Latest / SuinoCast · by PPGVET / Dra. Ana Paula Poeta: Erradicação da Peste Suína Clássica | Ep. 235
Transcript
- 0:05Está no ar o primeiro podcast da suinicultura brasileira, o
- 0:09suinocast. Então a ideia de montar um plano
- 0:12estratégico é usando modelos. Estatísticos a gente fez
- 0:17bastante mapas de risco para mapear quais são os riscos,
- 0:21quais são os pontos de disseminação, é reconhecer o
- 0:25quanto ou direcionar em qual partes que o governo precisa
- 0:30colocar mais recursos. Então quais são as granjas que
- 0:34as propriedades que têm que ser vacinadas e têm que ter o apoio
- 0:37do governo? Siga-nos nas redes sociais
- 0:40YouTube e Spotify. Para ter acesso a conteúdo
- 0:43técnico atual de qualidade, irreverente e gratuito.
- 0:49Os finnoks só é possível através do apoio de empresas inovadoras
- 0:53e que apoiam a educação continuada na suinicultura
- 0:56brasileira ipra, construindo imunidade para um mundo mais
- 1:00saudável, DSM firminish, moldando o futuro dos cuidados
- 1:04com suínos, elenco, alimento e companheirismo, enriquecendo
- 1:08vidas. A seva é um dos principais
- 1:13players no mercado de saúde animal, atuando com inovação e
- 1:17responsabilidade, buscando soluções de saúde inovadoras
- 1:20para todos os animais. Contribuindo para o futuro de
- 1:23nossos diversos planeta, moldando cada solução de acordo
- 1:27com as necessidades e desafios do mercado consumidor e
- 1:30compartilhando conhecimentos de alta qualidade para não perder
- 1:34nenhuma novidade, siga a seva saúde animal no Instagram.
- 1:38Arroba seba suínos Brasil. Olá, pessoal.
- 1:48No sinocast de hoje a gente vai falar bastante sobre sanidade,
- 1:54uma doença muito importante no cenário nacional e global, e a
- 1:59gente está recebendo a doutora Ana Paula poeta, que está lá na
- 2:04airway state Ana, tudo bem? Oi, Jamil, tudo bem?
- 2:07Tudo joia, tudo joia, um prazer te receber, Ana Ana.
- 2:12Pode nos nos contar um pouquinho aí da tua, da tua história?
- 2:14Como tu chegou até AA? Onde tu tá hoje?
- 2:17Claro, cara, é, é, eu quero agradecer pela oportunidade.
- 2:22Eu acho que é sempre 11. Bom momento, de muito
- 2:25aprendizado. Conversar nesses podcasts eu
- 2:29acho que eu, desde o meu início Na Na, na sinicultura e na
- 2:35epidemiologia. No início, a gente não tinha
- 2:37esses podcasts, né? E agora a gente tem todo esse
- 2:41material muito, muito rico, com muitas pessoas importantes da
- 2:45das áreas falando, é um é um, é uma escola.
- 2:49Praticamente acho que um dia dá pra gravar tudo, colocar tudo
- 2:52junto num baú e tá aqui a aula. Então eu fico muito feliz de
- 2:56hoje em dia ter esses podcasts. Eu, eu, então eu fiz a minha
- 3:01faculdade medicina veterinária, Na Na Universidade Federal do
- 3:06Rio Grande do Sul. Eu comecei a ler minha história,
- 3:10a minha história puramente acadêmica.
- 3:12Por enquanto eu comecei a minha história acadêmica lá no setor
- 3:17de suínos da UFRGS, onde eu conheci o doutor Jamil aqui e os
- 3:22os outros 3 professores bem bem conhecidos da área, né?
- 3:26Foi, foi uma área. Foi um momento muito importante
- 3:28para mim, que eu aprendi, acho que toda AA base da suinocultura
- 3:33que eu consigo hoje ligar com a minha área, que é a
- 3:37epidemiologia. Então, na própria UFRGS, então
- 3:40eu iniciei alguns estudos em epidemiologia com o doutor Luiz
- 3:44Gustavo cordelini. Eu fiz o meu mestrado também em
- 3:48epidemiologia com o com o curvelini.
- 3:52E no meio do mestrado eu tive uma oportunidade de passar um
- 3:56tempo na universidade de sascatio, no Canadá, com o
- 4:01professor John Harden. E depois voltei, terminei o meu
- 4:08mestrado e eu vim aqui para i will state aqui em names, nos
- 4:12Estados Unidos, para fazer o doutorado.
- 4:15Então eu fiz doutorado com a professora Maria clavívo e com o
- 4:19Jeffrey Zimmermann, e hoje eu eu estou no post-doc que a gente
- 4:25tem 11 time que se chama field AP team, que é com o doutor
- 4:30Daniel Linhares, doutor Giovanni Trevisan e o doutor Gustavo
- 4:34Silva. Então, mais ou menos essa, essa
- 4:38é a minha trajetória até aqui. Legal, legal.
- 4:41Parece que parece que tu gosta de de epidemiologia e doenças,
- 4:44né? É?
- 4:47E eu acho que por ter feito o estágio no setor de suínos,
- 4:50quando eu entrei na epidemia, eu já.
- 4:52Os estudos de suínos já já vieram para a minha volta aqui.
- 4:57Sim. Junto os 2, não é?
- 5:00Sem dúvida, sem dúvida. E Ana?
- 5:01A gente está aqui hoje para falar de um projeto que tu que
- 5:04tu trabalhou. No passado recente, que tem a
- 5:09ver com passo e na clássica, e às vezes eu acho que até é bom
- 5:13tu tu nos contar um pouco, porque às vezes a gente pensa,
- 5:16Ah, a peça suína clássica tem 11.
