Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS #II - SE VOCÊ QUER COLHER O MEL, NÃO CHUTE A COLMEIA (CLUBE DO LIVRO)
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- 0:07Senhoras e senhores, parte número 1.
- 0:11Como fazer amigos, influenciar pessoas, técnicas fundamentais
- 0:14para lidar com as pessoas, comigo, Bruno Maia Soares,
- 0:16Bruno, não. Vamos nessa começar agora
- 0:18oficialmente o livro. Hoje a gente começou a ler só
- 0:20aquecendo os motores. É com alguns comentários do do
- 0:23autor falando sobre porque que escreveu o livro, porque que a
- 0:25gente deveria ler? É.
- 0:27E agora? Ele já começa com uma frase aqui
- 0:29bem interessante, né? Ele diz assim, se você quer
- 0:31colher o mel, não chute a com mel.
- 0:33Esse é Oo título do primeiro capítulo do livro.
- 0:37Em 7/05/1931 isso já me pega, sabia?
- 0:38A gente falou sobre isso No No no episódio anterior, mas assim,
- 0:43pô, o negócio foi escrito em 1930, com mais na experiência do
- 0:45cara dos últimos 20 anos. Ou seja, ele pegou um recorte
- 0:49ali de. 1910 a 1930 escreveu um livro.
- 0:56Estamos em 2026, usando isso como referência.
- 1:04Nós estamos em 26, né? Talvez alguém esteja ouvindo
- 1:06agora 2032 ainda tem isso. Em 7/05/31, a mais sensacional
- 1:16cassada humana até então testemunhada em Nova Iorque
- 1:19chegava a seu clímax após semanas de busca.
- 1:23To Gun crowley, um assassino pistoleiro que não fumava nem
- 1:27bebia, tinha sido localizado e estava encurralado no
- 1:30apartamento da namorada na West and Avenue.
- 1:35O cerco a seu esconderijo no último andar do prédio teve a
- 1:39participação de 150 policiais e detetives.
- 1:42Eles abriram buracos no telhado, tentaram expulsar crowley,
- 1:46conhecido como matador de policiais, jogando gás
- 1:49lacrimogêneo no apartamento. Em seguida montaram.
- 1:54As metralhadoras nos edifícios vizinhos e durante mais de 1
- 1:57hora, uma das melhores áreas residenciais de Nova Iorque foi
- 2:00tomada pelos estampiros das pistolas e o ratatatá das armas
- 2:05automáticas. Agachado atrás de uma poltrona
- 2:08estofada, crowley atirava contra a polícia sem parar.
- 2:13A Batalha foi assistida por 10000 espectadores.
- 2:16Empolgados. A cidade de Nova Iorque nunca
- 2:19tinha visto nada parecido. Quando crowley foi capturado, o
- 2:24comissário de polícia ippy mo Rony declarou que two Gun era um
- 2:30dos criminosos mais perigosos da história de Nova Iorque.
- 2:34Ele mata sem hesitar, constatou o homem da lei.
- 2:38Mas como two Gun se enxergava, nós temos a resposta para essa
- 2:43pergunta, porque, enquanto a polícia atirava na direção do
- 2:47apartamento, ele escreveu uma carta a quem possa interessar.
- 2:52Enquanto escrevia, o sangue de suas feridas deixou uma mancha
- 2:56vermelha no papel. Na carta, o crowley dizia, sob o
- 3:01meu casaco bate um coração cansado, mas bondoso.
- 3:07Um coração que nunca faria mal a ninguém.
- 3:11Pouco tempo depois, crowley estava aos beijos com a
- 3:15namorada. Pouco tempo depois, antes, pouco
- 3:20tempo antes. Ele estava aos beijos com a
- 3:24namorada numa estrada próxima de long Island, quando, de repente,
- 3:28um policial se aproximou do carro e ordenou, mostre sua
- 3:31carteira de motorista. Sem dizer uma palavra, krawly
- 3:34sacou sua arma e derrubou o policial com uma chuva de tiros.
