Latest / Igreja Presbiteriana de Brasília / Um chamado transformador - 3º dia - Culto Matutino 9h
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- 0:00Bom dia, bom conversar um pouquinho mais com vocês.
- 0:06Vou contar 11. Passagem rápida eu, Damares e
- 0:11mais um missionário estávamos no barco.
- 0:13Nós morávamos no barco naquele tempo.
- 0:14Vocês viram a foto do barquinho, né?
- 0:16Um barco pequenininho. E nós íamos para uma Vila
- 0:20chamada Vila das peças, um lugar onde sofríamos muita
- 0:27perseguição. Então, especialmente de um homem
- 0:31que até nos ameaçava assim fisicamente, éramos chamados de
- 0:38lobos, de mentirosos de falsos, de um Monte de coisa desse tipo.
- 0:43E era o dia da gente ir de novo naquele lugar para ser mal
- 0:48vindos novamente. Porque o humor faz esse tipo de
- 0:52coisa, né? Você não pensa na pessoa a
- 0:57partir do que ela. Merece, mas o que ela precisa é
- 1:00assim que Deus se relacione com a gente.
- 1:04É gostoso e agradável ser rejeitado, esbugado, ameaçado?
- 1:07Não, não é? É confortável também não, mas
- 1:14era muito bom estar na área das peças e dar mais uma
- 1:17oportunidade para eles. Naquele dia foi um pouco mais
- 1:20difícil, porque tinha tido uma tormenta e o nosso motor é um
- 1:23motor refrigerado a ar, não muito próprio para aquele tipo
- 1:26de embarcação. Aliás, pouco tempo depois, foi
- 1:29substituído pelo refrigerado água, que nos ajudou muito e ele
- 1:37parou onde não devia parar, porque o motor é sempre para
- 1:39onde não devia parar. Não é assim, você sai com o seu
- 1:43carro, faz tudo que tem que fazer, quando chega em casa um
- 1:46pouquinho antes de desligar a fundir o motor.
- 1:48Não é assim que acontece. Acontece no pior dia, quando
- 1:51você está atrasado no meio do lugar, Do Nada.
- 1:53Aí que o carro quebra barco é igualzinho, muda em nada.
- 1:57Ele parou de de onde vinha parar, as ondas eram grandes, eu
- 1:59joguei o ferro, a gente fala ferro para âncora, joguei a
- 2:02âncora, dei todo o cabo possível, atei o cabo, as ondas
- 2:05continuavam a jogar a gente para cima das pedras, longe de tudo.
- 2:08Negócio perigoso, tão apavorante ficou, teve um momento de
- 2:13relaxar, porque no meio daquele daquele negócio, rapaz, tem que
- 2:17salvar essa embarcação. Eu IA sair nadando com a minha
- 2:19esposa, né? Mas eu olho a Damares, tava de
- 2:24um maiô. Colher só uma vida e touca de
- 2:27natação, cara, a hora que eu vi aquela touca de natação, AI eu
- 2:32dei risada. Eu falei, meu amor, calma, tá
- 2:33tão ruim assim o negócio. Aí a gente teve que esfriar um
- 2:36motor de um jeito que não se faz.
- 2:38Os mecânicos aqui vão falar, rapaz, que você fez isso.
- 2:40Nós jogamos água lentamente, que pode trincar tudo, né?
- 2:44Resfriar repentinamente um motor superaquecido pode trincar tudo
- 2:47por dentro e você perder sua última chance.
- 2:49Mas aí as pedras chegando, as roças chegando, as ondas em cima
- 2:52da gente. Aí conseguimos ligar esse motor,
- 2:54ele já me puxando junto e assim eu nem nem colhi o cabo.
- 2:59Eu arrastei âncora para dentro do mar para depois colher,
- 3:02porque não tinha tempo de puxar âncora antes de bater nas
- 3:04pedras. O barco entra e falha e ali você
- 3:08entra de través. Assim com mar de través é muito
- 3:11perigoso aquele lugar, ele falhava.
- 3:13Aí a gente quase afundava aqui, pegava e a perto dessa onda
- 3:16quase afundava lá e foi indo e voltando.
- 3:19Conseguimos chegar nas peças para ser rejeitados e odiados.
- 3:22Descemos Jaime, Damares, Jaime, Márcio, Damares, cozinhando no
- 3:28barco, tudo se mexendo aqui, porque a gente ficou tanto
- 3:31tempo, né? Que tudo se mexe junto.
- 3:36Quem vir na nossa direção, o cara que mais nos odeia.
- 3:40Falei, pronto, agora já era. A gente quase morreu ali.
- 3:45Ele chega perto da gente e fala assim, você pode contar aquela
- 3:48história de novo pra mim? Falei, podemos, vamos lá na sua
- 3:51casa. Ele nunca tinha deixado a gente
- 3:52nem chegar perto da casa dele. Entramos na casa, compartilhamos
- 3:55o evangelho, oramos por ele, ele deu a vida dele, Cristo.
- 4:00E eu pensei, como vale a pena ser determinado, né?
- 4:04Era dia da gente ir lá emocionalmente falando, não,
- 4:10estrategicamente falando, sim, a gente esqueceu de nós mesmos,
- 4:14obedecermos aquele homem que criou de todo o coração e acabou
- 4:18a perseguição. Na ilha do super awy, quando
- 4:29Deus fala, vinde a pasminha, eu vos farei pescadores de homens e
- 4:32chama caminhando ao mar da Galileia, Pedro, André, Thiago e
- 4:35João dizendo, vinde, após mim, eu vos farei pescadores de
- 4:39homens. A gente tem que entender porque
- 4:42pescadores e ontem deu uma introdução, que aquele Pescador
- 4:46é o Pescador que a gente alcança hoje.