- 5:19Região no norte do país que nem tem suínos muito, então não é
- 5:23tão importante assim. A minha produção tá toda aqui no
- 5:25sul, então não, não afeta muito e eu queria fazer 11 frase que
- 5:29eu 11 comentário que eu aprendi. Inclusive essa semana num no
- 5:33Congresso, que que eu que eu estava esta semana sobre é um é
- 5:36um, é um plano de melhoria da sanidade nacional aqui dos
- 5:39Estados Unidos, do do rebanho suíno.
- 5:42Onde as pessoas falam de. Biossegurança Na Na importação,
- 5:47de tanto como animais como ingredientes para ração.
- 5:50Para eles, tanto faz como tanto fez, se é a se é a petrina
- 5:53africana ou a clássica. Então não ter péssima clássica
- 5:57no país é uma vantagem competitiva e de mercado
- 6:00absurdo. E hoje o Brasil é um país
- 6:03positivo, apesar de que zoneado, né?
- 6:07Tem. Pesquisa clássica no Brasil e tu
- 6:09fez 11 plano tu trabalhou num plano de erradicação no Brasil,
- 6:12é isso, Ana? É, então esse.
- 6:15Plano essa a gente. A gente montou uma estratégia de
- 6:19vacinação, que é o início para uma erradicação e nesse projeto
- 6:25eu trabalhei com o corbeline eu aqui agora No No final do meu
- 6:30doutorado, início de do pós-doc, o corbeline.
- 6:33Ele está afastado da Universidade Federal do Rio
- 6:35Grande do Sul e ele montou uma empresa de consultoria
- 6:39epidemiológica, que é a corby Science.
- 6:43Então ele vem. Ajudando AA indústria e o
- 6:48governo com soluções epidemiológicas.
- 6:51Para esses grandes problemas, como a PEC suína clássica e como
- 6:55montar um programa de vacinação numa área muito diferente do que
- 7:01a gente está acostumado, que é da indústria, né?
- 7:03Então, esse programa de vacinação ali foi montada na
- 7:06área do nordeste. Que são os 7 estados mais perto
- 7:11ali do do Oceano Atlântico. Ali o são são 7 estados, é Oo
- 7:15Rio Grande do Norte, o Maranhão, o Piauí.
- 7:20A Paraíba, o Pernambuco e a e o Alagoas e a grande motivação de
- 7:25iniciar algo para montar 11 desculpa, uma estratégia de
- 7:30vacinação que seja estratégia estratégica e tem 11 custo
- 7:35sustentável é porque teve um foco de peste na clássica ali no
- 7:41Alagoas, que é o estado de Fronteiras.
- 7:45Com a zona livre e a e a gente sabe a importância que o momento
- 7:49que tiver um foco numa zona livre, muitos problemas virão,
- 7:55né? OOO.
- 7:58O mercado Internacional vai vai ter que ser parado por um
- 8:00momento, a gente vai ter que direcionar muito recurso para
- 8:05saber onde é que está esse vírus, o quanto esse vírus
- 8:07entrou na zona livre para, daí, sim, retomar o comércio
- 8:11Internacional. EOA gente sabe que a cinicultura
- 8:14do do Brasil é uma é um Pilar, não é?
- 8:17É uma coisa muito, é uma é forte, então prejudicaria muito
- 8:21a hora que esse vírus entrasse na zona livre.
- 8:24Então o objetivo do governo agora é erradicar.
- 8:29Dessa? Outra zona e da zona não livre,
- 8:32e iniciamos com 11. Estratégia de vacinação.
- 8:37A grande questão dessa região é que.
- 8:42É uma região que ela não é tecnificada, ela tem a grande
- 8:48parte das propriedades. São propriedades.
- 8:51Subsistência é um produtor que tem um ou 2 animais.
- 8:56Esses animais podem sair tanto numa Baia coletiva, ou eles
- 9:00estão soltos na propriedade. É uma área que tem muita, muito,
- 9:05tem lixões, tem. Muito comércio com animais
- 9:11livres. Pouca emissão de GTA, ou quase
- 9:16nenhuma. E o?
- 9:19A grande dificuldade desse dessa área, que agora vem sendo
- 9:25implementada e melhorado pelo governo, é a falta de cadastro
- 9:30das propriedades. Quando?
- 9:33Quando a gente discutiu o projeto de como vamos montar o
- 9:36projeto, Ah, vamos fazer isso, fazer aquilo, espera aí, não
- 9:38tem, não tem cadastro. Vamos fazer aquilo, não tem
- 9:42cadastro, então o cadastro. Das propriedades é uma coisa
- 9:48muito importante. Pra, pra sanidade do do país.
- 9:53Eu acho que tu que tá, que participou desse projeto?
- 9:56Estados Unidos, que é o chip, né?
- 9:58O swind health improvimento plan.
- 10:02É sobre cadastrar as granjas também, né?
- 10:06Mesmo aqui nos Estados Unidos, tenha um pouco essa deficiência,
- 10:10então a gente tá tendo mais, talvez com por causa da da febre
- 10:16africana. A peste suína africana.
- 10:18Desculpa. Tem mais essa demanda do
- 10:21cadastro porque a gente precisa de uma maneira pra pra fazer o
- 10:26Tracking dessa dessas granjas para poder ter o controlo de
- 10:30doença mais efetivo. Sem dúvida, sem dúvida, é é EE
- 10:36legal que tu trouxe. Eu acho que é interessante a
- 10:38gente pensar, né, que cineicultura de subsistência?
