Latest / Jota Jota Podcast / HIPNOTERAPIA E SEUS BENEFÍCIOS (MICHAEL ARRUDA) | JOTA JOTA PODCAST #94
Transcript
- 0:00É enquanto houver vida, há Esperança.
- 0:08Autor, best seller. Aliás, 12000000 de livros
- 0:12vendidos da galera é li o livro dele aí o cara não trouxe o
- 0:16livro, então isso não tem perdão.
- 0:17Hipnoterapeuta, presidente fundador da home ni Brasil.
- 0:22O cara entende tudo sobre terapia, sobre hipnoterapia.
- 0:26Estou aqui com Michael Arruda, é irmão, fala João j.
- 0:30Obrigada aí pelo convite, com certeza vai ser sensacional esse
- 0:34bate-papo aqui. Que a gente se conhece desde
- 0:362016, eu acho, não é 16 aí 9, 16.
- 0:40EE você foi muito importante na minha trajetória, principalmente
- 0:43para o meu crescimento, que lá atrás, na época do Joel Morais,
- 0:46ainda aham. Eu lembro que você você foi lá
- 0:48pra me dar uma mentoring de palestra pra lembrar mais uma
- 0:51mensagem leve e não porque eu li o seu livro.
- 0:55Inclusive, o livro tá linda, cadê, cadê?
- 0:56Vamos mostrar? Campeão de vendas meu livrasse,
- 1:00eu li, eu li o seu, eu vi as suas palestras, vou assistir
- 1:02essas palestras. E aí eu li o seu livro, aí
- 1:06mandei uma mensagem para você e falar assim, cara, a sua
- 1:07palestra é boa, mas o seu livro é muito melhor que a sua
- 1:09palestra. Porque, ó.
- 1:13Desbloqueando o poder da sua mente, que, aliás, não é
- 1:1513000000 12000000 que isso, cara joseli Tasso, nem eu acreditei
- 1:22quando então, gente, isso aqui é um livro.
- 1:25Que o Michael escreveu sobre hipnoterapia, e aí é um livro
- 1:29profundo, não é um livro que tem, pô, pesquisa tem a origem,
- 1:32tem os caras que criaram, tem exercício.
- 1:35Tem toda Oo que acontece na mente, o que que é fator
- 1:38crítico? O que que r guest House e eu eu
- 1:40sei porque eu estou falando isso porque eu fiz a certificação na
- 1:43homem. Ele é presidente da Omni, o
- 1:45Arruda, presidente da Omni, junto com a Rafa, que a esposa e
- 1:48que fazem um assim 11 bate bola, um Bebeto e Romário, assim,
- 1:53muito forte, tipo eu e a Lala, né?
- 1:54Sim. E depois eu vou contar também
- 1:56algumas experiências que eu tive lá com você.
- 1:59E aí tem que ser o livro, desbloquear o poder da sua
- 2:01mente, mas. Tem muita gente, né, cara?
- 2:03Que ainda ainda deixa. Não vou até perguntar, não vai
- 2:06ser uma pergunta meio afirmativas, é uma pergunta?
- 2:08Pergunta mesmo. Tem muito.
- 2:09Tem muita objeção ainda quando o assunto é EP.
- 2:11Nosy cara a demais né? E por isso que a gente Naum nem
- 2:14fala muito sobre hipnose, já fala sobre hipnoterapia e qual a
- 2:18diferença, tentar desmistificar hipnose é um processo natural
- 2:21que todo mundo tem, né, que é o processo da mente, que que é
- 2:25hipnose de forma bem simples, é quando uma sugestão externa
- 2:28entra na sua mente emocional que a gente chama de subconsciente.
- 2:33Isso acontece no dia a dia, então no dia a dia a gente é
- 2:35hipnotizado. Quando a lalas, por exemplo,
- 2:37fala um negócio com você ou ela está bravo?
- 2:40Às vezes, um negócio mais mais profundo sobre o João ali e
- 2:43naquele momento, não importa que você tá fazendo aquele impacto.
- 2:46Você emocionalmente, mesmo que você não possa parar para pensar
- 2:49naquilo naquele momento. Isso impacta você, ou seja, você
- 2:52foi hipnotizado por uma mensagem que naquele momento, talvez não
- 2:56queria ser hipnotizado, aham, e isso acontece nos filmes também,
- 2:59né? O filme é interessante porque a
- 3:01gente sabe que é uma história. É ficção que são personagens, é
- 3:05tudo encenação, só que ainda assim, se a gente está prestando
- 3:08atenção, a gente chora, a gente ri, a gente se emociona com algo
- 3:12que é mentira. Estão.
- 3:15A gente é hipnotizado nos filmes, nos livros, então a
- 3:18hipnose acontece todos os dias. Agora a hipnoterapia é quando a
- 3:22gente usa esse processo natural da mente humana, OK?
- 3:26Para alterar alguma coisa para uma transformação maior, e aí o
- 3:30potencial é resolver. É depressões, ansiedades,
- 3:34alergias, insônia, diversos problemas com doenças crônicas,
- 3:37doenças auto-imunes. EE é um negócio muito profundo,
- 3:40muito poderoso, então essa é a diferença.
- 3:42Basicamente EE Michael, por que que você entrou nesse?
- 3:46Nesse ramo, qual, qual é a tua história?
- 3:48Conta aí pra gente assim, porque quando que você começou a
- 3:51estudar hipnoterapia ou hipnose, ou ou a mente, ou tudo isso,
- 3:54como é que foi? Então eu comecei de uma forma
- 3:57bem diferente. Que foi para chamar atenção?
- 4:01Porque assim, na a maior parte da minha infância, eu morei numa
- 4:05Vila militar que só existe. Só tinham 6 casas e nessa Vila
- 4:08era 30 minutos de carro da cidade.
- 4:10Isso em Brasília tá bom? Então não tinha outra criança
- 4:13nessa Vila e eu num único momento que eu brincava que eu
- 4:16socializava, era na escola, na hora do Recreio.
- 4:19Então essa foi uma parte da minha infância.
- 4:21Isso fez com que eu me tornasse uma criança tímida, insegura,
- 4:24com medo de falar com as pessoas.
- 4:26E um dia, essa criança, depois, quando eu fui realmente para
- 4:29para a cidade. Quando eu tinha 13 anos de
- 4:32idade, resolve se apaixonar pela menina mais popular da escola.
- 4:36Um então os homens que são tímidos já acho que já se
- 4:38identificam aqui. E eu fiquei alguns meses ali
- 4:42vendo o que que eu poderia fazer para chamar atenção que ela nem
- 4:44sabia que existia. Em algum momento, eu mexendo nos
- 4:49livros antigos, lá em casa eu não sei como.
- 4:50Tinha um livro de hipnose lá e eu peguei aquele livro e eu
- 4:54pensei, caramba, se eu aprender hipnotizar já tinha visto
- 4:57hipnose na televisão, né? E tal, pensava, se eu aprender
- 5:00hipnotizar, eu vou ser o cara mais popular da escola.
- 5:03Todo mundo vai gostar de mim. Todo mundo vai crescer, meu
- 5:05amigo, e aí eu vou chamar a atenção dessa garota e foi a
- 5:08campo 1313 anos. E eu comecei a estudar hipnose
- 5:11para isso, mas onde você encontrou?
- 5:13Você encontrou onde assim, o. OOO conteúdo, então foi onde foi
- 5:18tua fonte de pesquisa? Então foi.
- 5:20Foi num livro, né, que que eu? Eu não sei da onde veio esse
- 5:24livro. Na verdade, o eu sei mais ou
- 5:26menos que o meu irmão. Ele começou, irmão, teu irmão
- 5:29mais velho, 8 anos mais velho do que eu e ele começou a pesquisar
- 5:32algumas coisas sobre isso e aí ele te comprou um livro num sebo
- 5:36de hipnose e aí esse livro estava jogado lá em casa, mas
- 5:39ele mesmo nunca tinha feito muito isso, né?
- 5:41Eu lembro dele ter estudado isso algum momento da quando era
- 5:44criancinha. Só que esse livro tava jogado e
- 5:47aí, com 13 anos que eu achei esse livro mexendo numas caixas
- 5:49lá em casa e eu peguei aquele livro.
- 5:51Só que esse livro dava a ideia de que hipnose era 11 poder.
- 5:56Que que nos últimos níveis você conseguia ler a mente das
- 6:00pessoas? Você conseguia fazer a telepatia
- 6:03umas coisas assim, uma viagem mesmo.
- 6:05E que não, não, que não tem nada a ver, não é?
- 6:07E aí, com esse livro que tudo começou e eu comecei a estudar
- 6:10esse livro, e aí quando eu senti que estava pronto para aplicar
- 6:14na escola, para chamar atenção, aí deu, deu tudo errado.
- 6:20Que eu fui é foi em se fazer a hipnose com um cara lá de uma
- 6:25série acima. Eu achei que ele ia conversar
- 6:28comigo, pedir para explicar, só que não.
- 6:30Ele não acreditava e acho que para ele não se sujeitar a isso.
- 6:33Eu não sabia que eu podia acontecer.
- 6:35Ele chamou uma galera pra eu ver hipnotizando ele.
- 6:38E nisso o cara que estava com medo, que não acreditava, eu não
- 6:42tinha noção de que quer e que na verdade, toda hipnose é uma auto
- 6:45hipnose. Aham.
- 6:46Aí eu fui hipnotizar ele. EE deu tudo errado.
- 6:51E para mim, foi o maior maior vergonha da minha vida aquilo,
- 6:53né? Para a escola, no dia seguinte,
- 6:55ele já tinha esquecido isso, mas para mim criou, criou um trauma,
- 6:58só que foi um trauma que foi interessante, porque hoje eu
- 7:02entendo, né? Como é interessante, porque eu
- 7:04pensei, cara, eu só vou fazer hipnose de novo quando eu souber
- 7:08tudo que eu tiver fazendo, eu quero dar a volta por cima e um
- 7:10dia eu vou hipnotizar todas as pessoas.
- 7:12Eu vou saber exatamente estou fazendo então essa vergonha que
- 7:15eu passei Na Na escola, plantou uma obsessão de aprender tudo
- 7:19sobre esse tema. E aí, foi aí que eu comecei.
- 7:22AA de fato, AA estudar mais a hipnose, buscar outros livros,
- 7:25buscar Na Na internet. Eu vi que no Brasil, na época,
- 7:29não tinha muito com muito conteúdo sobre isso e aí eu
- 7:31comecei a estudar inglês para poder aprender conteúdos de
- 7:35hipnose que eu vi que em inglês já tinha bastante coisa.
- 7:37E assim eu comecei. Só que nesse período, em
- 7:40paralelo a isso, foi quando a minha mãe descobriu que estava
- 7:42com câncer de mama. EE aí você abalou toda a família
- 7:47e tal, né? Só que o meu pai sempre foi um
- 7:48cara muito presente. Ele ajudou a gente superar essa
- 7:52fase, segurou as pontas ali. E 4 anos depois.
- 7:57Faltando um ano para ser considerada completamente
- 7:59curada, ela já tinha retirado a mama feito radioterapia, feito é
- 8:04quimioterapia, tudo faltando um ano para ser considerado
- 8:07completamente curada. Eu tinha feito vestibular, não
- 8:11tinha passado no vestibular que eu me identifico muito com a sua
- 8:14história também, que eu era assim, um péssimo aluno e sempre
- 8:18reprovável e tal. E aí foi quando?
- 8:22O meu pai sofreu um infarto fulminante.
- 8:25I. E aí, nesse momento, a minha
- 8:28mãe, além de toda a preocupação, ela também ficou preocupada com
- 8:31o que que eu ia fazer da vida, porque eu não tinha passado no
- 8:33vestibular, não era bom na escola, não tinha nenhuma
- 8:35experiência profissional, não tinha feito o curso de nada.
- 8:38E vendo toda toda essa preocupação dela aí, eu acho ele
- 8:42como como filho. Eu queria deixar orgulhosa, e eu
- 8:46fiz uma promessa para ela. Falei, mãe, é, eu vou dar um
- 8:48jeito, eu vou vencer na vida, vou deixar você orgulhosa.
- 8:53E eu via que ela. Ela acreditava em mim, mas não
- 8:56apoiava com palavras. Elas sempre.
- 8:57Quando eu falava isso, ela me abraçava, olhava nos meus olhos
- 9:00e ficava emocionada, mas eu senti.
- 9:03Eu sinto hoje, né, pensando que ela tinha medo de me incentivar,
- 9:06porque a criação dela foi tudo diferente, né?
- 9:09A criação padrão de ter que estudar, fazer uma boa
- 9:11faculdade, entrar numa boa empresa.
- 9:14EE aí, depois que eu fiz essa promessa, algumas semanas
- 9:18depois, ela começou a lembrar muito do do meu pai.
- 9:22Isso foi fazendo ela entrar no estado depressivo que foi a
- 9:25porta para o câncer retornar. E aí, um ano depois que eu perdi
- 9:28meu pai, ela também faleceu pelo câncer, né?
- 9:31O câncer espalhou pelo corpo, deu metástase.
- 9:35E nessa época eu lembro que eu tenho Dois Irmãos mais novos
- 9:39também. Aí 2 coisas que me motivaram AA
- 9:42realmente continuar, foi a promessa que eu tinha feito para
- 9:46minha mãe, última promessa que eu fiz para Ela E Eu queria
- 9:50inspirar os meus irmãos mais novos, mostrar que podiam
- 9:55acreditar, né? Que ia dar certo.
- 9:58E aí eu comecei a minha vida profissional, só que eu tava na
- 10:01ânsia de mostrar que eu podia fazer sucesso e aí eu tentei
- 10:05fazer de tudo. É trabalhei com com vendas, com
- 10:09tentei empreender, tentei fazer marketing multinível, cheguei
- 10:13até vender CD pirata para tentar ganhar a vida, só que muito no
- 10:16foco de ganhar dinheiro rápido pra mostrar que eu conseguia e
- 10:21até ganhava algum dinheiro. Só que caia.
- 10:22Não dava certo. Aí eu fiquei alguns anos
- 10:24patinando assim. Até que um dia eu tive a
- 10:27oportunidade de conhecer um grande empresário na época e ele
- 10:31falou uma frase que mudou completamente minha vida.
- 10:35Ele falou Michael, para você conquistar algo fora primeiro,
- 10:39você precisa mudar algo dentro. E aí eu me conectei com o que eu
- 10:45estudei a vida toda que era a hipnose.
- 10:48Aí eu pensei, poxa, hipnose mexe com a mente e tal, mas será que
- 10:50não existe hipnose para eu mudar algo dentro de mim?
- 10:56E aí eu entendi tudo que eu passei.
- 10:57Eu estava fazendo na vida. Eu estava tentando mudar as
- 11:00pessoas, mudar o mundo. Ao invés de mudar a mim mesmo,
- 11:04eu queria aprender hipnose para as pessoas gostarem de mim.
- 11:07Eu queria ganhar dinheiro pra minha mãe se orgulhar de mim.
- 11:10Sendo que eu tinha solução desde de os 13 anos, eu deveria usar
- 11:14hipnose nos outros para eu parecer seguro e confiante, eu
- 11:17deveria usar hipnose em mim para eu me tornar seguro e confiante
- 11:20realmente conseguir conquistar as coisas.