- 4:48Não o Pescador dos grandes barcos e computador em bordo,
- 4:52mas das pequenas Canoas e embarcações AA vela.
- 4:56Naquele tempo, as velas eram quadradas, então você tinha IA
- 4:59ao sabor do vento. Não conseguia fazer isso que os
- 5:01nossos barcos faziam hoje, com as velas triangulares, muito
- 5:04difícil de ser navegado e tal. Esse Pescador, entendi, entende
- 5:08o mundo de um jeito que só ele entende.
- 5:11E é o povo com quem nós temos vivido por 44 anos.
- 5:14Então eu sei, a gente entende o que esse Pescador pensa quando
- 5:18ele fala Pescador de homens, a gente tem que se perguntar, esse
- 5:22negócio é para mim também. Ele me chama, ele quer me fazer
- 5:26um Pescador de homens? O que significa isso?
- 5:31Ontem falamos um pouquinho e hoje eu quero falar das
- 5:33características, das características de um Pescador.
- 5:37A primeira delas, o Pescador sai em qualquer horário.
- 5:44Oo esse Pescador de marítimo, ele vai atrás do peixe com
- 5:48tecnologia, então não importa que tipo de maré tá acontecendo.
- 5:53Ele tem estatísticas nos computadores, tem radar, sonar,
- 5:57tem tudo ali para encontrar. Oo cardume.
- 6:00Ele tem estatísticas dos últimos 10 anos para saber onde eles
- 6:03estavam e onde provavelmente vão estar.
- 6:05Agora ele sabe até quase sabe a quantidade que eles vão pegar.
- 6:10Não esse Pescador que o Jesus está conversando aqui.
- 6:13Este Pescador, no nosso caso, ele tem que trabalhar num
- 6:17período certinho da maré, porque na corrida da maré, quando a
- 6:21maré está forte, ele não pode deixar a rede ali.
- 6:23Primeiro ele perde a rede, depois vem toco tudo, se prende
- 6:26na rede. O peixe não gosta de nadar
- 6:28contra a correnteza, estupidamente, então ele peixe é
- 6:31esperto? Ele não, não é, não é.
- 6:33Não é? Aí eu já exagerei.
- 6:35O peixe sabe. O peixe sabe que se ele ficar no
- 6:38reveza ali, ele não tem que fazer muita força.
- 6:40Ele não vai malhar, ele não vai vir para uma rede entralhar,
- 6:43como a gente fala durante corrida de maré.
- 6:45Então o Pescador coloca 2 horas antes da parada da maré, se
- 6:49tiver Vazante. Por exemplo, o enchente tanto
- 6:52faz ele 2 horas antes, ele coloca a rede, já está baixa a
- 6:55velocidade. 2 horas depois ele tira.
- 6:58Porque na velocidade de de enchente ou de Vazante, a maré
- 7:01correndo para cá ou para cá não pode colocar a rede.
- 7:04Só que cada dia esse essa maré que é pela lua vem 50 minutos
- 7:10atrasada, porque o ciclo lunar é de 28 Dias, não de 30.
- 7:16Esses 2 dias aí dão um atraso de 50 minutos aproximadamente cada
- 7:20dia. Então um dia ele sai às 4, ao
- 7:23outro dia ele sai às 3 e 10, o outro dia ele sai às 2 e 20,
- 7:30outro dia ele sai à 1 e 30. Então ele ele tá dia e noite,
- 7:34trabalhando cada dia num horário diferente.
- 7:37Ele ele não se importa com o horário.
- 7:40Quem manda nele não é o tempo, é a maré.
- 7:42A maré é o seu senhor. Então você fica pensando assim
- 7:47quando pensar em em determinação, né?
- 7:51Não me importo muito com o que é conveniente para mim, mas com o
- 7:54que tem que ser feito na hora que tem que ser feito.
- 7:58É isso que a assim que a gente aplica.
- 7:59Quando a gente começa a pensar na determinação, vou fazer vocês
- 8:02de pescadores de homens. Primeira característica, cara,
- 8:05não esquenta aquele negócio relógio, não tem alguém maior do
- 8:08que isso que vai mandar em você. Às vezes Deus vai te dar algumas
- 8:12direções que não são. Vamos dizer assim,
- 8:15emocionalmente falando, emocionalmente falando, típicas
- 8:20ou até historicamente falando típicas.
- 8:22Uma vez nós vinhamos pilotando aqueles canais estreitos, canal
- 8:27do varadouro, que, aliás, foi feito a mão muitos anos atrás
- 8:32por escravos, ainda está lá para ligar Paranaguá a Iguape.
- 8:38Lá, aquela região entre Paraná e estado de São Paulo, é uma
- 8:42região onde tinham muitos guaranis ainda existem.
- 8:44Remanescentes guaranis ali seminômades, eles se misturaram
- 8:48com portugueses no tempo da colonização, aprenderam
- 8:52português e foram rejeitados pelos seus quando tiveram os
- 8:55filhos mestiços, que não eram 100% de tupan e foram rejeitados
- 9:00e continuaram por lá mesmo quando os portugueses saíram.
- 9:04E é esse povo que a gente alcança com o evangelho todo.
- 9:07Típico, todo Guarani. Pezinho para dentro, pele
- 9:11escura, cabelinho liso. Olhos claros, de vez em quando
- 9:15você vê essa miscigenação um pouco mais alto do que os
- 9:18guaranis mais legítimos. Nesse povo do nosso coração, a
- 9:22gente vinha de uma Vila, é pra ganhar tempo.
