Latest / Café com Dungeon / Ilustração e jogabilidade no RPG #0141
Transcript
- 0:00Eu tinha uma guilda de Wow, alguns de vocês já sabem disso,
- 0:04Wow, World of warcrafts, isso tem muito tempo já, mas essa
- 0:10guilda eu eu tive que sair da guilda que eu tava, rolou 11
- 0:14galera, ou vamos sair daqui que tá uma merda, não sei que de
- 0:17fato tava. E eu segui a galera.
- 0:19Quando eu abri o olho, todo mundo saiu e eu fiquei tomando
- 0:23conta da guilda durante um tempão e acabei estruturando
- 0:27essa guilda. E eu estruturei essa guilda em
- 0:29cima do que eu achava que eram meus valores ideais ali pro ou
- 0:32que era um sentimento de socialização, né?
- 0:35Uma guilda social que o objetivo era que a gente pudesse, antes
- 0:39de tudo, socializar, jogar junto, trocar ideias, se tornar
- 0:43amigo ali e em decorrência disso, a gente melhorar a
- 0:48comunidade e a comunidade, trazendo melhoras pra ranking,
- 0:52pra gente poder raidar junto, pra gente poder.
- 0:55É correr atrás de, enfim, de ativos, né?
- 0:58E todo esse tipo de coisa que foi acontecendo no ou ao longo
- 1:01do tempo, começando ali no. Eu comecei no burning crusais,
- 1:05né? No final do vanilla, início do
- 1:06burning crusais, e não tinha tanta coisa do é tanto ative
- 1:11social, tanta coisa assim. Mas com o tempo isso veio
- 1:15crescendo, veio sendo uma coisa interessante para o jogo e a
- 1:18minha guilda tava no momento bom para isso.
- 1:22Então, ao passo que a guilda cresceu socialmente enquanto
- 1:26comunidade, a gente veio aparando várias arestas e
- 1:30entendendo como transformar essa união, dessa desse coletivo que
- 1:34tava crescendo muito em performance, tanto no PVP, né?
- 1:38A gente indo é é fazendo é treta contra as guildas, indo lá pra
- 1:44stormwins, pra tomar stormwins e a gente enfim fazendo arena e
- 1:49fazendo um Monte de coisa, mas também.
- 1:51Performando muito bem no pve, primeiro nas 25 Men, depois indo
- 1:55lá focando nas 10 Men, EE, indo bem naquilo naquelas dangers lá
- 2:01de alta performance. Foi difícil, foi demorado, mas a
- 2:05gente chegou lá eventualmente é, mas me parece que com o tempo a
- 2:10gente veio inclusive desenvolvendo muito bem isso.
- 2:13Quando chegou no Lite King, a gente chegou a ser é a gente, eu
- 2:16acho que era guilda do servidor que mais tinha.
- 2:19É pessoas que tinham um título com seus personagens ali, o
- 2:22título de King Slayer. Eu acho que era esse o nome do
- 2:26do do ative, né? De quem tinha matado o lych
- 2:28King, isso pra mim era uma coisa importantíssima, porque a gente
- 2:32tinha tanto esse ative quanto a gente tinha um ative social.
- 2:35Muito, vários ativos sociais importantes, inclusive a gente
- 2:39tava muito bem ranqueado No No mundo mesmo, né?
- 2:41No ranking do mundo em relação a aos ativos sociais.
- 2:46E eu acho que, com o tempo, os designers do do ou eles
- 2:52resolveram não apostar mais nesse sentimento de comunidade
- 2:56em torno das guildas. O jogo foi precisando cada vez
- 2:59menos de guilda. Acho que o ápice é a última
- 3:02grande medida que eu lembre da minha época.
- 3:04No que que reforçava esse sentimento de comunidade era o
- 3:09banco da guilda. Que era uma coisa que a gente IA
- 3:12fazer informalmente, a gente tinha, eu tinha um personagem
- 3:14que era o Almeida, que ele era o tesoureiro da guilda, e a galera
- 3:18mandava ouro Pra Ele. Ele fazia uma gestão ali daquele
- 3:21ouro, ele presenteava sempre que alguém chegava no nível.
- 3:24Acho que era nível 20, a gente mandava montaria pro cara.
- 3:28A gente tinha todo um esquema de banco que fazia a guilda se
- 3:32desenvolver mais rapidamente. Quando quando surgiu o banco da
- 3:34guilda, isso ficou mais fácil, né?
- 3:36Tipo, a gente, ao mesmo tempo que fazia isso, a gente podia
- 3:39botar. É recursos para os times de
- 3:41rede, né? A gente organizava esse tipo de
- 3:44coisa para facilitar a vida de todo mundo, então a comunidade,
- 3:47ela se ajudava e teve muita treta também.
- 3:50Muito time de rede saía porque não queria participar desse,
- 3:54dessa coletividade, dessa forma. E aí a gente falava, então vai,
- 3:58podia ser o cara que melhor performance.
- 4:01Se em dado momento ele achasse que o coletivo tava atrapalhando
- 4:05ele, ele tretava com todo mundo e a gente falava, então vai
- 4:08embora e tudo bem. É, criei muitos inimigos dessa
- 4:11forma, mas foi o que aconteceu. Eu já falei um pouco disso aqui
- 4:15No No café com dângel na primeira temporada, mas me
- 4:18parece que AO looking for group foi uma coisa que mudou muito o
- 4:23jogo, né? Quando você podia chegar e botar
- 4:26lá, eu Ah, estou procurando por grupo E o jogo sozinho botava
- 4:30você dentro de um grupo E esse grupo IA pra dângel ou IA Haidar
- 4:34lá nas redes 25 ME 10, ME não lembro, mas.
- 4:40Esse jogo unir as pessoas por elas fazerem ali os objetivos
- 4:44delas. E aí, acabou que isso aí pra
- 4:47muita gente que era casual, dava ok, simplificava o jogo e fazia
- 4:52o jogo ficar mais acessível. Principalmente quando o jogo
- 4:54começou a ter modos mais fáceis. Você não precisava ser bom e nem
- 4:57insistir muito pra conseguir sucesso em níveis mais baixos
- 5:00ali. Né?
- 5:02Você tinha os modos mais hardcore, mas você tinha modos
- 5:05mais casuais de engajar com conteúdo na cabeça dos
- 5:09desenvolvedores. Eles queriam que você que todos
- 5:11os jogadores usufruíssem do Lorde do jogo através das
- 5:15dangels e das redes e tal de uma forma simples, ágil e que eles
- 5:20pudessem conseguir isso através do looking for group.
- 5:23Só que isso, de certa forma, esvaziou bastante o sentido da
- 5:25guilda. Tem grande parte da galera que
- 5:27era casual. Falava, bom, então não preciso
- 5:30aqui ficar, é no meio dessa comunidade, aqui não preciso.
- 5:34E assim, tudo bem, se o cara não vê tanto valor nisso, é talvez
- 5:38ele nem tivesse que estar lá. Mas muitas vezes o fato do cara
- 5:41estar lá permitia que ele visse valor naquilo, entende?
- 5:45No dia a dia, que ele fosse construindo esses laços e ter
- 5:49essa oportunidade era uma coisa que fazia sentido, né?
- 5:52E era muito importante para nossa guilda, que era a
- 5:54irmandade do caos. Bom, eu acho que.
- 5:58Essa introdução é uma introdução importante porque a gente quando
- 6:03deixa de lado esse valor do aspecto social da comunidade
- 6:08dentro do jogo, o jogo passa a ser mais um grade ali da gente
- 6:12ficar matando 10 javalis e buscando um determinado item
- 6:15específico, buscando poder. E não tem um outro aspecto em
- 6:19relação em relação a isso, porque você está sempre jogando
- 6:21com pessoas diferentes ali, com quem você não vai fazer grandes
- 6:24laços necessariamente. Na grande maioria das vezes,
- 6:26você não fazia mesmo. E você ao mesmo tempo, não, se
- 6:31não se não se incluía num ambiente comunitário que podia
- 6:35te fazer enxergar o valor nisso, ainda que você não visse
- 6:38originariamente. Então se perdeu bastante essa
- 6:42ingenuidade. O cara pra entrar numa guilda
- 6:46com com essa mentalidade do social, né?
- 6:49Ele precisava estar afim disso especificamente, e se ele não
- 6:52tivesse afim disso, ele tinha uma forma mais eficiente de
- 6:55jogar o jogo, então? É, ele não teria oportunidade de
- 7:00ver aquilo na prática e ver o valor que poderia ter naquilo,
- 7:03né? E o juiz alers perderam isso,
- 7:06né? Eu acho que o juiz alers nesse
- 7:07ponto, perderam o que tinha nesse nesse grande valor do ou
- 7:11pra mim, e eu acho que isso tem a ver com o produto também, né?
- 7:16Se a gente pensar talvez o ou tenha tenha saído de uma crise,
- 7:21eu não sei dizer comercialmente, nem vou analisar isso, pra ser
- 7:23sincero, tô pouco me fodendo. Mas eu acho que possivelmente o
- 7:27pode ter de repente, saído um pouco de alguma crise ali, podia
- 7:30ter gente abandonando o jogo e que de outra forma falou, Ah,
- 7:33cara, se está mais fácil eu engajar aqui, eu vou engajar.
- 7:36Conquistar o casual é conquistar onde está o dinheiro, né?
- 7:39O público casual é uma pirâmide, né?
- 7:41Então, o público casual está na base da pirâmide, quanto mais.
- 7:46Você se comunica com a base da pirâmide, mais dinheiro, tem ali
- 7:49uma galera que bota dinheiro na coisa, mas que necessariamente
- 7:52frui da coisa. Nós temos estar lá instalar o
- 7:54tempo todo, mas que uma vez que você acessa essa galera, você
- 7:57está acessando um público muito grande.
- 7:58E por que que eu estou falando disso tudo no episódio sobre
- 8:02arte? Porque eu acho que, de maneira
- 8:04geral, a gente tem um apego, não somente AA nostalgia, a coisa
- 8:10né, da gente falar Ah, daquele tempo que era bom, eu sei que
- 8:13existe esse apego AA nostalgia. Principalmente da minha parte.
- 8:17Agora falando da guilda do ou. Eu sei também que tem um apelo à
- 8:21comunidade, né? A questão da da ingenuidade em
- 8:24relação a isso, da gente entender que algumas coisas
- 8:28emergem ali sem ter grandes segundas intenções.
- 8:31Elas emergem porque sabe aquele papo do que importa?
- 8:35São os amigos que fazemos no caminho.
- 8:37Acho que isso é um pouco ingênuo, porque, no final das
- 8:40contas. Se a gente está falando de
- 8:42produto dane, se os amigos que a gente faz no caminho, a gente
- 8:45quer ver Oo board crescendo ali. A gente quer ver o board ficando
- 8:48feliz com com com o lucro que vai ter, né?
- 8:51A gente quer ver o produto, dá certo, a gente quer ver o
- 8:54produto se espalhar. É, a gente quer ver o produto
- 8:57sendo conhecido por mais gente, mais acessível, et cetera, et
- 9:00cetera, e por outros discursos também.
- 9:03A gente pode dizer que, olha, se você quer que o cara se inclua
- 9:08numa comunidade. E cria laços dentro do ou para
- 9:12poder usufruir. Você está sendo gatekeep.
- 9:14Ele deixa de ser também gatekeeping.
- 9:17Não é possível dentro disso aí, é isso me lembra também um tema
- 9:21até mais é antigo em relação a isso, que é toda a questão em
- 9:26relação ao artesanato versus indústria, né?
- 9:28Da época do início da revolução industrial, onde você tinha
- 9:31pessoal do Arts and crafts que apontava para o mundo
- 9:36industrial, né, com fazendo coisas em escala.
- 9:40Dizer, pô, isso aqui é isso aqui é de baixa qualidade, cara.
- 9:43Vocês estão vendendo produtos de baixa qualidade, sem nenhum
- 9:46sentido, sem nenhum envolvimento ali.
- 9:49É uma coisa meio vazia de sentido.
- 9:51Esse material industrial que vocês estão fazendo aos
- 9:54borbotões para vender para muita gente.
- 9:56Vocês estão perdendo a parte artesanal, que é Oo artesão e
- 10:00sua conexão com a matéria, né? Sua expressão, mesmo que seja
- 10:04uma coisa utilitária. Ele está botando sua expressão
- 10:07ali. AA cadeira que tem curvas
- 10:10específicas na madeira, né? O corrimão que se torce ali,
- 10:14naquela coisa meio arnovou, né? Porque era possível na época.
- 10:18Lá foi dando lugar a coisas que são funcionais, retas.
- 10:22Simples de fazer, né? Que leva até é esticando a corda
- 10:26e a gente vai chegar no design, no design ultrafuncionalista,
- 10:30né? Com.
- 10:30É meio sem graça, sem linhas, sem muita expressão, uma coisa
- 10:34que serve para aquilo ali. E dane se qualquer função
- 10:37estética que ele tem ali, né? Na Na coisa do do visual, né?
- 10:41Do de você trazer um sentimento artístico em relação àquilo, né?
- 10:46E deixa de lado isso. Ele vai ter somente aquele
- 10:49visual relativo à própria função.
- 10:51Não deixa de ser uma estética também.
- 10:54Mas é uma coisa que, enfim, passa a pautar muito OOO nosso,
- 11:00o nosso meio, né? O ambiente em que a gente vive,
- 11:02a gente olha em volta e a gente vê pouca expressão, né?
- 11:06Do do do artístico, né? A gente vê muito mais uma
- 11:09expressão do meio, de produzir industrial em escala replicado.
- 11:15Isso também é uma perda da ingenuidade, né?
- 11:18Por outro lado, se a gente olhar para o material feito por
- 11:22artesão. Antes da revolução industrial,
- 11:25era um material caro, o público geral, ele não tinha acesso a
- 11:30coisa feito por um artesão bom, né?
- 11:33Se você queria um cinto, era muito comum você pegar lá o cara
- 11:37mesmo, ele pegava uma corda e amarrava em torno da calça, ele
- 11:40não tinha um couro, ele trabalhava que ele pegava o
- 11:43furo, não. Essa coisa aqui era um artesão
- 11:45que fazia e era caro, não era qualquer pessoa que tinha
- 11:48acesso. Eu lembro minha avó que minha
- 11:50avó teve uma infância pobre, né? Teve uma vida pobre numa parte
- 11:54da vida dela e ela dizia que fazia um, fazia um é uma, uns
- 11:59calçados assim, com papelão pra andar por aí e tal.
- 12:02Às vezes não tinha dinheiro pra comprar um Calçado de verdade.
- 12:05Meu meu bisavô tinha uma loja de de calçados, mas não era pra
- 12:12família. Ele vendia aquilo, a família
- 12:14dele não tinha acesso. E de certa forma, a indústria
- 12:18trouxe isso. Hoje em dia, todo mundo, mesmo
- 12:20que seja mais pobre, não sei o que vai andar, mesmo que seja
- 12:22uma coisa é mais, é de qualidade inferior, et cetera, as pessoas
- 12:28andam calçadas, as pessoas têm, enfim, não sei que tem gente aí
- 12:31passando fome, tem gente na rua, et cetera, mas há uma
- 12:34Acessibilidade maior do mercado. Por quê?
- 12:36Porque o mercado quer vender, né?
- 12:38O mercado quer atingir os públicos até mais pobres, então
- 12:41nesse, nessa, nessa ideia de venda.
