Latest / Black&CO / Overview #85 - Filmes de terror, dos clássicos até 2010
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- 0:13Bem vindos ao meu, ao seu, ao nosso overview.
- 0:20Eu sou a Drica Lopes e hoje nós trazemos um programa macabro e
- 0:27assustador para vocês, porque nós vamos falar de filmes de
- 0:33terror, mas não qualquer filme de terror.
- 0:35Os clássico até 2010 para frente não teremos.
- 0:40Então quem sabe um programa parte 2, se vocês curtirem.
- 0:44E na bancada comigo hoje? Eu tenho aqui UK.
- 0:49Boa noite, criaturas da noite, é e seus lindos os casões.
- 0:55Voltamos, estamos de volta normalmente outra vez.
- 0:58Obrigado Drica. Valeu.
- 1:00É assim como você, o Vini também.
- 1:04E acho que muita gente, muitos ouvintes.
- 1:09Estava esperando por esses, por esse momento.
- 1:12Finalmente viemos pro terror aqui, né?
- 1:15AA além, todo esse universo vasto.
- 1:21Precisávamos, precisávamos e o meu querido Vinícius, Vini, boa
- 1:27noite. Boa noite.
- 1:29Tudo bem? Sejam bem vindos a mais um
- 1:31overview. E aí, será que vocês sabem o que
- 1:34nós fizemos no verão passado? Vamos.
- 1:37Esse é bom, esse é bom. E aí, preparados então para
- 1:40entrar nesse trem fantasma? Então vamos ao programa depois
- 1:45da vinheta, mas antes. Se você não segue a black nas
- 2:01redes sociais, já aproveita e vai lá, porque você está
- 2:06perdendo gente. Vocês estão perdendo conteúdo lá
- 2:08no Instagram, no TikTok, no YouTube.
- 2:12Tem conteúdo todos os dias e principalmente também no site da
- 2:17black, porque ali a gente tem as notícias escritinhas
- 2:21explicadinhas nos seus mínimos detalhes.
- 2:24Então já segue lá nas redes sociais.
- 2:27A black, para você ficar por dentro de tudo sobre cultura
- 2:31pop, dá essa moral para nós e já vai lá e depois volta aqui para
- 2:37assistir. Os links estarão na descrição,
- 2:39né? Recados dados.
- 2:42Agora, Bora falar de terror, gente, meninos, vamos começar
- 2:48falando dos primórdios, a era de ouro, do cinema que é, né?
- 2:54A gente engloba ali, década de 2030 e 40 também ainda era ali.
- 3:03Era de ouro do cinema que tivemos muitos clássicos, mas aí
- 3:08universal Pictures. Né?
- 3:10Que a gente conhece. Trouxe ali os clássicos do
- 3:14terror, que eram assim, filmes baseados em livros.
- 3:21Alguns não, mas começaram ali com os livros, com os filmes
- 3:25baseados em livros, né? Que foram ali, nos anos 30 e 40,
- 3:31um sucesso e marcaram o início desse gênero do terror no
- 3:38cinema. Eu vou confessar que a gente já
- 3:42estava conversando no off aqui, que eu não assisti esses filmes
- 3:47por Ah, por enquanto eu está no meus planos.
- 3:49Eu estou com um projeto de assistir filmes clássicos, mas
- 3:52eu ainda não assisti, né? Vocês assistiram?
- 3:55Eu também não assisti. O único que eu assisti da nossa
- 3:59lista dos clássicos, que são muito clássicos, foi o homem
- 4:03visível. Mas eu era bem novo.
- 4:06Não lembro. Não tenho muitos, muitas
- 4:08lembranças do filme. Mas eu lembro que eu assisti e
- 4:13só os outros eu conheço assim por serem filmes bem famosos,
- 4:17mas nunca parei para assisti. Los também.
- 4:21É um projeto futuro, mas ainda não comecei a pôr em a pôr em
- 4:24prática. Eu acho que o único, eu nem sei
- 4:26se ele tá aqui na nossa lista, mas foi por conta do do filme
- 4:30que teve esse ano do do nosferatu.
- 4:34Ah, sim, você sabe a fofoca do nosferatu, né?
- 4:39A. A fofoca do nosferatu, o
- 4:43primeiro nosferatu é se se não me falha a memória, tá gente, eu
- 4:48posso tá enganado. Vocês me corrijam nos
- 4:50comentários aí o pessoal que tá ouvindo é é de 28, eu acho.
- 4:54O nosferatu 2020 e poucos. Eu sei que é 1920 e poucos.
- 4:58É o que eles queriam fazer o filme do Drácula, né?
- 5:07Porém, não tinham o direito os direitos autorais da obra, né?
- 5:13Do Bram Stoker. E o que que aconteceu?
- 5:18Porque naquela época ainda não tinha dado o tempo, né?
- 5:21Pra cair em domínio público, né? E aí, como eles não tinham os
- 5:27direitos autorais da obra do Bram Stoker, eles resolveram
- 5:33inventar um vampiro parecido. Então não era o Conde Drácula,
- 5:40era o nosferatu. A história.
- 5:42Você vê que tem todos os elementos do livro e do filme do
- 5:46Drácula, mas é tipo, sabe aquele negócio do copia, mas não faz
- 5:50igual? Foi isso.
- 5:54Essa é a fofoca do nosferatu. Ah, sei lá, eu não fazia a menor
- 6:00ideia assim. Tudo bem que eu não não fui a
- 6:04fundo e tal, mas de tanta coisa que a gente tem, né?
- 6:08Só só um parêntese em relação a vampiro e essas histórias no
- 6:12cirasta Drácula e vários outros que a gente ficava até achando
- 6:18tipo pô, não, mas. Eles criaram que é um outro tipo
- 6:22de vampiro que não sei o que e tal EE sabe aí depois sabe dela.
- 6:27É, sim, é porque eles queriam fazer, mas não podiam.
- 6:32Então foi aquela, sabe, tipo as coisas da Marvel que eles
- 6:37queriam falar, por exemplo, sobre mutante, mas não podiam
- 6:40falar sobre mutante porque não tinha os direitos, lembra
- 6:43naquela época. Aí a Marvel foi e comprou tudo,
- 6:46a Disney foi também. Comprou tudo.
- 6:49Já que eu não posso falar, tudo bem, eu vou comprar tudo.
- 6:51Mas é isso, a fofoca do nosfera é essa.
- 6:54Mas aí a gente tem os a gente, é claro, a gente tem as imagens
- 7:00desses filmes muito assim Na Na nossa cabeça, porque é da
- 7:05cultura pop, né? Assim.
- 7:07A aquela visão do Drácula. E aí a gente começa em 31931, já
- 7:12tem o Drácula e o frankenstein em seguida do outro, né?
- 7:16Que a gente tem o Bela Lugosi fazendo o Drácula.
- 7:20Aquele Drácula. Chique, né?
- 7:22Aquele Drácula assim, nobre, ele era assim.
- 7:30Né? E temos o body scarlofe que fez
- 7:34o monstro, né? A criatura do frankenstein
- 7:37também, que ficou aquele frankenstein que está na nossa
- 7:41memória do parafuso. Do lado.
- 7:44Da cabeça, cabeça bem quadradona.
- 7:47É esse frankenstein do body scarlofe assim, né?
- 7:50É muito interessante. E aí eles perceberam que eu, na
- 7:54minha pesquisa, eles perceberam o sucesso que teve o Drácula e o
- 7:58frankenstein. E resolveram começar loucamente
- 8:03a fazer filmes de monstros assim, porque logo em seguida
- 8:07veio a múmia. Aí vocês vão, senta, vocês estão
- 8:11sentado. Aquele filme é a múmia que a
- 8:13gente tem, né? Na nossa cabeça com o Brandon
- 8:16Fraser, né? Talway to Wise, que eu amo, é um
- 8:21dos meus filmes favoritos da vida.
- 8:23Não. É original, ele é o remake.
- 8:31O choque a múmia de 32 teve o Boris scarlot de novo, né?
- 8:39Fazendo ali a múmia do imotep. Vocês lembram do imotep, né?
- 8:46Que não foi adaptado de nenhum livro.
- 8:48Ele foi um roteiro original. E aí a gente teve essa ideia do
- 8:53imotep, que buscava sua amada anaxunamun.
- 8:58E a é a mesma história da múmia nova, a do da múmia do brean
- 9:01frazer, assim praticamente, né? É, mas tem aquela aquela coisa
- 9:07da trouxe o imaginário da múmia enfaixada, esse imaginário da
- 9:12múmia enfaixada que anda com os braços para frente.
- 9:15Assim é desse filme a. Primeira coisa que vem a nossa
- 9:20mente? É.
- 9:21Essa imagem bem estereotipada mesmo, de múmia.
- 9:27Sim, porque de novo body scarlofe, né?
- 9:30Assim, e aí depois, em 33, teve um homem invisível.
- 9:35E. E eu acho que eles viram que
- 9:36essa médica realmente deu certo, né?
- 9:38Era um gênero que estava conquistando o público de forma
- 9:41muito grande. Sim, porque se você vê, eu acho
- 9:45que são é. Já são a maioria de livros
- 9:48clássicos, né? Mas que as pessoas, eu acho que
- 9:51ficaram tão chocadas de ver essas histórias que eles já
- 9:55conheciam. Assim, ao ao vivo, entre aspas,
- 9:59né? Assim, criarem vida na tela, que
- 10:02foi um fenômeno porque teve O Homem Invisível em 33 que fez um
- 10:07baita sucesso, que é baseado no livro do HG Wells, né?
- 10:12Tanto é que depois teve vários remakes, a gente tem o Kevin
- 10:16bacon, né? Que fez.
- 10:17E agora, mais recentemente, teve de novo o homem visível, que
- 10:22ainda é com a. Com a menina lá do da do conto
- 10:26da aia, né, que faz a? Foi o de 2020, se eu não me
- 10:30engano, né? Isso é que eu também não
- 10:33assisti, gente, desculpa. Eu assisti.
- 10:36O do Kevin bacon é clássico, né? A gente todo mundo assistiu, né?
- 10:40É? E aí em 35 veio a noiva do
- 10:46frankenstein. Eles não se contentaram porque
- 10:49fez tanto sucesso. E eles trouxeram a noiva do
- 10:54frankenstein, que também virou um.
- 10:58Caiu no imaginário popular que aquela noiva de frankenstein,
- 11:02né? Que a atriz fez é do cabelo pra
- 11:06cima. E a faixa branca de cabelo
- 11:08assim, né? É.
- 11:10E é vestida de branco, né? E tal.
- 11:14Também. Com os botões, né?
- 11:16E. Isso também com os botões teve
- 11:18novamente esverdeada, acusentada isso, a pele esverdeada e tal,
- 11:25né? E aí aquela história do do
- 11:28Victor frankenstein que resolve criar a companheira para o seu
- 11:32para sua criatura, né? EE, essa não é baseada em no
- 11:36livro da mershele, porque mershele só escreveu
- 11:39frankenstein. É, é, é deles mesmo, né?
- 11:41E aí em 41 a gente tem. O lobisomem que é, eu vi assim
- 11:49pelo que eu nas minhas pesquisas.
- 11:50O lobisomem ele foi um pouco depois, mas ele também trouxe
- 11:55essa coisa do imaginário popular, né?
- 11:59Do homem lobo e tal. E fez um baita sucesso também.
- 12:06E eu acho, e pode falar, eu acho que esses filmes, eles buscam
- 12:11também uma inspiração muito grande em lendas urbanas, né?
- 12:14Isso é que já. Tá já?
- 12:17Existia, é, já existia, né? Tiam já contavam para as
- 12:22crianças naquelas rodas de família.
- 12:25Eu acho que eles também buscam essa inspiração.
- 12:28Digo no sentido de de de criar AA imagem, né?
- 12:34Desses personagens, muito disso, das das histórias que eram
- 12:37contadas. E obviamente toma a literatura,
- 12:40né, que é muito presente. Faz sentido?
- 12:45E aí em 54 a gente tem o último desses grandes monstros da da
- 12:50universal, que é o monstro da Lagoa negra, que eu não sei se
- 12:55vocês sabiam isso. Gente que se passa no Brasil é,
- 13:04a moça vem pro Brasil, a norte Americana vem pro Brasil.
- 13:08E aí ela vai nadar lá no Rio e é sequestrado pelo monstro.
- 13:13Não fazia esse, eu realmente não fazia ideia que tinha se passado
- 13:16no Brasil. É, é isso aí e inclusive
- 13:23curiosidade que eu vi nas minhas pesquisas, né?
- 13:26Foi um dos primeiros papéis do nosso querido Clint Eastwood no
- 13:30cinema que não o monstro da Lagoa negra.
