ritmo mais
- 37:48forte. Isso tem um contraste muito
- 37:50grande pra quando no início o jogo estava sem, sem muito
- 37:53ritmo, então esse tipo de contraste ajuda muito, né?
- 37:57Ajuda muito. AA mesma coisa também vale se
- 38:01você está jogando ali num numa sessão e de repente você
- 38:08descreve. Um personagem, um npc você
- 38:11descreve muito e outro npc você descreve menos.
- 38:17Isso já vai gerar um contraste e certamente é.
- 38:21É bem possível que os jogadores olhem para aquele personagem que
- 38:24você descreveu mais, que você deu mais detalhes, e falem, pô,
- 38:26esse cara é. É importante em algum nível aqui
- 38:29no jogo e obviamente que o jogador, e isso vai ter uma
- 38:32certa gravidade no jogo. Isso é uma coisa que eu até
- 38:36dentro do all of Antas eu recomendo O Mestre sempre ser
- 38:39minimalista. Por quê?
- 38:41Porque muitas vezes você vai estar pautando muito o jogo
- 38:44enquanto O Mestre. Se você der esse contraste,
- 38:47então deixe que os jogadores tragam esse contraste, né?
- 38:49Que os jogadores decidam qual o npc, onde é, que vai ser mais
- 38:54importante, né? Então essa importância, muitas
- 38:57vezes o jogador que vai dar. Anão ser que de fato você esteja
- 39:00pautando ali alguma coisa, querendo pautar 11 desafio,
- 39:03querendo pautar. Se for um jogo voltado pra
- 39:06construção narrativa, vale a pena você pautar ali mais
- 39:11detalhes onde você quer que tenha mais importância
- 39:13narrativa. Talvez.
- 39:14Então esses contrastes, né, também funcionam no RPG, num
- 39:18espectro cognitivo mesmo, né? Trabalhar esse tipo de coisa vai
- 39:24vai certamente impactar. No teu jogo?
- 39:26E ter essas noções também ajudam.
- 39:42Se tem uma coisa que eu sei é que subestimal desconhecido pode
- 39:46ser fatal. A tempestade que vinhamos
- 39:48investigar no litoral de Santa Catarina não é nada do que eu
- 39:51imaginava. Naufragamos logo na primeira
- 39:53noite minha garganta queimava, o sal correndo cada gota de ar que
- 39:57eu tentava respirar eu tragava uma dor cruel a cada afogamento,
- 40:02um desespero esmagador. Eu quase apaguei, quase não sai
- 40:05dessa. Acordei na Costa de um cemitério
- 40:08de naufrágios, debaixo de uma chuva torrencial com a minha
- 40:11visão embaçada pela Areia e pelo sal no som do máximo, misturando
- 40:15aos ecos e estralos dos destroços, fantasmagóricos no
- 40:19aviso das profundezas que tentamos desafiar.
- 40:22Cada pedaço de fuselagem é uma história de desespero nesse
- 40:26lugar. Essa ilha perdida guarda
- 40:29mistérios que podem ser mais sombrios que qualquer coisa que
- 40:32eu já enfrentei. Aqui é a Laura Muniz de Moura e
- 40:35esse é o relato do início da minha investigação dos mitos de
- 40:37Atlântida. E aí, sobrevivente, tá preparado
- 40:53para o maior desafio de RPG que você já enfrentou na sua vida?
- 40:57Boas vindas aí a temporada aberta de mitos de Atlântica, um
- 41:02jogo experimental de horror em sobrevivência em sessões
- 41:04episódicas, onde o foco aqui é o desafio, a imersão total.
- 41:09Então você busca desafios intensos, né?
- 41:11Você acabou de encontrar o Everest do RPG e a temporada
- 41:15aberta chega com mudanças incríveis pra gente.
- 41:17Aí, regras mais simples e ao mesmo tempo mais sofisticadas te
- 41:21dá mais Liberdade pra ficção, sem se preocupar tanto com
- 41:24mecânica. Aplicação de arquétipos, né?
- 41:26Que seriam as cartilhas de jogo. Aí os play books e a evolução
- 41:30dos personagens sem uso de nível de personagem, né?
- 41:33A gente tava fazendo evolução por fato ficcional.
- 41:35Pela primeira vez a gente vai ter mits of the Atlantic da
- 41:38primeira campanha de how fentis, inteiramente mestrado e jogado
- 41:41em inglês. Um Marco aí pra expandir a nossa
- 41:44comunidade, a forma de jogar. E pra quem não tem tempo para as
- 41:47sessões de voz, né? Não se preocupa não, porque a
- 41:49gente tá implementando um sistema síncrono de jogo aí.
- 41:52De até Telegram, você pode investigar os mitos.
- 41:54A aventura está sempre ao seu alcance.
- 41:56A temporada aberta de mitos de Atlântica já começou e eu quero
- 42:00saber se você está pronta. Se você está pronto para
- 42:02enfrentar o desconhecido, junte se a nós aí prove que você é
- 42:05capaz de sobreviver ao maior desafio, aí ofertas de todos.
- 42:09Investigue os mitos, venha para mitos de Atlântica.
- 42:34Outra coisa que eu acho interessante, que vai vai trazer
- 42:37um paralelo aqui é que você no RPG, assim como no design
- 42:43gráfico, você pode assumir a forma.