- 11:23E aí com isso eu fui pesquisar hipnose para aumentar a
- 11:26confiança de segurança. Botei no Google, isso é lá.
- 11:28E aí eu descobri a palavra hipnoterapia.
- 11:31Que aí pelo terapia, quando está falando é exatamente isso, é
- 11:34usar hipnose de uma forma positiva.
- 11:36Então comecei a estudar a hipnoterapia, aí encontrei a.
- 11:42Na época, o único local que tinha curso à distância de
- 11:44hipnoterapia era Omni, que era uma empresa lá do dos Estados
- 11:46Unidos. E eu comecei a pegar aquilo,
- 11:49usar em mim, aí minha vida começou a melhorar.
- 11:50Eu comecei a melhorar emocionalmente porque eu passei
- 11:52anos. É vivendo de favor e precisando
- 11:55da ajuda das pessoas. Aí eu comecei AA me sustentar,
- 11:59ajudei algumas pessoas próximas e aí as coisas começaram a
- 12:02acontecer e eu realmente era realmente apaixonado por isso,
- 12:05né? Até que algumas pessoas
- 12:07começaram a me chamar para para ensinar isso que eu fazia isso
- 12:10que eu usava, que aquilo era a hipnoterapia.
- 12:12No Brasil não tinha ninguém assim que que fazia isso?
- 12:16Então eu comecei a ensinar, me encantei por aquilo e falei,
- 12:20poxa, é isso que eu quero fazer da vida.
- 12:22E aí quando encontrei minha paixão e decidir a trabalhar com
- 12:25isso, realmente foi em 2014 isso.
- 12:29É interessante, né? Que eu passei mais de 10 anos da
- 12:32minha vida patinando, tentando fazer um Monte de coisa,
- 12:35entrando em furada, ficando endividado.
- 12:38Mais de 10 anos assim, só que depois que eu entendi a minha
- 12:41paixão, descobri o meu talento. Não é como você fala investir
- 12:44nisso aí? Um ano depois fazendo isso, eu
- 12:46já tinha feito o meu primeiro milhão e aí as coisas começaram
- 12:50a acontecer e o resto da história não é?
- 12:52E no meio disso eu para divulgar isso para mais pessoas e comecei
- 12:55a ensinar, né? Hipnoterapia profissional
- 12:57pessoas que querem se formar hipnoterapeutas ajudar outras
- 13:00pessoas. EE aí para divulgar para todo
- 13:03mundo. Aí eu escrevi esse esse livro aí
- 13:05pela editora gente. E aí o livro bom boi, hoje está
- 13:09ajudando milhões de pessoas, né? Essa é uma história.
- 13:14É verdade, cara, esse livro aqui.
- 13:16Bom, bom mesmo, pegar até um trecho aqui ó, a hipnoterapia é
- 13:19o caminho que nos ensina a entender como podemos assumir o
- 13:22controle da de nossa mente, OKE, por consequência, guiar nosso
- 13:28caminho para conquistas que há tanto tempo desejamos.
- 13:33Conta um pouco desse a tanto tempo.
- 13:35Desejamos acho que a coisa que você mais vê, né?
- 13:37São coisas que que aconteceram lá atrás e que estão impedindo a
- 13:41as pessoas. Viveram uma vida muito melhor
- 13:42agora. E que e a hipnoterapia, ela.
- 13:47Ela resolve, né? Resolve dar uma consciência,
- 13:51conta. Conta um pouco.
- 13:53Dessa questão de há tanto tempo, ó esse trecho aqui, ó, esse
- 13:57trecho me pegou guiar nosso caminho para as conquistas que
- 14:00há tanto tempo desejamos. Então eu gosto de explicar a
- 14:04hipnoterapia e explicar isso usando uma metáfora do do navio
- 14:08e das âncoras, né? Porque o navio acho que é uma
- 14:11das máquinas mais incríveis. Não é que o ser humano já criou,
- 14:13porque pode levar qualquer carga, qualquer parte do mundo,
- 14:16da mesma forma que a nossa mente também é o nas coisas mais
- 14:19incríveis que o que Deus ou o universo já criou, que também
- 14:22pode levar o homem a conquistar qualquer coisa.
- 14:26Só que para o navio sair de um ponto e chegar a qualquer outro
- 14:29ponto, precisa só de de 2 coisas.
- 14:31Precisa de um mapa para saber a direção e precisa de uma
- 14:35tripulação para executar, né? Para fazer o navio entrar
- 14:38naquela direção. E na nossa vida a mesma coisa, a
- 14:41gente precisa do mapa como chegar do da direção, né?
- 14:45Do caminho do passo a passo, isso a gente aprende em livros,
- 14:47aprende em podcast como e se aprende em cursos, aprendi com e
- 14:50mentoring é o caminho passo a passo, só que não é porque você
- 14:54tem um passo a passo que você consegue executar, você precisa
- 14:57ter a capacidade de execução. Por exemplo, você rodou o
- 15:01Brasil, né? Você fez mais de 20 palestras
- 15:03agora, né? Da da senha senha EE foi um puta
- 15:06sucesso e tal, e se você, se você tem um caminho, você tem um
- 15:10mapa, você sabe exatamente como fazer você quiser replicar isso.
- 15:13Ano que vem de novo, não sabe? Sei só que se você pegar esse
- 15:17mapa e passar para uma pessoa hoje que que começou agora no
- 15:21Instagram tá achando o seu posicionamento?
- 15:23Ela pode saber o do detalhezinho que ela não vai conseguir
- 15:26executar, porque ela não está pronta ainda.
- 15:28Ela não tem os recursos necessários, então é preciso as
- 15:312 coisas do do mapa que muita gente tem e na capacidade de
- 15:34execução. Só que num navio.
- 15:38Pegando a metáfora, se você tiver o melhor mapa que for
- 15:41melhor é a tripulação que for, mas o navio estiver ancorado,
- 15:45ele não, não vai, ele não sai. Só que o que que são as âncoras,
- 15:48né? As âncoras servem para proteger
- 15:50o navio, para ele não se perder quando ele está ancorado no
- 15:52Porto. E na nossa mente, no, no ser
- 15:55humano, também existe âncoras, que também serve para nos
- 15:59proteger. A âncora é o quê?
- 16:01É os nossos traumas? Então, por exemplo?
- 16:06Uma pessoa que fez a autoescola, ela sabe como dirigir.
- 16:09Ela aprendeu o passo a passo. Ela tem um mapa de como dirigir
- 16:11um carro, só que ela sabe também.
- 16:13Ela tem a capacidade de execução também.
- 16:15Ela sabe pegar no volante e mudar a marcha, acelerar freiar.
- 16:18Então ela tem as 2 coisas. Só que se essa pessoa passou por
- 16:21um acidente muito grave, por exemplo, de enquanto tava
- 16:24dirigindo isso pode ter gerado um trauma nela.
- 16:27E aí, quando ela tem esse trauma que que acontece a mente dela
- 16:31para protegê-la. Quando ela senta no banco do
- 16:33motorista, ela entra num numa crise de ansiedade, uma crise de
- 16:36pânico, porque porque a mente dela está tentando protegê-la de
- 16:40não passar por esses, tente de novo.
- 16:42Então essa é uma âncora. Que impede que ela faça o que
- 16:46ela sabe que tem que fazer. Só quando 2 exemplo as pessoas
- 16:50acham que os traumas, essas rancor, né?
- 16:52Aqui no seguram são só essas as coisas grandes nessa traumas
- 16:55grandes, só que não. Aí é o que se fala no livro, né?
- 16:58Que qualquer coisa pequena que a gente passou na infância, isso
- 17:02pode gerar um pequeno trauma. Meu pequena âncora, então uma
- 17:05criança lá que está fazendo bagunça, e aí o pai chega aí e
- 17:09briga assim a moleque, você faz tudo errado, se for desse jeito,
- 17:12você nunca vai consta nada na vida.
- 17:14Então isso aí, aquela criança sente mal com aquilo, quando ela
- 17:18se torna uma adulta, isso pode gerar uma insegurança nela, uma
- 17:22falta de de confiança ou uma família que está sempre falando
- 17:25sobre, brigando por conta de dinheiro.
- 17:27Falando AD que só fica rico quem é corrupto é dinheiro, é sujo e
- 17:33dinheiro no é raiz de todos os males.
- 17:35Então isso são pequenos traumas, né?
- 17:37Pequenas âncoras que mais que a pessoa quando ela é adulta, é o
- 17:40empresário. Por exemplo, um líder que ela
- 17:42sabe como trilhar o caminho, sabe o que fazer para crescer?
- 17:45Só que ela não faz, ela trava porque a mente dela quer
- 17:49protegê-la e de alcançar esses resultados.
- 17:51Não é que ela tanto busca que ela tanto quer, quer representa
- 17:55essa frase aí, EEO, que que é a hipnoterapia, né?
- 17:57Dentro dessa metáfora, a hipnoterapia.
- 18:00É você entrar na sua própria mente e descobrir quais são as
- 18:03suas âncoras. Da onde vem esses pequenos
- 18:05traumas da sua vida? Eliminar essas âncoras?
- 18:09E aí, se você não está ancorado, se você sabe o que fazer e tem a
- 18:12capacidade de executar, aí você avança.
- 18:16Cara animal, eu estava aqui pegando aqui, ó.
- 18:20A hipnose é antiguíssima, né? Olha só sim, no teu livro tem
- 18:24aqui como na sua hipnose tem na antiguidade, tem lá o mezmerize
- 18:301734 aí tem putz meu e aí tem uma galera não falar aqui que
- 18:35eles não são tão conhecidos assim mas passa por Freud aí
- 18:39Dave elman é o cara que traz bastante robustez, né?
- 18:44Milton Erickson, geraldi Klein. Que o gérald Klein ele é a base.
- 18:51Do teu trabalho, né? Sim, Oo Jerry é quem chama Jerry
- 18:55Jerry, ele foi quem fundou a homem em 1979, que, só para
- 19:01embasar a história, veio o esse deive elman.
- 19:05O deive Elma. Ele fazer hipnose nos no.
- 19:09Na época, já desde criança, começou com 13 anos também.
- 19:12Ele fazia No No Circus e ele perguntava as pessoas, muito
- 19:15rápido, né? Só que é só a hipnose de
- 19:16apresentação. E os médicos viam aquilo e
- 19:21pensava, poxa, se a gente conseguir usar isso no nosso
- 19:23trabalho, vai facilitar muito o nosso trabalho, porque os
- 19:26médicos não têm tempo a perder, né?
- 19:27Eles precisam hipnotizar, precisa ter intervenções
- 19:29rápidas, né? Entre a consulta de 10 minutos,
- 19:3115 minutos, então os médicos começaram a procurar wellman
- 19:35para ensinar o que o irmão fazia e aí nisso o el, meus médicos
- 19:38começaram a fazer um trabalho em conjunto onde wellman em 1960,
- 19:42já ajudava os médicos a resolver muitos problemas que os médicos
- 19:45não conseguiam resolver com medicamentos, doenças crônicas,
- 19:48por exemplo, 11 enxaqueca, uma fibromialgia.
- 19:51Da alergia, então, o elman chegou a ensinar isso lá em
- 19:551960, mais de 12000 médicos fazer cursos, ensinar chegou
- 19:59ensinar mais de 12000 médicos durante 10 anos onde esses
- 20:01médicos aplicava a hipnoterapia para ajudar os pacientes deles.
- 20:06Só que o elman, ele não era formado na área da saúde, então
- 20:11ele ficou esquecido e o trabalho dele foi morrendo.
- 20:14E aí foi o Gerald cai, que conheceu o Dave elman também no
- 20:20início e aí a pegou. Tudo isso criou um método.
- 20:24E aí, duplicou esse método cria um processo, né?
- 20:27Então, hoje, o que a gente usa é um processo Claro, não é?
- 20:2911 das maiores bandeiras que eu defendo é que OA hipnoterapia
- 20:35tem que ser um processo. Nessas terapias, tem que ser um
- 20:37processo que não pode ser algo subjetivo, algo que aquela coisa
- 20:41tem um feeling, deixa eu sentir como que você tá, energia não é
- 20:44um negócio, um passo a passo, rumo que óbvio que se adapta
- 20:47para cada pessoa, mas se você segue esse passo a passo.
- 20:51Você tem resultado e por isso os nossos profissionais que mais
- 20:53têm resultado hoje, quando eles transição de carreira são
- 20:56engenheiros, porque engenheiros estão acostumados a seguir em
- 20:59processo seguirem passo a passo. Então, daí que vem a nossa base.
- 21:04Olha, eu posso falar tranquilamente que funciona
- 21:06porque eu fiz. Eu fiz esse essa certificação em
- 21:102018. 2018 e aí eu tenho umas as passagens muito legais, né?
- 21:16Que foi assim, ó, ela começou. Que dia começa, é terça, é cada
- 21:24curso é segunda em caramba. Agora já esqueci.
- 21:28Quantos dias são 7 não é 8881. Dia segunda, terça, quarta,
- 21:33quinta, sexta, sábado, domingo. Não acabou na quinta, acabou na
- 21:37quinta, então, então eu sou na quinta, né?
- 21:39De quinta a quinta foi de quinta a quinta é e eu disse e foi
- 21:42assim, ó, uma turma antes estava o negro, o negro fez.
- 21:47E aí não, a gente não bateu a agenda, a gente ia fazer na
- 21:49mesma turma, mas aí acabou que a gente resolveu fazer em turma
- 21:52diferente. Ele fez uma turma antes e aí
- 21:54quando eu estava entrando. Ele estava saindo e ele olhou
- 21:58pra mim, ele falou, Joel é aproveita, esquece o mundo lá
- 22:02fora, desliga o telefone e cara, foca total, porque você é uma
- 22:06Bela de uma transformação. Então imagina se eu ver um troço
- 22:08desse, você fala, que porra? Legal, vamos.
- 22:12E eu lembro que eu comecei assim primeiro dia aí não teve um dia
- 22:15que foi oi, tudo bem? Vai ser um programa ser desse
- 22:17jeito. Aí tem uma explicação, tem todo,
- 22:19tem todo o processo, passo a passo, no detalhezinho que você
- 22:21tem que fazer. É, pô.
- 22:23Até apostila tem um método muito legal.
- 22:25Aí já teve o conteúdo no primeiro dia, no segundo dia.
- 22:29É, eu lembro que eu estava. Anotando, eu estudo de uma
- 22:32maneira peculiar, não é? Então eu risco a folha, no meio
- 22:36do lado esquerdo, eu coloco o conteúdo do lado direito, eu
- 22:40coloco as minhas idéias pegando bem o lado do dos hemisférios
- 22:43cerebrais, né? Então, do lado esquerdo, pô,
- 22:45entendi, peguei, tá aí do lado direito, são as ideias que eu
- 22:47tenho. Aí eu lembro que no primeiro
- 22:49dia, no segundo dia, mais ou menos assim.
- 22:51São botar assim, são 9 e 39 e eu já estou impactado.
- 22:58Eu escrevi no caderno. Aí depois foram 11 e meia.
