Latest / RetinaPro / Live #155: Retinopatia Diabética: o que é e como evitar a cegueira no diabetes | Dr. Lucciano Norat e Dr. Gabriel Botelho
Transcript
- 0:00Salve galera, beleza? Meu nome é doutor Gabriel
- 0:03Botelho. Eu sou oftalmologista,
- 0:06especialista em retino e vitro aqui da retina pro e hoje nós
- 0:09vamos falar sobre retinopatia diabética, né?
- 0:13Uma condição causada pela diabetes que é uma causa de
- 0:17cegueira reversível, né? E eu vou convidar meu grande
- 0:20amigo aqui, doutor lutiano Norah, que vai conversar com a
- 0:25gente. Um papo bem descontraído, né,
- 0:27luti? Salve, salve, amigos da retina
- 0:32pro fala Gabriel, tudo bem meu amigo?
- 0:35Muito prazer estar aqui essa noite com vocês da retina pro e
- 0:38aqui com o Gabriel pra gente trocar um pouquinho sobre ideia
- 0:41sem medicina e chato a respeito desse tema tão importante, tão
- 0:45relevante que é a retinopatia diabética.
- 0:49E aí, meu amigo, me conta aí, o que é a retinopatia diabética,
- 0:54né? Perfeito.
- 0:57Então vamos lá, né, pessoal? Todo mundo sabe que o diabetes
- 1:00pode provocar grandes problemas. O diabetes é conhecido como o
- 1:04açúcar alto no sangue, né? Uma doença que se manifesta no
- 1:07nosso organismo através da glicemia elevada e os pacientes
- 1:12podem, ao longo do tempo, ter várias complicações.
- 1:15Entre as complicações principais que tem do diabetes, destacam se
- 1:20as complicações cardiovasculares, aquela que
- 1:22envolvem os problemas é do coração o problema do cérebro,
- 1:26mas também nos pequenos vasos sanguíneos, como também acontece
- 1:30com a questão renal e também com a questão ocular.
- 1:33Então, o nosso olho, principalmente lá na região da
- 1:36retina, que é o fundo do olho, né?
- 1:38Se a gente lembrar que o olho é uma bolinha lá no fundo desta
- 1:42bolinha lá na parte de trás do olho, nós temos um tecido
- 1:45nervoso muito importante, que é onde se forma as imagens.
- 1:49Então, o diabetes, a longo prazo, ele pode provocar várias
- 1:53alterações na retina. Dentre eles, sangramentos,
- 1:57dentre eles exsudações, dentre eles inchaço.
- 2:01Isso se manifestaram uma piora da qualidade de visão do
- 2:04paciente. Então a retinopatia diabética é
- 2:06quando o diabetes está provocando alterações no fundo
- 2:10do olho do paciente. Muito bom, Lu, muito bom mesmo a
- 2:13explicação, né? Então resumindo, né, Oo luxo deu
- 2:16uma explicação bem bacana e aí vamos falar sobre a diabetes,
- 2:20né? Então a gente tem que levar que
- 2:21a diabetes. Ela atinge pequenos vasos em
- 2:24várias partes do corpo. Entre esses vasos e nos rins,
- 2:27nos nervos, nos pés e os olhos também, né?
- 2:31Então, de uma forma assim meio, digamos assim, didática o açúcar
- 2:34em excesso, ele causa inflamação e enfraquece a parede desses
- 2:38vasos que estão nos nossos olhos, principalmente na retina.
- 2:42E muitas vezes, por esse enfraquecimento dos vasos, a
- 2:44gente pode ter vazamento de líquido ou sangramentos, né?
- 2:48Na retina e até mesmo alguns deles, eles são tão pequenos que
- 2:51podem se fechar. E aí esses casos que quando ele
- 2:55se fecha, né, o próprio própria retina, ela ela pode formar
- 2:59vasos que são chamados neovasos, vasos novos que são frágeis e
- 3:02perigosos e podem dar mais sangramentos ainda, né?
- 3:06E aí a gente tem os tipos de rechonopatia diabética, né?
- 3:09A gente tem as formas mais iniciais, que a gente chama de
- 3:12não proliferativa, né? Geralmente anão proliferativa
- 3:15leve, que são quando começam esses sangramentos na retina,
- 3:18né? Muitas vezes eles são.
- 3:20É, digamos assim, assintomático, né?
- 3:22O paciente não tem sintoma, ele está com aquele sangramento
- 3:24inicial e ele tem uma visão excelente, uma visão normal.
- 3:28E aí esses vazamentos eles vão aumentando, né?
- 3:31E se eles acometerem a área central do olho, que é a região
- 3:34chamada mácula, onde tem AA gente, tem a visão mais
- 3:37definida, a gente vai se chamar, vai ter o que se chama de edema,
- 3:40que é o inchaço dessa área, e aí o paciente começa a ter os
- 3:43sintomas, né, que são embaçamentos da visão, baixa
- 3:46divisão e tudo mais. E a gente tem as formas mais
- 3:49graves, né? É principalmente a forma que a
- 3:51gente chama proliferativa, porque proliferativa que tem o
- 3:55crescimento desses vasos normais que eu comentei, né?
- 3:58São vasos frágeis e eles podem sangrar, principalmente numa
- 4:03cavidade chamada cavidade vitra, né?
- 4:04Uma gelatina que tem que ser transparente e aí com
- 4:07sangramento ela fica é, digamos assim, suja, né?
