Latest / SuinoCast · by PPGVET / ESQUENTA SBZ: NUTRIÇÃO DE SUÍNOS SEM ACHISMO - Dr. Luciano Hauschild | Ep. 369
Transcript
- 0:00Tem um debate muito grande, né, da questão da energia em alguns
- 0:03momentos, que o animal regula muito mais seu consumo pela
- 0:07energia digestiva do que pela energia líquida da dieta, do que
- 0:10a energia digestível que vai determinar ela é a composição em
- 0:13fibra da dieta, né? Mas as nossas dietas aqui,
- 0:16basicamente elas não têm muita fibra, né?
- 0:17Eu estou falando para mim mais crescimento e terminação, né?
- 0:20Então, e óbvio, Ah, eu não me sinto seguro ainda para migrar
- 0:23da energia metabolizável para energia líquida.
- 0:26Eu não vejo assim, necessidade de migrar de uma forma abrupta,
- 0:29né não? Você pode continuar trabalhando
- 0:32com sistema de energia metabolizado se você se sente.
- 0:34Seguro com ele? Mas ao mesmo tempo, você pode
- 0:36ter uma outra plataforma com energia ali, que né?
- 0:38E aí você vai trabalhando com os 2 até o momento que você se
- 0:41sinta seguro, né? Que seu resultado está dentro do
- 0:44que você espera a nível de campo, né?
- 0:46Para nós, como nutricionista, o que que importa, consumo e peso,
- 0:51são as 2 informações que a gente precisa para formular as dietas,
- 0:53né? Consumo e peso, né?
- 0:55As 2 informações são importantes, né?
- 0:57Então, as tecnologias, ao meu entender, seja para o indivíduo,
- 1:00seja para grupo, seja para Bayer, seja para o que for, elas
- 1:03para nós, para nós conseguir colocar na prática a nutrição de
- 1:06precisão, nós precisamos dessas 2 informações.
- 1:09Então, o que vai acontecer? No meu entender, a gente vai ter
- 1:1122 aspectos, que é o que a gente chama de caixa preta, essas
- 1:14informações que são coletados a campo empíricas, né, por
- 1:17sensores no nosso sistema ali dentro, que a gente vai ter que
- 1:20tá um achar uma forma de fazer com que eles trabalhem juntos.
- 1:24Aí a gente vai ter uma nutrição precisa mesmo, né?
- 1:28Daqui 5. Anos, como é que nós vamos estar
- 1:30em nutrição de decisão dentro das granjas, na sua opinião?
- 1:46O swinocast só é possível através do apoio de empresas
- 1:49inovadoras e que apoiam a educação continuada na
- 1:52suinocultura brasileira, novoneses, transformando o mundo
- 1:56através da biologia novos líder em soluções de nutrição
- 2:02inteligente para o crescimento dos negócios na produção de
- 2:05proteína animal. PPG vet, o maior programa de
- 2:11especializações em medicina veterinária do Brasil.
- 2:16Zoetes, líder global em saúde animal.
- 2:21Pegas o Science micotoxinas em tempo real através do nirs para
- 2:25decisões mais seguras e eficientes na sua inocultura.
- 2:29Autec soluções nutricionais eficientes e sustentáveis para
- 2:33fortalecer a sua inocultura. Cerva sempre com você, além da
- 2:38saúde animal. Circunvent CML maior conforto e
- 2:46conveniência para a sua Granja. O desempenho do leitão começa no
- 2:52intestino, resultado ao longo da vida.
- 2:55Tonice ETPX. 59ª reunião da sociedade brasileira de
- 3:00Zootecnia, de 27 a 31 de julho, na ufla, em Lavras.
- 3:04Inscreva se sbz.org.br. Olá pessoal, vamos para mais um
- 3:10episódio do swino cast. Meu nome é Vinícius cantarelli.
- 3:13Sou rost dessa plataforma e sempre trazemos convidados muito
- 3:17especial. Hoje temos um tema bastante
- 3:22interessante relacionado a nutrição, muito importante para
- 3:26nutrição para cadeia produtiva de ruínas, né?
- 3:29O tema de hoje é nutrição sem achismo, da ciência à prática.
- 3:34E aí nós convidamos uma pessoa que, além da competência técnica
- 3:39e científica, acho que é de admirar, né?
- 3:43É um grande amigo e eu e eu tenho uma honra de apresentá lo
- 3:47aqui, que é o professor. Luciano rauschid, professor da
- 3:50Unesp de Jaboticabal acho que todos conhecem, né?
- 3:53Mas eu quero deixar ele se apresentar e contar um pouco da
- 3:56jornada dele antes da gente começar a trabalhar esse tema.
- 4:00Professor Luciano, muito obrigado por ter aceitado o
- 4:02convite e a gente vai ter um bate-papo certamente bastante
- 4:06enriquecedor aqui. Fique à vontade para poder
- 4:09contar um pouco aí da sua jornada.
- 4:11Apesar de já ter participado do swenocast, né?
- 4:13Mas para quem está te ouvindo a primeira vez.
- 4:16Te ouvir aí, como é que foi a sua jornada dentro da suína?
- 4:18Cultura até chegar, né? Nessa, nessa, nessa posição que
- 4:24você está aí hoje, que é bastante importante.
- 4:26Acho que todo mundo, quase ou quase todo mundo, te conhece aí
- 4:29e é bastante querida aí na cabeça, em ícone, obrigado aí
- 4:31mais uma vez. Obrigado a você, professor
- 4:34Vinícius. Obrigado pela senhora do cast
- 4:36pelo convite. Pra mim é uma imensa satisfação
- 4:40estar presente aqui, poder bater um papo com você.
- 4:44Tentar contribuir Na Na surancultura, né?
- 4:47Então agradeço as palavras e brevemente um pouco da minha
- 4:51história como eu cheguei, né? Na posição que eu estou, EE
- 4:58ainda continuo e vou atuar por um bom tempo.
- 5:01Espero né? Na área de surancultura.
- 5:04Eu sou técnico agrícola. Na verdade, a minha família é de
- 5:08origem. Meu pai, ele era professor numa
- 5:10escola agrícola, ensino fundamental.
- 5:12Então desde desde desse momento eu já tinha essa afinidade com a
- 5:17com a produção agrícola e pecuária.
- 5:20E aí no colégio seria o nosso ensino médio hoje, né?
- 5:25Na época eu fiz o ensino médio numa escola agrícola, então de
- 5:28regime de internato, que hoje é um instituto federal.
- 5:32E de lá então eu já tive a oportunidade de trabalhar com
- 5:35suínos e conhecer, né? Um pouco do manejo das práticas
- 5:38e posterior a isso eu trabalhei é em outras atividades, não
- 5:43especificamente com suíno, mas eu consegui entrar na cadeia de
- 5:46suínos para trabalhar, fazer um estágio e fui contratado para
- 5:51trabalhar como técnico agrícola Na Na yargo de Itaqui, na
- 5:54suinicultura yarco e lá permaneci por 1 ano e tive uma
- 5:59experiência fantástica, né, prática e tudo mais.
- 6:02Mas eu sempre sentia a necessidade que precisava voltar
- 6:05pra me qualificar e pra voltar um pouco mais qualificado, né?
- 6:10Pra atuar Na Na circultura. Então eu voltei pra
- 6:13universidade, fiz cursinho, pré vestibular EE, consegui
- 6:18ingressar na Universidade Federal de Santa Maria e lá no
- 6:21primeiro mês já comecei a fazer estágio, né?
- 6:23No setor de circultura professor Lovato.
- 6:27E. E ainda continuei mesmo na
- 6:31graduação. Acho que continuei ainda
- 6:34realizando em estágio em Granja, na indústria, no período das
- 6:37férias, né? Sempre achei um setor muito
- 6:39atrativo e sempre tive uma paixão pela sonocultura, né?
- 6:44E posterior à graduação. Então, tive a oportunidade de
- 6:47ficar um tempo Na Na BRF, trabalhar como trainee, fábrica
- 6:51de ração e voltei a universidade para fazer o mestrado e depois
- 6:54fiz o doutorado. E ao final do doutorado, tudo
- 7:00com o professor Lovato. Eu fui convidado pra trabalhar
- 7:04num pós doutorado com aves, né? Não mais suínos, né?
- 7:07Mas implementar algumas coisas que a gente já havia
- 7:09desenvolvido com com os suínos, né?
- 7:11Então vim pra aqui pra universidade estadual, é é
- 7:16Jaboticabal. E.
- 7:19Iniciei então o pós doutorado e foi no momento esse que abriu
- 7:22uma vaga para professor na área de nutrição de não ruminantes e
- 7:25prestei o concurso e fui aprovado.
- 7:27Então são 15 anos aqui Na Na Unesp de Jaboticabal, né?
- 7:31Trabalhando na área de suinocultura, lecionando
- 7:34disciplina de suinocultura, conduzindo pesquisa com nutrição
- 7:37de suínos, né? Assim, um pouquinho da.
- 7:40Da minha história, né? E a gente então coordena uma
- 7:43equipe na pós graduação e tem um laboratório onde a gente
- 7:46consegue conduzir pesquisas, né? Muito bom, professor.
- 7:51Obrigado por compartilhar essa jornada, né?
- 7:54Da escola técnica pra ser uma das maiores referências em
- 7:58nutrição do Brasil. Eu digo isso com toda certeza,
- 8:01né? Professor Luciano é um dos das
- 8:05referências em nutrição de precisão, mais recentemente
- 8:08trabalhando na relação nutrição e saúde com excelentes
- 8:12resultados de experimentos. Então pra mim é uma honra poder
- 8:16bater um papo aqui com o professor Luciano.
- 8:19É desse tema tão importante. Nós eu comentei com vocês no
- 8:24início, né, que nós vamos tratar desse tema nutrição sem achismo
- 8:28da ciência prática. E eu queria contextualizar um
- 8:31pouco. Nós geramos muitas informações
- 8:36de resultados de pesquisa, né? Como eu te falei, como eu falei
- 8:40pra vocês, o professor Luciano é 11.
- 8:46Grande fonte de resultados de pesquisa relacionada a essa
- 8:51área, né? É.
- 8:53O lab sui hoje é uma referência pelo professor Luciano e sua
- 8:57equipe. E além de outros que geram
- 9:02muitas informações, né? Hoje, a literatura é cada vez
- 9:05mais. É.
