Latest / Os Agilistas / #324 - Product Ops para alinhar estratégia e execução
Transcript
- 0:08Bom dia, boa tarde, boa noite, bem vindos a mais um episódio
- 0:11dos agilistas, o podcast que é o seu radar de inovação,
- 0:14tecnologia e negócios. Eu sou o Pedro Rangel.
- 0:16Hoje nós vamos falar sobre um tema que é a enorme distância
- 0:19que pode existir em entrevisão de produto brilhante e a sua
- 0:22execução no dia a dia e o surgimento de uma disciplina
- 0:24nova chamada produc cooperations.
- 0:27Quem vai me ajudar a conduzir esse papo hoje é a Marcela.
- 0:30É de marketing aqui da DTI digital.
- 0:31Tudo bem, Marcela? E aí, Pedro?
- 0:33E aí, todo mundo? Bom dia, boa tarde, boa noite.
- 0:35Vamos lá, e um artigo recente da Mackenzie se destacou, um
- 0:38paradoxo no nosso tempo recente que, apesar de tecnologias como
- 0:41e ar prometerem ganhos trilionários, o ganho da
- 0:44produtividade global correspondente tem na verdade
- 0:47diminuído e acontecido de forma muito mais incremental do que
- 0:50com os primeiros adventos de tecnologia, né?
- 0:52E esse estudo aponta para uma perda de disciplina operacional
- 0:55como uma das causas, né? Que é o que a gente consegue
- 0:58super relacionar aqui com o livro da Melissa.
- 1:00The Perry também, que traz a disciplina de product
- 1:02opperations. Quem vai ajudar a gente a
- 1:04desvendar esse tópico hoje a gente recebe mais uma vez aqui
- 1:06no podcast é a Sophia orsini. Tudo bem?
- 1:08Sofia, tudo bem? Oi pessoal, prazer.
- 1:11Para quem nunca me viu por aqui, faz um bom tempo que eu não
- 1:14apareço, mas muito feliz de estar aqui hoje pra gente
- 1:16conversar sobre esse tema. Literalmente aparece, né?
- 1:18É que agora? A gente tem vídeo, Sofia é líder
- 1:21de designer aqui da DT, edital já, presença antiga aqui do
- 1:25nosso podcast e vem falar mais um pouquinho sobre o sistema
- 1:27como uma das nossas especialistas nessa.
- 1:30Sofia. Ah, eu já vou começar assim.
- 1:31Eu como é profissional de marketing, né?
- 1:34Então eu me sinto bem outsider aqui e vou fazer umas perguntas
- 1:36bem básicas. E tem uma coisa que eu ouvi
- 1:38outro dia, que a teoria fala sobre a prática, como se a
- 1:42prática fosse igual a teoria. Então eu queria começar aqui de
- 1:45cara, te pedindo para contextualizar um pouquinho, que
- 1:48que é produtorops? Como que você enxerga isso,
- 1:50Sofia? Então, essa disciplina, essa
- 1:53nova moda, digamos, de produtor properations, nada mais é do que
- 1:57dar um nome novo a uma coisa que.
- 2:00De certa forma, já existe há muito tempo.
- 2:01É um termo que foi popularizado pela Melissa Perry com o livro
- 2:05que ela lançou, que tem esse nome mesmo, junto com alguns
- 2:07outros coautores. É, mas que fala muito de um
- 2:10conjunto de premissas, de práticas e de ferramentas que
- 2:13uma organização. Pode ou deve adotar no processo
- 2:16de desenvolvimento de produtos digitais para tornar AA função
- 2:20da gestão de produto do product manager e dos product towners
- 2:23que trabalham ali nos produtos mais eficiente e que essa
- 2:25eficiência ganha escala também. Porque a gente sabe que é muito,
- 2:28muito fácil. Não.
- 2:29Mas é mais simples a gente ter uma gestão de produto boa e
- 2:32eficaz num contexto de um time só.
- 2:35Mas quando a gente começa a falar de vários times
- 2:36trabalhando juntos em produtos, ou no mesmo produto ou em
- 2:40produtos correlatos, a coisa vai ficando mais complexa e mais
- 2:42difícil de organizar. Então, essa disciplina vem muito
- 2:44para tentar estabelecer práticas, ferramentas e
- 2:47premissas básicas que as organizações podem adotar no dia
- 2:50a dia para conseguir organizar o que às vezes parece um caos.
- 2:53Eu estava até pegando alguns insights sobre o livro, uma
- 2:57coisa que foi citada é que é o produto UPS acelera Oo ciclo de
- 3:01aprendizado mesmo e o feedback loop assim.
- 3:05O que isso se dá na prática, na sua visão?
- 3:07Todo o propósito de trabalhar essa questão de padronização e
- 3:10às vezes até de automatização de processos através das práticas
- 3:14do product shops, tem o foco de tornar o trabalho dos
- 3:17producmanagers dessa organização mais voltado para o que
- 3:20realmente gera valor ali para dentro do produto, permitindo
- 3:22que eles possam deixar de fazer atividades que são mais.
- 3:26Manuais mais administrativas do dia a dia, que muitas vezes é o
- 3:29que a gente vê que muitos PMs passam muito tempo AI, preciso
- 3:32de um dado, fica lá cavucando no dado, tentando achar, encontrar
- 3:36uma resposta, porque aquilo não está facilmente acessível.
- 3:38Mas numa situação onde a gente tem uma operação que roda bem do
- 3:41ponto de vista de produto, isso estaria acessível mais
- 3:44facilmente para ele, para que ele realmente possa só pegar
- 3:46esse dado e fazer o trabalho que ele faz melhor, que é pensar em
- 3:48como se conectam com a estratégia, como que esse dado
- 3:51vai ser usado para impulsionar o produto e gerar realmente o
- 3:54valor esperado pela organizar. Ação ali, então a partir de da
- 3:58gente liberando os PMs para ter esse trabalho mais estratégico.