- 23:02São 11 e meia. E eu acho que eu quero abrir uma
- 23:05clínica de terapia. Vou esperar mais um segundo dia,
- 23:09segundo dia, vou esperar mais. Aí deu uns 2 dias.
- 23:13Eu anotei de lançar 3 da tarde. Eu já estou decidido, eu vou
- 23:16voltar ao Brasil para o Brasil não passar antes.
- 23:18Eu vou abrir uma clínica aí no sexto dia eu preciso desenvolver
- 23:22um modelo de negócio aí, cara, tudo ao redor do da da
- 23:25hipnoterapia. O que que eu vi lá?
- 23:29Eu vi a história, né? Da, da hipnose, da hipnoterapia.
- 23:33Eu vi, é profissionais. Capacitados com histórias
- 23:38profissionais de tudo quanto era área, não é?
- 23:40Então, desde o profissional que quer se tornar um hipnoterapeuta
- 23:43até OA pessoa que quer aprender essa ferramenta para usar para
- 23:46ela. Aí o líder que quer aprender
- 23:48para usar com sua equipe. Eu quis fazer aquilo para usar
- 23:52para mim, não é para você, pessoal, para para o João,
- 23:56pessoal. E o que que aconteceu?
- 23:59Acabou na quinta-feira. E eu tinha um grupo de mentora,
- 24:02tu lembra? Lembra?
- 24:04E no sábado tinha encontro de mentoring.
- 24:06E aí, Oo professor, era o colella na época.
- 24:09E aí eles e eu sou todo quero competir, né?
- 24:12Em tudo, né? Quem aqui acha que está pronto a
- 24:15fazer? Eu, eu, rapidão, fui primeiro.
- 24:18Fala assim, eu aí ele falou assim vem fazer em mim.
- 24:21Cara, fui fazendo um instrutor e eu falei, meu Deus, me
- 24:23arrependi. Carosella estrutura usando
- 24:25instrutor, fica eu levantei a mão, por que que eu levantei?
- 24:27Matei todo o processo que você tem que fazer para colocar o
- 24:30cara no estado todo. E eu fui fazendo um professor e
- 24:34aí teve 1 hora que ele falou assim, Joel, vai ele, ele, ele
- 24:37ia me corrigindo até 1 hora eu falei, não, mas mas você está
- 24:40aberto para ele, falou, tô total, 100% aberto, precisa
- 24:42fazer o processo em mim. E aí eu consegui fazer e quando
- 24:46eu consegui fazer. AO processo e pneu terapêutico
- 24:50no instrutor a minha confiança, Marcos, você postou, pronto Ouro
- 24:54Velho. Eu falei, cara, eu fiz um, eu
- 24:55fiz um professor, pô, está louco?
- 24:57Fiz um professor. I.
- 25:01Quinta-feira eu mandei mensagem pra galera da aventura, eu
- 25:03falei, sábado a gente se encontra, tem uma coisa muito
- 25:05boa pra fazer, pra falar pra vocês, eu chego sábado.
- 25:10Como nós, 9 dias depois, e aí tinha 40 pessoas, cara, 40
- 25:16pessoas. Eu falei assim, eu aprendi uma
- 25:17coisa muito importante e eu gostaria de explicar para vocês,
- 25:21mas se tiver alguém aqui que topar fazer 11 sessão comigo,
- 25:25vou fazendo, eu vou fazer aí uma médica cara estava na minha, na
- 25:28minha mentoring, uma médica falou.
- 25:31Doutora Kátia falou, eu quero. Kátia quer quero, tá bom, você
- 25:37topa na frente de todo mundo eu fazer na frente todo mundo.
- 25:39Ela topa EEO cara, não tinha, nunca tinha feito.
- 25:42Eu tenho essas fotos, já viu essa foto que eu tenho essa
- 25:44foto? Como estava sua confiança nesse
- 25:45momento? Quando ela falou que topava ser
- 25:47100% por conta de ter pilotado estrutura o processo 100%, só
- 25:51que eu, eu, eu levei bastante tempo, cara.
- 25:56E a turma calada. E tem uma cena que eu estou, eu
- 26:00tenho umas fotos, eu tenho uma cena que eu estou com a mono, a
- 26:02cabeça que eu não eu. Eu cheguei no momento assim que
- 26:06eu falei, cara, o que que eu faço agora?
- 26:07Mas aí eu lembrei, cara. Eu fui, lembra, não estava tão
- 26:10frio, é fluído. Mas eu lembrava do processo, eu
- 26:15falei agora aquilo, beleza, aquele é o passo.
- 26:18Só que ela tinha as reações que vocês explicaram que as pessoas
- 26:21poderiam ter, ela tinha. Só que ao mesmo tempo que tem as
- 26:24reações, vocês explicam o que fazer com as reações e eu fazia
- 26:27e dava certo. Uma atrás da outra, eu fui dando
- 26:29certo, cara, dando certo. Aquele negócio foi acontecendo.
- 26:31Aquele negócio, cara. Putz, meu aí eu.
- 26:35E eu encontrei nesse processo várias coisas, né?
- 26:38Oo processo revelou várias coisas no passado da da Cátia e
- 26:42que foram muito importantes para ela, para ela aprender,
- 26:45reconhecer e corrigir. Foi assim, cara, foi um.
- 26:48Não sei nem qual palavra, mas acho que foi uma catarse para
- 26:51mim. E depois que acabou?
- 26:54Como é que é o processo, que fica ainda depois, quando a
- 26:56pessoa vai voltando, tem um, tem um termo?
- 27:00Porque é como se ela ainda estivesse.
- 27:01Ela está voltando, ela está no chama de per manose, não é?
- 27:04Tinha perma nosa isso aí já estava uma permanência cara.
- 27:07Ela, ela abre os olhos. Ela estava muito bem.
- 27:12Muito bem, cara, muito bem, ela estava absolutamente muito bem e
- 27:15as pessoas ficaram assim, em choque.
- 27:17Assim, vendo naquele dia. Eu recebi 17 pedidos de hipnose,
- 27:23caramba, 1717 mulheres e 3 homens e uma mulher.
- 27:29Eu quero fazer alta, eu quero fazer, eu quero fazer, eu quero
- 27:31fazer, eu quero fazer, eu quero fazer, eu quero fazer, quero
- 27:33fazer, eu quero fazer, quero fazer, quero fazer, quero fazer,
- 27:34quero fazer, eu fiz em todos, você fez em todos todos, mas
- 27:38não, não, não, não eu eu fui marcando marcando.
- 27:41Eu fui marcando e eu fiz em todos.
- 27:43Eu fiz em 3 homens, o restante mulher.
- 27:45Eu lembro que a gente acabado de comprar um apartamento em
- 27:46Santos, eu ia lá las 2018 e só tinha o sofá no meu apartamento.
- 27:52Só único Agostinho no sofá. E aí a foi uma moça lá em casa,
- 27:56e aí ela fez no sofá de casa eu sentar no chão assim e todas.
- 28:02E aí aconteceu uma coisa que foi, é bem legal, todas as
- 28:05mulheres que eu fiz, todas tiveram abuso na infância, 100%,
- 28:09100%, Arruda, 100%. Todas a gente faz tem um, tem um
- 28:14processo, né? E elas encontraram um abuso
- 28:17quando tinha 8 anos, 7 anos, 9 anos, 10 anos, 6 anos, todas.
- 28:22E ali eu disse, não é? É muito triste, cara, muito mais
- 28:25comum do que as pessoas imaginam, é muito mais comuns,
- 28:27né? Ali eu tive uma noção, uma
- 28:29dimensão absurda do teu trabalho absurda, do teu trabalho.
- 28:33E aí eu lembro que. Eu ligo para você e falo, meu é,
- 28:37oferece a certificação para minha galera.
- 28:40Deixa a galera fazer, deixa a galera se certificar porque ao
- 28:44certificar esses, eles vão corrigir várias coisas nele.
- 28:47Se vão, eles vão resolver várias coisas nos clientes.
- 28:49E aí foi uma galera fazer formação Na Na omine e eu fiquei
- 28:54muito feliz. Então essa é uma experiência com
- 28:56AA turma que eu trabalho e eu tive uma outra experiência
- 29:00maravilhosa com meu filho João, que quando OOA criança nasce
- 29:05você tem que fazer o teste do pezinho, que então você vai lá,
- 29:07furo o pezinho dele. EE pegue e colhe o sangue, né?
- 29:12O teste do pezinho, a gotinha e normal.
- 29:14E aí eu fiz uma. Eu lembro que Na Na certificação
- 29:17tinha assim, há como é que faz hipnose em criança que é mal
- 29:19fácil, que é mais simples e tal? Eu falei, puta, meu filho está
- 29:23com 3 dias, será que eu consigo? A primeira foi para dormir.
- 29:28Que ele está muito agitado. Eu coloquei ele no meu peito, eu
- 29:31fiz uma. Uma auto sugestão, e ele dormiu
- 29:34assim eu falei, está legal? A segunda foi no teste do
- 29:38pezinho. Que eu não, eu não tirei a dor
- 29:41dele, não foi isso, não foi isso, não foi isso que eu sugeri
- 29:43para ele. Eu eu expliquei para ele o que
- 29:45que significava dor. Falou isso aqui é um.
- 29:47Você vai sentir uma picada. E essa picada é?
- 29:52É importante para sua saúde. Eu comecei a falar que a dor é
- 29:55uma coisa que nem sempre é ruim, que ela te ensina e que ele vai
- 29:59sentir isso algumas vezes na vida.
- 30:01Isso vai ser comum na vida dele e que ele poderia re significar
- 30:03que aquele meu pontos aí. A mulher foi lá e pá, picou ele.
- 30:07Fez assim ó, ó e não chorou. E quando ela não chorou, quando
- 30:12o João não chorou e não chorou, cara, meu filho não chorou só e
- 30:17aí eu perguntei Pra Ela, ela falou assim, eu nunca vi isso,
- 30:19nenhuma criança, eu falei há quanto tempo você está como
- 30:22enfermeira dela? 17 a 17 anos.
- 30:24Eu faço isso e nunca nenhuma criança.
- 30:27Não chorou? Aí eu lembro da cena, cara, eu
- 30:30saio e te mando um áudio. Eu falei, Michael deu trabalho.
- 30:36É maravilhoso, é. É só a ponta do iceberg, porque
- 30:39aconteceu isso com meu filho. Eu não fiz 11 hipnose nele não,
- 30:42você não vai sentir dor para a turma que está ouvindo aí vai?
- 30:45Não, não foi isso. Acho que eu não quero tirar a
- 30:48dor do meu filho. Eu, eu não quero que ele não
- 30:50experimente a dor. Eu só.
- 30:51Eu dei um, eu expliquei para ele uma coisa, eu dei uma
- 30:55significado a uma ressignificada na dor, porque a gente vê muitas
- 30:58crianças que já vi uma agulha, ela vê uma agulha entre em
- 31:01pânico e eu quis mostrar pro meu filho que uma agulha não é
- 31:04sinônimo de pânico. Agulha é sinônimo de saúde de um
- 31:06processo. Aí eu lembro até hoje que AAA
- 31:09enfermeira ainda falava assim, ó, olha papai, eu vou apertar
- 31:11aqui o pezinho dele vai ficar vermelho.
- 31:13Eu falei assim, é assim que você faz com todas as crianças dela,
- 31:15é falei, fica tranquila. Esse é o procedimento.
- 31:18Pode fazer não, porque eu sei, não, está tudo bem, relaxa.
- 31:21Eu confio na senhora. Pode fazer então eu também
- 31:24deixei AA enfermeira calma assim, então eu tenho esses 2
- 31:27momentos, que que eu devo a você, cara, que eu devo
- 31:30autoescola, que eu devo ao trabalho?
- 31:33Então trabalho maravilhoso, cara, eu trabalho maravilhoso,
- 31:36estou dando esse esse relato. E também o que eu fiz comigo,
- 31:40né? Porque eu também resolvi uma
- 31:41questão aí a terceira eu resolvi uma questão.
- 31:44É, eu fiz 11 regressão e última questão mal resolvida com meu
- 31:48pai. Muito mal resolvida, mas eu não
- 31:50sabia. Eu não sabia que esse é o ponto,
- 31:53esse que é o problema é que a maior parte das questões mal
- 31:55resolvidas a gente não não lembra, né?
- 31:57Até porque, se a gente lembrasse, a gente resolveria,
- 31:59né? Eu não, eu não sabia e aí uma
- 32:01fala do doutor Carlos. Que é um neurocirurgião também,
- 32:05e ele era um. É um cara que fazia as
- 32:07certificações lá da Naomi e ele me mostrou, eu eu falei,
- 32:11caramba, tem uma coisa que mal resolvida em mim e aí eu fiz 11
- 32:15sessão e foi incrível. E isso me ajudou muito também,
- 32:21então eu sou certificado pela pela Omni.
- 32:25E eu nunca usei, por exemplo, a hipnose.
- 32:27Como é que aquela hipnose que o cara esqueci o nome tem?
- 32:29Um tem o nome é de é mais de palco, né?
- 32:33É de palco, né, de entretenimento.
- 32:35É legal, é engraçado pra caramba, de super, divertido, eu
- 32:37acho bacana. Eu nunca usei, mas eu acho
- 32:40divertido, eu acho maneiro o que eu usei foi ao a hipnoterapia, a
- 32:44hipnoterapia. E incrível cara poderoso, não é
- 32:49só que interessante que você falou do do caso João.
- 32:52Eu lembro de outro caso que você comprou, não sei se foi numa
- 32:54live, acho que foi numa live que isso aí que do João não chorar é
- 32:58só ponto da esse Berg, né? Que talvez eu tenha um pai, uma
- 33:02mãe ouvindo falar, mas o filho, meu filho chora ali rapidinho,
- 33:04depois passa e acabou. Só que o que que isso pode
- 33:08desencadear Na Na criança, né? Primeiro, se o pai está
- 33:11assustado e ele precisa, o filho vai sentir alguma dor, algum,
- 33:14por algum motivo. E o pai não sabe como reagir, a
- 33:18mãe não sabe como reagir. Isso cria aqueles traumas lá que
- 33:21a gente estava falando que na vida adulta pode tornar um
- 33:25adulto problemático ou com várias questões mal resolvidas.
- 33:29Só que o que houve essa falando numa live?
- 33:31Que é isso que eu acho que é poderoso.
- 33:33É, acho que foi com o João, que estava perto da da piscina e
- 33:37tal. Alguma coisa é brincando ali
- 33:38perto da piscina. Que na hora que você viu ele
- 33:41teve aquela reação e aí, só que você pensou, não espera aí, se
- 33:45eu gritar aqui com meu filho ele pode, ele não está fazendo nada
- 33:47demais. Ele pode entender errado o
- 33:49subconsciente dele a ter uma noção errada.
- 33:51E aí, quando ele vai, quando ele for fazer isso de novo, pode
- 33:54gerar uma insegurança nele, pode gerar um trauma nele.
- 33:57E aí você se manteve calmo, foi lá e só conversou com ele, foi,
- 34:01pegou a verdade, Maicon, porque isso aí rolou isso.
- 34:04O maior potencial da hipnoterapia para um pai, né?
