Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS #V - O GRANDE SEGREDO PARA LIDAR COM AS PESSOAS (CLUBE DO LIVRO)
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- 0:07Senhoras e senhores, vamos aprender a ser um ser humano
- 0:11melhor. Olha que coisa fantástica, né?
- 0:14E além disso, fazer amigos e influenciar pessoas brunão.
- 0:21Teremos um grande segredo aí pra descobrir, aprender.
- 0:26Que é o grande segredo para lidar com as pessoas.
- 0:28Capítulo 2. Capítulo 2.
- 0:29De 0 a 5 estrelas até agora, o livro para você.
- 0:32Colocaria 4 e meio. 4 e meio, né?
- 0:34Tá legal, né? O primeiro capítulo, beleza,
- 0:37então vamos, vamos, vamos direto que interessa.
- 0:40Já parou para pensar que só existe uma forma de conseguir
- 0:44que alguém faça alguma coisa? Isso mesmo, apenas uma,
- 0:47convencendo o outro a querer fazer.
- 0:49Não existe outro modo. Claro que é possível obrigar
- 0:52alguém a entregar o relógio. Pressionando o cano de um
- 0:55revolver em suas costelas, é possível obter a cooperação dos
- 0:58funcionários com ameaça de demissão, mas só até o momento
- 1:00em que você dá as costas para eles.
- 1:02É possível forçar uma criança a fazer o que você deseja por meio
- 1:05de castigos, mas métodos tão rudimentares tem consequências
- 1:09extremamente agradáveis. A única forma de conseguir que
- 1:11alguém faça algo é dar a pessoa o que ela quer.
- 1:17O livro o livro, não o filme a origem, que é inception.
- 1:24Ele tem alí velho uma mensagem muito foda.
- 1:27Eu já devo ter falado isso aqui, né?
- 1:28Não sei se a gente já discuti, mas é assim, sabe qual é o
- 1:32livro, o filme? Já ouvi falar, não, não lembro
- 1:35de ter assistido, não é? Filmaço, filmaço.
- 1:38E aí o cara tem que assistir umas 3 vezes, que é.
- 1:43A tese é o seguinte, é num num futuro mais desenvolvido os é,
- 1:50se formam quadrilhas. Que é raqueiam o sono.
- 1:56Então o cara consegue entrar no sono do próximo.
- 2:01Por quê? Porque nada é tão contagioso
- 2:03quanto uma ideia. Então, se eu quero te convencer
- 2:06a fazer algo, eu entro no teu sono para implantar essa ideia,
- 2:13para que você tenha a impressão que essa ideia sua, para que?
- 2:18Para nutrir essa ideia. E uma vez que a pessoa tenha a
- 2:21ideia, ela vai crescendo como um câncer.
- 2:23E você influencia o comportamento.
- 2:25Então, isso do ponto de vista político, empresarial, et
- 2:28cetera, posicionar uma coisa muito perigosa, né?
- 2:31Porque aí eu vou invadir o sono de um grande empresário e aí eu
- 2:34posso convencê lo a vender uma empresa, por exemplo, né?
- 2:38Mas não é convencê lo no sentido que a gente pensa aqui com
- 2:41argumentos. É fazer ele ter a ideia de que é
- 2:46bom vender essa empresa, por exemplo.
- 2:49E aí, velho, poderia uma ideia, né?
- 2:51Então, assim, OOOO ápice mais elegante e poderoso de um
- 2:57processo de convencimento não é? Não é tentar fazer com que você
- 3:02concorde comigo, é fazer com que você chegue na conclusão que
- 3:10você proponha o que eu gostaria de te propor, né?
- 3:14Esse aí é o estado da arte. E aí voltando aqui a leitura.
- 3:20A única forma de conseguir que alguém faça algo é dar a pessoa
- 3:24o que ela quer e o que é que você quer.
- 3:26Freud dizia que tudo o que fazemos é provocado por 2
- 3:29causas, o impulso sexual e o desejo de ser grande.
- 3:35John dowy, um dos maiores filósofos dos Estados Unidos,
- 3:38usou palavras um pouco diferentes.
