Latest / SuinoCast · by PPGVET / MICROBIOMA, HIPERPROLIFICIDADE E MACHOS DE ELITE - Dr. Ricardo Zanella | Ep. 335
Transcript
- 0:00Nós temos aí um algumas grandes Barreiras.
- 0:04Uma delas é que geralmente os fenótipos associados com a
- 0:08reprodução são fenótipos de baixa da habilidade, baixa média
- 0:12da habilidade. O que que significa?
- 0:13Isso? Significa que nós temos uma
- 0:16grande ação ambiental, ou seja, fatores externos.
- 0:20E quando a gente fala em fatores ambientais, nós temos toda a
- 0:23questão de manejo, temos a questão de nutrição.
- 0:27Temos a questão das baias, a qualidade da água, a qualidade
- 0:31da ração, dos insumos e também não podemos falar, deixar de
- 0:35falar da parte da genética. Ou seja, nós precisamos
- 0:39trabalhar nesse combo. Se nós fecharmos os olhos EE
- 0:43pensarmos como que era as fêmeas suínas 1020 anos atrás, era um
- 0:49animal completamente diferente do animal que nós temos hoje.
- 1:03Analisando os dados do canal, percebemos que cerca de 93% de
- 1:08vocês que assistem nossos episódios com frequência ainda
- 1:12não estão inscritos. A sua inscrição é muito
- 1:15importante, então se você gosta do nosso conteúdo, inscreva.
- 1:20Se agora no canal isso faz uma grande diferença para o nosso
- 1:24trabalho, muito obrigado pelo apoio.
- 1:26E um ótimo episódio. O swinocast só é possível
- 1:30através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 1:33educação continuada na suínocultura brasileira zoetes
- 1:37líder. Global em saúde animal.
- 1:41Polinutri nutrição animal. Juntos vamos mais longe paxmart
- 1:48transformação digital para o campo.
- 1:53Novos líder em soluções de nutrição inteligente para o
- 1:57crescimento dos negócios na produção de proteína animal.
- 2:01Novonesis transformando o mundo através da biologia.
- 2:07DSM firmenich moldando o futuro dos cuidados com suínos, cerva
- 2:14sempre com você, além da saúde animal.
- 2:19Autech soluções nutricionais eficientes e sustentáveis para
- 2:23fortalecer a suinocultura. Olá, sejam todos muito bem
- 2:27vindos para mais uma edição do suíno Quest.
- 2:29Meu nome é Guilherme brantes ou Rose do programa e hoje nós
- 2:33temos um convidado especial, Ricardo zanela.
- 2:36Ricardo, seja muito bem-vindo, esse a gente fala aqui.
- 2:39É um programa, uma leve, um programa democrático, aberto,
- 2:44feito para a comunidade da suinocultura, para produtores.
- 2:48Eu sempre chamo atenção futuros produtores, toda academia.
- 2:51Tu como professor, vai nos falar um pouco disso.
- 2:54Academia, tanto professores como alunos, futuros alunos, né?
- 2:59Os o pessoal que está se decidindo aí, tomara que a gente
- 3:02possa influenciar ou pelo menos mostrar.
- 3:05A nossa cadeia é os consumidores.
- 3:08E eu também falo sempre dos nossos não consumidores, aquilo
- 3:12que a gente. Tem EE é pra falar da nossa
- 3:15cadeia. Então o Ricardo seja muito
- 3:19bem-vindo o Ricardo que é professor da universidade
- 3:22federal de Passo Fundo. Universidade de Passo Fundo,
- 3:25Passo Fundo UPF. Cidade Passo Fundo UPF é formado
- 3:30pela UPFE, com mestrado EE, doutorado na Washington state
- 3:35University, EPHDE, reprodução e genética animal.
- 3:40E além de professor, também é pesquisador Na Na nossa
- 3:44universidade passo do do nosso querido foi grande do sul.
- 3:48Ricardo, eu sempre falo que OA leitura do currículo é uma
- 3:51leitura fria, né? E a gente sempre pede pro nosso
- 3:54convidado se apresentar. Quem que é o Ricardo zanela pelo
- 3:57próprio Zanella, já estive junto com vários da família Zanella,
- 4:02né, é na Silva cultura, no ano um ano retrasado eu palestrei
- 4:06junto com o Adroaldo lá em Rio Verde e a gente já teve.
- 4:10Em vários eventos aí com com AA. Essa família é da da
- 4:14suinocultura, né? De pesquisadores e professores.
- 4:17Seja bem-vindo ao Ricardo. Isso aí.
- 4:19Obrigado Guilherme por essa oportunidade em estar aqui, né?
- 4:23Falando, falando com vocês de um tema que faz parte já do DNA da
- 4:30nossa família, né? Que é a parte da suinocultura.
- 4:33Então eu sou o mais novo do clã do do zanello.
- 4:38Eu sou, como tu mencionou aí, eu fiz medicina veterinária, formei
- 4:43na Universidade de Passo Fundo, fiz meu mestrado e doutorado na
- 4:48universidade de Washington, onde eu trabalhei com toda parte
- 4:52relacionada com a utilização de marcadores genéticos Na Na pra
- 4:59seleção animal, pra caracterização, né?
- 5:01De. Marcadores associados com
- 5:04doenças infecciosas e também com fenótipos relacionados com a
- 5:08reprodução animal. Depois de eu terminar o meu
- 5:14mestrado e doutorado, eu fui contratado por uma universidade
- 5:18nos Estados Unidos, Barry College, aonde que eu trabalhei
- 5:23por 1 ano, trabalhando com com pesquisa e também com com
- 5:29ensino. Só que o que que acontece?
- 5:33Nós, muito tempo longe de casa, fazia já uns 6 anos que eu
- 5:38estava fora do Brasil. Bateu a saudade pra voltar e
- 5:42aproveitar um pouco a família, né?
- 5:44Que a gente tinha aqui. Daí eu retornei para o Brasil
- 5:48com uma proposta, uma bolsa BJT bolsista jovem talento do
- 5:55programa do governo federal, né? Um programa de atração de jovens
- 5:58pesquisadores. De volta para o Brasil.