- 34:07Ou pra mãe e quantos pais que eu vejo?
- 34:10Fazendo umas brincadeiras com. Com tomar um cafezinho aí ó, j
- 34:15coffee, vai. Vai falando aí enquanto a gente
- 34:17faz um cafezinho. Muitos pais é já já vi coisas
- 34:21assim de é atendimento que eu peguei.
- 34:24De coisas bobas que os pais, por desconhecerem o tamanho do
- 34:28problema, eles fazem com os filhos, por exemplo, é o filho
- 34:32fazendo mãe ou chateado com alguma coisa ali em casa e o pai
- 34:37tendo que sair e o pai e a mãe fala, Oh, você ficar chorando,
- 34:40eu vou deixar você aqui sozinho, em vou deixar você em casa de
- 34:43castigo, de castigo e tal, e imagina uma criança que não sabe
- 34:46discernir ainda o que é real e o que é 11?
- 34:50Bronca. Ela pensa, nossa, o meu pai,
- 34:53minha mãe tem a capacidade de me abandonar.
- 34:56Só porque eu estou expressando as minhas emoções só porque eu
- 34:58estou chateado com alguma coisa assim e isso pode gerar
- 35:02inclusive uma depressão lá na frente.
- 35:03Eu atendi vários casos de depressão que as causas eram
- 35:06causas bobas, entre aspas, como essa de deixar de castigo.
- 35:10É o caso que a gente passa na formação, menos de gagueira, né,
- 35:13que a criança quer chorar e o pai falar, homem não chora, fica
- 35:17quieto, engole o choro e ela sente que não reprimir o choro,
- 35:21sente que não pode expressar o sentimento e aí desenvolve uma
- 35:24gagueira, então. Acho que se os pais, as mães
- 35:27soubessem disso, isso por si só já ia eliminar muitos problemas
- 35:32das crianças. Que eliminaria o problema dos
- 35:35adultos que consigam intimamente mudaria a sociedade, né?
- 35:38É faria uma sociedade mais saudável, né?
- 35:40Hoje a gente tem 22000000 de pessoas que são depressivas,
- 35:44diagnosticadas, depressivas, né? Olha que, que absurdo, né?
- 35:47Que o ponto que o mundo chegou e simplesmente por falta de de
- 35:51informação, né? Grande parte dessas depressões
- 35:54poderiam ser resolvidas lá ainda na infância.
- 35:58Então por isso que eu defendo tanto esse trabalho, não é um
- 36:00negócio que literalmente pode transformar a sociedade.
- 36:03Cara pode, transforma. Tô lembrando você falando, estou
- 36:07lembrando de uma de uma ex mentora da, né, uma mentora da.
- 36:13Que eu fiz 11 processo terapêutico com ela e que ela
- 36:17tinha 111, problema que foi identificado na terapia e tem a
- 36:23técnica Riggs to cause. E a gente foi até a causa raiz.
- 36:29Né? No processo e foi por causa de
- 36:31um barulho que ela ouviu. Ela significou de um jeito e que
- 36:34construiu várias, um barulho, barulho, barulho, uma gritaria,
- 36:38caiu um copo. Quebrou o copo, teve um barulho,
- 36:41ela não viu, ela só ouviu e a partir daquilo Ela Foi
- 36:44construindo várias outras coisas que quando ela chegou lá EE
- 36:48reviveu isso. Ela falou, caramba.
- 36:50Será que foi do jeito realmente que eu imaginei?
- 36:52Então assim? E ó, teve também uma outra que
- 36:57chegou para mim e falou assim, ó.
- 37:00Chorou na minha frente. E ela falou assim é eu?
- 37:04Eu estou me sentindo um pouco mal, Joel.
- 37:06Falei, porque? Porque eu.
- 37:10Eu me formei hipnoterapia, e eu trato as pessoas e eu.
- 37:14Eu ganho muito dinheiro. É rápido.
- 37:19Eu ganho bastante dinheiro, é rápido, a pessoa sai muito
- 37:22melhor, vamos dizer assim, aspas ou aspas curada, fecha aspas.
- 37:28Mas eu. Eu estou, me, eu estou chateada.
- 37:30Eu falei, por que? Porque cara, é muito dinheiro e
- 37:32é muito rápido. E é muito fácil, Joel, não é
- 37:36possível. Aí eu eu lembro que eu falei Pra
- 37:38Ela assim, aham, é isso mesmo, é porque é fácil mesmo.
- 37:40Eu eu fui quebrando essa crença nela é realmente fácil.
- 37:44Depois que você aprende é fácil e é rápido, mas o Joel, a pessoa
- 37:49para ele, faz uma sessão comigo me paga, tende exato, mas é que
- 37:52você está olhando só para a sessão, mas há quanto tempo ela
- 37:54está carregando isso aí está carregando só 20 anos, cara,
- 37:56então o quanto que ela pagaria para resolver uma coisa
- 37:59rapidamente que é uma dor que ela está carregando latente há
- 38:0120 anos? Quanto que ela já pagou, né?
- 38:03Durante 20 anos, né? Por conta dessa dor que não
- 38:05resolveu, né? Por que que eu estou te falando
- 38:07isso? Porque isso que você tem essa,
- 38:11essa escola de hipnoterapia é uma.
- 38:14O mínimo é uma arma secreta. É Ou Não É nem secreta, é uma
- 38:18arma, porque não é mais secreta. Ela está disponível, né?
- 38:21Não é, mas é uma arma a nosso favor.
- 38:26Que a gente compreende a nossa mente, cara, a gente compreende
- 38:29como que ela funciona, como é que ela bloqueia, como aquela,
- 38:31desbloqueia o que que o que que é tal desse fator crítico.
- 38:34Que que esse fator, o que que essa janela de 5 segundos?
- 38:38Que acontece alguma algum evento que carrega muito peso
- 38:41emocional, abre uma janela de 5 segundos e o fator crítico
- 38:44libera o que, que acessa lá e você fala, cara, estou
- 38:47compreendendo, eu estou compreendendo isso.
- 38:49Então, quando a gente faz esse esse programa, quantas horas por
- 38:51dia? Dar umas umas 1214 horas de
- 38:54treinamento por dia? Era umas 12.
- 38:56Cara, então você imagina a turma que está vendo aí que está
- 38:58ouvindo, são 12 horas só estudando a mente todo dia 7
- 39:02dias, então você fica imerso e ciência para caramba.
- 39:06Pesquisa pra caramba, exercício para caramba.
- 39:08É, as coisas acontecem de maneira prática, então você fica
- 39:11lá, você vai entendendo, entendendo, entendendo que
- 39:13aquilo vai mudando. Você, aquele mexe com você, você
- 39:16fala, meu, quantas pessoas não sabem fazer isso, quantas
- 39:19pessoas sofrem? E aí você começa a pensar
- 39:20pessoas da família, né? Arruda, você fala, caraca, meu,
- 39:24se minha tia, minha avó, meu pai, aí aí tem relatos de
- 39:29médicos, há melhorou, saúde, doença auto-imune, gagueira.
- 39:33Aí eu quero falar em público, o é relacionamento nossa, não o
- 39:37que tem de relação de entre mulheres que são obesas.
- 39:40Hoje e que sofreram abuso sexual na infância, uma relação alta,
- 39:44não é? Assim tão, tão, tão, tem vários
- 39:46relatos, cara. O que mais você.
- 39:50Aliás, antes antes. Hoje, o teu negócio, a omine,
- 39:54ela já formou quantos terapeutas?
- 39:57Hoje já formou um pouco mais de 2000 casas, terapeutas,
- 39:59profissionais. Não é só que o que a gente tem
- 40:03feito agora. A gente até estender um pouco,
- 40:06mudou um pouco AA formação, porque tava acontecendo
- 40:10exatamente isso, que só a mentora falou, né?
- 40:12Ela aprendeu a entendeu como faz, viu que era fácil, mudava a
- 40:16vida da pessoa, ganhava dinheiro, ganhava dinheiro.
- 40:19Só que por que que ela falava isso, né?
- 40:20Que aí entrava as crenças de não merecimento, né?
- 40:24Sim, aquelas crenças de que os pais falam, né?
- 40:26Falei não, mas. É muito difícil ganhar dinheiro.
- 40:29Você tem que ralar muito para ganhar um pouco de dinheiro.
- 40:32EE fiquem congruente para a mente, não é?
- 40:34Então, se eu estou ganhando muito dinheiro, está sendo
- 40:36aparentemente fácil. Tem alguma coisa errada, né?
- 40:39E aí, não foi o caso dela, né? Felizmente, mas muita gente se
- 40:43sabota por conta disso. É a pessoa para de fazer a
- 40:46pessoa, arruma desculpas, procrastinar, enfim, dá um jeito
- 40:51de não fazer acontecer. É o que que a gente tem feito
- 40:54agora é preparado que que a gente criou basicamente uma pré
- 40:57formação para preparar para trabalhar as pessoas, para
- 41:00receberem isso, para mudarem as crenças dela, que legal,
- 41:02cuidarem o merecimento dela. Porque não adianta a gente
- 41:05formar alguém com uma puta competência técnica capaz de
- 41:08transformar a vida da pessoa, mas essa pessoa não faz porque é
- 41:11insegura, tem medo, acha que não merece EE aí agora, agora sim,
- 41:15as pessoas estão realmente tendo mais resultado ainda por conta
- 41:18disso, quando esse trabalho prévio de preparação da da mente
- 41:21delas, 2000 treinadores. É assim que você chama treinador
- 41:27ou no terapeuta hipnoterapeutas 2000, cara, você tem alguma
- 41:32ideia de quantas cada um em média já tratou?
- 41:35Dá pra fazer uma conta? A última vez que a gente fez
- 41:39essa conta e somou geral tinha dado.
- 41:42É quase 1000000 de pessoas nossa desde de quando a gente começou
- 41:47aqui. E cara, hoje, hoje, o que você
- 41:51está fazendo com a tua escola? Eu estou.
- 41:53Eu chamo de escola, não é com a tua empresa.
- 41:56Quais são teus planos? Para onde você está indo, como é
- 41:58que você está? Porque, cara. 1000000 é gente
- 42:02pra caramba, mas ainda um pedacinho, né?
- 42:05É um pedacinho, é um pedacinho, é um pedação.
- 42:07Quando a gente olha para 1000000, mas é um pedacinho.
- 42:09Quando a gente olha isso no mundo.
- 42:11Então eu imagino que você está já fazendo uma coisa
- 42:14maravilhosa, mas também você está visualizando coisas pro teu
- 42:17futuro de maneira ambiciosa também, conta um pouco pronto.
- 42:21Você está indo que você está enxergando onde está teu tua
- 42:24próxima motivação? Então a gente está fazendo,
- 42:28buscando fazer 3 coisas. Basicamente, uma é para
- 42:32profissionalizar mais essa área dos hipnoterapeutas gente.
- 42:35Futuramente, vai fazer, vai franquear isso, então, pra
- 42:40ajudar mais ainda esses profissionais eles terem mais
- 42:43respaldo e terem mais apoio para eles crescerem mais, a gente
- 42:46consiga impactar mais pessoas lá Na Na ponta final, OK?
- 42:49Franquia beleza é uma coisa, a segunda coisa a gente vai
- 42:54começar a absorver. Porque todo dia liga muitas
- 42:57pessoas pra gente para ser atendidas, não é?
- 43:01E a gente vai indicando para os os nossos hipnoterapeutas.
- 43:05Só que a gente vai absorver alguns alguns desses clientes
- 43:08para a gente atender lá internamente.
- 43:11Então a gente vai começar a fazer isso EE agora, no próximo
- 43:15ano, a gente está com um projeto de ir pro bizhub também.
- 43:20Que é uma área totalmente diferente, não é para trabalhar
- 43:24com equipes comerciais porque da mesma forma que tem essas
- 43:27crenças de não merecimento do terapeuta, que podem ganhar
- 43:30muito dinheiro, imagina o um vendedor que tem uma crença de
- 43:34merecimento de poder ganhar muito dinheiro.
- 43:36Ele sim vai sabotar direto, né? EE não vai deixar de crescer e
- 43:40vai impactar o resultado da empresa.
- 43:42Então a gente já tem testado. Em usar essa equipes comerciais
- 43:48para aumentar o resultado da equipe comercial sem precisar
- 43:50mudar processo de script de venda.
- 43:53Rotina, nada disso. Só de a gente mexer ali Na Na
- 43:57mente dos da equipe comercial. Isso já tem.
- 44:01A gente está registrando esses resultados, né?
- 44:03Com diversas empresas, isso já tem um resultado absurdo.
- 44:07Só de aplicar a hipnoterapia nas equipes comerciais, então a
- 44:10gente vai começar agora formalmente fazer isso mais
- 44:13forte agora. Quanto que ganha em média?
- 44:16Um hipnoterapeuta por sessão. Por sessão?
- 44:21Hoje, ganha. É que a gente faz por sessão,
- 44:24né? A gente faz pro pelo trabalho do
- 44:26programa. No sucesso do programa, dá mais
- 44:29ou −4000 reais. É isso?
- 44:32Em média, em média, 4000. BRL.
- 44:34Então, cara, ele consegue fazer quantos desses por dia?
- 44:38Agenda se no mundo ideal ele faria, quantos é?
- 44:42No é porque, como ele tem todo o acompanhamento, ele vamos botar.
- 44:45Ele consegue atender, fazer um fazer uns 20 por mês para
- 44:49acompanhar as pessoas. Ele consegue fazer 20 por mês
- 44:51pra fazer um acompanhamento legal, consegue fazer uns uns 20
- 44:55por mês, então a gente tá falando de 20 por mês, a gente
- 44:57tá falando assim, média disso, 4 por dia, estou certo?
- 45:00Não é 2020 programas por mês, 20 programas por mês.
- 45:04Está bom? Então a gente tá falando de 20 ×
- 45:064000, isso seria é mesmo cara? 80000 não é isso, é isso é
- 45:11comum. Não, isso é isso é o que é
- 45:13possível, né? É na média e o programa é 4000,
- 45:16BRL. É eu fiz uma pergunta, eu eu
- 45:18mesmo. Agora me vi que fiz uma
- 45:19pergunta, teba eu falei do mundo ideal, se o cara botar vintão
- 45:23lá, ele faz 80 sim, mas pô, se o cara colocar 10, ele faz 40,
- 45:28sim, os cara colocar 5, ele fez 20.
- 45:31E tem pessoas aqui que são mais próximas da gente.
- 45:34Não é que eu mentore que passaram dos 80 já de a gente
- 45:37passou de 100000 já só fazendo esse trabalho.
- 45:41Não, eu entendo, não imagina, o cara está lá de repente.
- 45:44É, estava trabalhando num formato, ganhando.
- 45:49Vai lá. 2000 BRL 3000 BRL. De repente, o cara sobe para 10
- 45:521520-1822. É, e aí ele começa a pegar
- 45:57cancha, ficar bom e se ele não trabalhou, a crença de
- 46:00merecimento dele, ele começa a falar, pô, espera aí, meu, não
- 46:03é? Não é, pô.
- 46:04Espera aí, cara. Isso aqui espera aí.