- 3:39Com o homem já caído em seus últimos suspiros, krawly saltou
- 3:43do carro, pegou o revólver do policial e deu mais um tiro no
- 3:46corpo, abatido. E foi esse o assassino que,
- 3:50pouco depois, ao se ver cercado, escreveria aquela carta, eu não
- 3:56sei exatamente onde é que ele tá chegando, mas no mínimo é assim.
- 3:59Tô trazendo uma história aqui pra mostrar que decifrar o
- 4:01comportamento humano não é nada trivial, né?
- 4:05Krowy foi condenado à cadeira elétrica pena de morte quando
- 4:09chegou ao corredor da morte no presídio de Sing Sing, ele não
- 4:13disse isso, é o que eu ganho por matar pessoas.
- 4:16O que ele disse foi. Isso é o que eu ganho por me
- 4:18defender. Moral da história, to Gun
- 4:21crowley não assumia nenhuma responsabilidade pelo que fazia.
- 4:25Você acha que essa é uma postura incomum entre os criminosos?
- 4:28Então leia esta frase, passei os melhores anos da minha vida
- 4:32proporcionando os maiores prazeres às pessoas, ajudando as
- 4:36a se divertir e tudo que eu consegui foi ser insultado e
- 4:39perseguido. Essa fala é de ninguém mais,
- 4:43ninguém menos do que Al Capone, sim.
- 4:46O mais famoso inimigo público dos Estados Unidos, o mais
- 4:49sinistro gângster da história de Chicago, Al Capone, não se
- 4:53sentia culpado. Na verdade, se via como um
- 4:55benfeitor público incompreendido, que não recebia
- 4:58o reconhecimento merecido. O mesmo aconteceu com Dutch
- 5:03shutz, antes de ser morto a tiros por gangsters em New York.
- 5:10Schutz. Um dos mais famosos bandidos de
- 5:12Nova Iorque afirmou em entrevista a um jornal que era
- 5:15um benfeitor público e ele acreditava nisso.
- 5:18Durante muitos anos mantive interessante troca de
- 5:20correspondências sobre esse assunto com Lewis layers ou como
- 5:26é que se fala esse nome aqui? Diretor do presídio de Sing Sing
- 5:30que me escreveu o seguinte, ou com os criminosos que estão
- 5:33presos aqui se consideram homens maus?
- 5:36São tão humanos quanto eu e você.
- 5:38Eles racionalizam, explicam. Contam porque tiveram que
- 5:41arrombar um cofre ou apertar o gatilho.
- 5:44A maioria usa um raciocínio falacioso ou lógico para
- 5:48justificar seus atos antissociais até para si mesmos
- 5:51e, por isso, afirmam categoricamente que nunca
- 5:54deveriam ter sido presos. Eu não sei por qual motivo.
- 6:01Apareceu pra mim assim entrevista emblemática do
- 6:05Fernandinho Beira-Mar e tal, não sei o que que foi um grande é um
- 6:08Fernandinho Beira-Mar. Ele é Oo fundador do comando
- 6:12vermelho ou do PCC, alguma coisa assim, né?
- 6:14Eu sou meio desligado nesse sentido, mas eu sei que o nome é
- 6:18muito conhecido, né? Fernando beira mar, ele é um
- 6:21cara que tá preso e aí é apareceu, eu não sei se foi
- 6:25vendo. É conteúdos de eleição que o
- 6:29tema de segurança pública. Ele tá bem, tá bem quente aí uma
- 6:32coisa levou a outra e tal. E o tom da entrevista dele era
- 6:38mais ou menos assim, né? Ele chega numa cela e aí o
- 6:42repórter tá do outro lado. Ele fala assim, muito obrigado
- 6:47por nos conceder essa essa entrevista.
- 6:49É, posso te chamar de Fernandinho béramar.