- 9:07É recheada de várias informações, mas a gente
- 9:11percebe. Professor Luciano, que rapaz é
- 9:16eu, eu me pergunto, tantas informações que nós temos hoje,
- 9:20tanto conhecimento que nós temos hoje, né?
- 9:25É. E.
- 9:27E o que que realmente está sendo aplicado, né?
- 9:30Nessa na linha de frente, quem está na linha de frente dos
- 9:33nossos colegas nutricionistas, que afinal estão na linha de
- 9:37frente, não é fácil, né? Aplicar as tecnologias ou os
- 9:40conhecimentos que são gerados? É.
- 9:44EE eu fico pensando nessa nessa lacuna que existe entre o que é
- 9:49gerado de conhecimento. E o que é aplicado, né?
- 9:53Então, se a gente se eu for começar com uma primeira
- 9:56pergunta, eu diria que hoje a nutrição de suínos é baseada em
- 10:00ciência ou ainda tem muito achismo.
- 10:07Excelente pergunta pra gente refletir, né, Vinícius?
- 10:12EE pensar a respeito disso, né? É de fato assim.
- 10:16A gente tem 1 o volume muito, muito grande de informação, né?
- 10:19Sendo gerada e. Que eu acho que é bom, é, é
- 10:22salutar, né? Quanto mais pesquisa, quanto
- 10:26mais informação, quanto mais resultado a gente tiver, melhor
- 10:31vai ser pra ciência básica, pra cadeia produtiva, acho que pra
- 10:36todos os aspectos isso é isso é bom.
- 10:39É óbvio que dentro da pergunta que você fez, né, o que a gente
- 10:44precisa é fazer é é filtrar todas essas informações, né?
- 10:51EE saber o que pode ser aplicado, o que pode ser
- 10:55transformado, né, em prática e aplicabilidade do de tudo isso
- 10:59que está sendo gerado, né? Às vezes a gente testa uma
- 11:02determinada hipótese. EE ela.
- 11:07Acaba não sendo verdadeira. Isso não quer dizer que aquilo
- 11:12tenha que ser desvalidado, que aquilo algum dia não possa ser
- 11:16aplicado, né? Eu acho que talvez.
- 11:18Nesse caso, dependendo da situação, a gente precisa
- 11:20estudar, estudar, estudar mais para entender melhor o que a
- 11:23gente tá avaliando, né? Para ver se aquela hipótese não
- 11:27pode ser é algum momento é verdadeira, né?
- 11:30E quando eu falo em filtrar, é, por exemplo, eu acho bem
- 11:35interessante. Tava lendo, já tinha lido e
- 11:37voltei a ler de novo. Uma revisão do do noblé, do
- 11:42ganoblé, né? Pesquisador aí reconhecido na
- 11:44área de energia líquida, né? Ele colocando isso, né, que nós
- 11:48temos muita informação hoje, é muito mais do que nós tínhamos
- 11:52ainda, mas ainda precisa mais informação de avaliação do
- 11:54potencial nutritivo dos ingredientes, né?
- 11:56Do ponto de vista de energia líquida, né?
- 11:59E mas ele chama atenção, que é importante que a gente entenda,
- 12:03né? A gente como nutricionista e
- 12:05acho que é importante pra todos os técnicos, né, essa informação
- 12:07que a gente tá captando, ela não deve ser basicamente o número
- 12:11que ela gera, né? Vamos supor, é tdgs, eu vou lá
- 12:15e. Avaliam o experimento que foi
- 12:18realizado para determinar a energia líquida energia
- 12:20metabolizável do ddgs. Mas é importante que a gente
- 12:24conheça e é isso que ele coloca, né?
- 12:26As técnicas que foram utilizadas para chegar aquele valor, né?
- 12:31Então supor que você testou a energia líquida para um
- 12:34determinado ingrediente que tem muita matéria, muita, muita
- 12:41matéria mineral, né? Cinzas, né?
- 12:43Isso acaba influenciando Na Na digestibilidade do da dieta como
- 12:47um todo, né? Então será que isso foi ajustado
- 12:51no momento de testar esse ingrediente, né?
- 12:53Um outro exemplo também, você determina energia líquida no
- 12:58ingrediente que tem muita proteína, mas é aí você
- 13:01trabalhou com o método de substituição, mas a tua dieta,
- 13:06Ela Foi ajustada para ter baixa proteína, considerando que você
- 13:08vai colocar um ingrediente de alta proteína, né?
- 13:12Então, são todos os aspectos que a gente sabe que tem informação,
- 13:15mas às vezes a gente esquece de entender e ver qual a
- 13:19metodologia que foi aplicada para determinar aquele valor,
- 13:21né? Então esse esse é um dos pontos
- 13:24que eu chamaria atenção, né? A ciência, ela é importante, ela
- 13:26é relevante, mas ao mesmo tempo a gente tem que entender se os
- 13:31métodos estão sendo padronizados, se a gente está
- 13:34levando isso em consideração ou não, né?
- 13:38Esse é um ponto importante, né, que eu considero, né?
- 13:42Mas nada disso invalida tudo que está sendo feito, né?
- 13:45É mais uma uma crítica construtiva, né, pra gente saber
- 13:50de onde essa informação está vindo, né?
- 13:51E isso vale pra tudo, né? Níveis nutricionais, programas
- 13:55nutricionais, programas alimentares, né?
- 13:59E é sempre importante dentro desse contexto de muita
- 14:02informação que está sendo gerada a nossa visão.
- 14:05Ela vai ser sempre holística, né?
- 14:07Você não vai ter uma receita específica pra uma determinada
- 14:10situação, né? Você vai ter um conjunto de
- 14:13informação que você vai ter que extrair dali um conjunto de
- 14:16resultado, digamos assim, né? Informação que você vai ter que
- 14:19gerar um conhecimento que possa ser aplicável, né?
- 14:22Talvez esse também seja um dos grandes desafios, né?
- 14:25A 59ª reunião da sociedade brasileira de Zootecnia acontece
- 14:29de 27 a 31/07/2026, na Universidade Federal de Lavras.
- 14:35Um festival de ciência e tecnologia na produção animal
- 14:38que combina programação técnico científica, feira
- 14:41agrotecnológica e Festival Gastronômico e cultural.
- 14:44Acesse sbz.org.br barra reunião 2026 e se inscreva.
- 14:55É e transformar é, é essa, esse que é o ponto, né, professor
- 14:59Luciano? Transformar, sair da informação,
- 15:03gerar conhecimento e consequentemente, gerar valor
- 15:09com isso, né? Eu acho que essa não é nem essa
- 15:12ponte, mas essa trilha. Que ela deve ser bem construída,
- 15:16né? E quando eu te provoquei nessa
- 15:18primeira pergunta, o que ainda é achismo, né?
- 15:20O que está sendo realmente aplicado?
- 15:23Porque quando a gente pensa em nessa trilha, você tem que ir
- 15:28passando os bastões, né? Aquela pesquisa básica, depois
- 15:32uma pesquisa mais aplicada até as validações em condição de
- 15:37campo para realmente o nutricionista que está ali, o
- 15:39nutricionista formulador, não somente o nutricionista
- 15:43conceitual que eu chamo, que é o nosso caso muitas vezes, né?
- 15:46Nós estamos trabalhando conceitos, não estamos na linha
- 15:49de frente em formulações dentro das das empresas, mas esses
- 15:54bastões tem que ser bem passado e tem que ser bem traduzido, né?
- 16:00Mas dentro disso? É.
- 16:02Uma outra pergunta aqui, na tua opinião, qual que foi a
- 16:06principal mudança real nos últimos anos?
- 16:12Assim, pra nutrição dos suínos, qual que é a tua opinião nesse
- 16:15sentido? Mudança real?
- 16:18Qual foi a principal? A principal mudança real na
- 16:22nutrição dos suínos nos últimos anos?
- 16:25Ah, legal. Excelente colocação, Vinícius.
- 16:28Bom, é se a gente for pegar os últimos 3040 anos, né?
- 16:34O que nós tínhamos de eficiência, não digo tanto
- 16:38alimentar, mas talvez mais nutricional da utilização dos
- 16:42nutrientes, principalmente proteína.
- 16:43Vamos pegar como exemplo, né? Eficiência da utilização de
- 16:46nitrogênio, né? 3040 anos atrás nós tínhamos uma
- 16:50eficiência no caso de suínos que giravam em torno de 3040 por
- 16:54cento, né? Hoje nós já estamos com uma
- 16:56eficiência próxima a 50 a 60% da utilização do nitrogênio, né?
- 17:00Pegar mais especificamente um aminoácido, por exemplo, visina,
- 17:03né? Então estamos chegando pro
- 17:05próximo 60%, né? O que que fez com que a gente
- 17:09avançasse tanto a ponto de dizer que chega a ser o dobro do que
- 17:12nós tínhamos, né? 3040 anos atrás, né?
- 17:16Óbvio que não é um aspecto só, né, mas.
- 17:19A biotecnologia, principalmente a possibilidade que a gente
- 17:23teve, né, de ter hoje n aminoácidos industriais que
- 17:28podem ser suplementados na dieta, né?
- 17:31Isso deu um ganho muito grande, né, por causa da proteína.
- 17:35Então a gente está conseguindo reduzir proteína principalmente
- 17:37para leitão, né? Não pode ter proteína
- 17:40indigestiva chegando no intestino grosso, né?
- 17:43Leitão recém desmamado. Além disso, a gente conseguiu
- 17:45baixar a proteína. E foi um aspecto muito, muito
- 17:49interessante em melhorar principalmente a eficiência da
- 17:52utilização desse nitrogênio que o animal tá consumindo, né?
- 17:54Então reduzindo custo, reduzindo impacto ambiental, né, que isso
- 17:58causa Na Na dieta, né? Isso eu acho que foi um ganho
- 18:02muito interessante, mas ao mesmo tempo é é interessante ver isso,
- 18:05né? Porque ao mesmo tempo que você
- 18:11construiu essa história de melhora da eficiência de
- 18:14utilização de nitrogênio, né? Nós precisávamos também melhorar
- 18:19o aspecto associado, a forma como o animal utiliza a energia
- 18:24que ele está ingerindo, né? Então esse progresso eu estou
- 18:26falando do ponto de vista mais alimentar, né?
