Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / AS ARMAS DA PERSUAÇÃO #XII - DEFENDER O INTERESSE COLETIVO (CLUBE DO LIVRO)
Transcript
- 0:05Senhoras e Senhores, Hoje é um episódio do clube do livro
- 0:09diferente, não é? Estou sozinho, não estou.
- 0:14Com o Bruno, que normalmente me acompanha aqui NOS episódios do
- 0:17clube do livro, EU viajei para a praia com com a família.
- 0:21Vou passar alguns dias aqui e decidi gravar o clube do livro
- 0:26por aqui. Não é respirando outros ares.
- 0:30Né tem uma vista maravilhosa na minha frente, estou com um livro
- 0:34maravilhoso e com uma companhia maravilhosa que é você, né?
- 0:41Obviamente que a audiência do clube do livro é uma audiência
- 0:45extremamente qualificada e são pessoas preocupadas com um
- 0:48intelecto. Não é pessoas que querem beber
- 0:51direto da fonte. Então vamos fazer exatamente
- 0:55isso. Estamos dentro do princípio
- 0:59persuasivo da consistência na leitura do armas, da persuasão.
- 1:04E eu vou retomar de onde paramos o nosso último capítulo.
- 1:06Falando sobre a defesa do interesse coletivo, que que é
- 1:10isso? Dependendo dos motivos da pessoa
- 1:14que deseja usar as técnicas de persuasão discutidas neste
- 1:17livro, qualquer uma delas pode ser empregada para o bem ou para
- 1:21o mal. Não deve surpreender, portanto,
- 1:24que a técnica da bola baixa seja usada com propósitos socialmente
- 1:28mais benéficos do que vender carros novos ou reatar
- 1:32relacionamentos. E aí ele faz referência AO que a
- 1:36gente. O que Lemos não é No No?
- 1:40NOS últimos episódios, seguindo a leitura aqui, um projeto de
- 1:43pesquisa realizado em Iowa. E ele menciona qual projeto, por
- 1:48exemplo, mostra como o procedimento da bola baixa pode
- 1:51influenciar cidadãos a poupar energia.
- 1:54O projeto começou no início do Inverno, quando os moradores que
- 1:58aqueciam seus lares com gás natural foram abordados por um
- 2:02entrevistador. Este forneceu algumas dicas de
- 2:05conservação de energia e pediu que tentassem poupar combustível
- 2:08no futuro, embora todos concordassem em tentar quando os
- 2:11pesquisadores examinaram o consumo daquelas famílias após
- 2:14um mês e de novo ao final do Inverno, ficou claro.
- 2:17Nenhuma economia real ocorrera esse aqui é o behaver gap, né?
- 2:21É OA lacuna entre. Aqui todos nós temos, não é
- 2:26aquilo que eu digo que vou fazer ou aquilo que eu percebo que eu
- 2:30deveria fazer aquilo que eu de fato faço não é?
- 2:32Então perceba que ele. Ele menciona que é.
- 2:37Embora todos concordassem em tentar.
- 2:41Qualquer pessoa concordaria em tentar poupar um pouco de
- 2:45energia ou gasto, menos eu faço bem para a natureza, para o meu
- 2:49ambiente. Mas na prática, as pessoas não
- 2:52se empenharam para não é inclusive esse exemplo aqui ele
- 2:56está lá no programa Oratório persuasivo.
- 2:59Vou seguir aqui. Os moradores que haviam
- 3:01prometido tentar economizar consumiram tanto gás natural
- 3:04quanto uma mostra aleatória de seus vizinhos, que não haviam
- 3:07sido abordados. E aí, um.
- 3:10Uma uma frase aqui que eu sublinhei que é boas intenções
- 3:16combinadas com informações sobre economia de energia não foram
- 3:21suficientes para mudar os hábitos.
- 3:24Não é então a intenção com o esclarecimento e informação para
- 3:30uma coisa positiva. Ainda assim, não foram
- 3:33suficientes para mudar os hábitos.
- 3:35Seguindo a leitura, mesmo antes do início do projeto palack, que
- 3:39é Oo líder aqui do da pesquisa que ele menciona e sua equipe de
- 3:44pesquisa haviam reconhecido que algo mais seria necessário para
- 3:48mudar os padrões arraigados de consumo de energia.
- 3:50Assim, tentaram um procedimento ligeiramente diferente com a
- 3:54mostra semelhante de usuários de gás natural.
- 3:56Aquelas pessoas também foram abordadas por um entrevistador
- 4:00que forneceu também dicas de economia de energia e pediu que
- 4:03evitassem desperdícios. Para estas famílias, porém, o
- 4:08entrevistador ofereceu algo a mais.
- 4:11Os moradores que concordassem com um pedido teriam seus nomes
- 4:15divulgados em artigos num jornal listados como cidadãos de
- 4:20espírito coletivo, poupadores de energia e assim o efeito foi
- 4:25imediato. Um mês depois, quando as
- 4:27empresas de gás verificaram os medidores, os moradores daquela
- 4:31mostra haviam poupado, em média, 12 m³ de gás natural.
- 4:36Por residência a possibilidade de ver seus nomes num jornal
- 4:39tinha motivado aquelas pessoas. Pelo período de 1 mês depois, o
- 4:45tapete foi puxado. Os pesquisadores retiraram a
- 4:48razão que inicialmente levou as pessoas a economizar gás.
- 4:52Cada família, a qual haviam prometido publicidade, recebeu
- 4:56uma carta informando que não seria mais possível divulgar seu
- 4:59nome. Ao final do Inverno.
- 5:03À equipa de pesquisa examinou o efeito da Carta sobre o consumo
- 5:06de gás natural daquelas famílias teriam retornado aos seus
- 5:09antigos hábitos perdulários quando a chance de aparecer no
- 5:12jornal foi removida. Nada disso para cada um dos
- 5:17meses restantes do Inverno, aquelas famílias economizaram
- 5:21mais gás do que durante o período em que pesaram, que
- 5:24seriam publicamente elogiadas em termos de porcentagem de energia
- 5:28poupada, vinham economizado 12.2% de gás durante o primeiro
- 5:31mês. Porque porque esperavam?
- 5:33Os nomes no jornal, Porém, após A Chegada da Carta informando o
- 5:38contrário, não retornaram aos seus níveis anteriores de
- 5:41consumo de energia. Em vez disso, aumentaram sua
- 5:43economia para um nível de 15.5% pelo resto do Inverno, né?
- 5:47E aquele caminho para explicação, embora jamais
- 5:51possamos estar totalmente seguros das dessas coisas, uma
- 5:56explicação para seu seu comportamento persistente se
- 5:59apresenta de imediato. Aquelas pessoas haviam sido
- 6:02induzidas pela técnica da bola baixa.
- 6:05Há um compromisso de economia mediante uma promessa de
- 6:08publicidade no jornal. Uma vez assumido, ela começou a
- 6:12gerar seu próprio reforço. Os moradores passaram a adquirir
- 6:17hábitos novos de consumo de energia, sentir-se bem com seus
- 6:21esforços de espírito coletivo, convencer-se da necessidade
- 6:25vital de reduzir a dependência americana em relação ao
- 6:27combustível estrangeiro, gostar da redução nas contas de gás.
