Latest / RetinaPro / #197 Live Especial 10 anos da RetinaPro
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- 0:00Fala galera, sejam todos muito bem vindos, essa é uma live
- 0:03especial que a gente vai falar um pouquinho sobre nossa
- 0:06história. Então 10 anos de gente na pro,
- 0:08estamos aqui para contar a história com quem ajudou a
- 0:11construir esse projeto, doutor Edmundo, doutora Thaís, então
- 0:15vai ser isso, vai ser um bate-papo bem diferente, bem
- 0:18descontraído, que a gente vai lembrar histórias, é lembrar
- 0:22casos, lembrar pontos marcantes que a gente teve ao longo desses
- 0:2610 anos, né? Passa rápido, né?
- 0:2810 anos 2016, né? Então sejam todos muito bem
- 0:32vindos a história da retina pro. Então vamos lá então, Edmundo,
- 0:36Thaís, é de mais nada. Conta um pouquinho aí, como é
- 0:40que você lembra do início? Começa aí com com edmundão.
- 0:44E aí, Edmundo? Assim, eu acho.
- 0:46Eu já tive em outra sociedade, né?
- 0:48Eu acho que a gente como oftalmologista não pode viver
- 0:50isolado. Por quê?
- 0:52Porque esses aparelhos que a gente tem hoje na retina pro.
- 0:55Ninguém tem condição de comprar isoladamente essas aparelhos.
- 0:58Você tem que ter um grupo forte, né, que possa comprar essas
- 1:02aparelhos. E a tecnologia está muito ligada
- 1:04a oftalmologia. A gente não vive hoje sem
- 1:06tecnologia, né? Então eu sempre achei que
- 1:09tínhamos que viver em grupo E comprar paredes em grupo, né?
- 1:13Não, não, não ficaram isolados. E a ideia da retina própria me
- 1:17encantou, porque eu vi essa possibilidade muito forte,
- 1:21porque vocês 2 eram mais novos, né?
- 1:23E com gás, né? Com vontade de crescer, com
- 1:26vontade de trazer coisa boa para Belém.
- 1:28Então eu fiquei muito feliz de participar desse início.
- 1:31Tô muito feliz até hoje. Que legal.
- 1:33E você, Thaís? Conta aí como é que foi esse
- 1:35início aí pra ti? Foi um início muito assim.
- 1:39Eu digo glorioso porque a gente sai da residência, sai do
- 1:41fellow, fui pro Estados Unidos, voltei e aí eu tive oportunidade
- 1:46de encontrar com o Alexandre no Congresso em Viena, que a gente
- 1:48tava de retina. Eu falo que eu era chaveirinho
- 1:50porque acho que a única mulher que estava lá de retinóloga
- 1:53junto com o pessoal e ele me falou muito do de como era o
- 1:56sonho dele da retina pro, né? Hoje tá aqui nessa clínica, né,
- 1:59falando nesse podcast de hoje e veio lembrar de como ele me
- 2:02falou disso. E o que a gente tem hoje é muito
- 2:05o que ele falou, né? O teu sonho tá realizado e é o
- 2:09teu sonho, é o nosso sonho. A gente sempre sonhou junto.
- 2:11Isso que eu acho que me me trouxe muita, muita Alegria de
- 2:14fazer parte da da retina pro, porque é um sonho vivido em
- 2:16conjunto. Tudo a gente discute entre nós.
- 2:19A gente decide e tá sempre evoluindo.
- 2:21Então, essa, essa grande evolução que a retina provém ao
- 2:23longo de 10 anos é uma. É representar a evolução de cada
- 2:26um de nós também, como ser humano, como médico, como amigo.
- 2:30Thaís, mas olha só, eu também tenho um uma parte a fazer aí,
- 2:35né? Eu sempre quando falo do
- 2:37Alexandre, eu falo que ele é uma mente inquieta, né?
- 2:39Quando a gente acha que a gente já tá no top, ele vem com outra
- 2:43história, outro aparelho, outro projeto, né?
- 2:46Então, assim, isso é legal porque faz a gente crescer
- 2:48junto, né? Eu acho muito legal isso.
- 2:51EEO acho que que é legal também a gente lembrar aqui que a gente
- 2:53está em basicamente em 3 gerações aqui, né?
- 2:55Então o Edmundo foi professor da Thaís, né, de de oftalmologia, e
- 3:01a Thaís depois foi pra São Paulo, a gente acabou se
- 3:03encontrando lá, mas eu também acabei participando, né, da do
- 3:05teu TCC, não foi sim, meu TC, foi sobre dengue, né?
- 3:07É, e. Aí eu lembro.
- 3:10Que eu acho que tive um ou 2 casos que eu te mandei e tal.
- 3:15É interessante assim que olhar assim para trás, né?
- 3:17E ver que isso já estava meio laçado dele lá de trás, né?
- 3:21O Edmundo não acredita muito em coincidência, né?
- 3:23Então. Os laços espirituais já
- 3:25existiam. É, então acho que essas coisas
- 3:28acabaram acontecendo e é interessante a gente olhar
- 3:31realmente que AA clínica ela acabou sendo construída nesse
- 3:34Pilar. Muito de família, né?
- 3:35De amizade, né? Hoje a gente tem a Isabela, que
- 3:38é filha do Edmundo, que trabalha aqui com a gente, a Marina, que
- 3:40é minha esposa, que também trabalha aqui com a gente, né?
- 3:43A gente tem o Kadu, que sempre tá por aqui, que é esposo da
- 3:45Thaís, né? Eu acho que isso é muito legal,
- 3:47né? A gente poder construir a base
- 3:50da da clínica sobre um alicerce tão forte que é a família.
- 3:53Né? Com certeza.
- 3:53Inclusive os pacientes falam assim, você é filha do Edmundo,
- 3:55eu falo espiritualmente, devo ser, mas assim eu chamo ele de
- 3:59papi, né? No dia a dia, a gente e uma das
- 4:01coisas que eu falo para os meus pacientes e para os meus alunos
- 4:03que estão sempre aqui comigo, é que a rede para além de ser uma
- 4:05família, nós estamos em uma junta médica, né?
- 4:08Porque assim, às vezes eu estou aqui atendendo, eu falo, vou
- 4:10mostrar o caso do Edmundo, vou lá na sala dele.
- 4:12Aí ele não vamos fazer ultrassom junto o Alexandre, o que tu
- 4:14achas disso? A gente chama de chefe o
- 4:15Alexandre, Bora chamar o chefe e aí a gente vai discutindo os
- 4:18casos e resolvendo juntos. Eu lembro um dia, acho que é 18
- 4:21e 30, a gente tava aqui juntos, aí conversando ali Na Na no
- 4:24corredor, e chegou uma paciente de urgência e acabou sendo uma
- 4:27doença de vogt com exagerada, e aí todo mundo decidiu junto,
- 4:30vamos mandar para Unimed, vai internar, fazer fisioterapia e a
- 4:32paciente melhorou, então é isso, a retina pró dinâmica e ao mesmo
- 4:35tempo resolutiva, né? Então os pacientes falam muito
- 4:38isso para mim, eles chegam ali e falam, olha, eu cheguei aqui,
- 4:40minha vida mudou, resolvi. E aí eu confio em vocês, isso é
- 4:43muito legal. É isso, isso, isso eu acho que é
- 4:46muito bacana, né, quando quando eu tive essa, essa ideia, essa
- 4:50concepção, né, de fazer uma clínica de retina, né?
- 4:53A ideia foi baseada nas clínicas que tinham nos Estados Unidos,
- 4:56né, porque tem lá os consultores e retina, né, tem lá em Nova
- 4:59Iorque, né, que sempre foi o meu, meu grande espelho lá, o
- 5:01pessoal do yanuze é o espelho. Ele disse, cara, no Brasil não
- 5:06tem, não tinha, né, uma clínica de retina, né, assim, né?
- 5:09Agora já tem algumas outras, tem em São Paulo, enfim, tem algumas
- 5:12outras, é iniciativas parecidas, mas é legal a gente olhar para
- 5:15trás, que realmente vê que a gente foi pioneiro num numa,
- 5:18num, num modo de fazer as coisas, né?
- 5:22EE, é bacana a gente poder ter essa interação, né?
- 5:26Eu sempre falo com com a galera que trabalha aqui com a gente,
- 5:28que a gente trabalha muito com time, né?
- 5:29Então, puta, às vezes eu não sei tudo, a Thaís não sabe tudo,
- 5:32Edmundo não sabe tudo, e a gente poder se unir e discutir um
- 5:36caso, né? A gente tem as nossas.
- 5:39Discussões de casos, né, que a gente sempre faz toda
- 5:41segunda-feira, a primeira segunda-feira do mês, né?
- 5:43E aí eu lembro uma vez que o que o Edmundo falou, pô, outro, mas
- 5:46é discussão de caso, não vem nem vem todo mundo, às vezes não vem
- 5:49um médico, o outro disse, cara, é uma, é o negócio é pra gente,
- 5:53né? Pra gente, pra pra gente tá
- 5:55junto, pra gente, tá se atualizando né?
- 5:56A gente não precisa que venham colegas de fórum, então enfim, é
- 6:01residentes, enfim, jovens, tá sempre aberta pra todo mundo,
- 6:04né? Mas o objetivo é realmente a
- 6:06gente. Crescer como pessoa e como
- 6:08profissional, acho que essa é a grande sacada do negócio, né?
- 6:12Eu? Acho eu acho também legal, sabe?
- 6:13Alexandre? Essa questão da gente, dessa
- 6:15interação que a gente tem, porque eu aí eu aproveito para
- 6:18falar para os meus alunos, né, que às vezes estão me
- 6:20acompanhando e dizer para ele, olha, a gente não é dono da
- 6:23verdade, né? O Nietzsche dizia isso, né?
- 6:26As grandes certezas são inimigas da verdade.
- 6:28E o Fernando oreves, que foi meu professor em Belo Horizonte, ele
- 6:32dizia assim, tem que ter massa crítica, né?
- 6:34Então assim é legal. Aí eu digo pra paciência assim,
- 6:36olha um time forte de retina e eu vou pedir uma segunda
- 6:40opinião, vou levar lá pro Alexandre, vou levar pra Thaís,
- 6:43vou levar pro Luciano, pro quem estiver aí, o Gabriel, o Renato,
- 6:47pra pra ver se realmente eu tô certo ou não.
- 6:50Quer dizer, a gente não tem AA, tem que ter humildade na
- 6:53medicina, né, que a gente não sabe tudo, né?
- 6:56E às vezes quando a gente tem dúvida, é melhor a gente se
- 6:58cercar de pessoas que nos dão segurança no diagnóstico, né?
- 7:03E. Consequentemente, no tratamento.
- 7:05Então isso é uma coisa muito legal.
