Latest / SuinoCast · by PPGVET / USO DE COPRODUTOS DO ETANOL DE MILHO - Dr. Ideraldo Lima | Ep. 348
Transcript
- 0:00Tudo é muito fechado e tudo é muito é, é transparente, né?
- 0:04Até porque é hoje você tem políticas no Brasil muito
- 0:07avançadas do ponto de vista de desses combustíveis aí, né,
- 0:11sustentáveis, né? O Brasil tá muito na vanguarda
- 0:14disso, no entanto, que se você pensar, por exemplo, tem país no
- 0:17mundo que usa 30% de etanol, é misturado na gasolina e isso faz
- 0:21um impacto, é excepcional do ponto de vista de consumo, né?
- 0:25Era 27, foi pra 30 e vai a 35. No biodiesel é a mesma coisa.
- 0:30Na soja, na cadeia da soja também tem aumentado.
- 0:32Aí é, você deve estar acompanhando aí o crescimento de
- 0:35incorporação do do biodiesel no coisa, se o movimento da nossa
- 0:38cadeia do agro de uma forma excepcional, né?
- 0:51O swinocast só é possível através do apoio de empresas
- 0:54inovadoras e que apoiam a educação continuada na
- 0:57suinocultura brasileira. Novos líder em soluções de
- 1:01nutrição inteligente para o crescimento dos negócios na
- 1:05produção de proteína animal. Novonesis transformando o mundo
- 1:10através da biologia. DSM firmenich moldando o futuro
- 1:16dos cuidados com suínos. Cerva sempre com você.
- 1:21Além da saúde animal, autec soluções nutricionais eficientes
- 1:28e sustentáveis para fortalecer a suinocultura.
- 1:32PAC smart transformação digital para o campo polinutre nutrição
- 1:39animal. Juntos vamos mais longe.
- 1:43Zoetes, líder global em saúde animal.
- 1:49Olá, sejam todos muito bem vindos para mais uma edição do
- 1:52swirocast. Meu nome é Guilherme brantes ou
- 1:54Rose do programa. Hoje temos um convidado
- 1:57especial, ideraldo Luiz Lima, o ideraldo, que é zootecnista o
- 2:04mestrado e doutorado em nutrição de monogácicos pela Universidade
- 2:08Federal de Viçosa. Tem um profissional com mais de
- 2:1330 anos de experiência no mercado, passagens pela
- 2:15Perdigão, BFF. E atualmente é diretor da sua
- 2:19própria consultoria e deraldo, que já foi meu chefe, já
- 2:23trabalha com os juntos deraldo seja muito bem-vindo e a gente
- 2:28chama aqui. Esse é uma plataforma que a
- 2:30gente chama, que é uma conversa leve.
- 2:32É uma conversa aberta para o público geral da sua e cultura e
- 2:38da e da produção. É do do nosso agro.
- 2:42A gente sempre fala que a academia tem usado muito essa
- 2:45plataforma, professores, estudantes.
- 2:48Eu sempre gosto de chamar atenção dos futuros estudantes,
- 2:51né? Quem está se decidindo é uma
- 2:54gama ampla aí de assuntos. Hoje o nosso assunto é nutrição,
- 2:57eu não sou nutricionista, é, então tem a academia, tem os
- 3:02produtores e os futuros produtores também, né, os filhos
- 3:06dos dos produtores, numa numa sucessão aí, e a cadeia do
- 3:11consumo, né? E eu sempre chamo atenção também
- 3:14dos nossos não consumidores, né? Então é uma oportunidade de a
- 3:17gente falar o que a gente faz de bem feito nessa cadeia.
- 3:21Eu já te apresentei aqui, eu sempre falo que a apresentação é
- 3:25uma leitura fria, né? Do currei EAA.
- 3:28Primeira pergunta é, quem que é o Geraldo Luiz Lima, pelo
- 3:31próprio Geraldo, seja muito bem-vindo, Geraldo.
- 3:35Ô, Guilherme, ó, primeiro agradecer muito, cara, o
- 3:38privilégio de estar aqui com vocês nesse programa que já é um
- 3:40sucesso. Certamente a gente acompanha
- 3:43vocês aí já de algum tempo e dizer assim, cara, eu sou muito
- 3:46orgulhoso daquilo que eu é, fiz e tenho feito.
- 3:50É no Brasil, na área de produção animal, né?
- 3:52Eu tive esses privilégios que você citou aí de ter sido.
- 3:56É trabalhado contigo, nem nem ser chefe, mas ser pra ter
- 4:00trabalhado com você e com um time lá na nessa época que eu
- 4:03trabalhei contigo, um time de campeões da sonicultura, né?
- 4:06É referências aí no mercado, aí o Augusto rech, o próprio
- 4:10Wesley, né, que teve junto com a gente nessa nessa pegada.
- 4:14Então eu fiz uma carreira inicialmente técnica, né?
- 4:16Iniciei como um nutricionista na época da Perdigão.
- 4:20É desenvolver minha carreira, né?
- 4:22Do ponto de vista de diretoria, né?
- 4:24De de de gestão. E depois de um certo tempo eu
- 4:28parece que o meu caminho era realmente trazer de volta o meu
- 4:31barquinho pra área técnica. E aí eu realmente fiz exatamente
- 4:35isso a partir de um convite mais é é incisivo pra fazer um pós
- 4:40doutorado. Eu voltei a academia para poder
- 4:42trabalhar e estudar mais sobre o tema que a gente vai conversar
- 4:46hoje. Eu espero poder contribuir é com
- 4:48vocês e com os ouvintes aí, com o pessoal que assiste o os
- 4:50podcasts, o swenocast para esclarecer realmente o que é que
- 4:54está se passando hoje nesse segmento, que é um segmento de
- 4:57de sustentabilidade, de inovação e que me encanta muito.
- 5:01E eu tenho trabalhado e estudado nesse assunto ao longo dos
- 5:04últimos anos aí. Para mim é um realmente é um
- 5:06prazer estar com vocês aqui. A ceva é um dos principais
- 5:12players no mercado de saúde animal, atuando com inovação e
- 5:16responsabilidade, buscando soluções de saúde inovadoras
- 5:19para todos os animais, contribuindo para o futuro de
- 5:22nosso diverso planeta, moldando cada solução de acordo com as
- 5:26necessidades e desafios do mercado consumidor e
- 5:29compartilhando conhecimentos de alta qualidade.
- 5:32Para não perder nenhuma novidade, siga a ceva saúde
- 5:35animal no Instagram arroba ceva suínos Brasil.
- 5:42Legal, EE, tu já nos dá um gancho aqui né?
- 5:45A gente já fala aqui, profissionais com mais de 30
- 5:48anos, que que já é uma experiência é consolidada No No
- 5:53nosso mercado, né? E é essa questão interessante da
- 5:57volta à academia, né? Pra pra depois de tantos anos
- 6:00voltar No No banco aí de Escócia, pra pra se dedicar ao
- 6:04tema específico. E o nosso tema específico aqui.
- 6:08Que é o é, é os os derivados, é do do os DDGSEDGS, né?
- 6:16Pra pra gente dar é uma orientação em relação a esse
- 6:19tema. Já tivemos é algumas entrevistas
- 6:23sobre sobre o tema, mas eu acho que é sempre bom.
- 6:26A gente é dar 111, não uma nova versão, mas uma nova visões.
- 6:33É de um de um tema que é super atual.
- 6:36E quando eu falo super atual é Geraldo.
- 6:39Eu lembro aqui eu não, quando quando a gente fala desse
- 6:41assunto, eu não posso deixar de citar a família França, né?
- 6:46O Paulo França e o marido que e que que tiveram a primeira
- 6:50usina, né? Lá em 17.
- 6:52Nós estamos quase com 10 anos de vigência no Brasil, então já vai
- 6:57um abraço lá especial para o Paulo e a família França.