- 42:47Isso é um é um papo que a gente tem em design gráfico, mas
- 42:50também tem na moda. A gente tem No No cinema, a
- 42:54gente tem aí na no design editorial.
- 42:58Você vai vai ver isso aparecendo como um discurso, né?
- 43:02De estética nesse ponto e estética no sentido de
- 43:06impressionar os sentidos das pessoas e passar um sentimento,
- 43:09etcetera. Para exemplificar isso no design
- 43:12gráfico é, eu vou tentar desenhar com vocês aqui,
- 43:17mentalmente, tá? Imagina que você tem um poster?
- 43:21E você tem o rosto de uma pessoa aparecendo só a metade do rosto
- 43:26dessa pessoa no posto. Como é que isso te impressiona?
- 43:30Quando você tá fazendo isso, você tá cortando o rosto de uma
- 43:34pessoa e você tá cortando a silhueta dela também.
- 43:37Você tá vendo só um lado da expressão dessa pessoa.
- 43:40Você não tá vendo o que que tá acontecendo com outro lado?
- 43:42Isso pode trazer um certo mistério.
- 43:44Isso pode trazer uma narrativa de que é você só conhece metade
- 43:48dessa pessoa ou pode trazer, enfim, tem muitas coisas que
- 43:52podem desprender daí que você pode utilizar, né?
- 43:54Essa esse recorte dessa pessoa, dessa silhueta para comunicar
- 44:01muitas coisas. Mas o fato é que a gente agora
- 44:07você pega essa pessoa que tá cortada a silhueta dela tá
- 44:10cortada pela metade. Agora você.
- 44:13Puxa ela quase integralmente para dentro do poster, tá?
- 44:16Imagina esse essa silhueta vindo quase toda para dentro do
- 44:19poster? Você consegue ver o rosto da
- 44:21pessoa inteiro, quase todo, mas você não consegue ver só ali um
- 44:26corte que você não consegue ver um pedaço ali dela só, mas
- 44:30consegue ver quase tudo. Você não consegue ver um
- 44:31pedacinho de orelha, você não consegue ver o queixo dela, você
- 44:35não consegue ver o ombro. Esse corte, ele já tá num ponto
- 44:40em que ele não fede nem cheira. Né?
- 44:44A gente costuma dizer que esse design, né, esse layout, por
- 44:49exemplo, ele não assumiu a forma se ele tivesse cortando a
- 44:53silhueta pela metade. Ele te impressiona de um jeito.
- 44:56Ele ajuda você a passar uma mensagem pro outro lado.
- 45:00Se você coloca esse essa silhueta no meio e não tem corte
- 45:04nenhum, nada, corta essa figura. Você está também passando 11
- 45:08mensagem, você está botando ali ela no centro.
- 45:11De repente do pôster, você está posicionando ela de um jeito.
- 45:14Você consegue perceber aquela silhueta e não tem corte, mas
- 45:16esse aquele corte que está no meio termo, ele comunica mal.
- 45:22Às vezes o ele, ele corta um detalhe, ele corta alguma coisa
- 45:25assim que você olha e não percebe muito bem, porque que,
- 45:28porque que aquilo está com um cortezinho tão insignificante
- 45:30ali. Então isso passa por um erro
- 45:32técnico. De forma geral, na moda, né?
- 45:35O pessoal fala cara, ou você usa uma camisa larga ou oversize, ou
- 45:40você usa uma camisa bem curta, mas o meio termo, ele não
- 45:43costuma comunicar muita coisa, é claro, você vai ter umas coisas
- 45:47mais caretas ali, que vão para o meio termo, sabe?
- 45:51É, Ah, vou botar essa silhueta aqui no meio, uma coisa meio
- 45:54careta, tudo bem, mas normalmente facilita uma
- 45:59comunicação das coisas, você assumir a forma.
- 46:03Né? É no design, no design gráfico
- 46:06editorial, a gente tem essa coisa do sangramento, o
- 46:09sangramento, diferente do do termo do RPG de sangramento no
- 46:13RPGO sangramento no design gráfico é quando você justamente
- 46:18pega um pedaço de uma forma e deixa de lado.
- 46:22Você bota ela num pedaço do da folha que vai ser cortado, né?
- 46:26Então você você diagramou ali, você botou o imagina um círculo
- 46:31vermelho, né? E.
- 46:33E você bota esse círculo vermelho no centro da página.
- 46:35Você tá garantindo que esse círculo vermelho não vai
- 46:38sangrar? Ou seja, ele não vai ser cortado
- 46:41da composição. Ele não vai ser cortado da
- 46:43revista, da capa da revista quando ela for cortada lá na
- 46:47gráfica. Por outro lado, se você colocar
- 46:50esse círculo vermelho mais pra borda, pode ser que na gráfica,
- 46:54quando cortarem ali o formato da capa, vá pegar um pedacinho
- 46:58desse círculo vermelho. Então, por segurança.
- 47:01A gente costuma dizer, ou você coloca ele já sangrando bastante
- 47:05pra você garantir que esse corte vai aparecer, EE vai levar 11
- 47:10pedaço considerável desse círculo, ou você centraliza o
- 47:13círculo suficiente ou bota ele ali no miolo da composição pra
- 47:16que ele não seja, pra que ele não, não, não, não seja
- 47:19sangrado, porque ele não vá pra pra pro espaço de sangria.