- 18:30De dieta, né? Esse progresso a gente observou
- 18:33também na questão dos sistemas de energia, né?
- 18:36Então parte um projetivo bruta digestivo metabolizável energia
- 18:40líquida, né? Claro que se foi criado
- 18:43principalmente dentro de um contexto na Europa, né?
- 18:45Pensando em ingredientes alternativos, mas também
- 18:47associado a esse avanço que a gente teve aí no caso dos
- 18:51aminoácidos, né? Então não adiantava formular uma
- 18:53dieta com baixa proteína se o nosso sistema ele não fosse
- 18:57capaz de corrigir essa redução da proteína com o aumento do
- 19:01carboidrato entrando na dieta, né?
- 19:03Então surgiu se aí uma nova tecnologia frente a isso, né,
- 19:07que foi o sistema de energia líquida, então.
- 19:10No meu entender, foram grandes avanços que a gente teve, né?
- 19:13Do ponto de vista de avaliação de alimentos, agora, do ponto de
- 19:16vista de do animal, né, que nós sempre tem que lembrar que nós
- 19:19temos 2 componentes, nós temos nossa dieta, né?
- 19:21E nós temos o nosso animal. E como nós podemos fazer para
- 19:24que eles tenham a mesma unidade a ser expressada no momento de
- 19:28formular a dieta, né? Então a energia ali, que na
- 19:31verdade ela, ela, ela persibilita isso, o uso de
- 19:33aminoácido também, né? Mas ainda um grande desafio que
- 19:37eu vejo. É a questão de conhecer a
- 19:42exigência do nosso animal, né? E aí nesse aspecto, a gente
- 19:45entra num outro debate, que a exigência desse animal, ela é
- 19:48definida numa condição ideal, mas como é a exigência do animal
- 19:52numa condição de desafio, né? Então esse talvez seria uma das
- 19:56coisas que ainda a gente já trabalhou bastante, já melhorou
- 20:00bastante, já melhorou a genética dos animais, né?
- 20:04Mas como tem sido pra gente definir esses níveis, né, que aí
- 20:07é 11 área que a gente pode. Ter mais tempo para discutir
- 20:11aqui certamente é bem interessante.
- 20:14Eu ainda quero entrar nesse tema.
- 20:16Exigência nutricional, obviamente, né?
- 20:18Até porque a gente precisa de. É.
- 20:23É um quebra cabeça, né? Entre o animal e o que que nós
- 20:26precisamos de nutrir dessa biologia que está nesse animal
- 20:29para expressar o melhor desempenho?
- 20:31E aí nós estamos falando de exigência e depois também de
- 20:34desafios. É.
- 20:36Frente AAA que esse animal passa, né?
- 20:39Seja estresse por calor ou desafios sanitários, nós vamos
- 20:43tratar desse assunto ainda. Eu sei que suas nos últimos anos
- 20:46você tem feito muitos esforços para gerar resultados nesse
- 20:48sentidos, mas antes da gente entrar na exigência é, eu ainda
- 20:52quero pontuar algumas coisas. É na questão da dieta em si,
- 20:57principalmente nesse binômio proteína ideal e energia
- 21:01líquida, que já tem um tempo, né Luciano que?
- 21:06É, nós já temos muitas informações, apesar de que eu
- 21:12acho que a energia líquida ainda é um ponto crítico.
- 21:15Né? Que acho que precisa evoluir.
- 21:18Mas até mesmo a proteína ideal, né?
- 21:21É da proteína ideal. O que que virou realidade
- 21:25prática e o que ainda é teoria, na tua opinião?
- 21:29Porque, por exemplo, quando a gente fala em proteína ideal, é.
- 21:33Tem muita gente que ainda fica num num ajuste de aminoácidos
- 21:38que já estão aqui há muito tempo, né?
- 21:39Mizina, meteonina, treonana, treonina.
- 21:41E hoje nós temos 11 leque muito maior de aminoácidos, né?
- 21:46Então, dentro de proteína ideal, Oo que é realidade prática.
- 21:51E ainda, o que tá no campo da teoria?
- 21:54Bom, excelente, né? É de fato, né, a gente aumentou
- 21:58muito mais a gama do que nós tínhamos, né?
- 22:00Basicamente nós começamos com 23 aminoácidos, hoje estamos com 56
- 22:03aminoácidos, né? EE, esse é um exemplo típico
- 22:07assim, né, de como a ciência, bem como você comentou, ela,
- 22:11conseguiu ser transformada em aplicabilidade prática, né?
- 22:15Proteína ideal pode ter suas limitações e tem, obviamente,
- 22:19né, mas é uma das ferramentas que a gente tem hoje e que a
- 22:23gente consegue. Aplicar de fato a campo, né?
- 22:28Um dos aspectos que eu destacaria, né?
- 22:30Dentro do seu comentário, Vinícius, qual seria AA
- 22:35limitação? Alguns aspectos associados a
- 22:38isso da aplicabilidade dessa tecnologia, né?
- 22:41Dessa inovação que já nem é mais inovação, já é prática hoje, né?
- 22:45É, é eu que tenho. Visto muito em Congresso tem
- 22:51sido discutido, né? A gente sabe e consegue formular
- 22:56pelos aminais essenciais, né? Ajustar mais eles mais próximos
- 23:02do que um animal precisa, né? Mas ainda assim a gente tem um
- 23:05pouco de dificuldade. Acabei até pulando isso.
- 23:08Não era bem essa sua pergunta, né?
- 23:09Mas eu gostaria de comentar isso dos não essenciais, né?
- 23:13EE, óbvio que do ponto de vista analítico, né?
- 23:19Tem hoje condições financeiras de fazer uma análise, a gente
- 23:22faz por neers. Tem uma estimativa próxima, né,
- 23:26para os principais aminoácidos, mas os não essenciais ainda.
- 23:29A gente ainda demanda de pouco mais de informação, né?
- 23:33E para isso que eu tenho visto é, é trabalhar e tem mostrado
- 23:36alguns trabalhos. É trabalhar a relação lisina,
- 23:39proteína da dieta, né? Porque se você conseguir atender
- 23:42essa relação, é consequentemente.
- 23:46Essa relação você vai estar levando em consideração também
- 23:49os aminoácidos não essenciais, né?
- 23:51Pra que isso não seja prejudicado.
- 23:53E isso pode variar de acordo com a condição que você tá um
- 23:56animal. Se é uma condição boa, se é uma
- 23:58condição desafiadora, então vai mudar essa relação, porque
- 24:00alguns aminoácidos não essenciais são importantes
- 24:02também pra alguma condição de desafio, né?
- 24:06E aí, óbvio que vai mudar de acordo com a fase, com a idade
- 24:09do leitão, né? Isso?
- 24:12Torna mais prático aplicabilidade ainda da proteína
- 24:16ideal, porque você não vai estar só considerando esses aminoácido
- 24:19que você tem capacidade de suplementar, né?
- 24:22Você vai estar levando em consideração também os
- 24:24aminoácidos não essenciais, né? Então esse é uma das coisas que
- 24:27eu tenho visto assim e tem sido bastante estudado, né?
- 24:30E tem trazido bastante informação acerca disso, né?
- 24:33Então, e os outros aminoácidos ainda que não são usados, que já
- 24:37estão disponíveis, às vezes é mais uma questão de custo mesmo,
- 24:41né? Que aí você avalia a viabilidade
- 24:45econômica de você conseguir suplementar eles, né?
- 24:49Agora que? A gente tá passando uma
- 24:51dificuldade aí, né? De disponibilidade de aminoácido
- 24:55industrial, né? Sim, é, mas é.
- 24:58É interessante essa abordagem tua, né?
- 25:01Porque é cada vez mais temos os aminoácidos EE.
- 25:06Com o tempo, eles vão tendo um. Custo de oportunidade melhor pra
- 25:12poder entrar nas formas. Mas esse ponto que você colocou
- 25:16é muito importante, a relação da da lisina com a proteína bruta,
- 25:22considerando os aminoácidos não essenciais, que nós temos que
- 25:25estar muito atento a isso, principalmente num tema que eu
- 25:28quero abordar daqui a pouco contigo, que são os desafios,
- 25:33né? Sanitários e aí por diante.
- 25:35Aí entram outros aminoácidos que são bem importantes.
- 25:39Mas agora passando pra energia, né, eu acho que é um ponto
- 25:42crítico, né? Energia é, eu acho que é o maior
- 25:47gargalo ainda da nutrição talvez, né?
- 25:52É, dentro disso, o sistema de energia líquida resolve esses
- 25:58gargalos, né EEEEE? E o ponto é assim, se nós bem,
- 26:06primeiro isso, né? Assim, a primeiro é essa
- 26:08pergunta, né, a energia líquida, ela resolve esse fato assim,
- 26:12gargalo esse, esse, esse ponto crítico, né?
- 26:16É. E segundo, de fato, se a gente
- 26:19erra na energia, os outros, o restante da da, da, do programa
- 26:25nutricional fica. Comprometido, boa.
- 26:29Excelente ponto pra gente discutir, né?
- 26:32É Oo que a gente tem muita informação hoje, que a gente tem
- 26:37muita segurança para formular ainda.
- 26:39É energia metabolizável, né? Pela facilidade que a gente tem
- 26:43de gerar e avaliar alimentos, né?
- 26:46É muito fácil hoje, né? Não é fácil, né.
- 26:50É claro que se demanda estrutura, né, dentro das
- 26:53universidades, sendo de pesquisa, né?
- 26:55Mas nada se compara a fazer uma avaliação de energia líquida,
- 26:58né? Que aí você tem a possibilidade
- 27:00de trabalhar com calorimetria indireta, que são equipamentos
- 27:03muito caros, sofisticados, né? EE, um investimento alto, né?
- 27:08Então o que limita, ao meu entender um pouco hoje a energia
- 27:12líquida é que a gente tivesse mais universidade, mais centro
- 27:18de pesquisa fazendo avaliação de energia líquida, né?
- 27:21Então são alguns. Locais específicos que fazem
- 27:24esse tipo de avaliação, né? E a gente tem uma gama muito
- 27:26grande de ingredientes que está sendo utilizados, né?
- 27:29E a gente basicamente aqui no Brasil, né.