- 6:02Com isso eu vim para Embrapa sumos e aves a trabalhar com a
- 6:07doutora Mônica ledura, com a parte de melhoramento genético
- 6:11em suínos trabalhando especificamente então com esse
- 6:15tema e também com a parte de aves durante esse período que eu
- 6:20tava com com essa bolsa de pós doutorado, né?
- 6:24Na Na Embrapa sumos e aves eu comecei.
- 6:27A sentir muita falta da de estar junto com a academia e daí eu
- 6:34recebi 111 oportunidade pra começar a ministrar uma
- 6:40disciplina junto com a universidade Pas fundo na parte
- 6:43de genética e melhoramento animal e aí retornei pra pra OPF
- 6:49dando uma aula por semana. E posteriormente, quando
- 6:53terminou a minha bolsa, abriu o concurso na universidade, eu
- 6:56acabei entrando então como como professor lá hoje, então, na
- 7:02UPF, eu eu trabalho com a parte de genética, melhoramento animal
- 7:07e reprodução animal. Eu tenho meu laboratório com
- 7:11aproximadamente 19 alunos, então estão trabalhando comigo em
- 7:16diferentes projetos, suínos, bovinos, ovinos.
- 7:22A trabalhamos desde a parte de genética, reprodução e unindo as
- 7:272, trabalhamos forte. Agora estamos com vários
- 7:31trabalhos com a parte de caracterização do microbioma,
- 7:36tanto das fêmeas quanto dos machos, e vendo quanto essa
- 7:40caracterização dos microrganismos estão impactando.
- 7:45A parte reprodutiva da das fêmeas.
- 7:49Então eu eu dou aula no programa de pós graduação, né?
- 7:52Em bioexperimentação aqui da UPFE.
- 7:55Além disso, eu eu também sou consultor técnico de uma empresa
- 8:03multinacional, AIMV, que trabalha com a parte toda a
- 8:08parte de de reprodução, né? Desde diluentes equipamentos.
- 8:13Voltados tanto para parte de suínos quanto quanto bovinos.
- 8:19E. EE, há e há 12 anos atrás nós eu
- 8:27recebi o convite do de um colega pra pra montarmos, então 11
- 8:35dinâmica pra tentarmos implementar, né, a qualidade do
- 8:40ensino na suinocultura. Então a gente tá auxiliando aí
- 8:44numa especialização, né? De de surinos também.
- 8:49Na PPG vet você encontra uma pós graduação 100% voltada para a
- 8:53sua inocultura, com conteúdo técnico e prático que prepara
- 8:57você para os desafios reais do mercado, aprofunde se em
- 9:01reprodução, sanidade, nutrição e gestão e aprenda com
- 9:05especialistas que atuam nas principais agroindústrias.
- 9:09Venha para APPG vet e se torne referência na sua inocultura
- 9:13Moderna. Bom, vamos ter bastante coisa
- 9:16para falar aqui. É a reprodução.
- 9:19Foi a minha área de de especialização no mestrado.
- 9:22EEE. Voltando um pouco aqui, zanela,
- 9:27eu vou te chamar de zanela, Ricardo.
- 9:29Isso sem problema. Eu lembro, eu lembro, Ricardo,
- 9:34quando eu saí do 94, terminei meu mestrado.
- 9:38Eu tinha 3 grandes objetivos, né?
- 9:41É implementar a inseminação artificial.
- 9:46É, a gente organizou num num trabalho de de, numa dinâmica de
- 9:53de um desafio, vamos dizer assim, foi bolado quarto sítio,
- 9:58e uma das ideias era implementar o quarto sítio e o manejo em
- 10:02bandas, né? A segregação.
- 10:04EE hoje tu começa o teu, o teu discurso aqui, a tua formação.
- 10:10É claro que não foi o começo, né?
- 10:11Mas o teu começo fora do Brasil. A questão aí da da da do
- 10:15melhoramento dos marcadores genéticos, né?
- 10:18Seja na sanidade ou seja específico Na Na produção.
- 10:22E a gente teve é agora, na semana retrasada, em.
- 10:27Chapecó, né? Uma palestra da
- 10:30hiperproleticidade ou ou dos grandes?
- 10:33Nela eu tava, assisti ela. Pra que lado que tá indo?
- 10:38Foi foi muito interessante porque algumas semanas, alguns
- 10:41meses atrás, lá no sinsui é se falou de uma palestra que a
- 10:45gente tinha chegado no limite da produção suíno, né?
- 10:49E aqui em Chapecó foi falado. É dessa de que ainda não estamos
- 10:55longe do limite fisiológico, né? Do que é possível nascer e, mas,
- 11:00acima de tudo, manter a viabilidade dos animais.
- 11:03Então, com esse começo aqui, Sané, a gente parte lá dos anos
- 11:0890, da reprodução e do avanço que teve o campo, e agora eu
- 11:13gostaria de mergulhar nesse avanço tanto no animal dessa
- 11:17parte, essa parte genética, quanto.
- 11:21Do do, do do sêmen ou do mágico, né?
- 11:24O quanto que a gente está exprimindo, vamos dizer assim, o
- 11:28máximo potencial genético daqueles animais que estão nas
- 11:31nossas grandes. Claro, vamos lá então.
- 11:34E a gente tem 40 minutos, né? Não, perfeito.
- 11:38Aí a gente tem papo aí pra falar muito mais.
- 11:42Vamos o que que acontece sempre quando a gente fala na parte de
- 11:45reprodução? Seleção genética pra fenótipos
- 11:48reprodutivos. Nós temos aí um algumas grandes
- 11:52Barreiras. Uma delas é que geralmente os
- 11:56fenótipos associados com a reprodução são fenótipos de
- 11:59baixa de dabilidade, baixa média de dabilidade.
- 12:02Que que significa isso? Significa que nós temos uma
- 12:06grande ação ambiental, ou seja, fatores externos.
- 12:10E quando a gente fala em fatores ambientais, nós temos toda a
- 12:13questão de manejo, temos a questão de nutrição.
- 12:17Temos a questão das baias, a qualidade da água, a qualidade
- 12:21da ração, dos insumos e também não podemos falar, deixar de
- 12:25falar da parte da genética. Ou seja, nós precisamos
- 12:28trabalhar nesse combo. Se nós fecharmos os olhos EE
- 12:33pensarmos como que era as fêmeas suínas 1020 anos atrás, era um
- 12:39animal completamente diferente do animal que nós temos hoje.
