Latest / História pros brother / Profissões que não existem mais
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- 0:00agência de podcast .com .br Quanto estaria aí, brother?
- 0:06Profissões que sumiram. Vamos
- 0:08lá. Qual que você, Alisha, se
- 0:18pudesse escolher hoje, tá bom? Pra
- 0:22você começar a trabalhar e ser a tua profissão, qual
- 0:26seria? Eu, fora ser um transformer, eu
- 0:30acho... Eu gosto muito de psicologia,
- 0:33eu acho que eu serei um ótimo psicólogo. Impossível
- 0:36isso, cara. Por que é impossível? Ó,
- 0:39te acalma aí, te fecha e luta pelo que é teu...
- 0:42Você foi diagnosticado como um
- 0:45bilhubilhabe das ideias e com traços de mongolismo.
- 0:49Então, acho que acabou tua vida.
- 0:53É isso. Tu
- 0:54tem três dias. Esse piso tá ali. O
- 0:58piso tá ali. Seria um ótimo psicólogo. Eu
- 1:02imagino um consultório charó, vi cheio de comida,
- 1:06com medo de ping -pong. E aí, eu ia poder brincar
- 1:09com as pessoas que eu consultasse. Eu
- 1:12podia jogar videogame e eu podia botar a mão no ombro
- 1:15dele e falar, não é tua culpa. Não
- 1:17é tua culpa. Caralho, esse é a serenilha das
- 1:19serenilhas. Gerindo Marvel. Gerido
- 1:22Marvel. Muito aqui. Porque
- 1:23aí, não chorou ali a baluca. É,
- 1:24eu seria o primeiro psicólogo capoeirista da
- 1:26Transforma do Brasil. E acho que, por aí, e tu,
- 1:29Vitinho, tu gostaria de ser o que se você não fosse
- 1:32um youtuber? Eu uso um youtuber. É,
- 1:37eu... Cara, eu dediquei um ano da
- 1:41minha vida a tentar fazer rolar ser músico de jogo,
- 1:45né? É verdade. Um
- 1:47ano da minha vida, eu... Tipo
- 1:48assim, vai rolar. Eu falei, vai rolar. E
- 1:53aí, eu de fato consegui algumas frílias, sim, fiz
- 1:56até bastante, assim, música e tal. Só
- 2:00que, pô, o mercado é ruim e eu não era um bom
- 2:02profissional, aparentemente, porque pararam de me
- 2:04chamar. E aí, pô... É,
- 2:07eu vou te falar que o mercado de games não é um
- 2:10mercado bom, acho que. Não, de trilha. Não,
- 2:12não, de trilha é foda. De trilha realmente é difícil,
- 2:14porque, tipo assim, hoje em dia, trilha... Ah,
- 2:17hoje em dia é. Não, não, o valor de um atilho.
- 2:20Não tem, mas eu não tenho mais
- 2:21valor, né? Hoje em dia os jovens, sério.
- 2:24Pedeu os valores. Não,
- 2:26não, não, não, hoje em dia, né, cara? Hoje
- 2:29em dia, o que tem é sound designer. É
- 2:33o cara que não só faz a trilha, como ele também...
- 2:37Code, ele programa junto com o
- 2:41sound design do jogo, tá ligado? Então,
- 2:43tipo assim, não adianta só você ser um composito
- 2:46músico. Isso não é o suficiente para a
- 2:49demanda que o mundo de trilha de jogo tem, tá
- 2:53ligado? A demanda é tipo assim, você
- 2:55tem que fazer o jogo, tem que fazer a música, tem.
- 2:57Mas a música tem que tocar
- 2:58quando chegar um vilão. E aí, como é que você
- 3:00programa para chegar um vilão e aí entrar
- 3:03lentamente num crossfade, a música do vilão chegar e a
- 3:07outra sumir, mas sem ser bruxo assim, né? Começa
- 3:09a tocar outra MP3 do nada, tá ligado? Tá
- 3:12ligado? Tem que ser uma parada suave,
- 3:13então assim, é programação. E
- 3:15a programação, no um bagulho que eu gostava
- 3:16muito. Sempre achei meio merda, meio
- 3:18chato assim. Eu conseguiria. E
- 3:20aí, você conseguiria? Tudo que tu falou conseguiria. E
- 3:24aproximadamente um dia eu consegui. Eu
- 3:28seguramente foi... Na casa de um dia. Mas
- 3:34tu queria então? Tu foi um... Eu
- 3:36acho que... Fracassado. Sim. Não,
- 3:39sendo bem sincero, eu acho que de todas as diversões
- 3:43que existem, a minha é com a melhor profissão que tem.
- 3:45Entra, né? Meu
- 3:46trabalho é muito fácil, é muito divertido, eu trabalho
- 3:49bem menos do que eu trabalho antes. Então
- 3:52tipo assim, não trabalho pouco não, mas aqui antes
- 3:54eu trabalhava muito mais. Então
- 3:56tipo assim, eu hoje, eu sou muito privilegiado
- 3:58profissionalmente. Não é o meu problema, minha
- 4:00vida não é o... Profissionalmente
- 4:01não é o meu problema. Sabe seu lugar, então. Sabe
- 4:03seu lugar. Isso. E aí, dito isso, eu não
- 4:07vou mentir de vez em quando eu queria, tipo
- 4:09assim, porque na época que eu acordava, depois do
- 4:12trabalho, eu tinha obviamente que eu não vivia
- 4:14somente pra isso, né? Eu não recebia trabalho
- 4:18suficiente pra só viver de trilha. Eu
- 4:20tinha outro trabalho, mas quando eu chegava em casa
- 4:22e ia trabalhar nas trilhas, era muito gostoso, era
- 4:24apêutico, né? De ficar cutucando ali o
- 4:26programinha, mexendo os midi, ficar procurando os
- 4:30plugin maneiro. E aí, tipo assim, como é que
- 4:32se o cara faz esse som aí e fica pesquisando em
- 4:34fórum, qual é o nome do plugin, tá ligado? É
- 4:37gostoso, assim, eu me diverti bastante. Então
- 4:40eu tenho essa pequena saudade da época de
- 4:44compositor de trilhas, e foi pouco, durou pouco
- 4:47tempo, mas foi bem intenso e bem divertido. Pô,
- 4:50parece uma boa profissão. Acho
- 4:52que tudo deveria pegar cenas de cortes que fazem
- 4:55gameplay, né? Do GTA e refazer a sinalidade
- 4:59toda com a boca. E lançar o teu canal. Isso.
- 5:03Eu acho que é sucesso. É sucesso. Eu
- 5:07achei uma conta de Instagram que as pessoas
- 5:09ficam fazendo um review de Galio. Não.
- 5:13É muito bom. E aí, as pessoas mandam
- 5:16Galios de todos os países, dizendo na ação, sei lá,
- 5:19stick nation. Aí eu tô aqui na Espanha,
- 5:24olha esse Galio. Aí, tipo, cara, tem Galios de
- 5:27muitos países assim. E aí, esses comentários que
- 5:30Galio bonito, que Galio forte. Ah,
- 5:35enfim, tem tudo a ver com o episódio, obrigado. O
- 5:38Vinci por ainda estar com a gente. Você,
- 5:40então, ser psicólogo. Eu ser psicólogo, ou... Você
- 5:44chamou de fazer psicologia. Fiz
- 5:45um tempo. Ou líder religioso. Eu
- 5:49acho que você é um ótimo líder religioso. Eu
- 5:52acho que... Pô, eu gosto de coisa de
- 5:54tecnologia. Eu gosto de coisa de
- 5:55empreendedorismo, né? Não ironicamente. Pablo
- 5:57Marçal, você que é o que falou? Eu
- 5:59sou o primo rico do bem, assim. Olhe
- 6:03aí. Eu acho que eu gosto dessas
- 6:04coisas. O primo classe media alta. O
- 6:07primo que vai no restaurante faz não todos.
- 6:10Perfeito. Eu não sei, cara. O
- 6:13que eu queria ser um ser humano melhor. Que
- 6:15isso? É, queria, mas não tem como,
- 6:17porque eu sou perfeito. Mas tu vem, Alexandre, antes de
- 6:21eu falar de profissões que não existem mais, que é o
- 6:25tema do episódio de hoje. Eu
- 6:26quero lembrá -los que o ouvinte que tu é ouvindo a
- 6:29gente, que vai falar, nossa, que doideira essa
- 6:31lista, né? Olha as profissões que existiam
- 6:33em ouvinte. Você provavelmente vai ser o
- 6:35próximo. É verdade. A
- 6:36sua profissão, provavelmente, em algum momento, vai ser
- 6:40substituída por tecnologia. Iiii...
- 6:44Dito isso, Iii... Eu quero trazer aqui uma
- 6:48listinha prévia, uma pequena lista antes, que é uma
- 6:51lista de profissões que são as próximas vítimas da
- 6:54inteligência artificial. Ah, que tu acha, né? É
- 6:59lógico que eu acho. Óbvio, a gente não tem como saber
- 7:01do futuro. O futuro único, adeus
- 7:03pertencem para a gente. Olha
- 7:05só, vamos lá. Primeiro, quem tá com os dias
- 7:08contados é a galera do Caixa de Supermercado.
- 7:12Hummm... Esse já tá vendo, você já
- 7:14consegue ver mercados, muitos mercados, já tem o
- 7:17alto atendimento. É... Eu roubo sua cola, mas eu
- 7:20vou lá e roubo, foda -se. Como
- 7:22assim, roubo sua cola? É, porque aqui em São Paulo
- 7:24tem que pagar sua cola. Iii...
- 7:26Ter que dizer quantas as sua cola pede. Eu
- 7:27sempre coloco uma menos e pego uma mais. E
- 7:30sai xingando todo mundo assim, porque eu sou muito
- 7:32radical, né, cara? Eu sou um hobby hoje. O
- 7:34gaiofato da história, né? Beleza.