- 10:41A palavra já diz, né? Subsistência então, AAAAAO
- 10:44proprietário, vamos dizer assim, da propriedade, nem se considera
- 10:4711 produtor ou 111. Dono de Terra EE eu acho que é
- 10:53isso dificulta ainda mais a esse conceito do do pequeno produtor,
- 10:58que tem 23 cabeças, ele entender que como ele cria animais.
- 11:03Ele entra na cadeia epidemiológica, né?
- 11:05Da da, de disseminação de doenças e é importante.
- 11:08E aqui tu pegar um pouco o teu gancho aí do.
- 11:12Do do US chip aqui que a gente participa a gente.
- 11:16A gente pensa, não nos Estados Unidos, é tudo uma maravilha, é
- 11:18tudo certinho. As grandes são todas
- 11:21climatizadas. Na verdade, não é bem assim.
- 11:24A gente tem, tem, não, não diria que tem cultura de subsistência.
- 11:27Mas existem produções mais, vamos dizer assim.
- 11:33Naquele nível de animal solto, animal em piquetes, uma coisa
- 11:38que me deixou de cabelo em pé é que em 25 estados aqui nos
- 11:43Estados Unidos. É permitido o uso de alimentação
- 11:48de resíduo de restaurante. Então, EE esse resíduo de
- 11:53restaurante a gente não consegue garantir se ele vai passar por
- 11:55um processo térmico para alimentar os animais, então vai
- 11:58ter restos de carne suína ali, vai ter ossos, vai ter restos de
- 12:01carne de outros animais, então às vezes a gente tem uma imagem
- 12:05de que nos Estados Unidos é tudo bom e no Brasil é tudo ruim.
- 12:08E acho que é não é bem por aí, né?
- 12:10É, e essas são essas palavras que a gente falou aqui agora
- 12:14resto de alimento. Comércio com animal vivo, feira.
- 12:20Transporte de posso adicionar um pouco o transporte de sêmen?
- 12:25São tudo partes da epidemiologia da peste suína africana e também
- 12:30clássica como esses vírus. Eles se disseminam Na Na
- 12:33população, então por isso a importância da caracterização
- 12:38dessas propriedades, porque essas propriedades elas têm um
- 12:42risco de se infectar e também trazem o risco de disseminação
- 12:46de disseminação da doença. Então, só porque é subsistência,
- 12:51não quer dizer. Que não é parte da da da
- 12:54epidemiologia da doença, né? Então a gente tem.
- 12:57Até considerar esse tipo de propriedade também é.
- 13:02Acho que muitas coisas foram muito reveladoras nesse projeto
- 13:06e o doutor cordelini, ele foi até o nordeste.
- 13:09Ele entrevistou vários pequenos produtores, eles.
- 13:13Ele conheceu as propriedades e uma coisa muito interessante é
- 13:18os produtores, mesmo pequenos, com um ou 2 animais que tiveram
- 13:23um surto, eles estão sensibilizados.
- 13:27Eles se importam com os animais, eles estão sensibilizados em
- 13:31relação à vacinação. Eles estão.
- 13:34Dispostos a contribuir com a vacinação, então, a questão toda
- 13:41desse projeto? De vacinação é por por causa
- 13:45dessa área que tem 11 problema mais socioeconômico.
- 13:49E como tu falou, não vê, é uma produção de subsistência, então
- 13:53ele, o produtor, ele vai escolher onde colocar o recurso
- 13:57dele, né? Sendo uma vacina para uma doença
- 13:59que ele não vê que ele tem que prevenir, que ele não sabe ou se
- 14:02é um medicamento, um vermífugo para um animal que está tendo um
- 14:05problema ali real que ele está vendo, né?
- 14:08Então, para ele é difícil. Esse entendimento, né?
- 14:13Então, 1111 dos resultados, 11 consequência desses programas de
- 14:19vacinação é a educação do produtor.
- 14:22É a é a é a divulgação de informação de que existe essa
- 14:27doença que existe uma vacina e que é importante, então as as
- 14:32campanhas de vacinação que foram feitas no.
- 14:36Alagoas ou Alagoas? Ele teve por causa que teve esse
- 14:40surto, estava perto da Fronteira.
- 14:42Eles fizeram uma campanha de vacinação massiva.
- 14:46Que vacinou todo o estado em 3 campanhas e isso é um foi um
- 14:50grande exemplo também para nós. A gente tem como a gente montou
- 14:54esse programa estratégico de vacinação tendo como base a
- 14:57experiência do Alagoas e uma coisa que aconteceu num Alagoas
- 15:02que foi muito interessante foi a cooperação entre governo e a
- 15:07indústria, né? Através das associações ABPAABAB
- 15:12px, que combinaram, é. Esforços.
- 15:18Para levar a vacinação para todos os produtores, só que
- 15:23vacinação massiva. Tem um custo e um custo muito
- 15:27alto, então não é uma medida sustentável, pelo menos para as
- 15:32condições do governo e da indústria.
- 15:35Agora, de que vão? Vão pagar a vacinação de um
- 15:39tempo em tempo para toda aquela região e isso foi para um
- 15:42estado, né? A gente fala, a região é
- 15:44composta por 7 estados. Não seria uma vacinação massiva
- 15:48para toda essa população que não não necessariamente seria
- 15:52viável. Então a ideia de montar um plano
- 15:55estratégico é pro pro pro. Usando modelos estatísticos, a
- 16:02gente fez bastante mapas de risco pra mapear quais são os
- 16:06riscos, quais são os pontos de disseminação.
- 16:11É reconhecer o quanto ou direcionar a em qual em qual
- 16:18parte que o governo precisa colocar mais recursos.