- 12:44Desde as partes a características morfológicas
- 12:48dela, como também nas suas características produtivas, a
- 12:51foi feito um trabalho a muito forte AEA surocultura.
- 12:56Ela tem uma a uma questão muito importante que ele sempre pensou
- 13:01no animal como um todo, que precisava implementar várias
- 13:06características reprodutivas ao mesmo tempo.
- 13:08Porque a gente chama de uma característica multa.
- 13:11Trade selection é uma seleção para múltiplas características e
- 13:15isso fez com que a gente fosse selecionando o animal mais
- 13:20balanceado para várias características, sejam elas
- 13:23conversão alimentar, ganho de peso, que são uma das 2
- 13:26características econômicas mais importantes hoje, né?
- 13:31E consequentemente. Como?
- 13:34Isso e também, consequentemente, as características relacionadas
- 13:38com a parte da da produção ou da prolificidade.
- 13:42Se nós formos ver há 15 anos atrás, 20 anos atrás, o número
- 13:47de leitões nascidos por fêmeas era um número muito mais baixo
- 13:53do que que nós temos hoje. E se nós formos pensar o que que
- 14:00acontecia nas aulas de genética de 20 anos atrás?
- 14:05Quando eu fiz essa disciplina, o pessoal sempre falava que IA
- 14:09chegar no momento IA chegar no platô onde que não IA ter mais
- 14:15melhorias. Só que o que que acontece?
- 14:18Nós já estamos falando disso há 2030 anos a chegar nesse platô e
- 14:23nós ainda não chegamos lá. E temos ainda 11 grandes avanços
- 14:30que a gente vai conseguir obter. Claro que antigamente, como que
- 14:34a seleção não estava tão intensificada, os ganhos
- 14:38genéticos foram mais expressivos.
- 14:41Agora nós vamos continuar observando esses ganhos
- 14:44genéticos. No entanto, eles não serão mais
- 14:48tão expressivos como antigamente.
- 14:51Então, agora a gente vai ter que começar.
- 14:53A trabalhar numa seleção, incluindo outras características
- 14:58de Extrema importância. Como que é OA questão de
- 15:01resistência a doenças, que é algo que tá sendo muito falado
- 15:07hoje, né? Principalmente a gente sabe aí
- 15:09alguns limitantes que nós temos, né, em vacinas que não são
- 15:13efetivas. Alta taxa de muita genicidade de
- 15:17vírus de patógenos, né? Então, nós precisamos começar a
- 15:21adicionar essas outras características, nessas que nós
- 15:25já estamos selecionando para termos essas essas melhorias aí
- 15:30e, consequentemente, e quando a gente olha para o lado do macho?
- 15:35Nossa. Só só deixa, só deixa eu te
- 15:38interromper aqui o Daniela vamos ficar na FM ainda um pouquinho,
- 15:42um pouquinho mais dessa, dessa tua fala é, eu até chamei a
- 15:47atenção. Eu tava na frente do flaury lá
- 15:49em flaury de gravar o flaury de gravar.
- 15:54Não precisa dizer que é big gravary o flaury.
- 15:56E. E teve uma foto, tava falando
- 16:00dos da, da da questão da baixa herdabilidade.
- 16:04EE vou pegar 2 pontos muito, muito, muito básicos que a gente
- 16:10fazia. Seleção é física a vida inteira,
- 16:13né? Tradicional que ela tem o
- 16:15fenótipo. Olhou e selecionou a fêmea?
- 16:18Isso. EEEAAO que o pessoal mostrou lá,
- 16:22eu eu até chamei a atenção do flaury tinha uma foto do do
- 16:25aparelho mamário. Tinha 11 ou 12.
- 16:28É tetos de um lado só, flauri tudo de um lado que antigamente
- 16:34tinha que ter No No total eram 11 ou 12 tetos de um lado, de um
- 16:39de um lado sim. E o e a outra coisa que chamou
- 16:42atenção é AA não subjetividade do próprio aparelho.
- 16:47É locomotor, né, que tu fala de da da fêmea aguentar o dessa
- 16:52nova, esse novo modelo, né? É, é um novo amortecedor, é um
- 16:57novo Oo carro é outro, né? O padrão é outro.
- 17:01EE ainda as questões que tu levanta aí dos do da que que tu
- 17:07comentou aí, dessa viabilidade é o quinto dia ou da viabilidade
- 17:11do peso deles e produto final, né?
- 17:13A importância que tem que ter desse grande volume, chegar lá
- 17:17no efetivamente no gancho, né, como como produto de qualidade e
- 17:20uniformidade. Não, não sei se tem mais alguma
- 17:24coisa da feira, mas. Tem sim, tem sim.
- 17:26Uma outra coisa que que me chamou bastante atenção, que foi
- 17:30nessa na palestra que teve na aqui No No Brasil sul, sobre a
- 17:36parte da hiperprolificidade, uma coisa que chamou muita atenção
- 17:39também foi que os ganhos genéticos, a quantidade de
- 17:42leitões que nós estamos fazendo com que as fêmeas estão parindo
- 17:48agora nós não estamos conseguindo.
- 17:52Manter esse número no desmame. Então, o que é que significa?
- 17:57Significa que, pá. Nós estamos fazendo um trabalho
- 17:59legal para fazer com que as fêmeas tenham mais filhotes, no
- 18:04entanto, nós precisamos agora selecionar e dar condições para
- 18:09que esses filhotes, esses leitões nascidos, tenham a
- 18:14possibilidade de conseguir serem desmamados.
- 18:18Então isso é 11 coisa muito, muito importante que nós
- 18:21precisamos colocar nessa seleção e a robustez e vai estar
- 18:25associado também com com a questão principalmente da
- 18:28habilidade materna da fêmea, e não simplesmente gestar, mas
- 18:33também em poder criar esse leitão de uma forma, de uma
- 18:37forma mais eficiente. Há alguns anos atrás, quando
- 18:42veio essa questão da da hiperproficidade, nós.
- 18:47É o nosso grupo de de pesquisa em parceria com o grupo de
- 18:51pesquisa do professor Thomas lá da da of Pell.
- 18:54Nós pensamos, tá tá tendo muitos leitões.