- 6:32Orgulhar-se de seu espírito de sacrifício e mais importantes
- 6:35ver-se como pessoas conscientes da necessidade de conservar a
- 6:39energia. É só uma contribuição minha, é?
- 6:43Essa é a grande questão, não é? É o princípio da consistência,
- 6:49ele alcança seu ápice quando você consegue promover uma
- 6:53identidade. Daquele perfil, então a
- 6:58identidade de ser um poupador de energia é um cidadão que, como
- 7:03ele escreveu aqui, né, é se preocupa com.
- 7:08O bem coletivo, etcétera aos cidadãos de espírito coletivo,
- 7:11poupadores de energia. Mas você se vê como essa pessoa?
- 7:15Você começa a atuar dessa forma e a persistência no hábito vem
- 7:21do querer ser consistente com algo que você se vê, não é?
- 7:27Então tem até não lembro qual destes livros, né?
- 7:29Muitos livros falam de comportamentos e acaba
- 7:31esquecendo onde que eu vi isso? Mas, eu acho que é acho que é no
- 7:35hábitos atômicos, né? Ou é hábitos atômicos ou é o
- 7:38Richard Taylor? E aí Eu Não sei se é o noide ou
- 7:40é outro, mas que o cara diz assim.
- 7:44É a pessoa que para de fumar. Né é é é muito mais.
- 7:50Acho que é o hábito dos atômicos mesmo é quando Caras assim?
- 7:53Não, não, não. Eu paro aí.
- 7:56Né o EU parei é assim. Eu sou um fumante que parei de
- 8:01fumar. Não é então intrinsecamente na
- 8:05identidade do cara. Ele ainda se vê como fumante.
- 8:09Quando você pergunta para o cara assim, quer um cigarro?
- 8:12O cara fala o seguinte, não, Eu Não fumo.
- 8:16Tá é esse cara. Ele parou diferente porque ele
- 8:23mudou a perceção de identidade que ele tinha acerca de si mesmo
- 8:27e ele não se vê mais como fumante, né?
- 8:31É uma das provocações quando se está buscando hábitos diferentes
- 8:35e que não são fáceis de serem. É é de serem incorporados, é
- 8:41isso, não é você se questionar sobre Oo cerne da coisa do ponto
- 8:46de vista da identidade, como você se vê?
- 8:48E aí um pouco do que aconteceu com esses vizinhos aqui dessa
- 8:51pesquisa, é isso, né? O cara passo mesmo perdendo o
- 8:54estímulo, não é puxando o tapete como ele usou aqui.
- 8:56Mas ele agora ele se via dessa forma, voltando à nossa leitura
- 9:01com todas essas novas razões para justificar o compromisso e
- 9:04poupar, é natural que este permanecesse firme mesmo depois
- 9:07que o motivo original, que era a publicidade do jornal, havia
- 9:10sido removido. Por incrível que pareça, quando
- 9:14o fator publicidade se tornou indisponível, aquelas famílias
- 9:19não apenas mantiveram esforço de poupar combustível, mas
- 9:21aumentaram várias interpretações, poderiam ser
- 9:24oferecidas para esse empenho ainda maior.
- 9:28Mas eu, eu o que eu digo aqui é o siaudini, está o autor do
- 9:31livro, tem uma favorita, de certo modo, a oportunidade da
- 9:35publicidade no jornal havia impossibilitado os moradores de
- 9:38se responsabilizarem plenamente. Por seus compromissos
- 9:42conservacionistas. De todos os motivos, apoiando a
- 9:45decisão de poupar energia foi o único com origem externa, o
- 9:49único que impedia que os moradores pensassem que estavam
- 9:52poupando gás porque realmente acreditavam naquilo.
- 9:54Assim, A Chegada da Carta cancelando a promessa de
- 9:57publicidade removeu o único obstáculo à sua imagem como
- 10:01cidadãos preocupados de facto, em poupar energia essa
- 10:04autoimagem nova e incondicional os levou a patamares ainda
- 10:09maiores de economia. Assim como a Sara, parece que se
- 10:13comprometeram com uma escolha por meio de um incentivo
- 10:16inicial. E aumentaram ainda mais a
- 10:18dedicação após o incentivo ter sido removido.
- 10:24E aí vem para a sessão do capítulo que é da defesa, né?
- 10:29Ou seja, está sabendo que. Este princípio persuasivo
- 10:35funciona dessa forma e que existem pessoas que vão querer
- 10:38usar para o mal, não é? Como é que a gente percebe isso
- 10:44no cotidiano? E como é que a gente se protege
- 10:48de eventuais? É é aplicações aqui deste
- 10:53princípio? Nas nossas negociações, vamos
- 10:56lá. A única defesa eficaz contra as
- 10:59armas de influência corporificadas NOS princípios
- 11:01combinados do compromisso e da coerência é uma consciência de
- 11:05que, embora a coerência costume ser positiva até vital, existe
- 11:10uma variedade tola e rígida a ser evitada.
- 11:15Precisamos estar atentos para a tendência de sermos automática e
- 11:19impensadamente coerente, porque assim ficamos expostos.
- 11:23Às manobras daqueles que querem explorar a sequência mecânica,
- 11:26compromisso, compromisso, coerência, visando o lucro.
- 11:29Já que a coerência automática é tão útil, permitindo quase
- 11:33sempre uma forma de comportamento econômico e
- 11:36apropriada, não podemos decidir eliminá-la da nossa vida.
- 11:40Os resultados, inclusive, seriam desastrosos.
- 11:42Se, em vez de NOS comportarmos automaticamente movidos pelas
- 11:47decisões e ações anteriores, parássemos para refletir sobre
- 11:52os méritos de cada ação nova antes de realizá-la, jamais
- 11:54teremos tempo para alcançar algo significativo.
- 11:58Precisamos mesmo daquele tipo perigoso e mecânico de
- 12:01coerência. Portanto, a única saída para o
- 12:04dilema é saber quando a coerência tem grandes chances.
- 12:08Que NOS levaram a uma escolha ruim.
- 12:10Existem certos sinais, 2 tipos em especial.
- 12:14Acho que ele vai entrar aqui para NOS alertar.
- 12:17Registramos cada tipo numa parte diferente do nosso corpo.
- 12:21Primeiro deles, sinais no estômago.
- 12:24Primeiro sinal é fácil de reconhecer, lhe ocorre bem na
- 12:26boca do estômago quando percebemos que fomos induzidos a
- 12:29concordar com um pedido que sabemos no íntimo.
- 12:33Que não queremos satisfazer. Aconteceu comigo centenas de
- 12:36vezes, um caso especialmente inesquecível, porém.
- 12:39Ocorreu numa noite de Verão, bem antes que eu começasse a estudar
- 12:42as táticas de persuasão, alguém tocou a campainha e, ao abrir a
- 12:45porta, encontrei uma jovem estonteante trajando um short em
- 12:50uma frente única reveladora. Observei, porém, que carregava
- 12:54uma prancheta e estava pedindo que eu participasse de uma
- 12:56pesquisa querendo impressionar. Concordei e admito, distorci a
- 13:01verdade das respostas à entrevista, de modo a passar a
- 13:05impressão mais positiva possível.
- 13:07Nossa conversa foi mais ou menos assim.