- 3:41Ele disse que a mais profunda necessidade da natureza humana
- 3:44humana é o desejo de ser importante.
- 3:49Lembre se destas palavras o desejo de ser importante, elas
- 3:53são significativas. Você lerá muito sobre elas neste
- 3:58livro. O que é que você quer?
- 4:00Não me refiro a uma lista longa, mas as pouquíssimas coisas que
- 4:03deseja de verdade, que anseia com uma insistência inegável.
- 4:10Eis uma lista das coisas que a maioria das pessoas deseja,
- 4:13saúde, vida longa, alimento, sono, dinheiro, bens materiais.
- 4:19Um futuro promissor, satisfação sexual, o bem-estar dos filhos e
- 4:25a sensação de importância. Isso é uma lista boa para você
- 4:33pegar o teu produto e olhar assim, o que é que eu estou
- 4:37atendendo aqui desses desejos quase primitivos, né?
- 4:41Quase todos esses desejos costumam ser satisfeitos, exceto
- 4:45um. Esse desejo quase tão profundo e
- 4:48imperioso quanto o alimento ou sono, raramente é satisfeito.
- 4:52É o que o Freud chama de o desejo de ser grande.
- 4:56É o que o du chama de o desejo de ser importante, que na lista
- 5:00dele é o item 8, né? A sensação de importância.
- 5:03Certa vez, o Lincoln começou uma carta dizendo, todos gostam de
- 5:07um elogio. William James disse, o mais
- 5:10profundo princípio da natureza humana humana é a ânsia de obter
- 5:14reconhecimento. Veja bem, ele não falou desejo,
- 5:17vontade, aspiração. Ele usou a palavra ânsia, que
- 5:20designa um tipo insaciável de fome humana e os raros
- 5:25indivíduos que satisfazem essa carência de maneira honesta.
- 5:29Tem todas as pessoas na Palma da mão e até o coveiro lamentará
- 5:33sua morte. O desejo de se sentir importante
- 5:36é uma das principais características que distinguem
- 5:38os homens dos animais, para ilustrar.
- 5:40Quando eu era um garoto da roça no Missouri, meu pai criava
- 5:44porcos da raça do rock Jersey e gados com pedigree do rock
- 5:50Jersey é o nome da raça exibíamos nossos animais nas
- 5:54feiras e exposições de rebanhos por todo o meio Oeste, vencemos
- 5:58dezenas de vezes. Meu pai prendia as fitas azuis
- 6:01da premiação numa peça de muscelina branca.
- 6:03Aí, quando alguém aparecia lá em casa, ele buscava lá essa peça,
- 6:06essa muscelina segurava uma ponta e eu outra.
- 6:10Enquanto exibia as fitas azuis, os porcos não ligavam para as
- 6:14fitas azuis que conquistavam, mas meu pai ligava.
- 6:16Os prêmios davam a ele um sentimento de importância.
- 6:19Se nossos ancestrais não tivessem esse desejo intenso de
- 6:22se sentir importante, não haveria a civilização.
- 6:25Sem ele, seríamos como os animais.
- 6:27Foi esse desejo de se sentir importante que levou um
- 6:30atendente de Armazém pobre e iletrado a estudar livros de
- 6:33direito. Que encontrou no fundo de um
- 6:35barril de coisas descartadas que havia comprado por 50 centavos.
- 6:40Já falei dele aqui, seu nome era Lincoln.
- 6:43Foi o desejo de se sentir importante que inspirou dickens
- 6:45a escrever seus romances imortais.
- 6:48Esse desejo inspirou ser Christopher ran a talhar suas
- 6:52obras primas em Pedra. Esse Christopher ran é tem uma
- 6:59citação maravilhosa sobre esse cara no. 48 leis do poder e eu
- 7:07vou atrás disso. Coloca aí Bruno No No no chat.
- 7:11É Christopher ran. 48 leis do poder, que é uma lição
- 7:16maravilhosa que é. Ele constrói, ele era arquiteto,
- 7:20alguma coisa constrói uma igreja.
- 7:22E ele, ele disse lá como projetista, que ele disse assim,
- 7:25cara, não precisa dessas colunas de sustentação.