- 13:32Mas ele estava no filme, né? É.
- 13:36E. O Guilherme del Toro, quando fez
- 13:39A Forma da Água, foi uma homenagem para este filme.
- 13:43Vocês sabiam que é um dos filmes favoritos dele?
- 13:46Hum. Nossa.
- 13:48Como a da água, eu conheço o filme, mas não sabia que era uma
- 13:52homenagem. É sim.
- 13:54Exatamente, a tia Drica também traz cultura início, mas assim,
- 14:01gente. É, fica aí o desafio, eu acho,
- 14:04pra gente assistir, porque são filmes em preto e branco, tá
- 14:09gente, né? Shoppings, shoppings que vocês
- 14:13forem assistir, saibam que é filme preto e branco.
- 14:17E assim, quando a gente fala no terror clássico, né?
- 14:21Não é terror que a gente tá acostumado hoje, não é Invocação
- 14:24do Mal, gente, é, é o terror de 1930.
- 14:27Pensa em 1930. Né?
- 14:31Como que era a sociedade? É aquela coisa mais do do
- 14:35monstro, mas você tem ele é devagar, ele tem uma outro
- 14:41ritmo, ele tem ele não é um terror que as coisas foram
- 14:46descambando, né? Vamos vamos combinar, né?
- 14:48É. Não tem, não tem todos aqueles
- 14:50efeitos especiais. Exato, isso é não.
- 14:54Sei o que é, é como vocês falaram e também deixa eu ver
- 14:59anos 30. Foi o que, entre aspas, era ali.
- 15:04Já já tinha sido o começo do cinema, né?
- 15:07Então, como você falou, Drica, o pessoal que já era acostumado
- 15:12com essas histórias, tudo bem com os livros e tal.
- 15:15Só que agora eles vendo a imagem do monstro não só tipo o armo
- 15:20lendo aqui, tô imaginando é isso, isso, isso não, eles estão
- 15:24vendo ali. EE numa tela pela primeira vez,
- 15:28então é. E é legal a gente fazer esse
- 15:30exercício, eu acho, de se colocar no lugar daquela
- 15:35geração, porque assim, hoje, 2025, poucas coisas nos
- 15:41surpreendem mais. Eu acho assim com relação a
- 15:44audiovisual, né? Porque já se foi se feito de
- 15:49tudo. Mas pensa que tava começando o
- 15:53cinema? Então tinha tudo tudo pela
- 15:55frente ainda. Então foi algo surpreendente
- 15:59para eles. Eu Acredito, né?
- 16:01E. Como tudo era muito novo, né?
- 16:03Qualquer coisinha por mimina que fosse, iria surpreendê Los, né?
- 16:07Exato, é. É EE, é.
- 16:09Foi fenômeno assim, tanto é que virou cultura pop.
- 16:14E continua sendo até hoje, né? Cultura pop e grandes clássicos.
- 16:20Sim, grandes clássicos que são estudados e tal.
- 16:24Como se fazia cinema naquela época, era tudo muito prático.
- 16:30Você precisava ter as coisas na mão ali.
- 16:34Os props, né, que eles falam, né?
- 16:36Que eram aquelas aí, gente, não sei traduzir que eu fui
- 16:41alfabetizado em inglês, é? Aí props, gente, desculpa,
- 16:48traduza aí, editora, você quis dizer adereços, mas tipo, eles
- 16:51tinham que ter essas coisas práticas, né?
- 16:54Assim tinha lá Oo parafuso grudadinho lá no body, scarlofe,
- 17:01né? Tinha lá.
- 17:03AA os cenários era tudo real, gente, não tinha tela verde, não
- 17:08existia isso. Isso eu acho muito rico e talvez
- 17:12seja um pouco coisa da idade, talvez, né?
- 17:15Assim, mas eu acho que é. Antigamente era tudo mais, tudo
- 17:19melhor, gente, tudo mais legal e.
- 17:21E além de além de dos, de se tornarem clássicos muito famosos
- 17:26e consagrados. Foram filmes que também serviram
- 17:29muito para consagrar os atores, né?
- 17:32Que participaram desses filmes que muitas vezes ainda não
- 17:35tinham umas uma trajetória, né? Porque fica marcado.
- 17:39Querendo ou não, foi a pessoa que fez o frankenstein, foi a
- 17:42pessoa que fez o gráfico e que eterniza Oo artista.
- 17:46É, exatamente é. Tem razão, com certeza.
- 18:01E agora? Só que a gente vai agora, gente,
- 18:05dá um pulo, mas um Salto assim, ó lápis, um duplo twist,
- 18:11carpado, porque a gente vai embarcar para os anos 70.
- 18:17Vocês entenderam? Porque os Ah, os anos 70, sabe?
- 18:21Sabe aquela, sabe? Aquela coisa do AI, que loucura.
- 18:27AI que badalo os anos 70, entendeu?
- 18:31Porque nos anos 70 o trem assim era era doido.
- 18:35E aí explodiu, porque a gente teve 2 fenômenos de subgêneros
- 18:40do terror nos anos 70. Inclusive dos meus favoritos,
- 18:44sim, os meus também, que. São os slasherys e, na outra
- 18:49ponta, o terror Sobrenatural. Amigos, legia tá com certeza no
- 18:54topo de qualquer subgênero do terror.
- 18:58Eu gosto muito. E aí a gente?
- 19:00Teve pra começar em 68, que é quase anos 70, mas começando
- 19:06abrindo ali. Foi O Bebê de Rosemary, né?
- 19:11Que a gente vai colocar ele no bolo dos anos 70 aqui, porque
- 19:14ele é um super suspense, barra, terror, Sobrenatural, assim, bem
- 19:20psicológico mesmo assim, baseado num livro, aliás, né?
- 19:26Temos aí o livro do bebê de Rosemary quem quiser ler.
- 19:29E assim eu assisti há muito tempo atrás.
- 19:31Então eu eu quase não lembro assim, eu quero reassistir,
- 19:33vocês já assistiram isso? Eu já assisti.
- 19:36Como um horror. Não, não cheguei.
- 19:39Eu, eu lembro. Eu tenho vagas lembranças de
- 19:44alguma coisa, mas não, não é algo que tipo, eu consiga
- 19:49confirmar. Pô, eu assisti com certeza até o
- 19:51final. Devo ter visto só alguns
- 19:53pedaços. Mas eu sei que tem.
- 19:55Imagens muito claras na minha cabeça.
- 19:58É a? Gente, tem as imagens também,
- 20:01assim, do que que passa, né? Na internet, cultura pop é a é
- 20:06aquela coisa do imaginário popular, né?
- 20:08É que tem a brosemary, né? Aqui foi feito pela brilhante
- 20:14mia farra o cabelo curtinho e tal.
- 20:17E abre um parênteses aqui, vocês sabem que O Bebê de Rosemary foi
- 20:22gravado no Dakota, né? O prédio.
- 20:25É um prédio lá de Nova Iorque que existe de verdade.
- 20:29Chama Dakota building. E é, foi exatamente ali em
- 20:35frente, na calçada. Mas ele morava ali no Dakota,
- 20:38que morreu John Lennon, inclusive.
- 20:41Aí a gente entra nas teorias da conspiração que eu amo, essas
- 20:45coisas de Sobrenatural. E aí você entra nessas teorias
- 20:49do prédio amaldiçoado. Porque tem um negócio estranho
- 20:52ali, porque muita gente e tem muitos relatos de aparições e
- 20:56tal. É ali que quem sabe, a gente faz
- 21:00um programa especial de Halloween, né?
- 21:05Ah, eu. Gostaria.
- 21:06Lugares assim? Não, não.
- 21:10AI dava pra fazer alguns locais que já foram palcos pra pra não
- 21:14palcos, mas tipo ideias pra filmes, né?
- 21:19Eu sei que tem um que fica em Las Vegas, não o bebê de.
- 21:23Rosemary tem muita teoria, porque foi feito pelo Roman
- 21:27Polanski. E aí o Roman Polanski.
- 21:33Vocês sabem o que aconteceu depois de né?
- 21:35Em acho que foi 69, que né? AA esposa dele foi morta
- 21:43grávida, né? Pelo pela família Manson ali,
- 21:47né? É de forma brutal.
- 21:50Foi horrível e tal. E aí tem muitas teorias da
- 21:54conspiração e envolvendo o filme do bebê de Rosemary.
- 21:57Aliás, todos esses daqui dos anos 70 de sobrenaturais.
- 22:03Tem muitas teorias da conspiração.
- 22:05Gente envolvendo assim é que dá pra ficar falando aqui, mas aí
- 22:09em 73. Nós.
- 22:12Tivemos. O filme mais assustador de todos
- 22:17os tempos e ninguém vai tirar esse título dele, que foi O
- 22:21Exorcista e eu. Particularmente, gosto muito,
- 22:24mas eu tive muito medo de assistir a primeira vez.
- 22:27Eu demorei muito, muito mesmo. Assisti na minha ali no
- 22:32comecinho da minha adolescência acompanhado, né?
- 22:35Exato. Eu também igual.
- 22:38É aquela eu acho que é um ritual que todo adolescente acho que
- 22:41passa de assistir fundo, assistir o exercício.
- 22:45E aí você fica um mês dormindo de luz acesa?
- 22:49Pois é. Um tempo dormindo meio meio.
- 22:54Meio. Assustado, né?
- 22:56Meio desconfia. E esse?
- 23:00Filme assim tem uma genialidade do do diretor.
- 23:07É que de usar os efeitos práticos, porque foi tudo efeito
- 23:14prático que parece muito real aquilo, né?
- 23:18Assim, e se se vocês forem no YouTube e procurarem lá pessoas
- 23:25reagindo no lançamento de um exorcista nos anos 70?
- 23:29Vocês vão ver o povo saindo assim, passando mal do cinema,
- 23:33passando mal de verdade. O povo chegava assim a vomitar e
- 23:37tal. Era muito forte para aquela
- 23:41época, né? Assim você vem de tipo filmes.
- 23:46Uma era dos anos 5060 até um pedaço de muito assim.
- 23:53Era tudo muito. Vou usar uma palavra.
- 23:57De velho agora careta. Isso.
- 24:00Nossa, eu estava pensando num negócio tipo, poxa, eram coisas
- 24:04que não era, não era, não eram muito faladas, não eram muito
- 24:08ditas, é você? Era tudo muito careta, né?
- 24:12Aí a gente teve a revolução tal EE, os hippies, o movimento
- 24:18hippie nos anos 6070. E aí você estava.
- 24:22Você saiu de Hitchcock, por exemplo, que os filmes dele eram
- 24:26tipo, as pessoas eram um. Todas certinhas e tal.
- 24:30Você passa para O Exorcista. Então, o povo nossa, foi a
- 24:35loucura, né? Eu Acredito assim que foi.
- 24:38Tanto é que ganhou Oscar de melhor roteiro adaptado, porque,
- 24:42sim, ele é baseado em um livro. Que é tão assustador quanto não
- 24:49li. Não tive coragem ainda, arreguei
- 24:54arreguei, mas eu? Teorias de novo, a lá meus
- 24:59causos, vou contar o causo que foi baseado no caso real.
- 25:05E na? Verdade, na verdade era um
- 25:07menino, né? Era uma criança, era um menino.
- 25:12É que aconteceu tudo. E eles omitiram o nome.
- 25:16E aí Oo William blettley, que foi o escritor, né?
- 25:20Do livro, ele ficou sabendo desse caso.
- 25:23E resolveu escrever o livro baseado nessa história que
- 25:26aconteceu nesse caso real aí que aconteceu do do menino.
- 25:31E tinha muitos, muitos acidentes No No.
- 25:36Trajeto. No set, enquanto eles gravavam,
- 25:41teve incêndio, teve lesão nos atores, teve uma.
- 25:51Uma história. De que o?
- 25:54Meu Deus, qual é o nome? Do diretor, né William?
- 26:00Isso. Ele pegou a chamar o padre, né?
- 26:03Para ficar no para abençoar ali, Oo set.
- 26:05Para ficar lá durante as gravações, porque tava tudo
- 26:08muito pesado, muita coisa acontecendo, cara.
- 26:12Não, porque. Você tá, você tá?
- 26:14Você está chamando, sim, o. Tempo todo capiroto.
- 26:18Ali para vim ali com você, cara, você está chamando.
- 26:21É uma. Coisa muito louca.
- 26:22Próprio mochila de criança ali, gente.
- 26:25Eu não sei. Eu, enquanto ator, teria coragem
- 26:29de participar de uma produção dessas?
- 26:31Não tem que ser. Muito é eu falando mais uma vez
- 26:35do do caso, que foi meio que não sei se foi inspiração ou não,
- 26:39tal eSIM, mas na vida real o pessoal fala, né?