- 7:38Mas o que tu acha dessas máquinas de alto
- 7:40atendimento? Ah, não, é... Cara,
- 7:43eu acho que tem uma galera que tem uma visão muito
- 7:45ortodoxa sobre as suas coisas assim, a tecnologia
- 7:47ela vem e assim, não é uma discussão sobre se ela
- 7:51deveria ou não vir, sabe? Não
- 7:52tem o que fazer. Não, mas isso sim, isso sim, a
- 7:55gente não tem como frear, mas o que que tu acha? O
- 7:58que que eu acho... É, tu acha que por exemplo,
- 8:01de repente vai ter uma supervalorização de mercados
- 8:04com caixas humanos e isso vai ser uma parada foda...
- 8:07Não, não, não, não, isso vai
- 8:07ser coisa índia, isso vai ser coisa índia. Então,
- 8:09coisa índia. Vai ser um... Vai
- 8:11ser um mercado, não no sentido local, mas vai ser
- 8:15uma demanda muito pequena, tá ligado? E...
- 8:20Tá ligado? Eu acho que as pessoas vão
- 8:21consumir, tipo... Pessoas que consomem coisas
- 8:24específicas hoje, sabe? Tipo,
- 8:26pessoas que falam assim, eu consumo produtos feitos por
- 8:30humanos, sabe? Essa galera humanista, esse
- 8:33diálogo, tá ligado? Eu acho que é isso, o mercado
- 8:36vai ser esse. Mas o grosso mesmo do mercado,
- 8:38ele é outra coisa. Ele vai ser automatizado e a
- 8:44questão não é se deveria ou não ser, né, como eu
- 8:47falei, vai ser. A questão é qual o próximo
- 8:50passo depois que for. Então,
- 8:52na minha opinião, é... porra,
- 8:55correr atrás e resolver problemas sociais,
- 8:58recolocando essas pessoas no mercado de trabalho. Sempre
- 9:00essa chatice, Vitor. Resolver
- 9:02problemas sociais. Me preocupar com os outros? É,
- 9:06velho, para de querer te aparecer, velho, tu tá
- 9:08pouco se fudendo. É, tu só quer mercado mais
- 9:11barato. É isso. Fundamental
- 9:14também, mas eu quero mais preocupar com os outros. Eu
- 9:16quero dinheiro para o patrão, Vitor. É
- 9:18isso que eu quero. Dá dinheiro para o meu patrão?
- 9:23Muito bem, Alexandre. Então,
- 9:25caixa de supermercado, você ouvir, e em ti que é
- 9:26caixa, abre o olho. As coisas estão estranhas para
- 9:30você. Um outro que... Cara,
- 9:34esse aqui é uma pequena anedota que eu tenho para
- 9:36contar, que é operador de telemarketing. Oh,
- 9:40puta caramba. Então, então... Ah,
- 9:44filha da puta. Parece o... introdução
- 9:48de piada de stand up agora. Odeio,
- 9:50né? Odeio de telemarketing. Piada
- 9:53que é minha só grava. Cara,
- 9:55eu recebi uma mensagem de ouvinte, que é operador de
- 9:57telemarketing, tratando, tipo assim, cara, eu sei que a
- 10:00galera brinca e tal, mas... Pô,
- 10:03mano, meio que é vacilo. E eu não tenho jeito de
- 10:05estar só trabalhando. O chefe pede, porra, pra
- 10:08gente ligar. Mas quando a sequestradora
- 10:11também diz isso, né? Estão só trabalhando. Não,
- 10:13não tem. Nenhum sequestrador diz isso. Mas
- 10:18o... Só tô fazendo o meu trabalho.
- 10:20O operador de telemarketing,
- 10:22que realmente é profissão, que, porra, muitas vezes, a
- 10:25gente não saca mesmo, ele também tá com os dias
- 10:28contados, né? Porque hoje em dia a coisa mais
- 10:30normal do mundo é chatbot. Pô,
- 10:33mas é pior que o atendido de telemarketing, né? Não,
- 10:36mas aí não é que suma completamente. Ele
- 10:39vai se tornar um artigo de luxo. Tipo
- 10:41assim, o cara, tipo assim, quando você tem contato de
- 10:44um ser humano dentro de uma empresa, é que você
- 10:46tem um contato grande. Tá ligado? Tipo,
- 10:49um gerente de um banco, você tem um contato
- 10:51importante lá. E aí, tipo, você não precisa
- 10:53ficar lidando com máquina, né, pra resolver as
- 10:55paradas. Só que assim, é porque o
- 10:57telemarketing, ainda hoje, mas não passando muito
- 10:59mais, era a única forma de você lidar, por exemplo,
- 11:03com o banco, assim, se ligar pro banco, é não uma
- 11:04pessoa. E hoje em dia não, hoje em
- 11:06dia o grosso tá tudo automatizado, tá ligado?
- 11:09Então vai sumir também, ouvinte
- 11:12do telemarketing, abre o olho, e já tá na hora de
- 11:15mudar de profissão também. É
- 11:16verdade. Vira a caixa do supermercado,
- 11:19cara, que vai que é boa. Isso,
- 11:20muito melhor. Um outro que esse aqui, cara,
- 11:23tem implicações sociais fortíssimas, é o motorista
- 11:28-caminhão de táxi, motorista. Pô,
- 11:30isso é foda. Esse vai ser, assim, é que um
- 11:34número muito grande, um mercado gigantesco de
- 11:37pessoas que vivem de entregar coisa. E
- 11:41isso aí é, porra, você sabe, né, questão de tempo,
- 11:44não vai durar muito tempo. A
- 11:46gente tem hoje carros elétricos com muitos
- 11:48problemas ainda, né, sempre, a gente sempre vê, mas
- 11:50cada vez menos, né. E, mas assim, a tecnologia vai
- 11:54resolver esses problemas. Então...
- 11:56É, mas esses carros autônomos, né, que é outra
- 11:58parada. Isso, não, mas é isso que eu
- 11:59toquei um dizer. Carro, caminhão autônomo. E
- 12:02outras formas também, né, muitas pessoas debatem, se
- 12:05por outros veículos são melhores, né. Então,
- 12:08o próprio trem... É, bicicletas autônomos também.
- 12:12Bicicletas autônomos. É,
- 12:13que eu só ficando dando. E ia ser muito foda, né,
- 12:16bicicleta autônoma. Ah, velho. Não,
- 12:20mas isso aí... Patins autônomos. Imagina,
- 12:24dois pezinho. O reino vai lá e vai pra
- 12:26cá. Ah, tá aí minha plataforma pra
- 12:29me eleger. Não, cara, mas é foda, né,
- 12:33porque baixa... Isso vai baixar custo pra
- 12:35caralho. Então vai acontecer? É,
- 12:37vai acontecer muito, então, é, né. E
- 12:39a população de cara de caminhoneiro... É
- 12:42muito grande, mano. É bizarro, assim, tipo... 50 %
- 12:46do Brasil é caminhoneiro, tipo isso, assim. É
- 12:48uma população... É absurdo, cara. Parabéns,
- 12:51gente, dados inventados assim. Cara,
- 12:5350 % daquela casa dos três milhões de brasileiros são
- 12:55caminhoneiros. Ruivos. 100 milhões de caminhoneiros
- 13:01do Brasil, é isso. É o Nula na França,
- 13:04inventando os números. Tem 80 milhões de crianças no
- 13:09rua. Mas é... Mas
- 13:12é, cara, esse aí eu acho que é o maior, assim,
- 13:15pensando nos impactos, né. É...
- 13:17Sociais, assim, isso que mais vai afetar o país. E
- 13:19não só, não só a primeira economia, mas a segunda
- 13:22economia, né, de coisas de berastrada, de músicos de
- 13:26caminhoneiro, de carves de pendrive de coletânea, de
- 13:31aulas dos hotéiszinhos. Tem muita coisa, tipo, vai...
- 13:37Essa galera aí... Vai
- 13:39demorar, vai demorar. Isso aí vai demorar. Para
- 13:41o custo bater, o caminhoneiro ainda vai
- 13:44demorar. É. Em torno de 100, 200 anos.
- 13:51Tá onde você tem o estado de
- 13:53grana? Para, tipo, já dá, né, meu dar,
- 13:56cara. Lembrando que eu ainda tenho o sonho
- 13:58de lançar uma banda, punk, com o nome banheiro de
- 14:01posto. É muito bom, o senor. Isso
- 14:04não é meu, eu, gente. Eu adorasse, eu já tomo banho
- 14:07no banheiro de posto que tu paga pra usar o
- 14:09chuveiro, eu já. Não, jamais, jamais. Eu
- 14:11já. E aí, aí. Iradíssimo.
- 14:15Caramba. Já tomei, já tomei. Foi
- 14:18e não foi tão... Eu imaginava que seria muito
- 14:20pior. Foi tipo uma academia muito
- 14:22ruim, mas não... Ah, suave. É,
- 14:25não, não foi tão horrendo. Manero,
- 14:27maneiro. Obrigado, vida. Nós
- 14:30também temos analistas de dados mais básicos. Né,
- 14:34a galera que tinha, a galera que tipo assim, é,
- 14:35realmente tá tocando, tá ligado? Tinha
- 14:37a galera que era só isso, assim. É,
- 14:39tá... TV Play. É
- 14:43isso, assim. Compraram. É. Tem
- 14:46gente que é analista bem básico. E
- 14:47isso daí, né, cada vez mais, as plataformas mesmo
- 14:50estão entregando, de uma forma muito instintiva. Na
- 14:53forma que pessoas ignorantes no tema consigam já
- 14:56resolver minimamente. Hoje em dia as pessoas, elas
- 14:58impulsionam o próprio negócio e sem saber do
- 15:02assunto. Tudo bem que, né, tem um
- 15:04desempenho muito pior do que alguém que entende dado
- 15:07mesmo, que estuda dado, né. Mas
- 15:09já é um desempenho, isso já, já, já, já morre uma
- 15:12fatia do mercado. Já na área de dados, tá
- 15:14falando. Business intelligence, né. Exatamente,
- 15:17mas porque os mais básicos, né, ainda vai demorar pros,
- 15:20pros deep, ainda vai demorar. E
- 15:23trabalhadores de linha de montagem. Que
- 15:27isso aí já vem sendo destruído desde o começo da
- 15:29revolução industrial, né. Que
- 15:31é que as pecinhas se juntando, cada vez mais
- 15:33novas maquinárias que vão resolver esse trabalho, né.