- 27:31A gente formula com base nas nas equações propostas pelo
- 27:35giannoble também do inrah, né? EE, que na verdade, quando é
- 27:42ingrediente. Fica um pouco mais difícil,
- 27:45porque as equações foram definidas, né?
- 27:47Para fazer estimativa para dietas, né?
- 27:49Conjunto de dietas foram várias dietas que foram avaliadas para
- 27:52chegar a uma equação para fazer estimativa daquela dieta, né?
- 27:56É no ingrediente. Nem sempre essas equações se
- 27:58aplicam, né? Para fazer a estimativa da
- 28:00energia do ingrediente, né? Então, o correto do ingrediente
- 28:04seria a gente avaliar o ingrediente, né?
- 28:07Mas aí a gente depende, né, da estrutura, equipamentos que
- 28:10possam fazer esse tipo de avaliação, né?
- 28:13Então esse é uma das das limitações que eu vejo hoje, da
- 28:16aplicabilidade, né? Mas transformar essa ciência em
- 28:20em aplicação prática, né, que a gente ainda depende de
- 28:23estrutura, né, que possa fazer esse tipo de avaliação, né.
- 28:26Então acho que no contexto aqui do Brasil, por exemplo, a gente
- 28:29usa, né, agora está o professor Stein, está fazendo avaliação
- 28:32também, né. Aí a Europa, Holanda, França,
- 28:37né, são poucos locais e ainda que fazem, então a gente acaba
- 28:40usando, né? Essas estimativas que são de um
- 28:43contexto bem diferente do nosso, né?
- 28:45Dos ingredientes que a gente tem, né?
- 28:47Da composição dos ingredientes que a gente tem, né, claro que
- 28:51vai ter um erro, mas não é também um erro muito absurdo,
- 28:54né? Ainda dá para utilizar e dá para
- 28:57formular. Eu vejo, não vejo isso com uma
- 28:58grande limitação, mas o ideal seria que a gente pudesse ter
- 29:01umas avaliações aqui dentro das nossas condições, né?
- 29:05Tem um debate muito grande, né, da questão da energia.
- 29:09Em alguns momentos que o animal regula muito mais seu consumo
- 29:13pela energia digestiva do que pela energia líquida da dieta,
- 29:16né? Porque a energia digestível que
- 29:18vai determinar ela é a composição em fibra da dieta,
- 29:21né? Mas as nossas dietas aqui,
- 29:24basicamente elas não tem muita fibra, né?
- 29:26Eu tô falando pra mim mais crescimento e determinação, né?
- 29:28Então eu acho que a energia líquida ela se aplica bem pra
- 29:31determinar o desempenho esperado daquele mar utilizando esse
- 29:37sistema de energia, né? E óbvio, Ah, eu não me sinto
- 29:40seguro ainda pra migrar da energia metabolizável pra
- 29:43energia líquida. Eu não vejo assim necessidade de
- 29:46migrar de uma forma abrupta, né não?
- 29:49Você pode continuar trabalhando com o sistema de energia
- 29:51metabolizável se você sente seguro com ele, mas ao mesmo
- 29:54tempo você pode ter uma outra plataforma com energia líquida e
- 29:57aí você vai trabalhando com os 2 até o momento que você se sinta
- 30:00seguro, né? Que seu resultado está dentro do
- 30:03que você espera a nível de campo, né?
- 30:06Mas eu não deixaria de migrar, né?
- 30:08Gradativamente para um sistema de energia líquido, né, porque
- 30:11ele é mais, né eficaz comparado do sistema de energia
- 30:14metabolizável, né? Ele considera todos os
- 30:17componentes que você tem nas dietas macromoléculas, proteína,
- 30:20lipídio, carboidrato, fibras, principalmente, né?
- 30:24Que é um aspecto bem importante que está sendo levado em
- 30:26consideração, né? É, eu concordo contigo, Eu
- 30:31Acredito que é assim. Pelas condições que nós temos
- 30:37hoje, principalmente no Brasil, de gerar informações, resultados
- 30:42de energia líquida muito limitado, mas quem já puder ir
- 30:47fazendo essa transição, atendo essas 2 plataformas, porque em
- 30:51algum momento isso vai virar a chave.
- 30:53Né? E aí sim.
- 30:55Certamente passa a ser mais preciso, vamos dizer assim.
- 31:02Professor Luciano, falando em preciso, vamos pra tratar um
- 31:07pouco sobre a exigência nutricional e aí obviamente nós
- 31:11vamos ter que entrar no tema aqui que você tem uma grande
- 31:15expertise que é nutrição de precisão, bem, nós, a grande
- 31:23maioria da nutrição dos suínos hoje, na prática ainda
- 31:27formulamos pela média, né? É.
- 31:32Mas nós já temos não só resultados de pesquisa bem
- 31:40validados, mas a gente já começa a ver algumas tecnologias e
- 31:46alguns conceitos sendo aplicados na prática.
- 31:49Então, na tua opinião, nutrição de precisão é conceito ainda ou
- 31:56já tem? Algumas coisas que já estão
- 32:00sendo aplicadas na prática. E como é que você vê essa
- 32:05evolução entre a ciência, o que é gerado de informação e você?
- 32:10Aí é tua equipe, é uma fonte do que realmente a gente pode ou já
- 32:15está sendo aplicado. Legal, Vinícius.
- 32:20É o primeiro passo que a gente precisa, né?
- 32:24Pra. Pra poder entender esse contexto
- 32:28de nutrição de precisão, né? É as diferentes etapas que a
- 32:33gente tem dentro da nutrição de precisão, né?
- 32:35Então você tem nutrição de precisão pra indivíduos que é
- 32:3911, sonho, né, que a gente espera que um dia possa se
- 32:42tornar realidade, né? E é você alimentar cada
- 32:45indivíduo, né? Mas você tem alimentação também
- 32:51que é passível hoje, né, das tecnologias que estão chegando.
- 32:54Pra categorias, pra grupos, seja categoria de peso, seja pra
- 32:58sexo, né? Aí a gente tem exemplos aí de
- 33:00equipamentos que estão disponíveis que permite
- 33:03alimentar por Baia, né? E a alimentação, que é a mais
- 33:08convencional hoje, que foi essa que você mencionou, que aí é pra
- 33:10população, que é a média da população, né?
- 33:13A resposta média da população não quer dizer que é o indivíduo
- 33:15médio, é a resposta média da população, né?
- 33:18Pensando num grupo, num galpão como um todo, né?
- 33:20Então são os 3 contextos que a gente tem, né?
- 33:23E todos os contextos, no meu entender, a gente tem que pensar
- 33:28e tem que discutir nutrição de pressão dentro de cada contexto,
- 33:30né? Ele vai ter a sua precabilidade
- 33:32dentro de cada contexto desses 3 que eu estou mencionando, né?
- 33:36Então, no contexto prático, hoje o nosso vamos falar no sistema
- 33:40convencional, né? Como a nutrição de precisão
- 33:42estaria inserida nesse contexto de população, né?
- 33:47É. Eu tenho visto, né?
- 33:51É. No caso específico, instruindo
- 33:54em crescimento, que é o mais é a fase, que é o mais trabalho, né?
- 33:57Crescimento e determinação, né? Então a gente tem basicamente 2
- 34:01m que a gente utiliza pra existir uma exigência, né, que o
- 34:04dose resposta e o fatorial, né? E ambos os métodos são
- 34:10extremamente importantes. Então se a gente recorre a
- 34:12tabela brasileira, recorre ao NEC, né, a gente vai ter essas
- 34:152, esses 2 m ali inseridos, né, pra você ter esses, esses esses
- 34:20valores, né? Então, dentro da informação que
- 34:24a gente está obtendo, seja de tabela, seja de artigo, né?
- 34:28É, a gente não pode esquecer que a exigência, de fato ela é uma
- 34:35definição teórica. Né?
- 34:39O que importa é pra gente a nível de campo é o nível ideal
- 34:43que você quer pra otimizar a resposta dos seus animais, né?
- 34:47Então seja lá onde você obter essa informação, né?
- 34:50Você não vai obter um valor de exigência, você vai obter um
- 34:53valor de um nível ideal que você vai aplicar dentro do teu
- 34:56contexto pra otimizar a resposta dos teus animais.
- 34:59Pode ser resposta econômica, pode ser resposta associada a
- 35:03alguma característica de qualidade de carne, rendimento
- 35:06de carcaça. Então você tem n critérios ali
- 35:08que um deles você vai escolher e esse vai ser o seu nível ideal.
- 35:12Mas não vai ser tua exigência, porque a exigência é SIM 1
- 35:14contexto teórico, né? E aí, conhecendo esse contexto
- 35:18teórico, a gente tenta extrapolar isso por uma condição
- 35:20prática que seria, nesse caso, o nível ideal, né?
- 35:24E aí a gente tem que entender que nem todo método ele vai te
- 35:27dar a possibilidade de ter esse nível ideal, né?
- 35:30Quando você parte pro método fatorial, por exemplo, ele vai
- 35:32te dar um único nível. E esse nível tá muito mais
- 35:35associado a aspectos de deposição de carne Maga, né?
- 35:40Deposição de proteína, né? Não necessariamente outros
- 35:44aspectos, né, como conversão, né, apesar de que né, deposição
- 35:47de proteína, quanto melhor, melhor vai ser a conversão.
- 35:49Isso que você espera, né? Quanto mais carne magra, melhor
- 35:52vai ser a conversão dos seus animais, né?
- 35:54Então se você utilizar esse critério, você consequentemente
- 35:57otimiza a conversão também, né? Mas já o dose resposta, ele te
- 36:01dá n possibilidades de você ter diferentes níveis, diferentes
- 36:05critérios pra você otimizar, né, dentro da tua população.
- 36:08Então esses aspectos eu acho que é importante quando a gente fala
- 36:10de exigência, né? E aí como a gente tem evoluído
- 36:13para obter o valor, seja no método, seja no outro, né?
- 36:16Óbvio que o del essa resposta, ele é oneroso, né?
- 36:19Você tem que ter diferentes níveis de um de um nutriente que
- 36:22está sendo avaliado para uma determinada fase para você obter
- 36:27a curva resposta e ali aplicar qual vai ser o nível, você vai
- 36:30ser pra conversão, você ganha de peso, fazer deposição de
- 36:32proteína, né? Então ele é um método caro, ele
- 36:35é um método oneroso e ele está muito associado aquela condição,
- 36:38aquele momento que você avaliou e aquela população, né?