- 26:44É, existem né casos de exorcismos assim, né?
- 26:49Não igual O Exorcista é igual do filme, mas é.
- 26:56Existe toda uma regra para o exorcismo acontecer, que é desde
- 27:01sempre. Assim, que tipo?
- 27:04AA família ou a pessoa e tal, não sei o que e vai pedir ajuda.
- 27:09Ela tem que falar com algum, algum tipo de padre ou ou algum,
- 27:16né? Algum alguém que sirva que seja
- 27:20como se tivesse uma algum tipo de autorização da igreja e tal.
- 27:23Não sei o que prazo de. Princípio, ele precisa.
- 27:29Pra ver que realmente cabe e manda uma solicitação pro
- 27:34Vaticano, pro Vaticano, isso? Mesmo pro Vaticano?
- 27:37Aceitar e falar, vai lá e faz o exorcismo, é?
- 27:41Toda é super burocrático na igreja católica, eu já vi
- 27:47exorcismos pessoalmente. Não, não está brincando.
- 27:52Não. Esses da igreja católica, né?
- 27:55Igreja evangélica. Mas já vi pessoas endemoniadas
- 27:59pessoalmente e assim, o negócio da força acontece, sabe?
- 28:07É pesado. O negócio é pesado, caros.
- 28:11Ouvintes, não estamos falando da da.
- 28:15De certas programas que vocês veem na TV e que o cara começa
- 28:19a. Se jogar no?
- 28:20Chão e falar umas coisas nada a ver com nada eu vi ao vivo.
- 28:24Pessoalmente, assim, aqui no lugar em que eu estava é
- 28:28diferente. É, é.
- 28:31Pesado, né, você é? Pesado nunca imagina que vá, né?
- 28:36Se deparar com algo disso Na Na vida real, porque é uma coisa
- 28:40tão, sei lá, incrível, né? Digamos que a gente viu nas
- 28:47telas que é é. É quase que inacreditável a
- 28:50gente ver isso acontecendo de fato, é?
- 28:55Exatamente assim, e aí também já pegando o gancho do capiroto, a
- 28:59misericórdia. Em. 76 a gente teve a profecia,
- 29:06né, de homem que é o próprio filho, o anticristo, né?
- 29:14EE. Eu, particularmente, não
- 29:16assisti. Nunca tive coragem de assistir.
- 29:19Profecia também tem um livro, aliás, é e gente, é
- 29:26interessantíssimo, porque esse filme também tem muitas, muitas
- 29:31coisas que aconteceram nos bastidores.
- 29:34Olha, teve o filho do diretor, que que, né?
- 29:38Que, vamos dizer assim, se auto eliminou.
- 29:43Né? E teve tipo raio que caiu 2
- 29:46vezes no em 2 ocasiões diferentes no avião que o
- 29:50pessoal dos atores estavam. Sabe?
- 29:54É, gente, foi um caos assim no nesse filme eu vi durante as.
- 29:59Gravações é, tem uma cena dos cães do cemitério, eu nunca
- 30:03assisti esse filme, né? Mas eu vi alguns cortes No No
- 30:08TikTok que os cães realmente atacaram o dublê, né?
- 30:12Do Gregory PEC, e ou porque? Os.
- 30:16Os equipamentos de proteção não serviram.
- 30:19Teve também de de avião que foi planejado para o filme, né?
- 30:23Mas eu acho que deu errado e o avião de fato caiu.
- 30:26Não sei se tinha tripulação, né? As pessoas estavam dentro, se
- 30:30era só uma cena do avião. Parentes.
- 30:36De atores, alguém da produção que foi tipo decapitado, foi um
- 30:40negócio horroroso assim. Esses filmes assim, mais
- 30:44sobrenaturais sempre tem. Costumam ter essas histórias de
- 30:47bastidor, né? De coisa errado.
- 30:50É manifestações. Acidentes costumam sempre ter,
- 30:55né? E aí?
- 30:57Eu acabei de lembrar de um que nós não colocamos na lista aqui,
- 31:00mas foi dos anos 70 que foi o horror em MT.
- 31:05Inclusive eu gosto. Bastante desse filme.
- 31:07Ah, porque? Ele.
- 31:08Teve um primeiro filme em nos anos 70, que foi logo depois que
- 31:12aconteceu todo o caso e tal. É com a com a família lá.
- 31:19E teve coração. Aí veio os Warren, é.
- 31:22E aí eles fizeram o filme, teve o livro e teve o filme, né?
- 31:26Logo aí, depois teve o remake com o Ryan ran tal.
- 31:30Mas eles fizeram nos anos 70 também, é.
- 31:33Então é aquela coisa do Sobrenatural.
- 31:35Pegava mesmo naquela época, né? Assim, eu acho.
- 31:39Que essas é baseadas em histórias reais são mais mais
- 31:44propensas, né? Acontecer esses.
- 31:48Essa, esses. Terrores de bastidor do que?
- 31:53Você chama o trem pra vim ficar ali do seu lado livre?
- 32:01Misericórdia vem. Assim, ó, com o olho e um gito,
- 32:04pelo amor de Deus. E aí?
- 32:10Nos anos 70 a gente também teve o fenômeno dos slashers, né, que
- 32:15é os nossos queridinhos, né Vini?
- 32:19Sem dúvidas. Entramos, né?
- 32:21Na parte que não tem pra ninguém.
- 32:24Pra mim eles dominam realmente. Foi muito legal.
- 32:28Porque 74 teve o massacre da Serra elétrica.
- 32:35E aí a gente? Teve Oo primeiro serial killer,
- 32:39vamos dizer. Assim.
- 32:41Que foi o letherface? Quem não conhece aquela cena
- 32:45dele com a Serra elétrica, né? Assim, e ou a?
- 32:48Máscara dele, né? Que também se tornou um símbolo
- 32:51de festas de Halloween e de terror em si.
- 32:55Sim. E o interessante é que o
- 32:57massacre ele é um filme independente, né?
- 33:00É, e foi esse gasto pouquíssimo. E assim ganharam milhões, ganham
- 33:08até hoje, porque se tornou um clássico, né, gente?
- 33:11Assim, sim. Acho que entrou muito a questão
- 33:16do do popular, né, na época. E eu?
- 33:20Eu não sei, mas é algo que me pega até hoje.
- 33:23Não, não me pega, mas eu acho que existe até hoje, assim como
- 33:27aqui no Brasil, tem alguns lugares, né, que tem a questão
- 33:30de de folclore, de lendas que são mais famosas em alguns
- 33:33lugares do que outros. Lá nos Estados Unidos tem muitos
- 33:36lugares e se você for ver muitos, muitos dessa desses
- 33:42filmes ou outros EE histórias, sempre vão acontecer num
- 33:47deserto. No meio Do Nada no Texas é é
- 33:53sempre um lugar meio bizarro assim numa.
- 33:58Floresta, né, assim? O lugar.
- 34:01É verdade, assim, faz sentido, faz sentido, mas é.
- 34:05E aí começou aquela coisa do gor, né?
- 34:07Que eles falam, né? O.
- 34:10Sangrento trouxe se essa. Essa coisa do sangrento pra
- 34:15tela, né? Porque o massacre da Serra
- 34:17elétrica é pesadíssimo assim no gor.
- 34:22Assim, né? Sim.
- 34:33E aí a gente teve quem? Quem em 78, quem o?
- 34:39Queridinho. Halloween.
- 34:41Halloween. Isso Michael Meyer chegou.
- 34:46E aí a gente começa a ter a genialidade do John carpinter.
- 34:52Maravilhoso. E tem aquela trilha sonora, né?
- 34:59Que a gente ficou na cabeça da gente, que é aquele pianinho e
- 35:03que faz arrepiar lá. Do do da?
- 35:09Da nuca até os pés, Ah. Cara, assim.
- 35:13E é. Vou dizer eu assim, eu revi o
- 35:16Halloween há pouco tempo atrás. É tosquíssimo, é.
- 35:23Mas. Tipo, cara, é um clássico, não
- 35:26tem como você falar. Talvez não tenha envelhecido
- 35:29bem, talvez não. Porém, abrindo.
- 35:34As portas, né não abrindo as portas.
- 35:37Mas. Foi eternizado por ser um
- 35:40clássico slasher, que era uma novidade muito grande da
- 35:43indústria. Exato.
- 35:45Exato. E você tem aquela figura do
- 35:49igual, o lederface. Você tem aquela figura do
- 35:52assassino sem rosto, né? Assim?
- 35:55Que na verdade, é uma. Característica bem presente, né?
- 35:58Ou é uma máscara, ou é um, ou é sem rosto, ou é um durado.
- 36:04O sexta-feira. 13 ele já é 80, né?
- 36:07Então? Mas eu acho que ele.
- 36:09Ainda tá nessa nessa coisa do slasher, né assim?
- 36:14É. Porque daí, OOO, sexta-feira 13
- 36:17traz essa coisa do também a mesma coisa do Halloween e do do
- 36:26massacre do assassino que perseguia o grupo de de
- 36:29adolescentes, né assim? É e mas o sexta-feira, 13, eu
- 36:35acho que ele trouxe essa coisa do.
- 36:39AI, como que eu posso? Falar.
- 36:43Essa coisa. Do assassino que não morre?
- 36:47E mais. Até do que o?
- 36:48Halloween, eu acho que OOOO Jason trouxe essa coisa do
- 36:52assassino que não morre e o desgraçado.
- 36:55Pois é que vai. Se renovando, porque você vê tá
- 36:58igual a Brenda de todo mundo, em pânico, porque sem fórmula.
- 37:04É exatamente. Esse caso ele vai se renovando,
- 37:07se renovando, se renovando, inclusive.
- 37:09Agora, pera aí pra pensar. Eu acho que essa sátira da
- 37:12Brenda sempre voltar talvez faça referência a isso, né, cara?
- 37:16É. E assim, gente, vou.
- 37:21Spoiler, se você não assistiu sexta-feira 13 não e vai
- 37:26assistir, ainda pula um pouco isso aqui, porque eu vou dar um
- 37:30spoiler, tá, gente, posso dar um spoiler?
- 37:33Pode beleza, pular, tá bom. Primeiro filme.
- 37:38O assassino não é o Jason, né, gente?
- 37:43É a mãe? Dele.
- 37:48E aí nos nas sequências que ele eles trazem essa esse conceito
- 37:53do Jason que voltou dos mortos. Pra assassinar?
- 37:58Quem assassinou a mãe dele? Vamos dizer assim, né?
- 38:01Inclusive. Em um dos filmes, não lembro
- 38:03qual, porque tiveram sequências. Isso é mostrado, né?
- 38:08É Oo motivo dele, dele ter essa revolta e querer matar todo
- 38:13mundo. Na verdade.
- 38:16É só um filho ressentido, né? Coitado, fazendo pela justiça
- 38:21por sua mãe querida. E agora tem um.
- 38:25Rumor que parece que vão fazer um remake, né?
- 38:27De sexta-feira, 13, uma série, alguma coisa assim, né, gente?
- 38:31Agora o sócio faz remake, né? É só uma.
- 38:34Série acabou criatividade, né, gente?
- 38:36Pelo amor de Deus. Em. 79 um filme mudaria pra
- 38:56sempre como nós víamos a exploração espacial e a ficção
- 39:02científica, porque o alien ele trouxe um conceito do terror
- 39:11espacial, né? E aí depois?
- 39:16A gente teve vários outros que vieram nisso, mas o alien gente
- 39:20é um dos filmes de terror, um dos melhores filmes de terror
- 39:23que eu já assisti na minha vida, o primeiro alien, tá?
- 39:30Porque ele? Trouxe aquela coisa do do
- 39:35monstro que não aparecia. Porque você não?
- 39:41Via o alien você viu uma sombra? Porque o?
- 39:47O Ridley Scott, ele ele trouxe esse conceito, né?
- 39:53Eu não sei se de propósito ou se tipo foi que nem o tubarão, que
- 39:57não. Não tinha verba para fazer o
- 39:59alien inteiro. Então só mostrava o pedaço, é?
- 40:04E aí você teve esse conceito do tipo, não aparecia o alien
- 40:08inteiro, você não via, você via pedaços dele.
- 40:11E eu acho que isso que assusta mais.
- 40:14Então, eu não. Assisti esse filme, embora ele
- 40:17também seja um clássico, eu nunca tive interesse, mas eu
- 40:20vejo falarem muito, muito, muito desse filme.
- 40:24Pelo amor de. Deus assista, assista esse
- 40:26filme, porque assim é. É assim, ó.
- 40:31Chefskiss sabe, é muito, é muito bom, gente, que filme bom.
- 40:37E aí? O.
- 40:41A gente teve outros, né, que vieram nesse nesse embalo do
- 40:46alien, né, nessa mesma. Época, né?