- 47:23E o que que isso garante? Garante que você não vai chegar
- 47:25nesse meio termo que não comunica, que fica nesse meio
- 47:28termo, que soa como um ruído. Na comunicação, isso no RPG
- 47:35acontece também, né? É, RPG também tem design, né?
- 47:39Então, se a gente tem as mecânicas que são a principal
- 47:43ferramenta do do game designer, eu vou dar um exemplo de uma
- 47:46mecânica nesse ponto, né? A gente tem aí o dado de uso.
- 47:52Vocês já devem ter ouvido falar do dado de uso aqui no café com
- 47:55dânjon. Tem muitos jogos que usam.
- 47:57É com Felicidade o dado de uso, né?
- 48:00E também outros que eu acho que não são tão felizes assim.
- 48:04No for bein the lands, por exemplo, você tem o dado de uso
- 48:07sendo usado pra equipamento, enquanto você vão tá carregadaço
- 48:11de flecha, você tem, sei lá, você tem várias flechas, você
- 48:14acabou de comprar um Monte de flecha e botou elas na mochila.
- 48:17Beleza, você tem um D12 de dado de, de, de equipamento aqui de
- 48:23dado de uso de equipamento. Toda vez que você usar uma
- 48:28flecha, você joga o dado de uso. E se você tirar um, esse dado de
- 48:33uso cai pra D10. Se você tirar outro número, ele
- 48:37continua no D12. Se você tirar a próxima vez que
- 48:41você usar de novo a flecha, você joga o dado de uso.
- 48:44Se cair um de D10, vira D8, e assim sucessivamente até OD 4.
- 48:51Se o dado de uso nesse momento é um D4, você joga e cai um, quer
- 48:56dizer que acabaram suas flechas. Por outro lado, se você tem ali.
- 49:00Um D8 de dado de uso e fica tirando 6745 enquanto você está
- 49:06tirando um número que não seja um.
- 49:08O seu dado de uso não cai. Quer dizer que você está com
- 49:10flecha na sua mochila? Isso é um jeito que as pessoas
- 49:14encontram para facilitar o book keeping, né?
- 49:17É você de certa forma, aqui você não precisa se preocupar muito
- 49:20em ficar notando que você tem 12 flechas, 11 flechas, 10 flechas
- 49:24e assim vai. Muita gente achou magnífico.
- 49:28Ó, que maneiro, pô, o dado de uso resolve mesmo, pô, eu não
- 49:32preciso ficar fazendo chato contando flecha, não sei o que,
- 49:35não sei o que, ok? Eu entendo porque que as pessoas
- 49:39gostam pela agilidade da coisa, né?
- 49:42Black hack usa isso, a gente tem vários jogos que eu acho que
- 49:45OOOO espadas afiados e pediu sinistro, se não me engano, usa
- 49:49isso pra equipamento e eu entendo.
- 49:53Por que que isso é legal, né? É, por outro lado, isso não
- 49:57assume muito a forma. Se o seu jogo se preocupa em
- 50:04algum nível com gestão de recursos, que você conte as
- 50:08flechas. Por quê?
- 50:10Porque se você acabou de encher a sua mochila de flechas e aí
- 50:14você tá com D12 de dado de uso, e aí você jogou e caiu um.
- 50:20E aí depois você jogou e caiu mais.
- 50:22Caiu um de novo, pô. Às vezes você se preocupou o
- 50:25suficiente, você tomou cuidados com as suas flechas e elas estão
- 50:29caindo dramaticamente porque você teve azar no dado.
- 50:32E eu entendo, é do jogo. Por outro lado, você pode se
- 50:36sentir um pouco sem agência nesse ponto, né?
- 50:38Não é que você não tenha de fato agência porque tá Na Na regra do
- 50:42jogo, mas você fala. Pô, cara, que coisa.
- 50:45Eu acabei de botar, me preocupei.
- 50:47Não tem nada na ficção que tenha me levado a perder tanta flecha
- 50:50assim. E a flecha acabou muito
- 50:52rapidamente, ao passo que o outro jogador, que não se
- 50:55preocupou tanto com isso, tá lá com um D4 de flechas e não acaba
- 50:59a flecha dele, a minha acabou antes dele.
- 51:01E aí nesse caso, fica uma fica 11.
- 51:04Discrepância, né? Fica ali uma volatilidade desse
- 51:08controle de flechas que. Às vezes não, não é interessante
- 51:12para um jogo focado em gestão de recurso, por isso que eu às
- 51:15vezes critico for a beineland. Por isso, se é importante esse
- 51:20tipo de coisa, deixa que o controle seja feito, o flecha, a
- 51:23flecha, pô, e passa a ter significado no jogo, passa a ter
- 51:27decisões importantes dentro do jogo relativas a isso.
- 51:29Então não fica em teoria, não vai ser chato você fazer isso,
- 51:33vai ser legal, você vai exercer o controle que você quer exercer
- 51:36justamente sobre isso, por outro lado.
- 51:40É, se não é importante para o jogo fazer gestão de recursos.