- 46:05Espera aí. Não é possível que aí né, esse
- 46:07dinheiro, esse volume de dinheiro.
- 46:10Mas a média hoje, eu diria que. De uma pessoa que faz direitinho
- 46:14ali que está como está, está começando.
- 46:16Depois de uns 6 meses, ela já consegue estar no nos 15000 ali
- 46:20tranquilo. E quanto que está hoje a
- 46:22certificação? Hoje tá 14014 900.
- 46:27Então você tá me dizendo que ela se paga?
- 46:30Em muitos casos, elas pagam até no primeiro mês.
- 46:33Sim, é em muitos casos, paga no primeiro mês.
- 46:35Muitos casos, não é a cada 10 que se formam lá, qual que é a
- 46:37tua Dutra? Que recorde.
- 46:39Lá, cada 10 terapeutas, quantos se pagam em 2 meses?
- 46:44Em 2 meses, eu botaria a cada 10 é 2 meses é.
- 46:48Vamos pegar as pessoas que querem fazer para para atender.
- 46:51Não é porque tem gente como como é, é como o negro.
- 46:53Não queria, foi pra atender, foi uso para uso próprio, mas o cara
- 46:56quer viver disso. O cara que quer viver disso a
- 46:58cada 10 vão botar 3 a 4, se pagam no nos 2 primeiros meses,
- 47:043 a 4 ou 40%. EAE nos primeiros 6 meses?
- 47:09A nos primeiros 6 meses, eu botaria é 70%.
- 47:14E aí tem tem 30% final que é. É uma galera que ainda
- 47:18infelizmente a gente não consegue trabalhar ali.
- 47:20Eu merecimento ou ou ajudar o cara que o cara realmente se
- 47:26puxa para baixo. Ele não, não se dá oportunidade
- 47:28sim. Então a gente está buscando
- 47:29outras formas de puxar essa galera dos dos 30% finais ali
- 47:34que. Que que que não vai ele
- 47:35simplesmente não, não atende, não fica e fica.
- 47:39Tem gente que sai e eu não atendi ninguém e falar, não
- 47:42estou preparado ainda. Ainda não estou pronto.
- 47:45E é normal, né? Faz parte.
- 47:46Caraca, eu atendi 17 na primeira semana.
- 47:49É 17 na primeira semana que eu performance não é nossa, 17
- 47:54assim, um atrás do outro assim, mas eu minha cabeça sem cobrar.
- 47:59Eram todos meus alunos de mentoring.
- 48:00Foi sem cobrar, minha cabeça era assim, cara, tô treinando, não
- 48:03é? Eu estou treinando, estou
- 48:05treinando, treinando, treinando, treinando, ficou bom, bom, bom,
- 48:07bom, bom beleza é a mesma. Se fosse cobrar, né?
- 48:09Depois que você desse 17, fala aí me indica alguém para para
- 48:12atender, se fosse cobrar pro 2000, cada um indicasse um.
- 48:17Você já teria feito 34, não é? É que na verdade eu falei agora
- 48:22sem a, sem cobrar, mas eu vou. Eu vou reformular o que eu
- 48:25disse? Eu agreguei valor, uma coisa que
- 48:27eu já tinha cobrado, entendeu? Os caras me pagavam para estar
- 48:30no meu programa de monitoria. E eu coloquei como um valor
- 48:33agregado, e eles sentiram esse valor agregado mal legal, pô,
- 48:36pô, João, é bacana isso? Isso agregou valor.
- 48:38Isso trouxe. Hoje trouxe muito, muito mais
- 48:42benefícios para a gente, sabe sim.
- 48:44E então não é que eu não cobrei aqui.
- 48:46Eu agreguei. E aí, quando a gente agrega
- 48:48valor, isso é isso é pra todo mundo que empreende.
- 48:50Quando a gente agrega valor num trabalho, aí a percepção de que
- 48:54ta barato ou caro, né? Ela muda então, porra, não,
- 48:56então vale pagar lá pro Joel, sei lá, 10 conto você não ganha
- 48:59na hora né? Mas depois é mas o cara fala pô,
- 49:01o cara olha o tanto de coisa que ele coloca aqui, né, que ele
- 49:04agrega valor, eu fiz 17 na primeira semana meu, e aí?
- 49:08É, eu comecei a ver. A gente abre um canal de
- 49:11percepção pra isso. A gente começa a perceber OA
- 49:13quantidade de pessoas que estão sofrendo.
- 49:16Por coisas que talvez elas nem saibam, provavelmente elas nem
- 49:20saibam. Muitas sabem, mas não sabem o
- 49:22que fazer. Eu acho que tem 2 grupos, né?
- 49:23Tem um cara que sofre, cara, eu não sei porque eu estou
- 49:25sofrendo. Mas tô sofrendo.
- 49:27Então, cara, eu sei porque eu estou sofrendo, mas não sei o
- 49:30que eu faço, porque eu sei que tem alguma coisa aqui que eu
- 49:32tenho um, sei lá, um problema seríssimo com sei lá com
- 49:35finanças. E que eu tomo decisões erradas,
- 49:38mas não sei como que resolve isso em um processo, não é
- 49:41hipnoterapeuta de uma sessão, por exemplo.
- 49:45Ele é capaz de fazer isso agora? Tem alguma coisa que você pode
- 49:48assinar agora aqui para gente bem simples, para para resolver
- 49:52uma coisa bem básica, sei lá, uma dor de cabeça, uma dor,
- 49:55alguma coisa. Assim você consegue ensinar pra
- 49:56galera que tá vendo, assistindo e ouvindo, então eu posso
- 49:59assinar alguma coisa para quebrar.
- 50:00Acho que 70% do dos padrões de comportamento e isso é, é
- 50:04possível a gente fazer, né? De mesmo sem aprender, autopilot
- 50:07quando você sabe autopilot fica muito fácil, né?
- 50:09Mas eu vejo, por exemplo, os empresários empreendedores.
- 50:14Eles procrastinam. Ele sabe o que tem que fazer
- 50:16muitas vezes, mas não fazem. Eles procrastinam.
- 50:19Um exemplo que eu dou muito em palestras é quando ele precisa
- 50:22dar um feedback, é mais forte ali pro colaborador ou precisa
- 50:26mesmo desligar alguém? E eles sentem que isso vai
- 50:31disparar um conflito, e eles não fazem, ficam procrastinando, tá?
- 50:34E aí procrastina até que o problema fica maior.
- 50:37E aí quando acontece, eles se sentem culpados, sentem
- 50:40competentes. Só que o ponto que eles não são
- 50:42incompetentes, eles sabem como fazer.
- 50:44Só que eles simplesmente não conseguem agir, tá bom?
- 50:46Isso vem de um como a gente tá falando aqui, de uma experiência
- 50:49passada que ele não não identificou ainda, então.
- 50:54Qual que é a dica aqui, né? Que eles podem fazer para
- 50:57eliminar esses padrões de comportamento.
- 50:59A primeira coisa é estar sempre ligado, que se tem alguma coisa
- 51:02que a gente não consegue fazer No No dia a dia.
- 51:06Veio com um padrão de comportamento.
- 51:08A gente já tem que acender uma bandeirinha, 11 alerta de que?
- 51:12Pera aí, tem alguma coisa errada, porque eu não tô
- 51:13conseguindo fazer algo que eu sei que eu tenho que fazer.
- 51:15Quando você identifica isso aí em Três Passos a gente consegue
- 51:19começar a eliminar isso. O primeiro passo é refletido,
- 51:22aonde isso pode ter surgido na sua vida?
- 51:25Em alguma situação na infância, depois vou dar alguns exemplos
- 51:28disso que eu usei em mim mesmo que a Rafa usem, usou nela.
- 51:32Onde isso está? Pode estar vindo na nossa vida?
- 51:34Será que meu pai agiu assim comigo?
- 51:36Será que o meu irmão mais velho fazia um padrão assim e tal?
- 51:39Então, refletir, entender depois que eu entendi da onde isso
- 51:42possa estar vindo, segundo passo.
- 51:45A gente contextualizar, se colocar no lugar das pessoas,
- 51:48por que que meu pai agiu assim comigo?
- 51:49Por que que meu pai é brigava comigo desse jeito?
- 51:52Me repreendia desse jeito. Porque às vezes o que acontece,
- 51:55o pai era muito agressivo numa repreensão.
- 51:59E aí, quando essa pessoa se torna um líder ou empresário?
- 52:03Ele entende que se for dar um feedback para alguém.
- 52:06Ele vai estar deixando o colaborador dele.
- 52:09É desconfortável igual ele ficava quando o pai dava, dava
- 52:12uma bronca. Só que não tem nada a ver.
- 52:15Só que a mente entende assim, então esse segundo passo é
- 52:18refletir da onde está. Está vindo isso porque meu pai
- 52:20agia assim. Por que que o meu pai fazia
- 52:22isso? E aí, depois que ele entendeu se
- 52:25colocou no lugar do pai, que às vezes era a situação do pai, era
- 52:28diferente. Às vezes a criação do pai foi
- 52:29assim, aí o terceiro passo é você compartilhar isso para
- 52:33algumas pessoas. Você fala tipo atoa, que é
- 52:36apogeu, eu descobri que eu não conseguia dar feedback porque
- 52:38meu pai era muito agressivo quando ele me repreendia e aí eu
- 52:42estou trabalhando isso só de você.
- 52:44Compartilhar isso para as pessoas.
- 52:46Quando você começa a compartilhar a mente, entende
- 52:48que aquilo é algo é. Algo, algo normal.
- 52:52Igual uma história triste que a gente tem.
- 52:54Se a gente conta uma história triste todos os dias, aquela
- 52:56história vai perdendo a emoção. Então, quando você começa a
- 52:59fazer isso, compartilha para as pessoas da onde você possa pode
- 53:03ter aquele comportamento aí naturalmente você vai.
- 53:07De soltando essas âncoras que fazem você ter esse
- 53:10comportamento ruim. Então, com esses Três Passos, a
- 53:13gente consegue resolver assim, 7080 por cento desses
- 53:16comportamentos mais comuns, né? E obviamente que alguns mais
- 53:21pesados, a gente precisa de uma sessão, precisa de uma de uma
- 53:23hipnoterapia, uhn, mas, por exemplo, um comportamento que
- 53:27que eu tinha que eu resolvi assim.
- 53:29Era. Era até um pouco mais profundo,
- 53:31que era uma falta de confiança quando eu comecei AA trabalhar
- 53:35realmente com isso, comecei a empreender.
- 53:37Eu tinha medo de colocar minha opinião de falar, poxa, não, eu
- 53:40não concordo. Eu penso assim e tal.
- 53:42Eu era inseguro, mas você queria falar, mas não conseguia.
- 53:46Eu queria falar, tá bom, não queria aham, algo que poderia
- 53:49ajudar outra pessoa poderia ajudar o meu colega e eu não
- 53:52conseguia falar porque eu pensava, mas será que isso vai
- 53:55vai ser relevante à minha opinião?
- 53:57Acho que não tem tanto sentido, não é tão importante assim e aí
- 54:00eu não falava. E aí eu fui fazer esse processo.
- 54:03Não é óbvio que eu fiz com com auto hipnose é muito mais
- 54:05rápido, eu vou direto ao ponto, mas mas poderia ter feito sem
- 54:08autopilot também só leva um tempinho a mais, uma reflexão a
- 54:11mais e que que eu descobri quando eu tinha 5 anos de idade.
- 54:15Eu estava na morava em uma casa, estava na varanda de casa.
- 54:19Minha mãe estava varrendo ali, arrumando as coisas, e minha mãe
- 54:21tinha muito medo de barata, não é?
- 54:24Acho que a maioria das mulheres tem, né?
- 54:25Ela tinha medo de barata e tal, e aí tinha uma barata morta ali,
- 54:28na onde ela estava limpando. E aí eu vi aquela barata.
- 54:33E aí eu pensei, poxa, barata morta, ela não é tão sustador
- 54:35assim, deixa eu pegar, deixa eu ver se eu tenho coragem de pegar
- 54:38essa barata aí eu peguei pela anteninha.
- 54:40A barata assim, para eu me sentir corajoso e eu queria
- 54:43mostrar para minha mãe como eu estava, como era corajoso.
- 54:47Aí eu peguei, levantei a barata assim e aí a minha mãe estava de
- 54:50Costa e falei, olha, mãe, olha, eu peguei a barata e mostrei a
- 54:53barata Pra Ela. Aí a minha mãe que tinha medo,
- 54:55obviamente ela olhou pra barata ali na hora já deu um grito,
- 54:58levou um, deu um tapa na minha mão e falou, ai nem sei que ela
- 55:01falou, brigou comigo, deu um tapa e aí naquele momento já
- 55:03comecei a chorar. E olha como que a minha mente,
- 55:06entendeu, não é no momento que eu estava confiante, eu queria
- 55:09demonstrar que eu sou confiante, que eu sou corajoso para a
- 55:11pessoa que era mais importante para mim, que mais me ama, que
- 55:15deveria me amar, a minha mãe quando eu faço isso, ela me
- 55:18repreendeu, então não é tão positivo assim eu mostrar a
- 55:23minha confiança não é tão positiva assim.
- 55:24Mostrar a minha coragem, então eu preciso ficar mais quietinho
- 55:27na minha. Isso foi a forma que a minha
- 55:29mente entendeu quando descobri isso aí destravou na hora e é
- 55:34louco, né? Como é rápido que que destravou,
- 55:36não é? Então, esse é um caso meu.
- 55:38Tem o caso que a Rafa fez até é recentemente, acho que ano
- 55:41passado. Porque eu não sei se já
- 55:43aconteceu com alguém do seu público.
- 55:45Vocês tem gente do seu público que é assim que já teve
- 55:47dificuldade para seguir uma dieta.
- 55:50Será que existe alguém assim? Pois é, AA Rafa.
- 55:56Quando ano passado, quando começou a tentar engravidar, Ela
- 56:01Foi na nutricionista e tal, fez vários exames.
- 56:04Ele queria manter a saúde legal, a limitação legal.
- 56:07E aí a nutricionista falou que ela não poderia comer muito
- 56:12alimentos com lactose. Só que ela comia leite todo dia,
- 56:16assim nas coisas com leite, tomava um copo de leite por de 2
- 56:19copos de leite por dia. Ela adorava leite.
- 56:22E ela não é a única. Falou que era bom tirar um pouco
- 56:25leite. E ela não tinha alergia, não
- 56:28tinha nada disso. Mas a nutricionista falou pra
- 56:30fazer um teste que a saúde dela poderia ficar melhor.
- 56:32Aí, no dia do primeiro dia aqui no café da manhã que ela
- 56:37precisou não tomar leite que ela decidiu antes, não totalmente
- 56:40consciente, não tomar leite a seguir a dieta certinho.
- 56:43Ela começou a ficar muito nervosa.
- 56:45Primeiro eu falei, que que foi, amor, que está nervosa e tal, e
- 56:49aí? Depois ela começou a chorar.
- 56:51Porque ela queria tomar leite e entrou num conflito assim ela
- 56:54sabia que não, e ela não era ante tanta vontade assim de
- 56:58tomar leite. Mas ela começou a chorar, assim
- 56:59ficou muito nervosa. E aí, na hora ela viu que era
- 57:02uma reação que não tinha sentido, uma reação exagerada,
- 57:05aí Ela Foi buscar a causa também.