- 7:00EE, esses dias iberal, eu eu tava vendo um comentário no
- 7:06LinkedIn. Dum dum dum Congresso de
- 7:09nutrição vai me falhar o nome aqui do Congresso.
- 7:12Mas uma fala do nosso amigo e 111 grande nutricionista, o
- 7:17Carlos kiper, que ele até eu vou, vou repassar o que ele
- 7:21falou aqui, que na nutrição, que é sempre focada em custos e
- 7:25desafios, é, a gente tá num novo momento de discussão de
- 7:28ingredientes e no novo cenário. E quando eu falo novo e já e a
- 7:33gente não é tão novo assim, né? Mas eu fico pensando que se a
- 7:38gente tem 10 anos, vamos dizer aí a 8 anos de DDGS em geral, é
- 7:44ODDGS, já formou pelo menos 2 gerações de agrônomos,
- 7:47veterinários ou tecnistas que entraram Na Na, na faculdade e
- 7:53com esse novo novo produto, vamos, vamos dizer assim.
- 7:57E eu fico lembrando que hoje tem veterinário que não sabe castrar
- 8:01cirurgicamente pelas mudanças que tiveram.
- 8:04A inseminação são é uma prática inquestionável inseminação de
- 8:11hidroferido e na nutrição os os mirs da vida os.
- 8:18É. Coisas da tecnologia que hoje
- 8:21são realidades. Mas vamos pro DDG, né?
- 8:25Fazendo esse caldo todo aí. E Geraldo, o que?
- 8:28O que mudou? A nutrição.
- 8:31Vamos começar pelo ddg, né? Uma definição aí, o que mudou e
- 8:35como que um profissional novo é se adapta ou como que o
- 8:39inderaldo, depois de 30 anos de carreira, volta pra uma
- 8:42universidade pra enfrentar isso aí?
- 8:44Não bacana, Guilherme, esse caldo tá contigo agora.
- 8:46Ideral. Acho que 40 minutos vai ser
- 8:49pouco, né? Mas vamos lá, primeiro,
- 8:50Guilherme, você falou do ponto de vista das instalações, da das
- 8:53biorrefinarias, né? Eu acho que é o termo mais
- 8:56coerente pra gente falar e simplificar das biorrefinarias,
- 8:59né? É, é um tema muito atual e está
- 9:02crescendo muito, para você ter uma noção, Guilherme, como que
- 9:05isso tem passado. Hoje se se fala, e essa
- 9:09estatística toda semana muda de 24 usinas de etanol de milho é
- 9:15posicionados no Brasil. Aí eu estou falando milho, mas
- 9:18pode ser sorgo, tá? Gente?
- 9:20Já tem usinas já que está usando parcialmente o sorgo.
- 9:23E tem usina sendo planejada pra tribo, inclusive.
- 9:25Eu tive reunião com o pessoal é sobre esse assunto há 15 dias
- 9:30atrás, mas vamos falar, vamos, vamos sempre concentrar aqui no
- 9:34milho, porque é a grande, é volume que a gente tem e isso
- 9:38tem crescido. Nessas 24 nós temos +22 que já
- 9:42foram anunciadas, que já estão em processo de de de licença
- 9:46ambiental, ou seja, Oo mercado realmente está crescendo muito.
- 9:51Na semana retrasada, por coincidência, eu estive em São
- 9:53Paulo por um evento lá em em em São Paulo.
- 9:57EEAO pessoal do do JP Morgan apresentou alguns dados lá desse
- 10:02segmento que me me encantou profundamente.
- 10:05Primeiro, um comparativo de rentabilidade entre o segmento
- 10:08de. Etanol de milho versus etanol de
- 10:11cana, né? Porque, pô, a gente sempre soube
- 10:14que etanol era era cana. E nós temos, como brasileiro,
- 10:17uma experiência espetacular com etanol de de, de de etanol em
- 10:22geral, né? Coisa que um americano não tem,
- 10:25né? Depois a gente pode até comentar
- 10:26sobre isso. Da dificuldade que o americano
- 10:28tem de entender e de colocar no carro dele, chegar na bomba e
- 10:32abastecer com o etanol brasileiro já tem isso desde
- 10:35muitos anos, né? Desde da da copersuca lá da
- 10:38época de né? Da etanol de cana.
- 10:40Então nós já temos uma experiência, os nossos carros
- 10:41são adaptados e isso já é um passado, é pra nós totalmente
- 10:46dominado, né? Mas dentro desse contexto,
- 10:49então, quando nós estamos falando de crescimento no nesse
- 10:52segmento do etanol de milho. Nós estamos falando de um
- 10:55coproduto, que é precisa ser olhado do ponto de vista também
- 10:59da rentabilidade das biorrefinarias, né?
- 11:03É quando a gente fala de 1/01/1 biorrefinaria de cana.
- 11:07Nós temos bagaço, que no nosso caso dos monogaços de
- 11:11pouquíssima utilização, né? Tem uma finalidade para
- 11:14Caldeira, para queimar, mas para o nosso setor é praticamente
- 11:18zero. Agora, quando a gente fala de
- 11:20uma biorrefinaria que seja de milho, de sorgo ou de de de
- 11:24trigo, nós temos um coproduto valioso que tem que ser olhado.
- 11:28É do ponto de vista como que ele pode participar da das nossas
- 11:31dietas EE tudo isso. Guilherme, do ponto de vista do
- 11:34nutricionista, e para o sistema produtivo em geral, quando vem
- 11:38um produto novo, é é realmente um motivo de um literalmente de
- 11:43um de um Balanço, né? Que ele tem que sim,
- 11:46literalmente baixar o corpinho, estudar isso e tentar entender
- 11:50da melhor forma possível pra fazer o melhor uso.
- 11:53Eu me lembro de experiência até com você no nosso time lá,
- 11:56quando a gente começou a usar sorgo em suínos, né?
- 12:00Todo trabalho que nós tivemos que se fazer, e você está rindo
- 12:03aí, mas você se lembra bem disso.
- 12:05É todo o trabalho que nós tivemos que fazer de
- 12:07convencimento dos técnicos de campo, né?
- 12:10De todo o sistema de integração nosso, aquela é, ele continua
- 12:13sendo muito valioso. Para que as pessoas entendesse
- 12:16que a nutrição estava dando realmente uma condição de um de
- 12:20um ingrediente é excepcional. EE também.
- 12:23Você deve se lembrar disso que quando acabou o sogro, o pessoal
- 12:26de suínos especialmente, queria que mantivesse o sogro, né?
- 12:29Nas formulações, é e é a mesma coisa.
- 12:32Agora, fazendo um paralelo com os DDGS, é um ingrediente que
- 12:35pode se chamar de novo para alguns, especialmente para
- 12:37alguns. Mas que precisa ser entendido
- 12:39dentro é das características que esse ingrediente pode trazer.
- 12:43É pra nutrição de suínos, tá ok? EEE pra falar é, é, vamos dizer
- 12:48assim, pra tá 111 encaminhamento mais técnico.
- 12:52A gente precisa entender primeiro que eu não posso falar
- 12:56dos dos derivados e chamar de DDGS em geral.
- 13:00Isso é um termo que não, não é adequado.
- 13:03Nós deveríamos falar derivados de nutrição animal, das
- 13:06biorrefinarias, e vou explicar por quê, porque de uma
- 13:09biorrefinaria eu posso ter ODDGS, que é o convencional, que
- 13:13é um produto standard, é com em torno de 30% de proteína, tá?
- 13:18Eu vou você tentar ser mais o standardizado possível aqui.
- 13:21Mas você tem o óleo também? O óleo destilado de milho?
- 13:24É, é, é, é possível. E as usinas extraem, o óleo é
- 13:29destilado de milho das usinas. Quando você pode ter também
- 13:34usinas que tem processos diferentes e que produzem um
- 13:38produto chamado de DDGHP ou HPDDG de alta proteína, e, por
- 13:43consequência, na medida que ele produz esse produto de 40% de
- 13:47proteína mínimo, de 40%, ele produz um outro coproduto.
