Latest / Na Mesa com Well / Kathryn Kuhlman: "Kathryn Kuhlman Morreu": A Ressurreição no Beco Sem Saída
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- 0:00Bem-vindo ao na mesa com o well, o lugar pra quem busca
- 0:03profundidade e historicidade de forma acessível na correria do
- 0:07dia a dia. E este é o nosso novo episódio
- 0:11do dossiê da série legado de unção, catrin Colman, vaso de
- 0:16Barro, Glória de ouro. É muito bom estar de volta pra
- 0:19mais esse mergulho. Com certeza.
- 0:22E olha pra quem tá ouvindo a gente.
- 0:24Agora eu quero propor um exercício rápido de imaginação.
- 0:28Pensa na seguinte cena. Pode falar?
- 0:30A silhueta de uma mulher num palco assim, super rústico,
- 0:34pisando naquelas tábuas de madeira que ficam rangendo a
- 0:37cada passo, sabe? Sim, bem interior.
- 0:39Ano mesmo. Exato, o ano é 1946.
- 0:42A gente tá na pequena cidade de Franklin, no estado da
- 0:46Pensilvânia. Um cenário bem diferente do que
- 0:50ela estava acostumada. Muito diferente, ela levanta os
- 0:53olhos pro salão e vê ali, espalhadas pelas cadeiras. 38
- 0:58pessoas. Só 38 curiosos.
- 1:01Só isso. E o silêncio naquele lugar devia
- 1:04ser tipo ensurdecedor. Principalmente porque, menos de
- 1:08uma década antes, essa mesmíssima mulher não conseguia
- 1:12pregar sem ter seguranças para conter multidões, né?
- 1:152000 pessoas tentando invadir o mega tabernáculo dela em Denver
- 1:20é um contraste biográfico absolutamente assombroso.
- 1:23Total. E hoje a nossa missão, nesse
- 1:25nosso estudo das Fontes históricas, é dissecar
- 1:28exatamente esse contraste. Vamos focar na fase mais
- 1:32difícil. Isso neste terceiro capítulo do
- 1:34nosso dossiê, a gente vai mergulhar no período mais
- 1:38doloroso e solitário da trajetória da catering, o famoso
- 1:41deserto, o vale. E é fascinante notar como o
- 1:45colapso do Ministério dela forçou uma morte definitiva para
- 1:50as próprias vontades. É o.
- 1:51Mais intrigante de tudo, né? Como que foi exatamente dessa
- 1:55Terra arrasada que nasceu o Ministério de curas que mudaria
- 1:59o Avivamento moderno? O que a gente precisa ter em
- 2:02mente o tempo todo hoje é a relação de causa e efeito.
- 2:06Não existe o fenômeno sem a mulher arruinada antes.
- 2:09Precisamos entender a queda livre pra compreender o milagre.
- 2:14Então vamos direto pro ponto de ruptura.
- 2:16Bora? A nossa linha do tempo retoma a
- 2:19história logo depois de 1938. Até aquele momento, ela tinha
- 2:23construído um Império do zero, rádio, multidões.
- 2:27O Denver revival tabernecal era um sucesso.
- 2:30Absoluto? Mas aí uma única decisão implode
- 2:34toda essa fundação. Ela se apaixona e se casa com o
- 2:38birls Wall trip. Um Evangelista do Texas.
- 2:40O grande problema da história, ele tinha acabado de se
- 2:44divorciar, abandonou a esposa e 2 filhos pequenos.
- 2:48Para ficar com a. Kathrin e os jornais da época
- 2:50caíram matando. A reputação dela foi destruída
- 2:53da noite para o dia. Mas espera aí, me tira uma
- 2:55dúvida, antes da gente avançar, se ela era tão meticulosa com
- 2:58tudo, como que ela não previu que casar com um homem recém
- 3:02divorciado na década de 30 seria um suicídio público?
- 3:05Então essa é uma leitura fascinante das Fontes, porque
- 3:09mostra muito sobre o auto engano humano.
- 3:11Ela simplesmente ignorou a realidade.
- 3:13Os biógrafos indicam que não foi ignorância das regras.
- 3:17Foi tipo um ponto cego, causado pelo afeto mesmo.
- 3:21Caramba. Ela convenceu a si mesma de que,
- 3:24Ah, como os 2 eram ungidos. Deus abriu uma exceção.
- 3:28Ela achava que o carisma IA superar o julgamento moral.
- 3:31Nossa, mas o choque de realidade foi brutal, né?
- 3:35A própria congregação que ela fundou em Denver simplesmente
- 3:39repudiou ela de imediato não teve conversinha.