- 9:24Eu pilotava à noite, a gente evangelizava de manhã e eu
- 9:27pilotava à noite, 23 horas por semana, rodando de barco de Vila
- 9:31em Vila, 62 comunidades morando no barco, e estávamos eu e
- 9:35Damares e até a caçada. A caçada é um lugar.
- 9:39Que eu nunca tinha descido. É muito pequena, uma Vila
- 9:41pequena. A gente sempre estava de
- 9:43passagem. Eu vi uma canoinha
- 9:44ocasionalmente e realmente não sabia dentro do Mato quanto
- 9:48tempo que era e tal. Mas naquela noite que nosso
- 9:52plano era dormir no ariria próximo à comunidade, o que uns
- 9:5650 minutos, talvez não era nem muito longe dali, vinha no meu
- 10:02coração de parar uma urgência, de parar ali na caçada.
- 10:07Rapaz, eu vou deixar minha esposa num barco, sozinha,
- 10:12sozinha, de noite, longe de tudo, assim mata, mata, mata
- 10:18mata. E não era difícil acontecer
- 10:22alguma coisa ruim com ela se passasse um barco ali e tivesse
- 10:25má intenção com a minha esposa. Mas eu tinha aquela convicção
- 10:28profunda, extremamente atípica. Nunca tinha ido na Vila.
- 10:31Vou encontrar a Vila à noite, em picada, no meio do Mato.
- 10:35Como isso vai acontecer? Mas era tão profunda essa
- 10:37convicção misturada com determinação de obedecer, que eu
- 10:42fiz isso. Joguei a âncora e falei, amores,
- 10:45você fica aqui, você pode gritar, porque no mar tá assim,
- 10:49de noite, num lugar que não tem barulho nenhum, você escuta
- 10:52longe um grito. Se você precisar de alguma
- 10:54coisa, você pode gritar alguma coisa assim.
- 10:56Eu tocar a buzina do barco, que acho que naqueles dias nem
- 10:59funcionava mais. Porque que tem uma buzina no
- 11:03barco, né? E eu vou, vou até a caçada.
- 11:08Aí fui, ela ficou olhando por mim, foi até lá.
- 11:11É tudo muito simples. Bati na porta, pra encurtar
- 11:15história, tinha um rapaz à beira da morte ali, acamado, febre, já
- 11:22não falava mais, não levantava, não conseguia abrir o olho
- 11:25direito. Enquanto eu comecei a conversar
- 11:28com eles, eu não sabia porque Deus tinha me levado ali.
- 11:30Comecei a compartilhar o evangelho e eu e eu vi esse
- 11:34murmúrio. Eu falei, tem mais alguém aqui?
- 11:36Tem. O meu filho, está acamado, a
- 11:38gente não sabe se ele vai sobreviver.
- 11:41Eu posso falar por ele, posso? E esse rapaz está por aí até
- 11:46hoje trabalhando. Foi muito atípico pra mim foi só
- 11:53uma experiência, talvez Pra Ele tenha sido, tenha sido a vida de
- 11:56volta, eu não sei, mas pra Deus foi obediência.
- 12:02Obediência e determinação parece que são coisas que andam juntas
- 12:05e o Pescador pode passar os slides, Mano vai para
- 12:09determinação lá segundo Timóteo 42, o Pescador tem isso e a e a
- 12:14bíblia fala para gente ter isso também.
- 12:17O Pescador ele é determinado, vou pescar, pescar é horário,
- 12:20horário não é horário, não é horário, tá chovendo, não tem
- 12:22problema, eu vou tá sol, eu vou, tem, tem cara de que vou pegar
- 12:27peixe, eu vou, tem cara de que não vou pegar nada também vou.
- 12:30Então essa determinação tem a ver com esses que obedecem,
- 12:33prega a palavra, se for oportuno ou não, corrija e repreenda,
- 12:40exorta com toda longanimidade sabe o que que é longanimidade?
- 12:44Longanimidade começa quando a paciência termina, é assim,
- 12:48assim que a gente escreve longanimidade, cara, não tem
- 12:51mais paciência, legal, Deus te Deus te deu uma ferramenta
- 12:53fantástica para isso. O que desistir não longanimidade
- 12:57começa aí, é aí que começa longanimidade.
- 13:01Então você vai de novo e oferece nova chance, seja determinado a
- 13:05obedecer a Deus. E aqui a gente tá falando sobre
- 13:07ministração, prega a palavra AA essa essa palavra oportuno é
- 13:14aquela ideia de tempo, de de estação, é a estação de se fazer
- 13:19isso. A gente faz anão é estação, a
- 13:21gente faz também pegar a palavra desse jeito, compartilha.
- 13:25Pessoal, você nunca sabe como a palavra que você fala vai ser
- 13:30usada. E isso não é problema seu.
- 13:32Seu problema é só compartilhar. Eu lembro que eu venci
- 13:36constrangimento de pregar a palavra muito cedo na minha vida
- 13:40cristã. Eu pensei assim, rapaz, tem 2
- 13:43coisas aqui. Eu.
- 13:45Amava falar sobre esporte e tudo mais, aquelas experiências
- 13:48maravilhosas que eu e meu irmão tivemos, né, em seleção
- 13:51brasileira e tudo mais e tal. A gente amava falar sobre isso,
- 13:53as meninas, né, as nossas esposas até falavam, por que
- 13:56vocês não enumeram as histórias e só fala, 17 a gente chora, 14
- 14:01a gente ri, por que vocês não fazem isso?
- 14:03Porque, mas a gente não preferia contar a história inteira, era
- 14:06tão gostoso falar daqueles momentos do esporte.
- 14:09Por que que eu não vou falar da Glória de Jesus com isso?