- 4:02A gente considera que eles conseguem realmente alimentar
- 4:04esse ciclo de feedback, que o produto é baseado nisso, né?
- 4:07Então toda toda nossa forma de trabalhar aí com agilidade, de
- 4:11forma interativa, se baseia sempre nisso, da gente ter o
- 4:14feedback, ter esses ciclos virtuosos.
- 4:17Só que muitas vezes a gente sabe que as pessoas estão acabam
- 4:19tendo que focar em 1000. Outras é atribuições ali no dia
- 4:23a dia. Então a gente tendo uma operação
- 4:24bem organizada nesse sentido. Nos ajuda a que as pessoas
- 4:27possam focar no que elas realmente sabem fazer de melhor
- 4:29ali. Legal, e você?
- 4:31Você acabou falando de uma operação organizada e você acha
- 4:34que qual que é o principal sintoma para falar assim, do
- 4:36tipo? A partir de agora, vale a pena
- 4:38olhar para essa disciplina, né? E implementar e.
- 4:41E eu e eu até te pergunto assim, se tem a ver diretamente com o
- 4:45tamanho do time ou se não necessariamente se dá para
- 4:49qualquer time, é usufruir do framework, né?
- 4:52Enfim, da, da do que que a disciplina prega.
- 4:55Como muita coisa na vida, acho que a resposta sempre depende,
- 4:57mas é sempre uma grande mistura de fatores diferentes que vai
- 5:00depender muito de cada organização.
- 5:02Tem organizações que são que o core Business é o produto mesmo,
- 5:05e aí vai ter uma série de desafios diferentes.
- 5:07Tem organizações que o produto digital apoia o core Business,
- 5:10mas não está ali no. Na frente.
- 5:12Então, isso traz uma série de desafios.
- 5:14Cabe a cada organização entender da onde que está vindo o maior
- 5:17problema. Então, muitas vezes o que a
- 5:18gente vê são pessoas fazendo coisas muito parecidas em pontas
- 5:22completamente diferentes da organização ou desenvolvendo
- 5:25features similares em produtos. Diferentes, que poderia estar
- 5:28mais centralizado e otimizando a utilização de recursos ali da
- 5:31organização. Muitas vezes a gente vê é
- 5:34pessoas de produto com muita dificuldade de unir dados,
- 5:36coletar dados que vão ajudar a ter insumos para evoluir esses
- 5:40produtos e para avaliar quão bem esses produtos estão atuando em
- 5:44cima da estratégia que a empresa gostaria que eles estivessem.
- 5:47Então é, vai ter uma variedade ali de sintomas que a gente vê,
- 5:50mas muitas vezes é uma perda de eficiência.
- 5:53E o que eu visualizo na minha cabeça é muitas vezes a sensação
- 5:56de que a gente está batendo na. Vez na parede continuamente,
- 5:58tipo assim, eu já discuti isso, eu já tentei resolver isso de n
- 6:01formas, mas ou eu estou com esse problema Endo, ou agora eu vejo
- 6:04que um colega está fazendo está com o mesmo problema que eu já
- 6:06tive. Como que a gente faz com que
- 6:08isso corra do mais redondo mesmo?
- 6:11Você acha que de certa forma também a disciplina contribui
- 6:13pra pra gente sair daquela visão tarefeira das coisas e conseguir
- 6:18ter um olhar mais Holístico sobre o produto?
- 6:20Também Eu Acredito que sim. Eu acho que é 11, coisa que até
- 6:23parece um pouco alienígena para alguém que já esteja.
- 6:27Na no dia a dia do produto, muito na operacional, que acaba
- 6:30ficando, vira rotina, né? Você acaba tendo essas tarefas
- 6:33administrativas que sua vida inteira vira.
- 6:35Isso fica escrevendo card, a gente fica lá No No no dia a dia
- 6:38de ficar atualizando coisas, ajudando o time.
- 6:41E acaba que a gente não tem o tempo que às vezes a gente até
- 6:43se refere, né? Como ócio criativo da coisa da
- 6:46gente poder, tipo, respirar, olhar para o produto, falar.
- 6:48Isso está fazendo sentido mesmo. Essa funcionalidade está
- 6:51entregando o que ela precisa entregar, o que que as outras
- 6:53pessoas estão fazendo, que como que eu posso ajudar também os
- 6:55outros PMs que estão trabalhando dentro dessa, dessa organização,
- 6:58como que as coisas se conectam? Porque a gente vai perdendo essa
- 7:01visão macro, né? A gente fica muito no micro
- 7:03quando a gente está trabalhando no operacional.
- 7:05Então ter 11 padronização de práticas, uma automatização de
- 7:09alguns processos, que é o que é proposto nessa disciplina, né,
- 7:12de prother shops, acaba ajudando a sair um pouco dessa.
- 7:15Dá para dar uma respirada, né? Até o esse artigo da marquinhas
- 7:19que traz esse parado. Da oxida produtividade, ele fala
- 7:21de fala muito da questão da dificuldade de escalar, né?
- 7:23Tem até 11, dado que é interessante que ele comenta.
- 7:26Aqui, apenas 30% das organizações conseguem escalar e
- 7:29sustentar melhorias digitais provenientes das tecnologias da
- 7:32indústria 4.0 e um determinado momento ele fala sobre Correntes
- 7:35de conhecimento quebradas também.
- 7:37E eu acho que a milícia perna no livro, ela até traz 11 visão
- 7:41sobre cenários de de mais alta complexidade, um cenário que
- 7:44tenha muitos PMs, né? 1015 PMs atuando num ecossistema
- 7:48interligado assim, mas eu. Eu diria que a disciplina vê se
- 7:51você concorda, né, Sofia? E a disciplina, ela não precisa
- 7:54se ater a time, a grandes volumes, né?