- 3:42Eles sentiram que foram traídos. Exatamente os princípios vitais
- 3:46do evangelho foram quebrados, na visão deles.
- 3:49E a debandada não foi só do público anônimo, o círculo
- 3:52íntimo também pulou fora. Sim, a perda mais dolorosa que a
- 3:57gente vê em várias cartas foi a Renúncia da Ellen gull Ford.
- 4:01A pianista dela. Isso.
- 4:03A Ellen era a parceira de estrada desde o primeiro dia, a
- 4:07amiga mais íntima foi. O atestado de que a casa caiu?
- 4:13Foi o sinal claro de que a estrutura ruiu por dentro.
- 4:17Mas mesmo assim, os 2 tentam continuar.
- 4:20Os registros mostram que eles se mudam para maison City, em Iowa.
- 4:24O auto tinha um projeto gigantesco lá, o radio Chapel.
- 4:28Um centro evangelístico de 700 lugares.
- 4:31A ideia era unir forças e superar o escândalo.
- 4:34Mas falhou de forma espetacular, em 7 meses o projeto falhou. 7
- 4:40meses? Nossa, pensa no clima da época.
- 4:43O peso da desaprovação moral era tão grande que o pessoal
- 4:46simplesmente parou de doar, pararam de frequentar o prédio
- 4:49ficou vazio e as dívidas engoliram eles.
- 4:53E aí o casal foi forçado a fugir, iniciando uma vida
- 4:56itinerente. E é aqui que a gente esbarra no
- 4:59primeiro termo fundamental do nosso glossário de hoje.
- 5:02O famoso ostracismo eclesial. Isso mesmo.
- 5:06Vamos detalhar como isso funcionava na prática, porque
- 5:09hoje a gente tem a internet, alguém é cancelado globalmente
- 5:13em questão de minutos. É muito rápido.
- 5:15Hoje, mas como que se apagamento acontecia no mundo físico
- 5:19naquelas décadas de 30 e 40? Olha, O Mecanismo era
- 5:23incrivelmente eficiente. Movido pelo rádio local,
- 5:28revistas das denominações e o famoso boca a boca dos pastores.
- 5:32Uma rede de fofoca institucional.
- 5:35Basicamente, o ostracismo eclesial era um isolamento muito
- 5:39severo. Divórcio e recasamento com o
- 5:42ministro divorciado eram manchas irreparáveis.
- 5:46Então, quando a notícia do escândalo saía de Denver.
- 5:49Os pastores acionavam os contatos, cartas circulavam, era
- 5:54um efeito dominó. Portas que antes se
- 5:56escancaravam, agora se fechavam com cadeados de ferro.
- 6:00O escândalo chegava na cidade antes mesmo do trem que ela
- 6:03estava viajando. Exato, e isso explica o
- 6:06rebaixamento drástico que ela sofreu.
- 6:09Ela teve que implorar para pregar em pequenas igrejas
- 6:12rurais marginais. Lendas Fontes tem os relatos de
- 6:15humilhação pública que são difíceis até digerir.
- 6:18Tem aquele caso extremo no sul do país.
- 6:20Esse caso ilustra perfeitamente essa rede de boicote.
- 6:24A catha estava pregando para umas 2000 pessoas uma
- 6:27congregação grande, mas espera aí.
- 6:29O pastor que convidou ela supostamente só descobriu do
- 6:32casamento com Walt trip no meio do culto.
- 6:34É o que parece ser um choque de informações, alguém da liderança
- 6:38denominacional devia estar armar na plateia.
- 6:40Ou ligaram para a Secretaria da igreja na hora?
- 6:42Muito provavelmente o fato é que a reação do pastor ao receber a
- 6:47notícia ali na hora. Foi de um rigor absurdo, a
- 6:50reputação dele estava em jogo. E o relato é meio
- 6:53cinematográfico, né? Quase violento.
- 6:56O cara caminhou até o palco principal, bem no meio da
- 6:59pregação dela. Ele não esperou o culto acabar.
- 7:01Ele simplesmente marchou até lá e arrancou o microfone da mão
- 7:04dela. Uma interrupção pública
- 7:06totalmente calculada para envergonhar.
- 7:09E não parou por aí, ele virou para a própria congregação com o
- 7:12microfone. E pediu desculpas formais por
- 7:14ter trazido uma falsa profeta para a igreja.
- 7:17É chocante. Depois disso, os recepcionistas
- 7:20da igreja escoltaram ela até o quarto de hotel, vigilância
- 7:24total. Obrigaram a mulher a empacotar
- 7:26as malas. Colocaram ela num ônibus e
- 7:28expulsaram da cidade fisicamente mesmo.