- 13:09A jovem estonteante. Não é que, inclusive, chama de
- 13:12jovens estonteante no livro? Oi, estou fazendo uma pesquisa
- 13:15sobre os hábitos de entretenimento dos moradores da
- 13:17cidade. Gostaria de saber se o senhor
- 13:18poderia responder umas perguntinhas é o celdini, disse
- 13:21assim, claro, pode entrar. Obrigada, vou me sentar aqui e
- 13:25começar quantas vezes por semana o senhor janta fora?
- 13:29Ah, provavelmente 3 talvez 4 vezes por semana.
- 13:31Sempre posso. Na verdade, adoro bons
- 13:33restaurantes que bom e geralmente pede vinho no jantar
- 13:37só se for importado, entendo e filmes vai muito ao cinema,
- 13:41cinema nunca me canso, especialmente de filmes de arte
- 13:45legendados e você gosta de ver filmes?
- 13:48Sim, gosto, mas voltando A Entrevista.
- 13:51Vai muitas vezes a apreciações musicais e shows.
- 13:53O céudinho disse assim, com certeza de preferência com
- 13:56orquestra. Sinfônica, mas também curta uma
- 13:58boa banda de POP de qualidade. E aí ela anotando rapidamente,
- 14:03disse assim, maravilha. Última pergunta e os espetáculos
- 14:06das companhias de teatro ou balé itinerantes costuma assistir
- 14:11quando está na cidade? Ah, o balé o movimento, A Graça,
- 14:15a forma eu adoro. Anote aí que eu adoro balé, não
- 14:18perca uma chance de ir ótimo, deixe-me conferir meus dados por
- 14:22um momento. Seu celdie.
- 14:25Aí o seu disse assim, na verdade é doutor Celdini, mas soa muito
- 14:29formal. Por que não me chama de Bob?
- 14:32Tudo bem, Bob. Pelas informações que me deu,
- 14:35fico satisfeito em informar que poderá economizar até 1200 USD
- 14:37por ano, Ingressando no clube América.
- 14:40Uma pequena taxa de sócio permite obter descontos em quase
- 14:45todas as atividades mencionadas. Com certeza alguém com uma vida
- 14:49social tão intensa como o senhor gostará de aproveitar a incrível
- 14:52economia que a nossa empresa pode oferecer?
- 14:55Em todas as coisas que acabou de citar.
- 14:57E aí, Oo Celdini, segundo ele, aqui preso na ratoeira, disse
- 15:01assim, bem é acho que sim. É saindo do diálogo, né?
- 15:07Ele fala assim, lembro que senti meu estômago contrair quando eu
- 15:10balbuciava minha concordância era era um claro alerta ao meu
- 15:15cérebro. Ei, você está sendo manipulado,
- 15:17mas Eu Não conseguia ver uma saída.
- 15:19Havia sido encurralado por minhas próprias palavras,
- 15:23recusaram a oferta àquela altura, significaria enfrentar 2
- 15:26alternativas desagradáveis. Se Eu tentasse me safar
- 15:29afirmando que não era realmente um homem sofisticado, que a
- 15:31alegria c durante A Entrevista ficaria com a imagem mentiroso.
- 15:35Se tentasse me esquivar. Sem aquela alegação pareceria um
- 15:39idiota por não querer economizar 1200 USD.
- 15:43Comprei o pacote de entretenimento, mesmo sabendo
- 15:45que eu havia sido enganado a necessidade de ser coerente com
- 15:49o que eu já tinha dito. Me colocou numa cilada várias
- 15:52observações sobre isso aqui, né? Mas no caso dele, por isso que
- 15:55vendas é você tem que ouvir mais do que normalmente as pessoas
- 15:59ouvem, né? O caso dele, ele foi encurralado
- 16:02e foi um pouco bem feito porque ele ele mentiu, né?
- 16:05Então ele exagerou e aí ele teve que ser coerente com a imagem
- 16:09que não representava a imagem dele.
- 16:11Quando você tem um bom produto que de fato resolve uma dor.
- 16:17Muitas vezes o não comprar é meio isso, o cara é meio imbecil
- 16:21de não comprar, né? Sendo que algumas decisões dão
- 16:23frio na barriga, né? Eu bem posso estar falando com o
- 16:27viés aqui, né? Mas eu eu vejo isso todos os
- 16:29dias, então é como Se Eu dissesse o seguinte, eu tenho
- 16:31que ajudar o meu cliente a perceber o tanto que faz sentido
- 16:34para ele. É adquirir isso aqui, né, é e
- 16:39quando ele percebe? Quando ele percebe?
- 16:43Sendo que essa perceção de coerência.
- 16:47Está pautada em fundamentos e característicos que de fato
- 16:51representam o que ele é e as aspirações que ele tem.
- 16:57É. Você acaba criando uma pressão
- 17:00para o sim, não é? Mas e aí é a diferença do da
- 17:04utilização ética e não ética. É é uma pressão para o sim,
- 17:10nesse caso positivo, não é? Então eu estou partindo do
- 17:15pressuposto que a Moça lá ou a empresa Clubamérica estruturou
- 17:1911 clube de benefícios e tal que era muito bacana e que para
- 17:22algumas pessoas que tinham a vida social muito intensa, fazia
- 17:26todo sentido, né? Então Ah, mas a condução dela
- 17:30foi manipuladora? Eu acho que isso fica mais
- 17:33evidente, não é? Não me parece que ela Eu Não
- 17:37classificaria assim, mas ele acabou, né?
- 17:40Anotando que foi uma manipulação porque ele mesmo corroborou para
- 17:46um desfecho que não representava uma decisão ótima, né?
- 17:50Mas voltando aqui, a parte boa é que se torna super didático, não
- 17:53é? Você consegue ver na prática de
- 17:54um diálogo num processo simples de vendas, o tanto que a
- 17:58consistência ela ela NOS cria essa pressão.
- 18:03E aí, voltando à leitura, isso já não acontece mais Hoje,
- 18:06costumo dar ouvidos ao estômago e descobrir o modo de lidar com
- 18:09as pessoas que tentam aplicar o princípio da coerência contra
- 18:11mim. Apenas digo exatamente o que
- 18:13estão fazendo. Essa tática se tornou o meu
- 18:16contra-ataque perfeito sempre que meu estômago diz que eu
- 18:19seria um idiota se concordasse com um determinado pedido apenas
- 18:21por querer ser coerente com o compromisso anterior a que foi
- 18:24induzido. Transmito essa Mensagem a um
- 18:26solicitante, não tento negar a importância da coerência.
- 18:29Em vez disso, aponto para o absurdo da coerência estúpida.
- 18:33Sim em resposta ao solicitante se encolhe com sentimento de
- 18:37culpa ou recua com perplexidade, fique satisfeito, eu venci um
- 18:41explorador perdeu às vezes. Imagino como reagiria se aquela
- 18:44jovem estonteante de anos atrás tentasse me vender.
- 18:47A adesão do clube de entretenimento.
- 18:49Tenho tudo na ponta da língua toda a interação seria a mesma,
- 18:52exceto o final. Então ele até simula aqui, né?
- 18:56Ele diz que a jovem estonteante ia dizer o seguinte, com
- 18:59certeza, alguém com a vida social tão intensa como Se Eu
- 19:01gostaria de aproveitar as incríveis economias que nossa
- 19:02empresa pode oferecer e todas as coisas que acabou de citar.