- 6:53Aí ele fala assim. Isso aí, isso aí é 11 apelido
- 6:58muito mal compreendido, que faz as pessoas acharem que eu sou
- 7:01uma pessoa, que eu na verdade não sou.
- 7:02Então o cara começa por aí, então concordo aqui, imagino que
- 7:08isso aqui é bem comum mesmo, inclusive agora não vou lembrar,
- 7:12né? Algum, algum autor, não sei se
- 7:14foi No No próprio saldini falando de comportamento, que as
- 7:17pessoas que fazem mal, elas não, não, não se enxergam dessa
- 7:20forma, com pessoas não sabe onde é que eu acho que tem isso no
- 7:23livro. É porque mentimos é é a honesta
- 7:28verdade sobre a desonestidade do danariele psicólogo é, é
- 7:32cientista do comportamento. E ali é quando ele está
- 7:35explicando a questão do auto engano, né?
- 7:37Que a gente faz uma coisa mal, mas a gente interpreta de uma
- 7:40forma diferente para conseguir olhar no espelho e se ver como
- 7:44uma pessoa do bem e conviver com AO com o cruzar da linha ética.
- 7:50Aí ele mergulha nisso, mas bem, voltando ao nosso.
- 7:55É, deu o Carnegie aqui, sial capone, to Gun crowd, os Schultz
- 8:00e os presos desesperados que estão atrás das grades, até
- 8:03mesmo talvez o Fernandinho Beira-Mar lá do Brasil não se
- 8:06sentem culpados por nada. O que acontece com as pessoas
- 8:09com quem lidamos no dia a dia? John wanna, maker fundador de
- 8:12uma rede de lojas, confessou certa vez, 30 anos atrás,
- 8:15aprendi que dar bronca é bobagem.
- 8:17Já tenho muitos problemas para superar minhas próprias
- 8:20limitações sem me irritar com o fato de que Deus parece ter
- 8:23escolhido não distribuir igualmente o dom da
- 8:25inteligência. Somente o wana maker aprendeu
- 8:30essa lição cedo. Quanto a mim, tive que passar
- 8:33por 1/3 de século por este mundo cometendo erros até começar a
- 8:38compreender que em 99% das vezes as pessoas não assumem a
- 8:43responsabilidade por seus atos. E não fazem autocríticas por
- 8:47motivo algum, mesmo que estejam completamente erradas.
- 8:53Isso é uma coisa interessante do ponto de vista de perspectiva do
- 8:56mundo, né? Se eu entendo que o padrão do
- 8:58comportamento humano é em 99% das vezes e eu imagino que ele
- 9:02tá falando isso aqui, não respondado em pesquisa, mas sim,
- 9:05é uma força de expressão. E eu me frustro quando as
- 9:09pessoas não assumem a responsabilidade daqui a pouco.
- 9:15O erro é meu e não da pessoa. Porque se o padrão
- 9:23comportamental é levado a 99%, ou seja, quase todo mundo não
- 9:28assume, eu deveria considerar que esse é o defor, né?
- 9:32Que isso que acontece na média e não me frustrar, né?
- 9:35Talvez me surpreender quando a pessoa assume a
- 9:37responsabilidade, mas não o oposto.
- 9:39EE, aí entra um, dá para a gente expandir isso aqui, né?
- 9:43E entrar na filosofia aqui grande é eu particularmente me
- 9:49considero uma pessoa que costumo parar assim, fazer uma
- 9:52autocrítica, e essa é uma coisa que de fato é, eu, eu me vejo
- 9:57aqui, eu eu me incomodo um pouco quando eu me deparo com pessoas
- 10:00que claramente assim não estão fazendo o mesmo.
- 10:02E enfim, EEE age de forma responsável ou algo nesse
- 10:05sentido, sendo que ao mesmo tempo.
- 10:08Eu preciso ter a capacidade também de entender que é pra
- 10:12outras pessoas. Eu posso também não estar sendo
- 10:14uma pessoa responsável, uma pessoa que está fazendo
- 10:16autocrítica, porque isso é de acordo com a minha perspectiva.