- 7:31Gente analisando o peso psicológico disso é uma fratura
- 7:36existencial. Absurda.
- 7:38Foram anos vivendo como uma sombra.
- 7:40Os biógrafos relatam que ela passava horas chorando, sentada
- 7:44atrás do atropinos palcos. Vendo o próprio chamado evaporar
- 7:48por causa de uma sociedade implacável.
- 7:50É uma situação de sufocamento. Como que um ser humano que viveu
- 7:54o ápice consegue manter a sanidade, vivendo anos sob esse
- 7:59escrutínio? Sabendo que a culpa foi dela
- 8:01mesma? Chega 1 hora que a panela de
- 8:03pressão estoura. Estourou a sobrevivência
- 8:05psicológica através da fuga. Ficou insustentável.
- 8:09A culpa consumia ela de um jeito que não dava mais para conciliar
- 8:13a paz de espírito com aquele casamento.
- 8:15Ela sabia que IA ter que escolher, né?
- 8:17Sim, escolher entre o Deus que a chamou lá na infância e o homem
- 8:22com quem ela casou em rebeldia. E essa tensão atinge o clímax
- 8:26por volta de 1944. Em Los Angeles.
- 8:30O cenário desse momento é tão literal que parece ficção.
- 8:33Conta pro pessoal? Ela está caminhando sozinha por
- 8:36uma rua na Califórnia, esmagada por essa dualidade na mente, e a
- 8:41rua fisicamente termina, é um beco Sem Saída.
- 8:45Um reflexo exato do interior dela e ali, naquele beco, ela
- 8:50toma a decisão mais drástica de todas.
- 8:53O que nos leva ao segundo termo essencial do nosso glossário.
- 8:57A morte para si mesma. Um conceito teológico bem
- 9:01profundo. Um termo que soa super pesado,
- 9:04até meio assustador para a nossa mentalidade Moderna, não acha?
- 9:08Abrir mão dos afetos humanos desse jeito não é quase uma
- 9:11anulação da própria humanidade? É uma pergunta super válida.
- 9:15Como que a gente separa lendo as Fontes, uma pessoa que
- 9:18desenvolveu uma depressão severa e meio, que desistiu da vida de
- 9:22alguém que passou por essa verdadeira morte para si mesma?
- 9:25O ponto central é o produto final disso, a diferença
- 9:29fundamental. E como assim?
- 9:30O desespero clínico leva ao cinismo, a paralisia, a um
- 9:36isolamento hostil. Já a morte pra si mesma é um
- 9:40rigor espiritual muito consciente, uma entrega.
- 9:57Racional, mas dolorosíssima a oração dela naquele beco ficou
- 10:02bem famosa por causa dessa vulnerabilidade.
- 10:05Ela disse. Eu não tenho nada para te dar
- 10:07além do meu amor. Eu te dou o meu corpo como
- 10:11sacrifício. Vivo e ela.
- 10:13Provou essa diferença entre desespero e propósito nas
- 10:16atitudes práticas logo em seguida, né?
- 10:18Ela não ficou lá deitada no beco chorando para sempre, não.
- 10:21Mesmo ela caminhou até a estação de trem de Los Angeles e fez a
- 10:26ruptura definitiva, deixou. O birls Walter para trás comprou
- 10:31uma passagem só de ida para aquela cidadezinha de Franklin
- 10:34da Pensilvânia. E nunca mais voltou.
- 10:36Naquele dia, naquela hora, naquele beco de Los Angeles,
- 10:41fazendo. Uma analogia é como a poda de
- 10:44uma árvore, os galhos tiveram que ser cortados até o toco pra
- 10:47planta não morrer envenenada pela própria raiz que apodreceu
- 10:51perfeito. Foi o enterro da mulher, movida
- 10:53pelo próprio ego, e o nascimento de um vaso completamente
- 10:56esvaziado e. Aceitação desse recomeço humilde
- 10:59em Franklin prova que essa morte foi autêntica.
- 11:02A gente volta para aquela cena inicial da nossa conversa.
- 11:05Em 1946, ela. Chegando lá sem dinheiro, sem
- 11:09fama, sem ego nenhum aí. Um empresário local, o mattheo
- 11:13maloni, convida ela para pregar no gospel tabernáculo e.
- 11:16Aparecem as famosas 38 pessoas para.
- 11:19Katring de Denver pregar para 38 pessoas num tabernáculo rústico.