- 19:04E aí ele diria com muita segurança, não é nada disso.
- 19:09Veja bem, reconheço o que aconteceu aqui.
- 19:12Sei que sua história de realizar uma pesquisa não passa de um
- 19:15pretexto para fazer com que as pessoas revelem com que
- 19:18frequência costumam sair e que sob tais circunstâncias.
- 19:23Existe uma tendência natural. A exagerar e me recuso a
- 19:26permitir ser aprisionado numa sequência mecânica de
- 19:28compromisso e coerência. Quando sei que está me levando
- 19:31na direção errada, nada de cliques um comigo.
- 19:34E aí, óbvio que ninguém ia falasse na vida real, né?
- 19:38E aí ela, mas é verdade ele. Ele observou uma coisa
- 19:43interessante aqui, né? AA pesquisa era uma era uma
- 19:45manipulação, ela não existia de fato, Né?
- 19:47A finalidade era comercial para fazer a proposta no final,
- 19:50então. OK mas aí seguindo o diálogo,
- 19:53né? Em resposta ao que ele falou, a
- 19:56jovem diria o seguinte, Hã e se aldine diria assim, vou
- 19:59explicar. Primeiro, seria burrice a minha
- 20:01parte gastar dinheiro com algo que Eu Não desejo.
- 20:03Segundo sei de Fontes fidedignas, meu estômago que não
- 20:07quero seu plano de entretenimento.
- 20:08Terceiro, você ainda acredita que eu vou comprar?
- 20:10Provavelmente também acredita no canino da Páscoa.
- 20:13Com certeza alguém inteligente como você deve ser capaz de
- 20:15entender isso e ela presa na ratoeira diria o seguinte, acho
- 20:19que sim. Bem.
- 20:23É péssimo esse fechamento dele aqui horrível, né?
- 20:27Jamais acontecerá, né? Um diálogo dessa forma é se o
- 20:32cara realmente percebe que ele está numa encruzilhada de
- 20:34coerência, ele vai se abster ali, enfim.
- 20:38Mas não, não vai ter esse papo todo de cliques um, né?
- 20:42Na vida real, não, pelo menos não pessoas normais, mas OOO
- 20:45mencionar. Né é uma forma inteligente de
- 20:49fazer, né? Então não dessa forma aqui, mas
- 20:52falar o seguinte rapaz. Fiquei agora sem poder dizer um
- 20:56sim. Porque do jeito que a conversa
- 20:59evoluiu, só me resta dizendo, sim, é uma coisa meio
- 21:04complicada, assim como assim? Não é porque porra você fez
- 21:07algumas perguntas. É que acabaram evidenciando, né?
- 21:12A minha preferência por sair para jantar et cetera e, em
- 21:15seguida, você me oferece um clube de desconto.
- 21:20Para esse tipo de lazer aqui, então, pô, tenho que pensar
- 21:24melhor porque você me pegou desprevenido.
- 21:26Você me conduziu para um sim aqui.
- 21:29Então, está me parecendo uma pessoa muito habilidosa.
- 21:31Eu vou refletir um pouco mais, né?
- 21:33Para descobrir se realmente é um sim, então eu acho que você
- 21:36evidenciar que a pessoa colocou a coerência ali é, até dá para
- 21:41fazer. Lembra que eu sou muito cético
- 21:43em relação às estratégias de defesa como um todo?
- 21:46Tá falei isso já em em episódios anteriores.
- 21:50Até mencionei lá o fechamento do Livro rápido Devagar, do Kanmen
- 21:54e tal expliquei o porquê, disse é, mas se é para fazer isso, se
- 21:57é previdenciar a técnica, né? A pessoa faz mais na bola.
- 22:00Né vai, mais assim é sem tantos termos técnicos.
- 22:07Bem, eram 2 sinais. O primeiro foram os sinais de
- 22:10estômago, né? Aquele embrulho sendo meio que
- 22:12sabe que não queria estar fazendo aquilo e está aquele
- 22:16desconforto e se sente pressionado porque a pessoa está
- 22:18ali na frente e tal dizer o sim, mas o outro é o sinal que ele
- 22:22chama do do sinal do Fundo, do Coração, do Fundo do Coração.
- 22:28Então é assim ó. O estômago não é um órgão
- 22:32especialmente percetível ou sutil, somente quando é óbvio
- 22:35que estamos prestes a ser encurralados.
- 22:37Ele costuma registrar e transmitir essa Mensagem em
- 22:39outras ocasiões. Quando não está claro que
- 22:41estamos sendo manipulados, o estômago pode não captar os
- 22:44fatos. Diante dessas circunstâncias,
- 22:46precisamos achar uma pista em outro lugar.
- 22:49A situação de minha vizinha Saara proporciona um bom
- 22:51exemplo. Ela assumiu um compromisso
- 22:52importante com o Kim ao cancelar seus planos anteriores de
- 22:56casamento. O compromisso desenvolveu seus
- 22:58próprios suportes, de modo que, embora seus motivos originais
- 23:03tenham desaparecido, ela continua em harmonia com sua
- 23:06escolha. Se convenceu a com motivos novos
- 23:11de que fez a coisa certa e, portanto, permanece com o Tim.
- 23:16Não é difícil ver porque o estômago de Sara não se contrai,
- 23:19por isso o estômago NOS alerta quando estamos fazendo algo que
- 23:21achamos errado para nós. Sara não acha isso na sua
- 23:25cabeça, ela fez a escolha certa, está se comportando de forma
- 23:28coerente. No entanto, a não ser que eu
- 23:31esteja redondamente enganado. Existe uma parte de Sara que
- 23:34reconhece sua escolha como um erro e seu atual modo de vida
- 23:38como uma forma de coerência insensata, onde exatamente está
- 23:43localizada essa onde exatamente está localizada essa parte de
- 23:47Sara. Não sabemos ao certo, mas nossa
- 23:50linguagem dá um nome a ela, o fundo do Coração.
- 23:54Ele é, por definição, o lugar onde não podemos NOS enganar.
- 23:58É o lugar onde nenhuma das nossas justificativas, nenhuma
- 24:01de nossas racionalizações, penetra.
- 24:03Sara dispõe da verdade lá, embora neste momento não consiga
- 24:07ouvir com clareza seu sinal através do ruído e da estática
- 24:11do novo aparato de apoio que construiu.
- 24:14Isso é muito difícil de fisgar. Mas fica como como recomendação
- 24:19aqui, né? Tem um quadro.
- 24:22No Ed Podcasts que é investe nordeste.
- 24:25Nesse quadro tem uma entrevista minha com o Murilo Gun.
- 24:29E no papo com Murilo Gun, ele fala muito sobre isso, né?
- 24:33Disse assim, pô, AOO lógico, né? O cérebro, a cabeça tem muito
- 24:40barulho, né? OOA ansiedade está lá, é o
- 24:44arrependimento, está lá, o corre corre o dia a dia tal e o
- 24:49Coração, não o Coração ele, ele, ele, ele reflete o sentimento.
- 24:55Ele até brinca, dizendo assim o Coração é chique.
- 24:58Tem que falar baixinho, você tem que sair do barulho.
- 25:01Né ele fecha os olhos assim, fala, você tem que sair dessa
- 25:05gritaria. Pra Você Acessar os seus
- 25:08sentimentos, que que seu Coração te diz onde você está?