- 12:45Ele abre espaço para que as pessoas mais pobres também façam
- 12:50parte do jogo do consumo. E aí não deixa de ser um pouco
- 12:53de Gate keeping a gente falar que o mundo tinha que ser dos
- 12:56artesãos, né? Afinal de contas, a gente quer
- 12:59uma experiência enlatada para que grande parte da população
- 13:01tenha acesso a isso. E aí, como é que a gente
- 13:05trabalha isso, né? A gente quer jogos de maneira
- 13:08geral, trabalhem com o enlatado. Que trabalhem com o superficial
- 13:13para que mais pessoas tenham acesso a isso.
- 13:16Ou a gente quer jogos de artesão, jogos que não se não se
- 13:22consomem tão facilmente, mas que tem tenham umas camadas de
- 13:26significado ali, que venham de pessoas que tem uma
- 13:29intencionalidade mais clara, em vez de ser feito por um time, é
- 13:33despersonalizado em escala por pessoas de uma companhia.
- 13:38Que provavelmente nem vê sua cara na hora de tomar as
- 13:41decisões que a gente quer, né? Bom, o debate vai pra arte,
- 13:46obviamente, né? Eu vim trazendo cada vez mais
- 13:48pra arte no caso da da criação artística, né?
- 13:52Porque a gente vai falar de arte no RPG quando a gente pega ODID
- 13:57lá atrás. E aí eu estou falando do DID
- 14:00jogo indie, DID 74, o jogo indie mais influente de todos os
- 14:07tempos. Né, esse DED.
- 14:11Ele tinha uma capa, por exemplo, feita de maneira bastante,
- 14:16bastante durthio selfie ali. A gente tá falando de uma capa
- 14:20que foi feita em cima, né? Como referência ali 111
- 14:26quadrinho. E nesse quadrinho tinha um
- 14:27Cavalheiro, um cara sobre sobre um guerreiro, sobre um cavalo e
- 14:32quase como um decalque ali o cara fez aquela aquela
- 14:35reprodução em cima daquilo. E botou na capa.
- 14:38Aí ficou uma coisa bem durch of self, uma coisa que você poderia
- 14:41ver no caderno do estudante durante durante a aula,
- 14:44rabiscando ali, claro, um pouquinho melhor, né?
- 14:47É, mas acho que tá no mesmo nível.
- 14:50É uma coisa feita ali, sem uma intenção de uma
- 14:55reprodutibilidade Extrema, sabe? É uma coisa que parece mais o
- 15:00que era, de fato, que era uma expressão de uma comunidade
- 15:04ingênua underground. E eu acho que isso é muito
- 15:08relevante pra gente trazer aqui. O RPG veio se entendendo cada
- 15:14vez melhor com um produto. E a gente chega nos dias de hoje
- 15:18com alguns produtos que são feitos pra massa.
- 15:22Eles não são feitos para as pessoas mais entendidas, eles
- 15:25não são feitos para as pessoas envolvidas com uma comunidade,
- 15:29não são feitas pra não, não são feitos para as pessoas que estão
- 15:32já. Dentro daquela daquelas bolhas
- 15:35de cracudos que sabem tudo sobre aquilo, não?
- 15:38O ideal do jogo, ideal do DED atual é que qualquer pessoa
- 15:42possa pegar se tiver dinheiro para comprar, né?
- 15:45Obviamente não é 11 livro barato, né?
- 15:49Mas que qualquer pessoa possa pegar, principalmente no mundo
- 15:52dos países desenvolvidos, né? Em contraste aí o ao sul global
- 15:55em desenvolvimento. As pessoas que não não gastam
- 15:59grande parte do salário mínimo comprando ORPG, mas que essas
- 16:02pessoas possam ter acesso ali a esses livros e possam através
- 16:07dele, sem grandes é mergulhos, entender como se joga aquilo e
- 16:13jogar, inclusive de maneira casual, como se faz com lá, com
- 16:18o catan, como se faz com o War. Você tá jogando DID você tá
- 16:23jogando DID moderno. Você simplesmente parou ali,
- 16:26jogou uma sessão, depois você volta, joga outra, dali há
- 16:29vários meses você joga outra. Esse público casual, ele é muito
- 16:33importante porque ele fica com essa, esse sentimento de que ele
- 16:36joga DID, que ele faz parte daquilo, e ele passa a consumir
- 16:39pesadamente tudo que tá em torno do jogo, não somente o jogo, o
- 16:43jogo passa a ser só mais um fator.
- 16:45E isso você fala, pô, mas você precisa jogar.
- 16:49Para consumir tudo, todo o resto que tá em volta.
- 16:52Você tá sendo tão Gate keeper quanto aquele metaleiro que fala
- 16:54assim, então você tá usando a camisa do sei lá do balzephon?
- 16:58Então fala aí que vai ser uns 5 álbuns do balzephon que tem o
- 17:03vocalista, não sei. Quem sabe mais ou menos esse
- 17:06cara tá fazendo ali o papel de Gate keeper.
- 17:09Como você estaria se você tivesse falando, cara, você sabe
- 17:12quem são os criadores do DED? No fim das contas, tem.
- 17:19Autor importante aí do do meio do RPG que nem sabe quem foi,
- 17:23que criou ODED junto com Oo gaigax, né?
- 17:28E cara, tudo bem? Acho que saber da história da
- 17:31coisa saber nem necessariamente vai fazer aquele cara ali ser
- 17:36melhor ou pior do que os outros. Certamente é só um cara mais um
- 17:39cara menos informado em relação às origens do hobby.
- 17:42E potencialmente deixa de lado muitas coisas importantes a
- 17:46respeito do hobby nesse processo, mas isso é parte de um
- 17:50hobby que vai se comercializando, vai se
- 17:53entendendo cada vez mais como produto, não somente ali como
- 17:57uma expressão ingênua de produto mesmo, como era ODID original em
- 18:0274. Então disso eu vou fazer uma
- 18:05análise aqui, que é uma análise que não é nova, tá?
- 18:08Eu estou falando muito em cima de uma ideia que eu entrei em
- 18:10contato através do guilesp, que é o autor lá do berrell MEIs, o
- 18:16autor do for beden cavern's of care.
- 18:18Ele é um cara que estuda esse tipo de de imagético assim, né?
- 18:24E ele tem 11. Momento, não, não lembro onde
- 18:27que foi isso. Não sei se foi um podcast, um
- 18:29vídeo em que ele faz uma análise que me despertou pra esse
- 18:34assunto, né? É, e o comparativo dele a
- 18:37respeito? Day deu descuido?
- 18:38Deledê moderno é muito pertinente e eu vou alargar um
- 18:41pouquinho em torno desse desse debate, né?
- 18:44A arte no RPG, no caso aqui vamos falar de o jogo imprimindo
- 18:51jogabilidade através da arte promove.
- 18:56Vamos lá, deixe o seu café diante de mim.
- 19:04Café não tem café nenhum não. Eu sinto a presença do café com
- 19:08Dulce. Bom dia, amigos do café com
- 19:15dânjo. Estamos aqui para mais um
- 19:16episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito
- 19:20RPG. Meu nome é Rafael balbi e eu já
- 19:23tô bebendo um café horroroso aqui porque ainda não comprei um
- 19:28moedor para moer meu café. Ovelha negra, mas.
- 19:32Esse episódio não é um episódio oferecido pela ovelha negra nas
- 19:37quintas feiras, como você está acostumado?
- 19:38Esse episódio é um episódio oferecido pela nossa parceira
- 19:42tria tria, editora que está aí lançando esse mês o Shadow of
- 19:48the demorlord e tem questões interessantes a respeito de arte
- 19:53do Shadow of the demorlord que a gente vai ver mais pra frente.
- 19:57Mas o fato. É que tá chegando aí, 1111
- 20:01relançamento desse jogaço de schwalbe, né?
- 20:04É pra quem viu, pra quem ouviu aí o episódio sobre Oo Shadow of
- 20:09the Wear the Wizard sabe que a tría está em contato íntimo aí
- 20:13com o com o schwald, né? Que é esse grande game designer
- 20:17aí. E já lançaram o chave the Shadow
- 20:20of the Wear the Wizard, né? Já lançaram aí também o punk.
- 20:25Apocalyptic, né? Também que é do.
- 20:28Do shawalp, então eles estão. Eles resolveram fazer juntos o
- 20:31relançamento aí do do Shadow of the the Moore, que ficou com a
- 20:35editora pensamento coletivo e acabou perdendo o suporte,
- 20:38acabou perdendo. É uma continuação do trabalho
- 20:41aqui. Então felizmente caiu nas mãos
- 20:44do Bruno, né? Com AE da galera da tria
- 20:47editora, que vai certamente dá uma nova casa aí com bastante
- 20:51suporte. Né?
- 20:52Então, feliz com a notícia, é, e tem um recado mais aí do Bruno a
- 20:57respeito disso, tá? É que o negócio é o seguinte,
- 20:59cara, é o livro básico e o escudo do mestre.
- 21:03Serão versões revisadas, né? Não saiu impresso no Brasil
- 21:07dessa forma, mas mais importante ainda, o livro básico, além da
- 21:11capa normal, ela vai ter como opção uma versão com uma capa
- 21:15especial ilustrada por um artista nacional, né, e que não
- 21:19vai ter nada escrito nela. Na frente, anão ser a própria
- 21:25capa mesmo, Oo título, vai estar só na lombada, é só ilustração e
- 21:29o nome do jogo ali em verniz localizado, né?
- 21:33Então, de forma que inclusive o nome do jogo só vai ser visto
- 21:36pelo reflexo do verniz, que é uma solução que eu adoro, acho
- 21:39muito legal e traz um ar até de mistério que eu acho muito
- 21:42legal, né? E o escudo vai ter 4 abas e vai
- 21:46ter uma única ilustração inteirona nele todo assim.
- 21:50Vai ser ilustração da capa especial, mas com algumas
- 21:53continuações de cena pros 2 lados.
- 21:56Então é um Painel assim, uma coisa meio de bosh, né, cara?
- 21:59Inclusive vou citar o próprio ierônimos bosh aqui, falando de
- 22:04arte nesse episódio, mas OOO que tem, eu acho que de de teor que
- 22:08eu vou abordar também mais para frente, é que o próprio schwalb
- 22:11deu a ideia inicial da ilustração da capa e o Bruno tá
- 22:15fazendo a direção de arte. Eu posso dizer que eu já estou
- 22:18vendo aqui é alguns algum, algumas, alguns testes, tá de
- 22:24arte com essa capa e o negócio está ficando bem legal mesmo,
- 22:27gente, é interessantíssimo. Eu vou abordar isso mais para
- 22:31frente, então aproveitem aí que a tría está trazendo, tá?
- 22:34Oo Shadow of the demon road aí está está relançando e eu vou
- 22:39deixar o link no incentivo do episódio para vocês
- 22:42participarem. Tá desse, desse retorno numa
- 22:45nova edição no Brasil. Beleza, é bom, mas antes da
- 22:51gente cair no episódio, eu quero dar uma lida né com vocês aqui
- 22:56nos comentários do último episódio, né?
- 22:58O último episódio foi sobre o impacto do sim.
- 23:03O primeiro é do Luiz real oficial.
- 23:07É um abraço aí pra família real oficial.
- 23:11E o Luiz falou o seguinte, jogando daghart, isso se torna
- 23:14parte intrínseca da mecânica do jogo.
- 23:16O impacto do sim é, eu abordei o Luiz o No No episódio eu abordei
- 23:22daghart a mecânica dele é, ele traz isso muito na resolução de
- 23:27conflito, né? É, e também na parte do mestre
- 23:30aí de como ele constrói o jogo, mas ele modela, e quando ele
- 23:35modela e traz uma economia de pontos em relação a isso, ele
- 23:38cai nos problemas com a ponta. Aí no episódio, né?
- 23:41É, então não é como se ele resolvesse essa questão.
- 23:46É pra sempre, né? Eu não acho que seja assim,
- 23:49justamente porque resolver tecnicamente pra mim é uma é uma
- 23:53solução talvez deveras inadequada que os RPGs insistem
- 23:58em buscar, né? O diálogo ficcional talvez seja
- 24:01a parte mais fluida do jogo, e acho que é bom que continue
- 24:05assim, né? Só que com.
- 24:06Ideias em torno com é boas práticas e principalmente com
- 24:10princípios de como utilizar, né, o diálogo, mas obviamente uma
- 24:15modelagem ou outra eu acho que pode ser bem-vinda, né?
- 24:18Mas que economias e tudo mais se perdem muito no processo.
- 24:22Então tem alguma crítica ao da garrard que eu faço?
- 24:24Ainda que seja um jogão, certamente beleza, um abraço,
- 24:28Luiz, manda um abraço aí pra família real oficial é o Carlos
- 24:32rentes, falou. Em conflito eu acho que ele
- 24:35botou com c maiúsculo aqui do conflito.
- 24:38Acho que deve ser o jogo dele, né?
- 24:39Do Carlos. Então?
- 24:41O moderador, também com m maiúsculo, usa recursos quando
- 24:44introduz problemas não antecipados, os personagens
- 24:48descobrem que foram roubados. Essas intervenções podem ser
- 24:51negadas pelo uso de recursos dos jogadores.
- 24:54Contudo, quando o problema é antecipado, a negação não é
- 24:58possível uma porta forçada e tipo soturnos nos arredores, por
- 25:02exemplo. O objetivo é fazer da
- 25:04antecipação uma oportunidade narrativa e dramática, sendo
- 25:07parte integral do diálogo narrativo, exigindo mecanização
- 25:10apenas quando a bruta é Carlos. É interessante, tá?
- 25:14Eu acho que você resolveu mecanizar é a parte onde Oo
- 25:19primor técnico, né? Em torno do desafio do RPG da
- 25:22minha concepção. Falha, né?
- 25:24Então você estabelece um jogo a partir disso, acho que é uma
- 25:27forma interessante. Né?
- 25:29É, e na assim, na pior das hipóteses, é uma boa solução,
- 25:32porque cria consciência dos jogadores a respeito disso.
- 25:36Então gostei muito da tua ideia de de mecanizar somente a
- 25:40intervenção não antecipada, assumindo que a que a
- 25:42antecipação é uma boa prática, né?
- 25:45Então gosto, mas é, talvez eu pra mim tenha que o ideal de
- 25:49fato é que a gente não tenha, né nenhuma, nenhum tipo de
- 25:52economia, nem de mecânica, levando pra esse lado, porque.
- 25:56Porque a mecânica tem muita gravidade, né?
- 25:58E o normal é que as pessoas percebam nas mecânicas caminhos
- 26:01de agência. Quando isso acontece, aquilo
- 26:04passa a ser um caminho cada vez mais desejável, né?
- 26:06Acho que isso explica, por exemplo, porque que muita gente
- 26:09entende. Que ODID é um jogo de combate.
- 26:12Por quê? Porque ele tem mecânicas de
- 26:13combate, combate tem muitas estatísticas e tem muitos
- 26:17recortes em torno do combate e muita condição mecânica em
- 26:20torno. Então as pessoas acabam
- 26:21entendendo que mesmo nas edições em que o combate é algo a ser
- 26:25evitado, né? Muitas pessoas entendem que DID
- 26:29é um jogo de combate por conta disso.
- 26:32E talvez a história do DID conte justamente, né, pra gente como a
- 26:37mecanização. Leva as pessoas de fato a
- 26:41interagirem mais com o jogo naqueles canais.
- 26:44Então a gente vê as edições sucessivas cada vez mais
- 26:47abraçando mais o combate, né? E viabilizando cada vez mais o
- 26:53combate como como uma primeiro lugar, como uma possibilidade do
- 26:58jogo, mas depois quase como um late motif do jogo, né?
- 27:01De fato, então, interessante a reflexão, muito bom aí, cara, é,
- 27:06fale mais aí do conflito quando puder.