- 10:19E então aí se tornou uma coisa muito mais profunda.
- 10:23E acho que vale a nossa avaliação aqui, talvez.
- 10:26O parágrafo seguinte, ele ele foi destacado por muitos
- 10:31leitores, né? Quando a gente tá lendo aqui no
- 10:32Kindle, né, que é o livro digital, ele ele mostra isso.
- 10:36E ele diz o seguinte. E não adianta criticar, porque
- 10:39isso coloca a pessoa na defensiva e, em geral, faz com
- 10:41que ela tente se justificar. Essa parte agora eu destaquei na
- 10:45minha leitura original. A crítica é perigosa porque fere
- 10:49o precioso orgulho do indivíduo, atinge seu senso de importância
- 10:54e desperta ressentimento. BF, skiner, um psicólogo
- 10:59mundialmente famoso, demonstrou por meio de experimentos.
- 11:02Que um animal recompensado pelo Bom Comportamento aprende mais
- 11:05rápido que um animal punido por mau comportamento.
- 11:08Estudos posteriores mostraram que o mesmo vale para seres
- 11:12humanos. Ao fazer críticas, não
- 11:15produzimos mudanças duradouras e com frequência provocamos
- 11:18ressentimento. Hans celli, outro grande
- 11:21psicólogo, disse que o nosso desejo de aprovação é tão
- 11:25intenso quanto o medo da condenação.
- 11:29O ressentimento provocado pela crítica pode desmoralizar
- 11:32funcionários, familiares e amigos e, ainda assim, não
- 11:35corrigir a situação. Criticada George b Johnson, de
- 11:39enedy, Oklahoma, é coordenador de segurança de uma empresa de
- 11:43engenharia. Uma de suas responsabilidades é
- 11:45garantir que os empregados usem capacete quando fizerem trabalho
- 11:49de campo. Ele relatou que sempre que
- 11:51encontrava trabalhadores sem o capacete, mencionava a norma em
- 11:54tom autoritário e exigia que a cumprissem à risca.
- 11:58Os empregados obedeciam de má vontade muitas vezes assim que a
- 12:03de má vontade, e muitas vezes assim que ele partia, tirava o
- 12:06capacete. Por isso, ele decidiu tentar uma
- 12:08abordagem diferente. Ao encontrar trabalhadores sem a
- 12:11proteção, passou a perguntar se os capacetes eram
- 12:14desconfortáveis ou se não tinham o tamanho adequado.
- 12:17Em seguida, num tom de voz gentil, lembrava os funcionários
- 12:20que o capacete era projetado para prevenir acidentes e
- 12:23sugeria que o equipamento deveria ser sempre usado durante
- 12:26o trabalho. Como resultado, os funcionários
- 12:28passaram a cumprir a regra com mais frequência.
- 12:31Sem ressentimentos, milhares de páginas da história mostram como
- 12:36fazer críticas é inútil. Veja, por exemplo, a famosa
- 12:39briga entre Theodor Roosevelt, Roosevelt e o presidente William
- 12:43Howard. Theft, um conflito que dividiu o
- 12:47partido republicano, pois o woodw Wilson na Casa Branca e
- 12:51deixou marcas antes e depois da primeira guerra mundial,
- 12:54alterando o curso da história. Examinemos os fatos rapidamente.
- 12:59Quando deixou a presidência dos Estados Unidos em 1909,
- 13:01Roosevelt apoiou a candidatura de theft que se elegeu para a
- 13:05Casa Branca. Em seguida, Roosevelt fez uma
- 13:08viagem para a África. Ao voltar, perdeu as
- 13:11estribeiras, criticou o conservadorismo extremo de taft
- 13:15e tentou garantir para si a candidatura para um terceiro
- 13:19mandato como presidente, criando uma cisão do partido
- 13:23republicano. Depois da confusão, ambos foram
- 13:28derrotados nas eleições. Foi a derrota mais desastrosa
- 13:32que os republicanos haviam sofrido até então.