- 7:56De de de pessoas trabalhando num ecossistema grande, complexo,
- 7:59para times menores também tem as mesmas necessidades, né?
- 8:02Acho que até pensando no nos pilares que ela traz ali no
- 8:04livro, né? De analíticos e tudo mais, se
- 8:06puder comentar um pouquinho sobre.
- 8:07Isso eu acho que Oo framework que o livro propõe justamente
- 8:11está considerando um cenário super complexo, que é o cenário
- 8:14que a própria autora está inserida Na Na vida dela, né?
- 8:17Digamos, mas os sintomas que a gente vê da.
- 8:20Falta de protectops e as possibilidades de ações que tem
- 8:22ali dentro são coisas que são plausíveis de serem aplicadas em
- 8:25escalas menores para times menores, porque são problemas
- 8:28que todo mundo sofre. Essa questão toda de focamento
- 8:30no operacional, não conseguir pensar no estratégico, acho que
- 8:32não é novidade para ninguém, independente do tamanho que é
- 8:36que a gente está atuando ali. Então é obviamente as ações e o
- 8:39nível de complexidade e o nível de negociação que vai precisar
- 8:42ser feito por. Para alguém que esteja tomando
- 8:44um papel de productops, vai ser diferente, dependendo da
- 8:47complexidade ali do produto e do da organização.
- 8:50Mas é super aplicável para diferentes escalas.
- 8:53Então ela fala ali das 3 pilares do productops, que são em sites
- 8:57de negócio e dados, em sites de cliente, mercado e processo e
- 9:01governança. Que esses 3 pilares aparecem em
- 9:04qualquer produto de maior, menor, tanto faz.
- 9:07E aí cabe a cada organização entender o quanto que isso se
- 9:11aplica para o nível de maturidade.
- 9:13De que eles têm ali como produto e para o nível, para a
- 9:15quantidade de pessoas que eles têm atuando também nesses
- 9:18produtos. E, é claro, você dependendo do
- 9:19tamanho do ecossistema, você pode ter engrenagens super
- 9:21complexas para poder montar esses 3 pilares aí, ou você pode
- 9:25ter o básico que muitas vezes as pessoas já falam do.
- 9:27Jeito sim, ela ela fala em algumas, em alguns momentos, No
- 9:31No livro, sobre nesse primeiro Pilar, né?
- 9:33De dados e métrica de negócio. Sobre a automatização de
- 9:37relatórios e uma geração é desses relatórios a partir de
- 9:41uma base de dados já muito bem estruturada, que a gente sabe
- 9:43que nem sempre é factível para uma empresa como melhor escala
- 9:47ou para um produto que está nascendo, então a gente ainda
- 9:49não está muito bem estruturado. Mas essa questão da prototops
- 9:53passa também por padronização de ferramentas, padronização de
- 9:56processo, então pode ser uma coisa no micro, até no nível de
- 9:59usar um template de escrita de história já pronto para todas as
- 10:03histórias que você não vai precisar ficar pensando.
- 10:05Nisso qualquer uma dica assim, mínima para começar.
- 10:08Eu acho que vai depender do de onde está doendo mais, mas
- 10:11coisas muito fáceis de ser da gente pensar.
- 10:13É principalmente nesse Pilar de processo e governança, que acaba
- 10:16sendo um pouco menos complexo da gente começar a trabalhar nele,
- 10:20porque ele tem menos dependência de.
- 10:21Ter uma coleta de dados robusta, seja interna, seja de mercado,
- 10:25seja de cliente, quando a gente pensa em processo, é mais uma
- 10:27questão da gente tentar criar um padrão e experimentar com ele,
- 10:30ver se ele vai funcionar também, que nem sempre tem receita de
- 10:32bolo, né? Infelizmente, mas coisas como
- 10:35ter templates, ter modelos específicos que a gente replica,
- 10:38obviamente a gente não tem nada escrito em Pedra.
- 10:40A gente sabe que em produto a gente não consegue aplicar um
- 10:43padrão perfeitamente replicável em todos os cenários, mas é
- 10:46entender quais que são as premissas da minha operação de
- 10:48produto, ter mais ou menos ali. Uma eu gosto de pensar muito
- 10:51numa. As ferramentas como uma
- 10:53analogia, né? Não é uma ferramenta específica
- 10:55para cada coisa, mas você vai ter ali coisas que você vai
- 10:57poder montar quase como um lego, né?
- 10:59Então, Ah, eu preciso montar um road map.
- 11:02Eu preciso de um road map super detalhado, sprint é sprint, eu
- 11:05preciso de um now, next, later. Pra quem que eu vou contar essa
- 11:08história que eu estou querendo contar aqui com meu produto?
- 11:10Vai ser pra um stakeholder que eu estou tentando defender uma
- 11:13locação de orçamento? Ou vai ser numa apresentação
- 11:16mais estratégica, mais para falar de ambições para o futuro?
- 11:19Que isso vai informar diretamente no que que eu vou
- 11:21tirar da minha caixinha de ferramentas que realmente
- 11:24estaria pronto ali, tendo 11 olhar de operação de produto
- 11:27mais focado? O próprio artigo, acho que ele
- 11:30tem uma sessão específica, ele se divide.
- 11:32Lá ele traz vários dados, né? Sobre é excelência operacional o
- 11:35os lugares onde tem ineficiência, né?
- 11:37Na gestão ou na cultura? Mas tem 11 pedaço que é
- 11:40explícito assim, sobre ineficiências no processo que
- 11:43fala sobre baixo uso de ferramentas visuais, check ins
- 11:46muito superficiais, falta de dar feedback para o desenvolvedor,
- 11:48falta de ferramentas que dão transparência visual para o
- 11:52processo e para o para as métricas, né?