- 7:06Eu eu vejo que a gente cresce junto, né?
- 7:10E tá sempre trocando ideia, sempre crescendo, né?
- 7:13É então eu eu só corroborando isso que eu tô falaste.
- 7:16Tem 11 frase dessas que eu que eu li em algum local que eu
- 7:20achei muito bacana. Então é, fala basicamente assim,
- 7:23se você tá num na sala e você é a pessoa mais inteligente da
- 7:26sala, você tá na sala errada, né?
- 7:28Você tem que sempre tá junto de pessoas que podem te trazer algo
- 7:32a mais, né? Então você tá com pessoas tão
- 7:35boas, se possíveis melhores do que você, né?
- 7:38Isso engrandece todo mundo, né? E aí olhando para o nosso, o
- 7:40nosso corpo clínico aqui, né? Então, pô, a gente tem quantos
- 7:43doutores aqui, né? Tem 3 aqui, nós sabemos, temos
- 7:463, tem Isabela, Renato, Gabriel, né?
- 7:49Taurino, né, 7 doutores, somos 10 médicos, né, professor de
- 7:53universidade Thaís, agora recentemente professora de
- 7:56universidade, né, na famais, o Edmundo da uep da federal, eu na
- 8:00federal. Isabela na federal, né?
- 8:02Então 4 professores universitários, então realmente
- 8:05a gente ter esse corpo clínico diferenciado dá muita segurança
- 8:09pra gente, né? Então hoje eu tive um paciente
- 8:12paciente com glaucoma grave, que, pô, eu ligo pra Isabela,
- 8:16ela já se predispõe, né? Então ela não tá na clínica, mas
- 8:20ela se predispõe de vir aqui, né?
- 8:21Atender o paciente, isso é muito bacana, a gente ter a
- 8:24possibilidade de oferecer o melhor pro paciente, não só em
- 8:26termos de exame, mas acho que o melhor em termos de.
- 8:29Relação humana, né? Isso isso é muito bacana, né?
- 8:32E muitas vezes, Alê é, os colegas se surpreendem com a
- 8:36retina quando vem o Congresso da aula, eu estou discutidora
- 8:39palestrante entre os retinólogos do Brasil ou do de fora, até um
- 8:43amigo meu dos Estados Unidos, o Scott, que tu se conhece, ele
- 8:45fala assim, mas como é que dá certo tanto tanto retinólogo
- 8:48junto e tem paciente para vocês atenderem?
- 8:51Eu falo, gente, é Deus é tão bom que ele conseguiu reunir um
- 8:55retinólogo com cada características diferentes que
- 8:57se complementam, uma coisa assim.
- 8:59Até surpreendente, né? Então eu faço muito ultrassom
- 9:03ocular junto com o Gabriel, Isabela, é, faço muita mácula
- 9:06que vocês me chamam, então fico super feliz quando me chamam.
- 9:08E aí o Gabriel também tem muita experiência com VITE, outros
- 9:11casos graves também, cirurgia de retina e aí vem o luti EOO
- 9:15Renato, que também gosta muito de catarata, junto com a gente,
- 9:17e aí vai juntando, a gente vai vendo que é um grupo, né?
- 9:20O Alê gosta de retina, de todos os jeitos em dmr, diabés e
- 9:24injeções. Ele sabe todos esses protocolos
- 9:27e a gente vê que isso tudo. Faz uma união e, ao mesmo tempo,
- 9:31cada um complementa o outro. E ninguém tira o lugar de
- 9:34ninguém, né? Porque alguns até particular os
- 9:36outros. Convênio e vai misturando.
- 9:37E quem ganha isso é o paciente. Ele leva o de melhor, né?
- 9:40Às. Vezes assim eu não estou na
- 9:41clínica, falo, olha, atende esse paciente.
- 9:43E aí eu estou a falar com o Gabriel, o Edmundo, e aí um hoje
- 9:45não está viajando, dando uma aula, eu vejo um pós e a gente
- 9:48vai se ajudando e o paciente se sente seguro.
- 9:50Um dia desse eu estava dando aula e o paciente não queria
- 9:52esperar porque tinha uma cirurgia de urgência tua.
- 9:55E aí a gente pede um ajuda o outro pra avaliar o paciente, a
- 9:58lei, ó valer meu paciente, que ele não pode esperar.
- 10:00Edmundo pode avaliar no sábado. Que o Edmundo gosta de vir no
- 10:03sábado aqui fazer, né, esse atendimento social dele e a
- 10:06gente sabe que pode contar um com o outro e isso é muito bom e
- 10:09com a equipe. Às vezes eu falo, Gabriel lá da
- 10:11dos exames, faz um como visual aí na urgência que eu preciso
- 10:14mandar pro neuro do paciente que está internado e ele se
- 10:17predispõe a fazer, né? E isso é muito.
- 10:19Bom, essa coisa de equipe realmente é muito bacana, né?
- 10:22Recentemente, teve um caso de. Uma infecção grave que era de um
- 10:25colega de fora, né? A gente veio aqui sábado,
- 10:28domingo, né, e aí chama um outro colega para vir junto, né?
- 10:31É, então realmente é um é um pessoal que é bacana, a gente
- 10:34funciona realmente como um time, né?
- 10:36E aí eu queria perguntar para vocês, como é que vocês lembram
- 10:40lá da primeira sede, né? A gente hoje a gente está aqui
- 10:42numa sede maior, a gente está com 500 e tantos metros
- 10:44quadrados, 550 m², mas a gente começou com uma.
- 10:48Com uma sede 1 pouco menor, né? Ali no síntese 21, era uma
- 10:51ficava na sobre a lógica, com 200 m², né?
- 10:53Que que vocês lembram de lá? Que que te lembram de lá e de
- 10:56muda a primeira coisa que eu tu fala?
- 10:57Primeira coisa que eu lembro de lá é que eu morava em frente,
- 10:59né? Era só era só atravessar.
- 11:02Não custava nada, né? Mas eu acho que ali a gente
- 11:05ficou um pouco no início, um pouco limitado, porque eram só 2
- 11:07consultórios, né? Então a gente tinha que fazer
- 11:09esse revezamento tal ontem de manhã, outros de tarde, enfim.
- 11:13Mas é uma coisa bacana que eu acho também é que isso
- 11:17possibilitou a gente crescer com com uma equipe que não somos só
- 11:22nós médicos, né? Nós temos uma equipe forte aqui.
- 11:25A gente vê aqui no centro cirúrgico, vendo o atendimento
- 11:28lá lá embaixo, na recepção, como as pessoas elogiam, puxa, vocês
- 11:31têm um time bacana aqui, quer dizer, não gosta de você ter ter
- 11:34bom médico, ter boa tecnologia, você tem que ter um time todo
- 11:37que trabalha junto, né? Que que seja.
- 11:40E assim não, nós estamos precisando de você hoje aqui, o
- 11:43seu horário vai sair agora, mas não dá pra fazer esse exame, o
- 11:45cara sempre tá tá disposto, eu acho bacana isso, solidariedade,
- 11:49né? Nós lidamos, nós lidamos com
- 11:51sabudes, damos com urgência, então a gente tem que ser um dia
- 11:54desse, um dia desse não, já faz mais de ano.
- 11:56Eu, a Marina me pediu assim, pai, tem 111, rapaz que levou
- 12:01uma bolada aqui do squash, tu pode esperar pra atender?
- 12:05Claro, minha filha, é uma urgência, né?
- 12:07Então ficamos todos esperando paciente chegar, né?
- 12:10Para poder atender, né, e dar algo de melhor, né?
- 12:11Então acho que isso dá 111 coisa muito bacana que a gente tem
- 12:15essa união, né? E esse time forte, né?
- 12:19Eu lembro. Eu lembro da da clínica
- 12:22anterior, né, que eram menor, tinha 2 consultórios, mas que
- 12:25para quem não tinha um consultório chegar em Belém, o
- 12:28Edmundo me emprestou o administração da frente, que era
- 12:31um Mini consultório que ele tinha.
- 12:32A gente pode ficar aí atendendo e eu fiquei uns 6 meses, eu
- 12:35acho, até a clínica ficar pronta.
- 12:37E a gente vê a clínica assim, sem nada, e depois toda pronta.
- 12:40E a gente aqui pra mim aquela clínica já era grande, né?
- 12:43Então hoje vê a retina pro como é, né?
- 12:46Com 4 consultórios, centro cirúrgico, é toda essa
- 12:49tecnologia que a gente vê é dá muito orgulho, né?
- 12:52E eu vejo o olho passado com gratidão, porque de lá surgiu a
- 12:56ideia que na verdade, quando tu me contaste, a ideia já era mais
- 12:59parecida como é hoje. E aí foi crescendo, juntando e
- 13:03hoje em dia já até aqui já tá ficando pequeno, se a gente for
- 13:05parar pra. Pensar.
- 13:07Daqui a pouco a gente quer conquistar um pouco mais de
- 13:09coisas e aí é é natural e quando a gente faz o que a gente ama,
- 13:12tudo vai acontecendo, né? Corroborando pra que aquilo que
- 13:15aconteça de uma maneira mais fácil, mais rápida e benefício
- 13:19de quem precisa, que são os pacientes.
- 13:21Legal. EE em termos de de aparelhos,
- 13:24que que vocês lembram assim, ó, primeira vez que a gente foi pra
- 13:27lá, que vocês lembram de a gente teve logo no início o solix, né?
- 13:31Que foi uma revolução. Quando lançou, né?
- 13:33A gente comprou. De início, aquele primeiro
- 13:36retinógrafo com a gelf, que era 200 TX, né?
- 13:38Que era. Já era um retinógrafo com a
- 13:40Geografia diferente, né? Qual foi o impacto de de
- 13:43trabalhar com com a tecnologia assim no início?
- 13:46Eu dei uma aula ontem, né? Pro doutorado, pro doutorado,
- 13:50não pro mestrado lá na uepa. Então eu falei assim, olha,
- 13:54gente, quando eu cheguei aqui em Belém, a gente não tinha nem
- 13:57retinógrafo. Era só fazer o fundo de olho,
- 14:00né? Eu sou de uma época que não
- 14:01existia retinógrafo. Imagina, né?
- 14:04Então assim, a gente vai correr. Acho que a gente tem de de, mas
- 14:07não de tanto aparelho, né, que nos ajuda no raciocínio, né?
- 14:11Na clínica, definir diagnóstico, definir tratamento,
- 14:14acompanhamento, é um negócio fantástico, tanto que eu levo os
- 14:17os os estudantes lá da nosso parque, né, meu verdadeiro
- 14:21parque de aparelhos. Eles ficam assim olhando, mas
- 14:24professor, como é que é essa história de aqui?
- 14:26A gente só só é forte, só consegue comprar esses aparelhos
- 14:30porque cada um entra com. Uma grana?