- 13:52Que No No português é o farelo de milho consolúveis.
- 13:56Então você observa, Guilherme, se a gente não entender qual o
- 13:59produto que o nosso nutricionista lá do técnico está
- 14:02sendo recebendo a oferta, ele não vai conseguir avançar em
- 14:06fazer as análises dele Na Na no sistema de formulação dele.
- 14:11Então é uma usina convencional. Eu posso chamar DDGS, que vai
- 14:15ter toda a fração que sobra do processo, basicamente toda a
- 14:19fração. O óleo é uma pequena parte.
- 14:23Agora, numa usina que tem tecnologias diferentes, ela pode
- 14:26ter esse DDGHP de alta proteína e, por consequência, ela vai ter
- 14:30um segundo produto, que é o farel de milho, que vai receber
- 14:33essa fração solútil. Por isso que eu não posso chamar
- 14:35ODDGHP de DGSHP, porque a fração solúvel não contempla é nesse
- 14:42produto de alta proteína. Os 3 produtos são excepcionais,
- 14:45a gente não não pode falar mal de nenhum deles.
- 14:48A gente precisa só entender o que que cada um deles pode
- 14:51entregar. É pra nutrição de.
- 14:53Precisão dessas, dessas usinas, das 24 que tu comentou e +22,
- 15:01vamos dizer, dessas 4050 usinas, aí é como que está distribuído
- 15:06nessa questão do alto do HP do que seria o high proteína aí
- 15:11como que está essa? Distribuição boa pergunta, boa
- 15:14pergunta. É, na verdade, hoje, no Brasil,
- 15:17a maior parte das usinas produzem DDGS convencional.
- 15:20No processo convencional, então convencional se chama se 30% de
- 15:25proteína, né? É aí você tem pelo menos 2
- 15:29empresas brasileiras que estão é trabalhando com você, citou uma
- 15:32aí AFSA qual eu tenho o privilégio de ser consultor
- 15:35deles no de na área de monogácil.
- 15:37Ajudei os desenvolver toda a parte.
- 15:39É de, de, de experimentação, de protocolos.
- 15:43Então eu tenho um conhecimento mais profundo, inclusive sobre é
- 15:46a linha de produto deles, e você tem AA kagill também, que está
- 15:50com um produto em menor condição.
- 15:52É no Goiás que está produzindo, é também um DDG de alta proteína
- 15:56lá, mas é é bem menor a participação a nesse contexto
- 15:59aí. A primeira empresa brasileira de
- 16:02produção de de DDGS é AA empasa, tá disparadamente, a empasa é a
- 16:08maior empresa brasileira. Depois, na sequência, na
- 16:11produção, vem AAFS que é você citou aí do Marino e marido,
- 16:16França, né? Que que tem participação lá?
- 16:19EEE daraldo tu tu comentou da questão do americano.
- 16:23Tu fez 2 comentários aí da questão do americano e da
- 16:26coopersuquer coopersucar quem? Quem?
- 16:30Alguns vão entender muito bem e outros não vão saber nem pra pra
- 16:33quem não sabe do que a gente tá falando.
- 16:36A coopersucar é foi uma empresa. Que na época, sei lá, da minha
- 16:41infância, adolescência, é é patrocinava os carros de Fórmula
- 16:451, né? Os carros de Fórmula 1 teve a
- 16:48Cooper super na época eram marcas de cigarro é que era
- 16:53famosíssima, AAE caríssima, né? Os comerciais dele, Fórmula 1
- 16:58mas voltando aí à infância, EEE era uma empresa de alinhamento
- 17:02brasileira, claro. E mas qual que é a diferença
- 17:06liberal da da? Da produção, claro.
- 17:10É na Americana e brasileira, né? Qual que é a diferença da
- 17:13produção e do produto, né? Os maiores produtores de etanol
- 17:17do mundo, Guilherme, são Os Americanos, tá?
- 17:20Os Americanos são os maiores produtores de etanol do mundo,
- 17:22tá? A questão dos dos americanos é
- 17:25que eles não tem a experiência do uso no carro deles.
- 17:28Então o americano literalmente não é um apaixonado pelo etanol.
- 17:31O brasileiro, cara, ele vai e olha pelo, na maioria das vezes,
- 17:35ele olha pelo preço, né? Tem os que olhe pela
- 17:38sustentabilidade e tal, mas a maior parte olha pelo preço e
- 17:41abastece sem medo. Chega no posto, faz a continha
- 17:44dele e os carros são a nossa frota.
- 17:46Não sei se você sabe, mas mais de 90% delas são hoje já são
- 17:49flex. Então assim, isso permite que
- 17:52nós tenhamos uma plataforma de consumo de etanol.
- 17:55É bem mais abrangente do que os os próprios americanos, né?
- 18:00E isso faz com que em sendo o Brasil produtor de etanol de 2
- 18:04Fontes, de cana e de milho. A usina de etanol, de a usina
- 18:08hoje de cana, cara, ela pode tomar a decisão entre fazer
- 18:13açúcar e fazer etanol. Eles vivem esse dilema e eles
- 18:17têm capacidade, até estava estudando um pouquinho melhor
- 18:20isso. Eles podem ter essa capacidade
- 18:22de virar a chavinha e fazer mais açúcar, menos açúcar, de acordo
- 18:25com as condições de mercado é deles.
- 18:28É no caso, obviamente do etanol de de milho, isso não, não
- 18:31existe essa possibilidade só produz é etanol de de milho, né?
- 18:36EE, é interessante ver que AA facilidade com que você implanta
- 18:41hoje uma usina de etanol de milho é muito maior do que uma
- 18:44usina de cana, né? Até pelas extensões de Terra que
- 18:47você tem que ter plantar cana. A cana é sazonal, ela produz por
- 18:51um período só em determinadas regiões.
- 18:54No Brasil é no centro sul é uma época, No No nordeste é outra
- 18:57época. Então tem uma certa complexidade
- 19:00de abastecimento de cana e do ponto de vista do milho.
- 19:03Nós temos o que que nós temos visto?
- 19:04O Brasil tem crescido na produção de milho, na medida que
- 19:07cresce o consumo de milho. Então, talvez uma das perguntas
- 19:11que ficam para nós da produção animal e será que isso não vai?
- 19:15É literalmente inflacionar o milho brasileiro é
- 19:19impressionante. Guilherme, eu vi alguns dados é
- 19:21recentes sobre essa questão da produção do milho no Brasil,
- 19:25além de todo mundo conhece, né? Como que tem crescido nos
- 19:28últimos anos, especialmente o milho, chamado de milho segunda
- 19:30safra? É, é.
- 19:33Tem um trabalho de 11 consultoria aí chamada celeres,
- 19:36que eu achei muito impressionante que eles fizeram
- 19:39um mapeamento seguinte, quando é se anuncia uma determinada usina
- 19:44numa região. E vamos pegar um exemplo
- 19:47qualquer aí no Mato Grosso, em sorriso, em Lucas, qualquer uma
- 19:51dessas regiões. Eles têm várias.
- 19:53É exemplos disso, de gráfico. Mostrando que a medida que se é,
- 19:59se é, se definiu pela colocação de uma usina incrível, como
- 20:04aumenta a produção, é do milho naquela região lá.
- 20:08Ou seja, é efeito direto, né? Sobre o ponto de vista de
- 20:11consumo, você deve se lembrar também quando a gente imigrou e
- 20:15você foi um dos protagonistas disso, né?
- 20:17Na época de Perdigão e. De fazer AA migração da produção
- 20:21animal para a região centro Oeste, né?