- 36:42De contrapartido, o fatorial já te dá a possibilidade de dar
- 36:45mais flexibilidade para aplicar para diferentes condições, né?
- 36:48Então aí você tem as tabelas que nos ajudam muito nesse quesito,
- 36:51né? Pelas equações que elas geram,
- 36:53né? Ou pelos modelos de crescimento
- 36:55também trabalho com método fatorial, né?
- 36:58Então são aspectos que a gente tem que ter sempre em mente, né?
- 37:00O que que a gente quer, como que que a gente entende como
- 37:03exigência, né? O mais importante exigência, o
- 37:05nível ideal. Se é um nível ideal, onde eu
- 37:07recorro para conseguir essa informação, como ela tem sido
- 37:10gerada, né? Excelente.
- 37:15Vários insights aqui. Eu tava frente a pergunta que eu
- 37:20fiz, né? E pensando no que você tá
- 37:23falando de toda essas, essa essa questão do que nós temos de
- 37:28ferramental, pra que realmente pode ser aplicado?
- 37:32É, a gente vê que é claro que as tecnologias vão ser cada vez
- 37:38mais. Ou estão cada vez mais
- 37:41disponíveis pra um sistema de produção, por exemplo, a
- 37:46sensorização das grandes sensores, sensor de peso.
- 37:51Ou seja, pesa os animais em tempo real.
- 37:55É, é. E aí nós temos o peso até
- 37:59individual de cada indivíduo. Ótimo, isso é uma baita
- 38:04informação. Mas como é que a gente traz essa
- 38:08informação para nutrição de precisão, onde realmente a gente
- 38:13quer chegar? Que é o que você falou, é o
- 38:15indivíduo tratar o indivíduo ser exato, exato, não mais próximo
- 38:19do exato, né? Ou seja, esse animal ele tem,
- 38:24nós temos o peso real dele dia a dia.
- 38:26Então nós conseguimos estimar uma curva muito mais precisa de
- 38:29crescimento, consequentemente fazemos uma curva de consumo,
- 38:34certo? A questão depois é, como que eu
- 38:37vou oferecer de forma individual o consumo pra cada animal, né?
- 38:43Então é óbvio que eu tô querendo chegar no melhor dos mundos.
- 38:47Foi o que você falou. Esse é o melhor dos mundos que
- 38:50aí nós conseguimos de fato. É ter o?
- 38:54Acompanhar o crescimento de de cada indivíduo e aplicar 1111
- 39:01curva de consumo, né? 11 programa.
- 39:04É de racionamento, ideal pra aquele desenvolvimento que a
- 39:07gente quer, que é o que você falou que é o nível ideal, né?
- 39:09E não, não, não. As exigências dos animais,
- 39:13concordo contigo. E aí entram outros pontos, né,
- 39:19que que aí depende muito do indivíduo, que eu acho que a
- 39:23sensorização dentro das gramas vai ajudar também, que é a
- 39:26questão se o animal não tá consumindo, se ele tá com a
- 39:29tosse ou se ele tá. Enfim, passando por algum
- 39:32desafio, esses sensores podem nos sinalizar, mas esse é um, é
- 39:36um, é um, é um outro ponto que eu quero tratar aqui contigo na
- 39:40próxima, na próxima etapa, mas ainda ainda dentro disso.
- 39:44Na tua opinião, como é que tá, é em que, em que pé que você acha
- 39:52que tá essa? O que nós temos hoje de
- 39:55informação, de nutrição, de precisão e o que que a gente
- 39:57consegue aplicar? Nós vemos algumas tecnologias já
- 40:01cada vez mais empresas. A gente tem que conversar, por
- 40:04exemplo, com algumas startups que tem que tem disponibilizado
- 40:07tecnologias. Mas eu vou.
- 40:09Vou até melhorar a pergunta, não agora, agora, mas assim, o que
- 40:12que você acha pros próximos anos?
- 40:155 anos em relação com você? Muito à frente, não 1015 anos,
- 40:21mas os próximos 5 anos. Daqui 5 anos, como é que nós
- 40:24vamos estar em nutrição de precisão dentro das granjas, na
- 40:27sua opinião? Beleza, eu acho assim, na minha
- 40:32opinião, né, 2 aspectos que eu acho que é importante, né, a
- 40:35gente tá com muita, muitas possibilidades, bem como você
- 40:38comentou, né, mas para nós, como nutricionista, o que que
- 40:41importa, consumo e peso, são as 2 informações que a gente
- 40:46precisa para formular as dietas, né?
- 40:48Consumo e peso, né? As 2 informações são
- 40:51importantes, né? Então, as tecnologias, ao meu
- 40:54entender, seja para indivíduos, seja para grupo, seja para Baia,
- 40:57seja para o que for. Elas pra nós, pra nós conseguir
- 41:00colocar na prática a nutrição de precisão, nós precisamos dessas
- 41:042 informações, tô falando, nutrição de precisão em tempo
- 41:07real, ou seja, pra lote, pra indivíduo, né?
- 41:10Então assim, no caso da do peso, eu acho que isso não vai, já tá
- 41:14acontecendo, né? Grande tecnologia que a gente
- 41:17tem hoje, né? Rápida e talvez a mais barata é
- 41:21a imagem, né? É a partir da imagem você
- 41:23conseguir estimar o peso do animal e até mesmo a composição
- 41:26corporal, né? Tenho visto grupos, inclusive
- 41:29de, de, de brasileiros, né, o João Dória, o Guilherme rosa,
- 41:33né, que trabalham nos Estados Unidos, né?
- 41:36E tem desenvolvido tecnologia ou garitmos pra fazer a estimativa
- 41:39do peso e da composição corporal dos ruínos, né?
- 41:41Tempo real, então isso vai ser uma formação fantástica, a gente
- 41:44logo vai ter agora o consumo, eu acho que ainda a gente tá
- 41:49patinando, né, tá tendo um pouco de dificuldade de desenvolver
- 41:52uma tecnologia pra fazer a estimativa do consumo, né?
- 41:55O que a gente tem ainda é passível de ser aplicada.
- 41:57É consumo com células oscilos, né?
- 42:01E aí você vai ter a quantidade de ração que tá saindo pra
- 42:03aquele lote, né? Mas não especificamente pra pra
- 42:07Baia ou pra indivíduos, né? Apesar de que também tem alguns
- 42:11equipamentos que agir especificamente já desenvolve,
- 42:14né? Que você consegue ter uma
- 42:15estimativa de consumo por Baia, né?
- 42:19Isso eu acho que é um grande avanço que a gente vai ter, né,
- 42:21embora um pouco mais difícil no consumo, mas Eu Acredito que vai
- 42:24acontecer também. E aí a partir dessa informação a
- 42:26gente vai conseguir ter. Vai sair um pouco do achismo de
- 42:30formular a nossa dieta, né, Vinícius?
- 42:32Mas com base em informações reais mesmo que a gente tá
- 42:34coletando aqueles nossos animais, né?
- 42:37É de consumo e de peso, que eu acho que são as 2 entradas que a
- 42:40gente precisa pra formular nossas dietas, né?
- 42:43E claro que são informações empíricas, né?
- 42:46Eu acho que a questão que você coloca a gente tá com.
- 42:49N informações, né, peso, consumo, o animal está tossindo,
- 42:52que são outros aspectos, né, associados, se ele está
- 42:54desafiado ou não, né? É uma pergunta que eu vejo que
- 42:59às vezes se discute bastante, até teve um artigo que foi
- 43:01publicado faz uns 3 anos, né? E aí toda essa, todo esse
- 43:05conhecimento que a gente gerou para estudar metabolismo,
- 43:08estudar fisiologia, estudar digitibilidade, estudar
- 43:12eficiência da utilização do nutriente, o que que vai
- 43:14acontecer com isso, né? A gente vai partir de uma parte
- 43:17mais. Empírica e vai esquecer tudo
- 43:19isso que gerou? Não, eu acho que não.
- 43:21A gente ainda precisa entender melhor o que acontece dentro do
- 43:24animal, né? Essas informações empíricas de
- 43:27consumo, que são importantes peso para formular dieta, elas
- 43:31não vão nos dar toda a resposta. A gente ainda vai ter que ter
- 43:34essa parte mais mecanicista, metabólica ainda.
- 43:38A gente precisa ter isso, a gente vai depender disso para
- 43:41formular a nossa dieta, né? Ah, eu sei que o animal ganha 1
- 43:44kg, né? Óbvio que esse 1 kg é o
- 43:48resultado final, mas como é que ele chegou até esse 1 kg?
- 43:51Qual foi a eficiência que ele utilizou, a proteína, a energia
- 43:54pra chegar nesse 1 kg e isso foi afetado pelo quê, né?
- 43:58Pela condição que ele está sendo manejado, pela temperatura e que
- 44:01impacto isso teve nisso, né? Então o que vai acontecer, ao
- 44:05meu entender, a gente vai ter 22 aspectos.
- 44:07É o que a gente chama de caixa preta, essas informações que são
- 44:10coletados a campo empíricas, né, por sensores e o nosso sistema
- 44:13ali dentro. Que a gente vai ter que tá um
- 44:16achar uma forma de fazer com que eles trabalhem junto, aí a gente
- 44:20vai ter uma nutrição precisa mesmo, né, né?
- 44:23Com essas informações que eles têm que vai gerar, né, porque
- 44:27você dá uma determinada dieta, você espera que um animal que é
- 44:30o causal, né, você espera que ele vá ganhar 1 kg, aí ele não
- 44:34ganhou 1 kg, ele ganhou 900 g, que que tá errado, né?
- 44:37Porque que ele não ganhou 1 kg, né?
- 44:38Ou ele tem um potencial pra ganhar 1 kg com aquela dieta ele
- 44:40não ganha, né? Então já.
- 44:45É um ajuste que não vai depender só da coleta, do peso e do
- 44:48consumo, é um ajuste que está associado a resposta do animal,
- 44:51né? Começa a ficar legal a situação,
- 44:53né? Desse conjunto, eu acho que
- 44:55nunca vai se perder a ciência nesse aspecto, né?