- 27:08É, valeu, um abraço. O Luiz é e o Luiz mestre é ele,
- 27:13comenta. No episódio ficção primeiro 129
- 27:17é, ele falou o seguinte, no meu sistema trade Mark, você pode
- 27:21também é você pode ou escolher solução narrativa ou jogar o
- 27:25dado. Se jogar, o dado tem risco de
- 27:27perder recurso, diminuindo as suas chances de sucesso futuros,
- 27:30né, cara? Se você pode escolher a solução
- 27:32narrativa ou jogar o dado, né? É.
- 27:36Acho que no fim das contas, você está mecanizando o jogo como um
- 27:39todo, né? Como acontece com com a galera.
- 27:42Fala do old School, né? O old School, de maneira geral,
- 27:45você tem ali uma solução na ficção, né?
- 27:48Você dizendo como você construindo a ficção é, mas
- 27:53quando tem um risco, você joga o dado, né?
- 27:56Acaba que não é uma opção mecânica, ou quero resolver isso
- 28:00narrativamente ou quero jogar o dado.
- 28:02Não sei como acontece na dinâmica que você propõe.
- 28:05Mas me parece muito diferente do que acontece no, no, no, no, no.
- 28:09Jogo com SR. Né?
- 28:12Assumindo aí uma lógica cintiana de de click Prime em torno da
- 28:17ficção, mas curioso, um abraço. Obrigado pelo comentário.
- 28:21Vamos lá, vamos para o episódio. Lá jurubel saiu com vida, meus
- 28:30pés já estavam congelando meus olhos.
- 28:34Já vão acostumando com a escuridão, finalmente as
- 28:38árvores, o Sol, o assunto do mar.
- 28:42Sobrevivíamos aí que calma, desordonei.
- 28:48Silêncio. Olha para o chão.
- 28:52Está vendo as folhas? Do chorumel, o que?
- 28:55Que tem é a mata, é as planta, é a vida, não são.
- 29:03Folhas. As ripas do píer, elas não são
- 29:06de de madeira, é tudo, tudo, tudo.
- 29:10Carta, são cartas. A danje continua com licença,
- 29:16cavalheiros, pelos meus estudos e conhecimento trata se de um
- 29:20novo desdobramento do perigo. Depois de enfrentarmos a
- 29:25masmorra e o gelo, recuperamos tesouros e segredos arcanos.
- 29:31E tivemos de usar os portais para sairmos de lá nesse
- 29:35processo. As dungeons of cards, que são
- 29:38modulares, te expandiram em Docas e florestas, que é o que
- 29:43estamos vendo na sua frente, e estão se recombinando em
- 29:48inúmeras possibilidades de configuração espacial para um
- 29:52novo desafio. E isso, caderneta, é agora.
- 29:56A boa notícia é que vamos ter que chegar ao portal negro.
- 30:00E derrotar outra monstruosidade, provavelmente.
- 30:03E o lado bom é que podemos encontrar mais tesouros
- 30:08equiparmos a nós mesmos, equipar melhor os nossos pets, além de
- 30:13tudo, conseguir mais riquezas no processo.
- 30:17O dobro do desafio, o dobro da recompensa pessoal.
- 30:23Todo mundo quieto, tão vindo ali é uma armadilha.
- 30:28Pelos astros tem novos monstros também e não estamos a sós com
- 30:34eles. Olha só, pelo gosto da sola de
- 30:39sapato, tem novos heróis na jogada também, amigos.
- 30:47Devemos tentar pro mar para o sul.
- 30:50Nos registros históricos, naquela direção encontraremos o
- 30:53antigo Império Sukita e provavelmente teto.
- 30:57Para descansarmos os pés. Vamos para lá.
- 31:01Vamos, vamos. Eu só queria pegar uma praia.
- 31:16Vamos lá, vamos falar de arte? No RPG e de como se constrói,
- 31:21né? A Vibe do jogo, né?
- 31:23De como se constrói game play também a partir de arte.
- 31:26Acho que a gente pode começar por aí.
- 31:28É em primeiro lugar. A gente vem estudando essa
- 31:31questão das vibes aqui no café, né?
- 31:33E eu tenho me inclinado cada vez mais a entender vibes como essa
- 31:39influência sobre o gameplay, tanto dos jogadores quanto do
- 31:44mestre. Em relação AA, ao que é
- 31:48construído como influência, não somente a partir das mecânicas,
- 31:52mas por outras vias, como por exemplo, pelo layout do jogo,
- 31:57pelo tom da escrita, é do manual, né?
- 32:01Pela ficha, ou como a ficha colocada ali, o layout dela,
- 32:06pela arte utilizada. E a gente vai focar na arte, né?
- 32:09Então acho que a gente pode já combinar aqui que a arte ela
- 32:13imprime. Jogabilidade, né?
- 32:15O que muita gente chamaria de estética, mas dentro do game
- 32:17design, a estética está muito atrelada à ideia da mecânica,
- 32:21tradicionalmente, então eu vou deixar que seria a influência de
- 32:24gameplay que vem da arte do jogo, né?
- 32:27Ela estaria dentro do campo da Vibe e não da estética,
- 32:30assumindo essa diferenciação. E como é que acontece isso, né?
- 32:34Como é que acontece essa influência?
- 32:36Eu acho que em primeiro lugar. É muito natural quando a gente
- 32:40pega ODID dos anos 70, né? ODID de 74.
- 32:44A gente está falando de uma comunidade de jogo, a gente está
- 32:49falando de uma comunidade de jogo que tem muitas influências,
- 32:53é que estão ali, é acerca ali do jogo o tempo todo, né?
- 32:57Então a gente está falando de literatura Pulp, de fantasias,
- 33:01say fi swarder sourcer, né? Então todo esse todo esse
- 33:06material do apendexene, né, do. E vai desde do do do
- 33:11tradicional, que a gente conhece aí do do token e Senhor dos
- 33:16Anéis, mas principalmente o hobbit.
- 33:18Mas também vai para o lado aí do Conan, vai para o lado do
- 33:22fritsliber, né? Com com com o fafred green
- 33:26mouser e lancman, vai para o lado também aí do enfim, de de
- 33:31coisas mais puxadas para o sai fi mesmo, né?
- 33:35Então tem. A John Carter from Mars tem
- 33:38bastante material, né? A gente sabe isso, o euric tem
- 33:41bastante coisa, é também essas, essas essas literaturas de de
- 33:46exploração do centro da Terra, Terra oca, essas coisas, é
- 33:51também tem 11 influência do loft craft entulica, né?
- 33:57Mas também não para por aí. A gente tem também uma
- 34:00comunidade em torno de jogos de guerra, né?
- 34:03De. Vamos fazer aqui com as nossas
- 34:06miniaturas, as batalhas napoleônicas, et cetera, e a
- 34:09gente vê uma confluência, essas tribos numa comunidade só, que
- 34:14passa a conviver de alguma forma.
- 34:16Então, a gente não vê somente jogos napoleônicos, né?
- 34:20De guerra, mas a gente vê jogos também de guerra que trazem ali
- 34:24seu seu Gandalf no meio, né? A gente vai ver um jogo de
- 34:29guerra que tem ali elfos e works, né?
- 34:32Uma coisa que. A gente vai ver sendo explorada,
- 34:35mas futuramente pelo pelo warhammer e coisas assim.
- 34:40Mas fora isso, a gente começa a ver os jogos que começam a
- 34:43surgir dali. E ao ao passo que a gente vê Oo
- 34:48game e vê essa literatura aparecendo, aparece gente
- 34:51querendo contar histórias ali através dos jogos.
- 34:54Aparece gente com campanhas, né? Como a campanha ardsoniana aí do
- 34:59Blackmore. A gente também tinha campanha.
- 35:02A ideia do brownsen, né? Que é um jogo situacional ali,
- 35:05com pessoas comuns da Vila perante um cerco, né?
- 35:10É que tem toda uma interpretação.
- 35:11Você é um personagem só, então tem todos esses e todo esse
- 35:15processo que é muito bem descrito no elusif shifts, né?
- 35:18Do do John Peterson e também no play net the World, mas que, no
- 35:23fim das contas acaba. É construindo tudo, uma estética
- 35:27própria ali, né? 1111 arte específica, uma
- 35:32estética própria, uma forma, né, de de se colocar ali, que é uma
- 35:37mistura de todos esses, de todas essas lentes possíveis dentro
- 35:41dessa comunidade, né? O dide, ele é muito uma
- 35:43expressão disso. É.
- 35:46Então, quando o dide surge, ele surge para uma galera que sabe
- 35:51muito bem suas influências, por outro lado.
- 35:54Né? Eles não tem grandes recursos,
- 35:57eles são uma comunidade robista e a comunidade robista de
- 36:00maneira geral. Ela não é um grande Mercadão,
- 36:03né? Naquela época ali.
- 36:04Então é uma galera que tem seu mercado, tem seus produtos,
- 36:08consegue vender entre si, tem alguns produtos até que rompem a
- 36:12bolha, né? É, se fala bastante isso No No
- 36:16play a the World, se fala bastante isso No No luso shift,
- 36:20mas o fato é que. Os artistas ali normalmente são
- 36:24as pessoas envolvidas e resolvem se expressar artisticamente e
- 36:28colocar. É um material é que possa
- 36:32visualmente chamar atenção e que tenta comunicar essa bagagem
- 36:37visual específica, né? Então, quando você pega ODID
- 36:41original, as artes do DID original, elas são bastante
- 36:45inocentes. Nesse sentido, a gente tem.
- 36:49Um outro ali ilustrador, que se encara de maneira profissional,
- 36:52né? Eu acho que a gente tem no DD
- 36:54clássico ali a gente tem gente que que que é ilustrador mesmo,
- 36:58que trabalha dessa forma, né? Então a gente tem essa arte
- 37:02ingênua, mas ao mesmo tempo, ela ela é uma arte profissional,
- 37:08ainda que mais suja, mais underground, né?
- 37:10Que muitas vezes a gente encara. Homo ingenuidade.
- 37:14Mas é uma mistura de uma arte ingênua com uma arte mais
- 37:17underground, uma arte mais Pulp, né?
- 37:20É a parte ingênua, é aquela que vem sem saber exatamente o valor
- 37:24comercial daquilo ou o valor técnico que aquilo teria.
- 37:28É mais uma expressão genuína, né?
- 37:30Da sua vontade de comunicar o seu take sobre aquela bagagem
- 37:36cultural que aquilo traz. Então o cara que vai lá e
- 37:39desenha um b holder, né? Ele tá trazendo uma criatura,
- 37:43né, que que é fruto de toda essa é é essa fantasia que se
- 37:48consumia na época. Então você vê ali uns desenhos
- 37:51do b rouder que são até hoje em dia.
- 37:53A gente olha e dá uma risada, é um b rouder, bem diferente desse
- 37:56b rouder atual, que a gente vê essa besta com a boca babando
- 38:00vários olhos malvados e tal. Não tem alguns b rouders ali que
- 38:03você olha e fala, cara, que sujeito.
- 38:05Engraçado, né, é? Mas a gente tem isso aí, né?
- 38:10É, é a arte antiga. DD muitas vezes era considerada
- 38:13tosca ou mal feita ali, em termos de proporção, é
- 38:17perspectiva. Às vezes era uma coisa Chapada
- 38:19de lado, né? É, tinha uma estranheza própria,
- 38:23né, uma originalidade evocativa e era revolucionária, criava
- 38:30universos visuais revolucionários também, né?
- 38:34É, então as referências deles eram muito é, vinham muito
- 38:39dessa, dessa bagagem específica e da própria imaginação em cima
- 38:43daquilo. Então a gente vai ver o gaguex
- 38:45criando um monstro, por exemplo, o passaralho, né OOO Bear ele em
- 38:49cima de um desenho de um de um boneco ali de um bonequinho, sei
- 38:52lá chinês, que ele comprou na loja de 1 USD.
- 38:54Então ele constrói em cima daquilo desenho, em cima
- 38:57daquilo, as pessoas desenham aquele bicho ali.
- 39:01E é uma coisa meio meio mal feitona assim, mas que é muito
- 39:04autêntica, né? E a autenticidade brilha
- 39:07sozinha. Valor artístico da autenticidade
- 39:10é muito alto, né? É isso é uma coisa que a gente
- 39:13pode comprovar com o que o pessoal chama de outsider music.
- 39:18Eu não sei se vocês já ouviram falar sobre isso, né?
- 39:21Oo outsider music é um é um rolê muito, muito autêntico.
- 39:28É um fenômeno de música que tem que as pessoas fazem 111
- 39:32apanhadão, né? Mas a gente tem bandas como the
- 39:34chegues ou Oo artista Daniel Johnson, né, que vocês devem ter
- 39:40visto já uma camisa dele por aí das bandas de rock, mas que são
- 39:44artistas fora da indústria, né? E tem uma música que
- 39:48tecnicamente muitas pessoas podem torcer o nariz, né?
- 39:52Mas que eles estão num ambiente completamente alheios AA censura
- 39:56do meio, a censura externa a uma censura da indústria musical
- 40:01também, de maneira que eles não têm uma música comercialmente
- 40:06perfeita. Talvez longe disso até, mas que
- 40:10é muito autêntica. E essa autenticidade?
- 40:11Ela tem um valor muito grande e impacta diretamente pessoas como
- 40:15Kurt colbin, do Nirvana. É, vários artistas artistas dos
- 40:20anos 90 usam a camisa do do Daniel Johnson ali como
- 40:23influência mesmo tão talvez ele tenha sido tão influente pra uma
- 40:27geração de de de rock in roll ali quanto sei lá quanto o
- 40:31próprio pixis, né? Como foi pro pros pros grunges
- 40:35ali, né? Então o Kurt Cobain usava uma
- 40:37camisa do danielssons Junior, usava uma camisa do Pixel e
- 40:41usava também uma camisa do Daniel Johnson.
- 40:44É o que é muito interessante, né?
- 40:46De como uma arte tão ingênua, né?
- 40:49Esse essa que hoje em dia a gente percebe como outsider
- 40:52music, ela pode influenciar é trabalhos que a gente vai ver
- 40:57frutificar depois ali pra própria indústria, né?
- 41:00É EE artistas que são mais Cruz, EE amadores, vão acabar gerando
- 41:06uma produção comercial mais perfeita, partir dessas
- 41:09imperfeições, né? Então, a imperfeição.
- 41:12É as limitações que a gente vê em determinado geração, mas
- 41:16acabam virando partido estético dali para frente, como bem
- 41:19defende o Brian Eno, né? As limitações estéticas ali
- 41:23viram um partido estético dali para frente.
- 41:26Aliás, as imperfeições técnicas viram partido estético dali para
- 41:32frente. Então acaba que OA gente vê, né?
- 41:37Esse? Esse material original do DED se
- 41:41conectando com pessoas também que são artistas de fato,
- 41:45ilustradores de fato e tal, mas que é, são mais sujos, mais
- 41:50underground ali, né? A gente tem dos anos 60 também,
- 41:54a gente tem 11. Não somente a literatura Pulp e
- 41:59os quadrinhos Pulp e essas coisas assim, mas a gente tem
- 42:01também aquela galera do quadrinho underground, né?
- 42:04O Robert crambs. Se você olhar, por exemplo, hoje
- 42:07em dia é a galera que faz arte pro DCC, né, cara?
- 42:12Tem muita influência. Eu na minha cabeça do ZAP
- 42:14comics, do cramb, é um quadrinho underground dos anos 60, é, eu
- 42:20tenho certeza que o trampier. É um artista cônico ali do
- 42:23players and book original, né? E que tem vários, vários
- 42:27materiais para dragão Magazine. Tem até o dragãozinho que ele
- 42:31que ele desenha é ele acabou virando taxista, né?