- 57:08E aí que ela encontrou quando ela tinha 4 anos de idade.
- 57:11Mas espera aí, quando quando você fala, Ela Foi buscar a
- 57:13causa, o que que ela fez? Então, nesse caso, não é com
- 57:15ela. Ela fez ao top nosy para buscar
- 57:18a causa subconsciente. Está bom, mas.
- 57:20Mas é um exemplo que se mesmo ela saber ao tope nosy, ela
- 57:23poderia ter usado essas 3 dicas que esses Três Passos que eu dei
- 57:26aqui, né, de pensar, da onde veio, da infância dela.
- 57:29Aí descobri aí depois pensar se colocar no lugar das pessoas que
- 57:33estavam na infância dela. E o terceiro é compartilhar para
- 57:35as pessoas. Ela poderia ter feito isso, de
- 57:38onde, de onde que vem isso, de onde que vem da origem, por que
- 57:41que isso aconteceu, né? Se eu refletir e o terceiro é
- 57:43compartilhar, compartilhar, explicando, explicando.
- 57:46Tá? Isso que ela fez 4 hipnose, né?
- 57:48Que é que é como é e pelo terapeuta, ela sabe fazer mais
- 57:51rápido. E aí que ela descobriu com 4
- 57:53anos de idade, ela tinha intolerância a não sei se era
- 57:59lactose, algum alimento lá ela podia comer biscoito, biscoito
- 58:03em geral, não podia comer. Então, a mãe, a mãe dela
- 58:06comprava biscoito, passatempo recheado e às vezes dava um por
- 58:10semana para ela, às vezes para levar para a escola 12 ali para
- 58:13levar para a escola que se começa um pouquinho, não tinha
- 58:15problema. E ela não entendia, né?
- 58:18A criancinha de 4 anos entendia porque que eu não podia comer
- 58:20mais e tal. EE tá ela queria comer aí.
- 58:23Um dia ela abriu um armário lá. Havia um pacote de biscoito.
- 58:28Ela falou nossa, um pouco ela ficou super feliz, abriu o
- 58:31pacote e comeu um pacote inteiro de uma vez.
- 58:34E aí, nesse momento, ela ficou o corpo, a pele dela ficou toda
- 58:38empolada e tal que ela tinha uma alergia mais forte.
- 58:41E ela ficou muito mal, e aí com isso, a mãe dela brigou com ela,
- 58:45porque é por que que você comeu biscoitos, não pode comer e tal.
- 58:48Então o problema dela era. Ela não queria que alguém
- 58:52restringe 6 e impedisse que ela comece alguma coisa que ela
- 58:55fizesse alguma coisa. Então, quando a nutricionista
- 58:58falou com ela que ela não poderia tomar um leite, mesmo
- 59:01ela sabendo que ela poderia. É isso, disparou um gatilho lá
- 59:06atrás que ela nem lembrava que na infância dela ela queria
- 59:09fazer as coisas. Queria comer um biscoito, só que
- 59:11ela não podia e ela não entende aqui porque não podia.
- 59:14Então, quando ela entendeu isso, refletiu sobre isso.
- 59:16A é louco não é interessante que 1 hora para outra passa assim?
- 59:20Ela naturalmente entendeu e ela conseguiu seguir a dieta normal
- 59:25EE desde então, nunca mais teve problema.
- 59:27Inclusive hoje ela nem toma mais leite e tal que ela viu que
- 59:30realmente se sentiu melhor com sem sem se alimentar com leite.
- 59:34Então resolveu simplesmente porque refletiu e descobriu a
- 59:37causa. Então, 80% dos problemas, assim
- 59:40a gente consegue só numa reflexão como essa a gente
- 59:43consegue resolver sem precisar de hipnoterapia.
- 59:46Aí, Claro, se for algo mais profundo aí, precisa buscar 80%.
- 59:51É muita coisa, cara, é muita coisa.
- 59:53Então ó a turma que está assistindo, está ouvindo aí?
- 59:56Se fizer. Se fizer.
- 59:59Tem que fazer, não é? Tem que fazer, não é?
- 1:00:01Tem que fazer, né? Turma, então, se fizer, vamos só
- 1:00:03fazer de novo. Vamos, vamos revisitar essa tua
- 1:00:06ferramenta. Vai buscar a origem, como é que
- 1:00:10faz para buscar essa origem? Então, AO que que o cara o ele
- 1:00:14se faz? Pergunta.
- 1:00:15Ele pensa, qual que é? Bem no detalhezinho.
- 1:00:20Então, sem sem a pessoa saber, auto hipnose para buscar a
- 1:00:23origem é refletir, ela pode usar o recurso que quiser, pode
- 1:00:27refletir, lembrar do passado. Às vezes, perguntar para um pai,
- 1:00:29pra mãe, pro irmão mais velho, o que acontecia é, é, estou
- 1:00:33passando para a situação. Assim, toda essa dificuldade tem
- 1:00:35alguma coisa similar que acontecia quando era criança,
- 1:00:39tá? Meu pai era assim, minha mãe era
- 1:00:40assim, meu irmão era que que acontecia então entender da da
- 1:00:44onde pode ter vindo depois que você vê uma situação que faz
- 1:00:47sentido, aí o próximo passo é realmente aprofundar nisso e.
- 1:00:51E refletir nisso, se colocar No No lugar daquela pessoa que que
- 1:00:56agia assim com você, está bom para a mente entender que a
- 1:00:59situação que aconteceu no passado não representa a
- 1:01:01situação que acontece hoje. Beleza porque, naturalmente a
- 1:01:04mente tenta botar tudo em caixinha, o rum.
- 1:01:06Só que quando a gente entende que não é caixinha só esse
- 1:01:09segundo passo de você entender e se colocar no lugar da do pai ou
- 1:01:13da mãe que que agia de uma forma diferente, só isso já já elimina
- 1:01:18grande parte desse desse problema.
- 1:01:20E o terceiro passo depois que você descobre isso é você
- 1:01:22compartilhar com as pessoas próximas.
- 1:01:25Compartilhar a história mesmo que você descobriu, poxa, eu
- 1:01:27descobri que eu tinha a casa da Rafa, não é nossa.
- 1:01:29Eu descobri que eu tinha dificuldade para seguir uma
- 1:01:31dieta, porque quando era criança eu tinha 4 anos.
- 1:01:34A minha mãe não deixava comer biscoito, então é isso aí, cara,
- 1:01:37eu vou, eu vou, eu vou compartilhar.
- 1:01:39Então usando essa ferramenta, uma coisa aqui na prática, vamos
- 1:01:42lá, eu estou, eu tenho 41 anos. Eu tenho 3 filhos, né?
- 1:01:46O Pedro está na barriguinha ainda da da Lala.
- 1:01:48Aliás, cheguei ontem, eu falei, esse moleque vai nascer agora.
- 1:01:51Não é possível. A barriga dele tava parecia uma
- 1:01:54lama, uma lança, uma flecha. I.
- 1:01:59Eu tenho 41 anos, sou filho do meio de 3, não é?
- 1:02:02Somos 3, eu, minha irmã, meu irmão, sou filho do meio e eu
- 1:02:05apanhei, apanhei de cinta. Palmatória, até os meus. 1112,
- 1:02:15eu e os meus irmãos apanhei do meu pai e da minha mãe.
- 1:02:19Já você tem trauma. Não.
- 1:02:21Qual a chance de eu bater nos meus filhos?
- 1:02:2300? Nenhum filho meu vai nem se quer
- 1:02:28nada, não vai bater. Então vamos lá, Joyce não tem
- 1:02:31trauma? Não.
- 1:02:32Então vamos revisitar porquê, por que que eu apanhei um, eu
- 1:02:36apanhei dos meus pais porque os meus pais apanharam na infância.
- 1:02:40Meu pai e minha mãe são do interior de Sergipe e meu pai
- 1:02:44morou numa cidade chamada Maruim.
- 1:02:46Minha mãe morou numa cidade chamada Riachuelo, a cidade quem
- 1:02:48é quer dizer jipe, sabe? Meu pai apanhava na escola do
- 1:02:52padre. Nossa.
- 1:02:54Meu pai apanhava na escola do padre de palmatória, então você
- 1:02:57imagina meu pai com 9 anos a você fez isso. 10 palmatória
- 1:03:03você mantinha um critério à tá sei lá, é fez bagunça Na Na aula
- 1:03:08de matemática merece 10 palmatórias qual que é o
- 1:03:11critério, né? É.
- 1:03:13É? Desrespeitou a tia no semáforo,
- 1:03:15merece 11 para uma. Tinha uns troço assim, entendeu?
- 1:03:19Só que a palmatória era com, eu nem sei o nome, era de madeira,
- 1:03:22meu pai me contava a história. Tá?
- 1:03:25Então ele tomava ele, apoio da minha avó.
- 1:03:27Ele apoiou no meu avô, ele apoiou do tio.
- 1:03:30Minha mãe apanhou, meu pai apanhou.
- 1:03:32Então, como meus pais tiveram aquilo?
- 1:03:37Para que aquilo era igual? Correção, apanhar é igual
- 1:03:40correção. Então você imagina 1900 e sei
- 1:03:42lá, 50960. Isso representa uma coisa muito
- 1:03:46diferente, 2022, tá? Então a origem foi dali. 2, é.
- 1:03:52Por que que eles fazem e por que que aquilo acontecia aquilo eles
- 1:03:56apanhavam, ele apoiava o padre, meu, meu país dava no Mascote.
- 1:03:58É um padre, olha a história. O padre chegava na escola.
- 1:04:02E meu pai me contou, o padre chegava na escola e falava
- 1:04:05assim, se confessa. E aí, meu pai?
- 1:04:08Um dia chegou, falou, meu pai me contou essa história, falou.
- 1:04:10Eu não sabia que eu tenho. Eu não quero me confessar, então
- 1:04:12eu apanhar pá, não olha isso. Então meu pai, eu não quero me
- 1:04:16confessar, por que que eu tenho que me confessar?
- 1:04:18Não tenho, fiz nada errado, né? Então todos os meninos da
- 1:04:21escola, eu tinha que se confessar, isso é o Brasil, tá
- 1:04:23gente, isso é o Brasil. Eu acho que as pessoas estão se
- 1:04:26identificando com essa história, então aquilo ali, o padre fazia
- 1:04:30aquilo para corrigir o meu pai, porque provavelmente fizeram
- 1:04:34isso aquilo. Culpado, sim.
- 1:04:36A professora fazia aquilo que provavelmente fizeram com a
- 1:04:38professora. Minha avó fazia aquilo que muito
- 1:04:40provavelmente cara, minha bisavó foi escrava.
- 1:04:44Eu sou, eu sou filhos de pais que que minha bisavó foi
- 1:04:47escrava, cara, escrava velho, então você imagina, é o escravo.
- 1:04:51Escravidão só apanhava. Então, beleza.
- 1:04:55E a terceira coisa é ao compartilhar isso com você.
- 1:04:58Agora eu entendo que o meu pai fez uma coisa que ele só sabia
- 1:05:01fazer para me ajudar, para me corrigir e para me colocar no
- 1:05:05pro. Eu entendo isso.
- 1:05:07Qual meu trauma com relação a isso?
- 1:05:09Zero, não tenho trauma. Agora, qual a chance de fazer
- 1:05:12isso com meu filho? Zero, porque eu encontrei outros
- 1:05:16mecanismos hoje de correção que meu pai não teve, que minha mãe
- 1:05:20não teve, mas eu tive. E cara, até te contar 11 coisa,
- 1:05:25eu nunca contei isso, cara. Eu nunca contei isso.
- 1:05:28Essa história do nunca contei isso quando eu tinha uns 25
- 1:05:30anos, meu pai parou na minha frente, começou a chorar, cara.
- 1:05:33Mandei aquele choro assim. É um choro.
- 1:05:35Sabe aquela lágrima que escorre aqui do ladinho, meu gorda, né?
- 1:05:39E aí, ele e meu pai era um cara, é durão, era mais durão assim
- 1:05:43ele ficava assim dele. Eu falei que foi o pai dele por
- 1:05:45não precisar até te batido. Eu lembro de ter te batido, não
- 1:05:49precisava ter feito aquilo. EE.
- 1:05:52Ele não me pediu desculpa. Sim, filha, eu gostaria de pedir
- 1:05:54desculpa, não foi assim, mas ele estava me pedindo desculpa com
- 1:05:57aquela ação e eu lembro que olhei para ele, falei pai
- 1:05:59tranquilo, cara, tu fez o que tu sabia fazer dele, pois não
- 1:06:02precisava ser daquele jeito. Não é porque, pô, eu também.
- 1:06:04Quando era moleque eu apanhava muito, imagina lá, Joel, tal não
- 1:06:06sei o quê. E eu entendi, cara, eu tinha 25
- 1:06:09anos, né? É?
- 1:06:11E acho que é assim, mas acho que isso que seu pai te falou que
- 1:06:15ele falou que não precisava ter te batido.
- 1:06:16Você viu a emoção dele? Isso aí, talvez, destravou você
- 1:06:20de ter criado alguns traumas Na Na sua vida.
- 1:06:22Com certeza. Olha só os aprendizados que eu
- 1:06:25tenho, não, a gente pode se arrepender de coisas.
- 1:06:28Eu me arrependo de algumas coisas na minha vida.
- 1:06:30Aliás, várias coisas na minha vida tem gente fala, não eu.
- 1:06:33Eu está tudo bem. Se voltasse atrás eu vi, faria
- 1:06:35as mesmas coisas. Eu não fiz um Monte de cagada lá
- 1:06:37que eu não faria o teu pai, aprendi o tempo inteiro, é aí
- 1:06:43acho que o desejo ou é, ou a intenção ela era positiva para,
- 1:06:46queria me colocar, me educar e ele.
- 1:06:49Ele, ele usava aquilo que ele saber fazer, então eu não tenho
- 1:06:52nenhum trauma com relação a apoiando, tem um trauma com
- 1:06:56nada. Sabe que eu tenho um trauma com
- 1:06:58nada, porque eu aprendi, cara, isso aqui.
- 1:07:00Você aprendeu, não é? Eu tinha vários traumas, meu
- 1:07:02irmão. Conhecimento, liberta vários
- 1:07:04traumas, vários traumas e se eu percebo que eu tenho um trauma,
- 1:07:08eu vou lá e corrija os. E como é que corrigi?
- 1:07:09Pô, você vai lá ver a origem, por que que isso aconteceu?
- 1:07:12Tinha uma intenção positiva, corrigir aquilo tem.
- 1:07:15Então, quando a gente chega para umas pessoas fala assim, pô,
- 1:07:17tenho 40 anos ainda, não perdoei meu pai, cara.
- 1:07:19Tem alguma coisa lá no passado eu vou tenho.
- 1:07:22É 50 anos. Eu tenho um problema com dieta,
- 1:07:23cara, corrige, tem alguma coisa lá, tem uma explicação lá.
- 1:07:26Aliás, pô, agora esqueci o pesquisador que falou isso.