- 11:23Seria quase um insulto, mas. Os registros históricos mostram
- 11:27que as testemunhas ali presentes notaram algo muito diferente
- 11:31nela não tinha o menor traço de amargura, a.
- 11:35Unção fluía ímpar, purificada pela dor, e o impacto naquelas
- 11:41pessoas foi tão real que a notícia espalhou organicamente
- 11:45rapidinho. Aquelas 38 viraram 200 e o
- 11:48espaço rústico ficou intransitável ela.
- 11:51Também voltou para o rádio. O programa heart tohart na w, kr
- 11:56z. Mas pra mim, o episódio mais
- 11:59fascinante dessa fase revela um paradoxo gigante sobre as
- 12:03instituições religiosas versus as pessoas comuns.
- 12:06Você está? Falando da votação secreta.
- 12:08Né? Exatamente.
- 12:10É um baita estudo de caso sociológico.
- 12:13A congregação local estava vendo o trabalho dela no dia a dia.
- 12:17E eles decidem agir, eles. Marcam uma reunião fechada à
- 12:21noite, sem. Ela desconfiar de nada.
- 12:24Eles debatem, votam e oficializam o convite pra que
- 12:27ela assuma como pastora titular deles.
- 12:29E na? Manhã seguinte, o comitê vai
- 12:31todo radiante entregar a novidade.
- 12:34Mas a reação dela mostra o quanto as cicatrizes do
- 12:38ostracismo ainda estavam latejando.
- 12:41Ela entra em pânico, recusa na hora ela.
- 12:44Tinha certeza que iam expulsar ela de novo.
- 12:46Ela fala, não, vocês não sabem o que estão fazendo.
- 12:49Eu sou uma mulher divorciada. Ela achou.
- 12:51Que IA ser chutada da cidade, igual aconteceu lá no sul.
- 12:55E o que vem a seguir nas Fontes é a definição mais linda da
- 12:59graça dos invisíveis a. Resposta daqueles trabalhadores
- 13:02comuns foi de uma empatia esmagadora, eles.
- 13:07Olham para ela e mandam essa. Nós não sabemos sobre o que
- 13:10aconteceu no passado daquela catrin, mas nós conhecemos esta
- 13:14catrin e é esta catrin coon que nós queremos de.
- 13:17Arrepiar mesmo, muito. Mas porque será que os grandes
- 13:22nomes e as elites denominacionais foram tão
- 13:25rápidos em excluir ela, enquanto moradores de uma cidade operária
- 13:29estenderam a mão para uma restauração completa?
- 13:32Como a gente explica isso? Analisando o comportamento das
- 13:35elites institucionais da época. A sobrevivência deles dependia
- 13:40de manter o status quo e a pureza da reputação.
- 13:44O. Escândalo dela era tipo
- 13:45radioativo para política denominacional exato.
- 13:49Já as pessoas comuns, que lidam com o suor, as falhas e as
- 13:53fraturas da vida real, todo dia tem uma lente totalmente
- 13:57diferente. Eles julgam o fruto do presente,
- 14:00eles não. Viram um problema teológico,
- 14:01viram uma mulher transformada que estava aproximando eles de
- 14:04Deus. E esse?
- 14:05Acolhimento foi o Porto Seguro dela.
- 14:08O relaxamento do ego somado com essa aceitação da comunidade,
- 14:12isso foi o pré requisito inegociável para o que IA
- 14:15acontecer no ano seguinte. O terreno estava preparado.
- 14:19A compaixão daquelas pessoas curou as emoções, mas a morte do
- 14:22ego lá no beco abriu as portas para o poder de Deus.
- 14:25E aí? A gente chega em 1947, o
- 14:27divisor. De águas absoluto, chegamos no
- 14:31terceiro e último termo do nosso glossário, o despertar das curas
- 14:36espontâneas. E para entender a magnitude
- 14:38disso, a gente tem que ver o que era o normal na época, como
- 14:41operavam as curas antes. Olha.
- 14:43Na década de 40, o cenário era dominado pelos famosos
- 14:47curandeiros de tenda, era uma. Burocracia exaustiva, né?
- 14:51Total tinha toda uma coreografia.
- 14:54Os cartões de oração para selecionar quem subia no palco,
- 14:57filas ligantescas onde os doentes ficavam horas esperando
- 15:01e no. Palco, o curador era a Estrela
- 15:03do show tinha. Muita gritaria, muito barulho
- 15:07para repreender os males. A imposição de mãos
- 15:10frequentemente envolvia até empurrões físicos para o pessoal
- 15:14cair no chão. O sucesso?
- 15:15Dependia de um método humano estridente, mas a ketlin quebrou
- 15:19essa cartilha inteira, o despertar das cores espontâneas.