- 14:11Entusiasmo, Ah, cara, eu falo. Mas se a pessoa vai entender ou
- 14:16não, isso não é problema meu. Ah, não, a minha parte é falar
- 14:21Deus não tá mandando convencer ninguém, transformar ninguém,
- 14:24isso não é minha parte, o meu fardo é leve, é suave,
- 14:27transformar pessoas é um fardo terrível, é difícil pra gente,
- 14:32impossível fazer isso, como você vai tocar um coração?
- 14:36Isso é parte de Deus. Deus nos deu um fardo leve,
- 14:40suave, e a gente vai, né? Atrás de uma suave é outra
- 14:44coisa. O fardo é leve e é o Júlio
- 14:52suave, e o fardo é leve e a gente segue com ele enquanto
- 14:56caminho. Mas tem que pregar.
- 14:58Nós de alguma maneira, nós nos desacostumamos a ministrar.
- 15:03A gente quer que a pessoa se converta sem pregar.
- 15:06E quando a gente fala, a gente quer converter a pessoa que não
- 15:09é problema nosso. Então a tendência é trocar de
- 15:12lugar com Cristo. A gente quer converter a pessoa,
- 15:14mas não quer pregar o evangelho, a gente quer que Deus pregue e a
- 15:16gente converte. Não é assim que funciona, a
- 15:19gente só fala da beleza dele e tal e tchau, vai embora.
- 15:24Alguns vão receber com animosidade, outros com amor,
- 15:27outros vão querer de todo coração.
- 15:29Eu criei na segunda vez que ouvi do evangelho quem criou aqui nas
- 15:325 primeiras vezes que que ouviu o evangelho, 5 primeiras vezes
- 15:35levanta a mão. Por gentileza, quem criou as 5
- 15:37primeiras vezes pode levantar a mão um pouco mais alto.
- 15:41Um pouco mais alto, pessoal, dá uma olhada em volta, fica com a
- 15:43mão levantada, bem alto, essas pessoas aí, ó, menos de 5 vezes
- 15:49que eu viro do evangelho creram, não foi muito complicado.
- 15:55O que eu digo que leva a pessoa a Cristo não é uma ponte, é uma
- 15:58corrente, isso não é ilustração e cada um de nós coloca um ELO
- 16:01ali cada vez que ministra. No meu caso foi 2 velhinhos, já
- 16:04foi. No caso de alguns, foi a
- 16:07primeira vez, alguém foi a primeira vez, eu ouvi a primeira
- 16:09vez e criei alguns de vocês. Foi assim, foi ele.
- 16:15Aí eu ouvi uma vez, né? E creu 2 vezes.
- 16:19Pessoal prega, prega ministra. A segunda coisa foi no tempo do
- 16:25espiritismo. A gente falava do espiritismo
- 16:27sem problema nenhum, não vou falar de Cristo sem problema
- 16:31nenhum. Ah, vou.
- 16:34Se eu ouço coisas que eu nem acredito que seja verdade, sendo
- 16:38conversadas com muito ímpeto e convicção, porque aquilo que eu
- 16:41tenho certeza absoluta que é verdade, não vou falar com
- 16:43ímpeto e convicção, porra. Então essa determinação tem a
- 16:47ver com frequência, mais um pouquinho pra frente.
- 16:52Julguei toda a via necessário, mandaram a voz para afrodito.
- 16:55Interessante, né? O texto que nós Lemos agora há
- 16:56pouco, que é esse aqui, é a continuação daquele quando as
- 17:01ofertas são mandadas, né? De felipos para.
- 17:04Para Paulo, por um lado, meu irmão cooperador companheiro de
- 17:07lutas, e por outro vosso mensageiro, vosso auxiliar nas
- 17:10minhas necessidades, visto que ele pafrodito.
- 17:13Tinha saudade de todos vocês, estava angustiado porque vocês
- 17:16ouviram o que ele adoeceu. Ele queria muito voltar para
- 17:19ele. Ele adoeceu.
- 17:21Com efeito, ele adoeceu mortalmente.
- 17:23Deus, porém, se compadeceu dele, não somente dele, mas também de
- 17:26mim. Para que eu não tivesse
- 17:28tristeza, sob tristeza o rapaz doente depois morre para me
- 17:31ajudar. Puxa vida, né?
- 17:33Vou ficar muito constrangido com isso.
- 17:34Paulo pensava triste por isso tanto mais me apresso em mandá
- 17:38lo para que vendo novamente vos alegres, eu tenho menos
- 17:41tristeza, então estou mandando epafrodito de volta.
- 17:45Recebeio, pois um senhor com toda Alegria e honrai sempre a
- 17:49homem como esses, e aí a determinação, visto que por
- 17:55causa da obra de Cristo. Chegou ele as portas da morte e
- 17:59se dispôs a dar a própria vida para suprir a vossa carência de
- 18:02Socorro para comigo. Esse cara estava disposto a
- 18:06morrer, a cumprir a tarefa dele. Determinação então a gente tem
- 18:12esses exemplos, né? Quando pensa em Pescador, tá
- 18:15falando dessa determinação também, irmão, segundo a
- 18:20Corinthians, 81 vos fazemos conhecer a graça de Deus,
- 18:24conselheiro das igrejas da Macedônia.
- 18:26A igreja da Macedônia são aquelas lá, lembra, passa a
- 18:28Macedônia ajuda. Quando o Paulo estava na região
- 18:31ali de éfaso querendo subir, né? Ele queria ir para uma região,
- 18:35Deus não permitiu. Aí ele foi, passou por felipos
- 18:38ali na região da beréia, Atenas, toda aquela região ali, Corinto,
- 18:43esse pessoal não era abastado, não eram pessoas ricas e no meio
- 18:49de muita prova de tribulação, eles manifestaram abundância de
- 18:53Alegria. E da profunda tristeza deles,
- 18:56super abundou em grande Riqueza, da sua generosidade por que eles
- 19:01eu testemunho na medida de suas posses e mesmo acima delas, se
- 19:06mostraram voluntários pedido nos com muitos jogos, a graça de
- 19:13participarem da assistência ao Santos.