- 44:58Havia alguns comentários comentando acerca disso, né?
- 45:01Ah, então agora nós temos aí matinie learning de p learning,
- 45:04né? Inteligência artificial não
- 45:05vamos mais precisar de é nutricionista, não vamos
- 45:09precisar mais de pesquisador, não, vai continuar precisando e
- 45:11cada vez mais, né? Empresa global de nutrição
- 45:15animal, a aute oferece soluções para enfrentar os principais
- 45:19desafios da avicultura. Junte se a nós para maximizar a
- 45:23imunidade, segurança do alimento e qualidade dos ovos.
- 45:27Com a autech, você não precisa escolher entre desempenho,
- 45:31bem-estar e sustentabilidade. Certamente, até porque, por
- 45:37exemplo. Quando você fala assim, poxa,
- 45:40nós formulamos uma dieta pra 1 kg e ganha 900, não é que você
- 45:45ganha 900, aí você ganha 950, mas dentro do lote você tem
- 45:47indivíduos de 1 e 100 e de 800, né?
- 45:50Então, ou seja, o input que cedeu o output é diferente.
- 45:55Então o que que acontece nesse processo em cada indivíduo, né?
- 45:59Isso é pura biologia, por isso que eu concordo contigo, nós
- 46:03temos que entender, eu estava, a gente está trabalhando no
- 46:06desenvolvimento de um. De uma tecnologia pra frango,
- 46:10né? Estudando metabolismo, pra de de
- 46:13frango, de corte de suínos ao mesmo tempo.
- 46:15Claro que nossa praia é muito mais suínos, né?
- 46:18Mas tentando entender, por exemplo, nos frangos já já
- 46:21chegamos num limite. Por exemplo, que molécula que
- 46:24nós podemos desenvolver pra melhorar a eficiência alimentar
- 46:27chegou no topo? Por exemplo, um inibidor de
- 46:30miostatina chegou no topo, que eles usaram isso pro
- 46:32melhoramento genético. Então como que a gente pode
- 46:36pensar? Tem que se necessariamente eles
- 46:39chegaram tão no topo que aí nós temos problemas das biopatias em
- 46:42frango, né? É, é como é, é como distribuir
- 46:46melhor esses nutrientes ou essa energia pra ser eficiente, por
- 46:51exemplo, não exigindo tanto ou deixando, por exemplo, o sistema
- 46:55imune mais resiliente ou mais resistente, né?
- 46:59Mais preparado pra pra isso porque?
- 47:04É roubou se tanto nutriente pra poder ter eficiência alimentar
- 47:09músculo e esquecemos que o metabolismo basal precisa e aí
- 47:13deixa o indivíduo mais limitado. No caso dos ruins, nós não
- 47:17estamos tão limitados como o frango, né?
- 47:20Mas dentro disso aí a gente colocando a questão, então
- 47:24porque até então vamos trabalhar trabalhando, nutrição, AAAAAA,
- 47:30dieta propriamente dito, né? Ou seja, protein, o ideal,
- 47:33energia líquida, a questão da nutrição de precisão.
- 47:37Mas nós sabemos que a biologia suína, dentro de um sistema de
- 47:42produção e uma forma de rebanho, ela se comporta de uma forma
- 47:47variável e depende dos processos externos que acontecem ali, que
- 47:52são os desafios. E dentro disso, né, professor
- 47:55Luciano, a gente nos últimos anos.
- 47:58Tem trabalhado, tem avançado na relação da nutrição com a
- 48:02sanidade, né? Ou AA nutrição com os desafios
- 48:06sanitários ou os desafios ambientais, melhor dizendo.
- 48:10E nós temos aprendido muita coisa com isso, né?
- 48:13Essa relação da nutrição com a imunidade, nutrição com a
- 48:16sanidade, enfim, é, acho que não só a espécie suína, todas as
- 48:21espécies tem aproximado e nós temos, é conseguido ter.
- 48:25Ótimos resultados nesse sentido, eu acho que é essencial você
- 48:29trabalhar, por exemplo, no sistema de produção
- 48:31nutricionista, mais o sanitarista, né?
- 48:34Bem, então isso nós estamos falando de desafios ambientais,
- 48:39seja ele o ambiente formalmente dito, exemplo, estresse por
- 48:43calor, seja ele de desafios sanitários, você tem feito
- 48:49gerado resultados fantásticos nesse sentido da propriamente da
- 48:53relação nutricional, eu tenho trabalhado.
- 48:55A questão de saúde intestinal, mas nem tanta nutrição como você
- 48:59tem trabalhado, né? É e aí dentro disso que eu
- 49:04queria abordar contigo, né? É, por exemplo, em estresse por
- 49:08calor, o que que é que nós estamos fazendo errado na
- 49:12nutrição em condições de calor? Será que nós a quantidade de
- 49:18informação que nós já temos, o que é que nós estamos errando
- 49:22ainda? Por exemplo, nós estamos.
- 49:24É, entendemos alguns conceitos que devemos trabalhar, alguns
- 49:28conceitos nutricionais que devemos trabalhar frente ao
- 49:31estresse por calor estamos aplicando corretamente, né?
- 49:35Ou é, estamos é tentando, muitas vezes, via nutrição, mitigar os
- 49:43efeitos negativos de estresse por calor, sem muito sucesso.
- 49:46O que que você vê essa relação? Nutrição e estresse por calor
- 49:50pensando no Brasil como um país tropical?
- 49:52Sim, sim. É o desafio ambiental, né?
- 49:57E o desafio sanitário são são contextos que nos desafiam
- 50:01também, né? Porque aí a nossa nutrição de
- 50:06precisão, a nossa formulação, ela já passa a ser 11 receita
- 50:12específica para aquela condição que você está criando teus
- 50:15animais, né? Mas mais especificamente, o
- 50:18desafio ambiental, que é o estresse pro calor, né?
- 50:22É o que eu tenho visto, né, o que a gente tem feito e tem
- 50:25feito muito bem, né, baixar o nível de proteína na dieta, né,
- 50:30pra não ficar um tanto incremento em calórica associado
- 50:33a digestão e metabolismo da proteína, né?
- 50:36E com a suplementação de aminoácido a gente tem
- 50:38conseguido bons, bons, tem conseguido assim sucesso em
- 50:41fazer esse, essa redução, né? Acho que é 11, já é prática, né?
- 50:47Usual que a gente tem feito, né? Mas uma coisa que eu que eu vejo
- 50:51que não é recente, né, é, algumas vezes a gente acaba
- 50:54fazendo é aumentar um pouco o óleo da dieta, né, pra o
- 50:59objetivo de melhorar o incremento calórico da dieta,
- 51:02né? Mas a gente esquece que o animal
- 51:04numa situação de estresse pro calor, ele ele muda o
- 51:06metabolismo dele, principalmente o metabolismo lipídico.
- 51:09É como se fosse uma preservação da espécie.
- 51:12Não sei se você vai me entender nesse contexto, né?
- 51:15A espécie precisa evoluir, ela precisa preservar.
- 51:18E o que que ela preserva? A energia, o animal vai manter a
- 51:21energia retida, ele não vai mobilizar o lipídio dele e o
- 51:25lipídio que ele está ingerindo, ele vai direcionar pra essa
- 51:28energia que está lá retida. É um mecanismo de preservação da
- 51:31espécie, então o óleo em si, ele não traz benefício pra uma
- 51:35situação de estresse pro calor, né?
- 51:38Então, às vezes a gente formula com esse intuito, entendendo o
- 51:42conceito de energia líquida, que o óleo melhora, o incremento,
- 51:45mais uma situação de estresse pro calor.
- 51:48O resultado já é um pouco diferente, você vai ver carcaça
- 51:50mais gordo, com maior deposição de gordura, né, porque você
- 51:53também tá baixando a proteína, tá sobrando mais carboidratos,
- 51:56carboidrato também pode ser convertido em gordura, né?
- 51:59Então ajuste que ainda a gente precisa entender melhor o que
- 52:01que a gente faz com óleo numa situação de estresse pro calor,
- 52:04né? E aí, claro, tem outros
- 52:07nutrientes, né, que a gente ainda tem dúvida, né?
- 52:11Não especificamente proteína, mas vamos falar de minerais, né?
- 52:15É vitaminas também, bem importante, né, que a gente pode
- 52:17suplementar, pode trazer um benefício interessante. vitamina
- 52:21E, né, mas ainda a gente tem dúvida na relação cálcio e
- 52:26fósforo no verão, né? Qual é a relação ideal que a
- 52:28gente poderia aplicar, né, porque é um animal baixo consumo
- 52:31e consequentemente, vai baixar a ingestão desses minerais, né?
- 52:36Então não é só aminoá, só não é só energia, né?
- 52:38É um conjunto de de nutrientes que são importantes, que ainda a
- 52:41gente precisa explorar. Melhor, né?
- 52:44Qual seria a melhor dieta pra essa condição, né?
- 52:47Mas óbvio que isso tudo é na perspectiva de atenuar, né?
- 52:51A melhor condição seria a gente poder climatizar, o galpão
- 52:54resolveria tudo, mas a gente sabe que isso não é uma
- 52:56realidade que a gente consegue, né?
- 52:58Algumas unidades a gente consegue, né, maternidade a
- 53:01gente tem que conseguir AA gestação, né, mas crescimento e
- 53:04terminação não são todos os galpões ainda que a gente tem
- 53:06essa condição, né? Então a nutrição vai estar ali,
- 53:08né, pra tentar de certa forma atenuar, não vai resolver tudo,
- 53:12mas ela vai. Atenuado de certa forma, mas o
- 53:15que eu tenho visto, né? Claro que a gente, quando a
- 53:18gente fala de estresse por calor e você trabalha bastante com
- 53:20essa questão de sanidade, né, de saúde intestinal, o estresse por
- 53:24calor, ele compromete também a saúde intestinal, né?
- 53:27Porque ele, de certa forma, as tag junctions lá, né?
- 53:30As junções firmes, elas acabam sendo comprometidas dentro do
- 53:33epiteletestinal. Então você tem uma maior
- 53:37permeabilidade que está associada ao estresse por calor
- 53:40e aí entra a entrada de toxinas, né?
- 53:43Bactérias, né? Agentes patogênicos, né, que
- 53:46acabam gerando um processo de ativação da resposta do imune e
- 53:49um processo inflamatório. Então é um efeito indireto
- 53:52causado pelo estresse pro calor, né?