- 15:23É exatamente essa quebra de paradigma braçal, o milagre.
- 15:26Passa a operar de forma totalmente autônoma e os relatos
- 15:31cravam uma data, 27/04/1947, o que?
- 15:35Aconteceu nesse dia ela. Começou uma nova série de
- 15:38ensinamentos em Franklin e o detalhe que não era uma campanha
- 15:42de cura, era estritamente sobre a pessoa do Espírito Santo sem.
- 15:46Fila sem cartão, sem empurrão, só ela ensinando e na?
- 15:49Noite seguinte a um desses sermões, o evento que chocou
- 15:52todo mundo. Uma mulher, no meio do auditório
- 15:55levanta e pede a palavra ela. Conta que na noite anterior, no
- 15:58momento em que a ketlin falava do poder da ressurreição, o
- 16:02tumor que ela tinha sumiu, desapareceu.
- 16:04Fisicamente foi curada. Sentada na própria cadeira, as
- 16:10testemunhas relatam que a ketlin ficou perplexa.
- 16:13Foi a epifania da vida dela. Ela percebeu ali que ela não
- 16:17tinha poder de cura nenhum. O.
- 16:19Poder nunca esteve nela, na voz dela ou no toque da mão dela.
- 16:23O. Estresse de ter que operar o
- 16:26milagre acabou porque simplesmente não era mais o
- 16:29departamento dela. É quase como descobrir uma nova
- 16:32lei da física. Antes, os caras soavam usando um
- 16:35maquinário complexo e cansativo. Aí ela percebe que não precisa
- 16:39da máquina ruidosa, é só acessar a energia pura.
- 16:42O. Espírito Santo fazia o trabalho
- 16:44diretamente, mas. Amarrando as pontas do nosso
- 16:47estudo se a resposta era tão simples assim.
- 16:51Só o mover autônomo do Espírito Santo, porque Deus exigiu que
- 16:55ela passasse por toda aquela humilhação, pelo vale e pela
- 16:58morte no beco de Los Angeles, usando.
- 17:01A sua analogia da física, a energia pura carbonizaria um fio
- 17:06cheio de impurezas. Se esse nível massivo de poder
- 17:09caísse na mão daquela catering da década de 30, aquela.
- 17:13Que confiava no próprio intelecto e na ambição, essa.
- 17:16Mesma. O orgulho teria consumido ela
- 17:18completamente. O Ministério IA colapsar de
- 17:21novo. O beco em Los Angeles destruiu a
- 17:24resistência da ambição. Transformou ela em num vaso
- 17:28quebrado, né um. Vaso que foi colado por Deus e
- 17:34virou o condutor perfeito. Sem vazamentos de ego, só quando
- 17:39a gente se esvazia é que algo transcendente pode preencher.
- 17:43E foi. Ali, na simplicidade de
- 17:45Franklin, que começou a caminhada da mulher que o mundo
- 17:48inteiro conheceria como a dama dos Milagres, que jornada
- 17:53intensa. Fascinante do começo ao fim, se
- 17:56a. Gente, for sintetizar as lições
- 17:57dessas Fontes hoje. Fica claro que Deus
- 18:00frequentemente conduz ao fundo do vale para despojar a gente de
- 18:04tudo que impede o agir dele. O deserto queima, as folhagens
- 18:08secas, o. Ministério não nasceu do talento
- 18:11brilhante que ela tinha aos 20 e poucos anos, nasceu na.
- 18:14Poeira daquele beco Sem Saída e nas tábuas de madeira de uma
- 18:17Igrejinha rústica. A verdadeira unção não é fruto
- 18:21de esforço humano, mas de um vaso quebrantado que entrega o
- 18:24Controle Absoluto para o criador.
- 18:26Essa. Reflexão é muito precisa.
- 18:29E esse arco narrativo todo obriga quem está acompanhando a
- 18:33gente a fazer uma inspeção na própria vida, o que?
- 18:36Você deixaria de provocação final para nossa audiência, eu?
- 18:40Diria o seguinte, qual é o beco Sem Saída que a gente está
- 18:45tentando evitar a todo custo com as nossas próprias forças?
- 18:50Mas que, ironicamente, pode ser exatamente o único lugar onde o
- 18:54nosso maior propósito está esperando para nascer, fica.
- 18:57Aí a reflexão para todo mundo, se você curtir o nosso conteúdo,
- 19:01segue a gente e deixa uma avaliação aqui na plataforma em
- 19:04que você está ouvindo e fala, o que te marcou nesse episódio até
- 19:07mais?