- 7:29Né, mas o prefeito da cidade era o dono da razão, isso tem que
- 7:32ter, tem que ter e tal, não sei o que, não sei o que aí ele
- 7:34brigou, até que ele disse assim, tudo bem, aí ele construiu as
- 7:36colunas, anos depois descobriram que a coluna ela parava 3 cm
- 7:40antes da do teto, né? Então ele, ele, ele deu a razão,
- 7:45mas ele provou que ele estava correto se não quis sair no
- 7:48contexto do capítulo lá do 48 l poder é legal, já encontrou aí
- 7:50ou não? Ainda não.
- 7:52Não é porque eu tenho esse livro aqui.
- 7:54Eu estava tentando abrir para pesquisar pelo nome dele, porque
- 7:56qualquer coisa eu posso pagar outras coisas.
- 7:58Beleza, mas enfim, é é Oo. Del Carnegie está aqui citando
- 8:03de novo o Christopher ran a esse desejo levou o rockfeller a
- 8:10juntar milhões que nunca gastou. E esse desejo fez seu vizinho
- 8:13rico construir uma Casa Grande demais para as necessidades da
- 8:16sua família. Esse desejo faz você querer
- 8:18vestir roupas da moda, dirigir os carros que acabaram de ser
- 8:20lançados e falar sobre seus filhos brilhantes.
- 8:22Esse desejo faz muitos jovens quererem entrar para gangues e
- 8:25participar de atividades criminosas.
- 8:28Segundo moo Rooney, ex comissário de polícia de Nova
- 8:32Iorque, o jovem criminoso padrão tem um ego imenso e, quando é
- 8:35preso, costuma pedir exemplares de jornais sensacionalistas que
- 8:38lhe dão destaque na primeira página.
- 8:41A desagradável perspetiva de cumprir uma sentença parece
- 8:43remota, desde que ele possa se gabar de ter sua imagem no
- 8:46espaço ou no mesmo espaço onde costumava ver fotos de políticos
- 8:49e de astros do esporte, do cinema e da TV.
- 8:52Diz me, como te sentes importante de direito, quem és?
- 8:56Isso determina seu caráter. É o que há de mais significativo
- 9:00a respeito de sua pessoa. Por exemplo, John d rockfeller
- 9:03satisfez esse sentimento de importância.
- 9:05Ao doar dinheiro para a construção de um hospital
- 9:07moderno em Beijing, na China, para cuidar de milhões de pobres
- 9:10que nunca havia visto nem nunca haveria na sua vida, O Gângster
- 9:14John delanger, por outro lado, satisfazia seu desejo de
- 9:17importância, sendo bandido, assaltante de bancos e
- 9:20assassino. Enquanto os agentes do FBIO
- 9:22perseguiam, ele invadiu uma fazenda Minnesota e, orgulhoso
- 9:25de ser o inimigo público número 1 da polícia, exclamou, eu sou o
- 9:29delager, não vou ferir vocês. Só queria dizer que eu sou o
- 9:33delager, sim. A diferença fundamental entre
- 9:37dillenger e Rockefeller é o modo como satisfazia o seu desejo de
- 9:41importância. A história está repleta de
- 9:43exemplos divertidos de pessoas famosas lutando para se sentir
- 9:46importante. Washington queria ser chamado de
- 9:49o poderoso presidente dos Estados Unidos, Cristóvão
- 9:51Colombo, solicitou o título de almirante do oceano e vice rei
- 9:56da Índia. A rainha Catarina, a grande,
- 9:59recusava se a abrir cartas que não se referissem a ela como sua
- 10:02majestade imperial. E na Casa Branca, a senhorita
- 10:05Lincoln partiu como uma tigresa, para cima de uma convidada
- 10:07gritando, como ousa sentar se em minha presença, sem a minha
- 10:12permissão, nossos milionários ajudaram a financiar que é o
- 10:16famoso? Você acha que tá falando com
- 10:19quem, né? Nossos milionários ajudaram a
- 10:22financiar a expedição do almirante Bird a Antártida, em
- 10:261928, na expectativa de que os maciços de Montanhas geladas
- 10:29receberiam seus nomes. Vitor Hugo, o aspirava, nada
- 10:35menos do que ver a cidade de Paris recebendo seu próprio nome
- 10:37para homenageá lo. Até Shakespeare, o maior entre
- 10:41os maiores, tentou adicionar valor ao seu nome, encomendando
- 10:45um brasão para sua família. Existem pessoas que utilizam a
- 10:49própria enfermidade para conquistar a simpatia e a
- 10:51atenção e se sentir importante. Veja o exemplo da senhorita
- 10:55mckinle, ela se sentia importante obrigando o marido, o
- 10:58presidente dos Estados Unidos, William mckinle.
