Latest / Entendes o que Estás Lendo? / Josué cap 20 parte 1
Transcript
- 0:02Entendes, o que estás lendo? O podcast que te leva através
- 0:07das páginas da bíblia, livro por livro, capítulo por capítulo,
- 0:14uma exposição bíblica emocionante.
- 0:18Aperte os cintos e embarque comigo nesta viagem.
- 0:37Olá, estou de volta para mais um fantástico episódio do podcast.
- 0:41Entende o que estás lendo? Já é demais poder estar aqui
- 0:45novamente para compartilhar com vocês mais uma preciosa porção
- 0:50da palavra de Deus. Hoje, Josué, capítulo 20 parte
- 0:54um episódio de número 923. 11ª temporada onde estamos vendo o
- 1:00livro de Josué, capítulo por capítulo.
- 1:03Josué vai até o capítulo 24. Estamos no 20 mais próximos do
- 1:07final do que quando começamos e depois nós iremos voltar para o
- 1:12novo testamento para o livro de romanos aprender mais uma porção
- 1:19da palavra de Deus através do livro de romanos capítulo por
- 1:22capítulo você que tem interesse de aprender mais a palavra de
- 1:25Deus. Tem aí os evangelhos, Mateus,
- 1:29Marcos, Lucas e João, atos dos apóstolos, o pentateuco, Gênesis
- 1:35e do levítico, números e deuteronômios, 5 livros do
- 1:39pentateuco, estamos quase finalizando, Josué, chegada do
- 1:43povo, A Terra Prometida, o cumprimento das promessas de
- 1:46Deus. E nesse capítulo 20,
- 1:48especificamente, nós vamos focar aqui nas lições que que.
- 1:55Não são ensinadas pelo texto bíblico sobre as cidades de
- 1:58refúgio. O que era isso naquele contexto
- 2:02social, econômico, histórico ali da bíblia sagrada?
- 2:07E o que aprendemos hoje? O que podemos aplicar?
- 2:10Quais princípios permanecem para o nosso crescimento espiritual?
- 2:14Leia o capítulo 20, Vem Pra Cá. Se você tá gostando, compartilha
- 2:18com mais gente e vamos juntos prosseguir.
- 2:22Aprendendo mais da palavra de Deus, veja que a instituição das
- 2:28cidades de refúgio ela nos interessa tanto como um exemplo
- 2:32admirável do espírito da legislação mosaica, quanto como
- 2:37uma demonstração de sabedoria na ausência de tribunais e de
- 2:42qualquer sistema adequado para administração da justiça, surgiu
- 2:47uniformemente em todas as tribos primitivas.
- 2:52E se encontrava em muitos lugares, um sistema que incubia
- 2:57o parente masculino mais próximo.
- 3:00A tarefa de executar o assassino de seu parente é veja que isso
- 3:08aqui, que era chamado por alguns como vendeta, entendida como
- 3:12vingança de sangue entre famílias ou clãs, possui sólida
- 3:17base histórica e não desapareceu completamente da atualidade.
- 3:22Ela é tradicional em regiões muitos remotas e em sociedades
- 3:29tribais do Oriente médio. Ainda funciona como sistema
- 3:34informal de justiça, especialmente onde o estado ele
- 3:39se mostra ausente ou frágil. Veja, embora hoje ela não seja
- 3:46amplamente aceita nem institucionalizada.
- 3:49Ela ainda sobrevive em muitos contextos específicos, como
- 3:53rivalidades entre clãs, até no crime organizado, mantendo a
- 3:59lógica da retribuição direta. No entanto, veja que,
- 4:04diferentemente de um sistema judicial formal, não havia um
- 4:08juiz no sentido institucional que conhecemos, mas sim a
- 4:13própria família assumindo o papel de julgar e executar a
- 4:17vingança. E no calor da vingança ou na
- 4:21excitação ali no perigo inerentes ao que era considerado
- 4:26o cumprimento do dever de um parente, os homens muitas vezes
- 4:32não se preocupavam em saber se a morte fora resultado de um
- 4:35acidente ou de um ato intencional.