- 13:35Roosevelt culpou o theft, mas theft assumiu a culpa, claro que
- 13:39não. Com lágrimas nos olhos, ele
- 13:41disse, não vejo o que poderia ter feito de diferente.
- 13:45Quem era o culpado, Roosevelt ou theft?
- 13:49Sinceramente, não sei, mas a questão é que todas as críticas
- 13:52de Roosevelt não convencer o theft.
- 13:55De que ele estava errado serviram apenas para que teft
- 13:59tentasse se justificar. Vejamos o escândalo de tipo tdom
- 14:05envolvendo petrolíferas, que gerou manchetes indignadas dos
- 14:10jornais no início dos anos 20, né?
- 14:121920 e sacudiu a nação inteira. Até então, não tinha havido nada
- 14:16parecido na vida pública dos Estados Unidos.
- 14:18Eis a essência dos fatos. Albert bifl, secretário do
- 14:24interior do governo de Warren hardin foi encarregado de cuidar
- 14:28do arrendamento das reservas de petróleo do governo em elk Hill
- 14:32e lá em teapot dom, enfim, lá nos Estados Unidos, ambos os
- 14:37Campos haviam sido reservados para serem usados pela marinha.
- 14:42Imagino que nos Estados Unidos. Será que o secretário foll o
- 14:46nome do secretário, autorizou a organização de uma licitação
- 14:49competitiva? Não, senhor.
- 14:50Ele entregou o vultuoso contrato a seu amigo Edward do reine.
- 14:55E o que é que fez o do Rene? Ofereceu ao secretário fall
- 15:00aquilo que descreveu como um empréstimo de 100000 USD, como
- 15:05se fosse uma despota. Fall ordenou que os fuzileiros
- 15:09navais fossem ao distrito para retirar os concorrentes
- 15:13compostos de extração adjacentes que estariam explorando o
- 15:16petróleo das reservas de elkhill.
- 15:19Retirados das terras sobre a mira de fuzis e baionetas, os
- 15:23concorrentes procuraram a justiça imediatamente e
- 15:26deflagraram o escândalo. Tipo, a podridão foi tão grande
- 15:31que arruinou o governo, holding enojou uma nação inteira, quase
- 15:36destruiu o partido republicano e pôs o Albert foll atrás das
- 15:40grades. Foll recebeu uma condenação
- 15:42pesada por lição que poucos homens da vida pública já haviam
- 15:45sofrido. Teria se arrependido?
- 15:48Nunca. Anos depois do ocorrido, Herbert
- 15:51Hoover, presidente americano entre 29 e 33, declarou no
- 15:55discurso que a morte do presidente harding fora
- 15:58provocada pela ansiedade e as preocupações geradas pela
- 16:01traição de um amigo. Quando a esposa de fall ouviu
- 16:04aquilo, saltou da cadeira, caiu no choro, sacodiu os punhos e
- 16:06berrou o que harding, traído por fall?
- 16:10De jeito nenhum. Meu marido nunca traiu ninguém,
- 16:12nem todo ouro do mundo. Levaria meu marido a fazer algo
- 16:14de errado. Ele, que foi traído, aniquilado,
- 16:17crucificado. Né?
- 16:20Então ele traz essas histórias aqui especialmente para o leitor
- 16:26americano, né? Histórias emblemáticas, muito
- 16:30conhecidas, né? A gente tá lendo aqui no Brasil,
- 16:33então, assim, ninguém, né? Conhece muito fall, harding e
- 16:37tal. Mas dá para entender, assim,
- 16:39que, didaticamente, ele quer trazer histórias públicas,
- 16:42conhecidas e. E histórias de novela no sentido
- 16:46de serem inimagináveis, né? Na vida real, mas que na verdade
- 16:49é o puro suco da vida real. E aí depois ele faz uma quebra
- 16:53pra dizer o seguinte, olha, eis a natureza humana em ação
- 16:56malfeitores, culpando a todos menos assim mesmos.