- 15:37Eles vão sendo desenvolvidos. É,
- 15:39a indústria como um todo, né, vai, vai, vai mudando
- 15:42nesse sentido. E, pô, os caras que trabalham
- 15:45em montadora, mais chão de fábrica mesmo, é muito
- 15:49filha da puta. É uns horários desgraçados, é,
- 15:52uns pagamentos filha da puta, assim, é, não,
- 15:56dependendo não é muito legal, não, se é cada vez
- 15:58pior, né, basicamente. É. E aí, Alexandre Nica, é
- 16:01impossível não falar desse tema sem querer dar uma
- 16:04esquerdada né, num história pra esbrote, porque a gente
- 16:08só tem medo de A, porque a gente vem numa sociedade
- 16:10predatória capitalista, onde o lucro é mais importante
- 16:13do que o bem -estar social. Porque
- 16:15se não vivesse, se a gente vivesse numa sociedade onde
- 16:18o bem -estar social fosse mais importante do que o
- 16:21lucro de pequenos empresários multimilionários,
- 16:24a gente olharia pra IA, pra automação, com bons
- 16:28olhos. Porque significaria bem estar. Mas,
- 16:32como a gente não vive nesse mundo, a gente tem
- 16:34medo porque significa desemprego. Tá
- 16:37ligado? O Marx, ele sempre percebeu
- 16:39isso, desde o início da revolução industrial, ele
- 16:42falou, cara, é inevitável que os capitalistas vão
- 16:46investir cada vez mais em tecnologia pra aumentar a
- 16:49produtividade com máquinas e diminuir os custos
- 16:52contratando menos gente. Tá ligado? E
- 16:55o Marx também sempre falou que tipo assim, que ironia
- 16:58né, porque tipo assim, era pra ser algo melhor, pô.
- 16:59Mas, se você produzisse muito
- 17:03mais em menos tempo, as pessoas deveriam ficar mais
- 17:05em casa. Se a gente vivesse numa
- 17:07sociedade igualitária. Mas não. E
- 17:11além disso, também tem outro conceito marxista foda
- 17:13que esbarra nisso, que é o conceito de alienação.
- 17:17Porque o trabalhador, por conta do
- 17:19maquinário, ele não tem nenhuma participação ou cada
- 17:22vez menos participação na produção do produto que ele
- 17:25estiver produzindo ali. E isso faz com que ele se
- 17:28conecte cada vez menos com o próprio emprego. Então
- 17:30ele não sabe o que ele faz muito bem, porque a
- 17:32máquina que faz. Tá ligado? Posso
- 17:35voltar com o volume agora do fone? Aqui
- 17:37pra seguir o podcast? Fui, Nica. Minha
- 17:41mensagem foi dita. Sobera na caixa. Eu
- 17:45não esperava atingir, Alexandre Nica, quem tem
- 17:48CNPJ. Ah, e tipo tu? Tem
- 17:51mesmo. Vamos, pô! Nós
- 17:55gostamos da contradição. Então
- 18:02tem que matar todo mundo que ganha mais de R $5
- 18:04.000, hein, cumprinho? É rico. Quem
- 18:10ganha mais de internet a foda, tudo isso, em 6, 6
- 18:12meses. Quem ganha mais de R $5 .000 é
- 18:14rico ou não? Você aí, que tem HB20, vai pra
- 18:20forca. Pode ter certeza. Mas
- 18:25falando sério, tecnologia não significa necessariamente
- 18:30desemprego. A nossa sociedade significa
- 18:34porque a gente vive nesse modelo de produção.
- 18:39Alexandre! Eu falo, eu falo, Viti.
- 18:42Aproveitando aqui que você tá bem
- 18:44desconfortável. Eu tô olhando aqui, a gente
- 18:48pode que a gente tá uma vista, tudo molhado aqui.
- 18:52Tem vez que eu chego aqui e
- 18:53fico só olhando. Eu só olho lá pra ver o
- 18:58doido que eu me zoando. Mas,
- 19:02Amiga, se você... Eu te perguntei qual seria a
- 19:05sua profissão. Eu perguntei com a sua
- 19:07profissão, você falou psicólogo. Mas
- 19:09e se dinheiro não existisse? Seria
- 19:11psicólogo ainda? Pensa no mundo que não existe
- 19:14dinheiro. Eu não pensei em dinheiro,
- 19:16seria... Às vezes você pensa
- 19:19inconscientemente, tá ligado? Talvez
- 19:21presidente, jogadores de futebol, mas que fizesse
- 19:27muito gol. Eu tô pensando... É
- 19:30um cargo, né? Eu tô pensando realmente, que
- 19:34que tu quer ser? Rei... Deixa eu ver... Cara,
- 19:43eu acho que uma profissão que deve ser muito legal,
- 19:45de verdade, esse um cargo, deve ser um cara que faz
- 19:48review de coisa de tecnologia. Deve
- 19:50ser muito foda, né? É tipo... Você
- 19:52chamarra nisso, né? Ah, eu adoro ficar vendo
- 19:54review, né? De câmera, de... sei
- 19:57lá, de... iPad, de qualquer coisa. Lente.
- 20:00Pensa qualquer coisa, eu acho. Eu
- 20:01gosto de... Eu acho um conteúdo que
- 20:03acalma, dependendo do criador. Olha
- 20:06aí. E funciona bastante pra mim.
- 20:09Mas eu acho que talvez numa
- 20:11sociedade não capitalista que o dinheiro não imposte,
- 20:13talvez eu não seria um cara que faz review de
- 20:14produtos. Ah, não sei, não. De
- 20:16repente, sim, mas talvez você seja um cara. Não,
- 20:18eu não ia ter nem que comer, né? Não
- 20:20é... Então você tá na sociedade. Eu
- 20:24fazi review desse um grão de arroz que eu consegui
- 20:28trabalhando 46 horas pro partido. Ai,
- 20:34arrombado. Ah... Lá foi eu pro campo de
- 20:37reeducação. Lá foi. Vamos
- 20:41lá. Segundo, galera. Não,
- 20:43não, e tu, e tu, cara? Então,
- 20:44dinheiro... Cara, tu faria mais uma coisa,
- 20:46não? Cara, tá pensando... Sabe
- 20:48uma profissão que eu acho que eu ia me amarrar? Ator
- 20:51pornô. Que pensando... Cara,
- 20:53não, mas quase. Ator, tá ligado? Porra,
- 20:56velho. Eu acho que eu ia me amarrar,
- 20:57velho. Pô, tu é ser um smiggle foda.
- 21:06Ai, cara. Não,
- 21:07mas se eu pudesse, assim... Vamos
- 21:10brincar de trabalhata, né? Vamos
- 21:12fazer um negócio aí. Eu acho que eu seria ator,
- 21:14mano. Eu acho que eu já fichia ato
- 21:16quando era criança, né? E foi tipo seis meses só. E
- 21:19eu falei, cara, isso que é muito maneiro, velho. Tô
- 21:20brincando o tempo todo. Eu só brinco, tá ligado? É
- 21:23só brincar de faz de quantas, assim. Ai,
- 21:25eu acho que... Eu acho que tu tem alguma
- 21:27coisa. Eu acho que tu poderia ser
- 21:28ator. Eu acho que se tu estudasse,
- 21:30se tu fizesse parado, eu acho que tu tem... Porque
- 21:32tu é bem desenvolto. Eu acho que tu conseguiria
- 21:35entrar nas... Que acho que deve ser difícil
- 21:36tu resgatar emoções, dependendo do método, né?
- 21:39Resgatar emoções pra ele dar com
- 21:41elas na hora, assim, né? Isso
- 21:42deve ser foda, né? Deve ser louco, mas eu acho
- 21:45que... Deve ser loucura demais, né
- 21:46mesmo? Não, é uma profissão de filha
- 21:47da puta, né, cara? Tu fica... Tu
- 21:49trabalha com o lance da tua... Da
- 21:52tua... Do estima, do jeito bizarro,
- 21:54né, cara? Tu tá excesso. E
- 21:55de emoção, tipo assim. Deve ser uma bagunça interna,
- 21:58né? A menos que a pessoa, pô,
- 22:00seja aquela pessoa... Porque,
- 22:02tipo assim, entregado... Succession,
- 22:04né? Succession, o ator... Como
- 22:06é que o nome do personagem, cara? Eu
- 22:10acho que o nome do... Do cara lá, do... Do
- 22:14filho, do mais velho, o filho mais velho, lá. O...
- 22:16Eu acho que o nome dele, cara. Jeremy
- 22:17Strong. É ele mesmo, o ator? Uhum.
- 22:20Ele é um ator meio, tipo assim, ele vive o
- 22:23personagem, né? Chato pra cara. É,
- 22:26ele se isola, ele fica sozinho, não fala com
- 22:29ninguém no set. E aí, como é que o nome
- 22:31daquele ator principal, lá que é o pai? Ah,
- 22:33o veião, veião irado. É gigante, esse cara. É,
- 22:36enfim. Não, o nome dele ninguém sabe.
- 22:38É, não, é... Brian
- 22:40Cox. O Brian Cox, ele... E
- 22:43ele ficou puto com ele, esse pochato pra caralho,
- 22:45que ele é velho, velho, é foda. Chato
- 22:47pra cara e ele se isola, eu falo com o Ligueiro,
- 22:49todo torto, vou mal educado, ele... Então,
- 22:51tipo assim, de repente, a forma que você atua, possa
- 22:55mexer, né? De repente, o lado que esse...