- 4:38Pode ser que ninguém tenha lamentado mais a morte do que
- 4:42aquele que acometeu, mas a lei rude.
- 4:46Ela não deixava alternativa ao parente responsável.
- 4:49Quem matou? Podia ser seu próprio parente.
- 4:53Podia ser que um golpe de raiva não intencional ou algum mero
- 4:59acidente tivesse tirado a vida de alguém querido por quem
- 5:04desferiu o golpe, ou que fosse a infeliz causa do acidente.
- 5:11Mas onde sangue foi derramado? Sangue deveria ser derramado.
- 5:17E assim, uma falta e uma perda frequentemente implicavam a
- 5:22prática de uma falta maior e a experiência de uma perda ainda
- 5:27maior. E foi nesse contexto que Moisés
- 5:31interveio e na legislação que ele promulgou sobre o assunto.
- 5:37Há muito que merece a nossa devida atenção.
- 5:42Observe que ele não prescreveu o pagamento de indenizações por
- 5:49uma morte causada. Ela tem sido uma forma de
- 5:53mitigar a severidade das regras para punição de um assassinato.
- 5:59Por exemplo, quando olhamos para a história na Inglaterra da
- 6:01época saxônica, havia o pagamento de indenização por
- 6:06sangue, que era continuamente oferecido e recebido.
- 6:11Em muitas outras terras, uma multa era imposta ao assassino
- 6:14em benefício de sua família, o Alcorão Islâmico.
- 6:19Ele permite tal compensação. E hoje, em algumas tribos
- 6:25árabes, um homem pode escapar da pena de assassinato se ele puder
- 6:33pagar a multa prescrita pelo costume habitual.
- 6:38Mas veja. Embora tal alternativa
- 6:42certamente fosse familiar ao Moisés, ele não adotou no seu
- 6:46contexto, pelo contrário, ele proíbe expressamente que os
- 6:52parentes tolerem um crime, recebendo qualquer pagamento em
- 6:56dinheiro por ele. Veja o último capítulo do livro
- 7:00de números, esse é um fato muito marcante.
- 7:05Pois muitos teriam preferido uma lei que permitisse o pagamento e
- 7:10o recebimento de tal multa. A lei de fato promulgada, o fato
- 7:16de Moisés ele não ter adotado tal regra demonstra que ele
- 7:20temia o perigo de a consciência ser embotada e o crime
- 7:24incentivado por qualquer compromisso entre a culpa de um
- 7:28lado e a ganância de um outro. Tal regra sempre mitigaria a
- 7:34versão ao crime, tornaria mais seguro para os ricos
- 7:37satisfazerem suas animosidades do que para os pobres.
- 7:41Ferirem acidentalmente um semelhante a lei.
- 7:47O dever e o respeito próprio seriam provavelmente diminuídos.
- 7:52A vida seria considerada menos sagrada.
- 7:56E, em vez de ser revestida de uma sanção divina e sua
- 7:59destruição, ser considerado um crime terrível, ela pareceria
- 8:04algo que vale algum dinheiro e os homens cederiam ao seu gosto
- 8:09pelo assassinato daqueles de quem não gostavam de acordo com
- 8:14seu julgamento sobre o que podiam pagar.
- 8:18Vejam. A pobre substituição da pena de
- 8:22morte por uma multa não só não é aceita como é explicitamente
- 8:27proibida e até certo ponto a legislação de Moisés.
- 8:31Aqui ela sugere que qualquer que seja o caminho que nossa
- 8:35legislação penal tome ou lidar com o crime, fará bem e manter a
- 8:40santidade da vida e em evitar o método de tratamento que aumente
- 8:45o crime que deveria prevenir. A justiça ela vem pra substituir
- 8:52a vingança. E aqui nós vemos as 6 cidades de
- 8:56refúgio, que eram simplesmente 6 cidades de julgamento, onde se
- 9:01podia obter um veredito definitivo sobre a morte, se ela
- 9:05for intencional ou não. O homem que havia tirado uma
- 9:10vida. Ele reivindicava a proteção dos
- 9:12anciões da cidade verso 4 e a recebia até que seu caso fosse
- 9:16julgado. Ele era julgado perante a
- 9:19congregação a assembleia, composta por cidadãos adultos e
- 9:25como todos eram levitas, sendo as 6 cidades de refúgio, todas
- 9:30as cidades levíticas. Eles estavam familiarizados com
- 9:34a lei e provavelmente tinham um pouco mais de cultura do que
- 9:39seus irmãos. Não levitas um julgamento por
- 9:43seus pares. Calma, imparcial, era, portanto,
- 9:46fornecida a cada acusado. Um tribunal grande demais pra
- 9:52ser influenciado por animosidade ou corrompido por subornos.