- 20:23Como se valorizou o milho e a soja a partir dessa visão de de
- 20:28chegada das das das cadeias, né? De produção animal nessas
- 20:32regiões, o etanol está fazendo a mesma coisa, está viabilizando e
- 20:36está é viabilizando os produtores e viabilizando
- 20:38coisas. E por isso que eu falo que nós,
- 20:41como produtores e nutricionistas, nós temos que
- 20:43olhar do do lado do copo cheio. Cara, na medida que tá ó, tá
- 20:47valorizando o milho, sim, mas eu tenho um coproduto que pode me
- 20:50ajudar se eu souber usá lo, eu posso contrapor esse efeito
- 20:54econômico sobre a minha produção.
- 20:56EE sem contar o seguinte, Guilherme, eu sou um entusiasta
- 20:59dessa área, não é à toa. Primeiro, pelo processo de
- 21:01inovação, tem cada coisa nova nesses processos.
- 21:05Cada biotecnologia, cara enzimas cada vez mais sofisticada dentro
- 21:09do sistema. Saiba você que AAA sacaromice
- 21:14que está lá dentro do processo da biorrefinaria é a mesma da
- 21:17cerveja, a sacaromice elevisa. Aí olha o escopo que essas que
- 21:21essa sacaromice tem, né? Quer dizer, claro, que ela é
- 21:23desenhada para a finalidade lá da produção do do do etanol, né?
- 21:28Mas tem muita biotecnologia envolvida nesse nesses processos
- 21:32e sem contar do ponto de vista é de nesses novos tempos, né, que
- 21:36a gente fala tanto de sustentabilidade, né?
- 21:39O quão sustentável é essa? Essa essa indústria, né?
- 21:42Não se perde absolutamente nada, cara.
- 21:45Tudo é aproveitado de uma forma, é muito, é econômica até.
- 21:51E você deve saber disso que nas nas caldeiras que se usa, né?
- 21:54Pra pra você fazer é necessário vapor no processo, calor no
- 21:59processo é até vamos dizer assim, a cinza da Caldeira volta
- 22:04pra agricultura e vai é reabastecer.
- 22:06O sistema é através de adubação, aí no, no, no, no, na.
- 22:11No campo, né? Então assim, tudo é muito
- 22:13fechado e tudo é muito é, é transparente, né?
- 22:17Até porque é hoje você tem políticas no Brasil muito
- 22:20avançadas do ponto de vista de desses combustíveis aí, né,
- 22:24sustentáveis, né? O Brasil tá muito na vanguarda
- 22:27disso, no entanto, que se você pensar, por exemplo, tem país no
- 22:30mundo que usa 30% de etanol, é misturado na gasolina e isso faz
- 22:34um impacto, é excepcional do ponto de vista de consumo, né?
- 22:37Era 27, foi pra 30 e vai a 35. No biodiesel é a mesma coisa.
- 22:43Na soja. Na cadeia da soja também tem
- 22:44aumentado. Aí é, você deve estar
- 22:46acompanhando aí o crescimento de incorporação do do biodiesel no
- 22:50coiso, o movimento da nossa cadeia do agro de uma forma
- 22:53excepcional, né? Há 35 anos desenvolvendo
- 22:58soluções e produtos voltados para a nutrição e saúde animal,
- 23:01pautados pela inovação e pela busca incessante de resultados
- 23:05ou técnicos que impulsionam a rentabilidade de nossos
- 23:08clientes. Polinutri juntos vamos mais
- 23:11longe, certo? Bom.
- 23:17É AAA, gente, comentou. Aqui.
- 23:19EE, eu gostei da da do termo, né?
- 23:23O milho segundo a safra, que é um diferencial também do
- 23:26americano, né? E pra gente não falar, a
- 23:30safrinha, pelo pelo impacto e pelo tamanho que isso apresenta
- 23:34é na produção, na economia. EE no fornecimento do produto.
- 23:39AA gente falou Na Na Na tecnologia da da da extração,
- 23:43vamos dizer, ou da produção do produto, né?
- 23:46Final é e tu comentasse aí a questão do sorgo é a evolução de
- 23:53briga para uso, briga para entrar as as, o percentual de
- 24:00participação da relação. E eu lembro de ter momentos de
- 24:05100% de soro, lactação 100%, né? Que era uma mudança desse, desse
- 24:10corpo. E depois, claro, AA questão,
- 24:14vamos os direcionamentos, se é para terminação, ou seja lá para
- 24:17onde for, mas pegando o produto final, eu eu tenho aí, como eu
- 24:24não sou nutricionista, eu eu vou jogar aqui, né?
- 24:28Mas eu tenho lá Oo produto, soja como 111, balizador de proteína
- 24:34e milho, carboidrato. E essa, essa mudança ou as
- 24:38inclusões liberal, se tu puder. Usar o bem bem lembrado
- 24:44Guilherme, do ponto de vista de dessa, dessa relação que a gente
- 24:47fez do soro, vão fazer também do relação de qualquer ingrediente
- 24:51que se coloque. É como é o chamado de
- 24:54alternativo, tá? Eu não considero ODDGS mais um
- 24:56alternativo, pra te falar a verdade, pela por uma série de
- 24:59razões, mas vamos considerar isso de uma forma mais.
- 25:02É tranquilo que seja uma alternativa, qualquer
- 25:05alternativa em qualquer dieta que seja de ave que seja de
- 25:08suínos, ele deve participar em níveis crescentes.
- 25:12É, é No No tempo, ou seja, eu eu posso ter um Horizonte, tá, de
- 25:17usar, vou chutar aqui um valor inicial 30% de DDGS numa dieta
- 25:22de suínos que é plenamente possível, tá, é, mas não, cara,
- 25:26não vai entrar com 30% de cara. Nós temos sempre uma curva de
- 25:30aprendizado. Nós temos 11 curva de
- 25:32aprendizado na fábrica de ração. A ração é paletizada.
- 25:35Se for paletizada, tem mais curva de aprendizado.
- 25:37A ração é farelada, não é? Tem OOO, tem um bichinho lá, que
- 25:42são os animais que precisam entender isso do ponto de vista
- 25:45de palatabilidade de granometria, tem uma curva de
- 25:49aprendizado. Que em nenhum situação nós
- 25:52podemos é atropelar, tá? Então, assim, com a minha
- 25:56experiência desses anos todos junto AA nutrição e a produção
- 26:00animal, eu acho que esse é um ponto que nós vivemos.
- 26:03Já sair é como um drive para nós, né?
- 26:07Vamos, vamos devagar mais crescente, entendeu?
- 26:11Então é hoje você pode, você comentou aí do do eu comentei
- 26:14com você, dos produtos. É, se a gente pensar, por
- 26:17exemplo, num DDGHPE, por razões óbvias, ele tem 40% no mínimo de
- 26:22proteína. Proteína nas formulações.
- 26:24Ele vai trilhar em cima do farelo de soja, literalmente.
- 26:28Ele vai brigar a nível na formulação.
- 26:30Quando se faz AAOA programação linear lá, ele vai tirar farelo
- 26:35de soja da formulação nossa de uma forma bem contundente.
- 26:40Vai tirar, mas nós vamos ter que organizar isso aí, porque ele
- 26:43não tem a mesma lisina digestível é do falando de soja.
- 26:47Aliás, o fala de soja é um dos dos mais ricos de lisina
- 26:50digestível que a gente tem disponível.
- 26:53Nós temos uma série de ajustes que a gente precisa fazer.
- 26:55Qual que é a energia? É seja metabolizado, seja
- 26:58digestivo, que seja líquida. Para alguns que estão, é
- 27:01literalmente fazendo formulação com líquida desse produto.
- 27:05ODDGS é a mesma coisa. É nós.
- 27:08Quando a gente colocar, ele está disponível na formulação.
- 27:10Ele vai entrar na nossa formulação brigando ali e ele
- 27:14vai brigar um pouco com farelo de soja e ele vai brigar um
- 27:16pouco com milho, pela razão dele dos 30% da da proteína.
- 27:21Tá, o farelo de milho com solúveis, que é, é o terceiro
- 27:24produto que eu falei que é derivado das usinas que faz ODDG
- 27:28de alta proteína. Você tem esse esse segundo
- 27:30produto, né, que é o é o farelo de milho.