- 51:45Deixa que o jogador tenha flechas infinitas em algum
- 51:48momento pode ser que você possa falar, não os os, os homens,
- 51:51sapo, eles só deixam você ir embora se você deixar é o seu
- 51:55arco flecha e todas as suas flechas com eles, ou eles estão
- 51:58sem flecha, então eles querem voltar para casa em segurança,
- 52:00caçando, então eles falam outrol, a gente deixa você
- 52:03passar pelo nosso território, mas deixa com a gente a sua, o
- 52:06Java de flechas e aí o jogador não tem flecha, acabou.
- 52:10Você não precisa ficar nesse meio termo, esse meio termo, ele
- 52:13é meio careta, ele não assume a forma.
- 52:15Eu entendo, muita gente vai gostar, assim como na moda,
- 52:17muita gente vai gostar da moda careta, do meio termo, do da
- 52:20camisa que tá ok no corpo, mas na alta costura da moda, né?
- 52:25E no game design, de certa forma, é legal quando a gente
- 52:27vai para os extremos. Na minha opinião, eu gosto de
- 52:29sentir esses extremos, é é legal quando a gente assume a forma.
- 52:34Então, se o teu jogo é sobre gestão de recursos, conte as
- 52:38flechas. Se o jogo não é sob é gestão de
- 52:41recursos, não se importe com isso.
- 52:43Esse meio termo, ele é só uma burocracia e eu costumo chamar
- 52:47de fetiche mecânico. A mecânica é legal, então a
- 52:49gente Ah, então vamos usar. Mas eu acho que essa mecânica,
- 52:53por exemplo, ela faz muito mais sentido se você usa como no
- 52:56camarão reck do bacinello que você tem ali, poder, você tava
- 53:01usando o seu cantrip, você tá usando seus truques e você vai
- 53:05usando o truque. E quando e você usa o dado de
- 53:08uso para os seus truques, ele conforme você vai usando, quanto
- 53:10mais você usa, mais vai acabando ali, o seu, o seu poder mágico.
- 53:13Por quê? Porque isso é uma coisa meio
- 53:15fora de controle, né? Não tem como você ficar tomando
- 53:18conta do seu, do, do, do seu cantrip, né?
- 53:22Ele é por dia, ali você vai usando quanto mais você usa, mas
- 53:25você de certa forma tem um controle mais frouxo sobre isso.
- 53:28É uma coisa mais Mística, não tem, é tanto esse risco da
- 53:32confluência. Do do dessa dissonância ludo
- 53:36narrativa do jogador que ser o cara que é, o cara que toma
- 53:40muito mais cuidado com as flechas e fez por onde de ter
- 53:44mais flechas, ficar com 100 flechas antes só por um motivo
- 53:49de dado em relação ao cara que tomou cuidado com isso.
- 53:52Então acho que pra certos fins faz muito mais sentido essa
- 53:55mecânica em si. Do dado de uso.
- 53:58Por isso que eu digo, fetiche mecânico, né?
- 53:59É o é, é a gente gostar da mecânica de forma
- 54:02descontextualizada do jogo. Me parece que faz muito mais
- 54:06sentido essa mecânica, e ela assume muito mais a forma dentro
- 54:09de um contexto de Kant do que num contexto de você fazer
- 54:13gestão de recursos. Então acho que assumir a forma é
- 54:17uma coisa que vale a pena. Você olhar um pouquinho também é
- 54:21importante para o seu jogo. Então mergulha nisso, não é
- 54:24importante e deixa de lado. Não sei, os meios termos são
- 54:28importantes. Às vezes abraços também, se for
- 54:30o caso, mas eu prefiro assumir a forma e acho que é uma lente
- 54:34importante da gente ter aqui, né?
- 54:37E enfim, acho que isso tudo, né? Vai ajudando a gente a começar a
- 54:41entender um pouco mais as estruturas que a gente tá
- 54:44buscando para o jogo, né? Grid gera estrutura, contraste,
- 54:48ajuda a gente também a construir.
- 54:50Estrutura assumir a forma, de certa forma, também ajuda a
- 54:54gente fazer isso. E quando a gente fala de
- 54:56estrutura, a gente tá falando de como as coisas conversam entre
- 55:00si. No design gráfico, isso tudo
- 55:04conflui pra uma Bela pro pra um Belo poster, né?
- 55:06É justamente você conseguir perceber as coisas em contato
- 55:10uma com a umas com as outras e perceber como elas conversam,
- 55:13como elas vão gerando estrutura. No game design, no RPG da sua
- 55:18mesa, no, no, no, no artesanato da tua mesa, né?
- 55:22E como você constrói a tua campanha com seus jogadores,
- 55:26como você organiza o seu mapa de hexágonos, como você descreve
- 55:29cada Hexágono, cada região? Isso tudo vai formando essa
- 55:33tapeçaria, né? Esse conjunto, esse mosaico de
- 55:37recursos que a gente tem pra chegar num layout bom, no design
- 55:41gráfico e pra chegar numa relação lúdica Clara e sadia
- 55:44dentro do RPG. Quando a gente fala de
- 55:47estrutura, nesse caso, é a gente tá falando muito de mecânicas,
- 55:52né? Do RPG.
- 55:53Então de como as coisas se amarram num nível mecânico, de
- 55:57como elas se amarram ali, num nível de como você tá
- 56:00organizando conscientemente essas coisas.