- 4:12E aí o paciente, ele tem também a baixa divisão por causa desse
- 4:15sangramento na cavidade vitra. E em casos mais avançados, né,
- 4:19se não tiver o tratamento, né, o acompanhamento adequado para a
- 4:22gente tentar estabilizar essa doença, esses vasos, eles podem
- 4:27formar também uma fibrose na retina, né?
- 4:29Isso daí pode tracionar a retina e levar um descolamento de
- 4:32retina tracional, então isso daí é muito mais grave, né?
- 4:36E aí, lute, o que que tu acha? Queres comentar alguma coisa aí
- 4:39sobre o edema macular diabético, né?
- 4:41EAE essa, essa. Essa, digamos assim, esse.
- 4:46Distúrbio, né? As fases mais avançadas, né?
- 4:48Da retinopatia diabética, né? É sensacional tua explicação
- 4:52mesmo, Gabriel, é exatamente isso, né?
- 4:55Então, assim como o diabetes, ele vai provocando perda de
- 4:59sangue ao longo do caminho, ele acaba que o organismo não
- 5:03consegue oxigenar determinadas células, né?
- 5:07Então pense o seguinte, os nossos vasos seguínicos são como
- 5:09se fosse umas mangueiras. E essas mangueiras que deveriam
- 5:13levar o sangue ali do nosso intestino, passar no coração e
- 5:16levar o alimento para dentro da célula?
- 5:18O sangue vai se perdendo no meio do caminho.
- 5:20Se vai se perdendo, não vai chegando alimentos, alimento em
- 5:23boa quantidade e qualidade no destino, né?
- 5:26Lá dentro da célula que é. Para onde ela vai funcionar.
- 5:29Então, quando acontece esses pequenos vazamentos.
- 5:33Vai acontecendo que vai extravasando hemorragias,
- 5:36causando hemorragias no fundo do do paciente, mas extravasa
- 5:39também junto com o sangue, extravasam, proteínas extravasa,
- 5:43gordura extravasa é líquido pro espaço que não deveria ter.
- 5:48Então, nesse momento, se ele se acumula na parte central da
- 5:52retina do paciente, o paciente forma esse inchaço na mácula,
- 5:56que a gente chama no medicinês. De edema macular diabético.
- 6:01Então o edema macular diabético é a principal causa de baixa
- 6:06divisão no paciente, que tem a retinopatia diabética.
- 6:10Então o que que vai acontecendo? Como é que o paciente percebe?
- 6:13Não é através de dor, não é através de desconforto, mas o
- 6:16paciente começa a perceber que a visão do paciente vai ficando
- 6:19turva, se ele apresenta o inchaço.
- 6:23Então, se ele apresenta um inchaço, a gente consegue ver no
- 6:26exame do fundo do olho, que é aquele exame que a gente faz com
- 6:29uma lentezinha olhando o fundo do olho paciente, ou então com
- 6:33um capacete já acompanhado de uma lente maior.
- 6:36A gente, através desse exame que a gente chama de mapeamento de
- 6:38retiner, identifica, olha, essa área aqui parece ter inchaço.
- 6:43Então esse paciente tem o que a gente chama de edema macular.
- 6:46O que que a gente precisa fazer uma vez que a gente suspeita
- 6:49desse edema? É fundamental que a gente faça
- 6:52um exame que a gente chama de tomografia de coerência ótica.
- 6:56Que que é isso? Tomografia do olho é OOCT esse
- 7:00OCT. Ele vai permitir com que a gente
- 7:03veja não a retina de frente, assim como se fosse a gente
- 7:06olhando no mapeamento da retina, mas pra gente ver a espessura da
- 7:09retina, porque dessa forma a gente consegue quantificar esse
- 7:13inchaço. Se ele existe, se tem líquido
- 7:16dentro da retina e se a baixa divisão do paciente é causada
- 7:21por esse líquido. Uma vez que a gente identifique
- 7:24realmente que o paciente tem esse edema macular diabético,
- 7:26faça a tomografia, né? O oct, veja que o paciente tem
- 7:30inchaço. Aí automaticamente a gente está
- 7:33autorizado a começar o tratamento, que é muito efetivo,
- 7:37viu, pessoal? A gente faz aplicações dentro
- 7:40dos olhos do paciente. Por que que tem que fazer
- 7:43aplicação, né? A gente gosta de lembrar que o
- 7:46olho é uma bolinha e lá no fundo do olho do paciente, lá atrás
- 7:51que está esse inchaço. Então, se a gente pinga colher
- 7:54na superfície, não chega a quantidade suficiente da
- 7:58medicação lá no fundo do olho. E da mesma forma, se a gente vai
- 8:02ter que injetar na veia do paciente, a gente acaba tendo
- 8:04que injetar grandes quantidades para ter algum efeito.
- 8:08É, foi até assim que a ciência descobriu, na verdade, que esses
- 8:12antiangiogênicos faziam efeito, davamos altas doses para outras
- 8:16doenças, até para doenças de câncer, porque é um tratamento
- 8:20baseado numa quimioterapia, e descobriu se que tinha um efeito
- 8:23benéfico para o olho do paciente.
- 8:26Só que o paciente que na verdade tem ali o macular diabético, a
- 8:29gente viu que muito mais benefícios para o paciente,
- 8:32porque acaba que não tem efeito colateral.
- 8:34É praticamente zero o efeito colateral de uma medicação
- 8:37intravita. A gente joga uma pequena
- 8:39quantidade. A gente implanta uma pequena
- 8:41quantidade dentro dos olhos do paciente de forma totalmente
- 8:45indolor. Segura no centro cirúrgico e a
- 8:48gente injeta essas aplicações pra gente controlar esse inchaço
- 8:52da retina do paciente e essas medicações.