- 27:32Consolúvel é uma fonte de fibra, muito rica em fibra, então não
- 27:36vai entrar em dietas, especialmente dietas mais rica
- 27:40em energia de suínos, mas certamente nas fases de gestação
- 27:44tem uma entrada legal em suínos, em poedeiras tem uma entrada
- 27:47legal, quer dizer, vão pegar o produto, vão dar.
- 27:50AO direcionamento que ele precisa ser dado.
- 27:52Baseado em que isso que eu falo baseado na ciência, nós
- 27:57precisamos estudar isso mais é de ter realmente é sabedoria e
- 28:02entender que produto que eu tenho, Ah, não, eu já expliquei
- 28:05aqui dos 3 produtos dentro desses produtos.
- 28:08Guilherme, como o próprio falar de soja também, ele varia de
- 28:12acordo com o fornecedor. Os nossos nutricionistas sabem
- 28:14disso, que é do fornecedor a é um padrão, do fornecedor b é
- 28:18outro. Em imagens menores, mas há uma
- 28:21variação e do ddgs é maior ainda.
- 28:24Sabe porque, Guilherme, porque se a gente pensar que o farelo
- 28:28de soja é um processo químico, físico, de extração, lembra lá,
- 28:34numa extração de farelo de soja, basicamente o quê você mói o
- 28:37grão EE, coloca um produto químico e tira o óleo perfeito.
- 28:43Na biorrefinaria o jogo é diferente, o tempo é muito
- 28:46maior, o tempo desde que entra o milho no início do processo até
- 28:50a saída do DGS. São 5 dias, pelo menos, 5 dias,
- 28:54então você tem vários processos dentro da biorrefinaria que
- 29:00podem sim impactar o produto derivado perfeito.
- 29:05Então aí que eu eu chamo atenção da necessidade da gente ter
- 29:08pesquisa no Brasil. Porque os DDGS brasileiros, os
- 29:12os derivados brasileiros, são diferentes dos derivados
- 29:16americanos por várias razões. Nossa, gente tem um podcast só
- 29:19para falar disso, tá? Mas é necessário que a gente
- 29:22estude isso no Brasil com os com os pesquisadores brasileiros,
- 29:26que tem feito muitos trabalhos, tá?
- 29:27Guilherme, eu tenho visto isso cada vez mais.
- 29:29As universidades, os centros de pesquisa, estão interessados
- 29:33nisso, não somente as empresas têm patrocinado e financiado.
- 29:37É trabalho nessa área, mas como os próprios pesquisadores, como
- 29:40é um produto que já não é, como eu falei com você, alternativo
- 29:44é. Ele está disponível em várias
- 29:45praças do Brasil, até as universidades mesmo estão se
- 29:47interessando e estão é buscando fazer tese de mestrado, tese de
- 29:51doutorado, para realmente entender um pouquinho melhor.
- 29:54É aquele produto dentro do é do contexto, né?
- 29:57E é fundamental que se faça, tá? Eu falei com você que a gente
- 30:00que na usina se usa muito é Caldeira, ué.
- 30:04Se usa muita cadeira, meu amigo, é porque tem calor lá dentro.
- 30:07Se tem calor. Nós, nutricionistas, sabemos que
- 30:10tem algumas reações que acontecem quando mal
- 30:13trabalhadas, que vai fazer com que os aminoácidos não fiquem
- 30:17digestíveis. Você vai analisar ele
- 30:20quimicamente, ele tá lá. Ah, lisina total deu x eu quero
- 30:24saber o seguinte, quanto que dessa lisina total está
- 30:27digestível? E aí você tem toda uma técnica
- 30:30metabólica para chegar nisso. A energia é a mesma coisa.
- 30:33Não adianta falar na nutrição, energia bruta do do ddg ou de
- 30:37qualquer outro produto. Eu preciso saber quanto que ela
- 30:40é metabolizada ou quanto que ela é digestiva.
- 30:42E isso é é é função sim do do fornecedor que tá te oferecendo,
- 30:47né? É o produto te mostrar, falar,
- 30:49olha, eu fiz isso e deu é XYZ. Aí inclusive existe equações,
- 30:54tá? É se ele não tiver propriamente
- 30:57feito biologicamente. Eventualmente ele pode fazer até
- 31:01é 111 estimativa, né? Por equações, até que eu
- 31:04considero razoáveis, o ideal é fazer biologicamente, mas as
- 31:08equações ajudariam também a ter esses números que são
- 31:11fundamentais para você fazer uma formulação.
- 31:13Eu estou explicando isso porque a maior parte do público que
- 31:15você falou é, não é somente nutricionistas, né?
- 31:18Mas a gente precisa entender biologicamente o produto para
- 31:21não fazer um uso é inadequado. EE perder em resultado é eu eu
- 31:26tive essa semana também por. Por essa reunião que eu estive
- 31:29em São Paulo a semana passada, agora, eu fui chamado para uma
- 31:33entrevista com uma empresa de investimentos.
- 31:35Na verdade, para vocês terem uma ideia, como que esse esse
- 31:37assunto não é de nutrição, não é de produção, é uma empresa que
- 31:41suporta investimentos no Brasil. E fazendo perguntas de nutrição
- 31:44animal as mais capciosas possíveis para entender um
- 31:47pouquinho melhor como que é esse negócio do DDG, como é que, como
- 31:50é que funciona isso? E eu sempre digo, disse para
- 31:53eles o seguinte, e o nutricionista brasileiro?
- 31:56Ele tem um nível de. É 11 padrão de ciência que é
- 32:01muito estrito, então ninguém vai no Brasil, cara, fazer aventura
- 32:06com produto é alternativo, e perder resultado de desempenho é
- 32:12pra chegar lá na última linha é deu um resultado, é adequado
- 32:17financeiramente? Guilherme, isso pode acontecer?
- 32:19Guilherme não é que não possa ser feito.
- 32:22O Guilherme é um suinocultor, tem um sistema produtivo só nele
- 32:25na mão dele. Tá certo, ele pode sim tomar a
- 32:29decisão de falar assim, ó, eu vou baratear a minha dieta, eu
- 32:31vou lançar mão de muito mais alternativos e vou no final da
- 32:36coisa, como a dieta vai ficar mais barata, o resultado vai
- 32:39piorar. XYZE na última linha, eu tenho
- 32:42um resultado ainda, financeiramente é é positivo nos
- 32:47sistemas nossos de produção, Guilherme, e você conhece muito
- 32:50bem todos eles. E aí falando só daqui do
- 32:53integrado. E do sistema cooperado, né?
- 32:56São excelentes sistemas de funcionamento da nossa produção
- 32:59animal. É esse negócio de mexer em
- 33:01resultado, é um negócio meio complicado.
- 33:03Nós dizemos dentro disso, você sabe muito bem do que eu tô
- 33:06falando. Então nossos nutricionistas
- 33:08predominantemente vão lidar com é níveis de incorporação.
- 33:13É que dê um equilíbrio nele na dieta e ele possa aprender ao
- 33:16longo do tempo. Nenhum ingrediente é igual ao
- 33:19outro. Eu falei só de você aí, da
- 33:22lisina no DDGS. Você tem outras complicações
- 33:25nesse processo? Você tem os os aminoar chamado
- 33:28de cadeia ramificada, que aí avança um pouquinho mais
- 33:32tecnicamente. Mas isso só vai fazer sentido se
- 33:35o cara tiver fazendo uma incorporação a níveis mais
- 33:38altos, pelo menos acima de 10% em suínos e em fases mais
- 33:42jovens, abaixo de 10%. Eu não não levaria em
- 33:46consideração esse esse aspecto, entendeu?
- 33:49Mas, novamente, é uma curva de aprendizado que cada
- 33:51nutricionista, cada produtor. Tem que estar entendendo que
- 33:55produto que está sendo recebido e como ele está é entregando no
- 33:59ponto de vista do resultado da da operação, né?