- 19:15Determinação, eu vou fazer isso se eu tiver capacidade ou não.
- 19:23Às vezes a gente pensa muito na capacitação, porque o nosso
- 19:27mundo é esse mundo. A gente se capacita para as
- 19:29tarefas e isso é sábio. Mas às vezes Deus vai nos
- 19:32colocar em momentos que a gente não tem a capacidade de, mas ele
- 19:36tem. E como ele falou, IDE por todo
- 19:39mundo pegar e evangelar toda a criatura e ex que estou convosco
- 19:42todos os dias. Nunca foi IDE, mas vamos.
- 19:46Eu já estive sem equipe muitas vezes, sozinho, nunca.
- 19:52Sempre tive em equipe com meu pai, com o filho dele, com o
- 19:57espírito dele, sempre como você. E algumas vezes ele vai fazer
- 20:02coisas acima do que a gente. Nós somos capazes de fazer.
- 20:07Eu lembro de uma vez, ela é uma viúva, uma Vila de pescadores
- 20:17muito pobre. Eu e ainda mais chegamos e
- 20:20geralmente a gente chegava fazendo.
- 20:22Bagunça, brincando com as crianças e naquele dia, não sei
- 20:25porque a gente resolveu chegar quietos.
- 20:29Graças a Deus mal chegamos. O Zito, né amor?
- 20:32Chegou pra gente e falou assim, ô Márcio, seu Antônio morreu,
- 20:36tinham 3 seu Antônio na comunidade, aí ele escolheu, né?
- 20:41Falou lá qual que era o seu Antônio que tinha falecido.
- 20:45Ele era marido da dona nicota, uma senhora que era conhecida
- 20:48por ser uma senhora assim, amarga, de não muitos
- 20:50relacionamentos e etc. Que nós não conhecíamos só de
- 20:53nome, mesmo que a filha dela é fosse já tivesse estudando a
- 20:58palavra com a gente e seu Antônio não tinha nada em casa
- 21:03para comer um dia. No segundo dia ele falou, eu vou
- 21:06tentar uma redada para a gente almoçar hoje já não almoçamos
- 21:09ontem saiu para dar uma redada e ele nunca mais voltou.
- 21:16Vivo, né? Trouxeram o corpo dele morto.
- 21:20A dona Antônia já tá no segundo dia sem ter nada em casa e IA
- 21:23perder o seu provedor. Quando nós chegamos lá, o caixão
- 21:27já tava aqui, o pessoal em volta, Vila toda lá eles não tem
- 21:32portas dentro das casas, só uma cortina, cortina aqui e o choro
- 21:36da dona nicota do lado de lá. Aí eu falei, falei da vida.
- 21:42Me ministrei para a comunidade inteira, pediram para eu fazer
- 21:46uma oração, porque é o Márcio, é um cara convertido, então ele
- 21:53não faz reza, ele faz oração. Eu pensei, oração é dar uma
- 21:56palavra, né? Me dei uma palavra, falei com
- 21:59todo mundo, orei e aí falei para damaresi com a Sônia e entrei
- 22:04para o quarto para conversar, tentar conversar com a dona
- 22:07nicota. Alguém tinha me dito do momento
- 22:09que ela soube que o marido tinha falecido.
- 22:11Até agora, a noite inteira, ela não parou de chorar.
- 22:15Quando eu entrei, ela não estava sozinha.
- 22:18Tinham 2 viúvas, tranzeninha, né?
- 22:242 viúvas do lado dela. Aquelas que conheciam a dor de
- 22:28tamanha perda, né? Caladas, caladas a dona nicota
- 22:32chorando, o corpo saindo, eu ajoelhei ali nos pés da cama e
- 22:37faleceu. Dá um momento de sanidade para
- 22:40essa mulher, para eu poder compartilhar que ela não precisa
- 22:43ficar sozinha, que existe o provedor que quer cuidar dela.
- 22:48Acho ele ali e orei. Ela parou de chorar pela
- 22:53primeira vez, assim não deu 30 segundos.
- 22:58Eu ajoelhado ali, dona zeninha e a outra viúva, Putin não
- 23:02quietas, eu começo a conversar com a dona Antônia sobre vida no
- 23:07contexto da morte. Dona Antônia, dona dona
- 23:11helicota, comecei a conversar com ela e ela vai ouvindo e o
- 23:20coração dela vai se enternecendo e ela vai percebendo a graça
- 23:27chegando, sendo abraçada. Pelo amor de Deus, eu não sei
- 23:32nada. Como é que eu vou um rapazinho,
- 23:35né? 23 anos de idade.
- 23:38Chegar no momento dele, saber o que falar, não tinha a mínima
- 23:41ideia do que falar. Deus me deu graça.
- 23:42Eu fui falando, falando, falando.
- 23:45Eu falei, dona Antônia, a senhora crendo, dona nicota,
- 23:48aqui a dona Antônia é outra história linda também, dona
- 23:51nicota, quase vizinha dela. AA senhora entende o que eu tô
- 23:55falando? Eu entendo, filho.
- 23:57Aí eu ouvi a voz dela, a primeira de muitas vezes que ela
- 24:01me chamou de filho, é. E a senhora crê nisso?
- 24:09Eu creio. A senhora crê que Jesus pode
- 24:13tomar a senhora no colo e cuidar da senhora se o provedor ele
- 24:15falou que é marido das viúvas, pai dos órfãos, eu creio.