- 8:55As principais delas são os anti angiogênicos.
- 8:58Temos também anti inflamatórios. Mas quando a gente fala de edema
- 9:02macular diabético, a gente tá falando principalmente de
- 9:04aplicações nos olhos. Que é o que a gente chama de
- 9:07injeção hidravitra, né, Gabriel? Os pacientes costumam ter muito
- 9:10medo, né? Quando a gente ouve quando ele
- 9:12ouve falar a primeira vez que vai precisar receber essas
- 9:15aplicações, né? É isso aí, lude fantástico a tua
- 9:19tuas explicações, né? Essas aplicações elas são muito
- 9:22benéficas, né? Pro edema macular diabético e
- 9:24gente, o ideal é sempre é descobrir isso aí no início, né?
- 9:27Quando o edema. Está causando 11 distúrbio
- 9:30visual bem inicial. E é interessante que além de
- 9:32tratar o edema macular diabética, as aplicações ela tem
- 9:35um efeito contra o secundário. Na própria evolução da
- 9:38retinopatia diabética a gente consegue também estabilizar, né?
- 9:42Isso aí. Então, tratamento do edema
- 9:44macular diabética, ele se resume a essas aplicações, que podem
- 9:47ser os antiogênicos, né? Que a gente tem diversos aí
- 9:50disponível. É no mercado.
- 9:52E a gente tem também um implante intravitro de hexametasona, né?
- 9:55Que é ele, é ele. Geralmente a gente deixa pros
- 9:58casos que não respondem aos antiogênicos, né?
- 10:01Então cada caso é personalizado, né, gente?
- 10:03A gente tem que entender é como é que funciona cada caso.
- 10:07E a gente tem também OOA vitractomia, né?
- 10:12Pros casos que tem hemorragia vítrea ou descolamento de
- 10:16retina, tracional, que estão afetando a área central da visão
- 10:19ou estão em Franca evolução. E a gente tem essa cirurgia
- 10:22chamada vitrectomia, que é uma cirurgia segura também, né?
- 10:25A gente remove a gelatina do olho, que é OAAA vitrio, e
- 10:29retira essas trações na retina quando a retina está descolada
- 10:32com pince as microscópicas, né? E aí após a cirurgia a gente
- 10:36pode lançar mão também do do implante, do óleo de silicone,
- 10:40né? Que é uma substância que vai
- 10:41manter a retina aplicada e consequentemente estabilizar
- 10:44também a retinopatia diabética. Ou então, se é um caso mais
- 10:47leve, né, a gente pode deixar o olho com.
- 10:50Com essa essa cavidade vítra terminar a cirurgia com
- 10:53preencher ele com ar ou então mesmo até um gás, né?
- 10:56Mas em resumo, o tratamento da gente não partilhar diabético
- 10:59seria as injeções avitrectomia pros casos mais tardios, né?
- 11:04Mais graves. E a gente tem também a
- 11:06fotocoagulação retiniana a laser, né, que é 11 tipo de
- 11:10laser que ele é realizado. Em casos indicados, gente, não
- 11:13pode ser diabética, né, geralmente com casos um pouco
- 11:16mais graves, e ele serve para estabilizar a doença, né?
- 11:19Ele não vai melhorar a visão, às vezes o paciente, ele acha que
- 11:22ele fazendo o laser, ele vai ter a melhora da visão, não ele o
- 11:25laser, o principal efeito dele é estabilizar a doença, às vezes o
- 11:29paciente pode até piorar um pouquinho a visão, né, por perda
- 11:31de campo visual, ou então porque a doença está em Franca
- 11:35evolução. E aí o laser foi uma
- 11:37coincidência, então isso daí tudo aí tem que ser.
- 11:39E jogado no papel. Mas em resumo, o tratamento é
- 11:42esse aí, né? O os anti geogênicos, o laser
- 11:45OOEA, vitrectomia. A gente tem também um exame
- 11:49muito legal, né, que a gente usa Na Na antinopatia diabética, que
- 11:53é a angelflor e cinegrafia, né? Um exame que injeta um contraste
- 11:56na veia. Queres comentar um pouco aí,
- 11:58lud? Pode ser, é.
- 12:01Então vamos lá, né, pessoal? Então assim, eu, eu gostaria até
- 12:03de, apesar de ser a mesma doença, eu gostaria até de
- 12:07dividir um pouquinho a questão, tá?
- 12:09Porque a gente começou falando ainda pouco do edema macular
- 12:12diabético, que é aquilo que causa mais inchaço na retina do
- 12:16paciente. Tem paciente que tem caso já
- 12:20inicialmente de inchaço na retina.
- 12:22A gente vai tratar com as aplicações, mas tem paciente que
- 12:25é ainda às vezes mais perigoso do que isso, né?
- 12:28Que é o paciente que não tem nenhuma alteração na visão
- 12:31central e só vai tendo as alterações no cantinho, lá no
- 12:35canto, na visão periférica do. Paciente acaba que o paciente
- 12:38não percebe. Então, não raro a gente ver
- 12:42aquele paciente que não faz exame frequência, nem nada,
- 12:46chega num exame com a gente. A gente já vê várias alterações
- 12:48no canto da retina e o paciente fala, doutor, nem óculos eu uso,
- 12:52eu tô enxergando tudo. O senhor tá me dizendo que tá
- 12:54grave? E acontece, viu, pessoal?