- 11:54Que eu acho que. Pra mim, né, aí você falou do
- 11:56que que é o básico, eu falei várias coisas, né, quando tudo é
- 11:59básico já nada mais é, né? Mas essa questão de de dar
- 12:02transparência, né, pro grupo, né, ter ferramentas visuais,
- 12:05artefatos mínimos, assim que vão permitir compartilhar com o
- 12:08grupo o que que está acontecendo, o feedback, né, do
- 12:10mercado, do cliente, et cetera, em todos os níveis, né?
- 12:12Não é só o cara de produto, o cara pessoas de design que tem
- 12:15que estar por dentro, isso tudo para mim é uma coisa bastante
- 12:17básica também, que eu achei legal que o artigo relaciona, aí
- 12:21começa a trazer até sobre motivação das pessoas, né, de
- 12:24continuar ali como as empresas. Vocês conseguem reter mais
- 12:26quando tem esses recursos bem aplicados?
- 12:28Né? Acho que essa questão da
- 12:29complexidade entra muito No No ponto sobre o tamanho e a escala
- 12:34que a gente tá olhando. Muitas vezes o pro adochops da
- 12:36forma como inclusive a proposta no livro é uma pessoa ou um time
- 12:40que tem esse papel, que vai puxar essas atividades, que vai
- 12:42puxar essa estruturação toda. Vai pensar em como fazer a
- 12:45comunicação da estratégia de produto para para os
- 12:47stakeholders, como buscar em sites de mercado para depois
- 12:50compartilhar com os times para eles poderem usar.
- 12:53Mas muitas vezes é em contextos com menos pessoas atuando ou
- 12:57produtos menores. A gente não vai ter esse papel.
- 12:59Ele não é um papel que é necessário que tenha essa, uma
- 13:01pessoa específica para ser a pessoa de produtops.
- 13:04Esse papel de cuidar da operação é um papel antigo.
- 13:07Se a gente for pensar na do ponto de vista de engenharia.
- 13:10E a gente fala de prodectops, a gente também fala de design
- 13:12Office muitas vezes, mas que essa a função ali, de olhar para
- 13:15operação e cuidar, que as coisas estejam rodando bem, é de todos
- 13:19do time, então. Acaba que não precisa ter uma
- 13:22pessoa específica para olhar para a productops, mas todas
- 13:25essas coisas que a gente está falando aqui de Ah, vou criar um
- 13:27template para minha escrita de histórias, provavelmente todo
- 13:29OPO ou todo OPM. Já pensou em nisso em algum
- 13:32momento? Então é um productlops em escala
- 13:34menor, e aí aí entendendo como que isso é se aplica dentro do
- 13:38time e em time, os correlatos ali que podem existir nesse
- 13:41contexto. Então vai variar muito essa
- 13:43escala mesmo, mas tudo dá para ser adaptado, acho que é uma, o
- 13:46que mais importa são os princípios de ter essa
- 13:50organização. São e a estruturação da operação
- 13:52para produto e como que isso ajuda AO time e a organização a
- 13:56tomar decisões que são mais voltadas para Roy e com base em
- 13:59dados e com base em com a base sólida de argumentação e menos
- 14:03de sair tentando atirar para todos os lados.
- 14:06Meu Deus, eu preciso fazer alguma coisa, preciso entregar
- 14:07alguma coisa, preciso escrever essa história e acaba.
- 14:09Você vai entrando nesse desespero e não consegue evoluir
- 14:13esse lado mais estratégico do produto.
- 14:14Na verdade, o produto shops assim, a disciplina ele não não
- 14:17traz uma grande novidade, né? É tudo aquilo que com a.
- 14:20Ajudei de lá de trás. A gente está tentando conseguir.
- 14:23Só que eu acho que a milícia deu 11 Roupa Nova para esse negócio
- 14:26e tentou encaixar isso num num flow, né?
- 14:29Tipo um flow de produto mais interessante, mais sutil, mais
- 14:32suave, com menos dor, né? E menos dor de crescimento até,
- 14:36né? Então porque ela sempre traz do
- 14:37ponto de vista da escala assim, mas na verdade, tá, é algo que
- 14:40produteiros mundo afora estão tentando implementar há muito
- 14:43tempo, né? É, acho que o livro tem 11 lado
- 14:46muito bom de trazer um vocabulário, pode ser
- 14:48padronizado, então que toda pessoa.
- 14:50Produto pode entender, mas que são práticas antigas.
- 14:53Eu acho que o mais importante ali, quando a gente está
- 14:56tentando trazer uma prática de operação de produto, de uma
- 14:58estruturação mais robusta, é entender que nem tudo vai ser
- 15:01perfeito no início e mesmo no final.
- 15:04Talvez não seja perfeito, porque é uma coisa que você vai estar
- 15:07em constante aprendizado, como é qualquer operação.
- 15:09Seja na engenharia, seja no design, seja em produto e com
- 15:12essa abordagem bem do ágil mesmo, de interativo.
- 15:15Então eu vou testar aqui uma abordagem de modernização desse
- 15:18processo de organização do meu board, ou de criação de um
- 15:22roadmap ou de uma ideação sobre uma feature.
- 15:24Mas isso às vezes você vai precisar recalcular a rota.
- 15:27E está tudo bem, faz parte. Acho que ela faz um agrupamento
- 15:29interessante da coisa também e tenta estabelecer melhor assim,
- 15:32responsabilidades. Acho que papéis nem tanto bem
- 15:35definidos, mas ela tenta falar melhor das responsabilidades do
- 15:37time e das interações com outras áreas.
- 15:40Da organização assim, que muitas vezes pode ser onde onde está o
- 15:42programa também, né? Às vezes o time de produto está
- 15:44lá com o setup bacana, todo mundo com os seus papéis e
- 15:47responsabilidades interessantes do naquilo que está no domínio
- 15:50do produto, mas na interface com outras áreas importantes da
- 15:54empresa, às vezes pode ter algum furo aí, né?
- 15:56Você tem algum exemplo assim? De cabeça de alguma.