- 40:50Dos anos 80 tiveram muitos filmes marcantes, né?
- 40:54Pra esse gênero também, sim. É, teve que nem um dos meus
- 40:59filmes favoritos da vida, que é o enigma de outro mundo, esse eu
- 41:02conheço. Eu não sou o maior.
- 41:06AI, eu, eu. Gosto muito desse.
- 41:08Filme assim, porque? Você tem aquele conceito de tá
- 41:20todo mundo preso no lugar e tem alguém infectado, quem é?
- 41:26É a mesma coisa. Do alien veio nessa coisa na
- 41:28mesma pegou carona nessa coisa do alien, né assim?
- 41:32E aí você tem também, por exemplo.
- 41:35Outros são mais toscos assim, aí a gente entra bem nas na
- 41:39trecheira do do filmes bem trash dos anos 80, que a mosca, a
- 41:46bolha assassina. Não, a bolha assassina é
- 41:49tosquíssimo, gente, eu revi ele esses tempos orais e assim, é
- 41:54ridículo. É muito ridículo.
- 41:57Tem uma estética. Grotesca, né?
- 42:00Sim, porque nos? Anos 80 vocês, jovens, mancegos,
- 42:05crianças. Que não.
- 42:08Viveram os anos 80, gente. O negócio era tosco, assim.
- 42:14E era o que tinha. Era o que tinha.
- 42:17Eu volto aquela. Questão dos efeitos muito
- 42:19práticos, né, que eu acho que nós normalmente não estamos tão
- 42:22acostumados. Essa coisa de de transformação
- 42:26é. Uma decadência?
- 42:30Essa estética mais mais bruta também, sim, é.
- 42:33É faz sentido assim. AA mosca, por exemplo, é
- 42:37nojento. Gente, que filme nojento é
- 42:39nojento. Mas eu?
- 42:40Eu, você acredita que eu nunca assisti o arin?
- 42:43Mas eu já assisti a música e eu acho até um.
- 42:46Eu até considero assim 11 clássico, cult.
- 42:49Cult. Virou.
- 42:50Cult, exatamente, é. Esses filmes trash dos anos 80
- 42:55viraram meio cult, né, hoje? Tem aquele canal Telecine Cult
- 42:59que vive passando a mosca. Passo assim.
- 43:05Sempre. Mas lá nesse passo, assistir o
- 43:08meus mais mais cults alem é a mosca.
- 43:13Eu nunca assisti a bolha, eu não.
- 43:15Conheço. Muito bem, eu conheço a estética
- 43:17do filme por ver alguns recortes na internet.
- 43:21É. Imagens.
- 43:22Do filme, mas eu nunca assisti. Você que já assistiu, acho que
- 43:25pode falar melhor também. Tem essa estética bem bem bruta,
- 43:29né? Bem nojenta.
- 43:32Não nessa. Época eles começaram a criar
- 43:34tudo. Tinha isso.
- 43:36Tinham tudo que eles podiam fazer.
- 43:38Eles faziam. Tinha os pássaro assassino?
- 43:41Tinha. Tinha as baratas, tinha tomate,
- 43:45o. Filme do tomate assassino,
- 43:48gente, esse eu conheço. Eu acho esse filme, que é o
- 43:51filme do. Tomate o que que é o tomate
- 43:53assassino, né, gente? Tem um das das.
- 43:58Aranhas. Cara tinha.
- 44:04Muita tosqueira assim, engraçado que um dos únicos.
- 44:08Filmes bons dessa época assim. Eu não assisti, né?
- 44:12Que foi o alien. Aí todos os outros que são super
- 44:16pra não vou falar que são ruins, são super cult.
- 44:18Eu assisti. Mas é engraçado porque toda vez
- 44:26fica aquela, eu acho que Oo. OA questão do.
- 44:30Terror vem daí do tipo não sei eu quando vi eu, eu já assisti o
- 44:35alien quando eu era mais novo. Só que o alien quando eu
- 44:38assisti, eu já tinha meus. 10 1112 anos.
- 44:43Vai, não faz muito tempo, mas assim, tipo, quando eu assisti,
- 44:48eu tinha, eu já tinha essa sensação de tipo, pô, os caras
- 44:51tão lá. Só que assim uma coisa é, você
- 44:54tá aqui, né? Tá no seu planeta e tal, não sei
- 44:56o que, você tava numa nave trancado, não tinha pra onde ir,
- 45:00não tinha pra onde sair, você não sabia como?
- 45:04Sei lá. Derrotar, seja lá o que que era
- 45:07que tava acabando com todo mundo.
- 45:09E não sabia nada, sei lá, sabe porque eu até?
- 45:14Tava pensando, fazendo o roteiro assim, sobre o contexto, né?
- 45:18Em que o alien foi lançado. Porque a gente tem que entender
- 45:22que nessa época, anos 7060 e 70, o que que tinha de espaço, vamos
- 45:29dizer assim, Star Trek passava na TV.
- 45:34Só que o Star Trek, gente, é aquela coisa assim.
- 45:38Tinha lá os vilões, cada episódio tinha o seu vilão.
- 45:43Só que o Capitão. Kirk e o poc sempre derrotavam
- 45:48os vilões e ficava tudo. É e ficava.
- 45:53Tudo bem, era aquela coisa, família, o espaço era aventura,
- 45:58vamos dizer assim, né? E aí vem o Ridley Scott e fala
- 46:04assim, não, não é aventura. Porque se você tem um predador e
- 46:10é melhor que a gente, que está acima da gente na cadeia
- 46:13alimentar, o ser humano não vai sobreviver.
- 46:17Você entendeu? E eles?
- 46:22Apelavam muito também pra essa essa questão do terror corporal,
- 46:25né? O terror era um monstro em si.
- 46:28Isso. E a.
- 46:29Situação como um todo, né? Porque você IA ser devorado,
- 46:32você era 11, presa fácil. Mas eu acho que era mais um
- 46:38terror, mais prático, né? Não era muito uma questão
- 46:40psicológica, é. É assim, você tem aquela
- 46:46atenção, né, de saber onde está, onde está esse bicho.
- 46:51E aí você vê aquela baba escorrendo assim.
- 46:55E entra aquela parte, que tipo? Você não está, não tem onde você
- 47:00se esconder. Você não, não, não tem
- 47:02segurança. É isso.
- 47:03Isso para. Onde você vai correr se você
- 47:05está no meio do espaço? É é Oo?
- 47:09O slogan do filme é no espaço, ninguém vai te ouvir gritar, num
- 47:15propagação, oi, que desespero. Não é desesperador.
- 47:18Nunca fui pro espaço. Não, mas a.
- 47:22Ideia é ficar na cabeça. Nossa.
- 47:25Não, jamais iremos para o espaço.
- 47:28Glória a Deus, né? Que.
- 47:30Nem pro mar, eu? Gosto de ir, imagina pro espaço
- 47:34e. Esse filme é serviu de
- 47:37inspiração para outros filmes mais atuais, né?
- 47:40Que não necessariamente são do gênero do terror, mas que usaram
- 47:44como inspiração essa questão de estar no espaço, de ter ali os
- 47:47predadores, sim, é verdade. Aliás.
- 47:52Servem sempre de inspiração, né? É, virou.
- 47:56Franquia, né? O alien teve muitos tal filmes
- 47:59ruins. Mas também.
- 48:02Filmes bons assim eu acho que os do James Cameron, né?
- 48:06Que é. O sequências, né?
- 48:08Desse primeiro, já não são de terror.
- 48:11Eles são filmes de ação. Mas são filmes de ação muito
- 48:16bons. Eu gosto muito como filmes de
- 48:19ação, eles são muito bons. A gente tem a replay mais assim,
- 48:22braba, né? Assim brabona e tal.
- 48:26Eu gosto bastante. Aí depois veio uma viagem, uma
- 48:30FIC de de bebê gigante e tal, uns negócios.
- 48:38É. Mas o gente recomendo.
- 48:41Assistam meninos, vocês virem você que não assistiu, assista
- 48:45para ontem, depois você vai me falar.
- 48:48É um clássico, né? Eu acho que não pode faltar no
- 48:50nosso repertório, no repertório de ninguém, aliás, exato.
- 48:54E aí, anos 80 também, gente, uma coisa, parentes.
- 49:00Anos 80 e 90 era a Terra de ninguém.
- 49:03Cinema, TV era Terra de ninguém. Inclusive, eu acho que é muito.
- 49:08Melhor por isso, né? Se.
- 49:10Fazia muita. Coisa louca aí a gente teve em
- 49:1281, lobisomem americano, Londres.
- 49:16E novamente? Voltou, né?
- 49:18Lá lá atrás no nos monstros, né? Pro Brasil?
- 49:25Ele ficou meio adormecido o negócio do lobisomem e foi um
- 49:29ganhou Oscar de maquiagem. Porque a transformação.
- 49:32Vocês já devem ter visto alguma cena disso.
- 49:36Foi assim? É, foi muito bem feita a
- 49:40maquiagem e a cena da transformação.
- 49:44Né do? Rapaz, em lobisomem sim, é.
- 49:49E é assim, pavoroso, tal o filme.
- 49:53E aí a gente teve 84. A hora do.
- 49:57Pesadelo. Né?
- 50:01E mais. Uma vez nós temos perigoso.
- 50:03Seria o killer, né? Só.
- 50:06Que aí? Você pega todos os conceitos de
- 50:09serial killers que você tinha até então e subverte, porque
- 50:13você tem um serial killer que nem vivo está, é?
- 50:17Exatamente, exatamente. E ele vai te.
- 50:21Pegar na hora que você está mais vulnerável, que é a hora que
- 50:25você dorme, porque você está dormindo.
- 50:27Você não. Você está vulnerável, você não.
- 50:30Você está ali deitado e ele vai te pegar dentro do teu sonho.
- 50:34Que eu acho que é o que? Torna o filme tão marcante, né?
- 50:37Exatamente. Porque mexe com.
- 50:40Mexe com você no seu momento mais vulnerável, mais?
- 50:45Mas assim. Realmente vulnerável.
- 50:47Você não espera que nada vai acontecer, né?
- 50:49E nem está preparada para casa. Aconteça e.
- 50:52Aí se o cara te pega no seu sonho e aí você morre na vida
- 50:56real, que que você vai fazer? E que é o conceito de tipo, e no
- 51:02filme tem isso, né? A molecada ali não pode dormir,
- 51:05a gente não pode dormir. E como que o ser humano não vai
- 51:08dormir? Não disso.
- 51:11E. Aí a gente tem, inclusive a
- 51:13gente tem no começo do filme a musiquinha, aquela musiquinha
- 51:19das menininha fazendo moda. É, eu lembro, cara.
- 51:33Marcou demais esse filme. É já, acho que.
- 51:36Começou por aí? Não começou por aí, mas era um
- 51:39dos que já começava. Pô, tem rodinhas AA, tem
- 51:43criancinha cantando. Você já acha meio estranho?
- 51:48Aí você fala, é? Alguma coisa?
- 51:49Errada? Tem alguma coisa errada, porque
- 51:52ele não sei é, eu não vou lembrar o nome do filme agora
- 51:55da. Aquele filme que tem a cena da
- 51:59das gêmeas no corredor de hotel assim?
- 52:02Nossa. Iluminado.
- 52:05É criança, criança, gente, é a coisa mais associadora.
- 52:11Existe. Na face da Terra.
- 52:14Você tem assim o? Conceito de fantasma aí você tem
- 52:17o conceito de fantasma, criança que é pior, é já um nível acima
- 52:23de assustador, entendeu? Exatamente.
- 52:26Isso. Mas é.
- 52:29Eu acho que foi um dos primeiros que que me marcou.
- 52:34Não um dos primeiros que eu vi, mas.
- 52:36Que me marcou bastante, porque eu nunca tinha, eu nem sabia que
- 52:40o Fred existia. E aí eu lembro.
- 52:43Que eu vi. Eu não.
- 52:44Não sei qual qual dos filmes da ordem foi, mas eu eu cheguei
- 52:48assistir, aí passou tudo isso. Eu nossa, pelo amor de Deus, né?
- 52:55A hora do. Pesadelo eu assisti à tarde.
- 52:59Passava na. TV à tarde, pra vocês verem que
- 53:04os anos 90 era sem limite. Sem limite.
- 53:10Passava à tarde, era a Terra de ninguém.
- 53:12A televisão passava à tarde, eu assistia à tarde.
- 53:15Eu tinha 89 anos. Você imagina uma criança de 89
- 53:19anos assistindo esse filme? E eu assisti porque?
- 53:23Eu era criança estranha, né? Assim eu gostava de assistir,
- 53:26assistir coisa. E aí?