- 12:57O doença do canto da retina, eu digo que ela até é um pouco mais
- 13:01perigosa, porque ela costuma evoluir mais pra descolamento de
- 13:05retina, ela costuma evoluir mais pra sangramentos no fundo do
- 13:09olho. Por que que isso acontece?
- 13:11Porque, como eu tava explicando lá anteriormente, o oxigênio
- 13:15acaba e os alimentos acaba não entrando na célula.
- 13:19Às vezes acaba que várias dessas células, principalmente dos
- 13:23cantos, né? Da periferia, da retina.
- 13:25Se a gente olhar a retina como um todo, a região central é
- 13:28responsável pela visão central e o cantinho aqui da visão
- 13:31periférica. E acaba que nesse espaciente que
- 13:34tem a doença mais do canto mais da retinopatia diabética, sem
- 13:37ser um inchaço na retina, acaba tendo um processo de falta de
- 13:41oxigenação, que no medicineis a gente chama de isquemia.
- 13:47E é aí nessa isquemia que é um dos principais indicações de da
- 13:53gente fazer esse exame que o Gabriel falou, que é o exame que
- 13:56tem um nome grandão, não brigue com a gente, não foi a gente que
- 13:59deu esse nome. Que é anjo fluores sem
- 14:02inografia. Então, o que é a anjo fluores
- 14:05sem inografia? Nada mais é do que o exame com
- 14:07contraste, que pode ser pela boca.
- 14:09Lá na retina praia, a gente tem um aparelho sensacional, que faz
- 14:11até com contraste oral, mas mais comumente ele é realizado na
- 14:15veia. E qual é a nossa utilidade
- 14:17principal nesse exame? É a gente identificar as áreas
- 14:21da retina do paciente que não tá chegando sangue.
- 14:24Mas como é que a gente sabe isso?
- 14:26Porque o que acontece é o seguinte, quando a gente olha no
- 14:28exame do fundo do paciente, às vezes a gente não sabe onde tem
- 14:31a célula que tá chegando sangue ou que não tá.
- 14:33Quando a gente coloca contraste na veia, a gente ou na ou pela
- 14:37boca, a gente vai ver, olha, o contraste chegou até aqui, ali
- 14:41naquela área não tem perfusão. Ou seja, ali naquela área está
- 14:46em sofrimento. E isso é perigosíssimo pessoal.
- 14:50Porque o que que acontece quando existe uma área de isquemia na
- 14:53nossa retina? Imediatamente o nosso organismo
- 14:57se sentindo sufocado, ele começa a lançar umas umas sinalizações
- 15:02e falar assim, olha, eu estou sofrendo, olha, não tá chegando
- 15:06sangue em mim, só que ele não fala.
- 15:08Ele vai lançando uns hormônios, os mediadores químicos.
- 15:12Principal deles é OVEGF. Esse VEGF vai causando pior, às
- 15:19vezes, da isquemia e a proliferação de novos vasos
- 15:22sanguíneos. Isso parece uma coisa boa, mas
- 15:26não é. Porque esses novos vasos
- 15:29sanguíneos, que são os neovasos, eles são vasos sanguíneos
- 15:33incompetentes. Eles acabam que eles normalmente
- 15:37eles não crescem Na Na retina do jeito que é o original, ele vai
- 15:41sendo um vaso que vai crescendo para frente.
- 15:45Então, quando na angiofluorcinografia a gente
- 15:48identifica essas áreas de isquemia, o que é que a gente
- 15:50faz a foto coagulação a laser. E o que é a fotocoagulação?
- 15:54É laser, é um exame que a gente faz, é um procedimento, na
- 15:58verdade, que a gente faz fora do centro cirúrgico, mas até dentro
- 16:00da cirurgia a gente faz, mas normalmente fora do centro
- 16:03cirúrgico. E a gente consegue através dessa
- 16:05anjo de florescer. E a hinografia dizer, olha, eu
- 16:07preciso fazer laser bem ali, porque aquela área que está em
- 16:11sofrimento vai causar o prejuízo de toda AA retina do paciente.
- 16:16É como se fosse ali, ó, ali tem uma laranja podre antes dela
- 16:19contaminar tudo que está ao redor.
- 16:22Bora fazer laser naquela região então?
- 16:25Assim, a angi, florescia e hinografia ainda é um exame
- 16:28muito realizado. Claro que já foi muito mais
- 16:30realizado lá anteriormente, a gente não tinha OCPA gente, não
- 16:34tinha vários outros artifícios, mas a angi florescia e
- 16:37hinografia principal é identificar aonde é que está
- 16:40sofrendo. Número 2 tem algum neovaso?
- 16:44Desse que é ruim, que tá crescendo não na retina mesmo,
- 16:48mas pra frente da retina com risco de sangramento, com risco
- 16:52de hemorragia vítria. Então assim, a anjo florescer e
- 16:54inografia não trata nada, tá, pessoal?
- 16:56Mas ela é um exame realmente de fundamental importância,
- 17:00principalmente que a gente tem lá na clínica que ela pega a
- 17:03retina inteira do paciente. É o que a gente chama de anjo
- 17:06florescer, enografia periférica. Então a gente consegue ver a
- 17:09retina inteira do paciente. E a gente consegue, dessa forma,
- 17:12fazer um tratamento muito mais personalizado.
- 17:15Não precisa fazer laser na retina.
- 17:16Todas às vezes a gente faz laser só na área que está em
- 17:18sofrimento maior. Então, e a antes de florescer?
- 17:22A enografia pessoal é um exame muito legal, um exame muito
- 17:26importante para determinadas condições.
- 17:29Fantástica. Cara, eu gostei muito da tua
- 17:31explicação sobre a laranja podre.