- 9:58Então, se com base em evidências explícitas de 2 ou 3 testemunhas
- 10:03ficasse comprovado que se tratava de um caso de homicídio
- 10:08doloso, o asilo lhe era negado e ele era então entregue à morte.
- 10:16Mas se, por outro lado, fosse comprovado que se tratava de um
- 10:19caso de acidente ou homicídio culposo, o período de asilo era
- 10:23prolongado e sob a proteção de Deus ele estaria seguro,
- 10:29contanto que permanecesse dentro dos limites da cidade que
- 10:34arranja admirável. Não se poderia conceber um
- 10:38tribunal melhor para tais casos do que um júri de 200 ou 300
- 10:43homens honestos. Era gratuito, simples e não
- 10:48envolvia a demora. Restringia um direito
- 10:52universalmente reconhecido, mas o fazia com tanta sabedoria e
- 10:57justiça que ninguém poderia reclamar.
- 11:02A provisão de asilo incondicional, como se
- 11:06desenvolveu posteriormente em relação a edifícios religiosos,
- 11:10provou ser um mal absoluto, mesmo em terras cristãs.
- 11:15Um incentivo a todos os crimes, promovendo não a moralidade, mas
- 11:18apenas a astúcia de quem os cometia ao alcance de tal
- 11:23santuário. Veja, isso proporcionou aqui a
- 11:28Israel, para os casos mais importantes, um tribunal de
- 11:33justiça que protegia a Inocência, apaziguava a vingança
- 11:37e que impedia que rixas de sangue se instalassem e
- 11:40crescessem a grandes proporções. É uma lição para nós, como
- 11:45indivíduos, sempre nos precavermos contra o impulso da
- 11:51paixão incorporarmos em cada disputa na qual infelizmente nos
- 11:56envolvamos. O julgamento calmo e imparcial
- 12:00de outros pode ser nosso dever para com os outros processar ou
- 12:05punir o criminoso, mas a vingança é uma paixão profana
- 12:09que não encontra respaldo Divino.
- 12:13Por fim, observem que aqui havia uma disposição curiosa na lei.
- 12:19Se inocente de homicídio doloso, o homem tinha direito a estar
- 12:24ali naquela cidade. Mas ao sair da cidade, ele
- 12:28perdia esse direito. Ele podia ser legalmente morto.
- 12:34A proximidade dos leviitas vivos era sua proteção.
- 12:41Mas a residência perpétua na cidade de refúgio não era
- 12:44obrigatória, pois quando o sumo sacerdote morria, ele podia
- 12:48retornar a sua morada e ali habitar.
- 12:52O sumo sacerdote devia ser considerado um intercessor que
- 12:56havia entrado no véu, sob cuja proteção as orações de todos
- 13:03esses refugiados eram sagrados e para eles toda a Terra se
- 13:08tornava um grande lugar. De refúgio, veja a morte de
- 13:14outro sumo sacerdote. Era uma entrada no véu que
- 13:18beneficiava com proteção divina todos os que se refugiavam no
- 13:24lugar. Divinamente, designado eles pela
- 13:28Inocência, obtiveram o benefício de sua interseção, e nós, pelo
- 13:33arrependimento, estaremos todos sob a sombra do intercessor
- 13:38celestial. A instituição das cidades de
- 13:42refúgio, como você pode ler nesse capítulo 20, ela permanece
- 13:47como notável memorial do espírito benevolente ali daquela
- 13:53instituição e legislação mosaica.