- 42:36Mas o estilo dele se comunica muito com quadrinho degrau,
- 42:39onde? Com tatu, né?
- 42:40Com arte de tatu. Então eu acho muito interessante
- 42:44ali o trabalho do trampier, né? Se juntando a toda essa arte
- 42:48original ingênua do DEDA. Gente, tem também o Russ
- 42:51Nicholson, né, que é a escola inglesa aí trazendo bastante
- 42:55rachura, trazendo essa carga Pulp, né?
- 42:58E uma boa técnica, eu acho, até de de de nanquim, mas também ao
- 43:04mesmo tempo com aquele hiper realismo meio doido que você
- 43:08olha em qualquer espaço. Daquela arte, ela é muito bem
- 43:12definida, tem muita definição, então tem detalhe o tempo todo,
- 43:16né? E quando a gente sabe que em
- 43:18teoria, né, a boa técnica da ilustração diz que você vai dar
- 43:22foco em alguns pedaços ali, você vai trazer mais detalhes para
- 43:25onde você está querendo dar relevância, né?
- 43:27Mas a arte do School, ela conecta muito com uma arte.
- 43:31Eu não sei se hiper realismo é a palavra correta para isso, mas
- 43:35talvez sim porque já vi muita obra hiper realista em que
- 43:37absolutamente. A foco em todas as partes da
- 43:40obra, né? Então isso não, não, não
- 43:44conversa tanto com um direcionamento do seu olhar.
- 43:46Mas, pô, quem liga tanto para isso, né?
- 43:49Veja, tudo passa um tempo olhando para todos os detalhes
- 43:52de toda de todo o ambiente construído ali, né?
- 43:56E tem também o David suderland, né, que é responsável por capas
- 44:01clássicas ali também. Acho que eles em Ava, mapas
- 44:04também, né? Dentro da TSRE, que definiram
- 44:07bastante isso mais pra frente, que a gente vê pintura a óleo,
- 44:10né, a gente vai ver um pessoal que artisticamente tem muita
- 44:14técnica. Então a gente começa a ir até
- 44:16pro virtuosismo, né, com essa coisa meio arte da do rótulo, da
- 44:20Catuaba, né? O elmour, essas paradas assim.
- 44:24Eu acho que são muito maneiras também, principalmente no ADED.
- 44:27Começa a ter cada vez mais disso, né?
- 44:28Na segunda edição, então, a gente vê isso explodindo com
- 44:32bron e etcetera. Mas eu acho que já é uma outra
- 44:36etapa em que a gente já começa a ver que se banca mais arte.
- 44:41Não é uma arte que tecnicamente, em teoria, seria muito superior
- 44:45ali é, mas o fato é que a gente até ODID de transição, que é a
- 44:50segunda edição do ADID ou ODID ali.
- 44:53Do do back me, né? A gente ainda vê uma construção
- 44:57de um de um imagético que dialoga muito com Oo sword and
- 45:02source e, como tal, ele dialoga com 11 tipo de fantasia.
- 45:10Em que a gente fala de de pessoas pequenas, né?
- 45:14Isso tem. A gente pode trazer o hobbit
- 45:16aqui para ilustrar, você não é o mais poderoso, você não tá
- 45:20lutando, você não vai eliminar o Sauron, você bilbo bem, né?
- 45:25Mas você é pequeno, é tão pequeno que você é o único que
- 45:29consegue portar o anel, né? O bilbo não, no caso do frodo,
- 45:33né? É, mas o Bill também importa.
- 45:35Então vocês são os únicos que de tão pequenos, né?
- 45:38De tão é ingênuos ali vocês conseguem carregar o anel, vocês
- 45:44não vão matar jamais o Sauron, mas vocês conseguem fazer o
- 45:48serviço que tem que ser feito ali pra conter a sua expansão,
- 45:52né? É, e isso precisa da sua
- 45:54humildade, precisa inclusive da sua falta de capacidade de tomar
- 45:58conta do mundo no seu poder. É, aos poucos a gente vê.
- 46:04Essa essa vibração, né, essa Vibe também, a Vibe do anti
- 46:08herói, né, que a gente tem com elre, que tem com outros ali,
- 46:10com fafe, Grey mouse, que é um pouco pro outro lado, né, de que
- 46:14você é o anti herói. Você não tem as virtudes do do
- 46:17seu lado, mas você também é falho, você é é o herói
- 46:22possível, não é o herói desejável, né?
- 46:25E a gente, você tá flanando num mundo de cinzas, o cona um pouco
- 46:30isso também e flana pela virtude muitas vezes.
- 46:33Mas ele passa também muito por esse canal de de anti herói, né?
- 46:37Do herói que é o herói que se tem, é o herói da circunstância,
- 46:41é aquele que consegue vencer as próprias dificuldades ali, né?
- 46:44É você flana entre o anti herói e o sobrevivente.
- 46:49E acho que OOOO personagem no DED, né?
- 46:54Desde o início não precisa ser. Esse cara incapaz, ele pode ser
- 46:58um cara capaz. Eu acho que o personagem
- 47:00clássico do DD é old School, ele não é esse esse sujeito
- 47:05plenamente incapaz, ele tem suas capacidades.
- 47:07Ele é um bom aventureiro, né? A gente tem que tratar ele como
- 47:10um bom aventureiro, um cara que sabe fazer as coisas pertinentes
- 47:13à sua profissão, né? Ele não é um Zé ninguém como o
- 47:16funil do DCC muitas vezes fez a gente imaginar OOO.
- 47:21O old School, né? De que você é um camponês
- 47:24completamente inapto que vem enfrentar uma caveira com uma
- 47:28massa, com com um amassador de pão.
- 47:30Não é exatamente isso. Isso é uma visão específica do
- 47:33DCC, mas que válida também, né? É, mas o fato é que a arte ela
- 47:39traduz isso tanto que quando ODCC resgata, ele resgata
- 47:42justamente esse tom, esse tom das artes do DD clássico de que
- 47:46você. Não, tá?
- 47:48Você pode checar os heróis. Eles não estão numa posição de
- 47:51dominância, eles não são. Eles não estão, de maneira
- 47:54geral, numa posição que eles estão tomando.
- 47:56Conta dessa situação em que eles estão é enfrentando os monstros
- 48:00ali, numa num viés de controle do monstro ou de igual pra
- 48:05igual, né? Não, pelo contrário, eles são
- 48:08sempre pequenos, eles são sempre frágeis em relação ao monstro,
- 48:12né? Ainda que nem sempre o monstro
- 48:14também venha com aquela grandiosidade épica do monstro
- 48:18que a gente vai ver mais pra frente.
- 48:20Os monstros, eles também é. Tem esse lado, como eu falei, do
- 48:24b roder, né? Do old School, b roder, do old
- 48:26School. Ele, ele é 11, figura ali que
- 48:30não é tão tão opressor e colossal como OOOB.
- 48:35Roder veio sendo retratado mais a frente, os dragões, a mesma
- 48:38coisa, mas o fato é que a gente vê esse tom.
- 48:42Mais é, é, não vou dizer realista, né?
- 48:46Mas 11 tom menos grandiloquente são os heróis possíveis, né?
- 48:51E são também os os problemas possíveis a gente encarar a
- 48:55nossa frente, né? São, é, são seres que a gente
- 48:59vai enfrentar, que são grandiosos sim, né?
- 49:02Mas que a gente consegue superar de alguma forma e que a gente
- 49:05não precisa superar pelo combate, pelo conflito direto, a
- 49:08gente pode. Buscar nossos subterfúgios, a
- 49:11gente pode buscar os nossos valores, a gente pode superar
- 49:15isso dessa forma. Conforme ODED vem evoluindo,
- 49:18EORPG vem evoluindo junto, né? A gente vê outras influências
- 49:22aparecendo, então a gente tem ainda o futuro, né?
- 49:24A gente tem umas outras influências aparecendo, o Túlio
- 49:27pegando forte no Japão inclusive, né?
- 49:30Mas indo pra um lado mais Pulp, ele mantendo esse lado Pulp
- 49:33também, que é OOO revista, aquelas revistas, aquelas
- 49:38magazines, né? De de horror e de e de Reed
- 49:43Science, essas coisas assim, o futuro, bebendo muito disso e
- 49:47trazendo isso forte também, é sempre esse lado do cara.
- 49:52Olha que coisa estranha, a gente tem domínio sobre isso.
- 49:55Na verdade, a gente é insignificante perante essa
- 49:59criatura ancestral que mora no fundo do oceano, esses deuses de
- 50:03outras realidades. A gente também é incapaz perante
- 50:07eles, né? A gente é, a gente tem que lidar
- 50:09aqui. Com com o nosso horror aqui, a
- 50:12nossa insignificância perante eles no código, né?
- 50:15Então acho que também permeia isso.
- 50:17Com o tempo, a gente vê OA gente vê os anos 80, anos 90 escalando
- 50:22o poder, né? Lidando com super-heróis,
- 50:26lidando com também com daydez, né?
- 50:30Com ideias de fantasia que vão sendo cada vez mais poderosas,
- 50:33que vão exercendo cada vez mais domínio.
- 50:36Ou, pelo menos, enfrentando de igual para igual.
- 50:39É ameaças cada vez mais grandes, loquentes.
- 50:42Então a gente vai ver a arte do russeclopedia já no meio dos
- 50:45anos 90. Ali a gente vai ver essa Arte 1
- 50:49pouco mais ameaçadora. As criaturas são mais
- 50:52ameaçadoras, né? A gente ainda tem heróis ali um
- 50:55pouco incapazes em relação a elas, talvez é.
- 51:00Aparecendo em muitos momentos ali como frágeis, mas a gente já
- 51:02vê também em outros momentos essa esses heróis enfrentando
- 51:06essas criaturas horripilantes ali e que tão ali é OB rouder é
- 51:11mais assustador. OB rouder da russacropedia.
- 51:14Ele é bem mais assustador do que ODED do do que OB rouder do DED
- 51:18original, né? E aí a gente vai chegando na
- 51:22terceira edição, quarta edição, quinta edição, cada vez mais com
- 51:26essa arte épica. Né?
- 51:29Que os jogadores, eles vão olhar os personagens ali e eles têm
- 51:33uma expectativa de ser aqueles caras que dominam a situação,
- 51:38né? Então a gente vê chegando junto
- 51:40disso as ideias de combates equilibrados.
- 51:43Combates, eles são os os personagens podem até sofrer,
- 51:47mas eles meio que vão batalhar. Né?
- 51:50Eles vão lutar e isso passa a ser uma parte do jogo mesmo, de
- 51:54que vai ter conflito para você poder é usar o teu personagem
- 51:58planilhado usar o seu personagem de bonecagem, usar as opções
- 52:03mecânicas que ele traz de. De poderes, né?
- 52:07Você medir bem o poder e tal, mas quando você tiver, você vai
- 52:10usar isso, você vai esgarçar o teu personagem ali, das
- 52:13possibilidades dele, mas você vai vencer aquele grande
- 52:15conflito com o Dragão, com o beholder, é e são são encontros
- 52:19que eles têm, é eles tencionam, né?
- 52:22Eles é, buscam te ensinar como construir um encontro que vai
- 52:26ser superado, ainda que seja um bom desafio, né?
- 52:30Você passa a ter cada vez menos a ideia do combate pela guerra,
- 52:34né? De que você pode superar OB
- 52:37holder, de repente jogando alguma coisa no olho dele Pra
- 52:40Ele fechar o olho. Aí você encontrando uma Rota de
- 52:43Fuga. Isso é superar OB holder no old
- 52:45School na quinta edição. É você lutando contra ele ali,
- 52:49gastando seus recursos, entendendo os recursos dele,
- 52:52neutralizando os recursos dele é e conseguindo fazer uma tática
- 52:56que supere, né? Que que vença ele dentro da do
- 52:59próprio conflito direto ali. Essa esse é o ideal que a gente
- 53:03tem, né? Tanto que na capa, se a gente
- 53:05pode ver um tarrasque, mas esse tarrasque está sendo enfrentado
- 53:08por heróis voadores ali, heróis que jogam coisas em cima dele,
- 53:13né? Então, existe uma oposição à
- 53:15altura ali, ainda que as dimensões do tarrasque sejam
- 53:18imensas, você vê que os heróis ali não estão sofrendo tanto na
- 53:23mão dele, não estão assustados e fugindo e lutando pela própria
- 53:27vida nas artes que ODID traz. O que que a gente vê de maneira
- 53:32geral, a gente vai ver que tem também uma outra, uma outra
- 53:36linha de arte que a gente vai vendo, que é a que é a arte, que
- 53:39começa a tentar trazer a ideia do produto, né?
- 53:45Quanto mais a gente vai vendo os os RPGs mais modernos, então a
- 53:48gente vai ver a freelig, por exemplo, aparecendo com ips
- 53:52Fortes. Então tailson the loop, né?
- 53:55É ou coisas assim, eles vão trazendo as suas influências,
- 53:58vão tentando. Morder o público através das
- 54:02influências visuais que eles têm, né?
- 54:04Através das da das ips que eles trazem.
- 54:07Ou se a gente pega, por exemplo, kids, um bikes.
- 54:09E não é exatamente o mip famosa, né?
- 54:12Não, ele não tá trabalhando com mip famosa, mas ele se comunica
- 54:15com com ips famosas. Então ele se comunica com a
- 54:18galera do gunis, ele se comunica com a galera dos Stranger
- 54:21Things, ele se comunica com a galera que tem aquele tropo, né?
- 54:25Das crianças de bicicleta. Então ele aposta nesse visual.
- 54:30Então ele se comunica com quadrinhos, se comunica com
- 54:32coisas que estão nesse universo também, né?
- 54:35A freeling indo direto na IP, mas outros jogos também em torno
- 54:38disso, né? Então a gente começa a ter uma
- 54:40variedade de jogos e também uma variedade de comunicação visual
- 54:44em torno disso, né? Recentemente eu abordei aqui.
- 54:47O slug blaster e de como ele traz as influências dele, né?
- 54:51Até em termos de produto, né? De customização do do gear que
- 54:56você anda, né? Como é que é o teu kit, que que
- 54:58você tá vestindo hoje, quanto você gastou nisso?
- 55:01Sabe, tem um pouco nisso, nessa pegada juvenil que o slug
- 55:04blaster traz e de como você montou o seu shape de skate, né?
- 55:08Do do seu overboard lá e tudo isso acontecendo ali dentro do
- 55:11jogo, né? De maneira ludificada até.
- 55:14Então a gente vai vendo que o que OORPG vai se é
- 55:17multifacetando também, mas vai tentando buscar arte, que o
- 55:22promova perante um público específico e comunique aquele
- 55:26público mais ou menos. Ó, se você quer jogar esse tipo
- 55:29de de jogo aqui, de narrativa construída, jogue o nosso jogo.
- 55:33Então, essa arte, ela se comunica dessa forma com essas
- 55:36pessoas, né? É uma coisa que.
- 55:40Talvez o gurps não tenha feito muito bem, né?
- 55:43O gurps ele, ele tinha o gurps Império Romano, mas ele não
- 55:46buscou se associar a nenhuma franquia de Império Romano.
- 55:50Mas claramente, sei lá, do cinema ou algo assim, né?
- 55:53É também publicar com alguém com Spartacus, não sei, mas o fato é
- 55:58que a gente vai ver que OOEPG, né?
- 56:01Fora da TSR, ele não, não, não se comunicava, não se construia
- 56:05assim tão claramente em torno das IP.
