
O básico virou premium?
Pagar mais para furar uma fila, receber uma entrega mais rápido, conseguir um atendimento médico sem tanta espera ou simplesmente ter a garantia de que um serviço vai funcionar. A gente costuma chamar essas pequenas facilidades de conforto, conveniência, até de mimo. Mas uma pesquisa recente sugere outra leitura: no Brasil, parte do que estamos chamando de consumo premium talvez seja apenas uma tentativa de comprar previsibilidade. E isso levanta uma questão incômoda: em que momento uma vida cotidiana sem tanto perrengue virou artigo de luxo?
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The skinny
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