- 11:01A deixar de lado assuntos delicados do estado para ficar a
- 11:05seu lado na cama, às vezes durante horas, abraçando a
- 11:09acalmando a até dormir, alimentava um intenso desejo de
- 11:13atenção, insistindo em que ele estivesse a seu lado enquanto
- 11:18ela tratava os dentes. Um dia fez um verdadeiro
- 11:21escândalo quando ele precisou deixá la sozinho no dentista
- 11:24para não perder um compromisso com John Ray.
- 11:27Seu secretário de estado certa vez, a escritora Mary Robert
- 11:30ryanhart, me contou a história de uma jovem inteligente,
- 11:34saudável, que adoeceu para se sentir importante.
- 11:36Um dia, a mulher se viu obrigada a encarar alguma coisa, talvez
- 11:39sua idade. Ela viu que teria anos
- 11:42solitários pela frente e não tinha muito o que esperar da
- 11:45vida. Então ficou de cama durante 10
- 11:48anos. Sua mãe idosa subia e descia as
- 11:50escadas até o terceiro andar, carregando bandejas, cuidando
- 11:52dela. Numa manhã qualquer, a pobre
- 11:54mãe, exausta de tanto trabalhar, foi para a cama dormir e morreu.
- 11:57A filha definhou algumas semanas durante algumas semanas, mas em
- 12:02certo momento levantou se da cama, vestiu as roupas e voltou
- 12:05a viver. Algumas autoridades no assunto
- 12:08dizem que as pessoas podem até enlouquecer para encontrar no
- 12:11mundo da loucura o sentimento de importância negado na dura
- 12:14realidade do mundo. Nos Estados Unidos, existem mais
- 12:17pacientes sofrendo de doenças mentais do que de todas as
- 12:20outras doenças somadas. 1930 e pouco, né?
- 12:22Isso em 1930 e pouco. Qual é a causa da loucura?
- 12:26Ninguém é capaz de responder a uma pergunta tão ampla, mas
- 12:28sabemos que certas doenças, como a sífilis, atacam e destroem o
- 12:31cérebro, causando a loucura. Na verdade, cerca de metade de
- 12:36todas as doenças mentais pode ser atribuída a causas físicas,
- 12:39como lesões cerebrais, alcoolismo, toxinas e
- 12:40ferimentos. Mas a parte mais chocante da
- 12:44história é que a outra metade das pessoas que enlouquecem
- 12:46aparentemente não tem problema algum no cérebro.
- 12:51Em exames post Morten quando os tecidos cerebrais são estudados
- 12:56com microscópios poderosos, o cérebro parece tão saudável
- 13:01quanto o de qualquer pessoa. Por que as pessoas enlouquecem?
- 13:05Fiz a pergunta ao médico responsável por um dos nossos
- 13:08mais importantes hospitais psiquiátricos.
- 13:10Esse médico, que já recebeu as maiores honrarias e os prêmios
- 13:13mais cobiçados por seu conhecimento sobre o assunto, me
- 13:17respondeu com franqueza que não sabia, porque tanta gente
- 13:20enlouquece. Ninguém sabe ao certo, mas disse
- 13:23que muitas pessoas descobrem na insanidade de um sentimento de
- 13:28importância que foram incapazes de conquistar na vida real.