- 14:32Né, porque? São aparelhos muito caros, né?
- 14:34Então, infelizmente é isso. A gente depende da tecnologia,
- 14:38né? Não tem como, né?
- 14:39Eu sempre fui muito fã da tecnologia e da imagem na
- 14:42oftalmologia. Não é à toa que eu faço também
- 14:43ultrassom, né? Eu gosto muito de ultrassom,
- 14:45outros Estados Unidos e eu faço quase todo dia ultrassom.
- 14:48Mas eu lembro porque OCTA pra mim sempre foi muito assim, de
- 14:52hospital. Escola, né?
- 14:54Hospital escola tinha OCTA. E a gente via uma coisa muito
- 14:58longe na medicina assim pra gente, né?
- 14:59E aí t na retina, pro OCTA é ali a mão a qualquer momento,
- 15:04facilita muito os diagnósticos de muitas doenças, entendeu?
- 15:06Então assim, OVITA própria legislação macular precoce pro
- 15:10ACT pra pra lá o coma que a Isabela usa muito pra camadas de
- 15:13frutas nervosas e diagnóstico de retina e mácula, que é minha
- 15:17grande paixão. A mácula eu amo OACTA então.
- 15:20E é, e é legal. A gente vê assim olhando, né?
- 15:22Que a gente teve o primeiro Acta de Belém, né?
- 15:24O primeiro ACT, um diógrafo. Do norte, não foi?
- 15:27É foi que foi o opto view, né? Antes de a gente comprou um mais
- 15:31avançado, que era o solix que conseguia fazer de de segmento
- 15:33anterior também. A gente foi o primeiro a ter a
- 15:37retirografia panorâmica, né? Acho aqui a gente ainda é o
- 15:40único a ter a retirografia panorâmica.
- 15:41E agora recentemente a gente comprou um super OCT com 400000
- 15:46scans por segundo, que é o Dream OCT, né, que tem 4 acho no
- 15:49Brasil só. Um deles está aqui em Belém e é
- 15:53legal a gente olhar assim como cara, 10 anos só, né, quantidade
- 15:57de coisas que a gente já conquistou e já evoluiu, os
- 16:00próprios aparelhos que a gente tem, né?
- 16:02A gente sempre realmente é o que o Edmundo falou, né?
- 16:04A gente sempre está se mexendo, né?
- 16:05Não é? A gente não é aquela coisa de
- 16:06ficar parada e ficar, Ah, não vai dar.
- 16:10Então a gente é uma coisa que eu sempre falava para o para os
- 16:13nossos colegas, né? A gente tem acho que um grande
- 16:16propósito aqui, né, de atendimento de excelência, né?
- 16:19Acho que esse é o grande cerne, o grande, a cultura da retina.
- 16:23Pro sempre foi ter excelência, né?
- 16:25E eu falava que todo mundo que entra em contato com a gente tem
- 16:28que ter, tem que experimentar essa excelência, né?
- 16:30Então não é só o paciente, né? Então a gente tem que dar
- 16:33excelência pro médico que vem aqui, né?
- 16:35Então lembra o Gabriel falando, né?
- 16:36O Gabriel é um sócio que entrou agora há pouco tempo, né?
- 16:39Ele falou, cara, quando eu venho pra cá, eu adoro, porque os
- 16:41exames são muito bons, os os exames são muito bem feitos, né,
- 16:45EAA? Gente, proporcionar isso pro
- 16:49nosso médico também, né, pro cara que vem aqui, né, isso é
- 16:52muito legal, isso é muito. Eu falo, cara, eu vou te dar o
- 16:56melhor Gramado, a melhor bola, o melhor uniforme, só quero que tu
- 16:59jogue, cara. Então é basicamente isso, né?
- 17:01A gente quer. Quer dar o que é, o que é melhor
- 17:04para ele. Obviamente ele vai fazer uma
- 17:05partida boa e o beneficiado disso é o cara que vai estar
- 17:08olhando isso, recebendo isso que é o telespectador.
- 17:10No caso, que é Oo paciente, né? Sim, inclusive eu falo assim que
- 17:14é, o Edmundo fala que eu sou acelerada, né?
- 17:17Mas eu entro na. Retina, eu estou errado?
- 17:22Eu, eu entro na retina pró já dá uma desaceleração de 20%, porque
- 17:25o clima aqui é mesmo mais tranquilo, tudo sai no horário,
- 17:29não tem atrasos, enfim, é. EOE uma coisa interessante da
- 17:33retina pro e a gente que opera em às vezes operava em outros
- 17:36locais, a gente vê a diferença, por exemplo, a gente opera aqui
- 17:40com 3D, né, que é o ingenuit, e eu sou suspeito pra falar porque
- 17:43eu amo o 3D, eu opera tudo com 3D, catarata, tepterismo.
- 17:47Então a gente vê que a evolução não foi só lá no exame
- 17:50diagnóstico, a gente fez a evolução no centro cirúrgico,
- 17:51né? Nosso centro cirúrgico é de
- 17:53ponta, nós temos os melhores anestesistas, melhor equipe,
- 17:56melhores aparelhos, é então o ingenuit veio trazer aqui,
- 18:00inclusive eu lembro do Edmundo. Operando comigo sem o 3 DE aí,
- 18:04eu cheguei Pra Ele, falei assim, mas papi nos acha o 3D ainda e
- 18:08ele Ah, não sei, vou ver. Eu falei não, presta atenção, é
- 18:10mais um beneficiado com o 3D, porque tu vais ter uma visão
- 18:13além do alcance, mas o prato é catarata e tu vais enxergar
- 18:17muito bem com o 3 DE hoje em dia ele usa o 3D, então eu admiro
- 18:20muito a gente na pro e o Edmundo em relação a essa evolução que
- 18:23ele vai junto com a gente. Quando eu cheguei em Belém tu
- 18:25não usava, não usava o no contato também, né?
- 18:27E eu? Fiquei.
- 18:28Perturbando a tua vida, né? Eu falei, Bora usar o maior
- 18:30contato, Bora usar o maior contato e hoje em dia tu operas
- 18:32não contato cirurgia 3D. E.
- 18:36E é, é admirável. Então assim, eu acho que a gente
- 18:39tem um local que a gente tá. Eu mexo com meu meu chefe lá, do
- 18:43meu momento lá dos Estados Unidos, falou assim, ó, eu estou
- 18:45operando. É melhor do que estou aqui,
- 18:46porque eu estou com ingenuit, né?
- 18:49Operando não contato. E, ou seja, a gente na prova
- 18:52está melhor que os Estados Unidos em alguns lugares, né?
- 18:53Que não tem ingenuit. É, né, e isso é legal, tu
- 18:57falares isso porque o Edmundo sempre foi ele, ele tem essa
- 19:00coisa, Ah, eu só vou no vácuo, mas é muito da da tua
- 19:04característica também, né, de não tá querendo sempre aprender,
- 19:07de aprender coisa nova, né? Isso é isso, é muito legal,
- 19:09muito bacana mesmo. Pessoa que não, que não para no
- 19:12tempo, né? Tá sempre indo do Congresso, é o
- 19:13cara que mais vai em Congresso que eu conheço e fico lá de 8 às
- 19:1712 e de 14 às 18. E as salas são é largas, porque
- 19:20ele falou que o dia que ele estiver de cadeira de rodas, ele
- 19:22vai entrar com a cadeira de rodas pra atender.
- 19:24E é e é uma das coisas que a gente ainda protem, né?
- 19:26A gente tem, a rampa, tem AO tudo foi pensado, sonhado,
- 19:30pensado e feito para agradar. Não só agradar, mas dar o
- 19:33conforto. Acessibilidade, né?
- 19:36EE fazer o paciente se sentir em casa, você vê ali sala de espera
- 19:39é, é uma casa. Você falar em cadeira de rodas?
- 19:42Não me lembrei agora. Eu fui a um Congresso de muleta.
- 19:45Eu estava operado do joelho e tinha lá na.
- 19:48Tinha que subir lá na paulinha, tinha que subir 111 escada, né?
- 19:51Eu subir escada com muleta, mas claro, o cara é bem mais jovem,
- 19:54né? Então eu subi, peguei avião de
- 19:56muleta, entendeu? Eu fui, já estava programado do
- 19:58Congresso, eu digo não, igual para o Congresso, fui sozinho,
- 20:04me virei, né, me virei, mas é isso, quer dizer, tem que que
- 20:07continuar, não tem não, não podemos parar, né?
- 20:10Não podemos parar, tem sempre coisa nova, gente.
- 20:13E a gente pra dar conta hoje, de acompanhar a evolução da
- 20:17medicina, a evolução da tecnologia, não é fácil, não é
- 20:20fácil. EE, quando a gente mudou pra cá,
- 20:24pra pra Casa Nova, né? Então a gente mudou pra cá em
- 20:28agosto ou setembro de 22, que salvo engano 22 ou 21, acho que
- 20:32foi 2121. E aí, como é que foi mudar pra
- 20:36cá? O que que vocês acharam?
- 20:38No qual foi o primeiro impacto? Assim, a Taís já trouxe uma
- 20:40ideia, né, de que a gente. Montou a ideia era ser uma coisa
- 20:45muito parecida com uma casa, né? A gente conseguiu trazer essa
- 20:48essa ideia de casa pra cá, né? Então não tem longarina, né, são
- 20:52sofás aí agora recentemente, esse ano a gente trouxe uma
- 20:55cafeteria pra cá, né, que trouxe mais esse aconchego aí do
- 20:57paciente. O paciente pode esperar tomando
- 20:5911 Belo de um Cappuccino, um café coado, se ele quiser.
- 21:02Mas como é que foi vir pra cá? Essa primeira, primeira
- 21:05impressão é de mundo, de vir pra cá, Casa Nova.
- 21:08Mudando tudo mais uma vez, mudando como é que foi?
- 21:11Olha, a primeira vez que eu vi isso aqui, eu tava nesse
- 21:14restaurante aí em frente, eu olhava que ele IA, vende-se
- 21:18tinha uns 3 ou 4 anos que não conseguia vender, né?
- 21:20Aí eu olhava aquilo, será que você não serve pra nós?
- 21:25E aí, olha só, você pensa, né? E vai, vai construindo, né?
- 21:31Na sua mente, né? É claro que o que o Alexandre
- 21:34incomodando é, pois é, então. Acho que foi muito bacana vir
- 21:38pra cá. Eu acho que deu uma Liberdade
- 21:39pra gente, né? A gente se sente aberto aqui, se
- 21:42não se sente fechado, né? Acho que é muito bacana.
- 21:44A pessoa se sente bem aqui. É, e o e o fato de da gente
- 21:48poder ter o nosso cirúrgico, que opera do nosso jeitinho, né?