- 18:59As fêmeas não vão conseguir amamentar esses leitões.
- 19:03Nós precisamos ter formas alternativas e nós até
- 19:07desenvolvemos aí em parceria, junto com o com o pessoal aqui
- 19:11da Embrapii, nos de aves, com o pessoal da of Pell, um
- 19:14protocolo. De indução de lactação e leitoas
- 19:19pra podermos ter aquelas chamadas as amas de leite, como
- 19:23que tem muito na governocultura de de leite, né?
- 19:26É para a suinocultura, porque o que que acontece nós estamos
- 19:30fazendo. Fizemos um trabalho excepcional
- 19:33em selecionar fêmeas que tenham alta prolificidade.
- 19:37Mas a gente tem que dar condições agora pra esse leitão
- 19:40conseguir se desenvolver. Então acho que esse esse vai ser
- 19:45o nosso. Grande desafio e com certeza,
- 19:48não tenho dúvida nenhuma que as empresas vão continuar
- 19:51selecionando a fêmeas mais prolíficas, a fêmeas que vão ter
- 19:57maior quantidade de leitões. Porque leitão nascido, leitão
- 20:04que sobrevive desmamado é o que vai dar a lucratividade, né, pro
- 20:09produtor No No final das contas, mas tem muitos outros
- 20:13mecanismos. Associados com essa parte da
- 20:17hiperprolificidade, além da genética do animal, né?
- 20:22Nós já estamos com uma linha de pesquisa aí que nós estamos
- 20:28caracterizando já a microbiota vaginal das fêmeas, que tá
- 20:33associado também com essa relação da hiperprolicidade.
- 20:37Então a gente sabe que os microorganismos, né?
- 20:40Que compõem nosso organismo. São muitos.
- 20:44Pra ter ideia, mais de 60% do DNA do nosso organismo é DNA de
- 20:52microorganismos, né? Então, hoje em dia, os
- 20:55microorganismos, eles coorderam grande parte das funções
- 20:59fisiológicas, né? Dos, do, do, dos seres humanos e
- 21:03dos animais. Então a gente sabe que que eles
- 21:05têm 111. Importância muito grande também
- 21:10nesta relação aí. E já tem vários trabalhos aí com
- 21:13probióticos pra pra suínos né? Prebióticos também pra tentar
- 21:18dar uma Modulada nessa Na Na flora né?
- 21:22Gasto intestinal e consequentemente interferir
- 21:26diretamente No No no trato reprodutivo das fêmeas em
- 21:30humanos. Hoje em dia já tem pílulas
- 21:34intravaginais para as mulheres pra colonizar.
- 21:39O trato produtor delas e consequentemente fazer com que
- 21:44elas tenham melhor fertilidade, consequentemente consigam
- 21:47engravidar, então já é uma forma de tratamento para problemas de
- 21:51fertilidade no nos seres humanos, né?
- 21:54Sim, Oo uma coisa que tu chamou atenção lá no começo da questão
- 21:59do manejo e agora associando isso aí, EE da palestra lá
- 22:03também das questões é da da seleção das fêmeas.
- 22:08Também da sua habilidade e ou velocidade de de aparição e logo
- 22:13a suplementação de crosto ou ou do próprio leite, né?
- 22:17EE aí fazendo esse gancho da da necessidade, bom, nós temos um
- 22:22novo produto, né? EAFM, nós temos uma excelente, é
- 22:27tecnologia que já veio tá, já tá embarcado, e o nosso a nossa
- 22:32assistência técnica, ela tem que ser diferente também.
- 22:35Porque o nosso produtor tem que ser treinado dessa importância,
- 22:38né? Da velocidade de parte da do
- 22:40atendimento, de parte. Eu sempre, da das minhas
- 22:42palestras lá de campo, eu falava sempre da da relação adrenalina
- 22:47austoscina, né austoscina? Vindo ali pra pra aparição e
- 22:52muitas vezes a gente fazendo barulho ou fazendo.
- 22:54É alguns manejos dentro da maternidade que o genedicista
- 22:58fez AO melhoramento. O animal tá vindo sêmen?
- 23:01Tá bom, deu tudo certo, mas na hora do parto a gente não perder
- 23:05essa esse bom andamento aí, né? É, é isso, é isso é 111
- 23:10realidade, né? O básico?
- 23:12É o é o básico. É.
- 23:15É o que eu falo, né? Não adianta nós termos.
- 23:19A melhor genética e não darmos condições para o animal poder
- 23:24expressar essa essa genética deles, né?
- 23:28Então isso daí é algo, algo extremamente importante.
- 23:32Por isso que todo os elos da cadeia, eles precisam estar numa
- 23:36sincronia, né? Ambiente de maternidade tem que
- 23:39ser um ambiente calmo, não pode ter barulho, não pode ter
- 23:43estresse, não pode ter gritaria tanto.
- 23:46E uma coisa importante. Portanto, se se tu for parar e
- 23:52ver quem são, qual o tipo do funcionário que está em grande
- 23:58parte das maternidades, das granjas suínas, geralmente são
- 24:01mulheres, porque a mulher é mais calma, a mulher é mais minuciosa
- 24:07para fazer as coisas, então já sabem que o homem é bom para
- 24:11fazer determinadas coisas. Mas para as coisas mais calmas,
- 24:15mais miliciosas, sabe que que a função a mulher tem uma é, tem
- 24:19essa, esse dom, digamos assim, pra, dentre outros, é claro, pra
- 24:24trabalhar com, com, com essa, com esses detalhes, com esse,
- 24:27com esse cuidado. Muito bom, vamos pro macho.
- 24:33Vamos, vamos pro macho então, e aí, quando a gente fala em
- 24:37macho, o cenário muda totalmente, né?
- 24:42Porque agora nas fêmeas, nós estávamos falando aí hoje o
- 24:47Brasil tem 2400000 fêmeas, né? Aproximadamente matrizes.
- 24:55E quando a gente fala em reprodutores é um número é bem
- 24:58menor. Nós estávamos fazendo 11 cálculo
- 25:00esses dias que aproximadamente no Brasil deve ter em torno de
- 25:0512000 machos que produzem sêmen pra consequentemente.