- 56:03Então quando a gente fala de olha só o meu Rex Kroll, ele tem
- 56:09Hexágono de 6 mi. E dentro de cada e de e dentro
- 56:13de cada Hexágono de 6 mi desse, ele tem um feature, né?
- 56:18Ele tem um elemento que eu vou descrever o cenário através dele
- 56:22e isso vai ser um desafio. Eu estou estruturando, eu estou,
- 56:25eu estou botando o funcionamento dessa mesa, como é que ele, como
- 56:28é que ela é, né? Eu estou botando ali uma
- 56:31estrutura de jogo, talvez não seja nem mecânica, é até é até
- 56:35discutível. Muita gente fala que.
- 56:37É um jogo de mecânicas bem estruturados, né?
- 56:40Tipo o pathfinder 2. Ele tem um sistema muito
- 56:43estruturado, então porque as mecânicas, elas conversam muito
- 56:47entre si dentro de uma estrutura, né?
- 56:50Talvez nem toda estrutura no RPG seja mecânica, mas passa muito
- 56:54por essa visão, né, de que é assim que funciona o meu mundo
- 56:58de jogo, né? A densidade de desafios aqui ela
- 57:02ela respeita. Essa regra aqui de que a gente
- 57:06tem um ponto de interesse, a gente tem um ponto de desafio
- 57:11para cada 6 mi, mais ou menos, porque o meu x map segue
- 57:16hexagros de 6 mi. A gente tem aqui uma estrutura,
- 57:20por exemplo, de jogo de que os personagens, quanto mais pesados
- 57:25eles estão, maior a chance de ter encontros aleatórios e
- 57:28quanto mais longe eles vão. Mais ocorrências de encontro
- 57:33aleatório são possíveis. Então, se eles andam 3 hexágonos
- 57:36e eles tão rápidos, eles vão andar e vão jogar 3 vezes.
- 57:41É a chance de encontro aleatório, né?
- 57:43Isso pelo de acordo com o hex krall DOL fantasy in keves and
- 57:47rexes DEDBX. De acordo com keves and rexes, a
- 57:52cada 3 hexágonos, o jogador vai jogar 3 vezes a chance de
- 57:55encontro aleatório, mas quanto mais rápido ele tiver, menor a
- 57:58chance. Desse encontro aleatório
- 58:00ocorrer, então se eles tiverem muito rápido, eles podem ter uma
- 58:03chance em 20. Se eles tiverem extremamente
- 58:05lentos, eles podem ter uma chance em 6 de ter um encontro
- 58:08aleatório. Agora, quanto mais longe for,
- 58:10maior a incidência desses testes.
- 58:13Isso é estrutura? De certa forma, são mecânicas
- 58:16que vão informando é esse esse jogo, né?
- 58:21Nesse caso aqui do Rex krall, isso vai girando.
- 58:24Contraste também, porque. Normalmente, quanto mais
- 58:28jogadores vão entrando pelos ermos, né?
- 58:31Provavelmente eles vão chegando a tesouros.
- 58:35Então, quando eles pegam tesouros, eles voltam mais
- 58:38pesados. Quanto mais pesados eles voltam,
- 58:41maior a chance de encontro aleatório, mais a tensão do jogo
- 58:44sobe, maior a chance de encontro aleatório, maior a espiral de
- 58:49riscos, e isso pode levar a mais morte.
- 58:52Então o jogo ele vai seguindo certas estruturas, ele vai
- 58:56seguindo ali certas tendências. O jogador vai percebendo isso,
- 58:59ainda que ele mesmo não não tem acesso a visualizar o mapa de
- 59:04hexágonos, ainda que ele não tem acesso necessariamente a certas
- 59:08estruturas de jogo. Mas você seguindo essa essa
- 59:11estrutura de jogo ali, você vai sentindo que ela existe.
- 59:15Isso é muito interessante. Ela se imprime, você conhecendo
- 59:20ela, e pode ser legal conhecer por transparência ou não, né?
- 59:24E esse paralelo no design gráfico existe também, porque
- 59:29quando você vai estruturando ali o seu layout, tudo isso vai
- 59:33conversando entre si, né? E a gente tem alguns tipos, né,
- 59:37de emergência. A partir disso, a gente a gente
- 59:41no design gráfico, a gente estuda AG stout, né?
- 59:46E a gestout, ela tem alguns princípios interessantes assim,
- 59:49que é justamente de como a gente percebe as coisas, né?
- 59:53É isso tem a ver com a estrutura que a gente tem dos elementos
- 59:57distribuídos ali. Então a gente tem, por exemplo,
- 1:00:00a lei de proximidade, a gente tende, imagina o que você está
- 1:00:04vendo aqui na sua frente? 4 círculos, esses círculos aí
- 1:00:09estão juntinhos entre si, então é o espaço entre eles é muito
- 1:00:12pequeno. Obviamente você vai perceber
- 1:00:17eles como um grupo. Se eu tiver 4 outros círculos
- 1:00:21separados desses lá pra direita, mas eles estão Unidos entre si,
- 1:00:25você vai perceber que são 2 grupos diferentes.
- 1:00:28Isso é 11. Fenômeno cognitivo que a gente
- 1:00:32tem, a gente tem também. Outras leis da gestalt, né?