- 22:57Mulé que é atua, mas... Entrar
- 22:59realmente no personagem, durante as gravações, no
- 23:02set, possa fazer meio mal, assim. E
- 23:04o Brian Cox, ele é de boi, não, só finge, tá
- 23:07ligado? Não afeta ele em nada. Mas
- 23:10eu acho que ator e essa é uma profissão muito
- 23:12divertida. Eu entendo isso, cara, pra
- 23:14gravar a história pros brothers, o último, passei
- 23:16três vezes dando uma funerária dormindo, pra
- 23:19entrar no clima do personagem. E
- 23:21depois eu estudei... Sabe qual é o útil de sota,
- 23:23não sei. Não sei, isso não vai ver na
- 23:25ideia. Mas eu estudei balé, e eu
- 23:28trabalhei... E eu trabalhei como auxiliar
- 23:34de rei. É a única profissão que o
- 23:38cara lembra? É mais infantil. Asociliar
- 23:42de rei. Vem, eu não aguento mais se
- 23:48eu... Muito bem, cara. Mas,
- 23:52Alexandre, eu também quero falar de profissões que
- 23:54provavelmente... Provavelmente...
- 23:59Ou não vão sumir, ou vão demorar, pelo menos, vão
- 24:01demorar mais. Que é, por exemplo, profissional
- 24:04da saúde. Em uma primeira escala, assim,
- 24:08fazer diagnóstico básico? O basicão eventualmente vai.
- 24:12Mas o médico mesmo, se poupar,
- 24:13é cardiologista. A mina é fícida da peuta. Se
- 24:17daí, a IA ainda não consegue analisar também um
- 24:21paciente para conseguir dar um tratamento, para medicar,
- 24:27tá ligado? Ainda é algo muito distante do
- 24:29que a gente conhece de IA hoje. Tá
- 24:31ligado? Então, médicos fiquem tranquilos.
- 24:34Artistas criativos, né? Músicos,
- 24:37designer... Músico, depende, né? Músico
- 24:40de trilha sonora, aí ele vai embora em breve. Mas
- 24:43o músico de banda, né? O músico, assim... Enfim,
- 24:48esses daí vão demorar mais. Designer
- 24:49também. O basicão vai embora. Mas
- 24:52o artista criativo, em geral, ele tem mais um
- 24:56tempo aí, porque aí não é criativo ainda. Ela
- 24:58só copia, enfim. Professor educador. Isso
- 25:02daí não tem igual, né? Porque
- 25:03educar ainda é um ato humano. Ah,
- 25:07o Duolingo? Não acha que tira seu emprego,
- 25:09hein? Não, como eu te falei. Vai
- 25:11demorar. Vai demorar para acabar a
- 25:14profissão de professor. Entendeu?
- 25:18Entendi. E agora, uma galera deixou de
- 25:21dar aula particular para o Cadolingo, com certeza.
- 25:25Obrigado. Obstetra desse edifício.
- 25:29Obstetra? O AIA fazer o teu parto?
- 25:32Eu estava pensando nisso agora,
- 25:34fazer uma máquina de parto. Uma
- 25:37máquina de parto? Isso, uma máquina de parto... Mas
- 25:40é por assinatura. Você tem que ensinar e deixar
- 25:44assinar, porque... A qualquer momento você pode
- 25:46precisar. Se tu esquecer, daí tu paga
- 25:48três vezes mais ou a máquina de empurro, bebê
- 25:51para dentro. Horrível. Até entrando pra as... É,
- 25:55o processo de assinatura. Tem
- 25:56um meio de careza. Não deixa a sua bebê...
- 26:00Proibido em muitos países, né? Do
- 26:02Neste Europeu. Perfeito. Profissional da Saúde
- 26:05Mental? É, nós. É
- 26:08isso daí. Pô, será? Pelo
- 26:12menos vai demorar mais. Eu acho que não, cara. Eu
- 26:14acho que é o mais fácil. Você
- 26:16acha que psicólogo vai embora amanhã? Eu
- 26:18acho que... Em 10 anos? 20
- 26:21anos? Eu acho que vai antes, velho.
- 26:23Quem? Eu acho que vai antes, a
- 26:25capacidade de conversação. Já
- 26:28tem algumas... Algumas lances que fazem. Eu
- 26:31acho que dá para mapear muito um ser humano. Eu
- 26:34acho que dá para fazer um... Não
- 26:36demora muito para ter um aplicativo melhor que o teu
- 26:38psicólogo. Eu acho, cara. Então,
- 26:41aí o teu psicólogo vai ficar obsoleto e que nem
- 26:43os músicos para trilha sonora genérica. Uhum.
- 26:46É. Agora, quando você precisa de um
- 26:49trabalho um pouco mais delicado, quando você
- 26:53precisa de um trabalho um pouco mais sério, tipo
- 26:55assim, você tem um problema... Você
- 26:57não está só tipo... malzinho.
- 27:00Você não está só tipo assim, ah, mano, do
- 27:02burnout... Não, não. Você
- 27:03está com... Com a tecnologia. Com
- 27:05esse burnout, tipo assim, pouco foda. Ah,
- 27:08estou com panar. Ah, depressão profunda. Uuuh.
- 27:13Ideia... Ideiações. Ah. Não,
- 27:16mas sério, mas sério. Eu acho isso. Eu
- 27:18acho que tipo assim, na verdade não é o que eu
- 27:20acho. É o... O
- 27:21que o mundo acha. É o artigo que eu vi sobre
- 27:23profissões que vão desaparecer em breve e que
- 27:25vão demorar para desaparecer. Essa
- 27:27é uma delas. Vai demorar para acabar com o
- 27:30psicólogo. Novamente. O psicólogo... Um
- 27:33atendimento genérico, ele realmente é questão de
- 27:36tempo. E por último, nós temos
- 27:38gestores e líderes empresariários. Ah,
- 27:41não. Aí é substituível. Tu
- 27:45tirou todo mundo para ver, Dore. Quando
- 27:47chegou em você. Eu sei. Não
- 27:49falou isso. Não tem máquina. Não
- 27:52tem máquina que tira nota, cara. Não
- 27:54tem. Não tem, não tem, cara. Tu
- 27:57tem lá no sábado, assim. Clicar
- 28:01ali. É muito clica, é muito clica.
- 28:03E aí você tem que enviar, é
- 28:05meio... É comprar refri aqui para a
- 28:08geladeirinha. Se eu ficar um dia sem
- 28:11comprar refri, huh? Não vem refri. Cara,
- 28:14eu acho que é um tipo de coisa que não tem. É
- 28:16substituível. É substituível. Mas
- 28:18esse realmente... Você não consegue colocar uma IA
- 28:21para organizar a tua empresa. Tá
- 28:23ligado? É você vai ter que ter...
- 28:25Você vai ter que trabalhar, né?
- 28:27Desculpa de dizer. Você
- 28:29vai ter que trabalhar. Ah, não. Não.
- 28:32Vou para a reeducação. De novo para o campo de
- 28:35reeducação. Não. Não, não, não. Ai,
- 28:38ai. Muito bem, Alexandre. Eu
- 28:40quero falar para você agora uma lista de profissões que
- 28:44não existem mais. Que o tempo, Alexandre. Oh,
- 28:47o tempo, Senhor da Ráfrica. Ele
- 28:51engoliu. Ele destruiu essas profissões. É
- 28:55uma listinha. E eu quero saber qual que
- 28:57você gostaria de ter. Tá bom, delas? Tá.
- 28:59Vai dando um top 3 aí, pelo menos para nós. A
- 29:02Marmaneira. E fala também a Marmerda. São
- 29:04quantas? Trouxe 15. Tá.
- 29:07Uuuh? Bastante. Muito bem, Alexandre.
- 29:10Primeiro. Não existe mais fabricante
- 29:14de roda de carroça. Hummm. Tá. Tá,
- 29:18galera. É roda de... Tem
- 29:20poucos, né, imagina? Não é. Quando
- 29:23falo desses mais... Sim, sim, sim, sim. Sempre
- 29:24vai ter um... Não vai ter os dois. Não
- 29:27vai ter senais disso. É isso que tu quer dizer. É,
- 29:29não, não é um... Não é um business. É,
- 29:31tá. É uma galera artesã que faz.
- 29:33Não parece muito divertido. Eu
- 29:35não acho. Mas é... E
- 29:36quando eu falo que não existe mais, é porque
- 29:39existia um mercado, sabe, de produtor de roda de
- 29:43carroça. Tipo assim... Teu
- 29:45bisavô quase foi isso, tipo isso. Bem
- 29:47possível, assim. Ele conhecia alguns, pô. Tá
- 29:50ligado? Ali... Roda de carroça era um big
- 29:52deal, assim. Era um... Porque
- 29:53faz sentido, né? Porque é um lance que quebrava o
- 29:55tempo todo. E sempre tinha que substituir
- 29:57e tal. Então as rodas de carroça,
- 29:59elas... Não existem mais profissionais
- 30:03desse ramo. E... Lamento pra galera aí. A
- 30:08gente vai falar um pouquinho agora do melhor
- 30:10site de aposta que existe do Brasil. E
- 30:11no mundo. E no mundo todo. E
- 30:13eu quero que você já comece, Nico, jogando o
- 30:16cuponzinho na cara de presente. HPB
- 30:1920, 20 % de Fibete. HPB 20. Isso.
- 30:22Isso, se você tiver pra apostar, você colocar na
- 30:25primeira vez, você tem esses 20 % a mais pra
- 30:27apostar. Tem tudo que eles podem te
- 30:28dar. Tem muito. Futebol,
- 30:30basquete, voa, tênis, tênis, tênis, tênis. Tênis,
- 30:33tênis, tênis. Tem um tênis que joga tênis. É
- 30:35muito fácil de colocar o dinheiro, fácil de tirar. É
- 30:38uma delícia. É uma delícia. Obrigado,
- 30:40Cateó, por estar apoiando esse podcast há muito tempo
- 30:42já. E se você tá ouvindo o nosso
- 30:44podcast, o que é Cateó? Tá apoiando a gente. Cateó
- 30:46.com, Cateó .com, Cateó .com. Você
- 30:50sabe qual a profissão do teu avô? Meu
- 30:52avô? Depois que eu descobri que era
- 30:55bicheiro, mas ele teve... Ele
- 30:58tinha uma churrascaria, né? E
- 31:00depois trabalhou como uma relojoria. Tipo,
- 31:03ele tinha uma relojoria, assim. Muito
- 31:05foda, inclusive, a... Pô, tu pode ser amarra, né?