- 25:12Fazer a reprodução dessas 2400000 fêmeas que nós que nós
- 25:18temos no Brasil. Então é só fazer os cálculos da
- 25:22quantidade de doses que os machos precisam produzir.
- 25:26E aí vem uma questão muito importante, porque o intervalo
- 25:31entre coleta dos machos, antigamente a gente falava em
- 25:34intervalos entre 7 dias, né? Agora já se fala em intervalos
- 25:38entre 5 dias. E tem linhagens.
- 25:42Que o intervalo ele coleta 3 dias e se tu deixa 5 dias, a
- 25:45qualidade espermática cai. Então nós precisamos trabalhar
- 25:49muito macho como um indivíduo individual.
- 25:54E quando a gente fala em em em individual, nós estamos falando
- 25:57de indivíduos de das diferentes linhagens EE indivíduos dentre
- 26:02as diferentes linhagens, né? Então EE além disso, além de
- 26:08toda essa qualidade genética do macho, que infelizmente por
- 26:12muito tempo os animais, os cachaços, não foram selecionados
- 26:17para produção espermática, mas sim para as características
- 26:21produtivas deles. E agora eles estão começando ver
- 26:24que precisa voltar AE colocar a seleção para qualidade, produção
- 26:30espermática também, mas não adianta o ter.
- 26:34A melhor genética do mundo e no final o macho produzir 5610
- 26:39doses que não vai pra frente. A conta no final do mês não não
- 26:46vai fechar. Ou seja, teve uma seleção muito
- 26:51grande. AA pressão de seleção nos machos
- 26:55é muito maior do que a pressão de seleção nas fêmeas.
- 26:58Pra um cálculo simples, né? O número de leitões que o macho
- 27:03vai deixar. É muito superior do que o número
- 27:06de de leitões comparado com o com a fem.
- 27:08Então, da mesma forma como que o ganho é muito maior, o estrago
- 27:14também que pode ser feito por uma seleção errônea no macho é
- 27:19muito grande. Deixa eu fazer 3 perguntas aí,
- 27:25do que tu falou EE alguma que tava engatilhada aqui quanto?
- 27:31Quantos, quantos, quantos terminados o macho produzo hoje
- 27:35por. Ano.
- 27:37Um. Potencial nós teremos que fazer
- 27:39aí teremos que fazer o fazer um cálculo.
- 27:40Não tem esse número aí na ponta da cabeça, mas é só a gente
- 27:45pensar que por ano um macho vamos vamos fazer rapidinho aí
- 27:49que por ano um macho vai produzir umas 1500 doses
- 27:54descerem, certo? 1500 doses, se nós.
- 28:00Fizermos que tu precisa vai fazer em torno de 2.8
- 28:05inseminações por fêmea, né? Vai dar 535 fêmeas que tu vai
- 28:10conseguir inseminar com com aquela dose 535 doses vezes.
- 28:16Vamos colocar a média de 16 leitões nascidos por
- 28:20inseminação, aproximadamente 9000 leitões.
- 28:25Tirar um, tirar uma taxinha de parte, aí umas 9000 leitões.
- 28:29EEE quando tu fala desse indivíduo, a minha pergunta é,
- 28:34qual que é o como que as centrais hoje estão tratando
- 28:38esse esse animal elite aí? Oo melhor dos melhores, né?
- 28:43Em termos. Essa, essa, essa é uma outra,
- 28:47uma outra grande, grande questão.
- 28:54Eu vejo que tem algumas centrais que trabalham com machos de
- 28:58somente em uma linhagem ou somente em uma genética, mas tem
- 29:02centrais que acabam trabalhando com centrais multigenéticas, né?
- 29:08Que tem genéticas de de várias empresas.
- 29:11E uma coisa importante é que as necessidades das diferentes
- 29:17linhagens é diferente. E eu vejo que não existe um
- 29:20tratamento diferente entre esses diferentes machos.
- 29:24É a mesma coisa se nós formos pensar numa vaca de alta
- 29:28produtividade. A necessidade nutricional dessa
- 29:32frente é muito diferente de uma vaca de baixa produtividade.
- 29:35E tu acaba e tu acaba fornecendo exatamente o mesmo manejo, o
- 29:40mesmo ambiente, as mesmas condições pra esses animais.
- 29:44Então eu vejo que isso é uma questão que a gente precisa
- 29:46implementar bastante. Nós temos ainda grande falha de
- 29:53informações sobre as necessidades desse dessas
- 29:58linhagens, uma das grandes, um dos pontos grandes que eu que eu
- 30:03vejo, grande parte da genética de suínos que nós temos aqui no
- 30:08Brasil é é importado de outros países.
- 30:12Aonde que as condições desses outros países é completamente
- 30:16diferente das condições que nós temos aqui no Brasil.
- 30:19Desde condições climáticas, tipo de alimento, qualidade de água.
- 30:26Então, e nós precisamos então começar a estudar mais as
- 30:31necessidades dos machos aqui no Brasil, independente se falar
- 30:35não, mas os galpões aqui são todos climatizados.
- 30:39Tudo bem, são climatizados. Mas e como que está o desempenho
- 30:43desses machos aqui frente aos machos?
- 30:46Nos países de origem, a gente vê que tem uma grande diferença
- 30:49tanto na parte da produtividade quanto também Na Na qualidade,
- 30:53né? Espermática?
- 30:55Então a gente precisa focar em pesquisa pra tentar identificar
- 31:01as necessidades dos machos nas condições do Brasil.
- 31:05Claro que da forma que está, os machos estão produzindo muito
- 31:08bem, estão produzindo excelente qualidade de de semi, tanto que
- 31:14a gente vê. A inseminação artificial é que
- 31:17Na Na suinocultura brasileira, algo que já está solidificado,
- 31:22aproximadamente 95% das fêmeas suínas do Brasil se reproduzem
- 31:28com inseminação artificial. Então isso é um dado muito
- 31:32importante e nós sabemos que em alguns outros países não chega a
- 31:36esses índices. O que que a gente precisa fazer
- 31:38agora? Vamos tentar.
- 31:40Melhorar as condições da qualidade do ejaculado.