- 17:33Eu vou. Vou levar isso para mim quando
- 17:35eu for explicar no consultório do laser, né, cara?
- 17:37Interessante, né? Então é, é isso aí, gente, a
- 17:40angi oferecenografia, ela serve pra gente guiar o tratamento,
- 17:43né? Um exemplo muito importante, no
- 17:44diabético, a gente vê a área que está, é como o Luci falou, né,
- 17:48isquêmica, né, que já está praticamente morta, né, a
- 17:51laranja podre, a gente vai destruir essa área Pra Ela não,
- 17:54não fornecer vgf e causar problema pra uma retina que já
- 17:57está doente, né? Então a gente vai aproveitar.
- 17:59A retina que está saudável, que está boa, né?
- 18:02Claro que a gente não vai fazer laser na área central do olho,
- 18:05que é a mácula, né? A gente vai fazer laser na
- 18:07periferia da retina, né? Então é uma área que é menos
- 18:10utilizada e a gente tem que também lembrar, né?
- 18:13A gente acabou. Esqueci de falar no controle
- 18:16glicêmico rigoroso, né? Então o tratamento ele tem que
- 18:19ser associado a um controle glicêmico rigoroso.
- 18:23Não adianta nada a gente ter um edema maiscular diabético.
- 18:25Fazer todas essas aplicações, fazer o laser, fazer um
- 18:28tratamento todo regular. Se o paciente, ele não está
- 18:31fazendo a parte dele indo no endocrinologista, né?
- 18:33Para fazer o controle glicêmico. Muito rigoroso, né?
- 18:36Ele tem que ter aquele controle bem legal.
- 18:39Se não, se ele tiver muita variação da glicemia, a
- 18:42retinopatia diabética, ela vai consequente evoluir independente
- 18:46do tratamento oftalmológico, né? Com certeza, Gabriel, é isso que
- 18:50eu queria falar, na verdade, porque assim pessoal é.
- 18:53É uma doença que tá se manifestando no olho, então tem
- 18:58que tratar o olho, isso é fato, ela é efetiva, até se você não
- 19:02controlar vai ter um efeito benéfico, tá?
- 19:05Então assim, tem que cuidar do olho.
- 19:07Tem gente falando não, doutor, eu tô percebendo aqui, mas agora
- 19:09eu vou só cuidar da minha saúde. Não quero fazer leis, não quero
- 19:12fazer, é um erro, é como se já tivesse derramado, tem que
- 19:16limpar ali, tá? Mas assim como o Gabriel falou,
- 19:20o fundamental pessoal é você tratar a causa do problema, não
- 19:23adianta você só tratar a consequência.
- 19:26Então a causa do problema pessoal, ela é a questão do
- 19:30diabete, então tem. Olha, pessoal, todo mundo
- 19:34deveria fazer exercício físico, dieta, tomar muita água.
- 19:40Quem não tem restrição para consumo de água tem que ter e de
- 19:43preferência ter um garrafão que se não a gente não toma mente,
- 19:45não tem sede. A gente fica no celular, fica no
- 19:48dia a dia, vai fazendo as coisas e não toma água.
- 19:51Então assim, vocês têm que entender que o nosso corpo, ele
- 19:55precisa ser bem cuidado, então tem que fazer dieta, tem que
- 20:01fazer atividade física, tem que tomar muito líquido, isso é
- 20:04fundamental, tá, pessoal? Porque assim senão a gente vai
- 20:08ficar enxugando gelo, a gente vai trata o inchaço na retina, o
- 20:11paciente não controla o diabetes, volta o inchaço.
- 20:14E como se a gente estivesse correndo atrás do rabo.
- 20:17Quando a gente vai melhora, piora, vai melhora, piora.
- 20:20E pessoal, infelizmente, infelizmente, isso é muito
- 20:23frequente, muito frequente, porque acaba que o paciente não
- 20:27se dá conta que a doença só tá se manifestando no olho, mas tá
- 20:32piorando o coração, tá piorando o cérebro, tá piorando os rins,
- 20:35que que são até mais importantes, são mais Nobres do
- 20:39que os nossos olhos, porque a gente vive sem os olhos, é
- 20:40triste. É o que AA gente luta todo dia
- 20:45pra gente dar a visão pro paciente.
- 20:47Mas o paciente perdeu os rins, perdeu o coração, perdeu o
- 20:50cérebro, é incompatível com a vida.
- 20:53Então assim, o fundamental, pessoal, ó, não tem como, você
- 20:57tem que fazer dieta EEO, que eu costumo dizer muito, eu já até
- 21:01trouxe 11 nutricionista aqui no nosso canal, né, Gabriel?
- 21:05Você se você viu aí que é até o meu nutricionista pessoal,
- 21:08porque assim. A gente precisa do
- 21:11nutricionista, tá? Pessoal é fundamental, porque
- 21:14não adianta a gente achar, Ah, eu vou cortar isso, eu vou
- 21:17cortar aquilo. Você pode estar cortando tudo,
- 21:20tendo uma péssima gosto de alimentação e ainda está se
- 21:24fazendo mal. Então assim, ó, quem passa dieta
- 21:27pessoal é um nutricionista. Doutor, eu não tenho dinheiro.