- 21:50Do jeito que a gente gosta, né? E putz, Ah, tem uma cirurgia de
- 21:53urgência, eu vou operar agora à noite então.
- 21:56E as meninas são muito boas, como a Thaís falou, né?
- 21:58Então as a gente brinca que a thaiana, né, que ela é quase um
- 22:02oftalmologista. Ela lê o pensamento, né?
- 22:04Então. Nem fala nada.
- 22:05É, cara, um dia desses eu até falei essa essa história pra
- 22:08vocês, mas que legal contar isso no ar.
- 22:09Estava operando um paciente com rutura gigante, que é um caso é
- 22:13bem desafiador na oftalmologia e preciso de perflu para poder
- 22:17fazer essa cirurgia, né? E aí eu olhei para ela, tá indo,
- 22:21eu preciso que abra o perflu antes, ela só me deu a seringa,
- 22:24eu disse, como é que tu sabia que eu IA usar, né?
- 22:26Mas não, doutor, eu vi a retinografia, ou seja, ela se
- 22:29antecipa, né ela? Ela Foi no exame, né, viu que o
- 22:33paciente tinha já tipo, olha, ele vai precisar disso aqui, já
- 22:36vou deixar aqui separado. Realmente é muito bacana, né,
- 22:38você trabalhar com esse tipo de entrega, né?
- 22:40Putz, você consegue. É aquilo que eu falei, né, cara,
- 22:43tá tudo beleza, o Gramado tá bonitinho, a bola tá no lugar,
- 22:47pô, vai lá, né, e. Não precisa de var.
- 22:49Não precisa de var, né, meu? Quando as coisas tinham, lembro
- 22:52assim, o espaço é fantástico, né?
- 22:54A gente tem ver o dia, ver ver a rua, ver o Sol.
- 22:58E aí não sei se tu lembra da gente em São Francisco estava eu
- 23:01e tua Marina, o cabelo e No No embaixo da Golden Gate, assim,
- 23:06porque eu fiquei 2 anos em São Francisco, né?
- 23:08E a gente ficou essa essa brincadeira da Golden hower, né,
- 23:11que a gente fica, Ah, Golden hower.
- 23:13E aí a gente pode ver a Golden hower daqui, entendeu?
- 23:16Então a gente vê o pôr do sol aqui, ver a né, a noite
- 23:19chegando, ver as árvores, ver tudo, ver a chuva de Belém, que
- 23:22é tão característica, né, antes e depois da chuva.
- 23:24Eu até falo com o paciente, você vai vim pra consulta antes ou
- 23:26depois da chu e a e a esse esse ambiente, né, esse ambiente que
- 23:31a retina pro traz pra gente, o paciente é único, às vezes o
- 23:34paciente vem aqui e fala assim, eu não estou em Belém, eu estou
- 23:37em outro local separadamente e eu me sinto bem aqui em Belém,
- 23:41aqui minha retina própria, posso tomar boca, festa, escutar meu
- 23:43piano aqui e esperar o Edmundo com trazer anti pacientes sem
- 23:48estresse, EEE ficar bem, então o paciente não fica com aquela
- 23:53ansiedade né, de ser atendido. Mas olha, eu lembrei agora,
- 23:56Alexandre, uma ideia, eu era muito amigo do Raul, né?
- 24:00Ele me vendeu um apartamento, o Raul da síntese, né?
- 24:02Ele disse, eu estou construindo um prédio, e lá em cima ele
- 24:06passou uns 2 anos pra definir esse prédio.
- 24:08E o cara, pô, mas define o prédio, define o prédio.
- 24:10Aí um dia ele pegou assim e escreveu, e ele fez de novo, vou
- 24:13fazer um disco voador saindo do prédio e esse vai ser o
- 24:17consultório do Edmundo. Aí eu olhei aquilo e digo,
- 24:19porra, me lembrei de um cara dando palestra nos Estados
- 24:22Unidos, que no último slide dele, ele mostrando a cidade
- 24:24embaixo, né? Do consultório dele, Anne Gomes,
- 24:26vai ser, vai ser a sacada, né? Sabe porque eu não fiquei,
- 24:30porque o elevador não IA até lá. Como é que eu fiquei?
- 24:33Não fiquei com esse, esse consultório lá nessa, nesse
- 24:36disco voador, porque como é que o paciente IA subir de escada
- 24:40porque o elevador não chegava de porra, Raul.
- 24:43Não vai dar. Depois ele vendeu para.
- 24:45Mas mas a retina para quase isso, né?
- 24:47Porque ele é um anexo do prédio também.
- 24:49Acaba que é um meio, é um meio disco voador, retina pró.
- 24:52É interessante a gente assim, tiveram várias ideias de
- 24:56concepção, né? Por exemplo, quando a primeira
- 25:00projeto que mostraram pra gente era a clínica, IA ser toda
- 25:03espelhada, né? IA ser toda uma pele de vidro,
- 25:05né? Cumprindo AA clínica inteira.
- 25:08E eu falei pra pra arquiteta, no caso dos cara.
- 25:11Eu não quero que seja assim, eu quero que as pessoas olhem pra
- 25:13clínica, né? Eu quero que as pessoas olhem
- 25:15pra dentro, né, e diz, cara, que lugar diferente, né?
- 25:18Eu quero entrar aí, né? Então e aí eu falei, eu não
- 25:21tenho que ter nada de oftalmologia Na Na frente, não
- 25:24vai poder ter telefone, nada, só o nome, né?
- 25:27E a pessoa que quem quiser saber entra no Google pesquisa,
- 25:29procura, né, então é tudo essas coisas, a gente foi pensando aos
- 25:33pouquinhos, né, então todo o alinhamento que tem dentro da
- 25:36calçada, paciente, não tem nenhum tipo de desnível, né,
- 25:40vem. A gente se preocupou de fazer a
- 25:42rampa um pouco mais suave, era uma rampa bem inclinada.
- 25:44Não, a calçada foi feita por nós, né?
- 25:46Essa calçada que tem aqui, a gente respeitou a calçada, né?
- 25:49Respeita. E a.
- 25:49Música toca lá fora, né, antes de.
- 25:51Entrar na clínica é exatamente. Eu adoro música, né?
- 25:53Então a ideia é que a música seja uma companhia professor,
- 25:56né? Ela vai te recebendo desde lá de
- 25:58fora, vai te conduzindo para dentro da clínica, dentro do.
- 26:01Nos consultórios é a mesma música, no centro cirúrgico é a
- 26:03mesma música, então a música vai te acompanhando, né?
- 26:06Ou então o piano, né? Quando está tocando, né?
- 26:08Então uma pessoa que toca piano, né?
- 26:10E vários colegas, né? Lê.
- 26:11Querem muito saber como é que a gente faz isso aqui, né?
- 26:14Tem várias vezes alunos amigos chamando mensagem.
- 26:17Manda umas fotos aí da retina, proca.
- 26:18Eu quero ter uma ideia. A gente não tem muita coisa, né?
- 26:20A gente realmente ajuda os colegas a eu.
- 26:22Tive uma paciência que sacia de mundo.
- 26:23Eu ficaria na manhã toda aqui, na espera, sem reclamar, porque
- 26:27além de tudo, vocês têm livros bons.
- 26:29Você tem esse livro, né? Livros ali.
- 26:31Quem gosta de ler e de ficar lendo, né?
- 26:33É, isso é legal. Os livros são 11, coisa
- 26:36diferente, né? Que a gente traz, porque eu eu
- 26:39adoro ler, né? Eu tenho vários pacientes que
- 26:42emprestam livros daqui e levam. Livros emprestado e depois
- 26:47trazem. Tem pacientes nossos que são
- 26:49autores, né? Então é muito legal a gente ver
- 26:51essa interação dos pacientes com com a literatura também, né?
- 26:55eSIM, aí pandemia teve, tivemos a pandemia, né, tivemos o aquela
- 27:01situação na pandemia. Como é que vocês lidaram com com
- 27:04a pandemia, a gente não podendo vir pra clínica?
- 27:06Como é que vocês tiveram tudo isso ou pelo menos reagiram a
- 27:10pandemia? Estava lembrando um tempo desses
- 27:16que eu tirava a roupa na no, no Rolo, né?
- 27:18Estava só de cueca porque tinha roupa, tinha que ficar lá para
- 27:21lavar, não sei o que, que loucura, né, que a gente viveu,
- 27:23né, que loucura que a gente viveu, né?
- 27:26E aí saía com para atender um paciente quando chegava e tinha
- 27:29que tocar todo da roupa. É urgência, a gente não podia
- 27:32deixar de atender, né, passando mal, quer dizer, então não tem
- 27:36como. A gente fez uma escala, vocês
- 27:38lembram de uma escala? Não nessa lembro.
- 27:40Eu acho que a retina profônica ficou aberta, se eu salvo
- 27:43engano, e aí na realidade, eu na época eu estava no exército,
- 27:47então eu não parei muito em casa, né?
- 27:49Eu era a pessoa que mais saía e a retina dava isso pra gente,
- 27:53essa Liberdade da gente poder ajudar mesmo na pandemia, né?
- 27:55Então a gente ficava tendo urgências.
- 27:57Eu lembro que cada um ficava num dia e a gente vinha mesmo aqui,
- 28:01fazia as ultrassons, mas é mapiamente retina de urgência.
- 28:04Os conjuntivites tudo que realmente tiver cidade.
- 28:06Diagnóstico de COVID pela conjuntivite.
- 28:08Então a retina pro realmente foi o lugar seguro do paciente
- 28:12durante a pandemia e pra gente também saber que tinha um lugar
- 28:15para ajudar, né? De alguma forma ajudar os
- 28:17pacientes. Tinha uma ideia aqui de burro
- 28:19que fala álcool também não tinha.
- 28:20Não é mentira, mentira. Álcool nos alimentos, né, cara?
- 28:27Aqui tinha álcool por tudo que é canto, né?
- 28:29Pra gente estar sempre podia sentando as mãos, né?
- 28:32É? Tinha um espaço entre 1 e outro
- 28:35interessante. E vi as Lives, né?
- 28:37É então isso que eu queria lembrar, né?
- 28:39Da gente teve aquela aquela sequência de live.
- 28:41Foram 28 Dias de live in interruptas.
- 28:44Daí nasceu AA live da gente na prova de quarta-feira.
- 28:46Exatamente. Que é que é?
- 28:49A gente fazia encontros com os pacientes, não lembro.
- 28:52Acho que o Edmundo chegou a participar também de alguns.
- 28:54A gente fazia lá no auditório dos sintas, a gente chamava.
- 28:59A gente? Chamava os pacientes pra ir lá,
- 29:01chamava enfim um cardiologista, às vezes alguém para falar sobre
- 29:04algumas coisas. Oo Aloísio chegou a palestrar
- 29:07alguma vez a Luiza falar sobre baixa visão, né?