- 24:20E aí tudo que eu falando, ela falou que cria, cria, cria cria.
- 24:24Eu não sei se a dona usininha se converteu ali também, amor,
- 24:29porque né? Porque ela se converte também.
- 24:33Aí eu falei, eu posso orar pela senhora?
- 24:35E foi a Coisa Mais Linda que aconteceu com a oração, que
- 24:38ninguém sabia quem tava orando ali.
- 24:40Eu começava a orar ali, invadir a minha oração com as palavras
- 24:42dela de todo coração. Sabe aquela foto de educação
- 24:45gostosa, de você falar no meio da fala do outro?
- 24:48E aqui vai aquele negócio, espelho de Deus, falando e
- 24:51tomando e enchendo aquele lugar, trevas vira luz, morte vira
- 24:55vida. A perda vira Esperança e aquela
- 24:58mulher que era amarga e quase não tinha relacionamento, se
- 25:01torna uma referência de amor, de paz e de conselho na comunidade.
- 25:08As pessoas vinham atrás dela quando estavam tristes e saiam
- 25:11dali felizes, alegres e vivas. Uma vez eu cheguei, eu tinha
- 25:16falado sobre sobre 10 e 2. Devia tocar um Monte aqui.
- 25:23Lucas 10 2. A Seara é pequena, as grandes
- 25:29trabalhadores são poucos salgados.
- 25:30Ao senhor da Seara que manda trabalhadores nunca as 10, 2, 10
- 25:33e 2 todo dia eu paro por lá por mais mais missionários, senhor
- 25:37envia mais missionários, muito obrigado por essa igreja que já
- 25:40envia, mas envia mais em nome de Jesus não, mas senhor, põe 10 e
- 25:452 aí no seu celular e ora, uma vez por dia, por mais
- 25:48missionários, quem sabe a próxima vez que eu vier vai
- 25:50tocar. 200 desses aqui ao mesmo tempo, quando a gente está em
- 25:56conferência, missionário é um barato.
- 25:58Tocam uns 30 assim, porque tudo quanto é missionário 10 e 2 para
- 26:01prorar e a história da da da dona nicota não termina.
- 26:06Um Monte de gente se converte com ela e aí vai, meus amados.
- 26:11Eu podia ter saído como todo mundo saiu, afinal, né, eu tinha
- 26:17que ministrar para todo mundo o enterro era lá do outro lado.
- 26:22Não. Se o Antônio fez a parte dele, a
- 26:27dona nicota está aí dentro, não sei quem ela é, vou conhecer
- 26:29agora, mas tem uma necessidade ali.
- 26:33Você sabe o que falar mais, não tenho nem ideia.
- 26:35Você tem alguma capacidade de ajudar essa mulher?
- 26:40Não, mas você vai, vou então não, se não, se não se agarre
- 26:48naquilo que você tem. Se agarre naquilo que você pode
- 26:52receber enquanto você obedece. É assim que acontece esse
- 26:57negócio de vinde após mim e eu vos soarei pescadores de homens,
- 27:02vocês não vão se transformar, eu vos soarei, pescadores de homens
- 27:08só segue, só segue. Mas tem outra coisa também, além
- 27:13da persistência, né? Ah, deixa o último versículo
- 27:16aqui, pois os as credenciais. Do apostolado foram apresentados
- 27:21no meio de voz, com toda a persistência, por sinais,
- 27:24prodígios, poderes maravilhosos. A persistência é uma coisa muito
- 27:30forte. Desculpe a determinação, vamos
- 27:35para persistência. Aí eu me perdi aqui, Hein,
- 27:37pessoal? Segunda é Corinthians, pois
- 27:39agora vamos para persistência, volta a rebobina, corta, edita,
- 27:45faz de conta que eu sabia o que eu tava falando.
- 27:48A primeira coisa era determinação, todo mundo comigo
- 27:50determinação. Fala é pra eu lembrar, não, você
- 27:53está agora que eu vou falar de persistência.
- 27:57Não é só determinação, é persistência.
- 27:59Por que persistência? Porque o camarada não pesca
- 28:02hoje, o que que ele faz amanhã? Tá na água pra pescar de novo,
- 28:08ele não pesca de novo, o que que ele faz no dia seguinte ou
- 28:10algumas horas depois ele vai de novo, põe a rede, põe tudo mais,
- 28:14ele só pessoal, é incrível. Rede de espera é isso mesmo, tem
- 28:18que esperar. O peixe tem que ter a boa
- 28:20vontade de nadar e bater na minha rede, naquele mar imenso.
- 28:24Tem uma rede de 30 braças, né? Então um 1 m e 60 × 30 tem uma
- 28:29rede de 30 braças, é 47 m e acabou.
- 28:33Esse peixe tem muito lugar para ir, não precisa bater nessa
- 28:37rede, ela não tem muita altura também, tem que bater ali, então
- 28:40esse camarada. Ele tem que ser persistente, ele
- 28:45vai um dia não dá certo, o que que ele faz, outro dia vai
- 28:47também e aí tá chovendo, o que que ele faz?
- 28:49Ele vai e daí não pega mais nada, ele vai.
- 28:52Uma vez nós estávamos numa comunidade de pescadores e uma
- 28:57criança era o cidicrei, né amor, que hoje é o líder e tudo mais.
- 29:00O cidicrei puxando a gente tava aprendendo, essas coisas são
- 29:04muito impactantes pra gente, porque nós estávamos aprendendo,
- 29:06depois vimos muitas outras vezes, mas nos impactaram, então
- 29:09por isso que eu transmito, porque é uma coisa forte pra
- 29:11mim. Se ele crê ir puxando AA, saia
- 29:14da da Maria, assim, tal, tal, não tinha nenhum convertido numa
- 29:17comunidade, gente que nunca tinha ouvido o evangelho e
- 29:20puxando e chorando e puxando e chorando pequenininho desse
- 29:23tamanhinho. Aí a Maria dá um tapa na boca
- 29:26dele e falei falou, cala a boca. Eu já falei que não tem comida.