- 53:33Gente, eu não sei quais qual desses assistiram, mas aí a
- 53:36gente tem o conceito do zumbi. Porque você tem o.
- 53:40Dia, o dia dos mortos, né? Porque eu gosto.
- 53:43Bastante. Tem o Jorge Romero e tal.
- 53:48E aí você tem esse conceito de zumbi e você tem 81, o Eval
- 53:52Dead, que em português tem um título ridículo que é uma noite
- 53:58alucinante. É ridículo, tem.
- 54:02Nada a ver, né? Não faz nenhum juiz ao filme.
- 54:04Sim, o Eval. Dead, é?
- 54:08Não é? Uma noite alucinante, eu juro
- 54:10que é isso. Português na época que eles
- 54:12acharam que ficaria legal assim, né?
- 54:17Que você tenha. O conceito do necronomico, que é
- 54:22o livro, e aí vem do do love craft, né?
- 54:26Esse conceito do necronomio é um livro que desperta, né?
- 54:30As coisa lá, né? As entidades.
- 54:36Tudo quando lido em voz alta. Meu Deus do?
- 54:40Céu, o negócio fica louco. E aí, você?
- 54:46Tem OOO, um dos dos melhores personagens dos personagens mais
- 54:52engraçados que é o Ash, né? E ele consegue.
- 54:56Deixar o filme leve, né? Mesmo sendo filme de.
- 55:00Terror, né? Ele consegue?
- 55:02Pesado. Né assim?
- 55:05Porque filme de terror? Tu costuma?
- 55:06Pelo menos a mim. Costuma sempre me deixar meio
- 55:09tenso, sim. E o ator é muito engraçado, ele
- 55:13é muito canastrão assim, né? E tal.
- 55:15Tanto é que depois fizeram a série, né?
- 55:17Ash versus Evil Dead e tal, ele já mais velho, já passando dos
- 55:2450 e tal. É bem interessante assim.
- 55:28E aí nós temos em 88 quem? O.
- 55:33Queridinho. Mais uma vez, e o grande sucesso
- 55:39Brinquedo Assassino, gente, aí você.
- 55:42Vem o chucky, que é um todo, um outro conceito, que é o boneco.
- 55:46Aí o boneco possuído é um outro subgênero de terror.
- 55:50Que agora é impopularizado, né? Exato.
- 55:54Graças ao nosso querido, é. James one.
- 56:01É o fuck, né? Que conquistou o público, gente,
- 56:05o. Chuck é assim.
- 56:09É muito? É muito cara.
- 56:12Como que pode, né? Um brinquedo ter te dar tanto?
- 56:20Eu morria de medo quando era criança.
- 56:27Hoje, hoje. Pode não ter envelhecido muito
- 56:30bem, pode, pode ser bobo e tal, né?
- 56:33Assim os efeitos, você olha o brinquedo igual o Chuck.
- 56:36Não te dá medo, né? Assim, porque, tipo Annabelle,
- 56:39você tem os efeitos que o som e o susto que vão te dar medo, né?
- 56:46No Chuck não tem isso, né? Eu.
- 56:49Acho que em Annabelle o que dá susto mesmo é o suspense, né?
- 56:53Sim. Não é a?
- 56:55Personagem em si porque o chucky com uma faca?
- 56:58Eu acho que daria medo. Em qualquer um.
- 57:01É porque ele é. Aquele aquele negócio do trem
- 57:05que não morre? Mais uma vez, o trem que não
- 57:09morre, você não. Consegue.
- 57:11Matar o desgraçado do boneco? Gente, que ódio joga ele.
- 57:15Numa máquina você faz. Tudo EE não, ele continua.
- 57:20Ele volta? Todo costurado, mas ele volta e
- 57:23eu acho que. Receita que deu muito certo, né?
- 57:25Porque tem chucky, tem o filho do chucky, tem a noiva do
- 57:28chucky, tem o retorno do chucky. Tem, tudo tem.
- 57:31Tudo AI. Gente, a gente se.
- 57:32Tornou uma franquia. AI, meu Deus do céu.
- 57:37Mas é muito. É muito louco, né?
- 57:40E ele é. Fofo, mas ele é miserável, né?
- 57:44É miserável. Porque você tem o conceito do
- 57:47era um assassino, que a hora que ele vai morrer ele passa OA alma
- 57:52pro boneco. E aí o boneco é o homem, né?
- 57:57Então tem aquele conceito assim, né?
- 58:00Que EE, eu acho? Que esse filme ele mistura o
- 58:03Sobrenatural, o slasher e. Não é o?
- 58:09Sobrenatural e o slasher. Sim, faz sentido.
- 58:13É mesmo. Ele une, né?
- 58:14Os 2 assim é mesmo e de certa. Forma essa questão também do
- 58:19seria o killer, né? Sim.
- 58:21É ele, é um. Serial killer não deixa de ser,
- 58:23né? É porque.
- 58:24Como é boneco, a gente acha que que não, né?
- 58:27É verdade? Agora, a.
- 58:39Gente, vai falar de um bloco só para ele, porque ele merece, né?
- 58:44E ele merece mesmo, né? Ele tem o?
- 58:47Bloco só dele, porque ele é a Diva do terror que é o nosso
- 58:53querido Steven King. Que a gente tem todo um som de
- 58:57gênero, de filmes do King, né, vamos dizer assim.
- 59:02Conhecido por. Todos amado por muitos.
- 59:05Odiado por alguns? Talvez sim, eu.
- 59:08Conheço gente. Que não gosta?
- 59:15Respeitando. A opinião de todo mundo.
- 59:16Mas eu acho que não gostar dele enquanto diretor, né?
- 59:21Enquanto artista, é quase que. E compra o mundo.
- 59:26Mas é. Mas vamos começar explicando por
- 59:32que que existem tantos filmes baseados nos livros do Stephen
- 59:36King. Por que seu Estevão resolveu um
- 59:39Belo dia colocar lá no começo de carreira, ele resolveu ajudar os
- 59:45estudantes, tal o pessoal que estava começando a fazer cinema.
- 59:48E ele colocou. Para vender os direitos, né?
- 59:52Ele vendia os direitos de adaptação dos seus livros a 1
- 59:56USD. Isso é isso, é verdade, tá
- 59:58gente? Não é?
- 59:59Fique da minha cabeça, isso é verdade, pode procurar essa
- 1:00:01informação. Por isso muita gente comprou os
- 1:00:06direitos dos livros, ele fazia já uns um grande sucesso com os
- 1:00:10livros, veio care, depois veio Salem e tal, ele foi lançando os
- 1:00:15livros e aí povo começou a comprar os os.
- 1:00:19E aí começou a lançar filme do King, assim, ó adoidado.
- 1:00:23Porque claro, né, 1 USD. E aí a gente tem a lista, né?
- 1:00:26Assim de filmes que temos, começando com Kerry a estranha,
- 1:00:32todo mundo já já viu aquela cena do sangue caindo na menina no
- 1:00:38baile, que foi até feito em novela da Globo, né, gente?
- 1:00:42E que tiveram? Muitas versões, né?
- 1:00:45Sim, é verdade. Kerry teve muitas versões.
- 1:00:48Parece agora que vai ter até uma série ouvir falar e é assim.
- 1:00:53Eu já assisti 2 versões, mas eu gosto da versão original de 76.
- 1:00:58Eu acho que a SIS SPACE ela é uma boa care porque ela é
- 1:01:04estranha, né? Assim?
- 1:01:07Com o perdão do. Trocadilho, mas ela é, ela é.
- 1:01:11Ela é esquisita, né? Vamos dizer assim.
- 1:01:13E mas assim é muito interessante, porque o livro?
- 1:01:20Pra quem não sabe. Curiosidades da tia Drica, o
- 1:01:24King tava tentando fazer sucesso como autor, né?
- 1:01:29Como escritor. E ele escreveu Kerry e achou
- 1:01:33muito pesado. E jogou no lixo o?
- 1:01:36Manuscrito. Naquela época, não.
- 1:01:39Existia computador, tá, gente? Era.
- 1:01:41Escrito na máquina de escrever tá, crianças.
- 1:01:47Isso. E aí ele pegou todo aquele
- 1:01:50chaproca de papel e falou assim, não, muito horrível isso.
- 1:01:54Muito forte, tá? Tá muito macabro.
- 1:01:56Jogou no lixo. Tabta.
- 1:02:00Que é a senhora King, né? A tabta achou manuscrito, leu e
- 1:02:08falou para ele assim. Você vai publicar esse livro
- 1:02:11porque é muito bom. Sabe aquela coisa da mulher
- 1:02:14mandou literalmente uma mulher, a esposa dele mandou ele
- 1:02:18publicar e ele publicou e fez um super sucesso, se não fosse a
- 1:02:22tabita não existiria esse vem King gente, essa é a história do
- 1:02:25King, assim, basicamente ele deve tudo que ele tem é a esposa
- 1:02:27dele, né? E a tabita, pra quem não sabe,
- 1:02:30também é autora, né, viu gente, tem livros publicado, tem livro
- 1:02:33dela publicado pela Dark side, inclusive tem.
- 1:02:38Ela escreve, mas ela escreve um suspense, mais aquele suspense
- 1:02:43doméstico que a gente fala, sabe, de tipo famílias, casais,
- 1:02:48aquela coisa da. É, mas é bem.
- 1:02:51Interessante assim, os livros dela.
- 1:02:53E aí a gente tem que o CA já falou O Iluminado.
- 1:02:59Inclusive você? Gosta bastante, né, Drica?
- 1:03:02Eu? Amo assim, não é o meu livro
- 1:03:05favorito do King, tá? Mas eu gosto bastante, mas esse
- 1:03:09cara eu vi esse filme em prestações.
- 1:03:14Porque eu não tive? Coragem de assistir tudo junto.
- 1:03:17Parceladinho a gente. Conquista o mundo.
- 1:03:20Parceladinho tipo episódio de série.
- 1:03:22Assim, eu vinha 30 minutos por dia do filme, porque é assim,
- 1:03:26muito assustador esse. Filme era era um filme que tipo
- 1:03:32pra mim a parte? Que se passava que não tinha o
- 1:03:39personagem daquele daquele ator, né?
- 1:03:42Do do, do principal, lá que tava atrás da da mulher e tal e tudo
- 1:03:45mais. A parte que não tinha ele era
- 1:03:48mais assustadora do que quando ele aparecia.
- 1:03:50Nossa, tem. Umas assombração assim, gente,
- 1:03:53pavorosa, pelo amor de Deus, e assim o filme ele é diferente,
- 1:04:01tá? É totalmente sobre outra coisa.
- 1:04:05Ele é um terror, tá? Ele tem o é tudo igual, mas
- 1:04:09assim, o livro ele vai falar sobre o Danny, porque o Danny, o
- 1:04:14menino, é O Iluminado, o livro chama deschining O Iluminado.
- 1:04:19Quem é O Iluminado? O Danny.
- 1:04:21Então o livro é sobre ele, não é sobre o Jack, que é o pai agora
- 1:04:27o Kubrick. Aí você põe o gênio do Kubrick,
- 1:04:30né? E aí você ele vai falou, não,
- 1:04:34não vai funcionar. Então vamos fazer sobre o Jack,
- 1:04:37sobre o pai sendo atormentado pelo hotel, que é uma entidade
- 1:04:42em si. Assim é muito, muito assustador.
- 1:04:47Nossa, é. Ele consegue ser realmente muito
- 1:04:50mais bizarro do que qualquer outra coisa.
- 1:04:53É eu com certeza. Seria o pai atormentado pelo
- 1:04:56hotel? Cara, é muito.
- 1:04:58Louco aquela cena do banheiro, gente?
- 1:05:01Que pavor daquela cena. Da.
- 1:05:04Mulher, na meu Deus, poucas coisas me deixaram com tanto
- 1:05:09medo na vida. É, é ele.
- 1:05:12Não sei se essa se a mesma cena que você tá dizendo, mas é ele
- 1:05:16que tipo, quando ela tá, eu lembro que ela tá lavando a
- 1:05:19cabeça assim e ela vai tocando assim atrás.
- 1:05:22Nossa, parece um negócio, fala não.
- 1:05:25Esse. É outro filme, Mano.
- 1:05:27Tá vendo uns negócio muito legal também mesmo?
- 1:05:29E esse é? Outro filme que é assustador,
- 1:05:31que eu não assisti, não assistirei jamais na vida, que é
- 1:05:35um outro conceito, que é o terror japonês.
- 1:05:38E é muito é. Demais.
- 1:05:42Pra mim, meu coração não aguenta não.
- 1:05:47Mas falando de King, a gente teve vários outros.
- 1:05:49Aí teve cujo que é do cachorro, né?