- 13:31Em seguida, contou a seguinte história, até até antes da
- 13:35história, certo? Eu vou repetir o que o médico
- 13:37falou. Disse que muitas pessoas
- 13:40descobrem na insanidade um sentimento de importância que
- 13:44que foram incapazes de conquistar na vida real, certo?
- 13:47Aí ele conta a seguinte história.
- 13:49No momento, estou cuidando de um paciente que teve um casamento
- 13:51trágico. Ela queria amor, satisfação
- 13:55sexual, filhos e prestígio social, mas a vida destruiu
- 13:57todas as suas esperanças. O marido não a amava, recusava
- 14:01se até a comer com ela e a obrigou a lhe servir as
- 14:05refeições do quarto no andar de cima.
- 14:08Ela não tinha filhos nem posição social.
- 14:11Enlouqueceu e começou a imaginar que se.
- 14:14Divorciou e voltou a imaginar que se divorciou e voltou a ter
- 14:18o nome do solteiro. Agora, acredita que se casou com
- 14:20um aristocrata inglês e insiste em ser chamada de Lady Smith.
- 14:26Quanto aos filhos, imaginava que tem um bebê a cada noite.
- 14:29Toda vez que eu a visito, ela diz, doutor, tive um filho na
- 14:33noite passada. A vida naufragou, os navios de
- 14:36seus sonhos nos recifes pontiagudos da realidade.
- 14:40Mas todas as suas embarcações chegam ao Porto, nas ilhas
- 14:43ensolaradas da insanidade, com as velas cheias.
- 14:46Trágico? Não sei.
- 14:47O médico me disse, se eu pudesse simplesmente estender a mão e
- 14:51restaurar a sanidade dela, não o faria, porque ela parece estar
- 14:57mais feliz assim. E aí esse trecho eu destaquei na
- 14:59minha leitura original, que é o seguinte, se algumas pessoas
- 15:02precisam tanto do sentimento de importância a ponto de
- 15:05enlouquecerem. Imagine o bem que podemos fazer
- 15:09ao dar a elas um reconhecimento honesto e volta para aquela
- 15:13questão que é, não tem ciência de foguete e o cara dá um
- 15:18mergulho muito profundo para poder falar uma coisa óbvia,
- 15:22porque se ele falar alguma coisa óbvia sem esse mergulho
- 15:24profundo, o cara vai dizer o seguinte, porra, é óbvio que
- 15:30reconhecer as pessoas é bem-vindo, né?
- 15:33E trataria como algo meio tolo. Mas a é especial justamente por
- 15:39ser tão, tão óbvio, tão acessível.
- 15:44Mas ninguém faz. Tem uma coisa curiosa aqui é que
- 15:47tem que lembrar, aquilo foi escrito em na década de 30, né?
- 15:50E aí acho que algumas coisas mudaram um pouco.
- 15:52Primeiro, acho que esse termo aqui que ele usa assim, né?
- 15:54Dizer que as pessoas enlouqueceram, talvez hoje não
- 15:56seja tão adequado assim. É colocado dessa maneira?
- 15:59É também não sou nenhum especialista, não sei, não sei
- 16:02nem como é que ele deveria realmente se tratar aqui.
- 16:05É, e outro ponto, o que me chamou atenção é que ele fala
- 16:07que essas pessoas, né, que na época enlouqueciam, né?
- 16:11É, alguns delas era por conta de fatores físicos e outros,
- 16:17aparentemente a pessoa tinha um cérebro completamente normal,
- 16:20sendo que esse normal aqui é sob a perspectiva da época, né?
- 16:23Porque o que ele narra aqui não tem como essa essa mulher ter um
- 16:27cérebro normal, tendo a vida que ela tinha no sentido de ser é
- 16:31claramente maltratada pelo marido, né?
- 16:32Então. É um, enfim, só uma coisa que
- 16:35mas OOO, muda um pouco a visão, o.
- 16:37Cérebro normal que ele falou não foi no sentido do fisicamente.
- 16:42É fisicamente saudável? Não fisicamente, que ele disse
- 16:44assim é post mortem. Os médicos iam lá com.
- 16:47Ah, sim. Sim, e viam que é, não havia, é
- 16:50dano físico no cérebro. Sim, entendi e.