- 29:12E aí durante a pandemia, a gente fazia isso uma vez por mês,
- 29:15salvo engano, e aí veio a pandemia aí todo mundo em casa,
- 29:20né? Putz, aí a gente pensando ajudar
- 29:22as pessoas, né? Muita gente perguntando sobre as
- 29:24sobre as situações, né, a gente começou a fazer.
- 29:27As Lives, né? Começamos a fazer a gente,
- 29:29fizemos 2028 dias direto de live todo dia, né, que a gente chama
- 29:33numa jornada chamada Além do Horizonte, né?
- 29:36E aí a gente começou essa nossa pegada, né?
- 29:40De tentar ajudar pessoas através do meio digital, né, que hoje a
- 29:43gente tá. E aí já vão 6 anos aí, né?
- 29:47Já foram. Já foram, pelas nossas contas
- 29:49ali, rápidas, antes da gente começar o podcast, acho que já
- 29:51foram umas 300 Lives ou mais. E assim eu.
- 29:55O legal é o pós live, né, Alê? Porque assim a gente faz live
- 29:58toda quarta-feira às 20:00, inclusive convidados todos a
- 30:00participar da live toda quarta-feira.
- 30:03E a gente tem os pós live, ou seja, OA gente vê que muita
- 30:07gente é alcançada pelas Lives e cada vez mais pessoas têm mais a
- 30:11informação correta sobre baseado em ciência, sem nenhum achismo,
- 30:15nenhuma receita mágica. E os pacientes têm acesso à
- 30:18informação correta sobre saúde ocular, sobre diversos temas,
- 30:21né? Moscas de bulantes estão sempre
- 30:22perguntando no dia de novo da live tirar dúvidas.
- 30:24Tem tem internautas aí que assiste toda semana e eu tenho
- 30:27muito, incrivelmente, eu tenho muito paciente no meu dia a dia
- 30:31do consultório que vem da live ou que vem de casa, da live que
- 30:34alguém assistiu. E então a gente sabia que essa
- 30:37live atinge as pessoas corretamente pra serem né,
- 30:40ajudadas de alguma forma. É é o objetivo da live, é esse a
- 30:43informação chegar no maior quantidade de pessoas.
- 30:46Eu sempre falo isso, né? O nosso objetivo é trazer
- 30:49informação de qualidade pra que as pessoas possam tomar decisões
- 30:52mais conscientes, mais coerentes, né?
- 30:54E hoje tá legal tu falar isso, que hoje eu atendi um paciente
- 30:57assim, doutor, eu vim aqui porque eu escutei uma live só
- 30:59falando da minha doença, e aí ela começou, olha, eu tenho isso
- 31:02aqui, isso aqui, isso aqui. Eu falei, o senhor falou que
- 31:04pode fazer um laser, não sei o que eu queria saber se dá para
- 31:06fazer. Ele disse, olha, vamos avaliar,
- 31:08a gente pode, pode avaliar. Agora é interessante a gente
- 31:11trazer esse esse conteúdo, né? E quanto mais eu eu vejo as
- 31:13Lives, né? Eu fico vendo os comentários
- 31:15depois, né, No No canal do YouTube, que são coisas
- 31:20pequenas, sabe assim pra gente? Parecem pequenas, né?
- 31:24Assim, tipo, você dá uma pequena informação, olha, é, fica
- 31:27tranquilo, isso aqui vai passar, né?
- 31:30Então você dá pequenos Drops de informação, né, pequenas
- 31:34gotículas de informação, mas que ajuda tanta gente, né?
- 31:37Eu acho isso impressionante, sabe?
- 31:39Eu realmente é toda vez me surpreendo com isso, né?
- 31:43Então tem pessoas que assistem a gente de Portugal, né?
- 31:45Então lá de Portugal. Olha.
- 31:47Não sei o que fulano, eu tô aqui assistindo de Portugal, né?
- 31:49Então isso é muito bacana, a gente vê.
- 31:51Que a gente pode ajudar realmente a distância, né?
- 31:53E a gente pode trazer informação de qualidade para as pessoas.
- 31:57Eu fiz uma consulta online, uma pessoa lá de Santa Catarina uma
- 32:00vez, e eu acho interessante quando o paciente assim, doutor,
- 32:03ele vem na televisão, né? Ele vem.
- 32:04Aí eu disse assim, mas bom, só se for da da retina pro, porque
- 32:10eu não posto nada. Instagram, né?
- 32:12E esse? Negócio que o Alexandre falou,
- 32:14né? Da da retina pro ser atendimento
- 32:16de excelência. Tem o exemplo do meu paciente
- 32:18que é português, mora, mora fora do país.
- 32:21É, e aí ele, o paciente conhecido dele, que indicou ele,
- 32:25veio, fez os exames, operou, catrata comigo numa semana, numa
- 32:29quarta-feira, ele chegou na terça, operou na quarta, aí o
- 32:32olho uma semana depois operou o outro olho, aí uma semana depois
- 32:35já dei a ele, foi acompanhar já Na Na cidade de origem, na
- 32:38Europa, e ele não me conhecia pessoalmente.
- 32:42Ele quer dizer, me conheceu quando chegou, mas a gente tem a
- 32:44oportunidade de fazer a telemedicina.
- 32:45Eu fiz uma consulta online com ele antes dele vir pegar o
- 32:48avião, né, obviamente. Pra me perguntar, falar Pra Ele
- 32:51dos pré operatórios que ele precisava fazer exames, mas a
- 32:54segurança que a gente não propassa não é só em Belém, a
- 32:56gente já tá né? Agregando aí várias áreas EE
- 33:00cidades e até países. E a gente é pra isso que a gente
- 33:03tá aqui, pra ajudar o ser humano em qualquer lugar do mundo.
- 33:06É, EE, é legal realmente a gente isso realmente eu acho muito
- 33:11bacana a gente poder trazer informação, né?
- 33:15É, eu acho que esse é 11 grande virtude que a gente tem.
- 33:19De poder dar esse conhecimento de forma gratuita, né?
- 33:22Então a gente tem cursos gratuitos, materiais gratuitos,
- 33:24né? Tem.
- 33:25E book infográfico tem um bocado de coisa lá no site.
- 33:28E aí eu queria já pegar esse gancho e trazer um pouquinho
- 33:31sobre Oo pro Bono, né? Como é que começou essa história
- 33:35aí, então? O Edmundo com vocês, essa
- 33:39história do vocês. Estão me ouvindo?
- 33:40Porque não e foi ideia. Essa história, eu?
- 33:43Acho que a gente podia lembrar de quem foi a ideia do pro Bono,
- 33:45né? Não, não.
- 33:46Calma, antes do da ideia do pro Bono, a gente tem que primeiro é
- 33:49falar para as pessoas o que é OJTA, porque assim o Edmundo
- 33:52instituiu aí, né? Na.
- 33:53Na nossa. Numa prática clínica diária,
- 33:56OJTA que é o Jesus te ama e que a gente realmente tem outros
- 33:59atendimentos de cortesia, quando a gente realmente vê que o
- 34:02paciente não tem condições, a gente quer dar o melhor para o
- 34:04paciente. E aí o rithina pro Bono é, faz
- 34:09isso, né? A gente consegue abranger essas
- 34:10pessoas, ajudar e por consequência, ajudar ainda
- 34:13pessoas que precisam ainda mais das doações que vem junto com o
- 34:16pro Bono. E aí às vezes um paciente que eu
- 34:19indico para vir, que não tem condições, ele fala assim, mas
- 34:21é, é só levar 2 kg de leite mesmo, doutora, mas como assim
- 34:25aí vai estar? Edmundo, Alexandre, todo mundo
- 34:26atendendo lá sem nenhum valor, eu falo, mas é muito mais do que
- 34:30o valor, né? A gente está aqui para para
- 34:32ajudar mesmo. É AA ideia realmente é essa, né?
- 34:35Então quando a gente quando Edmundo, o Edmundo faz pro Bono,
- 34:39acho que a vida toda, né? Acho que a ideia nasceu no
- 34:41Edmundo, aí depois. Fazer o sábado lá No No centro,
- 34:44assim como o montinho da rotina pró sábado IA atender esse tipo
- 34:47de paciente que? Não lembro de quem foi a ideia
- 34:49do pro Bono. Pois é, o.
- 34:50Nome é o nome, o nome eu não sei.
- 34:52Eu tenho impressão que foi da minha filha.
- 34:54Ou foi a Marina? Acho que a Marina que fala, né?
- 34:56A Marina tem as ideias melhores. E aí, e aí assim, pra quem não,
- 35:01não entende, né? A gente faz um atendimento a
- 35:04cada x meses. A gente faz um atendimento
- 35:07completamente de graça, né? A gente começou lá na retina pro
- 35:09lá No No a gente sempre teve, né?
- 35:11Na verdade, de enfim, poder cuidar de pessoas que não tinham
- 35:17condição de pagar a nossa consulta, né?
- 35:20Então. A gente entende que acho que a
- 35:22gente tem um papel maior do que ser só um médico, né?
- 35:25E aí o Edmundo sempre fez isso, né, e aí estimulou todos nós
- 35:30fazermos isso, né? E a gente faz isso hoje com e aí
- 35:33a gente pensou, puts, como é que a gente pode transformar isso
- 35:36numa corrente, né? Então hoje a gente faz isso,
- 35:39paciente traz 1 kg, 2 kg de alimento e a gente acaba
- 35:43arrecadando isso EE doando pra uma instituição de Caridade
- 35:46também, né? Então acho que é o bem fazendo
- 35:48bem, né, a corrente do do bem, fazendo bem.
- 35:51E aí eu queria perguntar para vocês aí, como é que é?
- 35:54Oo probono, né? Que que isso motiva vocês?
- 35:57Eu tive 11 paciente meu, que era um paciente particular, um
- 36:01empresário, e eu precisei que ele voltasse sábado, né?
- 36:04E sábado tava retina, probando, barrotada de gente.
- 36:07Ele olhou assim, que isso aí, doutor?
- 36:09Aí eu expliquei para ele assim, olha, isso é um evento que a
- 36:12gente faz um atendimento social nossa.
- 36:14Ele disse, fiquei Encantado, né? Sensibilizou o cara que veio
- 36:18aqui. Que era um cara empresário bem
- 36:20sucedido, vocês estão precisando de alguma coisa, ele ofereceu,
- 36:23né? Digo não, não, tá tudo sob
- 36:24controle, né? Então ele ficou impressionado,
- 36:27mas a gente pode fazer isso hoje.
- 36:30Eu estava Na Na residência e convidei um residente para
- 36:32participar, aliás, fomos até um estudante, o pessoal de que está
- 36:35fazendo estágio, né? Assim não posso.