- 15:59Tentativa de estabelecer esse esse flow, que é o products que
- 16:03tenha falhado, o que que você atribui isso?
- 16:05Eu acho que sempre a gente sempre consegue pensar com a
- 16:07gente pensando que tem escalas diferentes, sempre dá para
- 16:10lembrar de algum evento da nossa vida trabalhando com produto
- 16:13digital, que pode ter sido uma tentativa disso, mas quando a
- 16:15gente vê um time ou um grupo de pessoas dentro da organização
- 16:19ali tentando implementar uma prática.
- 16:21Mais estruturada de produto, a gente encontra resistências de
- 16:24vários lados, tanto do próprio time.
- 16:26Às vezes por já está muito acostumado a fazer uma coisa de
- 16:28uma determinada forma, está dando certo aqui para que que eu
- 16:31vou mudar? Mas às vezes não está dando
- 16:32certo no nível macro, então a gente precisa realmente ter um
- 16:35olhar mais cuidadoso e também da liderança, que às vezes tem uma
- 16:38visão de tipo, Ah, por que que a gente vai gastar tempo fazendo
- 16:41isso? Só entrega as features aí e
- 16:42vamos continuar, mas a gente sabe que não é exatamente esse o
- 16:46valor. Então muitas vezes a gente vê
- 16:47pessoas tentando, às vezes criar, sente essa, essas dores,
- 16:51né, e. Tenta criar uns mega processo de
- 16:53agora, eu vou fazer tudo diferente agora a gente vai
- 16:55fazer passo ABECE, vai ser tudo perfeito e a gente vai coletar
- 16:59muitos feedbacks dos usuários e aí vai ter muitas métricas e
- 17:02muitos dados, mas não vou falar que não vai funcionar, mas é
- 17:06difícil. Então, como a gente pensa sempre
- 17:08em um MVP para as nossas fit? Isso que a gente vai
- 17:10desenvolver. A gente tem que pensar num MVP
- 17:12para o nossa operação de produto também.
- 17:14Então entender o tamanho certo para começar entender.
- 17:17Por onde começar a atacar onde que está doendo mais para aquela
- 17:20organização específica, para aquele grupo de pessoas
- 17:22específico? E também conseguir, a partir
- 17:25desse entendimento inicial, criar casos de sucesso dentro da
- 17:28organização. É um ótimo jeito de você
- 17:30conseguir mostrar. Olha, a gente testou essa coisa
- 17:33pequena, esse novo processo, essa nova prática.
- 17:35Conseguimos usar as métricas de um determinada forma que nos
- 17:38levou a essa entrega x com esse retorno y, vamos tentar replicar
- 17:42em outro time, que assim é liderando pelo pelo exemplo.
- 17:45Obviamente, a gente precisa encontrar exemplos.
- 17:47Criados que às vezes a gente vê também que em organizações acaba
- 17:51gerando até uma certa rivalidade, tipo AI que eles
- 17:53fazem pra eles dar certo, mas pra mim isso nunca vai dar
- 17:56certo, porque meu time é XYEZ. Precisa de gestão da mudança
- 17:59junta, né? A questão de operação não tem
- 18:02como fazer sem gestão de mudança mínima, né?
- 18:04É lembrança assim de outros times, outras pessoas, né?
- 18:07Então, influenciar pela inveja pode sair pelo culatra também.
- 18:10Tem que tomar cuidado e também uma coisa que a gente vê muito é
- 18:13essa questão da dificuldade com os dados, que eu acho que é um a
- 18:16dor mais complexa de. De resolver.
- 18:18Quando a gente pensa nessa questão do product top, estão no
- 18:20livro, lendo o livro. Parece tudo lindo, né?
- 18:22Você vai na base de dados, aí você vai pegar um dado x do seu
- 18:25produto e vai ter um dado lá do Ebit, daí da do charn, de todas
- 18:30as coisas, todas nas métricas, e a gente sabe que não é assim.
- 18:33E aí você vai fazer um relatório em 10 minutos e vai mandar para
- 18:36o seu stakeholder. E aí é muito.
- 18:38Complexo não está ajudando para isso.
- 18:39Já tem muitos produtos de mercado que vem integrando e a
- 18:43para essa questão dos analíticos, principalmente
- 18:45pensando em métricas de produto, né?
- 18:47Métrica. De negócio acaba sendo uma coisa
- 18:49mais sensível que a gente não lida tanto no dia a dia,
- 18:51pensando No No dia a dia da maior parte das pessoas da
- 18:54organização, porque acaba sendo uma coisa mais estratégica, que
- 18:56às vezes está até mais protegida por trás de algumas camadas ali
- 19:00que nem sempre até a gente vê, né?
- 19:02Nem sempre são acessíveis e que pode ser contraintuitivo quando
- 19:04a gente pensa no desenvolvimento de um produto.
- 19:06Mas a IA com certeza pensando, né?
- 19:08Que a gente está falando de dados.
- 19:10É uma coisa que a gente precisa realmente aproveitar que está
- 19:12aqui e veio para ficar e entender como que a IA nos ajuda
- 19:15a, principalmente, analisar esses dados.
- 19:17Pensando num numa questão, uma operação de produto que esteja
- 19:20rodando um produto, né, que está rodando há algum tempo, você com
- 19:23certeza vai ter uma massa de dados minimamente num tamanho
- 19:27respeitável ali que vai ser difícil você analisar na mão sem
- 19:30nenhuma auxílio de nenhuma ferramenta.
- 19:32Então aí a é uma aposta certeira para pelo menos começar ali uma
- 19:36análise, começar a entender quais que são os padrões desses
- 19:39dados que você está vendo, como que a gente pode analisar
- 19:41tendências e como que isso vai ser levado ali para lideranças e
- 19:44para o próprio time a fim de conseguir rodar a operação.
- 19:47De um jeito aceitável. Até isso encaixa um pouco, né?