- 16:54Foi nesse sentido que ele falou, agora sim, porra, é, é, deve ser
- 17:00muito interessante você incluir nessa discussão.
- 17:03Alguém que estuda e vive esse assunto com a visão da medicina
- 17:09hoje. Isso, isso porque isso era a
- 17:11visão da medicina na época, né? E aí eu, eu, eu não sei se se um
- 17:16caso de essas esses, essas questões mentais que a gente tem
- 17:21hoje, hoje em dia não, né? Desde sempre, mas que que hoje a
- 17:23gente consegue identificá las, né?
- 17:26Ansiedade, depressão, et cetera, é se isso causa.
- 17:29Chega ao ponto de causar alguma alteração no cérebro,
- 17:32fisicamente falando, não sei se se isso acontece.
- 17:35Enfim, só observação. Eu tô com um trecho aqui, tá do
- 17:39do Rain. Não vai lá no Rain, que depois
- 17:43eu vou fazer um comentário. Aqui é ele tá no ele tá nesse
- 17:46livro, acho. 48 lei do poder. É engraçado isso, vê se o ano é
- 17:5038, é 8 alguma coisa assim da história.
- 17:54É 8? É 8, né?
- 17:55É 1688, ele vai chegar aqui. Ele ele diz o seguinte, é ruim,
- 17:59foi a versão inglesa do homem renascentista.
- 18:01Ele havia dominado as ciências da matemática, astronomia,
- 18:04física e fisiologia. No entanto, durante sua carreira
- 18:08extremamente longa como o mais famoso arquiteto da Inglaterra,
- 18:10seus patronos. Com frequência eles diziam para
- 18:13fazer alterações pouco práticas de seus projetos.
- 18:16Nenhuma só vez ele discutiu ou ofendeu, tinha outras maneiras
- 18:20de provar que estava com a razão.
- 18:24Em 1688, rein projetou um magnífico prédio para a
- 18:26prefeitura da cidade de Wim wester, Westminster,
- 18:28Westminster. O prefeito, entretanto, não
- 18:32ficou satisfeito. De fato estava nervoso.
- 18:35Ele disse a rein que temia que o segundo andar não estivesse
- 18:38firme e que pudesse vir abaixo destruindo seu escritório.
- 18:40No primeiro andar, ele exigiu que rein acrescentasse 2 colunas
- 18:44de Pedra como um apoio extra. Rein, excelente dinheiro, sabia
- 18:46que essas colunas não serviriam de nada e que os temores do
- 18:51prefeito não tinham fundamento. Mas ele as construiu e o
- 18:55prefeito agradeceu. Só anos mais tarde é que os
- 18:58operários, em cima de um andaime alto, viram que as colunas
- 19:01terminavam pouco antes do teto. Eram falsas, mas os 2 homens
- 19:05conseguiram o que desejavam. O prefeito pôde relaxar e o rehn
- 19:08garantiu que a posteridade soubesse que o seu projeto
- 19:11original funcionava e que as colunas eram desnecessárias.
- 19:15Ele complementa aqui, né, o poder demonstrar a sua ideia e
- 19:17que seus adversários não ficam na defensiva e, por conseguinte.
- 19:21Estão mais dispostos a ser convencidos, fazê Los sentir
- 19:24literal e fisicamente, o que você quer dizer é muitíssimo
- 19:27mais eficaz do que discutir. Qual é o princípio aí?
- 19:30Vença por sua atitude, não escuta.
- 19:33Vença por. Suas atitudes não escuta.
- 19:35Não escuta, era isso. É isso aí.
- 19:39Está conectado, de certa forma, com o que estamos lendo aqui.
- 19:42É, e pelo tempo aqui eu vou finalizar, porque aí ele vai
- 19:45seguir. Né?