- 21:31Pessoal tem aqui o YouTube, tem um Monte de ferramenta de
- 21:35nutricionista que mostra que orienta, que mostra dieta que
- 21:39faz, pede pro ChatGPT, fala assim, olha, ChatGPT, eu tenho
- 21:4480 kg, tenho 1 m e 75, monta uma dieta pra mim que de quem tem
- 21:48diabetes. Então pessoal, vocês precisam,
- 21:51porque não é cortar as coisas que vai fazer você ter uma boa
- 21:55alimentação. É comer as coisas com o
- 21:58equilíbrio, é você equilibrar um pouco de carboidrato, um pouco
- 22:02de gordura boa, um pouco de proteína, um pouco de
- 22:05micronutrientes ali, como vegetais, tudo.
- 22:08Então, o ponto principal, pessoal, a gente trata do olho,
- 22:13isso é fato, mas diariamente eu falo isso pra todos os meus
- 22:17pacientes. Pessoal tem que cuidar, porque
- 22:19senão vai ser aquela bola de neve.
- 22:22O paciente não vai se cuidar, depois ele tem um infarto,
- 22:24depois ele perde a perna. Diga lá, Gabriel, quantos
- 22:28pacientes você consegue contar? Quantos pacientes você tem que
- 22:33já tem a ausência de um membro, um dedo, um pé, uma perna?
- 22:36Você consegue contar? Eu não consigo, eu tenho, já
- 22:40sabe. Até às vezes, antes do quando o
- 22:42paciente está entrando no consultório que ele tem
- 22:44diabetes, pela forma de andar ou por uma dessas cara que deixa eu
- 22:48falar pela pele. Até pela pele a gente olha e vê
- 22:52e. Aí é muito interessante, então,
- 22:55pessoal? Então é isso?
- 22:57Né, pessoal? Desculpa, Gabriel, mas assim é,
- 22:59então é isso, pessoal, então assim, ó, tem que tratar os
- 23:01olhos. Isso aqui não é terrorismo, isso
- 23:04é uma coisa que realmente a gente precisa dar, colocar os
- 23:08pingos não existe, tá? Então a gente vai tratar os seus
- 23:11olhos, mas pessoal, faça a sua parte e eu vou dizer uma coisa
- 23:13pra vocês, é muito mais fácil do que parece se você for no bom
- 23:17nutricionista, que não é aquele louco que vai sair cortando todo
- 23:20de que é coisa de. Que lutem de todo mundo e isso
- 23:24de todo mundo. A pessoa às vezes vai no
- 23:26nutricionista que é terrorista, e acaba que o que acontece a
- 23:30pessoa fica logo em choque, fala, pelo meu Deus, eu não vou
- 23:33poder comer nada, não é verdade? O nutricionista bom é aquele que
- 23:38vai ver a sua rotina e tentar enquadrar a sua rotina, aquilo
- 23:42que você gosta de acordo com a possibilidade.
- 23:44Claro que você não pode chegar e falar assim, Ah, eu gosto só de
- 23:46farofa com mel, com açúcar, com refrigerante sem ser zero.
- 23:51Isso não é realidade, viu, pessoal?
- 23:52Mas assim, é fundamental que a gente tenha o apoio de um
- 23:56nutricionista, endocrinologista, que você faça atividade física
- 23:59no mínimo pessoal, no mínimo 3 vezes por semana.
- 24:02Mas eu acho pouco. Eu faço 7 vezes por semana.
- 24:06É eu também, é todo dia. Então assim, o principal, né?
- 24:10O olho, ele é uma janela, né? Pra saúde.
- 24:13Então a gente tem que imaginar que o oftalmologista, ele
- 24:15consegue examinar teu olho. Com a dilatação da pupilha e
- 24:19dizer isso tem ou não, a gente não pode tirar a diabética e a
- 24:21gente não pode tirar a diabética, é um sinal de risco
- 24:23pros outros órgãos também, né? E a gente tem que lembrar que
- 24:26ela é silenciosa, ela sendo silenciosa, a gente tem que
- 24:28detectar logo precocemente. Então daí a importância de todo
- 24:33ano vocês irem ao oftalmologista, né, e fazer
- 24:35esses exames que a gente comentou que é o mapeamento de
- 24:38retina ou fundo de olho, né? São exames, é, são exames
- 24:41indolores, não doem, basta pingar um colírio 2 vezes nos
- 24:44olhos, entra no consultório. O oftalmologista examina e diz
- 24:48se tem ou não, a gente não pratear a diabética, né?
- 24:50Se tem gente não pratear a diabética vai precisar de uns
- 24:52exames extras aí, como OCT, anjo, flor, dependendo do caso,
- 24:56um acompanhamento mais de perto ou então já indicar o
- 24:59tratamento, né? A injeção pro edema macular, o
- 25:02laser pra gente não pratear, a diabética mais avançada e por aí
- 25:05vai. E se não tem nada até ano que
- 25:07vem, né? E todo ano ficar fazendo esse
- 25:09rastreio, né, é muito importante, assim como a gente
- 25:12vai no clínico todo ano. No cardiologista a gente tem que
- 25:15ir no oftalmologista exatamente pra estar descobrindo isso aí e
- 25:20descobrindo uma fase precoce, né?
- 25:21A melhor das medicinas é a medicina preventiva, né?
- 25:24A gente conseguir identificar as condições oculares numa fase
- 25:28precoce, não naquela fase tardíaca já está praticamente no
- 25:31caso, né? Com pouca chance de melhor.
- 25:34A gente tem que que tentar dar o nosso melhor, mas com certeza
- 25:37com as melhores condições. Exatamente, ó.
- 25:41Eu vou dar um exemplo meu agora, pessoal, eu tava agora no final
- 25:44da tarde no cardiologista e eu não tô assistindo nada, mas é
- 25:47realmente uma coisa que é necessária, tá pessoal?