- 16:22Então, quais são as granjas que hospedades que têm que ser
- 16:25vacinadas e tem que ter o apoio do governo?
- 16:30Então foi esse basicamente esse o resultado desse.
- 16:35Desse projeto a gente fez um estudo.
- 16:39Um estudo da doença o estudo da dos programas de vacinação ao
- 16:44redor do mundo o que é que o que é que o mundo agora, hoje hoje
- 16:48em dia faz em relação a pestes e na clássica, por exemplo, a
- 16:52Colômbia é um é um dos países que está muito perto de
- 16:56erradicar, mas tem essa combinação, né?
- 17:00De vacinação feita parte pelo governo, feito pela parte parte
- 17:05pela indústria. A questão de eliminar animais
- 17:09positivos, eliminar foco, vigilância passiva, vigilância
- 17:13ativa, todo, todas as experiências que a gente leu
- 17:18sobre erradicação de sucesso no mundo tem esses pilares, né?
- 17:24Vacinação, eliminação de foco, eliminação, eliminação de animal
- 17:28positivo, enfim, a gente fez os programas de vacinação.
- 17:32Quais têm sucesso? Epidemiologia a gente montou
- 17:35também um. 11, programa de. A gente desenhou um estudo de
- 17:39prevalência porque a outra questão em relação a essa região
- 17:43é que a gente não sabe onde é que está a doença.
- 17:46A gente sabe que teve 3 estados com foco, mas a gente, pelas
- 17:49características do vírus, que hoje em dia ao longo do tempo
- 17:55esse vírus, antigamente que tinha esse quadro clínico de
- 18:00hemorragia do animal, está lá com a, com a cenose.
- 18:04Hoje em dia esse vírus ele está mais.
- 18:08Assintomático, que é o caso também da.
- 18:11Da da africana africana, na sua maior parte, ela vai ser mais
- 18:16assintomática. Vai ser um animal mais crônico
- 18:19ali, que tá que tá espalhando o vírus.
- 18:23Então, clinicamente um produtor ou o veterinário?
- 18:26O serviço, o serviço oficial, ele não vai conseguir reconhecer
- 18:31essa doença, né? E essa doença, ela vai se
- 18:34confundida com outras. Com uma salmonela até Brasil não
- 18:40tem, mas 11 pierc uma é Oo 11 Pier.
- 18:46Essas doenças assim, então não é uma coisa.
- 18:50A vizinhança passiva tem esse problema, né?
- 18:52Que depende muito da do do sinal clínico, que os vírus mais
- 18:57atuais, as cepas mais atuais do da peste.
- 19:00Na clássica, eles estão mais assintomáticos.
- 19:05Então tem esse caso que a gente não sabe onde é que está a
- 19:07doença também. Então a gente usou esse esses
- 19:10modelos para tentar determinar quais seriam as áreas
- 19:15prioritárias de vacinação. E a gente também fez um cálculo.
- 19:19Qual é o custo de vacinar áreas prioritárias, com ou sem o
- 19:24inquérito, né? No caso, o estudo da prevalência
- 19:27dessa doença. Interessante, interessante e
- 19:31bom. E depois esse projeto, qual?
- 19:33Qual que foi o resultado? Qual que é a situação atual?
- 19:37Então, esse projeto ele foi todo submetido pro pro Ministério.
- 19:42E o resultado desse desse desse projeto é.
- 19:48Dar embasamento para a decisão do governo a gente, nós o
- 19:54corveline e eu e a Aline, que também foi uma outra
- 19:58colaboradora do projeto. A gente não entregou a decisão
- 20:01para eles, né? A gente entregou dados.
- 20:05Embasamento para a decisão do governo o que a gente entregou,
- 20:12basicamente, foi uma tabela que é o resultado.
- 20:15Assim, final é uma tabela em que existem 12 cenários.
- 20:23E esses 12 cenários, eles são classificados.
- 20:28São ranqueados por prioridades. Se a prioridade do governo é ter
- 20:36100%. Cobertura vacinal é o cenário a
- 20:41em que existe uma vacinação massiva.
- 20:46Se o governo quer ter zero custo, então vai ser uma
- 20:51vacinação feita por pelo produtor, então ele vai ter que
- 20:56gastar em campanhas de educação, campanha de treinamento para
- 21:01vacinadores. Existe também um cenário que é
- 21:07vacinar? Os municípios de risco, então,
- 21:10com os modelos estatísticas, a gente conseguiu determinar quais
- 21:14são os municípios de maior risco.
- 21:18São municípios que têm lixões, que teve um foco que tem muita
- 21:23densidade de suínos, que tem muita feira, então esses.
- 21:28Municípios, eles estão mapeados, quais são ou regiões?
- 21:33Então, existe cenários que o governo só pagaria vacinas para
- 21:39esses. Pra essas regiões?
- 21:43É basicamente a escolha é para o governo, mas a gente deu
- 21:48cenários. Para eles escolherem, baseados
- 21:52na prioridade, o custo que eles estão que eles podem prover, né?
- 21:57Uhum. EEE, já foi tomada de uma
- 21:59decisão ou segue no governo? Não foi, não foi movido ainda.
- 22:03Eu, pelas últimas vez que eu tenho, ainda segue lá, acho que
- 22:06é. Eles fazem muitas reuniões e eu,
- 22:09eu e o corveline tem bastante contato com eles também.
- 22:12Uhum. E a gente sabe também da
- 22:13participação da Embrapa, né? A Embrapa tem um papel
- 22:15fundamental também em várias várias alçadas aí da produção e
- 22:22certamente e conversei com a Charlie não.