- 56:07Você tinha algumas exceções, né? Mas, de forma geral, ATSR que
- 56:11tentava se comunicar com as ips, né?
- 56:13Tinha Oo RPG do tartarugas Ninja que era bem underground, tinha
- 56:18um RPG aí do ghostbusters, tinha RPG que eram é de franquias e
- 56:24tal, mas que de maneira geral, se você pegasse o livro do RPG,
- 56:28você IA ver aquele material preto e branco com uma arte, né?
- 56:32Meio underground. O RPG, durante muito tempo ele
- 56:35teve essa coisa da arte underground, né?
- 56:38É até mesmo OODED segunda edição, que acho que é um
- 56:42capítulo importante de trazer aqui.
- 56:44A gente tinha aí o bron, a gente tinha, aí, gente importante, né,
- 56:48gente importante não. Desculpa, gente com um trabalho,
- 56:51né, que hoje em dia a gente entende como importante, mas que
- 56:54era um trabalho é tecnicamente com é bem feito, né?
- 56:58Em teoria, com óleo, com técnicas de mais, de mais
- 57:03difíceis ali, em teoria, eu acho.
- 57:06Assim, muita gente vai me crucificar por isso, mas eu acho
- 57:09a eu acho a arte do bron péssima hoje em dia, eu olho para aquilo
- 57:13ali, sinto a força da nostalgia, mas é cara, eu vejo poses, eu
- 57:18vejo de repente, com posições ali que não fazem muito sentido.
- 57:22Parece uma coisa meio de de manequins, sabe?
- 57:25Uma arte em cima, feita em cima de manequins, o cara onde vou
- 57:28botar um manequim, desenhar em cima.
- 57:30E até era legal, tinha uma coisa cool em relação ao que eles
- 57:33estavam vestindo, a estética. Que proponha do da vestimenta e
- 57:37tal, mas eu acho que tematicamente fraco, em
- 57:40contraste com outras artes do ADED segunda edição, que eu acho
- 57:44muito boas assim. Eram muito.
- 57:46Evocativas, você tinha umas cenas ali, como por exemplo, eu
- 57:50lembro que tinha 11 halfland tocando, 111 espécie de corneta,
- 57:56uma coisa mágica, um elite abrindo uma tumba atrás dele. 11
- 58:00situação que eu falo, cara, que situação maneira.
- 58:03Mas nem todas as situações que eu via.
- 58:06Né? Dentro do do PHB, do DMGE, tal,
- 58:10aquelas situações não pareciam nunca concretizar em jogo.
- 58:14Era uma coisa curiosa. Eu sentia que o visual da coisa,
- 58:18o tipo de storytelling que aquilo tava buscando, tipo, era
- 58:22muito difícil. Eu na minha idade ali naquela
- 58:24época, nos anos 90, né? Eu era um adolescente.
- 58:29Eu, eu não conseguia. Imprimir muito claramente
- 58:32aquelas cenas em mesa. Né?
- 58:34É o jogo em si. Parecia, sei lá, muito mais
- 58:37automatizado. Ele não chegava naquelas cenas
- 58:40maneiras ali. Eu tinha que forçar meio a barra
- 58:43pra conseguir chegar numa cena daquele jeito.
- 58:45E eu acho que o RPG de maneira geral, ele tem.
- 58:50Ele sofre um pouco disso. Muitas vezes, a imagem que ele
- 58:53passa OOA arte que ele traz. É em jogo, você não consegue
- 58:59reproduzir muito aquele feeling, aquele aquela Vibe.
- 59:03Isso é uma questão importante, né?
- 59:06Será que se o jogo traduz a Vibe que ele usa para se vender?
- 59:11Então, acho que tem questões em. Relação a isso que são.
- 59:13Questões atuais que a gente vai ver no, no, no, no RPG atual.
- 59:17E aí isso me traz pro pro, pro DID, pro path Friday e outros
- 59:22jogos dessa que são mais tradicionais nesse sentido e que
- 59:26trazem artes interessantes, tá? Acho que são artes muito, muito
- 59:30boas de maneira geral ali, mas também no ideal, porque na
- 59:34prática não são boas assim. E tudo bem.
- 59:38Eu sei que a gente pode estar falando aqui.
- 59:40De de artistas, né? Como o Todd locke Wood, que
- 59:44trabalhou na terceira e quarta edição do dayd, né?
- 59:46A gente tem aí o wain reinalds aí com um traço mais agressivo
- 59:50no pet Fighter. Aí na terceira edição também, a
- 59:53gente tem uma galera aí que tem uma pegada importante aí, eu
- 59:57acho, no, no, no RPG de maneira geral, mas a arte dos produtos,
- 1:00:04do dayd dos produtos do. Do do path Finder, muitas vezes
- 1:00:11você vê que elas são feitas em escala industrial.
- 1:00:14Por quê? Porque elas estão visando o
- 1:00:16produto, estão visando as linhas do produto, estão visando os
- 1:00:19calendários. Lá é, a gente sabe que há uma
- 1:00:22questão comercial por trás disso.
- 1:00:24E quando há uma questão comercial, a gente tá falando de
- 1:00:26lucrabilidade, né? De do quanto que aquele produto
- 1:00:29vai reverter em grana. E isso envolve também se
- 1:00:32baratear os custos com com. Com a criação artística, né?
- 1:00:38Os caras olham pra qualquer coisa como número.
- 1:00:40Então a arte também é número e você vai ver coisas horrorosas,
- 1:00:44como Oo material de de Raven, loff do day day, quinta edição é
- 1:00:50péssimo, péssimo. A capa do do do guide lá do como
- 1:00:55é que é o. Esqueci o nome do cara do
- 1:00:58Caçador de vampiro, né? Enfim, aquele aquele material lá
- 1:01:01você tem O caçador de vampiro com a sua ajudante do lado e
- 1:01:05você tem os trades chegando com com os morcegos.
- 1:01:08Mas cara, uma coisa não conecta com a outra.
- 1:01:10Um personagem tá olhando pro lado, outro tá olhando pro
- 1:01:13outro. EE tem um, sabe?
- 1:01:15É a composição tá péssima. Você vê que é uma colagem mal
- 1:01:19feita de arte digital, feita às pressas, tecnicamente muito
- 1:01:24ruim, né? É isso você vai ver em muitos
- 1:01:27títulos em que as editoras tentam lançar dessa forma.
- 1:01:31Eu posso fazer aqui, eu posso trazer aqui um material do
- 1:01:36adidíssimo edição em comparação do elmour do Jeff.
- 1:01:39É isley, né? Do enfim que eu acho que são. 11
- 1:01:45material ali muito bem acabado e tal, que tem uma narrativa em
- 1:01:49torno, tem um tom mais profissional, um pouco mais
- 1:01:52épico em cima da coisa, um pouco fantasia de poder, meio brega,
- 1:01:56mas que é muito bem colocado. As as cenas são muito
- 1:01:59evocativas, né? Você consegue ver ali aquela o
- 1:02:02Ivan pendurada num tronco, né? Por uma corda, assim, com os
- 1:02:05caras meio que ó, conseguimos vencer ela e o tesourinho dela
- 1:02:09ali embaixo. Aquilo é muito evocativo do
- 1:02:11jogo. Né?
- 1:02:13É as artes do DED, elas são muito display assim, elas são
- 1:02:17uma coisa que não me trazem uma narrativa muito interessante,
- 1:02:22sabe? É mais uma coisa de Ah, olha que
- 1:02:24personagem interessante, na melhor das hipóteses, uma, olha
- 1:02:27que estética específica que eles estão trazendo, interessante
- 1:02:30também, mas a arte em si eu não vejo muito valor, é uma arte
- 1:02:34digital meio esvaziada, né? E esvaziada por quem?
- 1:02:38Pelo pela forma industrial de produzir.
- 1:02:40Esse RPG pela forma industrial de produzir jogos, né?
- 1:02:45E jogos. A gente está falando também dos
- 1:02:47jogos, se colocando como Vibe, ou seja, como a arte que promove
- 1:02:51game play. Porque da mesma forma que eu
- 1:02:54tentei reproduzir as cenas do elmor e do Jeff isley em mesa
- 1:02:58quando eu tava jogando a dayd segunda edição, e posso até ter
- 1:03:01falhado muitas vezes, aquilo, de certa forma, me me influenciou.
- 1:03:06E por mais que pudesse ser frustrante em determinados
- 1:03:08momentos, tenho certeza que em outros eu fui influenciado
- 1:03:11positivamente por aquilo e aquilo trouxe gameplay para o
- 1:03:14jogo, né? É talvez o bron, né?
- 1:03:19Também tem me influenciado dessa forma porque tinha essa coisa
- 1:03:22meio é sei lá de como, de como é uma armadura, é um pedaço de uma
- 1:03:27armadura, sabe? É, sei lá, tinha uma estética
- 1:03:31meio particular ali que de certa forma eu imaginei Dark sã
- 1:03:34daquele daquele jeito ainda que é ele não tivesse grandes cenas
- 1:03:37evocativas ali para eu trabalhar.
- 1:03:39Ele tinha muito estilo, né? Aquilo era uma coisa quase
- 1:03:42fashion, né? O bron tinha um trabalho quase
- 1:03:44fashion, uma coisa meio icônica, né, de construir um personagem
- 1:03:48icônico que só olha e fala, caraca personagem de maneira eu
- 1:03:50quero um personagem assim muito mais do que uma situação
- 1:03:53interessante assim. Eu lembro muito mais do bron.
- 1:03:55Por essas questões ali do os caras com máscara de couro, meio
- 1:03:59BDSM que você fala, pô, é que os cara um cara meio cu aqui, né?
- 1:04:04Tão sei lá, né? Eu estou, eu estou viajando
- 1:04:08aqui. Mas o fato é que atualmente o
- 1:04:12day dele não me traz muita, muita vontade de de botar na
- 1:04:16mesa aquilo, falar, fazer aquilo algum descer em mesa?
- 1:04:19Não, ele me traz um imagético. Geral ali que não influencia
- 1:04:23tão, tão fortemente assim. Não sei se é um problema da
- 1:04:26minha geração, se é uma coisa da minha idade que eu olho.
- 1:04:29Não, não me identifico mais. Talvez as gerações mais novas
- 1:04:32possam ter uma influência como a do Brom.
- 1:04:34Ah, eu quero fazer um personagem assim, porque tá que nem aquele
- 1:04:38desenho que tá lá no meio do PHB, não sei.
- 1:04:41Mas o fato é que é OOO produto me parece se impor na forma de
- 1:04:47produzir a arte. É e acaba que isso acaba vindo,
- 1:04:51a despeito do gameplay que aquilo poderia gerar, né?
- 1:04:55E acho que isso é um grande problema que a gente tem hoje em
- 1:04:57dia. Em comparação, eu vejo que é
- 1:05:00como o ou, né? Que perdeu talvez o seu, o seu,
- 1:05:04o seu aspecto de comunidade, que trazia tanta cultura em torno
- 1:05:08daquilo e trazia tanta cultura e era tão forte aquilo que pessoas
- 1:05:11que não eram artistas. Conseguiam conviver naquele
- 1:05:15universo visual com artistas underground e tudo mais, num num
- 1:05:20todo coeso, que imprimia gameplay, que imprimia estética,
- 1:05:23de imprimir uma coisa interessante de jogo ali, então,
- 1:05:27talvez do mesmo. Jeito que OU né?
- 1:05:30Perdeu. Sua ingenuidade visando o
- 1:05:32produto talvez ODED também tenha passado por algo parecido, algo
- 1:05:36similar, né? Por um processo paralelo a esse
- 1:05:40em relação a própria arte. Né, EE, talvez eu fico pensando
- 1:05:44como é que seria, né? A gente sabe que ODID
- 1:05:46essencialmente hoje em dia ele é ele é auto referencial, mas como
- 1:05:50é que será o esse auto referencial daqui a 20 anos?
- 1:05:53Pro DID, né? Será que ele vai ficar tão
- 1:05:56pasteurizado assim, tão é tão soft assim?
- 1:06:00Por um lado a gente sabe, né? Aquela crítica do artesanato,
- 1:06:04pô, ele tá mais pobre, ele tá talvez mais.
- 1:06:10Ele talvez tenha pecado por ser menos artesanal e mais
- 1:06:14industrial na sua produção de arte em larga escala, mas ele tá
- 1:06:19atingindo mais gente, né? A indústria atinge mais gente,
- 1:06:24né? Ela se pasteuriza, mas ela chega
- 1:06:27em mais pessoas. São pessoas que às vezes não tem
- 1:06:30111 conhecimento das bases do DED do que ele já foi, assim
- 1:06:35como pessoas que jogam ou e não sabem que antigamente você tinha
- 1:06:38que ter uma guilda para poder Haidar.
- 1:06:40Mas por outro lado, olha, que bom, eles não precisam de uma
- 1:06:43guilda para arraidar, eles conseguem arraidar independente
- 1:06:45de ter um grupo, né, de ter uma comunidade, isso é bom, acho que
- 1:06:52é bom e ruim ao mesmo tempo, né? Tem mais acesso.
- 1:06:55Por um lado é bom, né? E a gente não quer ser Gate
- 1:06:58keepper, por outro lado. A gente sente o esvaziamento do
- 1:07:02significado junto com a indústria e junto com todo esse,
- 1:07:06com a forma com que é feita essa Acessibilidade, né?
- 1:07:09Via mercado a gente vê isso com ORPG também.
- 1:07:16Você já viu o blog do café com dângion?
- 1:07:18Cola aqui que tem conteúdo, viu? A gente coloca lá no blog
- 1:07:22algumas traduções de artigos que a gente aborda aqui.
- 1:07:25Por exemplo, lá eu coloquei a tradução do discurso do mets.
- 1:07:29Feito pelo Philip K. Dick, né?
- 1:07:32Também botei que a gente comentou aqui num episódio do
- 1:07:34café com dângelo. Eu botei lá também a tradução do
- 1:07:37regras elidem e os artigos que discutiram nessa linha aí um
- 1:07:40trabalho aí do providélo também. Tradução aí do Dani, né?
- 1:07:44Daniel Haidar, o artigo do montola, as regras invisíveis do
- 1:07:48roll plain também coloquei o artigo do providélo falando de
- 1:07:52inspirações para o península ancestral.
- 1:07:54E minha ideia é sempre colocar mais conteúdo ali, conteúdo
- 1:07:58escrito falando do material aqui do café com dângel.
- 1:08:01Então cola lá, café com dangelo.wordpress.com,
- 1:08:05inclusive, aceito colaborações. Se você tem vontade de escrever
- 1:08:08para blog, a gente pode trocar uma ideia a respeito do conteúdo
- 1:08:11para se vincular lá, beleza? Então cola aí no nosso
- 1:08:15wordpress. Isso me traz aqui pro momento.
- 1:08:30Atual, né? Da tri editora, lançando o
- 1:08:33Shadow of the demon Lord. Eu posso dizer hoje com
- 1:08:36tranquilidade, até porque meu parceiro aqui, né?
- 1:08:39Teria é, é, a gente já conversou a respeito disso, eu não tenho
- 1:08:43problema de trazer críticas ao material, né?
- 1:08:46E por mais que eu fale bem do shawalb e fale bem, é do game
- 1:08:50design que ele imprime, que é um eu já falei aqui no chave do
- 1:08:53chave do of the Wizard, né? Que é um game design
- 1:08:56incremental, né? De que ele não joga fora muita
- 1:08:59coisa, mas ele sabe é mitigar algumas vacas sagradas do do do
- 1:09:05tipo de jogo de fantasia que ele gosta de retrabalhar esses
- 1:09:08pedaços, então incrementar muito o jogo.