- 19:50No papel do do product shops, digamos que tenha, né, uma
- 19:53pessoa responsável por isso. Ela garantiu o encaixe dessas
- 19:56ferramentas, a exploração delas de forma contínua e ver o que
- 19:59que vai ser melhor, a experimentação, né, que também é
- 20:02muito falado no artigo, né? Quem experimenta mais, evolui
- 20:04mais, retém mais, tem melhores resultados de negócios.
- 20:07Então acho que até as ferramentas de ar tem que estar
- 20:09bem encaixadas nesse flow, né? Tipo assim, vai sair.
- 20:12É quando a gente tem AA sorte de ter uma pessoa de product shops
- 20:16dedicada num conte. Texto é muito bom porque a gente
- 20:18pode delegar essa função de pensar nessa complexidade toda
- 20:22de ferramentas novas. A gente faz sentido, não faz
- 20:24sentido. Vamos experimentar ou não vamos?
- 20:25Essa pessoa pode tomar essa, essa responsabilidade, mas a
- 20:29gente sabe que, não tendo esse papel, o time tem que ir
- 20:32testando, entendendo, entendendo até onde vão, os limites também
- 20:35das ferramentas que existem, que estão disponíveis tanto no
- 20:37mercado quanto dentro da própria, da própria organização,
- 20:40que às vezes a gente sabe que tem algumas dificuldades com
- 20:42relação a isso, mas é essa curiosidade, esse essa abordagem
- 20:46de testar e ter. Pra que vai ajudar?
- 20:48Principalmente nessa questão das ferramentas de a que a gente
- 20:51sabe que apesar da gente já tá ali interagindo com elas há
- 20:54algum tempo, são muito novas no na visão macro ali de produto,
- 20:58então, enquanto. A gente falava aqui, eu já
- 20:59fiquei na minha cabeça assim, AA Melissa Berry, ela chamou, ela
- 21:03chamou o produto shops de uma disciplina.
- 21:04A gente aqui querendo ou não já falou framework também, que eu
- 21:07acho que é onde a gente talvez tenha que ser uma pisar com mais
- 21:09cuidado. Quando a gente fala framework,
- 21:11né? A galera já vai começar com um
- 21:12ranço, puta merda. Eu já tentei, já tentei scron,
- 21:15já tentei tudo no seu. Aqui no podcast.
- 21:17Ah. A gente tem um, tem um que tem
- 21:18no nome, lá tem um episódio aí que tem palavrão no nome, Hein,
- 21:23é inglês, né? O fucking for step aí pra quem
- 21:25quiser, muito bom, e a gente também referenciou agora como
- 21:28uma como um possível papel, né? Então assim, o que que você
- 21:30diria, Sofia? É tudo isso, é um pouco de cada,
- 21:33é o que a gente quiser escolher. É um pouquinho do que a gente
- 21:36quiser, essencialmente. Acho que até dá pra brincar, né?
- 21:39Não é uma não, é uma coisa, é um estilo de vida, é você pensar
- 21:42sobre o produto de uma forma estruturada.
- 21:45Então acho que como a gente sempre para mim.
- 21:47E é isso. Eu acho que o livro, como você
- 21:49trouxe antes, não trouxe nada muito inovador assim, de
- 21:52propostas e de uma coisa muito diferente para você fazer dentro
- 21:55do seu produto. eSIM, ele aplicou um vocabulário
- 21:57específico para uma coisa que já era feita de organização de
- 22:00operação em n outras disciplinas.
- 22:03É, mas a gente conseguir falar como que isso não é uma bala de
- 22:05prata? É é a gente saber adaptar, saber
- 22:08ler o contexto, entender o que que a gente vai trazer para esse
- 22:11contexto que faz sentido com base em toda essas coisas que a
- 22:14gente já discutiu aqui hoje. Então não é um fremor que não.
- 22:17Não é uma série de ferramentas, não é só um livro, também é uma
- 22:21forma da gente abordar uma operação de um time com o foco
- 22:25em produto. E aí isso vai se traduzir de
- 22:27formas diferentes. Tem que ler, se inspirar,
- 22:29criticar, né? Ela a milici, ela tem muita
- 22:31experiência, ela tem um instituto dela, né?
- 22:33E tal de de gestão de produto, tem que selecionar.
- 22:35Ela traz muitas dores ali que são comuns, né?
- 22:38Eu acho que muitas vezes também traz de uma perspetiva muito
- 22:41forte de empresas que são digital first, né?
- 22:44Já nasceram no universo digital, aí quando a gente traz para o
- 22:46universo das empresas. Coisas mais tradicionais,
- 22:49indústrias da série. A gente vê que as dores são
- 22:51outras, apesar que eu acho que no cerne, quando quando no
- 22:54primeiro Pilar lá, quando a gente fala de analytics, parece
- 22:56que é uma dor que todo mundo tem.
- 22:58De não ter dado de. Não ter os dados é.
- 23:00Sempre aplicava no marketing. Nossa, em todos os lugares né?
- 23:03E agora inclusive né, com o boom das das ias né, todo mundo
- 23:07querendo iar, casos de uso com IA né?
- 23:09Para resolver determinadas dores.
- 23:11Na hora que a gente vai ver aí tem todo 11 papo que a gente já
- 23:13teve aqui também, né? Sobre modernização da fundação,
- 23:16que às vezes a base não está pronta.
- 23:17Para conceber soluções de, de e a já é uma coisa, às vezes nem
- 23:20de analíticos de um analíticos mais avançado não está pronto
- 23:23ainda, né? Então é legal que assim eu acho
- 23:25que ela gasta, a maior parte do do vocabulário dela no livro é
- 23:29com essa parte do do analytics, né?