- 34:03Tu, tu, tu comentou liberaldo dessa questão, de toda essa
- 34:08complexidade ou de toda essa ciência que tem por trás?
- 34:13É EEE, falou dos do do de, de dos experimentos ou ou dos das
- 34:19teses aí? Então, sendo, em que nível que a
- 34:22nossa academia tá? Tá?
- 34:25Em que ponto que a gente tá? A gente não pode dizer não.
- 34:28A gente já tá na, na, na, na em relação a avanço, porque a
- 34:33ciência. Não tem limite.
- 34:35É, é. Não tem limite.
- 34:36Mas como que tu diria assim? Como que nós estamos preparados
- 34:40pra essa discussão mais aprofundada?
- 34:43Bom. Eu, eu, pelo que eu entendi o
- 34:46primeiro, eu preciso saber o que eu tenho na mão.
- 34:48É. A partir daí, disso, como que eu
- 34:52faço? AA as relações é primeiro,
- 34:55nutricionais, claro, essas quebras de aminoácidos, a
- 34:59determinação do que é digestivo. Efetivamente, né?
- 35:01Como que nós? Como que a gente está preparado?
- 35:04Guilherme, eu diria que nós estamos bem preparados e
- 35:06estamos. EEE.
- 35:07Estamos crescendo em relação a isso.
- 35:09Primeiro, como eu falei com você, a disponibilidade.
- 35:12De produto no mercado já não é irrelevante, mais nós estamos
- 35:16falando aí, há algo em torno já de umas 500000 t de de
- 35:20derivados, tá? Por mês, 6000000 de toneladas de
- 35:25de derivados por ano. Cada vez mais nós vamos estar
- 35:30sendo impactados por isso, porque tá tá chegando junto aos
- 35:34aos produtores e as perguntas estão vindo, né?
- 35:36E isso movimenta toda a academia para buscar é conhecimento em
- 35:41cima disso. Até para reforçar isso que eu tô
- 35:44falando nos últimos tempos que eu tenho ido em eventos na nossa
- 35:49área de produção em geral de aves, suínos, nossas áreas de
- 35:52monograças em geral é praticamente, você pode dizer
- 35:56todas elas, esses eventos, simpósios, congressos, têm uma
- 35:59palestra sobre é sobre esses derivados.
- 36:04Então isso mostra que realmente já tem 11 conhecimento para
- 36:07poder literalmente divulgar. E provocar, eu acho que esse é o
- 36:12ponto também, provocar mais gente pra poder pesquisar, tá
- 36:15certo? As nossas universidades
- 36:17brasileiras na nossa área são muito bem preparadas.
- 36:20EE, assim a gente pode se orgulhar disso, né?
- 36:23Nós não devemos a nada, é pros melhores centros de pesquisas,
- 36:27eu, nós, nós fizemos um experimento, eu eu posso até
- 36:30citar aqui, porque não é segredo, é junto com uma
- 36:33cooperativa No No Paraná, na primato, eu fiquei
- 36:36impressionado. Com a qualidade da instalação
- 36:39que nós desenvolvemos é esse experimento lá.
- 36:42E foi até com DDGHP mesmo. Esse esse trabalho está
- 36:44publicado, é onde nós incorporamos, é DDGHP.
- 36:47Nas formulações de suínos, eram 1750 suínos.
- 36:49Guilherme interminação num sistema, não sei se você teve
- 36:52esse privilégio de conhecer também num sistema de terminação
- 36:56todo automatizado, robotizado muito preciso.
- 37:05E na qual a gente participou é junto com eles desse experimento
- 37:08com resultados espetaculares, é desempenho.
- 37:11Então você tem uma noção, não estamos falando da universidade,
- 37:13mas nós estamos falando das empresas.
- 37:15As empresas são cada vez mais gabaritadas também pra pra esses
- 37:18é pra esse experimento. Quando a gente vai pra parte
- 37:21mais metabólica, eu diria que aí seria mais a Embrapa e as
- 37:25empresas, é as universidades. Agora, quando a gente vai para
- 37:28os ensaios de crescimento, né, que a gente faz de ensaios de
- 37:30crescimento e desempenho, onde a gente incorpora níveis
- 37:33crescentes, né, para ver até onde que o produto entrega, é
- 37:37mais ou menos essa é o é o desenho.
- 37:38Quando a gente faz um protocolo de ensaio, de crescimento, as
- 37:41empresas fazem isso com muita é tranquilidade, porque tem é
- 37:45sistemas, né, é experimentais que permitem isso, isso tanto em
- 37:49áreas como os suínos. Hoje é uma realidade, é
- 37:51brasileira, dificilmente você vai ter 11 média grande empresa
- 37:54aí que não tenha. Uma própria unidade experimental
- 37:57pra esses, pra esse trabalho. E faz muito sentido, né?
- 38:00Porque ali você vê meio na prática.
- 38:02E aí vem o seguinte Guilherme, da da ciência pra prática, que
- 38:07eu acho que eu talvez seja uma boa contribuição também no
- 38:10nosso, na nossa conversa de hoje, né?
- 38:13Nem tudo que a gente tem no campo a gente tem na grande
- 38:17experimental. Isso parece uma frustração pra
- 38:20gente com pesquisa. É que a gente tenta buscar essa
- 38:23aproximação, né? Olha os desafios, né, que você
- 38:26na área mais sanitária e você sabe disso que a gente tem No No
- 38:29campo verso, quando a gente tem lá nos box bonitinho, né?
- 38:33Tudo muito bem tratadinho um ambiente super 10.
- 38:36Quer dizer, a gente tem diferenças nesse sentido e por
- 38:39isso que eu falo, não se transporta da ciência
- 38:43diretamente para o campo, não a deu incorporação de 30% como o
- 38:46exemplo que eu dei, cara, vamos devagar.
- 38:49Vamos devagar, porque a gente tem uma curva assim que a gente
- 38:53tem que aprender na, na, na introdução de um ingrediente é
- 38:56que não é o tradicional nosso. Não vou nem chamar de
- 38:58alternativa, que não é o tradicional nosso, né?
- 39:01É necessário você ter essa calma para que você faça.
- 39:04E sempre digo o seguinte, Guilherme que é, é ele é
- 39:07desafiado por si só a fazer incrementos de incorporação, e
- 39:11você se lembra disso por quê? Porque toda vez que eu
- 39:13incrementar um pouco mais, como ele vem com 111, ideia de baixar
- 39:17custo. Se eu incorporar, vamos pensar
- 39:19aqui no DDG que é, é, é. É inaceitável que um
- 39:22nutricionista faça uma incorporação dessa de 3%, por
- 39:25exemplo, para começar a brincadeira por só 3%.
- 39:28Ele não vai ganhar nada, ele não vai ver nada, ele não vai ganhar
- 39:31nada porque AA formulação dele não vai baixar nada, vai ser
- 39:351000º de centavos. Então ele tem que entrar com o
- 39:38nível 10%. Pra Ele ter uma, vamos dizer uma
- 39:42força econômica por trás desse, desse desafio que ele tá, porque
- 39:46vai mudar o sistema dele, né? Ele vai ter um produto mais na
- 39:48fábrica? É, é, é sempre um desafio a mais
- 39:52pra se colocar mais um produto na fábrica, né?
- 39:55Então o nutricionista por si só e o sistema produtivo, ele, ele,
- 39:59ele gira nesse sentido. Eu entro com 10, mas em
- 40:01seguidinha, cara, já senti ali que 10 foi legal, eu vou pra 12,
- 40:06eu vou pra 14, eu vou pra 16, e aí você faz realmente a coisa
- 40:09quando você vê. É, você tem condições de de
- 40:13fazer coisas, é extremamente é audaciosas, tá?
- 40:18Eu vou só relatar aqui que que é de uma outra área, é insuínos.