- 1:09:10Então, Oo. O Shadow of the demonroord é uma
- 1:09:14carta de amor ao DED que ele sempre quis jogar, né?
- 1:09:18E nisso vou até trazer aqui o texto, né, que eu acho
- 1:09:20maravilhoso. Um textinho do schwalb, né, de
- 1:09:242015, aqui falando um pouco desse rolê aí, tá?
- 1:09:27É que eu acho interessante a gente trazer ele.
- 1:09:30Fala o seguinte, há cerca. De um bilhão de anos.
- 1:09:37Eu coloquei as mãos em uma cópia do War hamer fantasy road play.
- 1:09:43Dei d. Era o meu jogo, pelo menos até.
- 1:09:46Decidirem que havia Satanás demais em suas páginas para que
- 1:09:50eu pudesse jogar sem comprometer minha alma.
- 1:09:53E então fui forçado a encontrar outros jogos para satisfazer
- 1:09:57minha vontade de interpretar personagens.
- 1:10:00O velho mundo de Oh Hammer provou ser um lugar muito mais
- 1:10:04Sombrio e assustador do que qualquer coisa que dei day tinha
- 1:10:07a oferecer e por isso me fascinou.
- 1:10:10Era um mundo de aventuras sombrias e perigosas, lama,
- 1:10:13loucura e sangue que jorravam de suas páginas.
- 1:10:16O jogo guardava muitos segredos assustadores, revelava hordas de
- 1:10:20demônios ansiosos para destruir o mundo e apresentava uma
- 1:10:24variedade de monstros, tanto familiares quanto estranhos.
- 1:10:29Warhammer me ensinou. Muitas lições sobre.
- 1:10:32Fantasia, lições que cultivaram um apetite duradouro por
- 1:10:36aventuras sombrias, sinistras e cruéis.
- 1:10:40Para o primeiro jogo da minha. Empresa novata de.
- 1:10:43RPG eu poderia ter feito qualquer coisa.
- 1:10:47Um futuro Sombrio com carros velozes e os psicopatas que os
- 1:10:51dirigem, colonos presos em um planeta distante, micróbios
- 1:10:56autoconscientes vivendo dentro de um corpo humano doente.
- 1:11:00A fantasia sempre foi meu primeiro e verdadeiro amor, e a
- 1:11:04fonte a qual recorro primeiro. Quando jogo e escrevo para jogos
- 1:11:08de RPG de mesa, você poderia pensar que a vontade de criar
- 1:11:14conteúdo de fantasia divertido teria sido devidamente saciada
- 1:11:19depois de passar quase 3 anos na equipe de design da quinta
- 1:11:22edição de DED. Mas não foi o caso e este livro
- 1:11:27é a prova disso. Veja bem, dei d nunca foi meu
- 1:11:32nem pertencia a mais ninguém da equipe.
- 1:11:34Dei d é um jogo muito maior do que as pessoas que tiveram
- 1:11:38privilégio de trabalhar nele. Nós trabalhávamos a sombra.
- 1:11:42De gigantes, aqueles. Deuses do design de jogos que
- 1:11:45vieram antes de nós e nos proporcionaram horas
- 1:11:48intermináveis de aventura como guardiões desse jogo, nossa
- 1:11:52tarefa era produzir algo digno de ser incluído no panteão.
- 1:11:56Das edições e que capturasse os melhores e mais brilhantes
- 1:12:00momentos de todos eles. Pra complicar ainda mais as
- 1:12:03coisas, trabalhamos de forma aberta, pedindo opinião e
- 1:12:07sugestão de jogadores de teste que eram perspicazes e
- 1:12:11entusiasmados e refreavam algumas de nossas ambições mais
- 1:12:14radicais, ao mesmo tempo que abraçavam outras o resultado,
- 1:12:20como certamente vocês puderam constatar.
- 1:12:22Foi um sucesso estrondoso e as pessoas voltaram a jogar DID em
- 1:12:26massa. Eu descobri após o fim da minha
- 1:12:29jornada com DID, que queria algo que fosse meu, um RPG de mesa
- 1:12:36livre do cânone e nascido da minha imaginação, moldado pelos
- 1:12:41meus gostos e interesses. Tudo pra produzir uma
- 1:12:45experiência de jogo que eu que que se igualasse, aquelas que
- 1:12:49presenciei em lojas de jogos, convenções.
- 1:12:52Na minha mesa de jogo e nas mesas dos meus amigos, para
- 1:12:56saciar essa fome, comecei a projetar o que viria a ser o
- 1:13:00Shadow of the demon Word. Submeti o projeto a testes
- 1:13:03rigorosos, projetei e reprojetei esclareci revisei limpei e fiz
- 1:13:10muito mais para chegar a esse produto que agora você tem em
- 1:13:14mãos. Shadow of the Dream Lord é uma
- 1:13:17síntese de tudo que eu almejo em jogos de fantasia.
- 1:13:20Apresentada de forma concisa e elegante, isso lhe dá as
- 1:13:24ferramentas para contar histórias de terror ambientadas
- 1:13:27em mundos de fantasia à beira da aniquilação, revela coisas
- 1:13:31horríveis e aterrorizantes que escondem sob o manto da noite e
- 1:13:36apresenta uma magia que é ao mesmo tempo estranha e poderosa.
- 1:13:40Oferece. As ferramentas para criar
- 1:13:43protagonistas imperfeitos, que talvez tenham a chance de fazer
- 1:13:45a diferença no mundo antes que seja tarde demais.
- 1:13:50Foi uma longa e sinuosa jornada até que, até chegarmos a esse
- 1:13:54ponto, houve surpresas maravilhosas e contratempos
- 1:13:57assustadores. Já apresentei esse jogo em suas
- 1:14:00diversas diversões, em mesas de jogos desde Seara, Washington
- 1:14:04até Lake Dina van, Wisconsin, de natioville, tennessee, até
- 1:14:08Indianápolis, Indiana. Ao longo do caminho, conheci
- 1:14:12muitas pessoas maravilhosas, inteligentes, engraçadas,
- 1:14:15criativas e tão excêntricas quanto eu.
- 1:14:18Esses foram os amigos, novos e antigos, que fizeram da campanha
- 1:14:22do que que Star ter um sucesso e transformaram essas palavras em
- 1:14:25um produto final. Então, antes de ir, muito
- 1:14:28obrigado a todos. Agradeço o seu apoio na
- 1:14:30campanha, seu incentivo por e-mail ou por carta, e por
- 1:14:33dedicar seu tempo e imaginação a este meu joguinho.
- 1:14:37Robert Jay schwalb. Julho de 2015 bom, o Shadow of
- 1:14:44the demon lords é de 2015 e de lá para cá muita coisa mudou.
- 1:14:49Eu lembro muito bem, em 2015 eu já produzia conteúdo, inclusive
- 1:14:52conheci o show alby no contexto do lançamento do Shadow of anime
- 1:14:56Lord no Brasil. Ele veio para o diversão offline
- 1:14:59e eu tava cobrindo, né? Eu tava trabalhando o lançamento
- 1:15:02No No RPG notícias junto com Thiago rosa lendo pug.
- 1:15:07A medir a mão mineiro, Rafa Cruz e tal.
- 1:15:11Então eu tive oportunidade até de trocar ideia com schwalbe.
- 1:15:13Já falei sobre isso aqui no café, sobre esse esse encontro
- 1:15:17com ele, né? E sobre o que a gente conversou.
- 1:15:19Mas isso não vem ao caso. O que vem ao caso é que 2015 as
- 1:15:22coisas eram diferentes e eu lembro muito bem do estado das
- 1:15:25coisas em relação à arte. A gente tava no momento em que
- 1:15:29ORPG se deslumbrava um pouco com a arte digital.
- 1:15:34Com arte feita direto no Photoshop, direto direto nos
- 1:15:37meios digitais. Não era uma questão de você
- 1:15:39pegar e colorir no né? Pegar o traço e colorir no
- 1:15:42computador, né? Nada assim, era questão de você
- 1:15:44fazer. É meio aquele esquema, meio
- 1:15:47concept arte, né, que é uma coisa rápida que você faz no
- 1:15:51computador. EE bota logo pra jogo.
- 1:15:55Isso trouxe muita coisa interessante, mas trouxe muita
- 1:15:57coisa ruim também. O shadoff demon lords, ele ele
- 1:16:01não tem um rigor editorial em relação à direção de arte das
- 1:16:05imagens. É, tem algumas imagens que são
- 1:16:08boas e tem outras que não são boas.
- 1:16:11É tal assim, não são nada boas. A começar pela capa, né?
- 1:16:15É, eu acho que a capa do Shadow demon lords muita gente conhece
- 1:16:18aí que tem um grande demoniozão, né?
- 1:16:23Esse demoniozão está segurando aí um martelo.
- 1:16:27Tipo de bater bife, né? Com a ponta quadrada gigantesco
- 1:16:31do tamanho dele na mão direita. Na mão esquerda, ele tá
- 1:16:34segurando um cutelo imenso ensanguentado, né?
- 1:16:37Tem uma Vibe meio pucher do Diablo gordaço, assim e tal.
- 1:16:42Tem outro demônio atrás no background assim, num lugar meio
- 1:16:45cheio de escadarias, mas o fato é que tem uns heróis lutando
- 1:16:48contra os heróis, correndo em direção a ele, e um anão ali,
- 1:16:51meio que peitando ele, né? Com peito aberto mesmo, dando um
- 1:16:54Berro na direção dele. Eu não gosto muito dessa
- 1:16:58ilustração para capa do Shadow of the demo lords.
- 1:17:00Olhando hoje em dia, na época eu até achava maneiro, tal, acho
- 1:17:03que foi impactante. Mas olhando hoje em dia, em
- 1:17:07primeiro lugar, ele não passa muito a ideia de que a ameaça do
- 1:17:09Shadow of the demo lords, né? Do demoilzão e do apocalipse,
- 1:17:13ela é um pouco Estanque, né? Você não vai reverter muito
- 1:17:16essa. A ideia não é muito você
- 1:17:17reverter, é você lidar com os efeitos, né, dessa, dessa
- 1:17:20hecatombe é demoníaca que vem por aí.
- 1:17:24E a capa mostra os heróis correndo em direção a ele, né?
- 1:17:27Como se tivessem destemidos ali. O anão, particularmente, tem
- 1:17:32foco nele, né? Tem um pouco de foco nele, ali,
- 1:17:36os detalhes e tudo mais. E ele está bem confiante de que
- 1:17:39ele vai reunir suas forças para deitar OOO demôniozão.
- 1:17:44Fora isso, tem uma certa apesar, apesar do movimento, né?
- 1:17:47Dos heróis em direção ao ao demon Lord, né?
- 1:17:52É, tem 11 coisa um pouco estática, né?
- 1:17:56É uma imagem que você vê alguns segundos antes de um de um
- 1:18:00conflito, o demônio não está nem um pouco em uma pose de Batalha,
- 1:18:04ele está posando, né? E quem está em pose de ir pro
- 1:18:07pau são os os guerreiros, o que pode significar alguma coisa,
- 1:18:11mas olhando assim, ele passa uma situação um pouco Estanque.
- 1:18:13Assim ele não passa uma situação que eu falo, Ah, eu quero viver
- 1:18:16esse momento aqui, sabe? Então, não, não acho ilustração
- 1:18:20que que tenha envelhecido bem assim.
- 1:18:23Acho que na época foi interessante, foi curioso.
- 1:18:25Ele tem uma técnica legal aqui de ver, né?
- 1:18:28Uma definição do das coisas, das das tintas assim, que é curioso
- 1:18:32por si só. Mas no fim das contas, eu não
- 1:18:34gosto muito da capa, então eu fico feliz de que vai ter uma
- 1:18:38reimaginação desse momento, né, dessa capa, dessa cena, e eu sei
- 1:18:42que a cena está muito mais viva. Ela está muito mais é trazendo
- 1:18:46jogabilidade, né? De você entender o apocalipse
- 1:18:50ali através de como Oo Bruno está dirigindo a arte, eu achei
- 1:18:54interessante. E como o schalb tem dado o aval,
- 1:18:57né? Pelo que a gente viu.
- 1:18:58Então conversei com o Bruno a respeito e fui vendo que AA arte
- 1:19:02da capa ela vai ser muito interessante assim.
- 1:19:05Eu estou muito, muito doido pra ver, principalmente com o verniz
- 1:19:08aplicado da forma que o Bruno falou que vai ser, né?
- 1:19:12Conversar com schalb é muito fácil.
- 1:19:14Ele é hoje nosso licenciador mais próximo e outros são muito
- 1:19:17próximos também. Mas ele é o com certeza o que
- 1:19:20está mais colado com a gente. Converso com ele quase que
- 1:19:23diariamente, às vezes até coisas aleatórias, nem coisa de de
- 1:19:26trabalho, só sabe. Então bem bacana isso.
- 1:19:30E quando eu conversei com ele lá.
- 1:19:32Atrás, né? Para trazer o punk apocalipse,
- 1:19:34que o wird Wizard. Ele falou que o demo Lord não
- 1:19:38era boa ideia porque o jogo já tem uma história difícil no
- 1:19:41Brasil, já era um jogo mais antigo.
- 1:19:44E eu com com a vontade, né, de? Trazer.
- 1:19:47Falei, vamos ver como que funciona os outros 2, o punk
- 1:19:49EOO, wild Wizard. E aí quando os 2 foram melhor do
- 1:19:54que o esperado, que a gente conversou e foi uma decisão meio
- 1:19:58que unânime, assim de nós 2, né? Vamos lançar o demo lote, o
- 1:20:01pessoal tá pedindo muito e aí nas divulgações a gente viu que
- 1:20:04o retorno da galera foi muito forte e aí o schalby abriu os
- 1:20:08braços e falou, vamos fazer. E aí, pra fazer essa nova
- 1:20:12encarnação? Do jogo, né o?
- 1:20:13Reencarnação eu tive a ideia da capa, né?
- 1:20:17E o schwalby adorou a ideia. Ele falou assim, cara, muito boa
- 1:20:20a ideia, gostei e vamos fazer. E aí eu falei, pô, já que isso é
- 1:20:25a própria. Encarnação do jogo, ou.
- 1:20:26O jogo é sua encarnação em texto, né?
- 1:20:28Em livro me dá a ideia da capa que a gente vai organizando e eu
- 1:20:31vou fazendo aqui a direção de arte e pedindo um apoio.
- 1:20:34Aí ele deu a descrição, né? De demônios invadindo muitos
- 1:20:38vindo do céu. Casas pegando fogo e explicou um
- 1:20:41pouco ali do conceito, facilitou muito de transmitir, né?
- 1:20:45Direto pra pra ilustração o jogo.
- 1:20:48Então isso foi 11 passo aí que a gente ganhou muito com ele dando
- 1:20:54o início da arte, né? Como seria?
- 1:20:57Mas direção em arte em si, a maior dificuldade é não tornar
- 1:21:00ela caricata, porque o jogo tem uma identidade muito forte, né?
- 1:21:06E todo mundo entende, né? Quem é fã do Jô, quem sabe a
- 1:21:09base de fãs, sabe como que ele funciona na ideia de ser bem
- 1:21:13gráfico, de ser bem pitoresco. Mas a gente tem que medir isso
- 1:21:18de forma que fique. Vou usar aqui, né?
- 1:21:23O que você gosta do do café de falar?
- 1:21:25O diagético, né? De mostrar como seria dentro do
- 1:21:27mundo do jogo mesmo e não uma coisa pra ser quebrando uma
- 1:21:30quarta parede ou algo assim. Isso aí passou muito na no
- 1:21:34pensamento da direção de arte. Então, foi não tornar caricato.