- 23:31De ter dados acessíveis assim para poder ter a tomada de
- 23:34decisão. Você perguntou lá no início, né,
- 23:36Marcelo, assim, se for, para que que seria, por onde começar, né,
- 23:39que que seria um quick Win? Não é quick, né, mas se fosse
- 23:42para mirar em algum ponto aí, eu acho que seria esse, sabe?
- 23:44Porque a gente fala muito do dos processos de feedback.
- 23:47De aprendizado da parte cultural e gestão da coisa, que sim, é
- 23:51super importante, né, porque no fim a gente tá falando, nós
- 23:53estamos lidando com pessoas, ferramentas também, software e
- 23:55tudo mais, então isso tudo é muito importante, mas o que
- 23:58orienta mesmo são os dados, né? Um grande ensaio do livro para
- 24:00mim é esse, assim, e o que conecta provavelmente com o
- 24:03artigo, né? Onde que as empresas perderam a
- 24:05excelência operacional? Eu acho que pra mim tá aí
- 24:08também, né, grandes investimentos feitos, é uma
- 24:10expectativa enorme em cima de a, mas ainda sem maturidade para
- 24:14realmente tirar o melhor proveito dela, né?
- 24:16Eu acho que um primeiro passo. Ou alguns primeiros passos
- 24:19interessantes. É pensar primeiro onde que a
- 24:22gente está mais batendo a cabeça na parede e por onde que a gente
- 24:24precisa começar a resolver que em muitos dos cenários vai ser
- 24:28essa questão dos dados. Porque a gente entende que no
- 24:30mercado é o cenário mais comum da gente não ter uma
- 24:33infraestrutura e uma base boa para que a gente possa
- 24:35aproveitar e democratizar esses dados para dentro da organização
- 24:38que está ali atuando como produto.
- 24:40E aí para além disso, pensando até nesse cenário que muitas
- 24:43vezes os dados que a gente tem não vão ser os dados ideais, vão
- 24:46ser difíceis de coletar, vão ser difícil.
- 24:47Precisa acessar, mas beleza, aceitando que esse é o cenário
- 24:50que a gente tem, se eu quero começar a estruturar minha
- 24:53operação de produto e tudo mais, e a comunicar para os meus
- 24:55stakeholders que que isso está sendo feito, que a gente está
- 24:57tentando atuar de uma forma mais estratégica, para mim é de onde
- 25:00que eu posso pegar, coletar insumos que sejam minimamente
- 25:03confiáveis, sem um custo muito alto.
- 25:05Então, muitas vezes vai existir alguma coisa que a gente não tem
- 25:08estruturado. E aí o papel que seria dessa
- 25:11disciplina de produtops é justamente trabalhar na
- 25:13estruturação contínua disso. Mas a gente precisa começar por
- 25:16algum lugar. Então seria pensar.
- 25:17Dentro de tudo isso que eu tenho aqui na minha organização,
- 25:20porque a gente às vezes fala AI, não tem dado, não tem dado, o
- 25:22dado tem. Ele só não é fácil de achar, não
- 25:25é fácil de estruturar, mas ele existe, então é papel das
- 25:28pessoas de produto também. Cavuchar ajuda muito a palavra
- 25:30cavuccar de ele tentar fuçar achar pra até chegar num ponto
- 25:34que sem muito custo, consiga um dado que seja confiável para
- 25:37conseguir apoiar uma decisão de produto ou uma comunicação para
- 25:41para os stakeholders que estão ali cobrando algum tipo de
- 25:44resultado e enfim, a performance desse produto.
- 25:47Até do portfólio. Eu queria ler mais uns dados,
- 25:49alguns dados do artigo aqui, a gente encaminhando possivelmente
- 25:52para 11 encerramento do episódio, mas só para instigar
- 25:54mesmo, porque eu acho que o artigo fala do problema e o
- 25:57livro da da Melissa Perry fala de possíveis soluções, né?
- 26:00Dessa maneira nova de pensar o estilo de vida, é falar do
- 26:03cheops, né? Mas tem algumas coisas muito
- 26:05legais assim que que são faladas no artigo, que acho que deveriam
- 26:08provocar a reflexão, né? Então até falei já sobre
- 26:11inovação e produtividade, né? Empresas que aplicam
- 26:14experimentação rápida conseguem aumentar a produtividade.
- 26:17De 25% ou mais. Mas No No artigo eles fizeram
- 26:21uma pesquisa com uma base ampla aí de de respondentes, né, de de
- 26:24grandes empresas, sobre essa questão de ineficiências nos
- 26:27processos e sistemas, né? E aí, por exemplo, 21% das das
- 26:31organizações realizam check ins com os funcionários pelo menos
- 26:34semanalmente para avaliar o andamento do trabalho.
- 26:36Olha que coisa maluca, deixar a galera trabalhando na esmo, sei
- 26:39lá, meses até você perguntar, tá tudo bem, tá dando certo, né?
- 26:42É uma coisa muito louca. Baixo uso de ferramentas
- 26:44visuais, então apenas cerca de 25% dos entrevista.
- 26:47Estados usavam ferramentas visuais, como quadros, para
- 26:50tarefas essenciais, como balanceamento de carga de
- 26:53trabalho e priorização. Uma coisa maluca, né?
- 26:55Você imaginar algo minimamente como um kanban não está sendo
- 26:58usado, né? Em 1 o volume grande aqui dos
- 27:00respondentes, e esse aqui eu acho super legal frustração com
- 27:02a tecnologia, 93% dos entrevistados expressam
- 27:06preocupação sobre como a tecnologia atual se traduz em
- 27:09desempenho. Imagina agora, né?
- 27:10Nesse cenário, com OIA fazendo promessas milagrosas aí com
- 27:13relação ao desempenho e produtividade, né?
- 27:15E acho que, por fim, que quase 75 por.
- 27:17Afirmaram que suas organizações não tinham processos definidos
- 27:21para construir casas de negócios para novas ferramentas digitais.
- 27:24É sim, está investindo. Por que então, né?