- 1:00:36Que é até um fenômeno psicológico.
- 1:00:38É um paralelo com a psicologia, até.
- 1:00:40Mas Na Na, de acordo com a lei da semelhança, objetos
- 1:00:44parecidos, eles são percebidos em conjunto.
- 1:00:48Se você vê, por exemplo, de repente ali uma sequência de
- 1:00:54objetos que são, sei lá, um círculo, um 1^(2) círculo, aí
- 1:00:58outro círculo, 1^(2) outro círculo, você vai entendendo
- 1:01:02ali. Que esses conjuntos eles são,
- 1:01:05eles são conjuntos autônomos, porque você está percebendo
- 1:01:09semelhanças entre eles. Você tem também a lei da
- 1:01:12continuidade, né? Se você pega ali uma linha
- 1:01:15tracejada, o seu olho acompanha essa linha tracejada, ainda que
- 1:01:19sejam pequenos retangulozinhos essa linha tracejada.
- 1:01:22Por quê? Porque a depender do modo como
- 1:01:25os os objetos estão organizados em uma imagem, a gente tende.
- 1:01:29AA vê Los em continuidade. É justamente o que diz essa lei
- 1:01:33da gest out, né? A gente tem também a lei do
- 1:01:36fechamento da gest out. Então se você de repente vê ali,
- 1:01:42é sei lá, quando você pega numa numa Câmera de tirar foto, você
- 1:01:46já deve ter visto ali que ela tem um desenho de 1^(2), só que
- 1:01:50você só vê as quinazinhas desse quadrado.
- 1:01:52Por quê? Porque ela tá te ajudando AAA
- 1:01:56mirar, né? A sua Câmera, só que esse
- 1:01:59quadrado. Por mais que ele só tenha as
- 1:02:01esquinas dele aparente, você entende que ele é 1^(2) e você
- 1:02:04entende ali o framing, né? Você entende ali a moldura dele.
- 1:02:08Por quê? Porque a gente faz o fechamento
- 1:02:10automaticamente na nossa visão, né?
- 1:02:13Então a gente dá aos objetos uma necessidade de completude, uma
- 1:02:17expectativa de completude. Então, se a gente só ver pedaços
- 1:02:22desse quadrado, ainda assim a gente acaba tendendo a preencher
- 1:02:25esses vazios, né? ORPG, isso é muito claro quando
- 1:02:28a gente preenche lacunas, né? É muito interessante a gente ver
- 1:02:32isso. Muitas vezes você não precisa
- 1:02:33descrever tudo no RPG, você descreve algumas coisas e
- 1:02:36jogadores eles preenchem, né? Isso com lacunas, eles dão
- 1:02:42continuidade as coisas, eles percebem semelhanças e buscam,
- 1:02:47né? É, é é seguir essas semelhanças,
- 1:02:51essas proximidades também. Então, esses aspectos
- 1:02:54cognitivos, eles também funcionam pro RPGE, vão gerando
- 1:02:58estruturas, né? A gente tem outras leis aí, como
- 1:03:00a lei da unidade, a lei da pregnância, e tudo isso vai
- 1:03:05afetando. São princípios aí de gestalt, de
- 1:03:07psicologia, que a gente aplica em design, que funcionam no RPG
- 1:03:11também, que vão dando estruturas às coisas, né?
- 1:03:14Não somente as mecânicas amarradas entre si, seus
- 1:03:18subsistemas vão trazendo estrutura pro jogo.
- 1:03:20Existe alguma coisa além da própria mecânica e traz
- 1:03:24estrutura para o jogo também, como a gente pode ver nesses
- 1:03:27fenômenos. Então, é interessante no RPGA
- 1:03:30gente poder trabalhar com esses princípios, a gente poder
- 1:03:33trabalhar com essas expectativas cognitivas que a gente tem, né?
- 1:03:38É, se você, por exemplo, a coisa do ritmo, né, se eu faço para
- 1:03:41você um pan, pan, pan, pan, pô, muitos de vocês já vão completar
- 1:03:48isso com o pan, pan. Porque porque a gente está
- 1:03:52acostumado com essa melodia, não sei se é uma melodia ou se sei
- 1:03:55lá, a gente está acostumado com esse até no Roger rabbits e
- 1:03:58brinca sobre isso, né? A gente está acostumado com
- 1:04:00essa, com essa sequência de notas musicais, e quando a gente
- 1:04:04ouve as primeiras delas, a gente completa automaticamente como
- 1:04:08você pode utilizar isso na RPG, né?
- 1:04:10Como é que isso se imprime no RPG pra você?
- 1:04:14Enfim, eu posso dizer que Beer goten, que é a campanha.
- 1:04:17Que eu tenho mais experimentado. Eu experimento ao eufentes, eu
- 1:04:20experimento o caves and rexes em cima disso.
- 1:04:22A gente é cheio dessas estruturas, né?
- 1:04:26A gente é cheio desses momentos. A gente tem game loops que fazem
- 1:04:30repetições e essas repetições fazem com que as pessoas esperem
- 1:04:34certas certos fenômenos de acontecer.