- 1:21:38Demais. Colocaria a malvadeza do jogo,
- 1:21:41é, vamos dizer assim, mas sem exagerar, sem extrapolar a
- 1:21:44medida que ficasse uma boa arte, sabe?
- 1:21:48Então acho que foi muito por aí, né?
- 1:21:50E como o próprio demon Lorde, não tem uma representação em si,
- 1:21:54né? Não tem nenhum livro que fala
- 1:21:55como era a inscrição dele. Ele é uma figura, né, invisível,
- 1:21:59vamos dizer assim, inominável ou indescritível.
- 1:22:03É, não tinha como. Ir pra essa parte de.
- 1:22:05Caricatura, né? Então facilitou muito, mas a
- 1:22:09gente tinha que ter uma figura imponente, que representasse,
- 1:22:11seria um grande demônio ou coisa do tipo pra ficar na temática do
- 1:22:14jogo. E a gente conseguiu com o nosso
- 1:22:16artista, muito bom também, né? O nosso, o nosso artista
- 1:22:20interno, que tá fazendo, ele é fixo com a gente.
- 1:22:22Então isso aí, cara, ajudou. Muito.
- 1:22:25Sabe o shualby tá participando do processo e dando AK em
- 1:22:29algumas etapas? Ele deu a quem em todas, né?
- 1:22:31Nunca pediu pra ajustar nada depois que ele deu a primeira
- 1:22:33ideia. Isso aí facilita muito a nossa
- 1:22:36vida, sabe? Facilita muito mesmo.
- 1:22:38Então é mais a. A.
- 1:22:41Preocupação de tornar o negócio? Pô, a identidade do jogo sem
- 1:22:47ficar. Infantilloide, sabe?
- 1:22:51Então acho que foi bem por aí. É, mas fora isso, eu fiz aqui um
- 1:22:56compilado aqui do que eu. Achei.
- 1:22:58Pra dar exemplo, né? Eu sei que não tô num num vídeo,
- 1:23:01eu tô em áudio, então vocês vão ter que imaginar a arte junto
- 1:23:04comigo, mas eu acho que são algumas referências
- 1:23:07interessantes do que que eu acho que é ruim e do que eu acho que
- 1:23:10é bom dentro do Chad of the demon Lord.
- 1:23:12E o motivo disso você vai ver mais para frente.
- 1:23:15Bom, primeiro o que que tem de bom, né?
- 1:23:18De ilustração, no chaddo of the demon Lord, primeiro lugar, as
- 1:23:21vinhetinhas em preto e branco são desenhos pequenos, né?
- 1:23:25Que que meio que selam. Oo layout então tem 111
- 1:23:30pentagrama com um demôniozinho sendo invocado ali uma coisa bem
- 1:23:34simples. Tem outro momento que tem alguns
- 1:23:37demônios ali entre si, ali espreitando simples também tem
- 1:23:43outro que tem uma mão decepada cravada com um prego no meio.
- 1:23:47Muito boa. Acho que isso é muito invocativo
- 1:23:49isso, esse tipo de coisa, por mais que seja que não tenha uma
- 1:23:52ação em torno, não seja uma situação específica.
- 1:23:56Dá vontade de você passar por um momento, de você usar essa
- 1:24:00visão, né? Quase de forma onírica, ali
- 1:24:03dessa mão decepada com um prego no meio, então as vinhetinhas
- 1:24:08em. Preto e branco eu gostei muito
- 1:24:10da. Maioria, né?
- 1:24:11Tem uma outra também que não, não sei lá, tipo um besouro
- 1:24:14usado mais de uma vez, assim que eu não achei muito porque usar
- 1:24:17aquilo? Mas as vinhetinhas são boas?
- 1:24:20É. Tem um momento que tem uma
- 1:24:22ilustração de uma goblin. Vestida ali como 11.
- 1:24:26Personagem no moranguinho sabe essa bonequinha moranguinho que
- 1:24:29tinha antigamente? Não sei se existe ainda, mas com
- 1:24:32uma roupinha cheia de fru meio rosada, essa goblin é um
- 1:24:37escárnio e ela tá em cima de um livro de magia assim, com pé em
- 1:24:40cima do livro de magia, meio que lendo a parada.
- 1:24:43Aquilo ali eu acho que passa o tom muito bem assim.
- 1:24:46Uma puta ilustração, achei. E acho que ela combina muito no,
- 1:24:50no, no, no estilo assim, bem detalhado, né?
- 1:24:53E com hiper detalhes assim. Eu achei muito bom.
- 1:24:57Nessa linha também tem um. Momento que tem um anão.
- 1:25:00Também não tem uma grande cena, mas é um anão com martelo
- 1:25:04completamente ensanguentado. Ele também todo ensanguentado e
- 1:25:07proporções meio doidas, assim, com uma arte meio rocócó.
- 1:25:11Eu acho que isso, apesar de não ser uma cena que eu queira
- 1:25:13vivenciar e não trazer exatamente um game play, ele
- 1:25:16traz caracterização. E traz bem uma caracterização.
- 1:25:19Então acho que é, é, é, ela faz bem essa, essa, esse situar
- 1:25:26estético geral assim em cima do Shadow the moonroard, né?
- 1:25:30O que eu acho importante. Por quê?
- 1:25:32Porque a falta de direção de arte geral ali para as
- 1:25:35ilustrações traz alguns momentos de fantasia muito genérica, de
- 1:25:38uma fantasia que não tem 11 local específico, não tem um
- 1:25:42ambiente específico, mas essa ilustração.
- 1:25:44Ela, ela, ela tem uma cara, né? Ela, ela, ela imprime um pouco
- 1:25:48de de estilo. Eu acho que é uma coisa
- 1:25:50bem-vinda. Tem 11.
- 1:25:54Ótima também, que eu acho que é. Bem roccozenta assim que é um
- 1:25:59momento de invocação de um diabrete criança que porra
- 1:26:02aquilo ali? Sim, é uma cena maneira, né?
- 1:26:05Tem 111 mago, sei lá, 11 cara ali invocando o cara uma criança
- 1:26:10demônio foda, foda, EE. Sabe, é, é até Exagerado assim,
- 1:26:16nos tons, nos a criança ali, sei lá, uma aura meio meio pegando
- 1:26:20fogo assim, uma parada meio é bem catiça.
- 1:26:24A parada eu achei muito bom. Tem uma outra ilustração que eu
- 1:26:27achei foda também, que é uma ilustração completamente gore,
- 1:26:31filme b mesmo, de um cara se esvaindo assim, né?
- 1:26:36Tirando o próprio coração e a cara dele já virando caveira.
- 1:26:40Sabe uma coisa bem, filme b assim bem.
- 1:26:44É bem ripple man, né? Quem quem gosta do desse filme
- 1:26:47com o Emílio Esteves tem esse esse rolê assim de virar
- 1:26:49caveira, sabe? E o outros soldados do lado
- 1:26:52assim, meio que vomitando as próprias tripas.
- 1:26:54Cara, um rolê bem, sabe aquela imagem que você você olha e você
- 1:26:59fala, caraca, isso dá azar só de ver?
- 1:27:02Tem uma outra imagem também que é bem, bem, sei lá, me lembra o
- 1:27:07ironimus bosh, né, que eu já citei ali atrás e tem aquele.
- 1:27:12Aquele Painel, né? Que eu adoro, tipo, com várias
- 1:27:15situaçõezinhas acontecendo assim No No, no Jardim das delícias.
- 1:27:20Acho que o nome dele, o nome é esse.
- 1:27:22É uma coisa meio meio demoníaca e Sacra ao mesmo tempo, né?
- 1:27:25Uma obra do Bosch e acho que tem 111 imagem aqui que ela tem um
- 1:27:31quebocheano assim, que é um demonhão imenso, ciclópico.
- 1:27:38Com o diabrete voando em torno dele e ele tá chegando meio que
- 1:27:41colhendo uns toco de árvores, sei lá, umas palhas assim.
- 1:27:46Mas ele tá chegando numa fazenda bem nebulosa assim, 11 fazenda
- 1:27:49cheia de bruma. E também ali dá vontade de você
- 1:27:52vivenciar aquele momento, aquela chegada daquela figura ali numa
- 1:27:56paisagem meio bucólica, mas que ele chega com esse tom catiço,
- 1:28:00sabe? Pra cima acho muito bom.
- 1:28:02É EOEOEOEO, é uma coisa meio. Sei lá, meio tétrica assim, meio
- 1:28:09ao cocó, também no estilo, então gostei muito.
- 1:28:13Tem ilustrações menores assim Pintadas também, como o do
- 1:28:19barget, o cão do inferno ou o corpo lívido e que são várias
- 1:28:23faces, como se fosse uma coisa meio lether face assim que tira
- 1:28:26várias faces e coloca em cima de uma superfície.
- 1:28:30E tem essa coisa bem filme b, assim que eu gosto, né?
- 1:28:33O barget é o cão do inferno, é uma coisa mais de.
- 1:28:37Sei lá, mais mais sombria assim dum cão infernal mesmo que passa
- 1:28:40o tom tem a goela murmurante, que é uma criatura bizarra, que
- 1:28:45é uma boca imensa assim, cheia de dente, mais 2 mãos saindo com
- 1:28:48a mão pra um lado também bem filme b eu gosto desse tom, acho
- 1:28:52que conversa muito. Então isso tudo estaria dentro
- 1:28:54de uma direção de arte que conversa entre si, chegando num
- 1:28:58num também, numa criatura que é o corpo, um corpo seco ali, né?
- 1:29:02Um corpo. Bem filme b também, corpo seco,
- 1:29:05uma coisa meio Tale, some the crept, como a névoa em torno,
- 1:29:09né? Que é a névoa assassina.
- 1:29:10Então acho que esses momentos são muito bons da arte do demon
- 1:29:12Lord, porém, ela contrasta muito com outras artes que são ruins,
- 1:29:16como por exemplo, o topo de capítulo de 11 dos topos de
- 1:29:20capítulo que tem de personagem. Tem um anão lendo um mapa com 11
- 1:29:25moça com martelo na mão, com uma tochinha insignificante na mão.
- 1:29:28Assim, num num cenário genérico, numa coisa toda, uma arte bem
- 1:29:32genérica. Com estilo genérico, com tudo
- 1:29:35genérico, sabe? Uma fantasia genérica não diz
- 1:29:38nada e ela tá no topo de capítulo.
- 1:29:41Tem uma ilustração também de uma arqueira.
- 1:29:42Ruiva cabelo. Curtinho assim, ela tá olhando
- 1:29:46pra você, apontando o arco pra você, mas tecnicamente tá
- 1:29:49horroroso e também não diz nada, não diz nada aquilo ali faltou o
- 1:29:54gori, faltou Oo fator catiço, faltou tudo ali não tem nada.
- 1:29:59Né? E tecnicamente ruim.
- 1:30:01Assim, a construção dela mirando o arco em você, ela nem ameaça
- 1:30:05nem nada. É só uma coisa mal feita ali,
- 1:30:08né? Também tem uma ilustração, né,
- 1:30:12de de plebeus ali, com uma mulher lendo um livro sobre um
- 1:30:14cavalo, com um cara puxando na frente.
- 1:30:17Também genérico e mal feito, tecnicamente ruim.
- 1:30:19Eu acho que essas ilustrações aí parece que foram aprovadas
- 1:30:22talvez, né? Na minha cabeça aqui, a toca de
- 1:30:24caixa, meio que, sei lá, de repente o artista demorou pra
- 1:30:27entregar e aí, tá, tinha que lançar logo porque já tinha sido
- 1:30:30feito o financiamento. Não sei como é que foi isso, mas
- 1:30:33numa direção de arte mais rigorosa que ele talvez não
- 1:30:35tivesse passado, sabe? O olho falou, cara, tá muito
- 1:30:37aquém assim, não tá passando. Oo recado não passa, o recado
- 1:30:42não segue 111 todo coerente do que seria uma arte catiça que
- 1:30:47precisaria ter nesse nesse RPG é também tem 11 parte que tem é 11
- 1:30:55parte que faz a descrição do de feitiços de forma geral, tem uma
- 1:30:59cena. A arte destoa completamente.
- 1:31:03É uma arte quase, quase de de mangá, sei lá, de uma ação de
- 1:31:08uma mulher. Meio sub 0 e 1 cara cuspindo
- 1:31:11fogo com a mão de dragão. Assim, uma coisa meio Scorpion,
- 1:31:15mas uma art genérica, sabe? Com uma fantasia genérica e que
- 1:31:18vai para um caminho completamente diferente do que
- 1:31:21eu acho que comunica o resto das ilustrações do demo Lord também
- 1:31:25tem ali 11, momento 11, ideia de ilustração que eu acho que podia
- 1:31:29ter sido foda. Que alguém abrindo uma gaveta e
- 1:31:33dentro dessa gaveta tem ali vários dedinhos necrosados com
- 1:31:37uma fitinha amarela, só que AOOA as técnicas usadas.
- 1:31:42Eu acho que a forma com que está renderizada aquela imagem ali,
- 1:31:46né, com com a pintura digital, sei lá, ficou ordeiro demais.
- 1:31:50Ficou uma coisa com um tom artístico que ficou parecendo
- 1:31:53que aquilo ali era, sei lá, uma sabe?
- 1:31:56Um produto para criança? Ah, dedinhos divertidos, sabe?
- 1:32:00Pô, cara, tem uma coisa mais tétrica, sabe?
- 1:32:02Uma almofada manchada de sangue com esses dedos ali, uma coisa
- 1:32:06que trouxesse uma brutalidade ou 11 coisa profana em relação
- 1:32:11àquilo. Aquilo parecia um algo, sei lá,
- 1:32:12umas coisas meio suvenir, meio sei lá, não, não pareceu, não
- 1:32:17teve fator catiço, sabe? Faltou muito pelo contrário.
- 1:32:20Então, uma ideia, uma Bela ideia desperdiçada assim, gaveta de
- 1:32:23dedos da Bandai. É também tem uma que tem um
- 1:32:27demonhão metendo um martelo gigante em cima de um de um
- 1:32:31goblin que está escapando, mas ele está metendo um martelo
- 1:32:34gigante no chão. Só que ele não está fazendo um
- 1:32:36movimento de meter um martelo pesadíssimo no chão, sabe?
- 1:32:40Então, tecnicamente, até a anatomia da coisa, a ação da
- 1:32:45coisa está devendo bastante. Do do outro lado, um cutelo
- 1:32:48vertendo sangue assim, mas que não tem ninguém recém ferido ali
- 1:32:51em cima, tá só o homem escapando, não tem um contexto,
- 1:32:54então a imagem tá toda muito ruim também, né?
- 1:32:57E genéricos tem 2 criaturas que eu acho que fazem contraste com
- 1:33:01as outras que eu mencionei, que é a górgona e o arqueiro lobo,
- 1:33:05inclusive, que tá com uma pose péssima, uma pose meio de cagão,
- 1:33:08assim anatomicamente meio equivocada, sei lá.
- 1:33:13É, é, eu acho que tudo meio genérico, então você tem um
- 1:33:16contraste muito grande, essas 2 coisas, eu acho que é um fruto
- 1:33:19de 2015 ali, né, dessa época em que você tinha um certo
- 1:33:24deslumbre com essas artes. Assim, pelo menos 11 você
- 1:33:27contava com essas artes sendo feitas muito rápidas, né?
- 1:33:30Acho que até é ODED hoje em dia, ele ele usa ainda esse tipo de
- 1:33:33coisa, o que é muito criticável, né?
- 1:33:35Até em capa ele usa esse tipo de coisa, então o que eu critiquei
- 1:33:38ODED, eu tenho que criticar no Chad of demo Lord, porém.