- 25:12Diante de uma decisão importante, essa é uma decisão
- 25:14importante para Sara, não é quem vai ser o homem da sua vida.
- 25:19E aí. Feche os olhos, sai do barulho e
- 25:25tenta perceber assim é o que é que eu sinto, né?
- 25:29Ele até brincou isso aí. Eu acho que não foi no podcast,
- 25:31foi conversando depois, ele disse, assim Porra é eu eu
- 25:34quando eu digo assim, eu sinto que a gente deve por esse
- 25:37caminho. Isso é normalmente visto com um
- 25:42olhar meio negativo. Não é que obviamente que quando
- 25:46você fala dentro do universo empresarial, você não quer Tomar
- 25:48decisão. É com Bali com só com base no
- 25:52Feeling raso. Eu acho, eu acho todo mundo acha
- 25:54muito de coisa, né então? Cultura de dados metrificar né é
- 25:59é defender o número tem um modelo para suportar a decisão.
- 26:02Tudo isso é muito bem-vindo, mas que a gente não descarte a
- 26:07relevância do sentir. Hã a relevância do sentir?
- 26:14E aí, qualquer empresário que achas isso foi uma bobagem
- 26:16assim, por contra, resultados, por mais que você tenha um
- 26:19fenômeno do do aleatório, né? Quando o resultado é muito
- 26:23excecional, a pessoa provavelmente.
- 26:26Tomou uma dose de sorte muito maior do que a média, mas ela
- 26:31também teve muito mérito envolvido, né?
- 26:34Que é o caso do Steve Jobs e Li a biografia dele.
- 26:37Ele é um cara que ele valorizava muito isso.
- 26:42Então o celdinho, ele ele está indo por esse caminho aqui
- 26:45agora, né? Como é que eu?
- 26:50Como é que eu acesso essa área com menos ruído que ele está
- 26:53dizendo que é o fundo do Coração?
- 26:55Se Sara errou ao escolher Tim quanto tempo irá transcorrer?
- 26:59Sem que o reconheça claramente, sem que tenha um ataque do Fundo
- 27:03do Coração. Ninguém sabe.
- 27:05Uma coisa é certa, porém, conforme O Tempo passa, as
- 27:08diferentes alternativas à TEAM vão desaparecendo.
- 27:11Ela faria melhor caso decidisse logo se está cometendo um erro,
- 27:16isso é para se foder, mas nem nem é muito minha competência
- 27:20aqui. Falar desse assunto porque esse
- 27:24aqui, eu acho que é uma grande Máxima para a vida amorosa, né?
- 27:28Como tudo na vida não tem regra, é como tudo.
- 27:30Não tem coisa que tem regra, mas enfim.
- 27:33Mas serve também para o um ambiente empresarial que é.
- 27:39Perceção clara de erro velho, erre rápido, não é?
- 27:44É não tenha compromisso com erro, que é AA interpretação, na
- 27:49verdade, da história do do da consistência, né?
- 27:53É assim quando eu digo, nós vamos por aqui, empresa a gente
- 27:56vai por aqui, não é? Ou então estou casado agora com
- 28:00essa pessoa. E aí, eu percebo que é um não
- 28:03óbvio. Eu muitas vezes continuo nesse
- 28:06relacionamento. Eu insisto nessa estratégia
- 28:08porque Eu Não quero virar para todo mundo para dizer o
- 28:10seguinte, cara, eu estava errado e mesmo que Eu Não diga que eu
- 28:13estava errado não fazer mais aquilo é meio que assumir isso,
- 28:17né? Então muito preocupado com isso,
- 28:20com o julgamento, com o que as pessoas vão achar e não querer
- 28:24parecer ser inconsistente, faz com que a gente se prenda a
- 28:27decisões erradas por muito mais tempo, né?
- 28:33Então, é isso, está bem refletido aqui nesse fechamento,
- 28:38pô, beleza, ela estava lá com um cara que não tinha as
- 28:40características minimamente aceitáveis e que eu já bebia
- 28:44para caralho, tratava ela mal e tal.
- 28:45Não sei o quê é. Enfim, a gente já contou a
- 28:48história aqui No No no episódio anterior.
- 28:52Mas o fato é que, à medida que ela percebe que não é que não é
- 28:58mais para ficar com o cara, não é EE não toma essa decisão
- 29:03conforme O Tempo passa, as diferentes alternativas vão
- 29:05desaparecendo, não é? E ela faria melhor se decidisse
- 29:08logo se está cometendo um erro. Claro que falar é mais fácil que
- 29:13fazer. Ela precisa responder uma
- 29:15pergunta bem complicada, que é a seguinte.
- 29:18Sabendo que eu sei agora Se Eu pudesse voltar no tempo, eu
- 29:20faria a mesma escolha. O problema está na primeira
- 29:23parte da questão, o que ela sabe agora, o que é que ela sabe
- 29:26agora, precisamente sobre o time, quanto de sua opinião
- 29:30sobre ele resulta de uma tentativa desesperada de
- 29:33justificar o compromisso assumido.
- 29:34Olha que legal isso aqui. Sara alega que, desde sua
- 29:40decisão de aceitá-lo de volta, ele se importa mais com ela,
- 29:44está se esforçando para não beber em excesso, aprendeu a
- 29:47preparar uma omelete maravilhosa, et cetera.
- 29:50Né e ele até fala o seguinte, Tendo provado uma de suas
- 29:55omeletes, eu tenho lá minhas dúvidas, mas mas fato é o
- 29:57seguinte, o importante, porém, é verificar se ela acredita nessas
- 30:03coisas, não apenas racionalmente, mas do Fundo do
- 30:06Coração. Talvez Sara possa usar um
- 30:09pequeno dispositivo para descobrir quanto de sua
- 30:11satisfação atual com tinha real e quanto não passa de coerência
- 30:15insensata, segundo indícios psicológicos.
- 30:21Experimentamos nossos sentimentos em relação a alguma
- 30:23coisa. Uma fração de segundo antes de
- 30:26conseguirmos intelectualizá-la. E aí ele traz aqui uma pesquisa.
- 30:32E defendeu isso. Minha suspeita é de que a
- 30:35Mensagem enviada pelo Fundo do Coração seja um sentimento puro
- 30:39e básico, portanto. Se.
- 30:45Portanto, se NOS instruirmos a prestar atenção, deveríamos
- 30:50registrar o sentimento um pouco antes que o aparato cognitivo
- 30:54entre em ação. De acordo com essa abordagem, se
- 30:58Sara fizesse a si mesma, a pergunta crucial, eu faria a
- 31:04mesma escolha de novo? Deveria se concentrar e confiar
- 31:09no primeiro sentimento que experimentasse.
- 31:11Em resposta, seria provavelmente o sinal do Fundo do seu Coração,
- 31:15manifestando-se sem distorção antes que ela possa enganar a si
- 31:19mesma. Então vou repetir aqui de acordo
- 31:21com essa abordagem, se ela fizesse a si mesma uma pergunta
- 31:24crucial, eu faria a mesma escolha de novo, deveria se
- 31:27concentrar e confiar no primeiro sentimento que experimentar essa
- 31:29resposta. E não é porque é assim.