- 40:22Por exemplo, nós fizemos um experimento, isso foi um dos
- 40:25primeiros experimentos que eu participei junto, onde se
- 40:27incorporou 40% de ler do DDGHP. Os resultados foram ruins, cara,
- 40:33os resultados técnicos foram ruins.
- 40:36Porque nem farelo de soja entra 40% na formulação.
- 40:41Se eu meter 40% de soja na formulação de suínos, o
- 40:44resultado vai cair também, né? Então assim, a gente precisa
- 40:48respeitar isso pra aquela coisa. Mas em puedeiras, pra fazer um
- 40:52paralelo aqui em puedeiras, a gente fez um trabalho que até é
- 40:57ficou 7% soja de farelo de soja na formulação da puedeira.
- 41:01E aí eu fui visitar um produtor e falei, Geraldo, o que que você
- 41:04acha? Se a gente tirar 100% do farão
- 41:06de soja? Eu falei, ó, eu não tenho essa
- 41:08resposta para você, mas acho que você pode tentar num lote mais
- 41:12velho, numa experiência sua aqui, você vê como que você vai,
- 41:16vai se comportar isso. A ciência não chega nesse nível
- 41:18de substituir 100% nesse momento, mas eu não tenho dúvida
- 41:23que vai chegar em níveis muito mais alto do que a gente está
- 41:25usando hoje. Então para deixar uma receita
- 41:28meio. É que todo mundo quer saber, Ah
- 41:30não, mas até que nível que você acha que é um nível é
- 41:33interessante de incorporação, eu diria que 15% Guilherme é um
- 41:37valor bem alvo para nós é de suinocultura, pensa em 15% que é
- 41:44um nível, é legal, dá pra ir a 20, dá pra ir a 20, mas eu
- 41:48ficaria feliz de receber de algum é de alguém que ouviu o
- 41:52nosso. A nossa conversa aqui falou Ah
- 41:53não, já, já entrei com 10, já estou em 12 e estou chegando em
- 41:5715, é é mais ou menos por aí. Nesses níveis, aí a gente não
- 42:00vai ter outros tipos de problema, é, é EE tem uma coisa
- 42:05que eu também, nessa experiência de longa data que tivemos juntos
- 42:09também, Guilherme, que Eu Acredito cada vez mais e porque
- 42:11foi coisa vivida. Não foi um negócio em que imitou
- 42:14outra academia, não. Eu sempre acreditei melhor na
- 42:17nutrição em dietas mais complexas do que dietas da base
- 42:22de mídia e soja, pô, puderal, mas.
- 42:24Mini soja é o que tem de do The Best, do The Best, o melhor, do
- 42:28melhor dos mundos é Mini soja. Legal, mas se eu tiver um
- 42:31problema com o soja que eu estou recebendo e saiba você,
- 42:36Guilherme, isso pesquisa mais recente, as variedades de soja
- 42:40que nós estamos plantando cada vez mais nós temos como
- 42:43nutricionista ficar de olho porque estão vindo com mais
- 42:47níveis de fatores anti nutricionais e as nossas.
- 42:52Empresas de produção de falha de soja não estão enxergando isso
- 42:55com a capilaridade, com a necessidade do olhar mais fino,
- 42:59tá isso? São pessoas mais recentes que
- 43:01estão mostrando que os fatores antinutricionais de soja estão
- 43:05aumentando e a gente precisa ficar mais de olho nele.
- 43:08Mas isso mostra para nós o seguinte, quando eu tenho uma
- 43:11dieta aqui, eu não tô dependendo só do milho e da soja eu tenho.
- 43:14Eu tenho no exemplo o derivado de da, da, da biorrefinaria, eu
- 43:19tenho uma farinha de origem animal.
- 43:22Eu vou diluir esse risco de uma variação de um produto.
- 43:26Claro que eu estou considerando gente que o ddg, que eu estou
- 43:29usando, que eu estou, que a farinha que eu estou usando está
- 43:32dentro dos parâmetros que eu consigo ver no meu unir que você
- 43:36citou aí, que é cada vez mais disponível, né?
- 43:39Ou seja, então temos que colocar isso dentro de uma mesma base,
- 43:42de maneira que eu tenho um colchão, na minha opinião, como
- 43:46como experiência no setor. De variabilidade.
- 43:50Então se muda um pouquinho aqui, a lisina que não veio do soja eu
- 43:54tenho do ddg ou para ver melhor aqui eu tenho um ajuste da
- 43:57farinha de carne. Você pode de certa forma
- 44:00equilibrar melhor e ter um resultado mais estabilizado.
- 44:04É insuímos você, nós não vivemos isso no Brasil, é de uma forma
- 44:09muito contundente que foi a retirada das farinhas de origem
- 44:11animal das nossas dieta. Você se lembra bem disso, como a
- 44:15Europa na época da vaca louca disse, olha.
- 44:18Produto que vier aqui de frango não pode ter consumido farinha
- 44:22de origem animal. Isso a lá na época da vaca
- 44:24louca. Quando nós tiramos a primeira
- 44:27rodada, os nossos resultados de de de desempenho dessas é aves
- 44:32que consumiram somente ração vegetariana.
- 44:35Foram um desastre, foram um desastre.
- 44:37Depois a gente conseguiu acertar um pouco, mas nunca foi
- 44:39comparado. AA uniformidade que a gente
- 44:42tinha quando a gente usava as farinhas de origem animal.
- 44:45Então isso vale também, porque eu tô colocando aqui das dietas
- 44:47mais complexas e das dietas que você tem.
- 44:51É somente milho e soja, né? Então tem esses esse ponto aí
- 44:56que eu acho que é relevante. Aí, aí, aí já vai a sugestão pro
- 45:00pro pro próximo episódio mais específico, com com
- 45:05nutricionistas. Mas ele era Aldo dentro desse
- 45:08volume que tu fala aí? Eu fiquei lembrando agora de uma
- 45:11pergunta que foi feita quando eu fui fazer estágio, é, nunca vão
- 45:17me esquecer, é? A pessoa perguntou, quantos
- 45:20sacos de milho uma matriz come? É a matriz, claro.
- 45:26E a sua prole por ano, né? E é daí, pô, na.
- 45:32Você tem que saber quanto primeiro, tem que saber quanto
- 45:33pesa um saco de milho, né? EE, qual que é a produtividade e
- 45:38qual que é a inclusão? Mas assim, uma batida rápida de
- 45:42uma inclusão tanto quanto é. Então talvez aqui já saia uma
- 45:45próxima pergunta pros estagiários é versão 2025 2030,
- 45:52pra gente saber quanto que vai ser esse esse consumo geral.
- 45:55Mas tu já deu uma dica aqui dos 15%.
- 45:59EE Guilherme, lá na usina é um tema também que é muito curioso.
- 46:04As pessoas costumam perguntar muito isso, né?
- 46:06Ah, de 1 t de milho, quanto que dá de ddg e quanto que dá de de
- 46:11de de etanol. Cara, tem usinas e usinas, do
- 46:14ponto de vista de elas buscam muito.
- 46:17É literalmente produtividade na produção do etanol, que
- 46:20obviamente é o que paga mais a conta de uma usina de de etanol,
- 46:23de milho, né? Mas se a gente for falar
- 46:25academicamente, tá gente academicamente.
- 46:28Nós vamos pensar em 1/3 para a produção de etanol, 1/3 para a
- 46:33produção dos derivados e 1/3 é que é CO2, é na produção da da
- 46:39usina. Lá tem OCO 2 também.
- 46:41Que que se perde é agora, se você falar assim numericamente,
- 46:46Geraldo, tem a usina que tinha 420 até o número que tem da
- 46:50associação lá é 420 l. De etanol é por causa da
- 46:56tonelada de de milho, tá, e aí, obviamente a tendência é
- 47:00diminuir é os os derivados, porque naturalmente ela ganha em
- 47:04eficiência, né? E vamos lembrar Guilherme, vamos
- 47:07lembrar, há pouco tempo eu eu falei isso, o cara falou assim,
- 47:11mas como é que você sabe isso, cara?