- 53:55E aí já é outro outro contexto, né?
- 53:58Aí você não está especificamente formulando pro estresse, pro
- 54:01calor, porque você está formulando porque o estresse pro
- 54:03calor, dependendo da magnitude dele, ele vai gerar esse
- 54:07processo inflamatório, né? Mas aí você tem que entender
- 54:11qual é a magnitude, qual o tempo que isso pode acontecer, né?
- 54:13Então não é com 27, 28°, são temperaturas mais elevadas, 30,
- 54:1835°, né? Isso EE um tempo de exposição um
- 54:22pouco maior, né, a essa temperatura, né.
- 54:24A gente tem muito trabalho de estresse pro calor numa condição
- 54:27constante, né? Até vi um trabalho do Davi
- 54:32renaldo que eu achei Superinteressante.
- 54:34Ele já estuda a resposta adaptativa do animal, não,
- 54:37estresse cíclico, né? Você não tem meses de calor,
- 54:40você tem uma semana quente, outra já está um pouco mais
- 54:42amena, né, então aquele estresse cíclico, como é que seria uma
- 54:45dieta pra esse tipo de animal, né?
- 54:47Achei interessante essa abordagem deles de estudar o
- 54:50estresse cíclico, né, e como a dieta, como a nutrição, poderia
- 54:53ser empregada dentro desse contexto, né?
- 54:56Porque o estresse constante é uma situação Extrema, né?
- 54:58Você deixa 30 dias um animal. 35°, então aí obviamente que
- 55:05você vai observar, né, comprometimento de
- 55:08permeabilidade intestinal e a tua dieta já tem que ser
- 55:11ajustado pra falando só de nutrientes, não de aditivos, né?
- 55:14Já deu alguns nutrientes funcionais, né, que vão se olhar
- 55:18nesse processo, né? E óbvio que aí você tem um
- 55:21grande aparato de aditivos que são bem importantes pra esse
- 55:24processo também, mas aí você tem que saber quando você vai
- 55:26aplicar isso. A tua condição é um.
- 55:29É um estresse pro calor longo, né?
- 55:30É. Alto ou ele é mais cíclico, né?
- 55:34Aí, no caso do ciclo, eu acho que ainda a gente tem pouca
- 55:36informação, viu, Vinícius? De como a nutrição poderia ser
- 55:40aplicada. Né?
- 55:42Interessante isso que você comentou em relação a ao calor,
- 55:46né? Porque a gente gerou muito
- 55:49resultado de pesquisa com é temperaturas constantes por
- 55:55muito tempo. Né?
- 55:57E isso não acontece em lugar nenhum do mundo, né?
- 56:01Então eu acho que assim, o cíclico dentro de 1 dia é
- 56:04importante porque ele é cíclico, dentro de 1 dia ele não tem 35°,
- 56:09né? Assim durante o dia todo.
- 56:11E ele é cíclico durante o sistema de produção, né?
- 56:14Então vamos imaginar assim, e na prática, o que acontece é o
- 56:16seguinte, é o é o ciclo, é é o cíclico durante o dia e ele não
- 56:22vai se manter por. Por exemplo, toda a fase de
- 56:26crescimento e terminação é constante.
- 56:28Ele fazer ciclos durante a fase. Exemplo, uma onda de calor
- 56:32durante 15 dias na fase de crescimento e terminação, né?
- 56:35Eu acho que esse tipo de informação que ele precisa
- 56:37esperar pra entender, mas bem, é indo pro outro tópico em relação
- 56:45a desafio é além do estresse por calor, a gente tem é gerado
- 56:51muitas. Dúvidas?
- 56:53E também graças a Deus agora mais informação, né?
- 56:56Em relação a nutrição e desafio sanitário, primeiro eu queria te
- 57:01perguntar pro senhor, Luciano, existe um custo nutricional da
- 57:05não sabia o que existe né? Mas na tua visão.
- 57:08Né? Os resultados que você tem
- 57:11gerado é, existe o custo nutricional de uma doença?
- 57:20Qual que é esse custo nutricional?
- 57:21Não estou dizendo em termos de valor econômico, né, mas os
- 57:24nutricional, né. Qual que é o custo nutricional
- 57:27de uma doença? Excelente ponto, né?
- 57:31É uma, é uma área que eu acho Superinteressante, né?
- 57:34E eu gostaria talvez num dia que a gente pudesse monetarizar
- 57:37isso, mas confesso pra você que é bem complexo, né?
- 57:42Você estava discutindo anteriormente, né?
- 57:44Quanto custa, né? Pra gente melhorar a
- 57:48resiliência. A robustez dos animais de forma
- 57:51geral, né? E isso tá muito associado a
- 57:55quanto a gente tem que investir Na Na resposta inata, né, que
- 58:01aquela que o animal quando precisa ativar é um custo muito
- 58:06elevado, né? E.
- 58:10Isso tem, né? Esse investimento alto,
- 58:12principalmente quando a gente fala leitão, né?
- 58:14Pós desmame, né? Então.
- 58:17Que você tem que estar ali com aquele animal preparado, né?
- 58:20Porque ele vai inevitavelmente passar por aquela situação de
- 58:24baixo consumo nos 23 primeiros dias, né?
- 58:28E isso é interessante, até fazendo um paralelo aqui, né,
- 58:32porque não é todos os animais que tem baixo consumo, né, que
- 58:34você observa, são os animais mais leves, né, que tem mais
- 58:37baixo consumo, os animais mais pesados, você observa que eles
- 58:40consomem melhor. Até estava lendo uma revisão
- 58:42sobre isso hoje, né? Estratégias pra leitões recém
- 58:46desmamados, né? E aí o blusque, né, que é um
- 58:50australiano, o John blusque, que trabalha muito com isso, ele
- 58:54destaca muito, né? Esses leilões leves, né?
- 58:56São ali que está o nosso problema, né, que eles não
- 58:59comem, né? E aí a gente precisa buscar
- 59:02desenvolver estratégias pra melhorar a resposta inata que tá
- 59:06muito associada a área que você vem trabalhando, né, que é um
- 59:08microbiota, né? De saúde intestinal de forma
- 59:12geral, né? Mas isso tem um custo, né?
- 59:15Mas talvez o custo pode ser maior se você não tiver isso
- 59:19preparado, né? Não tô dizendo que sua resposta
- 59:22inata, adaptativa também, né, imunoglobulinas, linfócitos,
- 59:26tudo isso é importante, né? Mas a primeira Barreira que a
- 59:28gente tem em nível intestinal é a mucosa, né?
- 59:31E essa que é, eu diria que a inata, né, que é importante a
- 59:35gente desenvolver no nosso leitão, seja por probiótico,
- 59:38probiótico, aminoácido funcional.
- 59:41Trionina, seja lá o que for, essa é importante, mas ela tem
- 59:44um custo. Bem, como você fala, é um custo,
- 59:47mas talvez o custo pode ser mais caro se você não prevenir e não
- 59:49tiver ela ali, né? Então isso que seria, por
- 59:53exemplo, a morte do leitão, né? Aí você perdeu tudo, né, você
- 59:57não tem mais nada, né? No caso mais extremo, né?
- 1:00:01E mas falando assim, mais do ponto de vista metabólico, né,
- 1:00:07quanto custa, né? O desafio, a ativação do sistema
- 1:00:11imune. Ele custa tanto do ponto de
- 1:00:15vista energético, óbvio que custa, né, só que energia.
- 1:00:18Eu acho mais difícil da gente resolver isso, né?
- 1:00:21Porque o custo energético que a gente tem tá muito associado a
- 1:00:27parte inicial do uso da glicose para gerar a tp, que é o
- 1:00:32processo da glicólise, né? Que é a primeira etapa que a
- 1:00:35gente tem. Ali você vai ver 11 fluxo muito
- 1:00:39grande, né? Do animal degradando essa
- 1:00:41glicose para gerar principalmente nucleotídeos,
- 1:00:45precursores importantes para ter a proliferação, né?
- 1:00:49Dos componentes da resposta imune.
- 1:00:52Isso acontece em uma magnitude tão alta que o animal precisa da
- 1:00:56glicose. Chegando ali, essa glicose vem
- 1:00:58da onde ela vem? Da proteína, da massa muscular.
- 1:01:03Então ele é degrada a uma quantidade grande de proteína
- 1:01:05para gerar essa glicólise, né? Porque ele já não tá consumindo
- 1:01:08praticamente muita coisa, né? E o lipídio, ele já não usa
- 1:01:12muito, então ele precisa mesmo de glicólise glicose, desculpa.
- 1:01:17E aí ele acabou gerando essa glicose a partir da glicólise do
- 1:01:22tecido muscular, que consequentemente isso vai ser
- 1:01:25convertido em lactato, que não necessariamente gera tp, né?
- 1:01:30Está muito associado a uma deficiência de oxigênio, que ele
- 1:01:33tá nesse momento, né, passando ali e ele não consegue fechar
- 1:01:37todo o ciclo. E aí, e pela necessidade também
- 1:01:40desses precursores intermediários, então o custo de
- 1:01:43energia já é um processo mais difícil da gente conseguir
- 1:01:46resolver mais a degradação da proteína muscular, né?
- 1:01:50A gente pode resolver isso com a suplementação de alguns
- 1:01:53aminoácidos que atenuntam desse processo, né?
- 1:01:56Que seriam os aminoácidos funcionais, né trionina?
- 1:02:00Resposta de inato, mucose intestinal, metonina, capacidade
- 1:02:04antioxidante, todo processo inflamatório gera espécie
- 1:02:07reativa de oxigênio, né? E metonina é muito utilizada
- 1:02:11para produzir glutationa, né, que é um excelente aí
- 1:02:17antioxidante, né? E aí depois tem Oo triptofano,
- 1:02:21que é um imunossupressor, né, que dá uma amenizada nesse
- 1:02:24processo inflamatório, mas do ponto de vista.
- 1:02:28De proteína, aminoácido, claro que daí tem vitaminas também,
- 1:02:31que tem capacidade de antioxidante, né?