- 31:33Quando a gente eu entendo que ele está querendo dizer aqui
- 31:34quando você racionaliza alguma coisa e aí você corre o risco,
- 31:38né? De deturpar o que você realmente
- 31:40sente, porque você não sabe se você no final do dia está
- 31:46concordando que ele é um cara legal por conta da tentativa
- 31:48desesperada de justificar o compromisso assumido para não
- 31:51ser incoerente. É maluco, isso não é, então?
- 31:55É a pessoa sente porra ele não é para mim, Ah, mas o omelete é
- 31:58bom, então você racionaliza depois não é?
- 32:01E aqui não tem, é. Eu estou até interessado em
- 32:06saber como é que está no livro em inglês, Como Eu estou na
- 32:08praia, Eu Não estou. Ah, eu trouxe, eu trouxe, deixa
- 32:11eu procurar porque esse é o good feeling, né?
- 32:14É isso é o é o primeiro sentimento assim, né?
- 32:18O porra bateu aí, o que é que você acha, não é?
- 32:22Esse é o good feeling, então para quem eu tenho alguns amigos
- 32:26que usam essa expressão e normalmente você encaixa é não
- 32:29tem tradução para o português, não é, pelo menos Eu Não
- 32:32conheço, então você encaixa. Desse jeito neste momento, falar
- 32:36o seguinte, ó vou te fazer uma pergunta aqui que é pau.
- 32:39Define o que é que você acha? Então esse é o Pum sem
- 32:42racionalizar muito. Óbvio que eu vou reforçar uma
- 32:45coisa que ele já falou. Na prática, não é tão trivial,
- 32:50não é complicadinho para cacete, não é?
- 32:51Não é tão simples. Voltando à leitura e caminhando
- 32:56para o final aqui do nosso episódio e do nosso capítulo,
- 33:00passei a aplicar o mesmo dispositivo sempre que suspeito
- 33:03que possa estar agindo de forma insensatamente coerente.
- 33:06Certa vez eu havia parado na bomba de autoatendimento de
- 33:09imposto de gasolina que anunciava um preço por galão.
- 33:11Alguns centavos abaixo do valor de outros postos de gasolina da
- 33:14área. Mas depois de pegar a mangueira,
- 33:17observei que o preço indicado na bomba era 2 centavos superior ao
- 33:20do letreiro do posto. Quando mencionei a diferença a
- 33:22um atendente que mais tarde descobri ser o dono do posto,
- 33:26ele murmurou sem me convencer que o preço havia mudado alguns
- 33:29dias antes e não tivera tempo de corrigir o erro.
- 33:31E aí eu pensei no que fazer algumas razões para ficar vieram
- 33:36à mente. Por exemplo, preciso muito de
- 33:37gasolina. Essa bomba está LIVRE.
- 33:39Eu estou com pressa, acho que meu carro funciona melhor com
- 33:42essa marca de combustível. Eu precisava descobrir se
- 33:45aqueles motivos eram genuínos ou mera justificativas para a minha
- 33:49decisão de parar ali. Então fiz a fiz a mim mesmo a
- 33:53pergunta crucial, sabendo que sei sobre o verdadeiro preço
- 33:56desta gasolina. Se Eu pudesse voltar no tempo,
- 33:58faria a mesma escolha de novo, concentrando-me no primeiro
- 34:02lampejo de impressões sentidas. A resposta foi clara e
- 34:04inequívoca, Eu Não teria parado ali.
- 34:07Reconheci então que sem a vantagem do preço, aquelas
- 34:11outras razões não me atirariam ou atrairiam para o posto em
- 34:14questão. Elas não haviam criado decisão.
- 34:17A decisão as havia criado. Resolvido isso, restava
- 34:22enfrentar outra decisão, Como Eu já estava com a mangueira em
- 34:24mãos, não seria melhor usá-la do que sofrer inconveniência de ir
- 34:27até outro posto, de pagar o mesmo preço?
- 34:29Felizmente, o atendente e dono do posto se aproximou e me
- 34:32ajudou a decidir. Ele perguntou porque Eu Não
- 34:34estava colocando a gasolina no carro quando respondi que não
- 34:37havia gostado da discrepância de preço, ele foi ríspido.
- 34:40Veja bem, ninguém vai me dizer como administrar o negócio.
- 34:43Se você acha que eu estou enganando, você larga essa
- 34:45mangueira agora e você abre a minha propriedade mais rápida
- 34:47que puder. Agora certo de que ele era um
- 34:49trapaceiro. Fiquei feliz em ser coerente com
- 34:51minha crença em meus desejos. Larguei a mangueira no ato e
- 34:54passei com o carro por cima dela.
- 34:55A caminho da saída mais próxima. Às vezes, a coerência pode ser
- 34:58algo maravilhosamente recompensador.
- 35:01Bem mais uma vez, né? Ele é o cara que se dedicou a
- 35:04vida inteira para entender isso. Então é o cara meio psicopata da
- 35:08decisão dos 2 centavos na hora de colocar a gasolina para saber
- 35:11se foi a coerência que criou a decisão ou foi a decisão ou
- 35:13criou a coerência então. Mas de novo para você, que é um
- 35:18leitor mais engajado e quer aplicar mecanismos de defesa.
- 35:24Está aqui uma coisa que você pode até tentar fazer, mas eu
- 35:26acho muito difícil que funcione, não é?
- 35:29Apesar de entender. O racional de onde ele quer
- 35:32chegar? Pô, pô, vê aquilo que contorce
- 35:34teu estômago, o good feeling e tal fica atento a isso, porque
- 35:37isso pode ser um sinal. Vulnerabilidades especiais e
- 35:43assim, 11 outro detalhe, né? Eu ousaria dizer que a sessão de
- 35:51defesa ela está mais porque ela é sexy, parece ser legal.
- 35:55Tipo Porra, eu vou aprender os princípios e vou saber como me
- 35:59defender os princípios e jamais alguém vai poder se aproveitar
- 36:02de mim. Então causa essa.
- 36:06Impressão aqui de superpoder, mas na prática, de novo não
- 36:09funciona tão bem, sendo que se mesmo que você se proponha a
- 36:14utilizar porra, eu acho que. Eu acho que OA ideia de
- 36:24conseguir colocar alguma energia consciente para me defender de
- 36:28eventuais sessões. Que são consequência de outras
- 36:34pessoas aplicando os princípios persuasivos em mim.
- 36:37Isso deveria ser feito para decisões relevantes relevantes
- 36:43assim. É enfim expressivos, não é?
- 36:49E não. Para decisões menores.
- 36:56Então, quando você fala de estratégia de defesa e usa um
- 36:59exemplo do posto da gasolina, que era 2 centavos mais barata e
- 37:05que, na verdade, assim para ele, foi muito prazeroso perceber que
- 37:07o cara é um imbecil e sair passar o carro por cima e tal,
- 37:10mas não fosse isso. É porra Oo custo de oportunidade
- 37:18de aceitar aquele mesmo preço dos demais postos de gasolina
- 37:22versus devolver ali, pegar O Tempo, ir para outro lugar para
- 37:26tal. Não sei o quê.
- 37:27Não seria uma decisão ótima, não é?
- 37:29Se houvesse um rancor, se é o seguinte, Porra abasteça, dessa
- 37:32vez não volto mais. Mas.