- 47:13Tempo disso tudo é, qual que é a diferença?
- 47:16Então pergunta para estagiário, né?
- 47:18É o que fermenta da usina. O que que essa caromice fermenta
- 47:23na usina é o conteúdo de amido que tem no milho, no soro, tá?
- 47:28É é em cima disso que essa caromice vai vai produzir OOO
- 47:33etanol, né? Aí a gente pergunta assim, mas é
- 47:36a outra fração, é a fração fibrosa Guilherme, é essa que
- 47:39nos interessa do ponto de vista de da nutrição, que a gente tem
- 47:43que trabalhar um pouquinho mais e é um pouco da do que a gente
- 47:46tem. É provocado aí de de na ciência,
- 47:50né? Para entender um pouquinho
- 47:51melhor as frações fibrosas, que, no monográfico são muito pouco
- 47:55entendidas comparadas com o que os ruminantes já sabem de de
- 47:59fração fibrosa, né? Pelas razões óbvias, é mas Oo
- 48:03que diferencia então o amido da celulose.
- 48:07Aí essa pergunta do do, do estagiário.
- 48:09Aí, Guilherme, basicamente, cara.
- 48:11É só a forma da ligação da glicose, tudo vai ser uma cadeia
- 48:16de glicose, é ligação. Um chama alfa 14 e a outra chama
- 48:22beta 141 seria uma ligação desse tipo e a outra seria disso, só
- 48:28essa diferença na natureza. A natureza é um algo é
- 48:32Superinteressante, né? No mínimo, só essa diferença faz
- 48:36com que uma esteja literalmente disponível e a outra não esteja
- 48:40disponível. Olha a quantidade de beta 14 que
- 48:45tem na natureza pra gente aproveitar.
- 48:47Se a gente tiver a biotecnologia, né?
- 48:50Como Eu Acredito muito que a biotecnologia vai ser a grande
- 48:52ferramenta, é pra ajudar a gente na digestividade desses
- 48:56carboidratos que a gente chama carboidratos.
- 48:58Não amilacios, né? Porque o amilace foi pro pro pro
- 49:02etanol. É uma, é uma ó.
- 49:04Dá para fazer teses e teses, dá para fazer outro, pós doutorado.
- 49:08É só estudando esse EE. Vai ter muito mais gente ainda
- 49:11atrás de mim fazendo. É pesquisando nisso, porque é
- 49:14uma enormidade de oportunidade. Legal Geraldo EEA.
- 49:20Gente vê a mais uma vez a força e a potência do do Brasil como
- 49:25um como um diferencial, né? Por ter toda essa
- 49:28disponibilidade, por ter essa milha ou segunda safra ou até
- 49:32terceira safra, né, então, por ter todas essas características.
- 49:37Eu agradeço ainda. Eu falei isso do casamento
- 49:40perfeito, tá? Nessa apresentação que eu fiz em
- 49:41São Paulo, eu falei exatamente sobre esse casamento, foi a
- 49:44primeira slide que eu coloquei. Eu até quero parabenizar aqui OA
- 49:49todo o sistema produtivo de suínos, né, que a gente já
- 49:51acompanha, os suínos a longa data, os recordes de exportação
- 49:55que estão que estão tendo, né? Não tenho dúvida que o Brasil
- 49:57vai passar a terceiro rapidinho, aí é em exportação, pela pegada
- 50:01que tá é, mas mostrando um casamento perfeito, eu acho que
- 50:05a biorrefinaria casa perfeitamente.
- 50:08Com o sistema produtivo nosso, tá, não tem concorrência, essa
- 50:11história fala, Ah, milho, cara, é um jogo ganha, ganha e nós
- 50:15vamos estar cada vez mais fortalecendo.
- 50:17É o agronegócio brasileiro e é imbatível.
- 50:20Quer dizer, a gente está vivendo tempos, aí é, e temos 11
- 50:24oportunidade ainda enorme, né? Vamos pensar em crescimento do
- 50:27ponto de vista de produção de milho, quantas terras ainda
- 50:30ainda tem, ainda sem desmatar nada?
- 50:32E essa não é não é só a conversa pra pra inglês ver não.
- 50:35A gente que mora aqui sabe e a gente visita o Mato Grosso, não
- 50:38precisa desmatar mais nada, é só realmente investir no que a
- 50:41gente tem lá. E aí vem é uma oportunidade que
- 50:45você falou aí logo nós falamos no início, sogro por exemplo,
- 50:48gente, sogro na minha. Eu sou apaixonado por sogro como
- 50:51nutricionista, tá? Acho que o sogro realmente é tem
- 50:54um papel sensacional dentro do nosso sistema produtivo e muitas
- 50:58áreas onde o cara não vai arriscar botar milho.
- 51:01Que coloque sorgo, porque o sorgo tem.
- 51:03No ponto de vista de suínos, eu não tenho dúvida que quase você
- 51:07pode pagar o mesmo valor num sorgo.
- 51:09Em relação aos suínos, que o resultado é equivalente,
- 51:12naturalmente você vai querer pagar menos pra poder obter um
- 51:14resultado. É mais econômico, né?
- 51:16Mas eu falando nutricionalmente em suínos, pela característica
- 51:19dos suínos é, é, você poderia chegar ao mesmo nível que você
- 51:23estaria, é? Pelo menos equilibrado no ponto
- 51:26de vista de coisa. E obviamente tendo mais produto
- 51:29perto de casa, né? Que esse é o é o grande lance,
- 51:31né? Na medida que você começa a
- 51:32transportar milho lá da região centro Oeste pra abastecer sua
- 51:36operação, talvez se você tiver um sono mais perto, ele
- 51:39certamente vai estar mais, mais competitivo.
- 51:41E aí você tem que pensar um pouquinho mais.
- 51:43É estrutural, né? Pra pra ter essa visão.
- 51:47Muito bom, ótimo. AA conversa aqui, Geraldo, é, é
- 51:51sempre bom ter essa. Essa visão, e é e é o que eu te
- 51:55falei no começo, né? É AA amplitude do dessa
- 52:00plataforma, ela vende de de casos concretos, né?
- 52:04Ou manejos concretos, operações que estão em andamento e também
- 52:08essa ciência um pouco mais apurada e da onde a gente está,
- 52:11aonde a gente pode chegar, onde ainda está.
- 52:14Tateando, né? E te deixo aqui, né, eu te
- 52:17agradeço e te deixo aqui com com uma consideração final.
- 52:20Olha, pra mim foi um. Baita de um privilégio, né?
- 52:23É estar com você aqui, é é um tema realmente que eu sou
- 52:26apaixonado, tenho estudado e tenho dado palestra nesse
- 52:30assunto, tenho dado consultoria, eu citei aqui que eu sou
- 52:33consultor de uma das empresas aí uma das maiores que é a FS, e eu
- 52:36tenho esse privilégio também de estar aprendendo cada vez mais
- 52:39com ele. Vou para dentro da usina, isso é
- 52:41um negócio assim, poucos nutricionistas tem essa
- 52:43oportunidade, né? Eu já conheço o processo deles,
- 52:46eu já vi as enzimas que usa lá dentro, eu já vi coisa assim é
- 52:49literalmente da. De 1111.
- 52:53Área extremamente é sustentável, inovadora.
- 52:59Então eu vibro muito com isso e toda a oportunidade que eu tenho
- 53:02de aprender e poder também mostrar aquilo que eu que eu
- 53:06tenho aprendido, eu fico muito feliz e eu quero agradecer mesmo
- 53:09imensamente a essa oportunidade, tá?
- 53:13Legal, obrigado. E Geraldo.
- 53:14E a gente se vê aí no mundo da Silvio cultura.
- 53:16Um grande abraço. Vamos Deus, se Deus quiser, um
- 53:18grande abraço pra vocês. Tchau.
- 53:21Tá.