- 31:09Será que por isso que tu gosta
- 31:10dessas coisas... Cara, né? ...
- 31:12em grenagenszinhas e... Sei, meu pai também mexe, que
- 31:15eu adoro. E aí, antes, acho que tá na
- 31:18casa do meu pai, tipo, a maletinha das ferramentas de
- 31:21mexer em relógio, assim. Mano,
- 31:22né? Cara, é muito foda. É
- 31:25tipo, bizarramente, impossível de eu mexer o
- 31:27tremendo pra caralho, assim. Mas
- 31:29é muito foda. É muito legal mesmo, assim.
- 31:31Ele tinha um monóculo. Ah,
- 31:33tinha tudo. Porque o monóculo, você olha as
- 31:35coisinhas, tá ligado? É uma maneira pra caralho.
- 31:38Não, irado. O
- 31:39Dr. Manhattan do Watchmen, ele também era
- 31:41um relojoeiro. Muito foda. Mas,
- 31:43Alexandre, então um beijo, né? O
- 31:46meu avô, ele tinha problema mental, né? E
- 31:49ele me trabalhava, é sério. É...
- 31:55É sério, é sério, é sério. Eu
- 31:57fazia a mesma pergunta, será que é por isso? Cara,
- 32:00é sério. Nismo, é foda, é foda. Mas
- 32:03ele... Aí, o meu outro avô, ele
- 32:05vendia... Ele tinha uma barraquinha de
- 32:07coisa, vendia bananas, assim. A
- 32:10tua avó. Não, eu tô na de casa. Ah,
- 32:13tá. Mas ele... O
- 32:15que você vai falar, cara? O
- 32:18que você vai falar, Alexandre Henrique? Fala,
- 32:23Línguas! Mas eu não vou jogar pra fora.
- 32:24Não vou jogar pra fora. É
- 32:26essa a mo... Eu ia ter que tirar a edição.
- 32:28Não. Eu sei que tinha errado.
- 32:31Tá bom, tá bom. Eu
- 32:32só quero dizer que eu queria acompanhar essa
- 32:33história de avós. Só isso. Tá
- 32:35bom, tá bom, tá bom. Vamos lá, Alexandre. Outra
- 32:38profissão de sumiu. Tá que foda, hein? Filho
- 32:42da puta. Tá indo muito, cara, porque o
- 32:44meu avô tem problema mental. Vamos
- 32:45lá. E tu sabe que tipo assim, a
- 32:48gente não sabe o que era porque na época... Não
- 32:50tinha diagnóstico, era tipo... É
- 32:51só louco, tipo assim. Fala, porque era louco, ele era
- 32:54de lua. Olha a expressão que o pessoal
- 32:57usava na época. Que quando era loua cheia, ele
- 32:58tava atacado. Ah, um lube sumido também.
- 33:01Espaio isofrênico, né? É,
- 33:03provavelmente algo do tipo, né? E
- 33:05enfim. A segunda profissão é
- 33:08datilógrafo, né? É, essa aí. Um
- 33:12dos outros que digita. E era louco, né? Tipo
- 33:14assim, não sei se você quase pegou. Eu
- 33:16quase peguei cursos de datilografia. É,
- 33:19acho que... Ou se tu chegou a fazer
- 33:20assim. Não, não, não, não cheguei a
- 33:21fazer, mas... Mas tu conviveu com os gente
- 33:23que fez, com certeza. Eu acho que sim, acho que
- 33:25sim. E era o futuro, né? Tipo,
- 33:29pois é que... É, e acho que era um lance
- 33:33de ostentação do digital o número de palavras por
- 33:35minuto, né? E isso, tenta Guinness, não
- 33:38me engano, hein? Era uma parada bem ostentação,
- 33:42assim, de tu... Caralho, é verdade. A
- 33:44terceira profissão, lembra que você vai falar com a
- 33:46pior, com a melhor, hein? A
- 33:47terceira profissão é leiteiro. Hum,
- 33:50hum. Porque... Cara, que... Que
- 33:52que você quis fazer? Que que você fez esse barulho,
- 33:54cara? Acabou, hein? Cara,
- 33:59tu é uma criança real, mesmo, né? Tu
- 34:02é incrível. Eu quero ser rei. Mas
- 34:05eu quero ser ajudante e assistente de rei. Ah,
- 34:10leiteiro. Por que quer... Por
- 34:11que quer tua criança ter uma massa do mula? E
- 34:13eu falei... E eu falei Brian Cox e você
- 34:16riu, né, tu? Ficado Cox, né, cara? Ah,
- 34:20vai tomar do que... Vai se envio leiteiro, é,
- 34:23porque antes do leite, ele se tornar um produto que...
- 34:26Ficar -se qualquer um do mercado,
- 34:28né? Por conta da tecnologia mesmo,
- 34:29porque tinha um lance de leite tinha que ser fresco.
- 34:32Hum, hum. E
- 34:32aí era só vendido de porta em porta, tá ligado? É,
- 34:36e todo dia a pessoa levava o leite e... E
- 34:39ele levava a finha na frente da sua casa, tá
- 34:41ligado? Que tinha que ser fresco. Que
- 34:43deveria ter de gordura, né? Porque
- 34:44deveria ser bem mais saudável, se leite bem mais
- 34:47direto, bem menos pasteurizado. Já
- 34:50será isso, esse serviço é um que pode voltar, cara.
- 34:53Ele tem cara de... Isso
- 34:54é serviço de leiteiro, tem a cara de Vila Madalena,
- 34:57isso aí, cara. Pode crer, hein? Eu
- 35:00vejo... É o que é isso aí? No
- 35:01meu prégio tem uns oito que assinariam serviços de
- 35:04entrega de leite. E o cara com a roupa da
- 35:06década de 20, né? Dá uma verdade de 20 trocando
- 35:09ali o Milkman Brasil, sei lá, conversão no... Fazendo
- 35:11comentários machistas, né? Tipo,
- 35:13mulher? Cadê seu marido? É
- 35:15entrega de leite vai embora, tá ligado? Sempre
- 35:17tem uma tiradinha... É, uma tiradinha. Que
- 35:22o fim de uma minoria, legal, legal. Legal,
- 35:23legal. É... Uma outra profissão que
- 35:26sumiu, e essa aqui, cara, vou te falar... Eu
- 35:30vou mandar a frase. Antigamente
- 35:32que era bom, Nick. Música de cinema, mano. Ah...
- 35:37Devia ser muito foda. Devia ser muito foda. Tu
- 35:41tá, tu tá. Tu tá pensando só na
- 35:44possibilidade de ser bom, né, cara? É
- 35:48tipo, daqui a vários anos, você viu, você falou, cara,
- 35:51tu imagina ir num barzinho e ter música ao vivo.
- 35:55Devia ser muito legal, é?
- 35:59Exatamente, cara. Exatamente.
- 36:01É o saudozismo, é o make America Great Again, assim.
- 36:05Isso, isso, não, não, você tem
- 36:06toda a razão. A galera devia ser uma merda,
- 36:11tá? Frequentemente, tá ligado? Mas
- 36:15um bom deve ser muito maneiro. Mas
- 36:18um bom deve ser muito maneiro, viu, filho? Isso
- 36:21é algo que deve ter aqui. Isso
- 36:25é bom, isso deve ser tempo, isso. Deve
- 36:27ter, deve ter. E deve ser legal, deve ser
- 36:28legal. Eu iria assistir um filme como
- 36:30Orquestra, imagina o que for. Qual
- 36:32filme desses classicão tu gosta mais, assim? Eu
- 36:34tenho meu. Desses classicão, tipo... Sem
- 36:36senção, é? Ah, não, não, não, tô ligado,
- 36:39não tenho conhecimento sobre. Eu
- 36:40gosto muito de luzes da cidade do Chaprim. Muito
- 36:43bonito, lindo. Estar de amor. Se
- 36:46vi, não lembro. Muito bem. Alexandre,
- 36:51antigamente tinha uma profissão que, um utente
- 36:52nem sabia que existia, que é a profissão de leitor de
- 36:56jornais em fábricas. Hummm. Pessoa que chegava na
- 37:01frente da fábrica lá, e lia na frente de todo
- 37:02mundo, e tal, se a pessoa não é uma profissão. Mas
- 37:05isso aí deve fazer realmente muito, deve ser
- 37:08antes do rádio, né? Antes de rádio, antes de várias
- 37:11coisas. Tipo assim, os emails de...
- 37:13Antes de ser, enfim. Os
- 37:15emails de comunicação na marca. Esse
- 37:17emprego eu teria. Eu ia gostar de ter ser
- 37:19comentário sobre todas as notícias, falar o que é
- 37:21verdade, o que não é. Hummm.
- 37:23Eu ia... É o youtuber, né, do passado?
- 37:26É, mas é um youtuber ao vivo,
- 37:28né? No, eu gostei dessa profissão.
- 37:31Gostei. Você seria um leitor de
- 37:33jornal em fábrica? É, eu acho que eu vou começar
- 37:35a treinar hoje, aqui na empresa. Vou
- 37:37chegar no escritório, começar a ler o jornal em
- 37:39voz alta para as pessoas. O
- 37:41Globruna. Seguir os seus funcionários, com o
- 37:45jornal na mão. Eles estão a se ter que ficar
- 37:47de pé para ouvir, né? Um bicho bom de trabalho. Um
- 37:51outro muito legal que existia antigamente, é
- 37:54escrevente de carta. Legal, né? Ahhhhh.