- 36:38Nós estamos aí, nós vamos atender os ribeirinhos amanhã,
- 36:40olha que achei legal, eles fazem o atendimento do ribeirinho, né?
- 36:43Que bacana né? São estudantes ainda, né?
- 36:46São estudantes. Ainda, né?
- 36:49Eu nem fiz atendimento de ribeirinha, acho que o pro Bono
- 36:52já não existia dentro de mim também sempre existiu, né?
- 36:54Porque a gente aprende na dentro de casa, às vezes essas coisas e
- 36:57às vezes até mesmo da do jeito que a gente é criado.
- 37:00Mas o que eu sinto na retina pro Bono é que é uma energia do bem,
- 37:04realmente muito visível assim, né?
- 37:06Muito a gente sente na hora que tá fazendo.
- 37:09E o mais legal, às vezes acontece umas parcerias de às
- 37:11vezes uma ótica, dá os os óculos, alguém doa.
- 37:14E aí o paciente já sai com óculos daqui, né?
- 37:17Basicamente praticamente pronto. E a gente vê a gratidão que as
- 37:20pessoas têm nisso. E já aconteceu, por exemplo, de
- 37:23um paciente informar um outro paciente que precisava também,
- 37:27sendo ele sem condições, vinha para probono, mas sem condições,
- 37:30vindo consulta que nem sabia que a retina pro existia.
- 37:33Então, às vezes o retina probono é um canal das pessoas saberem
- 37:35que existe a clínica para ter acesso ao atendimento e isso é
- 37:39muito legal. E é aquela coisa, né, que a
- 37:41gente falou anteriormente, né, cara, para a gente?
- 37:45Cara, quase nada, né? Você fazer 15 minutos, 10
- 37:47minutos, 11 consulta, né? De cortesia, né?
- 37:50Isso não, não, não desmerece nada.
- 37:52Isso aconteceu também comigo de moça, esse negócio do paciente
- 37:54vir ver um paciente meu que é médico.
- 37:56Particular. Particular ele veio aí, teve que
- 37:59vir no sábado, que era uma urgência e tal, e não sei o que.
- 38:00Ele perguntou, não, o que que tá acontecendo aí que tô vendo um
- 38:02Monte de gente aí? Não é?
- 38:03Está tendo a minha intenção, cara, que legal.
- 38:06Aí ele saiu daqui aí. Passou no supermercado, comprou,
- 38:09sei lá, uns 20 kg de leite e mandou entregar aqui.
- 38:11Olha que legal, que legal, né? Eu lembrei agora que a primeira
- 38:14eu atendi sempre aos sábados e eu fazia um trabalho com
- 38:17janseniano lá na colônia de de Maria tuba e garapeço também.
- 38:22Então, uma vez um colega passou lá, viu a clínica aberta no
- 38:25sábado, era de nacerzedelo. Ele entrou, pediu para falar
- 38:29comigo, quando depois que ele chegou e disse, que isso, rapaz,
- 38:31você está fazendo ortopedia, porque ela está comum, com perna
- 38:35faltando, mão faltando, disse, não, rapaz.
- 38:37Sou um paciente de hansenianos, que é lá na colônia.
- 38:40E rapaz, tu não tem medo de pegar esse negócio não, que
- 38:42protege pessoal curado, já essa é sua sequela, cara.
- 38:47Então eu atendi o de hanseniano. Tenho fotografia.
- 38:49Disso não sei se tu lembras disso, porque.
- 38:52Tu IA comigo? Não, eu IA contigo, tu lembras
- 38:55estudantes, mas estava. Comigo.
- 38:57Acelerado do mesmo jeito, né? Mas eu IA, eu IA com o Edmundo
- 39:00pra Marituba. E agora aquele teu carro, já
- 39:03esqueci o nome, é um Picasso. Enfim, é uma das coisas que eu
- 39:09lembro, desses desses movimentos, que a gente IA lá e
- 39:11ajudava, que a primeira vez que eu vi o fundo de olho na minha
- 39:14vida foi lá. Ele me deu.
- 39:16A gente dizia de 90. Eu olhei e vi um nervo ótico,
- 39:19pela primeira vez, a mácula. E eu falei, Jesus.
- 39:23Olha, dá pra ver mesmo, né? Tem o.
- 39:24Que fazer além disso? Eu vou morrer fazendo isso?
- 39:28Então eu agradeço porque tu me mostrasse, a gente tinha o
- 39:30nervosa pela primeira vez, olha só que legal, aliás, eu lembro
- 39:33dele, né? De rabo de cavalo, gato, né Oo
- 39:36Pedro de Lara fazer, porque naquela época que o começo que
- 39:38eu fazia, há 20 anos atrás, eu me formei, mas eu já, né, já
- 39:42estou catedrática quase. E aí eu acompanhava de mundo No
- 39:45No antigo CDOE eu lembro assim da cena, eu entrando, ele todo
- 39:49de branco que ele não vestia, jaleco nessa época ficava todo
- 39:51de branco com o cabelo preso assim, e aí eu entrei, ele
- 39:54estava fazendo uma angiografia. Um contraste que ele que fazia
- 39:58sem técnico nenhum, ele que fazia e era uma doença de
- 40:00arranhador do gato, e ele tava lá naquela fase venosa.
- 40:04E eu lembro dessa cena assim como se fosse hoje, assim que eu
- 40:06vi a primeira vez que eu vi a retina sem eu olhar, né?
- 40:08Eu vi a retina no exame, eu já sabia que eu queria ser
- 40:11retinóloga. E aí quando eu vi ao vivo lá em
- 40:13Marituba, no hanseni anos, eu fiquei apaixonada pela retina
- 40:16já, né? Já era uma paixão antiga, mas é
- 40:19isso. E isso é importante, de ter um
- 40:21acadêmico com a gente, porque às vezes a gente abre caminhos pra
- 40:23pessoa. Achar sua carreira, né?
- 40:25Achar o que ela quer de propósito, de dom e.
- 40:27É engraçado. É porque o Gabriel foi teu
- 40:29aluno, né? O luti e o Renato foram meus.
- 40:32Alunos, o Renato eu fui, eu fui. Eu.
- 40:35Fui. Coorientadora do TCC do Renato e
- 40:38o luti é suelo, né? Mas, OOO, Renato fez Santa casa
- 40:42Santa. Casa.
- 40:43E aí ele foi meu residente. EE, eu fui também da da
- 40:46orientador do TCC e o luti fez. Suel, onde eu fiz é, ele fala
- 40:50que nós somos suelos, né? Ele me chama de de Boss, o
- 40:52Renato. E o lud fala master?
- 40:54Ele fala igual os master. Chamou assim, papi, chefe, a
- 40:57gente vai criando nossa nosso jeitinho de de conduzir.
- 41:00Mas é em Marituba, me deu. Eu trabalhei 23 anos em
- 41:04Marituba, né? E assim foi uma lição de vida
- 41:08para mim. Assim espetacular, porque eu vi
- 41:11que a gente tinha que reclamar. Nada da vida, sabe?
- 41:13Nós somos felizes, né? E presente mutilado.
- 41:16Eu tinha paciente que eu tinha que tirar da cadeira de roda,
- 41:18carregar para dentro do consultório, porque, pasmem, o
- 41:22consultório foi feito com uma porta que eu não estava
- 41:24cadeirando. Mas por isso que aqui a gente
- 41:26fez AA porta grande, é? Não, mas é isso mesmo.
- 41:28Mas antigamente não se pensava nisso, né?
- 41:30Foi construído pela Secretaria de saúde lá e foi um negócio
- 41:33bem, né? E eu vi gente nossa, eu tenho
- 41:35uma experiência assim muito bacana, de de o janceni anos, um
- 41:39tratar o outro, ajudar o outro negócio assim que me me comoveu
- 41:42muito, né? Me puxa vida, né?
- 41:45Quanto sofrimento, né? 23 anos eu tive que sair porque
- 41:49eu estava acumulando cargo, aí a Secretaria me chamou e disse,
- 41:51olha, você não pode acumular que eu passei na federal, né?
- 41:54Já estava na web, aí eu tive que sair, mas aí eu botei a Luciana,
- 41:57a Luciana foi para lá, ficou um tempo, né, pousou, a Luciana,
- 42:00foi embora para para mim, né? Mas foi uma experiência de vida
- 42:04fantástica, né, muito gostoso. E o que que vocês acham que a
- 42:09retina pro é hoje, o que que vocês acham que hoje ela
- 42:13representa? Olha Pra Mim, eu tenho uns
- 42:17filhos que me perseguem pra trabalhar menos, né?
- 42:20E um dia desses eu falei pra eles assim, olha, eu vi um vídeo
- 42:23que eu me encaixei direitinho, eu saio todo dia pra fazer o que
- 42:26eu gosto, eu não preciso nem trabalhar, então assim eu faço
- 42:29com muito amor, adoro. Adoro fazer oftalmologia, né?
- 42:33Eu tenho tesão pela oftalmologia, então vim
- 42:36trabalhar pra mim atender é uma satisfação enorme, não é não é?
- 42:41Não é, não é pesado, entendeu? Não é pesado porque eu gosto do
- 42:45que eu faço. Então a retina pro hoje
- 42:47representa para mim um local de muita Felicidade, muito alta,
- 42:51realização, muita, muita possibilidade da gente ajudar o
- 42:55próximo, né? Porque, gente, a gente que lida
- 42:58com a visão, né, que é extremamente importante hoje,
- 43:00né? Você vê casos assim que puxa,
- 43:02visse? Eu consegui operar essa
- 43:03paciência, recuperar pelo menos o molho, né?
- 43:07É a vida dele, né? É a vida dele.
- 43:09A pessoa fica limitada da visão hoje com o mundo tecnológico que
- 43:12é, né, tudo é tecnologia, hoje tudo é celular, televisão é
- 43:16tudo, né, a pessoa fica muito limitada, né?
- 43:19É muito triste, então a gente ter esse esse pacto solidário
- 43:25contratado as doenças da retina, que é uma que são cegueiras
- 43:28irreversíveis, né, porque a corda você consegue fazer um
- 43:31transplante, por exemplo, né? Mas a retina não, não tem
- 43:33transplante de de retina, então a gente tem que cuidar nesse
- 43:36momento, dá o dá o de melhor nosso.
- 43:39Do nosso paciente, né? Eu fico muito feliz de de ter
- 43:43essa possibilidade ainda, né? De estar aí no meus na minha
- 43:47idade já avançada aí, mas é. O Edmundo trabalha mais que a
- 43:54gente. Eles vão fazer estar na ponta do
- 43:55lábios. O Edmundo aí tem uns 25 anos de
- 43:57idade mental, é a retina própria mim.
- 44:00Hoje eu digo que é o sinônimo de evolução, é eu, eu.
- 44:05Eu, na retina pro estou sempre tentando evoluir como ser
- 44:08humano, médico e profissional, professora, enfim, tudo.