- 27:26É que é muito essa questão que a gente trouxe bastante de Ah, mas
- 27:29não tem dado. Às vezes tem, mas é é ir atrás e
- 27:33dedicar um esforço ali que a questão do do prodactops tenta
- 27:37reduzir para justamente você conseguir criar esses casos de
- 27:40uso, conseguir fazer essas análises e visualizações de uma
- 27:43forma mais simples e eficiente. Sofia pra pra gente ir
- 27:47encerrando. Mano, como é que você enxerga Oo
- 27:49papel do produto Ops no futuro com ascensão, daí a generativa,
- 27:53o que que você acha que vai acontecer, que tipo de
- 27:55responsabilidade que ele vai ter também com relação a essas novas
- 27:58ferramentas mesmo? De que maneira que a gente pode
- 28:00introduzi? Las com ética, né?
- 28:03Enfim, fazendo um bom uso, um uso adequado de todo o potencial
- 28:07que elas têm, né? Sobre o papel do prodack shops
- 28:10no futuro, pergunta difícil. Momento futurista vai?
- 28:14Acho que como quase todos os papéis que estão envolvidos ali
- 28:17no. Envolvimento do produto é função
- 28:19de quem quer que esteja responsável por pensar na
- 28:22operação, de ter um olhar crítico sobre tudo isso que está
- 28:25surgindo. Então, obviamente a gente vê
- 28:27muitas promessas sobre ferramentas de AE, novas
- 28:30tecnologias. Não só IA né generativa, mas
- 28:32tudo que está ali relacionado a ela.
- 28:33Mas é entender isso aplica no meu cenário, tentar aí um pouco
- 28:37além também, porque às vezes a própria pessoa vai ter uma
- 28:39resistência a essas novas tecnologias, como o Pedro
- 28:41comentou ali, da resistência à tecnologia, se é uma coisa muito
- 28:44prevalente nas organizações quando a gente está olhando para
- 28:46a operação de produto. Um dos nossos papéis é
- 28:49justamente tentar instigar uma possível mudança, uma possível
- 28:53mudança de mentalidade até e de perceção do que está no mercado,
- 28:56porque as coisas mudam muito rápido.
- 28:58Então é justamente ter esse papel questionador tanto do da
- 29:01própria performance, da própria forma como o time opera hoje e
- 29:05questionador com que está vindo de fora também, né?
- 29:08Dessas ferramentas que estão surgindo, às vezes a gente vê
- 29:10pessoas que também estão muito animadas.
- 29:11Aí começam a implementar todas as ferramentas de uma vez.
- 29:14Aí você não sabe se está dando certo, se está dando errado,
- 29:16porque tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.
- 29:18Então é também ter uma calma, né?
- 29:19Ter uma questão questionadora, mas com parcimônia, né?
- 29:22Saber questionar nos momentos certos e saber e empurrar também
- 29:25nos momentos certos para que a operação dos produtos consiga
- 29:29tanto atingir um nível de excelência que apoie a
- 29:33implementação de novas tecnologias e realmente
- 29:35aproveitar todo o valor que essas tecnologias podem entregar
- 29:38e também conseguir evoluir essa operação ao longo do tempo.
- 29:40Como a gente comentou, né? Assim como um produto, ele não
- 29:43vai ser estático, não vai ser. Ah, a gente passou um mês aqui
- 29:46pensando nessa operação 9. E é isso nunca mais, não é um
- 29:50papel, é uma prática constante, é o estilo de vida constante que
- 29:53você vai estar sempre repensando nisso.
- 29:55Essa prática está funcionando ainda, essa ferramenta ainda se
- 29:57aplica? Eu preciso pensar numa
- 29:58ferramenta nova. Ah, essa ferramenta que eu uso
- 30:00lançou uma funcionalidade de AA gente vai usar, como que a gente
- 30:03vai testar para ver se ela se aplica no nosso contexto.
- 30:06Então é fazer sempre as perguntas e estar sempre
- 30:08tentando entender como que a gente vai contar a história do
- 30:10nosso produto a partir de todas essas dados e questões que a
- 30:14gente está olhando nesse mundo tão complexo que a gente.
- 30:16Vive, não EE. Cada caso é um caso, né?
- 30:19Assim, diferentes organizações, diferentes necessidades, de, de
- 30:23até de evolução, de mudança. Tem organizações mais estáticas,
- 30:26organizações mais mutantes. E aí a gente tem que avaliar
- 30:29cada caso, experimentar um pouquinho, ver o que está
- 30:32fazendo sentido pra gente. Né?
- 30:33É. Infelizmente não tem receitas
- 30:34boas? É, mas vale pensar.
- 30:36É como o shouster fala, né? Ser bom é um estado transitório.
- 30:39É aquilo. Vai estar bom até que não esteja
- 30:41mais. E aí a gente só não pode ficar
- 30:42imóvel, né? A essência da coisa é essa, não
- 30:44tem como ser bom pra sempre sem nunca mudar nada, porque.
- 30:47O mundo não comporta esse tipo de coisa.
- 30:49Sofia, que aula. Obrigado, viu?
- 30:52Marcela, adorei também, não. Adorei, aprendi bastante gente.
- 30:55É isso? Obrigado pelos insights aí,
- 30:57Sofia. Valeu, pessoal, é um prazer
- 30:59estar aqui, me sempre muito. Bom, e para você que nos ouviu,
- 31:01esperamos que tenha gostado. Se sua empresa está buscando aí
- 31:04mais eficiência, mais produtividade, acho que tem
- 31:06dicas valiosas no episódio de hoje, tanto no livro quanto no
- 31:09artigo, quanto na mente da Sofia, não esqueça de seguir os
- 31:12agilistas nas redes sociais, interagir com a gente por lá.
- 31:15Obrigado, Marcela Sofia mais uma vez e até.
- 31:17Próximo episódio.