- 1:04:37A gente tem ali é o momento de. Rolar os encontros aleatórios,
- 1:04:43né? Isso tudo vai trazendo
- 1:04:45expectativas, vai montando loops na cabeça das pessoas, vão, vai
- 1:04:48criando essas estruturas e quando essas estruturas são
- 1:04:51quebradas, a gente consegue chamar de fato atenção pro que
- 1:04:55aconteceu. O jogador sabe que alguma coisa
- 1:04:58errada aconteceu, o jogador sabe que alguma coisa fora da curva
- 1:05:00está pra acontecer. Ele espera determinados efeitos
- 1:05:04da cerveja que ele bebeu, que cria conexões com os Titãs.
- 1:05:09E aí, quando? Ele começa a perceber que tem
- 1:05:11certos resultados que se repetem, né?
- 1:05:14E que ele pode tirar. De repente, o proveito disso,
- 1:05:17começa a experimentar em cima. Então isso vai gerando uma
- 1:05:19atividade lúdica completa. Isso vai gerando ali uma
- 1:05:24expectativa, isso vai gerando ali um esquema de jogo que se
- 1:05:29reforça enquanto atividade lúdica, né?
- 1:05:31Então, assim como no design gráfico, no jogo.
- 1:05:36Esse tipo de percepção do todo e da estrutura que a gente segue e
- 1:05:40da até da quebra dessas estruturas, vai ajudando a gente
- 1:05:44a estabelecer essas relações lúdicas enquanto mestres, às
- 1:05:47vezes enquanto jogadores mesmo e principalmente enquanto game
- 1:05:51designers. Aí a gente pode utilizar isso a
- 1:05:53nosso favor. Todos já ouviram as lendas do
- 1:05:58norte, mas ninguém sabe o certo o que tem lá.
- 1:06:02Maldições, criaturas terríveis, tesouros mágicos e quintas
- 1:06:05esquecidas é o que as histórias contam depois da grande muralha
- 1:06:12nas tavernas. Dizem que a companhia dos
- 1:06:14beutres se instalou nos limites do mundo.
- 1:06:17Está financiando aventureiros para explorar essa Terra
- 1:06:19maldita. Já vai fazer um ano ou Malaquias
- 1:06:22que muitos partiram para o norte, deixando Valentim e
- 1:06:26viajando 7 dias por esses erros? Bom.
- 1:06:30Uma real do Sol eu também estou partindo.
- 1:06:32Eu cansei dessa vida de merda, meu amigo mas então Malaquias me
- 1:06:36fala, você vai vim também ou vai passar o resto dessa tua vida
- 1:06:39patética batendo carteiras? Eu não sei você, mas eu quero
- 1:06:43morrer rico, meu amigo, fala galera do café, aqui é o Ícaro e
- 1:06:48eu queria fazer um convite pra vocês.
- 1:06:50Fins Terra é uma mesa de Rex Kroll, que usa o Cave nem Rex,
- 1:06:53inspirada no BX 81 que todo mundo ama.
- 1:06:56E é uma campanha que acontece no estilo mais aberto.
- 1:06:58É o que significa qualquer um pode colar e jogar com a gente.
- 1:07:00São sessões episódicas. Quem pode jogar no dia?
- 1:07:02A gente monta um time e esse time sai para explorar.
- 1:07:05Então eu queria fazer esse convite para vocês virem
- 1:07:07explorar esses erros malditos, descobrir os segredos de
- 1:07:10castelos abandonados, atravessar espelhos mágicos, encarar as
- 1:07:14brumas prateadas, tomar o chá da meia Estrela e vir buscar esses
- 1:07:18tesouros que foram esquecidos pelo tempo em fina externa.
- 1:07:21Essa mesa também galera, usa o estilo de jogo óleo fantasy que
- 1:07:25quem é o vídeo do café? Tá ligado que eu sei?
- 1:07:28Então espero vocês lá. E valeu, Walber.
- 1:07:42São várias viagens que a gente pode é entrar aqui dentro do
- 1:07:46design gráfico, mas essas foram as que eu resolvi trazer para
- 1:07:50vocês, eu sei que. Acho que tem temas aqui que vale
- 1:07:53a pena a gente abordar, até numa live No No YouTube do do do café
- 1:07:57com dângeno, porque tem muita coisa gráfica, né?
- 1:08:01Mas eu posso dizer com toda certeza assim que eu uso isso o
- 1:08:05tempo todo, inclusive no workshop de Rex Kroll, o último
- 1:08:09que eu fiz. É esse tipo de coisa, entrou em
- 1:08:13discussão, entrou em proposta. A gente pode experimentar isso
- 1:08:17na prática. Eu posso fazer uma livezinha aí
- 1:08:20pra gente analisar isso visualmente, né?
- 1:08:23A gente vê esses grid, vê esses outros, fora os links que eu vou
- 1:08:26deixar pra vocês aí no descritivo do episódio, que
- 1:08:29ajudam a gente a perceber esse tipo de coisa dos paralelos de
- 1:08:34designer gráfico e de RPG. Beleza?
- 1:08:38Bom, a gente vai chegando ao fim aqui.
- 1:08:40E eu vou deixar com vocês aí. 11 enquete, né?
- 1:08:45Como sempre, eu vou botar aqui para vocês uma pergunta que é a
- 1:08:49seguinte, você já parou para pensar nas estruturas que você
- 1:08:54tem no seu RPG? Desde as estruturas que vem do
- 1:08:58game design, do jogo, mas também das estruturas que você faz na
- 1:09:03tua mesa enquanto mestre ou como jogador?