- 19:47É a gente. A gente tinha parado a leitura
- 19:49que imagine o bem que podemos fazer ao dar às pessoas um
- 19:52reconhecimento honesto. Charles Schwab foi um dos
- 19:55primeiros executivos e tal. Mas uma coisa porque vê, ele
- 19:59fala aqui de Charles Schwab, ele fala do ele fala de de
- 20:04Bloomberg, tem 1 hora que ele fala de algumas empresas aqui,
- 20:07né? Nesse capítulo eu tô voltando
- 20:09aqui e vou encontrar aqui que ele fala de aqui, ó, a rainha
- 20:14Catarina. Ok, algumas pessoas famosas
- 20:19aqui, né? Na Casa Branca, o Lincoln, Ah,
- 20:23rockfeller, rockfeller. Acho que ainda teve 111 outro
- 20:28aqui, né? É, é engraçado isso, velho.
- 20:33Eu não sei se essa minha impressão está correto ou não,
- 20:39mas você tem pelo menos com certeza no mercado financeiro,
- 20:43né? É rockfeller, porque ele falou
- 20:45mais de uma vez. Rockfeller é você tem muitas
- 20:50empresas nos Estados Unidos que levam o nome dos fundadores e
- 20:55tirando o escritório da advocacia, né?
- 20:58Porque aí a criatividade, não sei, talvez seja um padrão de
- 21:02mercado, né? Tem que ser é, é Dantas e Soares
- 21:07e advocacia é sempre isso, né? Mas tirando isso, você não tem
- 21:10muitas empresas que levam o nome da pessoa.
- 21:13Né? E lá é muito comum, né, é
- 21:17Charles Schwab, Goldman Sachs, é JP Morgan, assim, é, isso aqui é
- 21:25soulchetes, né? É Oo outro que eu li há pouco
- 21:29tempo lá que é era Arthur Williams, é agora, agora, tipo
- 21:35assim, é muito comum, é, eu tô lendo agora um case.
- 21:43O estudo de caso que me deram de lição de casa, né?
- 21:47Da das sibel systems, que vendeu para Oracle e a sibel vende puta
- 21:55o William sibel que era o nome do cara, né?
- 21:59EE, aqui a gente não tem muito essa cultura, né não?
- 22:05Porque assim, ok, Mateus, supermercados é uma coisa, é, é
- 22:11menos comum. O taleb, isso é visto como ruim,
- 22:15né, porque é, sei lá, do ponto de vista do equity, mas o taleb,
- 22:21ele diz isso, né? Disse.
- 22:22Assim, eu, na dúvida, acredito mais na empresa que leva o nome
- 22:25do dono, porque se leva o nome do dono, o dele tá na reta, ele
- 22:29tem mais a perder, né? É?
- 22:31Então ele ele julga isso como um atributo positivo, porque será
- 22:35que a gente usa menos, não é, ou a gente Oo.
- 22:40Não sei, Ah. Bem, ok, eu?
- 22:45Tenho uma sensação de que empresas menores tem mais o nome
- 22:49e empresas maiores tem menos. Só um, só uma sensação de mas aí
- 22:54tu tá. Indo pro coxinha do Artur?
- 22:58É. Entendi, entendi, pô, mas é, é.
- 23:04Isso é super comum nos Estados Unidos com com com empresas.
- 23:08Que se tornaram grandes também, não, mas não só essa no espírito
- 23:12do micronegócio, né? É interessante.
- 23:17Vou refletir sobre isso e entender qual é a conexão aqui
- 23:20com o nosso, com o nosso livro. Mas temos um episódio brunão
- 23:25comentários aqui desse desse episódio.
- 23:27Até o momento ele tá. Ele tá indo no caminho muito
- 23:30bom, né? E a gente chega na metade dele,
- 23:31então a gente vai vai descobrir Oo complemento no próximo
- 23:35episódio, é? Mas.
- 23:38Mas eu estou gostando muito do livro, eu acho que eu estou
- 23:40gostando mais do que na primeira, na primeira leitura.
- 23:43Estou gostando bastante também. Interessante, muito
- 23:46interessante. Pois bem, se você chegou até
- 23:49aqui, muito obrigado pelo seu tempo.
- 23:50Seguimos na leitura e descobrindo aqui.
- 23:52Não apenas descobrindo, é discutindo e comentando, como
- 23:57fazer amigos e influenciar pessoas.
- 23:58Muito obrigado e até a próxima.