- 22:25Recentemente a gente faz faz uns 2 anos aqui no finalcast.
- 22:27Eu lembro dela comentar bastante desse desse plano nacional, não
- 22:31interessante, muito interessante saber e eu acho que é um ponto
- 22:34que envolve, não é só um, não, é só um tema de epidemiologia, é
- 22:39um tema de mercado Internacional.
- 22:41Existem vários outros países positivos para para peça suína
- 22:44africana. Desculpa africana também, mas
- 22:48clássica, né? A clássica também tem outros
- 22:50países positivos. EE se a gente quer ser um país
- 22:55com a melhor carne, com o melhor animal, com a melhor produção, a
- 22:59gente tem que cuidar muito desse desse ponto, porque o eu lembro
- 23:04um caso no passado, quando tiveram os 3 casos de de vaca
- 23:09louca que nos Estados Unidos, né, de BSE, né?
- 23:12Nos em foram 3 animais, 33 vacas.
- 23:16E o Japão fechou o mercado de carne bovina dos Estados Unidos
- 23:21por 10 anos. Por causa disso, então não, não
- 23:26é uma coisa pequena, não é uma coisa.
- 23:29A gente às vezes não consegue imaginar a dinâmica, porque a
- 23:32sonocultura tecnificada do Brasil não tem.
- 23:34Então, é difícil tu imaginar o que tu não tem, né?
- 23:36O cenário, que não existiu ainda, mas é uma coisa muito
- 23:39grave para a produção e se, se as exportações fecham ou se
- 23:44algum outro problema acontece, se se o número do se.
- 23:49Perdem muitos animais por por morte e por um animal que não
- 23:52chega ao frigorífico. O produtor quebra e não tem
- 23:56outra coisa a fazer anão ser fechar a produção.
- 23:58Então são, são coisas bem importantes mesmo, de se
- 24:00discutir. É, e a indústria está muito
- 24:03mobilizada, tanto tanto que. Eles deram recurso pro pra um
- 24:10estado vacinar como um projeto piloto, mas a grande conclusão é
- 24:17que não é sustentável. Realmente é muito caro, porque.
- 24:22O número de animais não é tão tão grande como se tem no estado
- 24:25do Rio Grande do Sul, Santa Catarina.
- 24:28O problema é a distribuição desses animais, né?
- 24:31Eles estão muito distribuídos. Espalhados, então tem muito gás
- 24:38com com recursos de de transporte, transporte de
- 24:42vacina. A questão do sucesso uma coisa
- 24:46nesse projeto também foi considerado fatores que.
- 24:52Suporta um sucesso e a eficácia da vacinação, né?
- 24:56Tem cadeia de frio pra conservar a vacina, ter estrada, ter
- 25:01pessoas até a parte assim, ter ter serviço do locações no
- 25:09serviço veterinário oficial por cada município.
- 25:11Esse foi um fator que que foi considerado porque?
- 25:16No sul, aqui no Rio Grande do Sul, eu fiz um trabalho com a
- 25:17Seap, AE, eu sei que que em todo em toda a cidade do Rio Grande
- 25:21do Sul. Tem ali Oo seu estabelecimento
- 25:24do serviço veterinário oficial e isso não não acontece.
- 25:27No nordeste. Existem regiões que não tem
- 25:29municípios que não tem, então isso dificulta um programa de
- 25:33vacinação, porque pra onde é que tu vai distribuir essa vacina?
- 25:36Como é que tu vai fazer a logística de de entregar essa
- 25:41vacina para o produtor? Então são coisas que foram.
- 25:45Foram pensadas no. Projeto errado EE nesse projeto,
- 25:50Ana, uma pergunta, até porque eu sei que tu trabalhou com isso no
- 25:53passado, com a animais, as selvajados, esses javalis aí ou
- 25:58esses outros animais, suínos, a gente chama de Farrell, né?
- 26:02Esses animais porcos selvagens, tem problema naquela área
- 26:05também. Tem problema, isso é um problema
- 26:08bem abrangente no Brasil, né? Eu eu estudei bastante já valido
- 26:12no Rio Grande do Sul. E até eu participei de uma das
- 26:17reuniões do Ibama, quando eles estavam autorizando a caça
- 26:21desses animais como medida de controle e no nordeste não é
- 26:25diferente, é tem, tem um javali, né?
- 26:27Tem bastante. Pântano, Lago, e tem esses
- 26:32animais nessas regiões, e esse é um problema não só daqui, mas é
- 26:36um problema que foi foi visto muito na Europa, né?
- 26:38É um problema da Europa, né? De de ter esses animais e esses
- 26:42animais são são suínos, então eles vão ter africana, vão ter
- 26:47peste suína clássica. E é um problema que também foi
- 26:52demonstrado na Colômbia, que é a dificuldade de de controlar
- 26:57doenças nesses animais. Uma opção?
- 27:01Que é feito e a gente tem lá no nosso projeto, na escrita, essa
- 27:06sugestão é a vacina oral, né? As vacinas orais são muito bem
- 27:12aceitas para esse tipo de população, né?
- 27:15Que em vez de ser uma vacina injetável, tu coloca uma vacina
- 27:18num num pallet e o distribui em algumas áreas e esse animal vai
- 27:23comer aquele palette, então vai estar imunizado.
- 27:27Esse seria uma opção foi feito na Europa, não é tão efetiva
- 27:31como uma vacina viva atenuada que é a vacina tradicional da da
- 27:35peste suína clássica, mas tem uma proteção, ali tem uma
- 27:39eficiência boa suficiente para controlar essa doença nesses
- 27:43animais e outro jeito seria a caça, né?