- 31:44Precisamos investir bastante, principalmente em novas
- 31:50tecnologias pra podermos reduzir o número das células
- 31:55espermáticas por dose. Hoje em dia nós trabalhamos
- 32:00aproximadamente 30% das inseminações artificiais aqui no
- 32:03Brasil. Se dá de forma da forma
- 32:05tradicional, né? 2.5 bilhões de células
- 32:07espermáticas. Será que a gente precisa tudo
- 32:10isso de células espermáticas mesmo?
- 32:13E a tradicional em torno de 1.2 bilhões.
- 32:17Então nós precisamos. Comprar.
- 32:19Oi intraferindo é após cervical, é após cervical.
- 32:25Desculpa. Não, não é após cervical após
- 32:28cervical, em torno de 1.2 bilhões, né?
- 32:31De células espermáticas. Então, e a gente precisa mudar
- 32:35um pouco, nós estamos com alguns trabalhos legais aí.
- 32:39Mostrando que a inseminação pós servical funciona bem nas
- 32:42leitoas, nós estamos dando bons resultados, taxa de passagem do
- 32:47servix, 100% das leitoas índices produtivos e reprodutivos
- 32:54similares a da inseminação tradicional.
- 32:57Então, e com uma dose da tradicional, nós podemos fazer 2
- 33:03hoje da pós servical, né? Então, a gente pode começar a
- 33:08maximizar a produção dos machos e, consequentemente, começar a
- 33:12selecionar machos com melhores índices genéticos e, com isso,
- 33:16ter avanços maiores na sua cultura.
- 33:20Essa é uma frente. A outra frente é começarmos a
- 33:24pensar em termos uma redução no número de células espermáticas.
- 33:30A gente sabe que 1.2 bilhões, 2.5 bilhões.
- 33:35São muitas células espermáticas. Se nós formos pensar Na Na
- 33:40quantidade de de óvulos, que uma que uma fêmea vai estar, vai
- 33:43estar ovulando. Então a gente sabe que às vezes
- 33:48tem aquele limiar do cagaço, né? Que o pessoal fala muito,
- 33:53colocar mais pra pelo menos ter alguma coisa.
- 33:57Mas hoje as centrais de de produção de semi que a gente
- 34:02visita, que a gente tem acesso. A gente vê que que a qualidade,
- 34:07que a régua da qualidade das doses está lá em cima.
- 34:11E com todos esses avanços que a gente teve, tem tem observado aí
- 34:15nos últimos 20 anos, desde a introdução aí da inseminação
- 34:19artificial, há 30 anos, mais aqui no Brasil, né?
- 34:24Nós, nós observamos também que teve um avanço muito grande nos
- 34:28diluentes de de semi. Nós saímos daquele BTS
- 34:34tradicional que a dose tinha uma validade de 24 horas, 48 horas
- 34:40pra pra uma dose que hoje tem tranquilamente aí 7 dias de
- 34:46certeza que essa dose vai vai funcionar na tua grande, então
- 34:51isso daí facilitou muito, né? O acesso de genética de algumas
- 34:54granjas que tinham algumas dificuldades, principalmente com
- 34:59transporte, com a logística, né? Em estar mandando sêmen 23 vezes
- 35:03por semana. Hoje em dia manda uma vez por
- 35:05semana. E tu tem sêmen aí pra pra fazer
- 35:08a inseminação? Só preciso ter uma boa
- 35:11logística. E agora?
- 35:13Conservação. Oi.
- 35:15E é conservação. É isso que eu vou falar agora.
- 35:17Agora a gente sabe. No entanto, a gente sabe que um
- 35:20dos grandes limitantes agora é a parte da conservação do
- 35:25transporte dessas doses. Porque a gente sabe que a dose
- 35:29sai da central. Em perfeitas condições.
- 35:33Mas a partir do momento que a dose sai da central e vai para o
- 35:37produtor, a gente acaba tendo que confiar esse material
- 35:44precioso, que vai ser responsável pela pela
- 35:48produtividade da da Granja, nas mãos de terceiros de
- 35:53transportadores. Então, e às vezes, estas pessoas
- 35:57acabam não tendo uma noção. Da real, da real, do real
- 36:05cuidado que precisa ter com com essa dose.
- 36:09Então a gente precisa fazer ter o que aí começou anteriormente.
- 36:13Tem que ter uma equipe bem engajada, todos os elos da
- 36:16cadeia tem que saber da real importância que ele tem.
- 36:19Não adianta produzir uma dose excepcional, ter uma falha no
- 36:23transporte ou aumentar de mais a temperatura ou.
- 36:27Ou diminuir demais a temperatura e chegar na Granja, entregar a
- 36:31dose para o produtor e produtor disseminar.
- 36:33E não teve resultado. Vai culpar?
- 36:35Aqui a foi a central e produziu uma dose com com qualidade ruim.
- 36:40Então a gente já tem tecnologias embutidas nesses diluentes hoje
- 36:45que promovem uma maior proteção a pequenas variações térmicas,
- 36:51né? E também toda a parte da do dos
- 36:55agentes antimicrobianos né? Que tem na nas doses de sêmen,
- 37:00né? Hoje em dia eu acho que são
- 37:03poucos diluentes que que trabalham com somente um tipo de
- 37:07de antimicrobiano, né? Geralmente eles trabalham com
- 37:10combinações desses antimicrobianos que isso vai
- 37:14acabar garantindo então. É uma menor proliferação de de
- 37:18micro organismos na nas doses, então a gente sabe que tem n
- 37:22componentes aí nesses diluentes que vieram pra justamente
- 37:27melhorar, diminuir as perdas que aconteciam, né, em decorrência
- 37:34de problemas que tinham No No ejaculado.
- 37:36E essa é a questão que tu fala da associando, aí agora muita
- 37:41coisa que tu falou. Essa questão de dessa
- 37:44importância da dose é a partir da da central até a até AO
- 37:51galpão de de gestação ou até a disseminação propriamente dita.
- 37:56EE. Esse é um capítulo do da
- 37:59empresa, da da empresa responsável pelo pelo leitão,
- 38:04né? Que começa do transportuguês da
- 38:05central transportador. EE.
- 38:08E quem vai fazer é a inseminação.
- 38:10E essa? E pegando essa tua conta aí,
- 38:132000000 e pouco de matrizes para 12000 macho, qualquer número que
- 38:17esteja errado, para cima ou para baixo, tanto em fêmea como em
- 38:20marcho, a relação é muito grande.