- 1:02:34Mas de forma geral, respondendo a tua pergunta, né, o nosso
- 1:02:37custo muito alto é proteína, então, dependendo da situação
- 1:02:40animal degrada 20% da proteína que ele tem, principalmente na
- 1:02:43fase aguda. Mas isso persiste ainda para
- 1:02:45fase crônica, né? Energia mais associada à questão
- 1:02:50aguda mesmo, né, que ele tem uma glicólise muito acelerada.
- 1:02:55Pra poder atender principalmente esses precursores, né?
- 1:03:00Mas é difícil quantificar, né? Quanto de proteína você tem que
- 1:03:03aumentar? Né?
- 1:03:06É, nós temos que entender quais são essa esse custo nutricional,
- 1:03:14entender a dinâmica metabólica que ocorre frente a essa
- 1:03:19demanda, seja do sistema imune, seja pra reparar os tecidos, né?
- 1:03:24Porque? É, por exemplo, os teu modelo aí
- 1:03:30de desafio pro Salmonella, né? Se a gente for pensar, não é
- 1:03:35simplesmente uma resposta imune, você tem danos na mucosa e ela
- 1:03:39tem que ser reparada, né? É.
- 1:03:43Então primeiro nós precisamos de entender essa dinâmica pra
- 1:03:45depois construir ou paralelamente.
- 1:03:48Mas eu acho que ainda precisamos de validar muita coisa e aí sim
- 1:03:52construir modelos matemáticos, né?
- 1:03:54Pra poder estimar realmente o custo, eu acho que.
- 1:03:58É, é, é, é. Realmente precisamos de mais
- 1:04:02informações, mas pelo menos, né, professor?
- 1:04:04Nós estamos no caminho, né? Se a gente for pensar, 10 anos
- 1:04:08atrás nós não tínhamos muitos resultados, muita informação
- 1:04:13nesse sentido. E cada vez mais a nutrição
- 1:04:15deixou de ser uma nutrição clássica.
- 1:04:18Né? Pra ser uma nutrição muito mais
- 1:04:22próxima da relação. Nutrição, saúde, vamos dizer
- 1:04:25assim, né? Então cada vez ampliou ainda
- 1:04:28mais os conceitos. Bem, eu acho que nós se se
- 1:04:32deixasse aqui, eu teria um último tópico que seria a
- 1:04:35questão do custo, né? Mas eu acho que aí você já nos
- 1:04:40deixou muita bola quicando aí pra um próximo bate-papo.
- 1:04:43E aí eu queria fazer um convite pra vocês, pessoal, nesse
- 1:04:47próximo bate-papo nós vamos ter uma oportunidade, é eu até.
- 1:04:52Professor Luciano, essa semana mesmo eu tive um bate-papo com o
- 1:04:56professor caron. Né?
- 1:04:58E o professor caron também vai estar na no simes desse ano.
- 1:05:03O pessoal do finalcast nos deixou aqui um espaço para
- 1:05:06podermos divulgar. E eu fiz a mesma coisa e vou
- 1:05:10fazer aqui com o professor Luciano.
- 1:05:11Professor Luciano vai estar no simes esse ano também, mais uma
- 1:05:16vez, sempre contribuindo com a gente.
- 1:05:19Sims é um grande evento que acontece em nada, só que esse
- 1:05:21evento vai ser mais especial ainda que ele vai ser dentro da
- 1:05:23SBZO tema da palestra do professor Luciano é da ciência
- 1:05:28prática, construindo uma nutrição mais precisa para
- 1:05:31suínos. Então ali ele vai destrinchar
- 1:05:33informações, resultados de pesquisa.
- 1:05:35Eu gostaria de fazer um convite aí para você que está ouvindo,
- 1:05:39confere. A programação do simes entra no
- 1:05:41site sbz.org.br. É entra na programação do
- 1:05:46programação simes, né, porque tem vários eventos lá, o simes é
- 1:05:49apenas um evento dentro da SPZ, confira lá a programação faz que
- 1:05:53são, acho que vai ser uma grande oportunidade e professor
- 1:05:57Luciano, é, acho que nosso bate-papo aqui poderia levar 11
- 1:06:01série de de swing ou cast, né? Tamanho a quantidade de
- 1:06:07informação que você tem e tamanha relevância do tema, né?
- 1:06:10Nós abrimos muito tempo. Então nós tratamos de proteína
- 1:06:14ideal, energia líquida, né? O que realmente é pra o que
- 1:06:18realmente é ciência? Achismo, a nutrição de precisão
- 1:06:21tão importante que cada dia nós estamos avançando mais pra
- 1:06:24prática. E por último aí a questão dos
- 1:06:26desafios, seja eles ambientais ou sanitários, né?
- 1:06:31É pra quem não conhece as pesquisas do professor Luciano
- 1:06:33convida a participar AAA poder se engajar mais sempre tá lá nas
- 1:06:37redes sociais, é como labsui. É muito resultado, bastante
- 1:06:42interessante, tem contribuído bastante com a gente.
- 1:06:45Pra gente finalizar, professor, eu gostaria de fazer uma
- 1:06:47pergunta mais de cunho pessoal. Eu sei que você é um grande
- 1:06:51estudioso, mas não só da nutrição, né?
- 1:06:55É também gosta de ler, né? E eu gostaria que você
- 1:06:59compartilhasse com a gente um ou 2 livros de destaque aí que você
- 1:07:04tem pra compartilhar com a gente.
- 1:07:08Muito bem. Bom, inicialmente agradeço, né?
- 1:07:10E parabenizo a iniciativa de organizar os simes, né?
- 1:07:13Então eu também faço convite pra todos, né?
- 1:07:16Uns eventos muito interessantes aí na parte de nutrição de
- 1:07:19suínos, talvez um dos únicos eventos que a gente tem de
- 1:07:22nutrição de suínos, né? Especificamente de nutrição de
- 1:07:25suínos, né. A gente tem vários eventos mais
- 1:07:27específicos de nutrição, o simes aí, que tem sido organizado
- 1:07:30vários anos pelo professor Vinícius.
- 1:07:31Aí, bom de livro é? Um livro que eu li recentemente,
- 1:07:37né? Então sempre tento mesclar entre
- 1:07:40um livro que me ajude a melhorar como pessoa, como gestor, como
- 1:07:47formador de pessoas, gerador de conhecimento, né?
- 1:07:50Então a gente tem 11 responsabilidade muito grande,
- 1:07:53né? Principalmente para gerar
- 1:07:54pessoas, né? A gente precisa otimizar o nosso
- 1:07:57tempo, né? Um livro que eu li recentemente,
- 1:07:59achei bem interessante, é pensamento eficaz, né xane?
- 1:08:06Perich, né? É um livro bem interessante
- 1:08:08nesse sentido, né, de poder organizar as nossas atividades,
- 1:08:14seja pessoais, né, seja profissional, né?
- 1:08:17Então sugiro aí quem tiver interesse.
- 1:08:20É super recomendo, né? Um outro.
- 1:08:22Meio pensamento eficaz. Pensamento eficaz, né?
- 1:08:28Bem interessante. Vinícius é um outro que eu li
- 1:08:32que eu achei interessante, mas é mais.
- 1:08:35Uma biografia, né? Charles Darwin, né?
- 1:08:38Não me recordo do autor, né, mas quem tiver interesse
- 1:08:41simplesmente procura a biografia de Charles Darwin.
- 1:08:45Achei bem interessante, não só contra aí, né, a evolução,
- 1:08:48adaptação das espécies, mas a história da vida dele, né, que
- 1:08:53foi uma vida muito desafiadora. Ele passou por vários
- 1:08:57obstáculos, né EE. E acabou sendo reconhecido só de
- 1:09:03grande magnitude depois que ele faleceu, né?
- 1:09:06Então pra mim, 11, pesquisador assim, fantástico, tem uma muita
- 1:09:11coisa interessante nesse livro que a gente vê interesse aí, né,
- 1:09:14que a que a nossa vida é é feita pra resolver de problemas, né?
- 1:09:20Mas situações distintas que a gente enfrenta, né?
- 1:09:23E ele passou por várias, aí conseguiu gerar informações,
- 1:09:27conhecimento muito interessante. Não é só AO resultado da
- 1:09:33história que o indivíduo gerou, mas a história do indivíduo em
- 1:09:38si, né? Sim.
- 1:09:40A gente fica sabendo muito do que, Ah, o fulano fez isso, o
- 1:09:43resultado foi isso e tal. Mas o que que era a história
- 1:09:46desse indivíduo, né? Acho que é a.
- 1:09:48Pessoa dele, né? Da pessoa, o que que tinha por
- 1:09:51trás da história do conhecimento que ele gerou, né?
- 1:09:54É. Exatamente.
- 1:09:56Professor Luciano, muito obrigado por compartilhar teu
- 1:09:59conhecimento e nutrição. Como eu disse, eu tenho um
- 1:10:04prazer de de poder ter esse bate-papo contigo aqui, fazer
- 1:10:09esse bate-papo contigo, porque é uma honra pra mim.
- 1:10:12Sei que você é uma das referências e o mercado
- 1:10:15reconhece isso. Obrigado por compartilhar teu
- 1:10:18conhecimento e nutrição. Obrigado por compartilhar as
- 1:10:21indicações de livro. Espero te ver aqui mais outras
- 1:10:25vezes, pra gente fazer outros bate papos com compartilhar os
- 1:10:28seus resultados de pesquisas que são dinâmicos e a gente se vê lá
- 1:10:33no sines, dia 28 e 29 de julho, você lá ministrando uma
- 1:10:37palestra, então? Muito bem.
- 1:10:40Convido também novamente a todos aí que vai estar muito
- 1:10:42interessante. Não foi um imenso prazer poder
- 1:10:44bater um papo com você? Vinícius, muito obrigado aí pela
- 1:10:46sindcast por essa oportunidade de compartilhar conhecimento,
- 1:10:49compartilhar experiência, né? Na verdade, a nossa vida é feita
- 1:10:53disso, né? Compartilhar, né?
- 1:10:55Quanto mais a gente puder compartilhar e ajudar as
- 1:10:57pessoas, eu acho que melhor a gente vai crescer como ser
- 1:10:59humano, né? Muito obrigado.
- 1:11:01Foi 11. Parte muito proveitosa aí, muito
- 1:11:03bom. Obrigado professor Luciano,
- 1:11:06pessoal, espero que goste até a próxima edição do swing ou cast.