- 27:47Uhum. É difícil, até a gente está
- 27:50falando aqui. No início de setembro de 2023 e
- 27:54há uns dias atrás foi confirmada a peça suína africana na Suécia,
- 27:58né? Em?
- 27:58Animais selvagens. Então esse parece ser um dos
- 28:03pilares assim, da da prevenção, do controle de da de pesquisa
- 28:09africana, nesse caso OOO projetos que que visem uma.
- 28:15Contenção desses animais de alguma forma, né, Ana?
- 28:18Para a gente terminar aqui, eu sei que tu, tu.
- 28:22Tu trabalha hoje com não sei se fez um trabalho muito legal na
- 28:25parte de distribuição de dejetos, né, de suínos.
- 28:29E aí em Iowa, como que isso é uma das coisas que às vezes a
- 28:32gente não se dá conta, né? No claro.
- 28:37No Brasil a gente não tem pearce nem PAD, mas como é que, como é
- 28:41que é tu tu bombear o dejeto de uma terminação, por exemplo, que
- 28:46foi acometida por cepas super agressivas de Piers bombearam,
- 28:49esse dejeto numa plantação de milho e.
- 28:52E talvez AA paralisação de milho está do lado de uma outra
- 28:55Granja, como é, como é que é esse projeto que vocês têm
- 28:57trabalhado? Então esse é um projeto que
- 29:00iniciou esse ano, então ainda está muito em.
- 29:04Momentos preliminares, né? Mas a ideia o grande objetivo é
- 29:09acho que aqui no para eu esclarecer, né?
- 29:11Aqui no nos Estados Unidos, a os dejetos dos dos suínos, eles
- 29:16ficam ali embaixo da. Da da Granja são são estocados
- 29:23lá, ou eles são estocados em Lagoas.
- 29:27E para um produtor, ele geralmente ele quer ter 11.
- 29:33Criação de suínos por causa do dejeto, né?
- 29:36Porque o dejeto é um, é um. É um produto de valor, não
- 29:40parece, mas é um produto de muito valor para para uma, para
- 29:42uma plantação, né? É um é um, é um fertilizante
- 29:47natural e eu e eu e eu aprecio muito esse ciclo da da suíno
- 29:51cultura. Não é que a gente consegue usar
- 29:54esse dejetos, uma plantação. É a plantação.
- 30:00Então, aqui esses animais têm os dejetos para fazer a mistura do
- 30:04dejeto, né? Para fazer aquelas aquelas
- 30:06reações que precisa para. Homogeneizar, homogeneizar o os
- 30:11dejetos. Aqui tem que se ser bombeado,
- 30:14né? Eles usam como se fosse uma
- 30:16plataforma. Assim que que baixa EE levanta
- 30:18para mexer esses dejetos e daí eles são transportados para as
- 30:24plantações que podem ser ao redor da própria Granja, que
- 30:28está sendo bombeada. Ou eles são carregados para
- 30:32outras grandes só por com caminhão?
- 30:36E existe diferentes jeitos de manipular esses DGS.
- 30:43Característica da grande, essa Granja tem ali aonde se, onde se
- 30:47tem os DGS, se é profundo, se é mais raso, se é uma Lagoa, se é
- 30:52uma Lagoa de concreto. Então isso caracteriza das das
- 30:57grandes e há e também características de como o
- 31:00transporte desses de gestos e aplicação na.
- 31:05Na plantação são feitos então. O transporte, como eu falei,
- 31:10pode ser por uma por uma mangueira diretamente anexada a
- 31:14bomba e ser a mangueira ela. Ela é movimentada na plantação
- 31:20pra ter Oo espalhamento dos dejetos Na Na plantação.
- 31:27Ou ela pode ser por por caminhão, né?
- 31:29E também existe máquinas que também é 11.
- 31:33Outro mundo pra mim, que esse mundo da agronomia, que tem
- 31:36essas máquinas, que que injetam o os dejetos Na Na plantação.
- 31:42Então existe uma maneira mais direta, mais profunda, de
- 31:45inversão ou uma maneira mais rasa de distribuição de dejetos?
- 31:50Então a gente está analisando essas características de como é
- 31:55feito para. Achar variáveis, ou.
- 32:01É achar as variáveis que não contribuem com doença.
- 32:07Então, basicamente, a gente está juntando é um pouco de junção de
- 32:10dados, assim a gente junta dados do.
- 32:14Do bombeamento de DGS não é quando o bombeou.
- 32:17Há quanto tempo foi bombeado, enquanto em.
- 32:21Em qual. Qual o tamanho de plantação que
- 32:25foi aplicado? Quantos, quantos litros, várias
- 32:29variáveis em relação ao bombeamento, a gente tem outras,
- 32:32um outro banco de dados que tem ali banco de dados de doença,
- 32:36né? Porque a gente quer saber se
- 32:38aquele bombeamento ele aumentou ou não, aumentou a doença, então
- 32:42a gente tem dados de doença que são dados de PIS e pede.
- 32:47Que são dados? Diagnóstico e também surtos.
- 32:53Surtos classificados pelos veterinários.
- 32:55Que que? Lidera as suas granjas, então
- 33:00eles. Eles classificaram, teve um
- 33:01surto, teve, não teve, não teve um, não um surto.
- 33:05E dados de mortalidade também. E os dados de de alojamento?
- 33:11Então, a gente está juntando esses dados e em um banco único
- 33:17para então rolar rodar alguns modelos, a gente vai tentar ver
- 33:21a parte espacial, a distribuição.