- 1:33:41A oportunidade da capa ser refeita agora com a
- 1:33:45intencionalidade do shoaop, né, Oo shoap dando consultoria.
- 1:33:48O Bruno mares é dirigindo a arte, né, com artistas da tría,
- 1:33:54com um artista da tría, especificamente, é, eu acho que
- 1:33:57isso tudo dá uma possibilidade da gente entender novamente essa
- 1:34:01arte do sharedof the nimum Lord, né?
- 1:34:04E vai, isso provavelmente vai ressaltar essas artes, que são
- 1:34:07muito boas. E ajudar a gente a trazer essas
- 1:34:10artes que são muito boas pro game play, né?
- 1:34:13E aí se empalidecem essas essas artes que são mais tosquinhas,
- 1:34:17que são mais ruins, mais ruinzinhos e tal, né?
- 1:34:20E que talvez até de repente merecessem no futuro.
- 1:34:22Quem sabe aí uma repaginada numa segunda edição, de repente a
- 1:34:26gente pode é ver, de repente um trabalho, né, de direção de arte
- 1:34:29mais mais cuidadoso. Em cima dessas artes específicas
- 1:34:33que eu acho que ficam, é, ficariam facilmente de fora,
- 1:34:36talvez até deixar de fora, deixar menos ilustração.
- 1:34:39Umas ilustrações mais significativas.
- 1:34:40Talvez ajudasse bastante o Shadow of the Moon Lord, porque
- 1:34:44acho que tem ali ela gera um, né?
- 1:34:46É, é partido estético, né? Vibe, né?
- 1:34:50Acho que gera um Vibe, né? Usando a terminologia aí do do
- 1:34:55da jogabilidade impressa por vias não mecânicas, né?
- 1:34:59No caso aqui pelo ilustração, então trazem vibes muito
- 1:35:03interessantes e até trazem situações de jogo mesmo, como
- 1:35:06invocação. Do diabo criança ali ou do?
- 1:35:12Do palanque? Lá com o cara tirando o próprio
- 1:35:14coração ou com a cara virando caveira, que eu achei excelente
- 1:35:17assim. Mas é isso, né?
- 1:35:18A gente precisa trazer mais disso pra que isso não fique
- 1:35:22soterrado ali, né? Com o misturado ali com outras
- 1:35:26que são ilustrações ruins. E a capa tem esse poder, né?
- 1:35:29A capa é aquela primeira impressão, é aquele momento que
- 1:35:32você saca qual é a do jogo ali. EEE não ter esses heróis.
- 1:35:37Peitando o grande demônio, né? Logo na cara assim, eu acho que
- 1:35:41é uma coisa interessante. A gente tem ali um receio, a
- 1:35:44gente tem uma coisa que é importante e é caro, eu acho,
- 1:35:47pra essa edição de arte aí em que aparentemente, pelo que eu
- 1:35:50vi até agora, né, sem dar spoiler, mas eu tive ali 1111
- 1:35:55visualização do desenvolvimento. Tá ficando muito legal, tá
- 1:35:58ficando muito interessante e caminhando mais numa, numa, numa
- 1:36:02ideia que eu acho que vai trazer.
- 1:36:05O lado bom, né? Das ilustrações do demo Lord,
- 1:36:08né? Ressaltando esse aspecto aí.
- 1:36:11Então muito bom ver isso acontecendo, né?
- 1:36:14Tendo essa oportunidade de ter não.
- 1:36:16Mas antes de uma segunda edição do Chad of the Moon Lord, tem 11
- 1:36:21reedição ali com uma capa nova, né?
- 1:36:24Que certamente vai lançar uma luz nova sobre as demais
- 1:36:27ilustrações e acho que isso tem a fazer muito a ganhar.
- 1:36:31O Chad of the Moon Lord. Então aproveita e vai lá.
- 1:36:35No No catarse, tá no tá no descritivo do episódio, aí o
- 1:36:38link para você participar da chegada do demonhão de volta
- 1:36:42para o Brasil, se você já tem, né, o material é, eu acho que
- 1:36:46vale dar uma olhada aí no material extra que tá vindo, tem
- 1:36:48viram outras coisas aí, então é a trilha sempre dá suporte para
- 1:36:53os jogos, né? Então não vai ser diferente com
- 1:36:55o chiado of the moonlord e fica aí, né OOA torcida para que
- 1:36:59venha no futuro uma segunda edição do chiado of the
- 1:37:02moonlord, possivelmente aí. 11 injeção de arte eu acho que um
- 1:37:06pouco mais é dedicada aí, né? Pra gente ver mais do que ele é
- 1:37:11bom, né? Mais do das vibes positivas que
- 1:37:14ele, que ele, que ele consegue trazer quando ele adota o fator
- 1:37:18catiço na arte, né? Então é isso.
- 1:37:21Agora voltando, né? Eu acho que pro pro tema geral
- 1:37:25um pouco saindo um pouco do demon Lord, é acredito que.
- 1:37:29A gente vê de maneira geral, né? É, é a arte no meio do RPG como
- 1:37:34uma coisa que as pessoas vão percebendo novamente a
- 1:37:37importância do game play que a arte pode trazer, né?
- 1:37:41Isso vai ter reflexos no ficha, isso vai ter reflexos na forma
- 1:37:45com que você cria uma narrativa visual, o storytelling da coisa,
- 1:37:49do tipo de cena. Será que aquela cena dialoga com
- 1:37:53o tipo de situação que o game play vai trazer?
- 1:37:56Isso é uma coisa importante, né? É você de repente conectar
- 1:38:00algumas opções mecânicas ou algumas opções de jogabilidade,
- 1:38:04algumas coisas, algumas cenas que provavelmente vão ocorrer
- 1:38:08com uma arte específica com esse tipo de coisa.
- 1:38:11Isso promove muito o jogo, né? Isso isso é esse caminho de você
- 1:38:15pautar o jogo, de você explicar o jogo.
- 1:38:18Talvez não por texto ou por ou por caminhos necessariamente
- 1:38:22mecânicos, mas às vezes até complementando os caminhos
- 1:38:25mecânicos ou trazendo jogabilidade por outros canais,
- 1:38:28que é uma coisa muito importante.
- 1:38:30E aí, nesse caso, existe essa influência do RPG com produto,
- 1:38:34né? A gente pode perceber a arte.
- 1:38:37Dialogando com o produto, né? Mas não necessariamente indo
- 1:38:41direto para o canal de marketing, mas a arte promovendo
- 1:38:44uma boa jogabilidade, o que por si só já é um marketing muito
- 1:38:48positivo. Né?
- 1:38:49E se ela fizer isso com um primor técnico, com tempo para
- 1:38:53desenvolver essas artes sem uma pressão, né?
- 1:38:57Descabida para que o cara entregue logo o comprovante.
- 1:38:59Acontece, né? O EAS of The Course, quando a
- 1:39:02gente olha uma capa de Raven, loff ali totalmente
- 1:39:04desconjuntada. Se a gente der as condições
- 1:39:06materiais para que a arte seja bem feita, para que o artesanato
- 1:39:10da coisa seja bem construído, para que a direção de arte
- 1:39:12converse não somente dentro do departamento de arte, mas também
- 1:39:16com o departamento de jogo, com a jogabilidade.
- 1:39:19E aí certamente a gente vai ver um RPG que consegue trazer a
- 1:39:24arte novamente para o seu seio ali, né?
- 1:39:27Como acontecia com DED antigo, que apesar de uma arte que não
- 1:39:31tinha muita técnica, sempre, muitas vezes era ingênua.
- 1:39:34E acabou. Era só ingênua mesmo, mas quem
- 1:39:37conseguia representar o que se queria sentir com aquilo, né?
- 1:39:40O que se queria é. Passar, né?
- 1:39:44A partir daquela daquele material, mesmo que fosse você
- 1:39:47do ucho self fazendo o teu jogo e rabiscando algumas coisas ali.
- 1:39:52Essa autenticidade, ela é muito importante, a autenticidade.
- 1:39:55Amigos, eles vão encontrar muito mais dentro do jogo do que na
- 1:39:59pesquisa de mercado. Mas que Bela ideia, Hein?
- 1:40:08Caderneta? Aí nesse grimoriozinho
- 1:40:10mequetrefe não tenha notado que o Império Sukita não existe mais
- 1:40:14e que ele foi consumido por fogo e deserto não, Bela jogada,
- 1:40:19bruxo é é de fato. Meus registros precisavam de
- 1:40:25atualização cerca de 200 anos e agora estamos aqui, perdidos em
- 1:40:30meio ao calor e as dunas. 1000 Perdões.
- 1:40:41Pessoal, pessoal. Silêncio, silêncio, bombas sem
- 1:40:47ser chato, mas já sendo as dunas e o fogo tão vendo se tirar
- 1:40:56Areia pro lado, ó ó cartas de deserto e fogo.
- 1:41:08É isso mesmo, pessoal, as danças dos of cards.
- 1:41:11Se desdobraram se com a edição masmorra e gelo você já tinha
- 1:41:15uma rejogabilidade imensa com muita modularidade e Liberdade
- 1:41:20de modo de jogo, seja arena cope ou solo, agora a gente tem mais
- 1:41:252 expansões, Docas e florestas e deserto e fogo decopaga e tirou
- 1:41:30do forno agorinha para enriquecer a sua mesa.
- 1:41:33Você pode expandir a masmorra e gelo se você, a gente tiver, ou
- 1:41:36qualquer uma das expansões também podem ser jogadas de
- 1:41:39maneira autônoma, mas o legal é mesmo a gente combinar elas.
- 1:41:43Cada caixa vem com 2 baralhos de 55 cartas contendo novos
- 1:41:47monstros, heróis, tesouros, armadilhas e tudo mais dentro do
- 1:41:50tema, além de miniaturas, 2 dados, 2 cenários completos por
- 1:41:55caixa e o manual de regras. Feito com muito carinho pelo
- 1:41:59Eduardo Santini. Quer garantir o seu?
- 1:42:02É só chegar no descritivo do episódio e apoiar quem apoia
- 1:42:06café com dângelo. Cartas de deserto e fogo.
- 1:42:33Vamos encerrando aqui o episódio, né?
- 1:42:35Lembrando. Que é um episódio oferecido pela
- 1:42:37tri. Então agradeço aí tá o
- 1:42:39oferecimento a comunidade de mais o episódio do café com
- 1:42:42dângelo é e também lembrar que até no adjetivo do episódio lá
- 1:42:49alguns links aqui, né? Então tem link aqui para o
- 1:42:53catarse do demo Lord, né? Tem link para o nosso wordpress
- 1:42:58aqui do café com dângelo com agora com o texto traduzido.
- 1:43:02Né? Do do grilo chamado de ratos, a
- 1:43:05Riqueza que é 111 texto aqui falando sobre dângeons de como
- 1:43:10construir dângeons que tenham ali um ecossistema que faça
- 1:43:13sentido, né? Que é uma tradução de um texto
- 1:43:16do do role plain tips. Então o grilo começando a
- 1:43:21produzir aí textos pro blog do café com dângeo muito
- 1:43:24interessante e vou deixar também o link aí pro para as cartas da
- 1:43:28copag, né? Pro tanto pro.
- 1:43:31Pro dungeons of cards aí do fogo deserto, né?
- 1:43:35E também pro Docas e florestas aí que são as expansões do
- 1:43:38dungeons of cards. É deixar também aí os links
- 1:43:41mencionados no episódio, né? Então tem o link para o episódio
- 1:43:44anterior do Chad of the moloes da primeira temporada do café
- 1:43:47com dângelo pra você que quer sacar mais sobre o jogo que você
- 1:43:50quer conhecer, a jogabilidade dele, o sistema em si e tudo
- 1:43:54mais. Né?
- 1:43:55Acho que vale a pena dar uma conhecida aí e inclusive ver,
- 1:43:58né, como eu enxergava o Shadow, a demonroad lá mais mais para
- 1:44:03trás, né, alguns anos atrás. E eu quero saber de você, você
- 1:44:08já jogou Shadow of the demonroad anteriormente?
- 1:44:11Já entrou em contato com o produto quando ele foi lançado
- 1:44:13pela primeira vez ou você vai conhecer o Shadow of the
- 1:44:17demonroord agora? Manda aí, responde a pergunta
- 1:44:19para gente e também comenta aí, cara, qual é o qual o jogo, qual
- 1:44:23o jogo que você acha? Que tem a arte que traz mais
- 1:44:26Vibe pro gameplay, né? Que traduz mais o seu a estética
- 1:44:30pro gameplay através da Vibe. Conta aí pra gente quais as suas
- 1:44:33artes preferidas em RPG? Beleza?
- 1:44:38No mais, vamos vamos lembrar aqui que se você quiser que o
- 1:44:43café com dange volte a ter 5 episódios semanais, você pode
- 1:44:46considerar. Apoiar o projeto é sua expansão,
- 1:44:49lá não é nosso. Apoia, se apoia.
- 1:44:51Ponto s barra café com dângel você gostou especialmente do
- 1:44:54café de hoje? Deixa uma pra gente, uma gorjeta
- 1:44:57pra gente, manda um Pix em qualquer valor.
- 1:44:58Pracafecomdangio@gmail.com, a gente conta com você se você tem
- 1:45:03uma marca ou uma empresa e quer ter um dia na semana no café com
- 1:45:06dângel, assim como a tría. Você pode financiar nosso
- 1:45:09episódio semanal no podcast e fazer a Alegria da Marcia
- 1:45:12rpgista. Então consulta a gente em café
- 1:45:14com dano arroba gmailcom e a gente tem uma proposta especial
- 1:45:17para você. Você pode também consultar a
- 1:45:19gente aí sobre parcerias e anúncios.
- 1:45:21A gente trabalha com marcas de RPG e também com outros ramos
- 1:45:24aí, como cafés, jogos, tecnologia, educação, mídia,
- 1:45:28vestuário, etc. Se você é um produtor de
- 1:45:31conteúdo, game designer independente, acadêmico ou fã e
- 1:45:33quer participar do nosso projeto.
- 1:45:36Conta aí sobre você e fala a respeito de como a gente pode
- 1:45:38colaborar lá no nosso e-mail, beleza?
- 1:45:41Por fim, agradecer a galera que torna possível essa aventura dos
- 1:45:44nossos assinantes. Então vale usar isso aí, o Lúcio
- 1:45:48n Pimentel, o um dos caras aí por trás do do clube do livro do
- 1:45:54apendic sene que tá bombando. Parabéns aí pela iniciativa.
- 1:45:58Lúcio vai hoje, mas é o pessoal do nível de apoio à comunidade,
- 1:46:02incluindo aí a Dani Marques. Daniel brilho, gata morta e o
- 1:46:05lian kerlopes um salvo especial para os assinantes do nível RPG
- 1:46:09dojô, dentre eles o Pedro Borges, o Rodolfo helmuth, Lucas
- 1:46:13barjudo, Leo paixão e o Denis Santos.
- 1:46:15Um abraço aos membros do treinamento, ao e o fantasy e
- 1:46:18eles são o Cleiton, Daniel Haidar, Leo gasparuto Menin,
- 1:46:22Marcos Gonçalves e Vinícius Lourenço.
- 1:46:24Um imenso agradecimento aos nossos membros, café com balbi,
- 1:46:27no caso Thiago Augusto, um grande abraço meu camarada,
- 1:46:30saudade de você. Tomando aí 11 vinho juntos ali e
- 1:46:34dando uma olhada no nas coisas do David Lynch, aí valeuzaço um
- 1:46:39abraço e até a próxima. Eu sinto a presença.