- 38:23Ah, sim, ela é muito grande. EE, eu lembro quando eu era
- 38:27extensionista. Eu pegava o saco com as doses
- 38:32desse aqui, as doses eram em em binaga, né?
- 38:35Isso em binaga. A gente pegava as binagas e
- 38:39entregava as vezes pro pessoal da gestação e dizia, olha aqui
- 38:42dentro tem x 1000 leitões e o pessoal ficava olhando pra pra
- 38:46pra tentar dar essa essa importância, porque o saco de
- 38:51descer nem hoje é. É uma coisa tão pequena.
- 38:55Valor. Pegando toda essa cadeia aqui
- 38:59que a gente está falando, né? A pesquisa da genética, tudo que
- 39:02está embarcado numa dose de semi, é uma coisa
- 39:05extraordinária, né? Então, como como fazer com que
- 39:08aquele que está inseminando de fato ao retornar a uma dose, ou
- 39:13ao dividir dose, ou ao não fazer dose, ou o impacto que tem na em
- 39:17toda a cadeia, né? Né, o às vezes um simples
- 39:20retorna ao Silvio, joga fora toda uma pesquisa.
- 39:23E é, e uma até semana passada eu fui eu visitei 11 Granja, né?
- 39:29E daí eu daí começando, Ah, como que tá não, a qualidade sempre
- 39:36tá tá, tá excepcional, tá boa. E Ah, e como que tá a
- 39:40temperatura dentro da dentro da da conservadora, né?
- 39:43A temperatura tá tá boa lá dentro, olha aqui.
- 39:46Daí aquela conservador que tinha 3 bandejas, né, tinha uma
- 39:49bandeja embaixo, uma no meio e outra em cima, daí o termano
- 39:54estava Na Na Na bandeja do meio, né?
- 39:56No bandeja do meio estava perfeito, colocava embaixo,
- 39:58estava gelado, colocava em cima, estava quente.
- 40:02Daí eu disse, é, na verdade tu, tu está tendo um bom resultado
- 40:05porque está utilizando, possivelmente pega uma dose do
- 40:08meio, você mina, fêmea, pega um outro que não é tão boa, então
- 40:11daí sempre tem que estar cuidando dessas.
- 40:13Todas essas essas variáveis, né? Porque são ele, ele, problemas
- 40:19que que afetam e são pequenas e são.
- 40:22O sucesso da cadeia está nos Pequenos Detalhes.
- 40:28São os Pequenos Detalhes que vão que vão conferir o sucesso de
- 40:32toda, de toda a cadeia. EEE esse, óbvio.
- 40:36É importantíssimo que se fale, né?
- 40:38Exato. O.
- 40:40Tal. Tá fazendo o transporte quando
- 40:42tu fala, quando a gente tá falando aqui da, do, do, da das
- 40:45dicas, né? Eu tô lembrando aqui e eu aqui
- 40:48agora virou o programa de programa popular janela tá
- 40:53querendo popularizar, né? Então eu agora eu mando um
- 40:57abraço aqui pra arita ostali, pra Laura gente e pro Glauco
- 41:02rios. Os 3 me encontraram em em em
- 41:05Chapecó e deram um feedback do programa, né?
- 41:09Pô, eu estou escutando no carro? Então é legal a gente ter esse
- 41:12feedback de coisas boas ou sugestões sim, que isso nos
- 41:17alimenta, né? E quando a gente fala assim, pô,
- 41:20A Entrevista aqui é sobre qualidade de sêmen da de
- 41:24marcador genético. Mas nada disso adianta se a
- 41:28gente não fala o óbvio. Exatamente.
- 41:30Exato. Pra quem nos escuta aqui, EEE tá
- 41:34no campo o nosso abraço especial aí.
- 41:36EE é assim que move a nossa Sueli cultura.
- 41:40Né? É isso, é, é, é exato.
- 41:42Não adianta os geneticistas fazer uma seleção excepcional,
- 41:47selecionar o menor, melhor animal, devai para daí.
- 41:51O nutricionista faz aquela dieta específica para o macho de alta
- 41:56produção. Tem todo o investimento do
- 41:58manejo, ambiência, da central. Eu acho que agora vão ter que
- 42:02ter, vão ter que se adaptar para para dar um espaço maior para os
- 42:06mas para em relação às normativas, né?
- 42:09De bem-estar animal, Oo coletador, coletar o sêmen
- 42:14excepcional, limpar bem aquele prepúcio, não tenha
- 42:17contaminação, vai para o laboratório, faz uma análise com
- 42:21quem que tem mais moderno para garantir que é realmente aquela
- 42:26dose. Também vai para um transportador
- 42:29ou chega na Granja? E o senen é deixado no canto?
- 42:33Não, não é tomado um cuidado. Então a gente precisa ter uma
- 42:36união de todos esses elos. EE, se nós não tivermos isso,
- 42:41nós vamos ter um problema muito Sério No No final, né, que é
- 42:45perda produtiva pro produtor. Muito bom, Daniel, o nosso tempo
- 42:54a gente foi do do. A gente viu o potencial da fêmea
- 42:58as devoluções da central da da própria fêmea do semi a relação
- 43:04e seminamos, né? Bem com a dose bem conservada ou
- 43:07não e 11 curiosidade, agora é, é tua, saiu do Brasil, voltou e tu
- 43:14tem contato com com os com os, está formando gênio, né?
- 43:19Que ele tá indo pro campo e o campo tá demandando, tá muita
- 43:22gente. OOO que que o janela versão
- 43:29saindo de Passo Fundo e tu e tu já tinha uma Oo que tu fala do
- 43:35DNA aí do da clã a janela tu já tu já veio com DNA um pouco mais
- 43:39matizado né? Mas o que que o janela recém
- 43:42formado gostaria de ouvir que não ouviu do seu professor?
- 43:48E o que que tu diz hoje para os teus alunos que estão saindo?
- 43:53Bom, essa é uma essa é uma questão bastante complexa,
- 43:57porque cada aluno caso específico, né?
- 44:00É preciso ouvir coisas, coisas específicas.