- 44:11E a gente sinto que só de estar aqui já é uma evolução.
- 44:15E a gente vai ser evolução constante todos os dias, seja em
- 44:18aparelho, seja em diagnóstico, seja em cirurgia, seja no tratar
- 44:23do paciente, no né, nos mínimos detalhes que a gente né?
- 44:27Traz pra pra quem vem aqui não só como médico, mas como
- 44:30paciente, como colaborador. Eu falo que até um dos meus
- 44:34maiores pacientes é o médico de fora.
- 44:36Eu tenho muitos colegas que mandam paciente pra mim, o
- 44:39Thiago boti, que é que eu faço ultrassom que realmente ajude,
- 44:43né? Em clínicas que não tem
- 44:44ultrassom, por exemplo, vão vim pra cá e cirurgia de mácula e
- 44:47Cataratas difíceis, enfim. Então eu vejo que hoje em dia a
- 44:50retina pro é sinônimo de evolução, é sinônimo de ajudar
- 44:54ao próximo e também é trazer esse conforto, né?
- 44:58Uma medicina com conforto, excelência, prática rápida.
- 45:02E o paciente realmente se sente em casa.
- 45:04Acho que a retina pro é uma grande casa da oftalmologia em
- 45:08Belém, Brasil mundo, acho que. É isso, quando o paciente me
- 45:11perguntava assim, Alexandre, né? Aí eu disse assim, olha aquela
- 45:14frase aí, qual é a frase que tem escrito, ó?
- 45:18Qual é a frase de excelência com resolutividade?
- 45:20Vamos resolver o seu problema agora, vamos fazer os exames
- 45:22agora vamos resolver o seu problema, né?
- 45:25Então, legal. Aí o paciente olha e lê lá, né?
- 45:28Eu mostrei, olha, lê lá. A gente pode resolver seu.
- 45:30Problema nem sempre curar, mas que seja confortar.
- 45:33Né? É esse esse negócio que o
- 45:35Edmundo tá falando que a gente tem a nossa nossa missão, né?
- 45:39Atendimento de excelência com resolutividade, né?
- 45:41Então isso acho essa frase tá espalhada em alguns locais da
- 45:44clínica aqui, né, pra gente sempre lembrar, EE estar
- 45:48tentando lembrar porque que a gente tá aqui, né?
- 45:51Então eu sempre olhava pra essa frase e olhava pro paciente na
- 45:54minha frente e tentava, excelência, vamos tentar
- 45:57resolver seu problema. Como a Thaís falou, às vezes a
- 46:00gente não consegue talvez resolver tudo, mas sempre
- 46:04confortar, né? Sempre ter o atendimento de
- 46:06excelência como como uma prioridade, né?
- 46:09Pra mim, a. Gente, tratar, curar as vezes,
- 46:11mas consolar sempre, né? Essa é a frase, né?
- 46:15É e pra mim, o que eu o que eu acho da rede da prova?
- 46:19Eu acho que assim eu eu gostei da falar esse negócio da
- 46:22mudança, né? Da do time, né.
- 46:24Eu acho que é muito isso, é muito um time muito coeso, eu
- 46:27acho. Eu lembro de uma vez que a gente
- 46:29estava na reunião, a gente sempre faz as reuniões com os
- 46:31nossos colaboradores, né? Uma vez por mês, geralmente é o
- 46:33primeiro sábado do mês que a gente reúne e aí uma vez a gente
- 46:37teve um colaborador uma vez que falou, né, que ele viu um exame
- 46:41e disse, tô, esse exame é que não tá no padrão da retina pro,
- 46:44mas isso realmente você tá certo, não tá no padrão da
- 46:48retina pro, né? Isso, isso é legal.
- 46:50Acho que quando a gente chega nesse nível de.
- 46:53De entrega, né? Que aí você percebeu muito de
- 46:55que que o time comprou a ideia, né?
- 46:58Que a cultura da empresa ela é muito forte, né?
- 47:01A gente sempre entregar o de melhor, né?
- 47:04O que a gente pode fazer pelo paciente?
- 47:06De melhor, né? Então todo mundo acha que tá tá
- 47:09muito conectado nisso, né? Mas é legal também.
- 47:12Alexandre, esses colaboradores, eles tem a.
- 47:14Academia que a gente, né? Dá ajuda, né?
- 47:18Eles tem, tem. A Marina criou até dormitório
- 47:20pra eles aqui, rapaz, que às vezes almoçam, né.
- 47:23Tem 1 hora e meia de almoço. Eles almoçam e vão se deitam ali
- 47:26na meu filho, falou. Assim.
- 47:27Mas eu não durmo na escola. Eu falei, mas a escola é meio
- 47:30período. A gente não tem horário pra
- 47:31acabar. É bacana porque você dá um
- 47:35conforto. Pros nossos funcionários, isso é
- 47:38importantíssimo, são colaboradores que veste a camisa
- 47:41também, porque também tem todo um aconchego, né?
- 47:43A gente brinca com todo mundo, faz piada, enfim, a gente tem
- 47:47111, relação muito fraterna, né? 11 relação que a gente chama
- 47:51horizontal, né? Não é porque nós somos médicos,
- 47:53somos superiores, né? Não é tudo igual, né, a gente se
- 47:56trata como igual é. Que os funcionários tem que ser
- 47:59que nem esposa? Happy wife, happy life.
- 48:03Como é que é? É, então o funcionário é o
- 48:07espelho da empresa. Se eles estão felizes, as passa.
- 48:09A gente fala, né, educação, vê que eles estão alegres e é
- 48:13genuíno. Não é uma coisa assim.
- 48:14Ah, criada e treinada é. Mas é a coisa do atendimento de
- 48:18excelência, né? O atendimento de excelência é
- 48:19pra todo mundo, não é? Pro.
- 48:21Paciente é pro colaborador, é pro médico, né?
- 48:24Então todo um todo ponto de contato, né?
- 48:27Pros nossos. É terceirizados, né?
- 48:29O pessoal do marketing que fica perturbando?
- 48:31Aqui, assistência de saúde, né? Eles tem, né?
- 48:33Então é uma coisa importante. Hoje você tem assistência, né?
- 48:37De saúde, né. E isso é legal, porque assim eu
- 48:39acho que é uma coisa que meio que contamina, né?
- 48:41Galera que entra em contato com a gente, percebe que é
- 48:44diferente, né? Percebe que é que é um ambiente
- 48:46diferente. É um ambiente que é muito
- 48:48família, né? Eu acho que volta aquela coisa
- 48:49que a gente falou lá no início, né?
- 48:51Então é uma empresa que tem essa essa coisa da família, né, que
- 48:54eu, eu brinco com o Edmundo, não fez uma família e fez uma
- 48:56empresa. E as pessoas foram se conectando
- 49:00a essa família que ele fez, né? E trazendo cada um trazendo seu
- 49:04jeitinho, né? Uns mais acelerados, como o Itu,
- 49:08outros, outros mais espontanos, outros, enfim, é, mas cada um
- 49:15trouxe a sua característica legal, né?
- 49:19Eu acho que é uma soma de várias coisas.
- 49:21Então eu acho que hoje a gente não aprova um time diferente,
- 49:24mais completo, né? A gente.
- 49:26Temos mais gente, né? A gente começando, nós 3 aqui,
- 49:28esse negócio, né, a gente tem mais gente hoje com a gente e é
- 49:31uma coisa que eu sempre quis, cara, se uma pessoa é legal, é
- 49:35boa, vem trabalhar com a gente, vem ficar com a gente, eu acho
- 49:38que tem tudo para crescer junto. Eu acho que a gente cresce,
- 49:41cresce sempre quando a gente tá junto, né?
- 49:44Então a gente tá tá nessa coisa de canoagem, né?
- 49:47Eu e a Marina tem voz de canoagem, a gente traz muita
- 49:50essa analogia do mundo da canoa, né?
- 49:51Canoa é basicamente isso, né? Todo mundo remando.
- 49:54A gente fala que a força que se mate, que tem que fazer na
- 49:57canoa, é todo mundo remar junto, né?
- 49:59Então acho que é um pouco isso, a gente.
- 50:01E aí uma equipe grande remando junto, né, falando.
- 50:04Um pouco da Marina que tem, essa é nosso.
- 50:06Eu disse que era nosso sol, né? A Marina é nosso sol.
- 50:08E ela fala muito isso, que os funcionários, que a gente quer
- 50:11ver eles brilharem com a gente uhum.
- 50:13Então tem pessoas que saíram daqui porque realmente evoluíram
- 50:15e foram coisas melhores. E a gente fica feliz, a gente a
- 50:18gente nem nem nem chora muito, né?
- 50:19Na Na despedida, porque na verdade, a gente acha que foi
- 50:22melhor para eles, sim. Não.
- 50:23Mas eu chorei quando disseram que a Thaiane IA sair.
- 50:25Eu digo, não, ela saiu, não. Ela saiu por eu não.
- 50:29Quando? Ela voltou, meu, chega assim, eu
- 50:31acho que eu chorei quando ela voltou.
- 50:33E aí é esse esse sol aí, a Marina é o nosso sol.
- 50:37Ela realmente acho que ela ela une ainda mais a gente, né?
- 50:40Unifica o grupo como um todo, médico, paciente, funcionário,
- 50:45equipe, clima e. Eu acho bacana que a gente tenha
- 50:48nossa individualidade, mas a gente consegue trabalhar bacana
- 50:52essa essas nossas dificuldades que tem, eventualmente a gente
- 50:55consegue tratar, não olha, espera aí.
- 50:57Para fazer dessa forma, né? Melhor, né?
- 50:59Um escuta o outro, né? É muito bacana.
- 51:01Isso isso que o que o Edmundo falou, né, que é uma tipo uma
- 51:03empresa horizontal. Isso é muito bacana, né, porque
- 51:06a gente tem as nossas reuniões, colaboradores, né?
- 51:08E cara, literalmente todo mundo fala, né?
- 51:09Todo mundo tem voz, né? Exato, não é?
- 51:11As havaianas não são havaianas, podem falar havaianas, mas
- 51:14agora? Não é uma empresa que a gente
- 51:17tem aquela coisa de. Top down, né?
- 51:19Tipo, olha, vai ser assim porque tem que ser assim, né?
- 51:21A. Gente, se não quiser, rua é.
- 51:23Exatamente isso, então não existe, isso é uma empresa muito
- 51:26horizontal, né? Todo mundo tem voz, né, então
- 51:28são poucos lugares, eu acho que onde o todo mundo pode sentar na
- 51:32frente do dos caras que estão teoricamente no na sociedade,
- 51:37né, que podem falar tudo que acham, né, então a gente sempre
- 51:40pede isso pra gente, né? Então o que que você acha que
- 51:42pode melhorar? Como é que a gente pode
- 51:43melhorar, né? Me dá uma dica, olha, não tá
- 51:45legal então. Isso acho muito bacana a gente
- 51:48poder ter essa cultura que as pessoas podem falar o que elas
- 51:54querem, né? E.