- 25:49Então assim eu não vou precisar esperar sentir alguma coisa pra
- 25:53eu ir no profissional que eu preciso, não precisa, viu
- 25:56pessoal? Muito pelo contrário, você tem
- 25:58que fazer o check up. Eu tenho 39 anos de idade, sou
- 26:01ativo, faço minhas coisas, me alimento bem, faço tudo, mas não
- 26:05importa, sinceramente, não importa.
- 26:07Eu posso estar à beira do infarto e eu não sei.
- 26:09E por conta disso, eu fui no cardiologista, ele fez a escuta,
- 26:12pediu exame, vou fazer router, eletrocardiograma, vou fazer
- 26:18exame, ergométrico exames de sangue, porque é assim, pessoal,
- 26:21a gente tem que cuidar da nossa saúde e às vezes é, a gente
- 26:25gosta muito de apontar para o outro e fala assim, Ah, porque
- 26:28meu pai não? Se você se cuida, tome você como
- 26:32exemplo. Vá você numa consulta.
- 26:35Eu escuto muito isso no meu consultório, Ah, depois não faz
- 26:38dieta, aí eu olho pra pessoa, a pessoa que fala a mamãe não faz
- 26:41dieta também tá assim, numa do peso, eu falo, você quer
- 26:44incentivar sua mãe? Comece por você.
- 26:47Fala assim, mãe, eu vou no nutricionista, Bora comigo, eu
- 26:51vou lá, eu vou fazer junto com você, a gente tá junto na hora
- 26:55do parabéns, a gente tá junto na hora das vitórias e a gente tá
- 26:59junto também nessa área. Então assim, cada um vai ter ali
- 27:03a sua forma de abordagem. Mas pessoal, é muito fácil a
- 27:06gente achar que o outro não está se cuidando.
- 27:09Nenhum de Nós sabe quando vai embora, mas se a gente puder se
- 27:12proteger um pouquinho, pra gente evitar ir embora tão cedo e pra
- 27:17gente ter qualidade de vida, é a melhor coisa que você faz.
- 27:20Então, como o exame, como o Gabriel falou, você não precisa
- 27:24esperar ter grau pra ir no oftalmologista.
- 27:28Todo mundo deveria ir, porque todo mundo, mesmo quem não tem
- 27:31diabetes, pode ter um glaucoma e glaucoma pessoal, não dói, não
- 27:33incomoda glaucoma, o paciente não sabe, então você pode estar
- 27:37lentamente perdendo a visão, não ter grau nenhum e não sabe
- 27:42disso. Então assim, mesmo que você não
- 27:45sinta nada, vá no oftalmologista.
- 27:47Agora, se você tem diabetes, você não tem nem opção, viu,
- 27:51pessoal, é uma vez no ano, no oftalmologista, se sente
- 27:54enfático, chega. Chegue, que às vezes Oo médico
- 27:57esquece de perguntar, às vezes tem tanta coisa na cabeça, é um
- 28:00erro, tá errado. Tem que perguntar sempre se
- 28:02paciente tem hipertensão ao diabético, mas você tem que
- 28:04dizer, fala assim, doutor, eu tenho diabetes, eu estou
- 28:07preocupada de, mesmo sem estar sentindo nada, ter alguma lesão
- 28:10no fundo do olho, porque que que muda nisso tudo?
- 28:12A gente vai fazer injeção no paciente que está com a visão
- 28:15perfeita. Não, a gente não vai fazer, mas
- 28:17a gente vai saber como acompanhar o paciente.
- 28:20Então tem muitas das vezes que o paciente chega, não, então eu
- 28:22estou bem, não estou sentindo nada.
- 28:24Quando a gente examina o fundo do do paciente, está cheio de
- 28:26área ali isquêmica, a gente faz o exame, identifica que aquilo
- 28:30ali está sofrendo e a gente faz laser.
- 28:33E aí o que acontece? A gente preveniu cegueira, a
- 28:37gente preveniu que esse paciente vai evoluir para descolamento de
- 28:40retina. Então, pessoal, a gente adora
- 28:43operar, porque a gente muda muito a qualidade de vida do
- 28:45paciente. A gente sabe o quanto isso é
- 28:47transformador na vida de vocês. Mas de verdade, a gente fica tão
- 28:51satisfeito quanto quando a gente previne que a gente vá precisar
- 28:54fazer isso no futuro. Então, se você tem diabete,
- 28:58pessoal, vá logo no oftalmologista, marque aqui na
- 29:01retina pro, marque na sua cidade, enfim, cuide da sua
- 29:05saúde. Isso é fundamental.
- 29:07Excelente, inútil. Excelente.
- 29:09Então nós temos nos minutos finais aqui da live, né?
- 29:12Por enquanto é poucas dúvidas aqui, né?
- 29:16Sou AA Augusta Lopes guerreiro. Sempre presente.
- 29:22Fui a um endocrinologista que me deu uma dieta para fazer até os
- 29:25100 anos. Talvez eu tivesse razão, mas
- 29:27desisti. De repente aquele caso, né?
- 29:29Comentário que corta tudo, não sei o que mais, mas tenta, não,
- 29:33não vale a pena desistir. Augusta tenta de novo, aí de
- 29:38repente vai no nutricionista, né?
- 29:40Que um docrinologista. Ele tá mais ali pra.
- 29:43Fazer o controle clínico da doença, né?
- 29:45Ele tá mais enfático isso aí de repente marca 11 nutricionista.
- 29:49Tu vai ter mais tempo de discutir com ele, né?