- 33:24Quais são? Quais são os momentos que tem
- 33:25algum tipo de espalhamento? Se existe um risco para a Granja
- 33:29que receber 111 dejeto teve aumento de doença ou não?
- 33:33Ou se, ou se a Granja que fez o bombeamento, ela tem um aumento
- 33:37ou não de doença. Uhum.
- 33:40Interessante, interessante, iá até interessante, porque a gente
- 33:43sabe que Piers, por exemplo, aqui nos Estados Unidos é uma
- 33:46doença mais de inverno, né? Daí.
- 33:50A vai ser interessada por esse correlacionarem com de quando
- 33:52que era aquele dejeto que está na propriedade, né?
- 33:55E baseado com quando que ele bombeou quando que ele
- 33:57distribuiu, né? Então é eu achei um projeto
- 33:59sensacional esse esse de vocês, porque é um é uma, é uma
- 34:02informação que ninguém sabe, eu eu, Ah, quanto tempo ou se esse
- 34:07se esse processo de fermentação e esse tempo que fica, será que
- 34:10mata ou não mata o vírus ou ou diferentes aplicações, ou a
- 34:15gente está realmente achando o furo da bala para para piercing,
- 34:19é uma doença que se dissemina tão rápido, tão fácil, né?
- 34:22Acho que é um trabalho bem legal e a gente vai estar atentos para
- 34:24quando vocês estiverem os mesmos resultados, aí se eles virem
- 34:27falar aqui conosco. O primeiro que a gente achou, a
- 34:30gente achou uma diferença em mortalidade.
- 34:31A gente consegue localizar esse aumento em mortalidade.
- 34:35Comparando 2 semanas antes com até 2 semanas depois do do
- 34:39evento de pumping. E se tu coloca num num gráfico a
- 34:42gente, a gente chama de SPC chart, que é aquele essa cisto
- 34:46que eu process control, que tu, tu vê um padrão de de
- 34:49mortalidade. Tu vê lá os spikes, sabe?
- 34:53Tu vê o. Os Picos e com 111 alarme que
- 34:59existe um aumento nesse padrão com a mordida foi bombeado
- 35:03bombeado. Olha lá.
- 35:05Interessante é, não é isso? Salta aos olhos e.
- 35:09A ideia é a mensagem desse trabalho, né?
- 35:12A gente não é a questão, não é não pare de não, é isso que a
- 35:17gente não quer, que a propriedade pare com Oo
- 35:20bombeamento. A gente quer saber quais são as
- 35:24variáveis ou mal. Uma logística melhor para esse
- 35:28bombeamento? Uhum.
- 35:30Perfeito, perfeito, não muito interessante, Ana, não, não.
- 35:34Muito legal, muito legal. Todos os teus trabalhos aí são
- 35:37sem dúvida. De Extrema importância pra pra
- 35:41epidemiologia da 5 cultura global, né?
- 35:43Porque a gente tá falando doenças aí, que que afetam o
- 35:46mundo inteiro, não só um país, e são práticas que se aplicam para
- 35:50outras doenças também. Já pensou estar no top 1% das
- 35:56monocultura? Acesse academia suina.com.br e
- 36:00invista no seu conhecimento. Os finnocares só é possível
- 36:05através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 36:08educação continuada na Cine cultura brasileira.
- 36:11Giga alta performance sem esforço, altech soluções
- 36:15nutricionais para uma produção rentável e sustentável, MS
- 36:19shippers, paixão pelo agro seva sempre com você.
- 36:23Além da saúde animal. A elenco é uma empresa global na
- 36:30área de saúde animal se dedica a inovar e fornecer produtos e
- 36:34serviços para prevenir e tratar doenças em animais de produção e
- 36:38animais de companhia, agregando valor ao trabalho de produtores,
- 36:42tutores, médicos veterinários e da sociedade como um todo.
- 36:49Agora, chegando no final no finalzinho, aqui na nossa, no
- 36:51nosso bate-papo, eu queria que tu me recomendasse um livro, mas
- 36:55não de doenças e suínos, nem de suínocultura é?
- 36:59Que livro é ou é o do rô lá? Epidemiologia quantitativa ou é
- 37:04o desoffsine? Tanto versão portuguesa quanto é
- 37:07inglesa? Esses são os livros aqui,
- 37:10basicamente a gente tem alguns alunos chegando novo agora aqui
- 37:14no grupo, então já já está aqui o grupo.
- 37:16E o kit? E o kit?
- 37:20Mas eu sou uma pessoa que eu gosto muito de psicanálise.
- 37:23Eu tenho um, comecei terapia, mas de repente gosto.
- 37:28Comecei a estudar um pouco mais de psicanálise e neurociência e
- 37:33um dos livros que eu que eu li e passou por algumas vezes na
- 37:37minha vida e eu achei engraçado que eu consegui conectar esse
- 37:40livro com um outro livro, que é o é o em busca de sentido do
- 37:45doutor Victor Frank. Que ele foi 111 psiquiatra.
- 37:51Médico austríaco que foi para um campo de concentração de
- 37:55Auschwitz. E ele sobreviveu.
- 37:58Ele, o falecimento dele foi em 97.
- 38:03E o que manteve ele porque uma experiência de um campo de
- 38:08concentração é uma experiência que acho que detona qualquer
- 38:12humanidade, né? A sua própria humanidade, né?
- 38:16E o que manteve esse médico vivo?
- 38:19Foi porque ele queria publicar a.
- 38:23AA escola dele, né? OAO conhecimento dele de.
- 38:30Loboterapia, que é essa coisa da vida da gente ter.