- 44:03Mas o que eu sempre digo para os meus alunos é o seguinte, as
- 44:09coisas não são fáceis. Se fossem fáceis, não seriam
- 44:14para nós. Essa é uma das primeiras coisas
- 44:17que eu falo para eles. Às vezes nós não precisamos
- 44:22redescobrir a roda. Nós simplesmente precisamos
- 44:26identificar uma nova ação para aquela roda, uma nova função
- 44:31para ela. Nós não precisamos redescobrir
- 44:35ela. Nós talvez só precisamos fazer
- 44:37alguns pequenos ajustes e por final continuada educação.
- 44:46Isso é algo fundamental. Não pense porque tu terminou um
- 44:50mestrado, terminou um doutorado, já se formou.
- 44:54Tu sabe tudo, quanto mais tu sabe.
- 44:58Quanto mais tu estuda, mais tu sabe que nada tu sabe.
- 45:03Então AA vida é uma constante de atualizações.
- 45:08Então todas as oportunidades que vocês têm para ir para eventos,
- 45:12simpósios, congressos, discutir, conversar com pessoas, visitar
- 45:17granjas. Talvez alguém já viu um
- 45:20determinado problema, que que outra pessoa tá vendo agora e só
- 45:26vai conseguir identificar isso se tiver uma comunicação.
- 45:30Então tu tem que saber se comunicar com as pessoas, ouvir
- 45:34mais do que falar e isso é algo algo muito importante.
- 45:38Daí foi 11 ex aluna minha falou, falou pra mim e disse,
- 45:41professor, tu tem que aprender parar e o escutar mais.
- 45:46Os teus alunos tem que parar e escutar mais pra ver realmente.
- 45:51Às vezes tu fala muitas coisas, mas não era bem aquilo que que a
- 45:55gente queria. Queria escutar para pra pra
- 45:57escutar mais. Então essa seria seria seria
- 46:00alguns dos dos conselhos legal que eu que eu falaria para eles,
- 46:05que eu, que eu diria. Então se agarrem, estudem a
- 46:10educação continuada. Ensino não ocupa espaço, então
- 46:15conhecimento não ocupa espaço e toda forma de atualização é algo
- 46:20fundamental. E a gente vê, como tu mencionou
- 46:23agora do Brasil, o sul de surucultura.
- 46:24Trouxeram muitas coisas novas e tem que estar, tem que estar
- 46:30junto. Agora, semana que vem começa a
- 46:32expor Inter, né? Aqui em Porto Alegre, em Esteio,
- 46:36eu estou levando uma turma de alunos meus.
- 46:39Pra lá. E a tarefa que eu que eu dei pra
- 46:41eles é o seguinte, quero que vocês vão nos laboratórios e
- 46:44perguntem o que que vocês têm de novidade, o que que vocês têm de
- 46:48novo aí? Porque é só assim que que as
- 46:51coisas vão começar a andar. Não adianta ter uma coisa
- 46:54maravilhosa também, ficar escondido, né?
- 46:57E não, não contar pra pra todo mundo.
- 47:00Muito bom, muito bom, boas, boas lições.
- 47:03EE, me diz uma coisa, tu tem algum livro aí pra recomendar?
- 47:07Não, não necessariamente da área técnica.
- 47:10Então tem tem alguns livros que eu que eu gosto muito, tá?
- 47:18Tem um livro que que na parte de reprodução animal é um livro que
- 47:26que eu considero como 11 bíblia pra pra.
- 47:32Todos os veterinários extensionistas, um livro fácil
- 47:36de ser utilizado e lido um livro.
- 47:40Ele é um livro em inglês do feel senger.
- 47:43Eu tive a oportunidade de trabalhar com o senger quando eu
- 47:47tava na universidade de Washington.
- 47:48Ensinei ele a fazer caipirinha, inclusive.
- 47:51Chama betways to pregnance in partulation é os caminhos desde
- 47:57a gestação até o parto. Esse é um livro que.
- 48:01Que eu considero assim excepcional.
- 48:04Livro muito bom aquele. E é um livro fácil de de se ler,
- 48:10um livro fácil de de ser, de ser estudado.
- 48:14Então essa se fizer uma dica de um livro, esse seria um a tem.
- 48:21Tem uma edição que agora nós terminamos de escrever em
- 48:24parceria com a USP. É um compêndio.
- 48:28De toda parte de reprodução de de suínos, quando fala toda
- 48:32parte de reprodução, melhoramento genético, ele deve
- 48:34estar sendo publicado daqui os dias.
- 48:37Daí esse vai ser um livro legal também pra pra ter acesso assim
- 48:41que assim que que tiver o link eu encaminho pra vocês aí as
- 48:45informações deles. Muito bom.
- 48:49Zanella. Obrigado aí pela pela nossa
- 48:52conversa, uma conversa boa. EE te deixo aqui pra 11
- 48:57comentário final pra pros nossos ouvintes.
- 49:02Tá beleza. Obrigado Guilherme mais uma vez
- 49:06pelo pelo convite, né? Estar aqui, né, pra falar com
- 49:09vocês desse assunto que é tão apaixonante que é a criação de
- 49:14suínos e me coloco à disposição aí caso alguém tenha alguma
- 49:22dúvida, algum questionamento. Ah, entra em contato comigo, tem
- 49:27minhas informações aí liberadas Na Na Na internet, que a gente
- 49:32vai poder conversar e terei o maior prazer em poder conversar
- 49:36e discutir com vocês aí também. Legal EE dentro desse teu
- 49:41chamado aí Zanella, a gente também chama atenção aqui o
- 49:44pessoal do do sul no Quest. E isso, essa plataforma sai no
- 49:49Spotify e no YouTube também, né? Então pode pode colocar é
- 49:54comentários, questionamentos lá, pode dar joinha, pode dar joinha
- 49:58para cima, para baixo, o feedback sempre é bom.
- 50:01Né e e. É uma forma da gente divulgar
- 50:06também te agradeço janela de de coração aí pela pela conversa
- 50:10que a gente teve. Temos um potencial grande aí
- 50:14para ainda para ser explorado, né a gente?
- 50:16Vem num bom. Caminho, mas ainda tem um bom
- 50:18campo pela frente e a gente se encontra aí no mundo da assino
- 50:21cultura. Um grande abraço.
- 50:22Não sei até mais. Até mais muito.