- 1:07:31Caracas eu esqueci o pesquisador, mas eu sei que tem
- 1:07:34uma pesquisa que mostra que a gente a gente já na infância
- 1:07:38demonstra, é muito do que a gente vai fazer No No futuro.
- 1:07:41Já já temos indícios lá, né? Já temos indícios na infância.
- 1:07:45Então, de maneira prática, é isso que você está falando, pô,
- 1:07:48e lave a origem depois entender o porquê que isso acontecer.
- 1:07:52Explicar isso para as pessoas com uma perspectiva nova.
- 1:07:55Nossa, Jorge, estou até arrepio quando você conta esse caso aí
- 1:07:58no podcast, porque não sei se você tem noção de como se for,
- 1:08:02as pessoas vão se identificar com isso, né?
- 1:08:04Mas não sei se tem noção de quantidade de pessoas que vão
- 1:08:06ser desbloqueadas só por essa história que você contou, falou.
- 1:08:08Poxa, meu pai me batia, então é por isso, né?
- 1:08:10Meu pai também passou por isso, minha mãe também passou por
- 1:08:12isso, então eles vão conseguir perdoar.
- 1:08:15Os pais e se libertar de muitas coisas simplesmente porque você
- 1:08:19contou, abriu essa história aqui para eles, ó, vou, então vou,
- 1:08:22então vou contar uma outra. Agora vou contar outra.
- 1:08:25Deixa eu contar uma conta também que que tem a ver com com os
- 1:08:29pais, né? Que a gente gosta muito de
- 1:08:31julgar o outro. Não é viver só a situação
- 1:08:34externa, não é? Tem um dos casos que eu atendi
- 1:08:37que isso ficou muito marcado para mim, que foi uma pessoa da
- 1:08:40formação, que no primeiro dia, na formação, ela.
- 1:08:43Teu a gente chama de AB reação, né?
- 1:08:45Mexeu com várias coisas e tal, e ela começou.
- 1:08:47Ela tinha depressão e ela começou a ficar mal ali,
- 1:08:50emocionalmente, eu peguei pra fazer uma terapia rápida nela e
- 1:08:53aí a gente voltou para a causa, né, da depressão dela e a causa
- 1:08:56da depressão era que quando ela tinha 5 anos de de idade, 4 anos
- 1:09:01de idade, ela estava sentada no carro de no, no banco de trás do
- 1:09:04carro do pai, o pai dirigindo no meio da estrada.
- 1:09:08E ela lembra que o pai simplesmente, o que que pareceu,
- 1:09:13né? No momento da terapia, o pai
- 1:09:15simplesmente parou o carro. Desceu, abriu a porta do carro
- 1:09:19de trás, puxou ela. Ela não queria ir, ela ficou
- 1:09:21indo pro outro lado. Carla e o pai deu um jeito de
- 1:09:23pegar ela, colocou ela fora do carro, fechou a porta e aí o pai
- 1:09:28entrou no carro e saiu com o carro, deixou ela, deixou ela
- 1:09:31para trás. EEA gente.
- 1:09:34Quando eu conta isso, né? Quando eu ouvi isso eu falei,
- 1:09:36caramba, né? Eu eu julguei o pai, né?
- 1:09:38Eu eu aprendi uma grande lição com isso, né?
- 1:09:40Eu joguei o pai dela e falei com as olha que que monstro não é?
- 1:09:43Faz isso com uma criança, né? De 5 anos, abandonar a criança,
- 1:09:46fazer um negócio desse. Só que.
- 1:09:49Ela, não, o pai dela não tinha abandonado de fato.
- 1:09:51Depois ela teve, continuou vivendo com o pai dela e tal.
- 1:09:54Mas eu julguei muito o pai dela. Eu, ou seja, eu não apliquei
- 1:09:57aquilo que eu sabia da hipnoterapia.
- 1:09:59E o que que aconteceu? Porque eu tô contando essa
- 1:10:01história? Porque anos depois eu tive a
- 1:10:03oportunidade de fazer terapia do pai dela.
- 1:10:07E aí o pai dela tinha vários problemas emocionais, tinha
- 1:10:10várias travas, bloqueios financeiros, inclusive.
- 1:10:13E aí quando eu fui fazer terapia no Painel.
- 1:10:16Tudo isso começou a disparar de problemas emocionais, problemas
- 1:10:19inclusive físicos do pai dela, por conta de uma situação
- 1:10:22específica. Aí eu fui fazer o processo de
- 1:10:24hipnoterapia nele. E aí, adivinha qual?
- 1:10:27Qual cena que veio exatamente a mesma cena?
- 1:10:30Só qual que era a perspectiva do pai, né?
- 1:10:32O pai, ele estava com enxaqueca, estava cabeça estourando, estava
- 1:10:37dirigindo, voltando do trabalho, cansado, estressado, e a filha
- 1:10:42dele, que estava no banco de trás.
- 1:10:44Ela estava é fazendo muita mãe e tal, brigando, gritando e tal.
- 1:10:49E ele falando com um tempão, falando uns 20 minutos falando,
- 1:10:52ó filha, calma pra gente, tá chegando em casa, espera aí, a
- 1:10:54gente tá chegando em casa, a gente vai chegar, a gente vai
- 1:10:56encontrar sua mãe e tal. E ele nervoso, e a filha dele
- 1:10:59brincando, gritando ali e tal, e ele muito nervoso com aquilo,
- 1:11:03com dor de cabeça. Ver que não dá nada estava dando
- 1:11:06certo. Ele, pela criação dele, fala,
- 1:11:09deixa eu dar um, dar um susto nessa menina, né?
- 1:11:11Aí que ele fez. Ele fez exatamente isso, parou o
- 1:11:12carro, falou a você, vai ficar ficar gritando, vai ficar
- 1:11:15fazendo mãe. Então espera aí, eu vou deixar
- 1:11:17você aqui em, vou deixar você aqui, você não, você não ficar
- 1:11:20quieta, eu vou deixar você aqui. Ficou falando várias vezes, aí
- 1:11:23ela continua gritando, aí parou o carro.
- 1:11:26Saídas desceu do carro, realmente pegou ela, tirou ela
- 1:11:28do carro, fechou a porta ali, entrou no carro e aí ele só
- 1:11:32ligou o carro e andou tipo 1 m assim, só só pra assustar mesmo.
- 1:11:38Andou 1 m, já parou o carro, aí desceu do carro, ó, tá vendo
- 1:11:41agora fica quietinha, não sei o que ela está chorando é, botou
- 1:11:43no carro, fica quietinha, vamos, a gente vai chegar em casa, vai
- 1:11:45ficar tudo bem, tá? E aí sim, o carro normal.
- 1:11:49Só que isso daí, vendo por essa perspectiva, já é um negócio
- 1:11:53muito mais aceitável. Só que esse fato que ele deixou
- 1:11:57ela por 10 segundos ali do lado de fora do carro, isso tinha
- 1:12:00gerado uma culpa muito grande na cabeça dele que é, eu lembrei
- 1:12:04disso porque você falou que seu pai chorou, né?
- 1:12:06Aham e falou que não devia ter te batido.
- 1:12:09E isso que foi a causa de vários problemas da vida dele.
- 1:12:12Então, quando ele se libertou disso, se perdoou também por ter
- 1:12:15feito isso a ele. Foi, entre aspas, curado, né?
- 1:12:18De todos os problemas que ele tinha.
- 1:12:20Então? A conclusão que fica aqui não é
- 1:12:22que os nossos pais ou mesmo outra pessoa que nos fez um mal
- 1:12:26essa pessoa não, não faz o mal por pela gente, não é porque ela
- 1:12:30quer fazer o mal, porque ela quer te machucar.
- 1:12:32Ela faz o mal porque ela está sofrendo com aquilo e às vezes,
- 1:12:35mais do que você sofre. Então a gente não pode julgar as
- 1:12:39pessoas desse jeito, né? Como e eu aprendi uma lição,
- 1:12:41porque eu lembrei disso na hora falei, poxa, eu julguei o pai
- 1:12:45dela? Aham, esqueci que todo mundo é
- 1:12:47resultado, a gente fala na hipnoterapia, né?
- 1:12:49Todo mundo é resultado de uma criação, de uma experiência
- 1:12:51passada. Sim.
- 1:12:54Você usou a palavra julgar? Cara, essa é a parte do podcast
- 1:12:58que acho que a galera vai se identificar muito.
- 1:13:02A tua história, a minha história, eu também joguei minha
- 1:13:05avó. Mãe da minha mãe.
- 1:13:07Olha só. Durante muito tempo, minha avó
- 1:13:11tem 80 anos. Ela mora hoje com a minha mãe,
- 1:13:13dona Iraci. Ela mora com a minha mãe.
- 1:13:15E minha avó, na minha cabeça. Durante anos, abandonou minha
- 1:13:20mãe. Como que pode, cara, minha mãe e
- 1:13:23meu tio Edson viverem com meu. Com o meu bisavô?
- 1:13:29Onde estava minha avó? Minha mãe, quando tinha uns. 9
- 1:13:33anos na minha cabeça, foi abandonada pela minha avó, cara.
- 1:13:37Abandonada, cara. E minha mãe foi criada pelo avô
- 1:13:40dela. E o meu tio, irmão da minha mãe,
- 1:13:43e cadê minha avó? Não tem pão.
- 1:13:49Depois de um tempo, eu sentei com a minha avó.
- 1:13:53Conta aí. Depois de velho?
- 1:13:56Por que a senhora fez aquilo com a mãe?
- 1:13:58Aí ela começou a me contar. Deixa eu te falar uma coisa, eu
- 1:14:01casei com ela, casou com uma outra que não é o pai da minha
- 1:14:05mãe. Ela casou com meu vô, que era um
- 1:14:07vô drástico. É assim que fala?
- 1:14:09É vo drástico. E ele bebia.
- 1:14:12Muito ficava agressivo, batia na minha avó, não gostava dos
- 1:14:17filhos e meio que a bater-nos na minha mãe, no meu tio, tipo, até
- 1:14:21matar nossa. Então minha avó fala assim,
- 1:14:24cara. Eu tenho que deixar meus filhos
- 1:14:27com meu pai, porque se não, ele vai matar meus filhos.
- 1:14:30Aí eu comecei a entender, cara, então aquela foi uma atitude da
- 1:14:33minha avó de proteção para os meus pressão.
- 1:14:35Proteção. Só que a minha mãe, cara, ela
- 1:14:37tinha 10 e com 13 ela encontrou meu pai.
- 1:14:41Com 13, velho, minha mãe namorou com meu pai, com 13, teve minha
- 1:14:44irmã com 15, o que que eu estou te falando, minha?
- 1:14:47Minha mãe foi foi, ficou longe da minha avó com 10 e nunca mais
- 1:14:51viu minha avó porque rapidinho casou com meu pai.
- 1:14:54Então, na minha cabeça era velho, minha avó, badoo, não,
- 1:14:56minha mãe aí, control, meu pai, meu pai catou, minha mãe e os 2
- 1:15:00foram viver e nunca mais vi minha vó na cabeça da minha avó
- 1:15:02era deixa eu botar ela aqui porque se não vai morrer, o cara
- 1:15:05bate. Ainda bem que ele encontrou o
- 1:15:07Joel, meu pai e assim ela tá bem e hoje eu falo, cara, cê
- 1:15:10entende? Tipo já entendo e a minha avó
- 1:15:13fica assim, ó, é mas Oo, que que eu ia fazer meu filho?
- 1:15:17O que que eu ia fazer, meu filho ou vó?
- 1:15:19Mas pera aí, e por que que a senhora ficou com o vô dás tu
- 1:15:22não, porque eu já ela teve 2 filhos com um cara.
- 1:15:25Então, mas na cabeça da mãe, eu tenho 2 ali que foi de outro
- 1:15:27pai, eu tenho 2 aqui que é desse.
- 1:15:30E eu vou dar um jeito aqui de distribuindo o troço, pra eles
- 1:15:33terem segurança, só que eu estou te falando do nordeste.
- 1:15:37Eu estou te falando de rancho helo 960, velho.
- 1:15:40E é uma família muito pobre. Que não tem instrução, que tem
- 1:15:44uma ou tem uma pouquíssima instrução, você ter uma ideia
- 1:15:48OOO, pô, eu também nunca falei isso.
- 1:15:50Pra você ter uma ideia, Arruda. Eu tenho um, eu tenho um tios
- 1:15:53analfabetos, pô. Então eu tinha que não sabe ler
- 1:15:56nossa eu não é não é a da minha irmã, da minha mãe, então são
- 1:16:01muitos tios, são muitos primos do nordeste que ela gosta todo.
- 1:16:04Então é uma coisa que você não vai entendendo.
- 1:16:08E aí, por que que eu estou compartilhando isso?
- 1:16:09Porque eu fui No No mínimo investigar isso já tem alguns
- 1:16:13anos que eu sei ela na casa da minha avó, falou, pô, me vai me
- 1:16:15explicando, Ela Foi me explicando, eu fui.
- 1:16:18Caracas, tô entendendo. Carai resolver suas traumas.
- 1:16:21Aí eu fui resolvendo também do lado do meu pai.
- 1:16:24Por que isso do meu pai? Porque minha vó está total, por
- 1:16:26que que meu vô tá? Porque meu pai saiu daquela
- 1:16:28porque meu pai saiu daquele lugar que ele vivia, o que
- 1:16:30aconteceu porque teu pai era Pescador, foi confundido com
- 1:16:33bandido. Meu pai ficou divido com
- 1:16:35bandido, foi ele, teve que sair fugido com os cara, queria matar
- 1:16:38ele porque ele é preto, o que que tá ligado esse negócio muito
- 1:16:41doido, então essa é você vai investigando é eu não, eu não
- 1:16:45sou de uma de uma época, meus pais não eram de uma época que é
- 1:16:48hoje a sido. Do pai que sente em troca aquela
- 1:16:50ideia? Não era assim, era assim, faz
- 1:16:54isso aí, moleque, porque eu tô mandando, não tinha senta aqui,
- 1:16:56filho, que eu vou te explicar o jeito de explicar a agindo
- 1:16:59mostrando. E no exemplo, então, eu hoje.
- 1:17:03Eu me vejo hoje conversando aqui com você, nós 2, com uma
- 1:17:05ferramenta dessa chamada internet.
- 1:17:09Um canhão de de de explicação. Para explicar para as pessoas
- 1:17:14que talvez elas estejam sofrendo pra caramba há muito tempo por
- 1:17:19uma coisa que elas poderiam entender nessas 3 coisinhas que
- 1:17:21você falou aí. Viu como o teu trabalho é outro
- 1:17:25cara, o teu negócio é nossa senhora, cara, o teu negócio é
- 1:17:28muito poderoso, velho, é o teu negócio, é muito poderoso, é
- 1:17:31muito poderoso. EE é importante esse
- 1:17:33esclarecimento, porque uma coisa que eu vou sou, bato um pouco
- 1:17:37contra, é daquela aquela motivação, sem, sem conteúdo,
- 1:17:42né? Sem fundamento, sem fundamento.