- 37:57A pessoa chamava uma pessoa para escrever a carta e
- 37:59ela ficava ditando, tipo assim, minha querida Maria.
- 38:03Eu não tive, João, muito... Tá
- 38:04ligado? Se a gente escreveu uma carta,
- 38:06eu escrevi uma, cara. Escrevi,
- 38:07escrevi. Mas o cara tem que ser muito
- 38:08honesto, né? Mas tu mandou a carta? Tem
- 38:11que ser honesto. Você enviou no correio? Sim,
- 38:14sim. Mandou para quem? Quanto
- 38:15para a gente ir por aqui? Ahhhhh.
- 38:17Eu não quero abrir minha vida pessoal. Ahhhhh.
- 38:22Hummm. Mas... Pessoa Brancelha, que
- 38:24exigiu. Mas acho que eu vou escrever
- 38:26mais cartas. Vou voltar a escrever a carta.
- 38:28Né, esse manheiro, né? Né,
- 38:30esse meio de carta e tal. Mas
- 38:33realmente, cara, é uma profissão que tem que ter
- 38:34muita confiança. Eu não poderia ser, né, cara?
- 38:37Eu ia vacalhar. Eu
- 38:38não... Eu não... Se
- 38:38eu tivesse escrevendo a carta para alguém, eu ia
- 38:40mudar o teor das coisas, não. Eu
- 38:43ia querer resumir também para a tua família. Ah
- 38:44não, mas tu ia ler, porra, tu ia ler com certeza, né?
- 38:47A pessoa vai ler antes de
- 38:48enviar com certeza. Não, como assim? Eu
- 38:50acho que o Lássio Trampa é para não afabeto, não é?
- 38:54Não, não é necessariamente. É,
- 38:55não necessariamente, mas acho que na sua maioria,
- 38:57acho que é porque a galera não sabia tanto ler e
- 38:58escrever, eu acho, né? É, é. E
- 39:01aí, acho que a maioria... Tem
- 39:02aquele filme central do Brasil, não é? Sobre
- 39:04isso? Nada a ver? Não
- 39:05sei, não lembro. Não, não lembro também. Mas
- 39:07enfim, esse lance... Se a pessoa não sabe ler, né?
- 39:10Acho que deve ser... Poder
- 39:11ser legal, né? Tipo, meio que ajudar pessoas a
- 39:14comunicar. E mentir no texto. Vai
- 39:17ser legal. Gostaria. Valeu. Muito
- 39:21bom, Alexandre. A gente também tem uma
- 39:23profissão que essa aqui é do caralho, assim. Eu
- 39:25descobri ela recentemente na internet, que é despertador
- 39:29humano. Ah, essa tu falou, a gente já
- 39:32fez um episódio sobre. Que o cara passava na rua, né?
- 39:36É, tipo assim, porque... O
- 39:37exemplo clássico, a pessoa acorda para ir para a
- 39:39fábrica, para trabalhar. E como é que ela vai chegar
- 39:41lá na hora certinha, né? Não
- 39:43tinha despertador, né? Não tinha, né? Pessoas
- 39:46às vezes ia e o lance era, tinha um despertador
- 39:47humano na pessoa, que se comprometia a acordar mais
- 39:50cedo, e batia em todas as casas que contrataram ela,
- 39:54até ela acordar, ficava jogando pedra na janela,
- 39:57batendo na porta, cada coisa, uma coisa. Ah,
- 40:00essa eu mandaria muito bem. Muito
- 40:02bem. É, tu ia ter que ser chato,
- 40:03né? Não, eu tenho que ser chato. Eu
- 40:04acordo cedo para caralho, eu acordo bem pontualmente.
- 40:08Eu adoro ser chato. Acordar
- 40:10as pessoas. Cara, eu acho que essa é a sua.
- 40:13Acordar as pessoas. Bom
- 40:14dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia. Oh,
- 40:17oh, oh, oh. Tu tá me vendo? Porque
- 40:19eu não existo. Tá me vendo? Não,
- 40:22eu ia gostar, eu ia gostar. Gostar
- 40:24disso também. Uma outra que não existe mais
- 40:28é acendedor de lampião agais, as ruas da cidade.
- 40:32Os postes, era tudo agais.
- 40:35Então todo dia alguém tinha que
- 40:36acender. Pois, devia ser meio perigoso,
- 40:38até, né? É. Não se explodir, sei lá.
- 40:42É. Tu seria um acendedor? Não,
- 40:45não. Acho meio ruim de trampo. Tem
- 40:50músico de cinema aí, pô. Nas
- 40:51opções que eu seria um acendedor de lampião. Ah,
- 40:55eu sei. Cara, é que tu não funcionou
- 40:58como músico de videogame? É,
- 41:01foi funcionar com cinema. É,
- 41:02é o que eu vivo, véi. Fazer
- 41:04a trilha do Mario, tu não conseguiu? Não
- 41:07vou pegar ele. Uma outra que é muito maneira
- 41:10é médico barbeiro, mano. Ah,
- 41:12era mesmo meio que é, meio que pare... Doideira,
- 41:15né? Tipo assim. Eles
- 41:16eram próximos, um do outro, assim. E
- 41:19hoje em dia tem uma profissão que também é
- 41:21assim, mano. Porque eu não entendo como que
- 41:23ficou próximo. Que é o esteticista e dentista.
- 41:26É, porque o dentista, ele
- 41:28aplica botox, né? Ele acha que ele tem a licença
- 41:30para aplicar botox em todo. É,
- 41:32mas... Tá ligado o que eu disse? É,
- 41:33tipo assim, por exemplo, a dentista que eu vou, ela
- 41:35também faz a harmonização facial. Por
- 41:37isso que tu fez isso, tá? Não,
- 41:38não fiz a harmonização. Galera,
- 41:40eu não tava vendo o vídeo, mas ele tá igual o Stenio
- 41:42Garcia. Igual. Ah, meu Deus. Mas
- 41:46é isso, tipo assim, por que que ela faz? Fiquei
- 41:49pensando, tipo assim, caralho. Qual
- 41:51é o período da faculdade que estuda a harmonização?
- 41:54Da vergestinha também, não sei.
- 41:56Mas eu não sei se também é
- 41:57uma profissão que flerta tanto com uma parada de
- 41:59vaidade, que já tá do lado e o pessoal faz. É,
- 42:03não é, não. Com certeza deve ter uma
- 42:05demanda. Que tem de dentista que me
- 42:07deixa envergonhado, no tipo, o tuálogo Instagram do
- 42:09dentista, e ele é muito constrangidor, dessas paradas
- 42:12de estética, assim, né? Um cara, sei lá, um cara
- 42:16muito forte, com um ventalzinho colado, e aí
- 42:19tem neon em todo o consultório, e puta, é tudo
- 42:22ridículo, tudo constrangedor, assim. É
- 42:24uma... Não é o médico, em geral, a
- 42:26medicina, a área da saúde tem muito profissional
- 42:29ridículo, né, cara? Você tá ofendendo muita gente.
- 42:33Não, mas eu tenho certeza que
- 42:34os pessoal da saúde concordam comigo, porque tem
- 42:38muito, cara. É aquela necessidade do
- 42:41mercado mesmo de se promover. É,
- 42:44é. E a galera, e tem gente que
- 42:46se promove, e tem gente que simplesmente é ridícula,
- 42:49né? E esse é o jeito de se
- 42:50promover, assim. E aí tu funciona, assim, e
- 42:54aí tu vê uns... E se as pessoas sempre tem
- 42:57os dentes branco, branco, branco, branco... Aquele
- 43:00de... De amástica, né? É,
- 43:02do Firmino. Do Firmino. É
- 43:04muito estranho, cara. É muito dente que o Firmino
- 43:06tem, né? É, muito, e é muito branco,
- 43:08cara. É, nada é tão branco, né, com
- 43:11o daquilo da Vita, obrigado. Muito
- 43:12bem. Uma outra profiss... Enfim,
- 43:14mas eu não comentei no médico barbeiro, ele era
- 43:16barbeiro, né, enfim. Mas muitas vezes ele também
- 43:19extraia a dente, ele fazia procedimento cirúrgico. Isso
- 43:22tem a ver até com o sinal da barberia, né, aquele
- 43:24giratório, que é o vermelhinho e o azul. Acho
- 43:27que daí quando tem... Não sabia disso, sério, né,
- 43:29mano? Tem uma ligação com isso aí.
- 43:32Quero pra dizer que a barberia
- 43:33faz também cirurgia, sei lá, alguma coisa do... Tem
- 43:37uma ligação do sinal ali. Loco
- 43:38demais, mano. Imagina, você sabe uma cirurgia e
- 43:40essa barba aí, vamos deixar na régua, tá? Eu
- 43:42tenho que ir logo depois. É,
- 43:43já potei as pênas, vamos tirar a barba. Caralho,
- 43:46muito louco. Uma outra também é Boticário,
- 43:48que é o cara meio que o farmacêutico, talvez a gente
- 43:52puder traduzir. Ah, que burro que eu sou
- 43:54quando falou Boticário, eu imaginei que eu quero fazer
- 43:56perfume, não? Não, então, mas o também é um
- 43:59aparato que um Boticário pode fazer. Mas
- 44:01muitas vezes é de remédio, né, antigamente. Produto
- 44:03de higiene pessoal, você é incomendável. O
- 44:06cara pegava a plantinha, olha o conhecimento que o
- 44:09cara... Esse é maneiríssimo. Essa
- 44:11profissão deve ser muito fora de ter. Que
- 44:13é tipo assim, você tem que manjar de planta, coletar
- 44:16as plantas, fazer os procedimentos químicos e
- 44:19tudo mais, né? E aí produzir um produto
- 44:21pra... Enfim, aí pode ser um produto
- 44:23de... Um remédio de higiene pessoal,
- 44:26um perfume também, porque não, tá ligado? Mas
- 44:31o Boticário hoje, né, ele sumiu, né? Pô,
- 44:33cara, imagina que legal esse lance de você poder
- 44:35montar um perfume pra ti. Tipo,
- 44:38eu adoraria. Só que eu não sei, é uma
- 44:40experiência difícil de não ser física, né, cara? Você
- 44:43não tem como montar no aplicativo o teu perfume,
- 44:46assim, deve ter, né? Faz isso... Sim,
- 44:48mas... No microscópio. Mas
- 44:50tu não tem... É que é o objetivo. A
- 44:52gente tem referência, né, cara? Ah,
- 44:55tá. O que você pode fazer é tipo
- 44:57assim, a pessoa assinar, ela recebe em casa uma
- 45:00lista de cheiros. Hum... E aí, ela vai cheirando e
- 45:04ela vai montando com base nesse cheiro de fome certo.