- 37:38A observação feita, vamos agora para o fechamento aqui do nosso
- 37:41capítulo. E o próximo o próximo aprovação
- 37:46social, esse é porrada. Esse é porrada.
- 37:51Vamos até a aprovação social hipotética, que é uma que eu
- 37:54inclusive usei neste episódio com você e Você não percebeu que
- 37:59eu usei essa linguagem? Vamos descobrir a partir do
- 38:01próximo episódio, quando a gente entrar no princípio persuasivo
- 38:03da aprovação social, mas vamos fechar aqui vulnerabilidade
- 38:06especial. Será que existem tipos
- 38:09específicos de pessoas cuja necessidade de ser coerente com
- 38:12com o que já disseram e fizeram as torna especialmente
- 38:16suscetíveis às táticas de compromisso descritas nesse
- 38:18capítulo? A resposta é sim, para descobrir
- 38:21os traços que caracterizam esses indivíduos, seria útil examinar
- 38:26um incidente doloroso na vida de um astro do esporte.
- 38:30Os acontecimentos em torno do incidente, conforme descritos na
- 38:33época em matéria da Associated Press.
- 38:37Parecem intrigantes em 1/03/2005 o neto de 17 meses da lenda do
- 38:43Golf Jack Nicholson Nicklaus se afogou numa banheira de
- 38:49hidromassagem nossa Senhora, uma Mensagem depois.
- 38:54Uma semana depois, perdão Nicholas.
- 38:57Ainda arrasado, negou quaisquer intenções futuras de se dedicar
- 39:01ao golfe, explicando o seguinte, acredito que depois do que
- 39:06aconteceu com a nossa família, meu tempo será gasto de forma de
- 39:09formas bem diferentes. Não tenho planos relacionados ao
- 39:12jogo de golfe. Entretanto, no dia daquela
- 39:15declaração, ele abriu 2 exceções notáveis, fez uma palestra a um
- 39:21grupo de sócios potenciais de um clube de golfe na Flórida e
- 39:25jogou no torneio beneficente e organizado pelo seu velho rival.
- 39:28No esporte velho rival no Esporte Gary Player.
- 39:32O que foi tão poderoso para afastar Nicolas da família em
- 39:36luto e atraí-lo a eventos que só podiam ser vistos como frívolos
- 39:41se comparados com aquele que estava compartilhando seus ente
- 39:44queridos? Você assume compromissos?
- 39:47Ele disse e precisa honrá-los. Sua resposta foi direta, sim,
- 39:51embora os pequenos eventos possam ter sido irrelevantes
- 39:53diante de do quadro mais amplo, os compromissos que assumiu,
- 39:57concordando em participar decididamente, não eram
- 40:00irrelevantes. Ao menos para ele, mas por que
- 40:04que os compromissos do Senhor Nicolas eram tão importante para
- 40:08ele? Ele possuía traços que o
- 40:11impeliam para uma forma extremada de coerência.
- 40:14Na verdade, ele possuía 2, tinha 65 anos e era americano.
- 40:21Estão sobre é. Sobre a idade não surpreende
- 40:27pessoas com tendência particularmente forte para a
- 40:30coerência em suas atitudes e ações.
- 40:32Costumem ser vítimas das táticas de influência baseada nesse
- 40:35princípio. De facto, realizei uma pesquisa
- 40:39que desenvolveu uma escala para medir a preferência pela
- 40:41coerência e descobri exatamente isso.
- 40:43Os indivíduos que mostraram alto grau, de preferência pela
- 40:46coerência, se mostraram mais dispostos a satisfazer.
- 40:50O solicitante que usasse a técnica do pé na porta ou da
- 40:52bola abaixo. E aí ele menciona, a pesquisa é
- 40:55essa que ele mesmo participa, talvez o mais surpreendente seja
- 40:57aqui num estudo complementar envolvendo voluntários de 18 a
- 41:0080 anos. Descobrimos que a preferência
- 41:03pela coerência aumentava com a idade e que nossas cobaias de
- 41:06mais de 50 anos exibiram a maior inclinação por coerência com
- 41:11seus compromissos anteriores. E aí outra pesquisa que validou
- 41:15isso, acredito que essa descoberta posso explicar o
- 41:18cumprimento das promessas anteriores feitas pelo jogador
- 41:20de golfe de 65 anos, mesmo em face de uma tragédia familiar,
- 41:25diante da qual poderia perfeitamente descumpri-las para
- 41:28ser fiel aos seus traços, precisava ser coerente com
- 41:30aquelas promessas. Também acredito que a mesma
- 41:32descoberta possa ajudar a explicar porque os perpetradores
- 41:35de fraudes contra cidadãos mais velhos costumam usar.
- 41:38Táticas de compromisso, coerência para enganar a sua
- 41:40presa. Prova disso é um estudo notável
- 41:44da Associação americana de aposentados, preocupada com a
- 41:46incidência crescente e o triste sucesso de fraudes telefônicas
- 41:50contra seus membros de mais de 50 anos, numa parceria com
- 41:53detetives de 12 Estados americanos, a organização se
- 41:55envolveu numa operação policial para investigar os truques dos
- 41:58vigaristas telefônicos contra os idosos.
- 42:01Foi obtido um acervo de transações de fitas de áudio de
- 42:04conversas entre os vigaristas e suas vidas.
- 42:07E suas vítimas perdão um exame minucioso das gravações pelos
- 42:10pesquisadores. Bradkins e Shadow revelou
- 42:16tentativas generalizadas dos fraudadores de obterem ou às
- 42:19vezes apenas reivindicarem um compromisso inicial pequeno de
- 42:22uma vítima e depois arrancarem dinheiro cobrando dela aquele
- 42:25compromisso. Observe que NOS trechos de
- 42:28conversas a seguir, o vigarista usa o princípio da coerência
- 42:31como um porrete contra pessoas cuja preferência pela coerência
- 42:34pessoal, dá a essa arma uma força terrível.
- 42:39E aí ele simula aqui o diálogo, né?
- 42:40Não, não foi só uma conversa a respeito.
- 42:43O senhor fez o pedido? Disse que sim.
- 42:46Você disse que sim. Bem o senhor se escreveu mês
- 42:50passado não está lembrado ou então assim o senhor NOS deu sua
- 42:53palavra respeito mais de 3 semanas atrás.
- 42:57Ou então recebi uma promessa e um compromisso seu na semana
- 43:00passada. E aí, por fim, o senhor não pode
- 43:03comprar um produto e voltar atrás 5 semanas depois?
- 43:05Não dá para fazer isso. Né, então são esses são frases
- 43:09que evidenciam e coloca essa pressão da coerência sobre outra
- 43:13pessoa e, nesse caso, usada pelo mal, né?
- 43:16Por vigaristas, as os senhores e lá não tinham falado isso e
- 43:20assim por diante. E para finalizar, individualismo
- 43:24existe outro fator além da idade que possa explicar a forte
- 43:27necessidade de Jack de se manter coerente com seus compromissos.
- 43:31Individualismo existe outro fator além da idade que posso
- 43:35explicar a forte necessidade do jogador de golfe, de se manter
- 43:37coerente com seus compromissos. Já aludi esse fator antes.
- 43:41Ele é americano, nascido e criado no interior de uma nação
- 43:45que se distingue de grande parte do resto do mundo por sua
- 43:49devoção ao culto do indivíduo. Inclusive a revolta de Atlas
- 43:56ela. Ela versa sobre isso, né?