- 1:05:53Assim temos Christine, o carro assassino.
- 1:05:56Gente, eu assisti muito Christine quando era criança.
- 1:05:59Estava no SBT. Nossa, Cristina.
- 1:06:03Era muito legal assim, mas era é todos, é tudo isso.
- 1:06:07É livro do Stephen King, gente, colheita maldita, trauma de
- 1:06:11infância nossa, pelo amor. De Deus de novo, as crianças
- 1:06:15cantando no meio do milharal, no meio Do Nada, mais criança.
- 1:06:22Criança, Ah, o negócio da criança ali, gente, não é de
- 1:06:25Deus não. Aí você tem o.
- 1:06:29Os outros? De terror que tem o é outro
- 1:06:32Cemitério Maldito, né? O pet cemitério, que também é
- 1:06:37super assustador. Aí você tem o Cemitério Maldito
- 1:06:412, o trocas macabras, que é muito legal.
- 1:06:45E você tem os filmes que não são de terror, que também são contos
- 1:06:50do King, que é o Conta Comigo, aquele clássico da sessão da
- 1:06:55tarde. E eu amava assistir o Conta
- 1:06:58Comigo. É Um Sonho de Liberdade.
- 1:07:03Também é um conto do King. Você tem o filme do AI, meu
- 1:07:09Deus, esqueci em português. The green Mile.
- 1:07:11Isso à. Espera de um.
- 1:07:14Milagre também um livro do. King.
- 1:07:17Belíssimo, belíssimo, eu? Acho um filme bem sentimental.
- 1:07:23Tem um que eu não sabia que era do King.
- 1:07:25Eu amo, amo esse filme, mas Ah, eu assistia porque por assistir
- 1:07:31e eu não chegava a precisar procurar nada.
- 1:07:34E ele e. Eu fiquei sabendo que ele.
- 1:07:36Era do King, que é o com certeza esse é o meu favorito, se chama
- 1:07:401408. Ele, Ah.
- 1:07:44Eu. Amo esse filme.
- 1:07:47Com John kilsek. Né?
- 1:07:49É muito bom. Ele está dentro do quarto de
- 1:07:52hotel, cara, esse filme é muito bom.
- 1:07:54Medo, muito medo também. Assim que tive quando assisti, é
- 1:07:58muito bom. Esse é muito bom.
- 1:08:00Tem vários outros gente do que assim teve o sobrevivente, que é
- 1:08:06baseado no longa marcha que vai ter agora, vai lançar.
- 1:08:10Make da longa. Marcha.
- 1:08:13E. Tem.
- 1:08:13O meu livro favorito do King, que é um dos meus filmes
- 1:08:17favoritos também. Que o louca?
- 1:08:20Obsessão, misery Hum. Esse eu não lembro, cara.
- 1:08:25Casy Bates, simplesmente casy Bates.
- 1:08:28Ela ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante nesse filme.
- 1:08:33Porque, cara, que filme tenso. E o livro é tenso igual assim.
- 1:08:39É, é muito é o é o autor, né? Ele tá escrevendo o livro e ele
- 1:08:46sempre vai para as Montanhas para escrever tal.
- 1:08:48Ele termina o livro dele, só que tá tendo uma nevasca.
- 1:08:51E ele sofre um acidente de carro, capota tal e cai no meio
- 1:08:54da floresta. E aí Ann welks, que é AA
- 1:09:00personagem da qsb, salva ele. Só que ela é simplesmente, ela é
- 1:09:05a fã número 1 dos livros dele. Porque ele escreve um livro.
- 1:09:08Sabe aqueles livros de banca que tem as mulher na capa de
- 1:09:11vestido? Ele escrevia, o autor escrevia
- 1:09:14esses livro e a personagem do livro dele chamava nisery.
- 1:09:19E aí? Esses romances de banca assim,
- 1:09:21né? E aí ela amava e tal.
- 1:09:23E ele vai, fica muito machucado e tal.
- 1:09:27Não vou. Tá muito gente.
- 1:09:29É o começo do do do livro e do filme, é isso.
- 1:09:32Depois vocês vão saber o que que vai acontecer.
- 1:09:34Por que que chama louca? Obsessão, eu tenho até medo, é.
- 1:09:36É uma coisa que uma das coisas que eu odeio eu não suporto, é
- 1:09:41quando são personagens assim, não, que eu odeio, tipo AI, AI,
- 1:09:44não gostei e tal, mas tipo, Mano, jamais.
- 1:09:48Eu queria isso na minha vida. Mas aí Oo nome do filme já disse
- 1:09:53tudo, entendeu? O louca obsessão.
- 1:09:56Ah, é? Ela é fã do cara?
- 1:09:58Encontra o cara. E o cara sofreu um acidente.
- 1:10:01Mano não mora no meio Do Nada. E assim.
- 1:10:04Ele não é terror, ele é um filme tenso.
- 1:10:08Ele te deixa tenso. Você fica com o pescoço assim, ó
- 1:10:11doendo. E.
- 1:10:22Aí. Gente, vamos para os anos 90 que
- 1:10:26a gente está caminhando no tempo aqui, né gente?
- 1:10:28Então vamos para os anos 92000 para fechar esse programa.
- 1:10:31Pelo amor de Deus, que nós vamos ficar aqui 3 horas falando, né?
- 1:10:37E nos anos? 90 a gente teve OOA, volta dos
- 1:10:42slashers, porque é os anos. 70 ali começo do 80 foi muito
- 1:10:50forte, aí depois deu uma esgotada, né?
- 1:10:53No tema, mas no final dos anos 90 finalzinho 96 voltou com
- 1:11:01tudo, essa coisa do slasher e do serial killer, porque foi
- 1:11:06lançado pânico e. Particularmente, é uma das
- 1:11:11minhas franquias de terror. Preferidas?
- 1:11:13Eu acho que não tem defeitos. Eu gosto muito de pânico, gosto
- 1:11:17também. Dos.
- 1:11:18Atores, né? É muito?
- 1:11:21Legal porque assim, gente, eu tinha 12 anos quando foi
- 1:11:25lançado, então eu assisti quando foi lançado, ó.
- 1:11:31A tia. É velha gente.
- 1:11:35Então, e. Aí você pega você, eles pegaram,
- 1:11:40né? A Drew berimor?
- 1:11:43Então pensa na? Drew bermor, que era a sensação
- 1:11:47naquela época, super famosa e tal.
- 1:11:52E você põe? Ela no filme, no começo, na
- 1:11:54primeira cena, e ela é assassinada, você pega a atriz,
- 1:12:02a única atriz conhecida do elenco, e você mata ela na
- 1:12:07primeira. Cena.
- 1:12:09Entrevista dizendo que ela quis ficar nessa primeira cena por já
- 1:12:12ser uma atriz conhecida e isso chamaria atenção do do público.
- 1:12:19Né que? Consumiria o filme meio que uma
- 1:12:21jogada de marketing, exato. E aí você tem toda aquela coisa
- 1:12:26da metalinguagem nesse filme, porque eles são adolescentes que
- 1:12:31gostam de filme de terror, entendeu?
- 1:12:34E aí você tem lá o personagem branding que é.
- 1:12:39Um aficionado por filmes de terror.
- 1:12:41Então ele sabe tudo, ele sabe tudo que vai acontecer e tal nos
- 1:12:46filmes, todos aqueles clichês. Ele sabe tudo.
- 1:12:50E é muito legal porque tem essa coisa da metalinguagem, né?
- 1:12:54Assim, e aí? Também entra um pouco da questão
- 1:12:57do tipo, ainda mais por por eles serem infância, tipo, Ah, vai
- 1:13:01acontecer tal coisa, não aquele velho.
- 1:13:04Acho que isso entrou muito nos nos anos 90 para cá.
- 1:13:08Não pare. Isso é mentira.
- 1:13:09Você vai acreditar nisso, nessa história.
- 1:13:11Um maluco por aí, vestido não sei o que, matando pessoas?
- 1:13:15Ah, isso é história que o pessoal está inventando, não é?
- 1:13:19Você é medroso e tal. Isso é não.
- 1:13:24E aí tem também essa coisa do é que todos os filmes depois dele
- 1:13:30tiveram, que é o plot twist no final.
- 1:13:35Que aí, quando? Você descobre quem é o porque.
- 1:13:39Pensa comigo aqui, ó, volta lá para os anos 70 e tal. 80.
- 1:13:44Você tinha os assassinos dos lashes.
- 1:13:47Sabia quem era. Jason.
- 1:13:51O Fred tinha o leder face tarará com a família toda louca dele.
- 1:13:58Então você, você sabia quem era? Você tinha o chucky.
- 1:14:03Esses aqui você não sabia quem era o assassino?
- 1:14:06Essa coisa bem Agatha Christie. Você descobria só no final e
- 1:14:11eram sempre as. Pessoas que você menos
- 1:14:13imaginava, menos exatamente, exatamente.
- 1:14:18E aí a gente? Linka já com os outros porque
- 1:14:20veio depois desse sucesso do pânico, veio eu sei o que vocês
- 1:14:24fizeram no verão passado, que eu.
- 1:14:26Acho que também. Não tem defeitos, acho que são
- 1:14:29filmes que envelheceram muito bem.
- 1:14:31Muito bem. Eu adoro assistir até hoje.
- 1:14:34Lenda urbana, gente. Lenda urbana é muito bom, cara.
- 1:14:39Premonição que já é de 2000, né? E que eu de.
- 1:14:45Paixão, amo. E eu acho que.
- 1:14:51Um suspense? Meio misturado com terror
- 1:14:54misturado com slasher eu acho muito bom mesmo um terror meio
- 1:14:58psicológico, né? Isso é.
- 1:15:00Porque assim vamos pensar, que pânico.
- 1:15:04Eu sei o que vocês fizeram. Deu uma esgotada, certo?
- 1:15:08Aí veio o cara do lender urbana, falou, o que que a gente pode
- 1:15:11fazer de diferente? Então vamos pegar lendas
- 1:15:14urbanas. Isso é uma época.
- 1:15:18Pré internet, então não tinha clipe, pasta era lenda urbana
- 1:15:22que a gente falava e aí, é? Ele, Ah, e se o assassino
- 1:15:29matasse? Baseado nas lendas urbana?
- 1:15:34Fez sucesso. Aí veio o cara do primação e
- 1:15:37falou assim, cara, já fizeram de tudo.
- 1:15:39O que que eu vou fazer? E se o serial killer não fosse
- 1:15:42um ser humano, fosse a própria morte e entre?
- 1:15:46Aquela questão de tipo a. A morte você?
- 1:15:49Não pode fugir dela, sabe? Que até eles falam no próprio
- 1:15:53filme, pô, mas a gente tem que encontrar um jeito de enganar a
- 1:15:56morte, mas como é que você vai fazer isso aí?
- 1:15:59Eu vi que vocês colocaram vários aqui que eu amei, mas tipo, esse
- 1:16:03filme, cara, é ruim? É muito ruim, mas é um ruim que
- 1:16:07eu curto. Eu acho muito engraçado e muito
- 1:16:10legal de assistir, que é a casa de cera.
- 1:16:12Ah, eu também. Acho não, eu também acho.
- 1:16:15Muito legal. Acabou se tornando tão bem
- 1:16:18clássico cult, né? Porque é ruim.
- 1:16:20Tudo que é ruim vira cult. Mas eu gosto muito desse filme.
- 1:16:23Eu acho ele muito engraçado, divertido ele é.
- 1:16:27Mas. Sabe a casa de sira?
- 1:16:29É um filme que eu nunca consegui achar terror.
- 1:16:33Nunca. Ele tem aquela aquela parte de
- 1:16:37suspense dele e tal. Mas a premissa.
- 1:16:40Né do filme? Eu acho que o terror que que
- 1:16:45tinha que ter ali se perde. Talvez.
- 1:16:49E ele é de 2005, então esse filme fez um sucesso até que
- 1:16:56razoável, porque a gente tem o gerrid padalec.
- 1:17:03Que na época? Estava estouradaço em Gilmore
- 1:17:05Girls. Né quem?
- 1:17:08Que para quem não está associando o nome a pessoa gered
- 1:17:11padalak é o é o samu inchester, né?
- 1:17:15Assim, então é. Eu acho que, se não me engano,
- 1:17:18eu não tinha começado ainda o super natural.
- 1:17:22Eu acho que não acho. Tá eu.
- 1:17:25Não, eu acho que eles. Eu acho que eles já tinha saído
- 1:17:28já. Eles já estavam em super
- 1:17:30natural. E ele estava estouradaço, né,
- 1:17:32naquela época. E ele é um dos protagonistas da
- 1:17:36história, tal. E aí, falem aí, um dos que vocês
- 1:17:40colocaram, gente, é muito legal. Esses filmes que vocês
- 1:17:43colocaram, eu coloquei. O Grillo, porque eu acho que
- 1:17:47particularmente eu gosto muito e ele é derivado de um de um
- 1:17:51terror coreano que eu não sei o nome.