- 38:34Pequenos objetivos ou grandes objetivos ou da nossa vida
- 38:37sempre ter. A gente sempre tem um pouco de
- 38:40propósito, né? Então, seja na carreira, com a
- 38:43família, geralmente quem tem filho ou propósito são os
- 38:47filhos. Agora, nós na carreira que eu e
- 38:49tu, gêmeo, a gente tem que publicar pay-up publicar artigo,
- 38:52a gente tem que escrever coisa. Então eu acho que é muito, muito
- 38:57parecido assim com que a gente faz Na Na academia.
- 39:01Então é um livro que eu que eu gostei que ele conta.
- 39:04A experiência dele, não de um jeito sensacional.
- 39:08Sensacionalista, assim é de um jeito assim mais leve das
- 39:11experiências. Então acho acho interessante e
- 39:16esse livro ele se liga com um livro do Augusto Cury, que é
- 39:20também em busca de sentido na vida.
- 39:22Então, que que o Augusto Cury? Ele conta a história de 1/01/1
- 39:29pessoa que foi nesses Campos de concentração e conheceu o Viktor
- 39:34Franklin. Então, uhum, tem uma ligação.
- 39:38O Augusto Cury tem um livro, tem um livro dele.
- 39:42Eu li um livro dele. Sobre o Holocausto?
- 39:46Isso é Oo. Augusto Cury.
- 39:48É também psiquiatra, né? Que usa muito a Segunda Guerra
- 39:53Mundial pra suas, pra os seus estudos, né?
- 39:57Pessoas pra suas áreas, a sua área de conhecimento, né?
- 40:00A sua linha de de pesquisa de de psicologia.
- 40:03Então esses 2 pessoas, Viktor Frank EOO, Augusto Cury são bem
- 40:09parecidos. Assim, na linha psicanalítica,
- 40:12então. E Augusto, ele é mais é fácil
- 40:16assim. De ler o eu lembro, é, é o
- 40:18colecionador de lágrimas Oo Holocausto nunca mais é um é um
- 40:22baita livro também. Eu achei muito interessante e
- 40:25foi um livro que eu eu achei Na Na Na.
- 40:29Na biblioteca lá da minha mãe. Ah, interessante isso aqui
- 40:33porque eu, eu, eu tinha o Augusto Cury como 11, outro tipo
- 40:36de de escritório nossa. O Augusto currículo, escreveu
- 40:40sobre o Holocausto. Daí eu eu lia, ele é uma.
- 40:43Sabe aquela ficção, não ficção, sabe?
- 40:45Fica. Isso, isso.
- 40:47Não, mas isso aqui não não é ficção, não, mas isso aqui é
- 40:49ficção muito interessante, muito interessante.
- 40:52Que legal. Um pouco de ficção num num
- 40:54momento da humanidade, foi muito.
- 40:56Pesada, exato. Mas, ao mesmo tempo, esse
- 40:59momento. Trouxe muito para essa parte
- 41:04psicanalítica da psicologia, trouxe muita linha de pesquisa,
- 41:08né? Então, claro que sobreviveram
- 41:10aquilo lá, então, uhum bastante coisa.
- 41:13E Ana qual que é o teu sonho? Uau.
- 41:17Eu já acho que eu já vivo um sonho.
- 41:19Eu acho que que essa nossa trajetória, assim de de conviver
- 41:23com pessoas muito inteligentes, que sabe mais que a gente, já é
- 41:28um sonho pra mim, já tô, já tô no sonho e eu tenho um colega
- 41:32que trabalha, que também fala que sempre quer estar perto de
- 41:35alguém mais inteligente que ele, e eu acho que está certo.
- 41:38Eu acho que a gente tem essa oportunidade que tanto na
- 41:42indústria Eu Acredito que é assim também.
- 41:44Eu não aqui também na academia a gente convive com pessoas muito.
- 41:49Experientes, né? Então, esse é o meu sonho,
- 41:52continuar convivendo com pessoas.
- 41:53Índice para me ensinar coisas. Nota, 10 Ana Paula poeta, foi
- 41:59realmente um prazer conversar contigo.
- 42:01Bom te ver, bom saber que tu está bem aí está estudando
- 42:03bastante e. Agradeço novamente pelo teu
- 42:07tempo, por tudo que tu compartilhou aqui conosco,
- 42:10certamente ajuda a floricultura brasileira a ser cada vez
- 42:14melhor. Obrigado novamente, Ana.
- 42:17Quero agradecer muito atinja-me pela conversa e foi.
- 42:21Foi muito fácil conversar aqui e continua com os podcasts, por
- 42:26favor? Que é?
- 42:28Pode deixar, é? Eu lembro-se uma experiência que
- 42:31eu tive. Eu estava estudando para o meu o
- 42:34meu exame final aqui do doutorado e eu escutava podcast,
- 42:38escutei muito, muito podcast. E pensava nós, quanto que valor
- 42:43isso aqui tem, sabe? É e tá e tá de certa forma,
- 42:47eternizado, né? A gente tem é um.
- 42:49É hoje uma. Hoje a gente vive um mundo de
- 42:51podcasts de todas as áreas, e eu acho que é uma tendência muito
- 42:55grande. Acho que o ser humano descobriu
- 42:56uma maneira de de se entreter, de aprender, de muitas coisas,
- 43:03né? Eu acho que AEA, gente, tem essa
- 43:05desde 2012, aí já são 11 anos. Com essa com essa ideia, a gente
- 43:10se a gente consegue melhorar aí 0.1% algum indicador da 5
- 43:14cultura. A gente está muito feliz.
- 43:16Não, mas Eu Acredito, então não, não pode ser verdade que não,
- 43:20não. Nota, 10 obrigadão Ana,
- 43:23obrigada.