- 1:17:43Então a pessoa está sofrendo, está com dificuldade e só fala,
- 1:17:47não é? Vai lá, vai dar certo, vamos lá,
- 1:17:49Bora Bora com tudo, porque ninguém fica mal porque quer,
- 1:17:53né? Então, às vezes é um negócio
- 1:17:55mais profundo. Às vezes ela precisa buscar
- 1:17:57ajuda. Tem uma frase do.
- 1:18:00De um dos maiores psiquiatras psicanalistas, né?
- 1:18:02Talvez mais famosos da história que é o Karl Young, e ele fala o
- 1:18:05seguinte frase, o homem não é aquilo que aconteceu com ele, e
- 1:18:10sim o que ele decide se tornar. Para mim, groselha.
- 1:18:14Maior parte dessa frase, porque o homem é mais do que ele decide
- 1:18:17se tornar. É mais do que ele, disse.
- 1:18:20O que aconteceu com ele? Do que ele decide se tornar?
- 1:18:23Ninguém decide se tornar compressivo alcoólatra, ninguém
- 1:18:27decide se tornar. É.
- 1:18:28Acordei hoje, vou ali me sentir mal.
- 1:18:31É ninguém decide se tornar viciado e ter fibromialgia.
- 1:18:35Eu tenho uma doença crônica, ninguém decide ter câncer.
- 1:18:37Minha mãe, eu perdi minha mãe pro pro câncer na época, eu não
- 1:18:42entendia como que eu só entendi a hipnose.
- 1:18:45Não entendi ainda a hipnoterapia, não entendia como
- 1:18:47que a hipnoterapia é, podia ajudar e até em casos como esse
- 1:18:52é pode ajudar, né, porque o que que acontece?
- 1:18:54O que é o câncer, né? De uma forma bem leiga, assim do
- 1:18:56da forma que eu aprendo com os médicos que são formados hoje
- 1:18:59com a gente, Oo câncer inicia com uma célula que tem por algum
- 1:19:03motivo, DNA alterado, e aí essa célula ela começa a se duplicar
- 1:19:09desordenadamente e aí surgiu o câncer.
- 1:19:11Aham, só qual que é o ponto que todos os dias, eu você, todo
- 1:19:15mundo desenvolve várias dessas células que têm o DNA que não
- 1:19:19está correto, só que o nosso corpo, naturalmente todos os
- 1:19:23dias, também está eliminando essas células.
- 1:19:24Ele identifica as células erradas.
- 1:19:26Tem um potencial cancerígeno, e elimina.
- 1:19:29Só que por em. Só que o que acontece que.
- 1:19:32Pode surgir uma experiência emocional que faz o corpo perder
- 1:19:37a capacidade natural de de se auto curar ou de fazer esse
- 1:19:41processo, né? De eliminar as células é
- 1:19:43problemáticas. E aí o câncer se desenvolve, né?
- 1:19:47Por, por exemplo, é mais fácil a gente entender na prática do que
- 1:19:49na teoria, né? Uma contar um causo que é bem.
- 1:19:53Emblemático é um caso real, só que muito parecido com vários
- 1:19:56casos de pessoas que que desenvolvem doenças assim mais
- 1:19:59pesadas, não é? Então, 11 menina no útero da
- 1:20:03mãe? Ainda, porque desde o do útero,
- 1:20:05né? A?
- 1:20:06O feto ali, o bebê já consegue sentir as experiências, emoções
- 1:20:09que a mãe sente. Então, quando ela nasce, quando
- 1:20:12a mãe descobre que está grávida, o os pais começam a brigar por
- 1:20:15questões financeiras. Não sabe como vai fazer?
- 1:20:17Ela é fruto de uma gravidez inesperada e, por conta disso, a
- 1:20:21mãe decide abortar. Só que não consegue abortar e a
- 1:20:26filha nasce tudo. E aí os pais gostam e tal,
- 1:20:29passam a amar normal, só que aquela experiência ali ficou Na
- 1:20:33Na mente dela, gravada na mente dela no subconsciente.
- 1:20:36E aí depois essa criança se torna adolescente, tem o
- 1:20:40primeiro namoradinho ali, apaixonada por ele e um dia
- 1:20:43chega na escola, vê ele com a melhor amiga dela.
- 1:20:47E é naquele momento ela se sente também um lixo, né?
- 1:20:50Tipo, não tem valor nenhum. Ela cresce, se torna adulta, tem
- 1:20:54uma família, tem um marido, e aí um dia briga com o marido.
- 1:20:58O marido fica muito nervoso, marido, sai de casa ali para
- 1:21:01esfriar a cabeça e nos que ele sai de casa, ele sofre um
- 1:21:04acidente e morre. Então essa é o.
- 1:21:06Esse é um caso. Que essa mulher passou por 3
- 1:21:09experiências. E que que a mente subconsciente
- 1:21:12entende, não é a mente não é racional, a nossa mente
- 1:21:15subconsciente. Ela simplesmente coloca as
- 1:21:17coisas em caixinhas, então a mente entende o seguinte, poxa,
- 1:21:20na a pessoa que mais deveria me amar, a minha mãe.
- 1:21:23Ela queria tirar a minha própria vida.
- 1:21:25Ela queria me deixar para trás. Segundo experiência, a pessoa
- 1:21:29que eu amava mostrou que eu não tenho valor, me trocou pela
- 1:21:32pessoa que eu confiava também, que era minha amiga e agora eu
- 1:21:35adulto. Eu tenho 11 amor da minha vida,
- 1:21:40que é o meu marido e por conta de mim a gente brigou por minha
- 1:21:44causa. Ele.
- 1:21:45Ele sai de casa e morre a mim que entendi foi a causa dela.
- 1:21:48Então o que que está acontecendo?
- 1:21:50Eu coloco em risco as pessoas que eu amo.
- 1:21:54Então, quando tem essas experiências, a mente por uma
- 1:21:57proteção não é uma entre aspas, que é proteger a pessoa de de
- 1:22:01machucar as pessoas que ela ama num caso normal, na maioria das
- 1:22:06pessoas, e desenvolveria uma depressão, uma depressão suicida
- 1:22:09para se eu não estou vivo, pelo menos as pessoas que eu amo vão
- 1:22:14estar melhor sem mim. Só que essa pessoa,
- 1:22:17especificamente, ela tinha uma crença religiosa muito forte.
- 1:22:19Ela nunca pensaria em tirar a própria vida e tal.
- 1:22:21E aí que que a mente faz a ela, começa a tentar tirar a própria
- 1:22:25vida de dentro para fora. Aham e aí gera essas emoções
- 1:22:29pesadas que faz o corpo perder a capacidade natural de, nesse
- 1:22:33caso, eliminar células problemáticas.
- 1:22:36Então surge um câncer. Então, assim que a nossa mente
- 1:22:41funciona, né? Tá tudo tudo interligado, então
- 1:22:43toda a doença que a gente tem, de alguma forma ou de outra.
- 1:22:47É é influenciada pela nossa mente, né?
- 1:22:49Na verdade, precisa de de 3 coisas para desenvolver uma
- 1:22:51doença crônica, uma doença recorrente, uma doença mais
- 1:22:55pesada, autoimune. A gente precisa do que que todo
- 1:22:59mundo sabe, né? Que o ambiente, o ambiente
- 1:23:01estressante, o ambiente inclui que essas emoções que você
- 1:23:04sente, o estresse que você passa, a forma como você se
- 1:23:06alimenta, exercício físico, tudo isso, seu estilo de vida em
- 1:23:09geral, é o ambiente. A primeira coisa, segunda coisa,
- 1:23:12uma pré disposição genética que a gente nasce sim, com uma
- 1:23:16tendência maior ou menor para desenvolver certas coisas e
- 1:23:20certas doenças. Só, como o próprio nome diz, é
- 1:23:22uma pré disposição. Isso não é um destino.
- 1:23:25E a terceira coisa é? 11 gatilho emocional que a
- 1:23:31medicina está cada vez mais olhando para isso.
- 1:23:34Não é que é nesse caso desse exemplo do câncer que pode
- 1:23:38surgir 11 gatilho onde o corpo perde a capacidade natural de se
- 1:23:44auto curar, porque não faz sentido.
- 1:23:46Se a gente nasce perfeito, não faz sentido o corpo se atacar o
- 1:23:49corpo não conseguisse se auto curar.
- 1:23:52Inclusive tem uma, tem pesquisas, uma pesquisa, estava
- 1:23:55vendo recente que. Que fizeram com 19000 pessoas
- 1:23:59acompanharam por anos. Acho que mais de 20 anos, 19000
- 1:24:01pessoas mostrando que as pessoas que tiveram na infância 11
- 1:24:08família disfuncional ou passaram por um abuso físico ou
- 1:24:11psicológico, uma família que tinha pais alcoólatras ouviu a
- 1:24:15mãe sendo é violentada ou perdeu um ente querido e muito novo,
- 1:24:21essas pessoas, elas podem até ter até 12 vezes mais chance de.
- 1:24:26Ter um comportamento, uma doença para gerar uma morte, uma morte
- 1:24:30prematura, então essa pessoa pode desenvolver um vício, pode
- 1:24:33desenvolver uma doença auto-imune, uma doença crônica
- 1:24:36ou um comportamento que vai fazer essa pessoa se colocar em
- 1:24:40risco, por exemplo. E então já está cada vez mais a
- 1:24:44ciência mostrando, né? O quanto que, o que a gente
- 1:24:46passa Na Na infância realmente interfere?
- 1:24:48A nossa saúde, inclusive física. Concordo 200000000 de por cento
- 1:24:53com você, meu irmão, você trabalhar animal.
- 1:24:56Seu trabalho animal. Curtiu o papo?
- 1:24:58Nossa demais, cara, você falou coisas porra.
- 1:25:01Aí tá coisas profundas. Antes eu te fazer a última
- 1:25:04pergunta. Como que a galera te encontra
- 1:25:07nas mídias sociais? Onde que tá teu arroba?
- 1:25:09Como é que faz para entrar em contato com você?
- 1:25:10O cara quer fazer a formação. A eu quero virar um pneu
- 1:25:13terapeuta, como é que faz? Eu quero fazer hipnose.
- 1:25:16Hipnoterapia para mim, como é que faz?
- 1:25:18Eu quero encontrar um pneu terapeuta, como é que faz?
- 1:25:20Eu quero abrir uma franquia do do Michael Arruda, como é que
- 1:25:22faz? Eu quero contratar uma palestra,
- 1:25:25como é que te acha, como é que te encontro, como é que fala
- 1:25:27contigo, a forma mais fácil aí pelo meu arroba, né?
- 1:25:30No Instagram é Michael Arruda, escreve Michael Arruda Hilal
- 1:25:35direcionou para todos os contatos e a pessoa quiser uma
- 1:25:38formação é de vou direcionar para um consultor meu para
- 1:25:40entender se realmente faz sentido para a pessoa, a gente
- 1:25:43tem hoje diversos. Treinamentos, diversos cursos,
- 1:25:45aham. Então lá é o caminho principal
- 1:25:48show então arroba Michael Arruda.
- 1:25:52Ela encontra as informações, responde mensagem Demi.
- 1:25:55Sim. Responda as mensagens, galera,
- 1:25:57vai mandar mensagem pra vocês, Hein?
- 1:25:59É, prepara aí. Meu irmão, se você pudesse
- 1:26:02última pergunta que eu sempre faço, é importante para caramba,
- 1:26:05se você pudesse. Mandar uma mensagem, não se você
- 1:26:09pudesse, não você, você pode a partir de agora, você pode
- 1:26:11mandar uma mensagem para 8 bilhões de porque agora tem 8
- 1:26:14bilhões de pessoas no mundo, né? 8 bilhões de pessoas no planeta
- 1:26:17Terra. Essa mensagem vai chegar num
- 1:26:19outdoor, vai chegar na televisão, vai chegar no
- 1:26:21WhatsApp, vai, vai chegar em tudo quanto é lugar, vai chegar
- 1:26:23traduzida. Uma mensagem que o Michael
- 1:26:26Arruda mandaria para o planeta Terra inteiro, a mensagem de
- 1:26:29outdoor. Que mensagem seria essa?
- 1:26:33Que mensagem seria? É enquanto houver vida, há
- 1:26:37Esperança. Que eu?
- 1:26:40Eu estava. Essa mensagem veio há 2 semanas
- 1:26:43atrás. Eu estava com AA Cláudia
- 1:26:45Rodrigues, a atriz, sim. Sim, sim, sim, então, AA,
- 1:26:51Claudinha, ela é um caso que comprovou isso não é uma das
- 1:26:56coisas que a gente fala muito, não é que sempre é possível a
- 1:26:59gente melhorar a saúde física, emocional, porque Ela Foi
- 1:27:04diagnosticada com esclerose múltipla, que é é uma doença
- 1:27:09neuro deoro degenerativa, sim, e ela chegou ao nível.
- 1:27:13Se me enganou, 8.9. E ela encontrou uma pessoa que
- 1:27:17que é formada pela Omni, também não é uma pessoa que não aceitou
- 1:27:22esse esse diagnóstico e quis ajudar ela de de alguma forma e
- 1:27:25começou a trabalhar muito com com ela.
- 1:27:28É uma doença que até então era impossível, né?
- 1:27:31A pessoa ter uma melhora, só que os médicos não acreditavam e tal
- 1:27:36e não apoiavam. Só que essa Adriana é o nome
- 1:27:40dessa hipnoterapeuta. Ela pegou a Claudinha para
- 1:27:44realmente ajudar EE transformar e para resumir a história, ela
- 1:27:48fez um trabalho pesado nela forte.
- 1:27:51Nela, ela, a Cláudia Rodrigues, ela chegou a não conseguir
- 1:27:54andar, já estava com dificuldade para falar e de 8.9.
- 1:27:58Hoje ela baixou o nível de da doença dela para 4.
- 1:28:03Então, algo que os médicos falavam que é impossível,
- 1:28:07inclusive por conta do caso dela.
- 1:28:09Eles estão estudando e parando, querendo parar de deixar de
- 1:28:13chamar essa doença de neurodegenerativo ao por conta
- 1:28:17de de um caso EE. Ela que me falou essa frase,
- 1:28:20inclusive nela estava lá, Naomi, nesses dias uau, e ela falou,
- 1:28:23nossa, se se tá vivo é uma forma.
- 1:28:26Tem então, enquanto houver vida, há Esperança.
- 1:28:30Enquanto houver vida, há Esperança, meu irmão, obrigado.
- 1:28:34Animal incrível ser brod. Aço, obrigado Gelson Conta
- 1:28:38Comigo. Esse foi o Jota Jota podcast
- 1:28:41sobre hipnoterapia com Michael Arruda galera, se você ainda não
- 1:28:44é inscrito no canal, se inscreva no canal, aperta o sininho as
- 1:28:47notificações, comente, compartilhe.
- 1:28:50Mande essa mensagem para mais pessoas, porque a gente acredita
- 1:28:53que uma frase, um exemplo, uma história é capaz de mudar de
- 1:28:58maneira definitiva a vida de alguém, tá?
- 1:29:00Isso de alguma forma também está em suas mãos, é só você mandar,
- 1:29:04é muito fácil. Beleza, grande abraço, a gente
- 1:29:06te vejo no próximo JJ podcast, tchau.