- 29:33Aí eu comecei, começamos a ir de casa em casa, evangelizando o
- 29:35pessoal e perguntei, pessoal, e aí, pegou o peixe?
- 29:39Não, seu Márcio. Depois pegamos faz 4 dias.
- 29:42Aí o outro pegamos faz 4 dias, pegamos faz 4 dias, ninguém
- 29:45tinha pegado peixe nenhum nos últimos 4 dias e eles não tem
- 29:48como refrigerar o peixe não tem energia elétrica, não tem
- 29:51geladeira, não tem nada. Você pesca hoje para hoje,
- 29:53amanhã para amanhã, 4 dias sem pescar, pelo menos uns 3 desses
- 29:57aí você não comeu, vamos dizer 2 na sorte, lugar quente, peixe
- 30:02apodrece fácil, comunidade inteira com fome aí.
- 30:12Chegou o momento do almoço a damaris esquentava o negócio só
- 30:17tinha uma boquinha de um fogão no barco.
- 30:19O barquinho não tinha banhinha, não tinha nada bem simples, uma
- 30:22boquinha de fogão. Ela esquentava o arroz, botava
- 30:25umas coisas dentro lá e enrolava jornal em cobertor, deixava lá.
- 30:29Quando a gente chegava 1 hora da tarde, o pessoal parava para
- 30:31comer, a gente IA para lá almoçar, eu não conseguia
- 30:35almoçar, aí eu só conseguia chorar aqui.
- 30:38Eu falei, amor, eu não vou tocar nessa comida.
- 30:41Eu não vou, eu não vou tocar nessa comida, as crianças estão
- 30:46chorando ali, eu vou comer, mas eu não vou fazer isso.
- 30:50Não é nem não é nem por outra coisa, é para honrar o cara que
- 30:56não tem. Aí um olhou para o outro, o que
- 31:00que a gente faz? A gente IA ficar um tempão no
- 31:03mar, aí a gente pegou tudo que tinha no barco, demos para eles
- 31:07e falou, meu bar. Não tem palavra dessa vez teve
- 31:13um pouco, né? Até a gente descobrir o que
- 31:14estava acontecendo. Eles persistem, não é fácil, mas
- 31:24eles persistem no dia, no mesmo dia, naquele dias, com fome, sem
- 31:27energia nenhuma, saíram as calunias para pescar e voltaram
- 31:32vazios de novo. As vezes não pega com
- 31:36abundância. E compartilham com outros e tudo
- 31:40mais. Mas a persistência tem a ver com
- 31:43isso. Você não está ligado ao
- 31:46resultado, você está ligado a ação.
- 31:50O Pescador, ele não pesca porque tem peixe, ele pesca porque é
- 31:54hora de pescar. Se ele tiver peixe, ele vai.
- 31:56Se não tiver, também não AAAAO. Compromisso dele é com a ação,
- 32:00não com o resultado. E nós também, pescadores, vou
- 32:06fazer de vocês pescadores e homens.
- 32:08É um bando de gente que não tem compromisso com resultado.
- 32:11Tenho compromisso com ação, mas não deu resultado nenhum.
- 32:16O que que a gente faz a ração novamente.
- 32:22A primeira igreja que eu ajudei a plantar foi em Campinas,
- 32:25quando eu tinha 20 anos de idade.
- 32:28Simples povo simples na favela, eu comia na bacia com um cara
- 32:31assim, o cara comendo a bacia, eu junto com ele.
- 32:36Tivemos o privilégio de levar um Monte de gente a Cristo ali e
- 32:38tudo discipular jovens ver gente indo para o Ministério a partir
- 32:43daquela iniciativa. Mas tinha que persistir, tinha
- 32:52que persistir. Eu esqueci completamente o que
- 32:55eu IA falar. E quando era mais novo, eu
- 32:59disfarçava e continuava, agora eu entrego.
- 33:02Era uma coisa muito legal, já já voltamente, não era o plano
- 33:08falar isso daí. Eu sei que era alguma coisa de
- 33:10persistência, muito legal o que aconteceu ali naquela naquele
- 33:13momento, mas vamos pra próxima aqui independente, Ah, lembrei o
- 33:17meu, o nosso compromisso, o meu compromisso não era com a
- 33:21salvação daquele pessoal EOO camarada, que era o líder, mesmo
- 33:25diácono na igreja. Para quem eu respondia, ele se
- 33:29converteu aos 16 anos de idade. E a mãe dele tinha acabado de se
- 33:34converter. Aos 93, eu falei, tu nunca
- 33:39pregou? Eu falei, ele falou direto,
- 33:42Márcio, eu falei um Monte de vezes com ela, sempre muita
- 33:46delicadeza, com muita gentileza. Ela ouviu dos meus 16 até agora
- 33:52e ele já com, sei lá, 71. Monte que para mim, né?
- 33:57A gente com 20 anos de idade, de ver um cara de 73, fala como
- 34:00esse cara consegue andar ainda, né?
- 34:02Agora eu tô achando jovem essa galera de 70 anos de idade.
- 34:09O cara persistiu, falou, falou, falou pai dele morreu, a mãe
- 34:12dele se converteu alguns meses depois, 93 anos de idade.
- 34:14Vi isso acontecer, persistência, persistência, independente do
- 34:19resultado, ele sai Pescador de homens, tem a ver com isso.