- 1:17:55Mas que tem mais? Ou menos ali, a mesma.
- 1:17:58O mesma. Premissa de filme eu
- 1:18:01particularmente gosto muito desse filme, é.
- 1:18:04Gosto. Muito do albergue, eu acho o
- 1:18:06filme. Eu particularmente acho um filme
- 1:18:08engraçado e é volta aquela coisa do gillette, aquela coisa de
- 1:18:14cortar a parte do corpo, um homem mais ninguém sabe quem é.
- 1:18:19Eu gosto do filme. Eu acho até um filme bem
- 1:18:21engraçado, porque ele é tão ruim.
- 1:18:25Que ele se torna? Engraçado, mas eu gosto muito
- 1:18:27desse filme. É eu não.
- 1:18:29Assisti o albergue, mas eu acho que ele já tá nessa coisa do
- 1:18:33terror, sádico porque? Você tem?
- 1:18:36O albergue você tem aí a franquia de Jogos Mortais que
- 1:18:39fez muito sucesso. O primeiro filme é assim, muito
- 1:18:44bom, eu acho muito bom assim. Mas realmente é um terror
- 1:18:48sádico, vamos dizer assim, né? É que é o sofrer por sofrer.
- 1:18:54Vamos. Não que os outros não sejam, mas
- 1:18:56tipo, ele tem uma outra pegada, né?
- 1:18:59Assim, porque assim. Ele fazia todas e todas aquelas
- 1:19:02maldades, mas não tinha um porquê, né?
- 1:19:06Eles só queriam por fazer mesmo, cortar pessoas, cortar as partes
- 1:19:11e costurar em outras. Era meio que um.
- 1:19:15Cientista. Maluco.
- 1:19:22E aí você tem que nem você tava falando do grito, né?
- 1:19:26Porque teve depois que voltou os slashers, voltou também o
- 1:19:30Sobrenatural, né? Porque daí?
- 1:19:34Veio é, começou tudo com Bruxa de Blair.
- 1:19:37Gente, Bruxa de Blair merecia só um programa só Pra Ele, porque
- 1:19:41foi um evento. Às vezes não tem noção.
- 1:19:45Porque assim eu vejo muita. Gente que fala mal desse filme,
- 1:19:49mas eu acho esse filme um filme muito brilhante, muito
- 1:19:51inteligente isso. Porque como que foi?
- 1:19:55Deixa eu contar AA ponto de vista de quem viveu naquela
- 1:20:00época. Não existia internet.
- 1:20:02Não tinha internet. Então, o que que a gente sabia?
- 1:20:07Nada. A gente sabia que.
- 1:20:09O filme IA ser lançado ponto. O filme vai ser.
- 1:20:14Lançado ponto. Beleza, você IA lá na locadora,
- 1:20:17ó, IA na locadora, IA aí. Qual que era a premissa da Bruxa
- 1:20:24de Blair? E o marketing aí é a genialidade
- 1:20:27do. Foi achado?
- 1:20:31Numa floresta dos Estados Unidos da cidade de Blair, uma
- 1:20:36filmagem. De um grupo.
- 1:20:39Né, um trio lá de estudantes que foram fazer uma pesquisa e foram
- 1:20:43filmar e. Ficaram desaparecidos.
- 1:20:46E aí, acharam isso aqui, gente, ó, documentário é um
- 1:20:50documentário. Então documentário é o quê?
- 1:20:55Real, né? Vamos, vamos dizer assim, você
- 1:20:58acha que é real? Então a gente foi assistir esse
- 1:21:00filme achando que era de verdade.
- 1:21:06E aí, o? Pavor.
- 1:21:09O. Pavor do da adolescente aqui,
- 1:21:12que eu era adolescente naquela época.
- 1:21:15Pensa no nosso pavor assistindo, achando que aquilo era de
- 1:21:18verdade, porque né? E éramos inocentes ingênuos
- 1:21:24naquela época pra internet, a gente acreditava nas coisas que
- 1:21:27eram falado pra nós, você entendeu?
- 1:21:30E aí, esse foi cara, que conceito brilhante.
- 1:21:33E foi o primeiro mockumentary. Antes de?
- 1:21:40Existir o. Atividade.
- 1:21:43Paranormal, itarará, essas coisas de found futed veio Bruxa
- 1:21:49de Blair. Foi um conceito inovador naquela
- 1:21:51época, porque depois que a gente descobriu que não, que era filme
- 1:21:55mesmo, ô, cara, eu não acredito que era filme.
- 1:21:58Filme mesmo, que era tudo mentira, porque a gente assistiu
- 1:22:02achando que era verdade. Cara, eu me.
- 1:22:05Borrei, vocês não tem noção? Uma das primeiras?
- 1:22:13Ações aterrorizantes. Foi, foi, foi essa, né?
- 1:22:17Porque a. Gente achava que era real.
- 1:22:21Sério? É Sério que a gente achava que
- 1:22:23era real mesmo assim? Porque não existia hoje em dia
- 1:22:28na internet, 5 minutos. Todo mundo tá sabendo das
- 1:22:30coisas, né? Naquela época não era assim,
- 1:22:32gente. E aí?
- 1:22:35Depois da Bruxa de Blair, veio. Um outro conceito de filme, que
- 1:22:40daí eu já não entro nesse, nesse nessa área porque né?
- 1:22:46O pavor é muito. Grande que é o terror japonês,
- 1:22:49desculpa, mas. É o melhor de todos?
- 1:22:51É o melhor de todos. Eu acho muito.
- 1:22:53Aterrorizante mesmo, cara, não? Ninguém.
- 1:22:56Sabe fazer terror assustador igual aquele igual os japoneses,
- 1:23:01gente? Eles são bons é porque.
- 1:23:03Assim, essa coisa do do espírito que fica.
- 1:23:08Né? Obsessor tal no lugar já é muito
- 1:23:11da cultura, porque inclusive eu já li um livro de contos que se
- 1:23:15chama contos de terror sobrenaturais japonês.
- 1:23:18Tenho que indo ali, mestre, inclusive para quem quiser ler,
- 1:23:21que são lendas que já existem há muitos anos, até séculos, tá?
- 1:23:28Que são lendas. Sobrenaturais.
- 1:23:32Então, eles. Já têm é da cultura deles isso.
- 1:23:37E eles também. Pegam é é dando uma adenda, essa
- 1:23:41questão de de já ser a cultura. Eles pegam justamente aquela
- 1:23:44questão de pegar as lendas urbanas que já existem ali, né,
- 1:23:50entre eles, e colocar isso na tela, levar isso para o cinema,
- 1:23:54para o prato, né? Arte.
- 1:23:57Como um. Todo porque assim que nem?
- 1:24:00Aí você vê, veio Oo chamado, né, que teve a versão dos Estados
- 1:24:06Unidos, né? Que é de causar um medo, gente,
- 1:24:11aquela menina saindo da televisão não é de Deus?
- 1:24:19Tamara, ela veio. Pra cara.
- 1:24:22Não é de Deus aquilo não, gente, pelo amor de Deus.
- 1:24:25Que que é isso? Aquela coisa eu assisti.
- 1:24:28Foi um dos últimos filmes de terror Sobrenatural que eu
- 1:24:31assisti, inclusive porque eu fiquei tão traumatizada que eu
- 1:24:33falei, não, não quero mais. Não é para.
- 1:24:38Mim. Porque, cara, eu não dormia
- 1:24:41literalmente. Assim eu via aquela menina.
- 1:24:44É, é horrível assim. Aquilo entra na sua cabeça de um
- 1:24:48jeito que meu. Que seja um tão.
- 1:24:52Aterrorizante, né? Porque realmente mexe ali com
- 1:24:55você e fica gravado na sua mente.
- 1:24:57Você não por nada, parece que tem que ir perseguindo.
- 1:25:04Exato. Exato.
- 1:25:07E é que nem o grito que vocês falaram, né?
- 1:25:10OK, falou do grito que é um dos favoritos dele, que é aquele som
- 1:25:13que aquela mulher faz lá da série da HBO.
- 1:25:17Meu Deus, que desespero. Aquele som é extremamente.
- 1:25:22Bizarro isso pelo amor. De Deus EEE.
- 1:25:27Tem muita, muita coisa no em alguns, alguns, não todos.
- 1:25:31Mas em alguns que eu já vi de de histórias e filmes de terror, é
- 1:25:37principalmente japonês, é sempre a questão, tudo bem, americano
- 1:25:41também fazia isso, mas pô, americano às vezes era, Ah, o
- 1:25:47grupinho ali que se perdeu, tava viajando, não sei pra onde tal,
- 1:25:51e aconteceu tal coisa é o grupo de amigos ou então a família,
- 1:25:57enfim, no Japão, cara, é, sei lá.
- 1:26:02Uma pessoa que foi pro Japão então tá sobre alguém que mora
- 1:26:06no meio Do Nada e aí tá acontecendo com ele, é isso?
- 1:26:10Uma casa amaldiçoada, alguma coisa abandonada.
- 1:26:14E tipo, é, tem aquele aspecto entre aspas, né?
- 1:26:18Não? Não que seja algo corriqueiro,
- 1:26:20mas é. Tem um pouco mais da aquela
- 1:26:24parte da solidão. Sabe do do?
- 1:26:27Vazio. É, você pega o banal, vamos
- 1:26:33dizer assim, que é a casa, sua casa.
- 1:26:36Você tá na sua casa. E aí aquilo acontece ali dentro,
- 1:26:41né? Eu entendi o que você e a
- 1:26:44história do grito é. Muito triste.
- 1:26:47A história dela, porque, tipo, ela é morta, né?
- 1:26:50Ela sofre um feminicídio e junto com o filhinho e os 2 ficam
- 1:26:56presos ali naquele lugar. É muito triste isso, né?
- 1:27:02Não. Exatamente.
- 1:27:04É. É algo que assim no filme você
- 1:27:07vai vendo. É bizarro.
- 1:27:08É extremamente bizarro. Depois que depois que eles
- 1:27:12contam, né? Que no que, se não me engano, a
- 1:27:16é uma mulher que vai pra casa, né?
- 1:27:18Pra pra aquela casa. Isso e ela acaba descobrindo a
- 1:27:21história por trás do que realmente aconteceu.
- 1:27:23Só só piora as coisas, sabe? Só piora as coisas, é.
- 1:27:27Tipo, é uma coisa que não tem solução, né?
- 1:27:29Assim não. Não é legal?
- 1:27:34Cara, é muito. Muito triste.
- 1:27:36Tem um outro que eu não assisti também, mas eu sei, já vi cenas
- 1:27:41tal que é japonês também, que é um.
- 1:27:44É que os os os espíritos fica. Montado em cima do ombro das
- 1:27:53pessoas. Cara que?
- 1:27:59Desespero aquilo. Meu Deus.
- 1:28:03Eu não. Assisti.
- 1:28:05Medo. Eu assisti.
- 1:28:06Eu até assisti, na verdade, mas eu tinha muito medo.
- 1:28:09Então eu assisti daquele jeitinho, né?
- 1:28:12Almofada ali, botando a cara. Tinha hora que eu só porque eu
- 1:28:17acho que. Meio assim?
- 1:28:22Eu lembrei. O se chama a morte está ao seu
- 1:28:26lado e é um filme tailandês isso.
- 1:28:31Isso obrigada. Eu não.
- 1:28:35Eu gosto do filme, na verdade, mas o mesmo já tendo assistido
- 1:28:40ainda é um filme que me causa um pouco de medo, então eu não
- 1:28:43tenho coragem de assistir sozinho.
- 1:28:45E a vez que eu assisti. Foram 2 vezes.
- 1:28:49A primeira vez foi daquele jeito, né?
- 1:28:52Não é não querendo muito, tapando, rouco.
- 1:28:54A primeira vez foi com um pouco mais de coragem, mas ainda é um
- 1:28:59filme que me desafia. Eu não tenho coragem de assistir
- 1:29:02sozinho, não. Tinha um.
- 1:29:04Agora, fugindo um pouco aqui do do do japonês, é que eu não sei
- 1:29:10se ele vai entrar na nessas épocas aqui.
- 1:29:12Deixa eu ver. Mas no começo eu não achava ele
- 1:29:15tão terror assim. Mas um da franquia conseguiu me
- 1:29:21deixar com um pouco de medinho que foi a atividade paranormal,
- 1:29:25eu? Gosto, Hum.
- 1:29:28É, vou falar que eu nunca assisti nenhum Sério?