- 51:55Às vezes eles dão soluções pra gente, né?
- 51:58No atendimento, por exemplo, não olha, não tá funcionando assim,
- 52:01doutor, olha aqui assim, assado, inclusive vamos, quem sabe a
- 52:04gente fazendo dessa forma e aí tiver a ideia bacana.
- 52:06Agora vamos ligar essa ideia. Né?
- 52:08Não? Eu lembro.
- 52:09Lembro da lá na primeira, na primeira retina pró, lá No No,
- 52:12no síntese. Que o projeto inicial, não sei
- 52:15se vocês se lembram disso, não tinha o balcão de entrada, mas
- 52:18não tinha nenhuma cadeira No No início.
- 52:20Lembro, eu lembro. Foi a foi uma das funcionárias,
- 52:23Edilene na época eu disse, o doutor tem que ter uma cadeira
- 52:25que Oo cliente fica em pé aqui na frente do balcão, não
- 52:28consegue sentar, são pacientes idosos.
- 52:30A gente mudou o projeto para contemplar, né?
- 52:32Então eu sempre falo isso, cara, as as melhores dicas são de quem
- 52:36tá lá na Fronteira, né? Quem tá lá na frente, né, quem
- 52:39tá lá dando, dando sangue, né, não é quem tá lá.
- 52:42Encastelado lá No No consultório achando que que pensa melhor que
- 52:46todo mundo, né? Mas olha, falando nisso, e
- 52:48Alexandre, eu tive uma paciência essa semana, agora que ele veio
- 52:52comigo e é pertence, só tinha um olho.
- 52:55Eu digo, ih, rapaz, diabético, eu digo, seu diabético, como é
- 52:58que tá? Não tá 180, eu digo, tá bom, e a
- 53:00sua pressão não tá boa, é como que a gente tá boa, né?
- 53:03Isso eu já digito aqui, né? Traz aqui uma parede de pensão,
- 53:07aí tem uma parede de pensão, a menina colocou.
- 53:09No meio-dia eu digo, não deixa meio-dia, a artéria passa aqui,
- 53:12eu tirando uma de professor, vamos colocar direitinho, nada,
- 53:16cara. Digo, esse bicho deve tá com uma
- 53:18pensão muito alto. Aí eu subi com ele pro centro
- 53:21cirúrgico, porque o aparelho aqui é um aparelho de centro
- 53:25cirúrgico. eSIM, quando eu palpei o pulso dele, ele tava
- 53:28rítmico, sabe? Eu digo, esse cara não tá bem,
- 53:31ele tava com 24 por 12 de pressão, cara, ele tem um
- 53:35infarto. Ele disse assim, olha meu.
- 53:37Você vai pegar o dinheiro da sua consulta lá?
- 53:39Entendeu e vai? Direto.
- 53:41Agora que você pode ter um AVC, você pode ter um AVC, um
- 53:44infarto, né? Depois você vem aqui, vai tratar
- 53:47do seu, dessa pressão alta, desse jeito, né?
- 53:50Imagina. E é uma coisa que a gente não
- 53:51falou aqui na né? No nosso podcast da equipe de
- 53:55anestesia, né? A gente tem uma equipe de
- 53:57anestesia, muito coisa também que a gente confia muito e é.
- 54:03Isso é muito legal como cirurgião, né?
- 54:05Que a gente ama operar, saber que a gente pode confiar na
- 54:08equipe, que aquela anestesia vai.
- 54:09Vai ser uma parte da cirurgia e né?
- 54:12Agora com o uso de das medicações como monjaras em
- 54:15pique, que atrapalha um pouco essa parte do jejum.
- 54:18Então, todo mundo muito, muito atualizado, muito moderno,
- 54:21fazendo anestesia da melhor forma possível para que a gente
- 54:24faça cirurgia com mais segurança.
- 54:25Isso é muito legal também. Legal, então queria começar
- 54:29direcionando para o final, né? Que que vocês imaginam para o?
- 54:32Pro futuro que que vocês imaginam pra onde a gente vai?
- 54:36Eu acho, na minha percepção espiritual.
- 54:40Não. Eu acho que a gente ainda vai
- 54:42crescer, ainda vai ter mais um uma ampliação disso.
- 54:45Aqui é um puxadinho, porque aqui ficou tá ficando pequeno já, né?
- 54:49Alexandre? Tá ficando pequeno, né?
- 54:50Eu, por exemplo, que dou aula nessa sala aqui é.
- 54:54Às vezes tem tem cirurgia aqui. Eu não posso dar de vida à turma
- 54:59inteiro. Boto todo mundo num console
- 55:01pequeno e tal pra poder, pra poder continuar dando aula.
- 55:04Então eu acho que a gente ainda vai ter esse espaço, mais vamos
- 55:08vamos aumentar um pouquinho esse espaço que está faltando, eu
- 55:10acho que já está faltando. Vou agora eu vou defender o
- 55:11Edmundo, que eu lembro quando a gente fez a primeira reunião pra
- 55:14decidir como esse é o centro cirúrgico.
- 55:15Ele falou, façam 2 salas e, lógico, muito espaço pra 2
- 55:19salas. É grandes, né?
- 55:20E a gente fez de um jeito que deu certo.
- 55:22Mas que realmente já está ficando pequeno.
- 55:24Então assim, eu acho que o futuro da retina pro é crescer e
- 55:27crescer cada vez mais. Quem sabe atingir outros outros
- 55:30lugares, não só Belém, né? E isso é o futuro.
- 55:33O futuro da retina pro é crescer e cada vez mais nossa mente
- 55:36brilhante aí no nosso Steve Jobs da retina consegue nos dar 11,
- 55:41sempre um norte aí pra onde a gente vai caminhar no sentido da
- 55:44evolução? É, eu acho que a gente vai
- 55:46crescer um pouco nessa parte da pesquisa, né?
- 55:49A gente tem. Está fazendo nosso centro de
- 55:52pesquisa, né? Acho que é uma coisa muito
- 55:54bacana que a gente está com essa possibilidade de trazer, é isso
- 55:59me encantou muito, porque é uma coisa que a gente curte muito,
- 56:01né? Tá estudando.
- 56:03E enfim, oferecer pros pacientes novas tecnologias, mas sobretudo
- 56:09pra gente poder oferecer pra quem não pode, né?
- 56:12Acho que a pesquisa te permite isso, né?
- 56:15Você tratar uma pessoa. Literalmente com.
- 56:20Os. Melhores medicamentos, os
- 56:21melhores aparelhos, as melhores tecnologias e ela vai ter essa,
- 56:26esse custo todo, esse tratamento custeado por um, pela empresa
- 56:30que tá patrocinando isso. Então isso foi uma coisa que foi
- 56:32muito legal e a gente tem essas novas, novas ideias aí de trazer
- 56:37essas essas pesquisas pra cá, né?
- 56:39A gente já tá com algumas rodando aqui, né?
- 56:41Então acho que isso vai ser um eu, eu acho que é uma coisa que
- 56:44a gente vai. Cada vez mais, o.
- 56:46Povo me cobra muito o rednor profellow né?
- 56:49Quando é que vai ter fellow de retina?
- 56:51Então assim eu me vejo assim eu amo, amo ensinar então tô nasci
- 56:56pronta pra essa parte aí acadêmica, networking, barra,
- 57:00Lives então é isso, a retina pro faz parte da nossa vida né?
- 57:04Nosso dia a dia e é tá no nosso coração, nossa mente em 24 horas
- 57:08aí. Que legal.
- 57:09Então queria encerrar com vocês aí, o que que tu acha de mundo?
- 57:13O que que tu? Gostaria de deixar de mensagem
- 57:16pra? De mensagem eu acho que é só
- 57:18gratidão, sabe, Alexandre, quando quando eu vejo trajetória
- 57:21assim, particularmente eu, né, de tanto tempo nessa área, né?
- 57:26Tenho muita gratidão, cara, nunca, eu nunca pensei que a
- 57:29gente fosse chegar nesse ponto, né, de ter 11 clínica agradável,
- 57:34né, bonita e funcionando, com colaboradores excelentes, com
- 57:39tecnologia excelente. Isso era um sonho, né?
- 57:42Um sonho, né. Então eu acho, eu só tenho
- 57:44gratidão. Gratidão a Deus, porque abençoa
- 57:47esse espaço, né? E gratidão aos colaboradores,
- 57:50aos colegas, né, que estão sempre comigo, me ajudando
- 57:53também. Então é o meu sentimento é de
- 57:56muita gratidão. Taís.
- 57:59É, acho que que venha +10 2030, se Deus permitir, a gente ainda
- 58:04pró é, saiu daquela fase de bebê, foi pra adolescência, já
- 58:08tá numa fase, né? De maturidade.
- 58:11Mas que vai trazer ainda muita coisa boa.
- 58:13Eu vejo assim coisas muito boas pra vir tanto pros pacientes
- 58:18como pros médicos, pros colaboradores e pra tudo.
- 58:20Só vejo tudo de por direção de melhor, de melhorar mesmo, de
- 58:25ser uma coisa cada vez melhor. Legal, então eu também queria
- 58:28ter gratidão pra vocês terem comprado essa ideia, né?
- 58:31A. Ideia.
- 58:32É maluca, né, vendo? O problema é que a minha ideia é
- 58:35muito inquieta. Quando a gente está arrumando
- 58:38aqui, a gente já está arrumando outra coisadinha.
- 58:40Quando a gente fala assim, Ah, as parcelas estão tranquila.
- 58:43Vamos trazer aqui um aparelho top master ultra.
- 58:47Não. E engraçado isso porque depois
- 58:48de muito tempo eu percebi que uma das coisas que realmente
- 58:51gosto de fazer é é isso, é criar, criar coisas, entendeu?
- 58:55De ver um negócio que não estava funcionando e criar um negócio
- 58:59bacana e depois criar outro. Isso é uma coisa realmente que
- 59:02me. Que me motiva bastante.
- 59:04Né, e a Marina para te acompanhar?
- 59:07Né? É isso.
- 59:11Então obrigado galera. Valeu, foi ótimo.
- 59:14Então. Pessoal, vocês espero que tenham
- 59:18gostado, essa foi uma retrospectiva dos últimos 10
- 59:20anos com essa dupla aqui sensacional e que vem os
- 59:24próximos 10203040 anos, como a Thaís falou.
- 59:27Eu já, eu já no mundo espiritual.
- 59:29Mas eu vou dar uma ajudinha lá já.
- 59:32Tchau, tchau. Valeu.
- 59:34Valeu. Um abraço a todos.