- 45:06Pô, para de falar aí, porque
- 45:07alguém vai roubar nossa ideia, né? Não.
- 45:08É muito foda. 5 % aí pra gente. Cara,
- 45:12a Chandis perfume, velho, vai... Chandis...
- 45:15Com a bosta, vô, na bosta com essa aí. Chandis
- 45:19perfume. Vai estourar, velho. Legal.
- 45:22Muito bem. Muito bom. Outro
- 45:24é lavador de roupa. Chegamente
- 45:25as pessoas eram lavadores de roupa, né? A
- 45:28mão. Sim. Não era uma máquina. Se
- 45:30chegava para uma pessoa e encomendava, pô, lava suas
- 45:32roupas aqui para mim. A pessoa pegava, lavava. E
- 45:34é louco pensar que tipo assim, mas tinha pessoas
- 45:36que tipo a família de lavador de roupas, assim.
- 45:40Hum... Que tinha um negócio, um
- 45:41sobrenome que levava paradas. E
- 45:44tem um lance de... Sempre tem filme, né, de bater na
- 45:47pedra, no rio ali, né? Tipo...
- 45:49É verdade, a área... Será que tinha guerra diária?
- 45:53Sape da Inito, tá ligado? Que
- 45:54essa pedra do Isoza. Tá ligado? Tá
- 45:57ligado? É um roteiro bom, hein?
- 45:59Certamente, ver ter umas pedras boas,
- 46:00umas mais ou menos, né? Ah,
- 46:02é. E o gasta, tá ligado? De
- 46:03repente a pedra gasta. Você não sabe? Eu
- 46:06seria... Eu não seria bom nisso, não.
- 46:08Eu não sou muito bom em
- 46:09tarefas de coordenação e algumas tarefas domésticas.
- 46:15É o dos Paulo Cougos, né?
- 46:18Mas a minha mãe vem em pala
- 46:20apartamento toda quarta, né? E
- 46:23deixa comida no freezer. O doço Cougos é fã. Vamos
- 46:27lá! Telefonista! Tá! Você
- 46:31chega a pegar a minha telefonista, né, época? Não,
- 46:33não, não. Telefonista de quando, cara? A
- 46:35gente faz a conexãozinho ali, né? Pega
- 46:37o fiozinho. É, que você liga, você fala
- 46:38telefonista. Quero falar com o Fulano. Aí
- 46:41ela vai lá pegar a lista, tá ligado? Do
- 46:43Fulano, encontro o nome. Ou você fala, quero falar com
- 46:46o Ramal884. E ela vai lá conectar no
- 46:50884, tá ligado? Ah, não, de Ramal, peguei.
- 46:52Ramal, sim. Mas...
- 46:53Não, mas Ramal, tipo assim, numa empresa... Sim,
- 46:56né? Que ligava para o... Aí
- 46:57eu me peguei, aí eu fiquei recente. Tipo
- 46:59assim, dez anos, cinco anos, sei lá. Ou
- 47:01até hoje, tem... O que eu tô falando é que,
- 47:04tipo assim, você ligava para uma pessoa, essa
- 47:06pessoa, procurava o telefone de alguém. Você
- 47:09não conseguia descal o telefone, o número de
- 47:11alguém, entendeu? Isso aqui. E
- 47:13aí antigamente não dava. É, a ideia é que ela fica...
- 47:16Sabe aqueles pets que têm
- 47:18estúdio, né? Ela fica ligando os cabinhos,
- 47:20né? Isso, um montão de... Caralho,
- 47:22teve uma semana aí, até, eu fiz um... Outro
- 47:25é calígrafo... O que faz um calígrafo? O
- 47:28calígrafo é o cara que escreve bonito. Esse
- 47:32aí não dá. Esse não dá para mim. A
- 47:35tua letra é... Minha letra é... É
- 47:37horrenda, minha letra é... Ou,
- 47:40o que é que tava... Alguém aqui na agência viu minha
- 47:42letra e tava tentando reproduzir e usar a outra
- 47:44mão. Tá vendo? Beleza,
- 47:48beleza. Eu acho que foi o Ariel que
- 47:49viu minha letra e tipo ficou... Caralho,
- 47:51não pode ser. Beijo, Arélio, obrigado. Muito
- 47:53obrigado. Eu acho que ele tentou fazer
- 47:54com outra mão, assim. Ficou muito boa. Tipo...
- 47:57Na minha letra é difícil. Eu
- 47:58fiz caligrafia com a minha criança ainda. Bom
- 48:01demais. Você fez caligrafia? Aqui
- 48:04ela fica a derrinha de lado, assim. Fiz,
- 48:07fiz, fiz. E isso que tá agora é o
- 48:10melhor, cara. Que tá agora tá lapidado,
- 48:12assim. Muito maneiro, cara. A
- 48:14letra é bonita? Cara, ok. A
- 48:16letra ok. A letra não é zoada. Porque
- 48:19eu fui escrever muito no quadro, né cara? Quando
- 48:21eu comecei a escrever no quadro, tava horrível. Meus
- 48:24primeiros dois anos dando aula e eu realmente mandei
- 48:28muito mal. E aí eu percebi que tava
- 48:30atrapalhando a galera pra entender as coisas. E
- 48:32aí eu comecei a escrever com muita calma e aí hoje
- 48:34em dia tô bem suave, assim. Tá.
- 48:38E o que que eu te falar? Aqui
- 48:40ó, telegrafista. Antigamente era muito comum que a
- 48:45telegrafia era a forma que a galera se comunicava.
- 48:48Tipo, código morse e outras
- 48:50formas, tá ligado? E através disso a galera, né,
- 48:53tipo assim, tem gente que é especialista em traduzir
- 48:56código morse pela telegrafia. Então,
- 48:58também foi pro caralho essa profissão. Ninguém
- 49:00mais usa isso. Código morse e ele acabou, né?
- 49:02Vamos dizer sincero, galera.
- 49:03Acabou? Ah não, acabou. Obrigado
- 49:05pelo que você fez. Oficialmente
- 49:07acabou. Não faz tanto tempo. Faz
- 49:09uns 15 anos. Teve a última transmissão de
- 49:12código morse, assim. Valeu brincando, não sei bem não.
- 49:16Não, não, eu lembro, assim que
- 49:18eu digo foi há pouco tempo, foi, sei lá, nos
- 49:20últimos 20 anos, né? Mas teve a transição, teve o
- 49:25evento. Isso só vai ser a última
- 49:27mensagem enviada de código morse no mundo e depois
- 49:30não vale mais. Pô, pode que eu... Manero,
- 49:34sabe não. E por último, uma profissão
- 49:36que tem um pouco a ver com o que nós fazemos aqui
- 49:38hoje, Alexandre Mica. Que é a Torre de Rádio. É
- 49:42verdade. Triste, né? Esse
- 49:45era o maneiro. Pois é, né? E
- 49:46aí a galera migrou um pouco, né? Foi
- 49:50o caminho natural da maioria. Que
- 49:52tipo assim, não, vamos ter que atuar, né? Atuar.
- 49:55Até tem gente hoje, né? É um pouco parecido, é muito
- 49:58parecido, né? Até a gente pode classificar
- 50:00com a mesma coisa que a galera faz áudio drama, né?
- 50:03É, é muito... É
- 50:05que eu acho que talvez não seja a mesma coisa, porque
- 50:06é ao vivo, né? Eu acho... Porra,
- 50:09deve ser maneirão de fazer, cara. É
- 50:11uma treta, né? De fazer o vivo. Ah,
- 50:13que filo de mais não, mas o desafio é maneiro também,
- 50:15porra. Deve ser foda. O
- 50:16que a galera que fazia o desenho de som ao vivo...
- 50:19Que usavam os objetos, né?
- 50:22Porra, tem que ser o que... E
- 50:23o cavalinho, daí ele fazia o cavalinho, tá? É,
- 50:26muito maneiro. Ah, cara, esse deve ser do
- 50:28caralho. E dessas profissões, qual que
- 50:31você seria? Leiteiro. Para, cara. Tu
- 50:39quer que eu leio contário, né? Eu
- 50:42acho que músicos de cinema não gostaria, porque você
- 50:44vai ter que ver sempre o mesmo filme, né? Tem
- 50:47isso. É, cara, eu tenho mais talento
- 50:49e que o mundo precisa de mim é acordando as pessoas.
- 50:52Perfeito. É, eu acho que é isso. E
- 50:54tu, Vichinho, o que que tu seria? Pensei
- 50:56muito, cara, fiquei entre ator de rádio, né? E...
- 51:03Boticário. Boticário também deve ser muito
- 51:05terapeutico. É que ator de rádio, eu acho
- 51:07que flerta com o que tu falou, né? Esse
- 51:08ator, né? Então, porra, já tá. E...
- 51:11Boticário, eu acho que tu não conseguiria, cara.
- 51:13Porque tu é muito ruim, né, cara,
- 51:15intelectualmente, falando, tem as tuas imitações, tuas
- 51:18mãos também são horríveis para a manipulação. E
- 51:21tu é muito feio para lidar com o público. Então,
- 51:23eu acho que... O áudio é a solução, meu.
- 51:28Então, eu acho que... Tu
- 51:30deveria ficar nos fundos, talvez, da tua... Como
- 51:34um quase modo. E eles te dão algumas ervas
- 51:40para comer, outras para deixei, e tu fica lá...