- 29:52O que que tu gosta de comer? E aí ele consegue adequar legal
- 29:55a tua, a tua alimentação. Deixa eu te falar com a.
- 29:59Minha dieta, Gabriel, tu acredita que eu que eu tô
- 30:02fazendo a minha dieta? Eu consigo comer batata frita,
- 30:05batata frita todo dia, mas vou dizer.
- 30:10O que que eu faço? Frita não é fryer?
- 30:12Então hoje em dia é fryer. É um negócio que você compra
- 30:15barato. Tem a fryer de 300 BRL.
- 30:17E eu posso comer no meu jantar 340 g de batata frita, minha
- 30:22dieta. Então o que que eu faço é, né,
- 30:24praia não tem, não tem óla, não tem nada.
- 30:27Eu pego aquelas congeladas que tem um mínimo de óla, é muito
- 30:30pouquinho, meu nutricionista, o aconselho de uma marca então
- 30:34assim. Eu, se eu quiser, eu como toda
- 30:37noite, batata frita, Ah, doutor, mas não é aquela no óleo igual
- 30:41lá da McDonald, não é verdade? Não é?
- 30:43Mas é sensacional, é gostoso, bota um temperinho tudo.
- 30:47Então assim, pessoal, se sua dieta realmente está impossível,
- 30:51vai outro, vai outro 1 hora você vai achar um bom nutricionista.
- 30:55Eu já trouxe o meu aqui é o Lucas MXN, quem quiser seguir
- 30:58ele nas redes sociais, ele tem o Instagram.
- 31:01Ele dá várias orientações por lá mesmo, sem terrorismo
- 31:04nutricional, enfim, mas é só, eu só tô dando esse exemplo porque
- 31:09isso é possível, tá? Agora não vai dizer por aí que
- 31:12eu tô comendo batata frita não. Olha todo dia que isso realmente
- 31:15vai fazer maior para o organismo do paciente.
- 31:17Agora na rfri pode ser e ficar delicioso de ficar crocante,
- 31:20fica bom, caramba, olha. Diogo.
- 31:25Diego Carvalho e seu. Paciente aí vamos nos encontrar
- 31:28provavelmente na segunda-feira. Excelente médico.
- 31:30É isso aí, meu amigo. Boa Diego, um.
- 31:34Prazer te ver por aqui meu amigo.
- 31:36Se Deus quiser a gente vai conseguir.
- 31:38Aí eu, a doutora Isabela, vamos juntos aí no teu caso Diego,
- 31:41prazer cuidar de você, meu amigo.
- 31:44Fechado então. Então a gente está nos minutos
- 31:46finais, né? Quer deixar 11 umas dicas aí,
- 31:49Lu, tipo pessoal, sobre retinopatiabética, né?
- 31:53Cuidados com a visão. Assim, ó, eu quero dizer bem
- 31:57claro, como eu já falei aqui para vocês, é, pessoal, se você
- 31:59tem diabetes, não perda, tempo, tá?
- 32:02É agora você tem que marcar um oftalmologista para ir ainda
- 32:06esse mês e esse mês já tá no dia 21, ainda em maio, agora você
- 32:10tem que marcar, você tem que ir. Você tem diabetes, de
- 32:13preferência marketing, como especialista em retina, porque
- 32:16ele vai ter mais artifício, ele vai ter como se fosse um
- 32:18pouquinho de mais de Arsenal para conseguir te examinar da
- 32:21melhor forma possível. Que aí você vai ter agora assim,
- 32:24pessoal pra todo mundo, até quem não é diabético, pessoal 3
- 32:28coisas na vida você tem que fazer, dormir bem, se alimentar
- 32:31bem e fazer atividade física. Isso é fundamental, pessoal,
- 32:36ninguém vai viver pra sempre. Até quem faz isso pode morrer
- 32:39mais cedo. Isso é verdade.
- 32:41Todo mundo tem uma vozinha que formou até 150 anos e está viva,
- 32:45mas ó, ela está viva porque ela deu muita sorte.
- 32:50Outras, sem, morreram achando que iam ser igual.
- 32:53Então assim, pessoal, tem que se cuidar, se cuide, é mais fácil
- 32:57do que parece. No fim de semana você vai fazer
- 32:59as suas coisas, mas todo mundo precisa, independente de quem
- 33:04tem diabetes. Mas é dormir bem, comer bem e
- 33:08fazer atividade física. E é bom, pessoal, tem 1 hora que
- 33:11você pega o ritmo, você pega o gosto e eu tenho certeza que vai
- 33:15transformar sua vida. Tá certo, Gabriel?
- 33:20Obrigado, tchau, tchau, amigo. Toda quarta-feira às 20:00 a
- 33:25gente está aqui para trazer conteúdo de qualidade para
- 33:27vocês. Fechado, irmão?
- 33:29Abração, então é isso aí, pessoal, mais uma live, né?
- 33:34Muito interativa aí com o lute. Foram muitas informações
- 33:37pertinentes, então nós nos despedimos por aqui.
- 33:41A gente sempre está aqui nas redes sociais.
- 33:42Se tiver alguma dúvida, pode deixar nas nossas redes sociais
- 33:46que a gente vai. Responder, tá, e assim só
- 33:49lembrando, né? A gente está aqui para passar
- 33:51conteúdo de qualidade, né? Mas nunca substituir a conduta
- 33:54do seu médico ou ou de ninguém, né?
- 33:57Então, cada conduta, cada paciente é personalizado e a
- 34:00gente vai ver a conduta conforme o caso, né?
- 34:03Então é isso aí, pessoal, abração.