- 44:00É o lado bom do egoísmo, né? Você pensar em você?
- 44:07É talvez a melhor contribuição que você pode dar para a
- 44:09sociedade e tal. E o livro é muito bom.
- 44:15Puta que pariu, o livro é muito bom.
- 44:18Cogite, estou cogitando fazer uma Loucura que é trazer a
- 44:22revolta de Atlas para o clube do livro.
- 44:23Vou te fazer um podcast à parte só para poder gravar isso,
- 44:26deixar isso registrado como legado.
- 44:29Para a nossa sociedade. Se a revolta de Atlas fosse lida
- 44:33no ensino médio. Nós teríamos uma população que
- 44:38pensa muito diferente, muito diferente, e eu só peguei esse
- 44:43gancho aqui porque ele está falando, né?
- 44:45Que os Estados Unidos têm uma devoção ao culto do indivíduo,
- 44:49né? O individualismo.
- 44:53Pelo Congresso Nacional dos Estados Unidos não é o Congresso
- 44:58Nacional, a Biblioteca do Congresso americano.
- 45:02É a revolta de Atlas é considerado o segundo livro mais
- 45:07influente. Da história nos Estados Unidos.
- 45:13Só perde para a Bíblia, Né? Você ter ideia lá.
- 45:16Ele é muito famoso. Estados Unidos demorou para
- 45:18caramba chegar no Brasil e aqui não é tão conhecido ainda, né?
- 45:21Em Nações individualistas como os Estados Unidos e alguns
- 45:23países da Europa Ocidental, o foco recai sobre o EU, ao passo
- 45:28que na sociedade mais coletivistas, o foco recai sobre
- 45:31o grupo. Por exemplo, individualistas
- 45:33decidem o que devem fazer numa situação, examinando basicamente
- 45:36suas próprias histórias, opiniões e escolhas e não a de
- 45:38seus pares. Isso deve deixá-los bastante
- 45:41vulneráveis às táticas de influência que usam como
- 45:43alavancagem. É que usam como alavancagem
- 45:47aquilo que uma pessoa disse ou fez antes para testar essa
- 45:51ideia, meus colegas e eu aplicamos uma versão da técnica
- 45:54do pé na porta a um grupo de estudantes da minha
- 45:56universidade. Metade nascidos nos Estados
- 46:00Unidos e metade estudantes de países asiáticos menos
- 46:03individualistas. Primeiro pedimos a eles que
- 46:05participassem de uma pesquisa online sobre relacionamentos
- 46:07sociais dentro e fora da universidade, que levaria 20
- 46:10minutos para ser concluído. Um mês depois, pedimos que
- 46:12participassem de uma pesquisa análoga que levaria 40 minutos.
- 46:17Daqueles que responderam à pesquisa de 20 minutos entre os
- 46:19estudantes americanos mais individualistas.
- 46:21A proteção em concordar com o pedido de 40 minutos foi mais
- 46:25que o dobro daquela dos estudantes asiáticos.
- 46:28E a pergunta é, porquê? Porque eles pessoalmente haviam
- 46:33concordado com o pedido anterior.
- 46:34Semelhante e os individualistas decidem o que devem fazer a
- 46:38seguir com base no que fizeram pessoalmente.
- 46:42Desse modo, membros de sociedades individualistas,
- 46:45sobretudo os mais velhos, precisam ficar alertas para as
- 46:47táticas de influência que começam.
- 46:49Solicitando apenas um pequeno passo, aqueles pequenos e
- 46:53cautelosos passos podem levar a saltos grandes e irracionais.
- 46:59Bem. Demos um capítulo, temos um
- 47:02capítulo, Né? Como Eu falei, quando a gente
- 47:07começou a mergulhar aqui na no princípio da consistência, você
- 47:11consegue utilizar o princípio da constância para se
- 47:14autoinfluenciar também não é? Então, essas afirmações de falar
- 47:18o seguinte, eu sou uma pessoa que cumpre a palavra.
- 47:22Eu sou uma pessoa que honra a palavra, então é coisas assim,
- 47:27né? Você pode sabendo que e é então,
- 47:31por exemplo, essas afirmações, elas podem te pressionar a
- 47:34cumprir com um combinado com você mesmo, né?
- 47:37É outra coisa, sabendo que existe essa pressão da
- 47:40coerência, eu posso propositalmente levar algumas
- 47:44posturas minhas a conhecimento Público.
- 47:48Não é fala assim, estou me comprometendo a fazer isso e tal
- 47:51tal tal, porque isso naturalmente vai criar um
- 47:53ambiente que vai me colocar, né? A testar o cumprimento dessa.
- 48:01Dessa desse objetivo, e se em primeiro lugar.
- 48:06Eu quero fazer o que tem que ser feito para conquistar esse
- 48:08objetivo, então eu sei que vai ser mais difícil.
- 48:13Correr disso porque se assim eu fizer, eu vou ter que lidar com
- 48:18a frustração de me apresentar como alguém inconsistente para
- 48:21as pessoas que eu tornei Público.
- 48:25A minha intenção, a minha postura, o meu posicionamento, o
- 48:27meu objetivo, quando elas me confrontarem.
- 48:30Então isso é arquitetura de escolhas, né?
- 48:32E o princípio da consistência da coerência, ele NOS ajuda muito
- 48:36nesse sentido. O episódio está bastante longo,
- 48:39né? É 50 pouco mais de 50 minutos da
- 48:43minha contagem, está um pouco acima da média, aí mais.
- 48:46Fui me empolgando, estava sozinho aqui, né?
- 48:48Pra tá bonita, mas tem uma grande vantagem que a gente não
- 48:51precisou, mas quebrar, né? O princípio da levar o princípio
- 48:56da consistência e da coerência e do compromisso para um próximo
- 48:59episódio a gente fecha nesse e já começamos o próximo.
- 49:04Falando sobre a aprovação social, onde você vai entender
- 49:08que nós somos a verdade e uma frase maravilhosa que tem aqui
- 49:12que é onde todos pensam, igual ninguém pensa muito.
- 49:17Muito obrigado pelo seu tempo. Espero que você tenha
- 49:19aproveitado esse episódio. Compartilhe esse conteúdo, não
- 49:23é? Isso?
- 49:24É um exemplo claro. Aqui estou na praia, mas firme
- 49:27com o meu compromisso aqui com você.
- 49:29Olhe, isso é uma forma de. Né pressão.
- 49:35Da consistência, Eu Não quero ser incongruente com, né?
- 49:38O nosso Pacto aqui, mas obviamente que dá trabalho.
- 49:40Requer tempo. Então, quanto mais pessoas
- 49:42tiverem acesso a esse conteúdo é um conteúdo do bem feito para
- 49:45NOS engrandecer intelectualmente.
- 49:47E assim você toma decisões melhores e com mais pessoas
- 49:51engajando aqui. Isso aqui dá muito termômetro
- 49:53para a gente de que estamos No No caminho certo e dá força
- 49:56também para o nosso, para o nosso queridíssimo clube do
- 49:59livro. Então obrigado pelo tempo se
- 50:00puder, compartilhe. Faça isso agora para que você
- 50:03não esqueça e espero encontrar com você no próximo episódio.