- 1:09:05Já parou para pensar nisso? Manda aí pra gente, que
- 1:09:08estruturas você consegue enxergar no teu jogo?
- 1:09:11É? E como é que essas estruturas
- 1:09:13utilizam esses fundamentos que eu trouxe aí de grid de
- 1:09:17contraste de enfim, até desses princípios de gaystout?
- 1:09:21Aí conta pra mim o que que a tua mesa é, é o que que você
- 1:09:26consegue encarar de estrutura aí no seu RPG.
- 1:09:31E bom, a pergunta qualitativa que eu vou deixar pra você aí.
- 1:09:35Tem a ver com outra coisa, tá? A resposta de de, de
- 1:09:40quantitativa, na verdade, né? Do sim ou não, vou perguntar o
- 1:09:43seguinte pra você, você costuma estabelecer paralelos entre a
- 1:09:49tua profissão? EORPG, manda aí se você costuma
- 1:09:54fazer isso ou se você não costuma, manda aí um sim ou não
- 1:09:57pra gente saber, beleza? No mais, eu vou deixar os links
- 1:10:01aí que eu deixei que eu citei durante o episódio tantos
- 1:10:03episódios do café. Eu citei quanto Oo Valter Mattos
- 1:10:08aí né, que tem essas análises de poster de grid que eu acho
- 1:10:12incríveis. É, vou deixar é também um link
- 1:10:16aí pra a respeito de gestalt, né?
- 1:10:18Dos princípios da gestalt. Siga aí os links das vinhetas
- 1:10:22também, né? Dos nossos, dos nossos anúncios
- 1:10:25pra você jogar nas nossas mesas abertas, EE curtir no mais.
- 1:10:30É, se você quiser que o café volte a ter 5 episódios
- 1:10:34semanais, como era antigamente, considere apoiar o projeto em
- 1:10:37sua expansão. Além de você apoiar, você
- 1:10:41participa de sorteio dos nossos parceiros, recebe o conteúdo
- 1:10:43extra, ganha cupons, então é só o in o in aí manda lá no apoia
- 1:10:48se ponto SE barra, café com dângel e apoia o nosso podcast.
- 1:10:52Além disso, você vai fazer parte de um grupo de assinante muito
- 1:10:56maneiro, que, pô, cara, discute com profundidade, discute.
- 1:11:00Tranquilamente. Aí vários assuntos maneiras de
- 1:11:03RPG entre paralelos como esses aí que a gente traça.
- 1:11:07Então chega aí, apoia ponto s barra, café com dânjo se você
- 1:11:10gostou especialmente do café de hoje, deixa pra gente uma
- 1:11:13gorjeta. Envia um Pix aí para
- 1:11:15cafecomdangio@gmail.com. A gente conta com o teu apoio.
- 1:11:20Se você tem uma empresa ou marca, que é ter um dia na
- 1:11:23semana no café com dânjão, você pode financiar um episódio
- 1:11:26semanal e fazer a Alegria da Márcia rpgista.
- 1:11:28Então consulta a gente aí em café comdangel@gmail.com que a
- 1:11:31gente tem uma proposta especial para você.
- 1:11:34Você pode também consultar agente sobre parcerias e
- 1:11:36anúncios. A gente trabalha não só com
- 1:11:38marcas de RPG, mas também de outros ramos aí, como cafés,
- 1:11:41cervejas, jogos, tecnologia, mídia, et cetera.
- 1:11:45Se você quer colaborar com a gente, manda aí também OE mail
- 1:11:48para cafecomdanjo@gmail.com falando aí sobre seu trabalho na
- 1:11:51academia ou falando sobre seu trabalho como games, games
- 1:11:54designer independente. Enfim, manda aí um papo para
- 1:11:58gente. Demorou no mais agradecer a
- 1:12:00galera que torna possível essa aventura.
- 1:12:02É né Suzuki, que é aí 11 dos membros assinantes no nível
- 1:12:06incentivo. Também valeu demais ao pessoal
- 1:12:09do nível de apoio comunidade, incluindo aí o Danilo Araújo,
- 1:12:12Pati Brito e Arthur electo. bem-vindo é obrigado pelo apoio
- 1:12:16de vocês. Um salvo especial para os
- 1:12:18assinantes do nível RPG do Jô. E aí?
- 1:12:21Dentre eles, o Leonardo dos Santos Ferreira, Luiz Guilherme
- 1:12:24dias de Souza, Marcos Alves Gonçalves Júnior, Pedro Werley,
- 1:12:28Rafael garotti. Um abraço aos membros do
- 1:12:31treinamento how fentes, Abílio Júnior, César Machado, Daniel
- 1:12:34Haidar, Diego cestip. Douglas bahense, Léo gasparotto,
- 1:12:37Matheus piqueira, Rafael bardaal, Bruno Kobe, João
- 1:12:41burlamaki e Gui providelo. E o imenso agradecimento aos
- 1:12:44membros do café com balbi aí, obrigado Thiago Augusto galera.
- 1:12:50Espero que tenham curtido esse episódio.
- 1:12:52Um abraço e até a próxima.