- 17:01Todos nós somos assim. Portanto, quando nos sentirmos
- 17:08tentados a criticar alguém, vamos lembrar.
- 17:12De Al Capone, to Gun crowley e do tal Albert fall precisamos
- 17:18entender que as críticas são como um Pombo correio, sempre
- 17:22voltam para casa, ou seja, aquela pessoa que é
- 17:28recriminarmos provavelmente se justificará, e nos condenará
- 17:32também. Ou, como taft dirá, não vejo o
- 17:36que poderia ter feito de diferente.
- 17:40Então a gente quebra aqui, porque agora ele começa a contar
- 17:42uma outra história, mas é o pontapé do que ele chamou de
- 17:46princípios, foi brunão para lidar com pessoas aqui, depois
- 17:49só resgata. Aí o comecinho do capítulo.
- 17:50Para mim é assim. Não está explícito ainda, mas é
- 17:57Oo no processo de comunicação, né?
- 17:59É, é o que é dito, é a mensagem, mas é o emissor, é parte da
- 18:06mensagem e o receptor também, então importa muito.
- 18:10Os olhos da audiência e aí, nessa perspectiva aqui, o que
- 18:15ele tá dizendo é o seguinte, ó, até as pessoas mais cruéis e
- 18:19elas não acham que elas estão erradas.
- 18:23Então a crítica e ele tá falando aqui no sentido negativo da
- 18:27crítica de recriminar, né? De isso vai te ajudar muito
- 18:30pouco ainda vai voltar contra você.
- 18:32É isso? Né?
- 18:33Então ele começa por aí. Vamos entender a partir dessa
- 18:37provocação, onde que ele vai chegar.
- 18:39No próximo episódio. O que ele traz aqui são o que
- 18:41ele diz, é técnicas fundamentais para lidar com as pessoas, é, e
- 18:45o título do capítulo é, se você quer colher o meia ou não, chute
- 18:47com o meia. Acho que ele foi feliz.
- 18:49Eu tenho essa frase porque é essa a ideia, né?
- 18:51Se ele contextualiza dizendo que as pessoas, na média, não fazem
- 18:55uma autocrítica, nem tem esse senso de auto responsabilidade,
- 18:58então, se isso é uma verdade, não adianta você criticar o
- 19:01outro, porque essa pessoa não vai entender aquela crítica como
- 19:04uma crítica válida, que faz sentido.
- 19:06E aí você só vai, de certa forma assim, ficar mais distante
- 19:09daquela pessoa, criar um conflito e, consequentemente,
- 19:13mais à frente, aquela pessoa vai também te criticar.
- 19:16É e talvez um pouco daquela reflexão que eu fiz aqui é numa
- 19:20brecha mesmo que você se consideram a pessoa que tem auto
- 19:23responsabilidade, que que enfim faz essa autocrítica?
- 19:25É isso. É sempre sob a sua perspectiva,
- 19:28né? Então, naturalmente vão surgir
- 19:30oportunidades pra você ser criticado também, acho que.
- 19:34É, não sei se era essa a ideia dele, mas trazendo um pouco na
- 19:36minha visão aqui sobre a leitura.
- 19:38Muito bom, muito bom, bem, espero que você tenha
- 19:42aproveitado, né? Um abraço aqui para os
- 19:44assinantes flow, lembrando, estamos no segundo episódio aqui
- 19:48do como fazer, eu fico querendo, vem vindo o título de outros
- 19:52livros sempre aqui, como fazer amigos e influenciar pessoas.
- 19:56Estamos agora caminhando para o terceiro, o terceiro.
- 19:58Ele é aberto a público a partir disso.
- 20:00Exclusivo para assinantes, mas. Falaremos sobre isso no próximo
- 20:03episódio. Forte abraço.
- 20:05Obrigado pelo seu tempo.