- 34:23E segundo a Corinthians, 1212 é. As as credenciais do apostolado
- 34:35que eu li agora há pouco foram apresentadas por meio divórcio,
- 34:37com toda a persistência, com sinais, prodígios, poderes.
- 34:41Eu não sei como você vai apresentar isso.
- 34:43É Deus que vai deixar acontecer com você.
- 34:47Às vezes acontece umas coisas assim diferentes quando a gente
- 34:52obedece. Vou terminar com essa história
- 34:55aqui. Não era nem pescadores.
- 34:59Eu IA falar numa conferência missionária em Palotina e eu já
- 35:02vinha passando umas noites em claras no campo, ajudando os os,
- 35:06os protestos, a fazer as dentaduras lá.
- 35:07Fiz curso de auxiliar de prótese e tal, estava ajudando os caras.
- 35:11Passei umas noites em claras e fiquei com medo de ir dirigindo
- 35:13e dormir no caminho. Eu fui de ônibus, peguei ônibus,
- 35:18fui, acabou aquele ônibus interestadual aí peguei um
- 35:22pequenininho e do lado uma moça. Chamada Damares, nome da minha
- 35:27esposa, raro, raro nome. E eu comecei a falar com essa
- 35:32moça a respeito da graça, mas de um de uma perspectiva.
- 35:40Sabe quando você tenta parar porque fala, Márcio, para com
- 35:43isso que você está fazendo isso? Onde é que vai chegar esse
- 35:45negócio? Mas vi uma convicção profunda
- 35:48que eu tinha que falar sobre aquilo.
- 35:49Eu falei, do jeito que Deus cuida da alma das pessoas.
- 35:53O que significa Jesus tomar no colo uma ovelha no colo e tal?
- 35:56Comecei a falar da fragilidade da alma e como a gente se fere e
- 35:59como Deus pode cuidar disso. E que aquela mulher lá peguei
- 36:03adultério, não foi embora com os outros fórum porque ela estava
- 36:06arrebentada por dentro e só Jesus podia dar um beijo na alma
- 36:09dela. E comecei a falar disso, claro,
- 36:13pra pular disso, pro evangelho, pro Cristo, pra salvação, pra.
- 36:17Pecado, perdão, arrependimento demora, é uma caminhada
- 36:21razoável. Ou seja, eu estava me
- 36:22atrapalhando, mas eu não conseguia.
- 36:24Eu achava que aquilo era uma luta da das minhas experiências,
- 36:30contra as minhas convicções. No momento EE, quando você está
- 36:35falando nisso, sinais, prodígios, et cetera, às vezes é
- 36:38esse negócio de vocês ter no momento um insight que você
- 36:42segue e você vai, vai, vai, e essa menina começa a chorar do
- 36:45meu lado. Eu falando disso, ela começa a
- 36:47chorar, chorar, chorar. Agora já estou chorando também,
- 36:50não sei muito bem porque, mas estou entendo a dor dela.
- 36:54Eu estou chorando, mas não sei que dor que é essa.
- 36:55Ela começa a falar, mas não tem ideia do que você está falando.
- 36:59O quê? Meu pai morreu quando eu tinha
- 37:0212 anos de idade, meu padrasto, vocês entendem?
- 37:05Eu falei com a minha mãe e minha mãe não acreditou.
- 37:10Eu me refugiei na casa da minha tia.
- 37:14O marido dela, meu tio, que casou com a minha tia, achou que
- 37:19por causa das histórias, eu que tivesse tido alguma intenção com
- 37:25aquele outro homem que tentou a mesma coisa.
- 37:26E de lá para cá isso veio acontecer na minha vida.
- 37:29Eu sou empregada doméstica num lugar alguém tenta alguma coisa
- 37:32comigo no outro, no outro. Eu fujo disso a minha vida
- 37:34inteira. Eu preciso muito disso no meu
- 37:37coração. Eu preciso muito, eu tenho medo
- 37:40de todos. Eu.
- 37:41E ela começa a chorar de novo e entrega.
- 37:43E eu falei, Jesus fez o teu coração, fez a tua alma.
- 37:48Conhece essa substância aí por dentro, a sensibilidade, e se
- 37:54você querer todo coração, esse colo é teu.
- 37:56Agora olha, você vai ser cuidada, protegida e curada.
- 38:00E ali foi a evangelização que eu fui fazendo com ela por esse
- 38:04lado, até essa menina orar comigo.
- 38:06Só que ela começa a falar mais alto.
- 38:07Metade do ônibus foi evangelizado junto.
- 38:13Eu não sei muito bem essas coisas, pessoal, mas eu quero
- 38:16muito obedecer. Quero muito persistência,
- 38:22determinação e de por todo mundo pegar o evangelho.
- 38:25A toda a criatura tenta desenvolver isso mais, vai
- 38:29atrás. Não tenha vergonha do evangelho.
- 38:31A gente vai conversar mais um pouquinho daqui a pouco.
- 38:34Senhor Deus, muito obrigado pela tua palavra que nos chama para
- 38:37ser pescadores de homens. Muito obrigado.
- 38:40Aquele pessoal era assim, determinado, persistente, não
- 38:46tinha compromisso nenhum com o resultado, uma situação, e cria
- 38:50de alguma maneira que ele peixe a ver e a vir as redes de forma
- 38:53que eles não podiam ajudar. Estamos aqui nós, senhor, para
- 38:58ser pescadores de homens. Pra sermos transformados por
- 39:02esse chamado mais um pouquinho tanto quanto o senhor
- 39:05transformou aqueles homens? Eu te peço, em nome de Jesus,
- 39:09que essa conversa seja muito menos do que compreensão.
- 39:15Que ela vire vida em nome de Jesus.
- 39:17Minha mãe. Obrigado, querida.