- 51:43Mexendo -se, monstro. Ah,
- 51:47tu é horrível, cara. Por dentro e por fora. Ai,
- 51:53muito bom, deixando. Que bom, que com essa mensagem,
- 51:56aí, para cima, que a gente tem, né? O
- 51:59episódio hoje. Então, é isso, Alistia Daníquio.
- 52:02Essas são as profissões que não
- 52:04existem mais. Pitinho. Oi. Pitinho,
- 52:11tem uma profissão que acabou e não entrou na
- 52:13lista ali. Ih, perdi, qual que é? O
- 52:1620 vagabundo, cara. Ah, essa daí que tem. O
- 52:1820 vagabundo que fica ouvindo podcast, não.
- 52:22Repasse, porque... Ai,
- 52:24gosto assim que é só nós. Ninguém
- 52:25vai entender o humor, né? Ai,
- 52:28gostava quando era pequeno. É,
- 52:30não, só tu que é intelectual, inteligentão. A
- 52:32gente, não, é um troço para poucos, para poucos
- 52:35terraro. Tu é raro, tu é raríssimo,
- 52:37né? Tu é a coisa mais comum que
- 52:40existe. Tu vai morrer como todo mundo,
- 52:45cara. Vai, vai morrer. Mas,
- 52:47Alexandre, eu estou dando uma oportunidade aqui para
- 52:49o 20. Para ele parar com essa
- 52:50presunção. E ele agora vai pegar o seu
- 52:53lazinho. Pode pegar o seu lainho, Vint.
- 52:55Vamos fazer junto aqui, ó. Pegou
- 52:56o seu lainho. Abre ele, bota o Vibra Cal.
- 53:01Abre ele, ó. Pode
- 53:02ser... Vai no Deezer, pode ser o
- 53:05Deezer. Ou a sua plataforma, pode ser
- 53:07qualquer uma, tá? Vai ali, história pros brother.
- 53:11Vai lá, botou história pros
- 53:12brother. Deve ter... Espera
- 53:14pra quem, botou ou não botou? Botou.
- 53:17Tá. Agora botou. Aí
- 53:19ele vai, deve ter um bagulho de compartilhar lá
- 53:22em cima do lado da nossa logo. Parece
- 53:24o que é o negócio de compartilhar. Hoje
- 53:26em dia, galera, tá usando um símbolo muito escroto,
- 53:29que te põe um quadrado com uma setinha pra cima. Ah,
- 53:31é verdade, é verdade. Eu não entendo muito bem, mas
- 53:33deve ter outro, né? De repente, enfim, se procura
- 53:35aí. E aí você vai lá e copia ou
- 53:38link e joga no Twitter. Tá ótimo, agradeço, marca
- 53:40gente. Ou vai nos stories direto,
- 53:43muitos têm direto no story. E
- 53:44aí você vai lá, bota o story. Escreve
- 53:47uma mensagem. E escreve uma coisa, ó. Vou
- 53:48escrever aqui assim. Nossa. Gente, só pode... Ser
- 53:53brincadeira. Ah, só brincadeira. É,
- 53:58de que garrafa esses gênios saíram. Incísso.
- 54:02E aprendizado. Estou rindo, mas aprendendo. Boa
- 54:06demais, gente. Olha aí, pronto. Compartilhar
- 54:09seus stories e é nóis. É, talvez só me relaciona com
- 54:13quem escuta isso. Boa, boa. É,
- 54:17o ouvinte já tá sozinho, né? É
- 54:19o ouvinte da chão. O ouvinte da chão fica com
- 54:20muita coisa no nosso podcast. O
- 54:22ouvinte da chão é muito sozinho, né? Deve.
- 54:25Porque eu imagino quando eu falo ouvinte, eu imagino
- 54:26uma pessoa e a pessoa é em talha. Como
- 54:28é que é essa pessoa que você imagina? Ah,
- 54:30cara, é o... Sabe quanto imagina que a tua
- 54:32vida deu errado? É essa pessoa. Bábalo,
- 54:35mal feita. Fudida, fudidas. As
- 54:38roupas com sempre uma cor meio escura, o verde,
- 54:41musgo. Aí tu tá pensando, me
- 54:43descrevei, vitim. Meio sujo de pasto e dente.
- 54:48Aliás, eu sofro muitas críticas
- 54:50para estar sempre sujo de pasto e dente, cara. Olha
- 54:52aí. Desde criança, muito Brasil. Eu
- 54:55não sei. Mesmo com esse... Eu
- 54:57sujo de todo o bem de sujo de pasto e dente
- 54:59também. Eu sofro fortes críticas por
- 55:00isso. Mas o ouvinte eu enchargo
- 55:02assim. Eu enchargo como um fracassado
- 55:05engato. Tô brincando, ouvindo essa
- 55:08canagem nossa. Ele tá brincando, né? Eu
- 55:11falo, eu falo por mim. Não me segura. Mas,
- 55:17Alexandre, se o ouvinte quiser, né? Se
- 55:19arrependê -los de seus pecados. E
- 55:21marca a gente, ele marca a gente aonde? Arroba
- 55:24a história pros brothers. Não
- 55:25tem o S no final. E marca eu e o Vitinho
- 55:28também. Arroba Alexandre, Níquel, N -I -C
- 55:32-K. É ali, é importante você me
- 55:34seguir porque eu preciso ser o influencer. É
- 55:36muito importante. E eu sou a roba profe,
- 55:38Victor Suárez. E você também marca lá no
- 55:41Twitter, não arroba a história pros brus. Tá
- 55:43bom, no Twitter, um pouquinho diferente. Bom,
- 55:44mas seria legal se vocês fizessem mesmo alguma coisa,
- 55:46né? Eles nunca... às
- 55:47vezes compartilham, mas muito pouco, né? Cara,
- 55:49eu vou te falar uma coisa. Eu
- 55:51tenho recebido, tipo, assim, por episódio, milhares de
- 55:54pessoas ouvindo, tá ligado? Sim.
- 55:56Um papo de cinco compartilhados que me
- 55:58marcam. Essa canagem pra caralho. É,
- 56:01só o papo. É que talvez, pessoal, não
- 56:04escute depois que acho que é só propaganda. Se
- 56:07tu não tá ouvindo isso, tudo bem, mas agora tu tá
- 56:10ouvindo, né? É, então... Tem
- 56:11uma responsabilidade. É, cara. A
- 56:13gente não tá... É que você é chato pra
- 56:15caralho. Tá meio hora. Não
- 56:17é isso, não é? É que os caras não fazem,
- 56:19né? A gente fala, fala, os caras
- 56:21não fazem. Tinha que ter um... ah,
- 56:23tinha que invadir o banco de dados, Spotify, descobrir
- 56:25onde é que é a casa, no ouvinte, dar um pau, né?
- 56:27Calma aí, cara. Vamos
- 56:28fazer uns promessos, vamos fazer uns promessos pra se
- 56:30lançar alguma coisa. Eu vou tocar fogo no próprio
- 56:32corpo. Que promessa a gente pode
- 56:35fazer, cara? A gente pode fazer a promessa
- 56:37ao contrário, tipo assim, se não tiver 50 pessoas,
- 56:40não vai ter episódio. A popular ameaça, né, gente?
- 56:43Progresso ao contrário. Não,
- 56:46acho que assim, se tiver, a gente vai mandar 1
- 56:50milhão de reais para cada um. Para
- 56:52alguém. Porque não vai ser você. Se
- 56:55não tiver, a gente vai te dar um pau. Não,
- 56:57não, não. Vamos lá, 50 pessoas marcaram em
- 57:00a gente? Não é muito, gente. Pô,
- 57:02muita gente ouve. Vamos levar alguém pra jantar
- 57:04quando tu vier pra São Paulo. Papai.
- 57:07Mas essa pessoa não for chata. Já
- 57:11pensou em alguns, né? Não, mas a gente faz sorteia
- 57:15meio que escolhendo. Se vier ao São Paulo no cu.
- 57:19Jantar, jantar o pilho, tá? Pile
- 57:21mesmo. Mas se a pessoa pode, tem que
- 57:23compartilhar e não pode ser suada. Eu
- 57:26não gosto de suada. Não, não, e aí, porra, jamais.
- 57:29Eu pilho, a gente marcar um
- 57:30jantar com 5 ou 20, mano. 5 ou 20. A
- 57:33mulher, a gente vai pagar muito. Não,
- 57:34a gente vai pagar? Não, a gente tem que pagar.
- 57:37Então é um só. Não,
- 57:38só mesmo. Um só. Não,
- 57:40vamos fechar em três. Vamos fechar em três. Tá
- 57:42bom, vai. Foda -se, a gente tem... Vou
- 57:45pegar um pedido muito bem ruim, então. É,
- 57:47vamos lá. Vamos lá, a gente tá indo ali.
- 57:49Cara, o ragazzo tá... Não,
- 57:53vamos lá, vamos lá. Vamos levar no restaurante bom.
- 57:56Vamos levar no mica. Bom,
- 57:59pô. Vamos levar no mica. E
- 58:01eu vou escolher as comidas mais baratas pros ouvintes.
- 58:03Tá. E ele leva a água de
- 58:05casa, que não vai ter bebida. Não,
- 58:07é em São Paulo. E outra coisa, a gente tem
- 58:10que marcar quando estiver aí, né? Então
- 58:11não sei se esse episódio vai sair até eu chegar aí.
- 58:14Por que tu dá esse spoiler,
- 58:16velho? Os caras não estavam sabendo,
- 58:17eles vão compartilhar o link, o animal. Agora,
- 58:21tudo. Vai, ao jantar com a história
- 58:24do meu irmão. Se não toqueu o pós -final do
- 58:27podcast, tá quase tamanho do podcast. É,
- 58:29verdade. Obrigado, gente. O
- 58:30beijo, fiquem com Deus e até a próxima semana.
- 58:33Beijo, tchau. Beijo.
- 58:36Tchau.