- 1:29:33Nunca. Assisti então você já tem um?
- 1:29:36Dever pra cá de casa? Nossa, não.
- 1:29:39Nunca, nunca me interessei assim, tipo, mas na?
- 1:29:42Verdade, embora mexa com essa parte do Sobrenatural, eu também
- 1:29:45não considero. Muito.
- 1:29:49Ele, ele não. Tem medo?
- 1:29:50Ele acontece algumas coisas sobrenaturais em casa.
- 1:29:54Eu acho até que costumam ser baseadas em fatos reais, mas
- 1:29:59nada que dê medo igual. E igual esses?
- 1:30:04Filmes que nós citamos, né? Igual eu acho que são filmes que
- 1:30:08dão mais medo do que atividade paranormal, é.
- 1:30:13Mas tem. Tem um que a gente colocou aqui,
- 1:30:17mas tem um outro que eu lembrei também.
- 1:30:19São é sobrenaturais também. Começo dos anos 2000, que é os
- 1:30:25outros que a gente, que eu adoro esse filme.
- 1:30:29Ele tem um plost twist no final. Assim, a Nicole Kidman tá muito
- 1:30:34boa, né? Ela tá?
- 1:30:37Muito bem, eu gosto muito desse filme porque é um negócio.
- 1:30:42Que eu gosto muito, inclusive na literatura gótico.
- 1:30:47É que é aquele. Aquela coisa da casa antiga, mal
- 1:30:52assombrada, isso daí. E o gótico tinha tem muito
- 1:30:56disso. Casas antigas e tal.
- 1:30:59É não sei se vocês assistiram os outros já.
- 1:31:02Já tem muito também daquela questão, tipo o objeto que ficou
- 1:31:06guardado, que tem a lembrança de não sei quem e tal.
- 1:31:10Cara, é? Muito sem.
- 1:31:16Sem. Me envolver muito com o filme,
- 1:31:18então tem uma vaga lembrança. Entendi.
- 1:31:23Assiste de novo. Então, porque eu acho que isso
- 1:31:25você vai gostar hoje. Se você assistir hoje, hoje já
- 1:31:28vai gostar. É e outro.
- 1:31:32Que eu lembrei aqui também é de Sobrenatural, que eu não
- 1:31:36acredito, que eu não lembrei de colocar esse filme que é.
- 1:31:40OC sentido. Nossa.
- 1:31:43Esse filme? Inclusive meu avô.
- 1:31:46Era. Ele não era fã de.
- 1:31:48Terror, na verdade, mas ele gostava muito desse filme em
- 1:31:52específico, ele. Sempre.
- 1:31:54Que passava assim na televisão. Ele assistia, ele gostava
- 1:31:58bastante. Eu gosto, não sou maior fã, mas
- 1:32:01eu acho um filme muito bom, eu acho.
- 1:32:03Que. É de todo mundo ter que assistir
- 1:32:05pelo menos uma vez. Mas o problema?
- 1:32:09É que aí a gente entra no fenômeno de internet que hoje
- 1:32:12não dá para assistir essas coisas sem já saber o que
- 1:32:15acontece. Porque o?
- 1:32:18Legal desse filme é a experiência de você assistir sem
- 1:32:22saber porque você vai querer assistir depois voltar o filme e
- 1:32:27assistir tudo de novo, porque na hora que você descobre no final
- 1:32:31a virada, o plot twist, né? É, mas é.
- 1:32:36É muito assustador. E aí a gente tem o conceito do
- 1:32:39que. Do que, do que criança, porque.
- 1:32:45Criança também costuma. Ter muito essa questão do plot
- 1:32:49twist, né? Sim.
- 1:32:51É verdade o negócio da criança? Gente, tem uma cena que é o
- 1:32:59fantasma de uma menina que ela morre envenenada.
- 1:33:03E aí? É cara, que pavor daquela
- 1:33:09menina, meu Deus, dentro da barraquinha.
- 1:33:15Gente. Meu Deus do céu, que que pavor
- 1:33:19daquele menino. Nossa, que pavor daquela menina.
- 1:33:22E o coitado do menino, apavorado, falando assim que ele
- 1:33:26tá apavorado, porque ele via em tudo quanto é lugar, né?
- 1:33:29Sim. Meu Deus, é?
- 1:33:35Muito. É muito assustador nesse
- 1:33:37sentido. É muito.
- 1:33:38Foi uma experiência de vida. Muito.
- 1:33:43Nossa. Demais, demais.
- 1:33:47Demais, e eu acho que por ser. Criança ninguém espera, né?
- 1:33:49Que seja um filme tão macabra assim.
- 1:33:53Mas. Ele.
- 1:33:54Ele. Mostra que veio.
- 1:33:57Mostra que veio e. A gente tem o nosso querido
- 1:33:59Bruce Willis, né, que está muito bem nesse filme assim.
- 1:34:04E que um nome muito. Conhecido, né?
- 1:34:09Por isso também o filme. Além do filme ser muito bom, eu
- 1:34:13acho que que ter atores com nomes já renomados, né?
- 1:34:17E já com uma trajetória é, colaboram muito.
- 1:34:28É isso? Gente, cara, vocês tem noção que
- 1:34:31nós ficamos 2 horas falando de filme de terror e acho que não
- 1:34:34chegamos nem metade? De todos os.
- 1:34:38Filmes. Porque nós não chegamos?
- 1:34:40Nem no ano 2010 ainda. Bastante, bastante conteúdo
- 1:34:47mesmo. Eu até coloquei aqui porque eu
- 1:34:50não não me atentei que tinha passado de 2010, né, professor
- 1:34:54não sabendo? É, e aí?
- 1:34:58Mas realmente eu acho que vale uma segunda parte exato.
- 1:35:03Fica aí, vou deixar aqui, ó Oo gancho.
- 1:35:07Para quem está ouvindo engajar, porque se você engajar nesse
- 1:35:12episódio, comentar chove, DM lá na black gente fala assim, ó,
- 1:35:18que parte 2. Queremos filmes de terror novos
- 1:35:222010 para frente engaja muito filmes de terror.
- 1:35:25Ruins isso se a. Gente tiver assim, ó, muito
- 1:35:29engajamento, muito comentário. Muita.
- 1:35:33Visualização nesse nesse episódio, gente, nós.
- 1:35:39Inclusive. Uma coisa.
- 1:35:41Para namorada? Para namorado, para ficante.
- 1:35:44Eu quero que vocês digam. Um filme de terror?
- 1:35:48Nos comentários eu falei escrevendo um comentário, manda
- 1:35:51para gente, manda onde você quiser que vocês acham ruim?
- 1:35:55Porque a gente deve falar é. Às vezes.
- 1:36:00Pode ser ruim, mas você é fã, ei, fica aí o convite para vocês
- 1:36:05engajarem que a gente vai. Mas mas antes da gente, né?
- 1:36:09Se despedir, vou pedir para os meninos indicarem qual de todos
- 1:36:15esses aqui é que a gente falou, qual que vocês acham que?
- 1:36:21O povo tem que. Assistir o pessoal precisa
- 1:36:23assistir esses filmes, indica aí.
- 1:36:26Eu indico. O Exorcista, porque eu acho que
- 1:36:30é. Um Marco na vida de qualquer
- 1:36:32pessoa, existe uma antes de assistir esse filme e uma vida
- 1:36:36depois de assistir. Então, eu acho que eu.
- 1:36:40Eu realmente um filme que eu recomendo.
- 1:36:43Ele é um clássico, é, tem um exorcista, tem um exorcismo de
- 1:36:48Emily Rose, que eu também acho que seja um Marcos.
- 1:36:51Você pode até assistir um depois do outro, é?
- 1:36:57E. Um filme que também é uma.
- 1:37:01Franquia, né? Na verdade que eu sou muito fã é
- 1:37:03pânico. Então eu também recomendo que
- 1:37:05todos assistam. E atualmente, né?
- 1:37:09Teve aí recentemente uns. Uns 2.
- 1:37:13Filmes mais recentes de pânico dessa franquia, então vale a
- 1:37:16pena, né? De você começar lá atrás e vir
- 1:37:18acompanhando a história até hoje.
- 1:37:20É bem interessante e tem uma série.
- 1:37:23Colocamos aqui que na verdade é uma série bem atual.
- 1:37:26De. 2000, e. 20. Se eu não me engano, ela está
- 1:37:30disponível na HBO. E é.
- 1:37:33Lovecraft Country, ela só tem uma temporada, uma série bem
- 1:37:37curtinha, se eu não me engano. São 10 episódios que mistura
- 1:37:42slasher, Sobrenatural é casa mal assombrada, mistura tudo é bem
- 1:37:49interessante, tem volta no tempo, mistura ciências, é uma
- 1:37:53série bem interessante. E como você tem uma?
- 1:37:56Temporada, né? Vocês conseguem assistir bem
- 1:37:59rapidinho. Eu acho que vocês vão gostar
- 1:38:00também. Eu particularmente gostei muito
- 1:38:02depois. Que eu comecei a?
- 1:38:03Assistir não consegui mais parar.
- 1:38:06E é isso nossa, legal. Gostei, gostei, vou anotar e aí
- 1:38:13cá conseguiu pensar, é eu? Achei 2, mas são as primeiras
- 1:38:17que eu vou falar, são 2. Até que as mais recentes, de
- 1:38:22novo o filme ogrito. E o?
- 1:38:26Filme do do um do Stephen King, que é o 1408.
- 1:38:31Os 2 estão na estão na Amazon Prime, então você consegue
- 1:38:36assistir, ó, tem o Prime aí, assiste lá os 2 filmes ou um só,
- 1:38:41né? Vai, vai, vai com calma, vai
- 1:38:42devagar, vai devagar, porque assim é bom você digerir um tal,
- 1:38:48passar um tempinho, depois ver outro.
- 1:38:50E eu acho, olha aqui. Depois eu vou recomendar.
- 1:39:02Eu acho que esse aqui. Porque eu gosto da temática de.
- 1:39:07Os. Universitários fazendo alguma
- 1:39:09coisa que não deviam e depois eles se arrependem, dá, dá algo
- 1:39:13muito ruim. Tá.
- 1:39:16Que é, eu sei que vocês fizeram no verão passado, que inclusive
- 1:39:21vai ter ou já teve, né? O.
- 1:39:23O novo vai sair ainda não é? Vai sair, é?
- 1:39:26Vai sair o novo, mas vejam o. Antigo o antigo é bom?
- 1:39:29Vale a pena? Sim, é.
- 1:39:31Verdade? Muito bom, bom, eu vou indicar
- 1:39:36para vocês, por favor. Por favor.
- 1:39:42Mesmo. Assistam, aliem, assistam aliem
- 1:39:48o oitavo passageiro porque é um. Melhores filmes já feitos na
- 1:39:54face dessa Terra. Ou do espaço?
- 1:39:57Né? No caso.
- 1:39:58Mas assistam, gente, alien é muito, muito bom.
- 1:40:04Assim é. Então vou deixar aqui a
- 1:40:07indicação do alien, porque é excelente e indicarei também.
- 1:40:14O Iluminado também é um dos melhores filmes que o Kubrick
- 1:40:20fez. Stanley Kubrick, então assistam
- 1:40:25O Iluminado, se você tiver medo, faz que vai assistir meia hora
- 1:40:28por dia, aos pouquinhos, né? Que não, não dá tanto medo,
- 1:40:33então assistam O Iluminado assim, porque é muito bom.
- 1:40:39É e o último que eu vou indicar, louca obsessão.
- 1:40:45Oscar de. Melhor atriz para cast dates,
- 1:40:48gente, é simplesmente isso. Ela ganhou o Oscar por esse
- 1:40:51papel, então assiste esse filme porque é tenso.
- 1:40:56Pensa num filme tenso e é muito, muito bom.
- 1:41:01Vocês não vão se arrepender de assistir esses 3 filmes.
- 1:41:03Vai por mim assim, porque é realmente é muito bom.
- 1:41:09Então, para. Terminar aquele recadinho de
- 1:41:12sempre, fala que. Black nas redes sociais, tá aí
- 1:41:17na descrição, Instagram, TikTok, YouTube.
- 1:41:22Os podcasts da black estão nos melhores aí agregadores.
- 1:41:28Pode seguir é e dar sua avaliação, que ajuda muito,
- 1:41:33muito, muito. Tá ouvindo aqui pelo YouTube, já
- 1:41:37deixa o seu like, já se inscreve no canal, ativa seu sininho aí
- 1:41:42para. Não perder nenhuma atualização
- 1:41:44de nenhum podcasts, de nenhum dos vídeos.
- 1:41:47Então dá essa força aí pra gente, certo?
- 1:41:51É isso, gente? Um beijo e até o próximo e
- 1:41:55tchau.