- 13:57Ela se assemelhava ao direito de asilo ao santuário que de uma
- 14:00forma ou de outra, encontrou lugar no uso de todas as nações
- 14:04desde os tempos mais remotos. Mas não estava sujeito aos
- 14:09mesmos abusos. Cada provisão da lei mosaica,
- 14:13ela consagrava algum princípio duradouro, alguma grande lição.
- 14:18Ela pretendia ser impressa na mente do povo, a instituição
- 14:23muda ou desaparece completamente.
- 14:26O princípio, a lição, ela permanece pra gente.
- 14:32Veja aqui, uma das lições são. Que nos são ensinadas é a
- 14:37santidade da vida humana, a instituição.
- 14:41Ela testemunhou isso de forma marcante.
- 14:45Este era o seu princípio fundamental.
- 14:48Ela Foi concebida como um freio, aquela forma de ferocidade pela
- 14:54qual as tribos orientais sempre foram notáveis, a sede de
- 14:58vingança. No derramamento de sangue, ela
- 15:02lançava um escudo sobre uma vida em perigo, e isso a relaciona
- 15:07imediatamente ao instinto radical de nossa natureza.
- 15:11Deus implantou em nós um senso intuitivo do valor à vida.
- 15:18Não apenas o instinto de autopreservação, pele por pele,
- 15:22etcetera, está escrito lá em Jó 24, mas também algo que nos leva
- 15:28a respeitar a vida do outro. As condições mais bárbaras da
- 15:33humanidade, elas não são totalmente desprovidas de
- 15:36vestígios disso, e o efeito natural da religião e da
- 15:42civilização deveria ser desenvolvê lo não se trata
- 15:47apenas de satisfação, de contemplar habilidade consumada,
- 15:51resistência, resoluta, feitos de ousadia, abnegação, mas do fato.
- 15:58De que uma vida é salva a faísca vital, tão misteriosa em si
- 16:04mesma e tão misteriosamente acesa, ela é impedida de se
- 16:09extinguir o espírito humanitário, o espírito em
- 16:13sintonia com a humanidade. Como tal, sente exatamente o
- 16:17mesmo, por mais frágil ou aparentemente insignificante e
- 16:22desprezível que a vida possa parecer às vezes.
- 16:26Não nos detemos para considerar suas condições reais ou suas
- 16:31possibilidades latentes. Apenas sabemos que é bom salvá
- 16:36la. Não há marca mais elevada da
- 16:39civilização cristã do que a difusão de um sentimento mais
- 16:43nobre quanto ao valor intrínseco da vida humana.
- 16:50O filho do homem, ele não veio para destruir as vidas dos
- 16:54homens. Mas, para salvá las e esse fato
- 16:58tem implicações manifestas, ainda que indiretas na questão
- 17:02da imortalidade do homem, as cidades de refúgio, elas revelam
- 17:07um Deus que transforma vingança em justiça, protege a vida
- 17:11humana e aponta para uma graça maior em meio a culpa, ao caos,
- 17:18a um lugar seguro, preparado por Deus para aqueles que se
- 17:23refugiam nele. Nós vamos falar mais disso dos
- 17:26próximos episódios desse capítulo 20, trazendo todos os
- 17:31princípios da cidade de refúgio pra o tempo da graça do novo
- 17:35testamento. Será que temos buscado justiça
- 17:40com sabedoria ou reagido movidos pela emoção e pela vingança?
- 17:47Pra onde temos corrido quando erramos para o julgamento dos
- 17:52homens? Ou para o refúgio oferecido por
- 17:55Deus? Vamorado senhor ensina nos a
- 18:03valorizar a vida como tu valorizas e a rejeitar toda
- 18:08forma de vingança no nosso coração.
- 18:12Conduzem nos a tua justiça, que é perfeita e misericordiosa e
- 18:19faz de nós pessoas que buscam refúgio em ti.
- 18:22E também oferecem graça aos outros em nome de Jesus, amém,
- 18:29amém, amém, joia demais, quanto aprendizado no texto sagrado.
- 18:34Fica no nosso coraçãozinho e a gente volta que a gente ainda
- 18:37vai se aprofundar mais um pouquinho nesse capítulo.
- 18:39Tá bom? Um abraço, até breve, tchau,
- 18:42tchau.